Home TVEpisódio Crítica | The Flash – 3X14: Attack on Central City

Crítica | The Flash – 3X14: Attack on Central City

por Giba Hoffmann
85 views (a partir de agosto de 2020)

spoilers. Leiam as críticas dos demais episódios de The Flash, aqui.

Dando sequência à aventura em duas partes iniciada em Attack on Gorilla City, o episódio desta semana nos traz Grodd contra-atacando o Team Flash e toda Central City. Se o episódio anterior teve problemas visíveis em tirar proveito de sua premissa básica, a sequência só tem sucesso em manter a coerência do mini-arco, efetuando um desperdício igualmente estarrecedor de seu potencial narrativo. Uma tropa de gorilas gigantes e super-inteligentes, liderados por Grodd, pretende invadir a Terra-1. Existindo a possibilidade de arcar com a computação gráfica necessária para rendenizar os aterrorizantes símios, parece que o pior que poderia acontecer a partir dessa premissa seria uma aventura ao estilo “monstro da semana” – gorilas invadem, Team Flash utiliza-se de seus poderes, tecnologia e esperteza para derrotá-los, todos voltam felizes para seus outros significativos e protagonizam cenas de drama exagerado, fim. Ao final de Attack on Central City, me vi desejando que o episódio tivesse se prendido a este modelo, o que certamente não é um bom sinal.

O episódio se inicia com Barry (Grant Gustin) preparando um café da manhã super caprichado (são muitas panquecas para apenas duas pessoas) para Iris (Candice Patton). Ok, é o tipo de cena que se veria num quadrinho de super herói, embora aqui não adicione muita coisa. Aparentemente Barry está tentando se focar no presente ao invés de ficar o tempo todo preocupado com o futuro. Não seria um problema se um dos temas principais do episódio não fosse justamente o de que Barry chega a cogitar a opção de matar a fim de impedir o ataque dos gorilas e, indiretamente, o futuro no qual Iris é assassinada por Savitar. Nem o roteiro, nem a direção de Dermott Downs, nem a atuação de Grant Gustin contribuem para vender este sub-arco do personagem. Além de ser um tema bem batido, o dilema moral do super-herói entre matar ou não simplesmente não cai bem com o que está ocorrendo aqui e dá a impressão de ser um plot point “forçado”. Dadas as diversas oportunidades em que esta discussão poderia ter surgido com o devido peso dramático, com relação a Eobard Thawne e Hunter Zolomon, por exemplo, é risivelmente absurdo que Barry se veja tentado a matar o pobre Gorila Grodd, de todos os vilões possíveis. Apesar de Grodd ter colocado Joe em risco, ainda se trata de um animal que fora torturado pela mente distorcida de seu arqui-inimigo, e não é como se fosse a primeira vez em que a vida de Joe West tenha estado por um triz. A discussão com Iris também se dá meio fora de lugar e parece acontecer apenas para cumprir uma cota de drama para os personagens. Faria mais sentido se fossem os velocistas-mirins Kid Flash (Keiynan Lonsdale) e Jesse Quick (Violett Beane) cogitando recorrer à violência, com Barry no papel de compasso moral, falando com a voz da experiência e sugerindo buscar uma outra alternativa.

Falando neles, a dupla de velocistas iniciantes se vê envolvida em um arrastado subplot envolvendo a decisão de Jesse em ficar na Terra-1, restringindo a participação dos personagens aos já conhecidos e batidos dramas no qual um esconde algo do outro, passando tempo sentados com cara de preocupação ou tristeza pelos cantos do S.T.A.R. Labs. Se não fosse para mostrá-los aprendendo os “super-heroísmos” do lidar com o ataque iminente, seria mais interessante gastar esse tempo explorando, por exemplo, as reações de Joe (Jesse L. Martin) e Caitlin (Danielle Panabaker) ao retorno de Grodd, já que ambos foram anteriormente raptados pelo super-animal. Caitlin acaba sendo jogada de lado no episódio, assim como Julian (Tom Felton) que sequer dá as caras, após se envolver de forma direta com os eventos da primeira parte da história.

