Home FilmesCríticas Crítica | The Last Days of American Crime

Crítica | The Last Days of American Crime

por Ritter Fan
403 views (a partir de agosto de 2020)

Ao final de 2009, Rick Remender e Greg Tocchini lançaram uma minissérie em quadrinhos de apenas três edições que lidava com o último crime cometido em uns EUA distópico e totalitarista prestes a implantar um sinal que impede as pessoas de cometer crimes. Uma boa ideia que foi, infelizmente, subdesenvolvida na HQ. Corta para 2018, no início da produção do filme homônimo, e o roteirista Karl Gajdusek aparentemente percebeu esse problema na obra original e tratou de arregaçar as mangas para dar estofo ao material, mas sem saber dosar o quanto explicar, gerando o resultado oposto.

Em outras palavras, uma história simples que apenas precisava ser levemente expandida para ficar realmente boa, torna-se um letárgico mamute preso em um poço de piche lentamente se mexendo para tentar sair de sua prisão. Essa metáfora pouco inspirada que acabei de fazer é um reflexo do roteiro do filme, que fique claro, até porque eu me senti um cadáver sendo lentamente mumificado pela ação de milhões de anos vendo essa desnecessariamente longa produção de quase 2h30′ que parece ser mais longa do que as três partes de O Hobbit juntas e em câmera lenta.

Tento com todas as minhas forças evitar classificar um filme apenas como “chato”, pois esse adjetivo é algo tão comum e banal nesse mundo apressado em que vivemos, com as pessoas mal tendo paciência para aguentar alguns minutos paradas sem olhar para o celular e sem que haja uma gratificação instantânea (como sardinhas para focas), mas não deu. Eu juro que tentei, mas foi impossível. The Last Days of American Crime é uma maçante, enjoada, modorrenta, tediosa e sonolenta chatice do começo ao fim, incapaz de chamar atenção por alguma caraterística especial ou artifício narrativo bem executado (como em Resgate, por exemplo) ou sequer uma atuação minimamente decente. Chegou a um ponto da interminável e torturante duração que eu já teria ficado plenamente satisfeito com uma perseguição automobilística impossível à la Velozes e Furiosos, uma cena de sexo risqué como em Cinquenta Tons de Cinza ou violência realmente explícita como em Rambo IV. Mas não. Tudo o que temos são perseguições tão emocionantes quanto a de O.J. Simpson (o verdadeiro), sexo tão quente quanto em A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 e violência cartunesca no nível de filmes de super-herói. Somente para não dizer que não há nada, talvez a sequência inicial em que Graham Bricke (Edgar Ramírez) executa um colega com querosene (porque queima mais lentamente) colocando um charuto aceso na boca do sujeito completamente embebido no combustível tenha seu valor, mas fica perdida nos 145 minutos restantes…

Aliás, falando em Edgar Ramírez, nossa, que atuação tenebrosa ele tem aqui. Aliás, “atuação” é bondade minha. O ator é caras e bocas de raiva, dor e desejo que são absolutamente fungíveis. Basta comparar seu “magnífico trabalho” nas sequências em que transa com a hacker Shelby Dupree (Anna Brewster) com outras em que ele é queimado vivo ou em que leva tiros a queima-roupa. É aquela expressividade de maçaneta enferrujada que impede qualquer conexão com seu personagem. E quase o mesmo vale para Brewster, cuja Shelby é desavergonhadamente uma mulher-objeto (algo que vem da HQ, mas que o roteiro poderia ter mudado) e para Michael Pitt, que pelo menos tem a vantagem de viver o louco varrido Kevin Cash, namorado oficial da moça.

E nem vou culpar apenas o elenco, pois creio que essa uniformidade negativa é muito mais pela incapacidade de Olivier Megaton de dirigir atores do que qualquer outras coisa. Basta verificar o currículo do cineasta para notar que sua especialidade é ação rasteira que só ganha algum destaque quando determinado ator ou atriz com quem ele trabalha consegue passar por cima de sua extrema burocracia atrás das câmeras. E, claro, não é esse o caso aqui, já que o elenco simplesmente está no automático e o filme se arrasta entre sequências desnecessariamente longas (praticamente 100% do tempo, mas valendo especial destaque para o confronto final entre Graham e Kevin, que é mais lento do que cágado manco subindo escada), subtramas sem sentido como a do policial vivido por Sharlto Copley, outras inadvertidamente hilárias como a lavação de roupa suja de Kevin no escritório de seu pai e outras ainda que parecem terem sido criadas para outro filme qualquer (como a dos snipers atrás de Graham). Megaton simplesmente não sabe quando parar, o que cortar e em que ordem colocar suas sequências, entregando um filme que nunca chega em um clímax que seja.

