Home TVEpisódio Crítica | The Walking Dead – 9X15: The Calm Before

Crítica | The Walking Dead – 9X15: The Calm Before

por Gabriel Carvalho
407 views (a partir de agosto de 2020)

  • Observação: Há spoilers do episódio e da série. Leiam, aqui, as críticas de todas as demais temporadas, dos games e das HQs. E, aqui, da série spin-offFear the Walking Dead.

Qual a história a ser contada diante de um massacre como esse, aniquilando-se as vidas de uma dezena de pessoas? O episódio em questão, The Calm Before, é um prenúncio indesejado às conclusões inesperadas, mas que sempre estiveram à espreita dessas pessoas, como a morte em si constantemente está. Ninguém quer que histórias sejam interrompidas. Ninguém quer que histórias cheguem ao fim abruptamente, por nada, sem mais, nem menos. O prólogo ao episódio, por sua vez introdutório ao que representa o capítulo, é um extraordinário demonstrativo desse suspense enervante que irá aterrorizar o mais calmo dos momentos. Nos é apresentado dois personagens novos, que conseguiram sobreviver ao apocalipse e encontraram esperanças em Hilltop, apenas para, anos depois, serem mortos indiscriminadamente por Alpha (Samantha Morton).  Essa é uma cruel antagonista, antagônica à humanidade, à vida humana como antes era.

Em grande parte do seu tempo, The Calm Before se pautará numa tranquilidade esperada. Angela Kang, por meia temporada, nos conduziu a acreditarmos em uma feira onde que as relações humanas podem se tornar ordinárias novamente, contudo, ainda assim importarem. O que é mais adolescente, para o arco do casal adolescente, do que ciúmes adolescentes? O roteiro assinado por Geraldine Inoa e Channing Powell exemplifica situações de ingenuidade, como essa. Quando pensei em que filme esses personagens assistiriam, nunca imaginei que fosse ser um desenho animado qualquer, o que, em contrapartida, é mesmo o mais natural para uma comunidade – comunidades, na verdade – revivendo a inocência. E temos a pequena Judith (Calley Fleming) brincando com Jerry (Cooper Andrews) e certas palavras, como namorado e namorada, sendo estranhas para esse mundo.  À Lydia (Cassady McClincy), o amor dos Reis ao Príncipe é estranho.

Querendo capturar esse sentimento de unidade a um grande grupo, Laura Besley vai caminhando com a sua câmera por entre as interações que acontecem na feira, buscando mapear o senso das dinâmicas, inocentes, que acontecem nesse meio. As irmãs então se comunicam através da língua de sinais, sem precisar realmente nos notificar do que está sendo conversado. Isso parte de uma natureza menos urgente, mais pacífica. The Calm Before, no entanto, anseia que, paralelamente à apresentação da quietude, quer trajar uma impaciência. O temor pela presença de Alpha é algo inerente aos espectadores, pois os personagens são inocentes a isso. Quando Ezekiel (Khary Payton) aproxima-se da mulher com peruca – um disfarce extremamente convincente -, o público começar a presumir o que acontecerá. Quem irá morrer? Será que alguém irá morrer? Os mortos irão surgir, porém,  para um outro grupo, que saiu em patrulha das fronteiras do Reino, ameaçadas.

Enfim, o monólogo de Siddiq (Avi Nash) é uma conclusão até consideravelmente piegas. Coloca todos aqueles mais próximos aos assassinados no massacre num mesmo grau, com lágrimas escorrendo e não um desespero subjacente, quietos ao som de palavras inspiradoras. Possivelmente, seria interessante ver um ou dois personagens ausentes daquele espaço enlutado, conferindo um ar de mais autenticidade à cena. O Rei Ezekiel, por exemplo, poderia manter-se confinado no seu quarto, querendo estar sozinho, e não no exterior do Reino, ambiente onde não ganha nenhum enquadramento no seu rosto. Mas, ao mesmo tempo, também é interessante o que a série promove pontualmente com esse massacre, não uma recaída – o que seria, nesse passo, colocar o evento na season finale -, mas um outro obstáculo a ser superado. Siddiq, por sua vez, quer contar uma história diferente a uma narrativa de que a crença na humanidade é ultrapassada.

