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Crítica | The Mandalorian – 1X01: The Bounty

por Ritter Fan
904 views (a partir de agosto de 2020)

Desde que apareceu pela primeira vez na animação contida no infame Star Wars Holiday Special, Boba Fett capturou a imaginação dos fãs da franquia e, apesar de pouco ter aparecido em O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi, tornou-se um dos mais memoráveis personagens desse universo. Foi sem surpresa, portanto, que a primeira aposta de série live-action de Star Wars tenha sido justamente uma com um personagem fortemente inspirado na figura estoica do caçador de recompensas que é engolido por um sarlacc em Tatooine depois de ser jogado lá sem querer por um Han Solo cego.

Voltando às raízes de faroeste espacial que Guerra nas Estrelas tem em seu primeiro terço, o minúsculo – menos de 40 minutos! – episódio inaugural de The Mandalorian acerta em praticamente tudo que um piloto tão aguardado precisa fazer para cativar seu público, seja ele composto de veteranos da franquia, seja de novos entrantes. E a palavra chave, aqui, é economia. Mas economia narrativa, que fique bem claro, já que o primeiro capítulo da aventura esbanja computação gráfica bem acima da média que só é claudicante na criatura que o protagonista tem que cavalgar mais para a frente.

Voltando ao roteiro, porém, ele muito claramente bebe da fórmula certeira da Trilogia dos Dólares e do arquétipo do pistoleiro “sem nome” (e aqui também “sem rosto”) vivido por Clint Eastwood e faz muito com muito pouco. Diálogos são esparsos, a ação é constante e mortal (no estilo Disney de ser, ou seja, sem uma gota de sangue que seja, o que definitivamente não faz falta) e, ao mesmo tempo, o texto de Jon Favreau, também showrunner, salpica de maneira muito discreta e espartana um mínimo da vida pregressa para o protagonista na medida estritamente necessária para dialogar com a revelação final que certamente trará sorrisos aos rostos dos fãs, ao mesmo tempo que sedimenta no imaginário a reputação dos mandalorianos do título, com direito até a upgrade cerimonial de armadura como se fosse um videogame.

Pedro Pascal vive o personagem-título sem que seu rosto apareça por um segundo sequer e com o bônus duvidoso de ter sua voz “deformada” pelo sintetizador de seu capacete prateado, uma escolha corajosa tanto do ator quanto da produção em si, já que estabelecer a conexão do público com um homem sem expressões não é uma tarefa simples, mas que a direção de Dave Filoni (nome mais do que embrenhado na mitologia de Star Wars por seu trabalho em The Clone Wars, Rebels e Resistance) consegue criar fiando-se em uma espécie de reunião de melhores momentos que a mistura de sci-fi com faroeste pode oferecer. Afinal, além da economia narrativa, outro elemento-chave para o piloto de The Mandalorian funcionar é a familiaridade. Familiaridade não necessariamente com Star Wars (ainda que isso sempre seja uma vantagem, evidentemente), mas sim com clichês audiovisuais que vão desde o personagem durão que entra em um bar causando silêncio geral, passando por negociações tensas na base da pistola apontada e tiroteios na fronteira sem lei em que o mocinho sai sem nenhum arranhão. Tudo isso e mais fazem os poucos minutos desse primeiro episódio passarem tão rápido que chega a causar frustração.

E esse “mais” fica por conta não só de um elenco carismático que conta com figuras como Carl Weathers (ninguém menos do que o Apollo Creed da franquia Rocky) como Greef Carga, que distribui as missões aos caçadores de recompensas, e Nick Nolte como o ugnaught Kuiil, além dos cineastas Werner Herzog, como o misterioso contratante do mandaloriano, e Taika Waititi fazendo a voz do robô IG-11, como também com uma ambientação rica e expansiva que nos faz passear em velocidade quase desorientadora por ambientes gelados e desérticos, descobrindo coisas pitorescas como a existência de um serviço tipo Uber no primeiro planeta em que vemos o protagonista. E tudo embalado por uma trilha sonora composta pelo sueco Ludwig Göransson (de Pantera Negra) que pinça notas dos clássicos de John Williams, mas sem deixar de injetar uma assinatura muito própria que acrescenta elementos tribais e estabelece uma música-tema para o protagonista que, com o tempo, pode tornar-se memorável de seu próprio jeito.

Claro que para os fãs há mais ainda, pois The Mandalorian é um poço profundo de referências do universo Star Wars, poço esse que não pretendo mergulhar em favor da brevidade, mas que vale destacar meu favorito de longe: o churrasco de Migalhas Indecentes (ou tecnicamente, de um macaco-lagarto kowakiano) que me fez gargalhar de felicidade. Mas o melhor é que esse monte de menções a diversos filmes da franquia não pareceram forçadas e estão ali para serem identificadas por quem conhece, mas que não atrapalham a experiência de quem não liga para esse tipo de coisa. Como eu disse no começo da crítica, esse é um episódio inaugural que consegue trafegar bem a linha imaginária que divide o fã veterano do fã novato ou até de quem está sendo apresentado a esse universo com The Mandalorian. As peças encaixam-se muito bem de uma forma ou de outra.

No entanto, em prol dessa velocidade vertiginosa e do uso de arquétipos e clichês de gêneros variados, uma coisa se perdeu: a multidimensionalidade. E não, essa não é uma palavra de “crítico metido a besta”. Ok, até pode ser, mas ela é importante para permitir a longevidade de uma série que se espera ser de alta qualidade. Aqui, The Mandalorian não se arrisca em nada, não oferece nada além do que está na superfície, mesmo que por alguns segundos vejamos vislumbres do passado do protagonista e da mitologia dos mandalorianos. Será necessário bem mais do que isso para manter a série funcionando de maneira azeitada, já que ela arrisca perder o vigor se escolher seguir apenas na base de novas criaturas e novos tiroteios a cada semana, por mais que a armadura, nave e armamentos do personagem-título recapturem o frescor original de Star Wars como só Rogue One tinha conseguido fazer recentemente.

Se você não revirou os olhos com o parágrafo anterior e continuou lendo, saiba que esse episódio ser bem rasinho e saber apertar todas as teclas corretas era mais do que esperado por este crítico e, portanto, não há surpresa aqui. O jogo foi jogado com precisão para atrair o maior número possível de pessoas e esse é um dos pilotos de série mais eficientes em assim fazer que vejo em muito tempo. Favreau tinha consciência disso e não fez feio desde a escolha imagética desse “novo Boba Fett” até a manutenção de uma ambientação extremamente familiar. Mas, agora que esse novo cantinho desse vasto universo foi apresentado, a curiosidade por mais detalhes, por mais profundidade e por mais desenvolvimento de personagens certamente aumentará e é assim que, espero, o showrunner conseguirá fincar The Mandalorian como a série pioneira nessa nova forma de se explorar os recônditos mais profundos de Star Wars.

The Mandalorian – 1X01: The Bounty (EUA, 12 de novembro de 2019)
Showrunner: Jon Favreau
Direção: Dave Filoni
Roteiro: Jon Favreau
Elenco: Pedro Pascal, Nick Nolte, Carl Weathers, Emily Swallow, Werner Herzog, Omid Abtahi, Taika Waititi, 501st Legion
Duração: 39 min.

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98 comentários

Leonardo Lima 18 de novembro de 2019 - 11:41

Não entendi uma coisa: o metal que é feita a nova ombreira da armadura é um tipo de moeda? Se sim, eles derretem “dinheiro” pra fazer um novo pedaço da armadura??

Responder
planocritico 18 de novembro de 2019 - 13:04

O que eu entendi é que o metal é como ouro, só que infinitamente mais resistente. Deve ser raro e vale dinheiro e, para os mandalorianos, deve ser o metal “sagrado” com que eles fazem as armaduras.

Abs,
Ritter.

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Populisko 15 de dezembro de 2019 - 08:29

O metal lembra muito a estética do aço damasco, metal utilizado hoje e que é cercado de lendas e “mistérios” de sua forma de fabricação no período medieval. Acredito que se basearam nisso.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 13:22

Interessante paralelo. Pode ser!

Abs,
Ritter.

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Handerson Ornelas. 16 de novembro de 2019 - 00:05

É engraçado, eu estava lendo sobre Ludwig Göransson ONTEM pois pesquisava quem produziu Awaken My Love do Childish Gambino, daí fui procurar o que mais ele já tinha feito (me deparo com Creed, Pantera Negra e músicas da Haim). Eis que, enquanto assisto o episódio, a trilha me chama bastante atenção, mais do que algumas das mais recentes de Star Wars. Chego aqui lendo sua crítica e descubro que o homi ta por trás dessa. Que coincidência.

Responder
planocritico 16 de novembro de 2019 - 04:07

A trilha dele é boa demais em Mandalorian e ela está saindo no Spotify por episódio no dia de lançamento de cada episódio!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 15 de novembro de 2019 - 22:42

Vi só hj o primeiro ep. Gostei bastante

Responder
planocritico 16 de novembro de 2019 - 04:07

É bem bacana.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 15 de novembro de 2019 - 15:48

O primeiro ep foi mediano, o segundo foi ruim. Essa série não me mostro a q veio

Responder
planocritico 15 de novembro de 2019 - 21:08

Mas o que você não gostou?

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 16 de novembro de 2019 - 06:42

Os personagens que são extremamente vazios, isso me distância de qlqr narrativa

Responder
planocritico 16 de novembro de 2019 - 15:27

Entendi. De fato são.

Abs,
Ritter.

Responder
Anderson Fernandes 16 de novembro de 2019 - 10:21

Rapá… Sinceramente, não sei o que você esperava.
Já considero uma das melhores séries desse ano, isso com um pouco mais de 1 hora apenas.
Ação, aventura, carisma, diversão… Muito boa msm essa série.

Responder
Beatrix Kiddo 15 de novembro de 2019 - 00:17

Achei dinâmico o episodio ter 38 minutos sem muita enrolação e direto ao ponto, não sei se fui a unica pessoa em sentir uma certa estranheza com a quantidade de efeitos práticos mesclado com o cgi que deu uma impressão de ser fanmade, não só os efeitos mais também alguns cortes e planos, enfim.
Foi muito raso em diálogos e começou bem genérico bondade sua dar 4 estrelas no máximo eu daria 3 estrelas kk, espero que com o passar de episódios melhore.
Eu que não só fan de star wars, me senti em casa assistindo ao episódios ate catei algumas sutis referencias.

Responder
planocritico 15 de novembro de 2019 - 01:07

Não senti estranheza alguma com a mescla de tipos de efeitos. Eu adorei, na verdade!

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 15 de novembro de 2019 - 14:14

Eu também adorei!

Responder
Eric 14 de novembro de 2019 - 20:51

Amei o episódio!!! Essa é a série que todos estávamos esperando! Star Wars com velho oeste… Poderia dar errado? Poderia, e muito! Hahahahah

Mas The Mandalorian acertou em cheio! Gostei como toda a atmosfera dos filmes da Trilogia Clássica estão lá. Também foi acertada a escolha de não mostrar o rosto do Pedro Pascal. E amei ver o churrasquinho de macaco-lagarto! Hahahaha

E aquela cena da ombreira sendo forjada?! Vai ser bem legal explorar mais a cultura mandaloriana!

Enfim, espero que os próximos episódios mantenham a qualidade e que a história não nos decepcione.

Abraços,

#Eric

Responder
planocritico 15 de novembro de 2019 - 01:07

Foi um episódio inaugural de se tirar o chapéu (mas não o capacete!). Tomara que continue nessa toada, mas sem prejudicar o desenvolvimento de personagens!

Abs,
Ritter.

Responder
Maldito Kakaroto 14 de novembro de 2019 - 20:01

Seu eu já adorei ? Sim !
Se eu vou com minha mochila do Yoda para o trampo? Com certeza !

Responder
planocritico 15 de novembro de 2019 - 01:07

Boa!

Hype de Star Wars é a melhor coisa!

Abs,
Ritter.

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 14 de novembro de 2019 - 19:33

Geralmente vinha aqui para as críticas de Agents of Shield, mas nesse hiato quis ver a sua opinião nesse piloto, e tenho que concordar que foi excelente. Ótima crítica, o episódio foi bem interessante, a produção é boa, o elenco é bom. Parece bem promissor.

Se essa for a qualidade das séries originais do Disney+ de maneira geral, vou ficar bem feliz em assinar quando lançar aqui. Aumentou o meu hype para essas novas séries da Marvel e Star Wars nesse serviço.

Nota: 4.5/5

Responder
planocritico 15 de novembro de 2019 - 01:07

Obrigado!

Fiquei muito feliz com esse episódio. Agora é torcer para a qualidade no mínimo se manter!

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 14 de novembro de 2019 - 11:38

Por onde vcs viram? E outra, a Disney não vai seguir a cartilha Netflix de lançar temporadas completas então?

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 12:20

Aparentemente não seguirá. Será um por semana (na verdade, nessa primeira semana são dois, pois o segundo sai amanhã e depois toda sexta-feira).

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 14 de novembro de 2019 - 12:20

Diferente, mas já to tão acostumado com a Netflix que não sei se prefiro assim ou não.

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 12:24

No começo, gostava do esquema da Netflix, mas, quando a novidade se foi, tornou-se cansativo e tenho preferido um por semana mesmo. É mais gostoso de ver, porque não fico no desespero para acabar logo.

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 15 de novembro de 2019 - 12:35

Tbm prefiro assim,
um por semana,
dá tempo de se decantar os episódios,
pro bem ou pro mal…

planocritico 15 de novembro de 2019 - 15:32

Exato!

