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Crítica | Watchmen – 1X06: This Extraordinary Being

por Luiz Santiago
587 views (a partir de agosto de 2020)

  • Contém SPOILERS! Para ler a crítica de outras obras do Universo Watchmen, clique aqui

Na essência, o episódio da semana passada, Little Fear of Lightning e o desta semana, This Extraordinary Being são capítulos bastante parecidos. Ambos possuem um distanciamento das bizarrices iniciais da série (no bom sentido) focando em situações, personagens e desdobramentos com os dois pés no chão, e ainda com a continuação de um interessante padrão narrativo, que é o de explorar um personagem ou camada dramática por semana, conseguido juntamente com isso um maior aprofundamento na vida de outros indivíduos do show.

O ponto de partida é a prisão de Angela, após engolir todos os comprimidos de Nostalgia (que no original é um perfume produzido por Ozymandias). Como já havia sido aludido no episódio passado, esse tipo de droga é utilizada no tratamento de demência e ajuda os pacientes a se lembrarem vividamente de coisas que viveram. Aqui, Laurie expande rapidamente esse conceito dando outros efeitos para a droga, com consequências terríveis no presente, mas que o roteiro utilizada de forma primorosa para trazer detalhes sobe a vida de Will e, na base, sobre o crime primordial visto em It’s Summer and We’re Running Out of Ice, onde tudo começou.

Nesse aspecto é que This Extraordinary Being, com suas referências à origem do Superman e tudo, se torna superior ao episódio que o antecedeu. Por mais objetiva que seja a história e por mais encolhidos que estejam os tentáculos narrativos dessa vez, o texto de Lindelof e Cord Jefferson não se dobra à burrice do espectador que gosta de comidinha mastigada, que clama por respostas rápidas e que quer sentido completo para um show logo a partir do episódio um, em resumo, indivíduos que têm preguiça de pensar ou que usam de má vontade, ódio, problemas pessoais com a série (seja quais forem) para apontar problemas que ela definitivamente não tem. Porque tudo o que tivemos no show até o momento possui uma base segura e que está sendo polida a contento no decorrer das semanas. O presente episódio é mais uma prova disso.

Esteticamente, estamos falando de uma produção digna da HBO e digna do time reunido para a produção da série. Tudo bem que a qualidade técnica sempre esteve em alto patamar, mas este sexto episódio é um dos grandes destaques visuais da temporada, disparado. O olhar para o passado, tendo como ponto de partida um chacoalhão diferente de memórias, traz um belíssimo uso de cor + preto e branco para as cenas, com aplicações pontualíssimas dessa diferença no decorrer do episódio e um soberbo trabalho de profundidade de campo realizado em dois momentos: um na montagem interna, via composição de cenas pelo diretor Stephen Williams e outro na montagem externa, via edição. Além disso, a fusão de objetos entre cenas e os movimentos e escolhas de transição são irretocáveis aqui, o que é surpreendente, pois criar esse tipo de passagem em um episódio que faz experimento com cor e perspectiva de tempo e espaço é ainda mais difícil que o normal.

A revelação da verdadeira identidade do Justiça Encapuzada (ver Cheyenne Jackson e Jovan Adepo agindo sob um mesmo manto, em concepções diferentes, foi algo indescritível) foi bastante interessante, porque a rigor não quebra o estabelecimento étnico do original e o insere satisfatoriamente dentro da temática de bizarrices desse Universo específico, onde o mesmerismo encontra um alto nível de aplicação de massas e a “hipnose” por um tipo específico de luz é facilmente aplicada. Na teoria, isso exige um pouco a reavaliação de algumas sugestões do quadrinho original, o que não é um verdadeiro problema, já que a identidade do Justiça não é revelada ali. A maior contradição, porém, é em relação à minissérie Antes de Watchmen: Minutemen. Por mais que eu tente pensar num caminho de adequação aqui, não consigo, até porque a história da Silhouette (Ursula Zandt) deixa muito claras certas caraterísticas como algum sotaque e porte físico que não combinam com os de Will. De toda forma, pelo menos para mim, isso não é um real problema, eu consigo curtir plenamente em separado.

Com a história de Will expandida, entendemos muito mais sobre Angela e sobre os percalços sociais e políticos deste Universo, assim como uma série de relações no presente. Um capítulo de forte cunho histórico, intenso e primoroso diálogo com a própria História dos EUA e mais uma série de boas revelações e mudanças que empurram a série para a frente sem desrespeitar a inteligência do público desta vez.

Watchmen – 1X06: This Extraordinary Being (EUA, 24 de novembro de 2019)
Direção: Stephen Williams
Roteiro: Damon Lindelof, Cord Jefferson (baseado na obra de Alan Moore e Dave Gibbons)
Elenco: Regina King, Yahya Abdul-Mateen II, McDaniel Austin, Thomas K. Belgrey, Danny Boyd Jr., Ray Buchanan, Hong Chau, Adelaide Clemens, Jason Collett, Catherine Eure, Louis Gossett Jr., Jean Smart, Steven G. Norfleet, Alexis Louder, Don Johnson, Cheyenne Jackson, Jovan Adepo
Duração: 62 min.