Consequentemente, uma música bem comovente, acompanhando a cena de uma resistência que sabemos ser fracassada, cria uma das sequências mais carregadas emocionalmente da série. Ozzy (Angus Sampson) não conseguirá assistir ao seu filme, justamente o que o fez estar presente nesse caos. Curioso que esses três personagens, supostamente insignificantes, sejam donos de uma particularidade dramática do episódio. Personagens que mal chegaram, no caso dos Salteadores, e um personagem originalmente antagonista, no caso de DJ, arriscando suas vidas por outras. Isso é realmente muito bonito. E também temos a mãe que não poderá ver o seu menino, ainda um bebê, crescer. E uma líder que não poderá provar o seu valor. E, por fim, a morte de Henry (Matt Lintz), uma das coisas mais arrasadoras que a série já fez – a cena com Daryl tentando impedir Carol de vê-lo, sem vida, fere.  Eles não envelhecerão, mas tornarão-se símbolos.

The Walking Dead – 9X15: The Calm Before — EUA, 24 de março de 2019
Showrunner: Angela Kang
Direção: Laura Belsey
Roteiro: Geraldine Inoa, Channing Powell
Elenco: Norman Reedus, Danai Gurira, Calley Fleming, Melissa McBride, Josh McDermitt, Christian Serratos, Alanna Masterson, Seth Gilliam, Ross Marquand, Katelyn Nacon, Khary Payton, Cooper Andrews, Matt Lintz, Traci Dinwiddie, Callan McAuliffe, Kerry Cahill, Rhys Coiro, Avi Nash, Matt Mangum, Aaron Farb, Mimi Kirkland, Briana Venskus, Mandi Christine Kerr, Jennifer Riker, Jeffrey Dean Morgan, Eleanor Matsuura, Nadia Hilker, Dan Fogler, Lauren Ridloff, Cassady McClincy, Samantha Morton, Steve Kazee, Ryan Hurst, Rutina Wesley
Duração: 60 min.

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52 comentários

Edp 28 de junho de 2020 - 16:08

Eu larguei TWD na sétima temporada, resolvi retomar o restante da série agora e estou bem impactado com esse episódio.

Gostava muito da Tara e da Enid, que bem, tava meio sem função, mas gostava muito da atriz e acho ela linda também, pena.

Fiquei feliz que o Henry morreu, o arco de amor adolescente dele da Lydia é o mais absoluto porre (aliás, se era pra ter romance, que fosse entre Aaron e Jesus, e né, não rolou).

Pra mim podiam ter inserido os Sussuradores de qualquer forma, só cortava essa chatice de namoradinhos.

Não sei se vão explicar isso nos próximos ep’s, mas Alpha entrou na feira e matou toda aquela gente como? Mais gente entrou com ela? Ou ela sei lá, matou o pessoal naquele lugar com os canos e só cortou a cabeça.

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Eloísa 9 de abril de 2019 - 21:55 Responder
Bruno 28 de março de 2019 - 11:01

EU não consigo aceitar o que fizeram com a Tara? Pq??? Eu fiquei impactado com tudo, mas a Tara me deixou despedaçado. Pq fez isso comigo TWD?

Eu realmente fiquei impressionado por não ter recebido spoiler (vi o episódio três dias depois) e também por ter acontecido isso quando eu não esperava. Cheguei a conferir no google se não era a Season Finale. Daria 10 estrelas, se pudesse

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Gabriel Carvalho 4 de abril de 2019 - 20:44

Achei foda que não colocaram esse como season finale. Muito melhor!

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Isac Marcos 28 de março de 2019 - 10:03

Eu curti demais este episódio, as cenas finais (não só a das estacas) pra mim foram bem feitas, dos ângulos das câmeras à escolha da narrativa.
Só achei que a escolha das vítimas foi um pouco covarde em não matar personagens com maior peso. Pra mim deveria ter obrigatoriamente a Rosita e o Ezekiel, como foi na HQ. Ela, por estar grávida, traria impacto como foi lá e ele, por certa perda no símbolo que traz, da reconstrução mais utópica
Fora que serviria p/ a vingança da Carol tbm.
A escolha do Henry teve esse peso p/ ela, mas tbm foi a mais arriscada (já que havia se tornado substituto de parte do enredo que era do Carl).

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Danilo 27 de março de 2019 - 11:46

Sacanagem terem matado a gostosinha da Enid

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Gabriel Carvalho 28 de março de 2019 - 12:12

Meu Deus.

