Home TVTemporadas Crítica | The Umbrella Academy – 1ª Temporada

Crítica | The Umbrella Academy – 1ª Temporada

por Luiz Santiago
1091 views (a partir de agosto de 2020)

O processo para a adaptação de Umbrella Academy demorou algum tempo antes de realmente chegar ao público pela Netflix, em fevereiro de 2019. Quase dez anos, para falar a verdade. As primeiras conversas para a adaptação vieram depois do sucesso de Dallas, a segunda minissérie de Gerard WayGabriel Bá sobre essa família nada harmônica de super-heróis. A Universal Studios seguia com interesse de transformar os quadrinhos em um longa-metragem, e as conversas à guisa de pré-produção seguiram entre-se do final de 2009 até pelo menos a New York Comic Con de 2012, com planos e alterações do roteiro e tudo mais. Pouco tempo depois o projeto foi abandonado e só em 2015 uma nova tentativa de adaptação veio à tona, desta feita, para a TV. A produção só veio cair no colo da Netflix (como distribuidora) em meados de 2017, quando houve o anúncio oficial da série, sob tutela da Universal Cable Productions juntamente com a Dark Horse Entertainment. As filmagens da temporada se iniciaram em janeiro de 2018 e o processo seguiu até meados de julho.

Pegando essencialmente (mas não unicamente) os eventos de Suíte do Apocalipse, esta 1ª Temporada coloca em cena todos os ingredientes que fizeram os quadrinhos de Umbrella Academy tão atrativos e repletos de grandes surpresas. O enredo tem como motor a morte de Sir Reginald Hargreeves (Colm Feore), milionário que adotou sete crianças concebidas misteriosamente, todas nascidas no mesmo dia e hora. A intenção do homem era treinar essas crianças para combater ameaças à Terra. Mas como tudo o que envolve família é complicado, o tempo passou e cada filho (de uma forma ou de outra) seguiu seu caminho. No ponto em que iniciamos a série, uma nova ameaça está chegando, e esta é maior do que qualquer coisa que a Umbrella Academy tenha enfrentado um dia. O mundo está para acabar… Sob comando de Jeremy Slater (algo que achei estranhíssimo, pois ele não tem um currículo que podemos chamar exatamente de elogioso, exceto pelas duas temporadas de O Exorcista), os 10 episódios dessa temporada mostram o desenvolvimento da família que integra a Umbrella Academy e, ao mesmo tempo, engata numa jornada difícil para impedir que o Apocalipse aconteça.

Em proporções e momentos diferentes, a série me pareceu uma mistura de Utopia com Dirk Gently, numa medida em que os roteiros seguem perceptível dinâmica de desenvolvimento, podendo ser divididos assim: 1) conflitos da família-Umbrella. Este tem o maior destaque da trama e é costurado (em formato de grupo ou individual) às outras camadas. 2) indivíduos e mistérios que ameaçam a família-Umbrella. Nesta camada temos o reforço do time de coadjuvantes, em essência, sustentado por Hazel (Cameron Britton) e Cha-Cha (Mary J. Blige), destacando-se The Handler (Kate Walsh) na segunda metade. E por fim, 3) laços secundários, empecilhos e o fim da família-Umbrella. Nestes blocos, vemos o destaque para personagens que se ligam aos membros da família, como Pogo, Mamãe Grace, Ben Hargreeves (The Horror, o Nº6, morto violentamente em circunstâncias misteriosas — algo também não explicado no arco de abertura dos quadrinhos), Detetive Patch e Leonard Peabody.

Partindo do princípio de “time familiar problemático”, os textos se deixam levar com facilidade para o aprofundamento das relações entre os irmãos, fazendo com que a união entre eles fosse lentamente exibida, embora não cheguem de fato ao patamar de “união”. Com todo esse tempo disponível, há disponibilidade para digressões, para mostrar a viagem ao futuro do Nº5 (Aidan Gallagher em excelente atuação nos primeiro 5 episódios, mas perdendo espaço e intensidade na segunda metade) e para fazer o maior número de voltas em torno do fim do mundo, passando por mistérios individuais, especialmente quando a Organização que cuida das linhas do tempo e de “pessoas que alteram o continuum da humanidade” entra em cena. A esta altura, o espectador já tem uma história central para acompanhar, dividida entre conflitos humanos e corrida para impedir o fim do mundo. Com a entrada da Organização, porém, a coisa muda inteiramente de figura. Todo o trabalho da Umbrella Academy é colocado em perspectiva (diminuída) e soma-se a um fator burocrático nos dois episódios finais, que certamente cobram o seu preço (negativo), com eventos interrompidos, ciclos cênicos utilizados sem necessidade e o enredo um tanto emperrado.

Algo que se percebe em Suíte do Apocalipse e que vemos igualmente nesta adaptação é que o tempo inteiro temos algo com que nos preocupar. Os textos não nos deixam por muito tempo em paz, mesmo que demorem tempo demais “construindo” algo que não seria mais necessário explorar, vide a relação entre Luther (Tom Hopper) e Allison (Emmy Raver-Lampman), algo que começa com uma interessante e estranha exposição — afinal, eles são irmãos — mas caminha para um padrão romântico que em nada combina com a série. Caso haja dúvidas quanto a isso, basta olhar para cinco outros romances do show e tirar as próprias conclusões: Hazel & Agens; Diego (David Castañeda) & Patch; Nº5 & Dolores; Vanya (Ellen Page, em uma atuação carente de emoção, embora eu entenda perfeitamente a escolha da atriz para compor essa persona tábua para sua personagem) & Peabody; Klaus (Robert Sheehan) & Dave. O lado positivo em relação a isso é que quando olhamos para a família, este é o único relacionamento trabalhado de maneira questionável ali. Todas as outras relações, herdeiras de uma infância problemática, cheia de exploração, bullying, maus tratos, desprezo e falta de envolvimentos emocionais, ganha um excelente foco por parte do roteiro.

Para destacar a individualidade, a produção pesou a mão na oposição de cores e modelos dos figurinos e da direção de arte para os quartos de cada um dos Hargreeves. E não apenas isso. Cada um tem também uma música que os acompanha na apresentação (e uma que une a todos!), além de boa sacada dos diretores para filmá-los sob diferentes planos e ângulos, dependendo de sua importância hierárquica, algo que respeitam até o presente momento de suas vidas adultas. Curiosamente, não vemos a mesma diferença aparecer na fotografia, o que me pareceu óbvio: se todos são fortemente sequelados por uma terrível infância competitiva e exploradora; transformados em heróis da maneira menos indicada possível, então todos estão no mesmo patamar de base emocional, logo, iluminados pelo mesmo padrão de luz e filtros de cor, mas particularmente diferenciados por outros elementos estéticos.

Se não tivesse passado tempo demais às voltas com os dramas internos que nada acrescentam à história — especialmente quando falamos de Vanya — os episódios seriam mais curtos e melhor interligados. Hazel e Cha-Cha também protagonizaram intermináveis minutos de “nada sobre o nada” (com uma comédia que se perde fácil e apenas bons momentos de luta para compensar) e o roteiro ainda se deu o trabalho de criar uma “terceira via” para o Nº5, quando aceitou um segundo emprego na Organização. Dramaticamente eu consigo entender a necessidade daquele contato, para pegar as pistas que seriam utilizadas na reta final. Todavia, a estadia ali encerra-se em si mesma e este é o verdadeiro problema, porque, de outro modo, tais pistas poderiam ser conseguidas de outra forma, possivelmente uma bem mais ágil. Nos últimos momentos, fiquei consideravelmente espantado com a má qualidade dos efeitos especiais, porque até aquela queda horrorosa da casa, todo o padrão havia estado muito bem. Penso que com o dinheiro curto e a potência da cena, deixaram que parecesse “barato” mesmo, já que nossa atenção estaria focada em outra coisa, o que não deixa de ser verdade, mas é impossível não notar a diferença.

