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Crítica | The Boys – 2X08: What I Know

por Ritter Fan
3764 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas da 1ª temporada e demais episódios e, aqui, de todos os quadrinhos.

Se existe um sentimento geral de desconfiança em relação a corporações, a mensagem final do encerramento de The Boys é ainda mais potente: não confie naqueles que nos representam. Não é nenhuma novidade desde que o mundo é mundo, claro, mas é sempre bom lembrar. A revelação de que a “explodidora de cabeças” é a senadora Victoria Neuman (Claudia Doumit), secretamente uma super e não Cindy, esta aparentemente usada apenas como uma forma de despistar o espectador, abre novas possibilidades para a vindoura 3ª temporada, especialmente considerando que Hughie, agora, tentará um “trabalho honesto” com ela e que Neuman provavelmente é marionete da Vought, mais precisamente do impiedoso – para usar o adjetivo de Billy – Stan Edgar.

Para quem leu os quadrinhos, apesar de esse final específico não se conectar diretamente com nada do que Garth Ennis escreveu, em linhas gerais ele estabelece a relação promíscua entre política e o empresariado que é sim a base narrativa das HQs, com o vice-presidente lá sendo a versão sem poderes e completamente idiota de Neuman. Além disso, quer parecer que, pelo menos em relação aos Rapazes, agora não mais procurados e com sua ação sancionada – ainda que por debaixo dos panos como um black ops – pela CIA marca exatamente a forma como é dado o pontapé inicial nos quadrinhos, com tudo o que aconteceu até agora funcionando como um longo prelúdio. Só espero que isso não signifique que o plano é manter The Boys no ar indefinidamente (medo do spin-off anunciado…), sem uma estrutura rígida de começo, meio e fim. Mas só o tempo dirá.

Em termos narrativos, o episódio põe alguns pontos finais (ou pelo menos um ponto final pelo momento) a arcos específicos. Becca é morta pelo próprio filho quando este tenta salvá-la de Tempesta que, no processo, tem seus membros decepados e o restante do corpo horrivelmente queimado depois que seu passado – e presente – nazista é finalmente revelado ao mundo com a ajuda de Trem Bala, os arquivos da Igreja da Coletividade e Annie. Billy finalmente faz uma coisa verdadeiramente boa e altruísta ao voltar atrás no acordo cretino que havia feito com Stan Edgar para entregar Ryan à Vought, acabando do lado de Becca e do garoto apesar de todos os pesares, mesmo que, no final das contas, ele o tenha deixado sob os cuidados da Coronel Mallory. Rainha Maeve, Starlight e Fêmea têm seu ótimo momento girl power contra a nazista, com as duas primeiras mostrando-se muito unidas e abertamente anti-Vought e anti-Capitão Pátria, mas ainda fazendo parte da máquina super-heroica para seguir o ditado que diz que se deve manter os amigos próximos e os inimigos mais próximos ainda. Além disso, quer parecer que a Igreja chegou a seu fim com Alastair explodido, mas não descartaria seu renascimento com Profundo como líder. Com isso tudo, a dinâmica da próxima temporada promete ser completamente alterada, o que pode ter grande potencial especialmente se Eric Kripke posicionar os Rapazes como efetivas ameaças à Vought e não apenas jogadores em um jogo de cartas marcadas e final conhecido.

Apesar de isso não pesar em minha avaliação – afinal, é uma escolha legítima do showrunner – diria que a retirada de Tempesta do jogo (partindo da premissa que ela não é Wolverine e, portanto, não tem fator de cura para voltar saltitante para criar um Quarto Reich) em tão pouco tempo é um enorme desperdício. Sim ela merecia e merece sofrer o pior possível, mas a luta dela contra as mulheres super-poderosas talvez fosse o suficiente pelo momento, já que poderia ser ainda melhor vê-la enfrentar a reprovação popular com a revelação de seu passado, inclusive com a criação de uma facção super-poderosa que a apoiasse, o que colocaria os Sete e os Rapazes contra ela. Mas tudo bem. É sempre bom ver nazista virar churrasco, ainda que eu tivesse gostado mais se a efetiva cena de Ryan usando seu poder fosse mostrada em detalhes, especialmente depois que Tempesta tenta treiná-lo incitando ódio e fazendo a raça branca de vítima com o “genocídio branco” que ela cospe para surpresa até mesmo do Capitão Pátria.

No entanto, o episódio não é apenas seu final. Toda a primeira metade é lenta. Muito lenta. E, ainda por cima, cheia de blá, blá, blá vazio entre Hughie e Starlight que não leva a lugar nenhum a não ser ocupar minutagem de um capítulo que talvez devesse ter sido mais curto e dinâmico, com mais foco na ação, desdobrando em mais detalhes o plano de Billy, inclusive usando MM, Francês e Hughie como algo mais do que apenas figurantes no momento climático. Sim, tenho plena consciência de que eles não aguentariam dois segundos diante de Tempesta ou Capitão Pátria (algo que, espero, mude na próxima temporada, com o possível uso do Composto V por eles), mas não é isso que eu queria ver. Apenas creio que os Rapazes (Billy é a exceção, claro) ficaram em terceiro ou quarto plano na estrutura do episódio, com suas participações reduzidas a quase nada, algo que trai até mesmo o que vinha sendo mostrado até agora, especialmente no exemplar Nothing Like It in the World.

What I Know encerra bem – não maravilhosamente bem – a temporada e aponta para um recomeço da série em seu próximo ano. Os Sete enfraquecidos, os Rapazes fortalecidos, ainda que separados, e a Vought mostrando-se muito mais ardilosa do que parecia, com laços profundos na política, são os ingredientes perfeitos para um apetitoso festival de atrocidades. Basta que Eric Kripke continue trilhando seu caminho, mas sem perder de vista um final programado para evitar prolongamentos que venham esvaziar o que ele conseguiu até agora.

P.s.: A cena final do Capitão Pátria no topo do prédio como um Batman pervertido foi doentia, mas sensacional exatamente por isso.

The Boys – 2X08: What I Know (EUA, 09 de outubro de 2020)
Showrunner: Eric Kripke
Direção: Alex Graves
Roteiro: Rebecca Sonnenshine (baseado em criação de Garth Ennis e Darick Robertson)
Elenco:
– The Boys: Karl Urban, Jack Quaid, Laz Alonso, Tomer Capon, Karen Fukuhara
– The Seven: Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie Usher, Chace Crawford, Nathan Mitchell, Aya Cash
– CIA: Laila Robins
– Vought: Colby Minifie, Giancarlo Esposito
– Outros: Shantel VanSanten, Cameron Cravetti, Nicola Correia-Damude, Langston Kerman, Jessica Hecht, David Thompson, Jessica Hecht, Dan Darin-Zanco, Ann Cusack, Claudia Doumit, Goran Visnjic, P.J. Byrne, Katy Breier
Duração: 67 min.

