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Crítica | The Boys – 2X01 a 03: The Big Ride / Proper Preparation and Planning / Over the Hill with the Swords of a Thousand Men

por Ritter Fan
4404 views (a partir de agosto de 2020)

  • spoilers. Leiam, aqui, as críticas da 1ª temporada e demais episódios e, aqui, de todos os quadrinhos.

Sei que muita gente discorda do que vou afirmar, mas ver temporadas que caem em nosso colo de uma vez na sofreguidão, é, para mim, uma moda que passou. Ver semanalmente é infinitamente melhor, pois dá tempo para pensar, discutir, rever e esperar, com ansiedade, o capítulo seguinte em um ritual que acaba com aquela pouco sadia corrida pelo direito de gritar “acabei primeiro”. Portanto, fiquei muito feliz quando o Amazon Prime Video decidiu mudar a forma de disponibilização de The Boys, cuja 1ª temporada é fenomenal, para a estrutura semanal, mesmo que o serviços de streaming tenha começado soltando os três primeiros episódios da 2ª temporada de uma vez.

Para seguir minha lógica, decidi também trazer, ainda que em um artigo só, críticas separadas para cada um dos três episódios disponibilizados, que seguem abaixo:

The Big Ride
(Uma Viagem e Tanto)
2X01

O retorno de The Boys em The Big Ride é, comparativamente falando, até razoavelmente calmo, funcionando mais como uma maneira de situar novamente o espectador em relação ao novo status quo e rearrumar algumas peças do tabuleiro. Não que o episódio não tenha a já tradicional dose de momentos… hummm… explosivos e repletos de sangue e pedaços humanos, mas ele é sem dúvida um recomeço mais preocupado em preparar o retorno triunfal de Billy Bruto ao grupo.

O cliffhanger da temporada anterior é usado muito eficientemente como justamente o artifício para construir curiosidade e até mesmo um pouco de ansiedade para entender exatamente o que aconteceu. Mas, no lugar de nos entregar isso, o roteiro escrito pelo showrunner Eric Kripke usa esse gancho para comprar tempo, sem demonstrar nenhuma pressa em mergulhar na pergunta quente: onde está Billy? Com isso, vemos os quatro Boys remanescentes escondidos no quartel-general da bandidagem amiga de Francês, um submundo de todo tipo de marginais e de crimes, ou seja, o lugar perfeito para representar toda a podridão que a série aborda.

Hughie, por incrível que pareça, tenta estabelecer-se como uma forma de líder, impondo-se vagarosamente em relação a seus demais colegas e usando sua conexão com Annie para sabotar Os Sete e a Vought. Jack Quaid tem excelente espaço para brilhar na pele do inseguro personagem que vai galgando seu espaço, mesmo que sob olhos desconfiados de Leitinho de Mãe, Francês e Fêmea (ou Kimiko), com direito até mesmo a encontro secreto com sua namorada e um plano para obter uma amostra do composto V, responsável pelos poderes de todos os super-heróis.

Do lado dos supostos super-heróis, não só Annie precisa fazer seu papel de heroína-objeto para agradar o marketing de seu empregador, como vemos a despedia de Translucent, enterrado, muito apropriadamente, em um caixão transparente à la Branca de Neve. O Capitão Pátria discursando e chorando por seu “colega” é o ponto alto da patifaria, em um momento tão extremamente artificial que só me cabe elogiar a capacidade de Antony Starr de derramar canalhice em cada palava que fala, em cada passo que dá, em cada gesto que faz. Seu papel é o protótipo do personagem que amamos odiar.

Mas o grande acontecimento super-heroico é a escolha, à revelia do Capitão Pátria, que rejeitara educadamente o cego Blindspot (Chris Mark) em uma sequência cheia de delicadeza e amor, da sétima integrante do grupo: Stormfront (Aya Cash). Além das poucas papas na língua que ela demonstra de cara, pouco aprendemos sobre a personagem a essa altura, porém, o que ajuda a construir o mistério sobre quem exatamente ela é (algo que nos quadrinhos fica muito evidente logo de cara).

Em termos macro, a morte explosiva de Susan Raynor cria um novo mistério ao mesmo tempo em que abre espaço para a entrada, no episódio seguinte, de Grace Mallory (Laila Robins), personagem importante das HQs, assim como a ameaça dos super-terroristas é acentuada, seja pela missão de eliminação que vemos Black Noir executar, seja pela chegada de um deles em um barco com imigrantes ilegais ou pela introdução de Stan Edgar, personagem vivido por Giancarlo Esposito, CEO da Vought. Estruturalmente, é bom notar que os assuntos abordados na 1ª temporada continuam ganhando desenvolvimento aqui, além de haver um surpreendentemente bom desenvolvimento para a maioria dos personagens, certamente com muito mais camadas do que o que Garth Ennis conseguiu fazer em sua criação da Nona Arte.

