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Crítica | The Mandalorian – Chapter 3: The Sin

por Ritter Fan
644 views (a partir de agosto de 2020)

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“Esse é o caminho” descreve de diversas maneiras o terceiro episódio de The Mandalorian. Não só essa é a versão mandalorina do Bushido, o caminho do guerreiro e código de honra dos samurais, reforçando o paralelo clássico do Universo Star Wars com os guerreiros do Japão feudal, como ele é mote que encapsula tudo o que precisamos saber sobre os misteriosos guerreiros sem nome e sem rosto que, conforme descobrimos, vivem semi-escondidos em um quartel-general temporário depois do expurgo de Mandalore pelo Império. Como se isso não bastasse, em uma espécie de comentário metalinguístico, a expressão estabelece de uma vez por todas o rumo que a série carro-chefe do Disney+ precisa seguir para firmar-se como o tipo de obra que vai além de belas sequências de ação com novos personagens de uma galáxia muito, muito distante. Afinal, é em The Sin que todo o potencial da obra capitaneada por Jon Favreau finalmente é destravado, com o verdadeiro começo da aventura que, muito provavelmente, transformará o caçador em caça até o final da curta temporada inaugural.

Em um retorno ao cenário do primeiro capítulo, Mando entrega “a criança” para o misterioso personagem vivido por Werner Herzog e recebe aço Beskar suficiente para fazer uma nova e brilhante armadura em mais um upgrade que lembra a progressão de videogame, ganhar o respeito de seus colegas mandalorianos e de Greef Carga e, claro, a inveja dos demais caçadores de recompensa. Mas, como poderia ser surpresa para ninguém, já que a temporada segue um padrão narrativo arquetípico de filmes de anti-heróis que reveem sua postura durona e inacessível, demonstrando o bom coração que na verdade têm, o protagonista volta atrás e decide salvar o bebê Yoda (eu poderia escrever “bebê da mesma espécie de Yoda”, mas estou com preguiça), o que leva o espectador para duas excelentes sequências de ação que são, não tenho dúvida de afirmar mesmo diante da competição forte, as melhores da série até agora.

Na primeira, em ambiente fechado, tumultuado e escurecido (mas não sombrio e isso faz diferença), Mando enfrenta os Stormtroopers em armaduras em péssimo estado de conservação que servem de guarda pessoal do “Cliente” (até o momento é o nome que o personagem de Herzog tem nos créditos) e que, na vida real, são membros da famosa 501ª Legião, que congrega fãs de carteirinha da franquia. De um lado, temos o protagonista no completo comando de suas habilidades com todo tipo de arma a seu dispor dizimando os soldados que, como de costume, são extremamente incompetentes. A direção de Deborah Chow imediatamente chama a atenção na forma como ela comanda a ação com posicionamentos precisos de câmera e uma decupagem digna dos mais clássicos faroestes do cinema se os pistoleiros daquela época tivessem armaduras, lança-chamas e mísseis teleguiados, estes últimos convenientemente instalados 10 minutos antes em um exagero perdoável do uso de clichê bobo. A qualidade que a diretora mostra aqui é uma notícia particularmente boa, pois é ela quem comandará a direção de todos os episódios da série live-action de Obi-Wan Kenobi.

Mas, voltando à The Mandalorian, quando achamos que o clímax chegou adiantado, eis que Mando precisa enfrentar, agora levando o bebê Yoda a tira-colo, todos os caçadores de recompensa de Mos Eis…, digo, do covil mais cheio de escória e vilania da vez, incluindo o próprio Carga, com direito ao momento que venderá mais brinquedos do que qualquer outra coisa (eu sei, pois já estou economizando os créditos necessários): a chegada triunfal de todos os mandalorianos que vimos no começo do episódio. O embate, desta vez em espaço aberto, com direito a planos amplos e muito bem coreografados de Chow e com o design de produção caprichando nos diversos modelos de armaduras, armas e apetrechos, é tudo aquilo que nunca soubemos que queríamos de Star Wars, valendo especial destaque para a versão mandaloriana de Blain Cooper, o personagem de Jesse Ventura em O Predador.

