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Crítica | WandaVision – 1X04: We Interrupt This Program

por Ritter Fan
3699 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas dos demais episódios.

Não se preocupe, querido. Tenho tudo sob controle.
– Maximoff, Wanda

O que dizer de um episódio que, em exatos 27 minutos, consegue, desde seu perfeito título, criar uma ponte entre o final de Vingadores: Ultimato, com o retorno das pessoas “estaladas” por Thanos, e o final do terceiro episódio da própria série enquanto nos reapresenta à Monica Rambeau (ex-Geraldine), agora adulta (desde que foi apresentada criança em Capitã Marvel), situando-nos sobre o destino de sua mãe Maria, nos introduz à S.W.O.R.D. (ou E.S.P.A.D.A.), organização dos quadrinhos responsável pela defesa planetária, traz de volta a astrofísica Darcy Lewis (Kat Dennings) e o agente do FBI Jimmy Woo (Randall Park) dos dois primeiros Thor e de Homem-Formiga e a Vespa respectivamente e, de quebra, consegue explicar quase que de forma metalinguística tudo o que vimos na série até agora? Será que podemos dizer que estamos diante de um roteiro cuidadoso, talvez até mesmo hiperbolicamente perfeito em seus mínimos detalhes? Ou será que podemos dizer que a direção consegue navegar sem falhas entre eventos no passado, na “realidade virtual” e no presente do Universo Cinematográfico Marvel sem precisar recorrer a artifícios externos como legendas explicativas ou coisas do gênero?

Acho que podemos dizer isso tudo e mais, na verdade. Podemos dizer sem medo de errar que o showrunner Jac Schaeffer, mais ainda que Wanda Maximoff, tem absolutamente cada aspecto de WandaVision sobre controle, em um belo exemplo de como o preparo detalhado de uma série que parecia “simples” pode resultar em uma experiência meteórica, mas que faz cada segundo, cada quadro ter importância, com um progressão de arregalar os olhos e fazer o queixo cair. Chega até mesmo a ser desnorteador a forma como tudo começa, com Monica “retornando” do eufemisticamente chamado Blip sem entender absolutamente nada do que está ocorrendo, quase que exatamente como nós, espectadores, que precisamos ajustar nossas expectativas – ou, melhor dizendo, refazê-las completamente – considerando que o que obviamente viria depois de Agora em Cores era um episódio dos anos 80 da realidade de Wanda Maximoff e não o retorno ao final de Ultimato sob uma perspectiva que ainda não tínhamos testemunhado: o momento exato do desfazimento do estalar de Thanos.

Confesso que o turbilhão de informações que segue desse ponto já frenético poderia ter se beneficiado de um pouco mais de calma, de um pouco mais de tempo para respirar, pois tudo é literalmente jogado no colo do espectador sem tempo para processamento antes de mais outro “volume” inteiro de informações ser despejado, dando a sensação de que qualquer piscada um pouco mais lenta seria capaz de tornar os eventos ininteligíveis. Mesmo assim, o roteiro enlouquecido de Bobak Esfarjani e Megan McDonnell levado para a telinha pela já costumeira eficiência diretorial de Matt Shakman, que definitivamente mostra destreza na transição entre a calmaria das sitcoms e a sofreguidão de Interrompemos este Programa, resulta em um daqueles episódios que, no momento em que acaba, temos a sensação de respirar pela primeira vez acompanhada da vontade imediata de rebobinar e assistir tudo novamente (e em câmera lenta…).

Em termos de elenco, mesmo que seja divertido ver Park e Dennings de volta como se nunca tivessem largado seus respectivos personagens coadjuvantes, o destaque absoluto fica mesmo com Teyonah Parris finalmente aparecendo como um ser humano normal e não um recorte unidimensional de televisão. Claro que a velocidade do começo do episódio impede que a atriz consiga dar um mínimo de desenvolvimento à Monica Rambeau, futura super-heroína se a intenção é seguir os quadrinhos e não vejo razão alguma para não fazerem isso, mas, no pouco em que ela aparece entre seu ressurgimento no hospital e sua entrada em Westview, Parris mostra potencial enorme, daqueles que já determina desde logo que ela merece mais chances para mostrar a que veio seja em WandaVision, seja em série ou filme solo. No entanto, é de notar que Elizabeth Olsen não é esquecida e, ainda que grande parte das cenas em que apareça sejam reprises (he, he, he), não podemos esquecer da sequência dentro de sua realidade muito particular – mas com razão de aspecto da realidade real, vale reparar – em que vemos exatamente o que aconteceu entre “Geraldine” falar em Ultron e Monica Rambeau ser arremessada da cidade, com uma Wanda Maximoff muito sinistra, assustadora mesmo, com direito até mesmo ao vislumbre do Visão morto por Thanos em Guerra Infinita e que já dá o gostinho do que está por vir.