A família é o nosso Universo pessoal, independente de ter um núcleo bom ou ruim. Nossos primeiros valores, escolhas e impulsos surgem do seio familiar e é em par ou contra ela que tomamos as primeiras decisões de nossa vida. Essa trajetória socialmente natural e bastante realista aparece em The Umbrella Academy com toda a dinâmica, brigas, alfinetadas, provocações, mágoas e tentativas de reconciliação. Ao misturar o caminho super-heroico com o de laços assim tão íntimos, a série consegue nos transportar para ela através da empatia e, com isso, agarra a nossa atenção com rapidez, até porque logo aparecem poderes, mistérios para serem resolvidos e, a cereja do bolo, viagens no tempo. Na superação de dificuldades, tentativas de conviver com as diferenças e redefinir a capacidade de confiar e partilhar, The Umbrella Academy finca suas raízes. Uma série estranhamente humana sobre humanos incomuns, com quem nos identificamos ou a quem rejeitamos de cara. Um convite + acompanhantes para curtir o caos de mãos dadas.

  • Pergunta de identificação: com qual dos membros da Umbrella Academy vocês mais se identificam? Que irmão-número vocês são?

The Umbrella Academy – 1ª Temporada (EUA, 15 de fevereiro de 2019)
Showrunner: Jeremy Slater
Direção: Peter Hoar, Andrew Bernstein, Ellen Kuras, Stephen Surjik, Jeremy Webb
Roteiro: Steve Blackman, Ben Nedivi, Matt Wolpert, Lauren Schmidt, Robert De Laurentiis, Sneha Koorse, Eric W. Phillips
Elenco: Aidan Gallagher, Cameron Britton, Eden Cupid, Cameron Brodeur, Ethan Hwang, Dante Albidone, Tom Hopper, David Castañeda, Robert Sheehan, Emmy Raver-Lampman, Adam Godley, T.J. McGibbon, Ellen Page, Colm Feore, Mary J. Blige, Murray Furrow, Jordan Claire Robbins, Cody Ray Thompson
Duração: 10 episódios de c. 60 min.

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131 comentários

Nicolas Dias 31 de agosto de 2020 - 17:14

Eu não conheço os quadrinhos, e a achei a premissa muito estranha em uma sinopse nada a ver, ignorei a série em 2019. Mas o isolamento me obrigou a buscar novas coisas para assistir e me deparei com essa delícia. O engraçado é que o Robert Sheehan começou a ter algum reconhecimento em 2009 com Misfits, mas após duas temporadas ele queria um papel diferente e saiu da série. Até onde sei, ele caiu no esquecimento e até voltar a ter alguns destaque o Klaus, que é praticamente o personagem que ele fazia em Misfits hahahahaha.

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Luiz Santiago 31 de agosto de 2020 - 17:25

Ele meio que foi acompanhado por uma maldição…

Responder
Nicolas Dias 31 de agosto de 2020 - 19:36

Espero que agora ele abrace esse talento para interpretar personagens desse perfil, ao invés de fugir deles, Klaus é o meu favorito ao lado do Five. A Vanya nos quadrinhos é assim mesmo? Gosto da Ellen Page (não sei bem o por que, visto que nenhum personagem dela foi marcante para mim) mas achei ela tão sem entusiamo, uma vibe “preciso pagar as contas e minha agente me arrumou esse trabalho”.

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Luiz Santiago 31 de agosto de 2020 - 21:16

Vanya é mais quieta, contida mesmo. Mas a Ellen Page criou uma versão bem mais trevosa, calada que a da HQ, mas não é descaracterizada.

Responder
Nicolas Dias 1 de setembro de 2020 - 18:28

Aproveitando esse espaço, vocês já pensaram em criar conteúdo para outras plataformas? Como YouTube, ou Spotify? Eu adoraria um podcast, em um atmosfera de amigos que se reúnem em um bar para bater um papo sobre séries e filmes. Sei que dá um trabalhão mas de repente vocês poderiam considerar algumas edições no ano.

Luiz Santiago 1 de setembro de 2020 - 19:06

Não temos absolutamente nenhum interesse em Youtube.

Quanto a podcast, sim, é uma ideia que gostamos. Mas devido a questões técnicas, hoje, é impossível para nós.

Nicolas Dias 1 de setembro de 2020 - 20:33

YouTube dá muito trabalho na minha opinião, além disso, no geral eu tenho achado tudo muito comercial, a relação de serviços de streaming, canais por assinatura, e estúdios com os youtubers é cada vez mais próxima, embora eu ainda vejo alguns conteúdos legais. Já podcast eu adoro! Se futuramente não houver mais empecilhos técnicos e vocês levarem essa ideia adiante, certamente serei um ouvinte.

Luiz Santiago 1 de setembro de 2020 - 20:53

💖

Andressa Gomes 10 de agosto de 2020 - 17:51

Assisti a série e sempre tive hype para assistir. Como era fã do Gerard Way_ nem preciso me aprofundar_ sempre tentei comprar os quadrinhos. Na verdade eu pensava que ele fosse fazer um quadrinho inspirado na história do último álbum, na minha opinião daria ótimo.

Enfim falando sobre The Umbrella Academy: a série me surpreendeu positivamente. Óbvio que o meu lado hype estava alto, e ao mesmo tempo com receio, pois as críticas eram bem divididas, uns amaram e outros odiaram e sou muito ranzinza com série. O que achei engraçado é que quando vi a apresentação dos atores, eu havia gostado mais da Vanya_ por ser conhecida né_ e de Alisson_ imagina tu poder falar uma coisa e se tornar realidade?_ e não entendia o hype que tinha com o garoto que fez o Cinco.
Mas assistindo a série minha visão mudou. O ator que faz o número 5 me deixou imersa na história e com curiosidade pra saber o resto.
Afirmo que gostei de todos os irmãos e seus jeitos, e isso é a primeira vez numa série.

Sobre a pergunta, eu fiquei em dúvida, pois me via tomando atitudes que cada um tomaria. Mas acho que sou uma mistura um pouco da Vanya_ principalmente pela timidez e o ressentimento, pois eu tenho em relação a alguns familiares_ Luther, por sempre esperar ordens e ficar por último, a cena em que ele é o isolado na lua, me identifiquei. E o número 5? Talvez o vício em café em ser chata em relação a isso.

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Luiz Santiago 11 de agosto de 2020 - 01:05

É muito legal quando a gente conhece um artista de uma área específica e acaba tendo curiosidade de conhecer seus outros trabalhos. Na época do lançamento da série muitos relatos assim também apareceram nas nossas redes… E pelo visto acabou valendo a pena pra você, o que é sempre ótimo, especialmente porque suas expectativas estavam lá em cima!

Responder
Marcus 7 de agosto de 2020 - 13:30

Ainda estou no capítulo 5 da primeira temporada, e estou gostando muito da série. Acho os melhores personagens o numero 5 e a dupla de assasinos. Achei que não fosse gostar da série, mas até agora está me surpreendendo.

Responder
Luiz Santiago 7 de agosto de 2020 - 14:20

Depois diga o que achou do final.

Responder
Marcus 8 de agosto de 2020 - 16:25

Terminei agora ! Gostei da série só achei um pouco “enrolada” mesmo com 10 capítulos. Como uma infância traumática pode afetar o futuro da pessoa. Essa série acima de tudo aborda a questão familiar de maneira reflexiva .
Sobre o personagem que mais me identificou com certeza foi o 1 infelizmente , porque eu particularmente não gostei dele e do seu envolvimento romântico com a Alisson . Aliás todos os romances abordados não gostei .

Responder
Luiz Santiago 8 de agosto de 2020 - 20:28

Talvez você goste mais como esses romances serão abordados na temporada seguinte.

