Home TVEpisódio Crítica | The Walking Dead – 6X12: Not Tomorrow Yet

Crítica | The Walking Dead – 6X12: Not Tomorrow Yet

por Ritter Fan
154 views (a partir de agosto de 2020)

  • Observação: Há spoilers do episódio e da série. Leiam a crítica de todas as demais temporadas, dos games e das HQs, aqui.

Se nos concentramos única e exclusivamente na ação central de Rick e companhia na base dos Salvadores, Not Tomorrow Yet é um excelente episódio da série. A ação é tensa, eficiente e desesperante, com a participação de um significativo número de personagens que não costumamos ver em momentos assim tendo que lidar com situações complicadas, como são os casos de Glenn e Gabriel e até mesmo dos “novatos” Heath e Aaron.

Nesta sequência, a direção de Greg Nicotero e a fotografia de Michael E. Satrazemis, dois dos melhores nomes constantemente conectados com a série, alcançam o efeito que eles costumeiramente conseguem arrancar do espectador: desespero daquele de roer unhas e uma atmosfera massacrante. É particularmente fantástica a escolha de Satrazemis – que ele já usou antes – em colocar sua câmera no meio da ação, permitindo até mesmo que ela funcione direta e claramente como o olhar do espectador ao, por exemplo, deixar a objetiva ficar suja de sangue. A iluminação das externas noturnas e dos interiores sem luz (nos quartos dos Salvadores) é impecável no confronto temático entre o certo e o errado, entre matar ou deixar viver, bastando para isso ver o momento mais importante do episódio, quando Glenn finalmente mata pela primeira vez. Aliás, palmas aqui para Steven Yeun por mostrar, mesmo tendo pouquíssimo tempo à frente das câmeras, aquele misto de dúvida, hesitação e horror em que realmente podemos acreditar, tornando-nos cúmplices do que ele tem que fazer pelo bem maior ao mesmo tempo que nos fazendo condená-lo pelo assassinato a sangue frio. Yeun pode não ter tido muito o que fazer nesta sexta temporada, mas esses poucos segundos redimiram o ator e seu personagem.

A trilha de Bear McCreary foi também muito bem utilizada ao longo do morticínio patrocinado por Rick e sua turma, pontuando a tensão e dando cadência à narrativa que, em grande parte, é sem diálogos. A música do compositor da série (e que também foi/é responsável por excepcionais trabalhos na televisão como o reboot de Battlestar Galactica e Agents of S.H.I.E.L.D.) tem sido parte integrante e crucial de momentos-chave da narrativa agora comandada por Scott M. Gimple e este episódio foi um dos mais recentes que melhor utilizou seu trabalho.

Se eu tivesse que julgar Not Tomorrow Yet apenas pelos aspectos técnicos da referida sequência de ação, talvez minha avaliação o colocasse como um dos melhores da série até agora. Mas, infelizmente, não é assim que a banda toca.

Depois de estabelecer Rick como o sobrevivente do apocalipse zumbi mais paranoico e eficiente da série, Gimple, por intermédio do roteiro de Seth Hoffman, nos pede para acreditar que ele atacaria uma base inimiga depois de ver alguns rabiscos em uma folha de papel feitos por alguém que pode ou não estar falando a verdade ou que pode ou não realmente saber alguma coisa sobre o lugar e as pessoas alvos da operação. Chega a ser patética a tentativa de dar credibilidade à tresloucada ação com aquele minuto de narração em off com desenhos de jardim de infância.

Ainda que Rick tenha tentado dar solenidade à escolha de atacar os Salvadores, reunindo os alexandrinos na Igreja e, como um grande messias (o halo criado pelo vitral da Igreja intensifica esta característica), apresentando seu “plano” e discutindo com Morgan (mais um momento que tenta emprestar verossimilhança à história), a grande verdade é que é difícil – muito difícil – aceitar o que  acontece em seguida. Não é que este crítico já tenha lido os quadrinhos, pois isso não importa na verdade, mas qualquer espectador de 8 ou 10 anos de idade saberia muito claramente dizer que um ataque como o tentado por Rick é completamente insano, sem eira nem beira, contra uma estrutura que muito obviamente não é a principal dos vilões. Um espectador um pouquinho mais velho identificaria a razão: Gimple tem ainda quatro episódios pela frente e precisa enrolar o máximo possível, mas enrolar sem que sangue seja derramado ou que algum tipo de sequência “bacana” vá para o ar poderia gerar desinteresse pela série (uma besteira, pois The Walking Dead tem um público cativo que, aparentemente, veria a série mesmo que Gimple fizesse um crossover em stop-motion de meia temporada com os Ursinhos Carinhosos). A cereja no bolo, claro, é Rick levar Maggie grávida para lá, simplesmente porque “ela quis”, o que é código navajo para “cara pálida mané será refém” (sim, sou 1/8  nativo americano – ou índio, como aprendi na minha época – e sei dessas coisas…).

O resultado é o que vimos em Not Tomorrow Yet: uma irretocável sequência de ação que parte de uma premissa idiota, ou, melhor dizendo, ofensiva aos espectadores da série. Um pouco mais de calma e tranquilidade teria feito muito bem aqui, pois o episódio até pode ter deixado muita gente agarrando a ponta do sofá com toda a força, mas a ação é vazia e trai os princípios estabelecidos pelo próprio showrunner. E nem me venham dizer que Rick mudou depois da invasão zumbi em Alexandria e da morte de Jessie, pois mudar é uma coisa, emburrecer é outra completamente diferente.

Àqueles que ficaram se perguntando, depois do pulo temporal de No Way Out, o que aconteceu com Carol e Morgan, tiveram sua resposta no prólogo do episódio e, não sei se foi rabugice minha, mas eu preferiria ter continuado na ignorância do que descobrir que Carol, agora, é a Coelhinha da Páscoa de Alexandria e que ela tem um romance “bonitinho” com Tobin (Jason Douglas), personagem “indigente-pero-non-troppo” da série. E o mesmo vale para Morgan, que parece um menininho levado que sabe que fez coisa errada e tem vergonha de olhar para as pessoas. Claro que nem estou contando com a reiteração dos romances pré-existentes que já perdi a conta quantos são e que estão começando a me dar nos nervos.

Enquanto escrevia esta crítica, fiquei pensando que peso daria à maravilhosa sequência de ação que, se vista de forma estanque, mereceria (como mereceu) os mais altos elogios, em relação resto. Cheguei à conclusão que, mesmo que a nota acabe não refletindo exatamente o que escrevi, o trabalho de direção e de câmera da dupla Nicotero-Satrazemis merece a maior parte da atenção, pelo que seu peso foi maior no resultado final. Certo ou errado, o que realmente interessa é que Gimple pare de tratar o espectador como alguém que sempre aceitará suas invencionices e parta para fazer algo realmente consistente.

The Walking Dead – 6X12: Not Tomorrow Yet (EUA, 06 de março de 2016)
Showrunner: Scott M. Gimple
Direção: Greg Nicotero
Roteiro: Seth Hoffman
Elenco: Andrew Lincoln, Norman Reedus, Steven Yeun, Lauren Cohan, Chandler Riggs, Danai Gurira, Melissa McBride, Michael Cudlitz, Lennie James, Sonequa Martin-Green, Josh McDermitt, Christian Serratos, Alanna Masterson, Seth Gilliam, Alexandra Breckenridge, Ross Marquand, Austin Nichols, Tovah Feldshuh, Michael Traynor, Jordan Woods-Robinson, Katelyn Nacon, Corey Hawkins, Kenric Green, Ethan Embry, Jason Douglas, Tom Payne, Xander Berkeley
Duração: 43 min.

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205 comentários

Kevin Kempner 10 de março de 2016 - 20:52

Mais uma boa crítica, Ritter. Vamos às minhas consideracoes sobre este e os episódios anteriores:

– Acho totalmente plausível a falta de comida em Alexandria, o problema é ela ser arremessada na história absolutamente DO NADA na história. Acho plausível mas perde um pouco de credibilidade o fato de esse tema não ter sido abordado desde o início da temporada.

– Não acho que o ataque ao grupo de Negan descaracterize o grupo de Rick, é uma questão de sobrevivência: 1) Eles precisam de comida (mas sim, eles poderiam arrumar comida de outra forma rsrs) 2) Eles foram atacados pelo grupo do Negan anteriormente, e sim, era uma questão de tempo para serem descobertos em Alexandria e possivelmente serem pegos de surpresa. Juntou-se o útil ao agradável.

– Achei sensacional a série mostrar o desconforto da Tara em fazer uma aniquilacao à um outro grupo (ela fez isso com o grupo do Rick, quando vivia na comunidade liderada pelo Governador). Afinal, o grupo de Rick não conhece o grupo de Negan, só ouviu falar por pessoas que eles nem conhecem que se não se trata de boas pessoas.

– O plano do Rick foi bem safado mesmo, se baseando em dois desenhos idiotas. Eles tinham o efeito surpresa, sim, mas não sei se era o suficiente para encorajar um ataque contra um grupo tão grande.

– Eu acho que os homens que o Glenn matou dormindo já estavam mortos. Não é possível existir um sono tão profundo. Vai ver foi um ataque cardíaco coletivo..

– Por fim, acho que o Gimple errou na mão nesse ataque na surdina do grupo do Rick (apesar de muito bem produzido). Pelo pouco que li das HQs, o grupo de Negan que sempre atacou o grupo de Rick, que apenas havia se defendido. Acho que isso tornava a apresentacao de Lucille tão dramática. Agora, com esse ataque covarde, acho que Gimple deu um pouco de razão pra Lucille entrar em cena.

– Por fim, lembro de você ter comentado que Gimple estava seguinda à risca os HQs nos últimos dois episódios. Acho nesse ele fugiu um pouco, certo?

Acho que é “só” isso..

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 22:12

@Ke@kevinkempner:disqus, obrigado pelo excelente comentário e pelo elogio. Responderei/comentarei cada um de seus pontos, na ordem em que os colocou:

– Falta de comida: Exatamente isso. Perfeitamente compreensível faltar comida, mas foi feio faltar comida de repente, do nada, ao ponto de levar a esse desespero todo. Gimple tinha a obrigação de ter tratado isso desde o começo da temporada.

– Descaracterização do grupo de Rick: Sobrevivência não deveria ter como primeiro recurso o assassinato a sangue frio de um grupo que nunca fez mal diretamente ao grupo de Rick (eles tentaram fazer algo, mas foram explodidos e meses se passaram). Pareceu-me uma correria desenfreada para chegar a um resultado que poderia ter sido trabalhado de forma mais orgânica na narrativa.

– Desconforto de Tara: Excelente momento mesmo. Aliás, o ponto que você levanta é mais um que mostra que Rick não poderia ter escolhido agir da maneira que agiu assim logo de cara. Ele não está sendo melhor do que o Governador…

– Plano safado: Safa e BURRO. E ele é ex-policial e tem um ex-militar e um rastreador no grupo dele…

– Sono profundo: Os caras estavam todos cheios de Rivotril concentrado injetado na veia, só pode ser…

– Gimple errou na mão: Errou, mas se ele usar isso para trabalhar justamente a questão de quem está certo ou errado, equilibrando a vilania de Negan com a vilania (sim, vilania) de Rick, a história pode ficar muito bacana.

– HQs: Esse episódio foi completamente fora das HQs. O exato oposto do anterior…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 22:12

@Ke@kevinkempner:disqus, obrigado pelo excelente comentário e pelo elogio. Responderei/comentarei cada um de seus pontos, na ordem em que os colocou:

– Falta de comida: Exatamente isso. Perfeitamente compreensível faltar comida, mas foi feio faltar comida de repente, do nada, ao ponto de levar a esse desespero todo. Gimple tinha a obrigação de ter tratado isso desde o começo da temporada.

– Descaracterização do grupo de Rick: Sobrevivência não deveria ter como primeiro recurso o assassinato a sangue frio de um grupo que nunca fez mal diretamente ao grupo de Rick (eles tentaram fazer algo, mas foram explodidos e meses se passaram). Pareceu-me uma correria desenfreada para chegar a um resultado que poderia ter sido trabalhado de forma mais orgânica na narrativa.

– Desconforto de Tara: Excelente momento mesmo. Aliás, o ponto que você levanta é mais um que mostra que Rick não poderia ter escolhido agir da maneira que agiu assim logo de cara. Ele não está sendo melhor do que o Governador…

– Plano safado: Safa e BURRO. E ele é ex-policial e tem um ex-militar e um rastreador no grupo dele…

– Sono profundo: Os caras estavam todos cheios de Rivotril concentrado injetado na veia, só pode ser…

– Gimple errou na mão: Errou, mas se ele usar isso para trabalhar justamente a questão de quem está certo ou errado, equilibrando a vilania de Negan com a vilania (sim, vilania) de Rick, a história pode ficar muito bacana.