The Big Ride pode não ter sido o retorno esperado da série, mas definitivamente era o que a temporada precisava. Recorrer a artifícios explosivos e chocantes o tempo todo não é a receita e Kripke parece saber muito bem disso.

Melhor momento: Capitão Pátria dando uma tapuda em Blindspot.

Proper Preparation and Planning
(Armando a Arapuca)
2X02

Billy Bruto não poderia ficar de fora da série por muito tempo, obviamente. Seu retorno ao final do episódio anterior foi telegrafado desde o começo e sua efetiva reentrada em Proper Preparation and Planning funciona bem pois deflaciona o ego de Hughie, imediatamente transformando-o em uma espécie de zumbi e colocando a ação em turbo. Sem Rayner para tentar tirar o grupo da lista negra, ele é obrigado a fazer um acordo com Mallory – que se mostra poderosa mesmo não mais estando na CIA – para permitir o prometido retorno de Becca para ele, algo que sem dúvida me parece algo inocente de ele acreditar que acontecerá assim tão facilmente.

Por outro lado, a maneira como o roteiro lida com a cronologia do que aconteceu ao final da temporada anterior me pareceu desconjuntada, sem muita preocupação com a lógica. Onde estava Billy esse tempo todo? Na verdade, nem sei se é mesmo “tempo todo”, pois tudo indica que poucos dias se passaram desde que ele descobriu que sua esposa estava viva. E o que o Capitão Pátria fez – ou não fez – com ele é também algo muito enevoado que, espero, ganhe algum tipo de explicação mais para a frente.

No entanto, o episódio sai-se muito bem em efetivamente iniciar a ação da temporada, com os Boys partindo para caçar o super-terrorista telecinético em uma loja de festa de aniversário. A revelação de que ele é irmão de Kimiko, algo que ela estava tentando dizer há tempos para Francês, é uma reviravolta que desenvolve melhor o passado da personagem, dando-lhe mais contexto e propósito, além de estremecer a conexão dela com seu grupo.

Longe dali e afastado dos Sete, Profundo continua lidando com seu drama pessoal e, depois de ser libertado da prisão por Eagle, o Arqueiro (Langston Kerman), ele é levado pelo herói menor para uma sessão terapêutica que, na verdade, parece ser a iniciação em alguma lavagem cerebral pseudo-religiosa, como a Cientologia. O que decorre daí são inesquecíveis e bizarras sequências em que ele, sob a influência de chá de cogumelos, conversa com suas próprias guelras, atributo físico que é razão para profunda vergonha pelo “herói”. Com voz de Patton Oswalt, a sessão alucinógena é fenomenal e hilária, ainda que carregue um subtexto importante e sério, que é a aceitação do próprio corpo e, em última análise, de quem você.

O segundo episódio da 2ª temporada acelera a narrativa e, sem perder tempo, já integra Billy de volta ao seu grupo no mesmo movimento em que afasta Hughie. Erik Kripke mostra-se hábil na adaptação dos quadrinhos, fazendo grandes,  às vezes radicais, mas sempre ótimas alterações no material fonte, tornando sua série uma das raras que conseguem superar o original.

Melhor momento: A conversa de Profundo com suas guelras.

Over the Hill with the Swords of a Thousand Men
(Mil Homens Armados com Espadas)
2X03

Não existe nenhum cenário em que um episódio em que Billy e seu grupo abalroa uma baleia cachalote com uma lancha não seja uma obra-prima que precisa ser apreciada pela insanidade da coisa. Ver os Boys ensanguentados saindo de dentro da baleia moribunda – desculpem-me os protetores de animais, mas isso não tem preço! – foi um daqueles momentos em que você percebe muito claramente que a mensalidade do serviço de streaming é dinheiro bem gasto.

Sim, é o choque pelo choque e pela vontade de fazer mais, mas o “mais” de Hollywood tem sido muito sem graça e sequências surreais assim, com direito a Hughie completamente aturdido se recusando a sair de dentro da baleia e Profundo chorando por “Lucy” é o tipo de originalidade que estamos precisando para a oxigenação da máquina criativa. É o politicamente incorreto sendo elevado à décima potência para o divertimento raso de alguns minutos? Sim, sem dúvida é. Mas a série como um todo já oferece comentários sociais suficientes para ela se permitir extravagâncias como essa.