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126 comentários

Salvador Rodrigues 20 de outubro de 2020 - 17:42

Parece que a arma ainda mais eficaz que o composto V é a chantagem, recurso usado em larga escala tanto por bandidos como por mocinhos. É meio decepcionante: varias situações, nas duas temporadas, foram bem desenvolvidas e, quando chegam ao seu clímax, o personagem ameaçado simplesmente puxa do bolso uma chantagenzinha básica deixando o oponente com cara de bunda.

A terceira temporada precisa ser bem pensada pois me parece que os conflitos principais já foram bem encaminhados e a série pode vir a se tornar um plantão de polícia, onde os Boys, agora assalariados do governo, tornariam-se uma espécie de Men In Black regularmente acionados para aplicar uns corretivos em heróis eventualmente fora de órbita.

Gostaria de saber a qual série se referem quando citam a tal CW com 25 epsódios.

Parabéns pelas críticas bem elaboradas.

Responder
planocritico 21 de outubro de 2020 - 12:19

Obrigado!

E eu concordo. O tempo de “guerra fria” acabou na série. Não dá para continuar mais assim e é por isso que eu advogado pelo uso do Composto V pelos rapazes já na próxima temporada, dando-lhes algum tipo de poder que eles pelo menos possam enfrentar minimamente os Sete no braço sem morrerem instantaneamente.

Sobre a CW, a citação é geral para qualquer série de super-herói da DC da CW. Não tem 25 episódios. Normalmente um pouco menos.

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Dias Cruz 17 de outubro de 2020 - 00:03

Parabéns pela crítica incrível, Ritter! <3
Eu simplesmente AMEI a season finale. A surra que as meninas deram na Tempesta... CARA, eu fiquei LOUCO e gritando em plena madrugada: "bate na nazi", "mata a nazistaaa" (questionei meu caráter kkkk).
Porém, três coisas me incomodaram:
1- Luz-Estrela e seus poderes
TIPO, MAN???? A garota em plena luz do dia fez pouco demais e ainda recebeu uma surra da Tempesta (Ah, e o que falar dela x BlackNoir???). Na luta final ocorreu uma explosão do lado dela e mesmo assim ela não ficou forte. Ou a tal é só enfeite pros 7 ou o problema é o roteiro que não a quis valorizar mesmo. Na minha opinião ela deveria treinar e buscar expandir seus poderes na próxima temporada.
2- Tempesta se ferrou cedo demais
Ok que eu tava doido pra ela se ferrar, mas eu estava esperando um arco mais abrangente e duradouro. Sabe aquele episódio que começa com o garoto matando um atendente de loja por conta da intolerância? Seria muito top se isso fosse abordado de maneira mais destrinchada e de forma a incomodar ambos os lados do espectro político que vivem discutindo o tema.
3- Profundo muito de lado
Eu curti demais a crítica à Cientologia, porém durou tempo demais. O Profundo foi um cara nojento e escroto, mas já foi tratado o que fez com que ele fosse um homem desprezível, poderiam ter ido mais a fundo. Enfim, algumas coisas realmente devem dar certo enrolando um pouco antes.

É isso. Já quero a terceira temporada AGORA! kkkk

Responder
planocritico 17 de outubro de 2020 - 12:56

Obrigado, @RobsonDiasCruz:disqus !

Sobre seus pontos:

1. Acho que é uma questão de roteiro. Isso acontece nas HQs em geral e não poderia ser diferente em uma série de TV. Poderes precisam ser relativizados, senão tudo acaba muito facilmente.

2. É o que eu acho também.

3. Aqui eu acho que funcionou para mim. Profundo teve um tratamento homeopático na temporada, um pouquinho de cada vez para apresentar a Igreja da Coletividade. Quero ver agora que o líder perdeu a cabeça…

Achou essa temporada melhor, pior ou equivalente à primeira?

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Dias Cruz 18 de outubro de 2020 - 12:15

Tendi seus pontos.
Quanto a ser melhor, equivalente ou pior… Na minha opinião os roteiros e o ritmo da primeira temporada foram um pouquinho melhores a maior parte do tempo, mas a nova temporada compensa com a ação, temas e o sentimento de aflição com os heróis mais bonzinhos o tempo inteiro, aí meio que acaba equivalendo as duas para mim. :3

Responder
Lara Loira 14 de outubro de 2020 - 16:51

seria ótimo se vcs analisassem Sob Pressão plantão covid, mas vcs no geral ignoram séries globo

Responder
planocritico 14 de outubro de 2020 - 16:54

De fato, Globo não é muito nosso forte não…

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Dias Cruz 19 de outubro de 2020 - 09:38

Vou ter que concordar com a Lara.
Esse site é maravilhoso, as críticas são outro nível e o que vocês trabalham a mais aqui resulta em coisas muito interessantes.
Porém, eu sinto a falta de críticas aqui das produções que a Globo vêm fazendo e são de grande qualidade. Por que não apostam mais nas obras nacionais?

Responder
planocritico 19 de outubro de 2020 - 09:43

Existe total e absoluta liberdade aqui no site. Cada um escreve literalmente sobre o que quer escrever, quando quer escrever, seja um documentário curta-metragem de Tuvalu, seja um grande blockbuster americano. Não fazemos restrições e não impomos nada. Portanto, o site não escreve e nem deixa de escrever nada. Quem faz isso são seus membros que individualmente tem ou não interesse em isso ou aquilo. No momento, aparentemente, nenhum dos redatores tem interesse em escrever sobre séries da Globo. Porque? Não faço ideia.

Mas dizer que não apostamos em obras nacionais chega a ser injurioso. O que não falta no site é material nacional. Normalmente filmes, claro. Aliás, o Brasil é o único país que tem uma coluna própria em que semanalmente (às terças) nos obrigamos a trazer conteúdo nacional para cá, algo que, arriscaria dizer, muito poucos sites nacionais fazem.

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Dias Cruz 19 de outubro de 2020 - 11:59

Ah sim, entendi como funciona a escrita aqui.
Só pra constar: eu não disse que não apostam, mas que poderiam apostar mais nesse mercado nacional crescente no que tange a séries e etc.
No mais, compreendi o processo criativo daqui agora, e essa liberdade que dão aos seus escritores é MUITO boa, como também admirável e original (falo isso com muita sinceridade, acompanho esse site há muito tempo)
<3

planocritico 19 de outubro de 2020 - 20:43

Beleza!

A melhor maneira de ter diversidade de conteúdo é dar liberdade para os redatores. Caso contrário, arriscaria de só termos filmes que eu e o Luiz Santiago queremos e, por mais variados que sejam nossos gostos, eles obviamente não são variados o suficiente.

Abs,
Ritter.

Dialógico 13 de outubro de 2020 - 17:02

Achei a maeve muito deus ex machina, mas no geral foi muito bom!