Por outro lado, Joe tem um episódio interessante, com Jesse L. Martin apresentando sua atuação sempre consistente do personagem em benefício de uma história que, no restante, acaba sendo bastante imemorável. A melhor cena do episódio, onde a carga dramática realmente ocorre de forma orgânica e não parece forçada de forma arbitrária é justamente quando Grodd domina Joe e ameaça atirar na própria cabeça. Uma bela cena para Joe e Barry, lembrando os melhores momentos de heroísmo da série. Cisco (Carlos Valdes) também tem uma participação interessante e um papel central a desempenhar na trama. Sua química com a Cigana (Jessica Camacho) continua a ser interessante e revigorante para o personagem (qualquer coisa é melhor do que o status de “eternamente magoado com Barry”). Porém, como o show nos “presenteia” com uma verdadeira overdose de relacionamentos amorosos, qualquer impacto possível do romance acaba meio que diluído no fluxo, perdendo boa parte de seu valor dramático.

Quanto ao plot geral do episódio, a impressão que se tem é de que a história não cumpre com o que o título e o set-up do episódio anterior nos prometem. O ataque de Grodd à Central City não é um ataque frontal e violento de um exército liderado por um vilão em busca de vingança, não se valendo em nenhum momento do fato de que, com a inadvertida ajuda de Barry, Grodd agora tem sob seu comando todo um exército de supergorilas. Na verdade, com exceção da (boa) resolução final do episódio, onde Cisco traz Solovar de volta para derrotar Grodd, todo o episódio poderia ter acontecido com o Grodd da primeira temporada. Seu plano de sequestrar e dominar um oficial militar para ter acesso ao armamento nuclear do exército é o tipo de coisa que o gorila solitário já faria desde o início da série.

Nenhum proveito é tirado do status de antagonista enquanto rei dos supergorilas, a não ser a ameaça do ataque que nunca chega de fato a acontecer. Melhor dizendo, que no final das contas acontece, no sentido de que vemos, por alguns minutos, uma multidão de gorilas marchando por uma rua deserta de Central City e os velocistas socando suas armas e escudos aleatoriamente enquanto Cisco não chega com a ajuda de Solovar. Porém parece se tratar mais de um cumprir protocolo, bem distante do que uma cidade sitiada pelas criaturas poderia ser.

Boa parte da dificuldade de Attack on Central City em fazer jus à sua premissa parece vir de uma inconsistência de tom e escolha equivocada de foco dramático. O que poderia ser uma boa história de ação com Barry ajudando seus novos sidekicks a lidar com uma grande invasão acaba sendo um misto de uma longa perseguição meio sem sentido aos gorilas (como assim eles não podem ser localizados de nenhum outro jeito a não ser com o poder do Cisco?), salpicada por cenas de drama que frequentemente parecem fora de lugar. Uma ocasião perfeita para uma história descontraída e de fortalecimento dos laços que unem o Team Flash é totalmente desperdiçada em favor de dramas adolescentes (o rompante de fúria de Jesse contra Harry (Tom Cavanagh) chega a ser hilário) e subplots preguiçosamente reciclados.

Talvez as cenas consecutivas em que H.R. Wells primeiro tenta (sem sucesso) um diálogo com sua contraparte da Terra-2, e depois decora o laboratório de velocidade com temática do “Dia dos Amigos”, o equivalente da Terra-19 do Valentine’s Day, seja representativa disso. Por que as pessoas da série tratam Wells assim tão mal? Se afinal de contas aceitaram ele como um deles, a recusa e o descaso com tudo o que ele faz parecem bastante exageradas, e acabam simbolizando uma insistência da série em se levar a sério demais o tempo todo, o que ironicamente tem como contraparte a superdramatização, que passa a ser o verdadeiro motivo de risadas. Por inusitado que seja dizer isso, talvez fosse hora do Team Flash tomar como exemplo H.R. e simplesmente se divertir um pouco, ao invés de agir o tempo todo como se carregassem o peso do mundo nas costas.

The Flash – 3X14: Attack on Central City (Estados Unidos, 28 de fevereiro de 2017)
Direção: Dermott Downs
Roteiro: Benjamin Raab, Deric A. Hughes, Todd Helbing
Elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Keiynan Lonsdale, Tom Cavanagh, Jesse L. Martin, Violett Beane, Jessica Camacho, Keith David, David Sobolov
Duração: 43 min.

