Home TVEpisódio Crítica | The Flash – 4X12: Honey, I Shrunk Team Flash

Crítica | The Flash – 4X12: Honey, I Shrunk Team Flash

por Giba Hoffmann
115 views (a partir de agosto de 2020)

– Há spoilers. Leiam as críticas dos demais episódios de The Flash, aqui.

O episódio desta semana de The Flash, explorando a temática já entregue pelo título, tem tudo para se encaixar na definição de episódio “filler“: excetuando-se as sequências iniciais e finais, que dão encaminhamento para as subtramas de alguns personagens, o restante do episódio consiste em uma digressão despreocupada cuja ligação com o enredo central da temporada é apenas indireta. No entanto – e não é a primeira vez que defendo essa opinião – acredito que a série se sai muito bem no formato episódico e constrói ótimos fillers, que por vezes inclusive são melhores do que os episódios principais.

Muito disso se deve ao fato de que a série apresenta seu maior charme quando aborda o universo do Flash de forma despreocupadamente campy, trazendo aventuras extravagantes com os metahumanos de Central City – desde que de uma forma minimamente inteligente, é claro. A temporada atual tem conseguido recuperar essas características com sucesso, e se Honey, I Shrunk Team Flash dificilmente pode ser chamado de algo mais do que “bom”, também é uma aventura divertida e despreocupada que usa bem de seu tempo e premissa para continuar a trabalhar com o Team (Sem-)Flash, dando um merecido destaque a dois personagens que não costumam receber muito: Harry Wells (Tom Cavanagh) e Cecile Horton (Danielle Nicolet).

A subtrama com a nova habilidade de Cecile de ler mentes é construída de forma simples, apresentada em uma ótima cena inicial com Joe (Jesse L. Martin) e possibilitando boas situações de comédia ao longo do episódio. Além disso, ela nos mostra um lado que até então não conhecíamos na personagem, menos sisuda e se inserindo mais nas doideiras da vida dos agregados do Team Flash. Assim, após sua recente atuação como advogada de nosso protagonista Barry Allen (Grant Gustin), Horton recebe mais um episódio interessante. É bem legal ver a produção conseguindo fazer dela mais do que simplesmente a “namorada do Joe”, o que nos deixa ainda mais perplexos pelo fato de que Iris (Candice Patton) continue a carecer de momentos que injetem mais personalidade em seu papel teoricamente central, que se mantém monotônico como sempre.

Mais do que simplesmente uma subtrama humorística, a impressão que temos é que a produção semeia algo aqui, muito provavelmente tendo ligação com a misteriosa moça, interpretada por Jessica Parker Kennedy, que pagou os cafés para Cisco (Carlos Valdes) e Ralph (Hartley Sawyer) no final do episódio anterior (tendo feito anteriormente um cameo no início de Crisis on Earth-X). Especulou-se que seria a filha futura de Barry e Iris, mas e se for na verdade a filha de Cecile, vinda do futuro? E que papel a telepatia de Cecile pode ter no enfrentamento do agora também telepata DeVoe?

Por falar no demônio, vale acentuar o quanto a temporada felizmente tem evitado a fórmula já batida da série em construir toda trama principal em torno de evitar um determinado acontecimento futuro. A ausência total de DeVoe nos últimos dois episódios tem deixado o arco tomar seu tempo e se desenvolver organicamente, além de ter como resultado um aumento na tangibilidade da ameaça que o supervilão representa. É interessante ver Harry e Iris se questionando a respeito das coincidências com que se vêem envolvidos (ainda que isso seja apenas uma forma de tentar se auto-eximir da culpa de um roteiro preguiçoso – mais sobre isso a seguir), a sensação de paranoia vendendo bem a imprevisibilidade dos planos intrínsecos de DeVoe, que subiu o jogo de forma radical com sua armação para Barry. Ao mesmo tempo, vemos a equipe tentando suprir a ausência do velocista escarlate nas ruas, fazendo tudo que está ao alcance para reagir às ameaças metahumanas que não param de pipocar.

