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Crítica | Vingadores: Guerra Infinita (Com Spoilers)

por Ritter Fan
584 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, nossa crítica sem spoilers e acessem, aqui, nosso índice do Universo Cinematográfico Marvel.

Personagens demais, dependência quase total de acontecimentos de outros filmes, duração inchada, CGI aos borbotões e expectativas extremadas. Em outras circunstâncias, estaria formada a tempestade perfeita para que Vingadores: Guerra Infinita desapontasse profundamente. Mas o cume da montanha de 19 filmes que a Marvel Studios não só construiu como escalou sozinha, mesmo que com alguns leves percalços aqui e ali, é o impossível cinematográfico acontecendo diante de nossos olhos, um filme que, se os fãs já estavam predispostos a gostar pouco importando qualquer coisa, é, de seu próprio modo, uma obra-prima da conversão de quadrinhos em Cinema, esse com “C” maiúsculo mesmo, além de também funcionar como uma obra que até um espectador casual poderia sentar para assistir sem perder o fio da meada básico tamanha é a familiaridade estrutural que o roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely imprime e que a direção dos Irmãos Russo coloca na telona com maestria.

Mas, claro, Guerra Infinita é muito mais um filme para fãs; um presente, na verdade, para aqueles que investiram nesses 10 anos de Universo Cinematográfico Marvel – os primeiros 10 anos como o estúdio faz questão de frisar – tamanha é a costura de referências internas que é feita aqui. Se, habitualmente, os filmes do UCM eram ricos em referências ao material fonte, ou seja, aos quadrinhos, agora há material inter-filmes mais do que suficiente para que os pontos possam ser ligados desde a Fase Um até Pantera Negra, o mais recente da Fase Três. É, literalmente, como se uma gigantesca saga dos quadrinhos se materializasse em filme diante dos nossos olhos.

É curioso que, quando o filme foi anunciado, Guerra Infinita tinha duas partes para que, depois, o subtítulo da segunda parte fosse alterado e mantido em mistério. Digo curioso pois Guerra Infinita é, inescapavelmente, a parte um de dois de uma história só, independente do subtítulo que seja anunciado. Na verdade, mais do que o começo de alguma coisa, o filme é, mais propriamente falando, a parte do meio de uma história cuja primeira parte é composta por nada menos do que 18 filmes. São 18 prelúdios auto-contidos que contêm peças de um quebra-cabeças maior que começa a ser montado aqui e terá seu fim efetivo um ano depois. Portanto, olhando friamente, Guerra Infinita, assim como o próprio infinito, não tem começo e não tem fim, iniciando em meio à ação diretamente conectada com Thor: Ragnarok e acabando em um mega-über-cliffhanger que imediatamente dá vontade de correr atrás da Joia do Tempo somente para avançar meses no futuro para ver como é que o círculo será fechado.

Em circunstâncias normais, essa característica seria um aspecto negativo, mas, aqui, ela é da essência do filme e não pode ser construída como algo que detraia do todo, ainda que, como mencionei, esse todo funcione até mesmo para quem não viu as obras anteriores, já que a história, em sua camada mais externa, é simples e objetiva: vilão quer destruir metade do universo e, para isso, tenta recolher seis MacGuffins coloridos, com duas dúzias de super-heróis em seu encalço tentando impedi-lo. É muito mais fácil algum incauto entender Guerra Infinita de chofre do que, por exemplo, outros três célebres e magníficos “filmes do meio”, ou seja, O Império Contra-Ataca, De Volta para o Futuro Parte II e As Duas Torres.  No entanto, como também afirmei, a característica de presente aos fãs e cume de uma antes inimaginável montanha só será verdadeiramente capturado por quem tiver acompanhado a jornada completa até a chegada definitiva de Thanos e seus minions à Terra.

Feito esse prelúdio, vamos conversar então sobre mais detalhes desse tour de force de fazer qualquer fã ter ataques cardíacos sucessivos na cadeira do cinema. Como fiz na crítica com spoilers de Pantera Negra, inseri meus quadros azuis de implicância que são só isso mesmo, “implicâncias” inconsequentes para a formação da avaliação final.

Thanos, Thanos, Thanos e mais Thanos

Visto apenas em cenas esparsas ao longo de alguns dos 18 prelúdios, Thanos manteve-se como uma figura misteriosa por 10 anos. O medo era que ele fosse apenas “mais um vilão” da Marvel Studios que, temos que convir, muito raramente trazia para as telonas encarnações realmente interessantes de seus antagonistas clássicos dos quadrinhos. E esse medo era plenamente justificado não só pelos exemplos pregressos, como também pelo fato óbvio que, com algo como 25 super-heróis zanzando pelo filme, não haveria espaço para o Titã Louco mostrar a que veio.

Mas esse receio é dissipado completamente em Guerra Infinita. Aliás, mais do que isso, diria que o jogo vira no filme desde seus minutos iniciais, quando Thanos, com sua famosa armadura dos quadrinhos, espanca o Hulk sem dó nem piedade ao ponto de, depois, o Gigante Esmeralda passar a ter medo de aparecer para um segundo round.  E, nessa mesma toada, que transforma Thor: Ragnarok de uma comédia sci-fi em um filme sombrio, trágico mesmo, vemos que os asgardianos foram exterminados, com Loki (Tom Hiddleston) tendo seu pescoço quebrado e Heimdall (Idris Elba) seu ventre perfurado diante de nossos incrédulos olhos. Afinal, como assim o Hulk é nocauteado e Loki – LOKI! – é assassinado sem mais nem menos? Não havia, porém, melhor começo para Guerra Infinita e, especialmente, para Thanos. Esse é o ponto em que, com nem 10 minutos de filme, compramos a gravidade da situação e a imponência e seriedade do vilão.

Acontece, porém, que isso não era suficiente para a dupla de roteiristas. Thanos, na cabeça deles, precisava de mais espaço e é isso que eles dão ao personagem, impressionantemente reduzindo o brilho de absolutamente todos os super-heróis – alguns mais, outros menos – e enxertando camadas ao antagonista de maneira que sua empreitada de destruição em massa, por mais absurda que possa parecer, não consegue minar completamente a empatia que sentimos pelo personagem e nem parece tão absurda assim no final das contas. Faço, aqui, aquela comparação clássica entre os vilões do estilo que vemos nos filmes de James Bond com o Sr. Queixo Enrugado. Enquanto lá o vilão parece “maior do que a vida”, com aquele jeitão maquiavélico, com direito, às vezes, a risadas sinistras ou a gatos angorá brancos no colo, aqui Thanos é um personagem completo, talvez o único que efetivamente tenha desenvolvimento satisfatório em um filme em que, sinceramente, não esperava desenvolvimento de absolutamente nenhum personagem em razão da própria estrutura da obra. Não há, em Thanos, a vilania pela vilania. Ao contrário, seu objetivo é bem explicado, apesar de exagerado ao extremo (mas estamos falando de um filme que reúne duas dúzias de super-heróis, pelo que o objetivo não poderia ser apenas “dominar a Terra” como o Dr. Gori), tem um sentido que é puxado diretamente dos quadrinhos e que se relaciona com uma das mazelas que vivenciamos aqui: a superpopulação. Claro que a solução do problema não é exterminar metade, mas se Thanos estivesse sugerindo terraformar planetas desabitados para transferir metade da população para lá, ele não seria exatamente um vilão.

Implicância 1:

Cadê o Adam Warlock? Se teve um erro na estratégia da Marvel Studios ao longo desses 10 anos, foi sua hesitação em introduzir um de seus mais icônicos heróis cósmicos, Adam Warlock. É compreensível a hesitação, porém, dada a complexidade do personagem e seu total desconhecimento até de boa parte dos leitores de quadrinhos. No entanto, sua falta é ainda mais fortemente sentida aqui, já que, nos quadrinhos, não só ele é o principal nêmesis de Thanos, como, esporadicamente, é aliado do Titã Louco e isso sem contar com o fato de que é na testa de Warlock que reside a joia da alma, um presente de seu pai adotivo Alto Evolucionário. Era essencial que ele estivesse presente em Guerra Infinita? Certamente que não, pois a solução dada à joia da alma foi mais do que satisfatória, mas, como alguém que simplesmente adora o personagem, não pude deixar de detecta diversos – DIVERSOS! – momentos em que sua “entrada triunfal” teria sido tão perfeita que, receio, teria no mínimo tido uma arritmia.

Além disso, ele não é um genocida. Reparem como isso é diretamente abordado no filme por meio de um de seus confrontamentos com sua filha Gamora (Zoe Saldana). Seu plano não leva em consideração raça, religião, status social ou qualquer outro elemento que divida populações. Ele “trabalha” com absoluta aleatoriedade, criando um sistema justo. Mas calma antes que alguém arregale os olhos por eu estar afirmando isso de um cara que quer matar metade dos seres vivos do universo. É apenas um exercício e uma demonstração de que existe uma lógica nas ações de Thanos que o roteiro se dá ao trabalho de nos informar, o que automaticamente retira do plano assassino aquela pecha do “sou mau como o Pica-Pau e, portanto, quero matar todo mundo pelo prazer da coisa”. Mas, mais além ainda, o filme ainda tem tempo para focar na ligação pai e filha dele com Gamora, revelando o ponto fraco de Thanos e que ele, sim, tem sentimentos e nenhuma vergonha de mostrá-los. O que mais podemos esperar de um vilão de quadrinhos?

Aliás, só um parênteses: vejo nas motivações por trás do assassinato em massa que Thanos quer promover algo mais bem construído do que a motivação que o sensacional Jim Starlin criou para o personagem, ou seja, o presente que ele quer dar ao amor de sua vida, a Morte, representada, nos quadrinhos, por uma bela mulher de manto preto. Não que fosse impensável trazer esse elemento bizarramente romântico para o filme, mas tendo a acreditar que ele funciona melhor nos quadrinhos e só lá, pelo que a adaptação feita não só mantém o espírito original, mas efetivamente o encaixa de maneira fluida ao UCM.

Mas Thanos não seria Thanos sem outros dois elementos essenciais: Josh Brolin e o CGI. Brolin é Thanos. Não falo nem necessariamente na captura de performance, que é muito boa, mas especialmente em seu trabalho de voz. Sentimos o peso do que o personagem faz a cada sílaba que o ator profere, com pesar para o que ele acha que precisa fazer, desdém quando o super-herói que o ameaça não é mais do que uma mosca para ele, surpresa quando ele encontra seu par ou se depara com um ato de coragem extraordinário, comando absoluto em momentos-chave de ação e, finalmente, um estranhamente complexo sentimento de amor não apenas por Gamora, que é mais evidente, mas, antiteticamente, pela vida. Esse último aspecto é simplesmente uma maravilha, pois Brolin, apesar do tipo durão que sempre viveu no cinema, conseguiu passar um tipo de doçura que ele modula para fazer de seu Thanos um vilão mais filosófico, mais complexo pela forma como ele encara o mundo e, lógico, por defender a vida por meio de matança.

O CGI, que eu mesmo tanto reclamei quando o primeiro trailer saiu, era o fiel da balança aqui. Se não funcionasse, Thanos provavelmente não funcionaria. Mas foi alvissareiro notar que, tanto nas sequências em espaço confinado e mais escurecidas com a inicial no espaço, como quando em campo aberto e de dia, como na sequência em Wakanda ao final, o CGI manteve-se intacto, com o vilão mantendo sua poderosa presença por seu porte natural (espetacular o contraste do tamanho da mão de Thanos com o Ferroso e o Aranha tentando puxar a manopla em Titã) quanto por seu peso físico, algo tão problemático no CGI atual que, muitas vezes feito às pressas, faz monstros gigantes parecerem bailarinas do Bolshoi. Em Guerra Infinita, Thanos é tão personagem quanto o Capitão América em termos de presença em tela e esse aspecto fecha um inestimável conjunto que faz do personagem o melhor vilão do UCM até agora e, quiçá, um dos melhores vilões de filmes de super-heróis.

Dividir para Conquistar

Sei que foquei em Thanos, mas é que o personagem merecia. Além disso, é uma tarefa impossível abordar cada um dos demais, até porque o texto de Markus e Freely não pede isso, muito ao contrário até. Usando a única estratégia possível para lidar com tanta gente em tão pouco tempo, os dois promoveram a boa e velha divisão em grupos ou equipes usando, em seu favor, o treinamento que tiveram com Capitão América: Guerra Civil, chegando quase à perfeição aqui.

O aspecto mais interessante é a facilidade e a lógica com que a divisão acontece. Se o Hulk (Mark Ruffalo) é arremessado à Terra graças ao último suspiro de Heimdall e serve de arauto do Apocalipse (substituindo o Surfista Prateado na exata mesma função em Desafio Infinito, saga em quadrinhos que inspirou mais diretamente o filme) e acaba catalisando a reunião do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) com o Homem de Ferro (Robert Downey, Jr.) e, depois, com o Homem-Aranha (Tom Holland), Thor (Chris Hemsworth) é “explodido” no espaço e acaba estatelando-se na Milano, nave dos Guardiões da Galáxia, logo também gerando uma reunião e, em seguida, uma divisão, com Rocket (Bradley Cooper), Groot (Vin Diesel) e o Deus do Trovão seguindo para Nidavellir para forjar uma nova arma no coração de uma estrela de nêutron e o Senhor das Estrelas (Christ Pratt), Gamora, Mantis (Pom Klementieff) e Drax (Dave Bautista) partindo para Luganenhum para tentar impedir que Thanos abocanhe a joia que está com o Colecionador. Dessa estrutura, decorre um novo “embaralhamento” de cartas, com o encontro do Senhor das Estrelas e equipe com o Homem de Ferro e equipe em Titã, com Bruce Banner servindo de conexão, na Terra, para chamar o fugitivo Capitão América (Chris Evans) e seu grupo renegado formado pela Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Falcão (Anthony Mackie) que, por sua vez, salvam a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e o Visão (Paul Bettany) na Escócia e reúnem-se com o Máquina de Combate (Don Cheadle) na base dos Vingadores, confrontando, no processo, o Secretário de Estado Thunderbolt Ross (William Hurt) e, finalmente, usando os ferimentos no sintozoide como elemento de conexão com o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e Wakanda. Ufa!

Todas essas interconexões permitem uma belíssima fluidez à narrativa, além de, claro, momentos épicos para fazer o fã bater palmas, como as entradas triunfais do Hulk como um foguete verde, Capitão América nas sombras e o Homem de Ferro com sua armadura Bleeding Edge baseada em nanotecnologia que “morfa” em foguetes, armas de envergadura avantajada e assim por diante. Aliás, entradas triunfais é o que não faltam no filme, com uma acontecendo a cada 10 minutos para que ninguém se atreva a fechar os olhos. É certamente um abuso do artifício, mas, aqui, ele é plenamente justificado.

Implicância 2:

Hulk com medinho, é sério? Quer dizer então que o peso-pesado da Marvel, o descerebrado Hulk é um bananão? Apanhou do queixudo roxo e não quis mais sair da casa do Banner? Fico pensando o quanto não teria sido mais épico ainda colocar Hulk e Thor novamente lado-a-lado contra o enxame de monstrinhos multi-braços em Wakanda. Certamente bem melhor do que Banner estabanado dentro da Hulkbuster de segunda mão de Stark. E isso sem contar que perdemos a chance de ver a Viúva Negra botar o grandalhão para dormir com sua canção de ninar…

Mas, além dos pareamentos inusitados das diversas pequenas equipes, temos o respeito absoluto das mitologias de cada personagem ou grupo de personagens, com um dilúvio de referências internas conectadas a cada um deles, além de um cuidado visual que mantém a identidade de cada um. O exemplo mais evidente disso é com a entrada (triunfal) dos Guardiões da Galáxia, que, claro, é precedida de música e um ambiente relaxado, mais colorido e cômico de verdade, no interior da Milano. Até mesmo Thor, que protagoniza o começo sombrio, não perde seu passado cômico recente, já que, claro, eles “têm um Hulk” e seus músculos espantam Drax, Gamora e deixam o Senhor das Estrelas furioso. Os dois metidos de cavanhaque colocados imediatamente em choque egocêntrico são hilários de sua própria maneira, especialmente ao opor ciência à magia. Aliás, a dupla formada pelo Doutor Estranho e Homem de Ferro ganham especial destaque no filme, o primeiro por servir de canal pelo qual aprendemos sobre as joias do infinito e por portar uma delas e, claro, por certamente ter visto, dentre as 14 milhões de futuros possíveis, que, aquele que levaria à vitória dos Vingadores, inclui a entrega de sua joia do tempo a Thanos e seu auto-sacrifício. Estaríamos testemunhando o início da formação dos Illuminati, já que, obviamente, Estranho não morreu de verdade?

Outro herói muito destacado é Thor que finalmente ganha aquilo que uma boa parcela dos fãs vinha pedindo: nobilidade e gravidade. Logo deixando seu lado cômico de lado diante da desgraça que viveu, o Deus do Trovão carrega quase que sozinho uma boa parte do filme, com os detalhes da fabricação de sua nova arma, a Rompe-Tormentas, originalmente usada nos quadrinhos pelo “Thor Cavalo Cibernético” Bill Raio Beta. Ajudado pelo anão gigante vivido por Peter Dinklage em uma ótima ponta (ok, é mais do que só uma ponta) e por Rocket e Groot, este último sem uma entrada triunfal, mas certamente com um momento triunfal ao usar uma parte de seu corpo como cabo do machado, o Deus do Trovão é encarado por lentes mais guturais, mais “sujas” e que abrem espaço para a demonstração de todo seu poder e fúria quando ele finalmente volta à Terra em, sim, você adivinhou, uma entrada triunfal. Toda a sequência de Thor no espaço seja talvez um pouco longa demais, ocupando mais tempo do que deveria dentro da engrenagem dos Irmãos Russo, mas ela funciona bem ao nos permitir ver esse Thor com dentes trincados e uma dor interna que só muita machadada alivia.

De todos os núcleos, aquele que ganha abordagem menos inspirada é o do Capitão América e Pantera Negra ou, para facilitar, o “grupo de Wakanda”. O objetivo dos Irmãos Russo, claro, foi de incluir uma sequência de guerra em larga escala para que o pessoal chato que reclamou que não teve guerra em Guerra Civil,  parasse de encher a paciência deles. E, apesar de a pancadaria desenfreada contra os monstrengos genéricos da Ordem Negra (não falo – ainda – da Ordem Negra em si) ser bem coreografada, com belas tomadas aéreas e alguns travellings bem no meio da ação, há, ali, uma certa diluição da importância dos personagens. O Capitão não é mostrado em seu papel natural de liderança ou como estrategista constante e o Pantera Negra chega até mesmo a ter um papel de certa forma conflitante com o do Capitão. Não é que isso seja um grande problema, pois não é, mas é visível qual foi o elo mais fraco nessa divisão de grupo.

Buchas de Canhão

Ainda como parte da divisão de funções e de grupos, não poderia deixar de abordar o papel da tão falada e tão esperada Ordem Negra, ou os minions mais robustos de Thanos que são enviados para a Terra para recolher as joias do Doutor Estranho e do Visão. Se, de um lado, a importância desses personagens – Fauce de Ébano (Tom Vaughan-Lawlor), Próxima Meia-Noite (Carrie Coon), Corvus Glaive (Michael James Shaw) e Cull Obsidian (Terry Notary) –  é reduzida em comparação ao que se esperava e à ameaça que representavam como devotos do deus Thanos (nos quadrinhos, filhos), por outro o enfoque dado pelos Irmãos Russo a eles impediu sua redução a meras buchas de canhão.

Afinal, as buchas de verdade, aqui, são as criaturas que morrem às arrobas na batalha de Wakanda. A Ordem Negra, dividida em frentes de ação, é de difícil eliminação, o que acaba valorizando cada um deles, com especial destaque para Fauce de Ébano, que segue para Nova York para obter a joia do tempo do Doutor Estranho e que mostra ter vastos poderes psiônicos que fazem Estranho, Wong, Stark e Parker cortarem um dobrado, só mesmo vindo a morrer depois que este último convence seu mentor a usar a “estratégia Aliens, o Resgate“.

Até mesmo o grandalhão Cull Obsidian é uma dificuldade para matar, considerando que os vilões maiores normalmente são os que vão primeiro e isso sem contar com o bom combate que Próxima Meia-Noite oferece à Viúva Negra e Okoye (Danai Gurira), em outro daqueles “momentos triunfais” talhados cuidadosamente para os fãs vibrarem. Mas, no final das contas, a tropa de elite de Thanos ainda é formada de buchas de canhão glorificadas que, porém, cumprem bem sua tarefa de estabelecer o nível de ameaça necessário para os heróis que ficam na Terra.

Uma Caixinha de Surpresas

Um filme da escala de Guerra Infinita não tinha espaço para detalhes. O que os roteiristas e os diretores fizeram poderia ser enquadrado no crime inafiançável de abuso de fã inocente. Não só vemos as já citadas auto-referências inter-UCM perfeitamente encaixadas em cada diálogo, em cada interação entre personagens, como eles conseguiram deixar espaço para algumas magníficas cartas na manga.

A presença de Peter Dinklage como o anão gigante Eitri é a primeira grande sacada, colocando o ator que notabilizou-se por seu Tyrion Lannister de Game of Thrones, em um papel de bom destaque e que ele vive muito eficientemente, misturando energia e amargura pelo acontecido em seu lar e com seus pares. Vê-se o cuidado em dar ênfase a todo e qualquer personagem, mesmo que seja o coadjuvante de função única e com escalação só para agradar um outro grupo de fãs. Tomara que Eitri volte em algum outro filme do UCM, talvez finalmente quando (e não “se”) Bill Raio Beta singrar as telonas.

Mas o melhor momento WTF é quando o Dementador (Stonekeeper, segundo os créditos) que serve de guardião para a joia da alma é revelado como sendo ninguém menos do que o Caveira Vermelha, desta vez vivido por Ross Marquand (o Aaron, de The Walking Dead). A volta do vilão era há muito especulada por todos, mas sua inclusão completamente de surpresa em meio ao mistério da única joia cujo paradeiro não conhecíamos é alvissareira e muito bem-vinda, já que abre as portas para a reinserção do personagem na mitologia do Capitão América, quiçá como grande vilão de um futuro filme dos Vingadores até. A presença do personagem, no filme, bebe diretamente de sua “morte” em Capitão América: O Primeiro Vingador, tornando-se circular e, por isso, facilmente comprável por quem acompanha o UCM desde seu começo, jamais parecendo aleatório ou apenas um fan service.

Implicância 3:

Se Loki tiver morrido de verdade, farei greve de UCM! Afinal, até o advento de Thanos, ele era o melhor e mais bem desenvolvido vilão do Universo Cinematográfico Marvel e um potencial candidato, na minha lista pessoal, a ganhar um filme solo (raios, se Venom pode ter filme solo, porque não Loki?). Espero que, com o inevitável restabelecimento dos mortos empoeirados no próximo filme, Loki volte também ou que ele tenha usado sua magia para enganar Thanos. Ou qualquer coisa. Afinal, personagens de quadrinhos que não se chamam Ben não morrem para sempre nunca! (ah, era mentira sobre a greve, ok?).

Ainda nesse diapasão, a própria mitologia da joia da alma é inserida à perfeição na narrativa. Ao apenas mencionar que a joia de Xandar já fora obtida por Thanos depois de ele arrasar o planeta, algo que realmente não precisávamos testemunhar e as outras terem seus paradeiros clara e explicitamente abordados, faltava uma explicação razoável para a joia mais importante. E ela vem dentro da estrutura de pai e filha entre Thanos e Gamora que ganha o único flashback da fita, dedicada ao momento em que o Titã adota a menina verde logo antes do massacre de metade da população de seu planeta. Claro que o roteiro toma algumas liberdades que substituem aquilo que não fora antes pensado, como a faca que Thanos presenteia sua filha e o conhecimento, por Gamora, da localização da última joia. No entanto, o preço é pequeno a se pagar por essas breves liberdades que não atravancam a narrativa, especialmente porque o resultado é trágico – mais uma morte importante pré-Manopla do Infinito completa – e reveladora da grande e, provavelmente, única fraqueza de Thanos.

Nem Tudo é Perfeito

Além dos pequenos probleminhas que fui mencionando ao longo da crítica, gostaria de aproveitar a oportunidade para falar de um que me incomodou bastante e que está bem no começo do filme: a morte dos asgardianos. Não sei se todo mundo morreu – nada leva a crer o contrário -, mas, mesmo assim, a aniquilação de quase todos (onde está Valquíria e, mais importante ainda, Korg?) esvazia Thor: Ragnarok quase que completamente. Logicamente, essa é mais uma situação que pode ser remediada com outro estalar de dedos com a manopla, mas, levando em consideração apenas as informações que tempos nessa primeira parte, considero uma escolha equivocada do roteiro para dar peso dramático ao início da obra, ainda que, no final das contas, ela funcione.

Aliás, falando em primeira parte, outro aspecto que me deixou incomodado foi toda a ginástica feita por Kevin Feige ao retirar o subtítulo Guerra Infinita – Parte 2 do quarto filme dos Vingadores, dando a entender que ele seria independente. Não só ficou evidente que ele não será independente, como essa escolha revelou-se como uma jogada marketeira boba e desnecessária. O tamanho do cliffhanger é tão gigantescamente descomunal – mas bem feito e não aquela coisa horrorosa que Peter Jackson fez ao “final” de O Hobbit: A Desolação de Smaug – que chega a ser uma trapaça não deixar logo evidente pelo título que Guerra Infinita tem duas partes. Afinal, ninguém realmente acha que o Homem-Aranha, o Doutor Estranho e os Guardiões da Galáxia morreram, não é mesmo?

Implicância 4:

Não adianta: sejam nos quadrinhos, seja no filme, EU SIMPLESMENTE ODEIO A ARMADURA DO ARANHA DE FERRO (até o nome é ridículo…). Preferiria acreditar que um dos poderes do Aracnídeo é respirar no vácuo do que ver aquela coisa horrorosa no filme. Espero fortemente que ela seja aposentada já!

Fora isso, há outras pequenas conveniências que eram completamente desnecessárias, além de preguiçosas, como o “olho mágico” que Thor ganha de presente de Rocket e a redução drástica – pela segunda vez! – do papel do Visão no UCM. O segundo caso, claro, é mais grave, pois o potencial do personagem é novamente deixado de lado, ainda que, aqui, haja uma construção mais lógica. No entanto, os Irmãos Russo definitivamente ainda nos devem uma cena épica encabeçada pelo personagem (e não, ele não morreu também não…).

O Futuro Infinito

Guerra Infinita é, sem dúvida alguma, um grande marco nos filmes de super-herói, uma prova que, com grandes planejamentos, vêm grandes filmes (sim, isso foi uma cutucada em vocês sabem quem…). É um filme “do meio”, sem dúvida alguma, mas é, mesmo assim, uma obra de relevância dentro de seu sub-gênero e uma prova do amadurecimento dos Irmãos Russo na direção, que conseguem segurar sua decupagem enlouquecida e suas tentativas de fazer uso de câmeras tremidas. Esses dois elementos ainda se fazem presentes, não tenham dúvida, mas a dupla os minimizou incrivelmente, entendendo que menos é mais, mesmo diante da escala quase inimaginável do que eles fizeram aqui. Aliás, o “menos” também provavelmente será o mote do Parte 2, pois voltamos à formação original dos Vingadores com o “empoeiramento” dos demais, mesmo que a Capitã Marvel venha para salvar o dia, como ficou evidente pela cena pós-crédito e que o time seja reforçado pelo aposentado Clint Barton e pela dupla em miniatura Homem-Formiga e Vespa.

Ao mesmo tempo, Guerra Infnita abre espaço para uma reformulação do UCM, algo que é inevitável assim como os reboots editoriais. A eliminação de boa parte dos heróis significa a oportunidade de eles serem trazidos de volta em contextos diferentes, expandindo os horizontes ainda mais para outros caminhos para a Fase 4 e além. E, claro, o filme mostra que não há limite para o que a Marvel Studios pode fazer agora em diante, ainda que isso seja algo que venha com um lado negativo: Guerra Infinita é tão impressionante em sua escala que qualquer coisa que vier pela frente será inevitavelmente comparado com o filme, o que pode levar a arroubos e delírios michaelbayanos se não houver freios pelas equipes de produção. Mas é aquilo: depois de 19 tentativas bem-sucedidas em sua maioria esmagadora, não há razão alguma para achar que o que vem por aí será menos impressionante.

