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Crítica | WandaVision – 1X08: Previously On

por Ritter Fan
3359 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers. Leiam, aqui, as críticas dos demais episódios.

O que faz de você a Feiticeira Escarlate.
– Harkness, Agatha

O vasto Universo Cinematográfico Marvel nunca prezou pela sutileza. Suas histórias são “pá-pum”, sem firulas, sem elucubrações, sem nenhuma tentativa de criar simbologia que não tenha uma legenda embaixo explicando exatamente o que ela significa. Se algum mistério ou metáfora é utilizado, não demora e uma explicação detalhada vem, nem que seja no filme seguinte. Tudo bem, é uma escolha e um padrão que compreendo e aceito porque o outro lado dessa moeda foi a criação de um um universo compartilhado tão coeso e tão bem feito e que, ainda por cima, traz à lume personagens obscuros que eu jamais imaginaria que veriam a luz do dia (Guardiões da Galáxia, estou olhando para vocês!!!), que vale a simplicidade narrativa.

Mas eis que vem WandaVision, uma série estranha com gente esquisita fazendo mais referências a séries antigas – que audácia! – do que ao universo cinematográfico ou aos quadrinhos que, pelo menos no começo, deixou muita gente impaciente cabreira. No lugar de obviedades, vieram sutilezas. No lugar de explicações, vieram grandes e pequenos mistérios se amontoando. No lugar de usar uma estrutura conhecida, eis que o comando da showrunner Jac Schaeffer fez o diabo (sem trocadilho!) com metalinguagem para criar uma daquelas séries que faz o espectador acordar ainda mais cedo para ver o episódio da semana. O problema – que não é enorme, eu sei – é que a Marvel continua sendo a Marvel e explicar, explicar, explicar parece fazer parte do DNA do estúdio.

Previously On é esse episódio explicativo, tecnicamente o segundo da temporada depois de We Interrupt This Program que, temos que lembrar, teve a vantagem de ser o porrete disruptivo da narrativa. Em uma estrutura simpática de flashbacks meta-narrativos forçados por Agatha em Wanda como forma de a mega-bruxa de Salem descobrir a fonte dos poderes da super-heroína, retornamos ao passado remoto dos gêmeos Maximoff em meio ao caos de Sokovia em que, com um retcon maroto, aprendemos de uma vez por todas que Wanda já tinha poderes antes de tê-los amplificados pela joia do infinito no centro de Loki. Seria ela uma mutante, então? Seja como for, o episódio teria sido ainda melhor se ele se concentrasse no inédito, no que realmente era importante entendermos, talvez, por exemplo, sem a sequência de Wandinha quase usando seu poder quando criança, de forma que seu momento seguinte como voluntária de Strucker pudesse ser explorado em mais detalhes.

Da mesma maneira, o vício pelo didatismo que afasta toda e qualquer sombra de dúvida deixa sobejamente claro que Wanda sempre foi viciada em séries de TV, com as capas dos DVDs aparecendo proeminentemente na maleta do amoroso pai que diz aos espectadores: “olha, apesar de ser completamente desnecessário explicar isso, toma aí o contexto pelo qual Wanda criou uma bolha televisiva para viver feliz para sempre”. É a explicação pela explicação, uma forma de encontrar o denominador comum para deixar todo mundo confortável e feliz como a própria Wanda em seu mundinho mental.

Por outro lado – e o episódio foi efetivamente um gangorra narrativa – a sequência em que vemos o que realmente ocorreu no quartel-general da S.W.O.R.D., com Wanda primeiro recebendo a “sugestão” do Diretor Hayward de que ela poderia reviver o Visão e, depois, vendo o corpo desmontado do Visão, foi tremendamente eficiente não só para amplificar a dor da personagem, como também para sacramentar a tragédia do androide humano, tragédia essa que casa perfeitamente com a revelação, na sequência pós-créditos, que seu corpo esbranquiçado e agora certamente sob o comando da agência que tem em suas primeiras duas letras a expressão “arma senciente”, agora é apenas um instrumento de destruição que em breve será usado contra o amor de sua vida. Há poesia aí, ainda que nada sutil, obviamente.

Independente do “senta aqui, deixa eu te explicar”, uma coisa foi constante e sensacional no episódio: a atuação de Kathryn Hahn. E falo só dela mesmo, pois Elizabeth Olsen foi quase que literalmente engolida pela Feiticeira Faceira. Hahn já havia mostrado seu potencial magnético na série, claro, mas em Previously On ela tem o que basicamente podemos chamar de sua primeira oportunidade solo para brilhar. E brilhar ela brilha. A forma como ela navega logo no prelúdio no século XVII entre bruxa traída e coitadinha e bruxa assassina e sugadora de essências de vidas é sensacional, assim como sua flutuação entre diabolismo, sarcasmo, surpresa e genuína satisfação em descobrir o que é Wanda Maximoff. O que significa ser a Feiticeira Escarlate (por um segundo, naquela visão de Wanda no passado, quando tem uma “conversa” com a joia do infinito, ficou a impressão de uma entidade cósmica à la Fênix) e o que exatamente Agatha quer com isso (suas intenções não estão, pelo menos para mim, completamente claras) tornam-se quase que desimportantes diante do que a atriz consegue irradiar com sua inebriante performance.

Por fim, se o jogo está mesmo sendo jogado apenas por Wanda, que mal compreende seus poderes e parece ter criado sua versão de Westview como genuína manifestação de seu profundo luto e por Agatha, que parece querer se aproveitar da situação, ainda que ela possa ainda estar tentando ajudar, ou se há ainda mais forças sinistras por trás, descobriremos muito em breve e, desconfio, com muuuitos detalhes para não deixar nada em dúvida. Ou, se ficarem dúvidas, não será nada que, posteriormente, não seja devidamente esmiuçado em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura que, como já anunciado diversas vezes, será “encaixado” em WandaVision.

