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Crítica | Vingadores: Ultimato (Com Spoilers)

por Gabriel Carvalho
781 views (a partir de agosto de 2020)

“Essa é a batalha de nossas vidas.”

  • Confira a nossa crítica sem spoilers clicando aqui.

“Para onde nós vamos, agora que eles se foram?”, estampa um cartaz pendurado no cenário de uma das cenas mais emblemáticas do primeiro ato de Vingadores: Ultimato, que, por sua vez, é o último de uma saga. Esse momento, simples e marcante ao mesmo tempo por possuir um olhar mais sóbrio do enredo e sua proposta sobre si mesmos, cresce em significado por ter um dos diretores do longa-metragem, Joe Russo, em um cameo. O cineasta em pessoa, que juntamente ao seu irmão Anthony comanda Ultimato, é aconselhado pelo Capitão América (Chris Evans), personagem, porém, ainda em negação pelo que aconteceu em Guerra Infinita, a seguir em frente, caminhar. Mas se os outros, esses civis, precisam seguir em frente, por que não os heróis, aqueles que supostamente deveriam ter impedido o que aconteceu, o extermínio de metade da população do universo por Thanos (Josh Brolin), de acontecer? Joe pode seguir em frente, entretanto, o seu personagem não, sem garras para prosseguir enquanto o seu instinto heroico pensar em chances. Mais que uma adaptação de quadrinhos ou um longa com heróis em seu enredo, Ultimato, assim como demais projetos desta franquia, pensa nuances do gênero, revendo conceitos originais aos personagens, quem são, por quem lutam e o que os movem, como pessoas –. e como Vingadores.

O vasto campo onde o aposentado Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), no momento do estalar de dedos, encontrava-se com os seus entes queridos é rapidamente substituído por um ambiente de desnorte completo, com o personagem correndo sem direção ao perceber os sumiços. Esse é um dos auges no comando majoritariamente competente dos Irmãos Russo, procurando compreender o impacto da inexistência de propósito aos seus heróis – vale uma nota à excelente interpretação de Renner, que retorna à saga em participações marcantes e carregadas. Pois o que é ser um super-herói contemporâneo, que também possui a oportunidade de casar, manter uma casa no campo e ser, por vezes, ordinário? Como sua assinatura, a Marvel Comics sempre trouxe, ao invés de deuses intocáveis e mitos utópicos, personagens poderosos, mas essencialmente “humanos”. O que é perder, portanto, quando coisas tão próximas, os sustentáculos que nos movem, encontram-se também em jogo e, consequentemente, acabam sumindo em cinzas, em vãoE quando todos perderam, menos você, acaso que o obrigará, portanto, a arriscar uma oportunidade pessoal, uma segunda chance na vida, pelo bem que é maior? Os verdadeiros heróis, em seus cores, mostram-se assim ao sacrificarem-se, em meio ao equilíbrio entre o ser como ser com o ser enquanto super.

O mito do super-herói contemporâneo aqui move-se pensando em grupo, não importando para a Marvel personagens que enfrentam impasses apenas externos. Família é essencial, em suas várias formas, para movimentar até mesmo essas grandes pessoas. Quando o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), por pouco tempo dos minutos iniciais da obra, está à deriva no espaço, os seus pensamentos moram com Pepper Potts (Gwyneth Paltrow), sua querida esposa. Mas ao chegar na Terra, alguns instantes depois, Tony é recebido calorosamente pela amada, com quem termina construindo um lar e tendo uma garotinha – ou seja, prosseguindo. Nessa mesma cena, Rocket Racoon (Bradley Cooper), por outro lado, percebe não ter mais ninguém dos Guardiões, sendo consolado por Nebulosa (Karen Gillian, bem). É um momento simples, porém, que contrasta os personagens e o que estará em jogo consequentemente, quando as esperanças já estiverem mesmo esgotadas e Thanos, já morto – o que acontece em quinze minutos -, ser uma amargurada lembrança do passado. Vingar não é suficiente para quem perdeu tudo, pouco, ou, como o Capitão América e a Viúva Negra (Scarlett Johansson), só possuíam os Vingadores em suas essências. Rogers até comentará para Natasha:. “eu digo para as pessoas seguirem em frente, mas não nós”.

“Mas não nós.”

Os personagens possuem camadas, monstros e vazios próprios, à acrescentarem no projeto em si, que é uma amarração de vários arcos narrativos, os sustentos de uma obra catártica de três horas. Ultimato vê na troca entre as pessoas, entre nós, um objetivo pessoal, os reais propósitos, embora não suficientes para heróis serem. As exceções desse estudo mais profundo são Rhodes, o Máquina de Combate (Don Cheadle), e Carol, a Capitã Marvel (Brie Larson). Uma manivela ao roteiro que preenche vácuos narrativos, a Capitã aparecer pouco incomoda mais que a não-exploração de Rhodey, por ser inconstante ao roteiro, que ainda assim é muito bom, coeso e criativo. Quando o Homem-Formiga (Paul Rudd) é retornado ao tempo presente, agora já cinco anos após o experimento que estava realizando com os Pym na Zona Quântica começar – cena pós-créditos de Homem-Formiga e a Vespa -, os eventos consequentes são tão importantes que simplesmente não justifica-se Danvers não ter sido chamada urgentemente pelos Vingadores. Como Rhodey, mesmo que vivido pelo ótimo Don Cheadle, cumpre uma função mais burocrática que outros personagens, o caso de Rocket por exemplo, que ao menos carrega consigo, além da comédia, um peso crucial para cenas da obra, Danvers poderia o substituir nesta viagem no tempo.

Mesmo assim, a obra permanece contendo mais unidade que qualquer outra empreitada da saga. O trágico Guerra Infinita possuía personagens cumprindo contrato e aparecendo, mas sem serem essenciais a um cerne. O Capitão era mais uma mera manivela narrativa que um personagem por si só. Já Ultimato presta serviço aos protagonistas, ao passo que aproveita o Thanos previamente construído para reafirmar as suas intenções, no entanto, mais do que isso, impulsionar o senso de ameaça que traz consigo. Com o retorno do Homem-Formiga ao presente distópico, as esperanças reacendem e as chances precisam ser aproveitadas. Os primeiros quinze minutos investem em uma vingança e a consumação do fracasso: uma introdução. Já as próximas sequências, que compõem um primeiro ato particular, mais melancólico, embora vigoroso em reapresentação de personagens e renovação dos status quo anteriores, possuem ênfase no íntimo, justamente o que movimenta Ultimato enquanto experiência: um grande espetáculo em escala colossal, mas que se importa com uma dança, um sentimento, um coração, uma família. Os seus personagens sempre se pautam em questões humanas, como a aceitação paterna e o alcoolismo. O enredo caminha paralelamente, .mostrando os personagens tentando continuar,. precisando crer nos mitos que são.

Cada super-herói apresentado – e reapresentado – reside em uma situação particular, o que não permite os muitos personagens explorados de serem vistos como repetitivos tematicamente, redundantes. Perguntas surgem: o Capitão América seguiu a sua vida, encontrou alguma coisa além dos Vingadores e da sua necessidade, pautada na sua origem, por ser um super-herói? Como Rogers pode encontrar algo quando é no passado que ele mora, um passado já sacrificado? Outro caso que marca é o da Viúva Negra, que conseguiu construir uma vida no interior dos Vingadores e apenas com eles, não tendo nem um passado para chamar de seu – uma passagem pequena, em que o pai de Nat é nomeado, é o que precisamos para compreender a sinceridade nessa característica da personagem. O seu núcleo com Clint Barton é o mais sombrio. E é muito interessante, no mais, como os Russo respeitam o que Joss Whedon criou com a Viúva em Era de Ultron, unindo-a romanticamente com Bruce Banner, interpretado por Mark Ruffalo. Contudo, assim como Thor (Chris Hemsworth) e Jane Foster (Natalie Portman, em cameo) não funcionaram, esse casal também não. Mas um carinho mútuo é exemplificado com a sua morte, o seu sacrífico – em que ser heroína é parte de sua conexão familiar -,. e o triste sentimento que Mark expressa no pós.

“Isso vai dar certo, Steve.”

Vingadores: Ultimato é um projeto permeado por pequenos segmentos cheios de significados – com referências ou não -, que enaltecem um ótimo roteiro escrito por Christopher Markus e Stephen McFeely, assim como a compreensão dos Russo do legado que mora em suas mãos. Os roteiristas entendem os seus personagens e organizam, no segundo ato – a viagem no tempo -, um enredo em várias camadas, importantes para a narrativa em seu estado puro, mas igualmente para o valor emocional compartilhado e os arcos. Inclusive, a exposição científica e de conceitos é usada com moderação e sempre em paralelo com algum humor, construindo clima, e/ou prosseguimento narrativo, mantendo-se um ritmo. O que os personagens vivem no passado é muito rico, por conta da pluralidade de vieses, que pensam tanto na missão em questão – recuperar as Joias do passado, destruídas no presente, para reverter o estalo -, quanto em estabelecer a mensagem do longa e a sua veia mais dramática. Rogers possui um vislumbre de sua amada Peggy Carter (Hayley Atwell), seu sacrifício, nos anos 70. Já Tony, que está arriscando uma segunda chance no mundo, complementa o relacionamento entre ele e o seu pai, interpretado por um John Slattery rejuvenescido.. Essa conversa é, novamente, catártica, concluindo-se pontas.

O pensamento em torno dos laços humanos, um cerne profundo dessa obra que visa atingir em cheio os seus espectadores, estará sendo construído ao mesmo passo que os arcos heroicos dos personagens e que a trama em si, sobre viagem no tempo: simples, um tanto objetiva, ora confusa, entretanto, não menos imaginativa. O tempo duradouro é usado muito bem. Quando o roteiro, por exemplo, optar por colocar Barton em uma sessão-teste da viagem no tempo, a escolha será para que, ao passo que a narrativa use a cena porque quer impulsionar veracidade ao método científico em questão, explore-se o drama em paralelo. Lá, a urgência de Clint em ver alguém origina outra grande cena. Já a apresentação do Sr. Hulk, uma versão do personagem que une o cientista e o monstro – e permite Mark causar graça por causa de uma ótima captura de performance – também movimenta-se por intenções múltiplas que se complementam. Traja-se um peso no humor, mas também no olhar sobre o arco do herói. O personagem, no caso, conseguiu encontrar um apoio em si mesmo, seu outro eu. E a transformação, mesmo que não apareça, consolida-se quando Banner do presente vê a sua versão passada, mais monstruosa. Essa costura possui um agente também na montagem de Ultimato, que entrecortará as cenas, nesse segundo ato, com muita organicidade.

O longa nunca é raso, portanto, coisa que costuma ser confundida com as pessoas ao observarem a comicidade como uma ofensa ao drama, em contramão à existência de uma comédia que consiga pensar arcos sinceros por meio da jocosidade, que vai surgindo com espontaneidade. Pois o Thor, que perdeu tanto em sua caminhada – irmão, pai, mãe, uma terra e metade do povo sobrevivente ao Ragnarok -, é um dos mais trágicos desses personagens – menos que o Gavião Arqueiro -, ao mesmo tempo que é o mais cômico. Esse O Grande Lebowski, vivido com uma devoção de Hemsworth ao clássico personagem de Jeff Bridges, tornou-se um alcoólatra completo, que perdeu sua dignidade e precisa a reconquistar no passado. O seu adequado arco possui excelentes cenas, principalmente a que Thor encaminha-se à Asgard com Rocket e reencontra a sua mãe, Frigga (Rene Russo). O “guaxinim” também perdeu tudo, porém, preferiu continuar a caminhar. Um olhar eufórico de Hemsworth quando o seu personagem percebe ainda ser digno de empunhar o Mjolnir é muito sincero. Esse é outro personagem que está à serviço de uma conclusão à sua jornada. Mesmo que continue vivo, juntando-se aos “Asgardianos da Galáxia”, a sua desistência do trono da Nova Asgard cai como uma luva enquanto desfecho – muito merecido.

“Eu sou o Homem de Ferro.”

Os Russo, embora não sejam os mais completos artistas a comandar algum dos vinte-e-dois longas apresentados pela Marvel Studios, são os que souberam melhor coordenar os personagens da saga em uniformidade narrativa e discursiva, conciliando escalas épicas, as maiores já vistas, com um intimidade respeitosa. Os auges, porém, não são tão bem intensificados pelos cineastas como poderiam, embora exista um senso de ritmo narrativo muito gostoso e contínuo. Evans, no caso, teria um espaço enorme para uma cena só sua lamentando o passado, mas uma serenidade, que o engrandece em outros momentos, é a constante. Entre os prós e contras: quando o Capitão ergue o Mjolnir, a cena é seca, enquanto o “Avante, Vingadores” não. Mas mesmo que às vezes não aproveitem completamente meandros emocionais, conseguindo os atingir apenas por uma comoção enraizada, nota-se o anseio dos cineastas por aproximarem-nos aos seus personagens através de planos mais fechados. O laço criado entre o público e tais histórias ganha harmonia. E é dessa necessidade por laços, quer seja sanguíneos, quer seja apenas espirituais, incluindo até mesmo os artísticos, entre a obra e o seu público, que Vingadores: Ultimato se consolida como a grande catarse da cultura popular, o desfecho dos sonhos de gerações que assistiram a tais filmes.

Quanto atinge o clímax, o longa-metragem prova-se como uma experiência grandiloquente, mas ainda pessoal e reconfortante. Os Russo preenchem a tela com muitos personagens e computação gráfica, enquanto a Manopla do Infinito, usada para restaurar a vida dos que morreram, é passada de mão e mão para longe de Thanos. O Homem-Aranha (Tom Holland) prende-se ao objeto e não larga-o. Hulk ergue escombros e prova o seu valor ao suportar as Joias. Gamora (Zoe Saldana) une-se a sua irmã e combate a versão antiga de Nebulosa. Mas é com o sacrifício de Tony que tudo culmina, em uma cena milimetricamente calculada para não ser vista como trágica, porém, como bela em sua completude: o arco encerrado com o descanso de um homem que, anos atrás, vivia os impasses de ser workaholic. O respaldo mora no passado, contudo, a jornada concretiza-se no presente, na aceitação de um homem como herói, o que se sacrifica, e do herói como homem, o que também vive. Enquanto o “egoísta”, que possuiu uma vida com mais de três mil alegrias, sacrifica-se, o herói que personifica o sacrifício, sem tempo para viver, resgata o super-heroísmo que reside em cumprir uma mera promessa e dançar uma dança. Pessoas morrem, sacrifícios existem, mas as resoluções de Ultimato são das mais belas que blockbusters já tiveram.

Ultimato comove por estar constantemente associando-se, em outra instância, ao que o espectador consegue compartilhar consigo, que é a noção de família e grupo, basicamente o cerne que move a complexidade do conceito do super-herói e até mesmo representatividade em um ambiente tão humanista e com pés no chão quanto o da Marvel Comics. Esse sentimento de causa, de missão, de objetivo e unidade é muito importante, por evidenciar algo a que devemos celebrar e lutar por, acreditar como o nosso super-heroísmo do cotidiano. Uma das cenas de Ultimato, aumentando assim como o longa aumenta todas as suas vertentes, também expande o girl power de Guerra Infinita, agora com – quase – todas as personagens femininas do MCU. Eis a mistura entre a grandiosidade de um “evento” com as menores escalas que importam. Os arcos de personagens aclamados são concluídos enquanto os cineastas Joe e Anthony repensam o mito do super-herói em uma obra amarrada coerentemente ao redor de uma temática ímpar e muito bem discorrida, apresentada por um roteiro que consegue pincelar instantes pequenos e os condensar a outros em uma energética potência dramática que impressiona – e que conversará mais objetivamente com quem tiver acompanhado esta saga que perdura. Uma prova de que a Marvel Studios tem coração.

  • Cameo do Stan Lee: O último cameo de Stan Lee, que morreu ano passado, apresenta uma versão jovem do icônico quadrinista, nos anos 70 e celebrando o amor, não a guerra. Como o longa-metragem que o apresenta, esse também é um encerramento belo, embora engraçado, às participações especiais de Lee, porque o permitiu passar por um dos processos visuais mais interessantes do MCU, rejuvenescendo-o e consagrando-o como eterno.
  • Passagem do Manto: Como não consegui conciliar isso ao texto, porque quis discorrer acerca da catarse na experiência e não dos símbolos americanos, optei por comentar aqui sobre a cena que encerra Ultimato. Quando Steve passa o escudo para o Falcão, existe uma mensagem muito interessante sobre o Tempo e a América. Bucky também é um norte-americano do passado, personagem que se aproximaria ao clássico Capitão América em conceito, repetindo o manto e o escudo enquanto alegorias a um Estados Unidos anacrônico. Já Wilson corresponde ao que impera hoje no presente – e nas recentes produções da Marvel Studios: uma revisão dos arquétipos, dos significados da bandeira e do que realmente foi o nascimento dessa nação.

Vingadores: Ultimato (Avengers: Endgame) — EUA, 2019
Direção: Anthony Russo, Joe Russo (Irmãos Russo)
Roteiro: Christopher Markus, Stephen McFeely
Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Bradley Cooper, Josh Brolin, Gwyneth Paltrow, Danai Gurira, Tessa Thompson, Benedict Wong, Jon Favreau, Benedict Cumberbatch, Tom Holland, Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Pom Klementieff, Vin Diesel, Elizabeth Olsen, Evangeline Lilly, Chadwick Boseman, Anthony Mackie, Sebastian Stan, Tom Hiddleston, Taika Waititi, Hayley Atwell, Rene Russo, Tilda Swinton, Frank Grillo, John Slattery, Robert Redford, Michael Douglas, Samuel L. Jackson
Duração: 181 min.

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508 comentários

Beatriz Lynch 7 de maio de 2020 - 13:43

Não vejo a cena do mjolnir “seca”, pois não teria o efeito que teve na maioria das pessoas, então foi muito bem sucedida. Boa critica mas ainda fico com a “sem spoilers”.

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Adilson 4 de agosto de 2019 - 17:43

Não dá pra adivinhar o que Tony Stark pensou ao estalar os dedos, mas suponho que seja que Thanos e ses aliados voltassem ao seu tempo sem se lembrar de nada, pois se pensasse em sua eliminação, os acontecimentos de Guerra Infinita e de diversos outros filmes estariam comprometidos sem Thanos, e se voltassem com memória, não exitaria em eliminar todos em Guerra Infinita, enfim… Mas uma coisa que me incomodou foi que quando a Nébula mata sua versão antiga, ela mesma deveria ter morrido ou desaparecido, não? Pois se sua versão antiga morre, como ela existiria no presente, rs. Ou então ela foi só ferida… Essas saídas de voltar no tempo sempre trazem essas questões

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Thomas 30 de maio de 2019 - 18:20

O filme é espetacular e não tenho o que discordar, minha única questão é como vão colocar novos atores carismáticos o bastante como Downey Jr e Chris Evans para animar a franquia, o Guardiões eu imagino acabando no próximo solo deles, esse Homem-Aranha não convenceu, só dá vontade de ver o próximo filme pela curiosidade do Multiverso e no máximo o Dr Estranho 2, o Eternos e o Shang Chi vão ter de ser muito bons para animar ( só confio um pouco no Eternos ), o resto do MCU é bem meh, e a Viúva da Scarlet nunca me convenceu, se o filme não for espetacular nem me dou ao trabalho de ver. Enfim, só o Quarteto e os X-Men para salvar agora, ou então apelar e colocar a equipe da HQ Poder Supremo para as tretas rolarem soltas, senão coloquem uns filmes de época ( que se passem no passado ) para dar aquela curiosidade.

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The Viper 7 de maio de 2020 - 13:24

Se não convenceu vc, não quer dizer que não convenceu as outras pessoas tambem, se não quer ver não veja, vc não ira fazer falta.

Responder
Alison Cordeiro 26 de maio de 2019 - 23:01

O filme é sensacional. Não se percebe o tempo passando, e num filme de 3 horas, é tudo o que precisamos ter para sairmos felizes. O “assalto no tempo” é um passeio pelo que nos fez acompanhar esse universo durante os últimos 11 anos, e cada momento é especial, único e maravilhoso. Não, o filme não é perfeito. Mas ao mesmo tempo é. Pois é HQ pura, com a epicidade que um gibi inesquecível merece. Voltei a ser um menino lendo um delicioso gibi no começo dos anos 80, sorvendo cada instante extasiado.

Muito bom viver esse momento.

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maumau 22 de maio de 2019 - 09:05

O thanos estalou os dedos uma segunda vez após ter dizimado o universo?
Eles falam q ele usou as joias 2 dias atrás,quando o encontram no Jardim…
Isso me confundiu pq o stark passou um bom tempo na nave c a nebulosa até ser resgatado pela capitã marvel.

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AleCassia Aguiar 24 de maio de 2019 - 09:19

Até aquele momento, ele tinha estalado apenas uma vez, que foi o momento em Guerra Infinita. Os Vingadores viajaram no tempo, escolhendo apenas dois dias após o evento.

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Jimi Diambo 4 de julho de 2019 - 19:05

Pelo que eu entendi ele estalou os dedos 2x, a primeira para dizimar a população e a segunda com objetivo de destruir as pedras para evitar que caíssem nas mãos erradas ou mesmo nos próprios vingadores

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Fórmula Finesse 22 de maio de 2019 - 08:44

Excelente crítica, o fechamento da saga é realmente muito interessante e a despedidas dos heróis principais é tocante. O filme-evento perfeito que justifica tudo o que gravita ao seu redor (geralmente expectativas e ótimas impressões). A chegada da Capitã Marvel parece a entrada da filha do Super Homem em TDK 2, arregaçando a tecnologia alien, sensacional!
Só uma pena, que mais uma vez, os cinemas “normais” não apresentam uma qualidade de imagem que faça justiça a obras tão grandiosas e elaboradas. A imagem digital já é coisa prosaica nas nossas televisões…

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Gabriel Carvalho 11 de junho de 2019 - 15:58

Valeu! Boa comparação com TDK 2!! Quero ver com os cinemas vão trazer esse Avatar 2 que promete 3-D sem óculos.

Responder
Marcelo Gustavo 20 de maio de 2019 - 12:18

Lamento, mas o filme merece 2/5, no máximo. Isso porque eu estou considerando a carga emocional que tomou conta de mim no final. Thanos nem era pra sustentar seu plano malfazejo, visto que o próprio planeta Terra demonstra que, quanto mais mão-de-obra, é necessário mais alimentos, porém o processo de divisão do trabalho e de pesquisa incremental auxiliam no desenvolvimento. Olha só, parece que o Thanos faltou nas aulas de história? Ou de economia? rsrs. Não vou nem entrar na questão da viagem no tempo (era pra rir na hora da explicação incial? Ou do America velho?) e na questão do Hulk. Quando começaram as viagens, vieram as piadinhas do bumbum americano e outras cenas que tiraram – como sempre! – o suspense e aflição pela missão mais “improvável”. Não me entenda mal, eu li sua crítica até o fim, por que achei incrível. Mas não tente usar de parolagens desconexas, frases de efeito ou elucubrações vazias. Vocês “malharam” contra Game of Thrones e filmes da DC, por que não possuem hombridade para com o MCU?

Responder
AleCassia Aguiar 21 de maio de 2019 - 09:42

Marcelo, creio que devemos “pegar mais leve” com MCU nos quesitos que você citou, e fazer menos comparações com outros universos, como da DC, em que a proposta era trazer algo mais realista,mais original, e no caso da Marvel eles entraram de cabeça nas HQ’s adaptando ao cinema. Ou seja, a crítica deve ser baseada dentro da realidade proposta nesse universo, então não se pode levar tão a sério. (nem mesmo eles se levaram a sério com tantas piadas, não é mesmo?!)

Abraço!
Alexandre Aguiar

Responder
Gabriel Carvalho 22 de maio de 2019 - 14:34

Porque nossa opinião é diferente da sua. Tem filmes realmente inconsistentes do MCU em termos de comédia, mas não é esse o caso.

Responder
AleCassia Aguiar 17 de maio de 2019 - 15:15

Gostei muito de como o filme começou! Na verdade, fiquei bem surpreso com o rápido resgate de Tony Stark e Nebulosa, deu um bom start na continuação da história.

O peso dramático que os diretores trouxeram pós extermínio da metade do universo foi muito bem contado a partir do desespero de Tony Stark, ainda em recuperação na cadeira de rodas, mostrando o quanto Thanos era imbatível e que eles fracassadamente não seriam úteis pra mais nada, ou seja, na cabeça do Stark, ali era o ponto final da era de super heróis. Vemos isso com os outros personagens até o momento em que o Homem Formiga trás novamente a esperança a eles.

O filme perde em impacto ref. ao Guerra Infinita, por tratarem o Thor como um bobalhão, e o Hulkofallo como outro bobalhão “esperto”. Não precisavam engordar o Thor e abobalha-lo pra mostra-lo depressivo.

Não vou entrar nos detalhes, mas achei a tal “representatividade” bastante forçada neste último filme. Deixou a história menos crível.

Outro detalhe que não “desceu” foi o Capitão além de manobrar a Mjolnir, também possuir os poderes do deus do Trovão.

Esperava mais da Capitã Marvel. Sem mais.

A batalha final foi épica, mas logo me remeteu a cena flashback em que a Mulher Maravilha conta ao Bruce como os homens, deuses, super-heróis de todo universo e as amazonas detiveram os planos de Dark Side por meio do Lobo da estepe.

