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Crítica | The Boys – 1ª Temporada

por Ritter Fan
3131 views (a partir de agosto de 2020)

Ainda que seja difícil fazer uma comparação justa em razão da diferença das mídias, é muito raro encontrar adaptações audiovisuais que conseguem ser melhores do que o material fonte e essa tarefa consegue ser ainda mais difícil quando a obra original já é muito boa. Mas, pelo menos no que se refere a essa 1ª temporada, com a 2ª já autorizada pela Amazon, o showrunner Eric Kripke conseguiu superar a divertidamente violenta HQ de Garth Ennis e Darick Robertson, publicada entre 2006 e 2012.

Não será meu objetivo aqui traçar paralelos entre as obras, mas acho importante destacar a qualidade do que Kripke fez em relação ao original, transformando o exagero característico de Ennis em uma realidade palatável na série, sem que, porém, nada da essência do original fosse perdida, inclusive e especialmente a violência gráfica que normalmente marca as obras do quadrinista e que é particularmente pesada em The Boys. O que o showrunner tratou de focar foi no desenvolvimento de personagens, convertendo a unidimensionalidade das HQs em pessoas complexas, torturadas e que efetivamente têm espaço fluido na narrativa concisa de apenas oito episódios sem que minutagem alguma seja desperdiçada com desvios desnecessários, inflacionários ou que só estão lá para florear as coisas ou chocar gratuitamente o espectador. Outro ponto que merece nota é o quanto Kripke soube manter esse universo de Ennis ao mesmo tempo expansivo e conciso, deixando claro o enorme tamanho (e portanto, que pode ser potencialmente explorado no futuro) de tudo o que ele mostra, mas focando a temporada apenas nos conflitos entre os “rapazes” do título e o super-grupo Os Sete/The Seven, o equivalente satírico da Liga da Justiça.

Mas, para quem não leu os quadrinhos, do que se trata The Boys? Muito objetivamente, é a resposta de Ennis para a pergunta “quem vigia os vigilantes?”, de As Sátiras, escrito pelo poeta romano Juvenal, popularizada na Nona Arte por Alan Moore em sua seminal Watchmen. No universo de The Boys, os super-heróis são bem menos do que perfeitos e muito mais uma ferramenta de marketing e de capitalização de uma empresa privada – no caso a Vought International – e eles precisam de uma forma de controle. Os “rapazes” são aqueles que vigiam os vigilantes, ainda que, na série, o grupo (especificamente a segunda versão do grupo) não tenha a sanção governamental da CIA que tem nos quadrinhos, sendo muito mais uma forma que Billy Butcher (Karl Urban) encontra para impingir sua vingança pessoal sobre os “supers”.

Nosso veículo de apresentação a esse ecossistema que ferozmente critica, dentre outros, o culto à celebridade e a febre atual de consumo por tudo relacionado com super-heróis, é o pacato Hughie (Jack Quaid, filho de Meg Ryan e Dennis Quaid), um técnico em eletrônica que tem um emprego em uma loja de aparelhos eletrônicos e que mora com o pai (personagem vivido por Simon Pegg em uma bela homenagem, já que Darick Robertson, o ilustrador original dos quadrinhos, usou Pegg como modelo para Hughie), mas que tem sua vida destroçada pela violentíssima e instantânea morte de sua namorada Robin (Jess Salgueiro) pelo super-herói velocista A-Train (Jessie Usher) em sequência visualmente exuberante e muito bem executada, ainda que revoltante. Sofrendo de stress pós-traumático, Hughie é abordado por Billy que quer que ele plante escutas no quartel-general d’Os Sete no momento em que assinar um contrato para basicamente ficar calado sobre o que aconteceu.

Do lado super-heróico, nosso ponto-de-vista narrativo é principalmente o de Starlight, ou Annie January (Erin Moriarty), jovem e inocente heroína com poderes à base de luz que é admitida ao grupo d’Os Sete. Toda sua – e nossa – visão do que são os super-heróis é milimetricamente destroçada na medida em que ela se enfronha na mecânica do que acontece ao seu redor e depois que ela é abusada (para usar um eufemismo) por The Deep (Jace Crawford), também conhecido como a melhor paródia do Aquaman que já vi. Seu mundo ideal, basicamente um lindo e brilhante castelo de cartas tendo Os Sete como elemento principal vem abaixo em sequências aterradoras atrás de sequências aterradoras que desconstroem completamente os seres super-heróicos em particular e as celebridades como um todo.

No aspecto macro, ainda há um terceiro ponto-de-vista, este mais distante, maquiavélico e sombrio que é representado por Homelander (Antony Starr), o equivalente ao Superman e líder d’Os Sete, e por Madelyn Stilwell (Elisabeth Shue), vice-presidente do conglomerado Vought International, ambos formando os proverbiais lados de uma mesma moeda. Patriota é apresentado externamente como o símbolo de uma nação, e, internamente, como um monstro psicopata e Madelyn como uma mulher capaz de tudo – tudo mesmo! – para satisfazer sua ambição sem limites, com os dois compartilhando uma relação doentia, que desafia explicações psicológicas, além de compartilhar esquemas sórdidos que fazem parte da estrutura da temporada como um todo e que vão sendo revelados aos poucos.

Aliás, nesse aspecto, vale um aceno para as espetaculares atuações desses atores que conseguem roubar as cenas em que aparecem. Não conhecia o neozelandês Starr, mas sua performance parte Don Vito Corleone (inclusive com as bochechas inchadas), parte Superman de Christopher Reeve é assustadora do começo ao fim, principalmente quando ele sorri e acena para as câmeras, vestindo-se completamente de sua persona super-heroística que apaga de maneira perturbadora seu lado sombrio e psicótico. Shue, por sua vez, tem, provavelmente, o melhor papel de sua vida na temporada em uma papel que exige menos subterfúgios do que o de Starr, mas que por isso mesmo é mais sutil e representativo de um personagem que poderia muito bem ser alguém tirado das manchetes de jornais sobre grandes líderes de empresas.

Uma nota de pesar canino

Não posso, em sã consciência, deixar de lamentar profundamente a ausência de Terror, o buldogue de Billy nos quadrinhos, como um dos “rapazes”. A escolha de Kripke de deixar o espetacular cão quase que completamente de fora, aparecendo apenas por segundos como parte das lembranças de Billy em um flashback, foi frustrante, enfurecedora e absolutamente injustificável. 

Mesmo assim, como sou um crítico de – cof, cof – bem e não guardo muito rancor, decidi não retirar pontos da temporada pela falta do obediente ser de quatro patas aí da imagem, até porque isso seria deixar que o que eu pessoalmente espero da adaptação influenciasse minha análise. No entanto, Kripke já fica devidamente notificado a retificar esse grave erro na vindoura 2ª temporada! E não quero saber como. Apenas coloque o cachorro lá!!! 

Claro que Karl Urban está muito divertido como o grosseirão Billy, mas seu papel é muito mais forma sobre substância, ainda que sua substância, aqui, seja consideravelmente maior do que nos quadrinhos, com uma complexidade pregressa que o torna um personagem também muito bem desenvolvido pelos roteiros. Mas, no lado dos “rapazes”, Quaid é quem efetivamente rouba a cena justamente pelo seu jeito simples de encarar a vida que é matizado radicalmente pelo seu sofrimento interior representado por ataques de pânico e por visões de sua amada, o que reflete em sua ambiguidade sempre que precisa cometer atos impensáveis ou quando encontra alívio em seu relacionamento também inocente com Annie.

Ainda que, em termos de construção de personagens, o foco seja mesmo em Billy, Hughie, Annie, Homelander e Madelyn (e não necessariamente nessa ordem), é alvissareiro notar como praticamente todo mundo ganha arcos narrativos completos e complexos. Do lado d’Os Sete, The Deep tem que lidar com sua irrelevância (as sequências do golfinho e da lagosta são desde já antológicas), Queen Maeve (Dominique McElligott) precisa enfrentar seu passado e aquilo que teve que se privar para ser quem é e A-Train precisa lutra contra seu vício e insegurança. Apenas Black Noir (Nathan Mitchell) que, por sua natureza estoica e Translucent (Alex Hassell, o único super criado especialmente para a série), por razões que logo ficam claras, não ganham grau algum de desenvolvimento.

Do lado dos “rapazes”, a reconstrução do antigo grupo de Billy é pedra fundamental da narrativa, pois, na medida em que ele, inadvertidamente ou não, torna o jogo mais e mais complexo, ele precisa trazer novos jogadores, mais precisamente seus ex-parceiros Francês/Frenchie (Tomer Kapon) e Leite Materno/Mother’s Milk (Laz Alonso), que, aliás, se odeiam. Mais tarde, há a adição de Fêmea/Female (Karen Fukuhara), personagem calada e correspondente a um Wolverine em constante modo berserk nesse universo. Há, curiosamente, menos desenvolvimento individual e mais em conjunto aqui, o que de forma alguma é um demérito para o texto da série, já que, com isso, há um equilíbrio bom em relação ao foco dado aos supers do outro lado, especialmente ao longo arco de “queda”, digamos assim, de Annie.

Outro aspecto que surpreende na série é o cuidado com os efeitos especiais. Era óbvio que o grau de violência das HQs – que é caricato e específico para aquela mídia – não poderia ganhar uma transposição efetiva para as telinhas, mas isso não quer dizer que The Boys é uma série que foge desse tipo de abordagem. Muito ao contrário até, o trabalho de Eric Kripke mais uma vez merece destaque por justamente saber precisamente o que fazer e o que mostrar. Se a depravação explícita é o mote dos quadrinhos, para a TV isso é atenuado não por problemas de censura ou para agradar um público maior, mas sim porque isso simplesmente mataria a bem-sucedida tentativa de se criar algo razoavelmente realista dentro da proposta. Dessa forma, os efeitos, quando são usados, são usados de maneira cirúrgica, mas sem que o espectador sinta “falta” deles, sejam os efeitos práticos, sejam os puramente em computação gráfica. A distribuição é cuidadosa em cada episódio, criando uma impressão harmônica e lógica para a progressão da narrativa. Além disso, o CGI é da mais alta qualidade para uma obra televisiva, não destacando-se das tomadas práticas de maneira relevante ou particularmente chamativa.