WandaVision – 1X08: Previously On (EUA, 26 de fevereiro de 2021)
Criação: Jac Schaeffer
Direção: Matt Shakman
Roteiro: Laura Donney
Elenco: Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Teyonah Parris, Kathryn Hahn, Randall Park, Kat Dennings, Josh Stamberg, Asif Ali, Jett Klyne, Julian Hilliard, Evan Peters
Duração: 47 min.

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112 comentários

Leonardo Pereira 1 de março de 2021 - 16:18

Confesso que não curti tanto… Os episódios 4, 5 e 6 foram ótimos, mas não achei o 7 e 8 tão bons.

Sou marvete de carteirinha, mas que há muita boa com a Marvel, isso há. Parece que os fãs não questionam, tudo tá bom. Eu entendo a proposta do episódio de ser algo mais dramático, pessoal e denso, inclusive a frase do Visão sobre o luto é incrível, mas por ser um penúltimo episódio esperava mais, mais conteúdo, coisas que levassem a trama mais pra frente. É uma pena.

Porém creio que seja culpa nossa, que esperamos sempre algo espetacular e bolamos dezenas de teorias, elevando sempre as expectativas, que na maioria das vezes não são correspondidas.

Espero que o último seja bom e mais longo, porque tem MUITA coisa em aberto, e no começo tinham boatos que a série teria 6h de duração. Espero que seja verdade.

Responder
planocritico 1 de março de 2021 - 16:18

Não vejo tanta coisa assim em aberto não. Na minha cabeça, está bem fácil fechar a minissérie.

Abs,
Ritter.

Responder
Dialógico 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Diretor Hayward teve mais desenvolvimento nesse episódio do que em toda a série

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Sim, verdade. Largou um pouco de lado a unidimensionalidade dele.

Abs,
Ritter.

Responder
rafael_l_l_l 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Eu vi cada teoria absurda ser jogada na net por canais (conhecidos, até), desesperados por views, que você não têm ideia.

Responder
planocritico 1 de março de 2021 - 00:56

Eu sei. Vi algumas meio que sem querer. Confesso que esse exagero e sofreguidão de fãs me cansam bastante…

Abs,
Ritter.

Responder
Samuel Santos 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

A legenda errou. A Agatha não chamou a Wanda de “uma Feiticeira Escarlate”, chamou de “a Feiticeira Escarlate”.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:16

Você tem razão. Eu vi em inglês sem legenda e “escutei” ela falar “a Scarlet Witch”, mas, revendo, de fato ela fala “the Scarlet Witch”. Aliás, por sinal, a legenda em inglês está correta.

Abs,
Ritter.

Responder
Groot 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

No fundo, estava achando esse episódio bom, mas tinha algo me incomodando e eu não sabia o que era, quando li a sua crítica, meu incômodo se manifestou: a exposição em excesso nesse episódio, a Agatha literalmente pegando a mão da Wanda e passeando pelo passado, foi um artifício meio sem graça, mas eficiente e com ótimas cenas. Certas partes não precisavam ser mostradas, mas se não for mastigadinho, não é Marvel kkkk

Obs: meio decepcionado com o retcom da origem dos poderes da Wanda, qual o preconceito da Marvel com a palavra “mutante”?

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:15

Não é preconceito. É não poder ter usado a palavra até pouco tempo atrás. E, se agora, do nada, começarem a pipocar mutantes, será para lá de estranho, não?

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Cabral 28 de fevereiro de 2021 - 16:07 Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Mas ele não deu as caras nesse último não! Deve ter arregado!

Abs,
Ritter.

Responder
Cristen Charles 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Olha, realmente essa necessidade de explicar, mastigar, que a Marvel tem, judia muito artisticamente o produto. Começa com uma pegada Além da Imaginação (a clássica, obviamente) um mistério interessante, que levanta teorias e movimenta a internet, mas logo precisa, para o bom andamento do MCU, tudo ser mastigado e explicado, até aí ok!

Só não me agradei com a forma narrativa dessa explicação, como foi inserido o retcon, foi extremamente preguiçoso narrativamente falando. Vemos isso até em telenovelas Brasileiras!

Eu me senti incomodado, principalmente com a Harkness, que a todo o tempo parecia estar incomodada com o texto, já que a intérprete da personagem é uma grande atriz.

O último episódio terá a árdua missão de ser algo grande e ousado, que compensa essa queda, séries com essa pegada, não deve abrir concessões e já vimos exemplos que deram certo por isso!

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:16

Não me incomodei tanto assim quanto você, mas entendo seu ponto perfeitamente.

Abs,
Ritter.

Responder
Lew Martin 1 de março de 2021 - 16:18

concordo, tem muitos ganchos que precisam ser fechados com um minimo de coerencia, achei a parte da sitcom com muito tempo de tela, preferia que a serie tivesse tido mais essa pegada durante a temporada, mas vamos esperar algo grandioso

Responder
Mago Cartman 27 de fevereiro de 2021 - 20:00

Concordo que foi expositivo por demais, a Agness numa mão pegou a Wanda e na outras os telespectadores nos guiando num caminho de respostas.
Teve uma em particular que achei desnecessária, mas entendo ser algo de opinião e não um defeito da série, mas no meu ver não precisa ter explicado o porque da Wanda escolher sitcons como base do seu mundo.

Vamos pro ultimo (ou não) episódio com pouca coisa pra se revolver, só a origem dos poderes dela que realmente espero que não seja mutação, sempre achei magia por mutação um negócio paia. Ou é mutante ou é bruxa pra mim.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Foi expositivo, mas ainda foi bacana. Faz parte, não tem jeito.

Sobre ou ser mutante ou ser bruxa, a pergunta é: você nasce bruxo ou bruxa ou aprende a ser bruxo ou bruxa???