Imaginava, e achei mais que justo o Thanos ser eliminado pelo Homem de Ferro. Foi a partir dele que tivemos essas pérolas aventurescas em 11 anos nos cinemas! Foi um final digno ao herói.

Eu queria muito ter gostado deste filme tando quanto Guerra Infinita, mas não consegui digeri-lo totalmente.

Abraços,
Alexandre Aguiar

Responder
maumau 22 de maio de 2019 - 09:05

Sendo digno o capitão pode erguer o mjolnir,mas a questão dele disparar os raios tb me confundiu,afinal,foi estabelecido q o martelo só conduz a energia,pois quem tem os poderes e o Thor ne…

Responder
Edu de Krypton 27 de maio de 2019 - 22:33

Na verdade, o Mjolnir por si só pode absorver e e redirecionar raios.

Responder
planocritico 28 de maio de 2019 - 00:09

“Aquele que levantar o martelo e se for digno, terá o poder de Thor.”

Não poderia ser mais simples e descritivo.

Abs,
Ritter.

Responder
pabloREM 14 de maio de 2019 - 10:13

Finalmente vi o filme rs. Mesmo não gostando desse lance de viagem no tempo, acho que a maneira que foi utilizada até foi razoável, e provavelmente o fato de eu colecionar quadrinhos e gostar dos personagens me fez gostar mais do filme. Eu não vi o filme da Capitã Marvel mas não entendo a implicância das pessoas com o jeito da personagem, acho que toda sisudez vem dela ter sido criada para ser uma arma, é uma frieza natural. O final para o Capitão América, apesar de belo, achei perigoso pois causa uma alteração grande na linha temporal, passa a impressão que durante um tempo existiram dois Capitães ao mesmo tempo na Terra. E quais as chances do Tony estar preso na joia da alma com a Viúva e a Gamora? Gigantes. É só os próximos filmes não fazerem sucesso que trazem ele de volta rapidinho.

Responder
planocritico 14 de maio de 2019 - 19:15

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Sobre a Capitã, não vi problema com ela nesse sentido mesmo não. A única coisa é que fizeram um bafafá para o filme dela, dizendo que a participação em Ultimato seria decisiva e, bem, não foi né? Mas, mesmo assim, zero de problema.

Sobre o Capitão, acho que existiram mesmo dois Capitães ao mesmo tempo.

Sobre a volta dele e do Homem de Ferro, acho que com ou sem sucesso, isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde.

Abs,
Ritter.

Responder
pabloREM 15 de maio de 2019 - 10:02

Realmente a participação dela é mais do tipo temos um problema mas não sabemos o que fazer ,quem poderá nos ajudar? Capitã Marvel!!!!! rs.
Algo que esqueci no meu comentário anterior: no final das contas o Universo foi salvo por um rato… rs. Eu lançaria uma revista contando uma história onde o rato não apareceu e as coisas continuaram do jeito que estavam pós estalo.

Responder
planocritico 15 de maio de 2019 - 10:40

O rato é a representação da Disney!

HAHAHAHAHHAHAHAHAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
pabloREM 15 de maio de 2019 - 10:51

Hahaahahaha, boa…

pabloREM 15 de maio de 2019 - 15:58

Lendo outras reportagens sobre o filme, uma levantou uma questão relevante que eu não sei se alguém puxou nos mais de 400 comentários: o que aconteceu com as pessoas que realmente morreram no estalo de dedos do Thanos? Elas também voltaram? Por exemplo, uma família com bebê e o casal vira pó e a criança fica sozinha em casa. Fonte do meu questionamento: https://www.cracked.com/article_26367_4-huge-secret-problems-with-avengers-endgames-ending.html

planocritico 16 de maio de 2019 - 17:03

Estão dizendo por aí que o estalo do Hulk trouxe esse pessoal que morreu em razão do sumiço de outras pessoas de volta….

Mas confesso que não sei se isso precisará ser abordado em futuros filmes…

Abs,
Ritter.

pabloREM 16 de maio de 2019 - 17:13

Eu acho que é uma boa desculpa para criação de novos vilões. Pessoas que perderam tudo, e ficam com raiva dos heróis por não terem salvo todo mundo. Pode funcionar até em uma série de TV.

planocritico 16 de maio de 2019 - 17:23

Eles até de repente podem aproveitar isso como uma forma de dar origem a vilões já estabelecidos nos quadrinhos.

Abs,
Ritter.

Carlos Souza 23 de maio de 2019 - 11:36

Esse gancho é o carro chefe de “Guerra Civil”!!!!

The Viper 7 de maio de 2020 - 13:36

Como assim não gosta de viagens no tempo? É cada coisa que se encontra, eu em.

Responder
Madex 8 de maio de 2019 - 20:39

Duas coisas que achei bem interessantes no filme:

1) A mestra do Doutor Estranho (esqueci o nome dela agora) lutando contra os alienígenas na invasão de NY “nos bastidores”. Acho interessante, pq a gente fica se perguntando onde estava essa galera, na época, e o filme responde.

2) O Thanos desse filme não é o mesmo de GI, é o de Guardiões da Galáxia. Ele não passou por toda a jornada do outro, não teve, por exemplo, a necessidade de sacrificar a única pessoa que amava, sua filha. Por isso não tem a mesma densidade dramática. Não é o personagem tão complexo que mereceu ser o centro, o “astro” de GI. Tanto que, quando descobre que seu plano não deu certo, ninguém ficou agradecido, não repensa se agiu certo. Pelo contrário, torna a questão pessoal, quer se vingar da Terra.

Responder
Italo Bandeira 8 de maio de 2019 - 19:45

Só espero estar vivo para presenciar o dia em que a DC vai chegar no patamar da Marvel (ao longo de 11 anos de produções).

Responder
Cleber Rosa 7 de maio de 2019 - 13:24

Só passando pra deixar registrado…

“Enquanto o “egoísta”, que possuiu uma vida com mais de três mil alegrias, sacrifica-se, o herói que personifica o sacrifício, sem tempo para viver, resgata o super-heroísmo que reside em cumprir uma mera promessa e dançar uma dança. Pessoas morrem, sacrifícios existem, mas as resoluções de Ultimato são das mais belas que blockbusters já tiveram”

Perfeição…parabéns.

Responder
Jefferson Viana 7 de maio de 2019 - 02:21

Belo texto, eu tenho grande problema com capitã marvel, desde a forma como atriz interpreta e a forma como ela é usada na historia de resto, acho que todos os personagens fazem grandes participações, Thor aparecendo fora de forma e em depressão profunda desistindo foi comovente, o capitão fez aquilo que se espera de um lider, enfim, todos arcos muito bons. Aquele final me lembrou a batalha final do desenho da liga da justiça.

Responder
Karina C 5 de maio de 2019 - 23:43

Primeiramente, parabéns pelo ótimo texto. Filme super emocionante, final mais do que digno para a saga desenvolvida nesses onze anos.

Só não entendi como e porque algumas pessoas preferem Infinity War. De verdade. Pra mim não entra nem no top 5.

Responder
Cleber Rosa 7 de maio de 2019 - 13:24

Desculpe responder…mas acho que algumas pessoas preferem Infinty War, pois o mesmo é um filme que tem clímax atras de clímax…e talvez as pessoas pensaram que Ultimato seria assim também. E ainda bem que não foi. Ultimato é maravilhoso.

Responder
The Viper 7 de maio de 2020 - 13:36

Talvez preferem pq é um filme melhor. xD

Responder
Jose Olyntho Ze 4 de maio de 2019 - 00:15

Acabei de assistir e estou profundamente decepcionado. São tantos problemas que nem sei se vou listar todos,mas vamos lá. A forma como foi feita a viagem no tempo é chatissima, aquela parte de Nova York em 2012 mesmo é um tédio total, um plano absurdamente mal executado e a maioria das piadas não funcionam. Aliás, a comédia nesse filme excede. A figura daquele Thor beberrão e barrigudo foi usada a exaustão, já estava ficando insuportável. E os efeitos especiais? Os caras conseguiram a proeza de piorar o CGI em relação ao Guerra Infinita. Os combates tambem extremamente sem graça… E o momento do Cap erguer o Martelo… Porra, totalmente brocante a cena.
Muitos momentos melodramáticos beirando o piegas … Enfim, achei um filme frustrante, muito picotado, tedioso… Uma pena.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 05:36

Os efeitos especiais são incríveis…

Olha, discordo de tudo o que falou, menos uma coisa. Eu também não gosto tanto da cena do Cap erguendo o martelo, acho que os Russo não decuparam ela bem.

Que pena.

Responder
Cleber Rosa 7 de maio de 2019 - 13:33

Eu já acho essa cena a personificação de tudo o que eu queria ver no cinema. A cena pra mim, entra no hall das mais fodas que o cinema já produziu ( em se tratando claro de filmes de herois ).

Responder
Gabriel Carvalho 8 de maio de 2019 - 13:32

A cena é decupada de uma maneira horrível. A ideia é empolgante, mas a execução é outra coisa.

Responder
Cleber Rosa 9 de maio de 2019 - 08:56

Bom, opiniões diferentes, segue o jogo! rsrs

Abraço cara!

Beatriz Lynch 7 de maio de 2020 - 13:43

Discordo.

vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 00:12

Gosto de notar que o Hulk foi o vingador que melhor se conformou com a derrota e pode literalmente encontrar “equilíbrio”, e ser produtivo sem ter que lutar contra vilões. Isso contraria quase que totalmente o que a gente costuma esperar do Hulk que perde o controle quando algo o irrita mas no fundo é um ser de paz que só quer ficar sozinho. Adoraria que a Marvel chegasse num acordo com a universal, semelhante com a Sony, pra fazer novos filmes solo do verdão e explorar mais essas camadas.

A transformação do Thor também achei interessantíssima exatamente pelo estranhamento que causa e pela natureza realista naturalista. Inclusive já cheguei a dar a ideia de um filme do carniceiro dos deuses sendo uma mistura espacial de senhor dos anéis com Logan, estrelando o Thor jovem do filme de 2011, o gordo de ultimato e um Thor idoso de saco cheio dos outros dois discutindo só desejando uma morte rápida.

Também gosto de pensar no que o futuro reserva pra personagens como Falcão e máquina de combate que podem finalmente terem a chance de brilharem como os medalhões da equipe, essa que provavelmente ficará bem diversa se contarmos também com pantera negra, capitã marvel e Wanda.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 05:40

A Universal é escrotíssima. O Hulk sempre foi um dos personagens mais interessantes e ricos da Marvel. Espero realmente que consigam tornar esse filme realidade. E aguardando ansiosamente a próxima line-up de filmes, naquele mesmo estilo de quando anunciaram tudo até Vingadores 4. Repito, a Universal é escrotíssima.

No mais, o Máquina de Combate nunca foi um personagem de verdade – única coisa que eu consigo pensar sobre ele é o fato dele ser aleijado, o que é extremamente insignificante. Ele sempre foi apoio a outros e mero alívio cômico. Nem o vínculo entre ele e Tony dá para comprar tanto assim. É uma pena, pois reitera o arquétipo do sidekick negro. Mas o Falcão tem muito potencial, visto que saiu um pouco disso daí.

Responder
vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 17:48

Psé meo, consigo odiar a universal mais que a fox (que pelo menos tem deadpool) e a sony (que permitiu homecoming e fez aranhaverso), enquanto a universal só segura o rabo verde do hulk e nem pra filme solo eles cooperam.

Que estranho, pq nas hqs que eu vi o máquina, apesar dele ser mesmo o típico sidekick negro, ele era uma presença bem ativa, quase o protagonista, sendo tão brilhante com as máquinas quanto o tony e chegando até a assumir o manto de homem de ferro. Sem contar que ele é militar então poderiam usar isso nos filmes pra mostrar ele sendo até mais eficiente em lutas e estratégias e também enfrentando o conhecido dilema sobre as armaduras estarem completamente à disposição do exército.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 19:03

Por isso que filmes são filmes e quadrinhos são quadrinhos. No cinema em específico o Máquina de Combate é uma arquétipo puro. Mas existe potencial, é claro. E espero que seja concretizado.

Responder
maumau 3 de maio de 2019 - 14:02

Como o thanos segurou o stormbreaker e já ia cravando ele no peito do Thor?
Essa cena e imediatamente antes do capitão “chamar”o mjolnir e salvar o Thor da morte certa…
Thanos e digno também?🤔

Responder
planocritico 3 de maio de 2019 - 14:12

O Stormbreaker não tem o encantamento da “dignidade” que Odin fez em Mjollnir no começo do primeiro Thor.

Abs,
Ritter.

Responder
maumau 3 de maio de 2019 - 15:02

Show…então qualquer um podia usar,vlw

Responder
Big Boss 64 3 de maio de 2019 - 09:56

ELE É DIGNO SIM, PORRA!!!

Responder
Big Boss 64 3 de maio de 2019 - 09:44

Qualquer teoria sobre viagem no tempo eu me recuso a discutir, pois o próprio filme admitiu que todas as histórias que abordam isso estão erradas.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 04:43

Todas não. Apenas as mais populares.

Responder
Fakeman 5 de maio de 2019 - 15:48

Rsrsrs até que alguma teoria faça alguém viajar no tempo, todas estão erradas

Responder
Gabriel Carvalho 6 de maio de 2019 - 01:07

Teorias não tem a predisposição de estarem certas ou erradas. Teorias são hipóteses. Elas estão no meio disso. Como a existência de Deus. Como a não-existência de Deus. Como a teoria da criação do universo. Não dá para provar que não existe, como também não dá para provar que existe. Mas isso não torna um lado certo e o outro errado.

Abs.

Responder
adrianocesar21 2 de maio de 2019 - 16:15

Algo que me ocorreu sobre Agents Of SHIELD. os filmes não se conectam aos eventos da série, mas deu a série material pra durar por muito tempo, explorando como seria a vida dos dizimados após esses cinco anos. Mas admito que parei de gerar expectativas com MAOS. Eles fazem o contrario do que espero e se saem bem, rs

Responder
Kurth 2 de maio de 2019 - 13:55

Ótima critica!! Alguém me explica como alguns arcadianos sobreviveram e foram parar na terra sendo que nave estava toda destruída?

Responder
Plumber 2 de maio de 2019 - 14:27

Fugiram em cápsulas, junto com Valquíria, Korg e Miek.

Responder
adrianocesar21 2 de maio de 2019 - 14:44

Asgardianos são mais resistentes que os humanos. alguns podem ter sobrevivido a investida do Thanos. E considerando que a Valquiria estava na Nave no final de Ragnarok mas não estava no inicio de Guerra Infinita ela pode ter fugido com um grupo de asgardianos assim que Thanos apareceu.

Responder
Disgrota 3 de maio de 2019 - 12:09

Quando Thanos invade um planeta ou um povo ele dizima metade da população. Então ele pode ter deixado metade dos Asgardianos terem escapado. Ou simplesmente fugiram

Responder
planocritico 3 de maio de 2019 - 13:01

Foi isso que aconteceu. É até dito com todas as letras em GI ou Ultimato, não me lembro.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 05:40

Valeu, @ku_rth:disqus! Abraços! Explicaram aqui embaixo.

Responder
Fernando Campos 2 de maio de 2019 - 10:40

Nossa opinião sobre Vingadores Ultimato se assemelha bastante, dei a mesma nota inclusive. Me encantou a abordagem pessoal do primeiro ato, desde a primeira cena com o Gavião, dando um enorme peso dramático ao filme. Vi algumas pessoas reclamando do ritmo, argumentando que o início é lento, mas acho que a intenção dos irmãos Russo era criar uma curva dramática, culminando em um clímax absolutamente épico e maravilhosamente construído. Nos últimos 15 minutos, chorei pra caramba, confesso (algo que é bastante raro pra mim). Mas o fato é que esse filme consegue criar um vínculo tão grande entre público e personagens, como você aponta muito bem ao comentar sobre os enquadramentos, que fica impossível não se emocionar. Enfim, seu texto destaca milimetricamente todas essas nuances de Vingadores, indo do íntimo ao épico. Parabéns pela crítica!

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 04:49

Por isso que até tendo a gostar mais desse do que de “Guerra Infinita”, em vista da atenção dada aos personagens individualmente. Eu não tenho problema algum com o ritmo. “Ultimato” tem uma curva ascendente nesse caso. Penso que isso funciona tanto para uma busca pelo épico quanto para uma busca pelo íntimo, que apenas cresce.

Valeu também, Fernando!

Responder
Flavio Augusto 2 de maio de 2019 - 09:43

“os eventos consequentes são tão importantes que simplesmente não justifica-se Danvers não ter sido chamada urgentemente pelos Vingadores.”

Essa parte é explicada naquela reunião por holografia dos outros heróis em lugares distintos com a Natasha. A Capitã Marvel explica que ia ficar incomunicável pois ia partir para algumas missões em outros pontos do universo.

Provavelmente ela foi chamada, e sua chegada foi o tempo de receber a mensagem e partir para a Terra.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 04:41

Os Vingadores sabem que ela é a mais poderosa do grupo. Não mudaria nada eles adiarem a viagem por algumas horinhas. E aquela reunião é uma desculpa esfarrapada para ela não aparecer: a viagem no tempo consertaria o que aconteceu em TODOS os planetas, não apenas na Terra, O que acontece, porém, é que o roteiro simplesmente não se preocupou com isso. Pois aqui a Capitã Marvel é um aceno para o futuro, não uma personagem por si só. Mesma coisa, por exemplo, que uma Viúva Negra em “Homem de Ferro 2”.

Isso, para mim, enfraquece a estrutura do roteiro, que se importa bastante com indivíduos para não dar espaço para ela.

Responder
Flavio Augusto 4 de maio de 2019 - 14:56

Adiarem a viagem algumas horinhas?
Primeiro, eles nem sabiam que teria uma viagem até aquele momento da reunião e nem da possibilidade de reverter o estalo do Thanos, o Scott Lang não tinha dado as caras ainda. Foi para mostrar a Capitã Marvel se unindo a eles e indo logo tentar resolver a parada que tivemos os primeiros minutos do filme. Segundo, já foi definido desde o filme da Capitã que ela passa mais tempo fora da Terra do aqui dentro. Terceiro, esperar como? Os heróis da Terra não tinham comunicação com a Capitã, ela poderia demorar anos para retornar, dependendo do que estivesse fazendo. É coerente com a história.

É claro que é uma conveniência de roteiro deixar alguns personagens de fora, criar situações para explicar ou avançar a história, fazer um personagem voltar na hora certa, mas por isso é chamado de ficção, a intenção é causar uma emoção ao receptor, não para ser realista.
Da mesma forma, os personagens que sumiram em Guerra Infinita foram escolhidos a dedo pelos roteiristas já pensando no roteiro de Ultimato.

Seria legal e um desafio de criatividade se os roteiristas, pensando no estalar de dedos do Thanos, escrevessem o nome de cada personagem num papel e sorteasse metade para definir quem desaparece, totalmente aleatório, e daí trabalhar a história com os personagens que “sobreviveram” ao sorteio. Imagina se entre os papeis sorteados estavam dizimados Capitão América e Homem de Ferro?

Mas não é assim que funciona. A intenção dos criadores é claramente dar protagonismo para os Vingadores originais, e trabalhar os cinco passos do luto em cada um dos heróis (negação – Capitão América, raiva – Gavião, negociação – Viúva Negra, depressão – Thor, aceitação – Homem de Ferro e Hulk). Os demais personagens estão ali para ajudar a contar a história e tornar o filme grandioso.

Responder
Carlos Souza 23 de maio de 2019 - 11:53

A comunicação é feita antes da possibilidade de viajar no tempo, e basicamente ela estava guardada pra uma cena épica futura, a entrada dela no filme encheu todo mundo de esperança!!!! Eu achei demais a participação dela, diferente do filme solo!!!!

Responder
Lucas Casagrande 1 de maio de 2019 - 10:54

Parabens pela critica

Gostei demais do filme, parabens pra Marvel Studios, que trabalho excelente esse universo compartilhado

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 04:51

Valeu, Casão!

Também gostei muito.

Responder
Isac Marcos 1 de maio de 2019 - 01:07

Primeiramente, ótima review, Gabriel. Dentre o que eu achei que faltou um pouco foi a participação mais pontual/necessária da Capitã Marvel, esperava bem mais. Do ponto de vista só racional, achei que algumas pontas e conclusões poderiam ter sido melhor trabalhadas. Do ponto de vista emocional, entregaram algo que é uma bela homenagem a todos nós que acompanhamos a Saga do infinito; de ver/ouvir pessoas vibrando, chorando, gritando Yabambe em resposta ao T’challa como se estivessem participando da cena e até em cenas tristes ou apreensivas, um silêncio total na sala de cinema. Feito raro, e pra poucos. Isso foi lindo.
Por fim, senti muito mais o peso da Natasha (que vc bem pontuou a história dela até chegar onde chegou) que do Tony nesse fim de jornada. Experiência, ainda mais do lado afetivo, pra se guardar na memória.

Responder
Henrique 30 de abril de 2019 - 14:31

Não sei se foi nesse site aqui, mas numa crítica do Guerra Infinita ressaltaram a pouca importância do Pantera Negra na primeira parte. Assistindo Ultimato percebe-se a mesma coisa com a Capitã Marvel, seu papel é bem pequeno mas com alguma importância ali. Gostei de que os diretores não forçaram nem um pouco a participação desses dois personagens em nenhum dos Vingadores, mesmo com grande sucesso no filme solo.

Responder
Renan 3 de maio de 2019 - 15:11

tanto o pantera quanto a capita tiveram seus filmes rodados em meio a producao das 2 partes, a redução da participação deles se deu por conta disso e não de roteiro propriamente.

Responder
planocritico 3 de maio de 2019 - 15:40

Não acho. Para mim, isso foi cirurgicamente planejado. Acho que foi escolha proposital de roteiro não trabalhar o Pantera Negra para além da Batalha de Wakanda em GI, assim como manter CM afastada de Ultimato. Era perfeitamente remediável a questão de agenda se fosse intenção usá-los mais ainda.
Abs,
Ritter.

Responder
Carlos Souza 23 de maio de 2019 - 11:53

A forma como eles entraram no filme foi muito legal, o Pantera acenando com a cabeça pro capitão, como quem diz “Você não esta só amigo!!”, a Capitã botando pra quebrar numa hora sombria!!!!!

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Ronaldo 30 de abril de 2019 - 13:03

Assisti ao filme numa sala lotada. Gente de todas as idades. Ao meu lado, uma senhora de uns 60 anos, ergueu as mãos, vibrando e gritando, durante a batalha final. Quando o Capitão ergue o Mjolnir, toda a sala veio abaixo, tamanha a euforia! Quando o mesmo Capitão grita: “Avengers, Assemble!”… meu Deus! Para quem, como eu, cresceu lendo os quadrinhos da Marvel, não tinha como segurar lágrimas, que desciam abundantemente!. Era a realização de um sonho muito íntimo (mas compartilhado com milhões). Meu filho, de 12 anos, segurava minha mão, trêmulo, emocionado! Nunca haverá um filme que provoque essa catarse coletiva, como este! Emoção pura! Vida longa à Marvel!

Responder
adrianocesar21 30 de abril de 2019 - 12:52

Vi o filme como um exercício de encerramento oficial, caso a Marvel decidisse um dia encerrar a história dos seus personagens nos quadrinhos. os finais do Hulk, Capitão e Viúva foram os que considerei mais coerentes e dignos. Apesar de achar que o processo de unificação do Bruce com o Hulk merecia um tempo de tela, não uma linha de diálogo. Acho que o Bendis deu um final mais coerente pro Tony, como uma especie de IA em holograma aconselhando sua sucessora. Clint tem o final mais humano nos filmes, mas não o vejo daquela maneira, com filhos e familia nos quadrinhos. o único final que não gostei foi o do Thor, apesar de ter sido o único que não pareceu exatamente um encerramento, mas entendo o que o filme quis dar pra ele. Gostei demais do respeito do filme com as obras de toda a trajetória. inclusive com Agent Carter. Fiquei feliz por ver o mesmo ator que fez o Jarvis na série ali no filme. Talvez se a relação do Feige com o Jed Whedon fosse boa talvez víssemos a Daisy na batalha final e o reencontro do Coulson com os Vingadores. Acho que foi a único ciclo que não fechou, infelizmente.

Responder
Leonardo Della Mea Tagliapietr 1 de maio de 2019 - 01:15

bah. posso concordar 100% contigo?

Responder
Nero 30 de abril de 2019 - 12:23

Assisti o filme ontem, às 20:30, faz muito pouco tempo e tenho que dizer que ele mexeu muito com a minha cabeça, para começar, eu não acho ele um filme perfeito, não acho o melhor do gênero ou o melhor filme do MCU, esses posto ficam respectivamente com Cavaleiro das Trevas e Soldado Invernal na minha opinião. Eu fui com expectativas altas, e ainda assim medos e ressalvas, odeio o uso de viagem no tempo como recurso narrativo, é algo que odeio, exceto quando a viagem no tempo é o tema inteiro de uma história, pois introduzindo algo assim para solução de um problema, não faz sentido não usarem isso para todas as possíveis ameaças do futuro, então se fosse por mim o filme tomaria rumos completamente diferentes, eu mesmo acho esse conceito dado por eles bom, mas no final do filme, o destino do Capitão América me pareceu um furo e vou falar disso mais para frente.