Aliás, se é comentário social que queremos, então basta ver a outra cena de ação, aquela protagonizada por Stormfront. Na crítica do primeiro episódio, mencionei que a natureza desse personagem nos quadrinhos – que, só por curiosidade, é homem e não faz parte d’Os Sete – era mais clara e que o episódio introdutório da temporada e o seguinte fizeram um ótimo trabalho para mascarar isso. O caso é que Stormfront é um nazista nas HQs. Mas nazista mesmo, vindo da Alemanha Nazista, algo que é convertido em algo muito mais sutil e insidioso para a série. Afinal, vemos na Stormfront que se junta aos Sete uma personalidade expansiva, que fala o que acha que tem que falar e que age de maneira independente, chegando até mesmo a ganhar a admiração de Annie. No entanto, por trás dessa qualidades, ela esconde seu racismo, algo que a perseguição ao irmão de Kimiko revela da maneira mais terrível possível. Basta reparar no olhar da personagem quando ela invade apartamentos e nota uma família afro-descendente ali, com a consequente eliminação de todos sem dó nem piedade. É uma rasteira muito bem dada pelo roteiro de Craig Rosenberg que imediatamente a coloca em pé de igualdade com o Capitão Pátria.

Falando nele, sua ausência dos Sete precisa de comentários, já que abre toda uma trama paralela sobre Becca, esposa de Billy e Ryan, filho dela com o Capitão Pátria que descobrira sobre isso não muito antes de revelar tudo a Billy. Sua presença no complexo onde Becca e Ryan vivem é de arrepiar os cabelos da nuca, com Antony Starr novamente revelando um vilania impressionante. A forma como ele se impõe em relação à Becca, o que ele faz para despertar os poderes no garoto é de uma malignidade impressionante que eu realmente não esperava ver na série mesmo já tendo lido os quadrinhos (até porque essa maldade é mais acentuada na série, diria). Realmente não sei o que esperar dessa subtrama e, mais ainda, do pareamento dele com Stormfront daqui em diante.

A 2ª temporada de The Boys não veio para brincar e, entre cabeças explodindo, baleias sendo alvejadas por lanchas e nazista aniquilando famílias negras e latinas, as portas estão escancaradas para absolutamente qualquer coisa. Dá até receio de gostar demais do caminho que a série está seguindo…

Melhor Momento: Ahab versus Moby Dick ou, melhor dizendo, Billy contra a coitada da cachalote.

The Boys – 2X01 a 03: The Big Ride / Proper Preparation and Planning / Over the Hill with the Swords of a Thousand Men (EUA, 04 de setembro de 2020)
Showrunner: Eric Kripke
Direção: Phil Sgriccia (2X01), Liz Friedlander (2X02), Steve Boyum (2X03)
Roteiro: Eric Kripke (2X01), Rebecca Sonnenshine (2X02), Craig Rosenberg (2X03) (baseado em criação de Garth Ennis e Darick Robertson)
Elenco:
The Boys: Karl Urban, Jack Quaid, Laz Alonso, Tomer Capon, Karen Fukuhara
The Seven: Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie Usher, Chace Crawford, Nathan Mitchell, Aya Cash
CIA: Jennifer Esposito, Laila Robins
Vought: Colby Minifie, Giancarlo Esposito
Outros: Shantel VanSanten, Cameron Cravetti, Nicola Correia-Damude, Patton Oswalt, Langston Kerman, Jessica Hecht, David Thompson, Chris Mark, Abraham Lim
Duração: 62 min. (2X01), 59 min. (2X02), 59 min. (2X03)

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82 comentários

O Arrebatado Cartman 21 de setembro de 2020 - 17:02

Semanal é melhor, pq eu estava sem tempo e comecei ver somente hj, vi os três primeiros e até sexta que sai o novo eu já tô em dia kkk

Raramente uma adaptação consegue ser melhor que a mídia original, em se tratando de quadrinhos de cabeça eu lembro do primeiro Kingsman. E pra mim a série ganha na abordagem, nas HQs a “graça” é choque pelo choque, não tem essa vontade de trazer questionamentos, um negócio muito mais superficial que o grande objetivo é a zueira com suas contrapartes da Marvel e DC, sendo pra mim o auge das HQs o Herorgasm.

Me estendi demais e nem falei da série direito e teve muita coisa foda, sendo o apice o empalamento da baleia e a sequência de diálogo dentro dela, e logico, Homelander fazendo homelandice tipo jogando o filho do telhado. Assisti Banshe e esse ator não tinha essa expansividade toda não, a cara q ele faz quando a Stormfront se apresentar filmando live é sensacional.
E pra finalizar, a abordagem crítica ao conglomerado Vought é sensacional se tratando de uma série feita por um conglomerado kkk

Responder
planocritico 21 de setembro de 2020 - 19:43

A adaptação de The Boys tem sido BEM superior ao material original. O trabalho do Ennis, nessa série, não foi lá muito inspirado para além do choque pelo choque. Muito divertido, claro, mas consideravelmente vazio.

