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Crítica | The Old Guard

por Ritter Fan
733 views (a partir de agosto de 2020)

A sul-africana Charlize Theron é uma das atrizes hollywoodianas que mais tem conseguido equilibrar papeis que exigem grande profundidade dramática com outros que a colocam como heroína de ação em franquias de “pancadaria, tiro e bomba”. Já tendo abocanhado o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Atriz por sua transformadora performance em Monster: Desejo Assassino e concorrido a esses e outros prêmios diversas outras vezes, ela não se esquiva de construir papeis icônicos em Prometheus, Mad Max: Estrada da Fúria e até mesmo em completas bobagens como Branca de Neve e o Caçador e Velozes e Furiosos. The Old Guard é sua mais recente empreitada e ela mais uma vez brilha.

Baseado em HQ homônima da Image Comics escrita por Greg Rucka e desenhada por Leandro Fernández, o filme coloca Theron como Andrômaca de Cítia – ou Andy, para facilitar – uma guerreira imortal que lidera uma equipe de outros três imortais que se conectaram ao longo de séculos e que passam a ser caçados por um bilionário que quer descobrir seus segredos de longevidade ao mesmo tempo em que descobrem a existência de mais uma imortal, Nile Freeman (KiKi Layne), uma soldada americana. É, mal comparando, Highlander – O Guerreiro Imortal (sem as cabeças decepadas) no século XXI, com um mundo “menor” em que pessoas que nunca mudam a fisionomia ao longo das décadas passam a ser mais detectáveis pela onipresença da tecnologia e da redução da privacidade.

Em uma escolha rara e em tese perigosa pela falta de distanciamento do material fonte e de habilidade, é o próprio Rucka quem escreve o roteiro em seu primeiro trabalho nessa cadeira. E o excelente escritor de quadrinhos americano mostra tino também no lado cinematográfico, construindo uma história engajante que não só se mantém muito próxima ao primeiro arco de sua criação, como ele acrescenta elementos que tornam a história ainda mais redonda, emprestando função – mas não explicação – aos “poderes” dos cinco imortais e um episódio no passado de Andy que revela, graficamente, o quanto esse dom pode ser uma terrível maldição e que desavergonhadamente também serve para criar um cliffhanger que torna este potencialmente o começo de uma franquia.

Apesar de a violência e pancadaria serem o atrativo macro do filme, há cuidado para que tudo haja contexto, assim como em Atômica, da própria Theron (e também baseada em HQ, vale lembrar). O que era a Guerra Fria e a queda do muro de Berlim, agora se torna a ambição desmedida, boas intenções que rapidamente se tornam graves erros e, claro, uma discussão sobre o que é ser imortal e todas as consequências disso. Entre flashbacks e alguns textos expositivos que Rucka consegue manter ao mínimo na maioria do tempo, a imortalidade dos veteranos Andy, Booker (Matthias Schoenaerts), Joe (Marwan Kenzari) e Nicki (Luca Marinelli) ganha relevância e contraste em relação à de Nile, desesperada para entender o que está acontecendo e o que fazer. Da mesma maneira, Copley (Chiwetel Ejiofor), como ex-agente da CIA que, trabalhando solo, recontrata a equipe para uma operação de resgate no Sudão do Sul, ganha nuanças e propósito, ainda que seu papel permaneça subdesenvolvido.

O lado realmente vilanesco, porém, é caricato ao extremo. O industrial bilionário Merrick (Harry Melling) não é mais do que uma caricatura unidimensional ambulante que só faltava se vestir de preto e esfregar as mãos, ocasionalmente soltando risadas histéricas. Tudo o que Rucka inseriu de nuança em Copley ele tirou de Merrick e de seus capangas, estabelecendo-os, apenas, como aquele grupo de pessoas que todo espectador torcerá para ser trucidado com requintes de crueldade. E, é claro, é exatamente isso que acontece como nem o mais inocente fã de filme de ação duvidaria por sequer um segundo.

A ação é muito bem conduzida por Gina Prince-Bythewood (Além dos Limites, A Vida Secreta das Abelhas), que sabe trabalhar com explosões e pancadaria sem exagerar demais e sem desnortear o espectador. Ao contrário, ela faz o máximo para privilegiar a compreensão da ação vertiginosa com takes mais longos e uma decupagem inteligente que chama atenção para o trabalho dos atores e dublês. Aliás, nesse ponto, vale especial destaque para a qualidade das coreografias de lutas que muitas vezes me lembraram o gun kata de Equilibrium que mescla muito bem o uso de armas de fogo com artes marciais que, em The Old Guard, também ganha a companhia de armas brancas com o machado arredondado e de dois gumes de Andy sendo o ponto alto.

