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Crítica | The Expanse – 4ª Temporada

por Ritter Fan
1358 views (a partir de agosto de 2020)

  • spoilers das temporadas anteriores, mas não dos livros (mantenham assim nos comentários, por favor). Leiam, aqui, as críticas das demais temporadas.

Cancelada pelo SyFy e resgatada do cancelamento pela Amazon Prime Video graças ao fanboyismo mais do que benigno de ninguém menos do que Jeff Bezos, The Expanse, potencialmente uma das melhores séries sci-fi de todos os tempos (ainda não acabou, portanto não posso falar em absolutos), ganhou uma esperadíssima 4ª temporada pouco mais de um ano após o encerramento da 3ª, em junho de 2018. Considerando a forma como a temporada anterior acabou, com a literal expansão do horizonte narrativo possivelmente para todo o universo com a abertura de um anel alienígena que permitiria ao Homem colonizar planetas em outros sistemas solares, o risco que havia era todo o hard sci-fi que sempre marcou a série se perdesse em jornadas ou guerras nas estrelas. No entanto, felizmente, não é isso que acontece, pelo menos não ainda nessa temporada.

Novamente dividindo a narrativa em núcleos separados e bem definidos, mas retornando ao  número reduzido de episódios da 1ª temporada, os showrunners Mark Fergus e Hawk Ostby souberam manter sua “assinatura”, firmando a temporada em conceitos mais terrenos, sem, claro, perder a oportunidade de explorar mais a narrativa macro lidando com os misteriosos seres responsáveis pela protomolécula e pelo anel. Semelhante ao que fiz na análise da temporada anterior, que foi bem dividida em dois momentos e comentada de acordo, resolvi seccionar minha crítica nas quatro linhas narrativas da 4ª temporada, mas sem dar uma nota para cada uma delas e sim, apenas, uma geral, como vocês podem ver mais acima.

Vamos lá.

Avasarala e a paz na Terra

Com a migração de plataformas, The Expanse passou a poder incluir mais palavrões em seus diálogos e, apesar de isso não ser necessariamente uma vantagem, pois, em mãos menos hábeis, torna-se apenas algo para chamar atenção para si mesmo, Chrisjen Avasarala (Shohreh Aghdashloo), Secretária Geral das Nações Unidas, beneficiou-se muito disso. Em meio a uma disputa eleitoral acirrada contra Nancy Gao (Lily Gao), jovem política que, ao contrário de Avasarala, deseja levar a humanidade para além do anel, Avasarala ganha excelente destaque, com explosões expletivas divertidíssimas que colorem ainda mais seus belíssimos e arrojados figurinos étnicos. Temendo a protomolécula e outra tragédia como em Eros, a secretária geral é mais cautelosa e, considerando a paz entre a Terra, Marte e a O.P.A., estabelece um bloqueio no anel, não permitindo o êxodo para outras galáxias, artifício narrativo lógico e inteligentemente inserido que mantém a temporada “sob controle”, evitando que a história se disperse demais.

Ainda que Gao em si não possa ser considerada uma personagem propriamente dita, já que ela existe mais como conceito do que como alguém que ganha algum tipo de desenvolvimento para além da disputa eleitoral, ela funciona bem como a antítese de Avasarala e, claro, um gatilho para o cada vez mais excelente trabalho de Aghdashloo na série. Além disso, apesar de pouco interagir fisicamente com outros núcleos – nós a vemos brevemente com Jim Holden (Steven Strait) no começo e, depois, com Bobbie Draper (Frankie Adams) em Marte – sua história está bem costurada com todo o restante, primeiro como a maior defensora da manutenção da humanidade em nosso sistema solar pelo menos até que as potenciais ameaças além-anel sejam identificadas e neutralizadas e, depois, como mandante da expedição de Holden e equipe para Ilus – ou Nova Terra – como seus olhos, ouvidos e, claro, mãos, o que empresta automaticamente outro status e outro grau de amadurecimento ao protagonista da série.

Além de sua presença magnética em tela, há também um bom tempo empregado para lidar com seu relacionamento com seu marido Arjun (Michael Benyaer, substituindo muito bem Brian George), o que ajuda muito no desenvolvimento da personagem, já que ela ganha uma dimensão “doméstica” mais acentuada e que contrasta fortemente com sua personalidade irascível. Será interessante ver como sua personagem, desprovida de um cargo de autoridade, será explorada em futuras temporadas, caso, claro, a Terra ainda exista depois do asteroide que para lá caminha.

Bobbie e a corrupção em Marte

Em termos narrativos, Bobbie tem o núcleo mais separado e auto-contido de todos, tangenciando apenas duas vezes com o de Avasarala, uma vez quando a secretária-geral visita Marte e a usa como peão político e, depois, nos segundos finais, quando ela liga para a agora derrotada política para aceitar a oferta de emprego que havia sido feita. É nesse núcleo, diria, que a temporada mostra mais fortemente sua característica de ser “a primeira metade” de um temporada completa, já que, apesar de ser possível enxergar já cedo como a história da ex-marine conversa com as demais, isso só é colocado mais às claras próximo do final e mesmo assim mantendo a personagem fisicamente isolada em Marte.

