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Crítica | The Umbrella Academy – 2ª Temporada

por Luiz Santiago
4158 views (a partir de agosto de 2020)

O prosseguimento de uma série como The Umbrella Academy exige, antes de mais nada, uma inteligente maneira de reinventar-se. Este é o tipo de show que já possui uma identidade muito forte, uma vez que sua fonte, nos quadrinhos, tem de sobra essa característica, e é este ponto de partida que coloca um grande peso nas costas da adaptação. E como sempre, nesse Universo, as coisas giram em torno do apocalipse.

Esta 2ª Temporada começa exatamente do ponto em que terminamos no ano anterior, ou seja, com Five (Aidan Gallagher) transportando os irmãos para um outro tempo e espaço, com o intuito de fugir da destruição do mundo causada por Vanya (Ellen Page), cuja construção e desenvolvimento ganha novas cores neste segundo ano, inclusive virando a chave de sua classificação pura e simples como a ‘vilã da família’, escolha arriscada, mas que os roteiros conseguem abordar de forma inteligente dentro daquilo que este ano do show também propõe: uma jornada de libertação, tardio amadurecimento e novas interações para o grupo.

Espalhados em anos diferentes pela mesma cidade, os membros da Umbrella Academy se veem em uma situação inicialmente desesperadora, mas diante da qual não possuem nenhuma alternativa: eles precisam integrar-se a esse novo tempo se querem viver. E claro, é nessa integração que novos laços e novos conflitos surgem, todos eles tendo como um fio da meada algum problema íntimo, desde conflitos de identidade, com autoridade e personalidade, até a constante necessidade de reafirmação de cada um dos irmãos, que em sua teimosia e planos malucos compartilham, sem perceber, o amor que sentem, mesmo que esse amor seja demonstrado de forma nada usual.

O caráter de “família disfuncional” que pontuou a 1ª Temporada é levemente deixado de lado, mas não porque os Hargreeves foram magicamente redimidos. Aliás, este é o ponto da temporada. Utilizar de uma das facilidades do show, a viagem no tempo… para dar tempo a cada um deles. Tempo para que possam lidar com seus demônios. Tempo para pensar e para olhar o mundo de uma outra forma; facilidade que o roteiro aproveita muito bem nos primeiros episódios, entregando-nos crônicas da vida de cada um, sobre como se ajustaram nesse novo mundo, o que conquistaram de verdadeiramente importante e o que podem perder quando a maldição do apocalipse mais uma vez reunir a família. E se esta acaba sendo uma boa linha condicional em parte da temporada, termina sendo igualmente um de seus pontos problemáticos na segunda metade.

O encontro e as querelas entre os irmãos, a ascensão da Gestora (Kate Walsh) e o desenvolvimento de Lila (Ritu Arya) são elementos desse ano que funcionam muito bem durante todo o tempo, contando com um tratamento dramático adequado a cada arco fraterno – em dupla, trio ou grupo –, arcos com música marcante, alguns passinhos de dança (senti falta de um momento que fizesse todos — e não apenas alguns deles — dançarem ao mesmo tempo, como ocorreu na temporada passada), momentos cômicos, emocionantes ou de realização. Vale ainda dizer que o elenco segue como um grande atrativo do show, com todos dominando de forma aplaudível os seus personagens, inclusive Ben (Justin H. Min), que tem muito mais espaço nessa segunda temporada, ganhando um digno e emocionante final. Infelizmente esses bons elementos não se repetem no restante dos arcos que a temporada desenvolve.

Por mais que os arcos individuais sirvam para discutir uma porção de assuntos relevantes (racismo, violência policial, homofobia, machismo, exploração de trabalho e ainda questões psicológicas e de desenvolvimento neurológico) o tratamento para esses núcleos de “vida que segue” acaba sendo bastante problemático no fim, exceto, talvez, o de Kalus (Robert Sheehan)… e o de Luther (Tom Hopper), que na verdade é o mais simples e orgânico deles, por isso a quebra conseguiu ser mais rápida e coesa. No caso do núcleo de Vanya, existe algo que nos acostuma melhor àquele espaço, porque é lá que um dos grandes momentos da temporada acontece e ainda temos a presença de Harlam (alguma ligação com a Sparrow Academy?), que desenvolve os seus poderes. Todavia, tanto a segunda metade do drama pessoal na fazenda quanto a despedida na casa de Allison (Emmy Raver-Lampman) acabaram tendo seus problemas de fluidez e coerência narrativa, o que possivelmente tem a ver com a insistência do roteiro em “ir e voltar” nas decisões, dando a impressão de um ciclo que se quebra, mas não se quebra de verdade; ida e volta que serve apenas para estender os episódios, sem torná-los melhores. Esse caminho, infelizmente, também é utilizado na exploração dos vilões.

Um dos temas que funcionam até quase o final é o do apocalipse nuclear causado pela guerra entre os EUA e a URSS, ou seja, a realização do grande medo da Guerra Fria. No fim das contas, esse tema central acaba sendo quase um McGuffin, já que o verdadeiro foco da temporada é explorar a maturidade e as novas experiências dos Hargreeves, além de sua capacidade de integração e respeito por si próprios, lidando com os problemas paternos e as manias de cada um no meio do caminho. É uma boa reinvenção, mas por não estar integrada a uma linha sólida de ações, dá a impressão de “monstro da semana”, o que é um problema ainda maior para uma série lançada nesse tipo de formato. Se esses caminhos paralelos fossem, do início ao fim, ligados a um único objetivo, o foco da temporada estaria a salvo, já que tudo convergia para ele. Isto, porém, não é o que ocorre.

Com mais quebras narrativas que o necessário, nossa atenção está o tempo inteiro sendo dispersada, jogada para cima de um clímax e reajustada em outro drama com resolução às vezes tão desinteressante quanto o seu desenvolvimento (Os Suecos). Se há algo positivo nisso é que o espectador tem coisa de sobra para prestar atenção, mas ao mesmo tempo tem que lidar com eventos que parecem constar na temporada apenas para um choque rápido ou para adicionar mais um entre dezenas de outros obstáculos ao grupo. Não chega a ser ruim, mas termina por enfraquecer o potencial de um bom número de eventos, principalmente o do apocalipse (de novo, na reta final) e o da volta para 2019, que acabou sendo uma obrigação cronológica a fim de corrigir “o apocalipse do apocalipse“.

Agora com a Sparrow Academy em cena é possível que a próxima temporada direcione sua atenção para um grande tema, trabalhando-o a contento, em vez de colar pedaços de crônicas esparsas a uma pouco desenvolvida linha principal. The Umbrella Academy segue sendo um bom show. Só espero que os showrunners deixem de lado a ambição de querer contar zilhões de histórias em um único ano e tenham maior foco no desenvolvimento da próxima saga. Se houver uma próxima.