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43 comentários

márcio xavier 7 de março de 2017 - 15:27

Eu já larguei de mão esse e Arrow. Até tentei, me senti culpado por ver por tanto tempo e abandonar.. é como se eu criasse um cachorro que era bonitinho, mas de repente ele passa a se parecer mais e mais com minha sogra e me deixar tão irritado quanto ela que chega uma hora que vc pensa: chega! não dá mais..então volta e meia venho ver uma crítica deles pra ver se melhorou. Aí vejo que sogra nunca muda.

Responder
márcio xavier 7 de março de 2017 - 15:27

Eu já larguei de mão esse e Arrow. Até tentei, me senti culpado por ver por tanto tempo e abandonar.. é como se eu criasse um cachorro que era bonitinho, mas de repente ele passa a se parecer mais e mais com minha sogra e me deixar tão irritado quanto ela que chega uma hora que vc pensa: chega! não dá mais..então volta e meia venho ver uma crítica deles pra ver se melhorou. Aí vejo que sogra nunca muda.

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Ricardo Heydersoon 5 de março de 2017 - 03:16

O cargo de crítico dos episódios de The Flash é mais amaldiçoado que o de professor de Defesa Contra Artes das Trevas, enquanto isso o Ritter continua nas temporadas de Arrow (vem mais uma aí pelo caminho hahahahaha).
The Flash pega os fãs pelo lá fanservise, eu tô tentando continuar, mais ta difícil…

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Italo Bandeira 7 de março de 2017 - 20:40

Eu larguei essas séries da CW tem mais de um ano e não me arrependo, infelizmente os produtores não parecem estar interessados em fazer roteiros decentes e inovar sempre que possível.

Responder
Italo Bandeira 7 de março de 2017 - 20:40

Eu larguei essas séries da CW tem mais de um ano e não me arrependo, infelizmente os produtores não parecem estar interessados em fazer roteiros decentes e inovar sempre que possível.

Responder
Lorde Miguel 4 de março de 2017 - 21:23

Caramba, eu sei que o personagem H.R. é um tremendo desperdício do potencial que o Tom Cavanagh (de longe o melhor ator da série pra mim) tem (e tem de sobra), mas eu gosto do jeito do personagem. E esse começo de episódio me fez rir muito, eu repeti esses primeiros três-cinco minutos. Achei engraçada a interação entre os dois Wells (novamente, Tom tem um talento absurdo, não sei como ele consegue interpretar os dois com personalidades completamente distintas) e a tentativa do H.R. de celebrar o “dia dos amigos” com todo mundo. Isso é uma coisa da qual eu sinto falta na série, de ver os personagens realmente se divertindo com alguma coisa (a exemplo do episódio 12 da primeira temporada), não sei o porque dessa insistência em fazer Flash ser uma série tão sobrecarregada de seriedade.

Por mim eu deixava o Savitar matar a Iris de uma vez (se bem que não sei se aguentaria os próximos 50 episódios cheios de drama batendo na mesma tecla), se a série quer um avatar carga dramática tanto assim que façam isso cortando uma personagem irritante e que não adiciona merda nenhuma pra série, ainda por cima acho que seria um completo 180 e poderia realmente tornar a série mais interessante considerando que isso seria um plot twist bem legal. Acho que eles também podiam dar um tempo pra mostrar os três velocistas fazendo algo com seus poderes que não seja bater com a cara em escudos, talvez se divertirem ou alguma coisa relacionada a treinamento que nao tenha a ver com “Eu acredito em você, RUN WALLY RUN”. Eu gosto muito da série, mas pra mim estão desperdiçando muita coisa… inclusive o próprio Grodd tá sendo desperdiçado, com o roteiro certo ele tem muito potencial pra ser um vilão de temporada ao invés de um mero caso da semana. E tem o retorno de Eobard Thawne que acredito ser inevitável a partir de agora, e provavelmente vai culminar em Barry quebrando o pescoço do Thawne igual nas HQs, realmente não entendo a insistência dos roteiristas em colocar velocistas se qualquer um consegue acertar o Flash nessa série.