The Sin reúne as doses exatas de desenvolvimento de personagem e de mitologia com sequências de ação de se tirar o capacete que, claro, exagera aqui e ali no uso de clichês, mas sem jamais recorrer a artifícios baratos ou recursos que mexeriam com o que foi estabelecido, como humanizar demais o protagonista (mostrando o rosto ou revelando seu nome, por exemplo). Jon Favreau definitivamente estabelece seu The Mandalorian como o futuro da exploração audiovisual da saga e expande a temporada sem nem mesmo introduzir diversos personagens prometidos desde o início que só tendem a aprofundar a narrativa. Sem dúvida, é esse o caminho.

The Mandalorian – Chapter 3: The Sin (EUA, 22 de novembro de 2019)
Showrunner: Jon Favreau
Direção: Deborah Chow
Roteiro: Jon Favreau
Elenco: Pedro Pascal, Carl Weathers, Emily Swallow, Werner Herzog, Omid Abtahi, 501st Legion
Duração: 38 min.

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85 comentários

joshua david 14 de dezembro de 2019 - 13:54

Começei a assistir ”The Mandalorian” um dia desses e os 3 primeiros, de fato, me prenderam, e o que falar dos efeitos visuais da série? são incrivelmente impressionantes! Eu ainda não assisti aos restantes, mas espero que mantenham o mesmo ritmo.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2019 - 16:43

Depende do que você espera da série. Eu acho que começou a cair na mesmice.

Abs,
Ritter.

Responder
João 17 de fevereiro de 2021 - 12:34

Meu Deus, o que você quer afinal? Rasgou sedã pro episódio mas agora está falando que caiu na mesmisse? Eu sinceramente não entendo “criticos”

Responder
thiago 11 de dezembro de 2019 - 21:24

O baby Yoda e o mando é difícil nao lembrar de lobo solitário cara. Nossa como essa serie me surpreendeu positivamente, nao q ela seja completamente incrível e a reinvenção ou algo do tipo, mas é akela coisa boa de história simples e bem contada que a primeira saga tinha e tb rogue one. Tava com hype zero e so surpresa boa.
E outro acerto é o tempo de duração dos episódios nao te prende por uma fucking hora kkk.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2019 - 16:43

Duração não é problema se a história é boa e bem contada.

Abs,
Ritter.

Responder
thiago 17 de dezembro de 2019 - 00:09

Tens razão, meu problema com tempo é o tempo q eu tenho kk

Responder
JC 4 de dezembro de 2019 - 00:50

Babei! Que episódio maravilhoso!
Cacetada, não lembro de uma série pra gastar tanta grana em EXCELENTES efeitos.
Wow

Responder
planocritico 4 de dezembro de 2019 - 16:39

Eles estão usando uma tecnologia nova interessantíssima: eles filmam o plano de fundo em locação usando um mínimo de pessoas e, depois, projetam esse fundo no fundo do cenário de tal maneira que fica impossível distinguir o que é real e o que é projeção mesmo para as pessoas que estão lá. Novamente a ILM destronando as demais casas de efeitos especiais…

Abs,
Ritter.

Responder
Hugo Andrade 25 de novembro de 2019 - 22:04

A qualidade visual dessa serie é excepcional. Quanto custou cada episódio?

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 23:22

A bagatela de 15 milhões de dólares…

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 25 de novembro de 2019 - 16:01

Sensacional episódio. A série ta surpreendendo positivamente

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 17:12

Especialmente nesse episódio.

Abs,
Ritter.

Responder
elioricardoalves 29 de novembro de 2019 - 21:30

Onde passa a série?

Responder
Cartman uba uba uba ê 25 de novembro de 2019 - 14:13

Essa série tem o título errado. Deveria chamar Yodinha.