The Umbrella Academy (EUA, 31 de julho de 2020)
Direção: Sylvain White, Stephen Surjik, Tom Verica, Ellen Kuras, Amanda Marsalis, Jeremy Webb
Roteiro: Steve Blackman, Mark Goffman, Jesse McKeown, Bronwyn Garrity, Robert Askins, Aeryn Michelle, Nikki Schiefelbein, Bronwyn Garrity
Elenco: Ellen Page, Tom Hopper, David Castañeda, Emmy Raver-Lampman, Robert Sheehan, Aidan Gallagher, Justin H. Min, Colm Feore, Jordan Claire Robbins, Kate Walsh, Adam Godley, Cameron Britton, Ritu Arya, Yusuf Gatewood, Marin Ireland, Justin Paul Kelly
Duração: 10 episódios (c. 50 min. cada um)

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81 comentários

Gabriel Filipe 20 de janeiro de 2021 - 09:55

Diferente de vc eu achei a segunda temporada bem melhot q a primeira, e olha q eu adoro a primeira, mas uma coisa nn me desceu: Hargreeves alien??????????????????????

Agora, outra coisa, oq será q farão com a Vânia agr q Ellen Page é Eliot Page? É a minha personagem favorita, ent espero q tratem isso com cuidado

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Luiz Santiago 20 de janeiro de 2021 - 09:57

Poxa, mas o fato de Hargreeves ser alien é a coisa que mais faz sentido nessa parada toda! HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHHAHA

Pois é, estou curioso e apreensivo para ver como vão tratar a transição do Eliot Page.

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Artur Alves 23 de outubro de 2020 - 13:13

Parei na segunda temporada quando eles tem de fugir de outro apocalipse????
Falta de criatividade?
a terceira temporad vai ser outro apocalipse?
Não fez sentido e meteram goela abaixo

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Luiz Santiago 23 de outubro de 2020 - 19:33

Eita.

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Gabriel Cabral 22 de outubro de 2020 - 08:30

Mais uma série pra conta!
De uns tempos pra cá, ando com um pé atrás com a dona Netflix, na questão do cancelamento de séries, tenho esperado pelo menos chegar a segunda temporada. Portanto, assisti as duas temporadas seguidas, então pode ser que eu tenha percepções diferentes, mas gostei da série como um todo, para mim está aprovada. Enquanto a primeira temporada é mais dramática, mais escura, mais dark, a segunda eu já achei mais alegre, cores vivas, mais piadinhas. Acho que ficou um equilíbrio legal.
O destaque, como todo mundo aqui já disse, claramente é o Five. Dá pra acreditar facilmente que ele é um velho e que está de saco cheio dos irmãos burros. O garoto manda muito bem.
Em questão de referências, por alguns momentos me lembrou: Patrulha do Destino, uma família com seres com poderes mas toda desconjuntada e quebrada, trabalhando para que funcionem como uma unidade; Legends of Tomorrow, com viagem no tempo e coisas legais sem sentido acontecendo e mais especificamente no início da segunda temporada, Legião, com um casal no hospital psiquiátrico, com eles fugindo e tudo mais.
O saldo para mim é bem positivo e o gancho para a terceira temporada para mim foi muito interessante (que não conheço nada dos quadrinho). Uma linha do tempo alternativa talvez?
Espero que os desmiolados da Academia do Guarda-Chuva retornem o quanto antes. 😉

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Luiz Santiago 22 de outubro de 2020 - 18:54

Realmente lembra um pouco de Patrulha do Destino, pela dinâmica apresentada aqui. Eu gostei um tantinho mais da temporada anterior, mas essa aqui tem várias doses maravilhosas. E concordo com você, ela parece bem mais leve, mais cheia de cores e com mais piadinhas, apesar de tratar coisas realmente tensas.

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Gabriel Cabral 23 de outubro de 2020 - 11:40

Uma coisa que você criticou na primeira temporada e eu acho que melhorou agora, foram as durações dos episódios. Mais curtos, concisos e objetivos. Achei que funcionou melhor.

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Luiz Santiago 23 de outubro de 2020 - 13:13

De fato. E aí sobre menos tempo para possíveis enrolações heheheheehehe

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Edson Luiz Martins 7 de setembro de 2020 - 03:57

Só não entendi qual a relevância do arquivo 743. Não serviu pra nada. O que o “Sr cara de peixe” ganhou com isso? Alguém me explica

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Elderson Gomes da Cunha 19 de agosto de 2020 - 19:58

só agora resolvi as temporadas e até que são boas, mas como o Diego é insuportável!!!! e a peruca mal feita? 100or!!!!! um desespero vê-lo em cena

Responder
Luiz Santiago 19 de agosto de 2020 - 20:37

Ué.

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Marcus 14 de agosto de 2020 - 01:51

Achei essa temporada melhor que a primeira, é muito interessante vermos nossas afinidades com determinados personagens.
Eu particularmente odiava o Klaus por parecer ser um moleque imaturo, irresponsável e louco . Acho que se eu me deparasse com ele daria um soco na cara dele kkkk. Agora achei ele menos chato e mais empático.

Eu continuo achando a Vanya a melhor personagem, e que mais me identifico. Sendo totalmente compreensível ao meu ver as atitudes dela na season 1 , Na segunda achei ela bem mais preparada com relação aos poderes e confiante ao usa-los . Pra mim ela é a mais poderosa dos 7 .
Ben teve um fim digno embora eu quisesse que ele tivesse um contato maior com os outros irmãos . E acho que ele fará muita falta na temporada .
Luther e Diego achei mais do mesmo da primeira temporada,entediantes , inclusive estes foram um dos motivos para eu quase desistir da temporada, pois pra mim a cena deles me dava sono. Os romances dessa temporada pareceram mais orgânicos e ao meu ver funcionaram bem, principalmente o de Vanya que colocou em questão um tema que era considerado complicado naquela época.
Como Diego foi um dos que menos gostei não me senti convencido de que ele realmente gosta da Lila , me pareceu que mais ela gosta dele e não o contrário. Um dos pontos mais altos é a atuação da Handler. Ela tem um magnetismo impressionante. E me fez realmente torcer pra ela durante boa parte do enredo . Ela manipula muito bem as pessoas e ainda se faz passar por boa pessoa. Incrível.