Em termos dramáticos, Theron rouba todas as cenas. Sua Andy tem, constantemente, um ar melancólico, algo que permanece mesmo quando ela participa de momentos alegres (que são poucos, admito) ou em meio à ação desenfreada. Com isso, a atriz consegue personificar a bagagem pesada e eterna da imortalidade de sua personagem, colocando-a por sobre seus ombros como um veneno que aos poucos a corrói por dentro. Mesmo que seus três colegas de profissão que vivem os demais imortais mais antigos não façam feio, a grande verdade é que eles simplesmente não têm tempo de tela suficiente para além de alguns momentos de efeito como Joe explicando sua relação com Nicky para os brutamontes de Merrick. Todo o tempo “extra” é empregado com Nile, que funciona como a “entrada” do espectador nesse mundo estranho, triste, mas fascinante, com Layne absorvendo e convencendo bem com seu papel que a transforma de soldada assustada em guerreira imortal.

The Old Guard é diversão de qualidade que sabe mesclar drama com pancadaria, beneficiando-se muito do talento de Charlize Theron, algo que realmente faz diferença aqui. É descerebrado quando precisa ser, ou seja, a maioria do tempo, mas profundo por alguns minutos e ao todo tempo tirando o máximo proveito de seu elenco e de roteiro e direção bem pensados e não simplesmente jogando tudo diante da câmera para extrair alguns segundos efêmeros de excitação dos espectadores.

The Old Guard (EUA – 10 de julho de 2020)
Direção: Gina Prince-Bythewood
Roteiro: Greg Rucka (baseado em HQ de Greg Rucka e Leandro Fernandez)
Elenco: Charlize Theron, KiKi Layne, Matthias Schoenaerts, Marwan Kenzari, Luca Marinelli, Chiwetel Ejiofor, Harry Melling, Van Veronica Ngo, Natacha Karam, Mette Towley, Anamaria Marinca, Micheal Ward, Shala Nyx, Majid Essaidi, Joey Ansah, Andrei Zayats, Olivia Ross
Disponibilidade no Brasil: Netflix
Duração: 118 min.

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71 comentários

Matheus Matos 27 de julho de 2020 - 20:32

Após ter assistido o filme fiquei com uma sensação que o universo dos personagens possui tanto a ser apresentado ainda que seria uma pena se resumir a um filme de ação sem profundidade nos personagens. As cenas de ação realmente são muito bem feitas, porém as músicas me fizeram ter uma sensação estranha a qual acabaram estragando a minha experiência como um todo.

Com a curiosidade aguçada procurei a HQ, a qual o filme é baseada, até então ela possui dois arcos com a promessa de um terceiro para o ano que vem. A mesma possui algumas diferenças do filme que acabam sendo importantes para a continuidade da história, mas a mais gritante é o peso no psicológico de um personagem que viveu tanto tempo, passou por tantos traumas e viu tantas mudanças internas e externas.

E após concluir ambas as experiências me ocorreu duas questões:
1. Eles podem ter filhos?
Booker conta da história do filho mais novo, o qual queria a imortalidade compartilhada para não morrer de câncer. Em ambas as mídias possui esse evento passado, porém não deixa claro se ele foi pai antes ou depois de sua “primeira morte”.
Os médicos que os analisaram disseram que eles são adultos saudáveis sem empecilhos biológicos.
Uma das atividades mais interessantes para Andrômica durante seus milhares de anos foi o sexo. Métodos contraceptivos possuem a sua origem histórica datada no século 300 a.C. Não é possível que apenas um do grupo inteiro tenha sido afetado pelo trauma de ver seus filhos morrerem.
P. S. Drácula e até mesmo Batman nos ensinam o quanto o tempo pode fazer mal ao arquétipo do herói.

2. Tatuagens
Como guerreiros antigos seria alta a probabilidade de terem tatuagens que representassem seus feitos e glórias, normalizadas por tribos antigas e guerreiros muçulmanos. E se essa teoria for verdadeira será que pela contínua perda e reestruturação da pele após cada ferimento tenha se perdido a tinta de tais desenhos?

Responder
planocritico 27 de julho de 2020 - 22:03

Eu achei que Andy ficou suficientemente bem trabalhada no filme. Nada a reclamar aí.

Sobre eles poderem ter filhos, não fica claro se, uma vez morrendo pela primeira vez e engatilhando a imortalidade, isso pode acontecer.

Nossa, nunca sequer me passou pela cabeça esse lance das tatuagens…

Abs,
Ritter.