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 15:19

Depois desse terceiro episódio, o título está mais do que correto! Yodinha não lambe as botas dos mandalorianos atacando.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 25 de novembro de 2019 - 14:09

Cara, que episódio incrível, não tava dando muito prestígio pra série até então nn, eu até gostei do primeiro ep, mas faltava desenvolvimento dos personagens, nn gostei do segundo e agr esse terceiro MEU DEUS DO CÉU, dps de ver Titãs, Arrow, Batwoman e Supergirl eu precisava desse ep, não tava nem sbd da tal série do Obi-Wan, mas já quero pra ontem. A direção do episódio foi incrível, tanto naa sequências de ação, qto ao elenco e o tom da narrativa. O roteiro finalmente deu pinceladas de desenvolvimento ao personagem que creio eu será maiss desenvolvido, sobre os clichês, eu só percebi eles no início da batalha contra os membros do covil. Agr o ponto alto do episódio e da série até agr o fofíssimo do Baby “Yoda” ♥️♥️♥️♥️♥️♥️. Aq, mas o Pedro Pascal manda bem em dar carisma pra esse personagem que nem a cara aparece

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 15:20

Eu não sei se o carisma é por causa do Pascal ou pela forma como seu capacete é enfocado, algo tirado da escola de George Lucas que foi capaz de dar expressões para Darth Vader na Trilogia Original sem que sequer soubéssemos que ator estava por baixo da máscara.

Sobre o ponto alto da série até agora, fico com os mandalorianos variados atacando ao final. Yodinha é fofo, mas os mandalorianos são mandalorianos.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 27 de novembro de 2019 - 13:36

This is the way to the show.
(Só falei td em inglês pq ia ficar estranho o início em inglês e o resto em português)

Responder
Celso Ferreira 25 de novembro de 2019 - 13:32

Baita crítica.
Esses 3 primeiros eps introduziram a série bem demais.
Não sou especialista em Star Wars, tô conseguindo entender bem e tô adorando.
Disney+ vindo com tudo.

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 14:08

Obrigado, @disqus_jPJQwjoalK:disqus !

Acho que a Disney optou corretamente por algo simples e objetivo, cheio de momentos icônicos e frases de efeito. Tem funcionado bem.

Abs,
Ritter.

Responder
Spider-man 24 de novembro de 2019 - 22:37

Que episódio incrível foi esse? Tomara que a série continue nesse ritmo, pois esse é o caminho.

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 00:30

Sem dúvida é, e tenho dito!

Abs,
Ritter.

Responder
Ivan Oliveira 24 de novembro de 2019 - 16:20

Partimos deste capitulo que a série seguira aos moldes de Lone Wolf and Cub?? só eu tive essa impressão?

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 16:20

Eu mencionei isso na crítica do episódio anterior. A inspiração é bem clara.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 24 de novembro de 2019 - 13:06

Excelente crítica Ritter. Só da Baby Yoda, criatura mais fofa do universo empata com Pikachu. Sobre o que vc citou da Deborah Chow, já podemos esperar uma série do Obi Wan fantástica.

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 16:52

Obrigado!

Olha, se depender da Chow, estamos em ótimas mãos!

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 24 de novembro de 2019 - 10:47

O bebê Yoda é ela?

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 14:34

É? Porque você diz isso?

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 25 de novembro de 2019 - 11:07

Acho que foi um erro nas legendas que vi, lá trataram o bebê como ela…
queria confirmar com vcs.

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 12:24

Eu ouvi o Dr. Pershing falar “him”, mas posso estar errado. Não vi com legendas, então não posso fazer a comparação.

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 25 de novembro de 2019 - 14:08

Acho que vc está certo, e é isso mesmo “him”,

apesar de eu meio que torcer pra ser uma menina, hehehehe…

abç

planocritico 25 de novembro de 2019 - 14:08

Eu tenho minhas dúvidas se o gênero do bicho terá alguma relevância, mas…

Abs,
Ritter.

Magnosama 25 de novembro de 2019 - 14:13

Zero relevância, xD

sem sombra de dúvidas…

Cartman uba uba uba ê 25 de novembro de 2019 - 13:32

acho q as legendas não são oficiais, pelo menos onde eu baixei tinha cara de legenda feita pela galera.