Avaliar um filme como Ultimato é difícil, sempre escutei que um filme tem que se autos-sustentar por si mesmo, mas ainda assim julgá-lo pelo que ele se propõe a fazer, pois assim não cobramos algo que nunca nos foi prometido, mas esse filme é um caso à parte, algo sem precedência no cinema, Ultimato só funciona quando levamos em consideração todos os outros 21 filmes que vieram antes, ele evita encher o filme com explicações passadas, dependendo e muito do conhecimento prévio do espectador, o mais próximo que tivemos de uma explicação sobre algo já explicado em outro filme, é o Scott falando sobre o Reino Quântico. Ele é um filme auto-consciente de si mesmo, e toma decisões que eu não acreditei, passar 1/3 do seu filme revisitando momentos do seu passado não é algo que eu iria fazer se estivesse no comando de uma produção dessas, cenas como o Cap Vs Cap ou Hulk conversando com a Anciã é algo que eu só imaginaria ver nos quadrinhos em uma daquelas histórias em que o roteirista despiroca e quer trazer algo novo já que os últimos 200 roteiristas antes dele já fizeram tudo possível, e quero deixar claro, que não vejo isso de forma negativa, essas cenas começam a fazer bastante sentido quando você percebe que tudo aquilo é uma celebração do passado, e nada mais justo que revisitá-lo.

O Filme no fim das contas só mostra para o que veio no 3º ato, é onde toda aquela preparação absurda finalmente dá frutos, um dos momentos mais épicos de toda a história do cinema, uma incrível chuva de fanservice, que até ali tem sim seus problemas. Quando o Dr.Estranho abriu os portais e trouxe absolutamente todo mundo para lutar contra o Thanos, fiquei incomodado o quão conveniente seria ele ter ficado esperando todo mundo e depois trazer todos na hora certa, se não bastasse isso, a Cap Marvel nesse filme é um recurso de roteiro absurdo, sua participação no MCU é descartável, sinceramente, o filme não carece da presença dela, mas eu relevei tudo isso e deixei aquele show de explosões e cenas de ação de tirar o fôlego tomarem conta de mim, e funcionou perfeitamente.

Ultimato não é um filme que se sustenta sozinho, ele é como o episódio final de uma série, e seu propósito é justamente dar um fim nela, e ele faz isso de forma magistral, você consegue ver um ciclo se fechando, e isso é marcado com estalar de dedos do Homem de Ferro, ele começou tudo isso, logo ele termina, e de longe nesses 22 filmes, ele foi o personagem que foi melhor desenvolvido, sempre sendo afetado pelos eventos dos filmes anteriores, apresentando mudanças desde o seu primeiro filme, mesmo ainda possuindo uma resposta na ponta da língua e fazendo piada mesmo quando o mundo está desmoronando ao redor, você percebe que ele está consciente de tudo e sabe o que tem que fazer. Steve Rogers não fica atrás nesse quesito, o fechamento do seu arco como encerramento do filme é belíssimo e tocante, vendo aquela cena dele dançando com a Peggy após todo aquele sufoco que ele passou, é reconfortante e satisfatório, entretanto, acho que não devia ser possível a sua reaparição no final, já que a linha do tempo em que ele envelheceu e ficou com a Peggy não é a mesma que ele saiu, como foi explicado pela Anciã, a realidade em que ele colocou as joias no lugar é uma diferente, mas acho que pode ser deixado de lado, pois no fim, o personagem conseguiu o seu tão esperado descanso.

Ultimato não é um filme perfeito, e como de costume, vários sites irão adjetivá-lo com hipérboles, mas ainda assim é uma experiência que vale à pena. Gostaria de ressaltar coisas que me incomodam nesse filme, na verdade, no MCU como um todo. As piadas em sua maioria funcionam, mas ainda assim falham em alguns momento, e em outros acho que não deviam nem ter sido colocadas, como no caso do Thor, demorou e muito para a Marvel acertar no Thor dos cinemas, e isso só aconteceu em Ragnarok e Guerra Infinita, mas não acho que deveriam menosprezar as relações familiares dele, que são uma das coisas mais conturbadas dos personagens e fazem piada em cima disso, em Ragnarok, eu já ficava incomodado com ele rindo e fazendo piada logo após perder o pai, em Guerra Infinita que se passa pouco tempo depois ele ainda perdeu o irmão e parte do seu povo, e logo depois está brincando com os Guardiões e essas perdas não parecem afetá-lo como deveriam, o mais próximo que vimos disso é ele conversando com a sua mãe, que podia ser uma cena mais carregada de teor emocional invés de cômico.

No fim, temos um filmes com seus alto e baixo, mas que ainda assim é um fechamento digno, acho difícil alguém fazer algo desse nível novamente, acho que vai demorar mais que 10 anos para que alguém faça isso de novo, posso assegurar que teremos várias tentativas, e muitas falhas, já temos hoje inúmeros universos compartilhados tentando surfar nessa onda, e nenhum apresenta o mesmo nível de competência da Marvel Studios, creio que nem eles sabem como fazer algo melhor que isso.

Responder
Vinicius S Pereira 28 de abril de 2019 - 23:17

Admito que não sou capaz de avaliar esse filme racionalmente, não foi o que eu esperava em questões de roteiro, não foi o que eu queria também caso me perguntassem meus desejos, mas sem dúvidas foi o que eu precisava. Entendo que ele contém falhas, até identifiquei algumas no decorrer, mas não afetaram em momento algum enquanto assistia. No último ato, no momento que o Steve pega o Mjolnir e grita “Vingadores Avante” eu desabei, chorei até o minuto final e nunca imaginei que iria chorar vendo uma batalha megalomaníaca kkkkk. Os personagens que cresci lendo e assistindo foram tão bem transpostos em suas atitudes que tudo ganhou um significado mais do que especial pra mim. Tenho minhas dúvidas se um dia a própria Marvel será capaz de criar algo tão significativo como fizeram desta vez.

Responder
Junior Santos 28 de abril de 2019 - 23:01

Amei o que fizeram com o Capitão finalmente vivendo e tendo a oportunidade de ser feliz,e apesar de ter ficado triste,o sacrifício de Tony foi muito épico:Eu sou o Homem de ferro,e aquele som no final do filme que vi muita gente em alguns sites dizendo que não conseguiu identificar o som final,o som era quando Tony Stark tava construindo a sua primeira armadura,foi uma linda homenagem

Responder
Junior Santos 28 de abril de 2019 - 23:01

Galera assisti Ultimato Hoje,estou em êxtase,Marvel sem palavras para descrever essa épica conclusão da Saga,Obrigado Vingadores

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:03

O filme é impecável como celebração ao UCM. Ainda prefiro IW como filme, mas por questões meramentes pessoais.
Esse foi um dos filmes de viagem no tempo mais bem amarrados que já assisti. Benner deu uma explicação excelente: “Se você volta ao passado esse passado passa a ser o seu presente e o seu presente (que também é o futuro do passado ao que você retornou) passa a ser o seu passado, logo não pode ser alterado.
Sobre um ponto comentado na crítica, eu também imaginei que a presença da Capitã seria mais lógica quando se fala em utilidade para o retorno ao passado, mas na minha visão não faria sentido narrativo. Todos presentes no processo da viagem no tempo tinham um motivo, era a luta deles, foi a derrota deles, eles perderam algo, precisava ser eles.
As únicas coisas que não gostei foi a conveniência narrativa do salvamento de Stark pela Capitã e a devolução das jóias apenas pelo Capitão. A passagem de manto também não me agradou, apesar de entender o importante símbolo político representando.

Responder
AleCassia Aguiar 21 de maio de 2019 - 09:55

Assino em baixo!

Alexandre Aguiar

Responder
5id Vicious 28 de abril de 2019 - 18:03

Belíssimo texto, captou como poucos as sutilezas, ambiguidades e a grandeza do filme, parabéns. Para mim, talvez é o melhor filme de super-herói já feito. Afetado por ter lido uma crítica que achou o filme “chato”, pensei em sucumbir à mesma nos primeiros e relativamente longos atos do filme, mas logo notei sua função na trama da história, e é justamente o que você destaca no texto: ressaltar o valor da simplicidade, dos valores básicos, fundamentais, humanos, extremamente necessários em seres de habilidades e poderes sobre-humanos. A grande responsabilidade que acompanha o grande poder deve ser guiada por uma grande moralidade, e esta é simplesmente o bem, a compaixão, a amizade, a família, o próximo, a humanidade.

Neste mesmo espírito, o filme brilha também nos momentos em que desloca nossa atenção para o fato de que o heroísmo não é prerrogativa do herói macho, alfa, jovem, branco, belo e perfeito. Se o heroísmo é próprio da humanidade, ele pode ser igualmente desempenhado pelo cômico fora do padrão de beleza (o Thor decadente, falível, mas ainda nobre e humano, é um espetáculo à parte no filme), pela mulher, pelo negro, pelo velho, pelo adolescente, por qualquer um, por todos.

O filme é melancólico, divertido, espirituoso, o roteiro é em geral preciso (e haja competência para amarrar tantas personagens, em tantos links com os filmes anteriores, numa mesma narrativa e ela continuar ágil e envolvente), efeitos especiais espetaculares (embora, e isso é importante, eles sejam subordinados à história, e não recursos colocados ali para ocultar a ausência de história, como se vê em outros filmes do gênero). Vê-lo no cinema é uma experiência à parte, porque é engraçado (e não achei que atrapalhou) ver a galera torcendo e vibrando por cada golpe bem encaixado em Thanos, pela ressurreição dos heróis, pelo Capitão erguendo Mjolnir etc. Enfim, diversão garantida.

Responder
Nathanael Pereira 28 de abril de 2019 - 16:34

Primeiro ótima crítica, olha ainda estou muito empolgado e emocionado com o filme,, realmente é uma conclusão digna, entendo o pessoal que gostou mais de Infinity War achei o ritmo mais interessante e também aquele filme era de Thanos e esse é dos vingadores, tem o ritmo mais lento mas essa lentidão permitiu desenvolver alguns personagens que passamos acompanhar nesses últimos anos, não tem como olhar paraa obra de forma isolada tem que olhar o todo.

Olha pra mim Thanos continua o grande vilao que se mostrou em Guerra Infinita o cara bateu de frente com todos, na maior parte do tempo sem as joias.

Mas preciso falar primeiro de Thor que pra mim é um dos personagens mais bem desenvolvidos do UCM, aquele jeito dele é o resultado do cara que era um deus tinha tudo e no fim perdeu tudo inclusive pelo que lutar.
Fim digno para o homem de ferro e um fim poético para o capitão, surpresa para mim foi a viúva não esperava, pra mim foi bem impactante, mas os vingadores era a única família que ela teve e ela fez tudo para salva-Los.

O que não gostei o Professor Hulk achei engraçado no começo mas achei que teria uma redenção do Hulk em relação a Thanos depois da derrota no ultimo filme e nao chegou, sobre a capitã marvel fizeram tanto alarde e a personagem mal apareceu , sim e ainda estou tentando entender como funciona a viagem no tempo.

Ps. Existiram dois Steve Roges todo esse tempo no MCU é isso? De volta para o futuro é uma mentira pode isso kkk essa marvel kk?

Responder
Leonardo Lima 29 de abril de 2019 - 10:25

Como assim “Existiram dois Steve Roges todo esse tempo no MCU”?? Não entendi a sua dúvida, rsrs

Responder
AleCassia Aguiar 21 de maio de 2019 - 09:55

Infelizmente o “Hulk Esmaga” não foi usado nestes dois últimos filmes desta saga :-/

Responder
Cleber Rosa 28 de abril de 2019 - 13:56

Só pra deixar registrado…essa preciosidade acaba de fazer 1.200 bilhões de dólares em seu primeiro fim de semana…e os números podem crescer.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 14:05

Chega a dar dor de cabeça essa quantia nessa velocidade…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Lima 29 de abril de 2019 - 10:25

Tô de olho em vc, Avatar!!

Responder
Daniel Marques 30 de abril de 2019 - 16:26

Avatar só tem a bilheteria que tem por conta do 3D, que era novidade à época, assim como a tecnologia de captação de movimentos. Trata-se de um filme fraco, de roteiro pebarol, que, se for assistir pela primeira vez, basta passar até a batalha final, pois aí verá algo que preste,

O mesmo falo do Titanic. Chato pra caramba. Só começa a prestar quando o navio bate no iceberg.

Responder
Leonardo Lima 30 de abril de 2019 - 17:25

Concordo. Mas ainda assim detêm o recorde atual. Mas se mantiver o ritmo atual, Ultimato passa até com uma certa folga.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 05:28

Eu acho os dois sensacionais.

Responder
Star_Killer 28 de abril de 2019 - 11:24

O filme não é nada menos que uma conclusão e grande homenagem ao MCU. Pra mim é o melhor filme de super heróis até hoje, nunca imaginei que veria algo parecido nos cinemas, esse filme foi quadrinho puro, até entendo quem achou Infinity War melhor, por até ser mais redondo, mas acho que todos devem enxergar Endgame e Infinity War como um filme só divido em 2 partes. Pra mim foi o filme mais imprevisível da Marvel até hoje e sem duvidas a melhor experiencia que já tive nos cinemas.

Responder
Carlos Bruno 28 de abril de 2019 - 23:01

Penso da mesma forma.

Responder
Pedrinho Rude Boy 28 de abril de 2019 - 10:57

Salve galera ! Alguém pode tirar uma dúvida por gentileza ?

Quando o Stark estala os dedos, Thanos e seu exército viram pó, ou seja, quem era originário da linha do tempo de 2014 e veio pra 2023 via bad Nebula.

A minha dúvida é: Porque a Gamora de 2014 não virou pó também ? Talvez pq o Stark determinou isso através da jóia da Alma ou até mesmo da Realidade no momento do estalo ? Não lembro se ele teve contato com ela em VGI.
Obg.

Responder
Diego Borges 28 de abril de 2019 - 12:54

A meu ver, Stark pediu pra sumir com o pessoal que tava dando trabalho. A essa altura, Gamora já tinha dado no pé.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 13:03

Ele simplesmente pediu “que sumam os inimigos ETs”. Gamora, nesse ponto, já não era mais inimiga.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedrinho Rude Boy 28 de abril de 2019 - 13:36

Exatamente, é o mais plausível, quando ela se rebelou, automaticamente se safou.
Vlw.

Responder
maumau 28 de abril de 2019 - 14:05

O pensamento dele pode ter sido algo como “todos que seguem as ordens de thanos devem morrer”
O stark n viu a gamora em vgi

Responder
Pedrinho Rude Boy 28 de abril de 2019 - 14:24

Pode crê, foi isso mesmo. Ela já tinha se rebelado, logo se safou.

Responder
AleCassia Aguiar 21 de maio de 2019 - 10:09

Tony Stark já conhecia a importância de Gamora para o Peter Quill e para Nebula.

Responder
Lenin Pessoto 28 de abril de 2019 - 10:41

Eu vou bem na mesma linha do que disse o Ritter na crítica sem Spoilers. Vejo o filme notá máxima (ou além) como celebração, festa, despedida e etc; mas o filme como filme tem algumas situações bem questionáveis.
Primeiramente o ritmo ficou bastante desequilibrado, principalmente no começo, quando num segundo encontram o Thanos e o matam, e em seguida gastam tempo demais “construindo” a máquina do tempo. Depois, na tarefa de recuperar as jóias, também me incomoda a facilidade com que acontece, excetuando o caso da Natasha, todas foram tipo “peguei e saí correndo”, o que me frustrou, visto que a jornada do Thanos para o mesmo fim em Guerra Infinita foi realmente empolgante. E também não consigo aceitar que o Stark conseguiu fazer a própria manopla, afinal, o antagonista teve que ir até os confins do universo, numa estrela onde vivem anões gigantes que forjam armas mágicas que abrem portais pra conseguir algo que fizesse as joias funcionarem. Fora isso, algumas queixas menores e menos importantes, tal qual o Thor patético demais, contrastante com o desenvolvimento do personagem ao meu ver; e um excessivo protagonismo de Stark e Cap.

Quanto às emoções como fã, o longa não chegou perto de me impactar como em Guerra Infinita. A falta de antagonismo, de senso de urgência (que havia, mas não foi bem passado), e a grande chuva de fanservices em momentos que a trama podia se desenrolar melhor (enquanto filme), tiraram de mim a comoção de alguns momentos. Talvez seja uma questão muito mais pessoal do que técnica, não sei ao certo, mas fora a grande e épica batalha final, que é sem dúvida o maior momento do MCU, o filme não chega a me encantar.

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:21

Eu entendi ou aceitei o lance da facilidade para pegar as jóias. Eles sabiam exatamente onde estavam e quando elas estariam mais vulneráveis para a captura (em teoria) nos termos impostos (a quantidade de partículas Pym). Sobre isso, seria muito mais prático que eles retornassem para conseguir mais partículas assim podendo conseguir as jóias mais facilmente ainda. O que seria ainda pior para o enredo.
Acho que a sequência final do filme ofusca muito essas questões.

Responder
Carlos Alexandre 30 de abril de 2019 - 11:00

Guerra
Infinita tem um erro: não tem uma conclusão. E deixou uma expectativa
que não foi satisfeita nesta continuação. A Capitã Marvel faz uma
participação pífia na história e não colabora em nada com o ponto
principal da trama, não justificando a cena pós-crédito que dava a
entender que ela seria uma personagem importante no desfecho. Thanos usa
a manopla outra vez mas sem o mesmo impacto dramático que foi
desenvolvido ao longo da primeira parte e era sentido tanto nas cenas de
ação quanto nos diálogos . Mesmo depois de tantos filmes conectados tem
personagens que ainda precisam ser desenvolvidos dentro da trama e há
também os arcos dramáticos que precisam ser concluídos e ainda os
personagens novos que precisam ser apresentados, o que deixou o roteiro
inchado e com problemas de ritmo. E como se não bastasse, tem idéias
aproveitadas do outro filme, resultado da decisão de dividir o filme em
duas partes: recuperação de dados da memória de Nebula, um aviso que
certa personagem não está lutando sozinha, troca de uma vida pela jóia
da alma, selfie do Hulk imitado do Aquaman, etc.

Responder
Daniel Marques 30 de abril de 2019 - 16:26

Não é que Guerra Infinita não tenha conclusão. Tratava-se apenas da parte I de dois filmes. O final de GI foi incível. Nunca vi um término de filme com um silêncio tão fúnebre como aquele.

Responder
Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 09:44

Tudo bem. Pode ser visto deste ponto de vista. Mas a decisão de fazer dois filmes foi tomada durante as filmagens conforme foi dito nas entrevistas e a conclusão ficou aquém das expectativas, mesmo não sendo um filme ruim.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 15:55

Eu não sei aonde que GI não tem uma conclusão. O filme tem começo meio e fim e poderia muito bem viver sem Ultimato. Seria a vitória do vilão? Sim, seria. É incomum? Sim, é. Mas não seria nem de longe o primeiro filme a coroar o vilão no final. De Onde os Fracos não Têm Vez, passando por Funny Games e chegando a Watchmen, eu poderia fazer uma lista de dúzias de filmes assim.

Abs,
Ritter.

Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 17:12

Então faça uma lista de filmes da MCU com vitória do vilão…

planocritico 2 de maio de 2019 - 17:48

Não estou falando do MCU. Estou falando de filmes em geral. Há vários em que há vitória do vilão e não seria impossível que GI acabasse ali.

Abs,
Ritter.

Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 18:12

Ah, tá!

Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 17:29

Os próprios diretores nas entrevistas disseram que não faria sentido introduzir a Capitã Marvel naquele filme. Será que havia queixa dos fãs dos quadrinhos para que tal coisa acontecesse nesta trama? E com o sucesso da Mulher Maravilha os produtores estavam mesmo querendo lançar uma personagem com bandeira feminista. Comercialmente deu certo, mas a lógica narrativa ficou prejudicada. Mas sem estas questões os Vingadores encontrariam Thanos ainda com as jóias, cortariam cabeça e braço, estalariam os dedos e fim.

Carlos Alexandre 3 de maio de 2019 - 11:06

Você diz que pode fazer uma lista mas citou filmes com psicopatas? Seven e O silêncio dos inocentes acho que vão ser os próximos da sua lista… Watchmen seria com Batman, Superman, etc. , mas por ser uma história fora do padrão do super-herói clássico tiveram que inventar outros personagens. É tudo às avessas: Dr. Manhattan vai de herói a vilão e Ozymandias vai de vilão a herói e os demais personagens são justiceiros agindo por conta própria na marginalidade. É outro tipo de história e não serve como exemplo de vilão triunfando no final.

planocritico 3 de maio de 2019 - 13:11

Mas vilões não normalmente psicopatas ou sociopatas. Thanos é um sociopata, não?

Abs,
Ritter.

Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 10:32

Reply.

Responder
Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 11:29

Reply.

Responder
Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 13:07

Reply.

Responder
Carlos Alexandre 2 de maio de 2019 - 13:07

Qualquer um pode ver que o começo da segunda parte é na verdade o final da primeira. Todos filmes terminam com a derrota do vilão. Mas como eles viram que a introdução da Capitã Marvel não fazia sentido sem apresentá-la antes, tiveram que interromper ali para o filme dela ser filmado. Faria mais sentido aquele filme ter sido lançado antes do Guerra Infinita.

Responder
planocritico 2 de maio de 2019 - 17:48

Ao contrário, tenho a mais absoluta certeza que aquele começo de Ultimato sempre foi planejado assim. E as filmagens não foram paralisadas por causa de Capitã Marvel. GI e Ultimato foram filmados ao mesmo tempo, ambos antes de CM.

Abs,
Ritter.

Carlos Alexandre 3 de maio de 2019 - 08:45

Faria mais sentido para a narrativa que o filme da CM fosse lançado antes do GI. Nada mais. Abs!

planocritico 3 de maio de 2019 - 10:45

Acho que não fez a menor diferença.

Abs,
Ritter.

Carlos Alexandre 3 de maio de 2019 - 11:44

Isto explica muita coisa…

Gabriel Carvalho 4 de maio de 2019 - 05:28

Guerra Infinita tem uma conclusão: a derrota. É um filme pessimista sobre o fracasso dos super-heróis.

Responder
AleCassia Aguiar 21 de maio de 2019 - 10:09

compartilho deste mesma visão.

Responder
Jonathan Almeida 28 de abril de 2019 - 08:41

Outra questão que levanto, é como vai ficar o mundo agora que voltou a ter 8 bilhões de pessoas nele novamente, sem falar nos seres vivos também.

Poxa, será um segundo apocalipse, até maior que o primeiro com estalar da Manopla do Traços, o caos se espalharia.

E só parar pra analisar, o mundo já estava se adaptando neste 5 anos, depois de ter metade de sua população dizimada, mais ou menos 4 bilhões, e os 4 bilhões restantes seguiram com sua vida. Pois lembra logo no começo do cara que estava falando sobre a perda do companheiro?! Pois é, muita gente estava nesta mesma situação, de luto, mas outros seguiram com suas vida, talvez tenham se casado de novo, ou engrenado relacionamentos sério, tiveram até novos filhos nesses novos relacionamentos, um exemplo: imagina um cara que assim como o Gavião Arqueiro, perdeu toda a família, mulher e filhos, e seguiu em frente, casou de novo, teve novos filhos, e de repente, sua antiga família retorna da morte, e aí como fica agora?! O cara dividido entre sua nova e antiga família?! Se separa da atual esposa e volta pra antiga?! Complicado isso.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 09:51

Teremos que esperar para ver se futuros filmes abordarão isso ou se passarão por cima.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 28 de abril de 2019 - 10:33

É um filme da Marvel/Disney, não do James Cameron.

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:12

Acho que explorar essa questão não diz respeito ao filme. Mas achei que 5 anos foi um lapso temporal muito grande para dar a solução que deram, justamente por esses motivos. Em contra partida esse tempo serviu para desenvolver o drama de alguns personagens, especialmente Thor e Clint, o que para o filme era mais importante.

Responder
Sr. Presidente 29 de abril de 2019 - 15:03

Muita gente pode ter se suicidado ao ver sua família e amigos mortos. Cinco anos depois eles voltam e os entes queridos não estão mais lá. É uma baita dor de cabeça se parar para pensar nisso.

Responder
Carlos Alexandre 30 de abril de 2019 - 11:09

Então escreva o roteiro de uma sátira para a revista MAD.

Responder
maumau 28 de abril de 2019 - 08:20

Admiral whiskers deu uma força p o Scott lang

Responder
Anônimo 28 de abril de 2019 - 02:47
Responder
Wagner Farias 28 de abril de 2019 - 20:09

Eu comparei com o de volta para o futuro 2 no que se refere a revisitar lugares ver suas versoes do passado, etc. Como filme nao tem comparaçao. É outro tipo de filme de volta para o futuro era um filme leve. E a ciencia da viagem no tempo de DVPF é muito mais logica que a de ultimato. Mas aí é que entra a fisica quantica, explicando tudo. Quanto ao retorno do rei, pra mim, nao existe comparaçao. Foi o melhor e mais épico filme que assisti até hoje. E ja faz quase 20 anos.

Responder
Gabriel Carvalho 28 de abril de 2019 - 22:44

Na verdade, a ciência de DVPF é muita mais fantasiosa que a de Ultimato. Cientistas já comprovaram: se viagem no tempo existir, não será como DVPF. A Teoria dos Muitos Mundos é uma das que têm mais força.