Responder
Ramon Assis 18 de julho de 2020 - 08:42

Um prédio de mais de 15 andares de uma das maiores companhias farmaceuticas do mundo, trabalhando em um projeto extremamente importante e lucrativo, e onde só havia uma única funcionária. Prédio este que foi acessado por uma porta dos fundos, onde não haviam câmeras. Em que os personagens usavam o cartão de um não-funcionário que possuía credenciais para acessar todas as portas de todos os andares.

Sem mais.

Curiosidade: Será que a inquisição não tentou decapitá-las? Para mim, é a mesma curiosidade que eu tenho com Wolwerine… O que aconteceria se lhe tirassem a cabeça?

Responder
planocritico 21 de julho de 2020 - 14:58

A porta dos fundos sem câmeras é explicada no filme e perfeitamente justificável considerando o caminhão de coisas ilegais que a empresa aparentemente faz. Eles precisam de uma entrada e saída para esses “produtos” ilegais que seja um completo ponto cego. E o não-funcionário não era um não-funcionário qualquer, mas sim o facilitador da mais importante descoberta da empresa e ele ter o cartão que abre justamente essa porta escondida e que leva ao laboratório secreto faz, novamente, todo sentido. E só ter uma funcionária lá também faz sentido. O que você queria? Centenas de funcionários moralmente comprometidos com a “ciência” que se pretende fazer ali com os imortais?

Wolverine já foi cortado em dois, serve? A parte de cima se arrastou até a parte de baixo e elas se juntaram como se nada tivesse acontecido.

Abs,
Ritter.

Responder
Ramon Assis 21 de julho de 2020 - 17:01

Só se justitica porque assim você deseja, pois não faz sentido algum. Uma única pessoa não pode conduzir os estudos de forma eficaz, e sim, na vida real, não são poucos os projetos ilegais que são conduzidos com uma equipe bem composta. O não-funcionário nem necessitaria ter credenciais de livre acesso ao prédio, quanto mais de um ponto cego.
E nem mesmo a própria empresa deve ter utilizado aquela porta dos fundos para levar os imortais, afinal, com o prédio vazio, poderiam muito bem ter conduzido pela porta da frente. Se a questão eram as câmeras, todo o prédio possuia câmeras e eles tinham o controle sobre o que era filmado. Não havia necessidade de esconder tão apenas o momento em que entravam lá. Já que as câmeras filmariam tudo o que estava ocorrendo dentro.

O filme foi muito preguiçoso em seu roteiro e desenvolvimento. Pelo menos, dessa vez, me contento com o fato de não ter sido o único com essa perspectiva.

——
Sim, você matou minha curiosidade quanto a Wolwerine kkkk

Responder
planocritico 21 de julho de 2020 - 18:04

Se há a possibilidade de se ter uma entrada sem câmeras para todas as ilegalidades, para que entrar pela porta com câmeras e se preocupar em desligar tudo ou, depois, apagar o que ficou gravado?

E sim, na vida real um funcionário só não faria verão, mas não é a vida real e sim um filme em que há um grupo de imortais. Perfeitamente aceitável no meu entendimento, até porque “cientistas malucos” solitários é o que mais há na literatura e no audiovisual…

Abs,
Ritter.

Responder
Elton Rodrigues 16 de julho de 2020 - 08:42

No geral fizeram bem o dever de casa, porém nada de excepcional com Theron ofuscando todo mundo como de praxe. O que salvou e criou e diferencial, e poderia até ser mais explorado, foi a questão das passagens históricas dos imortais. Poderiam ter feito algo excepcional aí com esse enfoque. Fiquei imaginando essa temática naquele imeeeenso filme Cloud Atlas, das Wachowski, se tivesse usado os imortais ao invês de reencarnação na linha do The Old Guard… assistiria feliz da vida as quase 3h de filme.

E com a cenas pós créditos vemos aí mais um filme netflix na linha “cobaia”, deixando uma deixa para uma possível sequência caso tenha uma boa recepção da crítica. Se não deixa como está com um único filme e vida que segue…

Responder
planocritico 16 de julho de 2020 - 14:39

Acho que o conjunto formado pela premissa + Theron + coreografias de luta + flashbacks (que, concordo, poderiam ser mais numerosos) levou a um resultado bem bacana.

Abs,
Ritter.