Ajuda muito a fotografia predominantemente em tons esverdeados, por vezes acinzentados, que, muito mais do que apenas estabelecer uma atmosfera sombria, mantém um ar de podridão a tudo o que vemos, ar esse quebrado quase que exclusivamente pelo chamativo uniforme colorido de Homelander, personagem que é o clássico lobo em pele de cordeiro. Nem mesmo seus colegas de profissão tem figurinos que tira o espectador dessa imersão na podridão, já que os tons são sempre mais escuros. Por outro lado, a trilha sonora – ou a curadoria de canções icônicas no estilo Tarantino – pontua a história, dialoga bem com o eventos e funciona como um amplificador de momentos de humor, como a surreal conversa de auto-ajuda de Billy usando as Spice Girls como exemplo.

E, em um mundo de alta qualidade televisiva, mas que quase como uma regra imutável infla temporadas que de outra forma seriam irretocáveis com alguns episódios arrastados ou com linhas narrativas que não levam a lugar algum, The Boys é um bem-vindo oásis. Pode ser minha empolgação falando mais alto, mas essa temporada inaugural não tem um momento expletivo sequer, nada que pudesse ser encurtado ou algo que precisasse ser expandido. Todas as peças se encaixam muito bem, resultando em uma série de quase oito horas que mais parece um filme cuidadosamente produzido.

A 1ª temporada de The Boys é, portanto, uma grata surpresa mesmo considerando a saturação de séries baseadas em quadrinhos. Há uma baita história ainda a ser contada e esse começo foi exemplar a ponto de superar o material fonte. Agora é torcer para que a qualidade demonstrada aqui seja repetida nas vindouras temporadas, mas sem que a série se estenda para além do que estritamente precisa.

P.s.: Alguém percebeu uma mosca voando entre os personagens, notadamente Billy, em várias cenas?

P.s. 2: Comentários com spoilers da série ou dos quadrinhos precisam ser marcados com avisos de spoiler, por favor!!!

The Boys – 1ª Temporada (Idem, EUA – 26 de julho de 2019)
Showrunner: Eric Kripke
Direção: Dan Trachtenberg, Matt Shakman, Phil Sgriccia, Fred Toye, Stefan Schwartz, Jennifer Phang, Dan Attias, Eric Kripke
Roteiro: Eric Kripke, George Mastras, Craig Rosenberg, Anne Cofell Saunders, Rebecca Sonnenshine, Ellie Monahan (baseado em criação de Garth Ennis e Darick Robertson)
Elenco: Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie Usher, Laz Alonso, Chace Crawford, Tomer Kapon, Karen Fukuhara, Elisabeth Shue, Jennifer Esposito, Simon Pegg, Colby Minifie, Ann Cusack, Christian Keyes, Alex Hassell, Shaun Benson, Jess Salgueiro, Laila Robins, Giancarlo Esposito, Nicola Correia-Damude, Haley Joel Osment, Brittany Allen, Shantel VanSanten
Duração: 469 (oito episódios no total)

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235 comentários

Heisenberg2024 22 de janeiro de 2021 - 23:04

Terminei ontem de assistir à 1a temporada e vim aqui dar uma conferida no texto do Ritter. Ótimo, como sempre. E concordo com você, ali não teve nada arrastado nem corrido demais. Foram 8 episódios muito equilibrados entre desenvolvimento de personagens, andamento da história principal, ação. Tudo redondinho. Ansioso pela 2a temporada, que, claro, irei começar hoje =)

Responder
planocritico 22 de janeiro de 2021 - 23:35

Fico feliz que tenha gostado da temporada, @disqus_rzAUaGIOjR:disqus !

Equilíbrio é mesmo a palavra de ordem aqui. Realmente impressionante a qualidade. Agora eu quero ver o que você vai achar da 2ª!

Abs,
Ritter.

Responder
Wing 7 de dezembro de 2020 - 17:28

Depois de finalmente assistir essa série, tive que vir aqui no meu site de críticas favorito para comentar. É uma das melhores do gênero, e, até onde eu assisti, não deixa a qualidade desandar. É simplesmente genial. Eu sempre escutei que boas obras de arte conseguem capturar a essência do seu tempo; e é isso que essa série faz. A forma como ela satiriza o atual cenário político e a mídia é incrível. É algo para ficar no topo desse gênero junto com séries como Demolidor e Patrulha do Destino. Li pouco dos quadrinhos, mas me parece que a produção da série pegou a premissa do Garth Ennis e elevou a outro nível.

Responder
planocritico 7 de dezembro de 2020 - 20:50

Fico feliz que tenha gostado da temporada. Eu fiquei absolutamente surpreso com o que vi acontecer.

Sobre os quadrinhos, eu li tudo e posso confirmar muito diretamente: a série é, até agora, MUITO melhor. Não que os quadrinhos sejam ruins, pois não são, mas a série é muito mais densa e interessante.

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 23 de julho de 2020 - 10:41

Vi semana passada. É simplesmente sensacional.
E sempre foi uma série que eu queria assistir, mas faltava um “tcham”, não sei muito bem o quê para começar. Eis que esse “tcham” era o primeiro episódio e o que eu planejava assistir diariamente virou uma maratona de fim de semana.

Não tenho muito o que falar, além do que já dito na crítica. A única consideração que eu tenho é que apresentei um leve “cansaço” no penúltimo episódio (talvez uns minutinhos a menos, mas não saberia onde cortar)

Hughie e Annie são disparados meus favoritos. Personagens muito bem construídos até menos para o pouco tempo de tela de alguns. Fiquei bem animado para a segunda temporada (essa eu não atraso hahaha).

Quanto à mosca, eu vi em uma cena e JURAVA que ia acontecer algo ali. Fiquei com essa sensação porque não me pareceu apenas algo aleatório. Mas só reparei nessa hora, pois nas outras não percebi.

Excelente crítica, Ritter.

Responder
planocritico 23 de julho de 2020 - 14:30

Obrigado, @semideiaprausername:disqus ! E que bom que você acabou vendo, pois essa série é realmente incrível. Me pegou realmente desprevenido pela qualidade. E só avisando: hoje mesmo eu recomeço a cobertura dos volumes das HQs de The Boys que eu havia começado antes da estreia da 1ª temporada. Será uma contagem regressiva com os volumes que faltam, um por semana até a estreia da 2ª temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 23 de julho de 2020 - 20:35

Eu já planejava ler pelo menos o início das hq’s pouco antes da estreia da série e, como podemos ver, não o cumpri (pra variar).
Porém eu pretendo ler aos poucos e daí vou aparecendo nas críticas.

Responder
planocritico 23 de julho de 2020 - 22:25

Acho que você vai adorar. Mas cuidado: leia em algum lugar privado, sem pessoas sensíveis circulando ao seu redor… 😛

Abs,
Ritter.

Responder
Zack 28 de fevereiro de 2020 - 08:33

Vi a mosca em pelo menos três cenas
SPOILER
SPOILER

SPOILER

Acredito que ela será o Swatto do grupo Payback dos quadrinhos mas de alguma forma agora ele encolhe e ja estava presente . O que reforça essa teoria é que alguns membros desse grupo foram citados, como o Tek Knight na cena do grupo de apoio

Responder
planocritico 1 de março de 2020 - 13:54

Tomara! Será muito divertido!

Abs,
Ritter.

Responder
FINASTERIDO 15 de outubro de 2019 - 18:28

A violência pela violência… um reducionismo travestido de crítica social. Para quem gosta é um prato cheio. A falta de argumento certamente não incomoda quem vibra com alguém que explode outra pessoa através de um artefato enfiado no ânus. Só isso já faz uma divisão sobre quem vai gostar e quem não vai gostar desse tipo de ‘entretenimento’. Enfim, gosto não se discute.

Responder
planocritico 15 de outubro de 2019 - 19:58

Será que o seu comentário é que não seria reducionista?

– Ritter.

Responder
FINASTERIDO 16 de outubro de 2019 - 12:55

diria… cirúrgico… rsrs… Mas, de boa. Falta argumento e sobram cenas que buscam exclusivamente enfatizar o bizarro, o escatológico. Mas, como vc disse, já renovaram para a segunda temporada. Então…

Responder
planocritico 17 de outubro de 2019 - 03:21

Acho que a série oferece mais do que só isso!

Abs,
Ritter.

Responder
David RoPin 18 de setembro de 2019 - 16:09

Quem diria que uma serie impagável como esta custaria menos que R$10 mangos na Amazon? É sucesso garantido.

Responder
planocritico 18 de setembro de 2019 - 16:51

Vale bem mais até!

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 13 de setembro de 2019 - 21:35

Vi o primeiro episódio hoje já sabia que é pesado pois logo antes de começar tem o aviso da classificação indicativa mas ainda assim fiquei chocado com tamanha exposição da nudez e sexo (com superpoderes) é definitivamente uma série HQ hardcore e muita gente não vai gostar!Eu gostei do primeiro episódio até agora é um roteiro bastante original!

Responder
planocritico 14 de setembro de 2019 - 18:55

Mas não chega nem perto do grau de nudez, sexo e violência das HQs!

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 12 de setembro de 2019 - 12:34

“Alguém percebeu uma mosca voando entre os personagens, notadamente Billy, em várias cenas?”
Tive q impressao de ter visto uma mosca em uma cena (nao lembro qual agora) mas achei q era coisa da minha cabeça!

Responder
planocritico 12 de setembro de 2019 - 14:19

Essa mosca é enlouquecedora!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Sóstenes - Toty 28 de setembro de 2019 - 23:13

Vi essa mosca 2 vezes
Tbm fiquei WTF??!!!

Responder
planocritico 29 de setembro de 2019 - 15:44

Será que teremos uma série spin-off só sobre a mosca?

Abs,
Ritter.

Responder
José Mário Gonçalves 4 de outubro de 2019 - 11:52

Ou um episódio somente sobre a mosca (de novo)?

planocritico 4 de outubro de 2019 - 12:02

Topo qualquer coisa nesse universo louco!

Abs,
Ritter.

Carlão das Minas Gerais 24 de agosto de 2019 - 09:00

Ritter, ótima crítica! Também dou 5 estrelas para a série , na minha modesta opinião. Gostaria de aproveitar e dar uma fantástica notícia Nerd. Lembra de City of Heroes? Está de volta e de graça , graças aos antigos fãs, uma vez que o game havia sido cancelado. https://forums.homecomingservers.com/

Responder
planocritico 26 de agosto de 2019 - 14:22

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Brontops 20 de agosto de 2019 - 12:57

Gostei muito da série. O nível de testosterona dos Boys foi amenizado: eles continuam fodões mas com maior dose de azar, cagada, maus julgamentos, etc o que torna a história mais surpreendente e engraçada. Também deu uma aprofundada geral nos personagens e também reduziu o maniqueísmo dos supers malvados. Aquilo que era total preto e branco no The Boys gibi ficou muito mais cinzento. Foi uma adaptação que entregou algo melhor que o original, em minha opinião.

