Home TVEpisódio Crítica | The Flash – 2X03: Family of Rogues

Crítica | The Flash – 2X03: Family of Rogues

por Ritter Fan
82 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 2,5

Obs: Há spoilers. Leia sobre os episódios da temporada anterior, aqui.

Family of Rogues já começa “em vantagem” na comparação com The Man Who Saved Central City e Flash of Two Worlds por trazer de volta Wentworth ‘Prison Break‘ Miller no papel de Leonard Snart, o Capitão Frio, vilão recorrente na série e de longe o mais interessante depois de Harrison Wells. E essa vantagem é amplificada ainda mais com a introdução de Lewis Snart na história, pai de Leonard e Lisa, vivido por ninguém menos do que Michael ‘Scanners‘ Ironside.

Mesmo sendo um capítulo “solto”, a dinâmica entre Barry e Leonard e entre Leonard e Lewis, além da atração entre Lisa e Cisco tornam esse o melhor episódio dessa segunda temporada até agora, o que, infelizmente, não quer dizer muita coisa. Afinal, os episódios anteriores, apesar de trabalharem com a introdução efetiva do multiverso na série, peca por serem apenas repetições da fórmula de “vilão da semana”. Não se pode dizer que Family of Rogues é mais um episódio dessa natureza, pelo fato de o “vilão da semana” ser abordado de maneira mais orgânica e relevante, com algum aprofundamento na caracterização dos personagens.

O que quero dizer é que, apesar de Lewis ser morto ao final (uma pena, aliás!), nós entendemos o drama e sofremos pelos envolvidos. A crueldade daquele homem fica palpável com a terrível história da infância de Lisa e Leonard que continua no presente com o pai ameaçando matar a própria filha para forçar o filho a ajudá-lo no roubo de diamantes. O episódio também serve como mais um que aos poucos transforma o Capitão Frio em “mocinho” – algo que reprovo fortemente – já que ele participará da série spin-off Legends of Tomorrow.

Mas toda essa dinâmica interessante e que altera um pouco a mesmice que vimos anteriormente quase cai por terra completamente com o irritante “dramalhão mexicano” representado pela volta da esposa de Joe, em um retcon safado de um roteiro mequetrefe. Lágrimas para lá, soluços para cá e a vida de Joe, que mentira para Iris sobre a mãe, dizendo que ela havia morrido, não muda em absolutamente nada. Talvez essa jogada tenha relação com a já anunciada chegada de Wally West – vivido por Keiynan Lonsdale – ao elenco, mas ela não convence aqui, parecendo forçada, com uma resolução apressada e simplista demais.

Na trama maior, vemos Jay Garrick usando seus dotes de cientista para tentar abrir o rasgo dimensional localizado dentro do S.T.A.R. Labs. Ele quer voltar para sua Terra (Terra-2) e estuda uma forma de abrir a fenda. Aparentemente, tanto Cisco como Caitlin, gênios de plantão, não servem para nada e saem completamente da jogada, deixando Jay praticamente sozinho para resolver o quebra-cabeças, algo que ele faz magicamente em pouquíssimo tempo mencionando algumas palavras pseudo-científicas no processo para legitimá-lo (teria sido mais honesto soltar um “abracadabra!”). É como ver um roteiro escrito por uma criança de nove anos brincando com os “bonequinhos” dos heróis. E o pior de tudo é Jay ser demovido da ideia de voltar para sua Terra apenas com duas ou três palavras – e um olhar de cadelinha perdida – de Caitlin, que explica que sua presença ali é vital. E justo na hora que nós poderíamos ter ao menos outro vislumbre da Terra-2.