Responder
Bruno Santos 24 de novembro de 2019 - 09:24

Nossa já estou economizando para comprar meu bebê Yoda e um Mandalorian kkkkk que série bem feita, dou destaque para a arte conceitual ao fim dos episódios,muito bonitos
Ahhh Han Solo A star Wars history antes tivessem feito um filme no estilo da série, que ninguém ia reclamar,mas fazer oque

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 14:53

UM mandaloriano? Eu quero TODOS eles JÁ!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Santos 24 de novembro de 2019 - 06:29

Que série,meus amigos. Obrigado por existir Star Wars 😍😍😍

Essa evolução da armadura na pegada RPG é pra lá de legal.

Que final de episódio, quando eu achei que a produção cairia na repetição de usar o bebê Yoda como Salvador da pátria,aparece os mandalorianos em fuckings jet packs botando o pau na mesa… Simplesmente sensacional 🤩

Só eu que achei aquela cena dos “bipes” dos caçadores tocando bem semelhante ao final de John Wick 2 ? Kkkkk

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 14:53

Exato. O final com os irmãos do Mando aparecendo foi incrível!

E pode esperar que a armadura do Mando ganhará mais upgrades! Queremos jet-pack!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Lima 25 de novembro de 2019 - 17:20

“Preciso de um desse.” (mais ou menos isso)

CERTEZA que ele ganhará um.

Responder
planocritico 25 de novembro de 2019 - 17:24

Sim!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Augusto 23 de novembro de 2019 - 22:06

Fico muito feliz com a nota do episodio, fiquei meio surpreso com a do anterior(pois meu amor a Star Wars falou mais alto) mas tudo bem. É uma honra ver suas criticas(princialmente as de Legends hehe). A serie n se arrisca tanto, mas deve ta indo para um bom caminho sim, como deve ser.

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 00:40

O anterior não é um episódio excelente. Foi o que menos gostei até agora.

Abs,
Ritter.

Responder
Baidu(a esposa do avast) 23 de novembro de 2019 - 19:01

essa série é magnifica

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 19:07

Está ficando!

Abs,
Ritter.

Responder
Beatrix Kiddo 23 de novembro de 2019 - 18:47

Sou só eu que vezes fica -olhan- contemplando o lil baby yoda como é fluido a transição de CGI e efeitos práticos ele é deslumbrante, quando ”Yodinho” (kkk) pegou a peça da nave eu achei que ele ia comer kkkkkkkkkkkKKKK
ps: Em algumas cenas parece q o diretor de fotografia está dormindo, o quadro da imagem fica muito aberto da uma sensação de vazio, parece fan made tirada do youtube esse problema tem em todo ep.
Ritter, o que faltou para o episodio ter 5 estrela?
https://uploads.disquscdn.com/images/d3281e22ed629e870cee3e3eb4e776c31da7d46614fb88d32301a93f21c9f454.gif

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 19:20

Não vi esse problema na fotografia.

Sobre a razão de eu tirar meia estrela, há um pouco de exagero no uso de clichês desnecessários, como o da arma especial que deve ser usada com parcimônia, mas que ele usa 10 minutos depois. Pequenos detalhes assim.

Abs,
Ritter.

Responder
Beatrix Kiddo 24 de novembro de 2019 - 02:39

A forjadora explicou como as ”aves cantantes” funcionam minutos antes,mas acabei esquecendo desse detalhe e minutos depois fiquei apreensiva quando o mando solta o blaste logo ele? Que só faltou rosnar quando teve que lagar as armas para negociar com os jawas! Seria melhor que ela não explicasse o funcionamento da arma, o público teria a mesma reação que eu tive.
A eram 12 ”aves cantantes” Vs 4 stormbatatas que cercaram o mando e agora podemos ver no que deu ”gostar das probabilidades” auto referênciando o 1×1. Sim eu contei kkkkk e também contei o quantas placas de metal foi a recompensa (21), acho que foi por isso que esqueci da informação da arma kkkkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 03:10

E esse nome bonitinho para a arma não ajuda muita coisa…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Araújo Santos 23 de novembro de 2019 - 22:27

Só dei deslike pra ter equilíbrio na força… este é o caminho…..
PS: Brincadeira… adorei essa frase… KKKKKKKKK

Responder
Otavio 23 de novembro de 2019 - 16:23

Excelente texto e síntese. Feliz por participar disso.