Responder
wagner 31 de julho de 2020 - 17:33

2 temporada

Responder
Luiz Santiago 1 de agosto de 2020 - 02:18

3 temporada

Responder
Beatriz Lynch 14 de maio de 2020 - 13:29

Otima serie.

Responder
Léon 11 de maio de 2020 - 04:29

Respondendo a sua pergunta final, Luiz: Eu seria o Number 8. Meu poder? Chegar atrasado nos comentários…

Acabei de ver a série hoje. De qualquer modo, farei um comentário melhor sobre as minhas impressões depois que eu digerir ela por mais tempo para não vir com mais um: “gostei e não gostei” porque já está me irritando isso. Então, por agora, vou só responder a sua pergunta.

O membro que eu mais senti empatia foi a Vanya. Digamos que eu entendo um pouco melhor o lado e a situação dela…

Agora, com quem mais me identifiquei foi com uma mistura de 80% Nº5 e 20% o Klaus. Estranha tal mistura, não?

Não foi perguntado, porém vou dizer assim mesmo: O Luther foi quem eu menos gostei.

P.S.Cruel: Só eu achei que Alisson ficou mais palatável depois que teve a garganta cortada? Não estou dizendo que ela ficou melhor sem voz e que desejo ceifar a voz feminina. Longe disso. Apenas achei que a personagem mostrou um amadurecimento maior após ter a garganta cortada. Não tem nada a ver com ela ter ou não ter voz. Falo das atitudes dela.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 11 de maio de 2020 - 14:37

Esse poder de número 8 aí me fez rir demais!

Rapaz, essa observação que você faz da garganta cortada é um ponto a se pensar mesmo viu…

Responder
José Werber 23 de março de 2019 - 22:46

Minha maior crítica é sobre o ritmo: desnecessário quase 60 minutos de duração. Isso deixou a trama arrastada em muitos momentos. A fotografia também não me agradou, assim como os efeitos especiais de quinta. Feitas as ressalvas, trata-se de uma boa série sobre família e o drama de crescer à sombra de uma infância traumática. Há muita humanidade naquela loucura toda.
Ps: sou uma mistura de Luther e n°5. Tento ser responsável, porém meu atrevimento atrapalha tudo.

Responder
Luiz Santi⚡GADO 24 de março de 2019 - 12:45

Dos seus incômodos, pessoalmente, só me incomodou mesmo o ritmo. O restante, não tive problemas — bom, os efeitos SÓ na cena de demolição da casa… Mas série tá lindona!

Responder
Junito Hartley 10 de março de 2019 - 23:39

Gostei da serie, confesso que esperava mais do final, achei aquele final bem ruim pra falar a vera. Fiquei impressionado com a atuação do ator que faz o n 5, o menino tem futuro.

“com qual dos membros da Umbrella Academy vocês mais se identificam? Que irmão-número vocês são?”

O N 1.

PS: Aquela cabana que a Vanya fica mais o namorado é a mesma cabana que aparece no filme Polar da Netflix.

Responder
Luiz Santiago 11 de março de 2019 - 00:21

O ator que faz o N5 é realmente fantástico. O maior sucesso do casting dessa série.

Olha só a Netflix aproveitando os cenários hahahahhahahahaha. É normal isso acontecer, mas é sempre engraçado quando a gente identifica essas coisas.

Responder
Junito Hartley 11 de março de 2019 - 00:26

O cara é tao mito que vc acredita que ele é um coroa no corpo de uma criança ehauheuahe

Sobre a cabana, vc tinha reparado?

Responder
Luiz Santiago 11 de março de 2019 - 01:30

Tinha nada! Nem vi Polar! hahahahahahahahahahahha

Responder
Armadura do Iron Man 5 de março de 2019 - 16:37

“Pergunta de identificação: com qual dos membros da Umbrella Academy vocês mais se identificam? Que irmão-número vocês são?”

Definitivamente, o Ben. Digamos que uma vez, eu dormia e minha família achou que eu tinha morrido.

Responder
Luiz Santiago 5 de março de 2019 - 17:28

Jesus!!! Eu não sei se dou risada desse comentário, mas eu achei engraçado #socorro

Responder
Ruqui 2 de março de 2019 - 16:49

Legal ver muitos comentários positivos, mas… não gostei da série. Vi até o fim com muito esforço por achar narrativamente arrastada e chata, ainda que coisas interessantes, conceitualmente, acontecessem. Um pena, pra mim, porque gostei bastante da hq.

Responder
Luiz Santiago 2 de março de 2019 - 17:27

Essas coisas acontecem mesmo. Uma pena.

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 20 de fevereiro de 2019 - 12:21

Ainda não terminei a série… Muita coisa pra assistir, tá foda administrar o tempo. A trilha sonora está excelente!

“Pergunta de identificação: com qual dos membros da Umbrella Academy vocês mais se identificam? Que irmão-número vocês são?”

Com certeza o Luther.

Responder
Luiz Santiago 20 de fevereiro de 2019 - 12:41

Espero que você goste do desenvolvimento da temporada! Tem muita coisa bacana pra acontecer até o final!

Responder
El Imparcial ~ Jaktal 20 de fevereiro de 2019 - 15:02

Que bom! Eu tô assistindo em passos lentos, mas com vontade de ir mais rápido hahah

Fui inventar de finalizar Nightflyers primeiro, aí dois dias depois q termino a temporada recebo a notícia de que foi cancelada… –‘

Responder
Luiz Santiago 20 de fevereiro de 2019 - 15:02

Olha o pé frio aí! AHHAHAHAHHAHHAHAHHAHAHAH

Responder
Matheus Wesley 20 de fevereiro de 2019 - 03:36

Admiro muito a capacidade desses diretores de podendo fazer episódios com até uma hora de duração ainda assim fazem os últimos episódios serem corridos.

Achei uma série bem legal, apesar de seus probleminhas ali e acolá. Li a HQ há muito tempo atrás e não lembro muito bem dela pra fazer comparações. O que por um lado é até bom…

Responder
Luiz Santiago 20 de fevereiro de 2019 - 09:24

É aquela história: são episódios longos preenchidos com coisas que não deveriam estar lá. Aí dá nisso, infelizmente… Mas o resultado é bem positivo, no final.

Responder
Yuri Alves 19 de fevereiro de 2019 - 22:04

Eu sou o nº 2 misturado com o 4 e uma pitada de 7. Eu só li o primeiro volume e curti a adaptação. Mas não entendi a parte do olho. De que forma o olho do Leonard iria parar na mão do Luther?

Responder
Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2019 - 22:58

Fica subtendido que naquela versão do fim do mundo o Leonard compraria um olho para substituir o dele, convenceria Vanya a acabar com tudo e estaria na mansão quando a coisa toda acontecesse.

Responder
Tiago Lima 18 de fevereiro de 2019 - 22:14

Devo dizer que eu sou só elogios para a adaptação de Umbrella Academy! Particularmente eu estava ansioso e apreensivo ao mesmo tempo pelo resultado. Tenho a obra original no meu top 3 de “Melhores Quadrinhos”. E fico bem feliz que no final o resultado é bem positivo.

Como comentei com vc, Luiz, achei que a trama ficou um pouco arrastada entre os episódios 6 e 7, e as motivações do vilão eu achei fraca. Acredito que poderiam abraçar o velho clichê cartunesco de “Dominação Mundial”, combinaria até com o clima da série. Mas no todo, esses pontos foram tão pequenos em prool de tudo que nos foi apresentado. E a trilha é incrível! Estou ouvindo sem parar desde sábado. Quase gozei de emoção quando tocou Nina Simone!

Agora estou aqui, bonitinho, aguardando se a série será renovada.

Sobre identificação. Nos quadrinhos o N° 05 é meu preferido. Mas a série conseguiu trazer uma abordagem bem interessante para o Klaus. Portanto diria que sou uma mistura do Klaus e do N° 05.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 22:34

E eu sou uma mistura de Luther com N5! HEEHEHHEHHEHEHEHEHEEHE

Pois é, você tem razão quanto a esses episódios. Se bem que eu vejo problemas de ritmo em outros momentos ligados ao plot da Vanya e de Hazel e Cha Cha.