Responder
ADILSON 15 de julho de 2020 - 19:01

Caro Ritter…achei q seria difícil ver um Filme que não concordaria com suas avaliações que sempre são muito boas mas…Aqui não deu não viu! Pqp…achei O Filme entediante, chegou a dar sono!
Roteiro fraco num tema super batido (humanos e seus interesses de um lucro financeiro, aqui no caso ligado a indústria farmacêutica que aliás o vilão é fraquíssimo, pelo menos é oq vi e por aí vai…). Achei o desenvolvimento dos personagens ruim e as cenas de luta mais ou menos bem executadas, não chegando aos pés de Atômica e Mad Max então nem se fala. O que deu foi a impressão de realizar um Filme com aquela ponta solta no fim com a nítida certeza que vai ter a continuação. De resto o que sobra de bom na Fita, é a atuação de C.Theron tentando segurar as pontas de um roteiro insosso em volto de personagens desinteressantes.

Responder
planocritico 15 de julho de 2020 - 20:04

Isso acontece! Eu achei as lutas muito boas e a história dos imortais muito interessante e diferente, pois não é todo dia que vemos essa temática fora de vampiros e seres mágicos. Não fiquei nem um pouco entendiado.

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro 14 de julho de 2020 - 15:09

Vi ontem. Eu achei “mais do mesmo” . O filme não traz nada de novo e aborda de forma superficial o tema “batido” da imortalidade. Concordo que o pior é o vilão caricato e sem graça e sua motivação para perseguir os heróis não me convenceu. Também não gostei da narrativa que é fragmentada e muito confusa. O único ponto positivo é a presença de Charlize Theron que faz cenas de ação, que também não são tão boas como as de “Atômica”. Infelizmente, a cada filme bom ou ótimo, a Netflix produz vários que são descartáveis e ruins como esse.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 15:24

O mero conceito de guerreiros imortais é consideravelmente diferente ou, pelo menos, muito pouco usado no cinema. E as discussões sobre o que representa a imortalidade são bem mais profundas do que se poderia esperar de um filme de “tiro, porrada e bomba” que tanto temos por aí. Acho que ele mais do que cumpre seu papel de entreter sem emburrecer.

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro 14 de julho de 2020 - 15:54

Ritter, não vi nenhuma discussão sobre o que representa a imortalidade nesse filme. Sobre o tema não se explica nada. Concordo com sua afirmação. É um filme de “tiro, porrada e bomba”, somente isso.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 16:01

Não? Memórias, propósito de uma vida em que todos ficam e você continua e assim por diante, passados ricos. Está tudo lá como estava em Highlander. Não é o centro da discussão, porque o propósito do filme não é esse, mas está lá, criando um senso de universo construído que vai além do filme meramente de “tiro, porrada e bomba” como, por exemplo, é Resgate.

Abs,
Ritter.

Responder
Alessandro 14 de julho de 2020 - 18:54

Propósitos de vida e memórias ricas = Highlander que merecia um remake.

planocritico 14 de julho de 2020 - 20:30

Um dos poucos filmes que eu realmente acho que merecia um remake mesmo.

Abs,
Ritter.

pabloREM 14 de julho de 2020 - 11:44

Espero a muito tempo um novo “Highlander” (já perdi a conta de quantas vezes vi os filmes e a série, acho Adrian Paul um Highlander ainda melhor que o Lambert).
Enquanto esse filme não acontece vou assistir esse Old Guard, achei a premissa interessante e tem Charlize Theron, que além de ótima atriz é sempre um agrado aos olhos.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 13:44

Eu sempre sou contra refilmagens, mas se tem um filme que eu apoiaria uma refilmagem seria Highlander. Mas só do primeiro filme, pois os demais são tenebrosos…

The Old Guard é bacana. Usa a mesma premissa básica. Depois me conte o que achou!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 14 de julho de 2020 - 15:54

Será que existe no cinema, um hiato narrativo/conceitual tão grande como se vê entre o primeiro Highlander e o último? Sério, nunca entendi como saíram da linda Escócia medieval para outro planeta…

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 16:01

Só te digo uma coisa: THERE CAN BE ONLY ONE!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 14 de julho de 2020 - 16:08

rsrsrs i agree

pabloREM 17 de julho de 2020 - 14:43

O segundo filme foi um dos maiores equívocos da história do cinema, nada faz sentido a começar pela “ressurreição” do Sean Connery. O terceiro filme, apesar de meio avacalhado pelo menos a história faz um pouco mais de sentido. Por isso ainda prefiro a série televisiva, que mesmo com o cansaço óbvio desse tipo de produção, mantinha alguma coesão.

Responder
planocritico 17 de julho de 2020 - 15:19

O segundo filme foi uma atrocidade. Eu me lembro MUITO claramente saindo do cinema completamente irritado com o que tinham feito com um de meus filmes favoritos da época. Nunca mais revi esse lixo.