SPOILER

SPOILER

Adorei o Francês e pelo jeito intuitivo (menos racional? não-americano?) de tocar as coisas. O caso da execução do Translúcido me remeteu a algumas histórias do Milo Manara. Ele teve a ideia assistindo à Tartaruga na TV. Vocês sabem como se mata uma Tartaruga? É preciso enfiar o dedo no c* dela e ela vai tirar a cabeça da carapaça. Li isso em Le Clic 3 (que se passa na Amazônia, e conta com a participação do “Marlon Brando”). A ideia da dinamite no rabo também estava em algum dos volumes do Perfume do Invisível.

Já a cena do bebê com raios me remeteu à capa de Love and Rockets #3 https://br.pinterest.com/pin/76420524901456160

Achei os 2 últimos episódios menos empolgantes. Continua bom e surpreendente, mas… bem, tomara que não exagerem na profundidade dos supers. Um pouco acho compreensível, ajuda na dinâmica da história. Mas eu preferia que a história continuasse com a crítica ácida aos super-heróis. Detestaria que os vilões passassem a ser exclusivamente os executivos da corporação ou os superterroristas. Vamos esperar a próxima temporada pra ver onde a barca vai parar.

Responder
planocritico 21 de agosto de 2019 - 19:37

Concordo totalmente que é uma adaptação melhor do que o material original. Os tons de cinza dos personagens ajudaram muito na história como um todo.

Abs,
Ritter.

Responder
Vítor Hugo 14 de agosto de 2019 - 22:55

Gente alguém me explica esse final, o capitão pátria foi pra outra dimensão???

Responder
planocritico 15 de agosto de 2019 - 14:41

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Não teve nada de outra dimensão. Muito provavelmente, o Homelander salvou o Billy no último segundo antes da explosão usando supervelocidade e levou-o para ver sua ex-esposa que, agora, tem um filho com o Homelander que nem o Homelander aparentemente sabia que existia antes de descobrir lá com a chefe da Vought International. O que aconteceu com a esposa de Billy provavelmente só descobriremos na próxima temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 10 de agosto de 2019 - 13:12

Achei a série bem legal apesar de ser totalmente diferente do que eu imaginava(afinal é uma série de “heróis”)
Me prendeu do começo ao fim…..
Assistir a série dublada então os nomes são Capitão Pátria(Homelander) , Luz Estrela(Starlight) , Profundo(The Deep) , Meave(Queen Maeve) , Trem Bala(A-Train) , Black Noir( o único que o nome não mudou) , Translúcido(Translucent).
Ps: notei a mosca também, não liguei muito mas agora parando pra pensar é bem supeito…
Um abraço

Responder
planocritico 12 de agosto de 2019 - 17:50

É uma série de heróis que não tem herói nenhum, apesar de ter heróis, se é que me entende!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAAH

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 13 de agosto de 2019 - 15:25

Kkkkk entendo

Responder
santos 8 de agosto de 2019 - 17:25

The Boys é o equivalente da Prime para a série Happy! da Netflix.

Responder
planocritico 8 de agosto de 2019 - 17:26

Entendo, mas não acho muito não. Happy! é uma loucura desbocada de qualidade bem inferior. Ah, e não é do Netlfix. Está no Netflix. É do SyFy.

Abs,
Ritter.

Responder
santos 8 de agosto de 2019 - 17:47

Tenho minhas discordâncias em relação a ela ser inferior, mas isso é uma questão de opinião. O grau de porralouquice é bem alto.

Responder
planocritico 8 de agosto de 2019 - 17:47

É bem mais alto mesmo que em The Boys. E tem escatologias e nojeiras em geral. Mas não é uma série do nível de The Boys para mim, que tem construção de personagens e desenvolvimento de linha narrativa. Happy! tem um personagem só basicamente que começa e acaba igual nas duas temporadas e um vilão idem. Mas é como você disse: questão de gosto.

Abs,
Ritter.

Responder
Elessar 7 de agosto de 2019 - 19:10

Meu caro Ritter, que série! Que série! Acabou com um gosto de quero mais que fazia tempo que não sentia, embora nunca tenha lido as hqs deu pra perceber muito do estilo do Ennis e vou tentar conheçe-las por conta do que vi nessa adaptação e também das críticas que li delas aqui no site. Aquele final foi muito surpreendente!

Responder
planocritico 8 de agosto de 2019 - 17:37

Há muito eu não acabava uma série chateado por não ter mais episódios. É um testamento da qualidade dela!

Sobre as HQs, vale pegar para ler. São mais escrachadas e unidimensionais, mas valem o esforço!

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 12 de setembro de 2019 - 14:18

Mesma sensaçao q tive! 8 episodios foi quase um pecado!

Responder
planocritico 12 de setembro de 2019 - 14:19

No ritno que estava indo, poderia ter mais uns quatro episódios que eu nem sentiria!

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 12 de setembro de 2019 - 14:28

Q serie maravilhosa! N consigo sinceramente achar nenhum defeito.
Apenas q foi pouco, muito pouco!

planocritico 12 de setembro de 2019 - 14:46

Aproveite a sensação, porque ela é cada vez mais rara!

Abs,
Ritter.

Lucas Casagrande 6 de agosto de 2019 - 12:10

Estou amando essa série

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

He, he. Impossível não amar um monte de FDPs!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Lizabelle 6 de agosto de 2019 - 07:20

Bom dia

Eu adorei a série, assisti do começo ao fim no domingo, nem sabia que existia HQ, pois não me ligo nisso.
Apesar de gostar da construção de personagem da série, principalmente do Capitão Pátria, achei que a generalização de certas coisas foram um tanto clichê. Os cristãos na expo ou eram tapados que seguem a falsos profetas cegamente ou são hipócritas, sério que não da pra colocar ninguém um pouco lúcido que acredite em Deus?
Achei que a conta de toda a perversidade dos Sete ficou no cartão do Capitão Pátria, por ele ser mais poderoso que os outros, fizeram parecer que os erros dos outros são causados pelo totalitarismo dele, acho isso um tanto injusto com os outros. Nenhum deles tem vontade própria? Ou um pingo de coragem?
Claro que pode ser explicado por ser o queridinho da poderosa da organização e ser efetivamente mais forte que os outros, mas os outros não tentarem explorar alguma possível fraqueza dele, achei um tanto desonesto com os outros.
Mostrar os homens do governo como pessoas ‘apenas’ covardes e corporativistas forçados por vídeos e eleitorados(apesar de ser bem verdade) também achei ‘floreação’ em coco. Os ruins são somente os empresários e tal, muito batido pra mim.
Lembrando que é só uma opinião e ainda assim gostei demais da série.

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Não vi generalização na exposição cristã. Starlight está no elenco com suas dúvidas JUSTAMENTE para evitar a generalização. O resto todo é pano de fundo para criar contraste.

Sobre o Homelander, ele é talvez o mais perverso, mas não ficou tudo na conta dele não. E A-Train? E a Rainha Maeve? Estão todos no mesmo barco. Podem sair quando quiserem, mas não saem, pois é confortável ficar ali.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Aquino Dos Santos 29 de dezembro de 2019 - 11:00

Há uma repetição de estereótipos por todas as mídias. Será possível fazer entretenimento sem viés político na dualidade progressista versus conservador? Será que tudo de ruim é culpa dos conservadores? Dedicaram um episódio inteiro (algo que não está nas HQs) para criticar o cristianismo. A gente quer assistir uma fantasia de heróis e fugir deste debate político cansativo, mas não consegue.
No geral, a série é muito boa em todos os quesitos. Quando trata de outros temas, como o marketing, a exploração econômica e humana, se sai bem.

Responder
planocritico 29 de dezembro de 2019 - 22:31

O episódio em si não está nas HQs, mas a presença de Starlight como uma das principais personagens é garantia de crítica constante ao cristianismo fundamentalista ou, na verdade, a qualquer viés radical de uma religião. Portanto, achei o episódio perfeitamente dentro da lógica que a HQ imprime. Mas uma série ou HQ sem política não tem muito valor, de toda forma.

Só não me sinto à vontade com sua conexão entre conservadorismo e cristianismo. Sou conservador desde que nasci e não tenho religião alguma. Aliás, tenho ojeriza a religiões organizadas e cheias de dogmas.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Aquino Dos Santos 6 de janeiro de 2020 - 18:34

A conexão é feita no debate público, onde tudo é encaixotado com rótulos. É o combo norte-americano “republicano-conservador-cristão-feminicida-homofóbico-hipócrita” que está sendo criticado na série. Não vi a Luz Estelar como contraponto, pois ela é alguém de dentro que se adequou às pautas progressivas. Se é pra tratar de pautas políticas que seja com isenção. Mas a indústria do entretenimento escolheu o seu lado e repete bordões. Pensando bem, é querer muito. O certo é comer a carne e jogar o isso fora.

planocritico 10 de janeiro de 2020 - 14:11

Sério que você quer isenção? Falar de algo sem dar opinião é MUITO chato. Não existe essa isenção que você quer.

Abs,
Ritter.

Matheus mathinho 15 de agosto de 2020 - 18:37

Esse aí bate na esposa

Felipe Aguiar 6 de agosto de 2019 - 02:56

Uma das melhores adaptações já feitas.
A ideia dos rapazes não usarem o composto (ao menos por enquanto) foi ótima. Gostei também da forma como os personagens foram apresentados. Ficou bem fluido, como a mídia pede que seja.

Confesso que fiquei com alguns engasgos por causa de algumas diferenças, mas sei que é bobagem da minha parte. Tipo, o abuso tinha que ter sido pelo Patriota! Mas acho que quiseram tirar o ar de alguém podre afim de predominar a ambiguidade. De fato, ficou mais assustador.
Prefiro a Maeve mais distante e totalmente antipática. Achei esta muito condescendente e bonzinha. Mas teve suas razões.
A substituição do Jack pelo Translúcido foi uma boa também. Ainda teve espaço para usar o poder original.

Aguardando a próxima temporada. E espero que não se estenda demais. Vai dar ruim se isto acontecer.

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Também achei uma baita adaptação e mais do que concordo que não pode se estender muito!

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 6 de agosto de 2019 - 01:04

Se o translucido é só da série quem faz parte dos seven nas hqs?

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 01:15

Tem um sujeito chamado Jack from Jupiter nas HQs. Os demais são iguais, inclusive a entrada de Starlight no lugar de Lamplighter.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 01:15

Tem um sujeito chamado Jack from Jupiter nas HQs. Os demais são iguais, inclusive a entrada de Starlight no lugar de Lamplighter.