The Last Days of American Crime consegue a façanha de não trazer valor algum para o espectador, mesmo para aqueles que procuram apenas ação descerebrada. É um filme vazio, imbecilizante e, pior, que exige um investimento de tempo considerável. Seria muito mais proveitoso gastar esse tempo dormindo ou enfiando bambu embaixo da própria unha…

The Last Days of American Crime (EUA, 05 de junho de 2020)
Direção: Olivier Megaton
Roteiro: Karl Gajdusek (baseado em graphic novel de Rick Remender e Greg Tocchini)
Elenco: Édgar Ramírez, Anna Brewster, Michael Pitt, Sharlto Copley, Sean Cameron Michael, Alonso Grandio, Daniel Fox, Robert Hobbs
Duração: 148 min.

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98 comentários

R.Y.D.E.R 13 de setembro de 2020 - 01:36

Kkkkkkkkkkkkkkk Admito que gritei de rir lendo essas comparações. Mas realmente, que filme horrível! Uma premissa tão boa pra um filme nojento desse, comprei até um lanchinho pra assistir quando vi o trailer e perdi 2h e meia vendo essa disfunção eretil.

Responder
planocritico 13 de setembro de 2020 - 02:22

Junte-se ao grupo dos Traumatizados Anônimos!

Abs,
Ritter.

Responder
Freddy Kru Ger 8 de agosto de 2020 - 00:24

Pensei que só eu tinha achado esse filme ruim… consegui assistir 20 min.

Responder
planocritico 8 de agosto de 2020 - 01:33

Desistiu fácil demais…

HAHAHAHAAHAHHAAHHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Infinite 28 de junho de 2020 - 15:39

E olha que eu gosto de trash Hein mas pelo menos que seja divertido ,mas esse filme não é ,pra mim é o pior filme da década , boa critica.

Responder
planocritico 29 de junho de 2020 - 12:42

Obrigado! Tem o trash bom e o trash ruim. Esse aqui é o trash lixo atômico mesmo…

Sobre ser ou não o pior da década, eu sei lá. Teremos que esperar para saber, mas é um forte candidato a ficar nas piores posições.

Abs,
Ritter.

Responder
João Basso 25 de junho de 2020 - 14:11

Assisti um trecho do filme e achei péssimo, desistindo da sequencia. Depois de ver os comentários fiquei desinteressado do restante. Agradeço..

Responder
planocritico 25 de junho de 2020 - 14:24

Que isso? Não pode desistir não! FORÇA, SOLDADO!!!

HAHAHHHAHHAHAHAHAHAHHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel 22 de junho de 2020 - 07:37

Eu não tô acreditando o tanto que esse filme eh ruim, vi ele todo, pq ? Pq? Que final horroroso, que acerto de contas terrível depois do dinheiro roubado, pq uma carreta cheia de dinheiro um assalto imbecil sem sentido sem lógica ! Q cena feia o Kevin na casa do pai dele e dando uma machadada na cabeça dele ! Sério eu n sei o q mais criticar …. Eu tinha q colocar isso pra fora, como q pessoas q trabalham com isso vivem pra isso e lança uma coisa assim … ! Enfim esse eu tinha q escrever sobre !

Responder
planocritico 22 de junho de 2020 - 12:52

Junte-se a mim no Grupo dos Engrupidos Anônimos que passaram pelo trauma de ver esse lixo todinho…

Abs,
Ritter.

Responder
Alan 15 de junho de 2020 - 19:19

Que filme lixo. Meu Deus, 45 minutos jogados no lixo. Desesperador ver o filme. Pior que dá para ver o investimento feito nele. Porém, nada, nada funciona nele.

Responder
planocritico 15 de junho de 2020 - 20:01

45 minutos???

Abs,
Ritter.