A ciência de Ultimato é mais complicada, embora seja simples por um outro lado, porque é passível de inúmeras explicações. Tudo pode ser respondido por lógica, apesar do longa não ter ganhado as explicações que encerrariam qualquer dúvida. Mas existir dúvida sobre como aconteceu não impede de existir lógica.

Responder
Flavio Augusto 2 de maio de 2019 - 11:00

Se é uma teoria, não é uma comprovação.

Responder
Gabriel Carvalho 2 de maio de 2019 - 17:48

Claro, amigo. Porque ninguém viajou no tempo e isso é o roteiro de um filme.

Diego Borges 28 de abril de 2019 - 02:39

Minhas considerações. O filme é excelente, duvido fazerem algo mais grandioso. Estou com muita pena da DC (E da própria Marvel, acho que ela não vai se superar depois desse filme). Mas tenho que levantar alguns pontos. O grande conflito poderia ter uma resolução bem mais simples e usando apenas uma das jóias. Seria preciso apenas recuperar a jóia do tempo e retroceder até o momento em que Thor acerta Thanos com a Stormbreaker, dessa vez fazendo o serviço direito (tá certo que tiraria a graça do filme). Vejam bem, não seria uma viagem no tempo, seria um retrocesso no tempo, o que é bem diferente. A Capitã Marvel é tipo um Ikki de Fênix, um personagem fodão que só aparece na hora da porrada. O único propósito narrativo dela foi resgatar o Stark. E a cena do girl power não passou de fan service. Também me frustrei um pouco por Sharon Carter e Lady Sif terem sido completamente ignoradas, bem como suas intérpretes.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 02:39

Mas usar a joia do tempo apenas não faria TUDO voltar ao momento do Thor acertando a Stormbreaker em Thanos? Se sim, isso desobedeceria uma premissa estabelecida por Tony Stark ao voltar para os Vingadores com sua tecnologia: que sua família vem na frente de tudo. Usar a joia do tempo apagaria Morgan.

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner Farias 28 de abril de 2019 - 06:09

Nao necessariamente. A Morgan é a filha dele com a pepper. Por que ele nao teria ela novamente? Mas eles teriam que retroceder e manter a mente deles com o que sabem na atualidade, senão aconteceria tudo igual de novo. Se isso fosse possivel o Dr. Estranho saberia.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 09:42

Ele fala que não queria arriscar o que já teve. É a condição estabelecida por ele que basicamente diz que ele não queria trocar o certo pelo duvidoso.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:30

Seria impossível ter a mesma filha. Biologicamente falando.

Responder
Diego Borges 28 de abril de 2019 - 09:21

Sim, entendo ser este o principal impedimento a essa estratégia. Se bem que dois personagens morreram para que Morgan pudesse viver (a Viúva Negra e o próprio Stark).
PS. Não entendo a estratégia da Marvel em matar a Viúva, sendo que terá filme dela ano que vem. Fazer filme de origem para uma personagem que já está morta me parece anticlimático.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 09:35

Apesar de a morte dela ter sido belíssima e perfeitamente lógica dentro da estrutura do filme, também não entendi bem a estratégia comercial disso não considerando o filme que vem por aí. Mesmo passando-se no passado, a morte dela pode esvaziar o interesse pela obra.

Abs,
Ritter.

Responder
maumau 28 de abril de 2019 - 14:15

Tb acho anticlimatico,como a aparição do ronan no filme da capitã
Quem morreu,morreu…

Responder
Cristhian Lopes 28 de abril de 2019 - 15:48

Não seria mais de bom senso apagar a filha do Tony e como voltou no tempo não poderia ter a filha de Novo?

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 16:08

Em tese, sim. Mas essa regra foi estabelecida dentro do filme, então não tem muito jeito.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:21

Você fala pq não é a sua filha kkk. Tony é o único que tinha o conhecimento para fazer funcionar a viagem. Nenhum pai no mundo, que realmente saiba o que esta palavra significa permitiria um desfecho diferente. Me espantaria se fosse diferente.

Responder
Carlos Souza 23 de maio de 2019 - 12:56

Verdade, prefiro morrer a colocar meu filho em risco!!!!

Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:30

A grade sacada da Marvel foi aquele lance do estranho. Tudo teria que ser dessa forma, pois somente dessa forma é que daria certo. Foi realmente genial. Com uma cena simples você justifica tudo, absolutamente tudo que vem depois.

Responder
Wagner Farias 28 de abril de 2019 - 20:24

Tambem pensava assim, mas na logica do filme uma realidade nao afeta outra, entao, eles poderiam ter outro filho que em tese seria a Morgan. Mas… e se…. E acho que essa duvida seria suficiente pro Stark rechaçar a ideia. É o que eu faria.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 22:06

Exato.

– Ritter.

Carlos Alexandre 30 de abril de 2019 - 11:29

Ele não poderia fazer isto por uma “QUESTÃO DE TEMPO”. Mas não é só uma questão de lógica aristotélica, e sim de lógica a serviço das soluções dramáticas, daquilo que é melhor para a narrativa funcionar.

Responder
Roger Jr 28 de abril de 2019 - 00:44

Uma dúvida que ainda ficou. Pelo que mostrou no começo de Guerra Infinita, Thanos explodiu a nave onde estavam os Asgardianos. Como ainda sobreviveram alguns?
Não lembro direito do final de Thor Ragnarok, mas todos os Asgardianos não estavam em apenas uma única nave que fugiu pra Terra?

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 00:53

Não. Em GI é dito com todas as letras que Thanos matou a metade dos asgardianos.

Abs,
Ritter.

Responder
Roger Jr 28 de abril de 2019 - 00:37

Ponto “fraco” do filme: O Visão não voltou.
Ponto forte: Estou com o físico melhor do que o do Thor rs

Ótimo filme! Fazia tempo que não sentia aquela “explosão” de sentimentos, assistindo a um filme.

Responder
maumau 28 de abril de 2019 - 08:20

No próximo filme do pantera a shuri deve recriar o visão c os dados q ela obteve em guerra infinita

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 09:34

Vai ter que recriar antes, pois tem WandaVision vindo por aí no Disney +!

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:30

Será que não vai se passar no vácuo de tempo entre AoU e IW?

Responder
Diego Borges 28 de abril de 2019 - 09:42

A inteligência artificial Jarvis deve estar por aí, tal como aconteceu em Age of Ultron. O desafio deve ser criar um novo corpo.

Responder
Carlos Souza 23 de maio de 2019 - 12:56

Ele morreu de causas digamos, naturais, aheuhaheuaheuhauheuaheuahuehuaheuahueauheuhu. Que fique enterrado num ferro velho!!!

Responder
Pedrinho Rude Boy 28 de abril de 2019 - 00:24

Só quero fazer uma observação. Alguém notou que quando o Capitão passa o escudo para o Falcão ele empunha de uma forma que a estrela do escudo fica exatamente no pentagrama que simboliza Baphomet ? https://uploads.disquscdn.com/images/680a1dce1715abe9a801201e16329adce6887ca588a6242d46ff91385d4dfd67.jpg

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 00:30

Como é que é???

– Ritter.

Responder
Pedrinho Rude Boy 28 de abril de 2019 - 00:37

Pode ser uma coincidência a forma que mostraram a estrela naquele momento ? Até pode, mas acredito que na indústria fonográfica e cinematográfica americana nada é por acaso.
https://uploads.disquscdn.com/images/6ecbba98bd7b850423d2006eb274783a8fdc9fb9ed4d840871785a45694ed5de.jpg

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 00:53

Bem, a forma como Sam empunha o escudo é igual a forma como o Capitão empunha, pois as alças do escudo o mantém fixo em uma posição. O que varia é o ângulo do braço, mas se você pesquisar imagens do Capitão nos filmes verá a posição aí do cabrito sinistro em várias delas. Não acho que seja qualquer sinal disso aí não…

Abs,
Ritter.

Responder
Pedrinho Rude Boy 28 de abril de 2019 - 00:53

Apaguei a observação, nem publica o outro comentário, não quero polemizar aqui no fórum. Abs.

Responder
Pedrinho Rude Boy 28 de abril de 2019 - 00:53

Vc poderia publicar meu comentário sobre a série Black Summer, tá pendente há uns 5 dias…

Responder
Dri Ferro 28 de abril de 2019 - 00:08

Apesar de alguns furos/conveniências de roteiro, Vingadores: Ultimato é um filmaço! É um De Volta para o Futuro 2 + SdA: O Retorno do Rei.
Um final digno para essa primeira saga do MCU.

Meus momentos preferidos com certeza foram:

Capitão digno erguendo o Mjolnir e descendo um combo no Thanos que o Thor em todos esses anos não deu em ninguém
Capitão, o exército de um homem só se levantando sozinho contra o exército do Thanos e nisso rola o “A Esquerda” e todo mundo surge culminando no momento mais esperado, finalmente rolou o “Avante, Vingadores!”
E por fim a esperada dança entre Steve e Peggy ao som de “It’s Been a Long, Long Time”, que cena linda, abri um sorriso e a lágrima escapou justo na ultima cena do filme, baita escolha pra cena final.

Quanto ao que o filme ficou devendo:

Hulk tendo sua revanche contra o Thanos
Coulson e Mercurio poderiam ter feito uma aparição durante o ato das viagens no tempo

Quanto a dúvida do Old Man Steve:

O filme estabelece que do mesmo jeito que ocorre em Dragon Ball com o Trunks do Futuro, alterar o passado não altera seu futuro original, pois senão criaria o paradoxo de você não ter aquele futuro e assim não ter a necessidade de alterar o passado. Isso é mostrado no filme mais explicitamente pelo fato da Nebulosa do passado morrer, mas isso não afetar a Nebulosa do futuro, que continua ali.
Sendo assim, pressupõe-se que o Capitão ter voltado no tempo pelo Reino Quântico devolvendo as jóias e o Mjolnir ao devido lugar eliminaria as linhas do tempo divergentes criadas durante as viagens, porém o Steve permaneceu em um passado vivendo sua vida com a Peggy, o que criaria uma realidade alternativa que não seria a linha principal que nós acompanhamos, onde nela haveria ao mesmo tempo 2 Steves: O Steve que viajou no tempo e se casou com a Peggy, não chegando a usar o Reino Quântico para voltar para a linha principal (pois se ele usasse essa fonte ele iria aparecer na plataforma operada pelo Bruce Banner) e o Steve original daquela linha que viveu a vida de Capitão América até chegar no ponto da viagem no tempo, mas isso entra em conflito com as regras apresentadas no filme e com a cena do Old Man Steve no final.
Como ele poderia estar ali na “linha principal” se ele não voltou pelo Reino Quântico e apenas viveu até chegar naquele ponto se essa linha do tempo que nós acompanhamos não é a que ele criou por ter permanecido no passado com a Peggy?
Dentro das regras estabelecidas para a viagem no Reino Quântico isso não faz sentido, porém e se o Steve não viveu a vida com a Peggy por intermédio da viagem pelo Reino Quântico e sim através do poder da Jóia do Tempo? Em todas as utilizações que vimos dessa joia em Dr.Estranho e Guerra Infinita seu uso agia atuando alterando o tempo daquela linha onde ela havia sido utilizada, não se falando nada sobre criar Realidades Alternativas.
O Steve ao devolver a jóia do tempo para a Anciã poderia ter pedido para ela que o levasse para o passado de sua linha do tempo, com a joia burlando a criação de uma realidade paralela afetando a linha do tempo original sem criar ramificações, isso faria com que o Steve sempre fosse o Marido da Peggy que ela cita no Cap 2 e também explicaria o Old Man Steve na linha principal entregando o Escudo para o Sam.
Tal ato eliminaria o fato mesquinho do Capitão ter criado uma Realidade Alternativa apenas para se satisfazer, o que vai contra a personalidade do Herói.

Quanto ao Escudo Intacto:

Não sabemos ao certo quanto tempo se passou entre a batalha final e a cena do Steve voltando no tempo, porém nesse meio tempo é provável que o Pantera Negra tenha consertado o Escudo do Capitão com Vibranium e assim, antes que Steve viajasse pelo Reino Quântico ele poderia ter escondido o escudo, de fato que o Old Man Steve soubesse onde ele iria estar quando o momento certo chegasse, ou seja aquele escudo não veio do passado, e sim sempre esteve ali.

Responder
Felipe 29 de abril de 2019 - 15:29

Genial esse teu pensamento, fiquei muito curioso a respeito do que realmente aconteceu com Steve, não consegui encontrar sentido nessa parte também.

Responder
Benedict Benedito 27 de abril de 2019 - 22:37

No funeral do Stark, poucos perceberam Ty Simpkins (Harley Keener de HF3) no funeral
Eu esperava uma ação dele no filme, só o futuro dirá…

Responder
Carlos Alexandre 30 de abril de 2019 - 11:29

Nossa! Que baita spoiler!

Responder
Steampunk Vagaroso 27 de abril de 2019 - 22:21

Texto irretocável, mas o filme… Nem tanto.

Guerra Infinita é superior em tudo. Guerra Civil tem a melhor cena de ação do MCU (a do aeroporto) e Capitão América 2 continua sendo o melhor desse universo

Responder
Gabriel Carvalho 28 de abril de 2019 - 01:51

Valeu pelo Feedback positivo! Eu não sou o maior fã de Soldado Invernal, apesar de achar ótimo, mas todos esses citados gosto bastante!

Responder
Bruno Quinta 27 de abril de 2019 - 21:56

E, mais uma vez, o, já conhecido, Gabriel, primeiro de seu nome, protetor das vírgulas, ataca novamente, em uma crítica, para mim, ortograficamente excessiva, no uso de recursos, que normalmente, quando, bem usados, deveriam deixar uma frase, ou parágrafo, fácil de ler, e também, é claro, fluído.

Responder
Gabriel Carvalho 28 de abril de 2019 - 01:01

Nem vem, porque está tudo certinho. Pedi para a minha mãe ler e ela achou fluido, caro leitor. Você podia estar até certo em Aquaman, mas, dessa vez, tenho que defender minha arte.

Responder
Crys 27 de abril de 2019 - 20:13

Sinto do fundo do meu coração que este foi o último “Assemble”.
Ótima crítica e análise, como sempre❤
Amo muito vocês.

Responder
Gabriel Carvalho 28 de abril de 2019 - 01:07

Tentei fazer o meu melhor, trazer a minha ideia sobre a obra. Obrigado pelo carinho! O amor é recíproco.

Responder
Gabriel Carvalho 28 de abril de 2019 - 01:07

Tentei fazer o meu melhor, trazer a minha ideia sobre a obra. Obrigado pelo carinho! O amor é recíproco.

Responder
Diego Borges 28 de abril de 2019 - 09:51

Primeiro e último, na verdade. Não me lembro de terem dito em nenhum outro filme.

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:30

Não foi dito realmente. Só o gostinho em Era de Ultron

Responder
Stella 27 de abril de 2019 - 19:44

Algo que fiquei matutando na minha cabeça, é a possibilidade do Robert poder ainda voltar no MCU, aquele holografia deu a dica no final do filme
Aquilo foi referencia e muitos não perceberam. Tony fez a mesma coisa com a Iron Heart- Riri Williams nas HQs, ele falou com ela holograficamente após ele ter morrido. Mas Tony voltou como uma super inteligencia artificial com corpo sintético, entao acredito que o mesmo vai acontecer no MCU. Fora que tem rejuvenescimento em CGI. E fizeram muito bem já em filmes passados (principalmente em Star Wars com atores que ja morreram), então acredito que ele vai aparecer de uma maneira ou de outra, daqui ha alguns anos em CGI no rosto no MCU, e Robert so dando a voz.

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 21:09

Tony holograma e Steve rejuvenescendo são duas possibilidades fortes para o futuro do UCM, eu diria. Mas só daqui a alguns anos.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 27 de abril de 2019 - 21:25

Não acho que vai ser só holograma do Tony nao, acho que vão usar o método que ja usam em Star Wars vão rejuvenesce-lo , dando desculpa de corpo sintético e download no cérebro e etc. Coisa que já aconteceu na HQ, e Tony voltou como uma super inteligencia artificial. Mas claro acho que vai ser no futuro quando os X-Men estiverem estabelecidos. Robert só precisará dar a voz e um pouco de expressão para a versão em CGI realista que a marvel já é especialista.

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 21:25

Tenho dúvidas se o RDJ aceita um papel só de voz.

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 27 de abril de 2019 - 21:33

Aceita com certeza, ele ama a Marvel. Ele pode atuar mas vai ser algo minimo, o duble vai ser prioridade. O CGI faz o resto.

planocritico 27 de abril de 2019 - 21:33

Duvido. Deve ter no contrato dele – pedido por ele – o tempo de tela em que ele tem que aparecer sem o capacete de Homem de Ferro. Egos hollywoodianos são muito maiores do que você imagina!

Abs,
Ritter.

Stella 27 de abril de 2019 - 21:39

Sim, sei de lance contratual, rlx Ritter o cético kkkk. Mas Michael Douglas não reclamou kkk acho que ele não vai também. Ganhando um bom dinheiro.

planocritico 27 de abril de 2019 - 21:39

RDJ tem na manga o “sem mim, o UCM não existiria”, Michael Douglas não…

Mas veremos!

Abs,
Ritter.

Leonardo Lima 29 de abril de 2019 - 10:34

Tb gostaria disso, mas não acredito nem um pouco. RDJr é um ator muito caro. Agora mesmo ele deve embolsar uma boa grana das bilheterias do filme. Fora que usar o ator com rejuvenescimento via CGI encareceria muito o pós-produção.

Responder
LarsonAracaju 27 de abril de 2019 - 19:30

muito boa critica

Responder
Gabriel Carvalho 28 de abril de 2019 - 01:51

Brigado!!!!!!!!

Responder
Jason Mota 28 de abril de 2019 - 00:08

Concordo completamente!

Responder
Jason Mota 27 de abril de 2019 - 23:37

Concordo completamente!

Responder
Valdir Martins 27 de abril de 2019 - 18:58

Gente! Me me tirem uma dúvida: se Capitão América voltou ao passado e envelheceu lá só retornando já velho ao presente pra entregar o escudo, o que aconteceu com o Capitão do passado?

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 19:30

Ficou congelado até 2010 depois, já velho, conviveu com o do presente. Talvez tenha sido vaporizado juntamente com a metade dos seres do universo e retornou. Quem sabe?

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:38

Acho que ele só retorna depois da morte de Peggy. Isso foi próximo ao descongelamento dele

Responder
Gabriel Teperino (Sevens) 28 de abril de 2019 - 00:24

Ele foi viver com a pessoa que ele amou na vida inteira, ele mentiu todo mundo que ele era capitão america e no fim ainda deixa o Martelo do Thor na Inglaterra(acho que é na Inglaterra o primeiro filme 1º do Thor). É tipo quando tem viagem temporal você é obrigado a voltar no tempo pra tais coisas acontecer*, e o martelo foi um por exemplo, achei bem bacana isso deles corrigir algumas coisas.

* Uma serie boa disso é Dark, e outro anime também muito bom é Steins Gate, pra quem é fã de viagem temporal como eu.

Responder
Diego Borges 28 de abril de 2019 - 09:52

Na verdade, ele teria que deixar o Mjolnir em Asgard, pois foi lá que o Thor o pegou, lembrando que no momento, o Malekith tava tocando o terror por lá.

Responder
Valdir Martins 28 de abril de 2019 - 17:53

Pq se ele voltou e viveu com sua história de amor até envelhecer (E após isso voltou ao presente pra entregar o escudo ao falcao)… O q aconteceu com o Capitão do passado já q quem viveu ao lado dela foi o Capitão q foi devolver as jóias?

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 18:08

Galera, fiquei com algumas duvidas no filme. 1- quando a viuva e o gaviao foram pegar a joia da alma. Eu tinha entendido que nao bastava ser sacrificada uma alma. Teria que ser sacrificada pelo interessado, como foi com thanos e gamora, só que no caso, ela nao foi sacrificada, se sacrificou. Entao, sei lá, achei meio forçado isso ( sem falar q preferia que o gaviao fosse sacrificado). 2- o ” estalar de dedos” da manopla, pra mim era apenas um simbolismo do ato pensado, o que valeria era o pensamento do ato, mas o que pareceu era que a manopla precisa ser “ligada” estalando os dedos, tanto que o thanos, masmo com a manopla, nao conseguiu usar enquanto os herois nao deixavam ele estalar os dedos. É isso mesmo?
3- Eu tinha entendido que o thanos teria dizimado metade da vida inteligente do universo ( que em tese seria a que efetivamente consumiria os recursos naturais), mas quando todos voltaram, o homem formiga chegou na janela e viu passaros cantando, dando a entender que eles haviam retornado tambem. Achei confuso isso.
4- E o que aconteceu com a gamora? Entendo que esta gamora do passado nao teve uma vivencia com os guardiões. Ela nao vai fazer parte mais dos guardiões então?
E eles bem que poderiam ter pensado em uma maneira bem melhor do homem formiga ter voltado do que um rato apertar acidentalmente um botao né?

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 18:08

Vou tentar responder:

1. É necessário um sacrifício. Uma alma por outra. E quem fica precisa amar a pessoa que é sacrificada. Mas sacrifício inclui o auto-sacrifício. E foi isso que aconteceu.

2. É uma ótima pergunta. Em tese, não deveria mesmo ser necessário qualquer gesto para as joias funcionarem. O estalar de dedos vem dos quadrinhos e é uma representação visual e auditiva da coisa toda. Imagine como seria horrível esteticamente para um filme tudo acontecer com pensamentos apenas. O Doutor Estranho fazendo magia sem gestos e sem palavras mágicas e assim por diante. É uma conveniência necessária ao meu ver.

Abs,
Ritter.

Responder
Kleber Oliveira 27 de abril de 2019 - 20:04

3. A Viúva diz que ele eliminou metade de todas as criaturas vivas. O filme tentou abordar apenas as percas humanas.

4. O mistério da Gamora é justamente isso: um mistério. Tanto o é que o Quill está em sua busca no fim do filme. Talvez até seja um dos motores do próximo filme dos Guardiões.

4.1? O personagem Homem-Formiga é cômico. Para um visitante casual pode ser simples até demais mas meio que faz jus ao personagem.

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 18:08

Achei muito legal rever os acontecimentos do primeiro vingadores sobre outra otica,incluindo cenas extras q não vimos

Responder
Junito Hartley 27 de abril de 2019 - 16:49

Alguem pode me explicar na parte em que o capitao e o stark voltam no passado e estao na base militar e aparece a agente carter e jarvis do mesmo jeito que apareciam na serie da agente carter e o pai do stark que tambem aparecia na serie como o ator dominic cooper aparece velhaco? Achei esse erro muito tosco.

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 17:06

A série se passa bem antes dos anos 70 e o ator escolhido para viver Howard Stark na década de 40 e 50 foi o Cooper e, depois, na de 60 e 70 o Slattery. Basta ver o primeiro filme do Capitão América e o segundo filme do Homem de Ferro.

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 27 de abril de 2019 - 17:06

Sim isso eu sei, minha duvida é porque so o pai do stark envelheceu em 70? A Carter e o jarvis tao praticamente idênticos das suas versões de 40 e 50 em 70.

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 17:13

Para manter o padrão da escalação de atores desde o começo do UCM. Não tem outra explicação além dessa bem objetiva e simples.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor 27 de abril de 2019 - 16:28

O filme, como um evento, é divertidíssimo, mas acho que tem várias falhas de lógica interna e conveniências de roteiro que vão ficar mais bem mais aparentes se ele for re-assistido.

O mais gritante pra mim é que o clímax do filme é completamente gratuito. O Thanos propriamente dito é morto logo no início do filme, e dali em diante, o filme não tem mais um antagonista, o que move a trama é a missão de construir uma máquina do tempo e voltar no passado pra achar as jóias do infinito. Daí é criada uma enorme conveniência de roteiro pra trazer o Thanos do passado (e o seu exército) pro presente, só pro filme poder ter uma lutinha com eles no final. É legal? É. Pra caralho. Mas é completamente gratuito.

Isso sem falar na lógica interna da viagem no tempo, que é completamente cagada. O filme se dá ao trabalho de estabelecer suas próprias regras sobre como funciona a viagem no tempo, só pra jogar tudo pro ar com o decorrer da trama. E o pior é que o roteiro faz questão de citar outros filmes de viagem no tempo e falar que as regras deles são uma bobagem, sendo que a lógica interna desses outros filmes é bem mais consistente do que a de Vingadores: Ultimato.

Responder
Vnn 27 de abril de 2019 - 18:08

Falou e disse. Ao meu ver Endgame n tem vilão e isso foi oq estragou o filme. Fecharam uma era com basicamente só lembranças do passado e piadas bobas.

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 18:08

Até falei isso no meu comentario anterior. Criticaram a logica do de volta para o futuro, mas aquela explicaçao da anciã sobre o fluxo temporal lembrava muito a teoria do Dr. Emmet Brown. Mas como disse, eles tem a explicaçao perfeita pra isso. A fisica quantica. Como ninguem enende nada disso, o que quer que eles falarem ta certo, incluindo os varios paradoxos temporais do filme.

Responder
Victor Martins 27 de abril de 2019 - 19:06

O Thanos do passado é mais um vilão genérico que quer destruir o mundo e solta frases de efeito. Não tem a complexidade do Thanos de Guerra Infinita, o Thanos malthusiano.