Responder
planocritico 14 de outubro de 2020 - 10:03

Sim, sem dúvida a Maeve foi providencial demais…

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Dias Cruz 18 de outubro de 2020 - 12:15

Como assim ela “foi providencial”?

Responder
planocritico 18 de outubro de 2020 - 15:05

Apareceu na hora certa para salvar tudo um pouco mais do que deveria.

Abs,
Ritter.

Responder
Robson Dias Cruz 18 de outubro de 2020 - 15:08

Ah, tendi.
Eu achei de boas, man. Tipo, bem sensata a participação dela na reta final da temporada.
Acredito que, como eles não tinham posto ela já oficialmente praticando contra a Vought com Luz-Estrela, deixaram que algumas atitudes e sentimentos expressassem as decepções e revoltas dela com a empresa, seu trabalho e com ela mesma. A gota d’água pra ela foi ver a Tempesta chegando na torre dos 7 depois de terem exposto que ela é uma nazista querendo uma Nova Ordem Mundial, aí meio que já atingiu a Maeve mais a fundo, por ela ser lésbica e namorar uma hispânica.

planocritico 18 de outubro de 2020 - 15:11

Eu estava somente falando do surgimento quase mágico dela duas vezes em um episódio só, um para socar a Tempesta e a outra lá onde estava o Billy.

Abs,
Ritter.

Robson Dias Cruz 19 de outubro de 2020 - 09:38

Ah, compreendi seu ponto :3

The Question 13 de outubro de 2020 - 13:03

Até antes do desfecho da temporada eu achava que o homelander era o rei, mas no final descobrimos que ele é só mais um peão no grande xadrez das coisa!
O discurso inflamando dele foi muito foda, dava pra sentir a raiva, achei até mais impactante que o fapfap do homem no alto do prédio(!).

Responder
planocritico 13 de outubro de 2020 - 17:02

O que pode ficar interessante é quando ele perceber que ele é poderoso o suficiente para não ser peão de ninguém. Aí a proverbial porca vai torcer o rabo…

Abs,
Ritter.

Responder
Original Rude Boy 12 de outubro de 2020 - 12:43

Foi uma Season Finale digna.

Deram uma apressada no plot da Tempesta mas pra mim foi sensacional ela se fuder nesse episódio.

Ela se safar nessa temporada realmente não sei se iria ser bom pra série.

Espero que na próxima temporada eles explorem mais em tela os poderes do Homelander, e não só o raio laser.

Isso aí, bora pra 3ª.

Abs

Responder
planocritico 13 de outubro de 2020 - 13:03

Eu gostaria que a trama da Tempesta evoluísse mais. O momento catártico foi extremamente rápido. Achei que diminuiu o impacto do mal que ela representa.

Abs,
Ritter.

Responder
Alexandre Tessilla 12 de outubro de 2020 - 12:43

Esse último episódio foi satisfatório. A primeira temporada foi um pouco superior a esta segunda, mas continua sendo uma ótima série. Espero que a terceira melhore, senão pode começar a ficar cansativa. Tivemos ótimos momentos nessa temporada que juntando daria uma obra prima.

Responder
planocritico 13 de outubro de 2020 - 13:03

Também gostei mais da primeira temporada. Eu acho que a terceira tem grande potencial pelo que foi armado aqui.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Duarte 12 de outubro de 2020 - 12:43

Ritter, até que temporada você levaria essa série? Pra mim que não li a hq acho que mais uma temporada

Responder
planocritico 13 de outubro de 2020 - 13:03

Até a quarta. Mas daria para pensar até a quinta, que parece ser o plano original. Mas sempre só com oito episódios.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Duarte 13 de outubro de 2020 - 17:02

Bacana

Responder
Manolo Neto 11 de outubro de 2020 - 23:37

Minha maior reclamação é o “”””plot”””” das “moscas” da primeira temporada ser totalmente esquecido no churrasco

Responder
planocritico 12 de outubro de 2020 - 12:43

Pois é! Um absurdo isso!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 11 de outubro de 2020 - 11:54

Achei que foi pouca a surra que as garotas deram na tempesta era pra ter durado o episódio inteiro kkkkkkkk
#queimanazista

Responder
planocritico 11 de outubro de 2020 - 15:34

O episódio teria definitivamente sido melhor se tivesse focado apenas no lado da ação.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Macedo 11 de outubro de 2020 - 10:56

O episódio foi bom e ponto. Muita conversa e pouca ação. A temporada toda foi assim na verdade. Esperava muito mais da Tempesta. Resolveram o papinho da supremacia da raça branca dela em um discurso do Capitão Pátria pedindo desculpas à Starlight. A melhor cena do episódio pra mim, foi o Capitão Pátria descobrindo a traição do Edgar na casa e matando soldados (apesar de óbvio o que ele iria fazer, me gelou a espinha me imaginar naquela situação kkk). A Fêmea só de olhar a Tempesta superou todos os traumas eu fiquei???? A Maeve chegando bem Deus Ex-machina eu fiquei???? Ansioso e receoso para o que vem a seguir

Responder
planocritico 11 de outubro de 2020 - 15:34

Achei bem mais do que apenas bom, mas, de fato, a primeira metade foi lenta.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 10 de outubro de 2020 - 21:07

Obrigado Ritter por mais essa temporada e por me apresentar aos quadrinhos The Boys! Também adorei a série e a considero superior aos quadrinhos (que são trash demais pra mim kkkk).
E aí, teremos envergadura para um texto de referências e easter eggs da segunda temporada? Essa série está recheada de deles.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 23:17

Eu é que agradeço seu prestígio, @rodrigopatini:disqus ! E sim, a série consegue ser bem melhor que os quadrinhos, ainda que eu tenha me divertido DEMAIS (mais do que deveria, confesso) lendo aquelas atrocidades…

Sobre referências, cara, eu gostaria, mas o tempo e energia para algo assim é algo que não tenho mais. Se eu faço isso, deixo de fazer um monte de outras críticas importantes…

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 10 de outubro de 2020 - 18:34

Achei a (aparente) conclusão do arco da Tempesta um tantinho apressado. Gosto do que ela representa, e como seu discurso simplesmente amplifica um sentimento das massas. “As pessoas adoram o que eu tenho a dizer” diz ela em certo ponto. Um season finale menos catártico do que eu esperava, mas ainda excelente.
ABS

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 20:26

Diria que foi bem apressado. As consequências da revelação do passado dela poderiam ser abordadas com bem mais calma, amplificando a discussão que a própria série começou.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 10 de outubro de 2020 - 21:57

Concordo. Espero que a personagem não seja descartada. Não faço ideia de como vão trazê-la de volta considerando os acontecimentos, mas uma personagem com retórica e ação tão odiosas, e ainda assim cultuada é algo que precisa ser abordado nas próximas temporadas.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 23:11

É o que penso. Ela poderia voltar se for “revelado” que ela tem regeneração como o Wolverine (já que ela não envelhece, seria plausível) ou com próteses mecânicas, o que gosto menos, pois esse universo não é mais tecnológico que o nosso para além do Composto V.