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Flash 6 de março de 2017 - 17:30

Cara você falou tudo que penso nesse comentário , sinto saudades de quando o time flash tinha um “recreio” e também de quando o time era Barry , Caitlin, Cisco e Wells mesmo este sendo o Eobard. Acredito que se o time fosse exatamente como o da primeira temporada o H.R poderia ser bem mas desenvolvido.
Quanto a Iris é seria melhor se a visão do futuro se torna-se realidade.

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G. Hoffmann 7 de março de 2017 - 16:24

É isso aí! A seriedade forçada só faz ampliar os defeitos do roteiro, que poderiam ser atenuados se o tom geral fosse mais divertido (nem que fosse em forma de fanservice, eu tô aceitando qualquer coisa nessas alturas! hahahaha)
E sim, eu boto fé em um Grodd bem executado como vilão de temporada. Muito mais interessante do que o festival de bocejos que foi Savitar até agora!

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Emerson Falcão 5 de março de 2017 - 01:57

Sinto-me assim em todos os episódios.

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Emerson Falcão 5 de março de 2017 - 05:19

Minha vontade a cada episódio assistido…

Responder
Emerson Falcão 5 de março de 2017 - 05:19

Minha vontade a cada episódio assistido…

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Wesley Medeiros 3 de março de 2017 - 15:50

Uma terceira temporada inteira,praticamente resumida a boas ideias mal executadas. Grood é um personagem diferente,criativo e poderia render até um mini-arco no meio da temporada,pra desfocar da história do Savitar matar a Iris,fica chato ver que apesar de ser um herói,Barry só fala em evitar um invasão à cidade pra salvar a Iris,atitude egoísta de uma moleque,como são as atitudes do Barry muitas vezes.
Não vejo sentido,apesar dele ser o protagonista,em ele ser o líder da equipe,Wells fez toda diferença nesse episódio nesse sentido,é o melhor Wells sem dúvida,e tem que voltar pra fica

-irís “Barry você não pode matar,isso não é coisa de herói,e você é um herói”

-Barry “Mas o Oliver já matou”

Parece eu pedindo pra ir nos lugares que a minha mãe não conhecia e dizendo um amigo meu já foi kkkkkk

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Nicolas Dias 3 de março de 2017 - 13:12

Quando nem o ataque de um exército de gorilas gigantes faz o episódio ser bom, noto que a série está pior do que eu imaginava. Mesmo quando a premissa é bom enchem o episódio de subtramas desinteressantes e totalmente anticlímax. No fim das contas nem teve luta contra o exército de gorilas.

Responder
Nicolas Dias 3 de março de 2017 - 13:12

Quando nem o ataque de um exército de gorilas gigantes faz o episódio ser bom, noto que a série está pior do que eu imaginava. Mesmo quando a premissa é bom enchem o episódio de subtramas desinteressantes e totalmente anticlímax. No fim das contas nem teve luta contra o exército de gorilas.

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Rei Tér 3 de março de 2017 - 14:11

Todo episódio tem que ter a cota de conversas motivacionais de Barry Allen. Pior coisa que inventaram foi esse Flashpoint. A única coisa que tem me impressionado é como o Tom Canavagh consegue fazer um Harrison Wells tao diferente do outro

Responder
Emerson Falcão 3 de março de 2017 - 15:25

O cara é talentosíssimo. Também o admirei bastante interpretando o Wells possuído pelo Grood.

Responder
Emerson Falcão 3 de março de 2017 - 15:25

O cara é talentosíssimo. Também o admirei bastante interpretando o Wells possuído pelo Grood.

Responder
G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 16:16

Parte de mim sabe que eles estão se aproveitando do quanto o carisma do ator e do personagem foram um dos pontos fortes da 1ª temporada. É com certeza um “gimmick” descarado deles, mas eu não consigo deixar de me divertir com o Cavanagh. O cara tem tirado leite de pedra com o material que recebeu nesta temporada, sensacional mesmo!