– HQs: Esse episódio foi completamente fora das HQs. O exato oposto do anterior…

Abs,
Ritter.

Responder
Kevin Kempner 11 de março de 2016 - 00:09

Concordo com tudo, não é a toa que ultimamente só tenho lido as suas críticas (não apenas sobre the walking dead). E realmente não tinha pensado no vasto campo que Gimple terá para trabalhar quanto às vilanias de Negan e Rick, seria muito interessante ver isto ser abordado. Vou torcer para que o grupo de Rick não seja tratado apenas como vítima desta vez.

Abraços.

Responder
planocritico 11 de março de 2016 - 17:59

Obrigado pelo prestígio, @kevinkempner:disqus. Agora pesou a responsabilidade aqui… HAHAHAHAHHA

Se Gimple não usar essa “vilania justificada de Negan” para tornar mais difícil o espectador detestar o personagem, ele errará feio, já que ele estabeleceu o grupo de Rick como sendo formado por assassinos frios.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 11 de março de 2016 - 17:59

Obrigado pelo prestígio, @kevinkempner:disqus. Agora pesou a responsabilidade aqui… HAHAHAHAHHA

Se Gimple não usar essa “vilania justificada de Negan” para tornar mais difícil o espectador detestar o personagem, ele errará feio, já que ele estabeleceu o grupo de Rick como sendo formado por assassinos frios.

Abs,
Ritter.

Responder
Kevin Kempner 11 de março de 2016 - 00:09

Concordo com tudo, não é a toa que ultimamente só tenho lido as suas críticas (não apenas sobre the walking dead). E realmente não tinha pensado no vasto campo que Gimple terá para trabalhar quanto às vilanias de Negan e Rick, seria muito interessante ver isto ser abordado. Vou torcer para que o grupo de Rick não seja tratado apenas como vítima desta vez.

Abraços.

Responder
Kevin Kempner 10 de março de 2016 - 20:52

Mais uma boa crítica, Ritter. Vamos às minhas consideracoes sobre este e os episódios anteriores:

– Acho totalmente plausível a falta de comida em Alexandria, o problema é ela ser arremessada na história absolutamente DO NADA na história. Acho plausível mas perde um pouco de credibilidade o fato de esse tema não ter sido abordado desde o início da temporada.

– Não acho que o ataque ao grupo de Negan descaracterize o grupo de Rick, é uma questão de sobrevivência: 1) Eles precisam de comida (mas sim, eles poderiam arrumar comida de outra forma rsrs) 2) Eles foram atacados pelo grupo do Negan anteriormente, e sim, era uma questão de tempo para serem descobertos em Alexandria e possivelmente serem pegos de surpresa. Juntou-se o útil ao agradável.

– Achei sensacional a série mostrar o desconforto da Tara em fazer uma aniquilacao à um outro grupo (ela fez isso com o grupo do Rick, quando vivia na comunidade liderada pelo Governador). Afinal, o grupo de Rick não conhece o grupo de Negan, só ouviu falar por pessoas que eles nem conhecem que se não se trata de boas pessoas.

– O plano do Rick foi bem safado mesmo, se baseando em dois desenhos idiotas. Eles tinham o efeito surpresa, sim, mas não sei se era o suficiente para encorajar um ataque contra um grupo tão grande.

– Eu acho que os homens que o Glenn matou dormindo já estavam mortos. Não é possível existir um sono tão profundo. Vai ver foi um ataque cardíaco coletivo..

– Por fim, acho que o Gimple errou na mão nesse ataque na surdina do grupo do Rick (apesar de muito bem produzido). Pelo pouco que li das HQs, o grupo de Negan que sempre atacou o grupo de Rick, que apenas havia se defendido. Acho que isso tornava a apresentacao de Lucille tão dramática. Agora, com esse ataque covarde, acho que Gimple deu um pouco de razão pra Lucille entrar em cena.

– Por fim, lembro de você ter comentado que Gimple estava seguinda à risca os HQs nos últimos dois episódios. Acho nesse ele fugiu um pouco, certo?

Acho que é “só” isso..

Responder
Raoni De Lucia 10 de março de 2016 - 12:04

Desconfiei mesmo que a Tara estava grávida, exatamente na cena em que ela está com a namorada, concordo com o texto e acho que não foi um episódio ruim, porém um plano completamente sem pé nem cabeça e covarde, e as perguntas que Rick cisma em falar para os recém conhecidos? Pra ele não se aplica? Resta agora esperar pelo Negan que agora tem todos os motivos pra chegar arregaçando em Alexandria ou onde ele quiser. E a cena totalmente clichê do padre Gabriel me lembrou também “Santos Justiceiros” em que o Norman Reedus participa do segundo filme.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 12:16

Boa lembrança de Santos Justiceiros! Adoro esse filme!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 12:16

Boa lembrança de Santos Justiceiros! Adoro esse filme!

Abs,
Ritter.

Responder
Raoni De Lucia 10 de março de 2016 - 12:04

Desconfiei mesmo que a Tara estava grávida, exatamente na cena em que ela está com a namorada, concordo com o texto e acho que não foi um episódio ruim, porém um plano completamente sem pé nem cabeça e covarde, e as perguntas que Rick cisma em falar para os recém conhecidos? Pra ele não se aplica? Resta agora esperar pelo Negan que agora tem todos os motivos pra chegar arregaçando em Alexandria ou onde ele quiser. E a cena totalmente clichê do padre Gabriel me lembrou também “Santos Justiceiros” em que o Norman Reedus participa do segundo filme.

Responder
Raoni De Lucia 10 de março de 2016 - 11:34

Desconfiei mesmo que a atriz da Tara estava grávida, justamente nessa cena que ela está com a namorada, no geral foi um episódio bom, mas esses pontos citados no texto nos levam a lembrar das perguntas que o Rick cisma em fazer para todos que ele encontra, pois parece que pra ele não se aplica a quantidade de pessoas mortas, plano sem pé nem cabeça, o padre Gabriel ainda me lembrou de “Santos Justiceiros” bem clichê mesmo, e o Darryl ainda participa do segundo filme. Resta esperar pelo Negan que agora tem todos os motivos pra chegar arregaçando em Alexandria ou onde ele achar melhor.

Responder
Raoni De Lucia 10 de março de 2016 - 11:34

Desconfiei mesmo que a atriz da Tara estava grávida, justamente nessa cena que ela está com a namorada, no geral foi um episódio bom, mas esses pontos citados no texto nos levam a lembrar das perguntas que o Rick cisma em fazer para todos que ele encontra, pois parece que pra ele não se aplica a quantidade de pessoas mortas, plano sem pé nem cabeça, o padre Gabriel ainda me lembrou de “Santos Justiceiros” bem clichê mesmo, e o Darryl ainda participa do segundo filme. Resta esperar pelo Negan que agora tem todos os motivos pra chegar arregaçando em Alexandria ou onde ele achar melhor.

Responder
Kid Dracula 9 de março de 2016 - 21:38

huaeaeaeahauheaue, o “planejamento”foi mesmo risível. Mas concordo contigo, a sequencia de açao foi muito bacana.Talvez esteja errado, mas me lembrou muito uma pegada Commando , Rambo 2 , Bradock… curti muito, só faltava uma faixa na testa e mullets nos personagens.

Responder
Kid Dracula 9 de março de 2016 - 21:38

huaeaeaeahauheaue, o “planejamento”foi mesmo risível. Mas concordo contigo, a sequencia de açao foi muito bacana.Talvez esteja errado, mas me lembrou muito uma pegada Commando , Rambo 2 , Bradock… curti muito, só faltava uma faixa na testa e mullets nos personagens.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 12:29

@disqus_6SXWHgvi1m:disqus, nem esses filmes que você citou são tão violentos como Rick e companhia. Mas que Rick podia usar uma bandana, ah ele podia! kkkkkkkkkk

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 12:29

@disqus_6SXWHgvi1m:disqus, nem esses filmes que você citou são tão violentos como Rick e companhia. Mas que Rick podia usar uma bandana, ah ele podia! kkkkkkkkkk

Abs,
Ritter.

Responder
Mariana 8 de março de 2016 - 11:06

Só vi o ep ontem e fiquei incomodada. Não achei coerente com toda a trajetória deles matar pessoas dormindo. Achei covarde. No fim, eles se transformaram naquilo contra o qual lutaram em todas as temporadas passadas, com a diferença de que não comem gente… Ainda.

Concordo que o planejamento do ataque foi uma piada, e vou te contar mais uma coisa: se eu sou o Negan, e descubro que mataram meus homens friamente enquanto dormiam, ia chegar de bicho, com sangue no olho, não ia sobrar uma cabeça em cima dos ombros dos invasores.

Em tempo: A atriz que faz a tara está dando trabalho para esconder aquela barriga de grávida. Vários enquadramentos loucos, camadas e camadas de roupas…

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:09

@disqus_GRoOGsH1Kc:disqus, a questão da coerência me incomodou também. Não que Rick e companhia não fossem capazes disso, mas sim a facilidade como a coisa aconteceu, quase que de repente, como parte de um acordo comercial com outra comunidade.

E concordo sobre o Negan. Ele, agora, tem justificativa para um morticínio enorme. Mas esse aspecto, se bem explorado, pode ser interessantíssimo, pois não haverá ninguém certo e a conversa ser que é o “menos errado”. Mas Gimple terá que mandar muito bem nos próximos episódios para isso sair direito.

Não sabia que a atriz que faz Tara estava grávida! Agora faz todo sentido a ginástica da câmera! Obrigado pela informação.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:09

@disqus_GRoOGsH1Kc:disqus, a questão da coerência me incomodou também. Não que Rick e companhia não fossem capazes disso, mas sim a facilidade como a coisa aconteceu, quase que de repente, como parte de um acordo comercial com outra comunidade.

E concordo sobre o Negan. Ele, agora, tem justificativa para um morticínio enorme. Mas esse aspecto, se bem explorado, pode ser interessantíssimo, pois não haverá ninguém certo e a conversa ser que é o “menos errado”. Mas Gimple terá que mandar muito bem nos próximos episódios para isso sair direito.

Não sabia que a atriz que faz Tara estava grávida! Agora faz todo sentido a ginástica da câmera! Obrigado pela informação.

Abs,
Ritter.

Responder
Mariana 8 de março de 2016 - 16:34

Se você tiver um tempinho, volta na cena em que ela está em casa com a namorada. Tem um enquadramento engraçado no qual um prato em primeiro plano cobre toda a barriga dela, muito engenhoso.

Sobre os dois grupos, me parece que a única diferença entre ambos é a de que o bando de Negan é mais inteligente.

Responder
Mariana 8 de março de 2016 - 16:34

Se você tiver um tempinho, volta na cena em que ela está em casa com a namorada. Tem um enquadramento engraçado no qual um prato em primeiro plano cobre toda a barriga dela, muito engenhoso.

Sobre os dois grupos, me parece que a única diferença entre ambos é a de que o bando de Negan é mais inteligente.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:36

@disqus_GRoOGsH1Kc:disqus, vou observar sim. Devo dar uma nova olhada de novo nesse episódio logo antes do próximo (a idade pesa e eu esqueço coisas de semana a semana, hahahahaha).

Sobre a diferença dos grupos, você matou a pau! É exatamente isso. Já estou quase torcendo por Negan…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:36

@disqus_GRoOGsH1Kc:disqus, vou observar sim. Devo dar uma nova olhada de novo nesse episódio logo antes do próximo (a idade pesa e eu esqueço coisas de semana a semana, hahahahaha).

Sobre a diferença dos grupos, você matou a pau! É exatamente isso. Já estou quase torcendo por Negan…

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 8 de março de 2016 - 17:09

Mas o Rick e Cia só agem quando são ameaçados ou atacados…ainda não chega no nível de Governador e Negan….

Responder
Al_gostino 8 de março de 2016 - 17:09

Mas o Rick e Cia só agem quando são ameaçados ou atacados…ainda não chega no nível de Governador e Negan….