Responder
Alan 15 de junho de 2020 - 23:55

Fui guerreiro ainda. Geralmente em filmes tão péssimos assim, não passo de 20 minutos

Responder
planocritico 16 de junho de 2020 - 01:00

Só ganha a medalha de guerreiro vendo tudo!

HAHAHHAHAHAHHAAHAHAAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Érica Pazzi 14 de junho de 2020 - 19:38

Nossa esse é pra passar bem longe nem pra assistir pra dar sono presta
Mas eu adorei o texto hehe

Responder
planocritico 14 de junho de 2020 - 19:40

Obrigado!

Esse filme dá é pesadelo!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Érica Pazzi 14 de junho de 2020 - 19:42

Obrigada vc pelo alerta já estava de olho nele pra ver
Vc me salvou haha

Responder
planocritico 14 de junho de 2020 - 20:15

Eu não gosto de dizer “não assista esse filme”, mas eu abro uma exceção para esse daqui…

Abs,
Ritter.

Responder
Cleisson Oliveira 14 de junho de 2020 - 16:15

WTF? Já vi até o 0 estrelas mas essa avaliação, meu Deus do céu! As vezes Satanás passa dos limites. Sei que já falaram mas reitero: há de ter a seguinte série “Especiais Plano Crítico: Chernobyl” compilando todas essas pérolas espalhadas pelo site. Força, Ritter!

Responder
planocritico 14 de junho de 2020 - 18:14

Esse filme merecia 5 Chernobyls…

Abs,
Ritter.

Responder
Beatriz Lynch 12 de junho de 2020 - 10:04

O rapaz abaixo tem razão, esses textos são incriveis kkkkkkkk igual o filme da Supergirl e a 4 temporada de Arrow (ambos escritos pela lenda Ritter Fanboy), eu me pergunto o que fez o senhor perder seu tempo com essa coisa, tentando sangrar os olhos (ou acabar com a sanidade que restou)? Isso é hilario kkkkkk

Responder
planocritico 12 de junho de 2020 - 14:42

Masoquismo explica!

Mas viu, pelo menos tem a vantagem de levar felicidade aos leitores!

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 11 de junho de 2020 - 09:38

façam por favor um indice só com os filmes e séries que receberam a nota radioativa. Geralmente são os melhores textos.

Responder
planocritico 11 de junho de 2020 - 15:15

Um dia eu catarei essas críticas.

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 9 de junho de 2020 - 18:58

Direção: Olivier MEGATON! – rsrsrsrsrsrsr, TINHA como dar certo?

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 19:03

Pô, esse nome é maneiríssimo!!!

HAHAHAHHAHAHAAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 10 de junho de 2020 - 08:38

Sim, para dirigir aquele tipo de filme onde os atores usam bolas vermelhas de plástico na boca.

Responder
planocritico 10 de junho de 2020 - 12:51

HAHAHHAHAHHAHAHAAHAAH

Maldade!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 9 de junho de 2020 - 18:15

Ritter, quando vai rolar a crítica de Cats? Precisamos manter o nível por aqui.

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 18:21

O pior é que eu QUERO ver o filme mesmo e acho que verei em breve justamente para fazer a crítica…

Devo ser masoquista mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 9 de junho de 2020 - 18:22

Eike que orgulho!!! Espero me divertir muito com sua raiva.
Abs,
Ema

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 18:25

Tenho medo é de gostar…

HAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAA

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 9 de junho de 2020 - 21:14

Eu consideraria adotar um novo sistema de avaliação só pra Cats. Talvez estrelas negativas =D

Abs.

planocritico 9 de junho de 2020 - 21:14

É muita pressão para eu detestar o filme. Aí eu gosto e vocês vão me chamar de maluco…

ASSIM NÃO DÁ!!!

Abs,
Ritter.

Beatriz Lynch 12 de junho de 2020 - 10:04

Eu acho que o senhor ja é maluco…

planocritico 12 de junho de 2020 - 14:42

Obrigado!

HAHAHHAHAHAHAHAAHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Fórmula Finesse 9 de junho de 2020 - 11:53

Hj vi no menu do Netflix: Primeiro lugar no Brazil…aposto que vai ter continuação (boçalidade tende a ser mundial), e o Ritter vai ter que ver novamente!

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 13:20

Para você ver como são as coisas…

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 9 de junho de 2020 - 08:16

E a Netflix me recomendando isso…

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 13:34

É a Netflix sendo o diabinho em seu ombro…

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 9 de junho de 2020 - 16:38

0% no Rotten…

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 18:27

Está mesmo em zero? HAHAHAHAHAHA Sensacional!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 10 de junho de 2020 - 08:18

Sim hahaha e com 27% de aprovação do público

planocritico 10 de junho de 2020 - 12:51

Quando nem o público gosta, aí você vê o tamanho da porcaria que o negócio é…

Abs,
Ritter.

Alexandre Tessilla 8 de junho de 2020 - 23:08

Eu tive a coragem de ver o filme todo, parcelado claro. A premissa me interessou. O começo do filme é bem capenga, depois acontecem umas cenas de ação e quando você pensa que o filme vai virar “Uma Noite de Crime” generalizado, vira um filme de assalto fajuto que você torce para todos morrerem logo. A única coisa que para mim foi razoavelmente aceitável, mas não salva o filme, foi a interpretação de Michael Pitt. Sei lá, eu curti um pouco, apesar dele interpretar um personagem desprezível. Torci para ele se ferrar. No mais, apenas mais um filme pra esquecer, como muitos que já vi e ainda verei. Parabéns pela crítica!

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 00:09

Obrigado! Sofremos juntos, pelo visto!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Oberdan 8 de junho de 2020 - 22:20

As vezes fico mais curioso pra ver o filme com uma nota dessas após o total esculacho do crítico do que quando ele ganha 2-3 estrelas e é considerado mediano hahahahahah

Me espantei porque o filme está em 1° lugar no “Top 10” diário da Netflix desde que foi lançado. Mas com sua crítica, os comentários e a nota 3,8 no Imdb, acho que vou investir meu tempo em outro lugar…

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 00:09

A lista de top 10 do Netflix é normalmente de trincar os dentes de ruim. Tipo show de horrores…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 8 de junho de 2020 - 19:45

Pra esse filme ser ruim ele ainda tinha que melhorar e muito, 2:30 de clichês atrás de clichê e ainda feito de forma bem porca, fazia tempo que não sentia a sensação de tempo perdido, que merda de filme

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 20:16

Se ainda fosse um filme de 80 minutos, dava até, com muito boa vontade, perdoar. Mas 2h30′ de lixo atrás de porcaria realmente foi de lascar…

Abs,
Ritter.

Responder
Alexandre Tri Ndade 8 de junho de 2020 - 17:10

2:30 hrs de tempo perdido, uma bosta de filme mesmo!

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 18:08

Pois é…

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 8 de junho de 2020 - 16:26

Suportei uns quinze minutos; aguentei até pouco depois da “quentíssima” cena de sexo (constrangedor o preâmbulo, já seria um clichê dos diabos se o dois se conhecessem de antes; como perfeitos estranhos então, foi de virar os olhos para trás…) – quase desliguei a tv jogando o controle remoto no aparelho, juro!

“até porque eu me senti um cadáver sendo lentamente mumificado pela ação de milhões de anos vendo essa desnecessariamente longa produção de quase 2h30′ que parece ser mais longa do que as três partes de O Hobbit juntas e em câmera lenta.”

hehehehehe, algumas torturas chinesas são menos dolorosas e mais rápidas. Parabéns por ter sobrevivido!

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 18:08

Eu vi em pedaços. Foi impossível de uma tacada só…

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 9 de junho de 2020 - 08:37

rsrsrsrsr, pequenos pedaços de vida sendo jogados ao fogo; ao menos o teu sofrimento nos divertiu.

Responder
planocritico 9 de junho de 2020 - 13:33

Algo de bom tinha que sair dessa desgraça…

Abs,
Ritter.

Responder
RUSSO 8 de junho de 2020 - 16:13

Não vi o filme, não li a crítica, mas fiquei curioso com a nota. Será que devo ler a crítica ou ver o filme? Joguei essa questão aqui.

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 16:20

Veja o filme e, depois, leia a crítica!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 8 de junho de 2020 - 07:17

Estava com saudades dessas notas de lixos atômicos. Sobre o filme? Não vi e não verei.

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 13:48

Esse é o tipo de filme que eu não posso, em sã consciência, sugerir que ninguém veja…

Abs,
Ritter.