Abs,
Ritter.

Responder
Lú Lopes Lima 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Existia o potencial, né? Mas Uanda é um coquetel: mutante, bruxa… Socoviana!

Responder
Mago Cartman 28 de fevereiro de 2021 - 16:15

Pra mim tanto faz nascer ou aprender, sendo bruxaria apenas blz, agora bruxaria vir por mutação acho paia.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Se você nasce com o poder, é perfeitamente possível dizer que é algo genético e, portanto, uma mutação. Por isso perguntei. Mas, para mim, magia deveria ser “aprendida”, uma habilidade e não algo que você nasce sabendo…

Abs,
Ritter.

Responder
Mago Cartman 28 de fevereiro de 2021 - 21:03

Eu não acho impossível, eu só acho paia a pessoa fazer bruxaria por mutação. Tem obras que tem isso de nascer com o dom da magia tipo Harry Potter, só q eu prefiro sendo algo de misticismo não de mutante. Sempre achei esse poder nada a ver com o resto dos mutantes.

planocritico 1 de março de 2021 - 00:56

Tem vários poderes que não tem conexão com genética. Basta lembrar da Tempestade. Uma mutação que torna possível controlar o tempo??? E assim a coisa vai…

Abs,
Ritter.

Mago Cartman 1 de março de 2021 - 01:04

Essa é outra q eu nunca comprei a mutação. Deve ser por isso q eu não gosto de X Men, uns poder nada a ver que deveria vir de outra coisa não de mutação.
Se o MCU mudar isso da Wanda pra mim vai ser melhor a adaptação do que o original.

planocritico 1 de março de 2021 - 01:05

He, he. Se pararmos para listar mentalmente, tem um monte de casos parecidos…

Abs,
Ritter.

Rafael Lima 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Tem que ver que nos quadrinhos (e não defendo que seja assim ou não na série) tem magias e magias. O Doutor Estranho aprendeu a usar magia. Já os poderes mágicos da Wanda vieram por “osmose”, por que ela foi criada lá na montanha do Alto Evolucionário que tinha um lance mágico que honestamente não lembro, que fez com que ela tivesse a magia do caos nela. Ou seja, nos quadrinhos, a Wanda NASCEU mutante, mas também NASCEU e se TORNOU bruxa, que só foi possível por que ela tinha uma herança bruxa não associada ao Gene X. Em resumo, é uma dor de cabeça.

Em resumo, como você disse em outro comentário, é o que o roteirista quiser. Mas acho que todo o lance da Feiticeira Escarlate e relação com a magia não vai ser limitado a mutação (da forma como é entendida na Marvel), se é que vai ter ligação com mutação, por conta de toda uma mitologia que a série parece estar desenhando em torno do tema da bruxaria.

Responder
planocritico 1 de março de 2021 - 00:56

É uma bagunça isso, caramba…

Mas, no UCM, eu espero que seja nessa linha aí que você pontua ao final de seu comentário, ou seja, sem mutação e mais na linha de bruxaria pura e simples mesmo, nem que a “habilidade” ou a tendência, digamos, assim, de ser uma bruxa, venha do nascimento, algo como linhagens milenares sobrenaturais…

Abs,
Ritter.

Responder
Destruidora de mundos 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

No universo Marvel nas Hqs ja foi explicado que não existe magia própriamente dita, tudo é energia seja desta dimensão ou de outras, e os magos e feiticeiras apenas aprendem a manipular esta energia. Jemma Simmons diz em AOS “Magia é ciência que ainda não compreendemos”.

Responder
Mago Cartman 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Eu acho isso muito paia. São conceitos tão legais pra vc científicar tudo. Tipo Thor (nunca li gibi dele não sei se é assim tmb mas HQs) não ser realmente um deus e sim um et.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:16

Estão mágica é “aprendida”?

Abs,
Ritter.

Responder
Destruidora de mundos 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Depende, na maioria das vezes com estudo se aprende a manipular magia como o Doutor Estranho, e em outros casos você pode ter uma pré disposição, e tem tb alguns mutantes que nascem com habilidades similares.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 21:03

Ou seja, não tem uma explicação. É o que o roteirista quiser na hora…

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 27 de fevereiro de 2021 - 20:00

Na real, pra mim a Kathryn Hahn roubo a cena nessa serie, que mulher linda, quando ela aparece eu fico hipnotizado, grande atriz e belíssima mulher. Sobre a serie gostei do episodio, o ultimo episodio vai ser epico tenho tenho certeza, ainda mais que nao apareceu o mercurio.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Roubou completamente. Como eu disse, soterrou a Olsen…

Abs,
Ritter.

Responder
rafael_l_l_l 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Trocadalhos do carilho, rs.

Responder
Lú Lopes Lima 27 de fevereiro de 2021 - 19:59

Ufa, Ritter. Por que vc demora TANTO para publicar. Finalmente a resenha do episódio 8 do MAIOR FENÔMENO AUDIOVISUAL DA HISTÓÓÓÓÓRIA! <3 : WANDAVISION. Ou WandaVis. Ou ainda, Undavis <3
Agora, já gastei toda a mufa publicando meus comentários do cap 8 na resenha do cap 7.
Então, como VINGANÇA vou dar um espoile espírita do episódio 9. Os fracos tapem os olhos ou saiam da sala!

Lá vai:

O Pietro É MESMO o Pietro!

Podem rir agora. Vocês vão ver =P

No fim vou dar a última risada:
RÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁ!!!

Responder
Gabriel Filipe 27 de fevereiro de 2021 - 20:01

ele lança 1 dps, isso pra mim nn é demorar mt e nn, o Pietro n é o Pietro

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Será que o Pietro é o Pietro ou o Peter? Fica a dúvida…

E tadinho de mim, eu publiquei a crítica exatamente 19 horas e 10 minutos depois que o episódio saiu no Disney +!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Lú Lopes Lima 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Justamente. Peter. Um Peter, provavelmente.
Não leve a mal: eu terminei de assistir e fiquei ansiosa para conversar. O mundo precisa saber! =)
Bjs, Lú.

