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Crítica | The Handmaid’s Tale – 2X13: The Word

por Luiz Santiago
241 views (a partir de agosto de 2020)

The Word o conto da aia The Handmaid's Tale

  • Há SPOILERS do episódio e da série. Leia aqui as críticas dos outros episódios.

Um episódio muito difícil de analisar. De digerir. De abraçar. E não digo isso por “motivos de dificuldade emocional“, pois já tivemos estes, aos montes, no decorrer da temporada — e sofremos, choramos e convivemos com eles. Já este Finale da 2ª Temporada de The Handmaid’s Tale, para mim, foi difícil de uma outra forma. Foi difícil como entendimento de construção narrativa para ele e para a série.

Uma reclamação que deixei clara em Postpartum, foi o que considerei como uma ocasião desperdiçada e não-uso do próprio material que a série havia nos fornecido previamente. O incrível Holly já havia estabelecido um motivo de mudança (que simplesmente não veio) e, entre um cliffhanger abandonado, más explicações e novo ciclo sem necessidade alguma, o episódio se segurou apenas por um sólido e aplaudível bloco e pelas constantes grandes atuações e composições técnicas, algo que volta acontecer nesse derradeiro capítulo de temporada. Minha colocação inicial a respeito vem sob uma simples questão: se era para June seguir este caminho, por que é que o tempo todo o roteiro construiu um cenário para que ela escapasse e não que desejasse mudar o país por dentro?

A primeira defesa que alguém pode fazer aqui é a seguinte: “sem June em Gilead não tem série“. Justo. Mas então por que o espaço da fuga foi destacado sem absolutamente NENHUMA exposição de mudança interna ao longo de duas temporadas inteiras? Não é alta ciência, não é uma exigência purista. Creio que a maioria de vocês, leitores, também são seriadores e só de verem muitas séries, sabem muitíssimo bem como funcionam as regras do jogo nesta mídia. E não só nela. É uma questão de coerência narrativa para qualquer tipo de roteiro ou desenvolvimento de personagens em uma história de ficção. Se você vai mudar as bases textuais ligadas a este indivíduo, você só tem duas saídas que poderão ser boas no fim da linha: 1) você mata o personagem e aí se vê livre de ter que segurá-lo ou arrumar justificativas adicionais para ele (o Efeito Marion Crane) ou 2) você dá indícios do que esse personagem poderá protagonizar, fugindo de sua atual linha normativa. Em frase simples: você contextualiza a mudança.

O que Bruce Miller faz aqui, para mim, é “imperdoável”. Não no sentido de “uh, vou abandonar a série” (não sou desses), mas no sentido de “uh, #fuitapeado” — e isso da pior forma possível. Notem que esta Segunda Temporada contou com três episódios a mais na grade. Falta de tempo não foi. Aliás, o aumento de episódios não foi benéfico em nenhum aspecto para The Handmaid’s Tale. Todavia, supunha-se que o tempo extra seria utilizado a favor da escalação de uma mudança conjuntural ou estrutural na série e, no ponto de desgraças constantes em que estávamos, qualquer uma das duas coisas seria bem vinda. E eis que o showrunner escolheu a mais radical de todas, a mudança estrutural (ótimo, corajoso!), mas fez isso quase que de maneira aleatória, aproveitando-se de um ponto muitíssimo forte, como a segunda separação entre mãe e filha, para dar cabo da fuga apenas de Emily com e Holly/Nicole em cena. June… bem, June escolheu ficar em Gilead. Vamos repetir? JUNE ESCOLHEU FICAR EM GILEAD!

A segunda defesa que alguém pode fazer aqui é a de ligação entre June e Hannah, afinal “ela não ia deixar sua outra filha para trás“. Isso é só parcialmente aceitável. O primeiro argumento, de ligação entre June e Hannah, é a mais pura bobagem. June é uma mãe amorosa. É óbvio que ela estaria ligada à filha. E todos nós sabemos que, por mais de uma vez, à parte o peso moral e emocional que isso tem, a questão de Hannah nunca foi um empecilho para a fuga. Logo, essa cartada é inválida. Já o segundo argumento eu consigo entender de onde vem, todavia, caímos novamente na má estrutura do enredo da temporada para se chegar a esse ponto. Se June iria querer ficar em Gilead pra salvar Hannah, Serena, Nick, suas amigas aias, Rita… não importa, estamos em uma ficção e tudo isso é perfeitamente possível… desde que haja coerência por parte do roteirista, criando caminhos para que isso aconteça. Do jeito que foi feito aqui, a revolta de June e a escolha para ficar foi uma solução insólita que simplesmente aparatou dos confins da Terra dos Finais Mal Estruturados de série. Nada bom.

O bloco de Emily, novamente, se destacou como a melhor coisa do capítulo, que, para a nossa alegria, se juntou a outras boas cenas pontuais no decorrer da trama. A cena com Tia Lydia fez meu coração bater tão forte que eu tive medo de infartar. Achei genial. Não esperava aquilo e o desenrolar do fato para a próxima temporada já está na minha lista de altas expectativas, especialmente agora que Emily não estará lá. Outro ponto de destaque foi a “revolta” de Serena, sua união com outras Esposas, a leitura da Bíblia e a perda do dedo, o que deve servir (será, será?) para que ela veja que lutou a vida inteira por uma causa que não a via como alguém digna sequer de pedir para ler o livro-base no qual essa sociedade foi construída.

Pois aí está. A verdadeira definição histórico-sociológica de “você teve exatamente o que pediu“. É aquela velha história:  cuidado a ideologia que você defende e as coisas que você se coloca contra… Hoje, os políticos e juristas parças tiram cosias de quem você não gosta. Até que se engrandeçam tanto com o poder extra dado a eles — os chamados “heróis salvadores” — que passarão a tirar tudo, inclusive de você. Desde o Império Assírio isso acontece. Mais de 2.700 anos de padrões históricos exatamente iguais para analisar. E ainda tem gente que cai na armadilha e sai por aí gritando loas e erguendo altares para os cerceadores de liberdades individuais e reinterpretadores de leis para desfavorecer inimigos e passar o pano para amigos. Ah, as Serenas da vida… Um dedo ainda é pouco. Na vida real, seria a cabeça.

A direção de Mike Barker, especialmente na parte final do episódio, foi algo para ser aplaudido de pé. O diretor segurou como ninguém o ritmo para os diferentes blocos de tensão, chegando ao ponto onde o resgate viria e… bem… quebrando novamente o ritmo para a execução de um mal caminho do texto, com a permanência de June. Penso que a próxima temporada nos dará lampejos que como essa união de Martas aconteceu, nos bastidores, e o que será de June a partir de agora. Eu espero muitíssimo que ele não volte para a casa do Waterford e que faça a sua “jornada de vingança” (ele ficou para isso, certo?) a partir de um QG secreto, sei lá. Rogo para que os desequilíbrios de concepção da segunda parte dessa temporada não retornem no terceiro ano. Este segundo foi bom, mas com uma questionável visão de mudança. A vida segue, porém. Que venha a queda de Gilead…

The Handmaid’s Tale – 2X13: The Word (11 de julho de 2018)
Direção: Mike Barker
Roteiro: Bruce Miller
Elenco: Elisabeth Moss, Joseph Fiennes, Yvonne Strahovski, Alexis Bledel, Madeline Brewer, Amanda Brugel, Ann Dowd, O-T Fagbenle, Max Minghella, Bradley Whitford, Ever Carradine, Stephen Kunken, Julie Dretzin, David Tompa, Birgitte Solem
Duração: 63 min.

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209 comentários

Walison Vinicius 1 de março de 2019 - 02:50

Terminei o episodio sentindo a mesma coisa, o que não é uma novidade já que quando eu vi que a June ia enrolar pra entrar no veiculo já tava na cara, o discurso sobre “essa é a sua irmã e um dia você vai conhecer ela” era para estipular essa grande jornada do 3 ano? Talvez. Eu sinceramente me senti confuso, questão de coerência narrativa, mas isso só me fez repensar sobre os dados do epilogo do livro (notas históricas) Qual será o papel da June e da Serena nessa queda vertiginosa de Gilead? Roendo as unhas para descobrir rs

PS: RIP Tia Lydia

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Luiz Santiago 1 de março de 2019 - 09:45

O grande ponto agora é esse mesmo. Como todos esses impasses de condução aqui irão levar para o 3º ano.

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Luiz Santiago 17 de dezembro de 2018 - 15:39

Eu entendo tua birra em relação aos closes na mesma expressão. Não cheguei a esse estágio, mas entendo perfeitamente a birra hahahahahhaah

Agora é torcer para que façam um desenvolvimento forte e condizente com a série. Também gostei da temporada, mas fiquei meio de cara com a forma como resolveram finalizar a temporada..

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Al_gostino 17 de dezembro de 2018 - 10:29

Achei a segunda temporada muito boa, não tão impactante quando a primeira, mas muito boa, envolvente, tensa, com grandes atuações (apensar de achar um pouco cansativo o excesso de close no rosto da protagonista com a mesma cara, peguei um pouco de birra),…porém, totalmente ridículo a união das esposas no final pleiteando mudanças, sendo que essas eram pra benefícios destas e não das Aias (por quem aparentemente a Serena criou uma espécie de “compaixão”).;..as esposas que sempre foram as verdadeiras carrascas e opressoras das Aias…..e o final achei decepcionante, a June deveria com certeza ter ido embora e ser lá fora uma testemunha viva de tudo o que acontece em Gilead…podem facilmente colocar uma nova protagonista na Terceira temporada, atuando lá dentro, com a June lá fora brigando para derrubar Gilead e resgatar a Hannah

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Dionatan Prestes 15 de agosto de 2018 - 06:30

June e a “Síndrome da Uni”.

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Luiz Santiago 18 de julho de 2018 - 15:39

Retornando à casaaaaa! AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! <3

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Nathália Bastos 18 de julho de 2018 - 13:38

Passado alguns dias, e pensando melhor, eu retiro o q disse. Não vou parar de assistir a série. Aquilo só foi a explosão do momento rsrs. Lembra daquele episódio q June encontra c Hannah: Hannah começa meio q indiferente a presença de June, sabe quem é ela, mas a ve com estranheza, pergunta pq June parou de procurá-la e tal… Só depois é q Hannah vai se aproximando e se ” desarmando” em relação a mãe. ai elas começam a conversar e tal. Quando o cara diz q já têm q ir embora, Hannah, que no início de mostrou compreensiva e contida diz a June ” maaamiiiiiiii” com um pouco de choro, junto com uma resistência e quase um pedido de ” por favor de um jeito da gente ficar junta”… Enfim. Eu TB ficaria se fosse June para salvar minha filha.