A ameaça da vez é um misterioso crime que ocorre em Central City: um prédio de pesquisas de segurança máxima da Kord Industries foi alvo de um roubo. Leia-se: um cidadão levou o prédio inteiro embora. Essa é a trama de nosso vilão da semana, o glorioso Estrela-Anã (Derek Mears), vilão emprestado dos Jovens Titãs com o poder de encolher as coisas, o qual ele utiliza para praticar assaltos e também de maneira ofensiva. Dentre as coisas encolhidas pelo cara, temos a dupla não-tão-dinâmica Cisco e Ralph, que acabam de castigo em uma cidadezinha de LEGO… Junto a um LEGO Savitar®! Há coisas piores que a morte, e meus pobres heróis secundários não mereciam isso! A realização dos efeitos especiais para representar os poderes de encolhimento e crescimento é louvável, com sequências visualmente fantásticas que fazem lembrar Homem-Formigaguardadas as devidas proporções (hãn?? hãn??), com carros flamejantes e trabucos laser sendo sacados do bolso de nosso supervilão e utilizados para tocar o terror pra cima de Vibro e Homem-Elástico.

É interessante que The Flash parece sofrer algum tipo de maldição no que tange aos efeitos especiais, já que não é raro que se desperdicem suas melhores realizações visuais em histórias péssimas (como por exemplo é o caso de King Shark e Attack on Gorilla City). Por sorte temos aqui um aproveitamento decente desse potencial, em boas cenas de ação. As sequências com Cisco e Ralph na cidade de LEGO são também muito bem-feitas visualmente, misturando computação gráfica com efeitos práticos bem acertados. Também são ocasião para boas trocas comédicas (entre Cisco, Ralph e Harry temos um trio sólido de humor como em nenhum outro núcleo da série) e para um mini-arco de Harry, lidando com sua já conhecida severidade em relação a si mesmo, num resgate interessante para o personagem que até então tem sobrado pelos cantos do laboratório. A forma como ele acaba sendo chave na derrota de Estrela-Anã traz um fechamento bacana para sua subtrama, e fortalece os laços entre a dupla e o debutante Ralph, em mais um belo team-up.

Nosso herói encarcerado tem também um bom episódio, explorando de uma forma mais leve do que no episódio anterior o seu cotidiano em Iron Heights. Reencontramos o ex-prefeito Bellows (Vito D’Ambrosio), pagando pelos crimes cometidos em Elongated Journey Into the Night, e perdendo para um Barry que usa de seus poderes para fazer maço no truco (deixa a Força de Aceleração ficar sabendo disso!). Descobrimos mais sobre a misteriosa figura do Big Sir (Bill Goldberg), o presidiário que salvou Barry de alguns rolos na semana passada, revelando ter uma dívida com o falecido Henry Allen, que teria salvo sua pele na mesma prisão. A subtrama segue muito bem até o momento em que ela é forçosamente cruzada com a trama do Team Flash, o verdadeiro responsável pelo crime pelo qual Big Sir foi preso sendo, por infinita coincidência, ninguém menos que o próprio Estrela-Anã.

O fato de que a série tenta equilibrar isso com os membros do Team Flash dizendo em alto e bom som “Mas isso não é possível, é incrível, não existem coincidências assim! Deve ser um plano de DeVoe!” não alivia muito para o lado do roteiro preguiçoso. Claro que tudo se trata do plano do Pensador, que envolve esse tipo de rede causal aparentemente imprevisível, mas ainda assim a forma como o roteiro costura as duas tramas é bastante forçado e simplesmente não convence, subtraindo de uma subtrama até então bem interessante.

O golpe de misericórdia vem na sequência em que, após não conseguirem uma confissão da parte do Estrela, Barry acaba usando de seus poderes para, em uma fração de segundo, levar Big Sir de Iron Heights até a China. Pô, assim fica difícil! A cena é absolutamente hilária, e o espectador fica se perguntando se o grandalhão não se arrependeu de ter comentado com Barry que desejava ir para lá – o que ele vai fazer da vida sem passaporte, documento, sem falar chinês? Fora que a patetada custa ao Barry não apenas potencialmente ter entregado sua identidade ao cara, mas efetivamente revelá-la ao policial Wolfe (Richard Brooks), que por sua vez se revela um belo de um sacana, pretendendo vender Barry para a asquerosa Amunet (Katee Sackhoff). Qual o interesse de DeVoe nisso? Veremos!

No final das contas, Honey, I Shrunk Team Flash é sim um belo de um episódio filler, algo que é inevitável enquanto se insistir em se prolongar a temporada por mais de 20 episódios. Mesmo com um roteiro fraco, o episódio consegue tirar leite de pedra e divertir com uma comédia bem acertada (que tem surpreendido bastante nesta temporada), boas cenas de ação e um uso interessante dos ótimos personagens de que a série dispõe. Dosando bem um clima despreocupado e uma aventura um tanto estapafúrdia com desenvolvimentos discretos – e por isso mesmo instigantes – do arco de temporada, temos uma progressão sutil do plano-mestre de DeVoe que faz valer bem seu tempo de duração.