Abs,
Ritter.

pabloREM 20 de julho de 2020 - 18:31

Sabia que existe uma versão do diretor? Não melhorou muito. Só para curiosidade: entre 1994 e 1996 teve uma série animada (que eu não vi) e uma série , mas tem um filme estilo anime de 2007 Highlander: The Search for Vengeance que vale a pena.

planocritico 21 de julho de 2020 - 14:02

Eu sei. Não tem versão do diretor que possa salvar esse filme… A não ser que seja uma versão do diretor que hipnotize o espectador e o faça esquecer da experiência que é ver esse lixo…

Abs,
Ritter.

pabloREM 15 de julho de 2020 - 16:00

Assim que eu assistir conto sim. Apesar de todos os problemas e cansaço que uma série com 22 episódios por temporada podem causar, acho a série Highlander superior aos filmes em construção e ideias, expandindo de maneira interessante o universo criado pelo Gregory Widen (que por sinal criou outro universo interessante com o filme The Prophecy de 1995 e suas sequências).

Responder
planocritico 15 de julho de 2020 - 16:00

Eu vi um pouco da série e ela me pareceu interessante mesmo, ainda que o tamanho tenha me afastado.

Abs,
Ritter.

Responder
Diário de Rorschach 14 de julho de 2020 - 09:47

É um filme ok, da pra passar o tempo, principalmente na época em que estamos. Dei meia estrelas a menos.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 13:44

Justo!

Abs,
Ritter.

Responder
Cleber Rosa 14 de julho de 2020 - 09:17

Filme muito, mas muito legal mesmo, e fico aqui torcendo pra realmente se tornar uma franquia, a mitologia em torno dos personagens é massa e pode render muita coisa boa. Quero muito ver mais coisas do passado de todos eles e mais coisas da Theron com a companheira de ferro.

E com esse filme a Netflix sobe ainda mais no conceito…a 4/5 anos, ela fazia 10 filmes ao ano, e desses apenas 2 ou 3 eram bons. Agora ela faz 10 ao ano, e uns 5 ou 6 são bons/ótimos, claro, queremos que chegue o tempo em que ela prime para qualidade de vez e que os 10 filmes ano sejam ótimos, mas melhorou, e muito. rsrsr

E Resgate é bom enquanto se vê as cenas de ação, já o resto. rsrsrs

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 14:02

@disqus_VWJ2P4vDtO:disqus , que bom que gostou! Taí um filme legal que eu não me importaria em ver uma continuação.

Sobre a Netflix, pelo tamanho do serviço, eles nunca poderão focar apenas em qualidade. Terá que ser como Hollywood faz: cada estúdio tem seu UM filme de qualidade por ano que não faz dinheiro em meio a 10 outros ruins que tendem a fazer dinheiro, pois agradam a massa.

Abs,
Ritter.

Responder
Cleber Rosa 14 de julho de 2020 - 14:44

” cada estúdio tem seu UM filme de qualidade por ano que não faz dinheiro em meio a 10 outros ruins que tendem a fazer dinheiro, pois agradam a massa.”

É, vendo por esse lado tu tem razão mesmo…Eles precisam ter filmes pra massa e que tambem atendam as varias faixas etárias dos seus clientes.

Eu já fico satisfeito de pelo menos termos de 5 a 6 filmes bons dela por ano. Já vale minha assinatura.

Responder
planocritico 14 de julho de 2020 - 15:23

Exatamente o que eu penso! Mais do que vale a assinatura!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 13 de julho de 2020 - 14:37

Foi uma boa surpresa, eu bocejei com o trailer (ou quase todo ele), mas a cena com a Donzela de Ferro me deu a centelha de assistir e não me arrependi. A premissa é muito legal mesmo não sendo grande novidade, eu espero que numa possível sequência, a gente veja mais do passado desses guerreiros, é o tipo de “truque” que não cansa nunca…o primeiro Highlander que o diga!

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 14:59

Sim, o artifício de mostrar o passado dos guerreiros é receita certa para o sucesso. Na HQ tem as origens dos outros três, então é bem possível que vejamos isso em eventual segundo filme.

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 13 de julho de 2020 - 14:59

Tomara que sim; ah…assim como a Jenny, a Charlize tá muito magrinha, vou ter que dar um toque a ela também. Mas continua lindíssima!

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 14:59

Deixa a Charlizinha em paz! Para de arrumar defeito nas moças!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 13 de julho de 2020 - 16:01

Falando em quadrinhos, quando farão a crítica de Moonshadow ? Essa merece um especial.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 23:56

Moonshadow do J. M. DeMatteis? Se for, nossa, deu clique nostálgico gigante aqui da época da Epic Comics, selo da Marvel… Nunca mais vi em lugar nenhum…

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 14 de julho de 2020 - 09:30

Foi relançada em edição única no início do ano, com extras – só é meio cara como deve ser qualquer obra prima.

planocritico 14 de julho de 2020 - 14:02

Cara, fiquei tentado. Achei na Comixology por quase 18 dólares, porém… Um tanto quanto caro considerando o valor do dólar nesse momento…

Abs,
Ritter.