Agora quero muito que renovem a série e amadureçam esse conceito todo. Com essa maravilhosa trilha sonora e uma trama assim tão intrigante… só podemos desejar mais e mais!

Responder
Tiago Lima 18 de fevereiro de 2019 - 22:40

Hahahahahahahaha! Ah meu adorável psicopatinha viajante do tempo! Hahaha!

E olha, precisam corrigir um errinho na segunda temporada. Como assim, a série tem Mary J Blige e não tem UMA MÚSICA dessa mulher na trilha sonora, gente…!

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 22:48

NÃO É, MENINO???? Gente, eu jurava que iam colocar alguma música dela aqui, sério, fiquei esperando a temporada inteira!!!

Responder
Flavio Batista 19 de fevereiro de 2019 - 13:00

Fiquei esperando q ela cantasse na parte q eles tava chapados…
E qdo tocou Dancing in the moonlight naquela cena linda da dança do Luther e Alysson? ah, q coisa linda

Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2019 - 14:05

Aquilo foi lindo demais!

Flavio Batista 19 de fevereiro de 2019 - 14:36

po, velho a releçao deles é bem bonitinha. N fica forçado.
A cara de bobo do Luther tbm ajuda ne? tem um lance q ele faz com a boca, deixando ela meio torta. A maior cara de “eu nao faço a menor ideia do q ta acontecendo aqui” dos ultimos tempos hahahaha

Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2019 - 14:43

hahahhahahahha eu só acho que é uma relação que não combina com a série, na forma como é explorada. A ideia é curiosa, como coloco na crítica, mas destoa muito… é melosa, sei lá… Eu gosto da relação, em si, mas os roteiros meio que exageram…

Flavio Batista 19 de fevereiro de 2019 - 21:34

É q eu acho q isso se deve a natureza do início da relação na infância. Então tem essa doçura e idealização… principalmente da parte do Luther entende?

Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2019 - 21:59

Sim, mas considerando esse aspecto, a citação ou a colocação mais superficial dessa parte açucarada talvez servisse muito melhor ao propósito do que essa chuva no molhado, de bater na mesma tecla e adicionar esse padrão fofucho que é um elefante branco aqui. Eu entendo que o caráter da relação vai por aí, mas haviam formas de não fazer com que isso se expandisse a ponto de parecer um romance típico adolescente num cenário em que nada é comum, nem mesmo as coisas básicas da adolescência deles…

Flavio Batista 20 de fevereiro de 2019 - 08:34

Entendo, de certa maneira fica deslocado… Mas n consigo deixar de pensar q mesmo em meio aquela loucura toda eles são só pessoas.
Talvez a forma pudesse ser diferente mesmo mas no geral eu gostei rs

Luiz Felipe 18 de fevereiro de 2019 - 17:10

Algumas dúvidas de quem nunca leu as histórias em quadrinhos:
1. Aquele fenômeno dos nascimentos instantâneos tem alguma explicação mais detalhada ou é jogado nas HQ’s como na série?
2. O doutor conseguiu adotar apenas 7 das 43 crianças. As demais crianças são normais como o namorado da Vanya ou ou há outras com poderes?

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:53

Não tem nenhuma explicação nos quadrinhos também. E também nenhuma referência expansiva para as outras crianças, mas pela forma como o texto nos quadrinhos é construído, há espaço para tudo ser explorado no futuro….

Responder
Ramon Vitor 18 de fevereiro de 2019 - 20:42

E é bom notar que o namorado da Vanya não é um dos 43. Só uma criança comum que teve a sorte de nascer no mesmo dia, ele teve uma gestação normal.

Responder
Flavio Batista 26 de fevereiro de 2019 - 18:17

Ou azar ne?

Responder
Rômulo Estevan 18 de fevereiro de 2019 - 14:46

Amei esta série do começo ao fim,e não achei lenta e nem senti esses defeitos no roteiro,pra mim foi uma das melhores do genero.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:53

Caramba!

Responder
Flavio Batista 18 de fevereiro de 2019 - 13:51

“Pergunta de identificação: com qual dos membros da Umbrella Academy vocês mais se identificam? Que irmão-número vocês são?”

Com certeza o numero 1… Sou o irmao mais velho de 4, e muitas vezes me vi fazendo coisas q n queria, em nome de fazer o q achava certo, pelo bem dos outros, ate com prejuizo proprio.
Ha pouco tempo consegui romper com esse padrao, mas certamente me identifiquei mais com ele. Nao que ele seja me preferido mas rolou empatia.
Em graus de preferencia fico com n. 05, Klaus e Luther.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:53

Também sou irmão mais velho e também me identifiquei DEMAIS com o Luther! Ele e o Nº5 são meus favoritos e os que mais pegaram em termos de identificação.

Responder
Flavio Batista 19 de fevereiro de 2019 - 09:29

Q maneiro cara! Interessante como a série explora bem praticamente todos os irmãos. Seria mérito da série ou nos quadrinhos todos tem esse background bem feito?

Responder
Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2019 - 09:48

Nas HQs também tem isso, mas não é assim tão estendido como na série. Aqui eles conseguiram explorar mais diretamente e de maneira mais longa…

Responder
ABC 18 de fevereiro de 2019 - 13:51

Estou lutando para conseguir terminar a temporada pq os episódios são muito longos, não que eles sejam ruins ou cansativos, mas é difícil maratonar episódios de ~ 1h.

Sobre a pergunta final, até o momento (5º ep.) meus personagens preferidos são Klaus e nº 5, com o nº 5 na frente.

Sobre o nº 5, o ator tem alguma relação com algum Oasis?

Saudações.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:52

Rapaz… até onde eu saiba não tem nenhuma relação não. Tava até vendo o Instagram dele, depois que você citou, pra ver se tinha alguma referência (na internet não achei nenhuma relação) e também não vi…

Responder
adrianocesar21 18 de fevereiro de 2019 - 13:50

Excelente critica! Eu achei que o maior erro da série foi com o Pogo.. em nenhum momento a serie explica porque eles tem um macaco-mentor, de onde ele veio, qual a origem dele… e a serie perdeu uma boa chance de explorar isso.. nos quadrinhos o Reginald compartilhou sua experiência com símios inteligentes com o mundo, então vemos outros macacos na policia, entre socorristas.. seria interessantes ter visto isso na série.. mas vai saber se as restrições orçamentárias permitiriam..

spoilers

e aqui vai um bom e velho paradoxo temporal: se o plano do Sir era reunir a familia pra impedir o fim do mundo no final o plano dele levou justamente a isso.. se o Klaus não volta pra casa, não pega a caixa e joga o diario da familia no lixo pro Peabody encontrar.
E achei que a série mostrou brilhantemente o quanto as ações da família de certa forma levaram as coisas ao final que vimos.. no episódio O dia que não aconteceu a Vanya acaba descobrindo a manipulação do Peabody sozinha. Talvez se fosse assim ela não se revoltaria tanto como se revoltou ao saber do que a Alisson fez pra ela no passado depois que o tempo seguiu depois da interferência do 05 no episódio O dia que aconteceu. Mas essa falta de comunicação e sintonia entre os irmãos e o quanto isso os atrapalhava já estava presente nas HQs. tomara que na próxima temporada eles evoluam justamente pra corrigirem isso e serem mais uma familia e equipe.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 19:34

Eu gostei de centrar isso em um único ponto porque, mostrando os dias modernos, dá uma sensação de anacronismo (no sentido positivo) e de ser único para essa família, saca. Mas entendo seu ponto.

E gostei bastante da leitura que você fez sobre a falta de sintonia entre os irmãos e o que isso, a médio prazo, causa para eles e para o mundo. Série boa é assim! Sempre algo bacana e diferente pra pensar!