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Junito Hartley 3 de março de 2017 - 03:58

Ja sabia que esse ataque dos gorilas seria uma bosta, quer dizer que sem os satélites nao da pra localizar um monte de gorila de armadura gigante????? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk, também reparei naquele monte de panqueca que geral dos bastidores comeu quando acabou o take. Falando nos gorilas, poha, os caras era pra chegar tocando o terror, ai aparece eles marchando numa rua desértica, nem a imprensa ( a Iris deve ter aposentado, so vive no laboratório) ta la, e pra piorar os defeitos, da pra ver um monte de carro atras dos velocistas passando de boa kkkkkkk

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Emerson Falcão 3 de março de 2017 - 10:27

É tudo se resumiu a carros amassados…

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G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 13:53

Pois é! Essa “invasão” foi uma verdadeira lástima! Se eles não tavam podendo arcar com os custos de fazer o negócio direito, era melhor nem ter se proposto a isso, né?

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Batman 3 de março de 2017 - 00:29

Só piora…

Responder
Emerson Falcão 2 de março de 2017 - 19:09

Série difícil…

Responder
Emerson Falcão 2 de março de 2017 - 19:09

Série difícil…

Responder
paulo dias 2 de março de 2017 - 17:14

Não gostei desse episódio. Roteiro muito fraco e contraditório. Então, o Barry não pode matar o Grood, mas delega esse trabalho ao Solovar? E quanto Solovar está prestes a eliminar Grood, Flash não deixa? Se Flash derrotou Solovar, porque ele não derrotaria Grood? Como o Flash pode ser tão burro ao ponto de se jogar contra o escudo de Grood e Solovar?! Romance de Jesse e Wally é muito forçado. Mas talvez o mais bizarro tenha sido a cena dos goliras marchando…

Responder
paulo dias 2 de março de 2017 - 17:14

Não gostei desse episódio. Roteiro muito fraco e contraditório. Então, o Barry não pode matar o Grood, mas delega esse trabalho ao Solovar? E quanto Solovar está prestes a eliminar Grood, Flash não deixa? Se Flash derrotou Solovar, porque ele não derrotaria Grood? Como o Flash pode ser tão burro ao ponto de se jogar contra o escudo de Grood e Solovar?! Romance de Jesse e Wally é muito forçado. Mas talvez o mais bizarro tenha sido a cena dos goliras marchando…

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G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 13:55

Realmente, não faz muito sentido. Eles fazem todo um auê com o plano de usar o Solovar para derrotar o Grodd, como se a única forma do Flash deter o Grodd em pessoa fosse matando ele, sendo que, como vc disse, ele não precisou matar para deter o Solovar. Não faz O MENOR SENTIDO!!

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Diwlay Anne 2 de março de 2017 - 15:27

Também acho que eles tratam o H.R muito mal, gosto muito do jeitinho dele *-*.

Responder
G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 13:58

Isso aí!!! Chega de haterizar o H.R.!! Poxa o cara tá numa missão de autossuperação, reconheceu os erros do passado dele e quer se redimir, deixar de ser uma fraude. Faz de tudo pra agradar e o povo só esculacha com ele?

Responder
G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 13:58

Isso aí!!! Chega de haterizar o H.R.!! Poxa o cara tá numa missão de autossuperação, reconheceu os erros do passado dele e quer se redimir, deixar de ser uma fraude. Faz de tudo pra agradar e o povo só esculacha com ele?

Responder
Flash 2 de março de 2017 - 14:35

Poxa me arrependi de voltar a série .Esse ep junto com o anterior foram muito fracos na minha opinião.Cara sinto saudades de quando o time flash era Barry , Caitlin e Cisco junto ao Wells ,parece que até o Barry era melhor . Por quê precisamos de Iris, Julian e H.R.
Iris _ É apenas o interesse amoroso
Julian_Qual é , temos o Barry e a Caitlin.
H.R Wells_Esse eu não entendi até agora.
Vou continuar assistindo só para ver se eles irão concretizar o destino da Iris (tomará) ,porém acho que eles não vão ter a coragem de fazer isso.

Responder
Flash 2 de março de 2017 - 14:35

Poxa me arrependi de voltar a série .Esse ep junto com o anterior foram muito fracos na minha opinião.Cara sinto saudades de quando o time flash era Barry , Caitlin e Cisco junto ao Wells ,parece que até o Barry era melhor . Por quê precisamos de Iris, Julian e H.R.
Iris _ É apenas o interesse amoroso
Julian_Qual é , temos o Barry e a Caitlin.
H.R Wells_Esse eu não entendi até agora.
Vou continuar assistindo só para ver se eles irão concretizar o destino da Iris (tomará) ,porém acho que eles não vão ter a coragem de fazer isso.