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joshua david 31 de março de 2019 - 17:35

a personagem foi muito mal aproveitada, tinha q morrer msm..

Responder
joshua david 31 de março de 2019 - 17:35

a personagem foi muito mal aproveitada, tinha q morrer msm..

Responder
Gabriel Carvalho 4 de abril de 2019 - 20:44

Angela Kang a sacrificou, em termos de desenvolvimento. É uma pena, mas acontece.

Responder
Diego Borges 26 de março de 2019 - 13:46

Assisti ao episódio. Esse tipo de cena me incomoda demais. Não pelo gore em si (pra quem cresceu vendo filme slasher é fichinha). O que pega é a exposição e o vilipendio de cadáveres. Ver pessoas com anseios e aspirações (não importa que sejam personagens fictícios) acabados em cabeças numa estaca.

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Davi 26 de março de 2019 - 12:32

Foi um excelente episódio, só não gostei da decisão errônea de matar o Henry. Era um personagem com bastante potencial, a maioria não gostava dele agora, só que ele nem teve muito tempo de desenvolvimento/tela quanto o Carl. Que poderia sim, no futuro ser substituído pelo Henry.
Péssima escolha dos produtores. Apenas pra impactar, mataram um personagem interessante que tinha tudo pra ser um dos principais da série. Até fui no twitter do ator pra dar meus agradecimentos de tão impactante que foi essa perda, pois ele realmente fez um ótimo trabalho como Henry. Uma pena.

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Jeremyah Valeska 30 de agosto de 2019 - 17:49

Virão personagens melhores nas próximas temporadas!

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JC 26 de março de 2019 - 10:31

Esse é um episódio pra chegar chutando a porta e falar:

Isso e Walking Dead Porra!!!!

Hehehehe….caráy!
Que final bruto.

Eu acho que seria mais perverso ainda acabando o episódio no choro da Carol.

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Massy Andrade 26 de março de 2019 - 10:19

Uma dúvida…não reconheci todos os mortos. O esposo da idosa que estava criando o bebê tb morreu ou foi só ela?

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Anderson Silva 26 de março de 2019 - 15:32

Foi só a senhora mesmo. Os homens eram os 2 salteadores e o DJ.

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Gabriel 26 de março de 2019 - 07:24

Boa crítica! Eu nunca fiquei tão tenso em uma série de TV, sensacional o episódio. Temi por todos os personagens dali, torci pra que alguns não morressem e fiquei tremendo muito. A série realmente saiu de um nível abaixo da média pra um nível muito alto. Triste ver Tara, Enid e Henry nas estacas, foram personagens marcantes que não vou esquecer. Ainda que a Tara seja uma personagem fraca, foi muito triste mesmo assim ver ela ali na estaca, pois ela esteve há muitos anos com o grupo enfrentando as coisas. Alviado que Ezekiel, Jerry e Siddiq não morreram, são personagens que eu gosto muito. Tinha quase certeza que Ezekiel e Rosita entrariam nas estacas e não aconteceu isso para a nossa alegria. Não chega a ser um casamento vermelho, mas foi muito pesado e forte pra série ver o destino de vários personagens legais ali. Sinto muito também pela senhora que carregava o bebê, coitada!

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Adilson 25 de março de 2019 - 23:28

Gostei muito do episódio, mas acho que tinha que ter morrido alguém importante de Alexandria (padre ou Rosita) e alguém do grupo da Magna (Kelly, na minha opinião). A maioria era de Hiltop (cinco) e os dois de Alexandria eram ex-salvadores

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Luciano Barros 25 de março de 2019 - 23:15

Que episódio… por mais que haja mudanças com cena da HQs, não deixa de ser um baque e tanto, foi um episódio como há tempos TWD não conseguia ser sabe… Eu que ainda insisto neste atestado que essa série se tornou, confesso que nesse episódio, houve um brilho…Resta saber somente se esse brilho é de uma estrela cadente que consegue passar rapidamente ou se algo que perdure… Enfim.

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José Werber 25 de março de 2019 - 21:22

A cena das estacas me deixou apoplético. Foi duro ver a Enid, Tara, Henry e até a senhorinha do bebê ali. Realmente, a 9° provou-se um bálsamo depois de um período tão decepcionante. E que venha o último episódio.