Abs,
Ritter.

Leonardo Rangel 14 de novembro de 2019 - 02:27

Completei quarenta hj e fui presenteado com essa paulada chamada Mandalorian. Fã dos 3 primeiros filmes e Rogue One, agora tem algo bom pra entreter. Eu sinceramente torço pra que acertem pq muito decepcionante o que fizeram com os filmes atuais achei tudo errado. Os dos anos 2000 ruim tb mas dava pra ver algumas coisas interessantes. Enfim Mandalorian tem tudo pra agradar o fã raiz.

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 02:27

Feliz aniversário!!!

Muito bom mesmo Mandalorian.

Mas não, aqueles filmes da Trilogia Prelúdio é que são lixos intragáveis!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedrinho Rude Boy 14 de novembro de 2019 - 02:27

Meeu, muuuuito bom, puta ep piloto mano, e o cliffhanger? Sé lokooo
Como disseram lembrou os filmes do Clint mesmo, lembrei do ‘High Plains Drifter’.
Promete muito!

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 02:27

Sensacional o cliffhanger!

Abs,
Ritter.

Responder
Jesus Te Ama 14 de novembro de 2019 - 00:33

Já saiu no Brasil…

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 02:27

Onde?

Abs,
Ritter.

Responder
Jesus Te Ama 14 de novembro de 2019 - 08:34

Tem dublado amigo…

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 10:51

Mas não saiu no Brasil.

– Ritter.

Responder
Jesus Te Ama 14 de novembro de 2019 - 15:03

Blz…

Rodrigo Rocha Vaz 13 de novembro de 2019 - 19:45

Ainda é cedo pra afirmar, mas creio que a série pode devolver meu interesse em Star Wars, seriamente abalado com os episódios recentes à exceção do ótimo Rogue One. Me pareceu um produto legitimamente Star Wars com muito bem vindas novidades e arroubos criativos.
ABS

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 20:07

Se você viu a Trilogia Prelúdio e não foi abalado pelo horror completo que aquilo é, nada deveria te abalar!

HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
João 14 de fevereiro de 2021 - 22:01

Como eu posso dar mais de um dislike nesse site? Tem como? Comentários tipicamente infantis como os teus me dão vontade de pressionar sem parar o botão de deslike.

Responder
Stella 13 de novembro de 2019 - 17:49

ótima crítica. Achei o episodio muito bom, impecável a trilha sonora. Nem sou fã de Star Wars e me surpreendi, sou mais trekker.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 19:07

Obrigado!

Lentamente você será convertida para o lado da Força!!!

HAHAHAHAAHAHHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 13 de novembro de 2019 - 21:27

kkkkk vai depender de como será também a série do Obi Wan. E também os próximos filmes. Aí se forem excelentes serei uma fã, mas também estou super empolgada com Tarantino fazendo um filme de Jornada nas Estrelas 18+, escolha inusitada.

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 02:32

Taí um filme que me deixa MUITO curioso para ver como ficará…

Abs,
Ritter.

Responder
Ocireves 13 de novembro de 2019 - 17:24

Alguém por favor me tire uma dúvida, como essa série está dublada?

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 19:07

Como assim?

Abs,
Ritter.

Responder
Ocireves 13 de novembro de 2019 - 23:20

Ela está disponível nos sites piratas dublada, não entendo, se não tem Disney+ no Brasil ainda.

Responder
vince 15 de novembro de 2019 - 06:49

O Disney + americano disponibilizou ela com várias opções de legendas e dublagens incluindo a brasileira foi dai que o pessoal pegou o dublado.

Responder
Ruqui 13 de novembro de 2019 - 23:20

É bem incomum de acontecer, mas a Disney não esperou o serviço chegar aqui pra dublarem a série e colocarem legendas em português

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 02:27

Tomara que isso signifique que a timeline de lançamento do serviço deles por aqui foi adiantada!

Abs,
Ritter.

Responder
PatoPagode2002 13 de novembro de 2019 - 15:47

Apesar das diferenças entre estilos da trilha sonora (se comparado com os filmes), há várias pitadas aqui e alí do Willians, tornando-o peculiar e familiar ao mesmo tempo. Gostei.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 16:07

Exato. E ela já foi liberada no Spotify (a primeira parte).

Abs,
Ritter.