Responder
Ricardo 18 de fevereiro de 2019 - 13:35

Poxa! Não consigo gostar da Ellen Page. Em todo filme ela tem a mesma cara. Deve ter se formado junto com a Krysten Stewart na Faculdade Inexpressiva de Artes. Quanto ao melhor personagem, acho que Klaus rouba todas as cenas que aparece. Ele é quase uma continuação do saudoso Nathan Young que o Robert Sheehan interpretava em Misfits!

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:44

Lembrei o tempo inteiro do Nathan de Misfits!!!

Responder
Flavio Batista 18 de fevereiro de 2019 - 18:53

Caracas, eu sabia q conhecia aquele ator de algum lugar. Tinha certeza q era o Nathan mas fiquei com preguiça de pesquisar hahahaha
Caras, eu ADORAVA Misfits (mentira ainda adoro)
Eita la tbm tinha super-pooderes e viagem no tempo ne?

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 19:01

Ele era o imortal, se não me engano.

Responder
Tiago Lima 18 de fevereiro de 2019 - 22:20

Sim, ele era o Imortal. E ainda beijou o Iwan Rheon em um episódio, ahahaa, que foi hilário.

Flavio Batista 19 de fevereiro de 2019 - 09:35

Sim e só descobre isso no último episódio da primeira temporada. Hilario

O Homem do QI200 18 de fevereiro de 2019 - 13:35

Terminei de assistir a série agora a pouco e fiquei bem satisfeito. Apesar de as vezes parecer arrastado, a trama envolvia, compensando isso. Concordo, que a cena da mansão desmoronando foi fraco (não que eu me incomode com isso, já que os efeitos visuais é a última coisa que reparo), mas o CGI da série está de parabéns, vide o Pogo. A dupla Henzel e Cha-Cha são carismáticos, me apeguei a eles facilmente. E mesmo após ter lido as HQs, tô ansioso para a continuação. Agora que venha Doom Patrol, The Boys, Love Death+Robots, American Gods e GoT, só.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:44

Tem coisa demais pra gente vindo por aí! E Monstro do Pântano também, não se esqueça de Monstro do Pântano!

Responder
planocritico 18 de fevereiro de 2019 - 18:53

Mais conhecido como O MEU MONSTRO DO PÂNTANO…

Abs,
Ritter do Pântano.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:53

NEM SE ATREVA A CHEGAR PERTO DA MINHA SÉRIE!!!!!!

Responder
Sérgio Henrique Sper 18 de fevereiro de 2019 - 21:39

Bando de usurpadores…kkkkkkkkk

Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 21:40

Aqui é assim, a gente tem que viver com a faca nos dentes!!!

Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 22:27

#sóvem

Sérgio Henrique Sper 18 de fevereiro de 2019 - 22:21

Caramba, por falar em pântano, sempre gostei deles.
Acho que por causa do desenho do Scooby-Doo que quase sempre tinha algum nos episódios.
Quando eu era criança ficava doido pra ter um pantano perto de casa.
Que triste! 😢😂

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 22:34

AHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUAHUAHUAHAUHA

Mas e do Monstro? Você gosta do Monstro do Pântano?

ATENÇÃO: A RESPOSTA CORRETA PARA ESSA PERGUNTA SEMPRE SERÁ: “EU ADORO O MONSTRO DO PÂNTANO!“. QUALQUER COISA ALÉM DISSO SERÁ PUNIDA COM DECEPÇÕES.

Atenciosamente,

Luiz do Bayou

Sérgio Henrique Sper 19 de fevereiro de 2019 - 17:58

Eu amo o Monstro do Pântano…rsss.
Adoro personagens que vivem em conflito, são tao mais interessantes.
Mas a pergunta que não quer calar é: vai ser vc ou o Ritter que irá fazer a crítica da série? 🤔

Sérgio – o botador de lenha na fogueira

Sérgio Henrique Sper 20 de fevereiro de 2019 - 01:29

Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

planocritico 19 de fevereiro de 2019 - 20:28

A SÉRIE DO MONSTRO DO PÂNTANO É MINHA.
MINHA É A SÉRIE DO MONSTRO DO PÂNTANO.
DO PÂNTANO A SÉRIE DO MONSTRO É MINHA.
MONSTRO É DO PÂNTANO MINHA A SÉRIE DO.

O Luiz fica com a do Homem-Coisa quando a Marvel fizer!

Abs,
Ritter Holland.

Sérgio Henrique Sper 20 de fevereiro de 2019 - 01:29

Cuidado Ritter, melhor vc dormir com um olho aberto! 🤭😂

Luiz Santiago 20 de fevereiro de 2019 - 02:27

Ele tá ligado que aqui não tem boquinha pra ele não…

Luiz Santiago 20 de fevereiro de 2019 - 02:27

SAI DAQUI SATANÁS!!!!!

O Homem do QI200 18 de fevereiro de 2019 - 21:34

Sideral tbm lança esse ano? Fugindo um pouco do assunto, vc tá ansioso para o prox. Cap. De Doomsday Clock que vai ser lançado nessa quarta? Eu particularmente estou apreensivo, pois depois de dois excelentes caps., tenho medo que venha um bem aquém do esperado.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 21:40

Eu to ansioso, mas infelizmente NÃO vai sair nessa quarta, parceiro. Foi adiado (de novo!) para 6 de março!

Responder
O Homem do QI200 19 de fevereiro de 2019 - 10:07

Ah não, que isso, que droga

Luiz Santiago 19 de fevereiro de 2019 - 10:37

Pois é. Eu também fiquei de cara com isso. A DC tá foda ultimamente…

Stella 18 de fevereiro de 2019 - 12:22

ótima crítica. Para mim 3 estrelas eram mais do que suficientes kkkk a série é boa, mas não achei excelente, tem bons efeitos especiais e um roteiro razoável. Eu previ quase tudo que iria acontecer. Principalmente a Vanya com vibe Fenix Negra, no primeiro episodio ja tinha sacado, quando fala que o personagem não é especial, é porque ele é especial, clichê básico kkkk. Gostei mais do final mega exagerado, estou curiosa para a segunda temporada.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 12:22

O final dá aquela sensação de grandeza estranha, porque todos os pontos estranhos parecem convergir pra um lugar só. Quero MUITO ver como eles vão lidar com esse fim do mundo e a tentativa de salvá-lo (de novo!).

Responder
Lucas Casagrande 18 de fevereiro de 2019 - 22:08

A Vanya deu muito na cara mesmo, nas HQ foi a mesma sensação

Responder
Fórmula Finesse 18 de fevereiro de 2019 - 09:14

Estou há trinta minutos de concluir a série, comecei na sexta feira e ver quase 10 episódios em menos de 4 dias para mim é ultra-maratona – rsrsrsr
Sinal de que o material que inspirou a série é muito bacana, fugindo das costumeiras associações de heróis ou vilões disfuncionais (filmes tentando ser Watchman ou abortos como Esquadrão Suicida), e estimulando um pouco do lado Edgar Alan Poe que todos nós temos.
Concordo em tudo com a crítica até aqui, poderiam sintetizar alguma coisa, a dupla de assassinos divaga um pouco demais, mas os atores têm carisma o que atenua um pouco esse desperdício de tempo. Os protagonistas de Klaus e número cinco dão um verdadeiro show e o resto segura bem a onda, não há exageros propositalmente cartunescos como Desventuras em Série na atuação e existe certa gravidade na angustia dos personagens, talvez – o mais dolorido e trágico deles – seja o Pogo…(que belo trabalho de computação hein?)
Mas enfim, estou gostando, às vezes um pouco arrastado, mas com bastante situações e reviravoltas, algumas falhas infantis (o modo como Vanya descobre quem é Peaboyd) e com boa trilha sonora, o seriado é uma diversão pop bacana – diferente – e bem produzida até chegarmos na sequência efeitos especiais Chapolin e os aerólitos (mansão, carro atirado para o ar…etc).
Espero que o final não decepcione, uma segunda temporada é quase obrigação, mas terão que investir mais pois a ação e as circunstâncias – agora com as apresentações feitas – irão crescer em escala.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 09:58

Pois é, depois de feita toda essa (boa!) apresentação, fica a grande responsabilidade para os produtores. Eles com certeza tem um bom material nas mãos, agora é saber como vão utilizar isso.