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 6 de agosto de 2019 - 17:38

Interessante, vou colocar the boys na lista de leitura gostei bastante da série

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Acho que você vai se divertir muito!

Abs,
Ritter.

Responder
Cleison Miguel 5 de agosto de 2019 - 16:42

Terminei a série no fim de semana, excelente é a nota adequada mesmo, quando acaba você fica com aquele (mas já, quando continua????), valeu muito a pena esperar (eu nem estava esperando na verdade, a HQ é muito surtada para alguém pensar em adaptar, mas quando vi os trailers, rapaz, promessa mais que cumprida).

Senti – no começo – falta dos poderes no Garotos, que – na HQ – usam o composto e por isso tem condições de encarar os Supers de igual para igual, mas a opção – ao menos até aqui e provavelmente no correr das próximas temporadas – de não dar esse UP a eles, força saídas inteligentes dos roteiristas, vamos ver o que irão bolar para a efetiva derrota de Homelander.

Confesso também que esperava – não porque sou um jovem tarado – um pouco de nudes, não precisava ser nada do que se vê no arco Herogasm, mas nenhum peitinho ou então boca manchada de vermelho do Hughie (entendedores entenderão)?!?!?!?! #chateado… rs

Enfim, já li que Terror aparecerá em um episódio inteiro da próxima temporada, mas parece que é só Sr. Ritter, então pode guardar sua próxima nota de de pesar, porque O Sr. Kripke só ouviu superficialmente sua opinião.

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 16:55

Maldito Kripke!!! Terror tinha que ser o protagonista!!!

Sobre não usar o composto, achei ótima a decisão, senão não teríamos coisas como o supositório lá no nosso amigo translúcido… Mas eles com certeza acabarão usando.

Sobre nudez, sei lá. Nos quadrinhos é tudo gratuito demais. Todo mundo é tarado doente. Fica pouco natural. Mas acho que alguma coisa virá para a série, até porque o Kripke já disse que planeja adaptar Herogasm…

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Aguiar 6 de agosto de 2019 - 01:59

Adaptar Herogasm será uma das coisas mais loucas que alguém poderia fazer para a TV. kkkkkkkk
Será que vai rolar o encontro do Black Noir com o Hughie?

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Caaaara, nem me fale…

Mas sim, DEVERIA rolar…

Abs,
Ritter.

Responder
George Costa 5 de agosto de 2019 - 16:32

Eu vi essa mosca várias vezes e achei muito estranho, até pensei que poderia ser algum sistema de câmeras ou alguém que controla moscas, no estilo do homem formiga

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 16:55

Estou desesperadamente curioso sobre isso, pois não posso acreditar que foi um “erro”…

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Aguiar 6 de agosto de 2019 - 02:56

Acho que não foi erro. Eles destacam muito o som dela toda vez que aparece.

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Não ouvi o som, mas não pode ter sido erro mesmo não.

Abs,
Ritter.

Responder
Nádisson Oliveira Macêdo 22 de agosto de 2019 - 03:36

Em que episódios aparece essa mosca? Não vi isso em nenhum momento, devo ser desatento. kkkkk

Nádisson Oliveira Macêdo 22 de agosto de 2019 - 04:13

Caras, vocês são ninjas, só notei o som ao rever a cena.
Acontece no Ep4 (46:31) e no Ep 5 (16:14 e 17:10). Alguém notou em outros episódios?

pabloREM 5 de agosto de 2019 - 15:13

Depois de muita ansiedade assisti esse final de semana quase de uma tacada só e gostei bastante. Fizeram algumas mudanças naturais quando ocorre mudança de mídia, deram uma aliviada no sexo e na nudez (senti falta de umas bundas femininas, afinal entupiram de masculinas rs, e de mais atividade nos encontros do Billy com a diretora da CIA rs). Algumas coisas que acontecem na série eu não sei se são exclusividade ou são coisas que aconteceram nas HQs e estão naquelas que eu não li (estou para começar as edições especiais do Hughie). Acho que um grande achado foi a composição do elenco, nenhum ator/atriz me pareceu fora do personagem, e isso contribui significantemente para o todo. O cachorro fez falta mas estou feliz que já confirmaram a segunda temporada, quem sabe apareça. Agora, fica uma pergunta: é viável criar uma série de TV que segue religiosamente as HQs, por exemplo, cada temporada compreender um volume?

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 16:55

Isso. O elenco foi extraordinário, assim como o cuidado dos roteiros em desenvolver cada um.

Sobre sua pergunta, a não ser que a HQ tenha sido criada para ser uma série de TV, como um storyboard, acho que não.

Abs,
Ritter.

Responder
Jaqueline 5 de agosto de 2019 - 11:23

Adorei a série, uma das melhores do ano.
Eles dão várias cutucadas, para não dizer porradas, na indústrias de entretenimento em geral( Comic Con, show gospel, fãs de super-heróis, etc.) Ninguém sai ileso.
SPOILER
A relação entre Stilwell (Lois Lane + Lex Luthor) e Homelander lembra muito o relacionamento do Supermam com a Lois, só que doentia. Ela sempre sendo a pessoa que pode controlá-lo e ele totalmente obcecado por ela.

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 16:55

Adorei as cutucadas todas!!!

SPOILER

SPOILER

E sim, a relação dos dois é muito estranha…

Abs,
Ritter.

Responder
Renan Max Faetti 5 de agosto de 2019 - 03:42

Acabei de finalizar a série agora… entrei aqui pq gostaria de saber sobre a mosca… e a pesquisa no google me trouxe aqui… ela aparece várias vezes e sabemos que não é gratuitamente… sabe algo sobre?

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 12:23

Também quero saber!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Renan Max Faetti 5 de agosto de 2019 - 21:30

eu achei inicialmente que era algum Super com o poder de controlar inseto, tipo um homem formiga da vida…. dai estava usando a mosca para espionar…

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Cheguei a pensar nisso também…

Abs,
Ritter.

Responder
Renato França 4 de agosto de 2019 - 19:18

Imagine uma versão brasileira de The Boys

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 12:23

Não sei se teria o mesmo impacto. O jogo político é importante e o jogo político no Brasil é de botequim demais…

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus mathinho 15 de agosto de 2020 - 18:38

Tá explicado porque paga tanto pau pra um série ruim, vira-latas demais

Responder
Jose Claudio Gomes de Souza 3 de agosto de 2019 - 22:20

Ritter, mais uma vez vc disse tudo. A única coisa que me incomodou na série, foi a tradução que fizeram para alguns nomes: Estrela Luz? Profundo? Billy Bruto? Capitão Pátria??? Pelo amor de Deus! O Anthony Starr eu já conhecia de Banshee (outra série que vale a pena ver). Ah, e eu acho que a bochecha dele é assim mesmo. Kkkkkk. Abraços.

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 12:12

Ainda que eu vi sem legenda e não passei por esses horrores aí. E tem gente dizendo que, os nomes na versão dublada em português são diferentes da legenda…

Abs,
Ritter.

Responder
Érica Pazzi 2 de agosto de 2019 - 09:10

Eu amei a série era uma das que eu mais estava esperando esse ano e acabei assistindo em um dia haha agora abstinência.
Uma coisa que estav me preocupando na época que saiu a notícia da série eram os atores e no geral gostei muito principalmente do Billy e do Pátria.
Senti muita falta do Terror acho q pq gostava dele nas HQs e considero ele um integrante importante de certa forma.
Agora vi algumas notícias que pretendem adaptar Herogasm para uma possível terceira temporada eu estou curiosa e preocupada com isso hahaha

Responder
planocritico 2 de agosto de 2019 - 10:21

Que bom que gostou!

Tomara que Terror seja introduzido na próxima temporada. Dá perfeitamente para fazer isso, considerando aquele final.

Abs,
Ritter.

Responder
luquinhas 2 de agosto de 2019 - 11:22

asd

Responder
Gabriel Carvalho 2 de agosto de 2019 - 05:19

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Escalação do Haley Joel Osment é perfeita! Justo um astro infantil que perdeu a relevância mais velho! E ainda tem um sexto sentido!

Responder
planocritico 2 de agosto de 2019 - 10:21

SPOILER

SPOILER

SPOILER

E, no final ele, apesar de não ver gente morta, vira gente morta… HAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 3 de agosto de 2019 - 01:38

O que eu comentei era spoiler, Ritter?

Responder
planocritico 4 de agosto de 2019 - 21:42

Prefiro não arriscar!

– Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 5 de agosto de 2019 - 02:33

Essa turminha dos spoilers…

Júnior Souza 3 de agosto de 2019 - 20:53

Bem que eu tava reconhecendo aquele ator!
Minha cabeça explodiu agora.

Responder
CrazyDany 1 de agosto de 2019 - 10:11

SPOILER

SPOILER

SPOILER

O produtor disse que a morte de Stillwell será uma grande parte da segunda temporada, assim como os super-heróis estando no exército.
Acredito que o patriota irá dizer que a morte da executiva foi um ato terrorista…

Responder
planocritico 1 de agosto de 2019 - 14:15

Ah, com certeza ele dirá algo assim. Até porque houve uma explosão.

Abs,
Ritter.

Responder
CrazyDany 1 de agosto de 2019 - 15:32

Desculpa por ter esquecido de colocar o alerta de spoiler…

Responder
planocritico 1 de agosto de 2019 - 15:42

Tem problema não! Estou com o radar ligado!

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 31 de julho de 2019 - 15:43

Não é tão pesada como a HQ, acho que eles quiseram fazer algo mais acessível.
De toda forma, achei espetacular a série e todos os personagens, sendo bons ou ruins, possuem carisma e profundidade, devido as excelentes atuações e roteiro. O Ator que faz o Capitão Pátria é excelente!…abs e parabéns pela crítica

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:44

Obrigado!

Sobre não ser tão pesada quanto os quadrinhos, cara, ainda bem que não é senão seria uma caricatura cansativa. Nem nas HQs os exageros funcionam o tempo todo.

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 31 de julho de 2019 - 15:56

Ah sim, o “pesado” não pode ser sinônimo de coisa boa ou vice versa….abraço

Responder
Diogo Marques 31 de julho de 2019 - 14:27

Terminei de ver ontem e simplesmente amei a série. Tive poucas ressalvas pontuais, como alguns cortes abruptos em certas cenas. Fora isso foi tudo ótimo.

SPOILER

SPOILER

SPOILER

O capitão pátria matando a Madelyn daquele jeito no final elevou ao máximo a deturpação do personagem, eu estava esperando muito mais dela para uma próxima temporada. E agora quem que vai tocar a Vaugh e manter a imegem pública dos heróis?