E, bem assim, como quem não quer nada, WandaVision mostra suas garras, justifica toda sua queima lenta nos três primeiros episódios e serve de magnífico abre-alas para a Fase 4 do UCM, praticamente criando um “novo” universo pós-estalo que, claro, será mais do que bem explorado tanto na série como nos vindouros longas cinematográficos. Kevin Feige continua mostrando que não tem para ninguém quando se fala em universo compartilhado…

WandaVision – 1X04: We Interrupt This Program (EUA, 29 de janeiro de 2021)
Criação: Jac Schaeffer
Direção: Matt Shakman
Roteiro: Bobak Esfarjani, Megan McDonnell
Elenco: Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Teyonah Parris, Kathryn Hahn, Randall Park, Kat Dennings, Josh Stamberg
Duração: 35 min.

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113 comentários

Izildo Souza 5 de fevereiro de 2021 - 00:16

Sabia que lembrava o nome deste episódio de algum lugar:

https://www.youtube.com/watch?v=azi_4YDDYbk

Responder
planocritico 5 de fevereiro de 2021 - 11:20

Mas não vem daí não. Os dois usos dessa expressão remetem ao que é usado em transmissões importantes nos EUA que precisam ir ao ar no meio de outras transmissões comuns.

Abs,
Ritter.

Responder
Sóstenes - Toty 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Fala, galera do Plano Critico, mandei uma mensagem no facebook, mas sabe como é, queria comapartilhar com vocês meu Primeiro Curta feito sob o Projeto 70 Olhares, onde no final tem até um agradecimento a vocês pelas excelentes Review que fazem e nos ensinam bastantes e inspiram os amantes do Cinema! Muito obrigado!
https://www.youtube.com/watch?v=clTij2KTFm0

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:02

Que maravilha! Parabéns e sucesso!

E obrigado pelo agradecimento. Ficamos lisonjeados!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Lopes Lima 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Eu acho que a Marvel Estúdios chegou à maturidade com Wandavision. Roteiro impecável, indo do des-blip até a metalinguagem dos episódios, terminando com Visão e Wanda – com tudo sob controle (remoto) – assistindo aos espectadores, enquanto ninam os nenéns vodu ao som de voodoo child. O que as pessoas querem mais da vida?

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:11

He, he. Está muito bacana, mas, antes de festejar, vamos ver como acaba a minissérie…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Lopes Lima 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Fazer the Boys é fácil. Anti-jogo é mole. Duro mesmo é jogar =)))

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Boa.

Mas The Boys é incrível!

Abs,
Ritter.

Responder
Wellington Silveira Tejo 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Eu quero acreditar que tivemos um pequeno easter egg do Quarteto fantástico naquela conversa da Mônica com o diretor lá. Ele diz algo sobre não mandarem mais astronautas ao espaço, e agora só enviam robôs. Pq será hein?? 🤔🤔🤔

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

He, he. Tudo é possível!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Que episodio! Agora sim a serie ta top, roteiro bem feito é isso ai, proximo episodio promete. Acho que a Uanda que vai ser a vilã, nao tem nada de Mephisto nao.

PS: Quando o drone entra no mundo da Uanda ele muda, mesma coisa ao cara que entra pelo esgoto, e a Monica volta do mesmo jeito que estava la dentro, ou seja, tem coisa grande vindo ai.

Responder
Destruidora de mundos 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Já eu acho que tem dedo do Mephisto sim.<1. Wanda quando ataca Monica olha meio confusa pra suas mãos. 2. A cegonha que a Wanda não consegue expulsar e ainda tem a fumaça vermelha (mephisto). 3. Agnes foi a unica que não tem identidade.
4. O marido da Agnes que não aparece no mural de nomes, e a mesma vivia dizendo coisas meio duvidosas sobre ele.
5. No ep 5 a promo mostra a Agnes dizendo pra Wanda " vamos começar novamente" logo depois da aquele blip na imagem.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:58

Pode ter o Mefisto. Mas pode não ter também.

O legal dos episódios por semana é justamente criar essas especulações.

Abs,
Ritter.

Responder
xaropinho 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Confesso que se tiver Mephisto vou ficar decepcionado.

A Wanda foi muito mal aproveitada nos filmes, na minha opinião, e fazer ela de fantoche na sua própria série só deixaria evidente que ela é mais um personagem bobo sem personalidade. Ver ela cheia de angústia e raiva tá sendo incrível, e espero que não estraguem essa personagem que estão desenvolvendo.

Mas né, se for feito de maneira satisfatória… Espero queimar a língua.

Responder
Destruidora de mundos 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Mais a Wanda ela foi ” fantoche” nas HQS tb,ela não simplismente vira uma vilã e fica louca do nada. Se eles a transformarem em vilã no mcu e deixar ela louca sem ter dedo do Mephisto ou pesadelo vai contra tudo que ja foi estabelecido sobre ela no MCU. Nas HQS ela fica louca e vira uma “vilã” por conta do Mephisto que incorpora os filhos e o visão acabando com o mundo perfeito dela.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:40

Depende de como você encarar as coisas. Por mim, basta manter o espirito do que ocorre. Com isso, toda a participação de “marionetistas” cósmicos poderia ser facilmente limada em prol de uma história POTENCIALMENTE melhor de loucura, culpa, dor e expiação de pecados que não seria racionalizada com coisas como “mas ela estava controlada por um malvadão”. Esse tipo de receio de vilanizar um herói ou uma heroína é que tira muito do potencial dramático de séries e filmes de super-heróis.