Responder
Jack Fellow 7 de junho de 2020 - 21:59

Mas na cena inicial era só o cara cuspir o charuto pra fora da banheira pra não morrer, ele conseguia se curvar c a cabeça pra fora… Hahahahahaha

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 00:13

Ou seja, nem a cena inicial salva!

Abs,
Ritter.

Responder
Marlon Nascimento de Vargas 8 de junho de 2020 - 09:52

As bobagens do filme começam justamente por aí… quem fuma charuto sabe: se a gente não fumar ativamente e ficar algum tempo sem puxar a brasa… o charuto apaga… kkkkk Se bem que eu acho que o charuto era um COHIBA, porque o cara deu umas fumadas com todo o gosto… “Azar, nem que morra queimado… é um Cohiba, Pô!”

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 13:38

Mas esse tipo de bobagem é aceitável e faria o filme ficar legal se ele fosse cheio delas. Mas não é. Ele se leva a sério. E aí é que os problemas começam…

Abs,
Ritter.

Responder
Wfxavier Xavier 8 de junho de 2020 - 12:20

Pensei a mesma coisa. cara burro. era só apagar o charuto na parede ou jogar pra fora. Enfim, consegui assistir por uns 10 min e desisti, mas nesse curto periodo de tempo não pude deixar de notar a inexpressiva atuação desse ator, foi só nesse filme ou ele é ruim assim mesmo??

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 13:28

Nunca vi ele como protagonista de nada, apenas papeis coadjuvantes. Mas não dá para culpar só o cara.

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 8 de junho de 2020 - 16:26

Pensei o mesmo, e depois quando a “lenta combustão” explode como três bananas de dinamite??? Que t-o-s-q-u-e-i-r-a!

Responder
planocritico 8 de junho de 2020 - 18:08

Como carros em praticamente 100% dos filmes de ação que batem em muros e capotam e explodem como se estivessem revestidos de nitroglicerina… Mesmo conceito!

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Brasil 7 de junho de 2020 - 18:47

ainda assim é melhor que La La Land.

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 19:19

HHAHAHHAAHAHHAHAAH

Que maldade! (e olha que eu nem gosto de La La Land…)

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 9 de junho de 2020 - 22:45

Po, juro q já tentei ver lala land duas vezes e olha q adoro musicais. N consigo ver mais q meia hora daquele troço.
Parece uma esquete do SNL

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 7 de junho de 2020 - 17:18

Caramba, só tinha visto essa nota radioativa pro clássico cult “Cinderela Baiana”, imagina o nível da coisa kkkkkkkk

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 18:04

Tem outras notas assim. A primeira delas, que inaugurou esse “padrão” foi para a 4ª temporada de Arrow, aquela obra-prima…

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 8 de junho de 2020 - 16:27

Arrow é arte, inveja e crítica faz parte…#keepfightingoliver

Responder
Ciro 7 de junho de 2020 - 15:28

Graças a Deus que em tempos de Olhos Famintos 3 com legendas apelativas no Netflix, existam pessoas que se dispõem a encarar as pedreiras e sinalizar os desavisados kkkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 15:29

Cara, depois dessa desgraça eu merecia um sabático para purificar as retinas e o cérebro…

Abs,
Ritter.

Responder
Marlon Vargas 7 de junho de 2020 - 15:16

Kkkkk… Azar o teu que tinha a obrigação profissional de ver o filme até o final… kkkk eu saltei fora… sei lá… a dez minutos do início (parecia que já tinham se passado horas). Simplismente intragável. Sempre me oruglhei, durante minha longa vida de cinéfilo, de nunca ter desistido de um filme, por pior que fosse, mas depois de Netflix e Amazon, estou batendo todos os recordes de desistência de filmes-bombas. Minhas listas de “Continue assistindo” estão cada vez maiores. Pensei que era porque estou ficando véio e impaciente… mas essa crítica “tão positiva” me trouxe a perspectiva de que o nosso acesso a porcarias está mais fácil.

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 15:22

“nosso acesso a porcarias está mais fácil”

É a perfeita definição do mundo moderno. E vale para muito mais coisa do que só obras audiovisuais!

Abs,
Ritter.