The Flash – 4X12: Honey, I Shrunk Team Flash — EUA, 30 de janeiro de 2018
Direção: 
Chris Peppe
Roteiro: Judalina Neira, Sam Chalsen
Elenco: Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh, Jesse L. Martin, Hartley Sawyer, Bill Goldberg, Richard Brooks, Derek Mears, Donna Pescow, Vito D’Ambrosio, Katee Sackhoff
Duração: 43 min

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33 comentários

Jhiullio Boltagon 26 de fevereiro de 2018 - 00:00

Depois desse episódio acredito que a garota seja a filha da Cecile mesmo, o que retira a teoria que o filho dela poderia se tornar o futuro Daniel West. Casar com a ìris foi uma decisão apressada na minha opinião, principalmente em tempos atuais em que nas HQ o Flash ganhou outros interesses amorosos como a Patty Spivot e a Meena Dhawan.

Responder
Fabio Gomes 12 de março de 2018 - 01:02

#VoltaPattySpivot

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Fabio Gomes 12 de março de 2018 - 01:02

#VoltaPattySpivot

Responder
André Prado 5 de fevereiro de 2018 - 16:44

The Flash se sai melhor como uma série despreocupada que usa bem os fillers intercalando com o arco principal, aliás, é esse espírito das HQs que perdurou na primeira temporada que sentia falta.

Agora quando a série cai na “seriedade” da segunda e da temporada passada… Bom, já sabemos o resultado. Nesse aspecto a DC tem que ser mais Marvel na medida do possível.

E…

#TeamDeadIris

Eta, mulher chata. =/

Responder
André Prado 5 de fevereiro de 2018 - 16:44

The Flash se sai melhor como uma série despreocupada que usa bem os fillers intercalando com o arco principal, aliás, é esse espírito das HQs que perdurou na primeira temporada que sentia falta.

Agora quando a série cai na “seriedade” da segunda e da temporada passada… Bom, já sabemos o resultado. Nesse aspecto a DC tem que ser mais Marvel na medida do possível.

E…

#TeamDeadIris

Eta, mulher chata. =/

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G. Hoffmann 7 de fevereiro de 2018 - 01:58

Concordo demais, @disqus_ElScxooVXs:disqus ! Inclusive o humor dessa temporada tem me surpreendido porque mesmo com uma frequência altíssima de gags e piadas (nível Marvel+), eles conseguem acertar bastante!

E sobre Iris: pois é, tanto sofrimento e nem pra isso Savitar serviu direito! Hahahah mas eu gostaria que a personagem se reerguesse das cinzas e trouxesse algo de empolgante, mas a essas alturas isso é sonho mesmo…

Responder
Fabio Gomes 12 de março de 2018 - 01:03

O papel da Iris é acertar o bandidão pelas costas no final dos episódios rsrs

Responder
Fabio Gomes 12 de março de 2018 - 01:03

O papel da Iris é acertar o bandidão pelas costas no final dos episódios rsrs

Responder
G. Hoffmann 7 de fevereiro de 2018 - 01:58

Concordo demais, @disqus_ElScxooVXs:disqus ! Inclusive o humor dessa temporada tem me surpreendido porque mesmo com uma frequência altíssima de gags e piadas (nível Marvel+), eles conseguem acertar bastante!

E sobre Iris: pois é, tanto sofrimento e nem pra isso Savitar serviu direito! Hahahah mas eu gostaria que a personagem se reerguesse das cinzas e trouxesse algo de empolgante, mas a essas alturas isso é sonho mesmo…

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Lucas Amável Pinto 5 de fevereiro de 2018 - 04:00

Esse episódio me matou de rir do começo ao fim. A última cena (bem, penúltima na verdade), com o Flash levando o Big Sir para a China foi a cereja do bolo, é uma cena tão simples e “inocente” que você fica com a impressão de que acabou de ler uma história em quadrinhos do Flash. Sempre acho interessante de ver como o Barry se ferra por querer ajudar as pessoas e não prestar atenção ao resto, tipo, do mesmo jeito que a cena parece que saiu de uma HQ, o próprio Barry nessa temporada parece ter saído de uma também, o tom leve da quarta temporada realmente fez parecer que é simplesmente outra série, não a mesma das 2 temporadas anteriores.