Responder
SM390 27 de fevereiro de 2021 - 19:59

Gostei do episódio, mas sinto que essa série serve mais como ponte pros filmes do aranha e do dr.estranho do que algo com narrativa própria. Quase metade da temporada não fez a trama andar pra frente. Mesmo assim estou curtindo a série e o caminho que ela está seguindo.
Obs: a Elizabeth Olsen atuou como nunca nesse oitavo capítulo.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Interessante você achar isso. Ainda que sem dúvida a série seja parte integral do UCM, ela conta uma interessantíssima história de origem da Feiticeira Escarlate que parece ter começo, meio e fim, mantendo-se em pé por seus próprios méritos.

Sobre a Olsen, ela é boa, mas, aqui, a Hahn engoliu o cenário completamente.

Abs,
Ritter.

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

O episódio foi basicamente a Marvel sendo Marvel, né? “Senta aqui, deixa eu te explicar” foi a definição perfeita. Uma pena, tinha esperança de que a série pudesse seguir por um caminho mais adulto. Eu daria 2,5/5.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Mesmo tendo isso, pelo visto gostei mais do que você!

Abs,
Ritter.

Responder
Nathanael Pereira 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Geralmente não gosto de Ep’s ou partes de filme que param e tentam explicar e explicar cada detalhe pra o expectador mas assim como o quarto episódio o que me prende nesse é o fator emocional a presença e atuação da Kathryn Hahn faz toda diferença mas a melhor parte fica com a Elizabeth Olsen nas primeiras iterações com o Visão no complexo dos Vingadores, a sequência na base da Sword é muita triste ver que a Wanda só queria de alguma forma dar um enterro ao visão e sentir ainda alguma conexão e claro a sequência em Westeview ela perdeu tudo então ela não apenas se prende como prende outros em uma realidade perfeita. Gostei demais disso, foi tudo a Wanda, de certa forma inconsciente mas foi ela.

Ps. Agora temos o próximo EP e querendo ou não ainda temos muitas perguntas principalmente em relação as intenções da Agatha, o Mercúrio do Evan Peters não acho que a Marvel vai jogar isso assim e não aproveitar ou explicar, espero de alguma forma termos um fim bom pra série mas sabendo claro que sendo Marvel, WandaVision é apenas o inicio de algo maior.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Também gostei muito ter sido a Wanda. E eu espero que isso permança dessa forma e não arrumem um super-vilão no último segundo…

Sobre o Mercúrio, eu acho que foi só um easter-egg mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
BUGU 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Esse episódio foi um dos melhores até agora. Discordo da crítica, nada ali foi explicação só pela explicação, havia sentido para cada cena exposta!

Responder
Victor Nicolau 27 de fevereiro de 2021 - 20:00

Também achei necessário, não foi novidade na história em si, mas foi importante pra acompanhar o luto da Wanda, que é o principal tema da série

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Não vejo muita razão para aparecer o amor da Wanda por séries umas 18 vezes em 30 minutos…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Sentido houve. Mas sentido não torna a explicação necessária.

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Que ep incrível. Que atuação da kathryn, ver todo sofrimento que a wanda passou e ainda passa, ver a possível explicação da chegada dos mutantes no mcu foi espetacular.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Essa dos mutantes ainda não é algo certo. Temos que esperar para ver, pois fica estranho ela ser mutante e não haver mais nenhum outro mutante nesse universo…

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Acredito que podem ter outros escondidos. Como o wolverine, o magneto, o Xavier. Os mais antigos

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:16

Será a preguiça master do UCM para explicar os mutantes se houver “mutantes escondidos”…

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Acho que só vai ser explicado no filme dos Eternos

Giovani 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Finalmente a Marvel deu créditos ao John Byrne! Já estava ficando feio. Acredito que no final o Visão possa se fundir com a versão branca para poder sair do Hex.
“O que é luto se não o amor que perdura” – Visão
Bah essa derrubou..

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Apareceu o nome do Byrne mesmo nos créditos?

Sobre o Visão, concordo que essa seria a solução para ele reviver mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Giovani 1 de março de 2021 - 16:18

Engraçado que colocaram ele junto com o Jim Shooter, já que se odeiam: https://uploads.disquscdn.com/images/e279d249643f163b063c9994b4b3f8ba64d94fc1808c247e2f3781b61319c0ef.png

Responder
Leandro 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Eu e meu irmão comprávamos quadrinhos da Marvel nos anos 1990. Uma vez compramos uma revista chamada “Sergio Aragonés Massacra a Marvel”. Era uma sátira desse escritor e desenhista hispano-mexicano aos quadrinhos da Marvel. No meio da história, vários heróis da Marvel brigam entre si sem nenhum motivo aparente. O autor justificou que a Marvel sempre arruma um motivo para confrontar seu heróis (e por o vilão em segundo plano). No MCU, já foi assim em Guerra Civil. Em Wandavision, acredito que teremos um confronto entre Visão x Visão Branco ou Wanda x Visão Branco. Provavelmente, o dois Visões irão se fundir.

Meu comentário pode sugerir que não estou gostando da série, mas estou gostando muito e fiquei querendo que as sextas-feiras chegassem logo. Gostei da introdução da Monica Rambeau e da SWORD no MCU.

Quem será que aparecerá no episódio final? Será o aguardado Doutor Estranho ou outra surpresa como Reed Richards ou Professor Xavier? Wanda tinha poderes desde criança porque é uma mutante que alterava as probabilidades e, assim, impediu o míssil de ser acionado? Que livro era aquele no porão da Ágatha? Muitas perguntas para serem respondidas no episódio final.