Abs,
Ritter.

Responder
Nellio Vinicius 10 de outubro de 2020 - 17:31

Não achei tão desnecessário o papo inicial do Hughie com a Starlight, porque explicou um ponto nebuloso do próprio hughie, porque ele age como um canário, que quer sempre salvar todo mundo, é uma resposta ao que a mãe dele fez, ele quer ser o inverso e é o mesmo ponto de porque a Vought queria que o Ryan tivesse uma criação diferente do Pátria e temos na própria série um exemplo de filho que seguiu os passos do pai e não deu muito certo- Butcher e seu pai. Espero que a Stormfront volte, e pelo amor de Deus não façam ela de Darth Vader, uma consultoria pra Vought ou Homelander acho ok ou como diretora daquele hospital que faz experimentos com super, mas ela de exterminador do futuro e afins NÃAAAO; e com a adição do Solider Boy na 3ª temporada, já sabemos quem será o consolo do Homelander, agora será interessante saber se assim como a Madelyn e a Stormfront, a paródia de Capitão América também vai manipular a paródia de Superman. Momento Girl-Power achei ok, mas esperava uma dificuldade maior, porque apesar de 3×1, a Stormfront tem quase 100 anos, e apesar da roupa de Amazona, nenhuma das outras 3 tem experiência em batalhas. E ansioso para utilidade da Newman, menos que usar os rapazes pra enganar os rapazes e fazer missões Black Ops que favorecem ela e a Vought nem comemoro.

Obs.: Apoio que a série tenha no máximo as 5 temporadas prometidas e não se transforme igual as séries da CW só que para maiores.
Obs. 2: 7 temporadas seria poético, mas não.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 20:26

Desnecessário não foi exatamente, mas sim longo e repetitivo. Para mim, não era o momento de isso acontecer dessa forma, ocupando um bom pedaço do episódio de final de temporada. Mas, tudo bem.

E sobre o tamanho da série, fiquemos só com cinco temporadas, por favor e, mais importante, cada uma de no máximo oito episódios mesmo. Nada de ficar inventando temporadas mais longas…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 10 de outubro de 2020 - 15:52

Concordo com vc, as partes de bla bla da luz estrela com o hughie foram desnecessário, visto que era último episódio da temporada. Uma dúvida que tou até agora, a meave voa? Pq ela apareceu naquela campo do nada e na floresta também, não lembro dela voar na série, e fiquei com impressão que o Billy ia matar o menino mas daí o pátria apareceu e ele mudou de foco. No geral a temporada foi boa, ainda prefiro a primeira e o final da primeira me deixou com vontade louca de ver a 2, o que não aconteceu comigo no final dessa atual.

Ps: já passou da hora dos rapazes usarem o composto v.

Ps 2: a série tá completamente diferente da hq, e como eu previ, o Black noir tenho 99% se certeza que não é um clone, pra mim devem criar o filho do patria pra ser a contenção dele no lugar do Black.

Ps 3: última cena do patria total aleatória kkkkkk fico imaginando o ator gravando a cena, geral deve ficar rindo kkkkkkk

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 16:02

Que eu saiba, na série a Maeve não voa. Mas ela pode ter super-velocidade tranquilamente.

Sobre o Billy, sim, ele ia tentar matar o Ryan naquela hora de pura raiva cega pela morte de Becca. Mas, quando o garoto fica do lado dele contra o Homelander, ele muda de ideia. E concordo: a 1ª temporada foi melhor.

Ps: Sim!

Ps 2: Quando mais diferente melhor. O problema do uso do filho do Pátria é que ou ele vai precisar crescer mais rápido do que o normal – o que não teria problema -, pois eu acho que MESMO The Boys não teria coragem de colocar uma criança contra seu próprio pai.

Ps 3: A última cena foi sensacional!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Thomas Shelby 13 de outubro de 2020 - 13:03

Eu jurava que ele ia esmagar, ou pelo menos tentar esmagar a cabeça do Ryan.

Responder
planocritico 13 de outubro de 2020 - 17:02

Ele ia, mas o Capitão Pátria chegou na hora e o garoto ficou do lado do Billy, derretendo o coração do Bruto.

Abs,
Ritter.

Responder
Thomas Shelby 14 de outubro de 2020 - 10:03

O Pátria pedindo pro Ryan ir até ele, kkk o Ryan deve ter pensado “Vô é porra que eu vou aí p teu lado mermão”.

planocritico 14 de outubro de 2020 - 10:04

Bem por aí…

Abs,
Ritter.

David RoPin 10 de outubro de 2020 - 21:07

Cara foi um furo (deliberado, mas foi) de roteiro. Mas, todavia, não obstante, se a gente tiver boa vontade podemos dizer que ela chegou saltando. Como o Hulk sabe?

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 23:17

E super-velocidade? Ela poderia ter esse poder também com bastante facilidade.

Abs,
Ritter.

Responder
David RoPin 11 de outubro de 2020 - 15:21

Assim, ela já demonstrou que tem ótimos reflexos mas super velocidade como o A-Train eu acho que não m3smo. Mas nada impede dela correr rápido como a Mulher Maravilha por exemplo.
Mas pra chegar ali do nada… Não dá pra engolir. Mesmo assim rendeu as melhores cenas do episódio kkkk.

Responder
planocritico 11 de outubro de 2020 - 15:34

Ela poderia ter tão facilmente quanto não ter e ter torna o momento mais palatável. Como estamos em um mundo de super-heróis, porque não, não é mesmo?

Abs,
Ritter.

Thomas Shelby 13 de outubro de 2020 - 13:03

Ao meu ver quando a Tempesta saiu fora, as meninas devem ter dialogado sobre como ela pode ter ido atrás do Butcher e Becca na floresta e então a Maeve foi pra floresta atrás deles usando supostamente a “super” velocidade dela.

Vinnih19 13 de outubro de 2020 - 17:02

Mas vem cá, como ela chegou lá quando os rapazes lutavam com a Tempestra?

Thomas Shelby 14 de outubro de 2020 - 10:03

Ela pode ter seguido os rastros da Tempesta quando ela vaza lá da Torre dos Seven. Se você perceber quando a Tempesta entra na Torre e geral tá olhando, a Maeve tá lá olhando com cara de puta…

planocritico 14 de outubro de 2020 - 10:03

Super-velocidade?

Abs,
Ritter.