No entanto, o conceito de uma Marte decadente a partir da ativação do anel alienígena é fascinante. Afinal, temos que considerar que esse é um planeta inteiramente terraformado por imigrantes vindos da Terra a tal ponto de ter havido uma completa separação de “espécies”, como se os marcianos fossem realmente alienígenas. Mas o trabalho de transformação de Marte em um planeta com atmosfera respirável e solo arável, algo que demora séculos, perde muito do sentido com a descoberta de planetas inteiros com “ar de graça” e que são facilmente atingíveis com a tecnologia existente. O freio tecnológico e espiritual que isso representa aos marcianos é interessantíssimos e, confesso, me pegou de surpresa em mais uma excelente inserção narrativa dos showrunners que não se furtam de tornar complexa toda a delicada expansão humana pela galáxia.

Mais interessante ainda é Bobbie inicialmente não perceber – ou não acreditar nisso – precisando que seu relacionamento profissional com o simpático policial corrupto Esai Martin (Paul Schulze) seja construído para que ela note o que está acontecendo ao seu redor. Particularmente, eu teria preferido que essa noção tivesse sido mais organicamente estabelecida na temporada, sem a necessidade de repetidos textos expositivos por parte de Esai para Bobbie. Faltou, diria, uma representação visual crível para a decadência marciana, já que ela fica basicamente restrita a diálogos e ao desemprego do namorado de Bobbie. Por outro lado, a ação funciona muito bem aqui, com as missões do grupo montado por Esai ganhando em complexidade e tensão e abrindo caminho, no final das contas, para o diagnóstico de uma endemia grave entre os militares marcianos e a relação deles com facções mais radicais dos Belters, aqui representada pelo pirata especial Marco Inaros (Keon Alexander).

Drummer e Ashford e a sociedade do anel

Diria que a linha narrativa mais complexa e cheia de nuances está no bloqueio espacial do anel representado com mais proeminência por Camina Drummer (Cara Gee) e Klaes Ashford (David Strathairn) no comando da ex-nave migratória Mórmon e agora estação espacial Medina, situada próxima ao portal estelar para evitar a passagem de qualquer nave desautorizada, tarefa complicada diante do surto migratório que se abate não só perante aos esperançosos Belters, como também a humanos da Terra, em uma espécie de Destino Manifesto espacial que lembra muito o que é visto em estágio mais avançado em Firefly. Considerando que tanto Ashford quanto Drummer são Belters, a aliança com a Terra e com Marte ficam muito saliente aqui e é revelada como algo frágil, uma abordagem mais do que esperada diante dos séculos de animosidade tripartite que marcou a história da colonização de nossos sistema solar na série.

O que há de didatismo no núcleo de Bobbie, inexiste aqui, com o roteiro trabalhando muito bem a coalizão de facções de Belters e a relação deles com o pirata Marco Inaros que, por sua vez, é pai de Filip, filho que teve com Naomi Nagata (Dominique Tipper) e que foi só muito brevemente mencionado antes, ganhando bom desenvolvimento aqui e prometendo muito para temporadas vindouras. Além disso, assim como no caso de Avasarala, ver o veterano David Strathairn atuando é um enorme prazer, especialmente em oposição amiga à personagem de Cara Gee, atriz extremamente carismática que sabe muito bem trabalhar o material que tem em mãos.

É esse núcleo que separa tanto prática quanto metaforicamente os dois lados do anel, estabelecendo e expandindo os problemas potenciais de uma descoberta da magnitude de um portal estelar mesmo em um futuro em que viajar pelo espaço é algo corriqueiro. A inclusão do radicalismo de Inaros nessa equação, mesmo com o personagem só ganhando uma caracterização arquetípica de Keon Alexander, insere The Expanse em um contexto atual de terrorismo, inconformismo e de desesperança, além de colocar os Belters à frente da narrativa.

Rocinante e a Terra Prometida

A tripulação da Rocinante, agora formalmente sancionada pelas Nações Unidas, ganha um novo status, jogando completamente fora sua casca de fora-da- lei ou de apenas um grupo certo no lugar errado. Holden e companhia têm uma missão: estudar eventual ameça que seja representada pelo planeta Ilus, conforme batizado pelos Belters que lá ilegalmente chegaram primeiro ou Nova Terra, conforme os terráqueos da expedição da RCE nomeiam o local riquíssimo em lítio. Esse núcleo que começa reunido, mas é quase que imediatamente separado em dois, com Holden e Amos Burton (Wes Chatham) permanecendo na superfície do planeta e Naomi e Alex Kamal (Cas Anvar) tendo que permanecer em órbita em razão da incapacidade da primeira em se adaptar à gravidade do local, considerando que ela nunca pisara na superfície de um planeta em toda sua vida.