Abs,
Ritter.

xaropinho 2 de fevereiro de 2021 - 13:02

De fato.
Mas se tratando de uma adaptação não se faz necessário seguir as HQs a risca.
E como o Ritter disse, pode-se perder muito do potencial da série tirando a personalidade da personagem e a transformando numa coitada que foi manipulada pelo real vilão.
Sei lá…

Destruidora de mundos 2 de fevereiro de 2021 - 13:12

Entendo.
Mas pra mim perderia a personalidade dela pq nos filmes ela nunca foi estabelecida como mentalmente instável. E ja flertaram com ela sendo “vilã” em A era de Ultron, acredito que seria algo repetitivo. Acredito no Mephisto pois tem muitas pistas claramente nitidas de que ele possa estar por trás de algo, seja pela furia da Wanda ou ate editando por baixo dos panos o mundo que a Wanda esta criando. Temos a cegonha que não pode ser expulsa com os poderes da Wanda envolto em uma fumaça vermelha que lembra uma “transformação” do Mephisto nas HQS. Temos a Agatha com o colar da Hécate ( o simbolo das 3 mulheres e os bebês) , tem o marido da Agatha que ainda não apareceu e diversas vezes a Agatha diz algo referenciando ele “Não é só nos detalhes que o diabo está” e “Meu marido fica melhor no escuro”.

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:14

Pistas existem aos borbotões, eu sei. Eu apenas preferiria que não fosse isso. Se ele aparecer, pelo menos que não seja a causa da loucura dela e sim uma entidade que esteja se aproveitando da oportunidade para algo, talvez “encarnar” nos bebês e entrar para o mundo “real”.

Abs,
Ritter.

Destruidora de mundos 2 de fevereiro de 2021 - 13:14

É mais ou menos o que penso, ele se aproveita dos poderes e da loucura dela pra reencarnar fisicamente na terra. Por outro lado não consigo entender a loucura da Wanda se originar do nada só por conta da morte do visão, e ela ter essas atitudes de vilã por conta disso, a Wanda nunca foi estabelecida no MCU como mentalmente Instável.

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:14

Acho que estamos chegando ao nosso denominador comum aqui!

Sobre a loucura, digamos que essa talvez seja uma palavra forte demais. Poderia ser uma espécie de “problema” com os poderes dela, talvez oriundo da destruição das joias do infinito ao final de Ultimato que tenha desestabilizado o que tem da joia dentro de Wanda considerando sua “criação” a partir do cetro. Algo assim, eu diria.

O que acha?

Abs,
Ritter.

Destruidora de mundos 3 de fevereiro de 2021 - 19:46

Acredito bem possível seguir por este caminho… Até pelo fato da origem dos poderes da Wanda nunca ter sido muito trabalhado, no livro oficial diz que O Strucker apenas fez experiências para ativar algo ja presente da Wanda e Pietro (gene x). Agnes tb foi mentora e ajudou Wanda a controlar os poderes nas HQS.

planocritico 3 de fevereiro de 2021 - 22:26

Melhor ainda se for isso de o Strucker ter “ativado” poder latente nos dois.

Abs,
Ritter.

planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:40

Penso assim também. Não que ele não possa ser introduzido na série como que para se aproveitar da situação criada. Mas se ele for o “master of puppets”, tendo a achar que não será legal.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Acho que o efeito da mudança é de uma via só, mas nunca se sabe…

Abs,
Ritter.

Responder
Paulo Manuel Paiva Almeida e S 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Para quem não assistiu nada ainda, pode começar no minuto 20 do terceiro episódio, pois não vai ter perdido nada. Na minha opinião, não seria necessário três episódios para explicar que aquela é uma realidade criada pela Wanda. Mas agora, a partir do quarto episodio já me prendeu.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Seria como assistir um filme depois do plot twist pq antes o filme só me enganava hahaha

Responder
BUGU 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Aí a gente vê o nível de uma pessoa que só espera ação em todo filme. Pensar pra quê, né meu amigo?

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Você está enganado. O efeito seria BEM diferente. Boa parte da experiência audiovisual é a construção da atmosfera, o que inclui a construção dos personagens. Nem tudo precisa ser ação, ação, ação, com explicações ou respostas imediatas entregues de bandeja em meio a personagens unidimensionais.

Abs,
Ritter.

Responder
Paulo Manuel Paiva Almeida e S 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Mas eu não procuro ação, ação e ação. Tanto que o episodio 4 não tem ação, mas a estoria fluiu e não ficou enrolando. E com respeito à atmosfera, ela vai ser perdida e não vai marcar/acrescentar em nada os três primeiros episódios serem uma homenagem à sitcons. Continuo achando que apenas o primeiro episódio dessa forma seria melhor.