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:03

SPOILER

SPOILER

SPOILER

He, he. Esse momento no final foi sensacional! Acho que o Giancarlo Esposito poderá passar a ter mais destaque na próxima temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 31 de julho de 2019 - 15:36

Resposta: Los Pollos Hermanos hehehe

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:36

He, he. Exato!

Abs,
Ritter.

Responder
Cesar 31 de julho de 2019 - 14:17

Ritter, tu lembra qual foi a última vez que tu deu uma nota 5 pra uma série (Ou temporada)? Nem Chernobyl levou isso.

Acho q nunca assisti uma série de super herói, mas fiquei tão curioso que agora tenho que pegar. Aliás, já tinha visto algumas cenas, que estão presentes no vídeo clipe de uma nova música do Slipknot!

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:15

Acho que foi em Mad Men, meu caro!

Mas é aquilo: 5 estrelas em Mad Men é diferente de 5 estrelas em The Boys.

De toda forma, assista sim, pois é um baita trabalho!

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Bruno 31 de julho de 2019 - 05:37

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Eu não suportava mais o sorriso cínico daquela velha (esqueci o nome), pra mim o melhor momento da temporada é quando o Homelander dá uma fritada nela HAHAHA (e tipo, até que enfim o cara percebeu que tava sendo manipulado pela corporação, isso tava evidente desde o 4°, 5° EP..)

Falando do geral agora, acho que eu não daria 5 estrelas pra série, não gostei do núcleo entre o Francês e a Wolverine Girl, achei forçado (pode ser chatice minha), e também não gostei de algumas irregularidades na inteligência do Billy, ele varia muito.. por exemplo, toma atitudes muito inteligentes e depois outras meio sem lógica, meio que pro roteiro funcionar. A única função da Mulher Maravilha fake foi ser conselheira da Star Light e fornecer diálogos pro Homelander, fora isso, inútil, enquanto todos os que fazem parte dos 7 tiveram uma função narrativa interessante, acredito que exista um espaço bom para evolução da personagem na próxima temporada. (Todos com exceção do Black Noir que é um mistério, cara, o maluco é igualin o Noob Saibot do Mortal Kombat, sou fã, uma pena não ter mostrado nada sobre ele nessa temporada.)

No mais essa série é muito SHOW, ela é cativante do começo ao fim, importante ter sido destacado na crítica que tudo funciona de forma bastante fluída, sem enrolação ou encurtamento.. a trilha sonora da série também é bastante animada.

Mas, eu tenho uma teoria.. acho que o fator de principal sucesso para essa série é a premissa básica, um mundo aonde os vilões sejam os super heróis, inversão de valores, isso em contraste com a “falta de capacidade” dos “rapazes”, afinal são só homens comuns, é intrigante você ver o Homelander partindo o avião daquele prefeito no meio, você para e pensa “esses dois Zé da vida (Billy e Hugh) vão pegar esse Superman psicótico?” É mt intrigante kkkkkkkkk

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:16

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Não chama a Elisabeth Shue de velha!!! Coisa feia!!!

A Rainha Maeve serve como balança moral comparativa ao Homelander. Repare a postura dela no caso do sequestro do avião. Ela é o contraste, é a Starlight que se entregou completamente ao lado negro.

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista 12 de setembro de 2019 - 12:34

Meu Deus, vivi pra ver alguem chamar a Elisabeth Shue de velha!

Responder
planocritico 12 de setembro de 2019 - 14:18

Pois é. Heresia!

Abs,
Ritter.

Responder
Commando 30 de julho de 2019 - 20:04

Também percebi a mosca em duas ocasiões, achei que ela estava muito visível para ser algum tipo de erro nas filmagens, parece que foi mesmo proposital e talvez signifique alguma coisa.

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:16

Também acho que não foi erro não…

Veremos…

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 6 de agosto de 2019 - 17:52

Pela sonoplastia, com certeza não foi erro. Claramente eles colocaram o som da mosca

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Eu não ouvi o som da mosca, mas meu sistema de som está um lixo, então foi só eu mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 6 de agosto de 2019 - 20:21

Vi a série pelo celular e pra mim foi nítido

planocritico 8 de agosto de 2019 - 17:26

Bem, posso não ter ouvido, mas pelo menos eu VI mais coisa que você.

HAHAHHAHAHAHAHAHAA

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 30 de julho de 2019 - 18:34

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Ritter, me tire uma duvida, a esposa do Billy, ela foi estrupada mesmo ou ela consentiu? Com aquele final e a cena do banheiro eu fiquei na duvida.

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 18:44

Ah, essa história deve ser bem mais complexa do que está transparecendo. Não tenho ideia sobre o que aconteceu! Espero que tudo seja revelado na próxima temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Aguiar 6 de agosto de 2019 - 03:05

Cara, você chegou a ler todo o quadrinho? Mostra o que aconteceu de fato com ela?
Até onde li, lembro apenas de sugestões do ocorrido.

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Até onde li (sexto volume encadernado) não tem explicação.

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 6 de agosto de 2019 - 17:52

O menino parece com o cara, mas é dito q o cara é estéril. Muito estranho

Responder
planocritico 6 de agosto de 2019 - 18:09

Clone?

– Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 6 de agosto de 2019 - 20:21

Ou era mentira q era estéril, ou… pode ser um monte de coisas

planocritico 8 de agosto de 2019 - 17:26

Sim, todas as possibilidades estão na mesa.

Abs,
Ritter.

igoissilva 3 de agosto de 2019 - 23:19

p mim ficou claro que ela colocou uns galhos no bruto, ninguém é
estuprada por 3 horas seguidas e tem 3 orgasmos, sai feliz da sala e vai
criar o filho do estuprador

Responder
planocritico 5 de agosto de 2019 - 12:12

Tem caroço nesse angu, pode ter certeza!

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Melo 30 de julho de 2019 - 18:06

Acabei de finalizar a seríe e achei uma produção de altissimo nivel !! Personagens “super” bem construídos e um plot twist muito foda no final.

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 18:07

Que bom que gostou!!!

Abs,
Ritter.

Responder
adilson 30 de julho de 2019 - 17:18

Estou muito feliz pela produção da série, mas insatisfeito em alguns pontos apesar de ser amplamente positivo o que foi apresentado

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Penso que amenizaram demais a visão que se tem dos 7 como nos quadrinhos, neles ja de cara você percebe que todos ali fora a novata são moralmente deturpados e assassinos sem nenhum remorso, como visto na “iniciação” da Estelar
Mas o mais grave foi na motivação do Billy Açougueiro, nos quadrinhos sua motivação é visceral pela maneira que ele perde sua esposa, inclusive o Plot Twist final parece amenizar toda essa motivação, ela se perde demais com isso e ele é alguém que tem quase 100% do controle de tudo, nos quadrinhos não importa a situação ele sabe que vai dar conta e resolve os problemas mesmo graves de maneira calma.

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 17:19

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Fica caricato e irreal quando, em uma obra audiovisual, TODOS os personagens são iguais. Os Sete terem todos exatamente as mesmas características simplesmente não reflete o mundo. Pode até funcionar nos quadrinhos (e eu acho que não funciona completamente), mas isso retira deles sua individualidade e complexidade, impedindo desenvolvimento narrativo.

Sobre Billy não ser sempre o senhor da situação, eu acho que isso é MUITO BOM. Caso contrário, tudo seria fácil demais, simples demais, sem nenhum senso de perigo. Na série, ele é bem mais humano e falho que nos quadrinhos e, portanto, deixa de ser unidimensional. Seria cansativo demais se fosse o contrário, em minha opinião. Dentre outras razões, é por isso que eu achei acertada a escolha deles não usarem o Composto V na série.

Abs,
Ritter.

Responder
adilson 30 de julho de 2019 - 19:36

Eu entendo seu ponto de vista, compreendo sobre humanizar os personagens, afinal uma serie é outra mídia e se der certo e tivermos novas temporadas ponto para os roteiristas, mas ainda acho que seria sim possível colocar o Billy como alguém no controle, essa é uma característica que eu sempre gostei nos quadrinhos, ela poderia dar certo, veja John Wick, ele apanha, leva tiros, facadas, tem lutas pesadas, mas em todo momento vc sabe que ele tem o controle do que esta enfrentando.

Abs

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:16

John Wick funciona – assim como todos os brucutus dos anos 80 e ele é só uma variação deles – porque estamos falando de um filme de 2 horas. John Wick é o mesmo personagem, sem qualquer traço de evolução, desde o primeiro filme. Isso não funcionaria em uma série de jeito nenhum.

Abs,
Ritter.

Responder
JPNS15 1 de agosto de 2019 - 21:48

Cara, não da pra levar a narrativa do Ennis pra TV kkkkkkkkkkkk
Os heróis no gibi são psicóticos nível Crossed eles ainda são cuzões na série, mas do tipo que realmente seria a norma na vida real

Responder
Gabriel Phillipe 30 de julho de 2019 - 14:44

E como tá a violência ? , não curto muito series com violência gratuita , no trailer parece ser bem violenta

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 16:59

É BEM violenta. Mas não considero que a série tem violência gratuita, ainda que esse seja um conceito subjetivo…

Abs,
Ritter.

Responder
Priscila 30 de julho de 2019 - 21:34

Eu não achei violenta demais, o que pra mim foi uma surpresa muito positiva. Alias, antes da estreia eu nem pensei que passaria do segundo episodio, visto que a hq tem essa fama de ser absolutamente gore e quase pornográfica, coisas que não curto (nao curto o Garth Ennis tbm, paciência). Mas depois de assistir o primeiro epi, me vi maratonando a serie, coisa que eu não fazia há tempos. Pelo visto amenizaram muito a violência/sexo e focaram em desenvolvimento de personagem pra poder dar certo na TV.

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 15:16

Amenizaram o sexo, mas não tanto a violência.

Abs,
Ritter.

Responder
luquinhas 2 de agosto de 2019 - 00:28

Mulher fresca. “Ain não gosto de violência e sexo”m então vai assistir novela e não enche o saco.

Responder
Huckleberry Hound 30 de julho de 2019 - 14:34

Series de 8 episodios por temporada quase sempre se saiem bem!

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 16:59

A questão nunca é a quantidade de episódios, mas sim o quanto o roteiro está adaptado para a quantidade de episódios pretendidos.

Abs,
Ritter.