Responder
G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 14:00

Poxa se o próprio Flash desistir o que será da série?? Hehehe
Mas esses dois episódios foram realmente um ponto fraco em uma temporada que já vinha fraca desde o começo. A sensação é bem essa que vc falou, tem personagem sobrando e os roteiristas fazendo malabarismo pra tentar parecer que estão desenvolvendo todos, mas não tem convencido…

Responder
G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 14:00

Poxa se o próprio Flash desistir o que será da série?? Hehehe
Mas esses dois episódios foram realmente um ponto fraco em uma temporada que já vinha fraca desde o começo. A sensação é bem essa que vc falou, tem personagem sobrando e os roteiristas fazendo malabarismo pra tentar parecer que estão desenvolvendo todos, mas não tem convencido…

Responder
Rei Tér 3 de março de 2017 - 23:54

HR é legal, tem umas sacadas interessantes pra ajudar. Iris é desnecessário, Julian era pra ser aquele cara pra pedir ajuda de vez em quando, igual Joe. E sinceramente, pra que tantos velocistas?

Responder
Flash 4 de março de 2017 - 18:57

Exato , não concordo muito em relação ao H.R mas o resto concordo . O Barry e Julian são da mesma profissão não é isso? Barry não precisaria dele , afinal ele tem a S.T.A.R labs. Os velocistas apesar de eles estejam seguindo as HQS eu nunca gostei disso , por essa razão que preferia os Novos 52 Flash , claro Grodd era velocista e tal mas o principal era o Barry e a maioria de suas aventuras eram solo. Agora com Rebirth todos esses persongerns velocistas vão voltar , não que isso seja ruim , mas na minha opinião isso tira todo o fato do flash ser especial já que existem tantos velocistas.

Responder
G. Hoffmann 7 de março de 2017 - 16:34

@raphaelcarlos:disqus Poxa, concordo plenamente. Sei que o fato de existirem vários velocistas data das raízes do personagem, com o Kid Flash aparecendo apenas o que, 2 anos depois do Barry estrear? Mas nos quadrinhos a coisa é diferente, muitas vezes o que se tem são títulos diferentes e equipes diferentes que querem usar um velocista e tal. É mais fácil manter a unicidade de cada um já que eles não vão aparecer simultaneamente sempre.
No caso da série, eu acho que a melhor saída seria Kid Flash e Jesse Quick terem usos diferentes dos poderes. Tipo, assim como o Barry tem um aspecto da personalidade dele que o leva a sempre estar correndo, os outros personagens poderiam ter pequenas diferenças na forma como usam o poder (com um mais ligado nas vibrações e outro não tão rápido mas capaz de movimentos mais precisos, por exemplo). Sei lá se iria colar para os fãs mais conservadores, mas seria mais interessante trabalhar mais em detalhes os usos dos poderes dos velocistas.

Responder
Rei Tér 3 de março de 2017 - 23:54

HR é legal, tem umas sacadas interessantes pra ajudar. Iris é desnecessário, Julian era pra ser aquele cara pra pedir ajuda de vez em quando, igual Joe. E sinceramente, pra que tantos velocistas?

Responder
Huckleberry Hound 2 de março de 2017 - 13:43

Olha..pelo ponto positivo Savitar parece bem melhor visualmente com menos efeitos especiais!

Responder
Huckleberry Hound 2 de março de 2017 - 13:43

Olha..pelo ponto positivo Savitar parece bem melhor visualmente com menos efeitos especiais!

Responder
G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 14:01

Eu também achei! Por mim eles faziam tudo sempre com efeitos práticos, nada desses monstros de CG que fazem parecer que estou assistindo ‘Max Steel’! hahaha

Responder
G. Hoffmann 3 de março de 2017 - 14:01

Eu também achei! Por mim eles faziam tudo sempre com efeitos práticos, nada desses monstros de CG que fazem parecer que estou assistindo ‘Max Steel’! hahaha

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