Responder
planocritico 9 de março de 2016 - 12:55

Mas, aqui, foi assassinato a sangue frio contra pessoas dormindo… Eles cruzaram uma linha. Agora não tem volta…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de março de 2016 - 12:55

Mas, aqui, foi assassinato a sangue frio contra pessoas dormindo… Eles cruzaram uma linha. Agora não tem volta…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 10 de março de 2016 - 10:25

Para derrotar certos inimigos as vezes é necessários jogar o jogo deles

Fácil criticar para quem ta de fora, agora tenta se colocar em um apocalipse zumbi lutando pela sobrevivencia não só contra mortos vivos mas contra humanos vivos que são inclusive piores que os mortos vivos

Cruzar essa linha foi necessário, inclusive se tivessem cruzado antes capaz de muitos dos deles que ja partiram poderiam ainda estar vivos

Responder
Anônimo 10 de março de 2016 - 10:25
Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 12:19

@disqus_ZMtFC1obwd:disqus não é uma questão de crítica por quem está “fora de uma apocalipse zumbi” até porque você pode tentar, mas não conseguirá se colocar na situação do filme. O que defendo, apenas, é a aplicação de lógica interna na série e faltou bastante aqui…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 10 de março de 2016 - 23:29

te entendo perfeitamente Ritter, o episódio sim teve suas falhas pois a idéia do plano eu concordo com vc que foi bem irresponsável mas quando me refiro ao se sentir no apocalipse é no caso que as motivações podem surgir quando a situação chega no limite, após o que aconteceu com o Daryl, Sacha e Abraham e o que o grupo do Jesus contou sobre o Negan eles estão cientes que é matar ou morrer, sem contar que somente o Glen e o Heather que nunca tinham matado ninguem tanto que mostraram eles pensando duas vezes e o Heather ainda refugou, nessa situação eu juro que entendi a motivação deles

Responder
Anônimo 10 de março de 2016 - 23:29
Responder
planocritico 11 de março de 2016 - 18:02

@disqus_ZMtFC1obwd:disqus, também compreendo seus argumentos. A grande questão é que, para mim, não ficou claro que Rick chegou nesse ponto limítrofe que exigia uma barbárie como aquela. Veja, sei que Negan e sua galera são bandidos cruéis e merecem morrer, mas Rick não leu os quadrinhos. Não sabe do que os caras são capaz…

Mas sobre o Glenn e o Heath, sim a cena foi plenamente justificada e funcionou bem. Por isso nem a chamei de incongruente na crítica, só aqui nos comentários para fins de exemplificação. Foi no ponto.

Abs,
Ritter.

planocritico 11 de março de 2016 - 18:02

@disqus_ZMtFC1obwd:disqus, também compreendo seus argumentos. A grande questão é que, para mim, não ficou claro que Rick chegou nesse ponto limítrofe que exigia uma barbárie como aquela. Veja, sei que Negan e sua galera são bandidos cruéis e merecem morrer, mas Rick não leu os quadrinhos. Não sabe do que os caras são capaz…

Mas sobre o Glenn e o Heath, sim a cena foi plenamente justificada e funcionou bem. Por isso nem a chamei de incongruente na crítica, só aqui nos comentários para fins de exemplificação. Foi no ponto.

Abs,
Ritter.

planocritico 10 de março de 2016 - 12:19

@disqus_ZMtFC1obwd:disqus não é uma questão de crítica por quem está “fora de uma apocalipse zumbi” até porque você pode tentar, mas não conseguirá se colocar na situação do filme. O que defendo, apenas, é a aplicação de lógica interna na série e faltou bastante aqui…

Abs,
Ritter.

Responder
Mariana 10 de março de 2016 - 17:14

Então, eu sempre tentei me manter firme com minhas convicções e não jogar um jogo sujo só por conta de adversários. Mas… Vou te falar que você levantou um ponto muito relevante. Eu acho que numa situação limite, se a vida da minha filha estivesse em risco, eu mandaria as minhas convicções para o inferno e mataria pessoas adormecidas, pessoas acordadas, inocentes ou culpadas.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 18:10

@disqus_GRoOGsH1Kc:disqus, isso é verdade em caso de perigo iminente. Que perigo iminente havia ali? De morrer de fome? Bem, as provisões davam para um mês, como é dito no episódio. Matar os Lobos fez sentido completo, já os Salvadores, humm, não sei, pois a situação limite não foi criada. Na verdade, Rick e sua turma precipitarão a situação limite com o que fizeram… – Ritter.

Responder
planocritico 10 de março de 2016 - 18:10

@disqus_GRoOGsH1Kc:disqus, isso é verdade em caso de perigo iminente. Que perigo iminente havia ali? De morrer de fome? Bem, as provisões davam para um mês, como é dito no episódio. Matar os Lobos fez sentido completo, já os Salvadores, humm, não sei, pois a situação limite não foi criada. Na verdade, Rick e sua turma precipitarão a situação limite com o que fizeram… – Ritter.

Responder
Mariana 10 de março de 2016 - 18:12

Ritter, touché!

Mariana 10 de março de 2016 - 18:12

Ritter, touché!

planocritico 10 de março de 2016 - 18:26

Chamou? HAHAHAHAHAHAAH

– Ritter.

planocritico 10 de março de 2016 - 18:26

Chamou? HAHAHAHAHAHAAH

– Ritter.

Mariana 10 de março de 2016 - 17:14

Então, eu sempre tentei me manter firme com minhas convicções e não jogar um jogo sujo só por conta de adversários. Mas… Vou te falar que você levantou um ponto muito relevante. Eu acho que numa situação limite, se a vida da minha filha estivesse em risco, eu mandaria as minhas convicções para o inferno e mataria pessoas adormecidas, pessoas acordadas, inocentes ou culpadas.

Responder
Mariana 8 de março de 2016 - 11:06

Só vi o ep ontem e fiquei incomodada. Não achei coerente com toda a trajetória deles matar pessoas dormindo. Achei covarde. No fim, eles se transformaram naquilo contra o qual lutaram em todas as temporadas passadas, com a diferença de que não comem gente… Ainda.

Concordo que o planejamento do ataque foi uma piada, e vou te contar mais uma coisa: se eu sou o Negan, e descubro que mataram meus homens friamente enquanto dormiam, ia chegar de bicho, com sangue no olho, não ia sobrar uma cabeça em cima dos ombros dos invasores.

Em tempo: A atriz que faz a tara está dando trabalho para esconder aquela barriga de grávida. Vários enquadramentos loucos, camadas e camadas de roupas…

Responder
Alexandre 8 de março de 2016 - 09:15

Fala Ritter,

Meu, quanta ação, não me lembro de um outro episódio ter sido realizado desta maneira tão tensa, gostei bastante. Os pontos negativos que citou assino embaixo principalmente no que se refere a Maggie, o que ela queria? Só atrapalhou como bem previu a Carol que se deu mal por causa disso. E o Abraam tá meio enferrujado hein, ele e a Sacha deixaram um cara só alertar todo mundo rsrsrrsrs.

Mas daria 4 estrelas pelo conjunto da obra,

Abs.

Responder
Alexandre 8 de março de 2016 - 09:15

Fala Ritter,

Meu, quanta ação, não me lembro de um outro episódio ter sido realizado desta maneira tão tensa, gostei bastante. Os pontos negativos que citou assino embaixo principalmente no que se refere a Maggie, o que ela queria? Só atrapalhou como bem previu a Carol que se deu mal por causa disso. E o Abraam tá meio enferrujado hein, ele e a Sacha deixaram um cara só alertar todo mundo rsrsrrsrs.

Mas daria 4 estrelas pelo conjunto da obra,

Abs.

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planocritico 8 de março de 2016 - 16:11

@disqus_uaPvEEFxsi:disqus, foi realmente muito tenso, mas cheio de problemas de lógica para mim. E olha que nem fui chato o suficiente para abordar a estratégia do ataque em si, pois mandar assassinos em duplas, sendo que uma dessas duplas é composta de duas pessoas QUE NUNCA MATARAM, não tem o menor sentido. Chega a doer o cérebro… Mas funcionou bem dentro da proposta, pois foi o momento de brilhantismo de Yeun e do personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:11

@disqus_uaPvEEFxsi:disqus, foi realmente muito tenso, mas cheio de problemas de lógica para mim. E olha que nem fui chato o suficiente para abordar a estratégia do ataque em si, pois mandar assassinos em duplas, sendo que uma dessas duplas é composta de duas pessoas QUE NUNCA MATARAM, não tem o menor sentido. Chega a doer o cérebro… Mas funcionou bem dentro da proposta, pois foi o momento de brilhantismo de Yeun e do personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
TheMorales 9 de março de 2016 - 04:09

De fato, é muito arriscado mandar duas pessoas que nunca mataram humanos executar tanta gente.
Mas conhecendo o Glenn, sabemos que ele sempre faz o que é “necessário” (dentro do contexto). Era algo torturante, era algo que feria totalmente seus princípios, mas ele nunca deixou um dever de lado e Rick sabe disso 🙂

Responder
TheMorales 9 de março de 2016 - 04:09

De fato, é muito arriscado mandar duas pessoas que nunca mataram humanos executar tanta gente.
Mas conhecendo o Glenn, sabemos que ele sempre faz o que é “necessário” (dentro do contexto). Era algo torturante, era algo que feria totalmente seus princípios, mas ele nunca deixou um dever de lado e Rick sabe disso 🙂

Responder
planocritico 9 de março de 2016 - 12:50

Concordo, mas matar é outro departamento. Na hora, o cara pode congelar, desmaiar, dar um ataque histérico ou, simplesmente, não conseguir matar direito e sair na pancada com o sujeito, acordando todo mundo. As variáveis são infinitas para alguém sem treinamento.

De toda forma, apenas apontei isso para mostrar que mesmo a cena de ação tem problemas lógicos, mas, nesse caso, era mesmo necessária a cena para desvirginar Glenn.

Abs,
Ritter.

Responder
TheMorales 10 de março de 2016 - 14:42

Verdade, eles corriam um risco de por tudo a perder. Quebra de valores não é das tarefas mais simples.
Sim, foi a ocasião ideal para desvirginar o Glenn. Só achei conveniente demais as fotos das vítimas estarem justamente naquele quarto. Senti como se a série estivesse pegando na minha mão e dizendo “eles são caras ruins, por favor, não julgue nosso chaveirinho coreano” =D
Abs.

TheMorales 10 de março de 2016 - 14:42

Verdade, eles corriam um risco de por tudo a perder. Quebra de valores não é das tarefas mais simples.
Sim, foi a ocasião ideal para desvirginar o Glenn. Só achei conveniente demais as fotos das vítimas estarem justamente naquele quarto. Senti como se a série estivesse pegando na minha mão e dizendo “eles são caras ruins, por favor, não julgue nosso chaveirinho coreano” =D
Abs.

planocritico 10 de março de 2016 - 15:07

Ahhhh, sim. As fotos ali foram de doer e serviram exatamente para “justificar” o assassinato a sangue-frio. Mas também serviu como uma espécie de premonição do que pode ainda acontecer com você-sabe-quem.

Abs,
Ritter.

planocritico 10 de março de 2016 - 15:07

Ahhhh, sim. As fotos ali foram de doer e serviram exatamente para “justificar” o assassinato a sangue-frio. Mas também serviu como uma espécie de premonição do que pode ainda acontecer com você-sabe-quem.

Abs,
Ritter.

planocritico 9 de março de 2016 - 12:50

Concordo, mas matar é outro departamento. Na hora, o cara pode congelar, desmaiar, dar um ataque histérico ou, simplesmente, não conseguir matar direito e sair na pancada com o sujeito, acordando todo mundo. As variáveis são infinitas para alguém sem treinamento.

De toda forma, apenas apontei isso para mostrar que mesmo a cena de ação tem problemas lógicos, mas, nesse caso, era mesmo necessária a cena para desvirginar Glenn.

Abs,
Ritter.

Responder
Willames Rodrigues 8 de março de 2016 - 09:02

O episódio até que foi bem movimentado, mas realmente não tem lógica atacar uma base dos Salvadores com apenas unsrabiscos e sem sequer observar se era a única estrutura. Aquilo pareceu ser um mero posto avançado.
O que salvou o episódio pra mim foi o Padre matador, eu gostei quando ele citou os versículos e ainda disse amém antes de matar o inimigo (embora isso seja muito clichê). KKKKKKKKK, Abraços!!

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:17

Gabriel finalmente mostrou que serve para alguma coisa. Também gostei do momento e, quando ele recita a Bíblia, lembrei-me imediatamente do Jules (Samuel L. Jackson) em Pulp Fiction: “the path of the righteous man…”. HHAHAHHAAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:17

Gabriel finalmente mostrou que serve para alguma coisa. Também gostei do momento e, quando ele recita a Bíblia, lembrei-me imediatamente do Jules (Samuel L. Jackson) em Pulp Fiction: “the path of the righteous man…”. HHAHAHHAAHAHHA

Abs,
Ritter.