MayB 10 de outubro de 2020 - 15:05

Como que uma faquinha furou a Stromfront e tiro de bala não faz nem cócegas, seria o mesmo princípio do Translúcido? Buraco?? Pena a gente não ver os “brinquedinhos” do French em ação
Só uma reclamacãozinha, eles precisam melhorar essas chantagens uma mais fraca que a outra

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 15:24

Provavelmente só a pele dela é invulnerável e, mesmo assim, parcialmente.

Sobre a chantagem, não tem nada mais eficiente do que usar o orgulho de alguém contra a pessoa. Isso mostra a vaidade, no caso de Homelander, a psicopatia dele. Eu gosto.

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 10 de outubro de 2020 - 14:43

Esperava mais da luta da Starlight + Maeve + Kimico vs Stormfront. A cena foi boa, mas a luta mais ou menos
A Starlight podia dar uns soco com luz, usar mais a luz que só pra empurrar as pessoas. eu falei que ela tinha que aprender a lutar.
Não esperava/desconfiava quem era a pessoa que explodia as cabeças, esconderam muito bem. Realmente como vc disse tinha que ser alguém que estava dentro do capitólio.
Maeve vem pro lado da “Luz” (será que eu não vou mais passar pano hihihihi)
Achei que eles iriam manter a Stormfront por mais um tempo fazendo ela lidar com as revelações, mas enfim.
RIP Rebecca
3º temporada Capitão América do Inferno vem aí?!

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 15:24

Sim, todo mundo na série tem que aprender a lutar. Mas o lance é esse: mesmo os super-heróis são uns manés destreinados, porque o importante é a Vought vender bonequinho deles. Treinamento de luta é algo que nem passa pela cabeça de ninguém. E, no caso dos Rapazes, os que lutam, lutam como lutadores de rua.

Sobre a revelação, se não fosse alguém dentro da temporada, tudo desmoronava. E foi uma boa escolha, ainda que eu me incomode com o “desuso” de Cindy, já que se deram ao trabalho de mostrar que ela ainda estava viva.

No caso da Stormfront, acho que ela pode voltar. Viva ela está. Faltam só uns membros e um olho, mas isso é detalhe, he, he, he…

E sim, Soldier Boy vem aí!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 10 de outubro de 2020 - 15:52

Na HQ é desse jeito, os super só tem o poder mas não sabe nada de luta, tanto que os the boys matam eles facilmente.

Responder
HobokenBlues 10 de outubro de 2020 - 14:27

É quase como se essas duas temporadas fossem um prólogo e vão começar agora a adaptar o primeiro volume.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:42

Sim, bem por aí mesmo. Mas espero que adaptem dessa maneira BEM solta que estão fazendo e sem acrescentar grupos extras de super-heróis.

Abs,
Ritter.

Responder
O Arrebatado Cartman 10 de outubro de 2020 - 14:12

Eu gostei do episódio inteiro, meu unico “problema” com a segunda metade dessa temporada é que a escrotidão dos supers foi se diluindo um pouco, sei que a série tem uma pegada muito diferente das hqs que se sustenta basicamente só nisso, mas essa é uma das coisas mais legais de The Boys.
E o plot do Profundo chato pra carai do começo ao fim, e falar em plot, Boys procurados serviu pra nada, nem exploraram isso muito bem.
E concordo, o resto dos boys no Resgate do Moleque Ryan eles não serviram pra nada.

E aqui eles mostraram como o poder biologico é bem mais forte que o do Composto V, tento em vista que a Stormfront aguenta o zóio quente do Homelander nas teta mais virou uma cotoca pro Ryan – eu espero q ela volte cotoca, sem fator de cura de regenerar membros.

E a Neuman tem tudo pra ser outra grande vilã da série na próxima temporada, pq político é isso aí mesmo, pra falar que combate tal coisa eles precisam da coisa acontecendo. Nenhum político, por exemplo, vai querer acabar de verdade com a pobreza se eles precisam fazer marketing com os bolsa-pobre q eles pagam

Espero que os planos se mantenham de ser apenas 5 temporadas. Ja vai ter o spín off, mais que isso é desnessário.
E essa cena do Homelander batendo uma se encaixou bem melhor aqui, ja que ela era uma cena deletada da primeira temporada.
E falando no homem, porra, Tony Starr merece uma indicação os prêmios ano que vem, mandou muito bem.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:27

Eu adorei a trama do Profundo. Celebridade perdida procurando ajuda de Igreja que promete milagre. Hollywood todinha! E não sei sobre escrotidão, se considerarmos que tem uma nazista genocida que almoçava com Hitler na série! Não sei como fazer mais escrotidão que isso!

Político é o pior tipo de vilão. Será muito interessante se essa Victoria Neuman for até as últimas consequências de mãos dadas com a Vought!

Os planos originais eram de cinco temporadas? Se for, REALMENTE espero que parem por aí. E cinco de oito episódios. Não quero que inventem “temporada estendida” de 16…

Abs,
Ritter.

Responder
O Arrebatado Cartman 10 de outubro de 2020 - 14:27

Mas esse plot da nazista nem foi escrotidão direito, eu falou no sentido de humor negro tipo o peteco no Demolidor, o A Train no hospital, a baleia.

O Kripke falou que planejaram a série pra 5 temporadas, mas ele é o cara que levou Supernatural até onde foi, então…
Mas não duvido 5 virar 6 do jeito que tu falou com 16 episódios, ai eles fazem um hiato na metade tipo Vikings.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:42

Eu acho que foi bem equilibrado no quesito escrotidão desse tipo, mas entendo seu ponto. Houve mesmo oportunidade para mais momentos assim mas o Kripke sei lá porque acabou segurando…

Cara, vira essa boca para lá sobre Supernatural PELAMORDEHOMELANDER!!!!!!!!!! Cinco de oito tá de bom tamanho!!!

Abs,
Ritter.

Responder
O Arrebatado Cartman 10 de outubro de 2020 - 14:42

kkkk mas acho que vão manter isso ai, até pq quando chegar na quinta a Amazon ja não ta tão dependente de The Boys, vai ter Senhor dos Anéis, vai ter Fallout, não vai ter motivo de ficar segurando a série.

planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:43

Tomara!

E dezembro agora volta o xodó do Bezos: The Expanse!

Abs,
Ritter.

Carlos Bruno 10 de outubro de 2020 - 15:37

The Expanse é a minha favorita da Amazon, que bom que está voltando!

planocritico 10 de outubro de 2020 - 16:02

Expanse é sensacional! E, melhor ainda: será semanal que nem The Boys!

Abs,
Ritter.

David RoPin 10 de outubro de 2020 - 21:11

O poder bilógico é mais forte, ou o Patría consegue controlar a intensidade, e foco dos raios e o Rayan ainda não.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 23:11

Uma boa explicação também.

Abs,
Ritter.

Responder
Celso Ferreira 10 de outubro de 2020 - 13:42

Foi um episódio no mínimo excelente!!!