Responder
Giovanni Filoni 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

Mano, até entendo o que quero dizer, mas temos que pensar também que não se baseia apenas em uma homenagem. Os próprios personagens da realidade assistem a sitcom, então os episódios de um jeito ou de outro e a maneira como eles funcionam trabalham em prol do mistério da trama.
Além do mais, para mim o efeito de ver o Visão morto ao final desse último capítulo seria totalmente diferente caso eu não tivesse me afeiçoado a vida deles e a relação deles nos primeiros três episódios. Por mais que os filmes tenham isso, é a série em sua queima lenta que conseguiu reposicionar Wanda e Visão nessa realidade, falsa e real, antes de voltarmos de fato ao MCU.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

Exato.

Abs,
Ritter.

Nathanael Pereira 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Só aquela cena inicial com a Mônica já justifica o excelente da crítica kkkk, adorei a presença da Darcy e olha que eu não gostava nada da personagem nos filmes do Thor, aquele final visão-zumbi senti o impacto agora será que Wanda está controlando um “cadáver” ou realmente ela trouxe ele de volta ela conseguiria recriar a jóia da mente? Se ele sair do campo já era são muitas perguntas kkkk?

Ps. Eu tava muito mal acostumado com a Netflix fico desesperado agora com esse negócio de um episódio por semana.

Responder
Nellio Vinicius 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

a Darcy nesse episódio fez mais que nos dois filmes do Thor e foi importante, deve ser por isso.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Ver temporadas de uma tacada pode ser bom, mas eu tenho certeza que ver semanalmente é uma experiência muito mais prazerosa. Quando temos todos os episódios de uma vez, a tendência é vermos tudo correndo, o que significa, no agregado, prestarmos menos atenção a cada episódio e, consequentemente, darmos menos valor à série.

Sobre o Visão, continue vendo. Eu tenho uma razoável ideia do que está acontecendo por causa das HQs e não quero mencionar aqui.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Verdade velho, eu to amando os episódios serem episodicos kkkkkkk

Mas alguém sabe que horas lança ou se é 00? Pq a única parte chata é q o YouTube ta vendo as 1 da madruga e não pega leve nos títulos e capas kkkkkkkkkk

Responder
Eduardo Maia Teller 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

É sempre às 5h em ponto. Às vezes eu madrugo e pego pra assistir hehe.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

Dúvida tirada!

Abs,
Ritter.

Rafael Lucas Pereira Silva 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

5 da madrugada é osso kkkkkkk queria ver se o último eu via quando saísse, mas com esse horário não dá não kkkkkkkkk

planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

Olha, @rafael_lucas_pereira_silva:disqus , eu acho que sai lá pelas 4 da manhã no Disney+. Meia-noite eu tenho certeza absoluta que não é.

Abs,
Ritter.

Responder
Carlo Von Sechsron 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Voodoo child no fim do episódio reforça a questão dos filhos serem obra do Mefisto.

Responder
Junito Hartley 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Fiquei ouvindo/vendo os créditos so por causa dessa lendária musica, seloko, é bom demais!

Responder
Victor Martins 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Depois desse episódio eu vou ficar meio decepcionado se tirarem um diabão ex machina da cartola no fim da série.

Responder
Destruidora de mundos 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Mas a série vem dando pistas muito fortes de que a Wanda ta sobre influência de alguém, a cegonha que ela não consegue expulsar envolto em fumaça vermelha é uma clara pista ao Mephisto, o marido da Agnes que nunca vimos, o Sr. Coelho do 2 episódio. A forma hexagonal que faz uma clara referência ao ao culto que venerava o Mephisto.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

Há outras pistas ainda. Mas tudo pode ser ela perdendo o controle do poder como por exemplo ver o Visão zumbi.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Confesso que me sinto assim também no momento.

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Eu já acredito que eles optem por não utilizar os personagens que representam entidades religiosas ou universais. Por exemplo, eles não utilizaram a Morte na saga das jóias do infinito, e o “romance” de Thanos com ela era parte fulcral no gibi.
Por isso espero que eles não utilizem o Diabo nessa história aqui. Ainda não sabemos o quanto dessa realidade virtual da Wanda pode de fato se materializar…

Responder
Carlo Von Sechsron 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Vendo por esse lado tendo a concordar com você. Mas em End Game a morte está lá no penhasco do red skull, mesmo que em uma alegoria trazida pelo roteiro. Alguma entidade supra terrena vai ter que aparecer pra justificar os gêmeos. E não acho que colocaram voodoo child à toa ali. Faz todo o sentido de época e sugestão do tema. Lembra que no trailer do Loki há um quadro com o diabão na parede.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Há outras construções que levam ao Mefisto, mas isso pode ser tudo preparação para algo que vem mais para a frente, talvez no segundo filme do Dr. Estranho. Afinal, já tivemos Dormammu e Surtur. Não seria impossível ver o Mefisto fechando uma trilogia demoníaca.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Estou com você!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Vamos ver como a coisa se desenvolve….