Responder
Dan 13 de novembro de 2019 - 14:11

Cara, a primeira coisa que veio à cabeça quando estava vendo o episódio tb foi a Trilogia dos Dólares. Ao menos por este primeiro episódio a impressão que se tem é que vamos ter um spaguetti western no espaço, oq acho maravilhoso!
Só espero que a série se mantenha uma coisa própria e não resolva trazer personagens e tramas dos filmes.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 14:29

Se seguirem a linha Sergio Leone de fazer filmes, será a melhor série do mundo!!! E concordo: nada de conectar com os filmes além das referências aqui e ali. Que fique bem separada mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 14:29

Se seguirem a linha Sergio Leone de fazer filmes, será a melhor série do mundo!!! E concordo: nada de conectar com os filmes além das referências aqui e ali. Que fique bem separada mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Jornalista 13 de novembro de 2019 - 14:08

Simplesmente fantástico. Tudo bem produzido, roteiro simples, mas que tem uma trama que prende atenção e a fotografia um show à parte.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 14:09

E um CGI bem bacana!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 13 de novembro de 2019 - 17:49

Por incrivel que pareça muitas partes nao foram CGI. Voce pode conferir nesse video aqui.Várias cenas da nave do mandalorian nao foi CGI foi pratico mesmo. O que ja impressiona
https://www.youtube.com/watch?v=NMfrLbbr0vI

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 21:27

Muito bacana! Bem old school como deve ser!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Grim 13 de novembro de 2019 - 23:20

Deu pra notar isso na cena do speeder. Parece que eles usaram a mesma técnica do episódio IV pra filmar o movimento do speeder flutuando e se movendo pelo deserto, com espelhos embaixo para refletir o chão e dar a impressão que é o fundo, escondendo as rodas.

Responder
planocritico 14 de novembro de 2019 - 02:32

Que façam mais vezes assim!

Abs,
Ritter.

Dante 13 de novembro de 2019 - 13:01

Episódio muito, muito foda.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 14:09

A série promete!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 13 de novembro de 2019 - 11:42

Episódio foda demais! Eu amo o universo star wars( só vim gostar depois de adulto) e esse episódio foi muito bom, só do mandaloriano não ficar tirando o capacete pra mostrar o rosto do ator já sobe no meu conceito, a série tem uma pegada western, sobe mais ainda no meu conceito. Única coisa ruim é ser só 38 minutos, achei que ia ser 1h, uma pena.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 12:00

Também achei que teria uma hora. Mas concordo que não tirar o capacete e ter uma pegada de faroeste já diferencia a série completamente!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 13 de novembro de 2019 - 11:35

O Disney Plus já ta disponível no Brasil ?

Moro na Irlanda e aqui nada por enquanto, só em março

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 12:00

Aqui só em novembro de 2020!!!

Muita tortura!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 13 de novembro de 2019 - 12:42

É, o pirate bay vai cantar mesmo rs

Responder
William O. Costa 14 de novembro de 2019 - 13:20

Cantar só? Ele vai é cantar e dançar musicais inteiros sem parar ao longo dos próximos meses. Meu bitorrent cantou toda a trilha de Os Miseráveis ontem e tá se aprontando pra dançar como Gene Kelly em Cantando na Chuva amanhã, hahaha!

Responder
Lucas Casagrande 15 de novembro de 2019 - 00:25

Hahahahaha

Pablo 13 de novembro de 2019 - 10:10

Melhor coisa de Star Wars desde de Rogue One… essa série é um pedido de desculpa para os fãs.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:21

Desculpa quem deve é o George Lucas por aquele HORROR que é a Trilogia Prelúdio.

Abs,
Ritter.

Responder
Pablo 13 de novembro de 2019 - 11:58

Também kkkkk Mas a trilogia prelúdio rende pelo menos uns bons memes.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 12:00

Só se for isso mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Augusto 13 de novembro de 2019 - 07:48

A trilha sonora me lembrou um pouquinho de uma das trilhas sonoras de Indiana Jones, n seu pq. Estranhei os 38 min, mas dps vi que realmente cara, tá bem feito, e tá bonito. E tenho dito

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:21

Tem um pouco de Indiana Jones ali sim, tem razão!

Abs,
Ritter.

Responder
CoolmanBr 13 de novembro de 2019 - 09:30

Por onde vc assistiu a série?

Responder
William O. Costa 13 de novembro de 2019 - 02:46

Perfeita a crítica, e praticamente perfeito o episódio! Eu tomei um susto quando vi que seriam apenas 38 minutos (acho que 3 deles naquelas lindas artes dos créditos), sendo que esperava algo como 1 hora. “10 milhões de dólares pra fazer 38 minutos?!”, foi o que pensei. Mas logo ficou claro que isso seria justamente pela economia narrativa, como diz a crítica, e antes mesmo de assistir eu fiquei feliz em saber que arrastada a série não seria. As séries animadas funcionam com perfeição com 22 minutos, não tem porque as live-action não seguirem isso. Mas será que os próximos episódios serão também curtos assim ou só o primeiro, visto que o segundo virá já no dia 15, em vez de após uma semana como os seguintes?