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:27

Achei um pouco menos do que isso, mas está valendo.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Linhares 10 de outubro de 2020 - 11:51

Tempesta aguentava bem a visão de calor do Homelander, já o moleque transformou ela em nazista defumada. Parece que o pivete é ainda mais poderoso que o Homelander. Será que ele pode ser usado como arma secreta contra o estrelado no futuro?

Não teria desperdiçado a Tempesta tão cedo, ela foi uma peça que deu um movimento legal na trama, espero que não seja seu fim definitivo.

Sobre a inutilidade dos rapazes no episódio, bem que poderiam ter deixado eles usarem o para-raios contra a Tempesta, para pelo menos dizer que fizeram alguma coisa, ou tentaram.
Mas entendo o objetivo do episódio era mostrar um momento Girl Power, embora eu jure que seria mais gratificante ver elas espancando o Pátria em um futuro próximo do que a Tempesta.

Sobre o final.. mostrou que a Vougth não está para brincadeira e são muito mais maquiavélicos que Tempesta ou Capitão Patria, que no fim, foram só joguetes nas mãos deles.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:27

Desconfio que sim. Ele é o primeiro super de nascença desse universo. Não há “regras” para o que ele pode fazer.

Também espero que não seja o fim definitivo de Tempesta. Ela é uma personagem boa demais.

Sobre os Rapazes, é bem isso. Eles poderiam pelo menos ter tido a oportunidade de usar aquele negócio que o Francês fez, tomavam porrada e aí as Raparigas entravam.

E sim, a Vought é ardilosa. Não é sem querer que o Gus Fring é o manda-chuva daquilo lá!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 10 de outubro de 2020 - 10:48

Isso que é girl power: juntar três mulheres para dar porrada em uma nazista. Aprende marvel. Concordo com a critica. O início foi bem morno, mas o final foi espetacular

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 13:02

Sim!

Abs,
Ritter.

Responder
Paulo 10 de outubro de 2020 - 10:48

Todas as críticas dos episódios foram excelentes, parabéns. Em geral a temporada foi muito boa, mas no final dela é que entendemos que a proposta foi realmente desenvolver uma história bem coesa e coerente, com a ação sendo um elemento na equação, não o foco. O grande problema dessa temporada foi que os Boys pareciam presos na Caverna do Dragão. Um monte de expectativa criada pra combates, cabeças explodindo, Cindy, Lamplighter, Butcher contra Black Noir, Vogelbaum na mira do Homelander no tribunal, Homelander com instabilidade emocional pendendo entre “matar todo mundo/dane-se geral” ou “eu mando nessa p…” pra no final pouca coisa acontecer de fato e os personagens terminarem praticamente no mesmo patamar que o episódio começou. Foi uma temporada focada em dar dimensão e profundidade para os personagens, isso foi uma das coisas boas, de fato. O problema dos episódios ficou nessa sensação de “espiral”: muitas voltas ao redor de si e no final demorar pra avançar a história. Para próxima temporada espero que não tenha nenhuma cena envolvendo chantagem, porque esse recurso foi praticamente o “super poder” que mais apareceu nos episódios, resolvendo a maioria das tensões e problemas. Por fim, algo que me deixou super indignado: MM, French e Hughie podiam ter sentado a porrada valendo na Stormfront sem poderes (já que o French havia preparado um EMP, se não me engano) antes das garotas aparecerem quando os poderes dela retornassem. Mas não, o roteirista resolveu fazer o French gritar “vamos galera, a arma que pode derrotar a stormfront está dentro do carro, junto com outros explosivos, uma RPG e tanques cheios de gasolina”. Que desperdício!

Responder
Wagner 10 de outubro de 2020 - 11:05

Bem lembrado esse final do seu comentário. Era algo que pensei “Preciso falar isso na crítica do Ritter” e, como sempre, eu esqueci kk

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 11:10

Foi o que falei da transformação dos Rapazes em extras nesse episódio (com exceção do Billy, claro).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 13:02

Chantagem é o jogo mundial. A Guerra Fria foi uma grande chantagem mútua, por assim dizer. Faz sentido e é interessante. Caso contrário, seria só mesmo pancadaria pura.

Sobre os Rapazes, foi um desperdício nesse episódio mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Alex 10 de outubro de 2020 - 10:45

Pronto!
Agora o ritual está completo, ver o episódio e ler a crítica do Ritter hehe
Foi um misto de emoções esse episódio pra mim, nem achei que iria me envolver com essa série, mas fui do suor nos olhos à risada na hora que os meninos olha pro Bruto dando beijocas na amada, e empolgado na hora do pau quebrando, não me incomodou a conversação inicial, acho que por pensar que o orçamento limitado não ia permitir muito tempo de batalha. Mas acho que o que me incomodou foi a Maeve entrar nos momentos chaves, aparecer lá com a turma do The Boys de surpresa e depois de novo pra usar a cartada contra o Homelander. Sentirei saudades de Tempesta, torci pra ela escapar viva dessa do jeito que torci pro Thanos não morrer no primeiro vingadores kkkk

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:45

Tempesta ainda está viva. Não sei se será usada novamente, mas ela está lá na base do Encaixotando Helena.

Abs,
Ritter.

Responder
Abrahão Juvencio 10 de outubro de 2020 - 10:40

Mano na real mesmo eu não botava muita fé nessa igreja não visse? Mas realmente os cara são brabo d++++ https://media4.giphy.com/media/aLdiZJmmx4OVW/giphy.gif

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:40

Não tanto quanto a Vought.

Abs,
Ritter.

Responder
Abrahão Juvencio 10 de outubro de 2020 - 11:10

Por enquanto… ESPERO

Responder
Gabriel Pereira 10 de outubro de 2020 - 10:40

Ritter, concordo com muitas coisas, mas nisso “algo que, espero, mude na próxima temporada, com o possível uso do Composto V por eles)”, não concordo. Sei que acontece nas HQs, mas eu ficaria contente se não ocorresse. Acho incrível e foi uma das coisas que mais me atraiu, é o fato dos The Boys serem ser humanos normais que peitam os super, vão no improviso e na loucura, cada plano mais louco que o outro. Acho que perderia o sentido eles usarem o composto V, algo que eles lutam contra. Porém, não vou achar um horror se acontecer, se for bem colocado, veremos.
Abraço.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:40

Não vejo como a série se sustentar sem isso. Existe um limite para o quanto humanos normais podem lidar com o Homelander. Agora, se a série se estender para sempre, aí pode ficar muito ruim. Queria mais duas temporadas e olhe lá.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Pereira 10 de outubro de 2020 - 12:15

Acho que seria interessante ter esse suporte dos outros super que são contra a Vought e o Capitão. Porém, não da pra ser como foi nesse ep, como vc mesmo destacou, os The Boys como figurantes das cenas de ação. Em relação a estender, concordo totalmente, é um risco enorme ela se estender e começar a enrolar. Também quero que tenha aí umas 2 temporadas e feche em grande estilo.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:27

O risco é esse. Uma repetição dessa “figuração” desse episódio e outras situações do tipo “Homelander não pode trucidar Billy porque tem um vídeo comprometedor”…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Pereira 10 de outubro de 2020 - 14:42

Uhum, entendo. Se bem que até a Maeve apela pro vídeo, kkkk’, Capitão é complicado. Mas sim, essa questão de impedir que a treta aumente por causa de vídeos tem que chegar em um fim, a saída é sempre a mesma.
Abraço!

planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:42

Mas quando eu defendo o uso do Composto V, eu defendo relativamente, ou seja, não quero que os Rapazes se transformem em super-heróis invencíveis. Acho que eles poderiam apenas ganhar algum tipo de super-força temporária que permita que eles levem um cacete do Homelander “só” se quebrando todo, sem morrer. Algo assim.