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Episódio incrivelmente bom. Eu fiquei extremamente feliz que já deu essa quebra no sitcom e esclarece o espectador de muitas coisas, algo que eu pensei que viria só nos episódios finais.

Meu único porém é a minutagem quase perfeita. Senti que faltaram uns minutinhos entre a parte do hospital e a volta da Mônica para a SWORD. Talvez a posição desse episódio seja um defeito também, mas isso só o tempo dirá. No momento esta ótimo.

E é isso o que queremos: uma Wanda assustadora.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Pois é. Meu ponto também. Faltaram minutos aqui para espaçar mais a ação e trazer um ritmo mais interessante do que só “pancadaria” do começo ao fim. Por isso não dei 5 estrelas.

E sim, queremos uma Wanda assustadora. Muito assustadora!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Que episódio minha gente kkkkkkk

Por raros momentos eu achei q estavam explicando demais, mas no geral eu tava de boca aberta com a construção de tudo e das informações apresentadas hahaha

Pra mim as cenas da Monica no começo e da Wanda no final funcionaram do jeitinho q queriam, causaram medo e aflição de um jeito q eu não esperava u.u

No último episódio eu duvidava ainda da provavel final agridoce de Feige e suas Ideias, mas vejo q seria negligência demais de alguém q esta sabendo o q faz.

PS. Agnes… Agnes… Agnes hahaha

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Não se se foi muita explicação ou se foi pouco tempo que deu a impressão de haver muita explicação…

E o caminho que a série está tomando não me parece que levará a um final feliz…

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus De Sena 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Aquela cena do Visão foi mais assustadora que muito filme de terror. Ainda tô na dúvida se aquilo foi apenas um lapso de lembrança da Wanda, ou se ela tá usando o cadáver dele como marionete, o que torna a situação ainda mais bizarra e aterrorizante.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Foi boa mesmo.

Meu chute é que foi um lapso de lembrança, um momento em que ela perdeu um pouco o controle.

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Eu queria muito uma série de TV focada em Ben Urich (só esquecer o crime que fizeram com o personagem em Demolidor), JJ Jameson e Sally Floyd, se passando nesses cinco anos do Snap e mostrando as consequências no mundo. Lembro que em vários eventos dos quadrinhos da Marvel tinha uns tie ins chamados “Frontline” que mostravam a visão desses jornalistas em relação aos eventos macros.
A Marvel infelizmente não soube explorar isso direito naquele filme idiota do Homem Aranha longe de casa.

Gostei muito de ver o Jimmy Woo e a Darcy de novo. E a Monica Rambeau já é uma das minhas personagens preferidas desse Universo Compartilhado. Ela sempre foi subutilizada nos quadrinhos e é muito legal vê-la tendo destaque. Espero que em Capitã Marvel 2 deem um roteiro melhor pra Brie Larson trabalhar do que o que ela teve naquele filme medíocre dela, porque corre risco de ser ofuscada pela Teyonah e pela Ms Marvel.

OBS: A SWORD, que come a Shield com farinha, chamou vários especialistas em áreas específicas. Aposto que no final da série vão chamar um certo doutor especialista em magia.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Seria sem dúvida uma bela jogada. Estilo Marvels, com os acontecimentos super-heróicos pelos olhos de “pessoas comuns”.

E não, a Sword é que precisa comer muito feijão com arroz ainda para chegar a ter a honra de lamber as botas da S.H.I.E.L.D.!!! HAHAHAHHAAHHAHHAAAH

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Esse episódio foi sensacional, o começo com o blip mostrou coisas q faltava pro mcu mostrar ainda. Essa série se n se perder tem tudo pra ser a melhor coisa do mcu até agr.

PS: Vazaram algumas coisas e aparentemente quem tá esperando um certo ator como um certo personagem vai se decepcionar

Responder
Mago Cartman 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Disney+ deu uma de HBO agora, vazou até o comercial dentro da série com o ****.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Por isso é que eu me afasto de tudo quando não quero tomar spoilers.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Melhor coisa do UCM eu não sei, mas que está muito boa, ah está!

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Filoni 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Mais uma semana em que vivencio duas frentes de analises: meus amigos e o Plano Crítico. Pelo menos um dos lados conduz com tudo o que eu penso hahahahaha
Acho que eu daria 4 estrelas apenas pelo didatismo dele, mas que eu julgo além de preciso extremamente necessário para liquidar questões que não são mais o mistério da série – como se em algum momento não soubéssemos que aquela realidade era falsa -, e achei incrível o episódio abrir e fechar um ciclo pautado na Monica Rambeau e levantar questões quanto ao modelo do que estamos vendo. Por que a vida deles está sendo transmitida? A Wanda pode ter criado isso, mas será que é realmente ela que está censurando? Por que haveria censura em uma programação que ninguém deveria ver?
Com tudo isso em mente, acho que o episódio da semana que vem vai retornar mais ao modelo de sitcom, mas o gosto amargo que o cadáver ambulante do Visão traz não pode mais ser retirado da série. Se antes o desconforto do Paul Bettany em desconfiar do mundo em que vive me deixava desconfortável, assistir ao Visão sabendo que estamos vendo um morto que apenas vive graças ao poder da Wanda – como suspeito que aconteça -, será ao mesmo tempo uma experiência incrível e desagradável. Acho que a série chegou ao primeiro ponto que eu imagino que será ainda mais forte nos próximos capítulos de que retornar ao início dela e ver novamente os primeiros episódios não tem como ser a mesma coisa mais.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Seus amigos também não gostaram desse??? Eles gostam de alguma coisa do UCM ou ficam de implicância com todos os filmes, porque eu vou te contar…