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Luiz Santiago 18 de julho de 2018 - 10:47

Se o roteiro não se sustenta, por mais circunstâncias atenuantes que a gente arrume, sempre será um arremedo que não se justifica na própria temporada, todos amparados por hipóteses. A ideia, claro, passa por essa trilha, mas se não é construído na própria série, é complicado…

Tia Lydia e sua relação com as aias provavelmente virá no próximo ano. Pelo menos eu espero. É uma personagem boa demais para não ter esse tipo de exploração.

Responder
Icaro Ricardo Ferreira 18 de julho de 2018 - 10:37

Sobre a motivação de June ter optado ficar em Gilead creio que o mais plausível e perfeitamente compreensível é a vida da filha Hanna, o Comandante Fred já havia ameaçado a vida da filha dela em episódios anteriores, imagina que uma mãe, por mais que ele estivesse blefando com isso, permitiria que isso pudesse ocorrer?! Motivação pra isso ele iria ter, afinal, June tirou deles tudo o que ele e Serena mais queriam desde o inicio da série que era um filho. Outra que ela já “abandonou” Hanna uma vez (sabemos que ela não a abandonou, porém, Hanna, pelo que ficou claro no episódio em que elas se encontram, não compreende que elas foram separadas, inclusive ela acredita que June a abandonou. Se June fugisse de Gilead seria praticamente impossível ela voltar a ver Hanna novamente, para ela seria como um segundo abandono por parte de sua mãe biológica. Por outro lado, como ela irá retornar para a casa dos Waterfords sem a criança?! Qual será a justificativa?! Será que ela retorna mas passe a viver de forma anônima ajudando a Resistência a derrubar Gilead?! Acho difícil, mas, se construírem um roteiro consistente e crível né, a gente engole rsrsrsrsrsrs. Outra coisa que me incomodou nessa segunda temporada foi o fato de não terem mostrado como era a vida da Tia Lydia antes da formação do novo governo, o que levou ela a ser essa pessoa tão dura e severa consigo e principalmente com as Ayas?! Espero que ela não tenha morrido porque seria uma pena matarem um personagem tão complexo sem explorarem o seu passado. Aliás, já foi anunciada uma terceira temporada da série?

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Frederico de Carvalho Santos 17 de julho de 2018 - 22:48

Pô, fui assistir só hoje….e já vim procurar uma crítica, cheguei até aqui. Agora vou assistir de novo o episódio enquanto preparo um copo de soda caustica e um sanduíche de cerol para ver se desce melhor….fiquei uns 5 minutos esperando uma cena pós-crédito, rss….episódio maravilhoso, mas esse fina….eita lelê! Mas como tu bem disse, que venha a queda de Gilead! E eu passei mal no comentário da Isabella, kkkk, muito bom! Agora vou já de quebra salvar aqui nos favoritos e acompanhar a crítica do Sharp Objetcs, vou começar amanhã! Até!

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Luiz Santiago 17 de julho de 2018 - 22:54

@fredericodecarvalhosantos:disqus menino, tu fala “eita lelê” também!!! Aleluia, encontrei alguém que também fala isso hahahahhahahahahhahah! 😀
Eu ri quando vc disse que ficou esperando a cena pós-créditos. Olha, com o final que a gente teve, é bem pra esperar isso mesmo. Foi tenso.
Nos falamos em Sharp Objects!
Abração!

Responder
Luiz Santiago 17 de julho de 2018 - 10:29

@disqus_FnbFtU6k2e:disqus eu não consigo parar de rir com o seu comentário full-pistola! HAAHHAHHHAHAHAHAAHAHHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAH e você tem total razão. E esse sentimento é justamente por conta da não preparação dos roteiros da temporada para isso. Aliás, a preparação e TODA a construção foi justamente para o oposto.

Responder
Raryany Abreú 17 de julho de 2018 - 02:14

muito bem colocado sobre os “..os políticos e juristas parças..” e amei sua analise .

Responder
Luiz Santiago 17 de julho de 2018 - 10:26

Valeu, @raryanyabre:disqus!

Responder
Isabella Paiva 17 de julho de 2018 - 00:10

nossa eu to REVOLTADÍSSIMA com essa merda de decisão da June. Primeiro lugar, o TANTO de gente que se arriscou por ela, estamos falando da Rita, Nick, Serena, Marthas e até mesmo a porra de um comandante de altíssimo escalão em Gilead. Eu entendo que as pessoas falam “ah sem June não tem história”, apesar de eu achar que sim, tem. E que né, ela não é uma deusa ex machina que vai salvar TODO MUNDO que ela quer salvar. Não faz sentido, na cena do avião ela dizendo que aprendeu a dizer adeus pra Hannah (apesar de entender que o encontro dela com Hannah possa ter mudado um pouco a concepção dela, bem como, as memórias com a mãe que sempre foi uma militante feminista atuante possa ter feito ela mudar de concepção), contudo, MANO, NÃO FAZ SENTIDO NENHUM. Sério, eu to MUITO PUTA, porque sinceramente imagina ela chegando na casa falando “ae galera, brigadão, mas desisti ta, vim aqui ficar com vcs” tipo VAI TOMAR NO CU QUERIDA.

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 16 de julho de 2018 - 21:05

GRITOOOOO! KKK

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 17:40

AHHAHAHAHAHHAAH olha essa lembrança aí dos Cavaleiros! Agora to com isso na cabeça também! hehehhe

E @disqus_BnWL1nsF8I:disqus, seja sempre bem-vinda aqui para bater papo sobre as séries e filmes, enfim, sobre qualquer área que abordamos. É sempre legal conversar a respeito dessas produções, mesmo quando discordamos. Aliás, só um adendo em relação à sua colocação: como espectadora mergulhada nessa situação, sua visão é perfeitamente compreensível, viu. Eu sou apenas a voz da chatice analisando como essas coisas se sustentam. Alguém tem que ser o chato da festa haahahah

Abraço!

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 16:47

Ainda bem. O PC ainda é uma ilha mais ou menos salva da loucura. Mas de uns tempos pra cá, uns refugos doidos, perdidos no mar, têm aportado aqui…

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 16:41

Para mim, é circunstância atenuante. Se essa fosse a intenção do roteiro, então que isso fosse colocado dentro da temporada, como parte da quebra que poderia acontecer. Mas isso NUNCA apareceu antes. E do nada, brota no episódio final. Nenhuma visão de mãe do Cosmos consegue consertar esse tipo de falha de roteiro.

Responder
Eliane 16 de julho de 2018 - 16:56

kkkk
Luiz vc me fez rir lembrando dos cavaleiros do zodiaco e imaginando a Julie no lugar de mãe do cavaleiro de Andromeda e do Fenix kkk. (viajei).
OK você com certeza tem muito mais embasamento teórico e sobre questões de roteiro eu nem tenho como discutir.
Tento acompanhar apenas com meu pensamento na essência humana dentro daquela distopia, bem se sabe que nós somos capazes de péssimas decisões quando pressionados.
Gostei da conversa.
Vou acompanhar sua pagina na 3° temporada, para que, caso tenhamos mais assuntos possamos discorrer sobre eles.
Até a 3° temporada.

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 16:39

HAHAHHAHAHAHAH você e esses problemas!

Mas olha que interessante, nós compartilhamos em essência do pensamento geral sobre a temporada e sobre os personagens. Tia Lydia é uma daquelas pessoas que a gente não quer que vá embora de jeito nenhum, não é? Mas ela volta sim. Só quero ver como é que vão inserir ela na próxima temporada. com que ações, com que pensamento…

Responder
Léon 17 de julho de 2018 - 17:14

Também estou megacurioso para saber como Tia Lydia voltará e o efeito que o ataque teve nela. Além de estar desejando conhecer o passado dela antes de Gilead. O que ela viveu e perdeu durante a vida. Ela é uma personagem que, se souberem fazer, tem muito para nos contar.

Também estou curioso para saber como vão trazer June e os Wateford e todo o resto na verdade após aquele final.

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 16:27

É meme sim!

Cara, eu AMO memes! Quando meu computador quebrou, um tempo atrás, eu REALMENTE CHOREI por conta da minha pasta de memes, que estava perdida… Mas com o tempo consegui recuperar. É meu pequeno tesouro hahahahahahahahhaahahhaah

Responder
JC 16 de julho de 2018 - 16:43

Memes é vida.
Eu as vezes só tenho saco pra me comunicar com memes e GIFS.

Responder
Léon 17 de julho de 2018 - 17:28

Também. Um bom meme e um bom GIF valem mais que mil palavras. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder
Léon 17 de julho de 2018 - 17:27

Também amo demais memes. A criatividade deles é imensa. E a forma como eles representam com simplicidade vários sentimentos que não conseguimos expressar com palavras só um meme mesmo para fazer o serviço certinho. E os brasileiros têm uma criatividade ímpar para criar memes.

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 16:25

Divirta-se com o comentário original que a pessoa apagou, como você pode ver. Só clicar na imagem.

https://uploads.disquscdn.com/images/4df21d5d71e72b231801cc79b30fb2793b62d13228d078c4bfb48b98ea15f4f4.png

Responder
Léon 17 de julho de 2018 - 17:22

@luizsantiago:disqus muito obrigado por mostrar esse comentário! Confesso que estava megacurioso para saber como é que tinham colocado esse novo significado para cliffhanger. Só digo uma coisa, independentemente do contexto, nunca mais lerei a palavra como antigamente. Nunca mais.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK…

Desculpa, não consigo parar de ri com essa descoberta. Eu usava a palavra cliffhanger indiscriminadamente, mas agora terei cuidado com ela.

Responder
Luiz Santiago 17 de julho de 2018 - 17:27

AHUAHAUHUAHUAHAUHAUAHUAHUAHUAHUA imagino minhas críticas futuras, já com esse novo significado do nosso dicionário de séries:

“Esta série está deixando excelentes picas para os espectadores”

“Esta pica não foi adequada para o momento”

“É impressionante como um show desse porte tem a coragem de mostrar uma pica fraca desse jeito para o público”

“Não adianta você exibir uma pica se não utilizá-la bem a seguir”

Responder
Léon 17 de julho de 2018 - 17:34

#MORTO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

“Não adiante você exibir uma pica se não utilizá-la bem a seguir”
Concordo em número, gênero e grau! Não adianta mesmo. Se exibiu tem de usar bem.