Apesar de a RCE ser uma expedição ostensivamente científica, sua equipe de “segurança” é que assume o comando de tudo depois que o pouso da nave é sabotado pelos locais, matando 23 pessoas e estabelecendo toda a tensão no estilo “fronteira” da expansão americana para o oeste. A grande figura vilanesca é  Adolphus Murtry (Burn Gorman), mercenário que, assim como o pirata Inaros, é consideravelmente unidimensional, ainda que ele cumpra bem sua função narrativa especialmente no que se refere à Amos, como dois lados de uma mesma moeda. Mas o roteiro não torna as coisas “preto no branco” e relativiza as ações dos dois lados, não estabelecendo ninguém automaticamente como inocente.

Essa relação tensionada que divide o acampamento em dois já seria o suficiente para contar uma excelente história no contexto de ficção científica realista que é marca da série, mas não havia como escapar da abordagem dos aspectos alienígenas da história, já que eles, agora mais do que nunca, são parte da mitologia estabelecida. Marcando visualmente toda ação “além do anel” com uma razão de aspecto diferente, mais ampla também para facilitar belíssimos visuais das misteriosas estruturas megalíticas que existem no planeta, essa linha narrativa em Ilus é marcada por Holden servindo de estopim para basicamente todas as tragédias não-humanas que acontecem por ali. Sua chegada, carregando a tira-colo o “fantasma” de Joe Miller (Thomas Jane voltando para breves pontas), ativa as “máquinas” alienígenas espalhadas na superfície planetária, levando a uma sucessão de eventos cataclísmicos que ele, sua equipe, os colonos e o pessoal da RCE precisam lidar.

Confesso que não sei se gosto da premissa de Holden ser o catalisador de tudo o que acontece de monta, assim como não sei se gosto de Miller ser usado quase que exclusivamente como deus ex machina, aparecendo quando providencialmente necessário para fazer a trama andar. Também tenho problemas com o estilo “gincana de problemas” que eles precisam enfrentar no planeta, o que inclui terremotos, ondas de choque, inundações, vírus que cegam, falta de comida e sei-lá-mais-o-que, já que tudo acaba sendo razoavelmente banalizado pelas soluções mágicas de último minuto que são utilizadas sem muito pudor. Por outro lado, as relações humanas são muito boas, com Holden firmando-se como líder e quase que como uma figura messiânica e Amos combinando ação com uma visão trágica e melancólica da vida que conseguem erguê-lo ao patamar de personagem complexo e fascinante que não esperava que aconteceria um dia. As novas personagens – além de Murtry -, a cientista quase inocente Elvi Okoye (Lyndie Greenwood), a mercenária e interesse amoroso de Amos Chandra Wei (Jess Salgueiro) e a Belter Lucia Mazur (Rosa Gilmore) emprestam humanidade à narrativa, ganhando ótimos e destacados momentos ao longo de todo esse arco alienígena.

Além disso, em órbita, as ações de Naomi e Alex para salvar a nave Barbapiccola, dos Belters, depois que os eventos desencadeados por Holden impedem as turbinas de fusão de funcionarem, são feitos técnicos espetaculares, com especial destaque para o detalhado reboque de uma nave pela outra e o ataque da Edward Israel a mando de Murtry. É aqui, mais do que em qualquer outra linha narrativa da temporada, que sentimos mais fortemente aquela pegada de hard sci-fi que faz tanto bem à série, com manobras em órbita trabalhadas de maneira crível e que, de quebra, elevam e muito a tensão. É como um bem-vindo contraste à ação mais “viajante” que envolve Holden e o destravamento dos segredos das mega-estruturas no planeta e que, espero, sejam mais exploradas na temporada seguinte, já que, assim como a história de Bobbie, tudo relacionado ao lado alienígena pareceu “incompleto”, como a primeira metade de uma temporada mais longa.

XXXXXXXXXXX

Mesmo com os problemas inerentes de uma série que parece apontar para um futuro muito mais ambicioso que suas três primeiras temporadas prometeram, a 4ª temporada de The Expanse, agora em uma nova casa, mantém sua tradicional qualidade, ao mesmo tempo que aprofunda relações e personagens, além de trabalhar situações muito interessantes de caráter geopolítico. O problema mesmo é aguardar pelo menos mais um ano para ver como essa história continua, especialmente considerando todo o “jeitão” de meia-temporada que esse ano teve.