Também acho que semana que vem voltamos à sitcom, o que é ótimo. Até mesmo, temos que considerar que o mundo de Wanda não foi desfeito e só agora é que começaram a entender o que está acontecendo de forma a tentarem reverter o negócio…

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Filoni 1 de fevereiro de 2021 - 09:58

Exato, acho que agora o mundo da Wanda vai realmente andar para tanto Visão quanto a SWORD entenderem o que tá rolando por ali… não duvido que nessa brincadeira até a Wanda tenha novas surpresas. Incrível que esse episódio explica tanta coisa (muito do que a gente já sabia por teasers e afins), mas mantém praticamente tudo que não envolva a SWORD ainda muito nebuloso.

E meus amigos são fãs, mas eu realmente não entendo a implicância com WandaVision hahahaha. Eles acharam expositivo demais, mas realmente não sei o que eles estavam esperando. Agora semana a semana vou que atualizar sobre a opinião deles por aqui 😛

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

He, he. Os episódios iniciais foram chatos e esse agora expositivo? Ai, ai…

Abs,
Ritter.

Responder
Henry Kondo 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Ë com todo mcu mesmo exatamesmo CAI PRO PAU OTAKU FEDIDO

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

????

– Ritter.

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

O episódio já seria perfeito só por causa da Kat Dennings S2

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

He, he. Finalmente ela tem uma função maior no UCM do que só alívio cômico! E alguém arrume um café para a moça!

Abs,
Ritter.

Responder
SM390 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

O início foi muito lindo, uma das coisas mais legais que o MCU já fez. O episódio conseguiu ser o melhor mesmo sem mostrar muito a wanda e o visão. Ele responde algumas perguntas e deixa outras no ar. A minha única crítica é a duração, passou voando,kkk

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Passou voando e enfiaram tanta explicação que ficou desesperador. Mesmo assim, foi mesmo excelente!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Melhor ep até agora disparado. Ver as consequências do blip e mostrando a história da Monica Rambeau foi espetacular. Sem contar o Visão zumbi no final. A expectativa para o decorrer da série só aumenta.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:58

Foi o melhor, mas não disparado para mim. Mas isso é detalhe!

Abs,
Ritter.

Responder
Mago Cartman 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Basicamente respondeu muitas perguntas e isso no meio da temporada kkk.
Mas vou confessar, achei essa personagem que veio do Thor muito irritante, ainda bem que os episódios tem 30 minutos, não daria pra aguentar 1 hora dessa mulher fazendo piadinha com voz de taquara rachada.

E uma pergunta, essa Mônica tem poder? A Wanda jogou ela em todas as cercas possíveis, ela caiu de cima do domo no chão, era pra essa mulher ta espatifada, mas aparentemente ela nem quebrou nada.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Achei ótima a participação da Kat Dennings.

Sobre a Monica, não, ela aparentemente ainda não tem poder. Mas ser arremessada assim – especialmente considerando que atravessar paredes imaginárias não deve doer fisicamente – é coisa comum em filmes de super-heróis mesmo no caso de meros humanos despoderados. Faz parte.

Abs,
Ritter.

Responder
Destruidora de mundos 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Nada ali me parece imaginário, tudo é real e apenas se converteu na época da visão da Wanda, as paredes pelas quais ela bateu eram verdadeiras e claramente dói pois escutamos ela “gemendo” de dor. Sobre os poderes é bem possivel que ela possa ganhar devido a exposição neste universo da Wanda que foi dito esta transbordando de energia cósmica, a mesma pela qual a Capitã Marvel ganhou seus poderes.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

O Visão não é imaginário? Os bebês não são imaginários?

Abs,
Ritter.

Responder
Destruidora de mundos 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Tudo da a entender que não, ficou bem claro que aquela realidade é fisica, isso só é mais comprovado com a promo do 5 ep.

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Veremos. Se for, beleza. Ainda que isso não mude minha opinião sobre a Monica ser arremessada pelas paredes. Tudo faz parte de licença poética.

Abs,
Ritter.

Destruidora de mundos 2 de fevereiro de 2021 - 13:12

Talvez esta licença poética seja o que a Marvel quer que a gente acredite.