E o “Starr genérico” em Banshee não tem comparação com o “Starr ator de verdade” em The Boys!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 10 de setembro de 2020 - 14:54

Essa cena da Cachalote hahhahahahah, série fantástica, muito superior ao material original

Responder
planocritico 10 de setembro de 2020 - 14:55

Exato. Bem superior ao material original e isso é que realmente bacana, pois todas as alterações em relação às HQs que fizeram até agora foram sensacionais.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 11 de setembro de 2020 - 06:49

Inclusive a própria Stormfront, achei a repaginação dela excelente pra série

Responder
planocritico 11 de setembro de 2020 - 15:21

Sim. Nas HQs, o Stormfront era um personagem extremamente unidimensional de uso único. Na série ela se tornou um efetivo personagem completo.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 8 de setembro de 2020 - 23:26

Serie foda demais, unica coisa que me icomodou nesses 3 episodios foi a falta de explicaçao pra o final da 1 temporada, fiquei esperando o resultado daquele encontro e nada ate agora, espero que futuramente mostre algum flash back, acredito que a Becca fez/falou alguma coisa pro Bily continuar querendo ficar/ir com ela.

Responder
planocritico 9 de setembro de 2020 - 01:16

Sim. Olhando para o conjunto dessa trinca inicial, o mistério sobre o que aconteceu com Billy é o ponto fora da curva. Não que eu quisesse uma resolução completa logo no começo, mas sim porque a coisa não foi bem conduzida.

Abs,
Ritter.

Responder
Raphael,O Mestre Pokemon 9 de setembro de 2020 - 10:22

Disseram que vão lança um curta-metragem do Billy , em algum momento dessa segunda temporada ,explicando o que aconteceu com ele durante esse tempo,porque tinham gravado muitas cenas dele e de acordo com eles quebrava o ritmo da temporada.

Responder
planocritico 9 de setembro de 2020 - 11:39

Que escolha mais estranha… É uma série afinal de contas. Dedica um episódio extra só para ele…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Noronha 8 de setembro de 2020 - 18:29

Fico pensando até onde o Capitão Pátria vai ficar aturando a Stormfront batendo de frente com ele. Depois desse episódio queria ver ela sendo colocada no seu devido lugar por ele.

Responder
planocritico 8 de setembro de 2020 - 22:07

Muito cedo ainda. Ela não fez “quase nada” ainda. Fora que é mais provável os dois terem um caso tórrido do que se odiarem por muito tempo…

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Duarte 8 de setembro de 2020 - 15:21

Até os bastidores do elenco no Instagram é uma coisa de louco kkkk. O 3° EP é uma obra-prima mesmo! O atropelamento da baleia foi tão icônico que o Hughie ficou daquele jeito hehehehe essa série é massa demais.

Responder
planocritico 8 de setembro de 2020 - 15:21

A cena da baleia vai ficar para a História da TV!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Duarte 8 de setembro de 2020 - 15:35

Temos que agradecer ao Billy Bruto. Obrigado, Billy Bruto!

Responder
planocritico 8 de setembro de 2020 - 22:12

Obrigado, Billy Bruto!!!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Noronha 8 de setembro de 2020 - 18:29

Fico pensando até onde o Capitão Pátria vai ficar aturando a Stormfront batendo de frente com ele. Depois desse episódio queria ver ela sendo colocada no seu devido lugar por ele.

Responder
Sussurrador 8 de setembro de 2020 - 12:50

Eu como um cristão ás vezes fico sem graça em cenas como o que o cara xinga Deus na primeira temporada mas pensando bem acho que no mundo real muitos pensam assim também,muitos culpam Deus pelos problemas do mundo ou seus problemas pessoais…

Responder
Gutemberg Lucas 14 de setembro de 2020 - 00:51

deus é um lixo e não existe.

Responder
Peter 8 de setembro de 2020 - 02:37

Os caras atravessando um iate dentro de um peixe é uma das coisas mais épicas que eu já vi em toda minha vida.

Responder
planocritico 8 de setembro de 2020 - 03:14

He, he. Inesquecível mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Ostemberg 8 de setembro de 2020 - 02:37

A cena da baleia foi icônica, já valeu a temporada rsrs. Outra coisa que me chamou a atenção foi o pedido de desculpas do Profundo para a Annie, uma bela crítica aos diversos famosos que cometem assédio e depois pedem desculpas publicamente, o discurso é o mesmo. Essas sutilezas (às vezes não tão sutis) me fazem gostar muito da série.