Responder
Luiz Santiago 17 de julho de 2018 - 17:37

HAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUHUAHAUHAUAHUAHAUHAUHAUAHUAHAUAH TOTAAAAAALL

Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 16:20

HAUAHAUAHAUAHUAHAUHAUAHAU Léon, meu parceiro, olha só o que a gente tem que aguentar, cara… Só Jesus na causa…

Responder
Léon 17 de julho de 2018 - 17:31

Só Jesus mesmo. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder
Léon 16 de julho de 2018 - 16:13

Lá vem eu novamente comentar super-hiper-mega-ultra-atrasado como sempre, mas velhos hábitos nunca mudam. Também fiquei sem entender o retorno da June e, se ela voltar para a casa dos Waterford, qualquer que seja a explicação dada para isso vai ser beeem incoerente por tudo o que já foi construído de Gilead e sua intolerância aos erros (imagine as reincidência de erros). Fora que não vão ter como esconder que Holly/Nichole sumiu. Vão dizer que a bebê foi tomar um pouco de sol e resolveu tirar férias no Havaí? E como já disseram em um comentário aqui, em termos lógicos, pelo tamanho da montanha de erros e burradas que se acumulam na porta de Fred Gilead já devia ter dado, no mínimo, um puxão de orelha no comandante (um braço a menos, ou uma perna, um olho, ou as duas orelhas, sei lá. Algo simples. Apenas um aviso de alerta). Aí se colocarem June de volta na casa deles e todos vivendo suas rotinas diárias e “normais” para Gilead como se nada tivesse acontecido não vai ter lógica (sem contar a traição de Nick e Rita). Sério, se eu fosse aquelas Marthas que ajudaram June na fuga e do nada ela parecesse batendo na porta dos Waterford como se nada tivesse ocorrido depois de tudo que me arrisquei por ela, garanto que não ia ser Gilead que daria um jeito nela.

Gostei bastante do acerto de contas de Emily com Tia Lydia (embora esteja torcendo para ela não ter morrido). Achei triste, porém merecido, a mutilação sofrida por Serena. A cena dela entrando com as esposas para falar com o Conselho dos Comandantes foi INCRÍVEL!!! Se aquela foi a última aparição do Comandante Joseph, eu não gostei do final dele.

Enfim, mas no todo, ainda gostei do episódio apesar da decisão de June e das incoerências mostradas. É, continuo sendo um louco com muitos problemas mentais.

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 15:15

Essa eu não vi não, cara! O Ritter fez a crítica dela aqui pro site, ele parece ter gostado.

Responder
Flavio Batista 16 de julho de 2018 - 15:48

serio?! n sabia q tinha critica. Vou conferir valeu

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 15:13

Bons roteiristas encontram histórias para qualquer coisa, qualquer situação. Mas entendo teu ponto.

Responder
Ricardo Pereira 16 de julho de 2018 - 15:11

Gostei do final da dessa temporada,a principio fiquei de cara dela não ter fugido,mas depois fiquei pensando que tem muita coisa pra acontecer ainda,muito acertos de contas pela frente,o difícil vai ser esperar até a próxima temporada.

Responder
Ricardo Pereira 16 de julho de 2018 - 14:59

Contrariando a maioria,eu até que gostei do final dessa temporada.
Ainda tem muita coisa pra acontecer,se ela tivesse fugido,não teria mais historias pra outras temporadas. Tem muito acerto de contas ainda pela frente.

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 13:31

Não é bem uma questão de avaliação, não é? É mais reafirmar o óbvio de que ela tentou fugir quando estava grávida e agora tinha o bebê no colo. Isso é o óbvio. Percebe que não muda nada em termos de construção de roteiro para o problema maior do Finale?

Responder
Eliane 16 de julho de 2018 - 16:24

Acredito que muda, pense em uma visão como mãe. Você deixa uma filha a salvo e se sacrifica pela possibilidade de salvar a outra.
Se o bebê estivesse em seu ventre ficar em Gilead não era uma opção, agora com o bebê a salvo ela pode escolher salvar a Hannah.

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 12:26

A facada e o tapão na cara do Fred já são momentos preciosos da série inteira!

Responder
Flavio Batista 16 de julho de 2018 - 14:27

@luizsantiago:disqus aproveitando q tenho sua atençao: vc ja viu The Man in the High Castle?
Lembro de ter lido o livro do Phillip K. Dick e gostado bastante, Dai vi o primeiro episodio anos atras e achei q nao iria vingar.
Só q agora descobri q ja esta pra sair a 3a. temporada.

Responder
Eliane Andrade 16 de julho de 2018 - 12:25

O que não foi avaliado nem na critica tão pouco nos comentários que li é que as tentativas de fuga de June se deram quando ela ainda estava grávida, então sim ela iria salvar a criança em seu ventre e “abandonaria Hannah”. Porém nessa fuga com o bebê em seus braços e a chance de deixa-la com uma pessoa de confiança (Emily) entende que assim estaria salvando Nicolly e tendo a chance de salvar Hannah pessoalmente, através da proposta que o Fred havia feito anteriormente nesse mesmo episódio e ainda com a possibilidade da ajuda de Serena. Não acredito que June vá ser a revolucionária que dará fim a Gilead, ela apenas narra a própria história e está atenta ao próprios interesses. Gilead poderá cair com a união de todas as mulheres. June não é uma heroína. Nós queríamos que ela fosse, más ela não é ainda de fato.

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 10:26

Exatamente o meu ponto, @disqus_cPdnDMpYMz:disqus. Hannah, além do ponto emotivo e moral, NUNCA foi um empecilho para a fuga. E os roteiros NUNCA deram a entender que era uma condição sine qua non para a fuga da June. Agora vêm com isso. É difícil engolir um troço desses…

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 10:24

Tem coisas que não dá pra deixar de alfinetar, quando a oportunidade surge e se encaixa com perfeição, não é mesmo? hehehheheheheh

Responder
Nathália Bastos 16 de julho de 2018 - 11:02

Sim sim rsrs

Responder
Luiz Santiago 16 de julho de 2018 - 10:23

@disqus_GZWEmvRlaw:disqus vem cá, me dá um abraço! Quando os haters comentaram aqui (pena que alguns apagaram) eu pensei justamente isso: “pra cima de mim, que tanto defendi essa série???”… 😀

É, meu amigo, essa toada final deixou confuso mesmo. O PIOR é que isso está acompanhado de cenas incríveis, e torna tudo ainda mais difícil. Acho que foi a crítica que mais tive dificuldade de raciocinar e construir um argumento sobre…

Responder
Flavio Batista 16 de julho de 2018 - 11:07

Foi duro mesmo, so um abraço cheio de compreensao é o q precisamos.
Cara, esse episodio eu senti aquela sensaçao de “peraí, sera q eu pulei alguma cena?” pelo menos umas duas vezes.
Foi… sei la… estranho pra dizer o minimo.
Mas o tapao… e a facada e a bicuda, depois da queda da escada.
Q delicia!!!!!!!!!!!! quase gritei no metro! hahahahahahaha

Responder
Flavio Batista 16 de julho de 2018 - 08:14

Fiquei meio confuso nessa season finale tbm.
Teve momentos incriveis, como todos falaram aqui, mas foi corrido demais sei la, nao sei o q dizer apenas sentir, por enquanto rs
E, @Luiz@luizsantiago:disqus se tem alguem q pode reclamar desse serie évc, visto o tanto q vc a defendeu qdo todo mundo tava dando porrada.

Responder
Seth Rollins 16 de julho de 2018 - 04:26

Ela ficar também não fez o menor sentido pra mim. Tudo bem. Ela ama a filha dela, além de ser uma ótima mãe e fazer de tudo que uma mãe faria por um filho, mas esse negócio de ficar pra salvar os amigos ou a filha, não faz o menor sentido, porque ela tentou fugir no começo da série e se não tivesse sido capturada, realmente teria fugido. Então isso pra mim já quebra e muito essa temporada, que foi muito inferior a primeira.

Responder
Nathália Bastos 16 de julho de 2018 - 00:12

Adorei sua comparação com o momento atual do judiciário do nosso país. 👏👏

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 14:59

Entendo sua visão.

Responder
Nathália Bastos 15 de julho de 2018 - 14:51

Pois eu vou a abandonar a série. Tô indignada!!! Quero saber qual vai ser a desculpa agora q Fred e Serena vão dar p o sumiço da BB com a June lá na casa deles. Eles vão ser acusados de fazerem parte da resistência e serão enforcados. Tô muito puta c a June!

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 14:57

Respira fundo!

Responder
JC 15 de julho de 2018 - 17:17

Pois……também tô meio puto por motivos parecidos. Caverna do Dragão total.

Responder
Léon 16 de julho de 2018 - 15:13

Até hoje não me recuperei de Caverno do Dragão. :/
É algo que acho que nunca irei me recuperar. Nem na próxima encarnação. 🙁

Responder
JC 16 de julho de 2018 - 16:41

ahahahahhahaahhahahahahaahahahaahaha, eu nunca mais quero ver esse desenho na minha vida!!!!!!!!

😀

Responder
Léon 17 de julho de 2018 - 17:17

Eu te entendo @JCnaWEB:disqus !

Jean Braga 15 de julho de 2018 - 21:40

Também fiquei puto com essa falta de noção.

Responder
Vicente 15 de julho de 2018 - 13:45

Então, eu acho que o questionamento pra pergunta do texto é que antes a june queria sair pois achava que estava sozinha, que nenhuma das mulheres ali (além das aias) tambem iriam se impor, tanto que na primeira tentativa de fuga ela faz isso sem ajuda nenhuma outra personagem feminina (com exceção da mulher do omar, que aceita ela receber, porem de mal agrado)

já no final ela sabe que tem a ajuda das marthas, ela sabe que a serena está disposta a fazer algo, ela tem o apoio de aias e também do nick

eu vejo dessa maneira

e como voce disse: a sequencia de cenas finais da temporada foi incrivel

Responder
Laura Oliveira 15 de julho de 2018 - 13:11

Tomara que a próxima temporada não seja um vai e volta com desperdício de cliffhanger, se tiver um que seja para ser realmente aproveitado, que a coerência e o bom roteiro reinem, bom cenário tem, boas atuações, boa base, que aproveitem tudo de bom que tem sem desperdício, para que essa série seja épica.

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 13:44

Eu acho que eles estão antenados o bastante para verem o que erraram aqui, não é possível. Estou realmente contando com o bom senso dos produtores para a próxima temporada…

Responder
Alex Damião 15 de julho de 2018 - 09:49

senti falta de um comentário sobre o Nick impedindo o Fred (q eu acho um personagem bem mala, mal interpretado e, minha opinião, não entendi a indicação dele ao Emmy).. isso terá repercussão tb, será q trará a morte ao Nick, como traidor de Gilead?

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 10:56

Não creio, pelo menos não agora. É um personagem importante para ser desperdiçado assim, de cara.

Responder
JC 15 de julho de 2018 - 08:22

Bem….acho que nossa frustração vem do mesmo ponto. A gente quer que ela saia de lá mas não sai.
Parede Caverna do Dragão.
Confesso que se não mudar bastante ….bem desanimado para a próxima.

Me lembrou um pouco Lista de Shindler devido aquele coroa que salvou Emily.
Me parece que Serena em último momento acabou se inspirando nele.

Acho que DO JEITO que conduziram a série… é pra acabar numa terceira temporada. Ou tirava o foco de June em Gilead.

Se ela voltar a ser Aia eu penso seriamente em não assistir.

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 11:02

Se ela voltar para aia vai ser uma desgraça. Já tô preparando minhas 2 estrelas pra baixo aqui…

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 02:55

LOL; #medo.

Responder
JC 15 de julho de 2018 - 08:18

Oi?????

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 10:58

@JCnaWEB:disqus me fiz a mesma pergunta. Não sabia que o outro nome para pica era cliffhanger. xokade

Responder
JC 15 de julho de 2018 - 17:18

Era fake? hehheheheehe

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 18:13

Nossa, ela apagou! Nem tinha visto!
Não deve ser não, quando apaga assim é porque viu que passou vergonha…

JC 15 de julho de 2018 - 18:58

ahaahahah, cara, que comentário louco foi aquele!?!

Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 19:55

Você não viu nada. Aparece cada um nas críticas aqui de vez em quando que vou te contar… Especialmente em críticas de coisas com viés mais político.

JC 16 de julho de 2018 - 16:42

Curuzes……e vou te dizer, eu ainda acho (achava?), aqui um lugar onde dá pra debater porque tem menos doidos…mas curiosamente, nesse último episódio apareceu essas coisas doidas. 0-o

Léon 16 de julho de 2018 - 15:20

“Não sabia que o outro nome para pica era cliffhanger.”

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Somos dois. Vou anotar esta definição no meu “Vocabulário de Significados de Palavras que Nunca Usarei Fora de Cotexto Porque, Oi?”

Tô quase sendo um participante do soletrando e pedindo para usarem a palavra nesse contexto em uma frase porque nunca que eu ia imaginar isso. Vivendo e aprendendo.

Responder
Helena Palmquist 15 de julho de 2018 - 02:31

vc faz uma leitura extremamente masculina de uma série feminista. é até engraçado ver vc prever um cliffhanger (também conhecido como pica) onde nunca houve.

Responder
Pedro 15 de julho de 2018 - 00:23

e a serena permitir a nicole ir embora faz todo o sentido também. diversas vezes ja foi mostrado que serena é muito dividida entre o que acredita e o que gilead prega, e ela perder o dedo ao tentar ajudar a filha foi o que impulsionou a escolha de deixar a filha dela ir embora. serena é uma personagem muito interessante e bem trabalhada

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 00:28

A postura final da Serena nunca foi um problema para mim, eu sequer abordo isso (o ponto de vista dela) na crítica, dada a obviedade da coisa.

Responder
Pedro 15 de julho de 2018 - 00:19

meu querido, você está louco! a decisão da june ficar em gilead faz TODO o sentido:
nas outras vezes em que ela tentou fugir ela estava grávida e fugindo sozinha, não tinha com quem deixar o futuro bebê.
dessa vez ela viu na emily a chance dela salvar as duas filhas, que obviamente é o que ela quer! ela entregou a nicole para ser salva pela emily, e ficou para trás pra salvar a hannah, o que faz todo o sentido
se ela saisse de gilead seria MUITO mais dificil dela ajudar a hannah

enfim, temos que nos colocar no lugar do personagem… se vc tivesse a oportunidade de salvar as duas filhas, nao tentaria? ela, como mãe da maneira que é apresentada, sempre vai priorizar o bem estar das filhas antes do dela

beijos de luz

Responder
Léon 16 de julho de 2018 - 15:26

Esse @luizsantiago:disqus é um caso sério. KKKKKKKKKK.

P.S: Adoro esses memes da Mônica.
P.S.2: Não sei se o nome da imagem é meme, mas enfim.

Responder
Jean Braga 15 de julho de 2018 - 21:44

E se resolvem matar ela por ter sumido com o bebê? Sei q isso não vai acontecer por ser protagonista, mas se fosse outra qualquer era isso que aconteceria. Só vc ver o que aconteceu com a eden.

Todo um plano arquitetado pra ela fugir com a criança e resolve dar uma de salvadora.

Enfim, ridículo esse fim de temporada

Responder
Laura Oliveira 14 de julho de 2018 - 23:03

Se final for tão frustrante quanto o do livro, vai ser desperdício. E tenho medo que seja assim e Gileade dure 200 anos. Para mim um final épico seria ver as aias jogando suas roupas na fogueira e gritando seus nomes verdadeiros cada uma. Sem cartazes, cada uma com sua voz, mostrando a resiliência que é a principal pauta que vejo na história.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 23:21

O complicado dessas ilusões pessoais é que às vezes elas atrapalham aquilo que a série pode construir. Mas entendo esse sonho e simpatizo com ele. No entanto, à parte o desejo simples de ter coerência narrativa, não tenho reais preferências para o que vier. Desde que seja plenamente justificado, construído e finalizado, estamos aí.

Responder
JC 15 de julho de 2018 - 18:59

Puxa, acabei de comprar o livro porque tava baratinho. Magoei, o final é ruim é? Méhhh………….

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 19:54

Eu achei o final do livro perfeito para o tipo de Universo que a autora trabalha. Ela se recusa a dar uma resposta DEFINITIVA para o que acontece. Para mim, a melhor coisa que ela fez.

Responder
planocritico 16 de julho de 2018 - 15:02

@JCnaWEB:disqus , o final do livro não é NADA frustrante. É exatamente o que se encaixava para a história sendo contada.

Pode ler tranquilo!

Abs,
Ritter.

Responder
JC 16 de julho de 2018 - 16:44

Vou ler..vou ler…estou me enrolando com tantos livros.
– Livro para TCC
– MIl e Uma noties vol.3 (Traduzido do árabe)
– A Grande História da Evolução do Dawkins
– Mundos Paralelos

Socorro! heheheheh e tem uma pilha….

Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 22:06

Agora entendi seu ponto, @Rafaela24:disqus! Obrigado por esclarecer.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 22:04

@lucaschavesdossantos:disqus essa série é tão boa, que mesmo quando frustra ou deixa a gente com essa cara de decepcionado, lá no fundo, ainda tem o nosso amor. Às vezes o texto traz um tom que pode parecer que “oh céus, está tudo perdido”, mas confesso que, apesar do medo que estou criando pelo futuro do show, não consigo evitar a empolgação. Eu gosto pra caramba do Universo, da premissa, amo esse elenco e ainda continuarei defendendo. Infelizmente esse final de temporada não colaborou muito, mas acontece… Uma pergunta: tu achou essa temporada inferior, superior ou igual à primeira, em termos de avaliação geral?

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 15 de julho de 2018 - 00:27

Não sou o crítico da poha toda e taus, mas acho que prefiro a segunda. Tiveram eps sensacionais que me lembrarei mais do que a primeira. Ep da Colonia, da explosão, o velório das Aias, o parto da Nicole, e até o da execução Eden (se analisada o ep em si… é muito bom) são alguns. Então acho melhor essa temporada por ser mais memorável pra mim. =]

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 00:30

Entendi! Isoladamente eu gosto mais dos episódios desse segundo ano, mas analisando a temporada como um todo, eu fico com a 1ª.

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 15 de julho de 2018 - 00:35

Primeira é magnífica e mais fechadinha do que essa, fato! rs
Até a próxima, espero que seja a ultima ou penúltima temporada…

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 22:01

Não, é, menino? Eu fiquei até com medo.

Responder
JC 15 de julho de 2018 - 17:19

Rapaz….um exercito de fakes aqui ou eu tô ficando doido ou esses comentários são reais???

Responder
Luiz Santiago 15 de julho de 2018 - 18:11

Cara, eu QUERO MUITO ACREDITAR que seja fake. Não é possível que alguém de fato tenha escrito um troço desses. Mas do jeito que o mundo tá… tu duvida?

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 14 de julho de 2018 - 21:20

Opiniões diversas, caminho tortuoso, alguns desperdícios de potencialidades… No mais, me agradou muito, muito mesmo esse fim de temporada, até mesmo a decisão meio contraditória do ficar em Gilead! June caminha pra ser o mártir da série, e prevejo um final da série com morte pra ela! June a salvadora! rs
A temporada me agradou demais, como um todo… e acho que 10 ep eram suficientes, primeiro que tenho tique de séries com temporadas com quantidade de eps desiguais. kkk E principalmente que esses 3 últimos eps ficariam melhor na terceira temporada, com seus devidos desenvolvimentos! Mas no fim, não me doí tanto.

Queriam pontuar algumas euforias nesse ep final! kkk
1- Gritei tão alto aqui com o tapa na cara do fred!
2- A alegria que senti com aquela cena de acerto de contas contra a tia lia! Aaaa quase sambei de excitação!
3- THT deixou a mim, pelos menos, com desconfiança em tudo quando as coisas são perfeitas de mais pra serem verdade. Toda a cena da fuga eu estava incrédulo com o sucesso daquilo, tão aflito que fiz mil previsões de que iria dar merda.

Por fim, ótima crítica, e entendo todas as suas ressalvas, de coerentes que são. O que não conseguiu me tirar da euforia que foi essa season Finale FODA!

Responder
Léon 16 de julho de 2018 - 15:35

Meu Deus! Alguém que me entende.
“primeiro que tenho tique de séries com temporadas com quantidade de eps desiguais.”

Também tenho esse mesmo tique. Às vezes até reorganizo mentalmente os episódios “extras” nas demais temporadas para dar uma equilibrada…

Responder
Bruno Santos 14 de julho de 2018 - 20:30

Vamos la cenas top do episodio: tapa na cara do Fred, nossa sensacional aquela cena.
A Emily dando aquela facada na tia Lydia, muito bom tbm. A Serena se revoltando com as esposas. Mais concordo que esse andar em círculos não me agrada tbm, eles tem q ir para frente. Tbm espero q ela nao volte para casa do Fred, talvez ela conheça o Mayday ou algo assim e comece uma revolução, mas para ser sincero acho q não vai rolar na proxima não, pq se não a serie vai ficar com cara de estar indo para os finalmente e acho que eles não vao querer encaminhar para o encerramento ja, coisa q da para ver nessa temporada. Enfim com o encerramento de THT eu fico com WestWorld na torcida do Emmy, não desmerecendo THT, foi uma otina temporada muito forte mas senti certo medo de ir para frente coisa que não aconteceu com WestWorld.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 21:09

Aquele tapaço na cara foi SENSACIONAL!!! A cena da facada foi outra que me tirou dos eixos. Eu quase gritei na hora haahahahhhaah

E tô nessa também. Depois desse final, opto por Westworld.

Responder
Bruno Santos 14 de julho de 2018 - 23:14

Sim até a metade da temporada THT ia levar,mas no geral,fico com Westworld msm

Responder
Rafaela 14 de julho de 2018 - 19:50

Nem sei o que dizer dessa finale, resumo em uma palavra: frustração. A gente já sabe desde a primeira temporada que June nunca vai querer sair de Gilead sem a Hannah. Sair da casa onde é estuprada e sofre “n” tipo de humilhações sim, de Gilead por completo sem a filha não. Mas o que os produtores fazem? Criam muitas oportunidades de June escapar, conseguindo até uma momentânea “liberdade” para no fim ela voltar à estaca zero.
E o que falar de Fred? Por que ele ainda é do alto escalão? Ele estava quase perdendo o posto quando June fica grávida, mas veja só a quantidade de problemas que ele tem: uma aia que já fugiu várias vezes, o acordo com o Canadá dando em nada e o escândalo após a publicação das cartas que reduziu em muito os países que faziam acordos com Gilead, uma mulher que vai pedir ao conselho que as mulheres possam ter o direito de ler e ela acabando lendo um trecho da bíblia para os comandantes (e perdendo um dedo)… após esse finale se Fred ainda tiver muito poder eu vou ficar sem entender..
Só gostei mesmo da parte de Emily, no primeiro momento achei que ela estava sonhando que tinha ferido tia Lyda, mas era tudo verdade e como eu amei essa cena. Tia Lyda pode até do jeito torto dela amar essas aias, mas isso não minimiza a tortura que ela comete com essas mulheres.
Enfim, voltarei para a próxima temporada, mas esse vai e vem de June está muito cansativo. Quero ver na 3 temporada Serena plena fazendo poker face para o bosta do Fred e por trás tramando sua queda, de preferência se aliando a June e Nick. Pela finale parece que Serena não quer apoiar mais Gilead, mas vai saber né, Serena toda hora muda de ideia; que dessa vez a mudança seja para valer.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 20:11

Pelo que nos foi apresentado, June, até esse Finale, não era barrada para sair de Gilead sem Hannah não. O peso moral sempre existiu, pelo motivo que aponto na crítica, mas o elemento prático? Não. As vezes que ela já tentou escapar provam isso por completo. Sem contar a “despedida” feita em Holly.

Enfim, agora é esperar que criem uma boa jornada na 3ª Temporada e não fiquem andando em círculos. Essa série é boa demais para cair no abismo da repetição como linha central de mais uma temporada.

Responder
Rafaela 14 de julho de 2018 - 21:27

Isso, é que não soube me expressar bem. O roteiro deu a entender, para mim, que June ficou pela Hannah só que por várias vezes ela já tentou escapar sem a filha (quase, quase fugia lá no início da temporada) que não entendo ela ter ficado, nem mesmo se o motivo for derrubar Gilead ainda não entenderei ela não ter ido com a Emily. Ficou parecendo uma escolha de roteiro em manter Elisabeth como protagonista; é mais fácil controlar o roteiro com June em Gilead mostrando ao mesmo tempo ela e essa “república” do que June no Canadá e vermos de forma pincelada o que acontece em Gilead.
Também torço por melhoras nessa 3 temporada com reais desenvolvimento na queda de Gilead e que algo de ruim acontece com Fred (Olho, queridos, está na hora de dar uma aparada no ego desse homem).

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 16:35

A fuga é citada pela própria June nos roteiros de toda a primeira metade dessa temporada e também em Holly. O plano estava ativo e havia sido prometido em construção da estrutura narrativa da temporada desde o primeiro episódios, em diálogos de June, em falas do Nick, e em falas das aias. Como é possível que você não tenha percebido isso?

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 16:15

Muito obrigado, @disqus_TzH6ZXD3gp:disqus!
Agora é esperar que desenvolvam melhor essa linha para a próxima temporada!

Responder
Alexandra Castro 14 de julho de 2018 - 16:34

Praise be! 😉

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 14:44

São pontos de vista bem diferentes, claro, e isso é sempre bom.
De minha parte, mantenho a base lógica e analítica da coisa toda. E sob essa coluna, um roteiro que não tem sustentação em si mesmo não tem como ser bom. Todavia, entendo os caminhos muito íntimos e pessoais que te faz relevar esses erros e aceitar a entrega do texto dessa forma. É a magia da recepção e abstração da arte.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 14:37

Pois é. Até aqui, o amor à série permanece. Mas não dá pra passar pano para finalizações de temporada mal feitas…

Responder
Alexandra Castro 14 de julho de 2018 - 15:59

Pois é, tô ficando preocupada.. Não quero que a série murche e ficamos assistindo para ter os pequenos pedaços de amor entre a família que se formou em Gilead, que acabam por ser o que mais atraem (todo mundo carente.. Kkk.. Eu adoro quando tem). Eles têm que melhorar o desenvolvimento das tramas a, b, c e não deixar pela metade. Ainda não tinha lido tuas críticas. Parabéns!

Responder
Mariana Medeiros 14 de julho de 2018 - 14:12

Olá Luiz. Eu amei a série e aprecio suas criticas. Sempre venho lê-las ao final dos episódios, ainda que discordemos de alguns pontos de vista. Não digo pela sua análise crítica, me abstraio disso quando assisto, mas pela otica de ser mulher e mãe. Sou mãe de uma menina de 5 anos e tenho outra que nascerá em poucas semanas. Obvio que minha identificação de mãe afeta a forma como vejo o drama de June. Quando ela mostra a foto de Hannah para Holly senti o quão dividido ficaria meu coração numa situação como aquela. O que mudou, naquele cenario repentino de fuga que pudesse afetar a decisão de June de ficar? Ela viu Marthas se unindo em transgressão, um comandante envolvido na fuga de Emilly, a Serena concordando em deixar Holly partir…. não seria tb isso um combustível plausivel para dar esperanças a June de resgatar Hannah? Enquanto assistia, pensei: se ela parte, daria muito assunto a desenrolar. Como seria June no Canadá? Que barulho ela faria? Ficando, imagino que as chances são muito pequenas. Ficando ou fugindo, há muita água para rolar. Porém, no meu ponto de vista, ficar por Hannah e se despedir de Holly foi uma decisão muito corajosa e extremamente dolorosa. E claro, tenho curiosidades no desenrolar deste plano de fuga. Vai sobrar pra todo mundo!

Responder
Daniel Salles 14 de julho de 2018 - 14:08

Gente, é óbvio que ela decidiu ficar porque o comandante disse que se ela ajuda-lo a ter um filho ele daria mais encontros com Hanah (coisa que não aconteceu na primeira vez que ela tentou fugir).
As vezes os críticos só querem ser chatos em vez de ver o óbvio… Eu hein!

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 14:40

Ah, sim, nossa June ficou em Gilead exatamente porque ela ficou apaixonadíssima pela palavra do homem que a estuprou diversas vezes, inclusive grávida; porque está louquinha para ter outro filho (agora um menino!), com o homem que bateu nela, que mandou cortar o dedo da mulher, que bateu na mulher de cinta…; porque super-confia na palavra de Fred, o Comandante-porco daquela sociedade… Nossa, foi exatamente por isso que ela ficou, ahã! Como ela poderia perder um homão desses, hein? COMO??? Um partidão desses, bicho!!!

https://uploads.disquscdn.com/images/f9f1f2fad66195c21c0a12a97ffcdcb47c8e754ffd2594abf63699bab78620aa.jpg

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 14 de julho de 2018 - 21:26

Esse definitivamente assiste outra série!

Responder
Léon 16 de julho de 2018 - 15:43

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK…

Eu não tô dizendo que esse @luizsantiago:disqus é um caso sério. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK…

“Como ela poderia perder um homão desses, hein?”
É o homem que todos desejam ter como marido, como líder, como chefe de família. Na verdade, é o homem que todos os homens desejam ser. Um verdadeiro modelo de perfeição.

Responder
Alexandra 14 de julho de 2018 - 13:37

Concordo com o que falas. Eles deixam muitas pontas soltas. Nunca dizem o que aconteceu, como foi formado. Não precisa pegar na mão e explicar, mas até agora parece que nem a gente e nem eles sabem quem é o May-day. 2 temporadas, 5 anos de Gilead e não sabemos quase nada. Eles estão andando em círculos e o elenco e a equipe não merece isso, precisa de ação e reação. Mas, amo a série. Gosto de como eles constroem o amor como a resistência à Gilead. Mas, queremos mais. 🙂

Responder
Luana 14 de julho de 2018 - 13:14

Eu adorei a temporada!
Eu não reparo muito nesses detalhes tão técnicos, e a cada episódio que via era: what fuck? Que série do caralho
Essa atriz que interpreta a June é maravilhosa
Torci pra Serena se mancar e se revoltar contra esses homens de Gilead
Torci pro Fred se foder
Quando Tia Lydia foi esfaqueada gritei de emoção
Fiquei puta com a forma como as mulheres são tratadas
É uma série mavavilhosa
Que o terceiro ano seja tão bom quanto esse

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 13:18

Percepções e interesses diferentes. Acontece!

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 11:42

Um dos receios que tenho, @deniselcb:disqus, é justamente esse que você apresenta, de se esticar o assunto apenas “porque sim”, sem nada realmente mais sólido para fazer a história toda andar, sabe.

Responder
Denise LCB 14 de julho de 2018 - 11:32

Gostei bastante da 2ª temporada, mas confesso que fiquei bem aborrecida com o final. Ela não poderia, por exemplo, sair, se organizar e voltar escondida? Não gosto quando uma série limitada faz sucesso e decidem esticar o assunto (outro exemplo disso – Big little lies). Isso me deixa com o pé atrás. Por mais que eu goste da série, é preciso manter a qualidade da estória. Pra mim, a temporada seguinte deveria ser a última…

Responder
Ricardo Gelatti 15 de julho de 2018 - 11:26

Poderia. Como poderiam também chegar lá na filha dela e dar um tiro na cabeça dele e adeus Hannah.

Responder
disqus_TKgge1DRGh 4 de janeiro de 2019 - 02:11

deniselcb important

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:10

De fato. Aquilo foi bem legal, isoladamente.
Uma pena que tenha vindo em um arremedo de resolução final.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:09

Eu aposto mais na segunda opção. Acho que ficará escondida sim.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:09

5 ou 6 temporadas nesse ritmo… misericórdia, 100-NHOR!

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:06

Não vejo The Americans. Mas olha, concordo: essa temporada esteve abaixo da primeira. Sem sombra de dúvidas.

Responder
vinland 14 de julho de 2018 - 10:35

Bom se vc não vê fica a dica pra uma excelente série. Acabou recentemente com uma última temporada excelente e com um dos melhores finais ja vistos na TV. Essa ultima de The Americans foi uma das melhores temporadas de séries que já assisti. Mas a série inteira e maravilhosa e super coerente. Da uma chance rsrs

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 10:48

@Vinland19:disqus esse, eu acho, é o pedido mais frequente de séries para nós vermos aqui… Não tem jeito, vou ter que colocar no meu radar…

Responder
Bruno Santos 14 de julho de 2018 - 20:32

Tbm n vi essa, mas ja que deu uma dica, vou dar outra ve WestWolrd, muito foda

Responder
vinland 14 de julho de 2018 - 22:02

Essa eu já acompanho! Muito boa mesmo, apesar de ter gostado mais da primeira.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:05

Se supriu as expectativas, te agradou como espectador e você acomoda, aceita e digere perfeitamente tudo o que foi te apresentado aqui, é isso que importa.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:03

ALOKAAAAAAA

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:02

xeeeeeeeeeenntyyyyyy

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 09:02

Não acho que se ela escapasse agora terminaria a série.

Responder
Bruno Santos 14 de julho de 2018 - 20:35

Tbm acho q não, se ela conseguia escapar, conseguia voltar tbm.
Ela podia ter escapado nessa, bolava um puta plano no Canada, voltava colocava fogo em tudo e saia dando risada, olha q facil,kkkkkk

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 21:06

Tô contigo!

Responder
Huckleberry Hound 14 de julho de 2018 - 08:59

No final June ficou com a maior cara de “Vou fud*r a porr* toda”!

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 08:53

HAHAHAHHAHAHHHAHA foi demais!

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 08:51

A esta altura do campeonato, a justificativa de que “mãe é mãe” realmente não funciona para a série. A gente já passou desse ponto lá no meio da 1ª Temporada. A maternidade como uma esperança de resgate futuro, mas JAMAIS como desperdício de oportunidade, como foi feito aqui. Se a tag “mãe é mãe” fosse a intenção dos produtores, então beleza, mas que colocassem isso em pauta desde o início. UMA ÚNICA FRASE bastaria para plantar a semente. Se June dissesse, em algum momento “eu não saio daqui em Hannah”, pronto. Tuuuuudo seria diferente, porque a gente sabia do precedente. Um ponto fixo havia sido criado. Mas não foi assim. Nem perto disso, na verdade. O que reafirma a má concepção desse Finale.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 08:48

Bom, discordo de todas as suas leituras a respeito de “não poder” e “não funcionar” determinadas coisas dentro de uma visão realista para um determinado tipo de governo. Mas na ficção e especialmente nesse Universo, até que pode ser este o caso. Isso, na verdade, é um dos motivos pelos quais fico ao mesmo tempo animado e com o pé atrás com a próxima temporada. A 3ª temporada TEM QUE ser de mudanças porque isso foi prometido aqui. Terminar um serial com esse tom e fazer o outro apenas uma repetição será o fim da série. Não acredito nesse negócio de transformar Gilead em algo mais humano. O problema estaria lá, só que envernizado. Chega a ser ainda pior. Vamos ver, vamos ver.

Responder
Denis Diniz Junior 14 de julho de 2018 - 15:24

Luiz não consegui perceber nessa segunda temporada o tema fuga pois o mesmo foi impedido nos primeiros episódios. Logo em seguida ela aceitou ter o filho em Gilead. Acho que esse abstração em fugir e conseguir voltar para fazer algo é muito mais vontade dos fãs… Basta ver o marido de June e sua amiga o que eles conseguiram do lado de fora. Resistencia será que existe? ou são fatos isolados que alguns querem demonstrar suas insatisfações? Quando foi revelado o pacote recebido por ela na primeira temporada onde existia somente cartas, ali percebi que tem alguns insatisfeitos mas nada a ponto de fazer uma revolução. E por fim não acredito nesse “loop”. Principalmente por ver personagens sendo modificados conforme o desenrolar da serie vide Serena e Fred, cada vez mais com ideais opostos…. Infelizmente o sofrimento faz parte deste universo como faz parte do nosso dia a dia. Não gosto de pensar que seriado tem que ser igual novelas onde se termina felizes para sempre. June e Nick vão morrer, não vejo felicidade para os dois e sim muita “luta”, por algo que acreditam.

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 08:40

Bem-vinda ao clube, @disqus_U3QMZnEzmk:disqus!
Parece que ela não morreu mesmo não. Eu to esperando um retorno cheio de reviravoltas para ela!

Responder
Manolo Neto 14 de julho de 2018 - 14:36

EU também torço muito pra que ela não tenha morrido, parece ser uma personagem com uma história incrível pra contar

Responder
Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 08:40

@gabriel_alves_da_silva:disqus o motivo está claro porque ele não é novo. Essa postura da June está em pauta desde o piloto da série. Eu levantei a questão da mãe amorosa na crítica. A questão vai além. Não dá para aceitar uma tomada de decisões dessas apenas baseado no óbvio ululante. Se passou-se duas temporadas inteirinhas falando de fuga e quando enfim você tem a oportunidade de fugir, você não foge, não há mistério aí. É só roteiro mal escrito ou mal planejamento de temporada mesmo. As motivações viram água nesse ponto. O que falta aqui, é contexto. Ainda bem que existem outras coisas boas no meio e que mantiveram o episódio “ok”.

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Luana 14 de julho de 2018 - 13:17

Luiz eu acho que o que mais pesou nessa fuga agora foi ela ter revisto a filha , nas outras fugas ela ainda nao tido reencontrado a filha, e agora que ela reencontrou que ela percebeu que os pais entregam os filhos para serem mortos, que os esposos não poupam nem mesmo as esposas, ter encontrado a hannah pesou pra ela ao pensar o que a filha passará

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Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 13:20

Mas o ciclo permanece exatamente o mesmo, entende? Não há absolutamente nada de novo nisso, porque o padrão estava dado desde o Piloto da série. Isso só torna o elemento mais emocionante, mas não serve como justificativa e nunca foi um empecilho para a fuga antes.

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Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 08:32

Stella, eu concordo com você, em termos práticos, sobre essa ideia de resistência. Seria incrível ver essa coisa vinda de fora. Por um lado eu até entendi a intenção geral em fazer a coisa implodir, mas isso sendo feito com um novo ciclo repetitivo? Nossa… que anticlímax!

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Stella 14 de julho de 2018 - 11:34

Muito anticlímax. Não acredito que vai ser algo de implosão, deu impressão que June vai fazer aquilo de novela que lhe falei, o comandante gosta dela de um jeito doentio. Ele é do mais alto escalão e pode quebrar regras e tal, ou seja June ficou para seduzi-lo mesmo, por conta de Hana e com isso nossa Maria do Bairro vai sofrer e sofrer.

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Luiz Santiago 14 de julho de 2018 - 11:44

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus você é uma Cassandra!!!! Tenho que te colocar numa ilha sem acesso a internet pra vc parar de prever essas desgraças porque elas acabam acontecendo mesmo!!!!

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vinland 14 de julho de 2018 - 02:50

Essa temporada achei muito abaixo da primeira. E todos os pontos que vc mencionou foram os que me incomodaram durante a série inteira. Sem falar nos diálogos repetitivos que foram muitos. Se ganhar o Emmy esse ano, não vai ser por merecer. A melhor na categoria desse ano com certeza é The Americans!

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PABLO ROGERIO DA SILVA NEVES 14 de julho de 2018 - 02:11

Eu gostei muito desse episódio. Ao longo de tudo vimos que a mãe da June era recolucionaria e além disso, vimos a propria June protestando contra a situação… meio que dá pra perceber o motivo dela ter ficado. Percebe como ela encara o carro do comandante indo embora, percebe a expressão em seu rosto. Além de Hannah, tem as outras Aias, talvez ela tenha visto a possibilidade de ter sua filha de volta e ajudar suas amigas, ainda mais agora que ela viu o talvez impossivel: um comandante fazendo algo contra isso tudo e não um qualquer e sim o arquiteto de Gileade. Eu gostei muito da temporada, gostei muito do enredo. Não sou nenhum critico de serie e nem nada, mas, supriu minhas espectativas.
O desenrolar só na próxima temporada, entao, antes dela nao há muito o que dizer.
Só pra finalizar, gastei muitas lágrimas kkkkkkk.

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curiosa gospel 14 de julho de 2018 - 02:00

amo a série,mas se tiver muitas temporadas, será sempre uma aia escapa e June fica?
óbvio que se ela escapasse agora terminava a série, mas agora que ela quase fugiu(segunda vez) e despachou a filha, q justificativa darão p/ ela continuar sendo aia na casa de alguém, ela ja extrapolou tudo

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vinland 14 de julho de 2018 - 11:10

Terceira vez que ela quase escapa nessa temporada.

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Rafael Ricardo 14 de julho de 2018 - 01:45

Desiquilíbrios de concepção dos roteiristas na criação da segunda temporada da série??? Sinceramente, acho que deveria rever sua posição de ” hu vou abandonar a série ” , talvez fosse melhor mesmo (ironia apenas). Estamos apenas na segunda temporada de uma série ímpar, o que vc queria?( não precisa responder) que a protagonista conseguisse escapar com a filha , se reencontrasse com o marido, vivesse feliz e plena no Canadá e ponto. Não saberímos mais nada de Gilead, de fred, nick, Serena a história se acabaria (Pois não existe série sem June em Gilead) E nos restas para assistir: 13 reasons why, AHS, THD e afins…( já sei, vai mandar eu reler o texto, que eu não entendi bulhufas do que vc escreveu…) Pode nos poupar. Achei a review péssima e vou continuar achando e isso não muda nada para ambos. Já achei outras análises suas ótimas e não passou de uma experiência pessoal com o seu texto. Achei o episódio o melhor episódio de uma série no ano de 2018, até agora. A segunda temporada da série a melhor produção televisiva deste ano, até agora. E são 01:44 da manhã e estou com preguiça de destrinchar os motivos da minha escolha. Só quis deixar registrado mesmo.

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Marcelo Moraes 14 de julho de 2018 - 01:41

perfeito santiago me senti tapeado tb. Esse final parecia serie da Marvel da Netflix com direito a capuz e tudo. Uma enrolação total.