Ainda falando da fenda, há muito havia tentado parar de entender como é que o S.T.A.R. Labs é o lugar mais fácil de se entrar do mundo. Qualquer transeunte faz o que quiser por ali sem ninguém perceber e eu já estava conformado com a situação. Mas, agora, finalmente veio a explicação: Barry, Cisco, Caitlin, o Dr. Stein e agora Jay são completos imbecis. Afinal, como aceitar que eles deixariam uma fenda interdimensional aberta, sem qualquer vigilância, especialmente sabendo que, do outro lado, há o “tremeliquento” Zoom? E quem logicamente passa por ela? A versão Terra-2 de Harrison Wells para que nós fiquemos mais uma vez especulando se ele é do bem ou do mal, se é o Flash Reverso 2, se é Zoom ou se é apenas mais alguém que quer ajudar (ainda que o sorriso sinistro de Tom Cavanagh aponte para alguma opção vilanesca). Haja paciência, viu?

Family of Rogues seria muito bom se tivesse focado única e exclusivamente na família Snart. Com todos os penduricalhos mal escritos ao redor da trama do roubo dos diamantes, o episódio acaba sendo tão marginalmente superior aos outros dois que não tinha gradação de estrelas suficiente para indicar a melhoria e, portanto, tive que manter a mesma nota anterior. Mas saibam que assistir Wentworth Miller e Michael Ironside contracenando vale o (grande) esforço de aturar todo o resto.

The Flash 2X03: Family of Rogues (EUA, 2015)
Showrunners: 
Andrew Kreisberg, Greg Berlanti
Direção: John F. Showalter
Roteiro: Julian Meiojas, Katherine Walczak
Elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Rick Cosnett, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh, Jesse L. Martin, Robbie Amell, Wentworth Miller, Ciara Renee, Victor Garber, Matt Letscher, Michelle Harrison, Patrick Sabongui, John Wesley Shipp, Logan Williams, Teddy Sears, Shantel VanSanten, Michael Ironside
Duração: 43 min.

Você Também pode curtir

31 comentários

MrsAllen 5 de novembro de 2015 - 21:00

Admito que esse episódio não entrou na lista dos meus favoritos. Contudo, ele ganha alguns pontinhos hehehe
Não gostei muito do aparecimento da mãe da Íris, imaginei uma cena daquelas novelas onde a personagem faz aquela “ceninha”.
Enfim, a aparição de Harrison Wells (Dr. Rodinhas kk) da Terra 2 me deixou com uma pulga atrás da orelha, esses finais épicos aumentam minha curiosidade a cada episódio.
Ritter, suas críticas são tão boas que parece que foi escrita por verdadeiro profissional!
Por acaso o senhor é formado em jornalismo? Sério, quantos anos você tem? hahahaha

Responder
planocritico 6 de novembro de 2015 - 00:36

Ganha pontos sim pelos dois Snart. Esses atores são ótimos e sou fã do Michael Ironside, cujo personagem não deveria ter morrido!

E obrigado pelo elogio! Obrigado mesmo! Não sou jornalista não, mas vivo de escrever, já que sou advogado. E já sou idoso… Tenho 43.

Abs,
Ritter.

Responder
Disgrota 31 de outubro de 2015 - 01:16

E a nova policial, Patty Spivot, está quase parecendo Arrow onde cada personagem feminina tem que ser interesse amoroso do protagonista kkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 31 de outubro de 2015 - 12:41

Verdade! Haja clichê!

– Ritter.

Responder
Helder Zemo 26 de outubro de 2015 - 09:57

Essa critica foi muito boa deem todos os oscars para esse mito kkkk Flash e uma serie bem mais ou menos, e muito fãboylismo de alguns falar que Flash e uma serie otima que bate de frente com demolidor. Arrow e Flash as vezes parecem series escritas por roteiristas da Disnel Channel e da Nickelodeon, os proprios personagens que trazem a desgraça e pior não há um desenvolvimento de personagem claro, um texto repleto de cliches pra valorizar coisas que as adolescentes piram como romance mexicano, dramalhao desnecessario e etc.. fora essa formula ala Smallvile de vilao da semana que ja deu ne, vamos parar de ser preguiçosos e fazer uma trama girando em torno de uma ameaca so e se possivel com menos episodios, isso ajudaria a dar mais agilidade e menos gordura de roteiro a serie, veremos o que sai de Legends of Tomorrow, se derem o protagonismo ao sem carisma do Brandon Routh acabou a serie por ai

Responder
planocritico 26 de outubro de 2015 - 11:49

Valeu, @disqus_qqVEa4WRHI:disqus!