Responder
planocritico 8 de setembro de 2020 - 03:14

Já vi essa série ser desdenhada por alguns que dizem que ela só tem sangue, pancadaria e absurdos gratuitos, mas a verdade é que ela consegue ir MUITO além de apenas isso e entrega críticas realmente interessantes e bem construídas em meio à insanidade total.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Macedo 7 de setembro de 2020 - 20:24

Os dois primeiros episódios eu gostei muito mas senti que faltava alguma coisa. O terceiro veio e entregou tudo o que eu queria e muito mais. A cena da baleia foi uma das melhores coisas que eu já vi na vida. Soltei um “P**A QUE P***U” bem gostoso hahaha. Fazer a gente sentir um pouco de empatia pela Stormfront e depois fazer a gente odiar ela em uma cena foi absurdamente bom. Nem o fato dela afrontar o Capitão Pátria me faz ter qualquer sentimento bom por ela a partir de agora.
A melhor coisa que fizeram foi colocá-la semanalmente. Meu irmão demora para assistir as coisas e com ela sendo semanalmente dá pra gente assistir e comentar juntos

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 21:52

He, he. A relativa calma dos dois primeiros foi mais que compensada com a baleia e a Stormfront revelando seu lado sombrio. Vai ser muito interessante ver como a relação dela com o Homelander será desenvolvida, pois não vejo espaço para os dois ali não…

Que bom que agora você poderá ver a série com seu irmão. Mais uma coisa boa dessa troca da Amazon!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 7 de setembro de 2020 - 19:31

Série sensacional. Cada vez melhor. O 3° ep foi simplesmente perfeito

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 20:06

Sim!

Abs,
Ritter.

Responder
Soviet91 7 de setembro de 2020 - 18:36

engraçado esse pessoal que vira o arqui-inimigo da Amazon pelo lançamento semanal, parece até que vivem na Debilandia, era mais do que óbvio que isso iria começar a acontecer devido ao fato que fornece mais barulho e disse-me-disse em geral.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 20:06

Faz sentido pelo lado do marketing E pelo lado da experiência. Ver séries que nem viciado em crack é pedir para perder muito de seu valor.

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 7 de setembro de 2020 - 12:16

Esse terceiro episódio realmente mereceu nota máxima cara. Só daria 4,5 para o primeiro episódio. Mas no geral, que série do c*ralho.

E espero que não tenha chororô aqui pela ideia (genial), da Amazon em lançar os episódios semanalmente.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 15:30

Ah, com certeza vai ter gente reclamando, como se fosse uma grande novidade episódios semanais…

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 7 de setembro de 2020 - 17:25

Frescura

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 17:51

É mais do que só frescura. É a “Cultura da Reclamação”. Nada NUNCA está bom. É igualzinho quando os pais se recusam a dar a bala para a criança na loja e ela se joga no chão chorando e batendo os pés…

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 8 de setembro de 2020 - 17:28

Exatamente isso kkkkkkk

Everson Brigido 7 de setembro de 2020 - 11:24

Eu só queria comentar um pouco da um incoerência da stormfront obedecer ao personagem do Giancarlo já que muitos estão deixando passar esse detalhe, mesmo não estragando os fenomenais três primeiros episódios…

E sacanagem esses “fãs” dando nota baixa pq vai ser um episódio por semana. Netflix acostumou muito mal a nova geração de serimaniacos…

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 15:30

Não entendi o seu ponto sobre a incoerência da Stormfront.

E estão dando nota baixa por isso? Cara, só tem idiota no mundo…

Abs,
Ritter.

Responder
Guest 7 de setembro de 2020 - 20:12

Idiocracy

Responder
Eduardo Schonarth Ludwig 7 de setembro de 2020 - 22:10

Acredito que a incoerência é Stormfront, sendo racista, receber ordens do Gus, digo Gideon, digo Stan, que é afro-descendente.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 22:29

Ah, entendi. Mas, se for isso, não vejo incoerência. Ela já mostrou ser hábil nas relações públicas e não vai sair exterminando todo mundo que odeia sem mais nem menos. Ela faz o que faz quando tem oportunidade e aceita ser “submissa” quando precisa ser e em relação a qualquer um se houver vantagem para ela.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Postal 7 de setembro de 2020 - 00:33

Quero mais destaque pra Kimiko, quero ver ela em ação e sem ser nerfada como foi nesses três primeiros eps. Única decepção até então.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 01:09

Acho que ela tem tido bom destaque. Em comparação com os quadrinhos então, ela é quase a protagonista!

Abs,
Ritter.

Responder
Danilo Hara 6 de setembro de 2020 - 23:58

Que volta sensacional! 3 episódios maravilhosos; sendo este último, o mais incrível de todos! E inacreditável esta personagem Stormfront; essa chegou pra bagunçar meeesmo…haha!

E parabéns pelas ótimas críticas; tenho esse vício de sempre assistir os episódios e já procurar comentários/críticas para melhorar o meu entendimento das Séries e mais uma vez, deu certo por aqui!

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 01:28

Obrigado, @danilohara:disqus !

E foi um baita retorno mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 01:28

Obrigado, @danilohara:disqus !

E foi um baita retorno mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Zoom 6 de setembro de 2020 - 23:58

é incrivel o que esse ator do homelander faz, da pra ver as expressoes de odio dele tentando disfarçar com aquela cara sinica dele, a unica coisa que eu não gostei nesse volta foi esse drama do deep, mas espero que tenha algum desenvolvimento ja que a serie sabe muito bem fazer isso, mais uma otima critica Ritter.