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Willames Rodrigues 8 de março de 2016 - 09:02

O episódio até que foi bem movimentado, mas realmente não tem lógica atacar uma base dos Salvadores com apenas unsrabiscos e sem sequer observar se era a única estrutura. Aquilo pareceu ser um mero posto avançado.
O que salvou o episódio pra mim foi o Padre matador, eu gostei quando ele citou os versículos e ainda disse amém antes de matar o inimigo (embora isso seja muito clichê). KKKKKKKKK, Abraços!!

Responder
Gabriel Dalledone 8 de março de 2016 - 02:23

Muito boa a crítica!
Só queria fazer um comentário (a título de curiosidade), que eu não sei se alguém já falou por aqui. Vocês repararam que a atriz que faz a Tara (Alanna Masterson) está grávida? Ou melhor, estava no período em que a temporada foi gravada. É interessante observar como a produção está tentando “esconder” do público. Nesse episódio, por exemplo, no momento em que ela conversa com a namorada na cozinha, um prato no escorredor de louça está tampando a barriga dela e, na cena em que eles se reúnem na estrada após buscar as cabeças, ela primeiro está parcialmente atrás do carro e depois está segurando um cantil em frente à barriga.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:16

Obrigado, @gabrieldalledone:disqus!

A @disqus_GRoOGsH1Kc:disqus mencionou a gravidez da atriz que faz a Tara, que eu não sabia. Agora faz sentido para mim os ângulos estranhos escolhidos e os objetos que você menciona. Pelo menos não incorporaram a gravidez dela na história, o que seria um horror. Não precisamos de um terceiro bebê… HHAHAHHAAHAAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 16:16

Obrigado, @gabrieldalledone:disqus!

A @disqus_GRoOGsH1Kc:disqus mencionou a gravidez da atriz que faz a Tara, que eu não sabia. Agora faz sentido para mim os ângulos estranhos escolhidos e os objetos que você menciona. Pelo menos não incorporaram a gravidez dela na história, o que seria um horror. Não precisamos de um terceiro bebê… HHAHAHHAAHAAHAHA

Abs,
Ritter.

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Gabriel Dalledone 8 de março de 2016 - 02:23

Muito boa a crítica!
Só queria fazer um comentário (a título de curiosidade), que eu não sei se alguém já falou por aqui. Vocês repararam que a atriz que faz a Tara (Alanna Masterson) está grávida? Ou melhor, estava no período em que a temporada foi gravada. É interessante observar como a produção está tentando “esconder” do público. Nesse episódio, por exemplo, no momento em que ela conversa com a namorada na cozinha, um prato no escorredor de louça está tampando a barriga dela e, na cena em que eles se reúnem na estrada após buscar as cabeças, ela primeiro está parcialmente atrás do carro e depois está segurando um cantil em frente à barriga.

Responder
Cristiano de Andrade 8 de março de 2016 - 00:51

De onde tiraram esse romance da Carol com o cara que eu nem sei o nome lá? Odiei!

Terem levado a Maggie para a missão e pedirem para ficar la´esperando foi pedirem para ela ser raptada! Clichê nojento hein?

Até eu que gosto do discurso do Morgan tô começando a ficar de saco cheio daquele papinho de “toda vida é sagrada”

A cena da invasão valeu o episódio!

Bom episódio!

Responder
Cristiano de Andrade 8 de março de 2016 - 00:51

De onde tiraram esse romance da Carol com o cara que eu nem sei o nome lá? Odiei!

Terem levado a Maggie para a missão e pedirem para ficar la´esperando foi pedirem para ela ser raptada! Clichê nojento hein?

Até eu que gosto do discurso do Morgan tô começando a ficar de saco cheio daquele papinho de “toda vida é sagrada”

A cena da invasão valeu o episódio!

Bom episódio!

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 00:55

Gimple tirou esse romance da cartola dele… E o nome do sujeito é Tobin, caso tenha algum interesse…

Mas a invasão foi realmente boa (se perdoarmos alumas incongruências fortes, como mandar uma dupla que NUNCA matou – Heath e Glenn – matar pessoas dormindo a sangue frio…).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 00:55

Gimple tirou esse romance da cartola dele… E o nome do sujeito é Tobin, caso tenha algum interesse…

Mas a invasão foi realmente boa (se perdoarmos alumas incongruências fortes, como mandar uma dupla que NUNCA matou – Heath e Glenn – matar pessoas dormindo a sangue frio…).

Abs,
Ritter.

Responder
André Godoy 7 de março de 2016 - 23:19

Tô muito errado ou o Glenn já matou algumas pessoas nesses longos anos da série? No terminus, na igreja com os canibais, nenhumazinha pessoa sequer?

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 00:50

NInguém. Ele só “matou” zumbi mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 8 de março de 2016 - 00:50

NInguém. Ele só “matou” zumbi mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
André Godoy 7 de março de 2016 - 23:19

Tô muito errado ou o Glenn já matou algumas pessoas nesses longos anos da série? No terminus, na igreja com os canibais, nenhumazinha pessoa sequer?

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 21:49

Fiquei com uma tensão o episódio todo!!
Sabia que ia acontecer aquilo!

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 21:49

Fiquei com uma tensão o episódio todo!!
Sabia que ia acontecer aquilo!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:05

A sequência no covil dos Salvadores foi mesmo muito tensa!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:05

A sequência no covil dos Salvadores foi mesmo muito tensa!

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 23:08

Sim!

Responder
Batman 7 de março de 2016 - 23:08

Sim!

Responder
Pedro Eugenio 7 de março de 2016 - 22:33

Era a cabeça do Johnny Depp ali??? kkkk

Responder
Pedro Eugenio 7 de março de 2016 - 22:33

Era a cabeça do Johnny Depp ali??? kkkk

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:02

Aparentemente, era! Sensacional o negócio! HAHAHAHAHAHAAH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:02

Aparentemente, era! Sensacional o negócio! HAHAHAHAHAHAAH

Abs,
Ritter.

Responder
Maitê 7 de março de 2016 - 22:26

A cena de Rick na igreja me lembrou o último episódio de Lost e por isso já fiquei mal-humorada e continuou com o halo da santificação de Rick com Jesus em segundo plano, com Abraham agindo como um imbecil dando um fora na Rosita, com Carol exibindo seus dotes culinários mais uma vez, com Glenn matando pela primeira vez em seis anos e sendo redimido pelas fotos na parede, com o grupo invadindo e matando como agentes da SWAT, com aqueles idiotas que não acordaram com a luz na cara e a respiração ofegante de Glenn, com Tara e Heath saindo pela porta dos fundos, com Daryl se lembrando que tinha uma moto após 4 episódios, com a gangue do Negan que se deixa matar como formigas e com a Maggie que já está me dando nos nervos… Agora Carol e Tobin juntos não faz sentido para mim, foi uma bela cena, mas muito estranha.

Responder
Maitê 7 de março de 2016 - 22:26

A cena de Rick na igreja me lembrou o último episódio de Lost e por isso já fiquei mal-humorada e continuou com o halo da santificação de Rick com Jesus em segundo plano, com Abraham agindo como um imbecil dando um fora na Rosita, com Carol exibindo seus dotes culinários mais uma vez, com Glenn matando pela primeira vez em seis anos e sendo redimido pelas fotos na parede, com o grupo invadindo e matando como agentes da SWAT, com aqueles idiotas que não acordaram com a luz na cara e a respiração ofegante de Glenn, com Tara e Heath saindo pela porta dos fundos, com Daryl se lembrando que tinha uma moto após 4 episódios, com a gangue do Negan que se deixa matar como formigas e com a Maggie que já está me dando nos nervos… Agora Carol e Tobin juntos não faz sentido para mim, foi uma bela cena, mas muito estranha.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:07

@disqus_rdmTT9v60n:disqus, acho que você resumiu com perfeição o episódio. Conseguiu detonar até a sequência de tensão… O único reparo é que Abraham não agiu como um imbecil, mas sim como um neandertal demente… HAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 23:07

@disqus_rdmTT9v60n:disqus, acho que você resumiu com perfeição o episódio. Conseguiu detonar até a sequência de tensão… O único reparo é que Abraham não agiu como um imbecil, mas sim como um neandertal demente… HAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

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Marjory Pimentel 7 de março de 2016 - 21:07

Abraham terminando com a Rosita daquele jeito chulo dele, como se ela tivesse feito alguma coisa. E depois sendo atacado por aquele cara do nada, nem parece um militar treinado, que sabe das coisas. Tô vendo que vai ser mais um grande personagem que será desperdiçado…
Curti a participação mais ativa do Aaron (que por algum motivo desconhecido é um dos meus personagens mais queridos), daquele cara com o Glenn e até do padre! Também gostei da Tara se lembrando do Governador e de como o Rick é parecido com ele, no fim das contas. A cena de ação também foi bem legal, pena que eu nunca vou acreditar que aquele povo durma sem trancar as portas dos quartos ou com mais segurança do que um ou dois gatos pingados num lugar daqueles.
Alguma coisa no episódio me incomodou bastante, não sei como explicar, tinha alguma coisa no ar.. Não sei se foi o jeito que foi filmado ou alguns cortes estranhos das sequências ou a história em si, não sei. Fui assistir o episódio esperando aquele filler e talvez isso tenha ficado na minha mente. Torço pra que não enrolem muito no que falta dessa temporada 🙂 abs

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 21:24

Eu esqueci de comentar o momento Abraham-Rosita! Foi um negócio muito estranho mesmo e, ainda considerando que ele é um bronco, nada justificava a atitude neandertal do sujeito…

Também gosto bastante do Aaron e confesso que fiquei até surpreso por ele não ter sido mais bem aproveitado na série desde que foi apresentado.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 21:24

Eu esqueci de comentar o momento Abraham-Rosita! Foi um negócio muito estranho mesmo e, ainda considerando que ele é um bronco, nada justificava a atitude neandertal do sujeito…

Também gosto bastante do Aaron e confesso que fiquei até surpreso por ele não ter sido mais bem aproveitado na série desde que foi apresentado.

Abs,
Ritter.

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Marjory Pimentel 7 de março de 2016 - 21:07

Abraham terminando com a Rosita daquele jeito chulo dele, como se ela tivesse feito alguma coisa. E depois sendo atacado por aquele cara do nada, nem parece um militar treinado, que sabe das coisas. Tô vendo que vai ser mais um grande personagem que será desperdiçado…
Curti a participação mais ativa do Aaron (que por algum motivo desconhecido é um dos meus personagens mais queridos), daquele cara com o Glenn e até do padre! Também gostei da Tara se lembrando do Governador e de como o Rick é parecido com ele, no fim das contas. A cena de ação também foi bem legal, pena que eu nunca vou acreditar que aquele povo durma sem trancar as portas dos quartos ou com mais segurança do que um ou dois gatos pingados num lugar daqueles.
Alguma coisa no episódio me incomodou bastante, não sei como explicar, tinha alguma coisa no ar.. Não sei se foi o jeito que foi filmado ou alguns cortes estranhos das sequências ou a história em si, não sei. Fui assistir o episódio esperando aquele filler e talvez isso tenha ficado na minha mente. Torço pra que não enrolem muito no que falta dessa temporada 🙂 abs

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Al_gostino 7 de março de 2016 - 18:33

Na minha opinião a Maggie foi para o Glenn dar de cara com o Negan e a Lucille…mas pra chocar mesmo, arrebentar, a Maggie poderia ser a “escolhida” do Negan

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 18:39

A internet vai parar se isso acontecer… Terá gente de luto, chorando pelas ruas, com camisetas do tipo “we will never forget” e por aí vai…

Mas eu acharia um barato!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 18:39

A internet vai parar se isso acontecer… Terá gente de luto, chorando pelas ruas, com camisetas do tipo “we will never forget” e por aí vai…

Mas eu acharia um barato!