Number 5 achei a atuação dele ainda melhor, o que atrapalha um pouco o 5 acho que o excesso de personagens com narrativas próprias que as vezes só aparecem pra “encher linguiça” (casos de Klaus e Luther) . Alisson também está bem melhor que na primeira temporada, menos egoísta e parece que foi a que melhor se adaptou ao tempo em questão. Mas a série é muito boa só podia deixar algo mais objetivo pois senti um pouco de lentidão no decorrer dos episódios. ( creio eu que um acontecimento tão importante e devastador como o apocalipse dá essa impressão de “enrolação” na trama .

Responder
Luiz Santiago 14 de agosto de 2020 - 12:50

Klaus foi o personagem que eu tenha tido mais dificuldade de gostar na temporada passada, mas nessa aqui ele está sensacional. A relação dele com o Ben e a forma como foi colocado nessa “bagunça” toda para foi foi sensacional.

Responder
Dheo 13 de agosto de 2020 - 14:04

A série não é lá essas coisas…esta segunda temporada ficou uma mistura de sabores que no fim vc não tem gosto de nd. Mas ainda assim é divertida. Mas nenhum dos irmãos Hargreeves me desperta mta simpatia, mas Klaus e Vanya pelamordedeus q personagens chatos.

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Magnosama 12 de agosto de 2020 - 15:34

Cara, aconteceu alguma coisa com a Ellen Page?

ela está cadavérica nessa temporada, não parece saudável…

Responder
Luiz Santiago 12 de agosto de 2020 - 16:07

CADAVÉRICA??? Mas gente. Ela tá normal!

Responder
Magnosama 12 de agosto de 2020 - 16:08

Que isso, ela está pele e osso…

Responder
Luiz Santiago 12 de agosto de 2020 - 16:42

Misericórdia!

Responder
Magnosama 13 de agosto de 2020 - 14:43

hehehehe…
desisto.

Elderson Gomes da Cunha 19 de agosto de 2020 - 19:58

problema de figurino…. roupas muito folgadas, talvez sejam da Sissy ou do Carl (já que são bem masculinas) e ela sendo menor ficaram enormes

Bruno de Luca 5 de janeiro de 2021 - 14:09

Kkkkk ela sempre foi magrinha msm, mas já tem um tempo que ela está nesse “naipe” atual, ainda mais magra que antes.

Responder
Léon 11 de agosto de 2020 - 17:24

Ai, não resisti! Tenho de fazer outro comentário para falar dos personagens.

Como já disseram aqui: A Gestora é o tipo de personagem que eu amo odiar (e adoro os figurinos dela. Meu Deus! Como adoro). Gosto bastante dela como personagem. Não como pessoa, mas como personagem. O que será que ela disse para aquele menininho que o fez se urinar todo na loja de animais? Só sei que eu amei!

Lila… humm… Não sei se o problema foi a atriz ou a personagem que exigia aquilo. Só sei que algo não ornou. Como personagem acho ela bastante interessante “a maluquete engraçadinha e psicopata que pode ou não ter sentimentos”. No começo ela me lembrou a Lisa (Jolie) de Garota, Interrompida (amo aquele filme). Mas só no começo mesmo. No entanto, sentia que ela tinha a mesma cara – inexpressiva por sinal – para tudo. E fiquei sem entender se era mesmo da personagem ou da atriz. Mesmo quando ela demonstrava sentimentos ficava algo tão engessado que fiquei sem entender. “Essa paralisia facial é pelos anos incontáveis que vivesse sem afeto ou é falta de atuação mesmo?” Segue a dúvida.

Grace: Alguém me explica como aquele doce de pessoa vai se tornar um robô doce de robô? Jurei que o Sr. Reginald iria pegá-la naquele momento e dizer que ela seria a cobaia no projeto dele de robotizar a humanidade enquanto finge ter um parque de diversões com robôs e que simula o velho-oeste e outros períodos… Mas aí depois me lembrei que na primeira temporada mostra que houve outras “mães” antes de Grace e que ela foi a única que extraiu um sorriso da Vanya. Acho que ele deve ter se inspirado na verdadeira Grace para criar aquela. Enfim.

DE QUEM FOI A MALDITA IDEIA DE MATAR A AGNES?????!!!

Senti falta do Hazel. A Cha-Cha não me fez tanta falta como personagem. Ela tentou matar a Agnes. Uma pessoa dessas não é um ser humano bom.

Sobre os Umbrellitos:

Luther: Continuo não gostando dele. É o que menos gosto.

Diego: Oscila no meu gosto. Mas fiquei com muuuuita pena do “tragicamente ignorante de sua própria insignificância”. Contudo, muita coisa que o pai disse é verdade. Principalmente sobre a personalidade delirante, com mania de grandeza e cabeça dura. Fora outras coisas que eu poderia dizer, mas não cabem aqui.

Alisson: Acho que ela evoluiu bastante aqui. Na primeira temporada ela era muito egoísta (assim como a maioria dos outros irmãos). Aqui ela começou a lutar por algo maior que o próprio umbigo e a própria felicidade (nada contra quem faz isso, mas no contexto da série fica irritante demais. Né, Klaus?). A cena do protesto no “café só para brancos” foi linda e triste ao mesmo. Carregada de força e simbologia. Fantástica.

Klaus: Mesmo sendo narcisista, hedonista e autodestrutivo demais gosto do jeito dele e quando ele mostra o lado B (no bom sentido) fica muito fofo. O plot dele com aquela seita – apesar das cenas engraçadas – achei muito chato. Era triste ver o desespero dele para tentar salvar o Dave. Quanto mais ele corria para livrá-lo daquele futuro no Vietnã mais eu pensava: “Você só vai acelerar as coisas” de um jeito ou de outro, foi o que deu. Embora não sabemos se surtiu algum efeito. Acho que não vai ser a última vez que o veremos.

Cinco: Gosto dele como personagem, mas não como pessoa no geral. Contudo o personagem é ótimo. O ator nem se fala. Realmente parece um velho em um corpo adolescente. Morro de ri com os trejeitos dele. Quando Reginald oferece conhaque e ele sorri dizendo: “Só dois dedinhos” me acabei de ri. E imagino a frustração que é falar com a sua família enquanto você está em um nível de maturidade e de conhecimento mais avançado, porém ninguém te escuta (ou finge não escutar).

Ben: Foi mais desenvolvido nesta temporada. Gostei muito dele principalmente na cena com a Vanya. Foi triste demais ele pedindo um abraço. No fim, ele que menos conviveu com ela foi quem soube escutá-la e dizer o que ela precisava ouvir e ela quem entregou o que ela mais estava precisando durante tanto tempo. Foi lindo.

Vanya: Continua sendo a que tenho mais empatia. Apresentaram outras nuances dela bem interessantes. De rejeitada da família para alguém mais atuante. Gostei de todo o plot dela na fazenda. Só não engoli muito aquela coisa dela ter transferido uma parcela do poder para o menino.