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 23:58

Obrigado!

Engraçado. Você já é o segundo leitor que disse não gostar do drama do Profundo. Eu estou achando fenomenal. Um herói quebrado, tendo que lidar com problemas pessoais, que vêm do próprio corpo dele que ele não consegue aceitar é algo fascinante.

Abs,
Ritter.

Responder
Zoom 7 de setembro de 2020 - 02:03

poxa vc falando assim até que fez eu mudar um pouco minha opinião kk.

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 15:30

E lembre-se que ele foi o responsável por colocar Lucy na frente do Billy…

Abs,
Ritter.

Responder
Jordison Francisco 6 de setembro de 2020 - 23:31

Que tremenda sacanagem da Amazon Prime não lançar tudo ahhhhhh!!!

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 23:31

Ao contrário. Achei ótimo!

Abs,
Ritter.

Responder
Jordison Francisco 8 de setembro de 2020 - 12:11

Cada um tem direito a uma opinião.

Ritter, seria possível responder as outras opiniões que publiquei no seu site sobre outras series?

Responder
Josué paiva neto 6 de setembro de 2020 - 23:23

A série sempre é perfeita em mostrar como o capitalismo consegue absorver pra si as pautas progressistas. O arco da roupa da Annie na primeira temporada teve muito disso e o ‘Garotas dão conta’ dessa tbm e é fantástico ter uma RP sempre na volta pensando em como monetarizar cada situação. Essa virada da Stormfront no final é genial. Uma personagem que começam dando um gostinho de que vai ser uma heroína mais extrovertida e depois dão esse tom de vilania e espaço pra introduzir a questão racial.

Responder
planocritico 8 de setembro de 2020 - 22:45

Pelo menos no capitalismo as pautas progressistas podem existir!

E concordo com a reviravolta com a Stormfront. Uma jogada muito boa que perverte as expectativas geradas no começo.

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 6 de setembro de 2020 - 22:29

Achei o primeiro episódio meio lento( não que seja um problema, mas fiquei mal acostumado), que foi recompensado pela loucura do terceiro, o mais legal do Homelander, é a que apesar de extremamente poderoso é o mais instável psicologicamente, até acho que vai ser esse o meio para derrotá-lo no final e não aquele Deus ex-machina do quadrinho, até porque, a Becca ainda está viva e com filho. Um aspecto que já foi mencionado nas críticas e comentários da primeira temporada, é como as mudanças em relação ao quadrinho foram benéficas, mudança da personalidade da Maeve, Hughie e Starlight já se conhecerem desde o começo, ausência da pornografia só pra chocar e sem sentido etc, mas eu tive a impressão que estão desenvolvendo pra Starlight tipo assumir o protagonismo seja dos Sete ou dos garotos, se for isso mesmo, não sei se casa com a personagem porque ela está perdendo pouco a pouco ” a bondade”, chantageando aquele rapaz que se constitui por exemplo sem muita dó.
Melhor parte dos 3 episódios é quando no 1º, o Homelander destrói com um tapa na orelha o projeto de demolidor, ta aí o segredo pra acabar com ele rei do crime.

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 23:31

Sim, também achei o primeiro episódio mais para o lento, certamente bem diferente do que eu imaginava que seria considerando o que vimos na 1ª temporada. Mas, depois, a coisa vai a passos largos.

E as mudanças em relação ao quadrinhos, especialmente no que toca o desenvolvimento dos personagens, tirando a unidimensionalidade deles, é um trabalho de gênio. Adaptação boa é assim!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 23:31

Sim, também achei o primeiro episódio mais para o lento, certamente bem diferente do que eu imaginava que seria considerando o que vimos na 1ª temporada. Mas, depois, a coisa vai a passos largos.

E as mudanças em relação ao quadrinhos, especialmente no que toca o desenvolvimento dos personagens, tirando a unidimensionalidade deles, é um trabalho de gênio. Adaptação boa é assim!

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel P. Silva 6 de setembro de 2020 - 21:42

Não sabia que a série viria ao ar semanalmente, tava tão ansioso pra maratonar como foi na primeira.

Anyway, a série voltou melhor do que nunca com esse terceiro episódio explosivo, muito hilária com aquela cena bizarra do The Deep – não tankei. Estou ansioso pra ver a evolução do Hughie, gosto muito do personagem.

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 21:50

Por semana é melhor, vai por mim!

Abs,
Ritter.