No episódio 1×06, deixei um comentário aqui questionando quem seria o cara que a Monica Rambeau iria se encontrar nas montanhas. Lembro dela ter falado explicitamente “my guy”. Contudo, no episódio seguinte, ela se encontrou com outros agente da SWORD. Ela foi recebida por uma mulher, uma Major. Assim, esse cara pode ser a pessoa que aparecerá no episódio final ou então ela estava se referindo ao veículo blindado da SWORD que ela usaria para entrar no Hex.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Isso de herói lutar contra herói é uma das bases narrativas de todo quadrinhos mainstream. DC e Marvel fazem isso desde a 2ª Guerra Mundial.

Sobre quem aparecerá no final, se for aparecer muito, acho que não será ninguém grande, se aparecer pouco, apenas na silhueta, pode ser o Estranho. Mas eu não sei se aparecerá alguém não…

Sobre o “my guy”, a expressão funciona para mulheres também. Era aquela asiática aliada da mãe da Monica.

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Filoni 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Hoje estou aqui na hora e com muitos pontos de acordo com sua critica… eu pensava que não tinha jeito e que, assim como no episódio 4, haveria um momento puramente didático sobre o início do Hex e tudo isso que estamos vendo. No geral, apesar disso me vieram coisas muito positivas no episódio. As cenas para mim da Wanda e do Visão no período pós-Era de Ultron e depois ela vendo o corpo dele na base da SWORD para mim são grandes momentos do MCU que me tocaram bastante e de maneira profunda. Eu acho que a interpretação da Elizabeth Olsen, alias, nesse episódio merece bem mais destaque. Acho que ela mandou bem em cada um dos momentos, em especial nessas duas cenas.

Sobre as sitcoms, eu acho também que a metáfora não está sendo explicada, mas justificada. Para mim era importante sim de alguma forma mostrar que esse tipo de programa de alguma forma tinha algum papel importante na vida da Wanda. Justamente uma forma de mostrar que o que vimos não foi uma homenagem gratuita, mas algo que compõem a personagem e justifica a série a ser como é.

A Katheryn Hahn realmente rouba a cena nesse episódio. Achei ela incrível desde o primeiro momento até o final. Ver o uniforme dela de bruxa foi muito legal e espero para ver a Wanda também uniformizada. O próximo episódio é bom ser longo, porque parece ter um bocado de coisa para fechar. E mantenho também duvidas sobre as intenções dela.

Alias, a melhor revelação do episódio foi sacramentar de uma vez por toda que o que está havendo durante a série toda é um ato da Wanda e de ninguém mais. Tudo bem que seja por seu luto e gerado de maneira espontânea… ela não teve o objetivo de escravizar pessoas, o que faz com que a sua confusão durante os primeiros episódios, mesclada com a raiva nos seguintes, faça mais sentido. Nada de um pacto com um Mephisto ou com um Pesadelo. Nem a Agatha sendo responsável por manipulá-la. É uma Feiticeira Escarlate incapaz de lidar com seus poderes e com sua dor, e agora veremos nesse último episódio e no futuro Doutor Estranho o que será feito em relação a isso.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Entendo seu ponto sobre as sitcoms, mas repare quantas vezes isso foi repetido, repare quantas vezes vimos Wanda assistindo TV. Precisava mesmo desse didatismo todo para pontuar algo que ficou claro imediatamente na cena dela com o pai e que nem isso eu acho que precisava, pois é algo que pode muito facilmente vir do bom senso? Não que tenha ficado ruim, pois não ficou, mas foi explicadinho demais e isso me cansa um pouco.

Sobre tudo ser um ato de Wanda, estou adorando que seja isso. Mas ainda estou com um pé atrás, pois não precisa de muito para inventarem um vilão secreto no último segundo (e que eu espero que não aconteça!!!)…

Abs,
Ritter.

Responder
Giovanni Filoni 28 de fevereiro de 2021 - 16:16

Pensando dessa maneira, de fato eles poderiam talvez ter ficado somente com a primeira cena dela criança com os pais, sem a necessidade de que cada memória retomasse a uma sitcom. Ao menos nenhuma das outras ganha tanto foco assim, o que acaba não reafirmando a todo momento a importância. A primeira cena já deixa isso bem claro e a cena com o Visão ao menos traz um momento bem humano dele em uma época na qual ele ainda estava se encontrando.

Nesse ponto da série, se surgir algum vilão secreto por trás da Agatha ou afim, eu acho que já não teria tanto problema. Duvido muito que depois desse episódio feito para explicar tudo o que rolou eles queiram dar um retcon e colocar alguém por trás dos atos da Wanda. E sendo a Wanda a causadora do Hex, acho que seria plausível surgir alguém buscando se aproveitar disso.
Mas, depois de tanto tempo, eu duvido um pouco. Tendo a Agatha (ela está como antagonista, mesmo que eu ainda tenha dúvidas de se ela realmente seguirá como vilã) e o Visão Espectral, acho que a série já está com bastante peso para um fechamento de arco complexo e grandioso. Se alguém mais aparecer, independente de quem possa ser, sem dúvidas seria apenas um link direto pro já tão repetido Doutor Estranho. Curioso para saber qual será essa ligação tão comentada, no fim das contas, já que eu realmente não faço ideia do que acontecerá depois daqui – o que eu acho muito, muito bom.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Por trás da Agatha, eu não vejo problema mesmo não. Se aparecer alguém por trás da Wanda é que vou ficar cabreiro…

Mas eu concordo com você que já temos o suficiente para o fim da série: a Agatha, seja vilã ou não, o Visão Espectral e, no final das contas, o Hayward. Dá para fazer um belo encerramento com isso.

E eu também adora a sensação de não saber o que vai acontecer!