Responder
RAFAEL TAVARES 30 de julho de 2019 - 09:39

Realmente é uma série de tirar o fôlego, está entre o top 10 das séries que eu acompanho, ainda mais uma 1º temporada que desmistifica este esteriótipo de super herói certinho, são seres humanos com problemas como qualquer outra pessoa, já dizia o velho ditado “quer conhecer alguém? lhe dê poder!!” rsrsr. Nunca li as Hq’s, mas me identifiquei muito com a pegada do Seth e ainda mais com a produção do Eric (que já acompanho de longa data no supernatural).
O Homelander tá parecendo o garoto de brightburn crescido.. aqueles olhos vermelhos são de arrepiar!!!!
A tradução do sobrenome do billy é lamentável.. butcher é açougueiro ou carniceiro.. com quiserem.. mas nunca será “bruto”.. único ponto negativo pra amazon.
Menção honrosa.. Osment merecia mais destaque!!!!

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 10:10

Uma baita série! Fico feliz em ver a boa recepção que ela vem tendo aqui nos comentários!

Sobre Bruto, não sabia que a Amazon tinha traduzido o sobrenome dele assim. De fato não é o que o nome significa, mas há uma lógica: a manutenção da aliteração original, algo tão caro no mundo super-heróico, vide Peter Parker, Bruce Banner, Clark Kent e tantos outros!

Abs,
Ritter.

Responder
Teco Sodre 30 de julho de 2019 - 09:01

Spice boys. Série urgente!

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 10:10

Assino embaixo!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 30 de julho de 2019 - 00:09

Crítica excelente. The Boys trouxe um frescor que o genero precisava, e algo que só a Amazon por ser streaming poderia fazer. Pois nem a Warner ou a Marvel Studios iria se aventurar em algo assim. The Boys deve ser pontapé para outras obras do mesmo estilo também ganharem adaptação.

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 10:20

Obrigado! Tomara que seja esse pontapé mesmo!

Mas eu gostaria muito que a Marvel um dia fizesse um Justiceiro ou talvez Cavaleiro da Lua com esse nível de violência… Sei que é quase impossível, mas…

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 30 de julho de 2019 - 00:02

Terminei há pouco, e não tem como concordar, eles conseguiram melhorar e muito a HQ, esqueceram o excesso de violência e pornografia e tornaram os personagens mais interessantes, os principais são bem desenvolvidos, minha única ressalva é a Queen Maeve, ela é tão to nem aí pra essa porra nas HQs e na série fico na dúvida entre quem é a mais sensível, ela ou Starlight. Eu dou 4 estrelas e meio, senti falta, de algum confronto entre Os rapazes e os supers, fatalmente vai acontecer e eles vão usar o composto V, um indicativo disso é o fato de estarem procurando uma atriz pra fazer o Stormfront, também senti falta do Terror e do Salsichão. Outro ponto que gostei muito, o Homelander tá muuuuuuito,muito foda, na HQ ele era desprezível somente, nessa gostei do personagem.
P.S: Será se eles vão ter coragem de adaptar algum dos arcos como Herogasm ou o dos G-men?
P.S: Vi muita gente dizendo que a série é bem violenta, não sei se é porque eu assisti Sons e Mayans, mas eu não vi essa violência na série, tá bem básica ou então eu estou ficando doente.
´PS:Criticaram a legenda da Amazon nos comentários e de fato, eu que tenho uma noção bem básica do inglês vejo umas discrepâncias, em uma cena, a maeve solta um fuck you, e a legenda tem pelo amor de Deus, próprio nome do Billy Butcher, traduziram pra bruto, é açougueiro, claro que no inglês, a tradução não pode ser literal, mas ficou meio tosco.

SPOILER SPOILER SPOILER

Na HQ o black noir é um clone do homelander muito mais psicopata, na série, eu cheguei a imaginar que o filho dele com a becca, seria o black noir, que como já dito, o feto crescia muito rápido, mas os dois estão vivos, quero ver como vão fazer pra trabalhar isso.

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 14:03

Sim, eles melhoraram muito os personagens, dando-lhes mais peso e profundidade, efetivamente personalidades diferenciadas entre si e não aquela pegada mais “genérica” do Ennis.

Sobre seus p.s.:

1. Se a série vingar para além de duas temporadas, acho que sim, especialmente Herogasm. G-Men eu acho mais complicado, pois na primeira temporada (e provavelmente na segunda) eles já baterão de frente com o primeiro escalação de super-heróis.

2. Sons e Mayans tem a violência urbana mais visceral. The Boys é mais estilizada, mas é sim bem violenta também.

3. Cada vez eu agradeço mais por ter assistido sem legendas!

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Augusto 31 de julho de 2019 - 16:07

Acertou na mosca Ritter, olha o que saiu hoje: Eric Kripke, um dos co-criadores da série original da Amazon, respondeu a um fã que perguntou se a produção adaptaria eventos dos quadrinhos, como, por exemplo, o bacanal de super-heróis.
Kripke respondeu dizendo que sabe o jeito perfeito para encaixar a trama na adaptação (via Reddit):
“ACABAMOS de resolver como fazer o Herogasm! Virá na terceira temporada talvez (se formos renovados para uma terceira temporada). Eu realmente queria fazer isso, mas precisava encontrar um jeito de fazê-lo, para que não seja apenas uma hora de pornografia hardcore. Mas acho que conseguimos! Estou muito empolgado com isso.”

Responder
Felipe Augusto 31 de julho de 2019 - 16:30

Acertou na mosca Ritter, olha o que saiu hoje:

Eric Kripke, um dos co-criadores da série original da Amazon, respondeu a um fã que perguntou se a produção adaptaria eventos dos quadrinhos, como, por exemplo, o bacanal de super-heróis.
Kripke respondeu dizendo que sabe o jeito perfeito para encaixar a trama na adaptação (via Reddit):
“ACABAMOS de resolver como fazer o Herogasm! Virá na terceira temporada talvez (se formos renovados para uma terceira temporada). Eu realmente queria fazer isso, mas precisava encontrar um jeito de fazê-lo, para que não seja apenas uma hora de pornografia hardcore. Mas acho que conseguimos! Estou muito empolgado com isso.”

Responder
planocritico 31 de julho de 2019 - 16:41

He, he! Minha bola de cristal está afiada!!!

Abs,
Ritter.

Responder
CrazyDany 29 de julho de 2019 - 19:27

Gostei muito da adaptação. Eu já era fã do material original, e foi uma surpresa ver que os principais elementos estavam na série, com uma direção instigante e uma história que não repetia a hq simplesmente. Diferente do que o seth fez com o pastor em preacher, ali temos o carniceiro, o francês e etc.
Sempre que butcher ia conversar com a diretora da CIA, eu esperava algo mais rsrsrs
O gancho me deixou de queixo caído. Quero ver como o carniceiro irá lidar com isso. Ah, e quero ver os gmen yeah!
Por fim, entendo o porquê dos rapazes não terem tomado o composto v, mas sento falta deste elemento nas contendas entre os garotos e os supers.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 19:28

Também ficava esperando algo nas cenas do Billy e da diretora… Vai que ainda aparece?

Sobre o composto V, acho que isso vem para a frente. Tenho para mim que é inevitável.

Abs,
Ritter.

Responder
CrazyDany 29 de julho de 2019 - 20:03

O problema do composto v é que na série ele gera dependência química, e na hq, não.
Será que apresentarão o lenda?
Gostei mais do Aquaman da série do que o das hqs. Até mesmo a caracterização rsrsrs

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 10:20

Isso pode tornar o uso do composto V ainda mais interessante.

Sobre o Lenda, como a série não fez conexão direta com a indústria dos quadrinhos, acho que pelo menos da forma que ele aparece nas HQs, não daria para fazer. Mas nunca diga nunca!

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo 29 de julho de 2019 - 18:21

Adorei a série mesmo que tiveram algumas mudanças significativas em relação ao quadrinhos. Como a exclusão de Terror. Mas algumas mudanças pra mim foram bem desnecessárias:
1- Porque colocar a personalidade de A-Train no Deep, que nem estava na cena do estupro de Annie na versão dos quadrinhos?
2- Quando acontecem mudanças de etnia dos quadrinhos pro cinema alegam falta de representatividade, mas por que colocaram um ator loiro pra fazer o Deep se ele é negro na HQ?
3- Não fez o menor sentido aquele personagem invisível criado pra série, já que a Annie é chamada para os Sete porque um dos integrantes havia morrido. Na série os Sete ainda estavam completos. Como Poderiam se chamar Sete se haviam oito?
SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER
4- Não curti o Hughie descobrir que a Annie era uma super heroína antes deles se relacionarem. Tirou um pouco do peso da relação deles nos quadrinhos!

Ainda estou no terceiro episódio. Até agora foi só isso mesmo que me incomodou!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 18:41

Vamos lá:

1. A-Train já tinha muito com que lidar dentro da temporada. Era desnecessário acrescentar mais essa questão. Então a lógica foi usar o The Deep para a cena, até porque, diferente dos quadrinhos, há a reunião do complexo de inferioridade do Deep com a lógica do momento, em que ele diz ser o “segundo mais importante”.

2. E o A-Train é branco na HQ. Não vejo problema algum nisso.

3. Annie entra para substituir o Lamplighter que havia “se aposentado” logo antes em circunstâncias que ainda desconhecemos na série. Translucent foi criado para poderem fazer o que fizeram sem que ninguém arrancasse o cabelo “porque mudou a HQ”. Além disso, foi importante que ele não tivesse tanto poder, de forma que os “rapazes” pudessem ter alguma chance contra ele.

4. Não senti a menor diferença.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 30 de julho de 2019 - 00:09

perfeito, concordo.

Responder
Ricardo 30 de julho de 2019 - 12:29

Mas continua sendo estranho chamarem eles de Os Sete sendo que são oito membros!

Responder
planocritico 30 de julho de 2019 - 13:12

São sete:

Homelander
The Deep
Queen Maeve
Starlight (substituindo o aposentado Lamplighter)
Black Noir
A-Train
Translucent

Abs,
Ritter.

Responder
King of Contradiction 29 de julho de 2019 - 17:03

Comecei a ler as HQs esses dias depois que vi o trailer da série e fiquei interessado. Estou na edição #26 das 72 lançadas e estou gostando bastante. Vou começar a assistir a série quando eu acabar de ler tudo e fico mais feliz ainda de saber que a série é tão boa quanto 🙂

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 17:14

Não precisa ler tudo não! O que você já leu está bom para se preparar para a série. E olha, a série é melhor que a HQ!!!

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 29 de julho de 2019 - 15:30

Tava lendo os comentários e um estava falando sobre os nomes dos personagens e agora fiquei intrigado com uma coisa: na época, eu chamava de Billy, O Açougueiro e não O Carniceiro, esse apelido foi coisa da minha cabeća ou tinha nas HQs?