Eu adoro quando o Big Sir abre aquela nota do Barry e lê “Sometimes you do get the movie ending”, essa frase por si só já transmite aquela sensação de esperança que os super-heróis foram criados pra transmitirem.

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G. Hoffmann 5 de fevereiro de 2018 - 12:56

Essa é exatamente a sensação que estou tendo com essa temporada, @lucas_am_vel_pinto:disqus !! Eu penso que essa série tendia um pouco pra esse tipo de coisa (ainda que de forma mais tímida) lá no comecinho, mas depois entrou pra escola Arrow de dramaturgia e a coisa se perdeu um pouco.

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Lucas Amável Pinto 6 de fevereiro de 2018 - 01:28

Flash desde o começo da temporada vem mostrando um potencial que eu já não acreditava que a série tinha, e agora parece que a série realmente pegou um embalo muito forte nessa onda de episódios bons/muito bons. Nessa temporada, até os episódios que foram mais ruinzinhos acabam sendo meio desculpáveis pelo clima leve, que faz com que seja divertido mesmo se o episódio em si for uma droga.

No caso dessa cena do Big Sir, foi muito legal porque essa reação do cara simplesmente olhar pros lados e começar a rir de alegria é algo que só aconteceria numa HQ/desenho animado mesmo kkk É muito bom ver essas coisas numa série de super heróis

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Huckleberry Hound 2 de fevereiro de 2018 - 15:32

Acho que essa série está tentando se parecer com a era de ouro dos quadrinhos bem,enquanto der pra divertir eu não reclamo muito Lot está mais ou menos assim só que um pouco mais divertido me arranca mais risadas!

PS:Alguém quer ver Beebo denovo kkk

Responder
Huckleberry Hound 2 de fevereiro de 2018 - 15:32

Acho que essa série está tentando se parecer com a era de ouro dos quadrinhos bem,enquanto der pra divertir eu não reclamo muito Lot está mais ou menos assim só que um pouco mais divertido me arranca mais risadas!

PS:Alguém quer ver Beebo denovo kkk

Responder
G. Hoffmann 5 de fevereiro de 2018 - 12:51

Cedo demais, @disqus_6l28o55IZI:disqus ! Nosso messias viking está MORTO graças aqueles malditos refugos de Coringa!!!
https://uploads.disquscdn.com/images/c5e8a97e5b3bf1416e36b2808ec76d9fe7165a0be22e9f3a8c3938267c2dd7f5.jpg

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G. Hoffmann 5 de fevereiro de 2018 - 12:51

Cedo demais, @disqus_6l28o55IZI:disqus ! Nosso messias viking está MORTO graças aqueles malditos refugos de Coringa!!!
https://uploads.disquscdn.com/images/c5e8a97e5b3bf1416e36b2808ec76d9fe7165a0be22e9f3a8c3938267c2dd7f5.jpg

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Lucas Amável Pinto 6 de fevereiro de 2018 - 23:42

Também tive essa impressão. Na hora que o Big Sir aparece na China e ele simplesmente começa a rir (ao invés de se perguntar o que diabos ele vai fazer da vida dele agora, já que não tem dinheiro e não fala chinês), é digno das melhores HQ do Flash

Responder
Lucas Amável Pinto 6 de fevereiro de 2018 - 23:42

Também tive essa impressão. Na hora que o Big Sir aparece na China e ele simplesmente começa a rir (ao invés de se perguntar o que diabos ele vai fazer da vida dele agora, já que não tem dinheiro e não fala chinês), é digno das melhores HQ do Flash

Responder
Biel Vidasi 2 de fevereiro de 2018 - 10:46

A explicação do Big Sir ficar lá de boas é que, ele mencionou que o local específico da China é um tipo de monastério onde fazem voto de silêncio. Logo não precisa manjar de mandarim : ) : ) : ).
Resumindo, roteiro perfeito! Kkkkkkkkkkk

Responder
Biel Vidasi 2 de fevereiro de 2018 - 10:46

A explicação do Big Sir ficar lá de boas é que, ele mencionou que o local específico da China é um tipo de monastério onde fazem voto de silêncio. Logo não precisa manjar de mandarim : ) : ) : ).
Resumindo, roteiro perfeito! Kkkkkkkkkkk

Responder
G. Hoffmann 2 de fevereiro de 2018 - 14:49

hahahahahah pô vc tem razão @bielvidasi:disqus , como eu pude duvidar desse roteiro por um segundo!!