Abs,
Ritter.

Gabriel Pereira 10 de outubro de 2020 - 15:02

Uhum, concordo. Teria que ser algo usado pra determinado momento, tipo o Logan quando usa o composto no filme pra dar aquele sprint final.

planocritico 10 de outubro de 2020 - 15:24

Por aí, exatamente.

Abs,
Ritter.

Carlão das Minas Gerais 10 de outubro de 2020 - 10:40

Alguém aí sabe se o refrigerante Fresca existe de fato? Tá batendo uma vontade danada de provar.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:48

Sim, existe.

Abs,
Ritter.

Responder
Carlão das Minas Gerais 10 de outubro de 2020 - 14:12

Obrigado. Abços

Responder
Wagner 10 de outubro de 2020 - 10:40

Começando pelas reclamações: escanteamento do Noir, a rapidez com que Maeve chega no “campo de batalha” (já que ela não voa), a luta antinazista com mais cortes do que o necessário, Tempesta não ter matados os humanos (os quais quase todos mega coadjuvantes) com seus raios e qualquer cena com o Profundo.
E também senti um incômodo pelo fato do Homelander não ir atrás quando ocorre a explosão no galpão. Certamente ele escutaria aquilo.

Por incrível que pareça, eu achei a minutagem muito boa e não senti enrolação.
Trem-Bala, nunca critiquei. E a facilidade com que ele encontra Annie e Hughie só mostra que a Vought tava pouco se lixando pra eles. Uma parada que gostei foi durante a cena em que Stan foi visitar o líder da igreja e mostra um guardanapo virando com o vento, já indicando que o A-Train estaria por ali.

Falando na Igreja da Coletividade, acho que vai ficar por isso mesmo. No máximo Carol deve assumir a liderança, só que ela é muito mais assustadora que o seu antigo superior.

Sobre a Vic, não esperava. Creio que ela seja da Vought mesmo, liderando uma “anti-Vought” para repassar as informações em primeira mão para contramedidas da empresa poderosa. Ou talvez ela tenha interesses próprios.
No fim das contas a Vought foi “dominada” por ela mesma, já que os pontos cruciais vieram do Trem-Bala (com os documentos) e da Maeve (com o vídeo do Capitão Pátria)

Tempesta não morreu, só ficou chamuscada sem os membros. O pessoal da série já confirmou que ela sobreviveu. E convenhamos, seria burrice relegar seu papel somente como um artifício para sujarem a imagem da Vought.
E claro, apanhou foi pouco. Poderia ter colocado uns minutos a mais aí só de porradaria.

Agora o que mais me surpreendeu foi Billy, em que um único episódio mostra uma evolução muito forte.
Além de qualquer cena com o Homelander, obviamente.

Eu esperava um tiquinho mais, mas ainda foi um final de temporada bem satisfatório.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:40

Sim, Tempesta não morreu. Isso ficou bem claro. O próprio Capitão Pátria diz isso na coletiva de imprensa, que ela está em lugar secreto.

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 10 de outubro de 2020 - 11:10

Mas aí no caso ele poderia estar mentindo (se bem que a morte dela até que seria bem vista pela população)
Eu tô falando é da declaração do Erik Kripke mesmo rs

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 11:10

Exato. Se ela estava morta, ele diria. Não havia razão para esconder.

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Bruno 10 de outubro de 2020 - 10:40

Ainda bem que a Tempesta morreu logo, eu particularmente estou saturado de plot sobre nazista, acho melhor a série seguir no rumo do próprio Stan Edgar: São “negócios” que movem o mundo desde sempre.

Em relação ao final achei bom, mas tenho minhas críticas, eu particularmente gostaria de umas coreografias de lutas mais interessantes, o mais legal da surra que a Tempesta levou foi uma das 3 falando: “Stupid Nazi”, ô pancadaria sem graça.

SPOILER
SPOILER
SPOILER
SPOILER
SPOILER

Tá bem claro que o diretor vai adaptar o Ryan como o Black Noir na série (contenção contra o Homelander). Se for isso mesmo acho uma pena, pois Black Noir na HQ é o personagem mais insano e sem escrúpulos de todos e ter ele vs Homelander num cenário mais elaborado seria muito interessante de se assistir (Se bem que o Homelander que antes parecia ser um psicopata maluco mas estratégico e inteligente agora parece um retardado fazendo cosplay de Superman), não sei muito bem oque esperar das próximas temporadas.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:48

Não tenho muita certeza sobre o papel de Black Noir vs Ryan. A não ser que o Ryan tenha super-crescimento também, duvido que o showrunner coloque uma criança com essa função. A não ser que a série seja longa, o que espero que não aconteça com todas as minhas forças, pois não tem material para isso.

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Bruno 10 de outubro de 2020 - 15:42

Teve algum episódio se não me falha memória que o próprio Bruto fala sobre o Ryan ser o maior ou/e um ativo de bilhões de dólares da Vought, e também deixar pelo menos entrelinhas que ele é um tipo de contenção ao Homelander. Considerando o fato de que o próprio Stan Edgar admite que o Homelander tem vários parafusos soltos e pode pirar a qualquer momento, por isso a criação do Ryan foi feita com a mãe em concordância com a Vought, pra não repetir o “fracasso” Homelander.

Sobre a duração da série, pelo visto eles tem vontade de estender bastante, porque como você mesmo disse e eu concordo essas duas temporadas funcionaram como um prólogo da HQ.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 16:02

Sim, mas eu acho que mesmo The Boys não vai ter coragem de colocar uma criança contra seu próprio pai.

E sobre estender, espero que não. Duas temporadas de prólogo e duas – ou três – de história efetiva e pronto, está mais do que bom. Até as HQs não tinham material para terem durado o que duraram…

Abs,
Ritter.