O estilo clássico de Western foi muito gostoso de ver como um fã do gênero. Já esperava que a série puxasse mais pra esse lado de Star Wars, que ainda tem os lados samurai, sci-fi, fantasia e vários outros na mistura. Também senti uma leve falta dessa multidimensionalidade, mas isso logo passou quando entrei mesmo no clima.

O churrasco também me deixou com um sorriso no rosto (mesmo levemente enojado), assim como as várias outras pitadas de “Star Wars things” espalhadas por aí.

A trilha sonora parece mesmo boa, ainda que eu tenha sentido um pouco a falta daquele toque Williams, meio épico, mas foi algo inicial, afinal eu tenho o álbum do Império Contra-ataca e vários outros temas da saga ilegalmente baixados no meu celular.

Impressionante como o primeiro episódio já acrescentou a esse universo, como com o tal Uber dessa galáxia, os detalhes a mais dos Mandalorianos, dos caçadores de recompensa, e finalmente o alvo de 50 anos que vou evitar mencionar para não dar spoilers a alguém que acabe lendo o comentário sem ter visto a série. Isso me deixou muito feliz em ver. E a sensação final de frustração com a velocidade com que acabou foi a mesma. Estou apostando que Filoni, Freaveu e os outros envolvidos escreveram essa série pensando que seria lançada de uma vez. Mas, agora é esperar.

Infelizmente não posso fazer um comentário sobre um detalhe que gosto de mencionar mesmo a série tendo isso: a dublagem brasileira. Como assim?! A série foi dublada em português do Brasil e o serviço não foi lançado aqui?! Dublagens custam dinheiro. Nem sei dizer se o fato de terem feito uma dublagem é uma atitude legal da parte da Disney — quem sabe já pensando que os pirateadores da Internet vão poder trazer a série pra cá devidamente localizada — ou tiração com a nossa cara, já que os americanos podem ouvir nossa dublagem, e nós, não. Como alguém que gosta de assistir a filmes e séries dublados e legendados (geralmente eu gosto mais dublado, mas se a dublagem for ruim prefiro passar longe), e que inclusive gosta de repetir filmes e séries pra ver das duas formas e compará-las, é chato saber que a dublagem está lá e, até o momento, eu nem tenho como saber se ela está boa ou não numa escala de O Rei Leão de 2019 (uma porcaria) até O Rei Leão original e O Poderoso Chefão (uma coisa lindíssima de se ouvir).

PS: Gostei da admissão de que você é um crítico chato metido a besta! Eu venho aqui pra ler críticas de críticos chatos metidos a besta mesmo, desde que com moderação.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:59

Não faço ideia da duração dos próximo, mas 38 minutos nessa qualidade está bom desde que não esqueçam de aprofundar os personagens. É complicado porque serão só oito episódios, porém…

Sobre a trilha, acho que ela não alcançou o nível épico de Williams propositalmente, pois essa me parece uma história bem “menor”, uma espécie de recorte bem específico. Se a série tiver ambições maiores, aí eu acho que a trilha acompanha.

Sobre a dublagem, cara, de repente eles já fizeram para já ficar pronto quando o serviço for lançado aqui.

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 14 de novembro de 2019 - 23:29

Com oito episódios apenas, se forem mesmo todos de duração semelhante (o que não eu apostaria), pode mesmo ser difícil um aprofundamento dos personagens, mas, se imaginarmos que um filme de 2 horas bem escrito faz isso bem, acho que A equipe de peso que está roteirizando é dirigindo podem conseguir em 6 horas de temporada. Mas aposto que alguns dos episódios chegarão aos 50 minutos.

Quanto a dublagem, acho que é bem isso mesmo, fizeram pra quando lançar. Mas acabou servindo mais como incentivo a pirataria da série nas terras tupiniquins, visto que a previsão de chegada aqui é em um ano. Acho que não faz muita diferença pra eles a gente piratear aqui se não está disponível de forma paga mesmo. Agradeço a cortesia de melhorar nossa pirataria, haha, mas eu preferia muito que tivessem se empenhado em trazer o mais cedo possível pra todos os territórios, principalmente pelo fato de o Brasil estar entre os maiores mercados da Netflix, se estou bem informado.