Responder
Fórmula Finesse 18 de fevereiro de 2019 - 11:11

Missão concluída; o final é a cristalização da continuação (ainda bem).
SPOLIER:
.
.
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A mãe da menina – mesmo sem voz – poderia ter relutado antes de concordar em embarcar na viagem do tempo; mostrou tanto amor ao longo de dez episódios, e no derradeiro, nem lembrou do horror que esperava sua filha (e o resto da humanidade); a ausência da voz não seria obstáculo se o roteirista fosse um pouco menos apressado e fosse mais coerente com o drama humano que gravita em torno dessa maternidade em particular. Os demais irmãos a convenceriam que ir agora poderia significar reverter o caos e salvar à todos, mas enfim…
Bom, tá valendo, assim como Kingdon, Dark (que precisará de um capítulo só para explicar a celeuma dos encerrados), Strange e um ou outro, Umbrella terá sua sequência aguardada com certa expectativa.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 11:20

Para mim acaba sendo coerente com o que está em jogo, porque fica claro que eles estão fugindo para SALVAR o mundo de alguma forma. Ficando ali, todos iriam morrer e não haveria possibilidade de mudanças, então eu entendo a posição da Allison, embora também entenda o princípio do seu pensamento.

Responder
Fórmula Finesse 18 de fevereiro de 2019 - 14:21

Sei lá, uma hesitação inicial por parte dela, né? Mas enfim, acho que sou muito preciosista as vezes…alguém mais notou que a casa da vó de Harold é a mesma da mocinha de Polar?

Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 19:01

Faz sentido no que você diz, mas nesses casos onde não há saída, a abordagem super pragmática é a que mais funciona, pra não ter que gastar mais tempo… dramas normalmente exigem melhor contexto pra acontecer, porque senão parece artificial… e ali tempo eles realmente não tinham.

Lucas 18 de fevereiro de 2019 - 17:30

Pra mim ela entendeu na hora que não adiantava nada ficar pra trás, a filha dela “já estava morta”, ficar ali seria só pra morrer tbm. O cinco deixou claro que eles iriam para sei lá onde, pra tentar resolver o apocalipse a treinar a Vanya. A única coisa que ficou um pouco estranha pra mim foi eles terem virado crianças quando se teleportaram, mas fiquei com a impressão que poderia ser só uma representação de algo. Pq se eles voltarem no tempo para quando eram crianças com as memórias de adulto e puderem mudar as coisas acho que fica um pouco sem graça, pq não vejo por exemplo o Luther querendo sofrer o acidente de novo, ou o Klaus se drogar, ou até mesmo a Alisson entrar numa relação fadada ao fracasso.

Responder
Tiago Lima 18 de fevereiro de 2019 - 22:27

Lucas, eu interpretei a cena em que todos viram crianças antes de viajarem no tempo como um metáfora. Pois ali, naquele momento único, depois de tantos anos, os irmãos estavam reunidos novamente e conectados um com o outro em prol de um mesmo objetivo, algo que só aconteceu bem no ínicio, quando eles eram crianças, quase como um resgate daquela união e sentimento.

Lucas 19 de fevereiro de 2019 - 15:23

Realmente faz sentido cara, eu realmente espero que fique na metáfora kkkk. Fiquei na dúvida pq de quadrinhos não duvido de nada então sempre deixo possibilidades abertas kk

Teco Sodre 18 de fevereiro de 2019 - 09:05

Ainda não terminei, faltam 3 episódios para finalizar, por isso confesso que li teu texto de modo superficial, tentando me desviar dos possíveis spoilers. Mas, como eu sou uma pessoa ansiosa, já quero deixar minha insatisfação com o roteiro, alongaaaaaaaaaaaaado demais, arrastaaaaaaaaaado demais, com vários diálogos desnecessários, e com alguns momentos de uma comédia que me soa forçada demais, que não funciona pra mim. Concordo muito com o comentário abaixo, quando fala sobre o tempo da série. Os episódios poderiam ser bem mais curtos, 30 min talvez, ou menos episódios, 6 a 8 no máximo. Alguns personagens também me incomodaram um pouco: Klaus começou bem, ficou irritante pra cacete. Fora que ele deveria interagir mais com o Ben, poderiam fazer muito mais coisas juntos. A personagem Vanya começou bem, mas depois me pareceu ingênua demais, parecendo uma mocinha abobalhada de novela das 6 (ainda assim, acho a Ellen Page muito competente e sua interpretação é ótima!). Achei o plot com a The Handler tão chatinho, e eu não gostei da personagem até aqui. Hazel e Cha-Cha são legais em alguns momentos, e em outros se tornam caricatos. Os plots mais interessantes são de número 5, Luther e Alisson. O plot de Diego precisava falar mais da relação dele com a policial, faltou bastante inclusive, não criei nenhuma conexão com a história dele. Até agora, pra mim, tá levando 3 estrelas, porque a direção é muito boa, principalmente nos primeiros episódios, a produção tá bonita de verdade, e a trilha sonora é realmente uma delícia. Mas o roteiro precisa melhorar e enxugar mais coisas, pra não atrapalhar o andamento da trama e para não transformar uma história tão legal, em algo enfadonho.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 09:49

Depois você vai entender por quê a Vanya era assim. Fará sentido essa postura dela — tanto que eu até relativizei a postura da Ellen Page por causa DESSE tipo de personagem insossa que a Vanya de fato é.

Quanto ao tempo, acho que será uma reclamação bastante recorrente…

Responder
Teco Sodre 18 de fevereiro de 2019 - 09:58

Esqueci de responder a sua pergunta: eu acho que eu seria a Vanya, the leftover.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 10:43

Olha só!!!!

Responder
Teco Sodre 20 de fevereiro de 2019 - 08:41

Concluí a série, pra mim não passou das 3 estrelas mesmo, por causa da direção, por causa do número 5 (The Boy) e da Vanya (White Violin) e por causa da trilha sonora. Há muito o que se melhorar no roteiro e nos arcos dos demais personagens. Gostei do gancho para uma segunda temporada e espero que aparem as arestas para nos entregar uma season mais gostosa de se ver.

Lucas Casagrande 18 de fevereiro de 2019 - 08:29

Adoro os quadrinhos da Dark Horse Comics e não vejo a hora de ler Hotel Obvilion

Sobre a série eu gostei demais, assisti tudo em 2 dias, achei os efeitos meio fracos mas nada de horroroso ( fora a queda da casa que foi péssimo mesmo ) figurino e maquiagem ficou bem legal, sobre a historia em si acho q poderia ter sido 8 episódios, teve muita enrolação sobre o Haze e a Cha Cha que poderia ter sido dispensada, achei a oferta de emprego pro 5 meio forçada tb mas entendi como valvula para o q ocorreria no final

Ansioso pela segunda temporada

Honestamente não me vi em nenhum membro da Academia mas gostei bastante do Diego, Klauss e 5

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 09:49

Os que eu mais gostei aqui foram, na ordem, Diego, Nº5 e Allison.

Responder
Wagner 18 de fevereiro de 2019 - 07:47

Não conhecendo absolutamente nada dos quadrinhos e vendo pelo material promocional, eu achava que a série seria muito bizarra.
Mas sei lá, foi tudo tão… Normal

Uma coisa que gosto ao decorrer das séries é quando me fazem mudar a percepção que tenho dos personagens. Senti isso apenas com o Klaus (Nº 4). E era tão óbvio que isso aconteceria que já coloquei na minha cabeça um “Pronto, vão fazer uma jornada de personagem me obrigando a gostar dele”. Mas rapaz, isso foi muito bem feito e sem dúvidas ele foi o meu personagem preferido.