Responder
Chatter 6 de setembro de 2020 - 20:28

Ja tava amando a Stormfront mas foi um twist bom, ja quero ver ela versus Homelander

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 21:50

Foi um excelente e sutil twist, pois as motivações racistas dela para o massacre foram mantidas bem discretas.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 6 de setembro de 2020 - 15:38

Capitão Pátria é a antítese perfeita dos valores que você reconhece em Superman ou Capitão América. Nada disso funcionaria não fosse pela atuação de Starr, um verdadeiro achado (particularmente não o conhecia). Assistir The Boys não é apenas deleitar-se com o gore e com o nonsense. Gosto como a série critica a cultura de celebridades, a política, o racismo, só pra ficar nesses , e como o faz, claro, de maneira absolutamente amoral. Adoro. É, eu sei, tem algo tremendamente errado comigo, mas por um mundo com mais “The Boys”.
ABS

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 15:46

Também só conheci Starr ano passado e aí fui atrás de Banshee, em que ele é protagonista. Mas seu grande papel é aqui mesmo, como Homelander. Impressionante o que ele faz.

E a série é exatamente isso: consegue discutir tudo o que é relevante em meio à essa enlouquecida abordagem de tudo o que é amoral.

E você não está sozinho em pedir um mundo com mais “The Boys”! HAHAHHAHAHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Brito 7 de setembro de 2020 - 12:44

Assista Banshee para ver Antony Starr brilhando!

Responder
planocritico 7 de setembro de 2020 - 15:43

Ele está muito melhor como Homelander.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 8 de setembro de 2020 - 12:30

Pedro, com certeza vou conferir. Valeu pela recomendação, o cara é sensacional.

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Cristhian Lopes 11 de setembro de 2020 - 15:21

Banshee é fantástico.

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planocritico 11 de setembro de 2020 - 15:21

Sei lá… Vi a primeira temporada e, a não ser que melhore MUITO depois, não vi nada de realmente fantástico nela…

Abs,
Ritter.

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Cristhian Lopes 11 de setembro de 2020 - 15:21

Personagens cativantes, violência gratuita, muita ação e principalmente sem censuras e sem pudor, para mim foi uma das melhores séries que assisti!

planocritico 11 de setembro de 2020 - 15:39

Bem, tomara que melhore, pois só The Boys, para mim, já é infinitamente superior ao que vi de Banshee com as mesmas características que você listou acima.

Abs,
Ritter.

Gabriel (Capitão América) 8 de setembro de 2020 - 08:36

Você foi cirúrgico. Parabéns.

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Wagner 6 de setembro de 2020 - 15:20

Por mais que eu prefira o início da temporada anterior, a continuação continua muito boa.
Estou gostando muito que Annie está mais confrontadora e ela e Hughie formam o melhor duo dessa série.

Homelander cada vez mais insuportável: confere ✔.
Eu não vejo a hora dele levar uma surra, mas ele sendo atingido pelas palavras do Stan já dá um gostinho de vitória.

Um dos melhores momentos dessa temporada até agora é do reencontro da Kimiko com seu irmão. Nossa senhora, a Karen é muito expressiva e ela sabe interpretar papéis em que os personagens não falam nada (vide Katana de Esquadrão Suicida).

Mas se tem algo que não consegui gostar foi do drama do Profundo. É o personagem que mais tenho asco, então não vejo a hora de bater as botas. Dane-se a jornada de “redenção”.
Outra coisa que me incomodou foi sobre o sumiço do Billy. Sei lá, não ornou muito pra mim. Tá com cara de desconjuntado mesmo, como você disse.

Sobre a Stormfront (uma das melhores adições), de início pensei que ela seria mais porra louca e até que tava de boas. Então veio o terceiro episódio e eita atrás de eita. Ela confrontando o Homelander na entrevista do final foi o ápice. Espero porradaria das boas
A facilidade como a Kimiko saiu de cena do mesmo lugar que o Capitão Pátria e a Tempesta estavem é o único ponto negativo pra mim desse episódio (ainda mais visto o ódio da heroína ao matar seu irmão).

Uma coisa que eu gostei foi um lance a respeito dos efeitos especais. Eles estão muito bem feitos, porém quando fizeram a encenação do Billy na TV botaram uma explosão bem esquisita (propositalmente).

——

Sobre séries inteiras ou episódios semanais, acho que depende.
The Boys, Lovecraft Country e Doom Patrol, por exemplo, se beneficiam muito do segundo modelo porque eles trazem muito o que discutir. Mesmo fazendo textão em alguns deles eu ainda esqueço de alguma coisa, imagina comentar tudo de uma só vez?
Já séries curtas que tem praticamente um caso principal, creio seja melhor assistir tudo de uma vez, como Stranger Things. Falando por mim, eu acho que perderia o interesse se tivesse que acompanhar semanalmente (sei lá o porquê).

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planocritico 6 de setembro de 2020 - 15:54

O bacana de The Boys – e que é o maior ponto de divergência dos quadrinhos, ainda bem! – é que TODO mundo tem sua importância. Ninguém fica esquecido, sem função. É muito bacana ver que nem tudo gira ao redor do Homelander, que ele tem alguém para bater de frente com ele tanto na Vought (o Esposito) quanto no grupo em si (a Stormfront) e que, no lado dos “mocinhos” os dramas são pesados, profundos mesmo.