Abs,
Ritter.

Responder
Loki 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Eu nunca chorei com nenhum filme ou série da Marvel, nem mesmo com a morte do Stark, mas nesse episódio cheguei muito perto. Eu já passei por problemas de depressão, e com toda essa recapitulação da história da Wanda e principalmente a parte que ela começa a chorar, deu um aperto gigante no peito, nessas horas parece que o mundo desaba totalmente sobre vc. Eu dou nota 10/10 facilmente pra esse episódio, talvez ele não seja tudo isso, mas me abalou de verdade.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

A identificação nesse nível pessoal com algum episódio ou filme é algo imbatível!

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Brandon 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Kathryn Hahn tomou o episódio para si, monstuosa atuação dela, nossa.
Inclusive eu achei o ep mais didático do que eu esperava, se bem que o retcon meio que ajudou a deixar o ep um pouco mais coeso por assim dizer.
Eu achei que algo mais iria acontece no final, para deixar a treta para o ep final, porém nem isso ocorreu. O que é bom.
Estranho não ter um alarde final, com possibilidade de morte. Mas eu ainda acho que alugém irá morrer.
Por fim, essa questão da Agatha ter dubiedade e não mostrar as reais intenções foi o melhor do episódio.
Mais uma ótima crítica, obg de coração.
E QUE VENHA A SERIES FINALE!!!

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

A bruxa dominou a feiticeira, HAHAHAHAHHAHHAHAAHAHAHA!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lucas Pereira Silva 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Eu gostei do episódio pelo lado emocional e me incomodei com o excesso de explicação, mas só da quase certa pá de cal na cara do mephisto já me satisfaz.

Sem teorias pro próximo episódio, dessa vez kkkkkkk só vem

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Tomara que não tenha Mephisto, mas eu só me dou por satisfeito quando acabar e isso REALMENTE for enterrado…

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Filler, mas foi um bom episódio. Gostei muito da cena dela com o Visão de Guerra Civil, quase uma cena deletada.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Foi muito bom sim, mas foi o único até agora que, mesmo sendo curtinho, me fez olhar no relógio…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Concordo q esse episódio foi um ditatismo puro, mas uma coisa q me faz ficar apaixonado por ele, é o fato dele ser basicamente uma sessão de terapia da Wanda e eu gosto como o ep trata sobre o luto, é simples, é didático, mas me pegou (retirando aql frase do Visão, parecia q eu tava vendo série da Cw qdo ele falou aql kkk). Além disso né, tanto a Elizabeth, qto a Hann estão perfeitas. A cena q a Wanda cria o Hex, a Elizabeth tá se doando totalmente nessa cena. E esse episódio me deu a impressão de que a série não está caminhando para agm grande vilão q ela simplesmente nn precisa. Vc citou We Interupt This Program, aq ep tinha me incomodado mt qdo eu o vi a primeira vez, pq achei q era mt cedo para as revelações (dps revi e essa sensação diminuiu um pouco), já esse nn. E outra coisa, diretor Hayward, eu nn vejo ele como um grande vilão, eu o vejo como um diretor de uma agência, possivelmente, traumatizado pelo mundo pós blip, e q com medo de outras coisas como aquela acontecerem toma atitudes extremamente questionáveis, como falsificar o vídeo para pintar a Wanda como vilã, como o alvo da S.W.O.R.D e agr criar uma arma para defender a Terra de ameaças, nn sei se o programa vai pra essa linha, mas se for, eu ficaria mt feliz, pq até romperia um pouco com a estrutura da Marvel, pq mds, se o Hayward for vilão (vilão ele meio q é, mas eu digo vilão msm), vai ser qse q um repeteco do arco da S.H.I.E.L.D em Soldado Invernal

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Concordo que o momento que Wanda cria o Hex foi muito bom. Aliás, toda aquela cena desde a visita dela à SWORD foi muito boa. Espero que não inventem um vilão controlador no último segundo e fique assim mesmo.

Sobre o Hayward, estou fundamentalmente de acordo com você. O cara está fazendo o melhor para criar uma arma que a Terra possa usar contra ameaças futuras.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucio Adriano Mendonça 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Nesse episódio não senti falta nenhuma da Monica. E serviu pra deixar claro que o diretor da ESPADA é sim vilão. Afinal a Wanda criou o visão dela e não roubou como o diretor afirmava.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Sentiu falta do Jimmy? E da Darcy? Porque eles também não apareceram aqui…

– Ritter.

Responder
Lucio Adriano Mendonça 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Rsrs tá certo. Foco no vilão. As coisas estão mais claras.

Responder
JC 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Antes eu estava achando super fácil linkar com o filme próximo do Dr Estranho, agora confesso que me embaralhei…só se os gêmeos forem a ponte…não sei mesmo.

Engraçado que até eu que curto as explicações as vezes, achei esse cheio delas eheheheheheh

Nossa, como é legal ver o Arco do visão desmontado, sei lá porquê, foi uma das história que mais marcou minha cabeça de leitor de X-Men, acho que foi uma das primeiras que li dos Vingadores, talvez seja isso. Tenho ela até hoje! Deu até vontade de folhear.

Também notei aquela entidade dentro da visão da Jóia…pena que não tem nada com a Fênix, mas seria massa 😀

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Eu acho que o filme do Dr. Estranho será autocontido. Haverá conexões, claro, naquele estilo Marvel, mas não creio que eles se arrisquem a fazer algo muito dependente de WandaVision.

E sim, o lance do Visão desmontado foi muito bacana, assim como nos quadrinhos.

Abs,
Ritter.