“I have a good feeling about this…”

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 16:23

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 23 de novembro de 2019 - 15:46

Concordo em gênero, número e grau! Esse foi mesmo o melhor episódio até agora.

É muito bom ter a garantia que a série consegue desenvolver bem os personagens, aprofundar o universo em que se passa, e isso antes mesmo de trazer novos personagens que sabemos que serão de grande importância. Nossos medos foram embora, e agora podemos apenas aproveitar.

Como gostei dessa melhora na armadura. A comparação com video games é certeira. A mesma sensação que tive nessa cena, tive novamente mais tarde quando progredi num jogo e evoluí o personagem, rsrs.

A volta do Mando pra busca o, assim chamado até agora, Bebê Yoda, bem como sua saída depois foram incríveis de se ver numa série de TV, visto que tão poucas têm essa qualidade, nas cenas de ação especialmente. Os Stormtroopers não melhoraram, achei que iriam dar uma treinada depois do que passaram com a queda do Império, mas esses caras são incorrigíveis. Quando um finalmente acertou um disparo no Mando até comemorei, mas o tiro não fez diferença, e o Mando derrubou ele.

Vibrei muito com a chegada dos mandos pra salvar o Mando! Parecia que estava vendo Star Wars Rebels em live-action. O Mando com certeza precisa de uma dessas.

Ansioso pra ver o que os próximos episódios trarão após o fim desse micro-arco, por assim dizer.

Ótima crítica! Esperando pela próxima na semana que vem.

P.S.: Também é um costume meu querer abreviar algo num texto por preguiça e acabar fazendo um texto bem maior explicando a abreviação e o porquê de ter abreviado.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 19:20

Obrigado. Fiquei muito feliz com esse episódio, pois o anterior me deixou um pouco receoso.

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 23 de novembro de 2019 - 15:22

ESSE É O CAMINHO!!!

Episódio simplesmente fantástico! Também estou guardando meus créditos para comprar tudo o que vier dessa maravilha logo logo… Essa série realmente tem me deixado muito feliz, uma excelente junção de fofura com a dose exata de fofura e ação…

https://uploads.disquscdn.com/images/84cc91007102b2a66b0b9a25eb31ce16d11d2fa8f9a9342d28556ee7debb5776.gif

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 19:20

Quero a coleção inteira desses mandalorianos!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Dri Ferro 23 de novembro de 2019 - 15:16

Lobo solitário no Espaço haha

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 16:23

Você está brincando, mas tem um mangá dessa série que é Lobo Solitário 2100 que se passa em uma distopia pós-apocalíptica…

Abs,
Ritter.

Responder
Cristen Charles 23 de novembro de 2019 - 23:26

Sério isso mesmo Ritter? rsrsrsrs…Fiquei curioso…

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 00:40

Sério! Procure que você verá!

Abs,
Ritter.

Responder
Rogerio Pessutti 23 de novembro de 2019 - 14:46

Que texto bem escrito. Well, this is the way.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 16:23

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
JGPRIME25 23 de novembro de 2019 - 14:20

Minha amizade com “Que a Força esteja com você” acabou. “Esse é o caminho.” é o meu novo melhor amigo.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 16:29

Não traia seu amigo de longa data por um mais novo que chegou agora!!!

Abs,
Ritter.

Responder
JGPRIME25 23 de novembro de 2019 - 16:49

Tem razão, esse NÃO é o caminho.

Responder
Maldito Kakaroto 23 de novembro de 2019 - 14:08

Descobri que não tenho maturidade para assistir Mandalorian. Vai Mando ! Vai Baby !