É totalmente anticlimax, visto que ele não conhece os heróis, quão bom seria ver uma cena da Feiticeira com o Thanos de Infinity War, mas estragam a experiência.

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 19:44

O que poderia explicar seria o fato de aquele thanos nao ser mesmo o thanos de guerra infinita. O conjunto de experiencias que o thanos teve desde aquele momento até os eventos de GI o mudara. Tá certo, é meio forçado, mas poderia ser.

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:46

Sou de acordo com o segundo parágrafo. A última parte do filme é tão espetacular que ofusca o resto do filme.
Cara, temos que entender uma coisa: Viagem no tempo não existe. Então não existe uma lógica para se nortear. Qualquer um pode criar suas regras específicas para tal. Os filmes que eles citam são para os personagens o que este filme é para nós: ficção. O fato de vários filmes criarem regras parecidas não quer dizer absolutamente nada. Eu particularmente até curti a idéia.

Responder
Reinaldo Barbosa 27 de abril de 2019 - 14:21

Em suma, o filme é um fiasco, artisticamente falando. E tenho o maior jornal do Brasil ao meu lado:
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/04/vingadores-ultimato-e-o-filme-mais-chato-de-2019.shtml

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 15:02

Parabéns!

Responder
Jason Mota 27 de abril de 2019 - 23:29

Haters!!!

Responder
Jason Mota 28 de abril de 2019 - 00:08

Haters!!!

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 19:44

Nem sei porque responder comentarios de hater

Responder
Alain Oliveira 28 de abril de 2019 - 18:54

“Mais de duas horas sem ação.”
“Trovões, clarões e explosões sem fim.”
Meu filho, se decida.

Responder
Reinaldo Barbosa 27 de abril de 2019 - 14:12

Eu vi o filme, porque fui obrigado a isso. E eis aqui as minhas pricipais objeções:
01- Thor barrigudo e pinguço.
02- Hulk fraco e abobalhado.
03- Piadinhas sem graça aos montes.
04- Morte nada impactante da Viúva.
05- Roteiro que deixa muitas dúvidas.
06- Lentidão de mais de 2 horas.
07- Sequência final boa, mas corrida.
08- Capitã marvel chata, só tem papo.
09- Thanos saco de pancada.
10- Maquina de combate pífio.
11- Cadê os vilões do Thanos?
12- Heróis que retornam fazem pouco.
13- Fim do Capitão insatisfatorio.
14- Passar escudo para o Falcão.
15- O rato é o verdadeiro salvador.

Responder
Jonathan Almeida 27 de abril de 2019 - 14:29

Concordo com você em quase tudo.

Outra questão que levanto, é como vai ficar o mundo agora que voltou a ter 8 bilhões de pessoas nele novamente, sem falar nos seres vivos também.

Poxa, será um segundo apocalipse, até maior que o primeiro com estalar da Manopla do Traços, o caos se espalharia.

E só parar pra analisar, o mundo já estava se adaptando neste 5 anos, depois de ter metade de sua população dizimada, mais ou menos 4 bilhões, e os 4 bilhões restantes seguiram com sua vida. Pois lembra logo no começo do cara que estava falando sobre a perda do companheiro?! Pois é, muita gente estava nesta mesma situação, de luto, mas outros seguiram com suas vida, talvez tenham se casado de novo, ou engrenado relacionamentos sério, tiveram até novos filhos nesses novos relacionamentos, um exemplo: imagina um cara que assim como o Gavião Arqueiro, perdeu toda a família, mulher e filhos, e seguiu em frente, casou de novo, teve novos filhos, e de repente, sua antiga família retorna da morte, e aí como fica agora?! O cara dividido entre sua nova e antiga família?! Se separa da atual esposa e.volta pra antiga?! Complicado isso.

Responder
Felipe 29 de abril de 2019 - 15:49

Não pode esquecer também, que todas as pessoas que morreram com o estalar de dedos de Thanos no IW, retornaram no Ultimato com a sensação que o tempo não tinha passado, pensa nos conflitos que isso poderia trazer para a humanidade.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:09

Qual era a solução? Não trazer ninguém de volta?

Abs,
Ritter.

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 15:54

Quem te obrigou a ver o filme?

Sabe dizer “não “?

Responder
Reinaldo Barbosa 27 de abril de 2019 - 14:12

Pois eu percebi o quão absurdo é você se importar com personagens mascarados, dotados de poderes idiotas, que combatem vilões idiotas, enquanto na vida real enfrentamos problemas bem reais, como o aquecimento global, a corrupção na política, o terrorismo…

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 15:10

Que bobeira sua…

Responder
Peter 27 de abril de 2019 - 19:54

Que comentário prepotente.

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 14:12

Achei meio absurdo o capitão ir sozinho devolver todas as joias,muita cagada ainda podia acontecer nesse processo,tinha q ir pelo menos um pra cada joia…
Mas o final com a peggy foi o melhor do filme!

Responder
Reinaldo Barbosa 27 de abril de 2019 - 14:03

Quando eu era criança, eu vi o Superman do Richard Donner; fiquei muito triste por não poder ter os poderes de Kal- El.Depois passei a ler livros, e minha paixão infantil por quadrinhos passou.

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 14:21

Uau, um adulto sério que não gosta de filmes de super-heróis e que não gosta de ver outros gostando de filmes de super-heróis! Merece uma sardinha!

Abs,
Ritter.

Responder
Reinaldo Barbosa 27 de abril de 2019 - 14:02

Gente, Vingadores é apenas um filme-pipoca, feito para crianças e adolescentes. É legal, OK, para uma matinê com a família – mas depois tem de ser esquecido.

Responder
Jason Mota 27 de abril de 2019 - 23:29

Pena que ninguém aqui liga para os seus comentários… KKKKKKKKKKKKKKKKK.

Responder
Jason Mota 28 de abril de 2019 - 00:08

Pena que ninguém aqui liga para os seus comentários… KKKKKKKKKKKKKKKKK.

Responder
Reinaldo Barbosa 27 de abril de 2019 - 13:53

Creio que em todos esses 22 filmes da Marvel, faltou o personagem mais importante, o mais icônico e representativo dessa década de filmes de super-heróis: O MERCENÁRIO- pois ele é, sem dúvida, a inspiração da maioria dos críticos que analisaram esses filmes!

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 15:10

Valeu por me chamar de Mercenário.

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 16:28

Viu os 22 filmes pra que,se são coisa de criança?
Se e pra esquecer,como vc lembra?
Te obrigaram a ver todos?
Contraditório pra caramba vc, hein,hater?

Responder
jonatas dias 28 de abril de 2019 - 16:56

Na moral, esse cara aí é um babaca

Responder
Cristhian Lopes 27 de abril de 2019 - 13:43

Gostei bastante do filme, mas tirando vários furos do roteiro , alguém sabe explicar de onde apareceu aquela armada do Thanos ? Conseguiram todos através da viajem no tempo ? E o Thanos como voltou se ele não tinha partículas Pyn? E como se devolve a joia da alma? Entregando para o caveira?

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 14:03

Depois q o gavião pegou a joia o caveira vazou de vormir,provavelmente o Steve só chegou lá e jogou a joia lá embaixo….

…se bem q um encontro caveira/capitão seria bacana

Responder
Rickzinho 27 de abril de 2019 - 15:19

o Thanos tinha sim a partícula

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 17:34

Pelo q entendi o thanos tinha só um frasco da particula pyn e usou pra trazer sua nave com tudo aquilo dentro.

Responder
Vnn 27 de abril de 2019 - 18:08

A nebulosa roubou a partícula da nebulosa do bem deu uma partícula pra ele e ele deve ter inserido na nave dele.

Responder
Wagner Farias 28 de abril de 2019 - 06:24

Mas se ela deu a particula pro thanos, como ela voltou com os outros?

Responder
Vnn 28 de abril de 2019 - 16:44

🤔 então acho q ela usou essa partícula, voltou com eles e naquela cena q ela mexe no computador na base do vingadores ele fez uma “mágica” e trouxe eles. Pq se n for isso n sei oq pode ser kkkk

Responder
Vnn 28 de abril de 2019 - 16:44

Então deve ter um furo de roteiro

Responder
Calem 29 de abril de 2019 - 17:52

Ele deu de volta e ela usou para substituir a nebulosa normal.Dai ela usou a maquina dos vingadores para trazer o exercito inteiro.

Responder
planocritico 29 de abril de 2019 - 17:58

Mas aí faltou mais um frasco para encolher a Santuário II, não?

Abs,
Ritter.

JCésar 27 de abril de 2019 - 11:28

Só não entendi como agora todo mundo pode pegar uma joia do Infinito nas mãos e no filme dos Guardiões todos se seguraram e quase morreram para segurar 1 só.

Responder
Victor Nicolau 27 de abril de 2019 - 12:10

A única que segurou nas mãos foi a da alma, não? As outras estavam em seus respectivos recipientes (tesseract, orbe, etc…)

Responder
Cristhian Lopes 27 de abril de 2019 - 13:52

O Hulk pegou na mão.

Responder
JCésar 1 de maio de 2019 - 16:06

Durante todos os filmes anteriores sim, mas no filme Ultimato eles seguraram todas elas nas próprias mãos, como se fosse qualquer tipo de pedra brilhante.

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 13:11

Acho q o Hulk recebeu da anciã a joia do tempo nas mãos…ignoraram os eventos do primeiro guardiões…

Responder
Henrique Valle 27 de abril de 2019 - 14:03

Hmm, dá para pensar em algumas justificativas.

Eu diria que isso pode ser uma característica daquela jóia em particular (A jóia do poder, nada menos). Talvez ela tenha ficado muito tempo isolada até ser encontrada no GotG, então estava transbordando poder toda vez que era exposta no começo, mas se estabilizou depois de ser usada pelos guardiões.

De qualquer forma, me parece um erro de continuidade fácil de passar por cima.

Responder
JCésar 1 de maio de 2019 - 16:06

Acho que eles simplesmente esqueceram e não tinha como reverter para esse filme, então largaram para lá tudo o que foi mostrado anteriormente.

Responder
Junito Hartley 27 de abril de 2019 - 11:04

Gostei muito do filme. Agora algumas coisas que me incomodaram foi o fato do homem aranha e o homem de ferro toda hora no meio da luta ficar sem a mascara so pra mostrar o ator, pra que isso? Geral sabe quem sao eles ali por debaixo da mascara, e o Hulk nos dois filmes nao teve NENHUMA luta digna de Hulk, porra, é do Hulk que estamos falando pow!!! Nem na batalha final ele aparece lutando.

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 17:44

Eu também fico cabreiro com isso, mas eu entendo. Isso deve ser até obrigação contratual dos atores, se duvidar. O que eu não entendo é porque o Capitão insiste em usar máscara se a identidade dele é a mais pública de todas.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 20:21

Não é uma máscara, é um elmo. Essa era fácil demais, cara.

Responder
Dri Ferro 28 de abril de 2019 - 00:08

Capitão usa o Elmo mais por proteção mesmo e não pela identidade secreta.

Responder
planocritico 28 de abril de 2019 - 00:16

O elmo ok, mas a máscara?

Abs,
Ritter.

Responder
Jonathan Almeida 27 de abril de 2019 - 10:15

Outra questão que levanto, é como vai ficar o mundo agora que voltou a ter 8 bilhões de pessoas nele novamente, sem falar nos seres vivos também.

Poxa, será um segundo apocalipse, até maior que o primeiro com estalar da Manopla do Traços, o caos se espalharia.

E só parar pra analisar, o mundo já estava se adaptando neste 5 anos, depois de ter metade de sua população dizimada, mais ou menos 4 bilhões, e os 4 bilhões restantes seguiram com sua vida. Pois lembra logo no começo do cara que estava falando sobre a perda do companheiro?! Pois é, muita gente estava nesta mesma situação, de luto, mas outros seguiram com suas vida, talvez tenham se casado de novo, ou engrenado relacionamentos sério, tiveram até novos filhos nesses novos relacionamentos, um exemplo: imagina um cara que assim como o Gavião Arqueiro, perdeu toda a família, mulher e filhos, e seguiu em frente, casou de novo, teve novos filhos, e de repente, sua antiga família retorna da morte, e aí como fica agora?! O cara dividido entre sua nova e antiga família?! Se separa da atual esposa e.volta pra antiga?! Complicado isso.

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 13:11

Concordo,em 5 anos não daria pra reverter toda a destruição e coisas como navios encalhados em volta da estátua da liberdade,e essa galera toda voltando geraria uma confusão danada.

Responder
Jonathan Almeida 27 de abril de 2019 - 09:59

Oi pessoal, adorei o assisti está quinta e foi uma experiência incrível, mas devo admitir que não gostei muito das decisões do roteiro deste filme, ele é ainda é um bom filme, mas em minha opinião, Guerra Infinita e superior a este.

Não queria admitir, mas depois da saída do cinema de Ultimato, fiquei com a mesma sensação é sentimentos de quando assisti The Dark Knight Rise, ambos se parecem neste apecto, que apesar de serem bons filmes, não superam seus antecessores, além de conter em suas tramas muitos furos de roteiro, que acabaram pra mim me tirando um pouco a nota como filme.

Minha nota:

Guerra Infinita: 10/10
Ultimato: 07/10

Responder
Victor Nicolau 27 de abril de 2019 - 12:20

Quais furos? Achei que ficou bem fechado… Costumo falar agora que guerra infinita é ação e Ultimato, coração. Os dois se completam muito bem!

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 13:42

Guerra Infinita é vitamina, enquanto que Ultimato é gordura.

Responder
Jonathan Almeida 27 de abril de 2019 - 14:36

Kkkkk

Definiu bem em uma frase meus pensamentos sobre o filme.

Responder
Alain Oliveira 29 de abril de 2019 - 09:58

Tem alguns bem evidentes.
Começa logo com a Capitã achando quase que milagrosamente o Stark.

A Nebulosa má e toda a armada do Thanos conseguem viajar no tempo só com um frasco de partículas Pyn.

O capitão velho aparecendo do nada. O filme mostra que o viajante deve retornar da mesma máquina que foi. Se ele não retornou da máquina significa que ele já estava lá. Logo o passado foi alterado. O que segundo o filme não é possível. Se o passado não foi alterado significa que ele sempre esteve lá, durante todos esses anos. Mas se ele sempre esteve lá significa que ele sempre voltou no tempo após a morte de Thanos o que implicaria no fim dos eventos da Guerra Infinita. Que precisa ocorrer para ele voltar no tempo e sempre estar lá.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 13:35

Concordo plenamente!

Responder
Éder 27 de abril de 2019 - 09:42

Filme realmente muito bom. Um marco. Mas não pude deixar de sentir um vazio ao término da experiência devido aos que ficaram para trás, principalmente Cap, meu personagem favorito da Marvel (no cinema) e que teve um desfecho realmente bom. Mas, o vazio…

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 13:12

Antes de assistir me veio essa sensação de vazio,de estar órfão depois de ver a conclusão da saga,principalmente sabendo que o capitão e o stark não voltarão mais…mas o que me emocionou ao extremo foi a cena final c o beijo do Steve e peggy,e isso da um certo alento…pura emoção

Responder
Warlock Prime 27 de abril de 2019 - 09:12

Faz tempo que não comento, mas não podia deixar de passar aqui para parabenizar o Plano Crítico pelas suas críticas, são as melhores. A sua Gabriel e a do Ritter sem spoilers foram excelentes. Falando do filme, achei um desfecho sensacional, realmente uma montanha russa emocional.

Particularmente não gostei de algumas decisões criativas, entre elas a escala de poder, foi ótimo ver o titã louco, mas convenhamos ali sem as jóias, apenas na força bruta ele perderia fácil. A batalha em si é fantástica, a maior que veremos em anos.

Mas não se compara a engenhosidade e overpower que vemos em Titã. Em relação a viagem no tempo e realidades paralelas, pelo contrário do que alguns pensam, está longe de ser uma solução preguiçosa, mais uma vez foram muito corajosos, facilmente poderiam escorregar no roteiro e direção, quem sabe até estragar tudo aquilo que foi construído durante anos. Óbvio que se for procurar por erros vamos ficar incomodados com isso ou aquilo, como o retorno do capitão, por mim poderia ter encerrado com ele dançando com a Peggy sem o retorno, mas do jeito que ficou foi uma cena linda.

Com um olhar panorâmico sobre o MCU ele encerrou alguns ciclos de forma linda e apontou para o futuro com muitas expectativas. Que venha os próximos 10 anos, estou ansioso pelo que a Marvel possa nos entregar.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 13:42

Foi um bom filme, mas nem arranha Guerra Infinita.

Responder
Jonathan Almeida 27 de abril de 2019 - 14:36

Concordo, Ultimato está pra Guerra Infinita, assim como TDK Rise está para TDK, bons filmes mas inferiores ao seus atencessores, e com muito furos.

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 18:33

Acho que o Cap entendeu que ele devia uma explicaçao aos seus amigos. Se ele simplesmente desaparecesse, deixando todos sem explicação, seria mais uma dura perda pra quem ja teve tantas. Ele fez o correto, e não poderia se esperar menos dele.

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 18:33

O Capitão sempre faz o que é certo!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Herbert Engels 27 de abril de 2019 - 07:44

Parece que o senso de jornada (até que enfim) foi retomado para assim como O Retorno do Rei e as Relíquias das Morte 2 trazer um final apropriado para os personagens.
Não assistirei o filme porém pois já enjoei da franquia.

Responder
David Rocha 27 de abril de 2019 - 04:10

Pra quem está confuso sobre uso da viagem no tempo, eis uma explicação básica do método usado no filme:

“Paradoxo das Linhas de Tempo Alternativas: Segundo esse paradoxo, o passado não pode ser modificado, e qualquer tentativa de mudá-lo causará a criação de uma linha de tempo alternativa, de existência paralela à linha de tempo original a partir do ponto de mudança. A mera chegada do viajante no passado já causaria sua mudança.”

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 18:33

Acho que é um pouco mais complicado que isso.

Responder
Nilson Santana 27 de abril de 2019 - 03:56

Como sempre, crítica excelente! Dou 5 estrelas, mesmo tendo me incomodado com algumas coisas. São elas… excesso de deformação no corpo de Thor e das piadas com a situação dele; Não sei se foi só eu, por não ser muito aficcionado, mas não entendi mesmo como os Asgardianos estavam na terra (por favor me expliquem); Um rato cara? Ah! Por favor! Só se fosse o Splinter; Pouca consideração com o Scot Lang (o cara é foda!); Subutilização da Capitã Marvel (aquela tida como “pilar” da fase 4), embora tenha entendido ela aparecer nos momentos decisivos, mas pra mim só ratificou o filme piegas que é o solo dela; final do Capitão e do filme (cena final) foi digna de romance açucarado e novela; Fora essas e outras coisas pequenas (e pessoais) que pra mim são pontuais, o filme é grandioso a batalha final é épica (pensei que aquilo só fosse possível nas HQs). Foram 3 horas deliciosas assistiria 6 horas numa boa… E, teve momento que achei infartaria (principalmente no bombardeio de Thanos a base dos vingadores), precisei beber um pouco de água, não houve antes nenhum filme que me causou isto e acredito que não haverá!

Responder
Victor Nicolau 27 de abril de 2019 - 12:20

Na quela batalha eu fiquei pedindo baixinho: não acaba, não acaba, não acaba… kkkkkkkk

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 13:19

O bombardeio foi assustador,deu até falta de ar,silêncio total no cinema…

Responder
Nilson Santana 27 de abril de 2019 - 21:01

Foi meu fim no filme, não tinha mais esperanças…

Responder
planocritico 27 de abril de 2019 - 18:41

Thor representa, nesse filme, a depressão profunda, a entrega à autodestruição. Nós rimos dele, mas isso fala mais de nós do que dele…

Os Asgsrdianos vieram para a Terra pois Asgard foi destruída em Thor 3 e é natural Thor trazê-los para cá.

Sim, um rato. Genial. Thanos tem seu plano demolido por um rato. Foi esse o futuro vitorioso dos 14 milhões que o Doutor Estranho viu.

Capitã Marvel = ainda bem que ela apareceu pouco!

Capitão Marvel = esse era o melhor final para ele, um que já vinha sendo telegrafado desde o primeiro filme dele.

Abs,
Ritter.

Responder
José Afonso 26 de abril de 2019 - 23:51

De fato, o uso da Capitã Marvel me incomodou um pouco, visto que ela teria facilitado muita coisa no filme e a justificativa utilizada é meio fraca (também tendo a gostar um pouco menos de personagens muito apelões).

Do resto, foi um bom filme e o melhor dos vingadores.

Curiosidade: no cinema, no momento em que o capitão América consegue usar o martelo do Thor, o cinema veio aos aplausos e gritos (pela hora da sessão, a maioria era adolescentes. Quando o homem aranha apareceu e as mulheres se juntaram também houve comemoração) hahah

A partir daí eu tive uma crise de riso (mas não fiz barulho) que de certa forma atrapalhou a experiência na reta final do filme.

Mas levei na boa, não estou reclamando.

Enfim.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:27

É um filme, em uma instância que não abordei na crítica, sobre passar bastão, sobre trazer novas visões de heróis ao mundo contemporâneo. Eu preferia que a Capitã não tivesse sido escanteada assim. Mas, por outro lado, não tinha jeito. Ela é muito apelona. Só se colocassem ela para usar a Manopla do Infinito antes e, portanto, a enfraquecer no combate com Thanos.

Também acho que a Nebulosa poderia ganhar mais nuances caso tivesse ido para o passado com a intenção de trazer sua irmã de volta e impedir que ela morresse naquela realidade.

Em suma, Ultimato poderia ser melhor e mais redondinho assim. Mas é um puta filme coeso tematicamente e muito rico.

Responder
José Afonso 27 de abril de 2019 - 09:27

Então, não tenho nada contra ela e também acho que poderia ser melhor aproveitada. É difícil balancear bem um personagem muito apelão (motivo que me faz olhar com desconfiança para esses personagens em geral, sobretudo quando do lado há outros até quase apenas humanos).

Acho que ter sido o Hulck, pela primeira vez, a colocar a manopla foi uma escolha coerente dentro dos vingadores. Mas a capitã poderia ter colocado a manopla em outra ocasião e se enfraquecido mesmo (boa solução haha).

A nebulosa é uma personagem interessante mesmo!

Mas foi um ótimo filme mesmo.

Responder
Mateus Woszak 27 de abril de 2019 - 11:19

Outro personagem que ficou escanteado foi o Dr. Estranho. Se observarmos, ele ficou a batalha toda segurando a água…

Responder
José Afonso 27 de abril de 2019 - 11:36

É verdade! São tantos que poderiam ter participações mais interessantes na batalha que fica até ruim de cobrar do roteiro. Mas concordo que o Dr. poderia ter algumas cenas mais legais.

Disgrota 27 de abril de 2019 - 19:22

Dr. Estranho ainda tem uma “justificativa” porque ele sabia o que iria acontecer então sabia o desfecho de tudo, e por medo de acontecer alguma alteração no que ele já tinha previsto mudar o final. Mas gostaria de ver ele duelando igual em Guerra Infinita

maumau 27 de abril de 2019 - 13:28

O Dr estranho teleportou aquela galera toda,segurou a água,e podia ter feito mais com certeza,mas e outro overpower q como a capitã não foi mais explorado no filme

Responder
maumau 27 de abril de 2019 - 13:20

Eu quero q mostrem O QUE a capitã fazia de tão importante no espaço,tomara q dêem uma boa desculpa…

Responder
Diego Guiraldelli 26 de abril de 2019 - 23:37

Ficou bem explicado pelo professor Hulk o “tipo” de viagem no tempo que utilizaram no filme, o que ficou um pouco confuso pra mim foi a última cena do capitão, a volta ao passado dele afetou o futuro da realidade atual? Ele “substituiu” o capitão daquela época? Ou existiram 2 capitães? Ou ele simplesmente viveu uma vida toda em outra realidade e depois retornou naquele momento com o Bucky e o Sam?

Responder
José Afonso 27 de abril de 2019 - 00:16

Acho que retornou da dimensão, mas não sei, foi rápido.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:27

Existiram dois. Essa última pergunta que está me fazendo a cabeça coçar. Acho que faria mais sentido do que um paradoxo.

Responder
messias73 27 de abril de 2019 - 03:07

O Capitão do futuro estava preso no gelo, ele foi resgatado poucos anos antes dos Vingadores 1… portanto ele retornando ao passado, estaria sozinho naquela realidade.

Responder
Disgrota 27 de abril de 2019 - 11:04

Acredito que ele criou e viveu em outra realidade e depois retornou àquela, porque pelas contas ele passaria e muito dos 100 anos, sem falar nas mínimas possibilidades de alteração.

Responder
Wagner Farias 27 de abril de 2019 - 20:04

O Cap nasceu em 4 de julho de 2018, entao estaria com 101 anos. Juntamente com os efeitos dosoro do supersoldado, acho que ele esta bem na sua idade cronologica mesmo. Só que muito bem conservado

Responder
Disgrota 28 de abril de 2019 - 02:32

Hahahaha na verdade 106 anos porque o filme está a 5 anos na frente. Mas real está certo, não tinha levado em consideração o soro do supersoldade x)

Responder
Wagner Farias 28 de abril de 2019 - 06:32

É verdade. E tambem errei o século. É 1918 e nao 2018. Mas acho que todos entenderam, hehehe…

Gabriel Teperino (Sevens) 28 de abril de 2019 - 00:30

Nessa viagem temporal sempre teve dois capt. America, resumindo o que ele fez foi é viver com a Mulher que ele amava, mas escondendo quem era ele, ele até deixa o martelo do Thor no lugar do 1º filme do Thor(Acho que na Inglaterra).