Fórmula Finesse 14 de julho de 2020 - 14:30

Versão brasileira está em 136 reais, com extras…não é barato esse tipo de desfrute e os tempos são bicudos. Só compro livro usado ou tento achar algo legal na biblioteca pública, que está fechada….:(

planocritico 14 de julho de 2020 - 14:38

Nem considerei procurar a versão brasileira, pois títulos assim fora do mainstream são raramente publicados. Mas, dito e feito, está lá bonitinho só esperando eu comprar… Mas REALMENTE é meio caro, mesmo considerando que tem mais de 500 páginas.

Assim é MUITA tentação…

Abs,
Ritter.

Fórmula Finesse 14 de julho de 2020 - 15:53

ahahah, chora…pois chorei também! Compre, bota um “Moonchild” na vitrola e BOA VIAGEM!
https://www.youtube.com/watch?v=CfeNwz4eGTM

Jackson Santos 13 de julho de 2020 - 09:22

Ritter ,pra mim Resgate é mto superior a The Old Guard.

Como proposta de filme de ação não tem jeito,talvez o único ponto positivo de The Old Guard seja o universo que é mais interessante.

Mas The Old Guard é completamente esquecível,as cenas de ação,a atuação da Charlize no modo automático,aliás boa parte do elenco no modo automático,a proposta de romance milenar que não passa de um monólogo bonitinho,os flashbacks em épocas históricas que foram gravados nas pedreiras de Power Rangers.

Se for escolher entre os 2 ,espero que a Netflix faça uma continuação de Resgate,kkkkkk

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:06

Minha opinião é diametralmente oposta à sua, he, he, he. The Old Guard tem contexto, tem história, tem mitologia interessante, tem elenco com espaço para atuar, tem sequências de luta que você consegue ver a coreografia, tem Theron que é atriz de verdade. Resgate é uma sucessão quase ininteligível de cut-scenes de videogames sem nada que faça dele um filme de verdade além da simpatia do Hemsworth – que, se dado espaço, o que não é o caso, até consegue mandar razoavelmente bem como ator, eu admito – e uma única cena mais ou menos memorável (o plano-sequência falso que virou padrão hoje em dia) e uma frase de diálogo bem bolada (a dos Goonies do inferno). O resto pode ensacar e jogar no lixo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 13 de julho de 2020 - 12:06

Minha opinião é diametralmente oposta à sua, he, he, he. The Old Guard tem contexto, tem história, tem mitologia interessante, tem elenco com espaço para atuar, tem sequências de luta que você consegue ver a coreografia, tem Theron que é atriz de verdade. Resgate é uma sucessão quase ininteligível de cut-scenes de videogames sem nada que faça dele um filme de verdade além da simpatia do Hemsworth – que, se dado espaço, o que não é o caso, até consegue mandar razoavelmente bem como ator, eu admito – e uma única cena mais ou menos memorável (o plano-sequência falso que virou padrão hoje em dia) e uma frase de diálogo bem bolada (a dos Goonies do inferno). O resto pode ensacar e jogar no lixo.

Abs,
Ritter.

Responder
Jackson Santos 13 de julho de 2020 - 14:16

Ficarei no lado diametralmente oposto ao seu, kkkkkk

Responder
TAIGO gato 13 de julho de 2020 - 08:50

AQUI NO BRASIL E ASSIM,ELES NAO SABE FAZER NADA NEM COMANDA UMA PAIS E FICAM CRITICANDO MATERIAL DOS OUTROS

Responder
TAIGO gato 13 de julho de 2020 - 08:50

NINGUEM FALA DE FILMES RUIM BRASILEIRO NE? QUEM ACHOU O FILME RUIM ENTAO FAZ FILME MELHO DO QUE OS DELES,MUITO FÁCIL.

Responder
Wagner 12 de julho de 2020 - 20:31

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Rapaz, curti bastante.
Achei que seria só tiro, porrada e bomba, mas é sempre bom ver que há conteúdo.

Não gostei do Merrick, achei um saco. E muito conveniente caírem do prédio com a rua vazia rsrs
Achei a traição do Book muito nítida. Só pelo fato dele ser a único a ter ficado já estranhei. Quando é dito que ele estava demorando encontrar Copley, daí foi certeza.