Responder
Kevin Rick 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Bela crítica! Acho que esse episódio está sendo bastante exaltado por aí, justamente pelo teor extremamente sentimental, que tem sim seus méritos, mas o didatismo enrijece qualquer oportunidade de ser algo além… Está bem longe de ser ruim, mas achei ele um desserviço a muitos elementos da série. Além da mastigação de informações, compartilho da sua opinião em relação à exposição das Sitcoms na infância da Wanda, que diminuem a força e o desenvolvimento da metalinguagem e as metáforas que vieram antes.

Acho que a série perdeu a ousadia, caiu no lugar-comum, retornou a fórmula. E ainda é tudo muito bom, de verdade, pois Feige é genial em manter a identidade enquanto a renova, mas sinto que a série acabou traindo sua proposta inicial em vários sentidos… Um bom episódio, que te mantém intrigado com vários desdobramentos, mas sinto uma pontinha de decepção.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Valeu!

É mesmo de certa um retorno à fórmula. Mas é o que você disse: continua muito bom mesmo assim.

Vamos ver como a coisa acaba. Tenho esperanças de que virá algo narrativamente interessante por aí!

Abs,
Ritter.

Responder
Giordano 3 de março de 2021 - 23:44

Até que enfim alguém que sentiu isso! Eu tive a mesma sensação, fiquei desapontado, caiu no didatismo comum da Marvel…mas isso que me deixou chateado, no geral, o ep foi muito bom, e o dualismo da Agatha foi bem interessante (ela secando o canto do olho, depois de ver a conversa entre Wande e Visão foi…curioso).

Responder
cleverton 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Eu achei esse um dos melhores episódios e acho que ficou claro agr q n tem um ser controlando a Wanda, talvez o máximo que aconteça é o mephisto sendo parte das crianças, mas nem acredito mais nisso. Quanto a ela ser UMA feiticeira escarlate,, tem mais de uma nos quadrinhos?

Responder
Mago Cartman 27 de fevereiro de 2021 - 19:59

Ao mesmo tempo não, é um título (ou poder sei lá) passado de geração por geração. Tipo um Avatar.

Responder
cleverton 27 de fevereiro de 2021 - 19:59

Não fazia ideia, maneiro

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Isso vem dos quadrinhos? Se vem, juro que eu pulei esse conceito…

Abs,
Ritter.

Responder
Mago Cartman 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Yep. Tem um um gibi que fala que a mãe dela foi Feiticeira Escarlate e que era um título passado de geração. Se é um gibi canônico ou solto não sei te falar, li faz tempo.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:16

Interessante. Não tinha ideia disso.

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 27 de fevereiro de 2021 - 20:00

Ainda nessa de Mephisto? kkkkkkkkkkkk

Responder
cleverton 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

To pegando q nos quadrinhos é isso q acontece com os filhos kkkk mas acho q terá ninguém controlando ela não

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Tomara que não tenha ninguém controlando ela mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Destruidora de mundos 28 de fevereiro de 2021 - 16:08

Feiticeiro ou feiticeira Escarlate é um termo usado para magos raros que conseguem manipular a magia do caos, que nada mais é que a energia primordial da vida,que criou todo o universo,os Deuses,Celestiais, e pedras do infinito.

Responder
cleverton 28 de fevereiro de 2021 - 16:15

Maneiro, procurar mais histórias dela para ler

Responder
Pablo Eckstein 27 de fevereiro de 2021 - 02:12

Gostei do episódio, embora seja mais fraco que o episódio anterior. Fiquei incomodado com os diálogos expositivos e o excesso de didatismo. Mas, no geral, o episódio foi eficiente, principalmente por causa da Kathryn Hahn.

Com o fato de mostrar que a Wanda já tinha poderes quando criança, será que a Marvel vai aproveitar para introduzir o “Gene X”, ou seja, os tão queridos mutantes?

Já chamaram ela de Feiticeira Escarlate. Vamos ver! Ótimo texto, aliás. Virou rotina pra mim assistir o episódio e depois vir aqui ler a crítica.

Responder
Victor Martins 27 de fevereiro de 2021 - 11:58

Eles deixam bem claro que a Wanda tem os poderes porque é uma bruxa.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

E aqui eu repito a pergunta que fiz a outro leitor: você nasce bruxo ou bruxa ou aprender a ser bruxo ou bruxa?

Abs,
Ritter.

Responder
Victor Martins 28 de fevereiro de 2021 - 16:15

Os dois. Nasce com as habilidades e depois precisa aprender a controlá-las.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

E essas habilidades são de natureza genética?

Abs,
Ritter.

Victor Martins 28 de fevereiro de 2021 - 21:03

Natureza mágica, né, até porque não existe bruxa kkkk

planocritico 1 de março de 2021 - 00:56

Tolinho…

No creo en brujas, pero que las hay, las hay…

Abs,
Ritter.

rafael_l_l_l 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Os Homens de Xavier estão vindo aí…

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

O ponto é: de que adiantaria introduzir o gene X aqui? De repente, do nada, brotarão um monte de mutantes no UCM? Vai ficar no mínimo estranho.

Acho que eles precisam arrumar outra saída…

Abs,
Ritter.

Responder
Lara Loira 27 de fevereiro de 2021 - 02:12

o melhor é depoius do todo hype com evan peters, foi só fan service

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

O marketing da Marvel é realmente impressionante! O que uma escalaçãozinha não faz…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lima 27 de fevereiro de 2021 - 02:12

Hoje é sexta feira, dia de vir aqui elogiar a resenha do Ritter sobre Wandavision, mas também é dia de achar um ponto pra discordar completamente dele. kkkkk

Eu acho que o contexto para a relação da Wanda com Sitcoms foi bastante enriquecedor, e não vi como “explicação pela explicação”. De fato, acredito que é bem o contrário. Acredito que se não se aprofundassem nisso (o que achei que aconteceria), seria a metáfora pela metáfora, a brincadeira com a linguagem televisiva por que sim, baseado unicamente na metáfora em s, quei é bem clara “sitcoms igual ideal de felicidade e fuga de realidade”. Legal, mas termina ai

Não senti que o contexto dado foi simplesmente dizer “a série tem esse formato por que a Wanda gosta de Sitcom, e agora senta que eu vou explicar a metáfora”. Cada um dos cenários em que a Agatha leva a Wanda, e onde os Sitcoms estão presentes, ajudam a contar algo não apenas sobre a relação da Vingadora com esses programas, mas também dão mais camadas para a protagonista.