Responder
Luiz Santiago 11 de agosto de 2020 - 17:58

Eu fiquei igual a um besta, rindo e fazendo caras e boas à medida que ia lendo a tua opinião sobre os personagens! HAUHAUHUAHAUAHUAHUAHAUAHUAHAUAHU

Responder
Elderson Gomes da Cunha 19 de agosto de 2020 - 20:07

não entendo bem as críticas a Klaus… se vc falasse com mortos e seu pai tivesse te prendido num mausoléu tbm seria viciado kkkkkkk

Responder
Léon 11 de agosto de 2020 - 16:40

Tive de ir olhar o meu comentário sobre a série na temporada 1 porque sei o que ainda sinto sobre ela, mas não lembrava o que tinha comentado. Aí o que me deparo relando minhas palavras na época?

“Acabei de ver a série hoje. De qualquer modo, farei um comentário melhor sobre as minhas impressões depois que eu digerir ela por mais tempo para não vir com mais um: “gostei e não gostei” porque já está me irritando isso. Então, por agora, vou só responder a sua pergunta.”

3 meses depois posso dar uma opinião sólida e concisa após ter digerido, ruminado, fagocitado, digerido, vomitado (perdão pelo termo) e devorado a primeira temporada na minha mente várias e várias vezes: gostei e não gostei dela! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. É, infelizmente acabo tendo aquela velha opinião formada sobre isso. Porque já parece que virou moda eu dizer “gostei e não gostei”… 🙁

Mas isso é minha opinião sobre a primeira temporada. Em relação a esta temporada não preciso de tempo para pensar, pois a resposta é uma só: A.M.E.I!

Sorry, Luiz. Te deixo na mão aqui. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.

Lembro que assisti a primeira metade da temporada anterior sofrendo. Seguindo com os episódios apenas por obrigação porque já tinha começado ela. Havia coisas interessantes em cada episódio e ótimos ganchos para os próximos? Sim. Porém a série não tinha em empolgado. Da segunda metade para o final aí sim, passei a gostar da série e querer vê-la sem ser por obrigação porque comecei a sentir maior aprofundamento e evolução na maioria (na maioria) dos personagens. E no fim a série me pegou, fazendo com que eu tivesse vontade de ver a segunda temporada e me tirando o sentimento de “não gostei” para o bom e velho”gostei e não gostei”… Teve muita coisa boa, mas também muita coisa que não gostei e manteve a balança nesse equilíbrio… Duas cenas naquela temporada me pegaram profundamente e foram responsáveis – positivamente – por manter a balança em equilíbrio.

Enfim, falando da segunda temporada, que é o objetivo daqui: concordo com você, Luiz nos pontos negativos que você alavancou na crítica sobre o “avança e não avança” da história e de muitas histórias perdidas dentro da temporada e que não serviram para o todo dela em relação ao apocalipse da vez, PO-PO-PORÉM gostei de muitas dessas histórias para o desenvolvimento mais aprofundado da personalidade de cada um. Saindo de meros personagens de infância traumática que odeiam o papai e os irmãos e todo o resto do mundo para pessoas de passado traumático que dita boa parte de suas personalidades, mas que ainda estão em desenvolvimento, crescendo (ou não) como pessoas e revelando ter outras nuances além do egoísmo e de quem mais sofreu na mão do “papai”.

Olha o tamanho desse comentário, meu Deus!

Enfim, é isso. Amei essa temporada maravilhosa apesar dos pesares e de alguns furos e inconsistências no roteiro (ou facilidades de enredo) que consigo relevar (outros nem tanto…)

Responder
Luiz Santiago 11 de agosto de 2020 - 17:58

HUAHUAHAUAHUAHAUAUHAU é todo um processo que precisa ser selado, registrado, carimbado, avaliado… 😀 Mas saiu!

Eu entendo esse amor maior por essa temporada. Tem algumas coisas aqui, especialmente no trabalho da fraternidade entre os irmãos que chamam a atenção e às vezes fazem problemas maires terem menor peso em algumas leituras, o que parece que foi o caso com você, observando o teu comentário.

O equilíbrio dramático aqui foi o ponto mais difícil de lidar, para mim. Mas terminou de modo acima da média, o que, em temos azarentos como esses, já é uma boa pedida. Imagina se decai de vez?

Responder
Léon 11 de agosto de 2020 - 19:00

Pior que é um processo mesmo para eu vir comentar aqui. Porque tem muita coisa que assisto e penso: “Gostei e não gostei” só que fico com vergonha de comentar algo tão raso assim. Porque já já o povo vai dizer: “Menino, sai de cima desse muro e te decide na vida! Ou tu gosta ou tu não gosta.”

Outras vezes durante meu processo de avaliar uma obra, começo gostando dela só que aí vou relembrando todos os erros e pontos negativos e mudo de opinião, odiando-a. O contrário também acontece muitas vezes. Por isso que às vezes fico com medo de reavaliar uma obra que gosto para não jogá-la no ostracismo de minha mente nada estruturada. Gosto mais de reavaliar obras que não gostei para ver se mudo de opinião ou jogo em um buraco profundo para o resto de minha existência.

Também há casos em que preciso assistir ou ler algo mais de uma vez para formar uma opinião concreta. “Close – Perto Demais” é um exemplo disso. Tive de assistir três vezes até realmente dar o veredicto final de que amo demais. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder
Luiz Santiago 11 de agosto de 2020 - 19:12

Mas aí fica tranquilo, você pode comentar impressões iniciais e depois fazer adendos. Ou comentar alguns pontos específicos, daqueles que mais chamaram tua atenção ou dos que você menos gostou, etc. Não precisa ser tudo completinho não.

Responder
Andressa Gomes 10 de agosto de 2020 - 19:04

Assisti numa maratona de um dia inteiro e posso concluir que foi tão boa quanto a primeira e me deixou mais ansiosa ainda para a terceira temporada.
Uma coisa que notei foi que senti um tom de irmandade dos irmãos, algo super positivo. Ben apareceu mais, Vanya pareceu mais confiante, Luther me surpreendeu também, Klaus do mesmo jeito_ só queria que ele participasse mais usando os poderes, morro de curiosidade porque o pai deles na 1° temp dizia que os poderes dele eram grandiosos e ele tinha medo de usar_
Alisson teve um arco legal. E o Cinco sendo incrível, amei todas as cenas_ o ator é muito bom, as expressões dele e o jeitinho são bem peculiares.

Responder
Luiz Santiago 11 de agosto de 2020 - 01:05

Essa temporada teve um senso fraterno MUUUUUITO mais forte que o da temporada anterior! Até o “romance” entre Luther e Allison foi tratado de forma diferente e o foco foi mesmo para a loucura toda em torno da família!

Responder
Bryan Aguiar 10 de agosto de 2020 - 09:41

O último episódio me decepcionou. Assim como você disse (mais uma vez cirúrgico santiago) essa temporada perde o foco perto do final e o expectador não sabe mais o que é climax e o que não é.
Eu nunca maratono séries, essa foi minha primeira vez poruqe eu gostei muito do começo dessa temporada, toda esquisitona e sagaz. Mas o último episodio parece de uma série completamente diferente, uma mistura de desenho da tv globinho e uma party de rpg desmotivada com um mestre desatento. Fui pego de surpresa quando os vesgos da comission aparececram no campo, achei que ia tocar a musica dos vingadores.
Eu acharia muito mais interessante se fosse mais visível eles terem causado o apocalipse por causa dos seus arcos individuais. Algo mais intrincado que desse propósito todo aquele tempo que passamos entendendo a luta da Rumor e a vida do Luther. (Mas como é uma adaptação não sei se poderiam fazer isso)

E mesmo você tendo falado que os Suecos ficaram meio soltos alí, a cena do funeral viking num barquinho a remo, só com a perna de um deles tocando Halo em sueco é maravilhosa.

Responder
Luiz Santiago 10 de agosto de 2020 - 12:46

mistura de desenho da tv globinho e uma party de rpg desmotivada com um mestre desatento

A gargalhada que eu dei com essa frase!!! MEU DEUS!!! 😀

Sensação compartilhada! E o ponto que você levantou sobre o funeral viking, idem. É uma cena muito bonita mesmo. Essa temporada não teve muito espaço para coisas poéticas ou líricas, mas essa cena foi uma das que trouxeram isso.

Responder
Celso Ferreira 8 de agosto de 2020 - 02:09

O CINCO FAZ TUDO!
Claro, ele é o mais sábio, quase um Bran Stark, mas deixar os demais só com habilidades físicas, sempre tendo que ser convencidos e conduzidos pelo Cinco, centra muito a série noCinco, essa temporada deixou isso ainda mais explícito, praticamente só ele pensa.
Na primeira temporada até foi maneiro ver o Cinco zuando todos, mas nessa temporada também ficou desgastante.
Pareceu que a história central mesmo foi o Cinco tentando reuniu os trapalhões pra voltar pro futuro.
Sei lá, tecnicamente foi uma temporada boa, mas o desenvolvimento faltou um pouco mesmo.
A minha memória afetiva com a primeira temporada é melhor do que a conexão que tive com a segunda temporada.

Responder
Luiz Santiago 8 de agosto de 2020 - 11:42

O Cinco é um fenômeno! O ator é foda e o personagem é mais foda ainda. Tanto que claramente foi o que mais facilmente os roteiristas escreveram nessa temporada…

Responder
uiu 7 de agosto de 2020 - 20:14

Possivelmente ainda extasiado por ter acabado de acabar (!) a temporada mas amei muito mais que a primeira. Manteve a loucura e a trilha sonora e melhorou as outras coisas aos poucos. Quando eu vi aquela cena final dei um grito porque ela é praticamente a mesma cena final do último quadrinho, então agora em ambas as mídias temos que torcer por continuações pra ver como o plot vai ser desenvolvido. P.S.: Nunca fui de ser fã de ninguém mas vou aproveitar que o Cinco ainda é uma “criança” pra tentar acompanhar tudo que ele fizer, o moleque é genial demais!

Responder
Luiz Santiago 7 de agosto de 2020 - 22:13

Ele é fantástico! Estou acompanhando desde a temporada passada! E ele é extremamente bem articulado, vê umas entrevistas dele no youtube!

Responder
José Victor Batista 7 de agosto de 2020 - 15:16

Vou ser mais um a dizer que gostei mais dessa temporada que do que a primeira, embora eu concorde com os pontos levantados na crítica. Mal posso esperar pra terceira temporada!

Spoilers:

– Número 5 continua sendo o melhor personagem dessa série e o Aidan Callagher é incrível.
– Klaus pode não ter feito muita coisa nessa temporada mas eu não me importo porque toda cena que ele aparece é puro entretenimento.
– Sdds Hazel e Cha-Cha.
– Os agentes da Comissão são formados na Escola Stormtrooper de Tiro-ao-alvo.
– Eu amo odiar a Gestora. Vou sentir falta dela.
– Quanto aos arcos de personagens que pareceram acabar abruptamente, tenho esperanças que isso intencional para que voltem na 3ª temporada. Será que veremos Ray, Harlan ou quem sabe até mesmo Dave na próxima temporada? Afinal os irmãos Hargreeves mudaram a linha do tempo.
– Revelar que a Lila tem poderes aos 45 do segundo tempo foi bem WTF.
– Adoro o personagem do Reginald Hargreeves. Ele é um gênio e um grandessíssimo filho da mãe. Posso esperar Umbrella vs Sparrow Academy na próxima temporada, mas não me surpreenderia se eles concordassem em uma coisa: eles tem um pai péssimo.

Responder
Luiz Santiago 7 de agosto de 2020 - 18:37

Achei interessante o que você levantou sobre o Reginald. Eu só consegui criar uma aproximação (mesmo que de ódio) aqui nessa temporada. Na anterior era apenas uma “presença FDP”, mas faltava vê-lo mais para sentir mais o personagem…

Responder
Roneliojunior Rodrigues 6 de agosto de 2020 - 18:18

Muito boa essa série, muda o conceito do que chamamos de heróis do que estamos acostumados a ver, e a segunda temporada ainda conseguiu mostrar mais do lado humano dos personagens, que apesar de salvarem o mundo ainda tem que voltar para casa e enfrentar seus demônios. Nem imagino como será a terceira temporada, mas espero que continue com o mesmo padrão.

Responder
Luiz Santiago 6 de agosto de 2020 - 18:39

Se puder Doom Patrol, veja! É uma elevação às alturas desse conceito.

Responder
Oscar 4 de agosto de 2020 - 21:03

Acabei assistindo a temporada em uma maratona e no fim achei que conseguiram fazer um enredo fechado ainda que pareça que alguns arcos foram não encerrados, mas descartados ou simplificados.

Gostei como souberam evoluir os personagens fazendo com que eles possam passar alguns anos longe de suas bagagens emocionais antes de se agruparem. Os irmãos ainda tem problemas de comunicação, mas ficarem na mesma sala sem uma tentativa de assassinato quase acontecer já é uma boa mudança.

Spoilers:

-Luther acabou saindo de trabalhar para uma figura paterna criminosa para outra, não sei se era impressão minha, mas Tom Hopper me parecia sempre com a mesma expressão facial. Estou curioso de como ele vai lidar com os problemas paternos na próxima temporada e essa imagem deles no elevador ainda me faz abrir um sorriso quando lembro o que Luther estava fazendo.
-Aidan Gallagher e David Castañeda pareceram muito mais confortáveis em seus papeis, por mim Gallagher convence tanto como um velho assassino preso como um adolescente que merece prêmios.
-Robert Sheehan e principalmente Emmy Raver-Lampman poderiam ter recebido mais cenas que os destacassem já que tinham núcleos com muitas pessoas, ou pelo menos poderiam ter usado melhor o tempo deles.
-Gostei de ver Allison controlar o uso de seus poderes por anos mesmo em uma situação péssima e Klaus acho que nem usou os dele nessa temporada, Ben não conta. Acho que a parte que pecaram nessa temporada foi deixarem o irmão fantasma sem ter interações com o resto da família, tirando a possessão e o sacrifício no final.
-Fico feliz de terem se lembrado de todas as outras crianças com poderes que nasceram do nada. Espero que descartem a Comissão, uma empresa de viajem no tempo com os piores atiradores que existem que surgiu depois do apocalipse parece o tipo de coisa que poderia ficar complicada demais se continuasse aparecendo, ainda não entendi se o Cinco velho estava lá para causar a morte do presidente ou garantir ela, aconteceu sem a influencia dos irmão.
-Sobre a Vanya só quero ver ela controlando seu modo Fenix Branca. Quero ver todos lutando como lutaram nos primeiros minutos da temporada.

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Luiz Santiago 5 de agosto de 2020 - 16:08

Todos aqui têm problemas com figura paterna, ma Luther e Diego são assim… gritantes!

Responder
Pedro Teixeira 4 de agosto de 2020 - 20:53

Acho que sou um dos poucos que gostou mais da primeira temporada que da segunda.
Não sei explicar direito, mas o drama da Vanya apresentado na temporada anterior era bem mais interessante que quase toda a história exibida agora, cheia de subnúcleos e novos personagens pouco intrigantes. Preciso mencionar que achei aquele último episódio bem vergonha alheia e aleatório, mesmo tendo um gancho interessante asuhahsuuh.

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Luiz Santiago 5 de agosto de 2020 - 16:08

Eu também gostei mais da primeira!

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clay alvez 4 de agosto de 2020 - 18:39

eu gostei bastante dessa temporada, mas acho que prefiro a primeira

eu tenho medo da série se perder nessas mudanças de cenário, por exemplo, se você fizer uma análise bem rasa dessa temporada, só aconteceram 3 ou 4 coisas de relevante pras próximas temporadas (óbvio que, como eu disse é uma análise bem rasa porque eu ainda não vi a terceira temporada) e não era necessário que eles estivessem em Dallas de 1963, então tenho medo da série despirocar nessas mudanças de ambiente

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Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 22:16

Eu entendo seu ponto. O ruim é essa mudança de cenário acontecer com uma linha de eventos bem caótica… Fica complicado, porque a temporada acaba sofrendo pela falta de foco… Aí já viu, né.

Responder
Andressa Gomes 4 de agosto de 2020 - 18:39

Mal posso esperar para assistir essa temporada e fico feliz que muita gente tenha gostado dessa 2° temporada. Porque me sentia estranha em ter gostado muito dessa série desde o começo.
PS. Gosto e fico com um aperto no peito pensando se a netflix vai cancelar.

Responder
Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 19:56

Eu gostei mais da primeira que dessa, mas ainda assim o resultado aqui é bom! E parece que eu to sozinho mesmo, porque geral tá gostando bem mais dessa segunda!

Tomara que não cancelem. Ou pelo menos deem um final digno para a série, né.

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Fórmula Finesse 5 de agosto de 2020 - 11:49

SIM! Só você gostou mais da primeira temporada, e SÓ você gostou daquela dancinha enjoada; fiquei aliviado que aquilo não se estendeu muito tempo e nem com os outros integrantes, seria constrangedor – rsrsrsrsr
https://uploads.disquscdn.com/images/1521ad0d32a05407cfb4e628a5999c9cf274fddee79cf9a47bbf712e042c81ff.jpg

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Matheus Felipe 4 de agosto de 2020 - 18:39

Achei essa temporada acima da anterior (desculpa Santiago, mas vou ser mais um a te abandonar nessa rsrs). As atuações e desenvolvimento da maior parte do elenco melhoraram muito, reclamei d+ do ritmo da primeira e os diversos diálogos expositivos e, na atual temporada isso ficou bem balanceado (mas quero Hazel e Cha-Cha de volta). Concordo que faltou ao roteiro dar mais importância a eventos como o da Allison, EUA x URSS e,de quebra, o pobre coitado do Elliot. Ah, ressalto também a revelação do Reginald ser um alien, quem não leu a hq exercitou a cabeça pra entender como isso pode fazer sentido.
Em resumo, diria que a primeira temporada tem os momentos mais marcantes da série, enquanto a sequência tem um balanceamento/desenvolvimento mais orgânico.

Obs : A tentativa de engrandecer o último episódio com o “quanto maior, melhor” me deixou com vergonha, ainda assim foi um ótimo finale graças aos eventos seguintes.

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Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 19:49

Caramba, mas mesmo gostando mais que a primeira, vai abandonar? De verdade? Ou eu não peguei a ironia? SOCORRO!

Responder
Matheus Felipe 4 de agosto de 2020 - 23:21

O abandonar ali se refere a ser mais um que preferiu a temporada atual, ou seja, desculpa por te deixar ser o lobo solitário dessa vez kkkk. Lógico que tô ansioso pela próxima temporada.

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Luiz Santiago 5 de agosto de 2020 - 16:52

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!! Agora a ficha caiu!

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Zoom 4 de agosto de 2020 - 17:47

o que eu estou em duvida é como a serie vai manter o numero cinco, ja que o autor é adolescente e provavel que na proxima temporada ele ja esteja um pouco diferente, e o personagem não envelhece na serie se não me engano, de resto temporada conseguiu superar a primeira e a trilha sonora foi absurda, otima critica luiz, como sempre.

Responder
Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 19:33

Valeu, @disqus_3w9sVcljij:disqus! E olha, esse negócio de manter o ator é mesmo um “problema”. Como só li o primeiro volume nos quadrinhos, não sei se tem um tratamento específico para isso lá, mas na TV eles certamente vão inventar qualquer desculpa minimamente compreensível tipo (fez muitas viagens no tempo recentemente, enfrentou um apocalipse, comeu muito aspargo, esse tipo de coisa HAUAUHAUHAUAHUAHAUHAUAHUA)

Responder
João Victor Campos 5 de agosto de 2020 - 18:05

Passando rapidamente para falar que o Cinco envelhece sim, tão naturalmente quanto os outros irmãos. Ele só voltou a ser adolescente porque errou os cálculos quando foi pular no tempo lá na primeira temporada. Acredito que devem manter o ator envelhecendo mesmo, já que o Aidan atua muito bem.

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Sussurrador 4 de agosto de 2020 - 17:34

Trocaram as estrelas por sirenes?Ou é nível de alerta?

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Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 19:27

Dá uma passada lá no nosso lindíssimo Editorial! O grande mistério da sirene será revelado!

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Fórmula Finesse 4 de agosto de 2020 - 11:21

Gostei bastante, bem mais do que a primeira temporada, trouxe temas relevantes, amadurecimentos e “apocalipses” sem a solenidade exagerada de Dark por exemplo, balanceando legal uma série de vários ingredientes. É curioso a gente examinar a extensa fratura social que o assassinato de JFK teve nos Estados Unidos; tanto em Umbrella como em Novembro de 63 (livro de de S.King), é preciso aceitar a morte do presidente, pois em caso contrário, um hecatombe global seria sempre o destino da humanidade
É um saída, um recurso, digamos…conveniente. E essas coisas incomodam um pouco – SPOLIERS:]






Número um e Alisson em nenhum momento pensaram em evitar essa tragédia nacional que se avizinhava dia após dia, mesmo após estarem integrados em Dallas; só Diego teve o insight de herói (Vanya não lembrava e Cinco sabia do contexto sobre isso).
A relação foto do funcionário do fundador da Academia na colina gramada, com o resto da trama também me parece um pouco confusa. A foto gerou uma busca, mas essa mesma foto era um subterfúgio para evitar uma ação de Diego, gerada pelo próprio retrato? A coisa existia antes de precisar existir…(Dark de novo – rsrsrsr).
Enfim, curti bastante, boa surpresa – tomara que venha mais forte numa terceira temporada.

Responder
Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 18:39

A terceira temporada terá como conveniência, digamos assim, um interessante enfrentamento logo de cara. Estou curioso para ver como as duas Academias vão interagir ou tentar se matar.

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Criticando Filmes e Séries 4 de agosto de 2020 - 10:43

Acho que a temporada está mais confiante e superior a passada, melhora muito, mas ainda parece obcessiva em tentar desenvolver um monte de elementos micro pra cada personagem e no final não dá muita coisa. Mas tem personagens que não tem esse desenvolvimento tão aguçado, como a Lila, que pouco é desenvolvida (e tem um plot Twist forçado dms no final). É melhor, mais ainda tem o que melhorar.

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Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 17:47

Acho que o daquele final veio pelo tempo quase nenhum de construção DAQUELA revelação em si, pra gente olhar e pensar “taí algo que faz sentido com base em…“. Tipo, não tem isso aqui. Aí é foda.

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Junito Hartley 4 de agosto de 2020 - 10:08

Essa 2 temporada foi muito melhor de longe que a 1, de novo o numero 5 roubou a cena, o guri é um mito atuando, alguém sabe dizer se essa 2 temporada foi gravada assim que acabou a 1 porque ele fisicamente ta igual a 1, e geralmente adolescente muda fisicamente de uma temporada pra outra. Também tenho que elogiar a trilha sonora dessa temporada que ta foda demais, ja baixei umas musicas que gostei da serie. Que venha logo a 3 temporada pois o gancho deixado foi muito bom.

PS: Nao poderia deixar de elogiar o novo designer do site que ta bem bonito, parabéns pra todos do Plano Critico, tamo junto!!!!

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Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 14:47

Aidan Gallagher é foda. O moleque tem uma baita carreira pela frente, viu. Gosto demais do trabalho dele aqui e cara, fiquei pensando a mesma coisa, como é que o menino passando de 16 pra 17 anos não mudou nada? Gente nessa idade praticamente dorme e acorda outra pessoa hahahahahhahahahahahahahahhahahahahah

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Wagner 4 de agosto de 2020 - 09:40

Eu curti levemente mais que a primeira temporada, porém concordo com cada ponto da crítica. Acho que os defeitos não tiveram tanto peso assim pra mim

Há spoilers

Vou começar especialmente por Luther, o Número Um. Ele foi, de longe, o personagem mais sem graça da temporada passada e aqui simplesmente se tornou um dos meus preferidos. Não tenho do que reclamar nada dessa vez da atuação do Tom.
Diego estava incrivelmente insuportável. Não curti em nenhum momento. E exceto pra ele e Klaus, eu senti melhora para todos. Não que o Número 4 tenha decaído, mas senti que ele era muito mais sociável anteriormente.
Número Cinco foi o MVP dessa temporada sem dúvida alguma.
Ellen Page mostra que sabe fazer expressões muito bem e Alisson estava um amorzinho.
Novas adições como Lila, Sissy, Ryan e todo o resto foram muito bem vindas.
Herb mehor personagem hahahahaha

A dinâmica entre os irmãos ficou ainda melhor, porém foi até um pecado ter poucos momentos juntos e um vai e vem danado para as locações que eram sempre as mesmas.

Trilha sonora impecável. Manteram a mesma qualidade aqui
Melhora brusca nos efeitos, apesar de eu ainda achar que sempre há um fundo verde várias vezes. Não sei se é a estétca da série mesmo ou um mal acabamento.
Mas tanto a primeira cena de ação quanto a última foram muito bem elaboradas

Mas se tem algo que me incomodou, foram certas inconsistências.
– Luther aguenta um tiro de míssil nas costas, mas é erguido por um soco de um cara grandão. Não falo nem dos machucados do rosto, mas é difícil acreditar que ele seria levantado por um gancho sendo que não se moveu um centímetro depois de ser atingido pelo disparo.
– Número Cinco sai no soquinho contra um dos Suecos, mas depois dá uma de ninja contra a Lila. O problema aqui no caso foi a cena do corredor mesmo, visto que ele mostra ser um baita lutador em outros momentos.
– Quiseram causar um efeito de FODEU GERAL quando toda a artilharia da Comissão vai para campo e não se atentaram a ninguém levar um tiro. Uns 2000 contra cinco e ninguém acerta uma bala?
– Essa aqui é mais pela dúvida mesmo. Como o Hargreeves sabia quem não deveria adotar? E mesmo que os bebês apresentam os poderes já no recém nascimento, ele deveria em não adotar o Ben? Ele não o conheceu no passado, mas fico me perguntando qual critério que diferencia ele dos demais para que pudesse ser adotado.