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 15:40

@tobias_santos:disqus , não saberia dizer. Eu li as HQs em inglês. O nome Billy Carniceiro eu tirei do Guia dos Quadrinhos. Mas ele pode ter sido em alguma tradução Billy, o Açougueiro.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 29 de julho de 2019 - 17:52

Na HQ é billy açougueiro, na serie quando falavam bruto na minha mente eu traduzia pra açougueiro kkkkkkk

Responder
O Homem do QI200 29 de julho de 2019 - 18:41

Cá entre nós, a pronúncia fica até melhor assim rsssss.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 18:58

Mas os dois nomes, Açougueiro e Carniceiro, perdem a aliteração do original, que foi todo o objetivo…

Abs,
Ritter.

Responder
Herbert Engels 29 de julho de 2019 - 14:32

Arrisco dizer, porém acho que The Boys seja a adaptação mais subversiva que melhor foi executada até agora no gênero durante TODA A DÉCADA.

E devo admitir, maior surpresa do ano até aqui (voltada para o gênero é claro). Não levava fé nenhuma no programa, mesmo tendo gostado dos trailers. Isso em grande parte devido ao envolvimento de Seth Rogen na produção que pegou o melhor quadrinho de Ennis, e o atribuiu numa estrutura narrativa preguiçosa. Fora também que o material de origem segue linhas muito lineares quando trilha novos arcos.

Gostei das mudanças feitas aos personagens (que, sem implicância, ou eram mau escritos, ou muito caricatos). Isso deu a oportunidade de criar novas camadas nos quais criam complexidade para manter os episódios funcionando, ao mesmo tempo também que dão aos roteiristas a chance de criar algo novo, mas sem se distanciar daquilo que se baseia (algo que não aconteceu com The Walking Dead por exemplo).

Na espera para que Watchmen e Joker sejam tão subversivos, executados e sócio-politicamente necessários quanto.

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

*E é uma pena que mataram o personagem do moleque gordinho do Haley Joel Osment. Desde que sua carreira foi ressuscitada para algo mais mainstream eu venho escutando críticos elogiando seu trabalho. Aqui não parece ter sido diferente, pois o pouco que esteve em cena a impressão que me passou foi da melhor atuação da série.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

@herbert_engels:disqus , estou com você. A HQ é ótima, mas os personagens eram recortados em cartolina. A série fez um gigantesco upgrade em todos eles.

Concordo sobre seu comentário ao final sobre o Osment!

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 30 de julho de 2019 - 00:02

Provavelmente The Boys é a melhor adaptação de um quadrinho na história, pegando de cabeça, acho que só Demolidor, especialmente a 3 temporada, foi tão boa quanto.

Responder
IDRIS ELBA RAMALHO 29 de julho de 2019 - 13:16

Nada a acrescentar a essa excelente crítica!

Se você não conhece o trabalho do Antony Starr, deve correr agora é procurar a série Banshee, na qual ele é protagonista. Na minha opinião, a melhor série que ninguém viu. 4 temporadas excelentes, com as melhores cenas de luta já feitas na TV!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Obrigado, @angeloomendees:disqus !

E não conhecia mesmo o Starr. Você já é o segundo aqui a me sugerir Banshee. Estou ficando curioso!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 29 de julho de 2019 - 16:35

Falou tudo sobre Banshee!!!
E a série só vai crescendo a cada temporada!!

Responder
Junito Hartley 29 de julho de 2019 - 18:02

è tanta gente falando de Banshee que vou baixar hj o piloto hehe

Responder
O Homem do QI200 31 de julho de 2019 - 20:46

Cara, assisti o terceiro episódio da primeira temporada de Banshee e veio que episódio foda, a luta do Starr contra o boxeador foi insana e violenta demais.

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 29 de julho de 2019 - 13:02

Que show de critica, Ritter. Particularmente, gosto de obras que abordem os tons de cinza dos persongens. Isso torna tudo mais plausível e relacionável, ainda que estejamos falando sobre o universo fantástico dos super heróis. É sempre muito legal ver personagens cheios de vícios e falhas morais. Gostei bastante dessa temporada, um sopro de novidade muito bem vindo. Que venha a já confirmada 2ª temporada.
Em tempo, mais um acerto do Amazon Prime, hein? Ansioso para a vindoura “Carnival Row”.
ABS

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Obrigado, @rodrigorochavaz:disqus !

Um grande acerto da Amazon! Os caras estão com tudo. E isso me deixou ainda mais animado para a 4ª temporada de The Expanse, que chega em dezembro.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Obrigado, @rodrigorochavaz:disqus !

Um grande acerto da Amazon! Os caras estão com tudo. E isso me deixou ainda mais animado para a 4ª temporada de The Expanse, que chega em dezembro.

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Souza 29 de julho de 2019 - 13:02

Que serie estranha, gostei mas odiei os heróis, era essa a intenção mesmo? o Patriota é adorável e detestável tudo no mesmo pacote. Ps. A AMAZON é terrível com legendas.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Sim, era a intenção! Missão cumprida!!!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Sim, era a intenção! Missão cumprida!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 30 de julho de 2019 - 00:09

Sim, essa era a intenção, o autor de The Boys odeia super herois, ele quis trazer essa pegada mesmo para eles.

Responder
Marcelo Farias 29 de julho de 2019 - 12:47

Estava com dúvidas em começar assistir…………mas para você dar 5 estrelas(logo você) é porque essa série é boa..
Um abraço!!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Cara, vai fundo. É violento pacas, mas é muito bom!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 29 de julho de 2019 - 17:22

Vou começar hoje mesmo!!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 17:22

Depois me conte o que achou!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 5 de agosto de 2019 - 16:18

Ta bom

Clayton Lucena 29 de julho de 2019 - 11:23

Bela crítica Ritter! Já estava ansioso para ler sua opinião.
Maratonei tudo de uma vez na sexta e assisti novamente no fds com a esposa!
Gostei demais de tudo (acho que estou sofrendo da mesma empolgação que vc), os rapazes foram crescendo durante a temporada de uma forma bem legal e gostei desse desenvolvimento como grupo, já com os 7, gostei como tudo foi abordado e dando uma maior profundidade com relação aos seus demônios internos. Starr está perfeito, e o cara da medo quando as câmeras são desligadas (sou fã do ator desde Banshee).
Gostei da trilha sonora e das referências, que fazem parte da trama e não foram jogadas na tela de qualquer forma.
Agora só resta ver novamente enquanto a segunda temporada fica pronta!

Ps….Veja Banshee por favor!!!

Abraços
Clayton

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:35

Obrigado, @claytonlucena:disqus !

Essa foi a primeira série em muito tempo que, quando acabou, fiquei triste, realmente com vontade de continuar. O trabalho de desenvolvimento de personagens foi exemplar aqui, assim como o espaço dado a cada um deles.

Sobre Banshee, cara, não posso prometer nada por enquanto considerando a fila de coisas que tenho para ver e ler!

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 29 de julho de 2019 - 16:44

Olha, vou te contar uma coisa, Banshee me deixou assim quando acabou, e foi uma das poucas séries que conseguiram, mesmo com o final eu queria mais!
The Boys faz isso com maestria, e não só pelo gancho,mas pelo conjunto e seus personagens!
Muito bom ver isso em uma série do gênero!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 17:03

Sinto que tem alguém aqui fazendo um lobby DANADO por Banshee…

E pode continuar!!! HAHAHHAHAHHHAAAH

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 10 de agosto de 2019 - 15:01

pode ver que não vai se arrepender! Tem umas cenas bem memoráveis e uma história muito legal!

Felipe Augusto 29 de julho de 2019 - 10:45

Nunca li as Hqs, mas curti dmais a série, já entrou no hall das minhas favoritas baseadas em Hqs junto com Legion, Preacher e Doom Patrol. Uma dúvida, assisti legendado na Amazon e alguns nomes são diferentes dos q foram citados aqui, por exemplo, Patriota/Capitão Pátria, Oceano/Profundo, Estelar/Luz-Estrela, Billy Carniceiro/Bruto, Trem A/Trem-Bala…alguém sabe o motivo?

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 10:57

Que bom que gostou!

Sobre os nomes, como eu vi sem legenda, acabei usando os nomes das HQs lançadas no Brasil. Não fazia ideia que a Amazon tinha mudado.

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Augusto 29 de julho de 2019 - 11:35

Entendi, então na dúvida só ficar com os nomes originais rsrs…vlw

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:46

Você tem razão. Acho que vou mexer no texto então para evitar dúvidas.

Abs,
Ritter.

Responder
Wesley Pereira 29 de julho de 2019 - 12:33

Na versão dublada eles manteram os nomes como na HQ.

planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Que confusão! Na dublagem usaram os nomes das HQs e na legenda outros???

Abs,
Ritter.

Rickzinho 29 de julho de 2019 - 10:36

Adorei a series devorei tudo na sexta. A única coisa que não gostei foi do Deep, talvez seja eu mas algumas cenas dele foram desnecessárias pra mim, tirando a do golfinho que foi hilária. E nunca mais tinha sentido tanto ódio com um vilão como foi o Homelander, até que no começo simpatizei por causa do ator que fez Banshee (que saudades dessa série) mas depois não aguentei hahaha.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:11

Cara, achei o Deep sensacional. O complexo de “super-herói inútil” foi muito bem trabalhado.

E concordo sobre o Homelander. O cara dá medo!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Dougg Soares 29 de julho de 2019 - 07:07

Antony Starr ?! Quase nem reconheci..kkk…garimpei pra achar uma série com ele chamada Banshee e é bem bad-ass…correria o tempo todo e mesmo ele não sendo um poço de atuação (ao menos nessa época), tem carisma de sobra. O cara tava sumido e é bom ver ressurgindo com um personagem bem avaliado…começo a The Boys hoje !!!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:11

Não fazia ideia quem era o sujeito, mas gostei muito do trabalho dele aqui. Fiquei com medo do Homelander…

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 29 de julho de 2019 - 11:22

Ritter… Veja Banshee…sério, nunca te pedi nada, vc vai se amarrar! Literalmente Tiro, porrada e bomba!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:23

Você está querendo dizer com isso que eu só gosto de série com “tiro, porrada e bomba”???

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 29 de julho de 2019 - 11:35

Claro que não….mas esse é literalmente isso hahahahahahah

planocritico 29 de julho de 2019 - 11:46

He, he. Já gostei!

Abs,
Ritter.

planocritico 29 de julho de 2019 - 11:46

He, he. Já gostei!

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 29 de julho de 2019 - 11:22

Nesse meio tempo entre o final de Banshee e começo do The Boys ele fez uma temporada da série American Gothic! Vale a pena assistir!