Claro, ainda concordo que a Marvel é didatica, mas nesse caso em específico, acho que explorar a relação de Wanda com os Sitcoms enriqueceu muito mais a narrativa do que a alternativa de usar toda a linguagem narrativa e estética que construiu mais da metade da série simplesmente como uma metáfora.

Sobre a Agatha, adorei toda a ambiguidade com que o texto tratou a personagem, nunca permitindo (pelo menos nesse episódio) saber “qual é a dela”, vide o prólogo do episódio, como você apontou muito bem. Todo o episódio, podemos entender que ela pode estar tanto querer ajudar a Wanda a controlar os poderes e as emoções, mesmo que por meio nada ortodoxos (o que combina com a Agatha dos quadrinhos), e dando a tutoria que ela não teve (supondo que ela tenha sido honesta naquele prólogo em Salém), ou se ela é uma bruxa sedenta por poder, que quer pegar os poderes da Wanda pra ela. Tanto o texto, quanto a interpretação da Hahn dão essa dubiedade brilhante pra bruxa que é bonito de se ver.

Um abraço, e parabéns por mais uma grande resenha.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Obrigado, meu caro!

Sobre a Agatha, estamos integralmente de acordo. Foi muito bacana a manutenção da ambiguidade de intenções dela até o fim. Veremos o que vai acontecer.

Sobre as sitcoms, eu nem me importaria muito com isso – apesar de continuar achando desnecessário abordar algo que até mesmo o bom senso resolveria – se o assunto não fosse martelado 15 vezes ao longo de 30 minutos. Olha, ela era fã de sitcom! Não percebeu, ela era fã de sitcom! Sitcom era a vida dela! O pai a levou a gostar de sitcoms? Ela continuou assistindo sitcoms até adulta! Ah, notou que ela gostava de sitcom? Foi por aí meu problema…

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lima 1 de março de 2021 - 00:56

Eu já tive uma leitura diferente. Dentro do meu entender o uso dos Sitcoms no episódio não foi feito pra explicar a linguagem e estética que permeou boa parte da série, embora inevitavelmente passe por isso (o que eu não acho um problema desde que acrescente algo ao personagem ao invés de ter função meramente didática, e acho que acrescentou).

Eu concordaria com você se em todas as cenas a presença do Sitcom e da relação de tais programas com a protagonista dissessem a mesma coisa, mas não foi como eu recebi. Na minha leitura, cada cena em que a Wanda aparece assistindo Sitcom, seja na infância; seja na Hidra, seja na sede dos Vingadores; o Sitcom e a relação dela com os Sitcoms tem uma função dramática diferente. Não senti que eles estavam lá simplesmente para dizer que eram uma constante na vida dela, e sim para dizer algo sobre a personagem naqueles períodos visitados.

Responder
rafael_l_l_l 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Já que o negócio é explicar tudo, onde ela assistiu Happy Endings/Modern Family/The Office? Na infância que não foi, já que a cena dos dvds deve se passar no final dos anos 1990.
Será que maratonou enquanto servia pra Hydra?

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 21:03

Deve ter sido maratona na Hydra. Aparentemente, o Strucker era um nazista gente boa!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lima 1 de março de 2021 - 00:56

AI é que tá. Dentro do meu entender, o objetivo principal dos Sitcoms no episódio nunca foi explicar tudo, e sim desenvolver e enriquecer a protagonista.

Responder
Lucas 27 de fevereiro de 2021 - 02:12

Episódio muito bom, de novo. Mas me pareceu ter sido feito pra quem não viu os filmes, a cena dela criança com a bomba, etc.
Porém eu gostei desse foco e “calma” do EP, pq pelo jeito o próximo vai ter muita ação e pancadaria.
Ps: os detalhes e referências dessa série são incríveis, pegou a referência a 1984?

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Ver essa série sem ter visto uma boa quantidade dos filmes é mais louco que a loucura de Wanda! HHAHAHAHHAHAHHAAHHHH

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 27 de fevereiro de 2021 - 02:12

Eu estava amando pra caramba, mas foi perdendo o impacto com o passar do tempo; ele foi elucidativo até demais.

Por mim o episódio seria praticamente apenas a Wanda visitando essas memórias e no final temos a Agatha batendo palmas e só então diz que estava vasculhando sua mente para saber a origem e dizendo pontos chaves (sempre teve poderes, ela foi se fortalecendo por com tragédias, Fietro, pipipi popopó).
E apenas semana que vem para responder, mas não vi muito sentido a bruxa levar os filhos da Wandinha pra fora sendo que na casa dela tinham runas contra a Feiticeira Escarlate. Talvez queira colocá-la diante de mais uma tragédia, daí dá pra comprar a ideia.

Sobre os pontos positivos, a abertura só pra mostrar de cara como Hahn é uma das estrelas desse show. Achei sensacional.
Também fiquei surpreso com o Visão ser de fato uma criação da Wanda e não “ressuscitado”. E era algo óbvio que nem me dei conta (se aparentemente ela criou os filhos, por que não um sintozóide?)

Enfim, explicar as coisas a medida que foram aparecendo tirou um pouco do encanto desse episódio para mim, mas ainda me deixou animado para o final.

Responder
planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 16:07

Exato. Foi perdendo o impacto. Mas a Hahn mandou tão bem que eu fiquei feliz no final.

Abs,
Ritter.

Responder

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