Make Mine Marvel forever!

Vingadores: Guerra Infinita (Avengers: Infinity War, EUA – 2018)
Direção: Anthony Russo, Joe Russo (Irmãos Russo)
Roteiro: Christopher Markus, Stephen McFeely
Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Chris Hemsworth, Benedict Cumberbatch, Scarlett Johansson, Mark Ruffalo, Chadwick Boseman, Tom Holland, Benedict Wong, Don Cheadle, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Josh Brolin, Tom Hiddleston, Paul Bettany, Elizabeth Olsen, Letitia Wright, Danai Gurira, Winston Duke, Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Pom Klementieff, Karen Gillan, Bradley Cooper, Vin Diesel, Carrie Coon, Peter Dinklage, Terry Notary, Benicio del Toro, Gwyneth Paltrow, Stan Lee, Idris Elba, William Hurt, Tom Vaughan-Lawlor, Michael James Shaw, Ross Marquand
Duração: 149 min.

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586 comentários

Matheus Fagundes 21 de março de 2021 - 01:24

Vim para cá após assistir o Snydercut. Por não conhecer toda mitologia de Darkseid nos quadrinhos, não posso afirmar qual é o melhor vilão na comparação com Thanos. Mas com certeza o Thanos do MCU é um vilão muito melhor do que o Darkseid do Snyderverse.

Imaginei aquela cena em que o um portal se abre e a cabeça do Lobo da estepe vai até Apokolips, algo me diz que se ali fosse o Thanos ao invés do Darkseid a reação seria diferente do que virar as costas e ordenar preparar a armada, me pareceu um pouco covarde até.

Além de Guerra Infinita o outro parâmetro que tenho no que diz respeito a filmes de heróis em live action é o Dark Knight. Observado agora, pelo fantástico que Guerra Infinita permite (além das empatias pelos personagens) Guerra Infinita está a frente do Dark Knight no que é referente a obra originada dos quadrinhos.

O filme do Batman pode até ser um melhor filme, mas quando falamos de adaptação de HQs para o cinema (incluindo cores, o inacreditável e o envolvimento) Infinity War ainda é meu supra sumo. E parabéns pelo texto, compartilho de suas implicâncias 🙂

Responder
planocritico 21 de março de 2021 - 01:36

Obrigado, @disqus_CCgyXcb04s:disqus .

Deixe-me abordar seus pontos:

1. Darkseid vs Thanos:

Falando apenas do que vimos nos filmes, já que você não conhece os personagens dos quadrinhos, eu acho até covardia começar a compará-los. Thanos ganhou um baita desenvolvimento ao longo dos filmes do UCM e, depois, dois filmes grandiosos em que ele era o vilão principal. Sem dúvida alguma Thanos é o melhor dos dois NOS FILMES, até porque o Darkseid, coitado, tem algo como 2 minutos no total do SnyderCut de 4h e 2 minutos…

2. Sobre Cavaleiro das Trevas, sua comparação é interessante. De fato, Cavaleiros das Trevas é o filme melhor (diria que é O melhor de super-heróis), mas ele não é mesmo uma adaptação direta dos quadrinhos, o que faz com que Guerra Infinita ganhe nesse quesito.

Abs,
Ritter.

Responder
Beatriz Lynch 7 de maio de 2020 - 13:24

Belo texto. Esse ainda é meu Vingadores favorito, a morte da Gamora, toda batalha no planeta do Thanos, a batalha de Wakanda e o desaparecimento dos herois (e cena final do Thanos)foram as coisas que mais marcaram, confesso que gostaria se tivesse terminado daquele jeito com a vitoria do Thanos, mas era impossivel ja se tratando de filmes de super herois(tanto que ja foi um ato corajoso fazerem o que fizeram), alias toda construção do Thanos e o incrivel trabalho de Josh Brolin foi algo de se elogiar e muito, um Thanos com uma motivação bem melhor do que na HQ que simplesmente era apaixonado pela Morte, tanto que ainda fico com esse Thanos do que o do Ultimato (justamente por serem de epocas diferentes, o do Ultimato não foi o Thanos “tragico” de Guerra Infinita). Realmente hoje em dia ninguem sabe fazer filmes de super herois melhores que a Marvel (mesmo que pra mim o melhor ja feito ainda seja um da DC).

E obs: aonde veriamos um Tyrion gigante sem ser aqui?! xD

Responder
planocritico 7 de maio de 2020 - 14:22

Esse também é meu Vingadores favorito. Vilão muito bem trabalhado.

Abs,
Ritter.

Responder
Shadai 15 de janeiro de 2019 - 16:57

única coisa que não gostei foi o cgi para a armadura do homem de ferro e para do aranha de ferro, se fossem feitas anos atrás seriam iguaizinhas e tão xingadas quanto o cgi do lanterna verde, a evolução foi mínima, parecia só uma cabeça solta com corpo cgi.
e estranhei os Russo usarem tantas cenas com piadas; quase todos heróis tem seu momento engraçado no filme. Dispensável.

Responder
planocritico 17 de janeiro de 2019 - 11:40

Não tive problemas sérios com o CGI das armaduras não, ainda que eu abomine a do Aranha.

Sobre as piadinhas, os Russo fazem isso com constância, até mesmo em Soldado Invernal.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de setembro de 2018 - 14:27

Novamente, parabéns pela força de vontade! Queria ter 1/10 dela! HAHAHHHAHHAHAAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2018 - 16:07

Cara, parabéns! Sua força de vontade para NÃO assistir Guerra Infinita no cinema e esperar o lançamento em Blu-Ray demonstra ser maior do que o poder das seis joias do infinito juntas!

Mas que bom que você gostou do filme! Ele é realmente especial, por conseguir o impossível de reunir tanta gente de maneira fluida e por inverter a abordagem e colocar Thanos no protagonismo.

E obrigado pelo elogio!

P.s: Sobre Thanos alcançar o status de Vader, depende muito do que a Marvel planeja fazer com ele no próximo filme. Veremos!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 26 de setembro de 2018 - 16:31

Ah, não foi fácil…mesmo não tendo inclinação natural pelo mundo Marvel (prefiro os personagens da DC); eu lia as chamadas das críticas, os “finais explicados”, “fãs em transe”, “crítica com spoliers”, e ficava quase tentado a conhecer um pouco mais da obra que estava no coração e mente de praticamente todo mundo; eu era praticamente um naufrago que evitava até falar com Wilson no quesito “Guerra Infinita”.
Mas a massificação das informações não me seduziram, eu sabia que a experiência no cinema seria pobre, pois imagem de alta qualidade é um predicado que não conheço nos cinemas locais; tudo é muito escurecido, o que apenas deprecia o trabalho insano e sensacional da equipe técnica, que faz de tudo para tornar o filme algo bonito e grandioso de se ver.
Valeu a pena, até vi novamente as cenas mais deslumbrantes tentando pegar um CGI preguiçoso, um detalhe genérico…mas qual o que? É tudo muito bem feito; aquele nível de detalhamento nas cenas em plena luz do dia”terrestre” são puro deslumbre.
Tudo muito legal, claro que alguns personagens “sumiram” e perderam relevância e gravidade no redemoinho, mas também, é muita coisa para encaixar…
A maldade de Thanos é quase pragmática e totalmente impessoal, mas ele mostrou laivos bem perversos ao matar todos os anões-gigantes da fornalha espacial, deixando apenas um mutilado como testemunha…muitos deixaram escapar esse “detalhe”.
abraço!

Responder
Fórmula Finesse 26 de setembro de 2018 - 08:11

Valeu a pena esperar meses para ver essa grandiosa obra em Blue Ray, para não perder cada detalhe dos impressionantes efeitos especiais, até detalhes da incipiente barba de Thanos podia ser visto nos closes (cara a cara com Thor), a pulsação no pescoço e a textura da pele…como poderia ser mais REAL do que aquilo??
Mas um filme é muito mais do que trucagens maravilhosas, e todo o elenco, toda a amarração da história funciona muitíssimo bem – que grata surpresa! Guerra Infinita é uma AULA em todos os aspectos sobre seu maior e desmilinguido rival – Liga da Justiça – e já têm potencial de novo clássico dos quadrinhos; dentro de sua franquia, é como um TDK de Nolan.
Grande crítica!
P.s: Thanos será tão grande quanto Darth Vader (fariseuuu!!!!)no futuro se a próxima fase continuar nessa toada.

Responder
planocritico 1 de agosto de 2018 - 11:31

He, he, as críticas com spoilers são sempre grandes assim, pois o objetivo é justamente tentar mergulhar em cada detalhe. Mas elas são sempre precedidas de críticas sem spoilers, que são “normais”.

Sobre o Thor, não, em linhas gerais ele não tem veia cômica nos quadrinhos, MAS no UCM tem e é isso que importa para a construção do personagem. Acho que fazem sentido as piadas mesmo em meio à desgraça. É uma forma de fuga, até porque sentimos a raiva que ele tem de Thanos, apesar do lado cômico.

Mas também não gosto de terem dado um olho para ele. Ficou bobalhão. Teria sido muito melhor que ele tivesse ficado caolho.

No caso do Aranha, você tem razão. A interação dele com Stark, nesse filme, é melhor do que a soma de toda a interação anterior em Guerra Civil (que achei deslocada) e em De Volta ao Lar (que achei excessiva e, sinceramente, chata).

Abs,
Ritter.

Responder
the rálk 15 de janeiro de 2019 - 10:19

Aquele final dos dois…..

Responder
MATHEUS 31 de julho de 2018 - 19:47

VELHO, o homem aranha tem um alívio cômico gigante e apesar de não ter tido um protagonismo maior, o entrosamento dele com o homem de ferro é monstro, foi o que eu mais gostei de ver em cena, além do Dr. Estranho.

Não leio HQs. Thor realmente tem essa veia cômica? Porque.. velho.. E bancar o engraçadinho logo após a destruição de Asgard, de presenciar o assassinato do irmão, tendo, ainda, os corpos dos asgardianos flutuando do lado de fora da nave é forçar a amizade. E pra que diabos colocar aquele olho, Jesus? Imagine ele na cena atravessando o Thanos usando aquele tapa olho foda? Sei lá, deve fazer algum sentido na vida de crianças e adolescentes.

Gostei da crítica Ritter, ENORME… mas muito boa, esmiuçou as 2:30 do filme.

Responder
planocritico 20 de julho de 2018 - 13:59

Eram sequências que realmente não precisavam de trilha para marcar o drama. Elas falam por si só e foi uma escolha lúcida dos diretores!

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Oliveira 20 de julho de 2018 - 00:37

Preciso confessar uma coisa: Eu achei de um brilhantismo sem tamanho a cena em que os personagens começam a desaparecer simplesmente não ter NENHUMA música de fundo. Tony Stark vendo as pessoas sumirem à sua volta sem umazinha track sequer foi uma poesia pra mim. Lindo e avassalador, sensacional <3

Responder
planocritico 30 de junho de 2018 - 11:01

@ni_forlan:disqus , primeiro queria me desculpar pelo atraso em aprovar e responder sua mensagem. Estava viajando e era difícil para mim escrever algo relevante e sua mensagem exigia isso!

Muito obrigado pelos seus elogios! Eles são muito importantes para todos nós aqui no site!

Os fatores financeiros sempre serão os mais importantes em produções desse naipe. É muito dinheiro em jogo para todos os lados. Portanto, como você bem coloca, as mortes não são mortes, pelo menos não as do estalar de dedos. Afinal, vai ter Homem-Aranha: Longe de Casa dois ou três meses depois de Vingadores 4. Obviamente que o Aranha não morreu, nem nenhum dos outros que viraram pó.

Mas isso não quer dizer que eles não possam morrer. A Marvel quer virar uma página e “rebootar” seu universo depois de Vingadores 4. Matar medalhões é algo realmente provável, como Homem de Ferro e o Capitão América. É o que você coloca muito bem: faz sentido até que eles morram, pois é do feitio do tipo de personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 14 de junho de 2018 - 01:35

Elogiar o conteúdo do Plano Crítico é chover no molhado, ainda mais se tratando de suas críticas Ritter, mas seria uma injustiça não fazer isso. Parabéns por mais uma ótima crítica Ritter, muito bem estruturada e tocando em pontos relevantes.

Para Guerra Infinita eu mantive minha estratégia para fugir do horrível 3D, e esperei o filme deixar de ser badalado e ir para uma sala convencional, o que enriqueceu e tornou mais prazerosa a minha experiência com o filme.

O filme foi mais do que eu esperava, muito disso por conta do Thanos, os heróis dispensam apresentação, sendo assim Guerra Infinita pode ser basicamente um filme sobre o Thanos, o que lhe rendeu profundidade, racionalidade para o seu objetivo e a simpatia do público. Além disso gostei das divisões de núcleo, as combinações renderam boas interações, embora Wakanda seja mesmo o elo mais fraco, mas ok, e curti a cena de ação que rolou lá.

Havia gostado da nova camada que deram ao Hulk em Ragnarok, com o personagem tendo falas e interações que não consistiam apenas em esmagar, o problema é que agora vejo que ele foi infatilizado demais, parece um bebezão que fazia bullyng com todo mundo, mas após apanhar de um garoto maior que ele passou a ter medo de ir brincar no playground.

É bem óbvio que a parceria com a Marvel deixaria de ser lucrativa para a Sony se ela consistisse em matar sua única jóia de infinito lucro, além de que Pantera Negra e Doutor Estranho são recentes, pouco explorados e foram lucrativos. É certeza que os mortos irão retornar. No entanto fui ao cinema esperando mortes definitivas por conta da magnitude do confronto, esperava morte de personagens menos valorizados pela Marvel, em especial os que não tem filme solo, e ainda espero isso.

Seria ingenuidade pensar que fatores financeiros não pesariam na hora de matar alguém, por isso acho que personagens como, Falcão, Máquina de Combate, Arqueiro e até o Soldado Invernal são mais dispensáveis e candidatos realistas a empacotarem. Acho que com exceção do Thor os Vingadores originais podem morrer. Hulk nunca teve uma continuação cogitada, ou foi um dos personagens favoritos do público. A Viúva apesar de contar com a simpatia de boa parte do público nunca foi muito prestigiada pela Marvel (que apesar de anunciar um filme solo deixou tudo vago e em aberto). Se sacrificar é a cara do Capitão América e seria um desfecho interessante para ele. Tony já andou falando sobre aposentadoria e viver com a Pepper, sacrifício também é algo que ele faria, e o fim do contrato de alguns desses atores coincide com Vingadores 4. Apesar de ser muito querido pelo público, assim como Hugh Jackman, uma hora Robert Downey Jr. irá aposentar suas luvas de metal, e Vingadores 4 abre essa possibilidade.

Responder
planocritico 26 de maio de 2018 - 14:31

ESPANTALHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Valeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 04:18

Realmente, um filmaço com um vilão espetacular!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 01:04

Obrigado, @disqus_ZMtFC1obwd:disqus !

Também acho que as mortes anteriores ao estalar de dedos serão para sempre, menos a da Gamora que, para mim, teve a alma sugada para dentro da joia da alma.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de maio de 2018 - 01:00

@joao_lucas_ribeiro_lopes:disqus , acho que a resposta mais simples à sua indagação é que, se ele quisesse fazer isso, não teríamos filme. Mas há outras implicações. Ele teria que constantemente monitorar o universo para aumentar a demanda de acordo com o crescimento da população. Seria complexo pacas. Mas não impossível, claro.

Sobre Loki, acho que ele teve um desenvolvimento digno: começou vilão, passou para vilão hesitante, depois herói e, finalmente, morreu como herói.

Abs,
Ritter.

Responder
Pettras 2 de abril de 2019 - 00:42

Ou você morre vilão, ou vive o bstante pra se tornar heroi 😉
Aconteceu com o Loki e pode acontecer com o Thanos ..

Responder
planocritico 2 de abril de 2019 - 14:49

Pode. Aconteceu nos quadrinhos, então não seria impossível acontecer no filme mesmo não.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 22 de maio de 2018 - 11:38
Responder
Anônimo 19 de maio de 2018 - 21:55
Responder
vc falou em pipoca? 19 de maio de 2018 - 01:07

Gostei muito do filme, e entendo que o thanos é um vilão e tal, mas não entendi, se ele queria equilíbrio então por que ele simplesmente não usou a joia da realidade pra aumentar os recursos do universo e atender a demanda?! Também vou ficar triste pelo loki se ele morrer pra sempre, não por gostar do personagem no ucm, mas por ele ainda não ter brilhado o suficiente pra ser considerado um grande vilão. Tipo, no mundo sombrio foi mostrado que ele estava tramando algo desde sua captura na terra, mas quando finalmente conquista o trono de asgard o roteiro o coloca em segundo plano e resolve a situação rapidamente ao invés de finalmente mostrá-lo na sua melhor forma como deus do mal e da trapaça. Achei que vilões como ultron e pierce foram melhor utilizados, um por ter realmente trazido um risco para os heróis (antes de thanos), e por ter uma motivação coerente, e o outro por ter alcançado seu objetivo e conseguido ferir o grupo de dentro.

Responder
planocritico 16 de maio de 2018 - 20:33

Não acho que chegará ao ponto de ela ficar com um ou com o outro, pois não sei o quanto isso é realmente importante para as histórias.

Abs,
Ritter.

Responder
Weverton Akbar 16 de maio de 2018 - 20:13

ritter será que a viuva negra vai ficar com o soldado invernal e não com o hulk ?

Responder
planocritico 16 de maio de 2018 - 12:39

Acho que todos os heróis que viraram pó vão voltar, não os que morreram antes disso. E a razão é simples: metade do universo morreu e isso não se sustenta narrativamente. Imagine só como lidar como lidar com isso em um filme? É como um apocalipse.

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago Cardoso 15 de maio de 2018 - 18:36

Eu fico com uma pulga atras da orelha quando penso que a maioria, senão todos os herois que morreram vão voltar, apesar de ser muito comum nos quadrinhos, não sei se funcionaria tão bem nas telonas. Para mim loki deveria ficar morto, sinto que a historia do personagem já acabou, ficaria sempre no mesmo loop entre ser vilão ou herói. Heimidall achei desnecessário, porem da pra engolir. Visão parece ter potencial mas eu pessoalmente prefiro que continue morto.

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 02:34

É difícil responder com algum grau de certeza, mas eu diria que Thanos só apareceu ali na nave naquele momento. O general nunca está na linha de frente e faz mais sentido ele ter enviado seus minions antes.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:38

Então quem convenceu o Hulk a esperar o Thanos chegar? Porque o gigante esmeralda sempre parte pra cima ao primeiro sinal de conflito (não é crítica, só implicância mesmo).

Em Dom, 13 de mai de 2018 01:36, Disqus escreveu:

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 02:41

Talvez tenha sido um plano do Loki, não sei.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:47

Agora a morte do Loki fez sentido, sim. O Thanos é poderoso e o público sabe disso, mas pra reafirmar (olha aí kkk) sua imponência, ele precisa derrotar/matar um grande vilão.

Em Dom, 13 de mai de 2018 01:41, Disqus escreveu:

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 02:48

Sim, mas foi a morte que mais me fez sofrer. Adorava o Loki!

Abs,
Ritter.

Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:26

Gostei a beça do filme a ponto de ter apenas 2 implicâncias:
*Desfazer o arco evolutivo de Thor em Ragnarok
*O flashback da infância da Gamora

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 02:27

Entendo o primeiro perfeitamente, mas não o segundo. Qual foi o problema que você viu ali?

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:36

Quem viu Guardiões da Galáxia (e as cenas da Gamora adulta com Thanos no filme) já entendeu que eles tem fortes laços familiares. O flashback só serviu pra reafirmar algo que já estava estabelecido e insultar a inteligência do público. Se era pra mostrar o Thanos dando a faca pra Gamora, mostrava 2 segundos e pronto.

Em Dom, 13 de mai de 2018 01:27, Disqus escreveu:

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 02:38

@cadoyoshi:disqus , eu até entendo, mas cada filme precisa funcionar dentro de sua própria lógica e, como aqui, o laço entre os dois era muito importante, ele precisava ser reafirmado dentro do filme e não com base em conhecimentos prévios de outro filme. Faz sentido tanto sob o ponto de vista narrativo quanto sob o ponto de vista comercial, para não frustrar que não acompanhou fielmente todos os filmes.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de maio de 2018 - 15:40

Acho que teremos que esperar Vingadores 4 para descobrir e acho que lá o Hulk terá uma mega-participação!

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Noronha 12 de maio de 2018 - 16:04

Tbm acho isso, e caso essa minha especulação esteja correta (que até eu mesmo estou custando a acreditar rs) pode até rolar um Hulk cinza. E bem que podiam usar a msm tecnologia empregada no Thanos, para o Hulk em Vingadores 4, ficaria muito foda.

Responder
planocritico 12 de maio de 2018 - 16:52

Sim, seria muito bacana se tivéssemos o Hulk cinza no próximo filme!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de maio de 2018 - 15:36

@alecassiaaguiar:disqus , que bom que gostou do filme! Sobre o Visão, ele consistentemente tem sido vítima de seu próprio extremo poder, fazendo com que os roteiristas reduzam sua presença e seus poderes.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de maio de 2018 - 15:34

A diferença é que, no caso de Thanos, a matança é a origem, meio e fim da revolução.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Martins 12 de maio de 2018 - 03:15

Thanos é velho revolucionário que a História já conhece: as suas boas intenções já pavimentaram a muita estrada com sua matança.

Responder
planocritico 11 de maio de 2018 - 15:17

Mas não é normalmente o contrário? O Hulk quer ser dominante e abafar Banner? Em tese o monstro teria toda vontade de sair dali e impedir que Banner voltasse.

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Noronha 11 de maio de 2018 - 15:24

Sim, normalmente é o contrário. Na verdade isso é só uma especulação minha, pq assistindo o filme tive a impressão que o Hulk só estava com medo msm, mas eu nunca duvido das possibilidades quando se trata da Marvel Studios.

Responder
AleCassia Aguiar 11 de maio de 2018 - 09:10

Pela primeira vez um filme da Marvel fez o meu cérebro fritar um pouco, com tanta magalomania que foi colocado em pouco mais de 2h na tela.

Quando vi os primeiros trailers, também fiquei incomodado com o CGI em Thanos, que era um dos motivos em que estava relutando para assisti-lo no Cinema (parecia um borrachão rosado). Mas que bom que me enganei! Pois o que mais me repelia, foi que mais me atraiu em toda essa 1ª parte de Guerra Infinita, sendo Thanos a grande surpresa!

Agora o que mais me incomodou no filme foi o Visão ser tão vulnerável quanto foi mostrado, quando sabemos que ele poderia ter feito sangrar, ou pelo ao menos fazer uns arranhões em seus antagonistas.

Quanto ao Hulk, creio que ele está se resguardando pra vir com tudo hehehe.

Nos mais, digo novamente que o filme impressionou muito mais que esperava, e espero que a qualidade e o desfecho desta fase seja seja digna do que até aqui foi nos mostrado.

Abç,
Alexandre Aguiar

Responder
planocritico 11 de maio de 2018 - 02:08

@thiago_paul_o:disqus , vamos por partes:

1. Thanos já tinha a manopla, como vimos na cena pós-créditos de Era de Ultron e descobrimos em Guerra Infinita que ele a havia mandado fabricar em Nidavellir, onde Thor vai para fazer o machado novo dele;

2. Quando o filme começa, ele tem apenas UMA joia do infinito, a que estava em Xandar (do primeiro Guardiões da Galáxia). É explicado rapidamente mais tarde no filme que ele destruíra Xandar (não vemos isso, claro) para conseguir a joia;

3. A segunda joia é a que está no cubo cósmico (tesseract) que Loki entrega para ele. As outras quatro ele pega ao longo do filme (a) com o Colecionador em Luganenhum; (b) com o Caveira Vermelha em Vormir; (c) com o Doutor Estranho em Titã e (d) com o Visão na Terra.

4. Entre a cena pós-créditos de Ragnarok e o começo de Guerra Infinita, houve, claro, uma batalha entre Thanos e sua Ordem Negra contra os asgardianos e Hulk. Quando o filme começa, só Thor, Loki, Hulk e Heimdall aparentemente estão vivos e Loki lança o Hulk contra Thanos pelo que parece ser a primeira vez e aí vemos Thanos espancar o Hulk, que passar a ficar com medo de sair de Banner.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:30

Eu aceito o Hulk ter levado um sarrafo do Thanos, mas porque o filme demonstrou que ele só atacou o titã louco depois do genocídio?

Responder
Thiago Paulão 11 de maio de 2018 - 00:43

queria q alguem me ajudasse a entender o inicio do Guerra Infinita….
Thanos com a manopla ja com duas jóias,Thor e Loki capturados e o hulk inconciente…..
Na cena pós creditos do Thor Ragnarok,o maximo q aparece é a nave q por lógica é a do thanos…..
Mas tbm tenho q usar a logica pra saber q foi o Thanos q espancou o hulk e capturou Thor e loki ou eu perdi alguma coisa?
e como ele ja tinha as duas jóias?

Responder
planocritico 10 de maio de 2018 - 19:18

Como diria minha filha: podrenga! HAHAHAHAHAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de maio de 2018 - 19:18

Obrigado, @ABCDFGE:disqus !

Acho que o descontrole fez sentido no contexto. Não me incomodei não.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de maio de 2018 - 19:17

Obrigado pelo elogio e prestígio, @disqus_0viOvU67Yd:disqus !

Adorei seu comentário! O filme é mesmo muito empolgante e é natural querer falar e escrever sobre ele ao acabar. Não foi à toa que minha crítica virou um pergaminho daqueles que não para de se desenrolar…

A presença maciça, constante e bem construída de Thanos foi a argamassa que segurou o filme em pé. Realmente foi uma jogada de mestre inverter a lógica de filmes assim e focar no vilão. A DC podia é pedir para a Marvel fazer os filmes dela… HAHAAHHAAHHAHAHA (DCNauta vai querer me matar agora…).

Sobre seus PS:

1. Ela sozinha provavelmente não. Quem eu acho que será muito importante será o Estranho com seu plano de longo prazo que inclui sua própria “morte”.

2. Pois é… Bem que podia, né?

3. Também NÃO ACEITO! #LokiForever

4. He, he. Moleque chorão chato pacas esse tal de Peter Parker… HAHAHAHAAHAAH (Marvete vai querer me matar agora…).

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de maio de 2018 - 09:40

Se formos medir por ambição e complexidade, talvez Guerra Infinita seja o melhor. Mas não o considero o melhor filme do UCM sob aspectos “normais”, digamos assim. Mas está lá no topo, sem dúvida.

No caso dos asgardianos, muitos leitores apontaram que ou o próprio Thanos ou Thor disse que só a metade foi morta. Eu não revi o filme para confirmar, porém. Mas, no caso dos anões, não tem jeito. Ele matou “fora dos padrões”.

Coitado do Starlord. Será marcado para sempre por ter feito besteira ali…

Como a Capitã Marvel não foi apresentada ainda, ela pode ser desenvolvida como extremamente poderosa dentro do UCM, bem mais do que o normal de sua versão dos quadrinhos, ainda que ela como Binária seja extremamente poderosa. Só espero que não seja como o Superman, que chega, dá dois petelecos e tudo se resolve. Esse tipo de overpower me irrita tremendamente.

E não, Hulk não fez papel de Bozo em Ragnarok. Para de implicar com o Gigante Esmeralda!!! HAHHHAAHAHAAHA

Abs,
Ritter.

Responder
pabloREM 10 de maio de 2018 - 11:19

Dizem que a Capitã Marvel não apareceu ainda porque ela tá presa no Quarto do Jack (ok, essa foi podre rs).

Responder
Lord Galahad 9 de agosto de 2018 - 07:41

Qual filme você considera o melhor? Eu, particularmente, acho Capitão América: Guerra Civil o mais redondinho. Apesar de curtir tantos outros e gostar da maioria.

Responder
planocritico 9 de agosto de 2018 - 08:34

Guerra Civil é muito bom, mas eu ACHO que ainda gosto mais do primeiro Homem de Ferro.

Abs,
Ritter.