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Max James 25 de março de 2019 - 20:51

Que episódio! Estava adorando o Ozzy, que pena! Quando vi a Tara na estaca achei que era a Rosita haha. Não foi dessa vez que o Eugene morreu, nem mesmo o Rei, fiquei feliz de colocarem o Henry pra morrer, surpreendente pois eu realmente esperava o Rei ali. E vamos pra último, que espero que feche com chave de ouro a temporada!

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joshua david 25 de março de 2019 - 19:51

ótima crítica Gabriel!

eu achei o episódio muito bom, mas teria causado um grande impacto em relação ao Massacre das estacas se matassem Ezekiel e Rosita como foi nas HQs.Sério Rosita passou da hora de morrer. E o Ezekiel, eu acho q o motivo de não terem o matado foi pq possivelmente darão um duro desenvolvimento pra ele,já q mataram tragicamente o henry e isso abala tanto ele quanto a Carol.

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Wilson Melo 25 de março de 2019 - 18:41

A sewuencia a partir do momento que eles chegam nas estacas.. é simplesmente incrível e arrasadora. Me arrwoiei todo! Trilha sonora, atuação, montagem.. fazia eras que não sentia isso na série, tirando a despedida do Andrew. Obrigado, TWD!

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Al_gostino 25 de março de 2019 - 16:31

Episódio muito bom, aliás essa temporada acho que está excelente! Mudaram toda a dinâmica da série, dá gosto de esperar acordado para assistir…..agora esse Siddiq, que personagem mais chato e sem graça…

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Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 18:40

Não acho tanto assim não. É um personagem que não acrescenta em muito. Mas o texto está bom e tiveram vários momentos interessantes de conversas dele com Michonne bacanas.

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curiosa gospel 25 de março de 2019 - 14:58

hemry mereceu, ele foi culpado de ter trazido tudo isso

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Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 15:37

Merecer é algo tão errado de se falar sobre esse personagem… A Alpha que é cruel mesmo. Não é como o caso dos Salvadores, em que Rick fez um massacre contra um grupo que ele nem sabia se era tão do mal assim. Matar Glenn e Abraham em troca não era nada, na verdade – excluindo o lado gráfico desses assassinatos.

O negócio do estupro, que tem nos quadrinhos, ajudaria esse arco, no entanto. Sabermos mais das visões desumanas da Alpha.

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curiosa gospel 25 de março de 2019 - 17:09

bom se tivessem entregado a lydia nada diusso teria acontecido
alias vcs estão engrandecendo tanto esse ep.que parece que so presta quanto algum sádico mata vários personagens que n são vilões incluindo nisso aklguns teoricamente importantes

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Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 18:17

Mas entregar a Lydia seria errado, porque a garota não queria voltar com a mãe dela.

Mas eu já engrandeci vários episódios que ninguém morre na série. E o anterior, que também tem coisa pesada, eu não gostei tanto. Aliás, muitas pessoas estavam comentando que esse episódio tinha que ter mostrado as pessoas morrendo. Isso seria sádico. Mostrou, do contrário, elas lutando.

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joshua david 26 de março de 2019 - 21:02

achei sei sentido terem matado o henry, sei lá, abordaram toda a trama dele com os Sussurradores e principalmente com a Lydia pra depois o moleque morrer. E como fica a Lydia agora? espero que não coloque ela como um par romântico do Alden kkkk não quero nem imaginar, seria uma baita enorme ideia merda.

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curiosa gospel 30 de março de 2019 - 17:05

a carol devia mandar a cabeça daq lidia de presente pra alpha

Massy Andrade 26 de março de 2019 - 10:08

Cala a boca!

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curiosa gospel 27 de março de 2019 - 19:05

quem é vc na fila do pão

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Jackson R. Costa 26 de março de 2019 - 18:49

a mano assim também concordo com isso… mas ele deveria morrer mais pra frente.

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Diego Borges 25 de março de 2019 - 14:11

Na hq, Ezekiel também se encontra entre os decapitados.

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Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 15:36

Sim! Adaptaram essa morte para a morte do Henry.

Olha, eu não sou o maior fã da seleção de mortes nos quadrinhos não. Rosita era a mais pesada das mortes ali – apesar da personagem ser quase insignificante nas HQs -, e ela nem ganhou tanta atenção. Dramaticamente falando, a morte do Henry é mais impactante que a morte do Ezekiel.