Responder
Oscar 10 de outubro de 2020 - 10:40

Eu realmente fiquei aliviado de descartarem a nazi ainda nessa temporada depois de terem revelado ela para o público, conhecendo os EUA ela poderia fazer um discurso nas ruas e ser aplaudida pelos seguidores, ainda que eu goste da ideia dela continuar e conseguir a própria super equipe. A cena de luta girl power por mais satisfatória que tenha sido, na segunda vez que eu vi foi difícil ignorar a forma estranha cheia de cortes com que filmaram.
O rosto confuso do Capitão Pátria quando ouviu “genocídio branco” foi literalmente a única vez nessa temporada que ele mostrou algo parecido com uma de bussola moral.
A serie é boa, mas parece que tem muitos personagens para poucos episódios, o que é chato vendo que todos os atores mostraram potencial a ser explorado.
Levando em consideração que é preciso errar muito para não ter a renovação para a quarta temporada, eu iria preferir que a terceira explorasse mais grupos de heróis talvez de forma mais episódica como forma de expandir o universo da serie.
Compartilho a preocupação com o spin-off que parece que querem contar como é a versão do Instituto Xavier desse universo.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:48

Mas aí é que está: seria sensacional usarem Tempesta justamente com essa função que você descreve. Descartá-la (não matá-la, pois ela está viva) é um desperdício de personagem e de atriz.

Eu prefiro que as próximas temporadas – que, por mim, seriam só mais duas, mas sei que serão mais – acabassem de contar essa história específica dos Rapazes contra a Vought. A expansão do universo não serviu para nada nas HQs a não ser enrolar a história.

Abs,
Ritter.

Responder
gasparzinho 10 de outubro de 2020 - 10:40

Alguém entendeu por que a deputada matou a diretora da CIA lá no primeiro episódio, se o plano da deputada sempre foi prejudicar propositalmente a Vogh para se promover? (Foi isso que eu entendi…)

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:40

Ela muito provavelmente trabalha para a Vought.

Abs,
Ritter.

Responder
Vitor Guerra 10 de outubro de 2020 - 08:51

“As pessoas gostam do que eu falo elas so não gostam da palavra Nazista”
Uma frase poderosissima e extremamente real.
Gostei muito do episodio ele encerrou muito tempora que embora inferior a primeira ainda teve grandes altos.
As cenas de ação foram ótimas e adorei o momento emocional do Bruto decidindo fazer a coisa certa.
Não me incomodei com a Stormfront já saindo pq sempre achei o arco dela bem preso nessa temporada e acho que estender demais iria saturar e adorei que o Trem Bala descobrindo que ele saiu dos 7 por causa do racismo dela e decidiu fuder com a vida dela kkkkkkkk
Gosto muito dessa serie e estou muito empolgado para a terceira temporada.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:55

Eu já acho que a Tempesta tinha muito mais a oferecer.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Cabral 10 de outubro de 2020 - 08:51

Só vim aqui pra dizer que ver nazistas e racistas tomando porrada é muito gratificante!

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:48

Sempre! Mas eu ainda acho que a Tempesta deveria voltar, pois a personagem é boa demais!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Cabral 10 de outubro de 2020 - 16:33

Sim, o personagem e atriz são muito bons. A sutileza dela se referindo ao Trem-Bala e ao Stan Edgar foi muito bom. E aquele papo de genocídio branco foi a cereja do bolo, nem o Capitão Pátria, o maior psicopata do planeta, acreditou. Por mim pode voltar sim, pra apanhar ainda mais haha.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 16:52

Isso. Ela forma um equipe de super-nazistas, os SupreMen, funda uma nação ariana em alguma ilha do Pacífico e os Sete E os Rapazes vão até lá juntos para descer a lenha em todo mundo, em um team-up inesquecível!

Assim tá bom?

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Cabral 10 de outubro de 2020 - 22:47

Ritter, você inventou isso agora? Porque SupreMen é um nome muito bom hahaha

planocritico 10 de outubro de 2020 - 23:11

He, he. Sim, inventei agora! Seria “lindo”, não?

Abs,
Ritter.

Gabriel Cabral 12 de outubro de 2020 - 12:43

Sem dúvidas hahaha

Felipe Augusto 10 de outubro de 2020 - 08:51

Acabei de ver o ep, concordo bastante com a crítica, primeira metade mta enrolação, mas dpois entregou um ótimo final. Pensei exatamente o msm sobre a Stormfront, fiquei puto c a morte (?) dela, até falei p minha namorada seria louco se ela fugisse p Alemanha e se reorganizasse, criando um novo Reich hein kkkk ia ser foda, mas td bem, entendo q pode ser importante pro futuro o q aconteceu, o Ryan crescendo nas asas da CIA, nutrindo ódio pelo pai pela culpa de ter matado a mãe, veremos. Sobre o Black Noir, não li as HQs, mas sei do plot dele e por mais q não deva acontecer igual na série, acho q nas próximas temporadas a série deveria tratar ele melhor, o coitado tá sendo mto tirado a mero coadjuvante, aquilo da alergia msm, putz kkkkk mta zueira c o cara, nem apareceu no último ep e ainda pode ter sofrido uma lesão cerebral, wtf? Sobre o Homelander temos q exaltar o Antony Starr, o cara rouba TODAS as cenas, pqp! É um deleite odiá-lo, o cara engole tudo e todos. A Aya Cash tbm excelente, tomara q volte como uma ciborgue kkkkk. Enfim, apesar dos altos e baixos essa temporada foi bem divertida assim como a primeira e q a terceira seja melhor. Ah e 2020 foi um bom ano pra segundas temporadas de séries baseadas em HQs hein, das três q assisti, The Boys, The Umbrella Academy e Doom Patrol, gostei de todas, mto boas.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:48

Mas Black Noir é um coadjuvante. Não vejo muita razão para desenvolvê-lo para além do que foi feito, ou seja, uma espécie de “black ops” dos Sete a mando do Stan Edgar. Se ele tiver função parecida à das HQs, ok, mas aí é só lá pelo final.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Linhares 10 de outubro de 2020 - 12:01

Também não acho necessário desenvolver muito o Black Noir por enquanto. Ele é um ótimo coadjuvante que sinceramente funciona melhor daquela maneira, sem falas e com aparições engraçadas e pontuais.

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 14:27

Exato. Ele “falando” é hilário demais. Quero ver o que ele vai fazer com a Maeve agora…

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 10 de outubro de 2020 - 08:51

Muito bom episódio! Terceira temporada está me deixando ansioso demais pela sua chegada que talvez só venha em 2022 …

Responder
planocritico 10 de outubro de 2020 - 10:48

Pois é. Essa pandemia, além de tudo que causou, destruiu os planejamentos de séries e filmes…

Abs,
Ritter.

Responder
O Arrebatado Cartman 10 de outubro de 2020 - 14:12

provavelmente, ano passado eles ja estavam filmando a temporada nesses meses e agora nem começou.

Responder

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