É uma pena que personagens tão bacanas sejam tão mal explorados. E não tenho nenhum esperança em relação a Legends of Tomorrow… Liga da Justiça de cospobre…

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Zemo 26 de outubro de 2015 - 09:03

Mas agora veio a explicação: Barry, Catlin, Cisco, o Dr. Stein e agora Jay sao completos imbecis. kkkkkk deem todos os oscars a esse mito e muito fãboylismo falar que Flash e uma serie otima que bate de frente com demolidor, Arrow e Flash as vezes parecem series escritas por roteiristas da Disnel Channel e da Nickelodeon, os proprios personagens que trazem a desgraça e pior não há um desenvolvimento de personagem claro, um texto repleto de cliches pra valorizar coisas que as adolescentes piram como romance mexicano, dramalhao desnecessario e etc… fora essa formula de vilão da semana ala Smalville que e torna o roteiro preguiçoso e manjado, ja se sabe o que vai acontecer, nem meu lado fã de quadrinhos fala mais alto vendo isso, so o meu lado estudante de cinema que vira os olhos a cada dialogo estupido dessa turminha do barulho aprontando altas confusoes kkkkk ahh, que pena que Jessica Jones e so mes que vem….

Responder
jcesarfe 25 de outubro de 2015 - 02:01

A série recomeçou tão fraca que trouxeram de volta o Eobard.

Responder
planocritico 25 de outubro de 2015 - 02:08

E considerando o multiverso, eles poderão trazer infinitos Eobards até os espectadores da série começarem a fazer cerimônias de suicídio coletivo em protesto!

Abs,
Ritter.

Responder
Oscar 24 de outubro de 2015 - 22:42

Não gostei do episodio, claro que foi um pouco melhor que os outros dois, mas eles quererem fazer esse o inicio da redenção de Snart não colou. Da primeira vez que o capitão frio apareceu ele matou com muito sangue frio muita gente, mesmo que a maioria trabalhasse para ele, de qualquer forma me pareceu muito forçado.
E esse esquema de um vilão semanal já deu, nem a maioria dos quadrinhos tem mais um vilão por edição e séries que fazem coisas parecidas sabem usar melhor.
Mas ainda sim vou continuar acompanhando torcendo para que os produtores se arrisquem para fazer algo diferente.

Responder
planocritico 25 de outubro de 2015 - 02:03

@disqus_xDlmPfQbHX:disqus, a série já vinha trabalhando a transformação de Snart em mocinho desde a segunda ou terceira aparição dele. Uma pena, mas não vai ter jeito, já que ele fará parte de Legends of Tomorrow como parte da “liga da justiça de cosplay” dessa série…

Abs,
Ritter.

Responder
Oscar 26 de outubro de 2015 - 03:48

Ela vinha trabalhando nisso como? Snart desde sua primeira aparição sequestrou Caitlin, Cisco e libertou uma duzia de vilões. As coisas boas que ele fez foram fazer um trato com o Flash para não revelar a identidade dele, não matar inocentes (como se isso limpasse todos que ele já matou) e matar um vilão que ele mesmo libertou. Não foi bem preparar uma transformação.

Responder
planocritico 26 de outubro de 2015 - 11:54

Justamente dessa maneira. Ele matava, agora prometeu não matar e só continuar roubando. Ele já ajudou o Flash várias vezes e mesmo nesse episódio, que ele poderia tê-lo matado com o raio congelante, não matou. É claramente a des-vilanização do vilão.

Abs,
Ritter.

Responder
Capitão Frio 24 de outubro de 2015 - 21:17

Deu vontade de rir quando a esposa de Joe apareceu. Vão investir nesse recurso de roteiro, sério CW? É, parceiro Ritter… o negócio está complicado…

Também gostei da dinâmica envolvendo os Snarts. Queria maior foco. Quanto ao Went deixar de ser vilão… meio paia isso.