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La Karinis 14 de julho de 2018 - 01:36

Eu acho que simplesmente “mãe é mãe” e June na tentiva de fuga anterior também ficou com receio de deixar sua pequena para atrás porque sabe que não voltará ver ela, e um grande detalhe desta temporada é que ela viu a Hannah e foi cobrada por ela, para mim mais que o estupro nesse episódio foi essa escena que quebrou meu coração. Mas se tem alguém que me tira do sério é o Luke, porque o cara está esperando sentado ver que acontece, nunca pensou em fazer alguma coisa por resgatar elas…ai contrario do Nick que vem se arriscando bastante, quero ver como será cobrado na terceira temporada por Fred…

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Denis Diniz Junior 14 de julho de 2018 - 00:11

Bem gostaria de começar sendo bem realista, o seriado com a transformação dos EUA na Republica Gilead mostra uma sociedade muito bem estruturada e não acredito no “retorno”. Não vejo nenhum ato de revolução como algo que possa derrubar e por fim ao governo totalitário. Sendo assim o seriado como “LOST” tem enfoque no ser humano. O “homem” e suas várias facetas… LOST nunca teve como foco principal a ilha e sim os personagens e suas mudanças. Em THT acontece a mesma coisa, ou vocês acham que o amor que June sente por Nick é falso… Ela passou por tantas transformações que teve que recomeçar sua vida do zero. Ela não vai abandonar essa nova vida tão fácil…. (síndrome de Estocolmo) é muito tempo e sim a filha dela tem muito peso pois ela sabe o futuro que aguarda a Hanna. Então na Terceira temporada não esperem muitas explosões, fugas cinematográficas e sim uma transformação social entre as mulheres principalmente mas, mas claro os homens nunca vão ceder…. Entendam que uma mudança como essa acontece depois de varias gerações terem passado pelos costumes e os filhos dos filhos de Gilead eles sim poderão transformar essa sociedade em algo mais HUMANO! Temos que ser mais realista o seriado nunca deixou transparecer algo de transformador…. Realmente o episodio final acontece muitas coisas que poderiam ser construídas aos pouco mas foi um show de atuações e fotografias. Que venha a 3ª temporada

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Nayara Cardoso 14 de julho de 2018 - 00:02

Nossa! Concordo com tudo que vc falou na crítica. Acabei o episódio e fiquei sem acreditar no que tinha assistido! Aí venho nos comentários e vejo que não estou sozinha Hahaha Só espero que Tia Lydia não tenha morrido, porque a gente não merece ficar sem ver a atuação dessa atriz!

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Gabriel Alves da Silva 13 de julho de 2018 - 23:12

Gente, para mim ficou claro o motivo da June ter feito essa decisão. Ela sacrificou seu maior desejo, talvez sua única salvação daquele mundo, pela sua filha Hannah. E aquele final que ela fez aquela cara Fod* do baralho mostrou que ela está disposta a fazer de TUDO para salvar sua filha.

Também super concordo que essa segunda temporada foi bem “cansativa” mas acho que o objetivo dos produtores era o de ser o MAIS REALISTICO POSSÍVEL, porque nesse mundo de entretenimento, normalmente o que acontece é que o personagem principal está lutando com o mal e do nada ele ganha um super poder e do nada vence. Só que sabemos que na vida REAL meio que nao é assim, certo? Então o objetivo dos produtores, diretores, sei lá o que, simplesmente nos mostrar como é a vida de quem Joga no modo HARD CORE, sabe? Como é a vida e o crescimento de um personagem que em nenhum momento da história recebeu um poder extra que iria acabar com o vilão do nada, esse poder extra ela conseguirá por si mesma.

Responder
Stella 13 de julho de 2018 - 23:03

Ótima crítica. Concordo com tudo, e meu medo aconteceu. A série apertou o botão de replay ao invés de subir mais um nível.Sei que tem o lance da filha da June ja que o Comandante a prometeu. Mas agora que a filha saiu , vai se repetir todo o sofrimento da June na próxima temporada, dificilmente ela não será punida. Forçaram com a Serena pra termos pena dela isto não gostei. Acho que June poderia fazer muito mais fora de Gilead, como uma voluntaria aos Estados Unidos, fazendo parte de uma resistência. Uma missão de invasão para ela resgatar a filha faria mais sentido do que ela ficar.

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Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 23:03

Nossos pontos de vista em relação ao episódio são bem diferentes mesmo, especialmente nos aspectos de construção de personagens. Mas combinamos nos questionamentos sobre a volta… É algo que fica martelando na minha cabeça.

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Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 23:02

Não, não é. Mas depois de enfraquecê-la, fica mais fácil. Acho que este será o verdadeiro plot da próxima temporada mesmo.

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Leonardo Liçarassa 14 de julho de 2018 - 01:15

Sim eu acho que o principal motivo da June ter escolhido ficar é por isso.

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Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 23:01

Dois!

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Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 23:00

Eu até agora não sei em que nível isso me incomodou. Está indeciso pra mim. Mas incomodou.

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Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 22:54

É aquele tipo de situação em que você quer se importar com o personagem, mas não dá tempo pra você nutrir isso e já querem criar todo um mega plot em cima dele… Assim não dá, fica difícil engolir, né.

Ah, eu quero muito que Tia Lydia tenha destaque e que a gente conheça mais da história dela… Passei essa temporada todinha com esse desejo. Tomara que venha na próxima.

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Tuly 13 de julho de 2018 - 22:45

Gostei do episódio, tive mais ressalvas com o anterior, mas entendi que a Eden foi necessária para essa reação da Serena ao deixar June ir com a filha. Achei essa cena uma das melhores, e ao contrário do que vc diz a respeito da mudança de June, a mudança da Serena foi bem construída. Em Holly ficou bem claro pra mim que June estava aceitando que poderia não ter mais Hanna, assim como mostrou ela perdoando e entendendo a sua mãe, que muitas vezes esteve ausente por uma causa “maior”, ela também faria o mesmo. Talvez nesse episódio (holly) tenha sido a transformação de personagem que vc sentiu falta, porém os roteiristos não mantiveram o espírito do epi nos que seguiram e ficou esse vazio. Enfim, não me decepcionei, só me pergunto como será essa volta..

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Helena Mariano 13 de julho de 2018 - 22:34

Sinceramente o que mais me deixou indignada foi a june mudar o nome da filha dela, meu deus que absurdo.

Responder
Lucas Chaves Dos Santos 16 de julho de 2018 - 21:08

Unicamente pelo amor da Serena pelo bebê…

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Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 22:14

@leonardoliarassa:disqus quando o episódio terminou eu também fiquei sem saber exatamente se gostei ou não. A coisa é tão difícil de digerir que ficamos bem assim, sem ação. E sua curiosidade pela forma como as coisas vão se interligar também é a minha. Será que com a revolta, teremos o encerramento da série ou virá uma 4ª Temporada?

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Leonardo Liçarassa 13 de julho de 2018 - 22:23

Sinceramente, eu acho que não pq no epílogo do livro fala que Gilead acabou depois de 200 anos então eu acho que a série vai até uma 4ª ou 5ª temporada, e até pq não deve ser tão fácil derrubar uma nação né kkkkkkkk.

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 22:11

A questão do Fred eu entendo. Ele tem uma tara na June, então deixa aquilo acontecer. Mas ele é um porco de merda, egoísta em tudo… só quer mantê-la lá pro prazer dele, pra alimentar a tara dele… então ele tolera esses comportamentos.

Responder
Leonardo Liçarassa 13 de julho de 2018 - 21:58

Eu pessoalmente não sei gostei ou não da decisão da June, mas uma coisa que o Bruce Miller disse é que a casa dos Waterford não vai mais ser o centro da narrativa e que a storyline do Comandante Lawrence e da June vão se interligar na próxima temporada, então eu acho que não vai ser mais a mesma coisa e os produtores sabem disso então eu fico tranquilo e curioso em saber onde eles querem chegar.

Responder
Leonardo Liçarassa 13 de julho de 2018 - 21:49

O produtor da série Bruce Miller falou que ela não morreu e que vai voltar “mudada” emocionalmente.

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 22:08

Eita. Isso é bom ou ruim? SOCORRO!

Responder
Leonardo Liçarassa 13 de julho de 2018 - 22:17

Eu não sei kkk. O que eu sei é que eu quero um ep com flashbacks mostrando o passado dela, pq eu tenho muita curiosidade.

Responder
Rafael Ricardo 14 de julho de 2018 - 02:02

Até que enfim alguém que se informa da série, antes de vir comentar, pois pelo visto nem o review faz isso.

Responder
Elielton Harlem 13 de julho de 2018 - 21:36

Como Fred aceitava ser tratado daquele jeito pela aia? Apanhar na cara, levar palavrões… Já houveram tantas mutilações na primeira temporada por menos. E como de todas as aias nas Colônias, eles escolheram uma resistente que já até matou guardas num pequeno ataque “”terrorista””? A série foi muito boa nessa temporada mas ela perdeu o realismo assustador que existia na primeira.

Responder
Rickzinho 13 de julho de 2018 - 21:20

Decepção. Eu tava ficando ficando empolgado ao longo da temporada para acabar acontecendo isso. Espero que a prox. temporada nao seja arrastada como foi essa.

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 22:08

Esse finalzinho de temporada, especialmente esses dois últimos episódios foram bem decepcionantes, viu.

Responder
Mariana Vilela 13 de julho de 2018 - 21:20

Eu amo essa série 😂😂😂😂😂a crítica feita super concordo com os pontos abordados, mais como fã kkkkk eu adorei a segunda temporada e esse final kkkkk amei kkkkk claro sempre haverá erros pois nada é perfeito ,não vejo a hora de ver esses comandantes serem exterminados e june ter o seu final feliz kkkkk claro que ao lado do nick😍

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 22:10

Também amo a série, mas não consigo passar o pano para essas más concepções de enredo. De toda forma, a série ainda continua, para mim, sendo uma das melhores da atualidade e que estou bem animado e ao mesmo tempo bem preocupado e com medo da 3ª Temporada…

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 21:03

Ooooooooooooooooh yeah!

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 21:03

AHHAAHHAHAAHHAHAH Tia Lydia exterminadora do futuro!!!!

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 21:02

Eu estou apreensivo pelo que vai ser o próximo ano, confesso…

Responder
bre.ribeiro 13 de julho de 2018 - 20:58

Achei ótimo ela ESCOLHER ficar, desde que seja pra tacar fogo em tudo… se chegar a terceira temporada e ela continuar atrás da Hanna, brincando de casinha com o Fred, com a serena e com o nick… isso sim vai ser decepcionante… queremos June Mockingjay!

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 20:59

Para mim, sem contexto, não dá para aceitar como ótimo. Mas acho que essa ação de tacar fogo em tudo deve mesmo se realizar. Não é possível que aquele olhar de fera ferida no final tenha sido à toa…

Responder
vinland 14 de julho de 2018 - 02:53

Já disseram que querem pelo menos 5 ou 6 temporadas. Se isso se confirmar duvido muito que algo aconteça na 3 temporada. Há não ser que a popularidade da série comece a cair, e eles resolvam apressar os Plots de uma vez!