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 22:06

O q não gostei foi o Steve dando o escudo pro falcao com o bucky do lado,nada a ver mesmo,nada a ver…
O parceiro do capitão q teve ligação profunda de amizade no passado e no presente é o soldado invernal, nossa,absurdo ele não ter recebido o escudo!

Responder
S0mBRa 26 de abril de 2019 - 23:09

Mano quem é Falcão? Ninguém liga pra esse personagem. Ai da o manto logo pra ele? Eu fiquei muito puto nesse momento. O Bucky sim, eu até aceitava que ele pegasse o manto, agora esse cara ai? Zzz

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 23:15

Vamos dar o símbolo de uma nação para um cara que passou décadas sofrendo lavagem cerebral da Hydra e assassinando gente mundo afora e que ainda parece sofrer sequelas ou a um soldado leal que não tem uma mancha sequer no currículo? Hummm, deixa eu pensar…

Abs,
Ritter.

Responder
S0mBRa 26 de abril de 2019 - 23:15

Ok, faz sentido. Obrigado.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 01:05

Argumento irrefutável.

Responder
Sam? 27 de abril de 2019 - 01:12

Acho que esse argumento tornou isso ainda pior. Poderia muito bem ser um ótimo arco pro Bucky. Ele fez coisas péssimas para a Hydra, mas como Capitão América ele finalmente teria uma redenção. E também eu acho que seria legal explorar como as pessoas iriam reagir a um ex-assassino da Hydra como o novo símbolo do heroísmo. De qualquer forma, o que foi feito tá feito e espero que possam trabalhar isso da melhor forma possível.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:19

Pois eu acho que não tem muito a ver com isso não, apesar de ser um bom argumento do @planocritico:disqus, mas com a relação do símbolo da América precisar estar conectado ao presente e não ao passado. É bastante alegórico, o que os últimos filmes da empresa estão sendo: Pantera Negra, Capitã Marvel, Ultimato. Filmes que falam sobre a América indiretamente.

Adicionei ao rodapé da crítica a argumentação.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:19

Adicionei um outro argumento, no rodapé da crítica, que pauta-se nos símbolos americanos que a Marvel costuma usar enquanto ideal. É uma escolha interessante e certeira, ao meu ver.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:27

Boa justificativa! E o Falcão é o único amigo verdadeiro que o Capitão consegue fazer no presente. “On your left”.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:27

Coloquei no rodapé da crítica uma justificativa para isso. Preferi o Falcão ao Bucky. É um símbolo para um América atual e não uma antiga. O Capitão América ser um homem de um outro tempo é uma deixa que já existe com o Steve Rogers.

Responder
Wagner Farias 26 de abril de 2019 - 21:50

Critica perfeita. Ontem, quando sai do cinema era 18:30, vim para casa e, como de praxe entrei no plano critico para ver a critica do filme. Só tinha a critica sem spoilers. Fiz um comentario mas por problema no aparelho nao foi publicado. Deixei para hoje, e foi muito bom. Ontem sai do filme achando um filme mediano. Daria 3 estrelas quando muito. Mas de ontem para hoje comecei a pensar nas nuances, nas historias e mudei minha oponiao. Hoje ao ver esta excelente critica, consigo concordar com as 4,5 estrelas. Foi um belo encerramento, eu que assisti esses 22 filmes ( acho q é isso) nesses 11 anos desde o longíquo Homem de Ferro, consegui sentir as referencias amarradas aqui. Ontem, acho que estava impactado pelo desfecho, sobretudo de alguns queridos personagens, e meu comentario seria afetado por esta avalanche de sentimentos que estava vivenciando. Hoje, mais serenamente consigo entender a proposta de fechamento, com todas as despedidas e menções necessarias. Ainda me incomodo com algumas ( varias ) coisas, furos no roteiro, mas entendo que nao teria como explicar tudo sem algumas, digamos, licenças poéticas. Enfim um belo filme. Agora algumas consideraçoes: 1-Achei a fisica quantica o Deus ex Machina perfeito para explicar tudo de “inexplicavel” do roteiro, como os inumeros paradoxos temporais, como por exemplo, como a nebulosa do presente matou a nebulosa do passado? Se ela mata sua versao do passado, ela nao existiria no futuro pra fazer isso. Como isso é possível? A fisica quantica explica ( só nao sei como). Outra coisa, criticaram a fisica de ” De volta para o Futuro”, mas muitas das explicaçoes, como os fluxos de realidade que a anciã explicou ao prof. Hulk eram bem parececidos com aquelas teorias do Dr. Emmet Brown. Alias aquela historia de revisitar lugares do passado me lembrou muito o ” De volta para o Futuro 2″. Quanto ao Thanos, toda simpatia que senti dele no filme anterior se desintegrou e quando ele virou pó, pensei, já vai tarde. Um ultimo ponto pra encerrar esse meu comentario que já se estendeu demais. Se queriam matar o Tony Stark, tudo bem, mas pra que dar uma filha pra ele. Sacanagem isso. Tenho uma filha daquela idade e uma relação com ela parecida com a dos dois, e quando ele morreu, putz, fiquei abalado. Gostei do que aconteceu ao Cap. Ele merecia. É isso. No final vi que o filme me tocou muito, entao acredito que cumpriu seu objetivo. Até a proxima.

Responder
Artur Montenegro 26 de abril de 2019 - 21:06

O filme é de fato grandioso e ousado em vários aspectos, mas não consigo ver uma galera que sempre meteu o pau em DOFP dos X-MEN e da cronologia antiga simplesmente ignorar os furos que Ultimato deixa.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:44

Mas DOFP lida com uma única linha temporal. Ultimato lida com a possibilidade de várias. Mesmo que existam “furos” por agora, que no minimo são informações confusas para nós, elas são facilmente explicáveis e remediáveis, enquanto DOFP simplesmente não tinha sentido mesmo.

Responder
Raffiinha 26 de abril de 2019 - 20:43

Esse filme é de longe o que filme que mais mexeu com o meu emocional. Segurei lágrimas umas 3 vezes e no ato final, depois que o capitão ergue o Mjolnir, passando pelo “on your left”, e pelo Avengers Assemble até o último e inevitável pó, eu me tremi inteiro.
O Thor já é meu personagem preferido da Marvel nas HQs, agora depois do que realizaram com o personagem do Ragnarok pra cá, é tbm o meu favorito dos filmes. Eu não sei o que aconteceu com meu psicológico nesse filme, só sei que qdo o Mjolnir voou pra mão dele eu precisei de muito esforço pra me controlar e gritar no meio da sessão. Completamente fanboy.
Ultimato consolidou a narrativa do Cap como a mais Foda! (perdão pelo palavrão) de todo o MCU. Foi o final perfeito pro personagem. Foi o final perfeito pro filme. Que cena ele se levantando ainda sozinho contra o exercito inteiro do Thanos! Que cena ele liderando o maior exército da Terra! Que delicadeza ele cumprindo sua promessa!
Os Russo tão de parabéns pelo que conseguiram. Fizeram história no cinema e fizeram com excelência.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:54

Que belas palavras! Espero que tenha curtido a crítica e adicionei uma nota de rodapé sobre a passagem do escudo do Capitão para o Falcão.

Olha, eu não gostei tanto dos Russo filmando essa cena com o Mjolnir mas também vibrei para cacete por ela ser naturalmente empolgante. Mas faria mais sentido dentro da outra cena, do personagem caminhando sozinho contra Thanos – esse esforço do homem que não desiste e por isso é digno do martelo. Seria uma construção mais memorável.

Responder
Gilga 26 de abril de 2019 - 20:43

Muito boa a Critica

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:19

Valeu! Adicionei uma nota falando sobre o Falcão e a passagem do manto.

Responder
Daniel Marques 26 de abril de 2019 - 20:43

O pessoal pergunta “p onde foi o Loki?” ou “para onde foi a Gamora?”, mas, e o capitão? Que voltou para o passado, o de havia um outro dele congelado? Para acharem o tesseract, achariam ele também. E aí?

Acho que cabe, além de um Entenda Melhor”, um “E agora, José?”

🙂

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:54

Ué, não entendi a pergunta. Existiram dois Capitães. Um dele estava congelado até 2010 e o outro, mas que é o mesmo, só mais velho, viveu com a Peggy.

Responder
Junito Hartley 26 de abril de 2019 - 20:35

Rapaz, terminei de ver o filme agora a pouco e que filme senhores! E aquele final do Stark foi triste demais! So de lembrar da vontade de chorar, no cinema uma galera chorou (eu inclusive), filme perfeito.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:19

Eu acho que tem chances de crescer ainda mais com o tempo, com uma das grandes conclusões de sagas cinematográficas.

Responder
Daniel Marques 26 de abril de 2019 - 20:28

Galera que gosta de Cosplay está extremamente agradecida ao Thor, por facilitar um monte, kkkkkk…

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 21:42

Pois é, mano.
Nem tinha pensado nisso.
Agora qualquer nerd obeso vai poder fazer cosplay do Thor sem medo e sem vergonha de não ter aquele físico invejável (e meio difícil de manter) que ele tinha antes. kkkk

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:54

E seria engraçado demais se o Thor continuasse assim, meio gordinho, mas sei que vão retornar ao físico invejável.

Responder
Carlos Alexandre 3 de maio de 2019 - 12:09

Abdicou do trono mas ainda pode ser o Rei Momo.

Responder
Daniel Marques 26 de abril de 2019 - 19:55

Pré-estreia é o local certo para qualquer fã se esbaldar, pois estará em meio dos seus, onde toda reação será compreendida. Quando o Capitão ergueu o Mjolnir, achei que o cinema viria ao chão.

Filmaço. Nota 10!

Jamais haverá nada nem parecido com o que vivemos nesses últimos 11 anos. Somos uns sortudos por termos presenciado um evento histórico.

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 22:06

Tem razão cara,foi O evento…grato por ter vivido esse momento q sera lembrado por muito tempo…

Responder
JC 26 de abril de 2019 - 19:37

Só pra não ser mais um babando o filme, que amei.

Mas eu sabia que ia acontecer isso…a mesma coisa com Visão em Ultron, o personagem era tão OVERPOWER que na luta do Aeroporto…sumiu.

Capitão Marvel….fuderosa, quebra a nave…e apanha do Thanos….e…………….desmaia sumindo.

Ué………………………………………………..

Complicado essa galera Overpower.

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 20:12

A capita decepcionou msm,uma pena…E a sina dos overpower
Qd ela chegou a galera até reclamou da demora

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:19

Mas ela apanha porque o Thanos estava com todas as Joias. Mesmo assim, em termos de força, o MCU é bem inconstante. O Thor arregaçou o Thanos que estava com todas as Joias e aqui leva uma surra do Titã Louco, mesmo ele estando sem nenhuma. De fato o Thor estava gordo, mas não era para tanto também.

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 19:30

Desde o final do 1 filme do capitão me bateu a maior tristeza por ele ter perdido a dança c a peggy,serio…eu chorei mesmo quando os dois se beijam no final,foi maravilhoso ve-los juntos!

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:01

Lindo demais! E o corte é certinho, na hora que as bocas encostam. Música bonita também!

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 18:59

Olha,quem simpatizava de alguma maneira c o thanos viu a verdadeira face cruel dele nesse filme,quando ele agradece e diz que dessa vez vai matar tudo que existe,pra recriar tudo depois…é genuinamente assustador!

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:01

É uma ameaça que vai além do espaço, como foi em Guerra Infinita, com o personagem atravessando vários núcleo. É uma ameaça no tempo também.

Responder
Leonardo Lima 30 de abril de 2019 - 17:25

Dione é f0da mesmo!!

Responder
vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 17:48

Com certeza, consegui achar ele um tremendo escroto quando ele demonstra prazer ao tentar matar o capitão.

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 18:59

A cena do capitão no elevador me lembrou na hora do soldado invernal, claro,mas quando ele cochichou o “salve hidra” eu aplaudi,toque de genio!
Saiu c a joia sem dar um soco😎😎😎😎😎

Responder
Junito Hartley 26 de abril de 2019 - 20:35

Sim, essa cena nao tem como nao pegar que foi de soldado invernal, aquela cena foi uma das melhores do filme e eles recriar ela e finalizar daquele jeito so mostra como os caras sao fodas

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:01

Como um colega crítico disse: Momento PQP. E um aceno para Império Secreto, arco dos quadrinhos onde tem um Capitão América realmente nazista.

Responder
Leonardo Auditore 26 de abril de 2019 - 18:34

Gostei do filme, me arrepiei e fiquei emocionado mas tenho alguns problemas, eu não gostei da maneira como lidaram com o Thanos, eu achei que ele estava meio descaracterizado em relação ao guerra infinita, eu gostava da mentalidade distorcida dele no filme anterior em que ele se via como um tipo de salvador e até evitava matar os heróis desnecessariamente, aqui achei que ele ficou um tanto genérico, além disso usar o Thanos do passado foi uma espada de dois gumes(sem trocadilho), porque se por um lado a morte da versão do presente choca a audiência e deixa os personagens desnorteados e sem esperança, por outro o embate final perde um pouco do peso, porque o Thanos que nós vimos enfrentando os vingadores e criando uma rivalidade com eles(principalmente com o Tony Stark e o Thor) está morto. Outro problema que eu tive é mais algo pessoal e posso estar errado, mas eu achei que com exceção do Thor, nenhum personagem do filme tem um arco com começo, meio e fim, eu não consegui entender a jornada do Tony Stark no filme, em termos de como o personagem muda, se alguém entendeu me explique por favor. Eu amei a trilha sonora do Alan Silvestri, é fácil a melhor trilha sonora do MCU, os irmãos Russo dirigiram o filme muito bem, cada personagem ganha o seu espaço, não parece que o filme tem um protagonista o primeiro ato é incrível, as atuações são as melhores de toda a saga, a batalha final me fez tremer no cinema.

Ótima critica!

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 21:50

Na verdade, a espada dele, por ser dupla tem 4 gumes. kkkk

Responder
Leonardo Auditore 26 de abril de 2019 - 22:06

Erro meu kkkkkkkkk.

Responder
Leonardo Auditore 26 de abril de 2019 - 22:06

Erro meu kkkkkkkkk.

Responder
Leonardo Auditore 27 de abril de 2019 - 00:59

Erro meu kkkkkkkkk.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:09

Thor tem um arco mais redondinho e mais óbvio mesmo, entendo sua visão. O que acontece com Stark é simples: ele é um dos únicos personagens que mantém os alicerces que o norteava antes, até mesmo ganhando uma filha.

Os outros perderam muitas coisas e o Capitão é um herói que vive para ser herói, assim como a Viúva vive para ser Vingadora e tornar-se melhor. O fato dele colocar em cheque isso, essa sua calmaria no presente, apenas pela oportunidade dos que morreram serem salvos invoca a natureza do herói contemporâneo e que se concretiza com o sacrifício derradeiro, concluindo um arco que começou em Homem de Ferro, mas que também tem paralelos mais formais – o início, meio e fim – apresentados com competência aqui. Os demais não conseguem ter suas segundas chances, enquanto Stark conseguiu. O que acontece com o Capitão é o contrário, por já ter tido sua cota de sacrifícios no passado. É a sua hora de viver agora.

O Gavião, a Viúva, o Homem-Formiga, Rocket Racoon, Nebulosa, o Hulk – podem não ter todos arcos complexos, redondinhos assim, mas possuem camadas, as quais se engrandecem por serem amarradas a uma mesma ideia uniforme, que é a questão da perda, do propósito, do grupo como ideal super-heroico.

E eu adoro o que acontece com o Thanos. Ele perde essa sensibilidade anterior por perceber que ia terminar perdendo com isso. O seu objetivo continua sendo a maior coisa que resta para ele.

Responder
Jonathan Almeida da Silva 26 de abril de 2019 - 18:25

O que aconteceu com a Gamora?! Os guardiões no próximo filme irão atrás dela?!

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 18:59

Provavelmente!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 26 de abril de 2019 - 22:38

Parece que se inspiraram em Agents of shield né Ritter? kkkkkk a busca de Fitz e da Gamora.

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 23:01

He, he. Bem lembrado! AoS fazendo escola!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Jonathan Almeida da Silva 26 de abril de 2019 - 18:17

Adorei o filme, uns dos melhores da Marvel, mas tenho uma ressalva.

Alguém entendeu como ficou a situação do Peter Parker na escola dele?! Já que haviam se passado 5 anos desde sua “morte”?! Ele volta e está tudo normal, ninguém foi pra faculdade, arrumou emprego, casou, mudou de país ou mesmo morreu?!

Pois é, eu me peguei perguntando sobre isso depois do filme, o Ned amigo do Peter já deveria estar mais velho e cursando a Faculdade, ou mesmo já fazendo um pós ou Phd, pois se pararmos pra analisar a Cassie Lang(Filha do homem-formiga), está adolescente quando reencontra com o pai, além de que no final do filme, ela reaparece com Scott e Hope na escadaria da casa dela ainda em sua versão adolescente pós estalar da manopla. Ou seja as mortes que Thanos causou com as joias foram revertidas, mas não os 5 anos perdidos, aqueles que se forram retornaram depois de 5 anos, pra nos que ficamos se passaram 5 anos, mas para aqueles que se foram, eles simplesmente saltaram 5 anos no futuro, o que pra mim e muito estranho, e um tremendo furo no roteiro, seria muito mais interessante se com o estalar do Hulk com a manopla do Tony Stark anulasse o estalar original da manopla de Thanos e no final toda uma nova timeline surgisse com os personagens 5 anos mais velho, com um Peter Parker já na casa dos 20 e pouco e mais experiente.

Com os eventos de Guerra Infinita e Ultimato, todo o núcleo do Homem-Aranha
ficou zoado e meio sem sentido, o que a tia May ficou fazendo neste 5 anos?! Se casou de novo(com o Happy Hogan)?! Mudou de emprego?! Entrou em depressão e tentou suicido?! Pois acredito que este ultimo pode ter sido a forma que muitas pessoas que sobreviveram ao estalar de Thanos, lidaram com a dor em meio a todo o caos gerado em Guerra Infinita, isso tem um nome chamasse síndrome do sobrevivente, e quando alguém sobrevive a uma grande tragédia com muitas baixas, seja em desastre natural ou em meio a guerra, e deseja ter o mesmo destino daqueles que se foram, Clint Barton o gavião arqueiro depois que perdeu a família, sofreu disso nesses 5 anos, flertando com a morte o tempo todo ao se tornar o Ronin e não morreu na mão de criminosos de cartéis e da Yakuza por pura sorte.

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 19:23

A única explicação para mim nesse caso é que todo o núcleo do Spider sumiu com o estalo. Ou deram uma avoada e esqueceram disso para colocar um “momento fofo” kkk

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:09

Simples assim mesmo. Todo mundo morreu. São poucos: Peter, MJ, Ned, Flash e Betty Brant.

Responder
JC 26 de abril de 2019 - 19:30

Também pensei nisso…..mas como é um filme de fantasia….vai saber se não resetaram 5 anos também?

ehehehe Sei lá! 😀

Mas brincadeiras a parte, acho que não dava pra explicar isso rapidamente, então, só fizeram.

Aliás, essa parte dária até um seriado .;P

Responder
José Afonso 27 de abril de 2019 - 00:16

Ou as pessoas próximas ao Peter também se foram ou ficaram lamentando a morte dele. O amigo dele pelo que parece morreu também e retornou. De qualquer forma iriam ter que cumprir a agenda escolar para pegar o diploma, caso contrário precisariam fazer supletivo depois.

Responder
Lucas Caetano 27 de abril de 2019 - 01:05

Simplesmente vão colocar que todos do núcleo principal morreram no estalo e agora voltaram (até pq não são muitos mesmo)

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:17

Longe de Casa pode explicar melhor tudo isso, fica tranquilo. O mais simples é que o núcleo inteiro do Peter morreu. Outros colegas de classe envelheceram, mas os que importavam não. Quem morreu não envelheceu. Quem não morreu envelheceu.

Responder
Jonathan Almeida da Silva 26 de abril de 2019 - 17:58

Alguém entendeu como ficou a situação do Peter Parker na escola dele?! Já que haviam se passado 5 anos desde sua “morte”?! Ele volta e está tudo normal, ninguém foi pra faculdade, arrumou emprego, casou, se mudou de país ou mesmo morreu nesse período de tempo?!

Pois é eu me peguei perguntando sobre isso depois do filme, o Ned amigo do Peter já deveria estar mais velho e cursando a Faculdade, ou mesmo já fazendo um pós ou Phd, pois se pararmos pra analisar a Cassie Lang(Filha do homem-formiga), está adolescente quando reencontra com o pai, além de que no final do filme, ela reaparece com Scott e Hope na escadaria da casa dela ainda em sua versão adolescente pós estalar da manopla. Ou seja as mortes que Thanos causou com as joias foram revertidas, mas não os 5 anos perdidos, aqueles que se forram retornaram depois de 5 anos, pra nos que ficamos se passaram 5 anos, mas para aqueles que se foram, eles simplesmente saltaram 5 anos no futuro, o que pra mim e muito estranho, e um tremendo furo no roteiro, seria muito mais interessante se com o estalar do Hulk com a manopla do Tony Stark anulasse o estalar original da manopla de Thanos e no final toda uma nova timeline surgisse com os personagens 5 anos mais velho, com um Peter Parker já na casa dos 20 e pouco e mais experiente.

Com os eventos de Guerra Infinita e Ultimato, todo o núcleo do Homem-Aranha ficou zoado e meio sem sentido, o que a tia May ficou fazendo neste 5 anos?! Se casou de novo(com o Happy Hogan)?! Mudou de emprego?! Entrou em depressão e tentou suicido?! Pois acredito que este ultimo pode ter sido a forma que muitas pessoas que sobreviveram ao estalar de Thanos, lidaram com a dor em meio a todo o caos gerado em Guerra Infinita, isso tem um nome chamasse sindrome do sobrevivente, e quando alguém sobrevive a uma grande tragédia com muitas baixas, seja em desastre natural ou em meio a guerra, e deseja ter o mesmo destino daqueles que se foram, Clint Barton o gavião arqueiro depois que perdeu a família, meio que sofreu disso nesses 5 anos se tornado um vigilante brutal para lidar com a dor, e não morreu na mão de criminosos de cartéis e da Yakuza por pura sorte.

Responder
First Of The Marvel's 26 de abril de 2019 - 17:44

O primeiro reator arc no final foi literalmente a cereja do bolo.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:18

E a cereja da minha crítica também. Fiquei muito feliz quando bolei a frase “prova de que a Marvel Studios tem um coração.”

Responder
Regileudo Gama da Silva 26 de abril de 2019 - 17:44

Pelo que já li e assisti a viagem no tempo usada no filme é praticamente a mesma de Primer (me parece muito semelhante) e Coherence.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:18

Pode ser. Só tenha certeza que não é nada de “De Volta Para o Futuro”.

Responder
Bela 26 de abril de 2019 - 17:04

Eu amei muito mesmo esse filme, a primeira parte me deixou com a impressão que faltava algo, mas talvez era a intenção, mostrar como a falta dos 50% desaparecidos, fazem falta até pro roteiro crescer, mas a atuação de todos foi tão incrível, tão palpável, dá pra sentir a frustração do Thor em cada olhar, cada respiração, ele de fato mereceu os 5 anos se embebedando e metendo o foda-se, só espero que ele consiga retornar a forma física de antes, apesar que as gordurinhas a mais vai deixar a vida do quill um pouco mais fácil com os asgardianos da galaxia hahahaha
Eu amei muito mesmo todo o trajeto do capitão nesse filme, no momento que ele ergueu o martelo, achei que já iria morrer naquela cena mesmo, mas ele dando um pau no thanos me faria feliz, enquanto eu choraria a morte dele, mas fiquei tão feliz que ele teve a chance de viver a vida que foi roubada dele, que ele pode ser feliz e uma pessoa normal, que teve o amor que tanto queria, ele merecia tanto isso.
Fiquei muuuito triste pela morte do tony, mas confesso que me emocionei mais com ele reencontrando o peter do que com o momento da morte em si, porque foi tão genial e tão tony stark que não tinha como sofrer tanto, e durante os 5 anos, ele teve a vida que merecia tbm, então foi uma morte digna de herói e discordo de todas as pessoas que estavam na mesma sessão que eu e diziam que o cap que deveria ter morrido no lugar dele!
AQUELA CENA GIRL POWER FOI LINDA, já quer essa equipe feminina trabalhando juntas em todos os filmes, obrigada!
Unica coisa que me deixou em dúvida, não teve um final de fato para o Sr. Hulk né?! A última cena dele é mandando o cap de volta no tempo, ou eu perdi alguma coisa? E naquele momento, tinha certeza que a Viuva voltaria no lugar do cap, fiquei esperando mostrar na cena pós créditos. E agora estou achando que a série do Loki será sobre o que aconteceu nesse meio tempo que ele roubou o tesserac, ou será que realmente não houve mudança nenhuma?
Enfim, esse filme é uma obra de arte no quesito filme de super heróis e como uma despedida, sai do cinema rouca de tanto gritar e aplaudir, não vejo a hora de assistir novamente!