Responder
DeadLogan 1 de fevereiro de 2018 - 11:53

Esta temporada me fez odiar a Iris. Antes era indiferente, nem gostava, nem desgostava, mas esta temporada acho a insuportável.

Responder
DeadLogan 1 de fevereiro de 2018 - 11:53

Esta temporada me fez odiar a Iris. Antes era indiferente, nem gostava, nem desgostava, mas esta temporada acho a insuportável.

Responder
G. Hoffmann 2 de fevereiro de 2018 - 14:48

Sério, @deadlogan:disqus ? Olha que nessa eu tô achando ela bem apagada que é até difícil avaliar se está melhor ou pior. Mas é um personagem pra mim que sofre da maldição da Lana Lang de Smallville – era pra ser importante mas tá sempre estagnada ali, completamente desgostável, com os produtores meio sem saber o que fazer com a figura… Juro que não entendo o que se passa!

Responder
DeadLogan 4 de fevereiro de 2018 - 17:28

por vezes na temporada anterior não gostava dela por ser sempre a mesma coisa, mas não me incomodava tanto, para mim, esta temporada está insuportável

Responder
G. Hoffmann 2 de fevereiro de 2018 - 14:48

[POSSIVEL SPOILER]
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Se você tá ligado nas imagens de bastidores dos episódios futuros, prepare-se que vamos ter bastante Iris pelo jeito!

Responder
Lucas Amável Pinto 6 de fevereiro de 2018 - 23:47

Já reparou que a Iris é a única mulher da série que o Barry ‘tem’ que ficar, mas ao mesmo tempo é praticamente a única que não combina nem um pouco? Até gente de outra série, tipo a Felicity ou a Kara, têm uma química melhor com o Barry do que ela, seria isso coincidência ou será que os produtores fizeram só de sacanagem? Kk

Responder
Fabio Gomes 12 de março de 2018 - 01:06

Eu achava que nas primeiras temporadas o Barry tinha boa química com a Felicity, rolou até ciuminho quando o Barry viu ela com o Ray rs

Mas se romance interdimensional (vide Cisco e Cigana ou Jesse e Wally) já é difícil, que dirá interséries?

Responder
Fabio Gomes 12 de março de 2018 - 01:06

Eu achava que nas primeiras temporadas o Barry tinha boa química com a Felicity, rolou até ciuminho quando o Barry viu ela com o Ray rs

Mas se romance interdimensional (vide Cisco e Cigana ou Jesse e Wally) já é difícil, que dirá interséries?

Responder
Biruta 1 de fevereiro de 2018 - 09:27

Bom, acho que entendo a parte do Barry levar o cara grandão até a China sem antes procurar saber das coisas que você citou. Pelo que tem na internet e pelo que o cara grandão falou, aquele lugar da China é totalmente isolado dos meios sociais e políticos, onde os monges fazem um voto de silêncio gigante, parece que o cara grandão só queria descansar um pouco da vida depois de tudo que passou, e é justo.

Responder
Biruta 1 de fevereiro de 2018 - 09:27

Bom, acho que entendo a parte do Barry levar o cara grandão até a China sem antes procurar saber das coisas que você citou. Pelo que tem na internet e pelo que o cara grandão falou, aquele lugar da China é totalmente isolado dos meios sociais e políticos, onde os monges fazem um voto de silêncio gigante, parece que o cara grandão só queria descansar um pouco da vida depois de tudo que passou, e é justo.

Responder
G. Hoffmann 2 de fevereiro de 2018 - 14:42

Você tem razão sim, Biruta! Acho que o que eu estranhei foi que, dado o fato de que o Big Sir nos quadrinhos é um vilão, eu ainda estava (e estou) meio desconfiado a respeito das histórias que ele contou para o Barry. Mas não é um furo de roteiro nem nada do tipo – só achei extremamente engraçada a execução! hehehe

Responder
Carlos Daniel Costa 18 de março de 2019 - 20:30

É o estilo mais super heroi o possível, saindo totalmente da lei da realidade e virando tudo ficção. Do nada ele taca um maluco lá na china em menos de 10 segundos e ele fica lá felizão rindo pro meio do nada.
É simplesmente fantástico haha.

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