Responder
Paulo Junior 7 de junho de 2020 - 12:04

Que decepção. Achei que seria um filme de assalto clichê mas divertido, recrutando especialistas que só terão 1 utilidade pro 1 minuto, o clássico momento que tudo da errado mas o líder já tinha se preparado para isso, um dos vilões na verdade faz parte da equipe mas ninguém sabia e terminar com cada um milionário vivendo seu sonho de princesa.
Invés disso passei 2 horas e meia tentando não dormir, o pior é que eu consegui

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 15:28

Eu me compadeço pelo seu sofrimento, meu caro @disqus_zOkIulSRzs:disqus ! Também esperava a mesma coisa, mesmo tendo lido a HQ e não achado nada de mais… E aí veio isso…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Augusto 7 de junho de 2020 - 02:17

CA,RAM,BA! Nem vi o filme, entrei só por curiosidade e tem essa nota, a última vez que eu vi isso…foi na 4 Temporada de Arrow, lamento por ti kkkkkkkk

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 04:30

Agora sua missão é assistir o filme!

Vamos lá. Coragem!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Oliveira 7 de junho de 2020 - 01:14

FAZ UM COMPILADO COM TODAS AS CRÍTICAS QUE RECEBERAM ESSA NOTA.

EU IMPLORO HAHAHAHAHAHAHAHA

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 04:30

Ihhhhh, eu nem lembro mais quais são!

Abs,
Ritter.

Responder
John Locke 6 de junho de 2020 - 22:18

Saudações, Ritter.
Pretendem fazer review sobre a série “Noite Adentro”?
Forte abraço

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 00:40

Não temos planos, mas é possível!

Abs,
Ritter.

Responder
Junior Thefighter 7 de junho de 2020 - 00:47

Bela lembrança amigo, por para mim, Agradeço a Bélgica por ter produzido “Noite Adentro”, uma das grandes surpresas de 2020 para mim…

Responder
Flavio Batista Dos Santos 6 de junho de 2020 - 21:36

Tentei assistir ontem a noite mas N deu. Estava com expectativas pq achei a premissa interessante mas o filmes simplesmente não anda, nada faz sentido. Horrível. Parei na cena q eles saem matando na casa do pai do carinha lá.

Responder
planocritico 7 de junho de 2020 - 00:40

A sequência na casa do pai do Kevin é hilária de tão imbecil. Realmente, um bom ponto para desistir!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de junho de 2020 - 21:17

Como saber que uma crítica vai ser muito divertida de se ler: quando ela tem de 2 estrelas pra baixo.

Quando saber que a crítica será a sua diversão da noite: quando ela tem LIXO ATÔMICO como nota. E quando é escrita pelo Ritter puto.

HAUAHUAHAUAHUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHAUHAUAHAUHAUHUAHAUAHUA

Responder
planocritico 6 de junho de 2020 - 21:24

Cara, sério, estou precisando dar um descanso para o meu cérebro. Ele derreteu todinho depois dessa desgraça…

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 6 de junho de 2020 - 20:48

Espero que as pessoas não repitam o erro de Death Note e Bright. Assistir pra ver o show de horrores por curiosidade e acabar aumentando o número de visualizações fazendo a Netflix anunciar uma sequência.

Responder
planocritico 6 de junho de 2020 - 21:17

Filme ruim muito assistido existe desde que Hollywood existe. Não tem nem como tentar pensar que não vai acontecer… Vide Resgate, o maior sucesso recente do Netflix…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Silva 6 de junho de 2020 - 19:56

Terminei o filme com o mesmo sentimento do último parágrafo, tempo incrivelmente mal gasto. Esse filme entra pra lista dos que eu não recomendo nem para o meu pior inimigo e que se caso algum dia alguém precisa tirar informações de mim, basta me ameaçar que vai colocar esse filme

Responder
planocritico 6 de junho de 2020 - 20:02

Pronto. Você achou uma utilidade para esse filme: instrumento de tortura!

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 6 de junho de 2020 - 19:43

O filme valeu então. Gosto de ler essas críticas desabafando a catástrofe que é esse longa rsssss

Responder
planocritico 6 de junho de 2020 - 19:43

Você sabe que isso é sadismo, não?

HAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
O Homem do QI200 7 de junho de 2020 - 21:15

Nada que um equilíbrio entre críticas de filmes bons e ruins que resolva rssssss

Responder

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