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Roberval 25 de março de 2019 - 13:40

Episódio sensacional. A quantidade de mortos e quem morreu foi algo totalmente inesperado, uma grande surpresa.
Estão chamando esse episódio de “O Casamento Vermelho” do TWD.

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Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 15:08

Acho que o senso dramático de Game of Thrones é mais desesperador. O Casamento Vermelho provocava uma devastação para os personagens em grande escala, subvertendo completamente o plot da série, que o massacre nas estacas não provoca, ainda mais por conta do discurso do Siddiq.

Mas entendo a comparação;.

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S0mBRa 26 de março de 2019 - 20:45

Óbvio que provoca. Hilltop não tem mais ninguém digno pra liderar, e se for empurrado pro Daryl, ele é um lobo solitário e sempre será.
Se colocarem o Alden vai ser muuuuuuuuuuuuito estranho.
Se a cena final da 9º temporada for o Eugene contatando com a Maggie, ai sim vai ser incrível.
Mas a morte da Tara afeta Hilltop, e a morte do Henry afeta a Lydia.
Enid afeta Alden, e poderia vir a ser a líder de Hilltop se só a Tara tivesse morrido (já q conviveu com a Maggie, e acompanhou ela no crescimento da comunidade, já tava grandinha também).

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Cristiano Costa 25 de março de 2019 - 13:09

Eu fiquei mais triste na cena em que mostra todos eles lutando juntos por suas vidas mesmo a gente sabendo que no final eles acabaria mortos.

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Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 14:58

Sim. Essa cena foi bem triste mesmo. A mais para mim.

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Huckleberry Hound 25 de março de 2019 - 12:27

Mano eu fiquei com mais pena da velha ela já tinha perdido um filho e tava cuidando do bebê…e o Henry e a Enid não esperava ver eles na estaca mas enfim ninguém podia substituir o Carl!

Responder
Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 14:10

Se bem que nos quadrinhos o Carl não faz muita coisa depois de se envolver com a Lydia. A única coisa “chata” é que vai ser meio redundante para a Carol ter perdido Henry. Do outro lado, temos a Lydia, que eu espero que se envolva emocionalmente com Carol. É algo que a série prenunciou quando os dois conversaram nas celas, falando sobre a família.

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Junito Hartley 25 de março de 2019 - 15:38

Deu pena foi do coroa marido dela, perdeu o filho, ficou desolado e agora perde a esposa, trágico.

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Junito Hartley 25 de março de 2019 - 10:51

A serie ta boa, esse ultimo episodio foi um dos melhores da serie, mas é foda, quando eu vejo TWD agora, parece uma serie cheia de figurantes, o episodio foi bem tenso, unica coisa que nao gostei foi que o rei nao estava na estaca igual na HQ, mas fazer o que, eles nao seguem mais a HQ a tempos.

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Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 14:10

Eu acho que a série ganhou bastante com a saída do Rick. Não consigo enxergar um bando de figurantes não, e era o que eu esperava na verdade. A série me deixa mais empolgado assim do que com aquela estafante oitava temporada.

O Rei nas estacas ia ter menos peso, ao meu ver. E não era, aqui, um personagem tão importante quanto o Henry, envolvido em um dos núcleos principais da temporada (o da Lydia), e com relações com a Carol, o Rei e o Daryl. Afeta bastante gente. Se o Rei morresse ia ser: “perdi meu pai”. Pronto. É algo bem mais trágico perder um filho. É um baque na esperança do Rei também, de novo. E com a Carol a mesma coisa.

Responder
Junito Hartley 25 de março de 2019 - 15:38

Pra mim tinha de morrer o Henry e o rei.

Responder
Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 18:17

Eita! Prefiro ver o Rei deprê, ainda mais porque o Reino vai acabar, como mostra o trailer do próximo episódio.

Responder
Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 10:36

Mais um, galera! Top 3 temporadas da série?

Responder
Philip 25 de março de 2019 - 12:16

Com certeza!

Responder
Victor Tourinho 25 de março de 2019 - 16:31

Para mim perde para a 1ª, 4ª e 5ª (apesar dos últimos episódios desta aqui não serem dos mais empolgantes)

Responder
Gabriel Carvalho 25 de março de 2019 - 18:17

Eu acho ótimos os últimos episódios da quinta. Diferentes de tudo que a série já tinha mostrado e ainda “The Walking Dead”.

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