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 7 de março de 2016 - 18:33

Na minha opinião a Maggie foi para o Glenn dar de cara com o Negan e a Lucille…mas pra chocar mesmo, arrebentar, a Maggie poderia ser a “escolhida” do Negan

Responder
Pedro Enzo 7 de março de 2016 - 15:31

gostei do episodio e concordo com a critica metade do episódio foi excelente e a outra foi fraca, o começo do episódio com todos aqueles possiveis romances deu uma impressão que a serie vai começar a enrolar com eles, e a parte de levar a Maggie foi uma idiotice sem proporções, hummm vamos atacar uns malucos matar todo mundo ah mas vamos levar uma mulher grávida apenas para ela esperar no trailer.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:27

E eu ainda estava pensando aqui quem é que, em sã consciência, manda uma dupla que NUNCA matou ninguém assassinar homens dormindo em silêncio e a sangue frio? Sei que esse momento cumpriu a função narrativa de “batizar” Glenn, mas se pensarmos taticamente, é completamente surreal…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:27

E eu ainda estava pensando aqui quem é que, em sã consciência, manda uma dupla que NUNCA matou ninguém assassinar homens dormindo em silêncio e a sangue frio? Sei que esse momento cumpriu a função narrativa de “batizar” Glenn, mas se pensarmos taticamente, é completamente surreal…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Enzo 7 de março de 2016 - 15:31

gostei do episodio e concordo com a critica metade do episódio foi excelente e a outra foi fraca, o começo do episódio com todos aqueles possiveis romances deu uma impressão que a serie vai começar a enrolar com eles, e a parte de levar a Maggie foi uma idiotice sem proporções, hummm vamos atacar uns malucos matar todo mundo ah mas vamos levar uma mulher grávida apenas para ela esperar no trailer.

Responder
Leonardo Bicigo 7 de março de 2016 - 14:03

Excelente episódio, conseguiu manter o nivel, mas resta agora ver como as coisas vão se desenrolar até o final sem o Negan. Por mais que a série esteja longe da HQ e esteja fazendo até um bom trabalho se desvencilhando do material original (exceto a Andrea, essa foi injustiçada), talvez fosse melhor apresentar o Negan já, e encerrar a temporada com a Marcha para Guerra, seria mais seguro do que apostar e não conseguir segurar a história até o final, como vem acontecendo.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:09

Tenho o mesmo receio, @leonardobicigo:disqus. Não que a presença de Negan seja essencial, mas se Gimple simplesmente enrolar essa história do ataque ao entreposto dos Salvadores, a coisa pode parecer filler somente para chocar com Negan no último episódio. Espero que Gimple tenha bons planos pela frente, com ou sem o personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:09

Tenho o mesmo receio, @leonardobicigo:disqus. Não que a presença de Negan seja essencial, mas se Gimple simplesmente enrolar essa história do ataque ao entreposto dos Salvadores, a coisa pode parecer filler somente para chocar com Negan no último episódio. Espero que Gimple tenha bons planos pela frente, com ou sem o personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Bicigo 7 de março de 2016 - 14:03

Excelente episódio, conseguiu manter o nivel, mas resta agora ver como as coisas vão se desenrolar até o final sem o Negan. Por mais que a série esteja longe da HQ e esteja fazendo até um bom trabalho se desvencilhando do material original (exceto a Andrea, essa foi injustiçada), talvez fosse melhor apresentar o Negan já, e encerrar a temporada com a Marcha para Guerra, seria mais seguro do que apostar e não conseguir segurar a história até o final, como vem acontecendo.

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 13:27

TWD ta acertando em sequência, será que vai ser assim até o fim da temporada? Cruzemos os dedos!

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 13:27

TWD ta acertando em sequência, será que vai ser assim até o fim da temporada? Cruzemos os dedos!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:09

Tomara!

– Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:09

Tomara!

– Ritter.

Responder
Diogo Maia 7 de março de 2016 - 12:54

Discordo da crítica. Em nenhum momento o espectador precisou concordar com o que o Rick estava fazendo só porque foi mostrado daquele jeito. O legal da série é que as ações dos personagens, incluindo os protagonistas, são questionáveis. Eu também achei loucura o que o Rick estava fazendo, mas como nós vimos em capítulos anteriores a liderança de Alexandria foi conquistada por ele com a benção da Deanna. Sem falar que o grupo já o conhece muito bem e ainda por cima eles tiveram o encontro com os canibais, que colocaria qualquer humanidade ainda restante no grupo à prova. A desconfiança agora impera entre os sobreviventes do apocalipse zumbi. Não existe mais bom ou mal, apenas a vontade de sobreviver a qualquer custo. Carol, Rick, Abraham, Daryl, Rosita, Maggie e até mesmo o Glenn adotaram essa filosofia. O único dissidente desse pensamento é o Morgan.
Pra mim o episódio foi perfeito e já é o quarto seguido. Desde a quarta temporada os fãs não tinham quatro capítulos tão bons em sequência. Recuperei minha fé na série que tinha sido perdida depois do oitavo episódio desta temporada. A ansiedade é gigantesca para ver o que acontecerá agora.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 13:09

O único ponto é que, se eu não concordo porque, em minha opinião, determinada ação fere a lógica interna da série, o roteiro perde pontos e a crítica aponta. Tudo o que você escreveu eu concordo, mas a forma atabalhoada com que Rick põe o plano em movimento me deixou muito cabreiro…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 13:09

O único ponto é que, se eu não concordo porque, em minha opinião, determinada ação fere a lógica interna da série, o roteiro perde pontos e a crítica aponta. Tudo o que você escreveu eu concordo, mas a forma atabalhoada com que Rick põe o plano em movimento me deixou muito cabreiro…

Abs,
Ritter.

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 13:25

Exatamente. Isso é TWD, por trás do caos temos as situações questionáveis. Rick não é o “mocinho”, ele é só alguém tentando sobreviver com sua família, a mercê de erros e acertos. Pontos negativos deveriam ser dados quando surgem coisas completamente fora do contexto, por exemplo, se o Rick, do nada, concordasse com o Morgan na hora da reunião.

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 13:25

Exatamente. Isso é TWD, por trás do caos temos as situações questionáveis. Rick não é o “mocinho”, ele é só alguém tentando sobreviver com sua família, a mercê de erros e acertos. Pontos negativos deveriam ser dados quando surgem coisas completamente fora do contexto, por exemplo, se o Rick, do nada, concordasse com o Morgan na hora da reunião.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:12

Para mim, a ação de Rick ficou fora do contexto, da lógica do personagem que não só tem formação profissional como policial, como também mostrou, ao longo das temporadas, grau de paranoia e detalhismo cada vez maior. Espanta-me, também, que ninguém (além de Morgan, mas ele questionou de maneira mais geral) como o Daryl ou o Abraham (um militar!) tenha questionado o “plano” de forma mais contundente. Ok. Entramos lá e matamos todo mundo, mas esse é o plano mais simplista do mundo que ninguém em sã consciência colocaria em movimento sem informações um pouco mais detalhadas sobre os Salvadores.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:12

Para mim, a ação de Rick ficou fora do contexto, da lógica do personagem que não só tem formação profissional como policial, como também mostrou, ao longo das temporadas, grau de paranoia e detalhismo cada vez maior. Espanta-me, também, que ninguém (além de Morgan, mas ele questionou de maneira mais geral) como o Daryl ou o Abraham (um militar!) tenha questionado o “plano” de forma mais contundente. Ok. Entramos lá e matamos todo mundo, mas esse é o plano mais simplista do mundo que ninguém em sã consciência colocaria em movimento sem informações um pouco mais detalhadas sobre os Salvadores.

Abs,
Ritter.

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 18:51

“Ninguém em sã consciência”, exatamente. Rick está impulsivo, pq não quer mais esperar pra vê, o problema é que o ego dele ta maior do que tudo, isso é e

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 18:51

“Ninguém em sã consciência”, exatamente. Rick está impulsivo, pq não quer mais esperar pra vê, o problema é que o ego dele ta maior do que tudo, isso é e

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 19:06

@davidmouradeoliveira:disqus, acho que faltou uma parte do seu comentário, não?

– Ritter.

planocritico 7 de março de 2016 - 19:06

@davidmouradeoliveira:disqus, acho que faltou uma parte do seu comentário, não?

– Ritter.

David Moura de Oliveira 8 de março de 2016 - 11:55

Foi esse comentário que eu pedi pra desconsiderar. Meu celular trava que só a p*, kkk, fiquei impaciente.

Bom, voltando ao que interessa, o que queria dizer era que quase ninguém ali está em sã consciência, são pessoas que vivem com seus traumas. A situação do Rick é compreensível , ele foi o que mais sofreu e é o que mais quer resolver as coisas, o problema é que por tudo o que ele já fez, o grupo o segue sem contestar na maioria das vezes (Morgan, eu preciso nem falar, né? Saca a cara do Padre e da Tara quando a decisão foi ir com tudo). Não é a primeira vez que ele age assim, na parte do Hospital, ele queria invadir com tudo, mas o Tyreese deu outra ideia e o Daryl concordou, foi quando o Rick baixou a bola, mas agora até o Daryl ta todo nervosinho. Carol ta mais caseira e percebeu o impulso do Rick, quis tirar a Maggie de campo. MAS claro, nem tudo ali é certo, Gleen está muito omisso, a serie deixou clara o pq da Maggie querer ir, só que faltou o Gleen retrucar, afinal, eles vão ser pais! Como vc citou, Abraham é um militar, ele deveria se impôr e tentar elaborar um plano melhor, só que devido a situação (a pressa, a tensão, o Abraham dando chilique) isso é um erro ou o personagem apenas está fora de si? Sinto como se parte dele quisesse morrer. O grupo vive uma bola de neve, ora um surta, ora outro quer acalmar, só que uma coisa é certa, o grupo ainda está vivo e passou por cima de muita coisa. Acho que os pequenos erros não prejudicaram o episódio a ponto de achar que a ação foi vazia, pois quase todas as cenas que levaram a ação desde o começo da série apresentaram erros e nem por isso tiraram o mérito do resultado.

David Moura de Oliveira 8 de março de 2016 - 11:55

Foi esse comentário que eu pedi pra desconsiderar. Meu celular trava que só a p*, kkk, fiquei impaciente.

Bom, voltando ao que interessa, o que queria dizer era que quase ninguém ali está em sã consciência, são pessoas que vivem com seus traumas. A situação do Rick é compreensível , ele foi o que mais sofreu e é o que mais quer resolver as coisas, o problema é que por tudo o que ele já fez, o grupo o segue sem contestar na maioria das vezes (Morgan, eu preciso nem falar, né? Saca a cara do Padre e da Tara quando a decisão foi ir com tudo). Não é a primeira vez que ele age assim, na parte do Hospital, ele queria invadir com tudo, mas o Tyreese deu outra ideia e o Daryl concordou, foi quando o Rick baixou a bola, mas agora até o Daryl ta todo nervosinho. Carol ta mais caseira e percebeu o impulso do Rick, quis tirar a Maggie de campo. MAS claro, nem tudo ali é certo, Gleen está muito omisso, a serie deixou clara o pq da Maggie querer ir, só que faltou o Gleen retrucar, afinal, eles vão ser pais! Como vc citou, Abraham é um militar, ele deveria se impôr e tentar elaborar um plano melhor, só que devido a situação (a pressa, a tensão, o Abraham dando chilique) isso é um erro ou o personagem apenas está fora de si? Sinto como se parte dele quisesse morrer. O grupo vive uma bola de neve, ora um surta, ora outro quer acalmar, só que uma coisa é certa, o grupo ainda está vivo e passou por cima de muita coisa. Acho que os pequenos erros não prejudicaram o episódio a ponto de achar que a ação foi vazia, pois quase todas as cenas que levaram a ação desde o começo da série apresentaram erros e nem por isso tiraram o mérito do resultado.

planocritico 8 de março de 2016 - 16:24

Tá tranquilo, @davidmouradeoliveira:disqus. Escrever pelo celular é uma arte que nunca aprendi de verdade e, desconfio, nunca aprenderei, pelo menos não em relação a textos longos…

Sobre seu comentário, confesso que gosto muito da forma como você olha para a série. Faz sentido para mim, ainda que eu ache que essas situações pudessem ser exploradas com menos correria pelos roteiros. Não custava uma elaboração maior de um plano sólido ou até mesmo de uma passagem de tempo maior entre a chegada de Rick e seu grupo a Alexandria e a saída para a operação. Minha impressão é que Gimple se apressou, querendo mostrar serviço, e não tiro a razão dele, pois o showrunner deu uma enrolada danada na primeira metade da temporada.

De toda forma, como você viu, eu gostei bastante do episódio. Ainda não acho melhor que os 3 imediatamente anteriores, mas nada que tire o mérito dessa “tirada” de quatro episódios bons. Tomara que continue assim!

Abs,
Ritter.

planocritico 8 de março de 2016 - 16:24

Tá tranquilo, @davidmouradeoliveira:disqus. Escrever pelo celular é uma arte que nunca aprendi de verdade e, desconfio, nunca aprenderei, pelo menos não em relação a textos longos…

Sobre seu comentário, confesso que gosto muito da forma como você olha para a série. Faz sentido para mim, ainda que eu ache que essas situações pudessem ser exploradas com menos correria pelos roteiros. Não custava uma elaboração maior de um plano sólido ou até mesmo de uma passagem de tempo maior entre a chegada de Rick e seu grupo a Alexandria e a saída para a operação. Minha impressão é que Gimple se apressou, querendo mostrar serviço, e não tiro a razão dele, pois o showrunner deu uma enrolada danada na primeira metade da temporada.