The Expanse – 4ª Temporada (Idem, EUA – 12 de dezembro de 2019)
Showrunners:
 Mark Fergus, Hawk Ostby (baseado em romances de James S. A. Corey, nom de plume de Daniel Abraham e Ty Franck)
Direção: Breck Eisner, David Petrarca, Jeff Woolnough, Sarah Harding
Roteiro: Mark Fergus, Hawk Ostby, Laura Marks, Dan Nowak, Matthew Rasmussen, Daniel Abraham, Ty Franck, Hallie Lambert, Naren Shankar
Elenco: Steven Strait, Cas Anvar, Dominique Tipper, Wes Chatham, Shohreh Aghdashloo, Thomas Jane, Frankie Adams, Cara Gee, David Strathairn, Burn Gorman, Lyndie Greenwood, Jess Salgueiro, Rosa Gilmore, Paul Schulze, Keon Alexander, Michael Benyaer, Lily Gao
Duração: 467 min. (10 episódios no total)

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71 comentários

Anderson Lp 20 de janeiro de 2021 - 19:50

Sim, como vc falou na critica, também me incomodou bastante toda a gincana no novo planeta e toda a coisa em Marte.. Algumas coisas ali, principalmente na Ilus, totalmente desnecessárias.
As serie ainda esta bem legal, pena q perdeu boa parte da essência que ela tinha na SYFY. Muitos personagens descaracterizados, principalmente Avasarala. Algumas coisas colocadas em tela somente para o roteiro somente fazer sentido em alguma parte. Ate a parte da física, que era marca na serie, se perdeu bastante.. Coloram o canhão magnético somente para uma cena. Esta, não faz sentido. Digo isso pq eles colocam a Rocinante puxando uma nave imensamente mais * pesada do que ela. Sem falar do cabo e da trapaça do tamanho da nave carga, eles faz todos pensarem (induziram por CGI) que o tamanho dela seria equivalente a Roci, mas seria bem maior rsrs.. Um fusca dando impulso em um caminhão cheio.. Ah, nem falei do cabo..

No mais, achei boa, apesar de ser uma copia da quarta (presos dentro de uma bolha, sem poder usar drive, onde eles tem q controlar um computador alien; Todos se juntam para resolver o problema etc). Acho melhor agora na quinta, apesar de ser mais intimista (focado personagens).

*(mais massa, toneladas de Lithium. Este, que os pobres Belters, imensamente bons vendedores, iriam vender através da Amazon rsrs reúne excelente vendedores e excelente empresa.. rsrs).
Ah, esqueci. Fora o lição estilo He-man: Jovens, façam universidade.. rsrs

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planocritico 20 de janeiro de 2021 - 19:55

Concordo sobre a gincana, mas não sobre a descaracterização de Avasarala ou sobre a física da série. Para mim, esses elementos permaneceram intactos. É importante não confundir realismo audiovisual com realismo científico. O segundo atrapalha o primeiro na maioria das vezes mesmo no caso de séries que prezam o realismo.

De toda maneira, o rumo da 4ª tem sido corrigido na 5ª, que, até agora, vem se mostrando uma temporada espetacular.

Abs,
Ritter.

Responder
Anderson Lp 21 de janeiro de 2021 - 15:08

Entendo.. Sim, esta espetacular..
Do que me referi a personagens, acho que, para garantir roteiro, deixaram eles mais burros. Isso que citei na Avasarala. Eu nem falei, mas ela pareceu ser mais inteligente do que emotiva (quase todos atos e decisões eram com inteligencia). Outro exemplo seria o roteirista, para facilitar a vida e ter alguma coisa para contar, acaba forçando nos problemas logica e/ou bom senso. Entre eles, um ex seria a restrição dos 1300 sistemas abertos.. Um Sistema já seria imensamente grande, essa quantidade então. Com o planeta Terra superlotado e vários conflitos. Fora a coisa q todas as portas estavam abertas já, se tivesse algo, já teria passado..
Ah, nem reclamei de Marte desmontar naves de guerra. Why?! Com um monte de conflito q eles dizem ter.
Talvez resolvesse td se eles tivessem feito a serie como se esses problemas fossem dos desgarrados, os que não foram para o anel. Uns 10 população (sistema sol), isso q ja seria muito..

Da física, tendo a entender o que vc diz, mas acho q tem uma coisa q a serie tinha e não tem mais, da ciência mesmo (extremo cuidado).. Acho q não atrapalhava e era no pico da fantasia para o cientifico, agora, esta bem mais baixo no espectro. Acho q nunca colocariam um “fusca dando impulso em um caminhão”, fora isso, uma corda aguentando OU, nesta quinta temporada, a mulher correndo em gravidade zero (morte Fred Johnson). Ou, ate mesmo, eles jogarem fora e explodindo o driver e propulsor da Razorback e depois eles continuarem usando ele na nave.

De todo modo, também acho que a quinta esta bem melhor q a quarta. So acho q inferior as da Syfy. Nesta, cada episodio era uma montanha russa, em N itens (de técnicos, roteiro, historia, personagens etc).
Td de bom para vc..