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:12

Eu percebi o que você fez aqui…

HAHAAHHAHAHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Destruidora de mundos 2 de fevereiro de 2021 - 13:14

Pera não entendi, o que exatamente eu fiz? rsrsrs

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:29

Agora você quer que eu acredite que você não sabe o que fez ao dizer que a Marvel quer que acreditemos nisso em uma série em que não dá para acreditar em nada que vemos???

NÃO CAIREI NESSE TRUQUE SUA FEITICEIRA!!!!!!!

HAHAHAHAHAAHAHAHHHAHAHAAH

Abs incrédulos,
Ritter.

Destruidora de mundos 3 de fevereiro de 2021 - 19:46

Já estamos todos sobre o efeito da feitiçaria rsrsrs.

Mago Cartman 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Mas hora q ela sai do dono ela caiu de uma altura considerável. Achei meio Willi Coyote.

Vi que a maioria gostou dessa mina, mas achei ela chatissima, não conhecia a personagem por nunca vi Thor, mas a achei insuportável.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 10:39

Normal a altura para filmes e séries baseadas em quadrinhos. Demolidor, Agents of Shield, Arrow, todas as séries são assim. É uma licença poética muito comum.

Abs,
Ritter.

Responder
Juan Soriano 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Acho que tivemos um indicio de poder da Mônica quando no hospital ela esbarra em um homem e ele fica mais tonto do que o normal com o baque, indicando uma força maior dela

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Eu já esbarrei em gente que quase desmaiou com a queda e não tenho poder algum…

Abs,
Ritter.

Mago Cartman 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

É comum mas continua sendo tosco. Existem outros caminhos, mas a preguiça dos diretores falam mais alto.

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:12

Não acho. Realismo absoluto é que é chato pacas.

Abs,
Ritter.

Mago Cartman 2 de fevereiro de 2021 - 13:14

Mas existe diferença entre ser realista e ser verossímil. No caso aqui é uma cena bem inverossímil, nota-se que pelo publico perdoar por ser “serie de herói” os produtores nem tentam pensar em uma desculpa, só acontece e pronto de forma improvável.

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:29

Verossimilhança não é estabelecida com um evento isolado. Ela existe em um conjunto muito mais amplo da obra como um todo e, no caso do UCM, em todo o universo compartilhado. Se outras cenas em que humanos sem poderes sobreviveram a situações em tese impossíveis aconteceram – e eu garanto para você que elas aconteceram às dezenas – então Monica sobreviver aqui em princípio sem quebrar nada (digo em princípio, pois não sabemos disso com certeza) é verossímil. O mesmo vale para filmes como Rambo, Duro de Matar e uma infinidade de outros.

Abs,
Ritter.

Mago Cartman 3 de fevereiro de 2021 - 19:46

Deve ter acontecido, mas desse jeito cartunesco não me recordo. Aqui a cadência da série só fez a cena de destacar, não positivamente.

Rodrigo Santos 3 de fevereiro de 2021 - 19:46

Eu acho que a própria Wanda não queria mata-la e já que ela controla aquela realidade a Monica não iria sofrer grandes ferimentos

planocritico 3 de fevereiro de 2021 - 22:26

Quero ver é quando a Wanda quiser matar alguém como é que vai ser…

Abs,
Ritter.

JC 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Essa crítica demorou mais de sair que o episódio ahahahaha Eu estava agoniado pra conversar com alguém e não tinha ahahahahaha

Agora já estou mais calmo e posso dizer: Estou amando o seriado desde o começo.

Sabia que iria vir alguma bomba, mas não a esse nível.
Acertaram em cheio!
Já imaginava que era coisa de Wanda, mas ligou direto com o estalar, foi lindo, está sendo lindo, será maravilhoso ahahaha #marveletei
Isso abre portas pra tantas coisas.

Estou louco pra ver a fase 4 mais do que nunca agora.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Também estou amando cada segundo. Muito divertido e angustiante ao mesmo tempo, já que fica claro desde o começo que algo potencialmente muito ruim está acontecendo.

Essa Fase 4 promete!

Abs,
Ritter.

Responder
Josué de Morais 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Opa, eu não vi que a crítica tinha saido, tive uma surpresa agora, porque tinha que vir aqui e dizer que episódio sensacional, fiquei grudado na televisão todo segundo.
Eu quero mais, eu necessito de mais…
E quando eu parei de assistir e fui para internet tive uma pancada que até agora não consegui dormir direito animado, preparado ritter?
Ta tendo diversos rumores de que personagens importantes como Phil Coulson, May e Daisy voltem ao mcu, tornando AoS cannon, rumores de conversas sobre um possível revival do Disney Plus já aconteceu nos bastidores, e com uma série da SWORD vindo ai, minhas esperanças estão muito elevadas…
Estou mais iludido que a Wanda em sua louca realidade, eu tava vendo teorias de que ela vai ser a responsável de trazer os mutantes para o MCU e acho que seria um caminho bastante interessante.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Rumores, rumores… Cuidado para não enlouquecer acompanhando-os!