Outra coisa é o fato de praticamente todo mundo estar incrivelmente irritante no episódio da “Olga”, até mesmo o Ben. E a única utilidade dos Suecos foi para matar a Gestora mesmo, sendo que se essa tivesse programado a Maleta para mais tempo ao dar para o Número Cinco, teria concretizado melhor seus planos.

Exceto por essas dúvidas e da Vanya ser novamente a causa do Apocalipse (poderia seguir as hq’s nesse caso), curti praticamente tudo.
Não senti tanta enrolação como na temporada passada, em que pareciam haver uns 5~10 minutos a mais do que o necessário em cada episódio.

Responder
Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 12:51

Eu tô me sentindo aquele “rejeitado da festa” em relação à percepção geral da temporada. TODO MUNDO do meu ciclo pessoal (irmãos, amigos, colegas) gostaram beeeeeeeeeeeeeeeeeem mais dessa temporada que da anterior e eu to: “hummm… sei não, hein, gente, vocês estão TODOS ERRADOS e eu sozinho é que to certo“. HAUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUAHUAHA

Pô, que ódio todo esse com o Diego! Tsc tsc tsc, vai ajoelhar no milho!

Eu quero o Herb em todos os episódios na próxima temporada! Ele é demais!

Eu AMEI a cena de abertura. Achei bem a cara apocalipse de verdade e jurava que a temporada seria uma batalha contra os soviéticos. Quebrei a cara.

Sobre o Hargreeves, é porque ele é alien, não é? Deve ter alguma coisa a ver com isso. Pelo menos é uma possibilidade palpável…

E os suecos… aff… Por que, né, cara? Sem comentários…

Responder
Wagner 4 de agosto de 2020 - 13:29

É uma série grande demais para mentes pequenas. Não, péra

Para mim eles perderam uma oportunidade enorme do Diego ser o “causador” do Apocalipse. Evitar a morte do JFK faria com que o atual presidente compartlhasse de uma informação que acarretaria no fim do mundo, então Diego se culparia por isso e dariam um drama mais verdadeiro para ele.

Eu estou bem encucado com esse lance do Hargreeves e da adoção Caso cada bebê já tenha vindo com seus nomes (não me lembro quem os deu na primeira temporada, se é que isso foi abordado), seria uma saída bem aceitável. Caso não seja isso, acaba ficando mais dúvida a respeito do Ben. Se ele não adotou aqueles porque pensava em adotar e então mudou de ideia (como se substituísse um a cada escolha), por que permaneceu com o Ben? Talvez o fato dele ser alien deve ter relacionado a alguma tecnologia. Se os terráqueos tem uma que corrige o tempo, por que os aliens também não teriam?

Os Suecos só foram pra cenas de ação mesmo (e nem foram tão bem feitas assim com eles)

Responder
Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 18:53

Será que ele está tentando compensar algo relacionado ao Ben? Culpa? Será que ELE tem algo a ver com a morte do menino? Sua suposição sobre os aliens também é muito interessante.

Responder
Wagner 4 de agosto de 2020 - 19:21

Culpa? Jamais hahahaha. Não vejo Hargreeves se sentindo culpado pela morte do Ben. Acho mais provável ter ido atrás dele e provar para a outra equipe como a nova Academia é mais eficiente que antiga (já que no funeral do menino fica subentendido que a culpa foi das crianças mesmo).

Sobre a outra equipe de desajustados, você pretende lançar uma crítica para os dois últimos episódios ou vai ter a de Dad Patrol ainda?

Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 19:49

Eu vou lançar a crítica com os 2 últimos episódios. No sábado já estava todo torto por conta das mudanças vindouras, aí adiei.

Oscar 4 de agosto de 2020 - 21:19

Os originais ganharam os nomes da mãe robô quando eram crianças. Acho que como ele não conheceu o Ben no jantar ele ainda o adotou, a duvida fica se ele encontrou os novos filhos o que aconteceu com os originais naquela realidade.

Responder
Junito Hartley 4 de agosto de 2020 - 12:42

Rapaz aquele cena no final da serie dos milhares de agentes e NENHUM acertou UM TIRO foi tosco demais, como que fazem uma cena daquela?!!

Responder
Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 13:04

Quem disse que a Síndrome de Stormtroopers não pegava?

Responder
Junito Hartley 4 de agosto de 2020 - 13:04

Aquele povo ali é pior que Stormtroopers, FACIL! hehe

Responder
Luiz Santiago 4 de agosto de 2020 - 17:56

Quem diria que teriam concorrentes, hein!

Wagner 4 de agosto de 2020 - 13:29

Não apenas isso.
Diego vê um vídeo falando do ambiente mais importante da Comissão e se dirige até ele.
Chega lá e não tem ninguém no ambiente mais importante da Comissão.

Responder
Léon 11 de agosto de 2020 - 00:24

Foi a primeira coisa que pensei quando vi ele abrindo a porta da sala. “Convenientemente estará vazia.” E, surprise! Estava vazia. Aí como é uma história que fala de viagem no tempo e de pessoas manipulando outras eu cheguei a pensar que já era um plano da Gestora porque queria que tudo aquilo acontecesse. Mas não era. Na maioria das histórias de viagem no tempo certas coisas ocorrem de forma tão conveniente que só consigo pensar que o próprio tempo deseja ser alterado (o que, dependendo da teoria seguida, isto não poderá acontecer já que o sistema não altera o sistema, é necessário algo externo para que isso ocorra).

Uma coisa que não entendi: A Gestora matou lá o carinha da sala de fluxo do tempo (esqueci o nome dela. A sala de As Telefonistas…) para que – aparentemente – ninguém soubesse da grande anomalia ocorrendo no fluxo do espaço-tempo causada pelo Harlan – eu acho – mas aí ela leva aquele exército inteiro para lá. No meio de uma nevada limitada somente a um celeiro qualquer e seus arredores em uma fazenda em Dallas. E eu: “Acho que alguém vai acabar desconfiando, não?” A não ser que o plano dela fosse matar aquele povo todo… Enfim, parei de pirar aqui.

Responder
Wagner 11 de agosto de 2020 - 08:19

Não tinha parado pra pensar no fato de todo o exército saber do Harlan (coisa óbvia, por sinal) kkkk
E vendo mais a fundo, os “Rebeldes” de certa forma descobriram o que houve. Será que não dava pra Gestora ter apagado os arquivos ou eles já sabiam? Tá aí o tipo de coisa que a gente aproveita melhor se não ligar muito rs

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