Quanto às cenas de ação, muito bem conduzidas. Achei muito boa a sincronia entre os membros da equipe tanto no início quanto no final. Sem contar que são cenas com bons cortes e nem por isso perdem a fluidez.
Não conhecia a KiKi, mas esse filme causou uma boa primeira impressão.
E Theron linda como sempre, não tenho do que reclamar nunca.

Excelente crítica, Ritterino. Espero que tenha continuação.

Responder
planocritico 12 de julho de 2020 - 20:31

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Obrigado!

Olha, também não gostei do Merrick. O filme merecia um vilão melhor, menos histriônico, menos cópia de filme de 007 da era Roger Moore. Já sobre a traição de Book, eu não acho que era para ser uma grande reviravolta nem nada. Ela faz pleno sentido dentro da narrativa proposta e as razões dele são perfeitamente compreensíveis. Portanto, se tem lógica e não é algo tirado da cartola como costumam ser as “surpresas”, eu sempre gosto.

Eu normalmente sou contra continuações, mas confesso que fiquei com vontade de ver mais desse universo. O bom é que Rucka está para publicar a última edição do segundo arco da HQ, então terei mais para ler em breve!

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 12 de julho de 2020 - 12:51

Não gosto de fazer isso, mas me sinto obrigado a corrigir um erro na critica: Prometheus é mencionado após “papeis icônicos” quando, gramaticalmente, ele pertence após “completas bobagens”. Só isso. Texto ótimo como sempre.

Abs.

Responder
planocritico 12 de julho de 2020 - 13:44

HAHAHHAAHHAHAHAHAHAAHHAH

Tem toda razão!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 12 de julho de 2020 - 11:40

Nao gostei do filme nao, achei fraco, hj em dia ta na moda fazer filme sem explicar nada, pra mim isso é preguiça de roteirista, um exemplo dessa preguiça do roteiro é ja mostrar a Charlize dentro da base americana, e na outra cena ja mostra ela fora da base dirigindo aquele carro de guerra, a base americana era gigante, ela entrou e saiu dirigindo de boa???!!! O filme nao explica nada pra gente, tipo, se a pessoa morrer e ter o coração arrancado ela volta? se cortar a cabeça ou outro membro do corpo como fica? Nao explica do pq do nada eles voltarem a ser mortal, nada, so gostei das cenas de ação e so, plote bem cliche de fazer eles de cobaia, por mim nem tinha continuação.

PS: Ultima cena da mina se matando com o cara de Harry potter foi muito mal feita, a rua estava completamente deserta, levando em conta que aquele local era um centro de cidade, ai logo apos o elenco principal vazar de carro, literalmente brota uma multidão de pessoas e policia kkkkkkkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 12 de julho de 2020 - 14:01

Não é preguiça. É uma escolha no caso da imortalidade. A explicação está no diálogo de Andy com Nile no avião: se ela acredita em Deus, é tão difícil assim acreditar em imortalidade? Acho que explicar seria muito pior, assim como os detalhes que você pergunta.

No caso da infiltração de Andy na base americana, isso não foi mostrado por uma razão técnica: para evitar repetição. Andy e equipe tinham acabado de infiltrar na base “inimiga” no Sudão do Sul e nova infiltração mostrada em detalhes não traria absolutamente nada de novo à narrativa. O diretor preferiu corretamente usar uma elipse, já que já havia ficado bem estabelecido que, para Andy, fazer algo assim é coisa trivial.

Abs,
Ritter.

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Fórmula Finesse 13 de julho de 2020 - 14:51

Ela é uma guerreira que vive isso há uns 2 mil anos (chutando baixo); não seria nenhum grande desafio ela ludibriar um acampamento militar.

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planocritico 13 de julho de 2020 - 14:51

Nenhum desafio. Brincadeira de criança!

Abs,
Ritter.

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Dheo 13 de julho de 2020 - 20:40

“PS: Ultima cena da mina se matando com o cara de Harry potter foi muito mal feita, a rua estava completamente deserta, levando em conta que aquele local era um centro de cidade, ai logo apos o elenco principal vazar de carro, literalmente brota uma multidão de pessoas e policia kkkkkkkkkkkkkkkk”
Essa parte final ficou mto tosca…povo so desceu dos prédios já d câmeras ligadas para verem oq aconteceu…bem dps (na vdd dps q os protagonistas saem d cena) d toda a porralouquice q tava acontecendo no prédio d frente. D boa…falharam mto nisso.