De toda forma, como você viu, eu gostei bastante do episódio. Ainda não acho melhor que os 3 imediatamente anteriores, mas nada que tire o mérito dessa “tirada” de quatro episódios bons. Tomara que continue assim!

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 10 de março de 2016 - 16:33

Nunca pensei que escrever textos pelo celular fosse me dar dor de cabeça, mas como uma arte, requer prática, kkk. Você consegue!

A série realmente ta meio apressada, “mostrando serviço”, como você digitou. As coisas poderiam ir mais devagar, mas comendar um show desse, fico imaginando o trabalho que deve dá pra tentar equilibrar as coisas, pois quando a série ta mais glacê, mostrando mais diálogos, as pessoas dizem que a série ta enrolando, parecendo novela, etc, e quando a série avança na ação, acham que ta corrido, assim fica difícil, haha.

Valeu por considerar meu ponto de vista. Olhando suas críticas, eu me vejo no passado, não que eu esteja dizendo que faço melhor, apenas quis dizer que eu meio que lhe entendo nesse quesito, apenas criticamos de formas diferentes. Continue com o trabalho aí que eu vou fazer uma simpatia pra série continuar nessas “tiradas”, xD

David Moura de Oliveira 10 de março de 2016 - 16:33

Nunca pensei que escrever textos pelo celular fosse me dar dor de cabeça, mas como uma arte, requer prática, kkk. Você consegue!

A série realmente ta meio apressada, “mostrando serviço”, como você digitou. As coisas poderiam ir mais devagar, mas comendar um show desse, fico imaginando o trabalho que deve dá pra tentar equilibrar as coisas, pois quando a série ta mais glacê, mostrando mais diálogos, as pessoas dizem que a série ta enrolando, parecendo novela, etc, e quando a série avança na ação, acham que ta corrido, assim fica difícil, haha.

Valeu por considerar meu ponto de vista. Olhando suas críticas, eu me vejo no passado, não que eu esteja dizendo que faço melhor, apenas quis dizer que eu meio que lhe entendo nesse quesito, apenas criticamos de formas diferentes. Continue com o trabalho aí que eu vou fazer uma simpatia pra série continuar nessas “tiradas”, xD

planocritico 10 de março de 2016 - 16:55

@davidmouradeoliveira:disqus, meu trabalho é 90% escrito (fora do site, claro) e eu já tentei várias vezes escrever em celular e em tablet e meu problema é com o teclado virtual. Sou adepto (ainda) do bom e velho Blackberry, com teclado físico. Serei a última pessoa do mundo com um telefone deles, mas não tenho vergonha de admitir!

Sobre seu comentário, é bem isso aí. É muito difícil – impossível, diria – equilibrar gostos entre a “pancadaria” e a “conversação”. Um de meus episódios favoritos da série inteira, aquele do flashback sobre a “zenificação” do Morgan nesta temporada, é detestado por muita gente.

E seus pontos de vista são ótimos. Crítica é isso: gerar debates e conversas civilizadas. Comente sempre!

Abs,
Ritter.

planocritico 10 de março de 2016 - 16:55

@davidmouradeoliveira:disqus, meu trabalho é 90% escrito (fora do site, claro) e eu já tentei várias vezes escrever em celular e em tablet e meu problema é com o teclado virtual. Sou adepto (ainda) do bom e velho Blackberry, com teclado físico. Serei a última pessoa do mundo com um telefone deles, mas não tenho vergonha de admitir!

Sobre seu comentário, é bem isso aí. É muito difícil – impossível, diria – equilibrar gostos entre a “pancadaria” e a “conversação”. Um de meus episódios favoritos da série inteira, aquele do flashback sobre a “zenificação” do Morgan nesta temporada, é detestado por muita gente.

E seus pontos de vista são ótimos. Crítica é isso: gerar debates e conversas civilizadas. Comente sempre!

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 11 de março de 2016 - 10:35

Pra mim, o teclado virtual era cabuloso, mas já me acostumei, pois uso bastante o WhatsApp. Ainda sim, eu prefiro o teclado físico.

David Moura de Oliveira 11 de março de 2016 - 10:35

Pra mim, o teclado virtual era cabuloso, mas já me acostumei, pois uso bastante o WhatsApp. Ainda sim, eu prefiro o teclado físico.

planocritico 11 de março de 2016 - 17:52

As pessoas me olham como um dinossauro quando eu tiro meu Blackberry do bolso… kkkkkkkkk

Abs,
Ritter.

planocritico 11 de março de 2016 - 17:52

As pessoas me olham como um dinossauro quando eu tiro meu Blackberry do bolso… kkkkkkkkk

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 19:07

Não estou conseguindo comentar direito pelo celular (inferno!), quando eu for pro note comento certo (desconsiderar a aprovação do último que enviei).

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 19:33

Beleza, continuamos a conversa assim que você puder escrever sem ser pelo celular!

Abs,
Ritter.

planocritico 7 de março de 2016 - 19:33

Beleza, continuamos a conversa assim que você puder escrever sem ser pelo celular!

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 19:07

Não estou conseguindo comentar direito pelo celular (inferno!), quando eu for pro note comento certo (desconsiderar a aprovação do último que enviei).

Responder
Ricardo Gelatti 9 de março de 2016 - 18:49

O problema é esperar demais do Abraham da série, pra mim ele é totalmente descartável e já deveria ter ido faz tempo.

Responder
Ricardo Gelatti 9 de março de 2016 - 18:49

O problema é esperar demais do Abraham da série, pra mim ele é totalmente descartável e já deveria ter ido faz tempo.

Responder
Diogo Maia 7 de março de 2016 - 12:54

Discordo da crítica. Em nenhum momento o espectador precisou concordar com o que o Rick estava fazendo só porque foi mostrado daquele jeito. O legal da série é que as ações dos personagens, incluindo os protagonistas, são questionáveis. Eu também achei loucura o que o Rick estava fazendo, mas como nós vimos em capítulos anteriores a liderança de Alexandria foi conquistada por ele com a benção da Deanna. Sem falar que o grupo já o conhece muito bem e ainda por cima eles tiveram o encontro com os canibais, que colocaria qualquer humanidade ainda restante no grupo à prova. A desconfiança agora impera entre os sobreviventes do apocalipse zumbi. Não existe mais bom ou mal, apenas a vontade de sobreviver a qualquer custo. Carol, Rick, Abraham, Daryl, Rosita, Maggie e até mesmo o Glenn adotaram essa filosofia. O único dissidente desse pensamento é o Morgan.
Pra mim o episódio foi perfeito e já é o quarto seguido. Desde a quarta temporada os fãs não tinham quatro capítulos tão bons em sequência. Recuperei minha fé na série que tinha sido perdida depois do oitavo episódio desta temporada. A ansiedade é gigantesca para ver o que acontecerá agora.

Responder
Gabriel 7 de março de 2016 - 12:36

O que foi esse episódio…

Um misto de vergonha alheia, com uma ótima sequência de ação (falou tudo na crítica).

Quando eles deixaram a Maggie ir, mesmo grávida, pensei na hora: Coisa boa é que não vai sair daí… Dito e feito!

A cena inicial da Carol como “mãezona”… Puff, que isso?

O final do episódio, apesar de me deixar angustiado, não teve o efeito esperado em mim, porque já era meio que esperado.

Mais 4 episódios pra ele enrolar e MUITO.

Nunca vi série mais inconstante que TWD

Abraço!

Responder
Gabriel 7 de março de 2016 - 12:36

O que foi esse episódio…

Um misto de vergonha alheia, com uma ótima sequência de ação (falou tudo na crítica).

Quando eles deixaram a Maggie ir, mesmo grávida, pensei na hora: Coisa boa é que não vai sair daí… Dito e feito!

A cena inicial da Carol como “mãezona”… Puff, que isso?

O final do episódio, apesar de me deixar angustiado, não teve o efeito esperado em mim, porque já era meio que esperado.

Mais 4 episódios pra ele enrolar e MUITO.

Nunca vi série mais inconstante que TWD

Abraço!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:43

Maggie grávida = refém

Carol boba = refém 2

Glenn olhando para as fotos = hummmm, não posso dizer…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 7 de março de 2016 - 12:59

Glenn olhando para as fotos = agora vai…

Haha!

Responder
Gabriel 7 de março de 2016 - 12:59

Glenn olhando para as fotos = agora vai…

Haha!

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 14:59

Maggie indo só se justifica porque Gleen será o representante na série da HQ 100 e ela precisaria estar lá.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:07

@mateuswoszak:disqus, sem dúvida, mas pelo menos poderiam ter oferecido uma explicação um pouco melhor…

– Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:07

@mateuswoszak:disqus, sem dúvida, mas pelo menos poderiam ter oferecido uma explicação um pouco melhor…

– Ritter.

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 14:59

Maggie indo só se justifica porque Gleen será o representante na série da HQ 100 e ela precisaria estar lá.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:43

Maggie grávida = refém

Carol boba = refém 2

Glenn olhando para as fotos = hummmm, não posso dizer…

Abs,
Ritter.

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 12:26

Pra mim, o episódio foi um dos melhores, pois o fato de haver um lado impulsivo por parte de Rick e sua turma não afetou meu modo de enxergar o episódio. O que aconteceu ali não foi insanidade ou burrice, e sim, uma mistura de desespero e ego, ficou evidente que eles estão preocupados com a despensa em Alexandria e com a possível ameaça de Negan, pegue isso e considere o que Rick enfatizou ao responder Morgan quando este perguntou se conseguiriam, que eu lembre ele falou algo do tipo “por tudo o que já passamos, sim, nós conseguiremos”, ou seja, o ego de Rick tá lá encima, já saiu na tapa com o Shane, o Governador e mil e um zumbis, sem falar que arrancou um pedaço do pescoço de alguém na mordida! SIM, ele está muito confiante e tem dois filhos pra cuidar, mas tudo isso pode está cegando-o e levando seu grupo junto, o que é preocupante, pois até Maggie está a um passo desse buraco (acorda, Gleen!). Quanto ao clima de romance que está rolando em Alexandria, eu estou adorando. Depois de tudo o que já passaram, eles merecem esse conforto, foi muito bom ver a Carol tentando se restabelecer socialmente, ela parece perturbada com as vidas que já tirou, isso só deixa a personagem ainda mais interessante, ela não é nenhuma Alícia do Residente Evil, é alguém que aprendeu a redirecionar sua raiva para matar e, assim, sobreviver, ela se importa com suas ações. Cara, isso é muito humano! Espero que seu romance com Tobin vá a frente, e vá com força!

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 12:26

Pra mim, o episódio foi um dos melhores, pois o fato de haver um lado impulsivo por parte de Rick e sua turma não afetou meu modo de enxergar o episódio. O que aconteceu ali não foi insanidade ou burrice, e sim, uma mistura de desespero e ego, ficou evidente que eles estão preocupados com a despensa em Alexandria e com a possível ameaça de Negan, pegue isso e considere o que Rick enfatizou ao responder Morgan quando este perguntou se conseguiriam, que eu lembre ele falou algo do tipo “por tudo o que já passamos, sim, nós conseguiremos”, ou seja, o ego de Rick tá lá encima, já saiu na tapa com o Shane, o Governador e mil e um zumbis, sem falar que arrancou um pedaço do pescoço de alguém na mordida! SIM, ele está muito confiante e tem dois filhos pra cuidar, mas tudo isso pode está cegando-o e levando seu grupo junto, o que é preocupante, pois até Maggie está a um passo desse buraco (acorda, Gleen!). Quanto ao clima de romance que está rolando em Alexandria, eu estou adorando. Depois de tudo o que já passaram, eles merecem esse conforto, foi muito bom ver a Carol tentando se restabelecer socialmente, ela parece perturbada com as vidas que já tirou, isso só deixa a personagem ainda mais interessante, ela não é nenhuma Alícia do Residente Evil, é alguém que aprendeu a redirecionar sua raiva para matar e, assim, sobreviver, ela se importa com suas ações. Cara, isso é muito humano! Espero que seu romance com Tobin vá a frente, e vá com força!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:42

Entendo, mas, para mim, ego inflado a esse ponto é um tipo de burrice. Não perdoo.