Mas seria lindo se a Shield da série fosse incorporada de verdade e de vez ao UCM, nem que fossem apenas os personagens se juntando a outra agências como a Sword.

Sobre os mutantes, esse é um velho rumor. Vamos ver como a coisa vai.

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

Acho que AoS é MUITO abaixo do padrão de qualidade do Disney+ pra se tornar canon,
pode até ser uma ideia bacana,
mas acho bem difícil isso acontecer.

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:01

AoS é espetacular. A série mais esnobada da história das séries baseadas em quadrinhos. E ela inegavelmente já é cânon.

Abs,
Ritter.

Responder
Magnosama 2 de fevereiro de 2021 - 13:11

Ual, espetacular?
Consegui me arrastar até a 3ª temporada, com muito custo, sempre achei os roteiros e execução bem fracos…

ual, inegavelmente?
prefiro esperar um pouco mais pra afirmar algo assim, ainda não vejo nada conon vindo de AoS…

abs,
Carlos

Responder
planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:14

Inegavelmente. Tem crossover com Capitão América 2, com Guerra Infinita, com o nome de Thanos sendo abertamente citado, tem participação direta de personagens dos filmes, inclusive Lady Sif e assim por diante. Isso sem contar com o crossover com Vingadores 2 em que os porta-aviões que magicamente aparecem lá vêm da série. Não tem como desfazer.

Abs,
Ritter.

Magnosama 2 de fevereiro de 2021 - 13:14

Eu sempre entendi esses episódios como uma piscadela (uma concessão) do MCU em relação a AoS. Uma gentileza.
Eles permitiam que AoS citasse uma coisa ou outra na série, mas nunca acontecendo nada parecido no sentido inverso. Nada que acontece na série influenciou nos filmes.

A série sempre foi completamente ignorada no MCU.

Enfim, eu não tenho AoS em tão alta conta quanto vcs, mas vá lá. Estou confiando no que Disney/Marvel vem construindo no Disney+. Se eles realmente apostarem nisso, coisa que não acredito, vai ser pra ganhar.

planocritico 2 de fevereiro de 2021 - 13:29

Completamente ignoradas foram as séries Marvel/Netflix. Shield sempre teve algum grau razoável de integração, inclusive, como disse, os porta-aviões que Fury usa em Vingadores 2 terem vindo diretamente da série.

O que eu queria era apenas que o Feige pegasse alguns personagens de AoS e integrasse completamente ao UCM. Só isso. Nem precisa citar eventos passados nem nada, pois se tem uma coisa que eu não ligo é linha temporal ou continuidade.

Abs,
Ritter.

Magnosama 2 de fevereiro de 2021 - 13:29

pois acho muito mais plausível o D+ resgatar uma ou outra série Marvel/Netflix do que essa canonização de AoS que vcs estão apostando.

Veremos.

abs

planocritico 3 de fevereiro de 2021 - 19:46

Não é apostando. É desejando apenas…

Sobre resgatar as séries Marvel/Netflix, aí o que eu desejaria é que o Demolidor pelo menos ganhasse o tratamento cinematográfico e não de série apenas. Mas aquele Demolidor mesmo e não outro.

Abs,
Ritter.

Magnosama 3 de fevereiro de 2021 - 19:46

Sobre Demolidor concordamos integralmente e fervorosamente, xD

abç

HobokenBlues 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

A cena da wanda totalmente vilanesca com a Geraldine ja deu a pista do que vem por ai, não é como se todos não estivessem esperando afinal.

Agora que bizarro a cena do visão em sua forma real, você não espera aquilo, o enquadramento desfocado nele e do nada você lembra o que realmente aconteceu com ele.

Responder
planocritico 1 de fevereiro de 2021 - 09:59

Pois é. Foi sinistro aquilo…

Abs,
Ritter.

Responder
Euron "Olho de Corvo" Greyjoy 1 de fevereiro de 2021 - 09:57

Gente, sério, não consigo compreender quem não está gostando da série. A pegada da série é fenomenal, homenageando as sitcons dos anos 50 e assim por diante. Por mim a série poderia continuar nessa pegada até o último episódio que iria valer a pena, principalmente por ser ousada e diferente de tudo que já vimos na Marvel. Honestamente, as primeiras coisas que me vem a cabeça quando tecem comentários negativos á referida obra é a falta de intelectualidade e pobreza cultural do indivíduo, e peço perdão caso seja um julgamento errôneo.

As pessoas dizem que a serie não é engraçada para uma sitcom (e é justamente a intenção dos produtores), dizem que ela é muito lenta e que nada aconteceu em 4 episódios (comentário típico da geração imediatista, que não suporta ver qualquer obra que não tenha socos ou acontecimentos bombásticos a cada 15 minutos) ou mesmo que tudo é muito estranho (esse pessoal se suicidaria vendo qualquer obra do David Lynch).

Acredito que o maior mérito dessa serie no momento é separar o trigo do joio, os fãs “nutella” pseudo intelectuais dos fãs “raiz” pseudo intelectuais..

Responder

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