Responder
planocritico 25 de outubro de 2015 - 02:05

@capitofrio:disqus, infelizmente vão… Uma tristeza mesmo…

E sim, você se tornará “bonzinho” muito em breve… Vá se acostumando com isso… 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Capitão Frio 25 de outubro de 2015 - 20:33

Bom… eu ia xingar a CW… mas agora sou bonzinho.

Responder
planocritico 26 de outubro de 2015 - 02:03

Agora você vai ter que mudar seu nome para Capitão Temperatura Amena…

HAHAHHAAHAHAHHAHAAHA

Abs,
Ritter.

Responder
H-Alves 24 de outubro de 2015 - 17:42

Não gostei desse episódio, achei muito previsível. Estava óbvio que o pai do Snart estava o obrigando de alguma forma ee que no fim ele o mataria, o que foi uma pena, a série está precisando de alguém ruim e que goste de ser ruim, e não de gente com histórias tristinhas por trás.

Responder
planocritico 24 de outubro de 2015 - 19:00

Entendo, mas previsibilidade, para mim, não é um fator que eu leve em consideração em séries dessa natureza. Elas são sempre completamente previsíveis. O que me deixa mais feliz é a forma como eles abordaram a relação familiar dos Snart, que foi no mínimo diferente do que vimos até agora.

Abs,
Ritter.

Responder
H-Alves 24 de outubro de 2015 - 17:33

Já vi que não vou gostar nada nada dessa ex mulher do Joe. De chata já basta a Íris, se bem que a reação dela por descobrir que o pai mentiu por 20 anos foi muito branda. Agora se a volta da mãe dela for mesmo pra justificar a aparição de kid flash, então é até uma boa, desde que ela não fique.
Outra coisa que eu estranhei foi que nem parece que a Íris perdeu alguem que ela amava, nunca vi ela de luto. Pelo menos a Caitlin se afastou um pouco no início.

Responder
planocritico 24 de outubro de 2015 - 19:01

É, vai ser difícil de aguentar mesmo, mas acho que é só uma desculpa para o Kid Flash aparecer de alguma forma.

E sobre o “luto” da Iris, você tem toda razão. É como se nada tivesse acontecido. Nem falam mais do cara…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 24 de outubro de 2015 - 16:51

Engraçado que lendo as criticas daqui e os comentários sao completamentes diferentes do serie maniacos, la o pessoal ta amando flash e american horror story e aqui é o contrario, so uma unanimidade, que todo mundo acha arrow um lixo! Sobre o episodio achei meio chato, nao acreditei que a equipe de barry levou uma criminosa pra dentro do esconderijo e ainda disse na frente dela como que fazia pra achar o irmao dela, chega eu dei pause nao acreditando na cena.

Responder
planocritico 24 de outubro de 2015 - 19:02

@Junito_Silva:disqus, isso acontece! Faz parte. Mas Arrow realmente TEM que ser unanimidade…

Abs,
Ritter.

Responder
Claudinei Maciel 24 de outubro de 2015 - 15:38

Arrow e Flash estão sendo desperdiçados pela EW. Se eles não corrigirem esse status quo de 23 episódios por temporada para séries de supers, eles vão acabar como lembranças irritantes como foi Smallville.
Eles poderiam muito bem condensar essas séries em 13 episódios (à lá Netflix), mas treze episódios intensos!!! Caberia muito mais heróis em uma temporada (coragem Marvel!).
Mas, agora, para mim, já são aqueles vícios que, sem culpa assisto. Mas não sei como fazer para lidar com a frustração. Eles deveriam admitir que NÃO SÃO CRIANÇAS o público dessas séries. Não custa serem mais adultos.
Acho incrível que a série demonstre que o Flash possa segurar uma bala no ar e ao mesmo tempo ser lento demais em outras situações. Como assim? Ele poderia resolver os casos “num flash” (não resisti… kkkk) mas, em nome da “emoção” ele passa a ser apenas um cara ligeiro… fica difícil.
Mas segue o baile, melhor isso que novela e Faustão… hehehehhe
Abraços!!!