Sobre os romances, eles até agora não cumpriram função narrativa alguma e estão só ocupando espaço de tela para os episódios chegarem ao tamanho regulamentar. Nada contra, mas eles precisam ser objetivo. Se, ao final da temporada, eles se provarem eficientes em termos de crescimento de personagens, ótimo, caso contrário, são fillers.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:42

Entendo, mas, para mim, ego inflado a esse ponto é um tipo de burrice. Não perdoo.

Sobre os romances, eles até agora não cumpriram função narrativa alguma e estão só ocupando espaço de tela para os episódios chegarem ao tamanho regulamentar. Nada contra, mas eles precisam ser objetivo. Se, ao final da temporada, eles se provarem eficientes em termos de crescimento de personagens, ótimo, caso contrário, são fillers.

Abs,
Ritter.

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 13:13

Cara, é muito fácil julgar, eu quero vê ta lá! Muitos enxergam a série só como entretenimento (não sei se é o seu caso), mas ao tentar trazer pro real, algumas coisas mudam… Eu tento me colocar lá e chegar a uma conclusão de tudo o que está acontecendo. Sim, o ego do Rick é um tipo “burrice”, mas isso faz o episódio perder pontos? O personagem não pode errar? Ok, a esta altura do campeonato todo cuidado é pouco, MAS isso é pra quem ta do lado de fora só vendo o episódio e comendo pipoca, é visível o peso que Rick carrega nos ombros e ele não é o Superman (até este erra), todos ali tem seu grau de insanidade e vivem num mundo onde decisões precisam ser tomadas, principalmente quando a fome bate na porta. “Temos um grupo forte, temos armas e passamos por um monte de merda, então o que é mais um desafio?”, isso é o que deve circular na cabeça do Rick. Certo? Não é, mas é compreensível e dentro da narrativa. ISSO é o que precisa ser levado em conta e não o que esperamos que aconteça, por mim, o Rick teria se segurado mais e a situação seria outra, MAS isso é o que eu queria, e o lado de quem vive naquele inferno, como deve ser? Já o romance não precisa ser, exclusivamente, para desenvolver os personagens, é algo natural considerando o que eles passaram e a “paz” que cobre Alexandria, se for pra desenvolver, bom, se não, bom também, nem tudo precisa ser pra completar lacunas. Se for filler? E daí? Não é bom ver os personagens aproveitando a vida mesmo naquelas condições? Errado e mecânico seria se tais situações não estivessem acontecendo, pois numa comunidade daquela, com laços de sociedade, quem quer ficar saindo pra matar gente? Muitos ali querem sossegar e só fazem o que fazem por necessidade e não porque gostam! Ser objetivo de forma tão rígida pode deixar a série com ar superficial, o que aí sim, seria alvo de críticas negativas. Quanto mais natural a série for, melhor, independente de ter filler ou não, pois antes de seguir um padrão narrativo, vêm o tema que se está abordando.

Responder
David Moura de Oliveira 7 de março de 2016 - 13:13

Cara, é muito fácil julgar, eu quero vê ta lá! Muitos enxergam a série só como entretenimento (não sei se é o seu caso), mas ao tentar trazer pro real, algumas coisas mudam… Eu tento me colocar lá e chegar a uma conclusão de tudo o que está acontecendo. Sim, o ego do Rick é um tipo “burrice”, mas isso faz o episódio perder pontos? O personagem não pode errar? Ok, a esta altura do campeonato todo cuidado é pouco, MAS isso é pra quem ta do lado de fora só vendo o episódio e comendo pipoca, é visível o peso que Rick carrega nos ombros e ele não é o Superman (até este erra), todos ali tem seu grau de insanidade e vivem num mundo onde decisões precisam ser tomadas, principalmente quando a fome bate na porta. “Temos um grupo forte, temos armas e passamos por um monte de merda, então o que é mais um desafio?”, isso é o que deve circular na cabeça do Rick. Certo? Não é, mas é compreensível e dentro da narrativa. ISSO é o que precisa ser levado em conta e não o que esperamos que aconteça, por mim, o Rick teria se segurado mais e a situação seria outra, MAS isso é o que eu queria, e o lado de quem vive naquele inferno, como deve ser? Já o romance não precisa ser, exclusivamente, para desenvolver os personagens, é algo natural considerando o que eles passaram e a “paz” que cobre Alexandria, se for pra desenvolver, bom, se não, bom também, nem tudo precisa ser pra completar lacunas. Se for filler? E daí? Não é bom ver os personagens aproveitando a vida mesmo naquelas condições? Errado e mecânico seria se tais situações não estivessem acontecendo, pois numa comunidade daquela, com laços de sociedade, quem quer ficar saindo pra matar gente? Muitos ali querem sossegar e só fazem o que fazem por necessidade e não porque gostam! Ser objetivo de forma tão rígida pode deixar a série com ar superficial, o que aí sim, seria alvo de críticas negativas. Quanto mais natural a série for, melhor, independente de ter filler ou não, pois antes de seguir um padrão narrativo, vêm o tema que se está abordando.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:18

Ninguém pode saber como é “estar lá”. Eu simplesmente me coloco na posição de Rick e ele, como policial, tendo um militar (Abraham) e um tracker (Daryl) na sua equipe, JAMAIS, em circunstância alguma, poderia colocar em movimento um plano bobo e perigoso como esse. Se fosse algo urgente, ok, mas fica claro no episódio que eles têm comida para mais um mês graças ao que trouxeram de Hilltop. UM MÊS. Eles levaram quanto tempo para bolar o plano e atacar? Dois, três dias? Precisava da correria que não fosse por conveniência do roteiro?

Sobre os romances, perdoe-me, mas sim, eles precisam ter função. Nada, absolutamente nada em uma obra audiovisual que se leve a sério pode acontecer simplesmente por acontecer. Há que haver função narrativa. Seja romance, seja a contemplação da vida por um personagem qualquer à beira de uma escada.

TWD nunca foi uma série do mais alto gabarito. Ela tem lampejos de brilhantismo. Ela poderia, porém, chegar ao panteão das séries magníficas se se preocupasse com coisas assim e não saísse fazendo por fazer. Foi um episódio bom? Sim, sem dúvida. Como disse, a ação foi absolutamente incrível, mas tudo ao redor em termos de roteiro foi como um estudante de cinema escrevendo o roteiro enquanto ouvia Katy Perry no fone de ouvido…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:18

Ninguém pode saber como é “estar lá”. Eu simplesmente me coloco na posição de Rick e ele, como policial, tendo um militar (Abraham) e um tracker (Daryl) na sua equipe, JAMAIS, em circunstância alguma, poderia colocar em movimento um plano bobo e perigoso como esse. Se fosse algo urgente, ok, mas fica claro no episódio que eles têm comida para mais um mês graças ao que trouxeram de Hilltop. UM MÊS. Eles levaram quanto tempo para bolar o plano e atacar? Dois, três dias? Precisava da correria que não fosse por conveniência do roteiro?

Sobre os romances, perdoe-me, mas sim, eles precisam ter função. Nada, absolutamente nada em uma obra audiovisual que se leve a sério pode acontecer simplesmente por acontecer. Há que haver função narrativa. Seja romance, seja a contemplação da vida por um personagem qualquer à beira de uma escada.

TWD nunca foi uma série do mais alto gabarito. Ela tem lampejos de brilhantismo. Ela poderia, porém, chegar ao panteão das séries magníficas se se preocupasse com coisas assim e não saísse fazendo por fazer. Foi um episódio bom? Sim, sem dúvida. Como disse, a ação foi absolutamente incrível, mas tudo ao redor em termos de roteiro foi como um estudante de cinema escrevendo o roteiro enquanto ouvia Katy Perry no fone de ouvido…

Abs,
Ritter.

Responder
David Moura de Oliveira 8 de março de 2016 - 12:31

Sabe, quando um colega meu viu a cena do Rick surtando na prisão (falando sozinho no telefone), estranhou, achou aquilo nada a a ver, porque via o Rick como um “super-herói”, só que eu perguntei a ele “e se fosse tu lá? Matasse o melhor amigo, perdesse a esposa e tendo que cuidar de dois filhos e um grupo naquele inferno?”, ele ficou tipo “É… Não sei…”. Conheço uma pessoa que já fez parte do crime, trocou bala e esfaqueou gente, mas pagou pelos seus crimes e até hoje ele sente o peso das coisas que fez, ele também assiste a série e quando a gente conversa sobre ela, eu obtenho uma visão diferente de certas situações que acontece ali. Às vezes, todos nós ficamos chateados e fazemos bobagens com situações menos tensas do que aquelas que são apresentadas no seriado, imagina lá, deve ser tudo MUITO pior, eu mesmo, talvez tivesse enlouquecido. A série tem seus erros, claro, todas têm, o plano do Rick foi um equívoco por parte do personagem, o erro veio dele, da pressa dele, do EGO dele, se há um erro de contexto é por parte do grupo, que apesar de respeitar o Rick, não precisa sempre concordar com ele, embora tenhamos visto Morgan discordando, Tara não curtindo a ideia de ir com tudo e Carol reparando o impulso do Rick, mas senti falta do Daryl ou do Abraham tomando uma posição, só que o primeiro vem se mostrando um tanto quanto revoltado e o segundo parece fora si desde que os miolos do esposo da Jessie voaram na sua cara, então fica difícil saber se foi um erro da série ou se aquela situação meio errônea foi o que ela quis justamente mostrar, citei “meio errônea”, porque, querendo ou não, eles ainda bolaram um plano ao menos pra entrar e, de certa forma, funcionou (já tava na hora de personagens como Gleen sujar um pouco as mãos matando pessoas – Rick tava precisando de apoio e não tinha como treinar aquela situação – era chegar e matar). Pra mim, The Walking Dead é uma série que vai além de entretenimento, ela ensina coisas, passa lições de vida, não é atoa que ela se encontra com outras séries no topo, e isso, não é só porque tem gente atirando em zumbi (a franquia cinematográfica Resident Evil é cheia disso e é duramente criticada), ela dramatiza a coisa, tenta contextualizar aquela ficção da forma mais tangível possível, por isso eu gosto quando eu vejo os personagens em situações humanas, como a situação da Carol com o Tobin, ela é mulher, ele é homem, ambos estão livres, aparentam idades próximas e estão em “paz” depois de terem passado pelo que passaram, então, por que não? Mas como se trata de uma narrativa, creio que o romance ali, ou qualquer outro, seja pra acrescentar algum desenvolvimento. Foi ótimo ver a Carol saindo do pedestal e sendo uma mãe.

planocritico 8 de março de 2016 - 16:29

Cara, sua paixão e imersão são incríveis e MUITO bacanas. E o melhor é que você não deixa os problemas do episódio nublarem sua visão completamente, pois você os identifica muito bem, ainda que dê pesos diferentes dos que eu dou na avaliação final, o que faz parte do jogo.

Como mencionei em outro comentário para você, gosto muito da forma como você olha para a série como um todo e para os ímpetos de cada personagem. Sua análise faz todo sentido mesmo. Eu apenas estou sentido falta de calma por parte de Gimple. A operação foi corrida, a decisão de matar foi corrida, a presença de Maggie foi estranha, as inações de Abraham e Daryl não combinam com os personagens e a própria operação em si (excepcional, como mencionei na crítica) tem problemas óbvios como o fato de os assassinos terem sido divididos em duplas, sendo que uma dupla foi formada por Glenn e Heath, duas pessoas que JAMAIS mataram, ou seja, taticamente sem sentido, ainda que, no roteiro, tenha funcionado muito bem.

Abs,
Ritter.

planocritico 8 de março de 2016 - 16:29

Cara, sua paixão e imersão são incríveis e MUITO bacanas. E o melhor é que você não deixa os problemas do episódio nublarem sua visão completamente, pois você os identifica muito bem, ainda que dê pesos diferentes dos que eu dou na avaliação final, o que faz parte do jogo.

Como mencionei em outro comentário para você, gosto muito da forma como você olha para a série como um todo e para os ímpetos de cada personagem. Sua análise faz todo sentido mesmo. Eu apenas estou sentido falta de calma por parte de Gimple. A operação foi corrida, a decisão de matar foi corrida, a presença de Maggie foi estranha, as inações de Abraham e Daryl não combinam com os personagens e a própria operação em si (excepcional, como mencionei na crítica) tem problemas óbvios como o fato de os assassinos terem sido divididos em duplas, sendo que uma dupla foi formada por Glenn e Heath, duas pessoas que JAMAIS mataram, ou seja, taticamente sem sentido, ainda que, no roteiro, tenha funcionado muito bem.