Responder
Pedro Brito 4 de janeiro de 2021 - 14:56

Bom, acabei de terminar a 4° temporada. Senti como se fosse um grande epílogo para o que vai vir, pois n sabemos nada novo sobre os aliens, a treta em Marte só vai ter grandes efeitos na 5° temporada e o mesmo da pra dizer sobre o plot de Marco Inaros. Acabou sendo a temporada q menos gostei! Por mais que eu goste dele, espero q tenha acabado de vez as aparições de Miller, o ex machina já tava passando do ponto. Enfim, n gostei realmente de nenhum dos plots pra falar a vdd. Bobbie bandida: preparando o terreno da próxima temporada, nada demais. Avassalara: bem deslocada. Drummer: preparando o terreno da próxima temporada. Nova terra: nada q ja n tenhamos visto em outras séries/filmes, faltou explorar melhor a questão dos aliens (deve ficar pra 5° temp tbm já q a nova lider da ONU vai liberar geral). Enfim, esperava mais. Diria q se a segunda metade da 3° temporada teve mta coisa acontecendo pra pouco tempo, aqui eu achei o contrário.

Responder
planocritico 4 de janeiro de 2021 - 16:30

@PedroB07:disqus , entendo seus pontos e concordo em geral com sua avaliação da temporada. É a mais fraca até agora, mas mesmo assim eu gostei bastante.

Abs,
Ritter.

Responder
pabloREM 28 de dezembro de 2020 - 16:02

Eu gostei da quarta temporada assim como já tinha gostado das outras. Estava preocupado que acontecesse algo que foi citado em um comentário aqui da série se transformar em um “planeta da semana” e felizmente isso não aconteceu. É juntamente com The Boys a minha série predileta atualmente.

Responder
planocritico 28 de dezembro de 2020 - 16:04

Ainda bem que não aconteceu mesmo! Ia desvirtuar tudo.

Já começou a ver a 5ª temporada?

Abs,
Ritter.

Responder
pabloREM 29 de dezembro de 2020 - 15:27

Se der tempo iniciarei ainda essa semana. Ansioso. Abraço.

Responder
planocritico 29 de dezembro de 2020 - 15:27

Beleza!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Taveira 12 de janeiro de 2020 - 11:09

Eu me decepcionei em explorarem apenas um planeta nessa nova temporada.

Outro ponto que me incomodou foi a dublagem. Mais alguém notou que de cada 5 frases, em 4 tem “a gente” na fala (todos os personagens). Poderiam trocar alguns “a gente” por “nós”, “conosco”, etc.

No geral, achei essa a pior temporada até aqui.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:03

Já eu gostei de ficarem em um só planeta. Senão a temporada viraria “planeta da semana” e a própria lógica mais realista da série impede viagens interplanetárias assim tão facilmente.

Sobre a dublagem, eu passo longe de qualquer versão que não seja a original da obra, não interessa a língua que for, pelo que não saberia dizer.

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Bruno 28 de dezembro de 2019 - 12:18

No início, vendo os primeiros episódios acreditei que seria a melhor temporada (tinha potencial para tal), mas acabou sendo a pior, gostei dos plots separados entre os personagens, mas todos eram meio que previsíveis e longos com exceção do plot principal (Rocinante e tripulação), mas que também achei meio arrastado. Talvez tenha achado a pior temporada por causa que criei uma expectativa errada sobre a colonização e exploração de um novo planeta, mas é bem difícil sustentar essa abordagem quando o foco principal já é a protomolécula.

Em relação aos 4 personagens principais:

Amos já poderia ter um desenvolvimento maior, tem bagagem, mas ao invés disso eu senti um retrocesso em relação ao personagem, o ciclo dele tá bem repetitivo.

A Naomi só por Deus, nessa temporada eu perdi a paciência, personagem mais incoerente impossível.

Holden e Alex continuam sendo os personagens mais sólidos da tripulação e ambos com bons desenvolvimentos.

OBS: Só porque avaliei essa como a pior temporada entre as 4 não quer dizer que não gostei (muito longe disso), gostei tanto dessa série que vi tudo em 1 semana. Amo o gênero SCI-FI, talvez seja o meu favorito entre séries/filmes, e a minha temporada preferida foi de longe a 2°, daria 5 estrelas fácil.

Responder
planocritico 5 de janeiro de 2020 - 22:42

Naomi incoerente como?

Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Bruno 6 de janeiro de 2020 - 14:49

Ela faz o quê dá na telha e depois o roteiro vai justificando (contornando) suas atitudes, em uma série mais hard no realismo já teria morrido ou comprometido alguém do grupo, ela e o Amos também.

Quando eu comentei tinha assistido somente até ao 6° episódio, depois de ver o resto.. fiquei foi mais decepcionado ainda com essa temp, enfim é isso kkkkkkk

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 12:18

Não senti isso em Naomi não. Considerei as ações dela bem coerentes.