Responder
planocritico 24 de outubro de 2015 - 19:03

Poderiam, mas nunca farão, @claudineimaciel:disqus. Esse é o formato padrão de séries em TV aberta e tem razões históricas. Até mudar de verdade, vai demorar muito.

Mas concordo que eles tinham que olhar que o público dessas séries não é bobinho e formado só de crianças. Em AoS eles já perceberam isso.

Abs,
Ritter.

Responder
paulo dias 24 de outubro de 2015 - 12:42

Esse drama chato é algo perseguido pelos produtores da série. O mesmo se dá em Arrow (desde a primeira temporada que Oliver e Diggle ficam naquele blá-blá-blá de discutir a relação). Detalhe que me incomoda em ambas as séries: os personagens principais (Flash e Green Arrow) ficam com pouco espaço na trama. A mitologia dos heróis abre espaço para personagens secundários e de relevância mínima para a trama. Receio que The Flash se perca. Gostei de mais da metade dos episódios da 1ª temporada. Acompanhando a 2ª… bem, talvez o episódio desta semana tenha sido razoável. Em suma: é muito pouco!

Responder
planocritico 24 de outubro de 2015 - 14:58

É, caro @disqus_ogLtE8STt8:disqus… Uma pena esse desperdício todo com personagens tão bacanas…

Abs,
Ritter.

Responder
Wellington B. Ferreira 24 de outubro de 2015 - 12:38

Essa temporada começou como um balde de água fria. Por que Jay é o unico que ao atravessar o portal perdeu os poderes? E pior, por que ninguém sequer cogita usar a cadeira do Wells para tentar “recarregar” Jay??? Enfim muitos porques? Mas como teimoso que sou, continuarei firme assistindo (e lendo suas criticas xD/).
Obs.: Na critica do episodio anterior você mencionou a fato de estarem “recriando” a primeira temporada, e a comparação foi inevitavel: a ida de Leonart Snart para a prisão como o substituto para o Pai na prisão.

Responder
planocritico 24 de outubro de 2015 - 14:59

@wellingtonbferreira:disqus, tem um monte de perguntas mesmo que provavelmente não serão respondidas de maneira razoável… E sobre Snart na prisão, boa comparação! Se fizerem isso vai ser de doer!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Brito 24 de outubro de 2015 - 02:57

O que dizer, mais um mediano episódio dessa segunda temporada de The Flash.

Gostei bastante da interação entre Snart, o pai Lewis e a irmã Lisa. Não que estejam necessariamente torná-los em mocinhos, mas mostra, nesse ponto, que o roteiro abandona um pouco as amarras maniqueístas e mostra que, apesar de não ser um exemplo a ser seguido, Snart também não é também um “bad-guy” quanto pensávamos. Todos tem suas motivações para fazer o que fazem. Ponto para o roteiro (aqui).

Agora, o seguinte. Eu adoro novelas. Todos os dramas, situações, reviravoltas e histórias impossíveis me chamam a atenção. Mas, quando paro pra assistir uma série, é buscando outros ares, fugir um pouco do excesso de melodrama. E o que esse episódio faz? Dá-lhe 10 minutos de cenas dramáticas que NINGUÉM SE IMPORTA! Afinal, quem realmente tá ligando pra ex-mulher do Joe ou dos conflitos dela com ele e a filha? Bola foríssima aqui.

E sobre a facilidade de se entrar no laboratório, me recuso a comentar. Jay, Wells da Terra 2, e tantos outros meta-humanos da s1 que entraram ali com tamanha facilidade, como se não houvesse um pingo de segurança naquele lugar.

Concordo contigo, minha nota aqui seria um 2 e meio também. The Flash tá começando a me dar aquela sensaçãozinha de desapontamento.

Responder
planocritico 24 de outubro de 2015 - 03:50

@disqus_SCtcjEMmme:disqus, obrigado por seu comentário. Esse episódio me deixou particularmente chateado, pois ele tinha bom potencial que foi desperdiçado em dramalhão bobo que o roteiro não soube lidar de maneira sóbria. Uma pena.

Abs,
Ritter.

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais