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Crítica | The Mandalorian – Chapter 6: The Prisoner

por Ritter Fan
925 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers.

Acho que todo mundo já conseguiu entender que Mando, o mandaloriano sem nome e sem rosto que protagoniza a série mais badalada do momento, é um badass silencioso e de bom coração com uma das armaduras mais bonitas do meio audiovisual. Mesmo assim, The Prisoner existe única e exclusivamente para reiterar essa fato já deixado sobejamente claro desde mais ou menos o terço final do primeiro episódio.

O roteiro de Christopher Yost e Rick Famuyiwa sequer perde tempo com algum tipo de contextualização ou um mínimo de cuidado narrativo e já joga Mando na base espacial de Ranzar Malk (Mark Boone Junior, de Sons of Anarchy) que o quer, assim como sua nave Razor Crest, para libertar alguém de um transporte prisional da Nova República. Para isso, o mandaloriano é inserido em uma equipe composta de Mayfeld (Bill Burr), um ex-atirador de elite do Império, Burg (Clancy Brown, o eterno Kurgan, de Highlander e que também deu voz a Savage Opress em The Clone Wars), um devaroniano particularmente grande e forte, Xi’an (Natalia Tena), uma Twi’lek que só usa facas e Q9-Zero (Richard Ayoade), um androide que pilota naves como ninguém.

Quando disse que não há cuidado no roteiro, é que ele realmente é o mais básico e rasteiro de todos até agora a tal ponto de até os diversos novos personagens serem extremamente sem graça e repetitivos (Burg e Xi’an só fazem grunhir por exemplo), o que é uma novidade na série. E a ação em si é pouco inspirada, cansativa e óbvia a cada fotograma. E não, não espero ser surpreendido sempre ou mesmo reviravoltas (todos sabem o quanto eu acho twists tirados da cartola desnecessários), mas eu espero que os clichês que vêm sendo usado sem nenhum pudor na série sejam bem empregados. Não é o caso aqui desde o momento em que Mando desaparece só para ressurgir triunfalmente atrás dos primeiros androides que eles enfrentam, passando pela traição de seu grupo e, de novo, pela traição ao final e a “reviravolta” do localizador no bolso do prisioneiro do título.

E, mais uma vez, o bebê Yoda é usado como instrumento de fofura extrema, mas que já está perdendo seu glamour. A essa altura do campeonato, faltando somente dois episódios para a 1ª temporada acabar, parece mais que não há roteiro nem para 30 minutos de episódio (e esse tem 43, o mais longo até agora!) e o tempo remanescente precisa ser preenchido com os olhões pretos ou os dedinhos do bichinho para mostrar o quão sensacional é a arte dos marionetistas que o controlam, o que de fato é, ainda que não cheguem nem aos pés do trabalho de Frank Oz com Yoda nem à absoluta maravilha que é o recente O Cristal Encantado: A Era da Resistência.

Em The Prisoner, nem mesmo aquele senso de aventura que mesmo os mais simples dos episódios anteriores esbanjavam está presente. Em outras circunstâncias, talvez mais no começo da temporada, o episódio poderia ser o típico veículo para deixar evidente as características do protagonista, mas, aqui, ele é só mais do mesmo com o agravante do final completamente disneyficado em que vemos que aqueles que traíram Mando foram deixados vivos, no máximo com chifres quebrados. Tudo bem o mandaloriano mostrar coração e conectar-se com o bebê Yoda ou com outros personagens com quem partilhou a tela, mas sua transformação de destemido caçador de recompensa em super-herói que não mata ninguém é um pouco demais e retira a aura de durão que ele vinha até aqui carregando muito bem.

A direção de Famuyiwa, que volta à série depois de The Child, cumpre sua função, mas, muito parecido com o roteiro que co-escreveu com Yost, pende fortemente para o lado burocrático, algo que simplesmente precisava ser diferente diante da estrutura de espaço confinado e repetitivo que é a nave-prisão. Planos abertos em corredores brancos funcionam bem uma, talvez duas vezes, mas não mais do que isso, especialmente em episódio tão curto, mas o diretor usa e abusa desses momentos sem realmente criar um mínimo de suspense ou estabelecer uma conexão entre os personagens que seja maior do que a óbvia animosidade que existe entre eles. Pelo menos a trilha sonora de Ludwig Göransson continua sendo a melhor trilha dessa fase pós-Disney de Star Wars, com o bônus de a música tema de Mando ganhar ótimas e inéditas variações nesse episódio.

The Prisoner, diferente de Mando, carece de coração, de algo mais que o destaque para além da fofura do bebê Yoda ou da eficiência absoluta do protagonista em face do perigo (que nunca é perigoso o suficiente). Ainda garante diversão daquelas bem basiconas, mas de uma forma que já está caminhando para um completo marasmo narrativo que simplesmente não poderia acontecer nesse final.

The Mandalorian – Chapter 6: The Prisoner (EUA, 13 de dezembro de 2019)
Showrunner: Jon Favreau
Direção: Rick Famuyiwa
Roteiro: Christopher Yost, Rick Famuyiwa
Elenco: Pedro Pascal, Carl Weathers, Bill Burr, Natalia Tena, Clancy Brown, Richard Ayoade, Ismael Cruz Cordova, Mark Boone Junior, Dave Filoni
Duração: 43 min.

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88 comentários

JC 27 de janeiro de 2020 - 18:35

0s 20 minutos para as naves chegarem pareceu 20 horas. Deu tempo dele fazer tanta coisa………….irgh.

Responder
Gabriel Leão 13 de janeiro de 2020 - 08:29

Esse dróide me pareceu o mais humano, em termos de movimentação corporal, de que me lembro entre os filmes e séries de star wars.
Obs: não assisti as animações.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 14:10

De fato, parece mais humano mesmo nesse quesito.

Abs,
Ritter.

Responder
otaviopilz 20 de dezembro de 2019 - 06:26

Ao meu ver, o pior do episódio é a caricatura de Arlequina da tal Xi’an(isso porque Arlequina já é uma baita caricatura por si só). Episódio composto quase exclusivamente por clichês.

Responder
planocritico 20 de dezembro de 2019 - 09:19

Essa personagem ficou ridícula mesmo. A pior da série até agora disparado.

Abs,
Ritter.

Responder
José Airton Querino Sabóia 16 de dezembro de 2019 - 20:06

Um novo universo e novos personagens estão surgindo para aqueles que amam o universo SW !!! É claro que Mando está meio agua com açucar….mas não é muito diferente de REBELS ou CLONE WARS é tudo fantasia e nós amantes de SW adoramos nossos heróis!!!!

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2019 - 16:08

Eu adoro o que é bom.

Abs,
Ritter.

Responder
José Airton Querino Sabóia 16 de dezembro de 2019 - 20:06

Estou me divertindo muito mais que nos tres ultimos filmes Star wars que na minha umilde opinião são muito ruins!!!

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2019 - 16:08

Que bom que você está se divertindo com Mandalorian e que pena que não esteja gostando dos filmes!

Abs,
Ritter.

Responder
Linti Faiad 16 de dezembro de 2019 - 03:43

Eu to duplamente P da vida. Além do episódio ser ruim na minha opinião, é o último antes da estréia do episodio IX e não trouxe nada de novo para o filme. Qnd saiu o bebe da raça do yoda pensei que a série fosse agregar algo. eu particularmente não vi nada nesse sentido.
E parabéns por conseguir escrever tanto sobre tão pouco haha
Realmente é escrevendo que se aprende a escrever bem e mais (não necessariamente melhor, mas no seu caso melhor haha)
Abs

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2019 - 10:26

Obrigado!

Olha, eu não tinha esperança alguma – e nem queria, na verdade – que tivesse alguma conexão com o filme. A razão prática para isso é que essa série ainda não está disponível legalmente em quase nenhum país.

Abs,
Ritter.

Responder
Jadiel 16 de dezembro de 2019 - 13:48

Segundo o IMDb, o próximo episódio sai quarta-feira, não sexta, então me pergunto se essa mudança teria a ver com o lançamento do Ep. IX, talvez alguma ligação ou sei lá… No mínimo é curioso.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2019 - 13:48

Acho improvável. Ele apenas trará um “sneak peak” exclusivo do Ep. IX ao final.

Abs,
Ritter.

Responder
Jadiel 16 de dezembro de 2019 - 13:51

Verdade, faz sentido.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 15 de dezembro de 2019 - 22:58

Eu achei que estava me divertindo até certo ponto mas aí os incontáveis planos em corredores brancos SEM UM ÚNICO PLANO DE CONTEXTO OU MESMO ÂNGULO DIFERENTE começaram a derrubar as pecinhas pra mim. O final, com todo mundo preso numa mesma cela, foi definitivamente vergonhoso.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2019 - 01:30

Pois é. Ficou feio…

Abs,
Ritter.

Responder
joshua david 16 de dezembro de 2019 - 18:20

Concordo. Mando com aquele grupo no episódio chegou a ser bastante irritante…

Responder
joshua david 15 de dezembro de 2019 - 14:47

Saudações Ritter! só esses dias que comecei a assistir ”The Mandalorian” e tá me decepcionando tbm, os três primeiros episódios são incríveis, mas dps a série começa a degringolar pra mim ( tudo bem o 4º ep não é tão ruim assim…), mas o restante… foi como vc falou nas críticas anteriores, a série tá optando por ir na mesmice, e isso, de fato, já está cansando…

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 19:15

Mesmo assim, é uma mesmice que ainda consegue divertir, com um saldo ainda positivo. Mas poderia ser muito mais sem muito esforço…

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 15 de dezembro de 2019 - 13:49

A série está caindo de nível a cada episodio. Que pena

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 14:05

Ainda diverte daquele jeito bem básico, mas é verdade.

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Michel 15 de dezembro de 2019 - 12:51

Estranho NÃO perceberem que sendo um caçador de recompensas o Mando não é movido por sentimento pessoal de vingança contra quem traí sua confiança neste episódio. Ele afirma ao final que os outros tiveram o que mereceram, no caso irem presos numa cela em comum pela morte desnecessária de um humano que tinha uma função na nave prisão, que nada fez contra o mandaloriano. As pessoas estão confundindo pistoleiro assassino frio com caçador de recompensas. Provavelmente estes críticos da série talvez precisem assistir os filmes de faroeste dos bons anos 50, 60 e 70. Talvez se toquem que Mando é movido pelo seu código de honra, acima de regras banais de vingar com a morte de quem pisou no seu calo dolorido.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 12:59

Ou talvez você precise assistir a esses filmes e não só citá-los como se os tivesse visto…

– Ritter.

Responder
Ricardo Michel 22 de dezembro de 2019 - 13:28

Muito interessante saber criticar o trabalho dos outros, porém não saber receber crítica ou mera opinião que não coaduna a sua. Analisa como bem entende e simplesmente acha superficial a opinião de quem critica as críticas ou opina diferentemente. Bem grandiloquente! O bom que há mais pessoas a fim de usar a tele cinemática como entretenimento do que como alvo de sua pouca capacitação em escrever, roteirizar, produzir, dirigir , divulgar e colher frutos pelo trabalho, mais rápido é o atalho da crítica. Afinal reputações são construídas e ou destruídas mais de fora do que de dentro, quando as línguas são ásperas ou afiadas. Com todo respeito, pois desejou indicar que não tenho direito a opinar. “Ou talvez você precise assistir a esses filmes e não só citá-los como se os tivesse visto…”

Responder
planocritico 22 de dezembro de 2019 - 14:30

Sei que você vai continuar se fazendo de vítima e coitadinho que levou pancada de crítico metido a besta, mas a grande verdade é que eu só respondi na mesma moeda de seu texto cheio de alfinetadas disfarçadas de comentários benignos. Pelo visto, quem não sabe receber críticas é você, não é mesmo, meu caro?

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Michel 23 de dezembro de 2019 - 18:33

É triste perceber como são rasos os pensamentos de alguém q se julga superior. Senhor, o blog é seu, a navalha da crítica é sua e a dúvida vacilante do q tenta provar esterilmente também é sua, já q deseja tanto me desqualificar. Muito bem, admito ser pequeno junto a sua vasta sombra de poder. Entrei nos comentários para mostrar outro ponto vista q percebi não terem abordado nem na sua seca e banalizante crítica nem nos comentários discorridos por outros q também aqui opinaram. A sua esterilidade se prova fortemente ao tentar me diminuir na primeira e na segunda vez, mas quem sou eu além de simples mortal de diluída voz. Pois bem, com o passar dos meus muitos anos de vida aprendi ao menos uma coisa q discutir por tolice é meramente gastar tempo, tempo q somente volta em filmes. O senhor ganhou! É superior, ponto final! A sua opinião “se” basta para si, q rufem os tambores! Aplaudo seu ego. A mim uma coisa sim é importante: assista quem quiser, quem não quiser não assista a série.

planocritico 24 de dezembro de 2019 - 01:16

Típico.

Mas volte sempre que você é hilário!

Abs,
Ritter.

Marcelo K 15 de dezembro de 2019 - 11:42

Este episódio trouxe mais uma frase de efeito interessante: “Sem perguntas. Essa é a regra, não é?”. Frequentemente nos questionamos a respeito de coisas que parecem ser furos de roteiro, ou incompreensões de nossa parte mesmo; já pensaram se vira moda os roteiristas utilizarem essa mentalidade de “sem perguntas” para esse tipo de coisa? Ou vai que muitos já utilizam………

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 12:51

He, he. Boa!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcello Rolla 15 de dezembro de 2019 - 09:15

Achei o episódio muito bom, assisti várias vezes. Este é episódio de ato intermédiario, não precisa ficar apresentado nem fechando nada.
E, da mesma forma que os dois últimos episódios, plantou itens para os próximos, nesta e na outra temporada, o que é importante para uma série. Também trouxe muitas referências da trilogia original (o devoniano, os Twi’leks, o guarda alderaniano), que é um recado para os fãs que eles estão alinhados com os cânones originais.
Um coisa que achei interessante, mas um pouco subliminar, foi que mostraram que o Mando, além de um guerreiro formidável, é estrategista: como um jogo de xadrez, ele separou os inimigos (divide and conquer), deixou o inimigo ganhar parte do jogo (Sun Tzu – fazer o inimigo te subestimar) ao devolver o prisioneiro e receber sua recompensa, para só então aplicar o xeque-mate, deixando eles aos X-Wing da “nova república”. Cara, isso é uma aula de estratégia!

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 13:22

Referências não faltam desde o primeiro episódio. Não sei muito bem o que as desse episódio acrescentam de verdade ao que já sabíamos.

Sobre a “estratégia” de Mando, diria que sua vantagem maior foi a incompetência absoluta de seus “colegas”…

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Lara 15 de dezembro de 2019 - 03:36

O episódio não foi ruim, mas também não foi bom, parece que se desviou do contexto amplo da série, no sentido de fugir da construção de uma história única que vai se formando a cada episódio, poderia ter sido a mesma história, mas com elementos que compõem ou já incita um ar do que será a reviravolta nos episódios finais. Eu pelo menos teria introduzido ali um vilão interessante ou alguém no sentido de começar a mostrar o mistério que ronda o por que o antigo império está tão interessado assim no baby yoda.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 13:22

Exato. Foi apenas mediano.

Abs,
Ritter.

Responder
Tim Lopes Martins 14 de dezembro de 2019 - 23:08

Cara, você quer uma punição pior do que ficar em uma prisão, talvez sendo até pior do que a morte, porque se você pensar bem a morte pode até libertar.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

Mando não é policial. Ele é um caçador de recompensas. E ele está protegendo uma criança valiosa. Os caras não só traíram ele, como sabe do bebê Yoda. O Mando de verdade não deixaria eles lá bonitinhos na prisão. Só o Mando da Disney mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Gεnos FunkO 14 de dezembro de 2019 - 22:37

Nota para a crítica 4,5/5, o ep foi mediano mesmo.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

Obrigado!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Diplay 14 de dezembro de 2019 - 21:42

Se até Breaking Bad teve capítulos enche linguiça como o “fly”, pq Mandalorian não teria? hahaha. O que mais me decepcionou foi de fato essa Disneylização, o cara um mercenário frio e calculista, deixar os caras vivos? Fora que no chifrudo não teria logica, o cara foi esmagado por uma porta hidráulica de várias polegadas de aço…

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

Sim, mas The Mandalorian está só no sexto episódio e cada um deles é substancialmente mais curto que os de BB. Não tinha razão alguma para ter filler agora.

Abs,
Ritter.

Responder
Oliver Green 15 de dezembro de 2019 - 18:25

Mas assim como “fly” , esse episódio não foi ruim. Foi mediano. Nem sempre episódios que enchem linguiça são ruins.

P.S.: Eu amo “fly”. Não entendo o ranço.
kkkk

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 19:15

Daí minha avaliação em 2,5 estrelas.

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 14 de dezembro de 2019 - 19:26

Acho que daria 3 estrelas, foi o básico de novo. E é esse o problema. Essa série repete o mesmo roteiro em diferentes situações. Mando chega em algum lugar, dá merda, ele ganha e foge. Ad infinitum. E claro, cenas do yodinha ali e aqui pra mostrar como ele é fofo.

Vi alguém falando que era uma série legal porque parecia um videogame. Realmente. Mas se eu quisesse algo que parecesse um jogo, eu jogaria um jogo, oras.

Não tem história. A não ser que grandes reviravoltas aconteçam nesses 2 ultimos episódios, vai decepcionar.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

Pois é. Estou com você!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucio Adriano Mendonça 14 de dezembro de 2019 - 19:12

Mando o Blade runner de Star Wars. Atira sem dó nos robôs no resto está de boa. Essa Disneyficação é difícil de aguentar. Deveriam proibir para maiores de 12 anos.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

E o pior é que ele já matou antes e com menos necessidade que aqui…

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel Costa 14 de dezembro de 2019 - 17:26

The Mandalorian foi um série que me decepcionou, pois achei o roteiro dos três últimos capítulos mal estruturados. Por exemplo, no episódio “Sanctuary”, o pequeno romance do Mando foi forçado, além da história não ser lá muito coerente (pois se eles conseguiram se infiltrar tão fácil na base inimiga, por que não explodiram logo o AT-ST?). Só tenho acompanhado a série para acompanhar as críticas, pois por si mesma, ela não tem muitos atrativos.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

Eu ainda acho que o saldo é positivo.

Abs,
Ritter.

Responder
cleber 14 de dezembro de 2019 - 16:57

Coisa que mais gostei foi do Richard fazendo aquele droid saido diretamente de alguma serie japonesa dos anos 60.

E tem a melhor versão da Arlequina que ja vi em live action. Caralho! Agora que vi que é Natalia Tena.

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

O Zero parecia mesmo vindo de um seriado japonês!

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 14 de dezembro de 2019 - 16:57

Ritter elogiando: Passa muito pano
Ritter criticando: Nossa, seu fodido

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 17:26

A vida de crítico é uma dureza!!!

HAHHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Beatrix Kiddo 14 de dezembro de 2019 - 15:32

43 minutos que contou, contou e não disse nada e pra uma aventura foi bem feijão com arrow.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:45

Feijão com arrow foi ato falho ou foi de propósito? Porque eu adorei e vou usar!!!

HAHAHAHAAHHAHAHAAHHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Jadiel 14 de dezembro de 2019 - 16:57

Um ato falho muito bem sucedido então KKKKKKKKKKKK.

Responder
Kailton Alves 14 de dezembro de 2019 - 14:29

Discordo totalmente dessa crítica (que sempre morde e assopra). Esse episódio é um gancho que volta a contar sobre o personagem e sobre seu passado. Ótimo episódio

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:32

Ele é ótimo porque é um gancho que fala do passado do personagem ou tem mais razões? E bater e assoprar é um exercício de exposição de prós e contras.

Abs,
Ritter.

Responder
Kailton Alves 14 de dezembro de 2019 - 21:12

Tem várias razões mas só fiz um comentário a crítica quem faz é vc

Responder
planocritico 15 de dezembro de 2019 - 00:07

Tá bom então…

– Ritter.

Responder
Pedro Augusto 14 de dezembro de 2019 - 13:53

Entendo que como crítico esse episódio pode ter sido meio decepcionante, mas como pessoa ou fan de Star Wars, vc gostou? Pq acho que esse episódio é mais uma aventura estilo Star Wars do que um episódio narrativo com objetivo de levar a algum lugar mesmo, eu gostei.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:32

Não gostei nem como fã. Mediano no máximo.

Abs,
Ritter.

Responder
Careca de Capa 14 de dezembro de 2019 - 13:35

Tenho uma parada cardíaca toda vez que deixam o pequeno Yoda cair no chão. MANDO SEU DESLEIXADO !!!

Concordo com a crítica em respeito a repetição do roteiro, mas tenho minhas dúvidas se não é esse mesmo o objetivo e nessa alturas, acho que se inserirem alguma reviravolta não vai fazer muito sentido.

Quem sabe em uma segunda temporada.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:32

Ele de fato já caiu no chão diversas vezes mesmo. O último bebê que caiu tanto no chão foi o Sloth dos Goonies. E você viu como ele ficou…

A essa altura eu não sei mais qual é o objetivo da série. Pois o momento do “ooohhhh” e “ahhhhhh” já passou. Seria bom que ela fosse mais do que só isso…

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Oliveira 14 de dezembro de 2019 - 13:33

Ah que cara mais chato. A série não é pra ser uma obra prima, é só um seriado estilo xena com temática de star wars. Eu to curtindo a série, gostei bastante desse episódio.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:32

Ou será que é você que é condescendente com o que assiste?

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 14 de dezembro de 2019 - 13:30

O episodio pra mim foi bom, mas de fato a simplicidade e o nao aprofundamento no roteiro ja esta manjado, e duvido que faltando so 2 episódios a serie tenha algum aprofundamento, creio que no ultimo tenha alguma coisa bombástica e só.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:32

Tomara que não seja só isso…

Abs,
Ritter.

Responder
Rage Cage 14 de dezembro de 2019 - 13:23

Gostei muito do episódio por expandir o que sabemos da Nova República.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:44

Isso é que é tirar leite de pedra.

Abs,
Ritter.

Responder
skypeln 14 de dezembro de 2019 - 13:20

Discordo da nota,mas entendo o por que dela. Os episódios são muito independentes e a série não atinge o potencial esperado. O meu ep favorito é o quarto e esse deve ser o segundo que mais gostei.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 15:45

Prefiro o terceiro, mas o quarto é muito bom também.

Abs,
Ritter.

Responder
skypeln 14 de dezembro de 2019 - 16:57

Me confundi, o terceiro é o que mais gosto. Aquela batalha final é sensacional. Foi muito bem dirigido.

Responder
Filipe Isaías 14 de dezembro de 2019 - 13:07

Me surpreendi com a nota. Achei esse episódio um dos mais divertidos da temporada, e melhor do que as duas aventuras isoladas anteriores.

Tem vários Easter eggs nesse episódio, mas o que eu mais gostei foi a participação dos diretores como os pilotos de X-Wing. Sentar naquele cockpit deve fazer alguém voltar à infância.

Sobre a trilha sonora, o Ludwig Goransson é fora de série mesmo. Juntando ele, Michael Giacchino, e John Powell, diria que o legado musical de John Williams está garantido.

Abs.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:15

Quando os Easter-eggs são mais interessantes que o episódio, você sabe que tem um problema!

Abs,
Ritter.

Responder
lSinin fleusons 14 de dezembro de 2019 - 13:07

Pô, eu achei esse o melhor episódio kkkkk

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:15

Acontece!

Abs,
Ritter.

Responder
JORNALISTA FANFARRÃO 14 de dezembro de 2019 - 12:56

BOA CRITICA mas pra mim merecia mais estrela, esse episodio FOI OTIMO e um exemplo de COMO caçar suas presas HAHAHA

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:16

É, não achei isso não. Para mim, foi um exemplo de como fazer a mesma coisa de novo, mas com personagens piores…

Abs,
Ritter.

Responder
Fabricio 14 de dezembro de 2019 - 12:20

Realmente o episódio mais fraco até agora, e ao que parece os próximos dois episódios serão a mesma coisa, com um gancho “surpreendente” no final, para a segunda temporada. Espero que esse episódio seja apenas uma escorregada leve, mas infelizmente ele ascende o sinal de alerta para a repetição e cansaço desse formato que a serie vem adotando.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:11

Acende completamente. A proposta bacana do início já perdeu o gás.

Abs,
Ritter.

Responder
Jr😋 14 de dezembro de 2019 - 10:26

Merece 4,5…

Esse episódio teve uma reviravolta interessante, gostei muito, foda-se os críticos!😆🤫

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:11

Também acho!!!

Abs,
Ritter, o Crítico Fodido.

Responder
Celso Ferreira 14 de dezembro de 2019 - 10:02

Marasmo narrativo é a definição perfeita dos últimos 3 episódios.

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:11

Não diria dos últimos três, mas é bem por aí mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
cleber 14 de dezembro de 2019 - 05:45

E essa referencia a O Fim da Infancia do Clarke? kkkk

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:11

Nossa… HAHAHAHAHAHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Яod 14 de dezembro de 2019 - 04:03

Crítica bem burocrática

Responder
planocritico 14 de dezembro de 2019 - 13:11

Para você ver minha genialidade. Eu escrevo críticas da mesma maneira que são os objetos de minha análise!

– Ritter, o Genial.

Responder

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