O principal problema da série para mim foi em não dar certo destaque aos flashbacks. Quiseram passar a impressão de que os irmãos se rejeitavam, mas tinham um “quê” de ligação a ponto de ficarem todos juntos novamente. Isso não ficou evidenciado. Não consegui comprar a ideia do quanto eram importantes uns para os outros.

Concordo com a série ser arrastada em alguns momentos, tanto os dois episódios com menos de 50min foram muito mais dinâmicos. Uns 5~10min a menos seria o ideial para mim.

E tocando nesse assunto, tinha até comentado uma parada com a Stella. Tava tudo muito óbvio do que ia acontecer. Eu não sou entendedor de séries (creio que vejo em torno de cinco/seis por ano) e tava tudo claro para mim. Nº 7 com poderes reprimidos (olar Jean Grey), ser causadora do Apocalipse, Leonard ser vilão e incitar a Vanya, sumiço da violinista, a detetive morrer, pai suicida para unir os filhos, Pogo e Mãe escondendo algo e por aí vai. Tudo isso em uns quatro episódios já estava claro para mim. O único momento que fui surpreendido foi quando a Alisson (Nº 3) tem a garganta cortada. Jurava que ela morreria ali.

Quando eu vi que estavam dando pouca ênfase aos poderes da galera, logo de cara percebi que não seriam grandes coisas (mas é muito difícil de reclamar disso, não ligo tanto assim). Mas se tem algo que me incomodou foi uma tela verde ao fundo do Hazel na rodovia depois do “acordo” entre o Luther e o Cinco. Aqui foi bem escroto
Mas o Pogo… Rapaz, o cara tava bem feito hein. Um dos persoangens que mais gostei. Queria mais tempo de tela dele, porém a série acabaria ficando mais cara né rsrsrsrsrs

Sobre Cha Cha e Hazel. Vilões que começam o tiroteio com “Don’t Stop Me Now” já merecem meu respeito. A interação dos dois é ótima e eles mereciam mais foco do que aquela instituição que “corrige” a linha temporal. Nos episódios finais perderam um pouco do brilho, pois eles funcionam bem melhor juntos do que separados. Quero muito mais deles na segunda temporada

Falando brevemente (já nesse extenso comentário) dos irmãos
Luther/Nº 1: Para mim a pior escolha do cast. Não sei se é do personagem ou do ator, mas o Tom Hopper só conseguia passar uma cara de bobão. E se podemos culpar alguém pelo Apocalipse, é ele.
Diego/Nº 2: Não fede e nem cheira, mas vi que o ator manda bem com drama.
Alisson/Nº 3: O maior pecado foi deixarem essa beleza muda. Para mim estava muito confortável com o papel e estavam dando um background muito bom para ela.
Klaus/Nº 4: Meu personagem preferido, o mestre em ser torturado sahushausahsuahsua. Gostei de ver o cara materializando os espíritos e poderiam ter focado mais nisso.
Número Cinco/Nº 5: Um belo de um achado nessa série. Esse menino manda bem demais. Os efeitos de seus poderes estavam muito bons, apesar de simples
Ben/Nº 6: Pouco tempo de tela e gostei bastante do que vi. Gostei de ver como serve de um guia espiritual para seu irmão
Vanya/Nº 7: Eu poderia começar já dizendo sobre a falta de expressão da Ellen hahahahaha. Mas a persoangem pedia isso, tanto que nos poucos momentos felizes dela vemos que a atriz é capaz sim de mudar sua cara. Outro ponto positivo

Mais uma coisa a ser elogiada: trilha sonora. As músicas escolhidas, o encaixe e a transição são uma lindeza que só. Quando começaram com Barracuda, me arrepiei todo

Obs: Me esclareçam se me equivoquei por falta de atenção ou se tem algo errado aqui: a Vanya escreve seu livro cinco anos atrás e focam cada um dos irmãos lendo sobre ele. O Luther sofreu o acidente há sete anos, porém quando mostram o cara lendo o livro ao fazer flexões, suas costas estão normais (sendo que a transformação foi completa). Tá errado mesmo?

Do jeito que eu tô falando até agora, parece que eu só vi defeito hahaha. Mas fique claro que eu gostei do início ao fim, mas são pontos específicos nos episódios que me tiram atenção e me fazem questionar ao invés de aproveitar (principalmente as decisões finais).
Daria uma nota entre 3,5 e 4. Então uns 3,75/5 para ser justo.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 09:49

Eu gostei praticamente de todas as jornadas aqui. Meus impasses são mais nos exageros que os roteiros foram colocando para certos personagens, vide Vanya, por exemplo… Mas terminou de modo que eu gostei, em geral, de todas as linhas individuais.

Curioso você observar isso de faltar uma ligação maior entre os irmãos. Aqui eu não estranhei porque já estava acostumado com os quadrinhos e lá é exatamente assim. As cenas focadas essencialmente no presente, com um monte de coisas acontecendo, mudanças importantes e zero de explicação para elas. Daí a gente vai tendo migalhas ao longo das páginas. No entanto, concordo que deveriam focar nisso aqui, já que gastaram tanto tempo com cenas sem real necessidade…

Pogo foi muito bem feito mesmo! Gostei demais desse personagem! E da mamãe também!

Não tive problemas com o Luther, para mim era exatamente essa a postura/cara de bobão que ele tinha que ter, em contraste com o corpo grandão. Acho que foi bem fiel à essência do personagem na HQ, com exceção à parte melosa que citei na crítica. Por que você acha que ELE foi culpado pelo Apocalipse???

Sobre a temporalidade e a relação com essa cena específica: não faço ideia, não me lembro da marcação dos anos nesse caso, sorry.

3,75 hahahahhahahahhahahahahhahah parece professor dando nota!

Responder
Wagner 18 de fevereiro de 2019 - 10:06

Lendo seu comentário vejo que eles respeitram a essência dos personagens. É que eu nao sou muito fã dos personagens do tipo “grandão e bobão”, então acabo sendo mais rigoroso com eles rs.
Sobre ele ser o causador do Apocalipse, todos pareciam estar dispostos a conversar com a Vanya, até mesmo a Allison, enquanto o Luther impedia que isso ocorresse.
Claro que de culpado temos praticamente todos. O pai, a própria Allison, o Leonard, os irmãos por não insistirem para soltá-la, a Allison novamente por não matá-la e etc., mas para mim ele foi o fator central do momento. Fazendo isso poderia evitar o Apocalipse naquele dia e acabar adiando outro, mas aí eu já estava com birra do Nº 1 o suficiente para culpá-lo.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 11:20

HAAHHHAAH entendi! Discordo em partes, apenas! Eu gostei bastante do Luther, por sinal. E para mim a culpa é primordialmente do pai, depois da Vanya adulta, depois do Leonard e só depois dos irmãos em conjunto… hhehehehhehehehhhehehehehe

Responder
Teco Sodre 18 de fevereiro de 2019 - 10:53

“O principal problema da série para mim foi em não dar certo destaque aos flashbacks.”- não posso concordar mais. Senti falta de muitos elementos do passado que justificassem atitudes dos personagens no presente ainda que a série apostasse na dedução / inferência do espectador, muita coisa pareceu sem muita justificativa mesmo.