Responder
Dougg Soares 30 de julho de 2019 - 06:46

Vou assistir sim..valeu !!!

Responder
serge 29 de julho de 2019 - 06:48

eu gostei da serie ,não acho que seja 5 ,mas daria 4 estrelas ,uma boa primeira temporada ,que me prendeu desde o 1 ao ultimo episódio,eu realmente gostei do primeiro episódio talvez por ser uma serie diferente ,divertida ,arrojada .
Mas quem vai ver the boys com expectativas altas vai acabar-se por desiludir,é uma serie que flui bem e tem um bom final.
As parodias aos super heróis estão bem feita,exploram a sexualidade dos heróis,etc,mas principalmente do aquaman , genial ,mas também uma personagem com um questionamento realista e difícil ,os humanos podem destruir o ecossistema e “amigos” dele , os humanos alimentam-se dos peixes ,as vezes pescam excessivamente ,na serie dizem que os japoneses matam 20 mil golfinhos por ano,se não me engano.
O papel dele devia ser proteger eles ,é um bom questionamento moral da personagem ,que achei bem explorado.

E engraçado ver que aquaman sendo um dos 7 heróis mas ele falha claramente em proteger o seu outro “povo”.

Tem boas atuações ,mas gostei de Karl Urban por ser “badass”,eu achei que a sua interpretação foi boa e divertifa ,uma das razões que me ajudou a ver a serie .

Parabéns pela critica ,muito completa e não reparei na mosca ,mas claramente vai ser explorado na 2 temporada.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:22

Obrigado, @disqus_4BTOVF9Vpb:disqus !

Sim, a discussão em torno do Deep tem uma pegada de paródia, mas levanta questões realmente válidas.

Abs,
Ritter.

Responder
Ruqui 29 de julho de 2019 - 03:42

Se fizessem um filme de Watchmen hoje, Antony Starr com seu semblante convincente de mocinho deveria ser o Ozymandias. No início, algumas mudanças me incomodaram, como Billy e cia estarem por conta própria, mas logo foi fluindo bem e acabei aceitando por estarem bem sintonizadas com o desenrolar da trama, mas sem dúvida o maior acerto foi dar mais profundidade aos personagens. A revelação no fim da temporada me pegou de verdade hahahaha

A cena que não vai sair da minha memória por um tempo será a do sequestro do avião…

Enfim, ótima crítica!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:22

Esse Starr é um monstro! E literalmente!!!

E sim, a sequência do sequestro do avião é aterradora…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 29 de julho de 2019 - 02:40

Comecei a ler a HQ the boys tem mais de 10 anos, e ate hj nao terminei de ler por ser incrivelmente uma hq que quase ninguem traduz na internet, to parado na ediçao 66. Quando soube que ia virar serie fiquei no Hype na hora. Achei a serie espetacular, esse ano ta cheio de serie nova de alto nivel, gostei pra caramba que eles adaptaram a serie de uma forma totalmente diferente da HQ, unica coisa que tem na serie que é idêntica a HQ é que os herois sao um bando de fdp. Aquele final me pegou de surpresa, e que bom que ja tem a 2 temporada confirmada. Gostei muito da forma como a serie trabalha o marketing dos atos fake dos herois, nao lembro da HQ trabalhar muito isso, gostei tambem dos efeitos especias da serie, por ser uma serie de 8 episodios tao excelentes, gostei tambem da zoera que fizeram em cima do profundo, as cenas dele eram hilarias hehe, o ator tambem que fez o patriota, puta merda, o cara foi um monstro todas as cenas dele eram otimas, confesso que a unica coisa que lamentei na serie e que fiquei esperando acontecer e nao aconteceu foi eles usarem o compost V, fiquei a serie toda na espectativa deles usarem e nada, espero que na 2 temporada eles usem. Por fim, concordo com as 5 estrelas, puta serie!! Daquelas que da gosto de ver e maratonar de boa!

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:22

O que você lamentou eu gostei. Acho que, nas HQs, o uso disso aí torna tudo fácil demais para os “rapazes”. Mas eu ainda acho que eles vão usar.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 29 de julho de 2019 - 12:47

Ritter se eles ficarem sem usar o composto v como que vao matar o patriota? nao tem como, ou outros herois mais forte? Os que eles mataram foram os mais buchas Esqueci de falar tambem da atriz de volta para o futuro, ela ta muito bem tambem, bela atuaçao.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 14:59

Então, acho que eles usarão mais para a frente. Eu só achei interessante eles começarem alguns “pontos” atrás da HQ.

E sim, a Shue está no seu melhor trabalho!

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 29 de julho de 2019 - 01:29

Como disse antes, estava empolgado demais, mas não me senti correspondido. A série não é ruim, jamais, pq se fosse não teria conseguido maratonar, mas como você disse, “…até porque isso seria deixar que o que eu pessoalmente espero da adaptação influenciasse minha análise.” foi exatamente o que aconteceu comigo. Eu esperava que a série fosse adaptar fielmente com todo aquela violência, o choque gratuito e toda aquela “escrotitude” que daria vergonha de falar: “Pô, tô gostando muito do que tô lendo aqui.” – Mas meu saudosismo falou mais alto e essa adaptação mais “realista” que tornou a série mais acessível não me prendeu tanto quanto a HQ, porém novamente ressalto: a série não é ruim, só não fiquei satisfeito. Achei curioso essa informação do Simon Pegg pq eu ia falar que ele que deveria ser o Hughie kkkkkkkkkk
Nas HQs, realmente não havia um grande desenvolvimento do Billy e eu preferia assim, pois apesar dele ser do lado do “bem”, dava pra interpretar que ele gosta dessa vida de matar heróis, ser violento, ser o FDP, mas na série é uma pessoa que busca vingança pela sua mulher e não que ele seja um desgraçado por completo, tanto que não abordam a relação abusiva dele com a diretora da CIA.
Como você bem falou, Shue e principalmente o Anthony Starr estão excelentes, esse último realmente entrou no papel e impôs medo, a risada dele é totalmente insana.

Responder
Junito Hartley 29 de julho de 2019 - 02:32

Tem Hq que conta da vida do Billy.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:11

Sim, tem!

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 29 de julho de 2019 - 15:30

Sabe o nome?

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 15:40

Butcher, Baker, Candlestickmaker, minissérie em seis edições que, depois, foi convertida no encadernado #10 da série The Boys.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 29 de julho de 2019 - 17:52

The Boys – Açougueiro, Padeiro, Fabricante de Castiçais #01. Sao 6 ediçoes, mas em português so tem 3, se tem o resto em ingles nao sei.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:11

É, não tem jeito, vai da expectativa de cada um. Eu esperava – e queria – que a série não fosse o pastiche exagerado que a HQ é, pois isso retiraria qualquer resquício de realismo. O que me surpreendeu é o quanto a série é próxima dos quadrinhos, mas sem recorrer a exageros enlouquecidos. Não tem como uma série se sustentar sem desenvolver personagens, algo que a HQ nã faz para basicamente ninguém, não só para Billy. Todo mundo – talvez com exceção de Hughie – começa e acaba igual cada arco que li.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 29 de julho de 2019 - 01:04

A série me surpreendeu de forma positiva, e concordo muito com a nota dada. Achei que houve um upgrade nos personagens, dando a eles uma carga dramática bem legal, algo que não tinha de forma muito significativa nos quadrinhos.

Os pontos que me incomodaram um pouco foram:
– O desconhecimento inicial dos rapazes sobre o composto V, até pq esperava que eles utilizassem isso quando lutassem contra os heróis.
– Um mudança meio súbita no comportamento do Billy, quando no evento do Ezequiel, ele sai para visitar a ex-cunhada, meio que pra introduzir a Becca na série, e dar uma maior profundidade ao Billy.

Os pontos que eu gostei:
– O background que a Fêmea recebeu,
– A Annie como uma personagem bem forte desde o começo.
– Os heróis não muito vilanescos/babacas, mas bem mais complexos, como o Trem-A
.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 01:21

Eu adorei que eles não usam o composto V. Faz muito mais sentido considerando que eles odeiam super-heróis, além de tornar a coisa toda bem mais difícil para os rapazes. Mas isso não quer dizer que eles não venham a usar no futuro, quando o caldo engrossar ainda mais.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 29 de julho de 2019 - 01:42 Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 11:11

Um dos problemas das HQs é a repetição incessante de cenas como essa, que torna o extermínio de super-heróis a coisa mais fácil do mundo. Na série de TV, isso cansaria muito rapidamente, vai por mim.

Abs,
Ritter.

Responder
Jadiel 29 de julho de 2019 - 00:55

Ainda não assisti, mas diz aí Ritter: supera Doom Patrol?

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 01:04

São bem diferentes para permitir uma comparação direta. Acho que gosto igualmente das duas, mas diria que The Boys é ainda melhor no quesito de aproveitamento integral de sua minutagem.

Abs,
Ritter.

Responder
Jadiel 29 de julho de 2019 - 01:04

Olha! Fiz a pergunta porque ambas são séries que contém super-heróis e por ter lido, se não me engano, nos comentários da sua crítica a Chernobyl que ainda prefere DP, mas fiquei curioso agora, vou dar uma olhada nessa série.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 01:13

Mais impossível ainda de comparar, mas Chernobyl sofre do cacoete expositivo do episódio final que me irritou. Prefiro DP, se pudesse escolher uma só entre as duas, ainda que eu provavelmente também desse 4,5 estrelas para DP. The Boys mereceu a nota máxima.

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Augusto 29 de julho de 2019 - 16:03

Amei dmais as 2 séries, por questão puramente pessoal msm, preferi DP. Concordo plenamente com vc sobre o ótimo aproveitamento do tempo de The Boys, dá uma aula nesse quesito, mas putz, qdo acabou o 8º ep eu qria mais kkkk coisa q não senti tanto com DP. Enfim, são duas maravilhas e acho q dizer qual é a melhor é questão de gosto msm.

Responder
planocritico 29 de julho de 2019 - 16:15

Também adorei as duas. The Boys ganha no photochart. DP tem MUITA coisa boa que me fez sair sorrindo, felizaço da experiência.

Abs,
Ritter.

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Gabriel Almeida 29 de julho de 2019 - 00:37

Fiquei realmente intrigado com aquela mosca, ela aparece voando ao redor de outros personagens alem de Billy, como a Starlight por exemplo. Pensei que iria rolar algum plot twist relacionado a mosca no fim da temporada. Kkkkk

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planocritico 29 de julho de 2019 - 00:45

Mistérios…

Abs,
Ritter.

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