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 20:29

Ali em baixo da ponte era o ponto de encontro, não? A June já estava lá, o Comandante (que pelo visto está ligado ao plano das Martas) levou a Emily, para salvá-la da punição do que fez com Tia Lydia.

Agora, entendo perfeitamente seus pontos e compartilho com seus incômodos em muitas partes. Me irritou demais constatar que com o tempo extra que tiveram, os produtores não souberam pensar em um plano de temporada que fizesse bom uso disso. Chega a ser ridículo. Eu ainda amo a série, acho-a grandiosa, mas a reta final dessa temporada… putz! Não funcionou pra mim não.

Ah, olha, eu acho que Tia Lydia não morreu não!

Responder
Maitê 13 de julho de 2018 - 20:42

Eu também amo a série e acredito que tenha ainda um enorme potencial para mais uma temporada, acredito que tia Lydia morreu, não desejo isso. Mas o ataque da Emily foi feroz (como essa aia gosta de chutar galinha morta, não?) então se sobreviver tia Lydia poderá a vir a se tornar no Glenn Rhee de TWD (pós caçamba) de THT.

Responder
vinland 14 de julho de 2018 - 02:59

A questão que mais pesa pra mim é como fica a June na próxima. Eles vão mandar ela pros Campos de trabalho forçados? Porque se nada acontecer com ela, a credibilidade da série vai ficar meio baixa comigo. Tipo; vamos construir uma personagem intocável pra render mais temporadas. Ou talvez ela fica escondida em algum lugar em Gilead e vire uma procurada. Sei lá!

Responder
Luiz Fernando 13 de julho de 2018 - 20:26

Um final extremamente decepcionante, quando a fuga de June tinha tudo pra dar certo ela simplesmente resolve continuar em Gilead, mesmo que sua outra filha estivesse lá, ela poderia ter fugido de um lugar onde tanto sofreu. Acredito que eles deixaram a June em Gilead apenas para ter trama para a terceira temporada, uma série tão boa com uma trama tão marcante pode vir a despencar em uma nova temporada, vamos esperar pra ver no que isso vai dar.

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 20:20

Não é? O tom da temporada me agradou demais até essa reta final… também achei uma pena.

Responder
Daniel Kososki 13 de julho de 2018 - 20:02

Acho que a tia Lydia não morreu

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 20:29

Também acho que não.

Responder
Maitê 13 de julho de 2018 - 20:49

Espero que sim, porque é uma ótima personagem e atriz. Então vamos torcer ouvindo Eddie Vedder in Alive! Afinal hoje é dia mundial do Rock, baby!

Responder
Maitê 13 de julho de 2018 - 20:46

Espero que não, pois gosto muito da atriz e da personagem. Só que a meu ver para os produtores ambas não têm protagonismo dentro da série então ela pode morrer seguindo aquele lema de GOT.

Responder
Tatiana Sabino 13 de julho de 2018 - 19:11

Final decepcionante, com cenas incoerentes e apressadas demais. Uma pena, pois a temporada estava ótima :/

Responder
Maitê 13 de julho de 2018 - 18:44

Não gostei desse final de temporada, principalmente, pela sua tosca incoerência e isso é imperdoável. Não gostei da morte de Lídia e da saída de cena do Comandante Joseph. Por que tirar de cena personagens tão intrigantes, tão cheios de possibilidades futuras? Lídia deixou a série como se nunca tivesse existido como pessoa antes de Gilead. E o Comandante Joseph entrou e saiu de cena apenas para servir de escada para Emily? Serena erguendo 50% do dedo mindinho é dolorosamente risível. Nick após dois ou três meses do nascimento da filha, morando na mesma casa, finalmente consegue ter a filha nos braços? Apenas para que tivéssemos uma cena “fofa”? Nossa!!! June se sentindo culpada só porque dormiu com o marido de Éden? A troco de que essa cena de mea culpa? E Serena tem uma filha recém-nascida e já estava atormentada com a possibilidade de ela vir a ser esposa só dali a 13 ou 15 anos? A troco de que se expor diante dos Comandantes daquela forma tão idiota? Bem, só posso concluir que teremos dois arcos na próxima temporada: June e sua jornada a procura de Hannah Banana e a de Serena em busca de Nicole que já foi Holly. E, finalmente, só fiquei intrigada como uma coisa: como todos (June, Emily salvas pelo Comandante Joseph) acabaram se encontram embaixo da ponte?

Responder
Rafael Ricardo 14 de julho de 2018 - 02:00

Já foi dito pelos produtores da série que a tia Lydia não morreu. Vai se informar primeiro antes de espalhar os seus “achismos” por aí.

Responder
vinland 14 de julho de 2018 - 10:37

Nossa moço! Não tomou seu Gardenal hoje?

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Alberto Morghulis 13 de julho de 2018 - 18:20

Concordo bastante coa crítica. Eu tamén daría 3 estrelas polas atuacións e o o femomenal apartado técnico, mais en termos de roteiro duvido mesmo se merece o aprobado. Foi un final extranho, case anticlimático nalgún ponto, pero sobretodo incongruente con todo o que ven sendo construído ate agora. Como se na sala de roteiristas houbesen escrito toda ata o episodio 11 e, faltos de ideas, tivesen que reunirse para decidir que facer nos 2 capítulos finais. Empezar un novo ciclo a dous capítulos de terminar a temporada é perigoso e aquí se demostrou. A trama de Lawrence foi inserida demasiado tarde como para ganhar real interés. A cena de Serana foi lendo a Biblia foi ben poderosa, mais non houvo tempo en 12 episodios como para desenrolar un pouquinho o descontento e a preocupación delas?Foi apurado. Apurado tamén foi o enésimo intento de escapar de June, que surxiu da nada no medio dun clima que non propiciava iso para ter algo impactante co que terminar a temporada…E que foi da trama de Canadá?Foi mostrada en reiteradas ocasións pero ademáis de non acrecentar en nada a historia non tivo ningún papel de cara ao final.

Ao menos no lado positivo atopo o aproveitamento da morte de Edén para impulsar os acontecementos, a relación entre June e Serena e o “despertar desta”, a surprendente cena do apunhalamento da Tia Lydia e o papel de Rita no final.

Pra min foi uma temporada mais tirando a fraca. O aumento de capítulos non aportou nada, so fixo a trama andar en círculos e nen sequera serviu para cimentar ben as bases de cara ao final. A trama de Canadá estivo totalmente deslocada. As minas desapareceron tan rápido como apareceran. Faltou sustancia narrativa e unidade en moitos momentos. E facer un salto temporal preto do final, criando esa extranheza e case reiniciando o acontecido non foi para nada ótimo. Claro que aínda falamos en termos lonxe do ruím. The Handmaid’s Tale segue a ser unha serie maravilhosa, de temática atual, sensivel, cruda e intelixente, cun elenco poderosísimo e unha escenografía de deixar a boca aberta. Aínda hai varios episodios da temporada que considero excelentes. Mais precisamente por iso eu esixo máis do que nos ofreceu este ano. THT pode e precisa ser algo melhor, e espero que a terceira temporada sea mais breve e concisa e sepa dar uma reviravolta que ponha fin a estes ciclos que comezan a incomodar.

Parabéns polas críticas da serie. Estes últimos meses foran moito máis levadeiros grazas a Westworld e The Handmaid’s Tale e, por suposto, as conseguintes reviews do Plano Critico. Con elas xa terminadas termina a diversión, aínda que seguirei entrando no site a miudo.

Nolite Bastardes Carborundorum!

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 22:51

@albertomorghulis:disqus agradeço por nos acompanhar todo esse tempo, vencendo a barreira da língua, fazendo os comentários. É sempre um prazer! E seja sempre muito bem-vindo por aqui em outras áreas do site, viu!

Olha, por isso que eu falei que é um episódio difícil de analisar, de falar sobre. Porque ele tem uma série de coisas muito boas de um lado, mas o roteiro, especialmente nesse aspecto de planejamento da temporada, nos enraivece bastante. Se pelo menos tivesse criado uma base para isso ao longo da temporada, a gente já sabia que a intenção existia… E é pior ainda porque tiveram 3 episódios a mais e fizeram tudo isso às pressas no final. Muito complicado.

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 13 de julho de 2018 - 18:11

Luiz, essa season finale me deixou com um gosto agridoce na boca. Achei a questão das Martas feita de maneira um tanto abrupta, sem uma preparação prévia adequada. Não acompanhamos o planejamento, não criamos as expectativas, o que aumentaria bastante a tensão daquela sequencia no final do episódio. Do modo que foi, era óbvio que nada de errado aconteceria. Outro aspecto que me incomodou, embora menos, foi o pequeno arco da Emily na casa de seu novo comandante. A agressão à Tia Lydia foi inesperada, mas fiquei com a impressão, depois, de que foi um artifício criado para lidar com a inevitável punição à Emily Off qualquer coisa, o que justificaria algum plano mirabolante para tirá-la de Gilead levando alguém (June) junto. Acho que esse segundo ano desandou em alguns episódios-chave e, assim como você, creio que os episódios a mais não foram tão benéficos. Ainda assim, permanece como a grande série da atualidade.

Responder
Luiz Santiago 13 de julho de 2018 - 20:23

@rodrigorochavaz:disqus, na minha visão, você tem razão em todos esses aspectos levantados. Também considerei de maneira bastante abrupta a ação das Martas. Eu estou contando que na próxima temporada a gente vá ter um olhar para o passado, para ver como isso começou. Mas aqui, o preço cobrado realmente foi alto… Mesma coisa a resolução do arco da Emily, embora o choque para mim não tenha sido tão alto, porque realmente achei, desde a primeira cena, que esse Comandante não estava mais seguindo os auspícios de Gilead…

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 13 de julho de 2018 - 21:38

Concordo, Luiz. A questão do Comandante Joseph é que foi tudo muito rápido, tivemos, basicamente, dois episódios para que ele sentisse tremenda empatia pela situação de Emily a ponto de arriscar sua vida com a inevitável punição. Ficou claro sua ojeriza em relação àquela sociedade, mesmo assim foi corrido demais, ou eu é que estou chato HAHA
Achei a agressão de Emly pouco condizente com tudo o que vimos da personagem até aqui. Tia Lydia é uma das melhores personagens da série, uma das minhas favoritas. Imagino que ele terá um papel fundamental no próximo ano, pois claramente “Tia Lidya” é uma persona, como ela deixou implicito para Offred em um dos episódios da atual temporada. Em suma, não dá pra acertar sempre. Abraço!!!

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