Abs,
Ritter.

Responder
cristian 27 de dezembro de 2019 - 13:08

Achei a temporada mediana com o roteiro estendendo demais onde não tinha mais assunto e criando uma sucessão de problemas meio bobos em Ilus, mais lendo aqui que o livro é assim mesmo, então quiseram respeitar a linha narrativa, porem podiam acrescentar algo mais interessante, adiantar algum ato da próxima temporada, ou ter inserido o personagem do Marcos antes. O arco em Marte poderia ter sido bem melhor, achei bem fraco, Bobbie dispensa trabalhar com Avasarala mais aceita ser coagida? se fosse apenas para livrar o sobrinho ok, mais depois ela sede, o que não faz sentido já que no fim volta atrás.

Responder
planocritico 5 de janeiro de 2020 - 22:19

Avasarala usa Bobbie para fins políticos, o que afasta a ex-militar no início. Eu gostei do arco dela no final das contas.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo 27 de dezembro de 2019 - 01:10

boas as 2 primeiras temporadas, muito boa a 3ª e fraca a 4ª (muito tempo perdido com eventos estranhos como as lesmas assassinas e a infecção verde cegante, trama pra Bobbie ruim).. que venha a próxima! só faltam agora mais 1599 sistemas pra explorar pelos buracos do anel!

Responder
planocritico 27 de dezembro de 2019 - 22:41

Eu gosto mais das duas primeiras temporadas. Em seguida vem a primeira metade da temporada 3, depois a 4 e, finalmente, a segunda metade da 3.

Abs,
Ritter.

Responder
Snyder Deus 22 de dezembro de 2019 - 02:29

Essa série me lembra os games Mass Effect.

Responder
Pri Matias 20 de dezembro de 2019 - 19:17

Primeira vez que me decepciono com uma temporada de Expanse. Foi triste ter que esperar tanto por uma historia que poderia ter sido comprimida em dois ou três episodios, porém foi esticada para uma temporada inteira. Sensação de não ter avançado em nada na historia. O último episódio foi especialmente terrivel.

Responder
planocritico 22 de dezembro de 2019 - 13:08

Que pena que não gostou. Eu aprecio esse ritmo mais lento que a série tem, ainda que de fato, pelo menos no núcleo em Ilha, poucas efetivas revelações tenham ocorrido.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 19 de dezembro de 2019 - 02:42

Uma curiosidade, as três aberturas passadas, não tem isso chequei várias vezes. Colocaram na abertura da quarta, ao que parece uma explosão nuclear em Brasilia, indicando que nós nos fodemos no futuro kkkk Acho que isso foi alfinetada.
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Responder
planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:21

Opa! Eu tinha reparado, claro, que a abertura mudou, mas não vi esse detalhe não! HAHAHAHAHAHAHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 19 de dezembro de 2019 - 15:35

Brasileiros se foderam nesse universo kkkk será que a realidade imitará a ficção?

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:40

Não somos tão importantes assim no contexto geopolítico mundial…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 19 de dezembro de 2019 - 15:51

Pois é, tudo indica ali que foi algum país que nos eliminou. Pois o Brasil não tem bombas nucleares. E no contexto real foi uma alfinetada pois o Brasil está com reputação queimada, fora do país.

planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:52

Sim, parece uma alfinetada mesmo.

Abs,
Ritter.

Cesar Calderon 19 de dezembro de 2019 - 23:23

Na terceira temporada, um míssel cai em Goiás Maior, no Brasil (cidade fictícia da trama). Acredito que isso tem relação com a essa nova abertura.

planocritico 20 de dezembro de 2019 - 09:19

Provável mesmo. Tinha me esquecido disso até!

Abs,
Ritter.

Estevão Lopes 20 de dezembro de 2019 - 12:08

Talvez esteja relacionado com os meteoritos camuflados do Marco Inaros.
Levando em conta que além das aberturas darem flashes do passado, também podemos lembrar q mostra cenas atuais.

Responder
planocritico 20 de dezembro de 2019 - 12:54

Também pode ser!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 20 de dezembro de 2019 - 23:08

Não pode ser, pois eu olhei os frames a explosão é nuclear começa de baixo pra cima e tem o feixe de luz nuclear e a fumaça negra característica do Urânio. Eles teriam mostrado rapidamente se fosse um meteoro caindo, e com características do choque que é bem diferente da Nuclear.

Responder
Stella 20 de dezembro de 2019 - 13:07

Não é meteoro, é realmente uma bomba nuclear.

Responder
Rodrigo 27 de dezembro de 2019 - 00:58

é bomba nuclear (única que não se conseguiu interceptar) from Marte que acaba caindo na Terra, na 3ª temporada.. eles falam que caiu ao “sul da amazônia”, em “goiás menor” (ou algo parecido), com “perdas estimadas de 2 milhões de pessoas” (se não me falha a memória!)