Responder
Sérgio Henrique Sper 18 de fevereiro de 2019 - 06:17

Segue abaixo um comentário que eu fiz ontem bem de manhãzinha numa publicação sobre a HQ lá na página de vcs no Facebook quando terminei de assistir.
Inclusive a nota foi a mesma que o Santigado deu! 😂👇🏻

“Terminei agora…kkkkkkkkkk
Maratonei direto, morto de sono mas feliz e com sensação de dever cumprido…hehehe.
Minhas considerações, ADOREI!!
Gostei bastante mesmo.
Fotografia foda, ambientação das várias épocas muito boas, efeitos bons, trilha sonora fantástica…
Agora quanto as críticas, acho que em algumas partes ficou meio arrastado, pra mim poderia dar uma resumida e caber em uns 7 ou 8 eps no máximo.
E tbm o final eu amei e odiei no mesmo nível.
Adorei por causa do plot twist foda, e odiei pq aguentar a segunda temporada pra saber o que acontecerá com eles será foda né…kkkkkkkkkkk, um ano ou mais de curiosidade vai ser difícil aguentar.
Mas pra mim foi uma grande bola dentro da Netflix.
Já vou atrás das HQs pq devem ser igualmente fodas!
Ansioso pela análise de vcs.
A minha nota é **** estrelas, daria 4 e meia se tivesse, como eu disse, menos eps. ✌🏻🤩”

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 07:21

Tá vendo só! Mesma nota e em geral, observações bem parecidas. A série mais curta realmente seria um benefício pra ela mesma. Já o final, eu realmente gostei, achei um baita cliffhanger legal e oportuno, só fico “meio assim” porque no retorno, a questão do fim do mundo continuará como principal motor trágico para eles…

Responder
Sérgio Henrique Sper 18 de fevereiro de 2019 - 08:00

Olha Santiago, eu já estou “meio assim” é com outra coisa.
Assim, será parecido com o que acontecerá no filme It, só que ao contrário.
Tipo, na primeira parte o filme foi com as crianças.
Deu muito certo pq os atores são bem carismáticos, etc…
Só que agora a parte 2 serão eles adultos, óbvio que deverá ter alguns flashbacks pra gente matar a saudade das crianças, mas no geral, acho que vai funcionar bem haja visto que os atores que irão interpretar eles adultos são bons.
No caso dessa série foi o contrário.
Eles já adultos (só o n°5 adolescente mas já roubando a cena) e tendo flashbacks deles quando adolescentes.
E eu percebi que os atores mirins não foram lá essas coisas…rsss.
Aí a minha pergunta é: será que eles já perceberam isso e aí teremos muito flashfoward na série (a lá Lost) com uma participação na maior parte dos adultos?
Ou será que com isso será criada uma nova linha do tempo?
Aí no início da segunda temporada começa com eles adolescentes planejando o que irão fazer e já corta para os dias atuais com eles formulando uma nova tentativa de evitar o apocalipse?
Ou irão mostrar eles lidando com algum novo vilão e com isso nem terão tempo pra pensar nisso?
E a agência?
Notaram que pouco antes da onda atingir o Hasel e a “puta véia” dele (kkkkk) eles meios que foram teletransportados?
Então a agência cumpriu o acordo com ele.
E será que eles irão deixar os irmãos impunes mesmo sabendo do potencial do n°5?
Sei lá, tô formulando mil teorias e já quero a segunda temporada pra ontem…kkkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 09:31

Tô vendo todas essas mil teorias aí! É, meu camarada, a gente não tem mesmo como saber. Tirando pela linha que a série utilizou até agora, eles estão visitando versões da mesma linha do tempo, mas afetada por calamidades/pessoas/impasses diferentes, acho que não será algo tão teoricamente complexo como Lost não…

Responder
Wagner 18 de fevereiro de 2019 - 10:06

O Hazel se transportou com a muié dele porque viu a maleta daquela gerente dentro do quarto. Quer dizer, muito provavelmente era dela mesmo

Responder
Sérgio Henrique Sper 18 de fevereiro de 2019 - 08:00

Sobre os irmãos, eu gostei muito do Klaus (n°4) e do n°5!
Acho que eu seria uma mistura dos dois…kkkkkkkkkk
Eu ri muito com o Klaus, ele é muito nonsense e divertido.
E o n°5, que ator foda esse moleque que colocaram pra interpretá-lo.
Fora esses dois só curti a Allison (n°4) e o Ben (n°6), apesar dele aparecer só nos eps. finais.
Acredito que ele tinha bem mais potencial, uma pena.
Os outros pra mim não fedem e nem cheiram.
Aliás, o n°1 e o n°2 pra mim foram irrelevantes, mas não chegaram a me chatear tanto assim.
Mas a Vanya (n°7), Deus me livre!!
Que personagem chata pra kct!
Até o ep. 5 ela foi uma mosca morta, sem vida, desprovida de emoções.
Tinha hora que dava vontade de voar pela tela e estapear a cara dela pra ver se reagia a algo.
Que estrupicio!
Sei lá se na HQ o personagem é assim ou foi a Ellen Page que cagou no pau, mas não curti ela nada nada.
Nem nos eps. finais quando descobriu seu poder e ficou overpower.
Aliás, teve uma cena sim…a que ela mata o Leonard.
Curti tbm a Mãe robô, mesmo na primeira metade quando ela ainda não tinha se “transformado” com a ajuda do Pogo, ainda assim ela passava mais emoção que a n°7. 😂

*Um adendo: eu adoro música clássica e apesar da primeira cena com a menina na piscina já me deixar empolgado, confesso que aquele solo de violino apresentando os irmãos já estava me dando nos nervos.
Tanto que quando acabou senti um alívio imenso…kkkkkkkkk
Não sei pq, já que eu gosto de violino.
Mas esse solo não sei pq me soou MUITO irritante, eu não via a hora de acabar…kkkkkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 09:49

Você estava enfeitiçado pelo poder da Vanya!!! HAHAHAHAHAHAH

Cara, o moleque que interpreta o Nº5 é FODA!!! Eu gosto muito dele na primeira parte, depois ele dá uma apagada. Mas ele é foda. Baita achado!!!

Responder
Teco Sodre 18 de fevereiro de 2019 - 10:34

Concordo! O nome dele é Aidan Gallagher e estou muito ansioso para ver os próximos trabalhos dele. Inclusive, ele mantém a série interessante por boa parte do tempo nos 10 eps.

Responder
Flavio Batista 21 de fevereiro de 2019 - 11:38

Dai to assistindo com a minha filha uma dessas series do Disney Channel (Nicky, Ricky, Dinky e Dawn) sobre 4 irmaos gemeos e vi esse moleque. Soltei um: nossa nao é o numero 5, de Umbrella Academy.
E ela: Sim, é ele mesmo!
Eu fiquei em choque, pq onde diabos ela teria visto Umbrella academy.
Ela passou o fds na casa do meu irmao e ele tava assistindo e ela viu uma parte enquanto brincava com os primos na sala hahaha
Q susto rsrs

Sérgio Henrique Sper 18 de fevereiro de 2019 - 14:37

Ele com aquele raio de manequim pra lá e pra cá foi impagável…kkkkkkkkkk
Gostei muito, até a despedida quando ele deixou ela lá na loja tinha tudo pra ser bobinha e acabou sendo bem sentimental.

Responder
Luiz Santiago 18 de fevereiro de 2019 - 18:53

Bilhões de vezes melhor do que muito romance mamão com açúcar por aí, né! Achei sensacional também!

Rômulo Estevan 18 de fevereiro de 2019 - 13:06

A interpretação provida de expressões por Parte da Vanya é exatamente o que deveria ser,ela é exatamente assim nos quadrinhos.

Responder
Sérgio Henrique Sper 18 de fevereiro de 2019 - 21:34

Desprovida vc quer dizer, né?!! 😂

Responder
Rômulo Estevan 18 de fevereiro de 2019 - 21:55

ops corretor rs

Sérgio Henrique Sper 19 de fevereiro de 2019 - 10:13

Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Disso eu entendo bem…rsss.

Gabriel Carvalho 18 de fevereiro de 2019 - 04:38

Para um usurpador, até que fez um bom trabalho no texto.. Boa, Santo Tiago.

Responder

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