Responder
Lord Galahad 9 de agosto de 2018 - 09:47

Mano, troquei as bolas! Guerra Civil, não! O Soldado Invernal! Aquele com Robert Redford! rsrs

Sim, o primeiro Iron Man está entre os melhores mesmo.

Responder
planocritico 9 de agosto de 2018 - 10:12

Soldado Invernal fica alternando na minha mente com Homem de Ferro. Tem vezes que um é o melhor e outras o outro… Mas diria que, no geral, meu Top 5 de hoje seria: (1) Homem de Ferro, (2) Soldado Invernal, (3) Guardiões da Galáxia, (4) Guerra Infinita e (5) Homem de Ferro 3.

Abs,
Ritter.

Lord Galahad 9 de agosto de 2018 - 10:29

É um bom top five. Exceto por Homem de ferro 3. Haha

Colocaria o primeiro Vingadores no lugar.

planocritico 9 de agosto de 2018 - 11:23

Eu sou praticamente um defensor solitário de HdF3… Já me acostumei…

Abs,
Ritter.

SemNick 10 de maio de 2018 - 07:54

Crítica muito boa. O ponto fraco do filme é a parte do descontrole do Star Lord

Responder
planocritico 10 de maio de 2018 - 01:35

Sim, eu tinha entendido errado e já respondi corretamente. Valeu!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de maio de 2018 - 01:35

@disqus_1I0QWeU8fO:disqus , ou a coisa é simples como “o roteirista não quis” ou há algo mais ali e Thanos, talvez, tenha “entrado” na Joia da Alma. Saberemos no próximo filme, creio!

Abs,
Ritter.

Responder
Paco Miguel 9 de maio de 2018 - 23:34

Maravihosa critica Ritter,como sempre! Nunca assisto um filme sem antes dar uma passadinha por aqui,pra mim o melhor site de cultura pop que há. As resenhas musicais tambem são um deleite,como a da discografia do Queen que o Luiz Santiago se nao me engano tão bem realizou.

Sobre V:GI,acabei de sair da sessão e me senti num misto de admiração pela complexidade do projeto e sua realização quase que perfeita,a surpresa (alias,como todo mundo acho!) ao final da projeção e uma certeza: a Marvel,ainda que com alguns escorregões que não chegaram a tropeços subiu a regua com esse filme,assim como Nolan e seu Dark Knight ha 10 anos. O que tinha tudo pra dar errado,nesse bolo recheado com cobertura e ornamentado com raspas,mais confete,mais morango mais uva mais granulado mais jujuba (imagina que enjoativo) funciona com um timing impressionante. Como bem frisou em sua resenha,a decisão em dividir por nucleos foi uma sacada de mestre dos roteiristas,pois evitou que tudo se tornasse uma maionese só e mal cozida ou temperada. Todos tem seu momento de destaque,alguns mais,outros menos,mas com muita relevancia,seja por gravidade ou alivio comico. Um filme grandioso.

Mas para mim o maior destaque do filme foi finalmente a presença de um antagonista digno de um blockbuster. Numa maneira geral,um grande filme tem um vilão ou ameaçador,ou insano,ou no minimo inteligente,sagaz. E em sua maioria,filmes de herói se perdem justamente nesse quesito. Muitas peliculas realmente boas não tem um nemesis a altura,a citar por exemplo Homem de Ferro 1,Pantera Negra,Capitão America 2. Fora os antagonistas pessimos dentro do proprio UCM: Abominavel,Ivan Vanko,Mandarim,Malekith (todos eles com puuuuuuta atores por tras). O primeiro Vingadores tem em Hiddleston e seu Loki uma figura carismatica,egoista,mas nunca totalmente ameaçadora,sendo os Chitauri muito mais profundos nesse quesito. Em X-Men,Magneto é muito traiçoeiro,inteligente. E só. E por falar em X-Men,Synger e Kinberg tiveram o infortunio e a burrice de tornar um dos maiores vilões das HQ e que poderia ter sido memoravel em uma figura digna de risos,fazendo de Apocalypse quase um Teletubbie. Mas Thanos consegue reunir as tres caracteristicas que listei acima. Tem um plano insano mas muito bem delineado e de certa forma até racional,uma sagacidade extrema,inteligencia profunda e uma postura realmente ameaçadora,preocupante,de gelar os ossos! Brolin foi perfeito! Assim como seus Generais,tão ameaçadores quanto,mas que,num erro de roteiro tiveram fins muito menos dignos do que deveriam. A DC poderia analisar muito bem o filme ou contratar a equipe aqui né? Quem sabe não aprendem alguma coisa,porque Parallax,Lobo da Estepe,a versão cor de amendoim do Doomsday…

Peço desculpas pelo tamanho do comentário,me empolguei! Mas o filme me deixou com esse apetite,e mais coisas poderia listar aqui,mas ja me alonguei muito. Abração Ritter e equipe nota 10 do site!

PS1: A Capitã Marvel vai dar conta do Uva Passa?
PS2: Não da pra sair antes o terceiro Guardiões,só pra dar tempo do Adam Warlock vir pro pau?
PS3: Loki morrer EU NÃO ACEITO!
PS4: Tom Holland deu um show na hora da sua morte,realmente emocionante o trabalho do moleque. Quase chorei igual as crianças que estavam na sala (sim,tinham varias e TODAS choraram)

Responder
pabloREM 9 de maio de 2018 - 16:41

Por tudo que abrange, esse é provavelmente o melhor filme da Marvel até aqui (só vi uma vez, preciso ver de novo). Com tantos personagens, eles conseguiram encaixar todos de forma satisfatória, e para mim os destaques foram Thanos, Thor e Dr Estranho, com menções honrosas ao Homem de Ferro e a Feiticeira Escarlate que no UCM ainda não atingiu todo seu potencial, mas como todo mundo que virou pó voltará ainda tenho esperança.
Claro que tem alguns problemas e algumas coisas que me deixaram encucados, como por exemplo:
– Se Thanos só mata metade dos povos, porque parece que matou todos os asgardianos (Valquiria, Sif(!!!), cadê vocês?) e os anões, no casos desses pior, deixou somente um, e exatamente o bonzão;
– A mudança de comportamento do Starlord. Em um momento ele aceita e atira “bolinhas de sabão” na Gamora para logo depois ficar todo putinho quando descobre que supostamente o Thanos matou ela e cagar com o plano dos heróis. Egoísta é pouco;
– A importância que a Marvel está colocando em cima da Capitã Marvel, e não digo só do personagem, mas também do filme, pois pela cena pós créditos, o filme da heroína é obrigado a ser bom e explicar muito bem por onde anda a moça e porque ela é tão importante, já que nos quadrinhos, apesar de poderosa, ela nunca foi isso tudo. A não ser que ela traga junto uma versão desse grupo aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/Annihilators_(Marvel_Comics). Será que a Marvel seria tão ousada?
Por fim, acho que o Hulk não apareceu não foi de só de medo da surra, mas por ter feito papel de Bozo no filme do Thor. A vergonha ainda o incomoda.
Bem, ainda temos Homem-Formiga, Vespa e Gavião para reforçar o time na parte 2 (quanto buchas), o VIsão deve ser reconstruído, mas ficarei feliz se trouxerem o Coulson novamente só para o Thanos matá-lo em definitivo.

Responder
planocritico 9 de maio de 2018 - 16:07

Obrigado, @disqus_5odIG1YV2Q:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 9 de maio de 2018 - 16:07

Ahhh, entendi agora! Bem, nesse caso diria que foi para construir suspense. O roteiro propositalmente trabalhou em narrativas paralelas que parecem estender o tempo justamente para permitir que o pior aconteça antes que um Thor da vida venha resolver tudo com uma machadada. Diria que foi isso!

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Lima 9 de maio de 2018 - 00:12

Ritter, fiquei sem entender o porquê de Thanos não ter morrido após Thor acertar o martelo (arma dita como superpoderosa) no coração dele. Além disso, na cena final ele aparece como se nem houvesse sido ferido. Para mim, isso ficou bem mal explicado.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:42

Teoria 1: a força de vontade do Thanos para com sua missão o manteve vivo mesmo com a machadada
Teoria 2: “Devia ter acertado na cabeça, imbecil!”

Responder
planocritico 7 de maio de 2018 - 17:29

Tá certo! Concordo!

Abs,
Ritter.

Responder
Henrique Valle 7 de maio de 2018 - 15:06

Faltou um 5° quadro de implicância aí, com o maior e mais inegável defeito do filme:

Ninguém fez um comentário sobre Sherlock.

Responder
Stephanie Castro 6 de maio de 2018 - 23:33

Já li muitas críticas e nenhuma comentou a única passagem que realmente me incomodou no filme…porque o Thor demorou TANTO no final? Chegou todo mundo, aconteceu tanta coisa, e nada do Thor com sua ama forjada especialmente para a ocasião.

Responder
planocritico 6 de maio de 2018 - 23:35

Como assim o Thor demorou? No exato segundo em que arma nova dele ficou pronta ele se teletransportou para Wakanda.

– Ritter.

Responder
Stephanie Castro 8 de maio de 2018 - 09:21

Não para chegar em Wakanda, para chegar na última batalha com o Thanos. Deu tempo de o Visão ter toda aquela conversa para convencer a Feiticeira Escarlate a destruir a jóia. Teve uma sequência relativamente longa para ela conseguir destruir. Deu para o Thanos matar o Visão, pegar a jóia…E todos os outros chegaram antes, o Thor estava muito perto, não tinha porque ele não chegar depois.

Responder
Stephanie Castro 8 de maio de 2018 - 09:23

P.S: faltou elogiar sua análise, que foi de longe a MELHOR que eu li sobre o filme ;D

Responder
Bruno 9 de maio de 2018 - 02:30

Acho que o que ela quis dizer é que no momento que o Thanos vai atrás do visão, enquanto a Wanda tenta destruir a joia, todos os vingadores estão reunidos no local para tentar atrasar o Thanos, mas o Thor so chega depois que o visão ja estar morto.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:49

E o fast travel de Game of Thrones ninguém reclama.

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 02:50

Eu reclamei pacas! HAHAHAAHAHAAHAHH

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 6 de maio de 2018 - 14:45

Eu REALMENTE quero esquecer Heróis Renascem… Me dá até calafrios pensar nisso…

Abs,
Ritter.

Responder
Central 42 6 de maio de 2018 - 04:31

Todo esse segredo para o título do próximo filme, me faz “chutar” um nome que foi usado nos quadrinhos, de uma publicação que muitos querem esquecer: Heroes Reborn ( Heróis Renascem). Tanto segredo pode ser por isso, um nome que já dá um spoiler neste momento de Guerra Infinita, mas ao futuro seria muito bem vindo.
Vamos aguardar ansiosos.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:50

Jim Lee, não! P#+@ merda! O pior é que eu conheci o Quarteto Fantástico nesse arco.

Responder
planocritico 5 de maio de 2018 - 21:59

@disqus_GRoOGsH1Kc:disqus , tadinhas das crianças! Mas pode deixar que essa situação não vai se perpetuar. Maio do ano que vem tudo – ou quase tudo – voltará ao normal!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 5 de maio de 2018 - 21:58

Obrigado, @nathanael_pereira:disqus !

Sobre só sobrar os Vingadores originais, foi uma “licença poética” que provavelmente funcionará para que o círculo seja fechado em Vingadores 4.

Abs,
Ritter.

Responder
Nathanael Pereira 4 de maio de 2018 - 18:00

Primeiro parabéns como sempre plano crítico arrasando nas críticas. E segundo q filme ainda estou digerindo tudo que vi nunca pensei q a Marvel teria coragem de fazer isso dar tanto destaque a um vilão e faze-l vencer no final. O filme mais diferente da Marvel Josh Brolin tá incrível como Thanos, percebe-se nesse filme como a Marvel escolheu bem seus atores durante esses 10 anos. Zoe Saldana como a gamora arrasou nesse filme foi de infartar a cena quando ela encontra o pai depois da traição lá de Guardiões 1. E Elisabeth Olsen cresceu no papel de Wanda foi incrível aquele final e ver todo o potencial da personagem.

ps.: Se o genocídio de Thanos foi aleatório pq sobrou a formação original dos vingadores q coincidencia não?kkkkkkkk,
sim a única coisa que não gostei Hulk com medo ainda não me desceu.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:56

Como o Hulk desenvolveu uma certa inteligência em Sakaar, faz sentido ele ter medo da derrota. Um ser que conquistava suas vitórias na base da raiva sentiria vergonha quando perdesse pela primeira vez. Por isso não digo que ele está com medo, mas humilhado.

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 03:05

Pode ser sim.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 03:08

Não sei como vai acabar Vingadores 4, mas por mim o Coulson ia receber nas portas do céu a galera que morreu.

Em Dom, 13 de mai de 2018 02:06, Disqus escreveu:

Responder
Mariana 4 de maio de 2018 - 16:19

Vi esse filme na sessão infantil, dublado, com minha filha de 9, devidamente alertada sobre o fato de que não terminaria bem. Ela ficou encantada e abalada. No fim, eram tantas crianças chorando que eu tive que rir, tadinhas. Muitas vão trocar o tema de suas festinhas de aniversário!

Responder
planocritico 3 de maio de 2018 - 10:27

Sim, você tem razão nesse ponto. Eu também vejo dessa forma: o que importa é o momento, é a forma como o evento acontece e o que ele nos faz sentir.

Tenho certeza que a volta deles será tão emocionante quanto!

Abs,
Ritter.

Responder
Sóstenes - Toty 3 de maio de 2018 - 13:04

Ano que vem… ai, ai!!!

Responder
Sóstenes - Toty 2 de maio de 2018 - 22:36

mano, ótima crítica, mas só uma coisa que vai destruir sua percepção de realidade, eles MORRERAM nesse filme.
uma coisa que aprendi com tantas resenhas e critícas que já li é que um filme sempre tem que funcionar isolado. Este filme, como obra audiovisual, mesmo que seja sem precedentes em termos de projeto e continuidade macro de enredo e história, é um filme “isolado”, e neste filme, eles MORREM. E isso, se fomos parar pra pensar é ótimo, pois tirando Wacthman, é um dos poucos onde o vilão vence e nossos personagens que amamos morrem, meu Deus, morreram!!! Quando que um filme faz isso? matar não um, mais vários amigiuinhos nossos, aí alguém pode dizer: “ah, mas no próximo eles revivem.”. Blz, no próximo, mas nesse, eles morrem, se eu morrer antes do próximo, Deus me livre, no céu eu vou dizer pro Mestre do Peter Quill que todos morrerm no filme do Guerra Infinita, e foi ótimo o Kevin ter tirado o nome Parte I e II, pois dá uma certa independencia ao filme.
Quanto aos aspectos tecnicos e furinhos e desagrados no roteiro o filme foi tão legal que não comentarei ak.

Responder
planocritico 3 de maio de 2018 - 00:14

Mais ou menos. Um filme DEVERIA funcionar isolado. Essa é regra geral. Mas há exceções como as que eu listei: Império Contra-Ataca, De Volta para o Futuro II e As Duas Torres. E, agora, Guerra Infinita. O filme não tem começo e não tem fim. É um filme do meio sem sombras de dúvida, por mais que você queira dizer o contrário. Se não fosse, não teria uma cena pós-crédito – que faz parte do filme – que indica uma salvação por mais críptica que ela possa ser.

E veja, não acho isso um aspecto negativo, é apenas um fato incontestável. Sim, os heróis morreram para todos os efeitos, mas o filme não acabou, isso fica evidente por toda a forma como elementos dentro do filme são deixados em aberto, como Stark em Titã, o plano misterioso de Estranho e aquela visão de Gamora criança. Se fosse um filme fechado, ele deveria abordar esses pontos e fechar os arcos. Ao deixar aberto, você precisa considerar que o filme não acabou, pois, se considerar que ele acabou, então ele tem problemas sérios de narrativa.

Abs,
Ritter.

Responder
Sóstenes - Toty 3 de maio de 2018 - 09:48

Sem dúvida é um filme de meio, mas como obra é um filme individual, é um dualismo simples e bom de se analisar, exemplo é o filme do Thor Ragnarok, no final alguns sobrevivem, este é o fim do Ragnarok, aí vem o Guerra Infinita e modifica o final do Ragnarok, mas isso não muda o filme do Thor, o próximo filme dos Vigadores, na minha opinião, mesmo alterando a história, deixando o final como a manopla do infinito, Tudo colorido, não vai alterar a sensação de perda neste Vigadores e consequente êxito no plano do Thanos. O que foi feito tá feito, no Thor Ragnarok Asgard, Loki, Randall sobreviveram, no filme seguinte, Mortos. No Guerra Infinita, Spider, Quill, Soldado Invernal, Doutor e outros, morreram. No próximo eles voltam a vida. Masa sensação de perda foi tangível, isto é legal. Tinha criança no cinema desesperada, entende, o ponto do filme funciona individual mesmo na prática tendo continuação.,

Responder
planocritico 2 de maio de 2018 - 16:52

Bela análise das lutas do Hulk! Mas lembre que, no filme solo, ele saiu no braço com o Abominável!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 2 de maio de 2018 - 16:51

Acho que seria muito bacana que as personagens femininas da Marvel que foram apresentadas até agora fizessem um filme solo: uma equipe formada pela Viúva Negra, Gamora, Vespa, Lady Sif, Valquíria e Okoye, com liderança de Maria Hill, seria uma excelente escolha! Não coloco a Feiticeira Escalarte e a Capitã Marvel nesse mix, pois elas são poderosas demais.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 2 de maio de 2018 - 16:48

Não sei se o objetivo é desbancar a DC. A DC não precisa da Marvel para ser desbancada do jeito enlouquecido que vem fazendo seus filmes…

Abs,
Ritter.

Responder
Cris Rocha 2 de maio de 2018 - 15:38

Outra crítica que pesa sobre a Marvel no universo cinematográfico é com relação a ausência de uma heroína forte. E a introdução da Capitã Marvel nos filmes não é à toa. Parece que a Marvel está buscando sempre se blindar das críticas…
Eu particularmente não vejo muito carisma na Viúva Negra, digo a ponto de causar um arrebatamento. Vem muita coisa pela frente. Daí vamos aguardar a Capitã Marvel.

Responder
planocritico 2 de maio de 2018 - 14:56

Concordo com tudo, @disqus_xl1RhN1NPZ:disqus ! Mas, para mim, o grande destaque mesmo foi Thanos.

Abs,
Ritter.

Responder
Cris Rocha 2 de maio de 2018 - 15:16

O destaque foi para o vilão Thanos. Até pq a Marvel me parece que vem desconstruindo essa história de super herói mais forte. Daí nesse filme vc vê que o Hulk já teve seus dias de glória, o que não aconteceu nesse. Assim como o Stark.
A Marvel não quer deixar brechas. Pq o forte da Marvel tem sido os heróis. Já o forte da DC são os vilões. E a Marvel vem trabalhando muito em cima dos vilões, justamente para desbancar a DC. Pq os vilões do Batman, por exemplo, são incríveis, eles brilham muito. É uma coisa que eu venho notando. Uma mudança de perspectiva nesse sentido.

Responder
planocritico 2 de maio de 2018 - 14:55

@camilomateus:disqus , de fato não são 100% MacGuffins, pois elas interferem na história como você bem disse. Usei isso mais na linha do resumo para não-iniciados na mitologia, que certamente verão essas joias como algo genérico tirado do chapéu, digamos assim.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafaela Oliveira 2 de maio de 2018 - 12:05

Sei lá, achei o filme tão bem feito do que jeito que ficou, aquele ar de desespero de angústia que explodiu no final. Duas cenas me chamaram bastante atenção que foram a morte da Gamorra sendo jogada em câmera lenta no precipício e o Peter agarrado ao Stark implorando que não o deixasse morrer, foram de cortar o coração. A melhor participação ali foi a do Thor, que parece ter desabrochado de vez. Foi bem tenso o filme, muito bom mesmo.

Responder
Camilo Mateus 2 de maio de 2018 - 11:46

eu não acho as joias do infinito 100% McGuffins, uma vez que elas interferem diretamente e de forma singular na história (Ex.: voltar no tempo revertendo a destruição da joia da mente, desintegração de Drax e Mantis…)

Responder
Marco Pereira 2 de maio de 2018 - 10:02

Bom para dormir no sofá numa segunda feira depois da janta, mas numa cadeira de cinema foi duro.

O filme parece que foi escrito por um carnavalesco do Rio de Janeiro – qualquer tipo de delírio é válido para se encaixar um ramo de penas e forçar o nada parecer ser alguma coisa.

Responder
Gustavo Henrique 1 de maio de 2018 - 22:09

Para quem eles mandam mensagem no final?

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 22:15

Para a Capitã Marvel, que terá filme solo estreando no começo de 2019, antes de Vingadores 4.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 22:15

Para a Capitã Marvel, que terá filme solo estreando no começo de 2019, antes de Vingadores 4.

Abs,
Ritter.

Responder
Glaydson Melo 1 de maio de 2018 - 20:22

Ainda acho que o Loki, como bom deus da trapaça que é, vai conseguir a manopla do Thanos só na maciota.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 22:20

Não duvidaria NADA!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 22:20

Não duvidaria NADA!

Abs,
Ritter.

Responder
Alison Cordeiro 1 de maio de 2018 - 19:24

Nada como uma boa análise do filme para arrefecer o hype e entender melhor o contexto da trama, Ritter. Algumas coisas que me incomodaram passaram a fazer sentido após ler a crítica e os comentários. Achei o filme perfeito (dentro da sua proposta), dosando bem o tempo de cada personagem e dando o destaque que Thanos merecia. Me incomodou as buchas de canhão genéricas na luta em Wakanda. Se precisavam de um exército desses, porque não usaram os Chitauri (ao menos já tinham um histórico no UCM e no próprio filme). Não que alterassem o resultado da luta…

Marvel merece louvor pela forma coesa com que construiu e amarrou a trama, mas mais ainda pela escolha de cada ator nessa empreitada. São tão carismáticos quanto os personagens que encarnam, a ponto de dispensarem os uniformes e não incomodarem o telespectador em função disso. Steve Rogers, por exemplo, sem uniforme e sem escudo segue sendo o Capitão América somente no carisma de Chris Evans.

Outro acerto foi mixarem elementos canônicos a novas interpretações, criando um universo cinematográfico com identidade própria. Guerra Infinita (que poderia ter como sub-título “O triunfo de Thanos”. ) foi o ápice dessa costura e será difícil de ser batido, não pelo filme em si, mas pelo arco criado. Outro similar é improvável.

Mas como duvidar da Casa das Ideias?

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 22:21

Valeu, @alisoncordeiro:disqus ! Olha, a essa altura do campeonato, não dá mesmo para duvidar mais da Marvel!

Abs,
Ritter.

Responder
Law 1 de maio de 2018 - 16:39

Eu não tô entendendo o por que do mimimi em cima do Hulk, vendo os filmes da Marvel, o Hulk tem uma personalidade infantil o cara tornou uma surra histórica do Thanos, ficar com medo de sair e algo plausível

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 17:12

Não é mimimi. São apenas comentários.

– Ritter.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 17:12

Não é mimimi. São apenas comentários.

– Ritter.

Responder
ivan junior 2 de maio de 2018 - 18:35

Há uma entrevista do Mark Rufallo por ocasião do filme Ragnarok em que ele diz que o personagem Hulk teria uma evolução em 3 filmes: Ragnarok, Guerra Infinita e o proximo Vingadores. Teremos de esperar pelo proximo vingadores e ficarmos atentos aos filmes Homem Formiga e Vespa e Capitã Marvel. Nestes 10 anos de MCU aprendemos que a Marvel sabe se planejar a longo prazo. E vou mais alem, não duvidaria se algumas destas mortes forem confirmadas no proximo Vingadores. Aguardemos.

Abraços a todos.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 03:00

Eu acredito que o usuário da jóia do poder (seja o Thanos ou não) possa bater de frente com o Hulk, sim. O Hulk é o mais forte da Terra, mas o universo é infinito.

Responder
senaemcena 1 de maio de 2018 - 12:53

Venho aqui chorar minhas dores e desabores.

Trabalho como cobrador de onibus e estarei de folga somente na sexta. O carro em que trabalho passa em frente a um dos mais frequentados shopping de Fortaleza, portanto:

Todo dia varios jovens entra vindo da sessao do filme contando detalhes e detalhes. Ta complicado… Por isso venho ler o entenda melhor e a critica com spoiler com lagrimas nos olhos.

kkkkkkkkkkkk Ate sexta pessoal.

Riiter, grande duvida universal: Por que a Viuva Negra ta loira?

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 14:54

Caramba, aí realmente não tem como evitar ouvir os spoilers todos. Mas assista da mesma forma, pois vale a pena!!!

Sobre a Viúva Negra loira, só posso especular que, como ela estava atuando clandestinamente com o Capitão ao redor do mundo em missões secretas, devia fazer parte de algum disfarce dela, talvez até de Yelena Belova, outra espiã do programa Viúva Negra da União Soviética.

Abs,
Ritter.

Responder
senaemcena 1 de maio de 2018 - 12:53

Venho aqui chorar minhas dores e desabores.

Trabalho como cobrador de onibus e estarei de folga somente na sexta. O carro em que trabalho passa em frente a um dos mais frequentados shopping de Fortaleza, portanto:

Todo dia varios jovens entra vindo da sessao do filme contando detalhes e detalhes. Ta complicado… Por isso venho ler o entenda melhor e a critica com spoiler com lagrimas nos olhos.

kkkkkkkkkkkk Ate sexta pessoal.

Riiter, grande duvida universal: Por que a Viuva Negra ta loira?

Responder
Tash 1 de maio de 2018 - 11:05

Eu sou o unico q ficou pensando no agents of shield? Se may,tremor,fitz… morrerem tbm naquele estalar de dedos? Sera q podem aparecer nos vingadores 4 pelo menos por um tempo na dimensao da joia da alma? E sobre os asgardianos explicaram q so metade morreu, sobre o aranha de ferro eu achei mt Foda espero q continue com essa armadura ate nos filmes solos, espero q o loki tenha morrido para mim ele ja fez oq tinha q fazer se ele ficasse vivo ele ficaria perdido no UCM ( po ele ja foi vilao de 2 filmes), acho dificil colocar o warlock antes precisariam fazer um filme solo dele ja q poucas pessoas conhece ele mas eu espero msm q ele apareça e acho q so quem morreu pelo estalar de dedos que vai voltar Graças a Deus as outras mortes nao foram atoa

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 14:56

Pode ter certeza que não foi, hahahahahah. Eu mesmo especulei bastante lá na crítica do episódio mais recente da série. Algum efeito do final de Guerra Infinita terá que ocorrer em AoS. Vamos esperar.

Sobre quem morreu, acho que nem todo mundo que morreu antes do estalar de dedos morreu de verdade. Gamora eu aposto que volta, por exemplo.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 2 de maio de 2018 - 18:01

@planocritico:disqus claro que tudo é possível no UCM, mas acho que ficaria meio sem nexo a Gamora voltar, já que era uma alma pela joia, se ela não tivesse morrido não faria sentido Thanos ter conseguido a joia. Bem, isso é o que eu penso.

Responder
planocritico 2 de maio de 2018 - 18:17

Ela morreu. Mas a joia da alma é uma “joia vampira”, que absorve a alma de quem ela mata para dentro dela. Por isso vemos Gamora criança naquele lugar estranho – o Souldworld – ao final do filme. E, nos quadrinhos, Gamora foi justamente uma das personagens que primeiro foi para lá, vivendo por anos, até voltar.

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 03:02

Agents of Shield ainda é canônica? Eles nem se ligam mais ao MCU.

Responder
planocritico 13 de maio de 2018 - 03:04

Totalmente canônica. A temporada atual inclusive faz referência direta a Thanos (o nome dele é citado inclusive) e aos eventos iniciais de Guerra Infinita.

Abs,
Ritter.

Responder
Tash 1 de maio de 2018 - 11:05

Eu sou o unico q ficou pensando no agents of shield? Se may,tremor,fitz… morrerem tbm naquele estalar de dedos? Sera q podem aparecer nos vingadores 4 pelo menos por um tempo na dimensao da joia da alma? E sobre os asgardianos explicaram q so metade morreu, sobre o aranha de ferro eu achei mt Foda espero q continue com essa armadura ate nos filmes solos, espero q o loki tenha morrido para mim ele ja fez oq tinha q fazer se ele ficasse vivo ele ficaria perdido no UCM ( po ele ja foi vilao de 2 filmes), acho dificil colocar o warlock antes precisariam fazer um filme solo dele ja q poucas pessoas conhece ele mas eu espero msm q ele apareça e acho q so quem morreu pelo estalar de dedos que vai voltar Graças a Deus as outras mortes nao foram atoa

Responder
Giordano 30 de abril de 2018 - 19:32

Melhor filme (fã mimizento). Eu quero o Warlock, droga….(já que não teremos o Surfista).

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 19:34

Também quero, mas, já que não o usaram até agora, então que façam um filme solo de origem como ele merece!

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 30 de abril de 2018 - 19:52

Acho que ja apareceu um “Adão” em uma cena pós-créditos de GdG 2…

Saudações.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 19:54

Dentro do casulo somente. Daria para contextualizar lidando com os eventos que levaram à criação do casulo e desenvolver a partir daí.

– Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 19:54

Dentro do casulo somente. Daria para contextualizar lidando com os eventos que levaram à criação do casulo e desenvolver a partir daí.

– Ritter.

Responder
ABC 30 de abril de 2018 - 20:16

Além do comentário acima eu fiz algum outro nesse crítica?

Saudações.

ABC 30 de abril de 2018 - 20:16

Além do comentário acima eu fiz algum outro nesse crítica?

Saudações.

planocritico 30 de abril de 2018 - 21:09

Não sei, porque?

– Ritter.

planocritico 30 de abril de 2018 - 21:09

Não sei, porque?

– Ritter.

ABC 30 de abril de 2018 - 21:23

Eu lembro de ter escrito algo sobre o filme, mas como não apareceu agora eu ja não sei mais se escrevi ou se apenas pensei que escrevi.

Saudações.

ABC 30 de abril de 2018 - 21:23

Eu lembro de ter escrito algo sobre o filme, mas como não apareceu agora eu ja não sei mais se escrevi ou se apenas pensei que escrevi.

Saudações.

planocritico 1 de maio de 2018 - 17:19

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , achei seu texto! Ele tinha ido direto para o filtro de spam. Eu já aprovei e comentei!

Abs,
Ritter.

ABC 1 de maio de 2018 - 18:39

Ufa, que alívio. Já estava achando que eu tinha desenvolvido síndrome de dupla personalidade…

Saudações.

ABC 1 de maio de 2018 - 18:39

Ufa, que alívio. Já estava achando que eu tinha desenvolvido síndrome de dupla personalidade…

Saudações.

ABC 30 de abril de 2018 - 18:59

Vou deixar os elogios ao filme de lado porque é chover no molhado.

Acho que é o ápice do declínio do Hulk. Como eu havia comentado em alguma outra crítica o Hulk vem ficando mais fraco a cada filme, em Ragnarok ele já havia apanhado de quase todos os asgardianos.

Mais do que a ausência dos personagens de Ragnarok oque mais me incomodou da continuidade foi o Thor ter esquecido toda a lição de Odin. Pra falar a verdade toda a participação do Thor no filme poderia ser parte do último filme dele, nesse meio tempo dava até para colocar a versão equina do Thor.

Visão é o personagem mais inutil do filme, deviam ter colocado a jóia da mente num boneco de posto.

Era totalmente desnecessário o Capitão voltar para o EUA.

Gundam contra Mecha Godzilla continua sendo a melhor luta do cinema no ano.

O filme tem todos os acertos e erros de mega sagas. Ainda me incomoda personagens ultrapoderosos que precisam ser burros ou nerfados para poder ter alguma emoção no filme. Dr. Estranho é o melhor exemplo, dá um trabalhão pro Thanos no final mas foi capturado com razoável facilidade.

No mais ótimo filme, mas Homem de ferro 1 ainda é o melhor do UCM.

Saudações.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 17:18

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , acho que o Hulk terá um papel triunfal no próximo filme. É capaz de ele se redimir!

Coitado do Visão. Eu o acho um personagem fascinante, mas tem sido mal aproveitado mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 1 de maio de 2018 - 18:38

Será que é pedir muito a volta do Hulk esmagador?

Saudações.

Responder
ABC 1 de maio de 2018 - 18:38

Será que é pedir muito a volta do Hulk esmagador?

Saudações.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 22:21

Acho que é exatamente o que teremos no próximo filme!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Lucas 2 de maio de 2018 - 07:52

Thanos estava apelando para as joias do infinito… Dr. Estranho me surpreendeu por fazer mais do que o esperado contra alguém que literalmente usava as joias em batalha (basta ver a extrema facilidade que foi para Thanos deitar todos os Guardiões da Galaxia com as joias).

Já Thor, foi capaz de sobrepujar o poder das 6 juntas, o que eu achei um exagero.

O Hulk, acho que ele nunca perdeu… qualquer um precisa perder uma vez para voltar em sua versão realmente forte… é recompensador para quem assiste.
Fora que acredito que o Hulk só tem lutado contra pessoas mais fortes ao longo dos filmes:
-Em seu filme solo, ele so enfrenta humaninhos (colocaria como nivel 1).
-Em Vingadores, ele só encara minions (nivel 1) e o Loki (que não é la muito forte, nivel 2)
-Em Vingadores 2, mais minions (eternos niveis 1, não importa quem sejam), e a Hulkbuster (eu diria nivel 3, já que a armadura comum do Stark já dava um caldo contra o Loki, ou seja, a Hulkbuster seria mais forte que o Loki).
-Em Thor Ragnarok, ele encara Fenrir (diria nivel 4, o Hulk estava em equivalência com o fenrir) e o Thor (nivel 4, igualmente), até o Thor evoluir para o nível 5 (no final de sua luta contra o Hulk e contra a Hela (que eu colocaria como nivel 6)).
-Já aqui, ele encara Thanos (nivel 6, uma vez que ele igualmente derrota o Thor pós-hela…)
Ou seja, o Hulk não tem ficado mais fraco, ele tem é pegado gente “do tamanho dele” cada vez mais a medida que os filmes avançavam.

Responder
ABC 3 de maio de 2018 - 12:20

Em Ragnarok o Hulk perde pro Thor, tem dificuldade com o Fenrir e é derrubado facilmente pela Valquíria (não foi uma luta mas dá a entender que ela tem força para aguentar o Hulk e técnica para derrotar ele). Sobre ser derrotado pelo Thanos com uma Jóia é o que eu já havia escrito, Thor Ragnarok não proporcionou evolução para os personagens, o Thor continua precisando de um martelo para manifestar seu poder de divino. Ademais no filme próprio o Hulk derrota o Abominável.

Na verdade o Thanos em diversos momentos sofre de perda momentânea de poderes. O Cap. ser capaz de parar um soco que nem o Hulk foi capaz é um desses fatos absurdos, mas nada que tire o brilho do filme.

Saudações.

Responder
planocritico 3 de maio de 2018 - 12:40

@disqus_aWsfwKiIOp:disqus , claro que tudo pode ser explicado por “roteirismo”, mas eu vejo necessidade efetiva para essas relativizações de poderes, para que eles se encaixem nas necessidades dos filmes ou de cenas dentro dos filmes. Não vejo necessidade de maiores explicações ou raciocínios para aceitar o Capitão América segurando um soco de Thanos ou o Hulk perdendo para Valquíria depois de sair no tapa com Thor. De certa forma é o mesmo que aceitar alguém levando um tiro no braço em um filme de ação e, na cena seguinte, sair na pancada com o vilão.

No caso do Thor, a coisa fica ainda mais clara. O martelo – ou agora um machado – é um traço definidor do personagem que, caso contrário, seria apenas mais um que soca as pessoas com sua força ou as choca com seus raios. Isso não quer dizer que ele não continue canalizando os poderes sem instrumentos, mas sim que, visualmente, é muito melhor ele enfiar um machado em Thanos do que socá-lo. Além disso – e não que seja particularmente importante, mas é bastante conveniente – Thor não tem o poder de invocar a bifrost e o Rompe-Tormentas tem.

Abs,
Ritter.

Responder
ABC 3 de maio de 2018 - 15:03

Não discordo, mas são essas pequenas conveniências que deixam o filme deixar de ser espetacular e ser “só” ótimo, onde os personagens precisam ser encaixados em cenas para vender figuras de ação. Não posso querer equiparar o maior evento cinematográfico nerd dos últimos anos com filmes de ação genéricos.

Saudações.

planocritico 3 de maio de 2018 - 15:20

Sim, mas eu nem digo filmes de ação genéricos quando falo do cara que leva o tiro e depois sai no braço com o vilão. Há grandes filmes de ação – verdadeiros clássicos – que usam o mesmo artifício, como Duro de Matar e até mesmo Indiana Jones.

Não vejo esses elementos como capazes de, por si só, diminuir a qualidade de um filme. O que não quer dizer que o filme não possa ter problemas derivados disso, claro.

Abs,
Ritter.

Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 03:03

Eu acredito que o usuário da jóia do poder (seja o Thanos ou não) possa bater de frente com o Hulk, sim. O Hulk é o mais forte da Terra, mas o universo é infinito.

Responder
ABC 30 de abril de 2018 - 18:59

Vou deixar os elogios ao filme de lado porque é chover no molhado.

Acho que é o ápice do declínio do Hulk. Como eu havia comentado em alguma outra crítica o Hulk vem ficando mais fraco a cada filme, em Ragnarok ele já havia apanhado de quase todos os asgardianos.

Mais do que a ausência dos personagens de Ragnarok oque mais me incomodou da continuidade foi o Thor ter esquecido toda a lição de Odin. Pra falar a verdade toda a participação do Thor no filme poderia ser parte do último filme dele, nesse meio tempo dava até para colocar a versão equina do Thor.

Visão é o personagem mais inutil do filme, deviam ter colocado a jóia da mente num boneco de posto.

Era totalmente desnecessário o Capitão voltar para o EUA.

Gundam contra Mecha Godzilla continua sendo a melhor luta do cinema no ano.

O filme tem todos os acertos e erros de mega sagas. Ainda me incomoda personagens ultrapoderosos que precisam ser burros ou nerfados para poder ter alguma emoção no filme. Dr. Estranho é o melhor exemplo, dá um trabalhão pro Thanos no final mas foi capturado com razoável facilidade.

No mais ótimo filme, mas Homem de ferro 1 ainda é o melhor do UCM.

Saudações.

Responder
Isaac 30 de abril de 2018 - 17:45

Filmaço esse.
Apesar de saber para onde os “mortos” foram (quem já leu a primeira história em que os Vingadores e o Adam Warlock enfrentam o Thanos, sabe), tenho curiosidade em saber como eles sairão de lá no próximo filme.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 18:26

Bota filmaço nisso!

E também estou muito curioso para saber como é que as coisas acontecerão no próximo filme.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 18:26

Bota filmaço nisso!

E também estou muito curioso para saber como é que as coisas acontecerão no próximo filme.

Abs,
Ritter.

Responder
Isaac 30 de abril de 2018 - 17:45

Filmaço esse.
Apesar de saber para onde os “mortos” foram (quem já leu a primeira história em que os Vingadores e o Adam Warlock enfrentam o Thanos, sabe), tenho curiosidade em saber como eles sairão de lá no próximo filme.

Responder
Gabriel 30 de abril de 2018 - 16:07

Ótima crítica! Eu adorei o filme e curti ele (pena que um garoto insuportável estava atrás de mim comentando sobre o filme durante TODA A SESSÃO! Isso acabou me deixando bastante estressado justo quando eu estava vendo um filme importantíssimo!). Guerra Infinita é bem divertido, Thanos é excelente e a maioria dos heróis são bem colocados no filme. As cenas de ação são ótimas, aquela luta do grupo do Homem de Ferro contra o Thanos é incrível e claro, o final é ótimo com Thanos conseguir o que queria. Matar a Gamora deu um grande peso no filme e isso é bem positivo. O que me incomodou um pouco foi aquela batalha do grupo do Capitão América durar uma boa parte do filme. O problema não está na batalha, ela é boa, mas esse núcleo do Capitão América só se fecha naquela batalha, mas mesmo assim ela é muito boa e os personagens dessa batalha (Capitão, Viúva e etc) não são muito desenvolvidos na minha opinião. Eu esperava o Pantera Negra e esses personagens terem mais destaque, mas o destaque foi maior no núcleo do Homem de Ferro, Peter Parker, Guardiões da Galáxia, Doutor Estranho, Thor e Thanos. Bruce Banner também teve um destaque maior, mas diminui um pouco. A melhor batalha do filme é aquela que envolve o Ferro, Aranha, Estranho, Guardiões e Thanos, é sensacional! Outra coisa que me incomodou são as mortes. Eles querem ”matar” os heróis pra voltar com eles depois, não gostei muito disso, eles deveriam matar pra valer (Mas claro, não o Pantera, Homem Aranha e a maioria dos Guardiões!), mas isso tiraria o peso das mortes e não acho necessário o Soldado Invernal, Visão e Feiticeira voltarem a viverem, então Guerra Infinita praticamente não teria nenhuma morte! Esperava mais participação do Hulk, achei desnecessário ele não querer lutar, ele é um dos Vingadores e mal participou do filme, não gostei muito disso. Eu também esperava que todos ficassem juntos em alguma parte do filme, mas não foi isso que aconteceu infelizmente, pelo menos ficaram dividido em dois grupos e não em três ou quatro. É isso, o filme é muito bom, é sensacional, pode ter alguns erros, mas consegue ser perto de ser excelente.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 16:56

@disqus_2AYaDImobe:disqus , belos comentários!

Sobre as mortes que acontecem com o estalar de dedos de Thanos, não as considere como mortes, pois elas simplesmente não podem ser. Metade da vida do universo acabou com aquele estalar de dedos. Metade da população da Terra se foi. Não foram só os super-heróis. Portanto, essa situação é simplesmente insustentável. Ela PRECISA ser revertida por uma questão básica de narrativa. O UCM não continuaria sem isso.

Portanto, dentro de Guerra Infinita, as “mortes” funcionaram bem e as mortes verdadeiras que antecedem o estalar de dedos, como as de Heimdall, Loki, Visão e Gamora foram bem trabalhadas e podem – ou não – ser permanentes. Mas o que interessa de verdade é seu peso agora, dentro do filme.

Bem, pelo menos eu vejo assim.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel 30 de abril de 2018 - 20:54

Simplesmente eles não mataram Homem Aranha, Guardiões e Pantera Negra. O filme do rei de Wakanda fez um sucesso ESTRONDOSO de bilheteria se tornando (Antes de Guerra Infinita ainda se tornar) o filme de super herói mais visto dos Estados Unidos com uma bilheteria que por incrível que pareça, ultrapassou a de Liga da Justiça. Eles não matariam de vez os personagens que dão grandes lucros para a Marvel que acabaram de entrar agora no universo. Acho que eles vão voltar a ativa e essas sequências de Pantera, Guardiões e do Homem Aranha se passarão depois de Guerra Infinita. Antes de ver Guerra Infinita eu já estava pensando nisso, que a Marvel não desperdiçaria dinheiro matando tantos personagens. Eu juro que ao sair da sessão eu tinha acreditado que eles morreram de verdade, achando que as sequências de filmes dos personagens que viraram pó vão se passar antes de Guerra Infinita (Pode ser ou não). Sinceramente eu espero que alguns personagens morram de verdade pra fechar a trilogia dos Guardiões, os quatro filmes dos Vingadores e introduzir novos personagens, com alguns personagens sobreviventes que já conhecemos, participarem com os novos personagens em filmes futuros. Ou também, alguns personagens simplesmente não morrerem e sim se aposentarem ou fazerem algumas pequenas participações em filmes. Vamos ver ainda muito o que a Marvel tem para oferecer.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 21:11

Guerra Infinita 2 será lançado em maio de 2019, antes de todas as continuações dos heróis que viraram pó. Tudo será revertido bem antes.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 21:11

Guerra Infinita 2 será lançado em maio de 2019, antes de todas as continuações dos heróis que viraram pó. Tudo será revertido bem antes.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Arendt 30 de abril de 2018 - 14:23

Concordo também com relação ao Hulk, eles meio que desrespeitaram o personagem , sem contar que deixaram de lado uma de suas principais características, que é a de ficar maior e mais forte a medida que sua raiva aumenta. No mais o filme é nota 10 .

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 17:01

Em compensação, tenho para mim que o Hulk terá um bom destaque no próximo filme!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 12:12

@disqus_U46wqUExeQ:disqus , também acho que o Hulk vai compensar a ausência com um show no próximo filme. E nem de longe estragou a experiência!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 12:12

@disqus_U46wqUExeQ:disqus , também acho que o Hulk vai compensar a ausência com um show no próximo filme. E nem de longe estragou a experiência!

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 13 de maio de 2018 - 02:27

Nerfaram o Hulk! Caraleo!

Responder
Maycon Oliveira 30 de abril de 2018 - 03:44

Comentário rápido off topic, Fauce de Ébano é o Luke Skywalker que eu queria ver em Star Wars: the last Jedi.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 09:09

He, he. Entendo. Mas o Luke de Os Últimos Jedi é BEM mais poderoso.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 09:09

He, he. Entendo. Mas o Luke de Os Últimos Jedi é BEM mais poderoso.

Abs,
Ritter.

Responder
Maycon Oliveira 1 de maio de 2018 - 13:53

Digo na utilização da ” força” que o Lula molusco apresentou.

Responder
planocritico 1 de maio de 2018 - 14:53

Sim, saquei. Mas eu não queria ver esse tipo de Luke em Últimos Jedi. O que apareceu no filme é muito, mas MUITO mais badass! HAHAHAHAHAAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Maycon Oliveira 30 de abril de 2018 - 03:44

Comentário rápido off topic, Fauce de Ébano é o Luke Skywalker que eu queria ver em Star Wars: the last Jedi.

Responder
Daniel Arendt 29 de abril de 2018 - 20:14

A Marvel nos mostrou como se faz um filme baseado em HQ, aliás não só HQs, considero todos os filmes do MCU como se fosse um só filme, ou um grande seriado, que está chegando ao fim da temporada. Com todo respeito a concorrente, mas o trabalho deles parece coisa de amador, com exceção de MM.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 21:12

Fica parecendo provocação, já que tudo é muito polarizado hoje, mas é a mais pura verdade. É absolutamente inaceitável a Warner e DC errando tanto com o riquíssimo universo de super-heróis que têm de bandeja, sem limitações de que personagem usar e sem limitação de orçamento. A Marvel colocou 40 personagens em um filme só e ficou muito bom. A DC colocou só 6 e ficou aquele negócio…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 21:12

Fica parecendo provocação, já que tudo é muito polarizado hoje, mas é a mais pura verdade. É absolutamente inaceitável a Warner e DC errando tanto com o riquíssimo universo de super-heróis que têm de bandeja, sem limitações de que personagem usar e sem limitação de orçamento. A Marvel colocou 40 personagens em um filme só e ficou muito bom. A DC colocou só 6 e ficou aquele negócio…

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Arendt 29 de abril de 2018 - 20:14

A Marvel nos mostrou como se faz um filme baseado em HQ, aliás não só HQs, considero todos os filmes do MCU como se fosse um só filme, ou um grande seriado, que está chegando ao fim da temporada. Com todo respeito a concorrente, mas o trabalho deles parece coisa de amador, com exceção de MM.

Responder
Alain Oliveira 29 de abril de 2018 - 19:11

Quando eu sair do êxtase extremo faço um comentário racional.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 19:30

HAHAHHAHA Ok. No aguardo!

Abs,
Ritter.

Responder
james bond 29 de abril de 2018 - 15:53

edacdfr

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:16

asdfsareadfaqer

– Tirert

Responder
james bond 29 de abril de 2018 - 15:53

edacdfr

Responder
Mateus Coimbra 29 de abril de 2018 - 11:32

Cadê o entenda melhor? rs

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:20

Saiu um hoje. Não foi de easter-eggs ainda, mas é um texto bem bacana do nosso Gabriel Carvalho. Confere aqui ó: https://www.planocritico.com/entenda-melhor-o-futuro-pos-vingadores-guerra-infinita/

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Coimbra 29 de abril de 2018 - 19:48

Ainda aguardando o de referências, mas este texto do Gabriel está muito bom. Parabéns 👏🏽

Responder
Mateus Coimbra 29 de abril de 2018 - 19:48

Ainda aguardando o de referências, mas este texto do Gabriel está muito bom. Parabéns 👏🏽

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 21:10

Vai sair! Mas antes tem nosso segundo ranking de todos os filmes do UCM!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 21:10

Vai sair! Mas antes tem nosso segundo ranking de todos os filmes do UCM!

Abs,
Ritter.

Responder
André Vedder 29 de abril de 2018 - 11:57

Gostei bastante do filme, mas achei um furo grande aquela história da manopla ter sido construída pelo Eitri. Como assim ? o Thanos já estava com a manopla, que ele pegou em uma cena pós-créditos.
Também me incomodou o Dr Estranho não ter tentado usar a jóia do tempo para, por exemplo, impedir o Star Lord e tirarem a manopla da mão do Thanos. Mas enfim, parabéns pela crítica.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:20

Ué, mas você sabe quando é que o Thanos foi lá fazer a luva dourada dele? Não creio que os serviços dos anões gigantes sejam utilizados usualmente pelos asgardianos.

Sobre Estranho, ele viu 14 milhões de futuros. Ele sabia que apenas um deles funcionaria e eu garanto que ele tem certeza que esse futuro que funcionaria não inclui ele voltando no tempo para impedir o Senhor das Estrelas de fazer besteira. Simples assim.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:20

Ué, mas você sabe quando é que o Thanos foi lá fazer a luva dourada dele? Não creio que os serviços dos anões gigantes sejam utilizados usualmente pelos asgardianos.

Sobre Estranho, ele viu 14 milhões de futuros. Ele sabia que apenas um deles funcionaria e eu garanto que ele tem certeza que esse futuro que funcionaria não inclui ele voltando no tempo para impedir o Senhor das Estrelas de fazer besteira. Simples assim.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Marques 30 de abril de 2018 - 09:52

14.000.605… 😀

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 10:12

Isso! HAHAHAHAHHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Marques 30 de abril de 2018 - 09:52

14.000.605… 😀

Responder
Mateus Coimbra 29 de abril de 2018 - 11:32

Cadê o entenda melhor? rs

Responder
Guilherme Gasparini 29 de abril de 2018 - 03:49

Tenho duas palavras pra Marvel: PARA e BENS!!! Filme sensacional!
Sobre o “H” que faltava pra jóia da alma tenho algumas teorias…
*SPOILERS*
1.personagem que interpreta o Caveira Vermelha é o Hugo Weaving, mas não acho que usariam o nome do ator pra isso.
2.O guia já foi líder da Hidra
3.Vormir pertence ao sistema de Helgentar
4.após o sacrifico de uma alma, a jóia aparece nas mãos de thanos… Hand
Acha que alguma dessas deve ser a certa?
Abraços

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 04:35

Cara, tirando a do Hugo Weaving, as demais são possíveis com certeza. E tem a teoria do “heart” ou “coração” que um leitor mencionou aqui, já que o sacrifício feito por Thanos mostra que ele tem coração.

Mas a mais engraçada hipótese que li é que o H é de “hobo” ou “mendigo”, pois o Caveira parece um mendigo com aquela roupa toda rasgada… HAHAHAHAAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 04:35

Cara, tirando a do Hugo Weaving, as demais são possíveis com certeza. E tem a teoria do “heart” ou “coração” que um leitor mencionou aqui, já que o sacrifício feito por Thanos mostra que ele tem coração.

Mas a mais engraçada hipótese que li é que o H é de “hobo” ou “mendigo”, pois o Caveira parece um mendigo com aquela roupa toda rasgada… HAHAHAHAAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gasparini 30 de abril de 2018 - 02:09

Tem razão! Acabei de ver que quem faz o Caveira nesse filme não é o Hugo Weaving, mas sim o Ross Marquand.
Cara, ele ficou idêntico ao Hugo no First Avenger.

Responder
Guilherme Gasparini 30 de abril de 2018 - 02:09

Tem razão! Acabei de ver que quem faz o Caveira nesse filme não é o Hugo Weaving, mas sim o Ross Marquand.
Cara, ele ficou idêntico ao Hugo no First Avenger.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 09:08

Sim, fizeram uma maquiagem parecida, só mais desgastada e ele tentou imitar o Weaving.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 09:08

Sim, fizeram uma maquiagem parecida, só mais desgastada e ele tentou imitar o Weaving.

Abs,
Ritter.

Responder
novo homem de ferro 29 de abril de 2018 - 03:39

Eu achei o filme perfeito simplesmente perfeito, como leitor de hqs ver todo mhmun junto, ver as interações de forma orgânica ver todos no auge, como todos dizem esses personagens vem sendo desenvolvidos ao longo de 10 anos, nao é necessário desenvolvimento nenhum pra ninguém nesse filme exceto thanos,e nossa que vilao ouso dizer que vai chegar a ser tão icone como vader, ah meu amigo que filme que final, que coragem, so uma carta de amor aos fãs da Marvel

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 03:43

Thanos é espetacular mesmo! Se será tão lembrado quanto Vader, em 40 anos nos falamos!

Abs,
Ritter.

Responder
novo homem de ferro 29 de abril de 2018 - 04:04

Mas vamos ser francos agora, em desenvolvimento e carisma ele chega a ser tão bom ou até melhor do que o coringa do Heath ledger, pois que atuação incrível além de não ser aquele vilão caricato sabe? Ele realmente passa emoção, mas falando sobre o futuro foi uma sacada ousada e corajosa deixar os vingadores originais vivos( quer dizer ao que tudo indica o Clint não morreu) e matar a futura geração é quase como que disse-se que o quarto filme é para os vingadores originais encerrarem o arco deles,vingando a nova geração e faz sentido se parar para analisar a frase final do doutor estranho “não tinha outra maneira”

Responder
novo homem de ferro 29 de abril de 2018 - 04:04

Mas vamos ser francos agora, em desenvolvimento e carisma ele chega a ser tão bom ou até melhor do que o coringa do Heath ledger, pois que atuação incrível além de não ser aquele vilão caricato sabe? Ele realmente passa emoção, mas falando sobre o futuro foi uma sacada ousada e corajosa deixar os vingadores originais vivos( quer dizer ao que tudo indica o Clint não morreu) e matar a futura geração é quase como que disse-se que o quarto filme é para os vingadores originais encerrarem o arco deles,vingando a nova geração e faz sentido se parar para analisar a frase final do doutor estranho “não tinha outra maneira”

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 04:08

Concordo sobre Thanos.

E o final é assim mesmo: eliminaram a nova geração para deixar a velha guarda intacta e AÍ SIM tornarem tudo incerto para o próximo filme. Espero que a Marvel tenha a coragem de fazer o que eles parecem estar prometendo aqui. Será espetacular.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 04:08

Concordo sobre Thanos.

E o final é assim mesmo: eliminaram a nova geração para deixar a velha guarda intacta e AÍ SIM tornarem tudo incerto para o próximo filme. Espero que a Marvel tenha a coragem de fazer o que eles parecem estar prometendo aqui. Será espetacular.

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gasparini 29 de abril de 2018 - 03:49

Tenho duas palavras pra Marvel: PARA e BENS!!! Filme sensacional!
Sobre o “H” que faltava pra jóia da alma tenho algumas teorias…
*SPOILERS*
1.personagem que interpreta o Caveira Vermelha é o Hugo Weaving, mas não acho que usariam o nome do ator pra isso.
2.O guia já foi líder da Hidra
3.Vormir pertence ao sistema de Helgentar
4.após o sacrifico de uma alma, a jóia aparece nas mãos de thanos… Hand
Acha que alguma dessas deve ser a certa?
Abraços

Responder
Diego Borges 29 de abril de 2018 - 02:05

Parece que eu não me emociono mais com esses filmes. É tudo muito badass, coisas legais e tal, mas acaba a sessão e eu penso nos defeitos. São mais coisas de fã, mas certas questões me incomodaram. A começar pela porrada fofa, um defeito recorrente no MCU. Não engoli a motivação malthusiana de Thanos (mas Brolin arrebenta no filme, reconheço). A morte de Loki foi uma das mais estúpidas dos filmes de heróis, ainda mais pra um personagem reconhecido por sua astúcia. Banner passa anos fora e, ao se encontrar com Natasha, seu affair, não rola nem uma dr? E por falar em Hulk, pqp, o personagem mais feroz dos quadrinhos com o rabo entre as pernas?!? Tirando só tudo isso, eu gostei do filme.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 02:36

@disqus_1q49049dpk:disqus , entendo seus pontos, mas eu ainda consigo ficar mega-empolgado e só depois vou vendo os defeitos.

Não entendi o que você quis dizer com “porrada fofa”, mas adorei a “motivação malthusiana”. Vou usar!

Sobre o Loki, eu achei bacana a morte dele. Heroica. O personagem mudou 180º, em uma evolução bastante crível desde sua primeira aparição. E tem sempre a chance, claro, de ele não ter morrido e usado a astúcia dele para parecer morto…

Sobre o Hulk, achei estranho, mas, depois, pensando melhor, foi uma jogada de mestre. Justamente por ele ser o mais feroz e mais poderoso herói do UCM até agora, ver ele com medo foi inusitado e gerou bons momentos.

Abs,
Ritter.

Responder
novo homem de ferro 29 de abril de 2018 - 04:07

Ritter outra explicação que vi era que o Hulk não queria voltar pra terra e por isso não quis sair, por medo de se descontrolar lá de novo

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 04:50

Pode até ser, mas eu prefiro a explicação de que ele estava é com medo de apanhar novamente de Thanos, he, he, he…

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Borges 29 de abril de 2018 - 13:54

“Porrada fofa” são os golpes de impacto, mas que parecem não causar grandes danos. É uma expressão popularizada pelo canal do Nerd Rabugento.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:18

Nunca tinha ouvido falar, mas sei lá, não achei que tem tanta porrada fofa no filme não.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:18

Nunca tinha ouvido falar, mas sei lá, não achei que tem tanta porrada fofa no filme não.

Abs,
Ritter.

Responder
Guinee 30 de abril de 2018 - 11:22

É porque o filme é pg12, ou seja, ainda mais restrito que CW que foi pg13.

Responder
Guinee 30 de abril de 2018 - 11:22

É porque o filme é pg12, ou seja, ainda mais restrito que CW que foi pg13.

Responder
Rangel Salomé 30 de abril de 2018 - 11:33

So um adendo, hulk não e nem de longe o herói mais poderoso do UCM. Thor: Ragnarok (e esse thor re-upado), ta ai pra mostrar isso. Além disso temos o Strange, Feiticeira Escarlate, e uma turma ai que bota o verdinho no lugar dele. Hulk na realidade, só e hypado demais.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 12:05

Em termos de força física, talvez seja. Não dá para dizer que não é ou que é com certeza absoluta.

– Ritter.

Responder
Rafael W. Oliveira 30 de abril de 2018 - 15:32

@disqus_1q49049dpk:disqus isso é muita coisa do que sinto também. Grande parte desses filmes entregam toda a catarse que os fãs querem, referências e mais referências pra fazer pular de vibrar na cadeira, um espetáculo enorme aos olhos… mas eu fico pasmo em como tudo se esvai tão rápido. Eles não marcam, não se sustentam com tudo isso, e logo esse sentimento é substituído pelo hype agigantado para o próximo. É artificial, é mecânico, e só me afasta de me importar com esse universo, por mais que eu tenha proximidade com alguns desses heróis e tenha admirando muito a construção do Thanos, apesar da Marvel ter tido vilões conceitualmente mais interessantes (Killmonger). Diverte? Com certeza. Mas dizer que grande parte desses filmes consegue passar dessa mera definição é bem difícil.

Responder
Rafael W. Oliveira 30 de abril de 2018 - 15:32

@disqus_1q49049dpk:disqus isso é muita coisa do que sinto também. Grande parte desses filmes entregam toda a catarse que os fãs querem, referências e mais referências pra fazer pular de vibrar na cadeira, um espetáculo enorme aos olhos… mas eu fico pasmo em como tudo se esvai tão rápido. Eles não marcam, não se sustentam com tudo isso, e logo esse sentimento é substituído pelo hype agigantado para o próximo. É artificial, é mecânico, e só me afasta de me importar com esse universo, por mais que eu tenha proximidade com alguns desses heróis e tenha admirando muito a construção do Thanos, apesar da Marvel ter tido vilões conceitualmente mais interessantes (Killmonger). Diverte? Com certeza. Mas dizer que grande parte desses filmes consegue passar dessa mera definição é bem difícil.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 17:00

Mas isso é uma característica de absolutamente tudo no mundo em que vivemos. Músicas vêm e desaparecem em questão de dias, filmes entram em cartaz e saem como se nem tivessem estreado, séries estreiam, são comentadas por uma semana e depois nunca mais. O volume de obras ofertadas ao público é gigantesco e a quantidade massificada de comentários de milhões e milhões de pessoas via redes sociais fazem tudo funcionar na base do pico x vale. A efemeridade é a regra. Está longe de ser uma característica dos filmes de super-heróis.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael W. Oliveira 30 de abril de 2018 - 18:18

Será? Pois nós temos sim, filmes que ficam na cabeça por semanas ou anos, que se montam e remontam em nossa cabeça, que se perpetuam de alguma forma e não resumem ao momento. Se há problema com filmes como esses da Marvel ou outros tantos blockbusters que são definidos por aquele único período em que estão no boca-a-boca de todo mundo? Nenhum. Mas a força como alçam esses filmes a um patamar de importância é bastante duvidosa, pra não dizer outra coisa. São filmes que se esvaem mais rápido que uma grande maioria, divertem, causam sua catarse, mas… logo o que toma conta é a preocupação voraz pelo próximo.

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Rafael W. Oliveira 30 de abril de 2018 - 18:18

Será? Pois nós temos sim, filmes que ficam na cabeça por semanas ou anos, que se montam e remontam em nossa cabeça, que se perpetuam de alguma forma e não resumem ao momento. Se há problema com filmes como esses da Marvel ou outros tantos blockbusters que são definidos por aquele único período em que estão no boca-a-boca de todo mundo? Nenhum. Mas a força como alçam esses filmes a um patamar de importância é bastante duvidosa, pra não dizer outra coisa. São filmes que se esvaem mais rápido que uma grande maioria, divertem, causam sua catarse, mas… logo o que toma conta é a preocupação voraz pelo próximo.

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 18:24

Em termos de filmes de grande orçamento, as exceções são uma raridade. Não dá para comparar com aquele filme indie de circuito de arte que pouca gente tem acesso. Hoje, o mundo é efêmero, infelizmente. Não é a Marvel que está agravando isso.

– Ritter.

planocritico 30 de abril de 2018 - 18:24

Em termos de filmes de grande orçamento, as exceções são uma raridade. Não dá para comparar com aquele filme indie de circuito de arte que pouca gente tem acesso. Hoje, o mundo é efêmero, infelizmente. Não é a Marvel que está agravando isso.

– Ritter.

Rafael W. Oliveira 30 de abril de 2018 - 18:31

Por isso mesmo que eu disse no comentário que não apnas Marvel, mas outros tantos blockbusters também. E já tivemos tantos exemplos de filmes que não estão linha do “produção indie do circuito alternativo” mas que ainda estão no imaginário, no fascínio de tanta gente. Não há porque achar que tudo bem ser mais escapista hoje em dia quando muitas dessas produções nasceram no objetivo do escapismo, mas tiveram um olhar mais à frente. Já o hype de um Guerra Infinita desses, por exemplo… não se justifica, assim como raramente os que vieram antes se justificaram. Há não ser que alguém ache que referências e momentos fodões esporádicos sustentem um filme…

Rafael W. Oliveira 30 de abril de 2018 - 18:31

Por isso mesmo que eu disse no comentário que não apnas Marvel, mas outros tantos blockbusters também. E já tivemos tantos exemplos de filmes que não estão linha do “produção indie do circuito alternativo” mas que ainda estão no imaginário, no fascínio de tanta gente. Não há porque achar que tudo bem ser mais escapista hoje em dia quando muitas dessas produções nasceram no objetivo do escapismo, mas tiveram um olhar mais à frente. Já o hype de um Guerra Infinita desses, por exemplo… não se justifica, assim como raramente os que vieram antes se justificaram. Há não ser que alguém ache que referências e momentos fodões esporádicos sustentem um filme…

planocritico 30 de abril de 2018 - 18:39

Eu não entendo o que é “não se justificar”. É como ler uma série de livros que a pessoa adora, tipo Harry Potter, que, tendo lido todos só de teimoso que sou, posso dizer que é, para mim, um negócio tão “vazio” quanto a série de filmes de Marvel. Mesmo assim, perto do lançamento do capítulo seguinte, o hype não é justificável por aqueles que adoram os livros? Se vai ficar na memória, se será lembrado, aí são outros quinhentos. Harry Potter ficou no imaginário popular, apesar da qualidade blockbusteriana duvidável. Teremos que voltar a conversar em alguns anos para fazer o tira-teima.

– Ritter.

Benedict Benedito 29 de abril de 2018 - 01:49

Filmaço, eita filmaco da porr@!!
Sai hoje do cinema com a cabeca doendo de tanto pular da cadeira. Mas ainda sim cheguei aqui para ler essa crítica espetacular.
Que venha o 4 logo, cadê a pre-venda?kk
Ps: Doutor Estranho ultra destacado obviamente. 😍😃.
Ps: cade o Hulk transformado em Wakanda que apareceu no trailer??
Fui tapeado…. kkkkk
Sem mais.Descansar a mente agora…
Abs boa noite.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 02:32

@xdigao:disqus , realmente foi um filmaço de deixar qualquer um empolgado e desesperado pelo próximo!

O bom é que, não demora e teremos Homem-Formiga e Vespa para relaxar no mundo Marvel novamente. Escala diferente (literalmente), mas potencialmente bem divertido!

Abs,
Ritter.

Responder
Benedict Benedito 29 de abril de 2018 - 01:49

Filmaço, eita filmaco da porr@!!
Sai hoje do cinema com a cabeca doendo de tanto pular da cadeira. Mas ainda sim cheguei aqui para ler essa crítica espetacular.
Que venha o 4 logo, cadê a pre-venda?kk
Ps: Doutor Estranho ultra destacado obviamente. 😍😃.
Ps: cade o Hulk transformado em Wakanda que apareceu no trailer??
Fui tapeado…. kkkkk
Sem mais.Descansar a mente agora…
Abs boa noite.

Responder
wesley cardoso 28 de abril de 2018 - 23:02

Assisti a todos os 18 filmes antes de ir ao cinema hoje, a identidade deste universo, a coesão é gigantesca,parecem uma série de jogos, vc assisti e identifica que aquilo tudo é do mesmo universo,msm que sejam protagonistas diferentes. Guerra infinita é o ápice dessa que provavelmente é a “primeira temporada” da série Universo Marvel,onde tudo se encaixa como em Game of Thrones está caminhando (apesar de em menor qualidade claro). Thanos é mais humano do que muitos heróis, acho até que seria de uma abordagem interessante ter feito algum herói trocar de lado, Thanos n tenta convencer nenhum deles que está certo ou nem se da ao trabalho de explicar, mas seria muito bom alguém dizer “esse cara ta certo, talvez n seja tão ruim assim”. Um lobo solitário querendo dar uma solução radical pro universo, fazendo quase tudo sozinho e se sacrificando no caminho, ele era o protagonista desse filme e o protagonista sempre vence. Ao final ele venceu e teve seu descanso. Por mim poderia terminar assim e tudo ficaria aceitável, sempre quero que um vilão(ou anti-herói) que tenha soluções radicais vença e acho que falta coragem as vezes como faltou em Death Note em deixar Kira criar seu mundo ,mas acredito que houve um final pro filme sim, Thanos teve sua vitória, seu filme acabou.
O quarto, ja com o vilão apresentado e desenvolvido provavelmente será dos heróis e sua revanche.Difícil ser mais grandioso do que isso, e tenho um medo gigante de que uma reviravolta seja forçada demais,mas confio na Marvel.

A Marvel perdeu uma oportunidade gigantesca de colocar o Gavião numa cena pós-crédito dizendo que ia ter q se resolver tudo ou ser ele que o Nick ia chamar antes de morrer. Seria a piada do século e valeria qualquer preço que cobrem pelo ingresso em qualquer cinema do planeta.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:50

@disqus_GBcPlRUOkE:disqus , bela visão da coisa, gostei! Seria bacana mesmo um “selo de aprovação” de algum dos heróis para o plano de Thanos. Seria perfeito se o Wolverine pudesse ser usado, pois isso seria a cara dele.

Sobre a cena pós-créditos, gostei da ideia!

Abs,
Ritter.

Responder
wesley cardoso 29 de abril de 2018 - 15:19

Você acaba de estragar o filme pra mim, pois imaginei Hugh lutando a favor do Thanos e isso n sai da minha cabeça mais. Brincadeiras a parte, muita coisa seria melhor com a liberdade de usar os personagens da Fox, o que aumenta mais ainda o mérito da Marvel em fazer o que fez sem eles.
Outra coisa que faltou nesse filme,mas ai seria um quadrinho azul de implicância é que claramente os roteiristas queriam dar uma certa razão ao Thanos tornando,deixando dois lados não tão errados assim como em Guerra Civil,mas assim como la o filme tem um nome antes do “Guerra” e isso estraga essa possibilidade de ter dois lados e até tira um pouco o impacto do final. Como eu disse é implicância,mas assim como Guerra Civil seria melhor se n tornasse um lado vilão, Guerra infinita poderia ter feito o mesmo. Mas tinha um “Capitão América…” antes de um e “Os Vingadores…” antes de outro ne.

Responder
wesley cardoso 29 de abril de 2018 - 15:19

Você acaba de estragar o filme pra mim, pois imaginei Hugh lutando a favor do Thanos e isso n sai da minha cabeça mais. Brincadeiras a parte, muita coisa seria melhor com a liberdade de usar os personagens da Fox, o que aumenta mais ainda o mérito da Marvel em fazer o que fez sem eles.
Outra coisa que faltou nesse filme,mas ai seria um quadrinho azul de implicância é que claramente os roteiristas queriam dar uma certa razão ao Thanos tornando,deixando dois lados não tão errados assim como em Guerra Civil,mas assim como la o filme tem um nome antes do “Guerra” e isso estraga essa possibilidade de ter dois lados e até tira um pouco o impacto do final. Como eu disse é implicância,mas assim como Guerra Civil seria melhor se n tornasse um lado vilão, Guerra infinita poderia ter feito o mesmo. Mas tinha um “Capitão América…” antes de um e “Os Vingadores…” antes de outro ne.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:17

He, he. A implicância procede mesmo!

E sobre Wolverine, bem, tudo – menos os dois primeiros filmes solo dele – fica melhor com esse personagem!

Abs,
Ritter.

Responder
victor hugo klein 28 de abril de 2018 - 22:47

Eu gostei muito do filme e realmente não tinha espaço para desenvolvimento dos herois e não precisava, eles tiveram seus filmes solos, também não gostei muito da parte de Wakanda , foi mal trabalhada apesar de ter uma joia ali e a parte de onde esta a VALKIRIA ???

Muitas pessoas não entenderam o recado do DOUTOR ESTRANHO em que ele diz que só existe um unico jeito de eles vencerem Thanos, mas aí fica a dúvida, será que Gamora, Loki e Visão voltam? visto que morreram antes da manopla estar completa, espero que sim.

O CGI do Thanos esta incrivel, já o da ordem Negra apesar de bom, esta inferior ao de Thanos.

Vibrei nas interações dos herois, Guerra Infinita tem o mesmo sentimento do primeiros Vingadores, ver os herois reunidos , aqui,porém, vemos o UCM inteiro em um mesmo filme e praticamente jutos, mas Thor, Rocket e Groot foram o ponto alto de interação.

Outra coisa, o Doutro Estranho tem seus poderes muito bem utilizados nos filmes, é incrivel , visualmente falando, o que eles conseguem fazer com ele.

E por fim a cena final com Thanos sentado naquele campo igual a HQ .

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:54

Estranho tinha um plano e o plano passava por entrega a joia do tempo a Thanos. Ele certamente sabe que aquele único cenário de vitória exigiria isso.

Sobre os que morreram antes do estalar de dedos, diria que a volta de Gamora é garantida, pois ela morreu na estrutura narrativa da joia da alma, que tem como principal característica (nos quadrinhos) de absorver almas para dentro dela, para o chamado “soulverse”. Se duvidar, foi para lá que foram as trilhões de almas dos seres vivos mortos ao final.

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 22:13

Ritter, pra guardar e buscar para o Entenda Melhor, inicialmente:

– Loki ao se mencionar “guia”, lembrou Mephisto.

– O fone do Capitão é 678-136-7092, obviamente os números não estão lá por acaso. Eu já comecei a busca sobre edições, mas creio que vocês são mais rápidos e mais precisos.

– Quando eles chegam em Volmir, o Caveira chama Thanos como filho de um dos Eternos: A´Lars.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:57

Valeu!

Abs,
Ritter.

Responder
wesley cardoso 28 de abril de 2018 - 23:02

Assisti a todos os 18 filmes antes de ir ao cinema hoje, a identidade deste universo, a coesão é gigantesca,parecem uma série de jogos, vc assisti e identifica que aquilo tudo é do mesmo universo,msm que sejam protagonistas diferentes. Guerra infinita é o ápice dessa que provavelmente é a “primeira temporada” da série Universo Marvel,onde tudo se encaixa como em Game of Thrones está caminhando (apesar de em menor qualidade claro). Thanos é mais humano do que muitos heróis, acho até que seria de uma abordagem interessante ter feito algum herói trocar de lado, Thanos n tenta convencer nenhum deles que está certo ou nem se da ao trabalho de explicar, mas seria muito bom alguém dizer “esse cara ta certo, talvez n seja tão ruim assim”. Um lobo solitário querendo dar uma solução radical pro universo, fazendo quase tudo sozinho e se sacrificando no caminho, ele era o protagonista desse filme e o protagonista sempre vence. Ao final ele venceu e teve seu descanso. Por mim poderia terminar assim e tudo ficaria aceitável, sempre quero que um vilão(ou anti-herói) que tenha soluções radicais vença e acho que falta coragem as vezes como faltou em Death Note em deixar Kira criar seu mundo ,mas acredito que houve um final pro filme sim, Thanos teve sua vitória, seu filme acabou.
O quarto, ja com o vilão apresentado e desenvolvido provavelmente será dos heróis e sua revanche.Difícil ser mais grandioso do que isso, e tenho um medo gigante de que uma reviravolta seja forçada demais,mas confio na Marvel.

A Marvel perdeu uma oportunidade gigantesca de colocar o Gavião numa cena pós-crédito dizendo que ia ter q se resolver tudo ou ser ele que o Nick ia chamar antes de morrer. Seria a piada do século e valeria qualquer preço que cobrem pelo ingresso em qualquer cinema do planeta.

Responder
Junito Hartley 28 de abril de 2018 - 21:57

Filme sensacional, pra mim melhor filme de herói, vai ser difícil superar. Vi o filme na Cinépolis, a energia caiu bem no meio do filme, a galera na sala surtou kkkkkk mais no final o filme é tão épico que ninguém lembrava desse detalhe. Torcer pra a sequência ser igual ou melhor.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:59

Em termos de escala, realmente será difícil superar!

E que azar essa do Cinépolis, hein? Mas que bom que não estragou a experiência!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:59

Em termos de escala, realmente será difícil superar!

E que azar essa do Cinépolis, hein? Mas que bom que não estragou a experiência!

Abs,
Ritter.

Responder
Devorador de Mundos 28 de abril de 2018 - 21:49

O Cicatriz Verde ao ponto de não conseguir sair pra fora, caramba… Sou apenas eu que vejo esse personagem sendo desonrado desde Thor: Ragnarok? Mas desta vez o que fizeram à imagem do Quebra-Mundos é golpe baixo demais! Que lástima, ein.

Algumas partes do filme são divertidas, principalmente as cenas que aparece os Guardiões da Galáxia, adoro essa equipe. Peter Quill + Drax = ótimas risadas.

THANOS! Finalmente o filme do vilão mais formidável dos quadrinhos do Universo Marvel. Muito hype é pouco!! Entretanto, por mais que eu gaste tempo refletindo, infelizmente continuo não conseguindo engolir o que fizeram com Thanos. Sua vilania “humanizada” vista por tantos como um dos pontos altos na construção do personagem, para mim nada mais foi do que reduzir o grande Titã Louco para um pseudo-Titã e longe, muito longe de ser o louco criado pelo mestre Jim Starlin.

Passar bem.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:59

Mas ele é humanizado nos quadrinhos. Ele faz o que faz por amor pela Morte. Quer sentimento mais humano que o amor? E, no filme, não é muito diferente.

Abs,
Ritter.

Responder
Devorador de Mundos 29 de abril de 2018 - 01:02

Caro Ritter, o que li dos quadrinhos com Thanos participando foram as sagas Em Busca de Poder (1990), Desafio Infinito (1991), Guerra Infinita (1992), A Imperativa Thanos (2010), Thanos Rising (2013), Infinito (2013), Thanos: Relatividade Infinita (2014), Thanos (2016), somente isso. E devo dizer, mesmo que seus atos sejam romantizados, seu perverso amor pela entidade não me lembra nem remotamente a palavra ‘humano’.

Eu entendo, Thanos não é um vilão mau por ser mau, sua construção nos quadrinhos possuí profundidade. Temos camadas de filosofia, religião, amor, morte e vida neste personagem. Mas do meu ponto de vista, sempre que ele ajudou personagens em algum tipo de ato heroico, ele foi levado a isso pelos eventos; jamais fora acometido por altruísmo, mas sim de sobrevivência.

Passar bem.

Responder
Devorador de Mundos 29 de abril de 2018 - 01:02

Caro Ritter, o que li dos quadrinhos com Thanos participando foram as sagas Em Busca de Poder (1990), Desafio Infinito (1991), Guerra Infinita (1992), A Imperativa Thanos (2010), Thanos Rising (2013), Infinito (2013), Thanos: Relatividade Infinita (2014), Thanos (2016), somente isso. E devo dizer, mesmo que seus atos sejam romantizados, seu perverso amor pela entidade não me lembra nem remotamente a palavra ‘humano’.

Eu entendo, Thanos não é um vilão mau por ser mau, sua construção nos quadrinhos possuí profundidade. Temos camadas de filosofia, religião, amor, morte e vida neste personagem. Mas do meu ponto de vista, sempre que ele ajudou personagens em algum tipo de ato heroico, ele foi levado a isso pelos eventos; jamais fora acometido por altruísmo, mas sim de sobrevivência.

Passar bem.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 01:17

Entendo seu ponto, mas eu acho que ele nunca foi motivado pela sobrevivência dele. Ele tornou-se o que é pelo seu amor à Morte. Chega a ser prosaico, mas suas motivações são extremamente humanas e, indo mais atrás, nas primeiras sagas de Thanos da década de 70, havia até mesmo a camada de superpopulação do universo para justificar seus atos, ainda que o amor pela Morte sempre fosse a motivação-mestre.

Se ele fosse um vilão frio e egoísta, ele não se auto-sabotaria sempre que está próximo de alcançar o que quer. É essa auto-sabotagem a maior marca da obra de Starlin que mostra que ele tem dúvidas sobre o que ele faz. Duvidar é humano.

E eu vejo isso muito presente no filme. De forma diferente, mas está lá muito claramente. É Starlin todinho para mim.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 01:17

Entendo seu ponto, mas eu acho que ele nunca foi motivado pela sobrevivência dele. Ele tornou-se o que é pelo seu amor à Morte. Chega a ser prosaico, mas suas motivações são extremamente humanas e, indo mais atrás, nas primeiras sagas de Thanos da década de 70, havia até mesmo a camada de superpopulação do universo para justificar seus atos, ainda que o amor pela Morte sempre fosse a motivação-mestre.

Se ele fosse um vilão frio e egoísta, ele não se auto-sabotaria sempre que está próximo de alcançar o que quer. É essa auto-sabotagem a maior marca da obra de Starlin que mostra que ele tem dúvidas sobre o que ele faz. Duvidar é humano.

E eu vejo isso muito presente no filme. De forma diferente, mas está lá muito claramente. É Starlin todinho para mim.

Abs,
Ritter.

Responder
Devorador de Mundos 29 de abril de 2018 - 02:28

Essa camada de superlotação do universo é interessante, quando estiver com tempo disponível pretendo ler as HQs da década de 70.

Gostei de como isso soa: ‘motivação-mestre’. Entre os aspectos citados, o que mais me incomoda de fato é o personagem no filme não ter seu amor pela Morte como sua clássica motivação-mestre. Sequer temos citação deste amor no filme. Além de considerar como parte fundamental para a mitologia do personagem, também é parte daquilo que faz dele um ser único em qualquer universo, ao meu ver.

A dualidade do Thanos é bastante interessante. Gostei de como ele se sabotou em Desafio Infinito por ter duvidas. Mas ele não exita em matar, para ele matar sempre foi um ato natural e belo.

Passar bem.

planocritico 29 de abril de 2018 - 02:38

A questão de não citar a Morte foi uma escolha deliberada, claro. Muito sinceramente, como disse na crítica, achei acertado, pois, por mais que seja um conceito muito bacana nos quadrinhos, tenho extrema dificuldade em imaginar como isso seria transposto para as telonas. Mas fica lá no fundo o meu lado fã torcendo para que a Morte apareça, lógico!

Abs,
Ritter.

Devorador de Mundos 29 de abril de 2018 - 03:12

Olha, acredito que transpor a Morte para as telonas seria mais fácil do que pensa, ein. Por exemplo, aquele capuz do Caveira Vermelha ficaria perfeito na Senhora Morte, não é mesmo? Pronto, temos meio caminho andado, hahahaha. Enfim, ficamos no anseio pela aparição dela em vindouros filmes!

Devorador de Mundos 29 de abril de 2018 - 03:12

Olha, acredito que transpor a Morte para as telonas seria mais fácil do que pensa, ein. Por exemplo, aquele capuz do Caveira Vermelha ficaria perfeito na Senhora Morte, não é mesmo? Pronto, temos meio caminho andado, hahahaha. Enfim, ficamos no anseio pela aparição dela em vindouros filmes!

planocritico 29 de abril de 2018 - 03:42

Em termos visuais seria tranquilo, mas não em termos conceituais. Não é algo de fácil encaixe no UCM.

Abs,
Ritter.

planocritico 29 de abril de 2018 - 03:42

Em termos visuais seria tranquilo, mas não em termos conceituais. Não é algo de fácil encaixe no UCM.

Abs,
Ritter.

Devorador de Mundos 29 de abril de 2018 - 23:34

Por quê? Por causa da Hela ter sido introduzida? Não estou entendendo. Então, se você puder fazer a gentileza, por favor, discorra sobre isso que você imagina dificultar o encaixe da entidade em termos conceituais.

Passar bem.

Devorador de Mundos 29 de abril de 2018 - 23:34

Por quê? Por causa da Hela ter sido introduzida? Não estou entendendo. Então, se você puder fazer a gentileza, por favor, discorra sobre isso que você imagina dificultar o encaixe da entidade em termos conceituais.

Passar bem.

planocritico 30 de abril de 2018 - 00:21

Não. Hela é apenas a extraterrestre que comanda o reino de Hel. Ela não é a Morte ou mesmo sequer a deusa da Morte, pelo menos não no UCM.

Estamos falando da encarnação física da Morte, algo que é muito distante da pegada mais “terrena” e “científica” que o UCM tem usado desde sempre, até mesmo quando lida com magia (basta ver a explicação do que é magia que o Doutor Estranho recebe de sua mentora). Portanto, a Morte como entidade representativa do que ela é, é algo distante demais do que foi até agora estabelecido como canônico no UCM.

Abs,
Ritter.

planocritico 30 de abril de 2018 - 00:21

Não. Hela é apenas a extraterrestre que comanda o reino de Hel. Ela não é a Morte ou mesmo sequer a deusa da Morte, pelo menos não no UCM.

Estamos falando da encarnação física da Morte, algo que é muito distante da pegada mais “terrena” e “científica” que o UCM tem usado desde sempre, até mesmo quando lida com magia (basta ver a explicação do que é magia que o Doutor Estranho recebe de sua mentora). Portanto, a Morte como entidade representativa do que ela é, é algo distante demais do que foi até agora estabelecido como canônico no UCM.

Abs,
Ritter.

Devorador de Mundos 30 de abril de 2018 - 02:42

Essa cena que você se refere? https://www.youtube.com/watch?v=cODHVm4iLa4

Desculpe, por essa explicação não detectei nada “terreno” e “científico”. E você deve ter notado que visualmente não vai encontrar nada que sequer lembre a palavra terreno e científico durante essa cena. Por mais que eu concorde com você que o UCM se estabeleceu principalmente com um núcleo terrestre, esse filme do bom Doutor se certificou muito bem de anexar a magia para explorar os confins do espaço de tantos outros universos.

planocritico 30 de abril de 2018 - 09:05

Eu já discordo. Viagens dimensionais e extradimensionais têm, no UCM, caráter científico. Como disse, a própria professora do Doutor Estranho diz TEXTUALMENTE que magia não é muito mais do que software. O que eu quero dizer que é o conceito etéreo da Morte encarnada está MUITO mais distante do UCM do que uma cena como essa que você colocou.

Abs,
Ritter.

planocritico 30 de abril de 2018 - 09:05

Eu já discordo. Viagens dimensionais e extradimensionais têm, no UCM, caráter científico. Como disse, a própria professora do Doutor Estranho diz TEXTUALMENTE que magia não é muito mais do que software. O que eu quero dizer que é o conceito etéreo da Morte encarnada está MUITO mais distante do UCM do que uma cena como essa que você colocou.

Abs,
Ritter.

Devorador de Mundos 1 de maio de 2018 - 00:29

Caro Ritter, creio que agora entendo claramente sua visão. Agora veja aqui meu ponto de vista. Devido ao ceticismo do Strange, sua mestra escolhe incrementar em sua explicação um pouco do caráter científico para tornar a magia mais palatável de ser aceita na mente do seu novo discípulo. Entretanto, essa explicação mais palatável me pareceu ser criada especificamente e unicamente para o bom Doutor. E após ele finalmente aceitar a magia, durante suas feitiçarias, temos zero vestígios de qualquer traço científico nos conjuramentos.

Agora a questão da Morte e seu conceito etéreo ser distante do UCM. Bem, pela explicação do filme, consegui facilmente aceitar Dormammu como uma entidade antiga que encarna a malicia. Com certeza não seria problema para mim aceitar uma figura esquelética que domina outra dimensão a sua imagem para encarnar a Morte.

Devo dizer: estou adorando nossa discussão! Me convenci cada vez mais que se tornou aceitável existir no UCM as presenças de entidades com conceito como Morte, Caos e Ordem, Tribunal Vivo e Eternidade.

Passar bem.

Devorador de Mundos 1 de maio de 2018 - 00:29

Caro Ritter, creio que agora entendo claramente sua visão. Agora veja aqui meu ponto de vista. Devido ao ceticismo do Strange, sua mestra escolhe incrementar em sua explicação um pouco do caráter científico para tornar a magia mais palatável de ser aceita na mente do seu novo discípulo. Entretanto, essa explicação mais palatável me pareceu ser criada especificamente e unicamente para o bom Doutor. E após ele finalmente aceitar a magia, durante suas feitiçarias, temos zero vestígios de qualquer traço científico nos conjuramentos.

Agora a questão da Morte e seu conceito etéreo ser distante do UCM. Bem, pela explicação do filme, consegui facilmente aceitar Dormammu como uma entidade antiga que encarna a malicia. Com certeza não seria problema para mim aceitar uma figura esquelética que domina outra dimensão a sua imagem para encarnar a Morte.

Devo dizer: estou adorando nossa discussão! Me convenci cada vez mais que se tornou aceitável existir no UCM as presenças de entidades com conceito como Morte, Caos e Ordem, Tribunal Vivo e Eternidade.

Passar bem.

planocritico 1 de maio de 2018 - 01:25

Como eu disse mais acima, lá no fundo do meu coração eu gostaria que a Morte aparecesse. Mas eu acho mais difícil de encaixar esse personagem conceitual no UCM do que personagens verdadeiramente cósmicos como o Tribunal Vivo, Caos, Ordem e Eternidade. Não que um dia não possa ser feito, mas vejo com bons olhos o cuidado da Marvel para não mergulhar direto nessas coisas etéreas demais, pois o público pode se afastar. Nem tudo que fica bacana nas páginas dos quadrinhos, funciona nas telonas.

Aos poucos vai. Mas tem que ser realmente devagar.

E também estou adorando a conversa!

Abs,
Ritter.

Devorador de Mundos 1 de maio de 2018 - 15:25

O que será mais fácil daqui para frente, mergulhar de verdade na mitologia cósmica ou passar para frente o manto dos heróis? Talvez a fase 5 possa nós dizer.

Passar bem.

Devorador de Mundos 1 de maio de 2018 - 15:25

O que será mais fácil daqui para frente, mergulhar de verdade na mitologia cósmica ou passar para frente o manto dos heróis? Talvez a fase 5 possa nós dizer.

Passar bem.

planocritico 1 de maio de 2018 - 17:11

Acho que os dois caminhos são necessários.

Abs,
Ritter.

planocritico 1 de maio de 2018 - 17:11

Acho que os dois caminhos são necessários.

Abs,
Ritter.

Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 22:10

Tudo o que ele quer, após completar sua missão, é “uma casa no campo”.

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 22:10

Tudo o que ele quer, após completar sua missão, é “uma casa no campo”.

Responder
victor hugo klein 28 de abril de 2018 - 22:47

Eu gostei muito do filme e realmente não tinha espaço para desenvolvimento dos herois e não precisava, eles tiveram seus filmes solos, também não gostei muito da parte de Wakanda , foi mal trabalhada apesar de ter uma joia ali e a parte de onde esta a VALKIRIA ???

Muitas pessoas não entenderam o recado do DOUTOR ESTRANHO em que ele diz que só existe um unico jeito de eles vencerem Thanos, mas aí fica a dúvida, será que Gamora, Loki e Visão voltam? visto que morreram antes da manopla estar completa, espero que sim.

O CGI do Thanos esta incrivel, já o da ordem Negra apesar de bom, esta inferior ao de Thanos.

Vibrei nas interações dos herois, Guerra Infinita tem o mesmo sentimento do primeiros Vingadores, ver os herois reunidos , aqui,porém, vemos o UCM inteiro em um mesmo filme e praticamente jutos, mas Thor, Rocket e Groot foram o ponto alto de interação.

Outra coisa, o Doutro Estranho tem seus poderes muito bem utilizados nos filmes, é incrivel , visualmente falando, o que eles conseguem fazer com ele.

E por fim a cena final com Thanos sentado naquele campo igual a HQ .

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 21:39

Dentre milhares de perguntas que brotaram na minha mente logo após o final do filme:

1 – Como o Tony Stark vai voltar de Titan para a Terra, já que eles foram na nave do Fauce de Ébano? A Milano ficou por lá?

2 – A mensagem enviada para a Capitã Marvel, será que foi enviada para o passado, visto que o equipamento era bem antigo? Será que ela mudará a história em seu filme, e toda a realidade será modificada? Como disse o Stark certa vez sobre o Nick Fury: “Seus segredos tem segredos…”

3 – Homem Formiga e Vespa se passará durante os acontecimentos de Guerra Infinita? Pergunto porque, aparentemente, nenhum dos personagens do filme “virou pó”.

4 – Onde caralho a bosta do Gavião Arqueiro entrará nessa trama?

5 – Quem assumirá, mesmo que temporariamente, o trono de Wakanda?

6 – A Serenidade do Strange ao escolher a única opção que daria certo nos dá a certeza que tudo vai se resolver. Mas como, baralho?!?! Kkkkk

7 – Hulk vai fazer terapia? Kkkkkk

Eu achei que o HULK ia explodir, de dentro pra fora, a Hulkbuster, quando aquela ruma de monstrengo subiram em cima dela. Fiquei só na vontade mesmo. IA ser do caralho o verdão saindo de dentro da armadura e descendo o aço na monstraiada toda. 🙂

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:49

@danielmarquesfernandes:disqus , minha aposta é que, com a Nebulosa ali com ele, os dois usarão os destroços ao redor para montar uma nave qualquer.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:49

@danielmarquesfernandes:disqus , minha aposta é que, com a Nebulosa ali com ele, os dois usarão os destroços ao redor para montar uma nave qualquer.

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 21:53

E as outras? 🙂

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 22:03

Foi mal! Juro que achei que só tinha uma pergunta!!!

Vamos lá:

1. Já respondi.
2. Essa mensagem para o passado foi a primeira coisa que pensei quando vi que o aparelho é um “pager” modificado. Seria genial, mas não acho que será isso não.
3. Meu chute é que Formiga 2 se passará logo antes de Guerra Infinita e acabará quando as pessoas começarem a virar pó.
4. Ele matará o Thanos com um flecha de kryptonita. Não… peraí…
5. Sei lá como funciona a sucessão em Wakanda… O M’Baku? A Shuri?
6. Estranho viu que o único futuro em que eles ganhariam de Thanos exigiria que ele entregasse a joia do tempo para ele. O Mago está tranquilo, pois sabe que já ganhou!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 22:39

Tentando ajudar o colega e também trazendo minhas especulações para o pós Avengers 3:

1 – Pensei nisso também, afinal mesmo que a Armadura dele aguentasse a pressão do espaço, como evoluiu depois de HF1 (“você resolveu o problema do gelo?”) ela tá toda arrebentada. Também acho que ele volta na Milano ou em outra nave com Nebula, tendo em vista que ela foi pra lá sem eles. Acho que só por isso ela foi mantida viva, pra não darem esse “fora” do Stark estar de volta a Terra e ninguém se ligar que ele ficou sozinho lá.

2 – A mensagem não mudará o filme de Capitã e não creio que ela foi enviada ao passado, mas sim foi enviado por um equipamento que era moda/útil nos anos 90, data em que já foi mencionada quando passa o filme dela. Assim como o Quill mantinha um walkman que ele carregou daqui dos anos 80 para os dias atuais, Carol deve manter o pager que tem a comunicação com o Nick, ela tem um, ele outro, independente de qual ponto de espaço que eles estejam, visto que o pager é modificado.

3 – Homem Formiga e Vespa se passará logo após os acontecimentos de Guerra Civil. Notem que nos trailers a filha dele menciona algo como ele ser fora da lei e, se não me engano, Scott usa uma tornozeleira eletrônica. Isso casa com o que o Capitão diz em Guerra Infinita, dele estar cumprindo prisão domiciliar. Agora, no campo especulativo, como eles devem trazer a Vespa original de volta (Michelle Pfeifer), creio que quem vai ajudar os Vingadores nas viagens no tempo será ela e Pym. Primeiro Pym deve se negar pela rixa com Stark e depois ela deve convencê-lo de ajudar e aí, meu amigo: TEREMOS TUDO QUANTO É VINGADOR ORIGINAL FECHANDO EPICAMENTE A FASE 3!

4 – Aqui também e no campo de especulação: como vazaram fotos de gavião com outro uniforme – o que todo mundo já notou ser do Ronin – creio que adote esse identidade porque sua família deve ter morrido no “Arrebatamento”, capítulos Thanos, versículo 3 e 4. Ele também cumpria prisão domiciliar e pediu “dispensa” ao Capitão para ficar mais ao lado da família.

5 – Creio que Shuri ou M´Baku, pois não vi nenhum dos dois morrendo.

6 – Ao entregar a joia do tempo para Thanos, ele deve ter visto que na única chance que vencem, Stark era essencial. Talvez faça mais sentido se trabalharmos com a hipótese que a única vez que vencem também seria a única que ele viu Stark vivo, mas é só especulação. Mas que ele tava confiante, tava.

7 – Isso eu achei a coisa mais boba do filme. Talvez seja um índicio de que Hulk e Banner sejam separados.

Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 22:31

@planocritico:disqus

Valida lá a edição desse post, daí exclui esse, por favor.

Valeu!

Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 22:31

@planocritico:disqus

Valida lá a edição desse post, daí exclui esse, por favor.

Valeu!

Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 22:39

Tentando ajudar o colega e também trazendo minhas especulações para o pós Avengers 3:

1 – Pensei nisso também, afinal mesmo que a Armadura dele aguentasse a pressão do espaço, como evoluiu depois de HF1 (“você resolveu o problema do gelo?”) ela tá toda arrebentada. Também acho que ele volta na Milano ou em outra nave com Nebula, tendo em vista que ela foi pra lá sem eles. Acho que só por isso ela foi mantida viva, pra não darem esse “fora” do Stark estar de volta a Terra e ninguém se ligar que ele ficou sozinho lá.

2 – A mensagem não mudará o filme de Capitã e não creio que ela foi enviada ao passado, mas sim foi enviado por um equipamento que era moda/útil nos anos 90, data em que já foi mencionada quando passa o filme dela. Assim como o Quill mantinha um walkman que ele carregou daqui dos anos 80 para os dias atuais, Carol deve manter o pager que tem a comunicação com o Nick, ela tem um, ele outro, independente de qual ponto de espaço que eles estejam, visto que o pager é modificado.

3 – Homem Formiga e Vespa se passará logo após os acontecimentos de Guerra Civil. Notem que nos trailers a filha dele menciona algo como ele ser fora da lei e, se não me engano, Scott usa uma tornozeleira eletrônica. Isso casa com o que o Capitão diz em Guerra Infinita, dele estar cumprindo prisão domiciliar. Agora, no campo especulativo, como eles devem trazer a Vespa original de volta (Michelle Pfeifer), creio que quem vai ajudar os Vingadores nas viagens no tempo será ela e Pym. Primeiro Pym deve se negar pela rixa com Stark e depois ela deve convencê-lo de ajudar e aí, meu amigo: TEREMOS TUDO QUANTO É VINGADOR ORIGINAL FECHANDO EPICAMENTE A FASE 3!

4 – Aqui também e no campo de especulação: como vazaram fotos de gavião com outro uniforme – o que todo mundo já notou ser do Ronin – creio que adote esse identidade porque sua família deve ter morrido no “Arrebatamento”, capítulos Thanos, versículo 3 e 4. Ele também cumpria prisão domiciliar e pediu “dispensa” ao Capitão para ficar mais ao lado da família.

5 – Creio que Shuri ou M´Baku, pois não vi nenhum dos dois morrendo.

6 – Ao entregar a joia do tempo para Thanos, ele deve ter visto que na única chance que vencem, Stark era essencial. Talvez faça mais sentido se trabalharmos com a hipótese que a única vez que vencem também seria a única que ele viu Stark vivo, mas é só especulação. Mas que ele tava confiante, tava.

7 – Isso eu achei a coisa mais boba do filme. Talvez seja um índicio de que Hulk e Banner sejam separados.

planocritico 29 de abril de 2018 - 00:56

Concordo com tudo!

– Ritter.

Felipe 30 de abril de 2018 - 10:37

“6. Estranho viu que o único futuro em que eles ganhariam de Thanos exigiria que ele entregasse a joia do tempo para ele. O Mago está tranquilo, pois sabe que já ganhou!”.

Mas você não sabe as possibilidades de futuros a partir do momento que o Estranho entrega a jóia.

Por exemplo: o estranho pode ter visto que entregando a jóia ele abre uma vertente para 5 MM de futuros, sendo que em apenas 01 eles ganham, mas se nao tivesse entregue estaria nos outros 09 MM de futuros, onde nenhum ganha. Saca?

O fato de ter entregue a jóia tá longe de que o futuro vitorioso irá se concretizar.

Felipe 30 de abril de 2018 - 10:37

“6. Estranho viu que o único futuro em que eles ganhariam de Thanos exigiria que ele entregasse a joia do tempo para ele. O Mago está tranquilo, pois sabe que já ganhou!”.

Mas você não sabe as possibilidades de futuros a partir do momento que o Estranho entrega a jóia.

Por exemplo: o estranho pode ter visto que entregando a jóia ele abre uma vertente para 5 MM de futuros, sendo que em apenas 01 eles ganham, mas se nao tivesse entregue estaria nos outros 09 MM de futuros, onde nenhum ganha. Saca?

O fato de ter entregue a jóia tá longe de que o futuro vitorioso irá se concretizar.

planocritico 30 de abril de 2018 - 12:07

Ele viu o futuro em que eles ganham a luta. Como parte desse futuro, ele precisa entregar a joia. Se ele viu o final e sabe que no meio tem que entregar a joia, a lógica dita que uma coisa se conecta com a outra. Caso contrário, ele não poderia ter visto o futuro em que eles ganham.

Mas entendo seu ponto de toda forma. Lógico que isso não importa, pois Thanos perderá de toda maneira…

Abs,
Ritter.

planocritico 30 de abril de 2018 - 12:07

Ele viu o futuro em que eles ganham a luta. Como parte desse futuro, ele precisa entregar a joia. Se ele viu o final e sabe que no meio tem que entregar a joia, a lógica dita que uma coisa se conecta com a outra. Caso contrário, ele não poderia ter visto o futuro em que eles ganham.

Mas entendo seu ponto de toda forma. Lógico que isso não importa, pois Thanos perderá de toda maneira…

Abs,
Ritter.

Gustavo Noronha 10 de maio de 2018 - 18:23

Sobre o item 7, no filme eu não lembro de o Hulk ou o Banner confirmar que ele não queria se transformar pq estava com medo. Claro, que foi isso que ficou parecendo, mas depois eu fiquei pensando, e si eles vão trabalhar aquela idéia de Thor: Ragnarok, de que se o Banner se transformasse de novo, poderia nunca mais retornar a forma normal, e se o Hulk estava evitando a transformação por causa dessa consequência.

Guinee 30 de abril de 2018 - 12:14

A herdeira do trono é Shuri, porém , quando há a sucessão do trono, outro pode desafia-la, neste caso eu acredito que M’Baku ganharia a batalha pois não podem usar apetrechos tecnológicos.

Guinee 30 de abril de 2018 - 12:14

A herdeira do trono é Shuri, porém , quando há a sucessão do trono, outro pode desafia-la, neste caso eu acredito que M’Baku ganharia a batalha pois não podem usar apetrechos tecnológicos.

planocritico 30 de abril de 2018 - 12:22

Não duvide da Shuri! HAHAHAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

planocritico 30 de abril de 2018 - 12:22

Não duvide da Shuri! HAHAHAHAHAAHAH

Abs,
Ritter.

Lutelro 28 de abril de 2018 - 23:54

Hahahahahaha! Eu pensei a mesma coisa ontem. Afinal, é tão óbvio. O que não falta é material.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:47

Basicamente um planeta inteiro de ferro velho!

Abs,
Ritter.

Responder
Guinee 30 de abril de 2018 - 12:08

O Strange sabe que quem vai salvar o universo é o Stark… O sacrifício foi em nome dele

Responder
Guinee 30 de abril de 2018 - 12:08

O Strange sabe que quem vai salvar o universo é o Stark… O sacrifício foi em nome dele

Responder
dudup 28 de abril de 2018 - 21:39

O estalar de dedos confirmou a minha maior teoria: de que a manopla e as joias do infinito têm o poder de atuar sobre as criaturas que têm ou não contrato assinado com o Marvel Studios.

Errei apenas nos efeitos: quem tem contrato sofre um backup and archive, e quem não tem fica pra fazer a faxina no próximo filme! 🙂

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:49

Mais ou menos por aí!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 21:34

Feiticeira e Visão são absurdamente poderosos e suam um bocado pra segurar o o casal da Ordem Negra. Capitão e Viúva comem os dois com farinha quando os enfrentam. Nada como ser tático!

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:50

Exato! Cap rules!

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 28 de abril de 2018 - 21:31

critica maravilhosa! Mas tambem né: um puta filme bom desses merece uma critica a altura!

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:51

Obrigado, @cristianodeandrade:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 21:28

Filmão! Uma ou outra besteirinha (concordo plenamente sobre a amarelada do Hulk) mas filme muito bom! E agora fica a gente aqui torcendo pra saber como os Vingadores originais vão resolver isso, inclusive com Hank Pym auxiliando, rs.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:52

Quero ver o Michael Douglas e a Michelle Pfeiffer juntos e uniformizados chutando bundas!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 21:55

Haja Voltaren! Kkkkk

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 22:04

HAHAHAHAHHAAHAHAHAHAH

Não fala assim da minha Michelle não!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 22:13

Ritter, pra guardar e buscar para o Entenda Melhor, inicialmente:

– Loki ao se mencionar “guia”, lembrou Mephisto.

– O fone do Capitão é 678-136-7092, obviamente os números não estão lá por acaso. Eu já comecei a busca sobre edições, mas creio que vocês são mais rápidos e mais precisos.

– Quando eles chegam em Volmir, o Caveira chama Thanos como filho de um dos Eternos: A´Lars.

Responder
Devorador de Mundos 28 de abril de 2018 - 21:49

O Cicatriz Verde ao ponto de não conseguir sair pra fora, caramba… Sou apenas eu que vejo esse personagem sendo desonrado desde Thor: Ragnarok? Mas desta vez o que fizeram à imagem do Quebra-Mundos é golpe baixo demais! Que lástima, ein.

Algumas partes do filme são divertidas, principalmente as cenas que aparece os Guardiões da Galáxia, adoro essa equipe. Peter Quill + Drax = ótimas risadas.

THANOS! Finalmente o filme do vilão mais formidável dos quadrinhos do Universo Marvel. Muito hype é pouco!! Entretanto, por mais que eu gaste tempo refletindo, infelizmente continuo não conseguindo engolir o que fizeram com Thanos. Sua vilania “humanizada” vista por tantos como um dos pontos altos na construção do personagem, para mim nada mais foi do que reduzir o grande Titã Louco para um pseudo-Titã e longe, muito longe de ser o louco criado pelo mestre Jim Starlin.

Passar bem.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 21:34

Feiticeira e Visão são absurdamente poderosos e suam um bocado pra segurar o o casal da Ordem Negra. Capitão e Viúva comem os dois com farinha quando os enfrentam. Nada como ser tático!

Responder
Cristiano de Andrade 28 de abril de 2018 - 21:31

critica maravilhosa! Mas tambem né: um puta filme bom desses merece uma critica a altura!

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 21:28

Filmão! Uma ou outra besteirinha (concordo plenamente sobre a amarelada do Hulk) mas filme muito bom! E agora fica a gente aqui torcendo pra saber como os Vingadores originais vão resolver isso, inclusive com Hank Pym auxiliando, rs.

Responder
Leonardo Auditore 28 de abril de 2018 - 18:32

Ótima critica! Gostei bem do filme, mas também me decepcionei na mesma medida, eu praticamente cresci com esses filmes, vi o primeiro homem de ferro com 10 anos e hoje tenho 20 e quando vi o primeiro trailer lembro de ter ficado extremamente emocionado, pelo senso de conclusão que obra tinha, a trilha do Silvestri, o discurso do Nick Fury, parecia realmente “o fim”, mas ao ver o filme no cinema fiquei com a sensação que era mais um capitulo do meio, não parecia um filme dos vingadores e sim do thanos, mas isso é algo subjetivo para mim e não uma reclamação só algo que senti de diferente em relação as demais reações do filme. Eu adorei o Thanos, achei o arco dele muito bom e até mesmo emocionante, o homem de ferro e o Thor também tiveram seus momentos, estou doido pra ver como o final desse filme vai impactar o Stark. A ação foi em geral boa, os Russo sabem muito bem usar os poderes de cada herói (Doutor Estranho em destaque) e fiquei surpreso com a importância dos guardiões na trama, mas achei todo o núcleo do capitão desconexo, parecia que ele e sua equipe estavam ali só por estar, e concordo que deveria se chamar guerra infinita parte 1, a sensação de ver o filme é realmente de uma obra incompleta.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:34

Mas você tem que lembrar que Vingadores 3 e 4 sempre foram filmes conectados, mesmo depois que tiraram o “Parte 1” e “Parte 2”. Afinal, os dois filmes foram filmados juntos e serão lançados com apenas um ano de intervalo. Não tinha como acabar aqui e começar outra coisa diferente no próximo.

Além disso, sobre o Thanos, para todos os efeitos este foi sim, como você bem colocou, um filme dele. Os Vingadores são coadjuvantes de luxo aqui e a coisa faz sentido se você encarar os 18 filmes anteriores como os filmes que focaram nos variados membros da equipe. Agora era a vez de Thanos. No próximo, provavelmente será de novo a vez da equipe, considerando que foi justamente a equipe original que não virou pó.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:34

Mas você tem que lembrar que Vingadores 3 e 4 sempre foram filmes conectados, mesmo depois que tiraram o “Parte 1” e “Parte 2”. Afinal, os dois filmes foram filmados juntos e serão lançados com apenas um ano de intervalo. Não tinha como acabar aqui e começar outra coisa diferente no próximo.

Além disso, sobre o Thanos, para todos os efeitos este foi sim, como você bem colocou, um filme dele. Os Vingadores são coadjuvantes de luxo aqui e a coisa faz sentido se você encarar os 18 filmes anteriores como os filmes que focaram nos variados membros da equipe. Agora era a vez de Thanos. No próximo, provavelmente será de novo a vez da equipe, considerando que foi justamente a equipe original que não virou pó.

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Auditore 28 de abril de 2018 - 22:17

Foi exatamente isso que pensei na hora, só a equipe original sobreviveu, então vai ter um fechamento de arco legal no próximo, mas achei que mesmo com os dois filmes conectados haveria algum tipo de encerramento nesse. Para todos os efeitos estou pensando nesse filme a três dias e acho incrível tudo que os irmãos russo conseguiram fazer, é realmente um ponto de virada no MCU.

Responder
Leonardo Auditore 28 de abril de 2018 - 22:17

Foi exatamente isso que pensei na hora, só a equipe original sobreviveu, então vai ter um fechamento de arco legal no próximo, mas achei que mesmo com os dois filmes conectados haveria algum tipo de encerramento nesse. Para todos os efeitos estou pensando nesse filme a três dias e acho incrível tudo que os irmãos russo conseguiram fazer, é realmente um ponto de virada no MCU.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:57

Sem dúvida! Quero ver eles se superarem agora!

Abs,
Ritter.

Responder
Helder Lucas 28 de abril de 2018 - 18:23

Eu ainda não tô sabendo lidar com esse filme — com o final dele, mais especificamente. Um pouco antes do filme chegar ao fim, eu estava bastante decepcionado com a mitologia do universo tropeçando nas próprias pernas (como, inexplicavelmente, a posse do Stormbreaker tornar Thor automaticamente capaz de derrotar um Thanos em posse da Manopla com todas as motherfucking Joias do Infinito… e por que diabos Thor precisaria de uma nova arma, quando Odin deixou claro que — pelo menos a anterior — servia apenas para canalizar o poder divino do asgardiano? — diga-se de passagem, outra escorregada no respeito à mitologia interna do MCU, desta vez em “Ragnarok”), e as saídas para situações tão descabidas que chegaram a ser patéticas (como, em Titã, a Manopla ter sido impedida de ser tirada da mão de Thanos por causa da explosão de raiva de Starlord). Mas ainda assim, o universo de possibilidades jogados na nossa cara com o final genocida CORAJOSÍSSIMO foi tão empolgante, que eu esqueci os furos e as respostas preguiçosas da trama. Como a gente vive até a estreia da parte 2, Ritter? Arrasou, como sempre, na crítica. Ansioso pelo “Entenda Melhor” desse filmaço. Vai dar um trabaaaaalho… #Paz <3

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:37

@disqus_jUr7q7gAJR:disqus , a manopla é um MacGuffin. O negócio é tão poderoso que o filme teria 2 segundos de duração se ela fosse usada em sua plenitude. Esses desequilíbrios de poder fazer parte do tecido estrutural dos filmes e quadrinhos de super-heróis, não tem jeito.

O mesmo vale para o Rompe-Tormenta e o negócio da manopla em Titã.

Sobre a parte 2, cara, não sei. Talvez o melhor seja mergulhar em um tanque de carbonita com um “despertador” para alguns dias antes da estreia ano que vem, pois o descongelamento exige um tempo de adaptação, como você sabe…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:37

@disqus_jUr7q7gAJR:disqus , a manopla é um MacGuffin. O negócio é tão poderoso que o filme teria 2 segundos de duração se ela fosse usada em sua plenitude. Esses desequilíbrios de poder fazer parte do tecido estrutural dos filmes e quadrinhos de super-heróis, não tem jeito.