Falando na dublagem, eu reassisti dublado e posso dizer que está ótima. São bons dubladores e as vozes combinam bem. Mas certamente está ao menos um nível abaixo de dublagens como as de O Rei Leão original,

Responder
William O. Costa 15 de novembro de 2019 - 00:05

(Reescrevendo um comentário que enviei antes de completar sem querer…)
Com oito episódios apenas, se forem mesmo todos de duração semelhante (o que não eu apostaria), pode mesmo ser difícil um aprofundamento dos personagens, mas, se imaginarmos que um filme de 2 horas bem escrito faz isso bem, acho que a equipe de peso que está roteirizando e dirigindo poderá conseguir em 6 horas de temporada. Mas aposto que alguns dos episódios chegarão aos 50 minutos.

Quanto a dublagem, acho que é bem isso mesmo, fizeram pra quando lançar. Mas acabou servindo mais como incentivo à pirataria da série nas terras tupiniquins, visto que a previsão de chegada aqui é em um ano. Acho que não faz muita diferença pra eles a gente piratear aqui se não está disponível de forma paga mesmo. Agradeço a cortesia de melhorar nossa pirataria, haha, mas eu preferia muito que tivessem se empenhado em trazer o serviço mais cedo possível pra todos os territórios, principalmente pelo fato de o Brasil estar entre os maiores mercados da Netflix, se estou bem informado. Como gostaria de ver as novas versões 4K da Saga, mesmo com as irritantes alterações presentes! Li resenhas que falam sobre como foram melhoradas cores (que nas versões do Blu-ray inexplicavelmente puxam para o azul e o vermelho), a granulação, e vários outros detalhes. As comparações em imagem são impressionantes e mostram a Trilogia Original como eu sempre quis ver e nunca tive a chance (exceto pela alterações ruins que continuam da Edição Especial).

Voltando a falar na dublagem, eu reassisti o episódio dublado e posso dizer que ela está ótima. São bons dubladores e as vozes combinam bem. Mas certamente está ao menos um nível abaixo de dublagens como as de O Rei Leão original ou da Trilogia Original Star Wars, filmes que, por mais vezes que eu vejo com o áudio original e aprecie assim, particularmente, continuo a preferir a versão dublada, ainda que entenda opiniões contrárias. No caso dessa série, as interpretações de alguns dos atores como o Werner Herzog e o Carl Wheaters soam mesmo um pouco melhores no áudio original, para os detalhistas em relação a isso. Ainda assim, seus dubladores fazem um belíssimo trabalho capturando suas atuações para a dublagem, e, para aqueles que gostam de nossa Língua acima das outras, ou para fãs de dublagem, ou mesmo para — única dessas categorias na qual não diria que me encaixo — aqueles que não são exigentes ou detalhistas com esses menores detalhes da atuação, vale super a pena só de ouvir nossa língua nativa nos personagens. Pretendo ver os próximos episódios também duas vezes cada, para ambas as formas, mas ainda não sei qual vou preferir caso não possa repetir algum.

Engraçado que, vendo a segunda vez, consegui dar mais atenção à trilha sonora e agora vejo melhor como está ótima, ainda que se distancie um tanto do nosso costume com a franquia. Concordo totalmente que essa pegada menos grandiosa ou épica é pelo justo motivo de uma trama de menor impacto, mais pessoal, menor, visto que a galáxia inteira não está em jogo como em 90% das outras produções cinemática e televisivas de Star Wars.

Se me permitem perguntar, vocês conseguiram acesso ao Disney Plus ou estão assistindo por meios paralelos também? Se a resposta for a primeira opção, acho que todos gostaríamos de ouvir sobre o serviço por aqui, sobre Star Wars em 4K, bem como sobre outros originais importantes como Forky Asks a Question, já muito elogiado lá fora.

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planocritico 15 de novembro de 2019 - 01:23

Como você sabe, eu não vejo nada que não seja no áudio original. Então fico feliz que a dublagem esteja boa, mas vou passar bem longe dela!

E só faremos as críticas de The Mandalorian por enquanto!

Abs,
Ritter.

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Filipe Isaías 13 de novembro de 2019 - 02:28

Também curti pra caramba. Esse episódio tem um feeling muito especial, especialmente o Design de Produção, com tudo bem gasto, velho, enferrujado, poeirento. Destaque para a 501st Legion, muito bem no papel.

Sobre o “Mando” (nome temporário) ser um personagem interessante sem mostrar a cara, veja como o episódio começa com ele bem durão, e aos poucos ele vai cometendo alguns erros, como cair do “cavalo”. Isso deixa ele mais relacionavel. E a cena final mostra que ele é um caçador de recompensa com coração bom, diferente de seu compatriota mais conhecido. Aliás, essa cena final é uma que quebra o expectativas em uma trama um pouco previsível, e dá um gancho muito intrigante para os próximos.