Responder
Carlos Bruno 28 de dezembro de 2019 - 11:44

Quando Terra e Marte estavam em guerra o estado de Goiás (se não me engano) recebeu uma Nuke, dai eles inseriram isso na abertura, mas realmente, pode ter sido uma alfinetada.

Na hora achei meio engraçado e estranho porque eu moro em Goiânia kkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 5 de janeiro de 2020 - 22:19

Eita! HAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 19 de dezembro de 2019 - 02:36

ótima crítica. Gostei somente da parte de investigação cientifica da civilização alien antiga. Senti um gosto de Prometheus que deu certo, inspiração Lovecraftiana também. A parte da Bobbie foi super chata, era para temporada ser centrada só no pessoal com James Holden.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:28

Poxa, mas só a parte do Holden? Eu gostei de tudo no planeta, mas com reservas, assim como a parte da Bobbie. Achei melhor as partes de Avasarala e da OPA.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:28

Poxa, mas só a parte do Holden? Eu gostei de tudo no planeta, mas com reservas, assim como a parte da Bobbie. Achei melhor as partes de Avasarala e da OPA.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 19 de dezembro de 2019 - 15:35

Sim, eu sou a garota que gosta de exploração espacial e com pegada de mistério alá lovecraft é comigo mesma kkkk

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:40

O que meu deu mais “raiva” na parte do Holden foi que quase nada aprendemos de verdade sobre os alienígenas!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 19 de dezembro de 2019 - 15:52

Sim isso me incomodou também enrolaram demais, para deixar para a próxima temporada. O que eu entendi, teoria minha pelo que se descobriu no final, é que a tal civilização migrou para outra dimensão, eles evoluíram a tal ponto que migraram.

Já que vivemos na terceira dimensão, eles podem ter migrado para uma quarta dimensão que seria o tempo ou uma quinta. Ja que tem a tal teoria M, das cordas não comprovadas, no qual tem a hipótese de existir 11 dimensões espaciais no Universo.

planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:52

Socorro! Me perdi já no primeiro parágrafo!!!

HAHAHHAHHAHAHAHHAAHHAHAHA

Abs,
Ritter.

Stella 19 de dezembro de 2019 - 15:58

kkkkk basicamente resumindo, eu quis dizer que os aliens podem estar na quinta dimensão do tempo e espaço. Mas isso ta me lembrando muito Babylon 5, nao sei se vc assistiu. Mas é uma série muito boa de ficção cientifica que flopou. Nela existe duas civilizações do tipo 3 galactica, elas batalharam e uma foi extinta e a que prevaleceu nao era lá boa aos nossos olhos, e estava manipulando os humanos para se juntarem a eles no futuro para destruir outras.

planocritico 19 de dezembro de 2019 - 17:52

Hummm, isso tem potencial de ser interessante. Meu medo é que demorem muito para chegarem até esse ponto na série…

Abs,
Ritter.

Luiz Kaio 18 de dezembro de 2019 - 19:04

Essa temporada foi muito boa! O livro em que ela é baseada, Cibola Burn, é considerado por muitos o pior da série. O livro conta somente a história em Ilus, com o contrabando de equipamentos militares em Marte sendo um cliffhanger no fim. É incrível terem transformado um material meio fraco em algo tão bom.

Quanto aos mistérios alienígenas, os próximos dois livros a serem adaptados, Nemesis Games e Babylon’s Ashes, não exploram quase nada. Esses dois livros focam mais em conflitos humanos. Apesar disso, Nemesis Games é considerado por grande parte dos leitores, inclusive por mim, o melhor da série.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2019 - 19:48

Confesso que a série é tão boa que não tenho a menor vontade de ler os livros…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Brito 4 de janeiro de 2021 - 00:50

Oq n entendo é q pelo visto ainda faltam mtos livros pra adaptar, porém a série só terá mais 2 temporadas… Complicado!

Responder
planocritico 4 de janeiro de 2021 - 00:51

Não adaptarão todos. Não é um problema sério se conseguirem entregar algum encerramento bom para a história que será contada até lá.

Abs,
Ritter.

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ricardo 18 de dezembro de 2019 - 16:27

Eu li em algum lugar que essa temporada seria um grande segundo ato para o que vai vir. Uma das coisas que eu gosto nessa série, é o jeito com que é trabalhado o “desconhecido”, a protomolécula é assustadora e incrível ao mesmo tempo, já assisti um monte de filmes e séries de ficção onde tinham alienígenas, robôs e por ai vai, que fica muito chato assistir, Perdidos no Espaço tá chegando e vou assistir por assistir.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2019 - 16:47

A temporada parece mesmo preparar algo grandioso. E, de fato, é bem interessante como as questões alienígenas são trabalhadas como algo perigoso e ao mesmo tempo irresistivelmente fascinante.