Responder
márcio xavier 26 de abril de 2019 - 16:53

ótima crítica, conseguiu me fazer reviver vários momentos do filme. Mas eu tô esperando mesmo é o entenda melhor… 😛

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 16:54

O Entenda Melhor, pelo tamanho, fica pronto nessa mesma época no ano que vem!!!

HAHAHAAHAHAHHAAHAHHAHA (a risada é de pavor)

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 16:54

Pensa só em todos os filmes que são citados nominalmente.

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 17:12

Você quer que eu me desespere, não é?

– Ritter.

Responder
márcio xavier 26 de abril de 2019 - 17:21

hahhahaa, aí vc aumenta a expectativa.

Responder
Daniel Marques 26 de abril de 2019 - 20:35

Kkkkkk

Rapaz, tarefa realmente ardua. Ainda assim, após a publicação, várias e várias emendas serão feitas por toda a galera aqui.

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 17:12

Valeu, meu caro. Tem vários momentos para ser revividos mesmo.

Responder
S0mBRa 26 de abril de 2019 - 16:35

Mano, alguém me explica o que ocorre com o Loki? Pq ele pegou o Cubo lá e fugiu pra algum lugar, pro futuro? E se ele estivesse como outro personagem, e ninguém percebeu? Eu queria mt que tivesse mostrado pra onde o Loki foi parar no finalzinho, poxa ele foi O Vilão dos Vingadores originais. Thanos é “de todo universo”.

PS: Amei ver meu Gavião Arqueiro brilhando <3 Mas ele vai se aposentar de vrr agora, e a filha dele pega seu posto como Gaviã Arqueira? É isso q entendi.

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 17:03

Ele se transportou diretamente para a série de TV dele, oras! De burro ele não tem nada!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Marques 26 de abril de 2019 - 20:35

Ja ia falar. Sumiu, mas já foi visto perambulando na Disneylândia.

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 17:03

Ele pegou o Cubo, que é a Joia do Espaço. Ele não pode ter fugido para o futuro, mas para algum outro lugar. E isso aconteceu em outra realidade e não na “nossa”.

Sobre o Gavião, ele já tinha se aposentado em Era de Ultron. Retornou em Guerra Civil porque foi chamado, tinha um caráter emergencial! O sacrifício do herói no caso, precisando abrir mão de coisas pessoais.

Responder
Stella 26 de abril de 2019 - 16:27

Ótima crítica. O sacrifício da Viúva e do Tony foi as duas partes mais emocionantes, acho que chorei mais no da Viúva pelo momento.

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 17:03

Valeu, @disqus_9KZLz8G0wg:disqus! Eu esbocei olhos marejados em algumas cenas, mas a conclusão me pegou de jeito. Filme muito bonito.

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 26 de abril de 2019 - 18:26

Stella, eu achei Ultimato uma grande merda. Que decepção!

Responder
Lucas Casagrande 26 de abril de 2019 - 20:20

Pq mano ?

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 01:12

O segundo ato destruiu completamente o filme.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:18

O segundo ato é lindo. Pensando missão, pensando o bem da humanidade e do universo, mas também pensando os personagens e um nível mais íntimo da narrativa.

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 10:38

E com isso sacrificou o ritmo do filme, que já estava modorrento pra caramba. Deu vontade de dormir.

Stella 26 de abril de 2019 - 22:30

vc ta sendo sarcástico. Nao acredito kkk

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 01:05

Enquanto que Guerra Infinita era a Marvel fazendo amor com os fãs, Ultimato é a Marvel se masturbando. Essa é a melhor análise que eu posso fazer. Decepção total com esse filme:-(
Ele não chega nem perto de Guerra Infinita.

Responder
Stella 27 de abril de 2019 - 01:19

kkkkkkkkkk estou morta com essa definição. Masturbação tbm é gostosa, então Ultimato nao é merda. Para de exagero, tu queria que Tony morresse por isso ta assim. Ja te conheço. Eu ja prefiro Ultimo do que Guerra Infinita, to vendo uma galera assim, alguns preferindo Guerra Infinita e outros Ultimato. Mas o que importa é que os dois foram um marco, um espetáculo.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:18

Eu prefiro Ultimato. Ritter prefere Guerra Infinita. Como apontei na crítica, o uso dos personagens é mais coeso aqui, ao meu ver. Guerra Infinita importava-se tanto com Thanos que o resto ficava meio à deriva, como o Capitão e a Viúva. Esse aqui amarra tudo certinho.

Mas Guerra Infinita é um filmão também.

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 10:38

É claro que o Capitão e a Viúva foram bem trabalhados nesse filme, pois o anterior tinha o dobro do elenco. É uma questão de proporcionalidade, não de qualidade.
Eu desafio você a me mostrar uma cena de combate marcante do Homem de Ferro ou do Thor. Não tem! Só o Capitão América contra o Thanos é realmente marcante. Guerra Infinita, por sua vez, é cheio de momentos cartáticos.
Enfim, eu achei Ultimato um tremendo desperdício. O tempo vai mostrar que esse filme não é tudo isso que andam dizendo, eu não tenho a menor dúvida. Guerra Infinita contínua no lugar mais alto do pódio.

Stella 27 de abril de 2019 - 12:30

Concordo, eu ja prefiro Ultimato.

Vitor Auditore 27 de abril de 2019 - 17:34

Concordo também ^^’
Amei os dois filmes, mas Ultimato foi o orgasmo nerd kkk
Único filme que me fez chorar no cinema, e por aí vai. Não consigo ver a Marvel fazer o mesmo por um bom tempo (E DC também), e pra tentar fazer algo assim só com os Mutantes e Quarteto, mas eles mostraram que pode confiar, então eu fico aqui esperando pensando no belo desfecho que eles fizeram pra essa primeira saga.

Stella 27 de abril de 2019 - 17:59

Acho que só quando for a vez dos X-Men. Kevin deve fazer um excelente trabalho com eles.

Vitor Auditore 27 de abril de 2019 - 18:16

É aquilo que eu mais quero ver na franquia agora, a entrada dos personagens da Fox, em seguida a continuação de guardiões. A deixa que deixaram pra equipe espacial nesse filme é ótima, eu gostei do Thor gordinho desmotivado, mas espero mesmo que o tempo até guardões ele volte ao porte anterior, mas que mantenha o estilo Viking que ele ficou na batalha final, e apesar de achar que Gamora virou pó com o pessoal do Thanos, quero ter certeza do paradeiro dessa moça. Que filme! Que no mesmo tempo que encerra a história, abre possibilidades para novas histórias. :B

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 10:31

Masturbação é gostoso, às vezes, mas eu ainda preferiria transar com você. Eu não fiquei assim por causa da morte do Homem de Ferro, pois ela foi coerente e emocionante. O que eu não gostei foi do andamento do filme. Eu achei uma porcaria. Filme lendo do cacete. Thor involuiu como personagem. O cara voltou a ser o chorão irresponsável do primeiro filme. E as cenas de ação? Fraquíssimas!!!!
Eu desafio você a me dizer uma cena de ação marcante do Homem de Ferro ou do Thor nessa merda de filme. O único que teve uma cena realmente marcante foi o Capitão América no 1×1 contra o Thanos.
Esse filme foi tão decepcionante quanto a terceira temporada de Demolidor.

Stella 27 de abril de 2019 - 11:36

”mas eu ainda preferiria transar com você” ei calma lá né kkkk só amizade, estava dando exemplo da alusão que voce fez kkkk. Ah vc se incomodou pela pouca ação, entendi. Eu não liguei pra isso, acho que quiseram fazer algo tipo Logan focar só no emocional dos personagens, achei valido. Vai de perspectiva mesmo.

Mas tiveram duas cenas de ação que amei pra krl. A da Wanda contra Thanos e do Capitão América segurando Mjolnir vs Thanos.

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 12:30

As únicas duas cenas marcantes. O restante foi maçante e sem graça.
Ah, mas poderia ser uma amizade colorida..kkkk

Vitor Auditore 27 de abril de 2019 - 17:44

Pedro, meu amigo fã de Marvel.
Terceira temporada de Demolidor e Ultimato ?
O que houve, tem algo errado em sua vida e precisa de ajuda ?

kkkkkk
Faz parte, as vezes o filme/série não agrada a todos.
Achei ambas as obras, excelentes 😀

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 20:29

Vitor, meu camarada, eu achei ambas duas decepções.

Elessar 27 de abril de 2019 - 21:47

Pô, Pedrão, eu entendo você e seus argumentos tanto quanto a terceira temporada de Demolidor e de Ultimato, e isto, obviamente, é muito subjetivo, e dentro de determinada otica você tem razão. Já eu amei os dois, cara!
Ainda estou em êxtase com Ultimato! Pra mim, Guerra Infinita foi um soco no estômago e Ultimato um abraço bem caloroso!!!
Huahuahuahua
Tomara que essas duas decepções não façam com que você deixe de ser um marveco safado!
Abraço

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:24

Guerra Infinita era a Marvel dando soco na cara dos fãs, cara. Pegando tudo que os super-heróis haviam construído em anos – impedir Xandar de ser destruída por Ronan, salvar os asgardianos do Ragnarok – e jogando no lixo. Um marco do quão impotentes os heróis podem ser. Dito isso, era um puta filme, mas com uma proposta completamente diferente, meio pessimista.

Mas discordo dessa analogia envolvendo masturbação, meu caro. Isso aconteceria caso os propósitos referenciais fossem uma auto-celebração mais vazia e não uma homenagem que sempre está visando a consolidação de uma veia dramática, discursiva e narrativa. É um negócio multifacetado que apenas incrementa a experiência para tornar-se essa catarse poderosíssima.

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 10:31

Pois eu achei simplesmente uma masturbação sem fim. A Marvel se tornou Narciso. Ela se apaixonou pela prorpia mitologia. Confesso que teve alguns momentos marcantes, mas o restante foi auto-celebração, e nada mais. Eu paguei por um filme, não por uma propaganda.
Eu acho que Ultimato vai envelhecer mal. Não acredito que ele resistirá ao tempo, como aconteceu com Guerra Infinita. É uma pena, pois a Marvel perdeu a oportunidade de fazer a sua Odisséia. Entretanto, eu reconheço que ela fez uma brilhante Ilíada.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 15:10

Po, mas Guerra Infinita lançou há um ano. Não se provou ainda.

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 20:29

Pelos comentários que eu estou vendo, algumas pessoas estão reclamando bastante. Claro que isso é pouco, mas já é um sinal que esse filme vai ser polêmico. Guerra Infinita é, até hoje, uma unanimidade.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 21:56

Cara, eu estou vendo o completo contrário. Ultimato está sendo muito mais consensual do que Guerra Infinita. Os relatos estão muito emocionados, a experiência está sendo bastante poderosa. E o filme em si consegue se sustentar nisso, nesse âmbito emocional, com uma riqueza mais intimista que agrada a galera.

O negócio é que vocês estão pensando na escala, AO MEU VER, mais superficial da coisa, que é o roteiro enquanto gancho para contar uma outra história, a verdadeira, sobre personagens se sacrificando, repensando os seus propósitos e suas jornadas.

E a maior parte dos argumentos pautam-se muito nos tais furos de roteiro – e que poderemos ficar discutindo anos sem convencer nenhum lado.

Você que foi mais além, apontando sobre esse fetiche auto-celebratório da coisa e que eu acho que é uma argumentação bastante válida até. Mas eu discordo, por pensar nas referências se reorganizando com mais profundidade nos fins dramáticos e discursivos da coisa e não no vazio dos easter eggs com sendo o propósito em si. Penso a catarse com mais riqueza.

E não existe unanimidade.

Matheus Jornalista 27 de abril de 2019 - 00:00

Vc tbm ?

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 01:05

Sim, cara:-(

Responder
Matheus Jornalista 27 de abril de 2019 - 01:12

Também achei que o segundo ato prejudicou muito o filme pela falta de coerência.

Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 10:24

Prejudicou? Aquilo matou o filme. Eu senti vontade de sair do cinema.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 02:18

Inesperado de sua parte. Que pena que não gostou. Mas o filme está sendo extremamente bem recebido, quase no nível do Pantera Negra, porém, mais querido pelo público ainda.

Espero que termine gostando em reavaliações, cara. Eu acredito muito nesse filme e no potencial que ele tem. Revi e apenas tive que concordar com o que já havia escrito.

Responder
Junito Hartley 27 de abril de 2019 - 11:19

Man, o legiao me deu block so porque falei aquele onda da mascara e do hulk, nao entendi nada, WTF!!!

Responder
Pedro, o Homem Sem Medo 27 de abril de 2019 - 12:30

Eu acabei de ver o seus comentários deletados. Sério que te bloquearam? Que exagero. Eu vou lá reclamar com eles. É que eles estão bloqueando spoilers.

Responder
Nicollas 26 de abril de 2019 - 15:19

Desde Ragnarok Thor se tornou um personagem muito interessante.O desfecho dele nesse filme foi inesperado e muuuuuito incrível,pelo menos pra mim.Amei o filme de coração,foi sem dúvidas a melhor experiência no cinema que já tive.

Responder
Mateus Woszak 26 de abril de 2019 - 16:08

Também gostei da mudança no Thor, demonstrou que ele tava bem culpado pelos eventos pós-estalo. E mesmo barrigudo e beberrão, quando a Trindade se juntou pra pegar o Thanos ele continuava heróico!

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 17:03

E com dois martelos!

Responder
Raffiinha 26 de abril de 2019 - 20:51

Mais digno que isso só dois disso!

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 21:13

Mais digno que isso, só se UMA OUTRA PESSOA também usasse o martelo.
Se acontecesse isso eu iria ficar rouco de tanto gritar e minhas mãos iriam doer de tanto bater palmas. kkk

Obs.: Antes que perguntem, eu fiquei assim mesmo por ter feito isso.

maumau 26 de abril de 2019 - 21:13

Ele deu o martelo extra pro capitão devolver?N lembro…

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 21:59

Sim. O Mjolnir estava lá na plataforma do tunel que o Capitão usa para viajar e levar as 6 jóias aos seus devidos locais e tempos.

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:27

Devolveu!

Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 17:03

Também foi muito incrível, para mim! E estou ansioso para esse Guardiões da Galáxia Vol. 3.

Responder
Junito Hartley 26 de abril de 2019 - 20:43

Man Thor se juntar aos asgardianos da galaxia foi genial, imagine ai o proximo filme pqp vai ser epico!!!

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:33

James Gunn tem ouro nas mãos. Vai ser meio que grande demais esse Guardiões 3.

Responder
Elessar 27 de abril de 2019 - 09:19

Vi muitos reclamando do Thor, dizendo que se tornou um piadista, cara, achei genial o desfecho dele! Em Ragnarok muitos criticaram pelo personagem não demonstrar o peso dramático da perda de seu povo, e Ultimato sacramenta o que fica sub entendido em Guerra Infinita, o Thor não teve suporte emocional pra suas perdas e fugia do que sentia, e até mesmo o humor que ele usa em Ultimato é bem pensado sob esta característica e ao final, imagino que mesmo com tudo revertido, ele ainda carrega a alcunha de ter fracassado por isso deixa Nova Asgard, e isso é bem humano. O momento dele com a Frigga foi belíssimo e o arco dele desde Ragnarok foi um crescendo incrível.
Cara, que filme!!!

Responder
Nicollas 28 de abril de 2019 - 14:05

Penso a mesma coisa.A questão sentimental do Thor é cheia dessas nuances e muitas vezes o público não consegue perceber.Não que seja algo muito complexo,mas já é um diferencial.

Responder
Elessar 28 de abril de 2019 - 14:32

Pois é, abordaram de uma maneira, penso eu, conivente com a proposta do filme, caso deixassem mais dramático se perderia entre tanta coisa que tinham a abordar.

Responder
vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 18:00

Já quero um filme adaptando carniceiro dos deuses com interações entre o thor jovem, o gordo e o velho.

Responder
Elessar 4 de maio de 2019 - 18:39

Você acredita que pensei nisso também? Não quero crer que a jornada do Thor nas telonas venha terminar assim, me parece incompleto. A maneira que terminou e a abertura do multiverso possibilitam mesmo essa interação entre os Thor e a adaptação do Carniceiro dos Deuses

Responder
vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 19:28

Eu quero esse filme como fim de uma segunda trilogia, seria tão foda quanto aranhaverso e logan.

Destroyer of worlds 26 de abril de 2019 - 15:10

Oq me deixou puto foi que não fizeram nem um enterro póstumo pra ela, a mulher se suicidou pela joia pra salvar a galera, e no fim não ganhou nenhuma florzinha

Responder
Stella 26 de abril de 2019 - 16:27

Sim achei muito estranho a Viuva não ter ganhado uma homenagem ao lado do Stark. Já que o sacrificio dela foi o maior de todos se for pensar.

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 16:27

Tecnicamente falando, ela não se suicidou, mas se sacrificou. Como dizer que o Cap se suicidou ao tacar aquela aeronave de O Primeiro Vingador no mar – é meio errado.

Mas a perda da Viúva é muito sentida cara. Porém, também acho que poderia ter rolado um funeralzinho duplo ali.

Responder
JC 26 de abril de 2019 - 19:30

Eu sei que é pedir demais…mas eu acho que vão encaixar alguma história no futuro sobre quem está dentro da Jóia….Warlock aparecia aí!

heheheh

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:33

Pode ser uma boa ideia. Mas estou confuso com essa Gamora dupla.

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 15:00

Só tentando explicar (vai que eu tô errado também kkk) algo que está na cara e o pessoal tá complicando mais do que deveria. Há spoilers, é claro (talvez com tarja em pontos bem cruciais)

Os Russo apostaram no fácil: não há mudança na linha do tempo, mas sim a criação de novas. Eles poderiam fazer o fuzuê que fosse no pasado que não interferia em nada na linha atual deles. Tudo isso cai por terra quando (quase) todos os Vings voltam ao presente com as joias e nada mudou. Se alterassem a linha temporal deles, o estalo não teria acontecido, pois Thanos não teria acesso às Joias porque elas estavam no futuro com a equipe. Daí não haveria necessidade de recriar a Manopla e fim de filme

Outra coisa que comprova isso (além da Anciã falar sobre) é a Nebula do presente não sumir quando a do passado morre. Elas não são a mesma Nebula. A do passado foi criada quando sua linha do tempo foi modificada. Então a versão futura dessa é diferente da atual porque elas seguiram fluxos diferentes

Quanto ao Caps voltar ao passado, foi para a sua própria timeline e após o seu desaparecimento. Diferente de retirar algo da linha do tempo e mudar seu rumo, ele se inseriu naquele tempo e não interferiu nos acontecimentos. Se a Peggy ficou ciente de que não poderia falar nada para ninguém e agir normalmente, nada seria modificado. Enquanto um Steve viveria com a Peggy, outro seguiria seu fluxo até ser descongelado.
O problema para mim foi ele ter aparecido com o escudo kkk

Enfim, quero filme solo da Wanda

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 17:12

É isso mesmo, mas o Capitão velho é realmente incômodo para os mais puristas.

A questão é que a Peggy Carter mudou, @semideiaprausername:disqus. Ela teve toda uma vida com o Capitão que antes não tinha tido. É uma alteração pequena, mas a alteração das memórias também gera uma complicação aí. Ou será que estamos diante de um paradoxo.

Espero ter uma explicação para isso. Mas, olha, não me importo de ficar sem. É bobagem e o valor da obra não está nisso.

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 17:36

Se a alteração foi somente na Peggy e não nas coisas ao seu redor, não muda tanto a ponto de criar uma nova linha temporal. Claro, isso é interpretação minha.

E não creio que a alteração de memórias se aplica, visto que nada ocorreu ao Caps do presente ao ver sua versão de 2012. Do ponto de vista “certo”, no momento que seu eu do presente o visse, geraria na hora um “conflito” de memórias nele. Ou seja, dentro da cabeça dele viria um monte de informação a partir daquele momento, como se um único Steve compartilhasse duas memórias (uma com encontro e outra sem). Isso não acontece porque se passa em outra linha temporal.

Não me incomodo também (e olha que sou bem chato com detalhes), mas já já os Russo darão várias e várias entrevistas a respeito disso kkk

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 18:26

Não estava falando sobre o Cap não. Só a Peggy mesmo.

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 21:28

Mas o único da equipe original que viu seu eu do futuro foi o Capitão, sendo que ele achou que fosse o Loki que gostava de se disfarçar dos outros, principalmente do Cap.

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 18:17

A Wanda fez o thanos suar frio(pediu no desespero pra bombardearem o lugar),nossa,ela ali pareceu mais poderosa que a capitã marvel(Q infelizmente me decepcionou c a fraca atuação,e n gostei daquele corte de cabelo)

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 20:28

Eu acho que a Carol daria fácil uma surra no Thanos sem Manopla. Ele só a impediu após usar uma joia contra ela

Responder
Kevin Feige 26 de abril de 2019 - 18:17

Mas mesmo assim não faz sentido, porque se as ações no passado não interfere no futuro, então o Capitão velho nunca deveria ter aparecido no presente, já que o Capitão do presente desapareceu para ficar com a Peggy nos anos 40. A presença do Capitão velho significa que o que ocorreu no passado interferiu no presente.

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 19:14

A presença do Capitão velho significa que dessa vez ele viveu todos aqueles anos (provavelmente isolado de quase todos), deixando o fluxo seguir normalmente. Aconteceu a batalha de NY em 2012, Era de Ultron, Civil War, etc. e ele estava lá o tempo todo, só não interferiu para que as coisas ocorressem de boas

Responder
Kevin Feige 26 de abril de 2019 - 20:43

Mas cara, o que estou querendo dizer é que o Capitão velho pertence a outra linha temporal, que é a linha na qual o Capitão voltou no tempo e ficou com a Peggy. Por ter voltado para os anos 40, ele não participou dos eventos do MCU naquela linha, porque na época deles (década de 2010), ele já estava bem velho, com seus 70/80 anos. Ou seja, é uma linha na qual Os Vingadores não tem o Capitão América no time. Logo, não faz nenhum sentido aparecer o Capitão velho no final de Ultimato, porque o Capitão da linha temporal de Ultimato (a que a gente acompanhou desde 2008) viajou no tempo e ficou no passado. O Capitão velho é de OUTRA linha temporal, enquanto que o “real” Capitão “ficou no passado”. Espero que você tenha entendido o que eu quis dizer, concordo que é confuso mesmo.

Responder
Wagner 27 de abril de 2019 - 00:16

Depende do momento para o qual ele viajou. Se ele foi para um ano após o seu desaparecimento, vão existir dois Steves: um com a Peggy e outro congelado até virar um Vingador, viver os acontecimentos como conhecemos, enquanto o mais velho assistirá sem interferir

Kevin Feige 27 de abril de 2019 - 23:01

Então a linha temporal para a qual o Capitão viajou é a mesma a que ele pertence, no fim das contas?

Wagner 28 de abril de 2019 - 09:34

Sim uai. Eles só podem viajar para a mesma linha temporal. As outras surgem a partir de interferências, como retirar uma Joia de sua posição, por exemplo.
Outra teoria é o que o amigo disse mais acima (inclusive acho até mais viável). O Steve viveu do jeito que quis e interferiu no que deu vontade. No final, talvez após a morte da Peggy velhinha, ele voltou para sua linha temporal por meio do dispositivo de viagem no tempo deixando toda aquela outra realidade para trás (e sem poder voltar para ela), o que justifica ele estar com o escudo.

vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 18:00

E a peggy tbm pode ter morrido antes dele mesmo já que não tinha o soro né rsrsrs

Disgrota 27 de abril de 2019 - 10:54

Mas a minha preocupação é que se ele permaneceu na mesma linha temporal já se passaram cerca de 85 anos! O Capitão já deveria estar com mais de 100 anos (bem conservado). A minha teoria é que ele foi para outra realidade e viveu uma vida inteira nela com a Peggy. Dado momento ele voltou para a a realidade de Ultimato, porque ele ainda tinha o GPS temporal, e voltou para àquele instante, depois de envelhecido. Já que o relógio aparentemente permite controlar não só a viagem no tempo como também no espaço.

Responder
Wagner 27 de abril de 2019 - 12:00

Da questão de envelhecer, o super soro já responde o fato dele ser conservado
Mas a sua teoria é muito boa também. Não tinha visto por aí, mas gostei bastante

vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 17:59

Me deram essa mesma teoria que o disgrota ali em cima mas a sua achei menos complicada.

Adilson 4 de agosto de 2019 - 18:04

Penso que ele não voltou aos anos 40 e sim pra 1970, logo após terem retirado o Tesseract da base, para devolver sem alterar os eventos seguintes da linha do tempo.

Stella 26 de abril de 2019 - 18:41

Foi exatamente o que aconteceu. A Peggy em Soldado Invernal estava com anel de casada, e o Steve achou que era outro cara, mas era ele mesmo que ficou escondido no passado com ela. Pois o Steve estava com o mesmo Anel que ela em Ultimato.
https://uploads.disquscdn.com/images/6eb4c61c1f1a4d506fba5a099018278fbb092e050948234c76f288b074ae4700.jpg

Responder
vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 17:49

Então se algo vai pro passado e fica lá, ou se algo é retirado permanentemente, isso tbm altera a linha do tempo?!

Responder
vc falou em pipoca? 4 de maio de 2019 - 17:48

Quando estabeleceram a regra da viagem no tempo a primeira coisa que pensei foi na hq hulk: futuro imperfeito, foi a primeira vez que vi esse conceito sendo explorado.

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 14:42

Fiquei pensando também sobre o sacrifício da Viúva Negra, quando Thanos vai buscar a jóias e fica dito que só se sacrificasse o que mais ama o argumento não valeu aqui, pois o sacrifício da Viúva foi pro Ronin pegar a jóia, e não é o que mais ama…. estou certo ou passei despercebido em algum detalhe? A não ser que ela ame ele, coisa que nunca dicou sequer implícita…..

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 14:50

O sacrifício não é do que MAIS ama, mas sim do que ama. E eles se amam sim, mas como amigos. Isso fica bem claro desde que a história passada deles antes dos Vingadores é abordada de leve aqui e ali.

Abs,
Ritter.

Responder
wesley cardoso 26 de abril de 2019 - 15:30

O que tbm é passado pela atuação do Renner após a morte dela.

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 15:00

Blz, com certeza faz sentido… valeu!! Só fiquei pensando nisso, e com certeza não é do que MAIS ama, revendo o trecho do Guera Infinita a Gamora fala que não AMA nada…..

Responder
Bela 26 de abril de 2019 - 16:54

mas se pensar no fato dele já ter perdido a família, ela é sim o que ele mais ama, mas por um momento tbm fiquei com medo de não ser e ter sido atoa hahahah

Responder
wesley cardoso 26 de abril de 2019 - 15:30

O que tbm é passado pela atuação do Renner após a morte dela.

Responder
Mateus Woszak 26 de abril de 2019 - 15:30

Na verdade você teria que sacrificar algo que ama. Ficou a impressão de ser o que MAIS ama porque Thanos sacrifica a Gamora e esta é sua filha, mas na se pensarmos na discussão dos dois em V:GI, ela até debocha dele, ao dizer que ele não ama nada na vida e ser surpreendida depois que ela seria o sacrifício.

Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 21:20

Segundo o caveira,pra ganhar a joia a pessoa e que sacrifica aquele q ama,como o thanos fez ao matar a gamora.
No caso da viúva,ela se jogou,tecnicamente o Clint tinha q jogar ela não?

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 21:28

Tecnicamente não. O Caveira apenas diz que a joia demanda um sacrifício. Uma alma por uma alma. Precisa ser de alguém que a pessoa que fica viva ama, mas pode ser um auto-sacrifício.

Abs,
Ritter.

Responder
Dri Ferro 27 de abril de 2019 - 09:50

O Clint já tinha perdido as pessoas que ele mais amava, achei que iam dar um jeito de burlar o caveira kk Mas fora a família, a pessoa que o Clint era mais apegado era a Viúva msm, dá pra encaixar nas duas regras.

Responder
Anônimo 26 de abril de 2019 - 14:13
Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 15:30

Esses três lideram Ultimato dramaticamente, apesar do arco do Capitão América e do Thor complementar. Gostei MUITO do Gavião Arqueiro, ainda mais porque sobreviveu.

Responder
Anônimo 26 de abril de 2019 - 16:07
Responder
maumau 26 de abril de 2019 - 21:20

Deram um baita destaque pro Clint,o único vingador p quem eu n dava a mínima,e acabei curtindo demais as cenas dele…fantástico

Responder
Glaydson Melo 26 de abril de 2019 - 14:02

Pensei o mesmo sobre o Thor, pois foi um dos personagens que mais perdas teve durante sua trajetória cinematográfica.

Responder
Kevin Feige 26 de abril de 2019 - 13:34

Quem você acha que é o melhor diretor do Marvel Studios, Gabriel?
Pra mim, os Russo são os melhores…

Responder
Anônimo 26 de abril de 2019 - 14:22
Responder
Kevin Feige 26 de abril de 2019 - 18:08

Mas é claro, o Marvel Studios já tem toda uma grade de lançamentos para daqui 250 anos. Em Julho revelarei os primeiros títulos da Fase 4. 🙂

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 20:42

Ele já deve ter até para a 5 e 6.
kkkkk

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 15:30

Vários. Eu acho o Ryan Coogler, o Taika Waititi, o Jon Favreau, o Kenneth Branagh e o Peyton Reed melhores. Não quer dizer que esses filmes, que esses caras dirigiram, são melhores, mas que eu acho os diretores, em termos gerais, superiores aos Russo. Eles, porém, são articuladores natos, Kevinho, e estão comandando um roteiro do cacete. Maior parte das coisas funcionam, mas pensando em imagens em movimento, um cinema em linguagem mesmo, os Russo não são tão grande coisa. Termino confiando mais por uma funcionalidade, visto que acertaram bastante nas quatro direção, do que naquele salto de fé, que me faz ficar realmente empolgado para assistir algo deles, assistir algo em que eles serão criativos. É um puta trabalho de direção, fez tudo certinho, mas preciso de mais tempo para ver eles como puta diretores.

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 21:20

E quem você acha que é o melhor produtor de cinema da atualidade, hein? kkkkkk

Responder
Daniel Roberto Santos 26 de abril de 2019 - 13:25

Gostei muito do filme, mas achei meio obvio esse negócio de viagem no tempo. Estava todo mundo falando tanto sobre isso, que achei que deveria ter algo a mais, mas no final foi só isso mesmo, viagem no tempo para pegar as joias antes do Thanos. Foi ok, mas mexer com o tempo é muito complicado. Sempre ficam pontas soltas e dá margens para outras dimensões e não sei se conseguiram me convencer que mexer no passado não altera o futuro. Por exemplo, achei que teria algo a mais sobre o loki, devido a ele ter fugido com o cubo, mas nem citaram isso. Bem que teria sido bacana ver ele voltar.
Fiquei com dúvida sobre a Gamora do passado, ela morreu junto com o exercito do Thanos?

Responder
Mateus Woszak 26 de abril de 2019 - 15:10

A questão da viagem no tempo acaba sendo uma excelente deixa até mesmo para a aquisião dos personagens da Fox. De certa forma eles explicam que se o Capitão colocar as gemas no lugar, a linha do tempo é mantida, mas nada impede o UCM de apresentar alguma “falha” e nesta introduzir os Quarteto, os X-Mens, etc.

Sobre a Gamora, entendi que ela esta sumida e, aparentemente, esse deve ser um dos temas a ser explorados em GdG3, até mesmo apresentando ela com uma arma inimiga, tendo em vista que, sendo do passado, ela desconhece sua relação com os “Asgardianos da Galáxia”, rs.

Responder
Leandro Thiago 26 de abril de 2019 - 17:12

Não tenho certeza, mas eu quero acreditar que ela morreu pois os sacrifícios feitos pela joia da alma não podem ser “desfeitos”, como frisaram algumas vezes durante o filme. Se não tiver nada a ver, é só eles irem até o passado novamente e trazer uma versão do Tony, da Natasha e quem mais quiserem

Responder
Matheus Jornalista 26 de abril de 2019 - 13:24

Sou fã do universo Marvel desde que presenciei o primeiro Vingadores nos cinemas em 2012, de lá pra cá sempre procurei acompanhar todos os filmes do estúdio e isso criou uma conexão emocional com os personagens. Infelizmente, eu achei Ultimato um filme decepcionante pra conclusão de um arco narrativo tão bem construído durante 11 anos e 22 filmes.
Toda a questão envolvendo os personagens lidando com o fracasso e a perdas foi sensacional, melhor acerto do roteiro na minha opinião. Devo criticar somente toda a questão envolvendo o Thor, pois não gostei do modo como ele foi construído aqui. O personagem estava sensacional em Guerra Infinita e aqui ele é reduzido a um tiozão pança de cerveja pra fazer graça e apesar de estar ciente de que o personagem se acabou após tantos fracassos, eles poderiam ter optado por uma abordagem mais séria.
Sobre a questão da viagem no tempo, achei aspecto mais sem noção que eu já vi sobre isso em filmes desse tipo, eu sei que cobrar lógica num filme fantasioso é meio duvidoso, contudo os furos de roteiro aqui são bem inaceitáveis a meu ver. A Nebulosa atira na sua própria versão do passado e isso não a afeta na presente, se a versão do Thanos em 2014 foi desintegrado, os eventos de Guerra Infinita não existiram ?
O que houve com a Gamora?
Essas são algumas das confusões que a trama me provocou e mesmo pensando muito não consegui achar uma explicação plausível dentro da própria lógica do que foi feito. Devo ressaltar também, que a morte da Viúva Negra foi bem controversa pra mim, pois eles repetiram a mesma situação de Guerra Infinita já deixando claro quem ia morrer, pois o Clint tem uma família pra voltar e a Natasha não iria deixá-lo se sacrificar por ela. Entendo o porquê da morte da personagem, mas não concordo como foi feito, durante toda a cena me passou a sensação de familiaridade porque já havíamos visto isso em outras circunstâncias e isso tirou o peso da morte dela e da Gamora a meu ver.
De pontos positivos temos, o Capitão América e o Homem de Ferro provando que são os maiores acertos do MCU, encerrando suas jornadas de forma digna como os bons heróis que sempre foram e fazendo jus as suas evoluções ao longo dos filmes. O Thanos reafirma sua posição como o melhor vilão do MCU, tendo toda a sua construção no filme anterior respeitada e ressignificada através da possibilidade de sua vitoria ser revertida.
Acho que já disse tudo que foi possível, não vou me alongar mais porque esse comentário já está gigante.

Responder
MyMaryelen 26 de abril de 2019 - 14:02

Cara o Thor….oq fizeram com o personagem dele? A franquia dele por si só sempre foi fraca dramaticamente, sempre com aquele humor exagerado em momentos errados, até ragnarok q era pra ser um filme sóbrio, afinal se tratava do fim do mundo, os cara conseguiram estragar com humor pastelão. E agora depois do excelente arco dele em Guerra Infinita (finalmente!), fazem um absurdo desses, logo no encerramento de tudo. Achei inaceitável, duvido algum argumento me convencer do contrário. Capitão e Homem de Ferro os únicos q saíram ilesos e tiveram conclusões honrosas e satisfatórias, se tratando do grupo original.

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 15:38

Não consigo não enxergar a veia dramática que existe nesse Thor alcoólatra. É um negócio muito triste e que torna completamente normal acharmos graça, pois está aliado ao personagem ter perdido os modos, ter supostamente perdido dignidade. Rimos de quem não é digno. Essa é uma conversa esperta da obra conosco.

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 16:44

Exato! Há um personagem trágico por trás daquilo que vemos como cômico.

Abs,
Ritter.

Responder
George S. Varejão 26 de abril de 2019 - 20:58

Concordo plenamente.
É perfeitamente normal e possível uma pessoa que perdeu tudo continuar naquele estado de negação e se afogar no álcool agindo daquela forma.

Responder
Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:33

E é perfeitamente coerente dentro da lógica Marvel de ser. Filmes que apresentam personagens humanizados.

Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 15:46

É muito honroso para o Thor passar um Reino à Valquíria. O personagem não nasceu para isso, manter o posto é mero capricho. Thor foi feito para ser um aventureiro, um guerreiro mesmo, e é o que ele vai ser.

Responder
Renan 26 de abril de 2019 - 15:00

Levando em conta a natureza Viking do Thor, com todos os fracassos que o acometeram, o que ele veio a se tornar neste filme é completamente crível (e foi o mais próximo do que é realmente o thor original da mitologia).

Gamora sinto que ou os guardiões vão atrás da joia da alma (caso elas voltem a existir) ou o proprio Adam trará ela de volta.

Responder
Ricardo 26 de abril de 2019 - 16:18

Sobre a questão da Nebulosa atirar em sua versão mais jovem e sobreviver, o Thanos do passado morrer e não apagar os eventos de Guerra Infinita e sobre o Loki roubar a joia da alma e também não apagar os eventos futuros em si foi explicado pelo Hulk na cena em que o Gavião Arqueiro viaja ao passado como teste. O Rhodes fala que seria mais fácil voltar ao passado pra matar um bebê Thanos e o Hulk explica que isso não alteraria o presente, porque no momento que eles voltarem ao passado aquele seria o futuro deles e isso abriria uma nova linha do tempo alternativa. Então quando eles encontram eles mesmos do passado é como se encontrassem de um universo alternativo!

Responder
Matheus Jornalista 26 de abril de 2019 - 17:44

Confuso demais.

Responder
GENIO PLAYBOY E SAFADÃO VOLTOU 26 de abril de 2019 - 18:34

“Sobre a questão da viagem no tempo, achei aspecto mais sem noção que eu já vi sobre isso em filmes desse tipo, eu sei que cobrar lógica num filme fantasioso é meio duvidoso, contudo os furos de roteiro aqui são bem inaceitáveis a meu ver. A Nebulosa atira na sua própria versão do passado e isso não a afeta na presente, se a versão do Thanos em 2014 foi desintegrado, os eventos de Guerra Infinita não existiram ?
O que houve com a Gamora?”
Cara, cada vez que vc altera algo que aconteceu no passado não vai alterar a linha do tempo primaria, só vai criar outra linha do tempo, a Nebulosa do futuro ter matado a do passado criou outra linha do tempo, não alterou a original….
E isso não é “O aspecto mais sem noção de filmes do genero” e sim o mais pé no chão, as teorias que temos no mundo real sobre viagem no tempo descrevem o estilo de viagem no tempo retratado no MCU.

Responder
Matheus Jornalista 26 de abril de 2019 - 19:38

Ainda não gostei, mas cada um com a sua opiniãom

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 13:14

fiquei com muitas dúvidas acerca da viagem no tempo…. a Nebulosa não deveria morrer ao matar sua cópia do passado? O capitão américa no passado não saberia tudo que aconteceu e poderia interferir? Ao matar o Thanos antes de recolher as jóias não eliminaria muita coisa que aconteceu, como guardiões da galáxia que se juntaram ao pegar a jóia do poder, o ehter no mundo sombrio, o Visão poderia estar vivo pois a jóia não foi arrancada dele, bem como Ultron teria existido? E não daria choque os dois “capitão américa”? Outras duas perguntas: Gamora não deveria ter virado pó já que transformaram o exército de Thanos e ela estava nele? E ficou mal explicado esses “5 anos”, quando aparece Peter Park na escola todos em volta parecem ter a mesma idade, não seria coincidência que todos tivessem desparecido juntos… pq os que viraram pó retornaram com a idade da época certo? Quanto a manopla, o Thanos mata os anões e tem toda uma dificuldade pra fabricar a manopla, como que eles fazem rapidão uma e conseguem utilizar, principalmente Tony que é humano (Hulk quase morreu)…Por último, poderiam mostrar como Capitão devolveu algumas jóias (em Asgard e a da Alma em específico, pq encontraria o Caveira Vermelha…. e não poderia resgatar uma alma na troca?)

Mas no geral o filme é épico, maravilhoso, nostálgico… mas essas perguntas me martelaram, talvez por ignorância minha mesmo… apesar de achar Guerra Infinita como filme melhor….

Únicas mudanças que faria (em todo minha cabeça apenas kkkkk), seria não o rato trazer o Scott Lang (alguém apertando faria mais sentido, ou ele se virando pra sair sozinho, como fez no primeiro filme solo) e o Steve Rogers ao voltar no tempo ter parado na batalha e salvado o Tony Stark (ele fez o trato que salvaria todo mundo e depois a família do Tony…., sem contar que tenho filha então nunca gosto de uma garota orfã, sacrifício tem mais a cara do Capitão, e Tony aposentaria.

Críticas excelentes!!!!!

Responder
Daniel Roberto Santos 26 de abril de 2019 - 13:42

Tenho as mesmas dúvidas que você Guga. Precisaria ter um Vingadores Ultimato 2 só para esclarecer isso aí kkkkkk. Essa história que mudar o passado não altera o futuro e refutada dentro do próprio filme, quando a Maga Suprema diz que se entregasse a joia para o Hulk isso iria criar uma outra linha do tempo. Não sei, isso me deixou confuso.
O Capitão ter voltado e não interferir na história eu entendo que ele deve ter optado não contar nada para evitar alterar os fatos, mas isso dá margens para muitos problemas, como por exemplo a batalha de Sokovia, que o Capitão poderia evitar se contasse para o Tony sobre os perigos do Ultrom. Isso salvaria milhares de vidas de inocentes.

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 14:22

Pois eh, e ele não deixaria o Buck matar o pai do Tony… aliás nem deixaria o Buck servir a Hidra, refutando assim vários acontecimentos….

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 15:19

Sim, mas isso criaria outra linha do tempo, o que Steve não quis fazer. Mas a linha já é diferente porque a Peggy viveu coisas diferentes. Não sei, é confuso para cacete. Mas não me importo.

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 17:44

também não, só por curiosidade mesmo kkkk

Gabriel Carvalho 27 de abril de 2019 - 01:33

Sim Sim, isso é tudo curiosidade. Rende um texto até.

Mateus Woszak 26 de abril de 2019 - 15:11

Bom, vamos ao que entendi no filme, tentando ser o Advogado do Diabo da situação:

Sobre essa dúvidas no tempo, a fala do Hulk, embora confusa, quando estão discutindo e testando com o Homem-Formiga, explica um pouco disso, quando eles discutem até o fato de “De volta para o Futuro” ser uma mentira. Óbvio que, cientificamente, não seria tão simples assim, mas aquela fala dele, “do seu passado ser o seu futuro, isso e aquilo” (agora não lembro ao certo o texto exato) é exatamente para justificar as ações do filme (vamos lembrar que é fantasioso).

O fato também do Capitão voltar e colocar as jóias no seu devido lugar, até mesmo o Mjolnir, faz com que os eventos antecedentes não precisei ser considerados como nulos e nem então interferissem neles, conforme a linha do tempo desenhada e explicada pela Anciã ao Banner. Óbvio que ele poderia, como dito, falar sobre o caso de Sokovia, por exemplo, mas seria uma alteração muito mais complexa para ficarmos depois discutindo. Ele poderia alteria um punhado de coisas.

Sobre a joia da Alma, o Capitão não a levou para o passado. Se não me engano, a maleta dele tinha cinco joias, faltava a laranja, que a justamente que não pode ser recolocada. Alguém mais atento ao filme pode confirmar isso pra mim. Na dúvida, confirmo sábado, quando vou ver de novo com meus sobrinhos.

(Sim, a desculpa pra ver de novo é levar os sobrinhos, quanto sacrifício, não? rs)

Abraços pessoal

.

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 16:17

Estão as seis Joias lá, eu fiz questão de conferir na hora kkk

Responder
Mateus Woszak 27 de abril de 2019 - 20:21

Corrigindo: realmente estão as seis jóias na maleta. Assisti de novo agora pouco.

Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 16:27

Vou ver de novo também e tentar me ater a questão da Jóia da Alma, porque entendi que deveriam ser entregues todas…

Responder
Ricardo 26 de abril de 2019 - 16:27

Mas ali mesmo com a Anciã ela explica. Alterar o passado não muda o futuro, só cria novas linhas do tempo. Por isso Nebulosa não morreu no futuro e nem os eventos de Guerra Infinita foram apagados com a morte do Thanos do passado. Ela diz que se ele pegar a joia ele protege o futuro da realidade dele, mas abre uma realidade alternativa (na qual ela está) onde a joia não está lá pra proteger o mundo!

Responder
Renan 26 de abril de 2019 - 15:00

Acho que é bem simples a explicação, basicamente funciona na lógica de dragon ball:

Você alterar o passado não vai alterar seu futuro, mas a cada mudança que vc criar no passado vc criará uma nova linha temporal.

Talvez um contato simples como dos starks n seja suficiente para tal, uma vez que apenas conversaram e logo mais trouxeram a joia de volta.

Contudo na linha do loki por ex, ali com certeza foi criada uma nova linha temporal com eventos bem diferentes.

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 16:35

Pois eh, essa alteração criou com certeza uma nova linha temporal, resta saber se terá algo no futuro sobre ou apenas foi uma preparação pra série solo dele….

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 15:10

1) Não são a mesma Nebula. A do passado surgiu de uma interferência no seu rumo (que fo surgir outra Nebula na mesma linha do tempo)
2) Poderia, porém acabaria criando outras realidades. Mas como sabe que no fim tudo deu certo (poucas baixas), optou por ficar no canto dele
3) Tudo isso aí realmente não aconteceu, mas em outra realidade
4) Se eles não se topassem, tudo bem. Da Nebula aconteceu isso só pra o Thanos descobrir o plano mesmo kkk
5) Mas óia, agora você me pegou. Realmente, ela era exército do Thanos. Seria esse o plot de GdG 3, em que a equipe está procurando por alguém que já foi embora?
6) Roteirismo. Todo o círculo do Parker sumiu com o estalo
7) Essa pergunta do retorno da Joia da Alma é pertinente, gostei

Uma coisa que deixo como dúvida: O pessoal que morreu por causa das consequências do estalo (não COM o estalo), voltaram também? Falo de pessoas que morreram em acidentes de avião, carros, em meio de cirurgia e por aí vai.

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 16:27

Bacana, não que não tenha gostado do filme, só questionamentos que surgiram depois, nem precisa tudo ser explicado também, como diz o Hulk “estamos falando de linha do tempo, ou tudo é piada ou nada é”… ninguém sabe como foi o passado e como ficaram os acontecimentos….

Responder
Wagner 26 de abril de 2019 - 17:04

Tem mais é que questionar mesmo, apesar de algumas pessoas acharem que isso é ser contra o filme.
Apesar de ter me divertido mais com Ultimato, tenho para mim que Guerra Infinita é melhor também.

Responder
Guga Esteves 26 de abril de 2019 - 17:44

acho que gerar discussões não torna o filme ruim, pelo contrario, faz ele ser comentado… e são dúvidas que não estragam a experiencia ou grandiosidade do filme, que gostei muito… apenas discussões kkkkk

Disgrota 26 de abril de 2019 - 15:19

Fiquei encucado com isso também. Eles disseram que não é possível mudar o passado, o que tinha suposto era que ao voltar no tempo eles criam outras dimensões. E que quando fala em devolver as jóias, não é necessariamente ao mesmo local, e sim na mesma realidade/tempo. Mas não sei também nas implicâncias que isso poderia acarretar. Mas o estranho é que o Capitão América “mudou” o passado quando ficou com a Meg e ainda permaneceu na mesma realidade, então agora já não sei mais nada kkkkkkkkkk

Responder
Ricardo 26 de abril de 2019 - 16:27

Sobre a questão da Nebulosa atirar em sua versão mais jovem e
sobreviver, o Thanos do passado morrer e não apagar os eventos de Guerra
Infinita e sobre o Loki roubar a joia da alma e também não apagar os
eventos futuros em si foi explicado pelo Hulk na cena em que o Gavião
Arqueiro viaja ao passado como teste. O Rhodes fala que seria mais fácil
voltar ao passado pra matar um bebê Thanos e o Hulk explica que isso
não alteraria o presente, porque no momento que eles voltarem ao passado
aquele seria o futuro deles e isso abriria uma nova linha do tempo
alternativa. Então quando eles encontram eles mesmos do passado é como
se encontrassem de um universo alternativo!

Responder
Nero 26 de abril de 2019 - 13:14

Eu estou usando drogas? Pois eu juro que tinha uma crítica do RItter com spoilers também.

Responder
planocritico 26 de abril de 2019 - 13:24

He, he. Não sei se você está usando drogas (espero que não!), mas não tem crítica minha com spoilers de Ultimato não, só de Guerra Infinita!

Abs,
Ritter.

Responder
Italo Bandeira 26 de abril de 2019 - 12:57

Bom saber que teremos um final digno para essa novela de 10 anos de idade xD … Ainda não assisti, mas ainda irei com toda a certeza. Espero que essa nova fase traga algo de novo, pois, na minha visão algo se perdeu depois de ‘Soldado Invernal’ e desde então nenhum outro filme me empolgou (com exceção do Homem-Formiga e Pantera Negra).

Responder
Gabriel Carvalho 26 de abril de 2019 - 19:30

Depois venha comentar o que achou!

Responder
Italo Bandeira 8 de maio de 2019 - 19:14

Pois bem, assisti o filme na segunda-feira e cara … o ingresso foi bem pago.

Foi um final digno, especialmente porque tocaram num assunto que a gente vê nas HQs (ou que deveríamos ver tanto na Marvel como na DC) chamado Passagem de Manto. O assunto em si é polêmico, porém, não posso deixar de expor minha satisfação com o que fizeram com alguns personagens, especialmente no caso do Capitão América, sério mesmo … fiquei bastante feliz com o final dele.

As sequências dos heróis indo ao passado e reencontrando pessoas importantes em suas vidas foi emocionante. A despedida do Tony com o pai dele foi muito forte (quase chorei)

Não estava com hype nenhuma para esse filme (desde ‘Soldado Invernal’ sinto que falta alguma coisa nos filmes da Marvel). Thanos estava mais ameaçador em ‘Guerra Infinita’ se comparado com o que vimos aqui (como não tenho carisma quase nenhum pelo personagem, vou parar por aqui mesmo).

Um “erro” por parte dos produtores foi anunciar o calendário de filmes antes do lançamento de ‘Ultimato’, pra mim acabou matando a surpresa relacionada com o destino de certos personagens (se tivessem segurado isso até o último minuto, acho que o impacto pós-filme seria bem maior).

No mais é esperar para ver como irão desenvolver os novos personagens que virão junto com os atuais (dessa leva, estou mais interessado no Homem-Aranha, Pantera Negra e Homem-Formiga).

Responder
Anônimo 28 de abril de 2019 - 02:56
Responder

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