E eu espero muito que esse começo “estranho” para o sumiço do Billy seja reajustado. Ficou meio mal feito até. Já no caso do Profundo, estou ADORANDO o drama dele, a crise de identidade, de confiança. Incrível o que estão fazendo com ele.

Sobre seu comentário final, cara, eu devo dizer que cansei da correria que sem pensar nos “auto-impomos” quando uma temporada completa chega a algum serviço de streaming. Mesmo séries mais simples como Stranger Things do seu exemplo acho que ficaria melhor com a experiência semanal.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 15:54

O bacana de The Boys – e que é o maior ponto de divergência dos quadrinhos, ainda bem! – é que TODO mundo tem sua importância. Ninguém fica esquecido, sem função. É muito bacana ver que nem tudo gira ao redor do Homelander, que ele tem alguém para bater de frente com ele tanto na Vought (o Esposito) quanto no grupo em si (a Stormfront) e que, no lado dos “mocinhos” os dramas são pesados, profundos mesmo.

E eu espero muito que esse começo “estranho” para o sumiço do Billy seja reajustado. Ficou meio mal feito até. Já no caso do Profundo, estou ADORANDO o drama dele, a crise de identidade, de confiança. Incrível o que estão fazendo com ele.

Sobre seu comentário final, cara, eu devo dizer que cansei da correria que sem pensar nos “auto-impomos” quando uma temporada completa chega a algum serviço de streaming. Mesmo séries mais simples como Stranger Things do seu exemplo acho que ficaria melhor com a experiência semanal.

Abs,
Ritter.

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JC 6 de setembro de 2020 - 12:40

Estou estou absolutamente estarrecido com o ator que faz Pária.
O cara é EXCELENTE. Até os tiques de raiva no rosto você percebe, um olher diferentezinho ali no canto..rapaz, é algo de detalhe minúsculo, mas que chega a arrepiar.
Que personagem escroto do cacete.
E Tempesta…meu….não tinha reparado que ela matou a galera por ser negra.
Caray!
Eu tava achando ela um personagem massa…até super pró-feminismo , mas imagina?
wow.
Fora os efeitos especiais do prédio se quebrando, e filmando tudo de longe, pra ver mesmo.
Excelente.

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planocritico 6 de setembro de 2020 - 15:54

O Starr está um monstro, sem dúvida alguma! O cara consegue ser a encarnação da “filhadaputice” perfeita como poucos atores conseguem sem ficar ridículos.

E sim, a Stormfront (não sabia o nome dela em português!) está fenomenal e seu lado racista sendo trabalhado na “sutileza” foi uma grande jogada.

Abs,
Ritter.

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harrytropi 6 de setembro de 2020 - 12:21

E pensar que quando criança, meu medo era ficar com o ouvido zunindo por conta de um tapa daqueles. Capitão Pátria redefiniu essa coisa do medo hahhahha

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planocritico 6 de setembro de 2020 - 16:03

Definitivamente, o sujeito redefiniu esse tapa… E o pior é que eu morri de rir da cena… Estou me sentindo sujo…

Abs,
Ritter.

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harrytropi 6 de setembro de 2020 - 17:02

somos dois então. Aliás, quem ri assistindo a série a quase todo momento se sente sujo no final

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planocritico 6 de setembro de 2020 - 17:10

É que nem a cena do anão em Coringa. Eu quase chorei de rir naquele momento em pleno cinema e depois tive que tomar banho para me sentir bem novamente…

Abs,
Ritter.

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Herbert Engels 6 de setembro de 2020 - 21:27

Coringa é foda. É Irônico que uma das cenas mais horripilantes e brutais do cinema de 2019 foi também uma das mais engraçadas.

Massato 6 de setembro de 2020 - 11:12

Ótimas críticas.

Essa série tem seus momentos de falar sério e mostrar o que tem que ser criticado, momentos de brincar como uma série de super e momentos de pirar na bagunça. E num ótimo equilíbrio.

Na cena da lancha VS baleia, fiquei xingando igual o Cliff de Doom Patrol.
Foi muito non sense, mas não foi gratuito. Tá dentro das maluquices da série.

Responder
planocritico 6 de setembro de 2020 - 16:03

Exato. A série é um escracho, mas ela tem camadas e o equilíbrio é perfeito ou próximo disso, coisa rara de se ver.

Na cena da lancha, eu soltei uns palavrões, mas não foi de horror, nem de raiva, foi de algum tipo de emoção doentia que eu prefiro não descrever…

HAHAHAHHHAHAHAHAHAHHAHHHAHAHA

Abs,
Ritter.

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