E olha, não sou contra maratonar, mas que bom que essa é semanal.

I have spoken.

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planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:59

A escalação da 501st Legion foi muito legal! Adorei as armaduras velhas.

E você tem razão sobre o Mando. Durão de bom coração. Basicamente o Han Solo de capacete!

E chega de maratonar série!!!

Abs,
Ritter.

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Rafael Gardiolo 13 de novembro de 2019 - 01:47

Qualidade a parte: que desperdicio de Nick Nolte

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planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:59

HAHAAHHAHAHAHAHA

Achei hilária a participação dele. Mas acho que o personagem volta.

Abs,
Ritter.

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skypeln 13 de novembro de 2019 - 01:08

O final desse piloto me deixou de boca aberta. Essa temporada promete… Pena que a disney não pensou em disponibilizar o conteúdo original na amazon prime video.

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planocritico 13 de novembro de 2019 - 12:00

Estamos vivendo outro tipo de SW, as Streaming Wars. Fico imaginando que a Disney resolveu segurar seu conteúdo original para não ficar dando munição demais para concorrente. É uma pena mesmo, mas consigo ver um sentido comercial egoísta por trás.

Abs,
Ritter.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de novembro de 2019 - 01:06

Vai ter que me aguentar aqui semanalmente te xingando, porque, claramente, você não presta, fica forçando uzoto a ver essa séries de briguinha de pauzinho brilhante SEM pauzinho brilhante… R I D Í C U L O ! ! ! Sem contar na péssima crítica, como é possível uma pessoa dessas ser editor-chefe de um site tão conceituado coeso e aclamado na Galáxia??? #foraritter

Caralho, que episodão fantástico! Eu fiquei realmente impressionado, porque não estava esperando nada de grande e veio isso logo de cara. Eu concordo total contigo no quesito da multidimensionalidade. Mesmo com viagens entre planetas diferentes e essa possibilidade do protagonista ir de um lugar pra outro e tals, bem que o roteiro poderia sugerir um mundo um tantinho mais aberto… Não sei se a coisa ficará mais no recorte mesmo. Não é ruim, mas isola (desnecessariamente, a meu ver) a série.

E que fantástica foi a missão dele aqui. Eu adorei a cena com o droide e ainda mais quando o prisioneiro de 50 anos apareceu. É muita emoção… Raríssimos indivíduos dessa espécie, não?

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Gabriel Filipe 13 de novembro de 2019 - 06:32

E PRA PIORAR ESSSE CRÍTICO METIDO A BESTA GOSTA DESSE TROÇO HORRÍVEL E FALA MAL DE ARROW, STEPHEN AMMEL MERECE UM OSCAR, SÓ POR AQUELE TANQUINHO. Esse piloto foi legalzinho, mas esperava algo a mais dele, tem algo q ainda tá faltando nesse série, talvez seja a profundidade dos personagens que esteja faltando, pq eu sempre prezo por isso em obras áudio visuais. Já vi pilotos melhores, pra citar um exemplo que vai deixar o Ritter com raiva, o excelente Lyra’s Jordan de His Dark Material. Eu sei que são propostas diferentes, mas é só pra irritar esse crítico pretencioso que acha que pode falar bem de série de luta de pauzinho brilhante, SEM pauzinho brilhante kkkkk

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planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:59

Cara, o que eu mais quero agora é um crossover SW – Arrow. Seria lindo!

E cara, aquele piloto de His Dark Materials foi um sonífero PODEROSO…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de novembro de 2019 - 16:07

Estou organizando a troca agora: Ritter passa a escrever His Dark Materials e Luiz passa a escrever Mandalorian. Certo? Certo. Muito obrigado, até a próxima semana.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 19:08
Gabriel Filipe 13 de novembro de 2019 - 17:24

Arrow e SW pra ontem

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 19:07

Crossover dos sonhos!

Abs,
Ritter.

Hugo Andrade 13 de novembro de 2019 - 10:10

Esse prisioneiro de 50 anos, esse menino, qual a o nome da raça dele?? Eu nunca vi ninguem dizer qual a raça em todo USW!

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:59

Não tem nome! Mistério total!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de novembro de 2019 - 11:59

Acho que eles começaram “pequeno” para testar as águas. Imagino que, se fizer o sucesso que eles esperam que fará, esse universo começará a ser devidamente aberto.

Sobre a missão, sim são raríssimos!

Abs,
Ritter.

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