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 16:29

HAHAHHAHAHAHAHAHAHAHA

Boa! Bem por aí mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Érica Pazzi 23 de novembro de 2019 - 13:41

Ótima crítica
Como já citado por algumas pessoas lembra muito Clone Wars uma das minhas coisas favoritas do universo Star Wars que aliás não vou resistir e ver alguns episódios no fds.
São trinta e poucos minutos muito bem aproveitados na série.
O desenvolvimento do personagem tb foi muito bem feito.
Estou contando os dias para o próximo episódio.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 19:20

Obrigado. Tem sido uma baita experiência gostosa!

Abs,
Ritter.

Responder
Érica Pazzi 23 de novembro de 2019 - 19:36

Muito eu nem sabia que precisava tanto dessa série

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 21:13

Acho que ninguém sabia!

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel P. Silva 23 de novembro de 2019 - 13:11

Tudo excelente pra mim até aqui. A série ta aumentando mais ainda meu interesse à franquia Star Wars (só assisti a trilogia original).
Uma das coisas que mais tô amando é a trilha sonora que ta impecável.

Responder
planocritico 24 de novembro de 2019 - 00:40

Eu venho falando da trilha desde o primeiro episódio. É um achado!

Abs,
Ritter.

Responder
Alexandre Tessilla 23 de novembro de 2019 - 12:32

Episódio incrível e emocionante! Ótima análise! A única coisa que me decepcionou foi ver novamente a duração do episódio, mas tudo bem, acredito que seja assim até o fim (o último bem que poderia ter uma hora). A sensação é de que estou vendo um grande filme em pedaços. Isso só me deixa mais ansioso pelo próximo.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 12:57

É bem isso mesmo: um filme de algo como quatro horas em pedaços.

Abs,
Ritter.

Responder
Anderson Fernandes 23 de novembro de 2019 - 12:07

Mais um episódio acima da média…
Na minha opinião, todos acima de 8.5/10.
Sobre os clichês, creio eu que seja proposital, uma espécie de “homenagem” aos filmes de faroeste.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 12:57

São propositais, sem dúvida.

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 23 de novembro de 2019 - 12:01

Mando melhor papai de Star Wars. Se bem que a competição não é tão acirrada.

Foi um excelente arco esses três episódios. Inclusive, esse formato é uma clara referência à série Clone Wars. Outra referência à série animada é o Mandaloriano grandão, cuja voz é do Jon Favreau, que segundo os créditos se chama “Paz Vizsla”. Vizsla, se o nome escapa, é o sobrenome do personagem interpretado por Favreau em Clone Wars. Eu amo essa conexão entre mídias.

Outra coisa interessante é que não tirar o capacete é algo específico desses Mandalorianos, já que os outros que aparecem no Canon não tem esse problema (os de Clone Wars e de Rebels, Jango Fett). Algo me diz que o Mando vai remover o seu capacete até o final da temporada. Só espero que seja um momento merecido.

This is the way.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 12:44

Mandaloriano que vale é o Boba Fett. Ele não tira o capacete!

Abs,
Ritter.

Responder
Pablo 23 de novembro de 2019 - 11:17

A cena em que o Mandaloriano vai recuperar o Baby Yoda é muito bem elaborada e criativa. Episódio Excelente.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 12:57

Sim, pancadaria de qualidade!

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Jornalista 23 de novembro de 2019 - 07:02

Sua crítica é muito certeira, Ritter. Episódio fantástico, a direção dessa Debora Chove foi sublime. Agora estou ainda mais empolgado para a série do Obi-Wan que também contará com ela na direção.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 12:57

Também fiquei empolgado!

Abs,
Ritter.

Responder
Here's Johnny 23 de novembro de 2019 - 02:16

Simplesmente épico, aquele final me arrepiou todo, um dos melhores episódios de séries no ano, e se o terceiro episódio foi assim só fico pensando o que virá num possível clímax.

Responder
planocritico 23 de novembro de 2019 - 02:47

O potencial para ser algo sensacional é ilimitado!

Abs,
Ritter.

Responder
William O. Costa 23 de novembro de 2019 - 16:07

Pois é! Dos episódios lançados esse ano que já assisti, até agora, só estou me lembrando de alguns da 2ª temporada de DuckTales e outros da 1ª de Infinity Train que gostei mais que esse.

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