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planocritico 13 de julho de 2020 - 21:01

É um detalhe tão insignificante que não entendo se aterem a isso. Mas deixe-me entrar na brincadeira: e se fosse final de semana? Centros de cidade durante o final de semana ficam às moscas. Outra: pessoas não correm em direção ao perigo. Elas se escondem dele. Seria natural que todos estivessem escondidos e saíssem quando o tiroteio acaba, o que acontece minutos antes dessa cena. Finalmente, quantos e quantos filmes vocês já viram isso acontecer antes? É um clichê usado N vezes, uma espécie de padrão da indústria.

Mas nada disso importa, pois o detalhe é insignificante.

Abs,
Ritter.

Responder
Cleber Rosa 14 de julho de 2020 - 09:17

“Outra: pessoas não correm em direção ao perigo. Elas se escondem dele. Seria natural que todos estivessem escondidos e saíssem quando o tiroteio acaba, o que acontece minutos antes dessa cena.”

É isso….

Responder
Dheo 15 de julho de 2020 - 12:55

Uai…pode até ser, mas pela cena estava em dia útil. Porém, td é possível como vc mencionou. Quanto à cena me ative, pq o filme não me empolgou e foi um detalhe significante para mim. Confesso q o filme não é ruim, só salva as cenas “tiro, porrada e bomba” na minha humilde opinião.

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planocritico 15 de julho de 2020 - 13:22

Ok!

Abs,
Ritter.

Elox 12 de julho de 2020 - 11:27

Inicialmente quero aproveitar para dizer que sempre estou acompanhando o site ou as demais redes sociais, e gosto muito do trabalho que vocês entregam, com bastante informação e opinião coerente com o crítico que está analisando.
Mas gostaria de fazer uma sugestão.
Considerando a imensa opção de serviços de streaming, se for possível, daria para vocês colocarem ao final da crítica, na ficha final, que canal/rede está disponibilizando a série ou filme no Brasil ou “lá fora” (tipo Disney+)?
Obrigada.

Responder
planocritico 12 de julho de 2020 - 13:44

Obrigado, @disqus_elox:disqus ! Atualizei a ficha técnica de acordo com sua sugestão.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 12 de julho de 2020 - 11:27

Gostei demais desse filme, diria que de ação ( nosso amado “porrada,tiro e bomba ) é o melhor da Netflix esse ano, achei bem superior ao Resgate ( e gostei dele apesar do que já conversamos em sua critica a ele ), não inventa a roda em nada mas é um ótimo passatempo que prende a atenção e diverte

Achei uma boa adaptação, eu daria 4 estrelas, mas não tenho o mesmo olhar critico que vc, concordo nas falhas que vc apontou mas não me incomodaram tanto assim

Muito legal esse filme e parabéns pela critica

Responder
planocritico 12 de julho de 2020 - 13:44

4 estrelas também é uma nota justa. O filme é bem bacana mesmo. Muito, mas MUITO superior a Resgate…

Abs,
Ritter.

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Victor Martins 12 de julho de 2020 - 02:09

Muito bom o filme, achei muito melhor que Resgate, apesar de eu não ser exatamente fã desse estilo Snyderiano de adaptar o material original através de um copia e cola. Conseguiram pegar bem a essência da história.

E Charlize Theron… Acredito que o filme é baseado na vida dela, porque cada dia que passa ela fica mais linda kkkkk
Nem parece que recentemente ela sofreu uma mudança física radical para o filme Tully (e foi esnobada no Oscar de maneira criminosa), num papel completamente diferente da “diva” porradeira que ela normalmente faz.
E o George Miller vem e faz essa sacanagem de não chamar ela para a sequência de Fury Road… Mas é George Miller né, o cara não dá ponto sem nó.

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planocritico 12 de julho de 2020 - 03:07

@disqus_kEtKAO3GYS:disqus , esse é BEM melhor que resgate. Tem história, lutas melhores, uma atuação sólida de Theron e por aí vai…

Parece que a sequência de Fury Road será um filme de “origem” da Furiosa. Não sei se fazia sentido contratar a Theron. Eu só acho que um filme do Mad Max seria melhor do que isso, mas, como você disse, é George Miller, então temos que esperar o melhor mesmo.

Abs,
Ritter.

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Victor Martins 12 de julho de 2020 - 12:27

São dois filmes, um tem o título de The Wasteland e é uma sequência direta de Fury Road e não terá a Theron. O outro é uma prequel da Furiosa, e estão especulando Anya Taylor Joy como protagonista.

Responder
planocritico 12 de julho de 2020 - 14:01

Estrada da Fúria foi tecnicamente um fracasso de bilheteria, pelo que chega a ser difícil de entender a produção não de um, mas de dois filmes, sendo que um deles sem nenhum ator do filme…

Abs,
Ritter.

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