Abs,
Ritter.

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Sabrina 18 de dezembro de 2019 - 14:36

Essa série ser boa é um milagre ,pois o canal SyFy só faz bomba kkkk

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2019 - 14:36

Você está pensando no SyFy atual. Quando era Sci-Fi, eles tinham coisas excelentes como Battlestar Galactica.

De toda forma, agora The Expanse é da Amazon.

Abs,
Ritter.

Responder
Douglas 18 de dezembro de 2019 - 15:37

12 Monkeys é excelente também é era do Syfy…

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2019 - 15:37

Exato!

Abs,
Ritter.

Responder
Sabrina 18 de dezembro de 2019 - 19:48

Estou falando da SyFy mais recente .Os filmes são horríveis e boa parte das séries tb Helix ,Dark Matter, Van Helsing, Wynonna Earp ,Defiance, Nightflyers. 12 Macacos eu vi a primeira temporada e achei bem meia boca .

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planocritico 18 de dezembro de 2019 - 19:49

Ok. Mas só de ela ter sido responsável por duas das melhores séries sci-fi de todos os tempos (BSG e Expanse – no segundo caso só levando em consideração as três temporadas que o canal produziu), por mim ela tem crédito!

Abs,
Ritter.

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ricardo 18 de dezembro de 2019 - 21:16

Eu gostava de Dark Matter, na mesma época que foi cancelada, que não foi surpresa, renovaram Killjoys pra mais duas temporadas, fiquei sem entender.

Responder
Weverton Wesley 18 de dezembro de 2019 - 21:52

Ah não, não fala mal de 12 Monkeys, meu xodó. Kkkk

Responder
Sabrina 19 de dezembro de 2019 - 17:09

Ok kkkk

ABC 18 de dezembro de 2019 - 17:42

Se não estou enganado Happy, Nightflyers, The Magicians, Deadly Class e Krypton são todas do SyFy e são series elogiadas. Não é tão raro eles terem boas séries, os filmes é que são ruins mesmo.

Saudações.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2019 - 17:58

Sim, são todas do SyFy. Happy, Nightflyers e Krypton são interessantes, mas não sei se são tão elogiadas assim. As outras duas eu não vi.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 18 de dezembro de 2019 - 21:23

As criticas de happy eram boas, já nightflyers e krypton eu confesso que não sei (a 1a está mal na avaliação dos usuários da netflix). Mas todas essas series tem uma quantidade razoável de fãs

Saudações.

Responder
Sabrina 18 de dezembro de 2019 - 19:33

Nightflyers foi massacrada pela crítica e com razão . Happy é boa já ,Deadly Class achei ruim e as criticas tb não são tão boas .Já as outras duas eu não assisti ,porém elas são bem avaliadas .

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2019 - 19:48

Eu nado contra a maré no que se refere a Nightflyers.

Abs,
Ritter.

Responder
Sabrina 18 de dezembro de 2019 - 19:49

Expectativa é a mãe da merda KKKK. Minha expectativa estava alta pois eu gosto do livro e o trailer era muito bom.

planocritico 19 de dezembro de 2019 - 15:35

Expectativa é um problemão mesmo!

Abs,
Ritter.

ABC 18 de dezembro de 2019 - 21:23

Até hoje eu não terminei nightflyers e krypton, os poucos episódios que assisti não me empolgaram. Deadly class eu consegui terminar a 1a temporada, não achei ruim, mas tbm não veria uma nova temporada. Happy foi excelente (ainda tenho que ver a 2a temporada). The magicians eu só vi episódios esparsos, mas ela tem uma considerável quantidade de fãs.

Apesar de eu não ter gostado de duas e achar a outra mais ou menos todas elas foram bem produzidas, diferente dos filmes deles.

Saudações.

Responder
Rafael 21 de dezembro de 2019 - 01:50

Pelo amor de Deus, dizer que o canal de The Magicians, Battlestar Galactica, 12 Monkeys, The Expanse, Alphas, Childhood’s End , Taken Andromeda, The Lost Room, Channel Zero, Continuum e Stagargate só faz bomba!!! Não tem nenhum canal que tenha tantas grandes contribuições ao Sci-Fi televisivo nesse século. O pessoal fica com esse ranço porque não consegue entender que além de séries de ficção científica o canal tem também um público cativo pra séries toscas e que são produzidas justamente pra serem beeeeem toscas e ESSA fatia de público, tipo Happy!, Z-Nation, Blood Driver e os Sharknados da vida…

Responder
Sabrina 22 de dezembro de 2019 - 16:23

Respeito sua opinião ,porém a grande maioria dessas séries eu acho bem fracas .Alphas , Childhood’s End, The Lost Room eu acho ruins . O filme Stargate já não era grande coisa e a série só conseguiu piorar .

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