O mesmo vale para o Rompe-Tormenta e o negócio da manopla em Titã.

Sobre a parte 2, cara, não sei. Talvez o melhor seja mergulhar em um tanque de carbonita com um “despertador” para alguns dias antes da estreia ano que vem, pois o descongelamento exige um tempo de adaptação, como você sabe…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Auditore 28 de abril de 2018 - 18:32

Ótima critica! Gostei bem do filme, mas também me decepcionei na mesma medida, eu praticamente cresci com esses filmes, vi o primeiro homem de ferro com 10 anos e hoje tenho 20 e quando vi o primeiro trailer lembro de ter ficado extremamente emocionado, pelo senso de conclusão que obra tinha, a trilha do Silvestri, o discurso do Nick Fury, parecia realmente “o fim”, mas ao ver o filme no cinema fiquei com a sensação que era mais um capitulo do meio, não parecia um filme dos vingadores e sim do thanos, mas isso é algo subjetivo para mim e não uma reclamação só algo que senti de diferente em relação as demais reações do filme. Eu adorei o Thanos, achei o arco dele muito bom e até mesmo emocionante, o homem de ferro e o Thor também tiveram seus momentos, estou doido pra ver como o final desse filme vai impactar o Stark. A ação foi em geral boa, os Russo sabem muito bem usar os poderes de cada herói (Doutor Estranho em destaque) e fiquei surpreso com a importância dos guardiões na trama, mas achei todo o núcleo do capitão desconexo, parecia que ele e sua equipe estavam ali só por estar, e concordo que deveria se chamar guerra infinita parte 1, a sensação de ver o filme é realmente de uma obra incompleta.

Responder
Helder Lucas 28 de abril de 2018 - 18:23

Eu ainda não tô sabendo lidar com esse filme — com o final dele, mais especificamente. Um pouco antes do filme chegar ao fim, eu estava bastante decepcionado com a mitologia do universo tropeçando nas próprias pernas (como, inexplicavelmente, a posse do Stormbreaker tornar Thor automaticamente capaz de derrotar um Thanos em posse da Manopla com todas as motherfucking Joias do Infinito… e por que diabos Thor precisaria de uma nova arma, quando Odin deixou claro que — pelo menos a anterior — servia apenas para canalizar o poder divino do asgardiano? — diga-se de passagem, outra escorregada no respeito à mitologia interna do MCU, desta vez em “Ragnarok”), e as saídas para situações tão descabidas que chegaram a ser patéticas (como, em Titã, a Manopla ter sido impedida de ser tirada da mão de Thanos por causa da explosão de raiva de Starlord). Mas ainda assim, o universo de possibilidades jogados na nossa cara com o final genocida CORAJOSÍSSIMO foi tão empolgante, que eu esqueci os furos e as respostas preguiçosas da trama. Como a gente vive até a estreia da parte 2, Ritter? Arrasou, como sempre, na crítica. Ansioso pelo “Entenda Melhor” desse filmaço. Vai dar um trabaaaaalho… #Paz <3

Responder
Lenin Pessoto 28 de abril de 2018 - 17:17

Filmaço; mesmo que sob efeito da empolgação, acredito que deca ser o melhor filme do MCU até então (ao menos pra mim).

Não quero prolongar muito meu comentário, pois se fosse pra dizer tudo o que gostaria sairia um texto maior que sua (ótima) critica.

Destaco principalmente dois pontos:
As interações entre os heróis nos diferentes núcleos é tão acertada que impressiona; tudo parece fluir muito naturalmente, cada personagem tem seu momento e mitologia respeitada, ninguém tem a personalidade alterada para se adaptar ao filme, pelo contrário, o filme que se adapta a eles, o que interfere diretamente no tom e no humor da película, também muito sabiamente dosada.
O outro ponto é o óbvio. Thanos. Este é provavelmente o maior vilão da cultura pop nos dias atuais e inquestionavelmente a maior ameaça do universo. Josh faz um trabalho impecável, é cuidadoso em cada fala e passa aquilo que queríamos que passasse. Medo e peso.

É claro que há errinhos, mas passam quase que desapercebidos dado a enorme quantidade de acertos, e acertos de um grau de dificuldade muito alto, como colaborar com os filmes anteriores, dar o maior destaque ao vilão sem que os heróis sejam deixados de lado, fazer a busca pelas joias fazerem sentido e etc.

Quanto ao filme seguinte no ano que vem, você acha que foi coincidência sobrarem apenas os vingadores originais? Eu não.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:39

@leninpessoto:disqus , as interações foram mesmo muito bem construídas e Thanos, claro, é o ponto algo do filme.

Sobre os Vingadores originais, certamente não foi coincidência!

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 28 de abril de 2018 - 17:03

“Nem tudo é perfeito.”
Isso já é mais que suficiente para eu não perder meu tempo lendo essa crítica pedante. No dia que você dirigir um filme perfeito, eu volto aqui pra ler;-)

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:39

HAHAHHAHAHHAAHH

Minhas críticas já são perfeitas o suficiente. Aí o resto todo fica à sombra delas!!!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:39

HAHAHHAHAHHAAHH

Minhas críticas já são perfeitas o suficiente. Aí o resto todo fica à sombra delas!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Lenin Pessoto 28 de abril de 2018 - 17:17

Filmaço; mesmo que sob efeito da empolgação, acredito que deca ser o melhor filme do MCU até então (ao menos pra mim).

Não quero prolongar muito meu comentário, pois se fosse pra dizer tudo o que gostaria sairia um texto maior que sua (ótima) critica.

Destaco principalmente dois pontos:
As interações entre os heróis nos diferentes núcleos é tão acertada que impressiona; tudo parece fluir muito naturalmente, cada personagem tem seu momento e mitologia respeitada, ninguém tem a personalidade alterada para se adaptar ao filme, pelo contrário, o filme que se adapta a eles, o que interfere diretamente no tom e no humor da película, também muito sabiamente dosada.
O outro ponto é o óbvio. Thanos. Este é provavelmente o maior vilão da cultura pop nos dias atuais e inquestionavelmente a maior ameaça do universo. Josh faz um trabalho impecável, é cuidadoso em cada fala e passa aquilo que queríamos que passasse. Medo e peso.

É claro que há errinhos, mas passam quase que desapercebidos dado a enorme quantidade de acertos, e acertos de um grau de dificuldade muito alto, como colaborar com os filmes anteriores, dar o maior destaque ao vilão sem que os heróis sejam deixados de lado, fazer a busca pelas joias fazerem sentido e etc.

Quanto ao filme seguinte no ano que vem, você acha que foi coincidência sobrarem apenas os vingadores originais? Eu não.

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 15:25

Filmaço da porra! Ponto final!

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 15:25

Filmaço da porra! Ponto final!

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:14

Com certeza!

– Ritter.

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 15:08

Bela critica.
A melhor que li até o momento.

O fato interessante.
Durante toda a sessão, era nítido os momentos de euforia com as aparições triunfais e algumas piadas, mesmo achando que o pessoal deu uma risada “fria”, pois o negócio era tão sério, que não dava para descontrair tanto. E então, temos o final.
O que foi aquilo?
Um velorio, sim, um velório na sessão.
Minha filha chorou muito, foi estranho consolar ela, foi a primeira vez que isso acontece conosco em uma sessão do MCU.

A sala quase que em total número, ficou em silêncio até os créditos finais e logo após a cena pós-crédito, um pouco de alívio com a possível vindoura salvação.

Filmaço.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:16

Obrigado, @willmdias:disqus !

Interessante seu depoimento sobre o pessoal na sessão. Aquele final com todo mundo virando pó realmente foi encarado com silêncio e não tinha com ser diferente, mesmo com a certeza de que a Marvel não mataria de verdade heróis como o Aranha e Pantera Negra, pelo menos não antes de fazer uns 3 ou 4 filmes solo com eles!

Abs,
Ritter.

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 20:37

Exato.
Lembramos.

Uma parcela significativa das sessões, e composta por um público volátil.
Muita gente encarou este filme como um filme fechado.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:30

Muita inocência achar que a Marvel mataria para sempre o Pantera Negra, que acabou de fazer mais de 1 bilhão de dólares…

Abs,
Ritter.

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 21:54

Concordo.

Mas espero que pelo menos 5 personagens deixem de existir ao final do 4° filme.
Isso seria bom para o MCU. Seria algo de coragem.
“O buraco é bem mais embaixo”, creio que os roteiristas, irão nos presentear com um belo desfecho e reviravoltas no mínimo plausíveis.
Só nos resta aguardar.

planocritico 28 de abril de 2018 - 21:58

Cinco do núcleo principal eu acho improvável. Mas pode ser que o Homem de Ferro ou o Capitão morra.

Abs,
Ritter.

Gabriel Carvalho 28 de abril de 2018 - 15:05

Voltei para dizer que esse foi o melhor motherfucker da história do Samuel L. Jackson.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:16

HAHAHHHAHHAHAHA Boa!

– Ritter.

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 21:58

A cena pós crédito foi melhor que BvS e Liga da Justiça, juntos!

Que comece a treta!! 😀

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:58

NOOOOOSSA!!!!! Vai ter gente tendo ataques cardíacos lendo isso aqui… HHAHAHAHAHAHAHAAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:58

NOOOOOSSA!!!!! Vai ter gente tendo ataques cardíacos lendo isso aqui… HHAHAHAHAHAHAHAAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 15:08

Bela critica.
A melhor que li até o momento.

O fato interessante.
Durante toda a sessão, era nítido os momentos de euforia com as aparições triunfais e algumas piadas, mesmo achando que o pessoal deu uma risada “fria”, pois o negócio era tão sério, que não dava para descontrair tanto. E então, temos o final.
O que foi aquilo?
Um velorio, sim, um velório na sessão.
Minha filha chorou muito, foi estranho consolar ela, foi a primeira vez que isso acontece conosco em uma sessão do MCU.

A sala quase que em total número, ficou em silêncio até os créditos finais e logo após a cena pós-crédito, um pouco de alívio com a possível vindoura salvação.

Filmaço.

Responder
Gabriel Carvalho 28 de abril de 2018 - 15:05

Voltei para dizer que esse foi o melhor motherfucker da história do Samuel L. Jackson.

Responder
Pé De Pano 28 de abril de 2018 - 12:39

Crítica excelente, como sempre! Só discordo quanto ao trecho sobre o cliffhanger de Desolação de Smaug. A saga pode ser bem aquém do Senhor dos Anéis, mas aquele gancho do 2 para o 3 é a coisa mais traiçoeira e bem-feita que já vi pra deixar um gosto amargo de quero mais! Dá de 10 no cliff de Guerra Infinita. Enfim, que venha Vingadores 4 (Guerra Infinta – Parte 2, né? Ashuashua).

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 04:47

He, he. Eu simplesmente abomino a forma como A Desolação de Smaug acaba.

Mas sim, que venha Vingadores 4!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 04:47

He, he. Eu simplesmente abomino a forma como A Desolação de Smaug acaba.

Mas sim, que venha Vingadores 4!

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Rodrigues 28 de abril de 2018 - 12:32

Posso estar errado… mas o Thor não fala que o Thanos matou metade de todos os asgardianos? Provavelmente o restante está em outra nave mesmo (com a Valquíria de preferência)

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:16

Outro leitor mencionou isso. Eu realmente não lembro e, por isso, “infelizmente”, terei que rever o filme… HAHAHAHHAHAAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 20:40

Exato.
O Thor fala que foram mortos metade do povo dele.

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 20:40

Exato.
O Thor fala que foram mortos metade do povo dele.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:28

Então beleza! Metade já dá para fundar Asgardia em algum lugar em Midgard!

– Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:28

Então beleza! Metade já dá para fundar Asgardia em algum lugar em Midgard!

– Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 21:31

Sim, ele fala. Mas ao final de Thor Ragnarok eles estão todos na mesma nave. O que deve ter acontecido foi ele matar metade ali e a outra metade estar “só” em frangalhos…

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:52

Pode ser. Mas a nave não explode completamente?

– Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 22:47

Explode, mas até então havia um pedido de resgate. Talvez nem só os Guardiões foram pra lá…

Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 22:47

Explode, mas até então havia um pedido de resgate. Talvez nem só os Guardiões foram pra lá…

Marcelo Rorschach 28 de abril de 2018 - 20:18

Porra!!! Isso aí. Esperança.

Responder
Jorge 28 de abril de 2018 - 23:34

Como o Thor sabe que metade de seu povo (que já eram remanescentes dos remanescentes rsrs) sobreviveu, mas a nave explodiu, a conclusão mais provável é que Korg e Valkyria sairam com essa galerinha com alguma nave e tal… talvez até com autorização do Thanos…

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:48

Tomara!

– Ritter.

Responder
Ricardo 28 de abril de 2018 - 12:13

Um questionamento que não sei se passou despercebido por mim no filme… Cada uma das joias começava por uma letra que formava a palavra Thanos. A última que faltava era a da alma com o “H”. Onde estava o “H” na joia da alma??

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:17

Boa pergunta. Não faço ideia o que poderia ser o H…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:17

Boa pergunta. Não faço ideia o que poderia ser o H…

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton 28 de abril de 2018 - 18:16

Deve ser heart… Pelo menos a cena em si diz isso…

Responder
Clayton 28 de abril de 2018 - 18:16

Deve ser heart… Pelo menos a cena em si diz isso…

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:38

Heart no sentido do amor que Thanos sente por Gamora?

– Ritter.

Responder
Clayton Lucena 29 de abril de 2018 - 02:46

provavelmente pode ser isso mesmo…e sim o amor que a pessoa sente pela que vai sacrificar… qualquer outra podia ir la buscar a joia e teria que fazer o mesmo para conseguir.

Clayton Lucena 29 de abril de 2018 - 02:46

provavelmente pode ser isso mesmo…e sim o amor que a pessoa sente pela que vai sacrificar… qualquer outra podia ir la buscar a joia e teria que fazer o mesmo para conseguir.

Marcelo Rorschach 28 de abril de 2018 - 20:17

Ramoga

Responder
Marcelo Rorschach 28 de abril de 2018 - 20:17

Ramoga

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 20:41

Dizem, que “H”, vem de Hydra.
Pela ligação do Caveira Vermelha com a jóia.

É plausível, por motivos óbvios.
Ahahah

Responder
WillMDias 28 de abril de 2018 - 20:41

Dizem, que “H”, vem de Hydra.
Pela ligação do Caveira Vermelha com a jóia.

É plausível, por motivos óbvios.
Ahahah

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:28

Boa!

– Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:28

Boa!

– Ritter.

Responder
Ricardo 30 de abril de 2018 - 09:47

Verdade. Pode ser isso mesmo!!

Responder
Ricardo 30 de abril de 2018 - 09:47

Verdade. Pode ser isso mesmo!!

Responder
WillMDias 30 de abril de 2018 - 10:41

É plausível.

Esperar uma confirmação.

Responder
WillMDias 30 de abril de 2018 - 10:41

É plausível.

Esperar uma confirmação.

Responder
Renan Borges Alves 29 de abril de 2018 - 06:10

Herr Skull, talvez?

Responder
Renan Borges Alves 29 de abril de 2018 - 06:10

Herr Skull, talvez?

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 16:21

Mais uma opção, hahahahahahhah.

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo 30 de abril de 2018 - 09:46

Será?

Responder
Ricardo 30 de abril de 2018 - 09:46

Será?

Responder
Filipe Rodrigues 28 de abril de 2018 - 12:32

Posso estar errado… mas o Thor não fala que o Thanos matou metade de todos os asgardianos? Provavelmente o restante está em outra nave mesmo (com a Valquíria de preferência)

Responder
Ricardo 28 de abril de 2018 - 12:13

Um questionamento que não sei se passou despercebido por mim no filme… Cada uma das joias começava por uma letra que formava a palavra Thanos. A última que faltava era a da alma com o “H”. Onde estava o “H” na joia da alma??

Responder
Pedro Franco 28 de abril de 2018 - 10:26

Só torço pra uma coisa no próximo filme: Steve Rogers defendendo um soco de Thanos com seu escudo original.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:17

Também quero!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:17

Também quero!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 21:32

A minha certeza que o Capitão não morreria é justamente que não o deixariam ir embora sem empunhar por uma última vez o prato bandeiroso dele. Tudo bem que Thanos faz poeira desse prato nos quadrinhos, mas tamo na torcida pra ser diferente, rsrs

Responder
Mateus Woszak 28 de abril de 2018 - 21:32

A minha certeza que o Capitão não morreria é justamente que não o deixariam ir embora sem empunhar por uma última vez o prato bandeiroso dele. Tudo bem que Thanos faz poeira desse prato nos quadrinhos, mas tamo na torcida pra ser diferente, rsrs

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:51

O Capitão é que derrotará o Thanos no braço! Ele merece!

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Noronha 28 de abril de 2018 - 02:09

Ótima crítica como sempre Ritter. Referente ao título dos filmes, eu sou a favor da troca dos nomes pelo simples motivo que esse negócio de parte 1, e parte 2 é muito sem graça kkkk. Mas falando sério, apesar de Guerra Infinita ser visivelmente a primeira parte da história, acredito que o título da continuação vai fazer sentido na narrativa, e acho que além da busca em trazer os “empoeirados” de volta, Vingadores 4 terá alguma surpresa das grandes, talvez o vilão principal da sequência não seja o Thanos.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 03:28

@disqus_oWOql6KDT2:disqus , se o vilão de Vingadores 4 não for Thanos, ficarei triste. Ele merece dois filmes. E espero muito que não o transformem em bonzinho ou anti-herói. Quero ele como vilão apenas.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 03:28

@disqus_oWOql6KDT2:disqus , se o vilão de Vingadores 4 não for Thanos, ficarei triste. Ele merece dois filmes. E espero muito que não o transformem em bonzinho ou anti-herói. Quero ele como vilão apenas.

Abs,
Ritter.

Responder
André Giovanne 28 de abril de 2018 - 15:29

Thanos will return…

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:17

Sim, volta, mas o perigo é ele voltar como um cara maneiro e simpático que quer ajudar os heróis contra uma ameaça ainda maior…

Abs,
Ritter.

Responder
Jorge 28 de abril de 2018 - 23:36

Concordo contigo Gustavo. Completamente sem graça e, querendo ou não, se nós fãs “soubéssemos” do nome, não teríamos muitas dúvidas ao longo da projeção do final apocalíptico! Fora que, para a população leiga, também é mais vendável ir em um filme sem o “compromisso” de assistir outro daqui a um tempo. Em termos de marketing é totalmente justificável.

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:48

Dá para argumentar justamente o contrário em termos de marketing: ao saber que é parte um de alguma coisa, as pessoas se sentiriam obrigadas a ver o filme para poder ver a parte 2. Mas eu entendo perfeitamente seu ponto.

Abs,
Ritter.

Responder
Doctor 28 de abril de 2018 - 01:52

Caramba que final!aquela cena do thanos sorrindo com uma certa ternura foi linda,me pergunto se eu tenho problemas por ter gostado tanto do thanos que eu não sabia se torcia pra ele ou para os vingadores. O filme realmente não desapontou e o josh brolin tava incrível. O thor finalmente se tornou um poquinho do que ele é nos quadrinhos,e o homem aranha e o dr.estranho roubaram as cenas.o filme foi emocionante, com destaque pra relação do visão e da wanda e me admirou como eles consiguiram dá destaque pra tantos personagens. Apesar disso senti que alguns personagens tiveram pouco destaque como a viúva negra, o pantera e o capitão que apesar de does put a smile on my face, simplemente não faz sentido a tão falada cena que ele aguenta o thanos,mesmo ele sendo meu segundo herói favorito não da pra justificar aquilo e sinto que se ele não estivesse no filme não ia fazer tanta diferença. Mas acredito que os russo queriam focar em determinados personagens nesse filme e nos vingadores 4 vão focar nos que tiveram pouco destaque nesse ou que não apareceram. Aliás hoje meus amigos tavam falando que o homem formiga e o gavião não iriam aparecer e eu disse que era justamente eles que iam derrotar o thanos , usando o plano do homem formiga encolher o gavião atira a flecha no thanos e e o homem formiga vira o gigante bem no símbolo do cobre do thanos,infelizmente não aconteceu mais quem sabe no quatro…outra coisa é que eu acho que eles mataram tantos personagens para o último ser focado apenas nos vingadores originais(repara que todos do primeiro filme continuam vivo e ai adicionam o homem formiga e a vespa como homenagem aos quadrinhos).por último to com um pouco de medo de transformarem a capitã marvel no superman ,ela pode até ter versões mais fortes mais ela definitivamente não é tão poderosa e pessoalmente eu não gosto de personagens que são absurdamente fortes como o superman.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 03:32

Vamos aos pontos:

1. Não, você não tem problemas por ter adorado Thanos. Ou, se tiver, então eu também tenho e seremos internados juntos!

2. Thor ficou sensacional!

3. Eu perdoo a cena do Capitão segurando o Thanos pois ele é o Capitão, meu herói favorito. Ele pode tudo, inclusive ganhar do Thanos no braço! HAHAHHAAHAAHHAH

4. Sobre os Vingadores originais, foi o que mencionei na crítica. A formação ficou e será acrescida do Formiga, Vespa e, claro Capitã Marvel.

5. Também não gosto de personagens absurdamente fortes.

6. O final com o Thanos lá na fazenda dela foi algo que eu JAMAIS esperaria ver no filme, pois é a parte de Desafio Infinito que eu mais gosto, mas que sempre achei surreal demais para um filme.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 03:32

Vamos aos pontos:

1. Não, você não tem problemas por ter adorado Thanos. Ou, se tiver, então eu também tenho e seremos internados juntos!

2. Thor ficou sensacional!

3. Eu perdoo a cena do Capitão segurando o Thanos pois ele é o Capitão, meu herói favorito. Ele pode tudo, inclusive ganhar do Thanos no braço! HAHAHHAAHAAHHAH

4. Sobre os Vingadores originais, foi o que mencionei na crítica. A formação ficou e será acrescida do Formiga, Vespa e, claro Capitã Marvel.

5. Também não gosto de personagens absurdamente fortes.

6. O final com o Thanos lá na fazenda dela foi algo que eu JAMAIS esperaria ver no filme, pois é a parte de Desafio Infinito que eu mais gosto, mas que sempre achei surreal demais para um filme.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 28 de abril de 2018 - 10:24

” final com o Thanos lá na fazenda dela foi algo que eu JAMAIS esperaria ver no filme, pois é a parte de Desafio Infinito que eu mais gosto, mas que sempre achei surreal demais para um filme.” A esperava sim, eu te falei não te falei?kkkkkkk

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:18

Sim, sim, nós falamos sobre isso e até agora não acredito que a cena realmente aconteceu! E eu ainda acho que vi um espantalho do lado direito da cena!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 28 de abril de 2018 - 16:57
planocritico 28 de abril de 2018 - 21:40

Não duvido MESMO!!!

Abs,
Ritter.

planocritico 28 de abril de 2018 - 21:40

Não duvido MESMO!!!

Abs,
Ritter.

Stella 28 de abril de 2018 - 16:57
Pbs 30 de abril de 2018 - 02:21

Todos os que sobrevireram foram “cobaias” de laboratorio, ou então nao sao 100% humanos (thor, iron man, capitao america, etc)? o spider ainda resiste sucumbir… mas se vai mesmo assim. Só uma observação paralela. Sera?

Responder
Pbs 30 de abril de 2018 - 02:21

Todos os que sobrevireram foram “cobaias” de laboratorio, ou então nao sao 100% humanos (thor, iron man, capitao america, etc)? o spider ainda resiste sucumbir… mas se vai mesmo assim. Só uma observação paralela. Sera?

Responder
planocritico 30 de abril de 2018 - 09:08

Não exatamente. A Viúva Negra sobreviveu e é humana completamente. Stark também é humano completamente. E Okoye e M’Baku sobreviveram também (mesmo não sendo dos Vingadores). E eu desconfio fortemente que o Gavião Arqueiro (também humano) está vivo, mas isso é especulação.

Abs,
Ritter.

Responder
Rômulo Estevan 28 de abril de 2018 - 07:16

Já foi falado em diversas fontes,tanto nos quadrinhos,quanto em entrevistas que a capitã Marvel é uma dos mais poderosos do universo Marvel.

Responder
Rômulo Estevan 28 de abril de 2018 - 07:16

Já foi falado em diversas fontes,tanto nos quadrinhos,quanto em entrevistas que a capitã Marvel é uma dos mais poderosos do universo Marvel.

Responder
JC 28 de abril de 2018 - 01:19

Crítica da porra! Vários pontos que pensei a mesma coisa.
Hulk com medo foi de doer…achei muito chato isso. Era para ele no MÍNIMO ficar com uma raiva ensandecida…de repente, fica até de outra cor ehehehehhe Porque não , oras?

O Visão é overpower…aconteceu o mesmo em Guerra Civil….mas achei satisfatória por ele não ter aparecido tanto.
Eu gosto da armadura do Homem Aranha, nessa época eu nem lia mais as Hq´s, mas quando vi eu gostei! 😀

Adam Warlock…realmente…uma falta assim, imensa, mas eu tô começando a achar que ele vai aparecer no 4 hein?!

Outra falha chata foi insistir que era um filme único, quando o filme tava perto do fim, e Thanos estava com Gamora, sabe o que eu pensei?

Thanos ficou aprisionado dentro da Jóia da Alma. Como acontece nos quadrinhos com alguns personagens. Seria um final interessantíssimo ao meu ver.
E ainda daria pano pra mangar no próximo.

Mas o estalar de dedos aconteceu e essa teoria morreu.

E também achei que essas mortes “meio-morridas”, tirou um pouco do clima da coisa toda.

Mas eu AMEI o filme 😀

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 03:35

Obrigado, @JCnaWEB:disqus !

Estou com você em todos os pontos, menos, claro, na armadura do Aranha e no Thanos dentro da Joia da Alma. Acho que ele está fora de lá, mas Gamora está lá dentro e ele – ou alguém – vai resgatá-la lá dentro no 4.

Abs,
Ritter.

Responder
JC 28 de abril de 2018 - 04:03

Mas foi o que eu disse Ritter! A partir do ponto que ocorreu o estalo de dedos. Essa minha teoria morreu. Se o filme fosse pra ser contido dentro dele mesmo. Poderia ter acabado com Thanos centro da jóia sem ele saber disso!
Que foi quando ele vislumbrou ele é Gamora crianca! Aquilo poderia ter sido eles dois dentro da jóia. E o fim do filme / arco. Aí sim seria um filme contido dentro dele mesmo.

Mas como não foi isso que vimos….

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:19

Ah, entendi!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:19

Ah, entendi!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Marques 28 de abril de 2018 - 22:01

Eu achei que o HULK ia explodir, de dentro pra fora, a Hulkbuster, quando aquela ruma de monstrengo subiram em cima dela. Fiquei só na vontade mesmo. IA ser do caralho o verdão saindo de dentro da armadura e descendo o aço na monstraiada toda. 🙂

Responder
planocritico 29 de abril de 2018 - 00:58

Seria mesmo!

– Ritter.

Responder
Gustavo Noronha 28 de abril de 2018 - 02:09

Ótima crítica como sempre Ritter. Referente ao título dos filmes, eu sou a favor da troca dos nomes pelo simples motivo que esse negócio de parte 1, e parte 2 é muito sem graça kkkk. Mas falando sério, apesar de Guerra Infinita ser visivelmente a primeira parte da história, acredito que o título da continuação vai fazer sentido na narrativa, e acho que além da busca em trazer os “empoeirados” de volta, Vingadores 4 terá alguma surpresa das grandes, talvez o vilão principal da sequência não seja o Thanos.

Responder
Doctor John Smith 28 de abril de 2018 - 01:52

Caramba que final!aquela cena do thanos sorrindo com uma certa ternura foi linda,me pergunto se eu tenho problemas por ter gostado tanto do thanos que eu não sabia se torcia pra ele ou para os vingadores. O filme realmente não desapontou e o josh brolin tava incrível. O thor finalmente se tornou um poquinho do que ele é nos quadrinhos,e o homem aranha e o dr.estranho roubaram as cenas.o filme foi emocionante, com destaque pra relação do visão e da wanda e me admirou como eles consiguiram dá destaque pra tantos personagens. Apesar disso senti que alguns personagens tiveram pouco destaque como a viúva negra, o pantera e o capitão que apesar de does put a smile on my face, simplemente não faz sentido a tão falada cena que ele aguenta o thanos,mesmo ele sendo meu segundo herói favorito não da pra justificar aquilo e sinto que se ele não estivesse no filme não ia fazer tanta diferença. Mas acredito que os russo queriam focar em determinados personagens nesse filme e nos vingadores 4 vão focar nos que tiveram pouco destaque nesse ou que não apareceram. Aliás hoje meus amigos tavam falando que o homem formiga e o gavião não iriam aparecer e eu disse que era justamente eles que iam derrotar o thanos , usando o plano do homem formiga encolher o gavião atira a flecha no thanos e e o homem formiga vira o gigante bem no símbolo do cobre do thanos,infelizmente não aconteceu mais quem sabe no quatro…outra coisa é que eu acho que eles mataram tantos personagens para o último ser focado apenas nos vingadores originais(repara que todos do primeiro filme continuam vivo e ai adicionam o homem formiga e a vespa como homenagem aos quadrinhos).por último to com um pouco de medo de transformarem a capitã marvel no superman ,ela pode até ter versões mais fortes mais ela definitivamente não é tão poderosa e pessoalmente eu não gosto de personagens que são absurdamente fortes como o superman.

Responder
Ricardo Lupp 28 de abril de 2018 - 00:32

Qual é o poder da joia da alma?

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:42

Em geral, permite que o usuario roube e controle as almas de seres vivos ou mortos, além de servir de porta de entrada para um universo tipo paraíso fechado chamado de “soulverse”. Adam Warlock, Gamora e outros personagens já viveram dentro da joia por anos nos quadrinhos.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 28 de abril de 2018 - 00:24

Acho que a melhor parte do filme é aquele final do tony sozinho em outro planeta com todos ao seu redor morrendo… foi poético pra mim pois tambem casou com a visão dele no era de Ultron… Alias, foi muito louca a ultima luta dele com o Thanos (D. Estranho tambem) e quando vcs viram no cinema não foi o maior momento de comoção da plateia a “punhalada”? (foi assim no caso de onde eu tava kkkkkkk)

P.S. Acho injusto o pessoal do Asgard ter morrido e torço pra que alguns, como a valkiria tenha saido pra outro destino antes do ocorrido, mas não quero p**** nenhuma de “anulação” de mortes, as únicas q eu perdoo são as do estalar de dedos, que mesmo se(quando) forem anuladas não perderam o impacto que tiveram…

Abs

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:37

O mair momento de comoção no cinema onde eu estava foi quando o Caveira Vermelha apareceu! Mas a punhalada foi espetacular também.

Também acho que alguém de Asgard tem que estar vivo. Uma boa quantidade em alguma outra nave, please!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 28 de abril de 2018 - 00:47

Tambem teve bastante barulho no caveira mas tinha gente gritando no do HF kkkkkkk

O pessoal aplaudindo a entrada Thor em Wakanda… a morte do Homem Aranha…. São tantas reações na verdade… Já quero ir de novo!!! kkkkkkkkkkkk

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 28 de abril de 2018 - 00:47

Tambem teve bastante barulho no caveira mas tinha gente gritando no do HF kkkkkkk

O pessoal aplaudindo a entrada Thor em Wakanda… a morte do Homem Aranha…. São tantas reações na verdade… Já quero ir de novo!!! kkkkkkkkkkkk

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 01:16

Esse filme foi milimetricamente escrito para ter uma entrada triunfal para aplaudir a cada 10 minutos! Teve muita ciência na confecção de Guerra Infinita!

Abs,
Ritter.

Responder
Herbert Araujo 28 de abril de 2018 - 00:23

Sinceramente, espero que os “empoeirados” não voltem para vingadores 4, ai sim terão tempo de focar um pouco mais na estrategia dos heróis, já que o vilão foi muito bem explorado e apresentado aqui. Com adição obvia de Capitã Marvel, Gavião e Homem Formiga (e talvez uma ou outra surpresa “cósmica”) o próximo filme ficará mais fluido, com mais destaque para nossos heróis favoritos “originais”.

Obs. Mais destaque para o Steve. E devolva o escudo dele Stark! rsrs

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:35

Eu acho que só voltam no final do 4, aí os remanescentes terão o tempo necessário para se reagrupar e montar um plano.

Mas concordo: devolve o raio do escudo do Capitão logo, Stark!!!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:35

Eu acho que só voltam no final do 4, aí os remanescentes terão o tempo necessário para se reagrupar e montar um plano.

Mas concordo: devolve o raio do escudo do Capitão logo, Stark!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Herbert Araujo 28 de abril de 2018 - 00:44

Sim, acredito que todos “retornem das cinzas” no final do 4, e quem sabe com uma participação do Adam se encarregando de tomar conta da manopla, ou até um inicio da formação dos Illuminatis com cada membro encarregado de uma joia (formação não 100% como nos quadrinhos por questão de poder usar ou não personagens), mas dá pra fazer.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 01:17

Agora que o Adam não apareceu nesse filme, não quero mais que apareça. Que façam um filme solo dele agora!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 01:17

Agora que o Adam não apareceu nesse filme, não quero mais que apareça. Que façam um filme solo dele agora!

Abs,
Ritter.

Responder
Herbert Araujo 28 de abril de 2018 - 01:22

Rsrs pois é, também não entendi sua ausência, mas será que podemos contar com a Carol salvando o dia em vingadores 4?

Esperando seu entenda melhor para decifrar aquela cena pós-créditos ^^

Herbert Araujo 28 de abril de 2018 - 01:22

Rsrs pois é, também não entendi sua ausência, mas será que podemos contar com a Carol salvando o dia em vingadores 4?

Esperando seu entenda melhor para decifrar aquela cena pós-créditos ^^

planocritico 28 de abril de 2018 - 03:33

Acho que sim. A Capitã Marvel será a salvadora da pátria. Eu só quero ver como é que vão explicar a ausência dela por todos esse anos…

Abs,
Ritter.

planocritico 28 de abril de 2018 - 03:33

Acho que sim. A Capitã Marvel será a salvadora da pátria. Eu só quero ver como é que vão explicar a ausência dela por todos esse anos…

Abs,
Ritter.

Gustavo Rodrigues 28 de abril de 2018 - 00:22

o erro do james gunn foi não ter colocado o adam warlock em guardioes da galaxia 2, se tivesse colocado certeza que o warlock teria um papel fundamental nesse filme 🙁

Ritter no começo do alguem envia um chamado de socorro “socorro, milhares de famílias asgardianas, repito, milhares de famílias asgardianas sobre ataque” Pode ser que korg, miek e valkiria conseguiram fugir

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:29

Diria mais ainda: a Marvel não teve foi coragem suficiente para pagar para ver e fazer um filme solo do Warlock. Seria um negócio absolutamente espetacular nas mãos certas.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:29

Diria mais ainda: a Marvel não teve foi coragem suficiente para pagar para ver e fazer um filme solo do Warlock. Seria um negócio absolutamente espetacular nas mãos certas.

Abs,
Ritter.

Responder
Gustavo Rodrigues 28 de abril de 2018 - 00:31

esperava também ver as entidades cosmicas, starfox, mentor, seria bom demais, mas o filme ja é inchado o suficiente, quem sabe no futuro…

Responder
Gustavo Rodrigues 28 de abril de 2018 - 00:31

esperava também ver as entidades cosmicas, starfox, mentor, seria bom demais, mas o filme ja é inchado o suficiente, quem sabe no futuro…

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:40

Pelo menos foi confirmado no filme que o pai de Thanos é mesmo o Mentor (A’Lars)!

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 28 de abril de 2018 - 00:12

Tento não usar essa palavra constantemente, mas queria falar sobre uma jogada de XÊNIO que a Marvel fez nesse filme. Um grande problema de filmes de super-heróis é a falta de uma sensação de perigo, de consequência real para o herói. Por exemplo, eu duvido que alguém tenha acreditado que T’Challa sofreria algum dano sério quando perdeu a batalha para Killmonger em seu filme solo.

Em Guerra Infinita, contudo, essa sensação de “vai dar merda” está presente em cada segundo que Thanos está em tela, fazendo-nos acreditar que o impossível pode acontecer. Uma cena que exemplifica isso é quando o Peter Quill atira na Gamora. Se não fosse a intervenção de Thanos, ele a teria matado! Depois desse momento, eu senti algo raro em um filme da Marvel: medo. Qualquer coisa podia acontecer. “Vai dar merda!” E deu.

Quando Thanos estalou os dedos, eu surtei. Devo ter atrapalhado alguém (foi mal). A mulher do meu lado achou que eu tava passando mal. Não é possível que eles fizeram isso, acabar o filme desse jeito. Quem eu achei que ia morrer, não morreu (a não ser pelo Loki – saudades) e é aí que entra a jogada genial da Marvel. Todos os heróis que foram afetados pelo estalo de dedos são os que temos consciência de que voltarão. A sequência não deixa de ser impactuante (me lembrei até da Ordem 66 na hora hahaha), mas sabemos que não terão grandes consequências para os afetados (grandes consequências = morte definitiva). No entanto, todos os vingadores originais sobreviveram, como bem notado na crítica, e eles é que serão o risco do próximo filme. Homem Aranha? Nunca que vai morrer em Vingadores 4, vai ter o filme solo. Pantera Negra? Idem. Mas Capitão, Stark, Thor? Com esses caras tudo pode acontecer, e é esse sentimento que eu queria de volta nos filmes de herói, e que Vingadores: Guerra Infinita me entregou. 9,5/10

Abs.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:28

Sensacional comentário! Concordo integralmente. Essa possibilidade de refazer o UCM deixando os principais heróis na berlinda é incrível. Quero ver é se a Marvel terá coragem de realmente efetivar mudanças desse naipe!

Só não dou nota 10 para o que você escreveu, pois você citou coisa da trilogia que não deve ser citada da melhor saga espacial já feita… HAHAHAAHAHAHHAAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 27 de abril de 2018 - 23:40

Ritter, sua critica e um oásis no meio de tantos comentarios unidimensionais sobre o filme. Estava esperando ansiosamente por por sua critica (seda que ela viria afinal?), e a espera valeu o Hype! Torço para que esse oficio se torne seu principal ganha pão um dia, porque merece!
Depois vou voltar aqui para falar do filme com calma, mas não poderia deixar de desde logo te parabenizar pelo texto e ja de antemão parabenizar pelo “entenda melhor” que certamente ja esta sendo fabricado e curtido em barris de carvalho e ébano!
Mais uma vez meu agradecimento ao Plano Critico, a divisão brasileira da Marvel/Disney! kkkk

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:46

Super obrigado pelos elogios e pelo seu constante prestígio, @rodrigopatini:disqus ! Quando tiver um tempo, volte aqui, pois quero saber o que achou do filme.

E sim, o Entenda Melhor está mesmo sendo fabricado e eu já estou ficando completamente enlouquecido com ele…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:46

Super obrigado pelos elogios e pelo seu constante prestígio, @rodrigopatini:disqus ! Quando tiver um tempo, volte aqui, pois quero saber o que achou do filme.

E sim, o Entenda Melhor está mesmo sendo fabricado e eu já estou ficando completamente enlouquecido com ele…

Abs,
Ritter.

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Rodrigo Patini 28 de abril de 2018 - 07:49

Cara so posso resumir assim: o filme foi a materializacao cinematografica da minha brincadeira de criança favorita – juntar heróis para tentar derrotar Thanos, e falhar miseravelmente.
Na epoca eu fazia minhas historias com bonequinhos de comandos em acao, pois bonecos da Marvel naquela época eram artigos de luxo, de quem tivesse conseguido descolar um na época das Guerras Secretas (a original). Tenho certeza de que, se não exercitei os 14.000.605 possibilidades de combate contra Thanos, cheguei muito próximo disso. Lia e relia Desafio Infinito naquele formatinho da Abril – “A Saga de Thanos” – e foi a saga da minha infância.
Por isso mesmo e que não fui surpreendido com o fato de que Thanos conseguiu seu intento – eu acenava com a cabeça, dizendo “sim” em silencio no cinema enquanto a galera ia virando poeira, rsss
O que me surpreendeu de verade foram: (1) o arco do Hulk, que para mim foi uma sacada magistral, inteligente mesmo, e valorizou demais o personagem hulk/banner; (2) a resolução acerca da joia da alma, esperava algo que desse mais trabalho para se descobrir onde estava (evidente que o sacrifício foi intenso, mas ate que descobrir onde estava não foi – Thanos apenas precisou torturar pra obter a informação), e jamais imaginaria a volta do Caveira Vermelha, o qual não tem explicação nenhuma para continuar vivendo ali (ainda que seja um super soldado, como ele ficou ali no vazio durante décadas, sem envelhecer e sem se alimentar?)
Mas tudo foi lindo maravilhoso: interação de personagens, CGI, respeito ao que veio antes, humor (para que não nos esqueçamos nunca que filmes de super heróis foram feitos, sim, pra divertir, e não devem jamais serem levados tao a serio) enfim, a formula do sucesso da Marvel.
Futuro? Acho que vou pensar um pouco mais sobre, mas com certeza todo mundo que virou poeira, da poeira retornara, rssss

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:21

He, he. Maravilhoso depoimento, meu caro!

Sobre o Caveira Vermelha, a explicação é muito simples: ele é o Caveira FUCKING Vermelha. Precisa de mais?

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:21

He, he. Maravilhoso depoimento, meu caro!

Sobre o Caveira Vermelha, a explicação é muito simples: ele é o Caveira FUCKING Vermelha. Precisa de mais?

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 30 de abril de 2018 - 12:03

Ah, se ele é então o Caveira FUCKING Vermelha, então o Kevin FUCKING Feige vai ter que deitear uma FUCKING grana para o Chris FUCKING Evans voltar para pelo menos mais um filme do Steve FUCKING Rogers; caso contrário, será uma FUCKING sacanagem com os fãs!!!

planocritico 30 de abril de 2018 - 12:13

Exata-FUCKING-mente!!!

Se o Kevin FUCKING Feige não soltar a grana para o Chris FUCKING Evans, eu mesmo começo um crowd-FUCKING-funding para isso!!!

HAHAHAHAHAHHHAHA

Abs,
Ritter.

planocritico 30 de abril de 2018 - 12:13

Exata-FUCKING-mente!!!

Se o Kevin FUCKING Feige não soltar a grana para o Chris FUCKING Evans, eu mesmo começo um crowd-FUCKING-funding para isso!!!

HAHAHAHAHAHHHAHA

Abs,
Ritter.

Stella 27 de abril de 2018 - 23:27

Excelente crítica Ritter. Devo ressaltar que dificilmente veremos estes personagens voltarem, Gamora, Loki e Heimdall. Eles morreram de fato, enquanto os demais não foram mortes físicas foram apagados, muitos estão pensando que eles voltarão mas acredito que não. Os irmãos Russo disseram que teríamos mortes definitivas, o visão pode voltar com download do cérebro em outro corpo, isto se quiserem é claro. Feiticeira, homem aranha, bucky, entre outros voltarão com certeza. Homem Formiga e Capitã Marvel serão personagens chaves em Vingadores 4.

Responder
Stella 27 de abril de 2018 - 23:27

Excelente crítica Ritter. Devo ressaltar que dificilmente veremos estes personagens voltarem, Gamora, Loki e Heimdall. Eles morreram de fato, enquanto os demais não foram mortes físicas foram apagados, muitos estão pensando que eles voltarão mas acredito que não. Os irmãos Russo disseram que teríamos mortes definitivas, o visão pode voltar com download do cérebro em outro corpo, isto se quiserem é claro. Feiticeira, homem aranha, bucky, entre outros voltarão com certeza. Homem Formiga e Capitã Marvel serão personagens chaves em Vingadores 4.

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:48

Gamora eu tenho certeza que não morreu, pois a morte dela foi conectada com a Joia da Alma e ela absorve almas lá para dentro. Gamora inclusive já “morreu” assim nos quadrinhos e depois reviveu saindo da joia. Loki e Heimdall já fica mesmo mais difícil, mas estamos falando de filmes baseados em quadrinhos, onde ninguém nunca morre completamente!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:48

Gamora eu tenho certeza que não morreu, pois a morte dela foi conectada com a Joia da Alma e ela absorve almas lá para dentro. Gamora inclusive já “morreu” assim nos quadrinhos e depois reviveu saindo da joia. Loki e Heimdall já fica mesmo mais difícil, mas estamos falando de filmes baseados em quadrinhos, onde ninguém nunca morre completamente!

Abs,
Ritter.

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Stella 27 de abril de 2018 - 23:58

Veremos pois ela não está confirmada em Guardioes vol.3 to informada (pode ser que volte, mas to com duvidas), já que guardioes vol.3 terá novos membros de acordo com Gunn. Enquanto Homem Aranha, Pantera Negra, Wanda e etc terão suas sequencias e estão confirmados em vingadores 4. Só aposto nos que foram apagados mesmo.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 00:02

Ah, mas eles não dariam o mole de confirmar a personagem ou a atriz sabendo que a “matariam” em Guerra Infinita. Ela volta, eu aposto.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 28 de abril de 2018 - 00:07

Está bem, eu fico com que ela não volta, e você fica com que ela volta. Quem vencer pode jogar na cara do outro que acertou KKKKKKKKK

planocritico 28 de abril de 2018 - 00:14

Vou fazer que nem aquela motoca do desenho antigo: “eu te disse, mas eu te disse!”. HAHAHAAHAHAHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

planocritico 28 de abril de 2018 - 00:14

Vou fazer que nem aquela motoca do desenho antigo: “eu te disse, mas eu te disse!”. HAHAHAAHAHAHAAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Stella 28 de abril de 2018 - 00:19

KKKKKKKKKKKKKKKK sem problemas.

Herbert Araujo 28 de abril de 2018 - 00:23

Sinceramente, espero que os “empoeirados” não voltem para vingadores 4, ai sim terão tempo de focar um pouco mais na estrategia dos heróis, já que o vilão foi muito bem explorado e apresentado aqui. Com adição obvia de Capitã Marvel, Gavião e Homem Formiga (e talvez uma ou outra surpresa “cósmica”) o próximo filme ficará mais fluido, com mais destaque para nossos heróis favoritos “originais”.

Obs. Mais destaque para o Steve. E devolva o escudo dele Stark! rsrs

Responder
Gustavo Rodrigues 28 de abril de 2018 - 00:22

o erro do james gunn foi não ter colocado o adam warlock em guardioes da galaxia 2, se tivesse colocado certeza que o warlock teria um papel fundamental nesse filme 🙁

Ritter no começo do alguem envia um chamado de socorro “socorro, milhares de famílias asgardianas, repito, milhares de famílias asgardianas sobre ataque” Pode ser que korg, miek e valkiria conseguiram fugir

Responder
Filipe Isaías 28 de abril de 2018 - 00:12

Tento não usar essa palavra constantemente, mas queria falar sobre uma jogada de XÊNIO que a Marvel fez nesse filme. Um grande problema de filmes de super-heróis é a falta de uma sensação de perigo, de consequência real para o herói. Por exemplo, eu duvido que alguém tenha acreditado que T’Challa sofreria algum dano sério quando perdeu a batalha para Killmonger em seu filme solo.

Em Guerra Infinita, contudo, essa sensação de “vai dar merda” está presente em cada segundo que Thanos está em tela, fazendo-nos acreditar que o impossível pode acontecer. Uma cena que exemplifica isso é quando o Peter Quill atira na Gamora. Se não fosse a intervenção de Thanos, ele a teria matado! Depois desse momento, eu senti algo raro em um filme da Marvel: medo. Qualquer coisa podia acontecer. “Vai dar merda!” E deu.

Quando Thanos estalou os dedos, eu surtei. Devo ter atrapalhado alguém (foi mal). A mulher do meu lado achou que eu tava passando mal. Não é possível que eles fizeram isso, acabar o filme desse jeito. Quem eu achei que ia morrer, não morreu (a não ser pelo Loki – saudades) e é aí que entra a jogada genial da Marvel. Todos os heróis que foram afetados pelo estalo de dedos são os que temos consciência de que voltarão. A sequência não deixa de ser impactuante (me lembrei até da Ordem 66 na hora hahaha), mas sabemos que não terão grandes consequências para os afetados (grandes consequências = morte definitiva). No entanto, todos os vingadores originais sobreviveram, como bem notado na crítica, e eles é que serão o risco do próximo filme. Homem Aranha? Nunca que vai morrer em Vingadores 4, vai ter o filme solo. Pantera Negra? Idem. Mas Capitão, Stark, Thor? Com esses caras tudo pode acontecer, e é esse sentimento que eu queria de volta nos filmes de herói, e que Vingadores: Guerra Infinita me entregou. 9,5/10

Abs.

Responder
Dever 27 de abril de 2018 - 22:43

Excelente crítica! O “entenda melhor” só depois do feriado? 🙁

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:49

Obrigado, @disqus_J8U9lrlj2L:disqus ! O Entenda Melhor sai por esses dias, possivelmente no domingo mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:49

Obrigado, @disqus_J8U9lrlj2L:disqus ! O Entenda Melhor sai por esses dias, possivelmente no domingo mesmo!

Abs,
Ritter.

Responder
Pietra RS 27 de abril de 2018 - 22:00

Eles vão reviver então? Meu Pantera não pode ficar assim! Que que conteceu Jesus

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:49

Aqueles que viraram pó ao final certamente reviverão.

Abs,
Ritter.

Responder
Airton de Sousa 27 de abril de 2018 - 21:45

Queria muito gostar desse filme mas não deu. Simplesmente não gostei da forma como fizeram a história. Acho que muitos personagens mereciam muito mais tempo de tela. Drax pelo seu rancor com Thanos, Stark e Rogers pelos eventos de Guerra Civil, Viúva e seu relacionamento com Banner (isso mesmo), etc. Resolveram focar no Thanos (e isso foi legal) só que qual foi a conclusão do personagem no filme? Sentou no chão e ficou olhando pro céu e? Só sei que muitos gostaram e devem se irritar pra caramba com alguém reclamando sobre o filme. Uns conhecidos meus que ainda não viram quase me bateram quando eu disse que não gostei. Eu também fiquei com raiva quando vi muitos críticos reclamando no Tomatoes mas quando vi o filme, entendi rapidamente boa parte das críticas ruins. Pelo menos senti os defeitos de maneira bem forte e isso aparentemente varia muito de pessoa pra pessoa. Pra quem adorou, fico feliz pela pessoa e com inveja.

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:52

@airtondesousa14:disqus , não liga para essa gente não. Você não gostou e consegue dizer o porquê de não ter gostado. Isso é mais do que o suficiente para qualquer um respeitar seu desgosto.

O que eu acho é que, como os heróis já tiveram seus filmes, o foco em Thanos foi completamente acertado. Não vejo espaço para desenvolvimento de detalhes sobre cada um em um filme desse escopo.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:52

@airtondesousa14:disqus , não liga para essa gente não. Você não gostou e consegue dizer o porquê de não ter gostado. Isso é mais do que o suficiente para qualquer um respeitar seu desgosto.

O que eu acho é que, como os heróis já tiveram seus filmes, o foco em Thanos foi completamente acertado. Não vejo espaço para desenvolvimento de detalhes sobre cada um em um filme desse escopo.

Abs,
Ritter.

Responder
Airton de Sousa 28 de abril de 2018 - 14:16

Acredito que como Thanos já foi bem estabelecido, talvez no próximo filme finalmente sejam resolvidos tanto os conflitos dele quanto o de todos os outros que permaneceram em aberto os quais eu já esperava alguma coisa já pra agora. E vai ter cena de luta com todo mundo junto no próximo Vingadores incluindo Michael Douglas e Michelle Pfeiffer segundo Sebastian Stan sendo que o personagem dele também foi pulverizado. Sendo assim, vão desfazer as mortes antes do confronto final. Não achei nada corajoso a morte do Aranha e do Pantera como muitos estão dizendo, por motivos óbvios. Coragem vai ser se Thanos matar o grupo original que não foi atingido pelo estalar de dedos. Acho que será muito interessante ver o grupo original tentando consertar tudo.

Responder
Airton de Sousa 28 de abril de 2018 - 14:16

Acredito que como Thanos já foi bem estabelecido, talvez no próximo filme finalmente sejam resolvidos tanto os conflitos dele quanto o de todos os outros que permaneceram em aberto os quais eu já esperava alguma coisa já pra agora. E vai ter cena de luta com todo mundo junto no próximo Vingadores incluindo Michael Douglas e Michelle Pfeiffer segundo Sebastian Stan sendo que o personagem dele também foi pulverizado. Sendo assim, vão desfazer as mortes antes do confronto final. Não achei nada corajoso a morte do Aranha e do Pantera como muitos estão dizendo, por motivos óbvios. Coragem vai ser se Thanos matar o grupo original que não foi atingido pelo estalar de dedos. Acho que será muito interessante ver o grupo original tentando consertar tudo.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:22

Sim, o próximo meio que “volta às origens” com a formação básica + Vespas e Homems-Formiga, além da Capitã Marvel.

E seria bacana se a Marvel tivesse coragem mesmo de matar alguém da formação original.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de abril de 2018 - 16:22

Sim, o próximo meio que “volta às origens” com a formação básica + Vespas e Homems-Formiga, além da Capitã Marvel.

E seria bacana se a Marvel tivesse coragem mesmo de matar alguém da formação original.

Abs,
Ritter.

Responder
Dever 27 de abril de 2018 - 22:43

Excelente crítica! O “entenda melhor” só depois do feriado? 🙁

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2018 - 21:37

Tenho muita coisa para falar. Vou ir e voltando da crítica, ok? Hahahahahahahaha

Mas a primeira é: os asgardianos vão voltar. Eu estava aqui ano passado, nos comentários, conversando com você sobre o destino dessa galera toda. “Seria um desperdício matar todos.” Mas a realidade é que, dentro da proposta do filme, funcionou perfeitamente. Não apenas Thor: Ragnarok foi esvaziado, mas tudo que os heróis fizeram para salvar o mundo. É a desilusão de tudo. O Soldado Invernal, salvo pelo Capitão América em Guerra Civil, morreu. O Groot, morreu de novo. Xandar foi devastada. Como filme pode não trazer mortes eternas, mas, ao menos, temos por aqui um trabalho desgraçado de nos fazer sentar no chão e falar: para que os super-heróis existem? Assim como o futuro não irá tirar os méritos desse filme em termos de impotência super-heroica e exercício de desilusão, acredito que essa obra, nesse aspecto, tratando-se de uma história (no caso, a guerra contra o Thanos) a ser “finalizada” no próximo Vingadores, funciona “independentemente” da próxima nesse âmbito. E é o que vale, para mim.

Continuando, os asgardianos vão voltar. Mas eles deveriam ter morrido, até mesmo para dar a Thor um arco que eu, pessoalmente, achei ótimo. Um personagem que estava jogado para escanteio dentro da franquia e que foi resgatado por Taika Waititi. Possivelmente, @planocritico:disqus, nessa próxima aventura teremos alguma constatação que as mortes passadas poderão ser desfeitas e o filho de Odin acabará por se sacrificar para salvar Asgard, impedir o Ragnarok que acabou acontecendo. De todos os personagens, eu acredito que Thor é o que mais tem abertura pra isso, junto do Capitão. No caso do Stark, acho complicado. Ele está para se casar, com sonhos de ter filho… Seria uma jogada mais arriscada.

Mas eu desliguei completamente minha cabeça para o futuro durante o filme. Essa experiência, por si só, foi de arrepiar. A maturidade da Marvel Studios. Eu não senti vontade de mais. Eu senti vontade de parar por um momento e respirar.

Responder
planocritico 27 de abril de 2018 - 23:59

Dentro da proposta do filme, a morte dos asgardianos funcionou, é verdade. E, pela lógica de Thanos, “só” metade deles morreu. Deve ter asgardiano vivo por aí ainda…

E estou com você sobre o impacto desse filme!

Abs,
Ritter.

Responder
maumau 27 de abril de 2018 - 21:34

Sobre a Valquíria,certeza q ela sobreviveu no vácuo assim como o Thor por ser asgardiana,e deve se juntar ao desfalcado grupo de heróis no ano que vem.