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 10 de março de 2016 - 16:41

Há quem me ache chato por pensar de forma mais pessoal, bom vê que tem mais um que não faz parte desse grupo. A presença de Maggie foi mesmo estranha, se eu fosse o Gleen nunca que deixaria minha esposa ir numa missão daquela! Quanto ao Daryl e o Abraham, espero que eles se situem melhor, já ta hora. A dupla Gleen e Heath foi mais coisa de narrativa mesmo, porém, eu teria separado eles dois, colocava o Glenn com o Abraham, enquanto que o Heath ia com a Sasha.

planocritico 10 de março de 2016 - 17:02

Chato? Não, de jeito nenhum. Eu devo ser mais chato do que todo mundo por aqui… (e já fui muito xingado por isso em comentários de leitores mais “animados”).

Cara, sobre a Maggie, se eu fosse o Glenn eu teria algemado a mulher no pé da cama para ela não entrar nessa… Grávida e vai serelepe na missão mais perigosa possível? Louca varrida… Pena que não tem serviços sociais pós-apocalipse zumbi, senão valia uma denúncia… HAHAHAHAHAHAHAH

Daryl e Abraham realmente precisam se achar. Daryl deu uma levantada nessa segunda metade, mas ainda está perdido. Abraham está ficando cada vez mais estranho…

Abs,
Ritter.

planocritico 10 de março de 2016 - 17:02

Chato? Não, de jeito nenhum. Eu devo ser mais chato do que todo mundo por aqui… (e já fui muito xingado por isso em comentários de leitores mais “animados”).

Cara, sobre a Maggie, se eu fosse o Glenn eu teria algemado a mulher no pé da cama para ela não entrar nessa… Grávida e vai serelepe na missão mais perigosa possível? Louca varrida… Pena que não tem serviços sociais pós-apocalipse zumbi, senão valia uma denúncia… HAHAHAHAHAHAHAH

Daryl e Abraham realmente precisam se achar. Daryl deu uma levantada nessa segunda metade, mas ainda está perdido. Abraham está ficando cada vez mais estranho…

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 11 de março de 2016 - 10:38

Que isso cara? Algemar a Maggie, pow, eu só faria isso se fosse pra outra coisa, ^^. Mas concordo com a denúncia, serviço social já, kkk. Se Daryl e Abraham não se ajustarem vão acabar se encontrando com a Lucile, T_T

David Moura de Oliveira 11 de março de 2016 - 10:38

Que isso cara? Algemar a Maggie, pow, eu só faria isso se fosse pra outra coisa, ^^. Mas concordo com a denúncia, serviço social já, kkk. Se Daryl e Abraham não se ajustarem vão acabar se encontrando com a Lucile, T_T

planocritico 11 de março de 2016 - 17:51

Lucille terá muitos alvos pelo visto… kkkkkkk

Abs,
Ritter.

David Moura de Oliveira 10 de março de 2016 - 16:41

Há quem me ache chato por pensar de forma mais pessoal, bom vê que tem mais um que não faz parte desse grupo. A presença de Maggie foi mesmo estranha, se eu fosse o Gleen nunca que deixaria minha esposa ir numa missão daquela! Quanto ao Daryl e o Abraham, espero que eles se situem melhor, já ta hora. A dupla Gleen e Heath foi mais coisa de narrativa mesmo, porém, eu teria separado eles dois, colocava o Glenn com o Abraham, enquanto que o Heath ia com a Sasha.

David Moura de Oliveira 8 de março de 2016 - 12:31

Sabe, quando um colega meu viu a cena do Rick surtando na prisão (falando sozinho no telefone), estranhou, achou aquilo nada a a ver, porque via o Rick como um “super-herói”, só que eu perguntei a ele “e se fosse tu lá? Matasse o melhor amigo, perdesse a esposa e tendo que cuidar de dois filhos e um grupo naquele inferno?”, ele ficou tipo “É… Não sei…”. Conheço uma pessoa que já fez parte do crime, trocou bala e esfaqueou gente, mas pagou pelos seus crimes e até hoje ele sente o peso das coisas que fez, ele também assiste a série e quando a gente conversa sobre ela, eu obtenho uma visão diferente de certas situações que acontece ali. Às vezes, todos nós ficamos chateados e fazemos bobagens com situações menos tensas do que aquelas que são apresentadas no seriado, imagina lá, deve ser tudo MUITO pior, eu mesmo, talvez tivesse enlouquecido. A série tem seus erros, claro, todas têm, o plano do Rick foi um equívoco por parte do personagem, o erro veio dele, da pressa dele, do EGO dele, se há um erro de contexto é por parte do grupo, que apesar de respeitar o Rick, não precisa sempre concordar com ele, embora tenhamos visto Morgan discordando, Tara não curtindo a ideia de ir com tudo e Carol reparando o impulso do Rick, mas senti falta do Daryl ou do Abraham tomando uma posição, só que o primeiro vem se mostrando um tanto quanto revoltado e o segundo parece fora si desde que os miolos do esposo da Jessie voaram na sua cara, então fica difícil saber se foi um erro da série ou se aquela situação meio errônea foi o que ela quis justamente mostrar, citei “meio errônea”, porque, querendo ou não, eles ainda bolaram um plano ao menos pra entrar e, de certa forma, funcionou (já tava na hora de personagens como Gleen sujar um pouco as mãos matando pessoas – Rick tava precisando de apoio e não tinha como treinar aquela situação – era chegar e matar). Pra mim, The Walking Dead é uma série que vai além de entretenimento, ela ensina coisas, passa lições de vida, não é atoa que ela se encontra com outras séries no topo, e isso, não é só porque tem gente atirando em zumbi (a franquia cinematográfica Resident Evil é cheia disso e é duramente criticada), ela dramatiza a coisa, tenta contextualizar aquela ficção da forma mais tangível possível, por isso eu gosto quando eu vejo os personagens em situações humanas, como a situação da Carol com o Tobin, ela é mulher, ele é homem, ambos estão livres, aparentam idades próximas e estão em “paz” depois de terem passado pelo que passaram, então, por que não? Mas como se trata de uma narrativa, creio que o romance ali, ou qualquer outro, seja pra acrescentar algum desenvolvimento. Foi ótimo ver a Carol saindo do pedestal e sendo uma mãe.

Al_gostino 7 de março de 2016 - 12:01

Ontem começou meio devagar mas depois pegou fogo! Achei melhor do que o da semana passada….achei meio non sense a Carol ter “virado” boazinha rs, chegou até a ser engraçado e achei totalmente sem noção terem deixado a Maggie ir, não vai e ponto! rs ..mas acho que essa ida dela será fundamental para o que acontecerá com alguém nas mãos do Negan…Abraço Ritter!

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:28

Esse negócio com a Carol foi um “engraçado” ruim. Muito artificial demais.

Mas tomara mesmo que as ações nesse entreposto criem uma espécie de justificativa para as ações de Negan depois…

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 7 de março de 2016 - 12:01

Ontem começou meio devagar mas depois pegou fogo! Achei melhor do que o da semana passada….achei meio non sense a Carol ter “virado” boazinha rs, chegou até a ser engraçado e achei totalmente sem noção terem deixado a Maggie ir, não vai e ponto! rs ..mas acho que essa ida dela será fundamental para o que acontecerá com alguém nas mãos do Negan…Abraço Ritter!

Responder
Luiz Felipe 7 de março de 2016 - 11:14

Mais pesado do que matar o Glenn, só matando a Maggie com a Lucille.

Responder
Luiz Felipe 7 de março de 2016 - 11:14

Mais pesado do que matar o Glenn, só matando a Maggie com a Lucille.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:29

Duvido que Gimple faça isso, mas olha, não seria de todo mal não… A internet explodiria de horror e indignação e só por isso já vale… He, he. he.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:29

Duvido que Gimple faça isso, mas olha, não seria de todo mal não… A internet explodiria de horror e indignação e só por isso já vale… He, he. he.

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo Maia 7 de março de 2016 - 13:04

Acho que a vítima será o Daryl, já que a essa hora o Negan já sabe que ele, Daryl, explodiu seu grupo com uma bazuca.

Responder
Diogo Maia 7 de março de 2016 - 13:04

Acho que a vítima será o Daryl, já que a essa hora o Negan já sabe que ele, Daryl, explodiu seu grupo com uma bazuca.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:19

Não teria nada contra!

– Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:19

Não teria nada contra!

– Ritter.

Responder
Mariana 7 de março de 2016 - 15:48

Já mencionei aqui há alguns episódios que todas as minhas apostas estão nela. Acho que a série não tem espaço para mais um bebê no elenco fixo.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:23

O Bolão da Morte! Façam suas apostas, pessoal!

– Glenn
– Daryl
– Maggie (+bebê)
– Outro?

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 17:23

O Bolão da Morte! Façam suas apostas, pessoal!

– Glenn
– Daryl
– Maggie (+bebê)
– Outro?

Abs,
Ritter.

Responder
Mariana 7 de março de 2016 - 15:48

Já mencionei aqui há alguns episódios que todas as minhas apostas estão nela. Acho que a série não tem espaço para mais um bebê no elenco fixo.

Responder
Al_gostino 7 de março de 2016 - 18:30

Se ele matar a Maggie, aí bomba de vez…seria muito audacioso e bom para a história…sem falar no elemento surpresa

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 18:38

Com certeza, @disqus_RYJJohc0X7:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 18:38

Com certeza, @disqus_RYJJohc0X7:disqus!

Abs,
Ritter.

Responder
Al_gostino 7 de março de 2016 - 18:30

Se ele matar a Maggie, aí bomba de vez…seria muito audacioso e bom para a história…sem falar no elemento surpresa

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 09:44

Deixo um destaque aqui para as fotos vista pelo Gleen, sem mencionar o seu conteúdo por alerta de spoilers. Foi angustiante aquela cena…

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 09:44

Deixo um destaque aqui para as fotos vista pelo Gleen, sem mencionar o seu conteúdo por alerta de spoilers. Foi angustiante aquela cena…

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:29

Oh, sim! As fotos… As fotos…

Ah, Lucille…

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo Maia 7 de março de 2016 - 13:05

Aquela cena foi colocada pra enganar os fãs das hqs. A vítima será outra…

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:19

Sim, bem possível… Ou não…

Talvez… Quem sabe?

HAAHAHAHAHAAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:19

Sim, bem possível… Ou não…

Talvez… Quem sabe?

HAAHAHAHAHAAHHA

Abs,
Ritter.

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Diogo Maia 7 de março de 2016 - 13:05

Aquela cena foi colocada pra enganar os fãs das hqs. A vítima será outra…

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 09:34

Por mais que a ação seja burra, como você mesmo já deu N argumentos para isso Ricci, achei interessante mostra-la assim pois cria-se toda uma narrativa para a futura discussão das atitudes de Negan.

Fazendo uma analogia grosseira, está formado o cenário para o TeamIron e TeamCap da série, 🙂

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 09:34

Por mais que a ação seja burra, como você mesmo já deu N argumentos para isso Ricci, achei interessante mostra-la assim pois cria-se toda uma narrativa para a futura discussão das atitudes de Negan.

Fazendo uma analogia grosseira, está formado o cenário para o TeamIron e TeamCap da série, 🙂

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:30

@mateuswoszak:disqus, se usarem para criar essa polarização estilo Guerra Civil, com dois lados não completamente errados nem certos, aí sim terá valido a pena. Tomara!

Abs,
Ritter.

Responder
Emerson Falcão 7 de março de 2016 - 08:49

Desde que terminei de assistir esse episódio, ainda não consegui dormir! Estou começando a ficar preocupado quanto aos efeitos que esta série tem sobre mim kkkkkkk

Responder
Emerson Falcão 7 de março de 2016 - 08:49

Desde que terminei de assistir esse episódio, ainda não consegui dormir! Estou começando a ficar preocupado quanto aos efeitos que esta série tem sobre mim kkkkkkk

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:33

HAHHAAHHAHAHAHAA. Traumatizado por TWD… Então, meu caro, prepare-se…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 12:33

HAHHAAHHAHAHAHAA. Traumatizado por TWD… Então, meu caro, prepare-se…

Abs,
Ritter.

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Diogo Maia 7 de março de 2016 - 13:06

Acho que vão enrolar a ação nessa missão suicida do Rick até o episódio final.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:18

É o que estou achando também…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de março de 2016 - 15:18

É o que estou achando também…

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 15:01

Hahaha! Então prepare-se, pois é “algo para se ter medo”… 🙂

Responder
Mateus Woszak 7 de março de 2016 - 15:01

Hahaha! Então prepare-se, pois é “algo para se ter medo”… 🙂

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