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135 comentários

Sóstenes - Toty 5 de dezembro de 2019 - 19:45

Uma questão: Pq o filme passado no cinema quando acontece o mesmerismo é “Walter Mitt”? Um dos meus favoritos.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 22:07

Cara, não faço ideia…

Responder
Sóstenes - Toty 5 de dezembro de 2019 - 19:25

Eu acho que até o Alan Moore tá Gostando dessa série.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de dezembro de 2019 - 22:07

Ele tá adorando, com certeza!

Responder
Massy Andrade 30 de novembro de 2019 - 00:25

Fogo nos racistas!!!

Responder
skypeln 29 de novembro de 2019 - 00:06

Sem sombras de dúvidas, esse foi o melhor episódio até agora. E eu achei que fosse difícil superar o anterior. Muito bem escrito e dirigido. Que série sensacional.

Responder
Stella 28 de novembro de 2019 - 14:19

Ótima crítica. Eu gostei pra caramba do episódio, não esperava que o avo da Angela fosse o Justiça Encapuzado.Pensei que seria o Manhattan. Gostei mais dessa possibilidade porque o Justiça não tinha sido explorado antes, nem nos quadrinhos, então fizeram um retcon sem distorcer nada que foi feito nos quadrinhos. Jogada inteligente do Damon Lindelof e Cord Jefferson.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de novembro de 2019 - 14:46

As relações meio que estavam espalhadas desde o Piloto, mas como tinha o problema étnico envolvido, eu ficava… “mas gente, o que será que vão fazer???” hehhahahahahhahahahaha. Foi muito foda o que fizeram aqui.

Responder
Flavio Batista 28 de novembro de 2019 - 13:28

Cara, q coisa mais linda esse episodio. Zero defeitos, q fala ne?
E, q me perdoem desde ja: mas ver um super heroi negro metendo a porrada em um bando de nazistas/KKK, pqp q da hora! Queria rir, queria chorar tudo ao mesmo tempo.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de novembro de 2019 - 13:57

Como diz o Djonga: FOGO NOS RACISTAS!!!

Responder
Flavio Batista 28 de novembro de 2019 - 14:12

haha bem isso q pensei na hora

Responder
Cleison Miguel 28 de novembro de 2019 - 11:02

Só consegui assistir ontem, estava tendo colapsos nervosos de não ter visto logo na segunda e, o que dizer, o que dizer????

S
E
N
S
A
C
I
O
N
A
L

Cada episódio – não não estou ranqueando – mas cada semana parece que o episódio foi ainda melhor que o da anterior, é simplesmente essa a sensação que tenho toda vez que assisto.

Acho que o único porém da série – e falo hipoteticamente, já que não me encaixo nesse universo de pessoas – seria para aqueles que não leram a HQ, porque não tem a base em que se construiu a série, não que ela se sustente lá, mas certamente há prejuízo na apreciação dessa obra.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de novembro de 2019 - 13:57

Eu também fico pensando como a série está funcionando para quem não leu a HQ. E nem digo em termos de entendimento, mas de aproveitamento, de felicidade, raiva o animação em torno do que está acontecendo.

Responder
planocritico 28 de novembro de 2019 - 14:27

Como já disse antes, eu acho esse o maior “problema” da série e a verdadeira grande razão para a relativamente pequena audiência que ela tem tido. É muito difícil estabelecer conexão com essa obra sem ter lido a HQ original ou PELO MENOS ter visto o filme do Snyder. Mas o bacana é ver que a HBO e Lindelof não fazem concessões e não emburrecem nada por causa disso e partem da premissa que, quem está assistindo, leu a HQ. Palmas para eles, mesmo que isso signifique que a série eventualmente não ganhará segunda temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de novembro de 2019 - 14:46

Pois é… infelizmente.

Responder
planocritico 28 de novembro de 2019 - 15:04

Confesso que, no final das contas, eu vejo isso como algo positivo. Não tem ninguém se dobrando para fazer uma série mediana para agradar a maior parte do povo. Temos, aqui, uma série realmente de nicho que é capaz de irritar até mesmo quem, tendo lido a HQ, não é capaz de aceitar adaptações naquilo que considera “imexível” como já vimos exemplos aqui mesmo nessa seção de comentários, mesmo que seja (ainda bem!) minoria.

Abs,
Ritter.

Cleison Miguel 28 de novembro de 2019 - 15:43

Tem gosto (ou mal gosto neste caso) para tudo meu caro Ritter. Falar mal da série (que se passa em um futuro, respeitando os eventos trazidos na HQ) porque o material original seria algo sagrado é dolorido de ler, não vale, em minha opinião, nem perder tempo com argumentos… a série está espetacular, fico feliz que fizeram – vou ser obrigado a reler (pela 4 ou 5 vez a HQ… rs).

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de novembro de 2019 - 15:51

Vendo por esse lado, eu to assinando em baixo também.

Cleison Miguel 28 de novembro de 2019 - 15:37

Verdade, não ofender o telespectador e partir dessa premissa é muito corajoso. Será uma pena não termos a segunda/terceira temporada, mas desde que terminem a história da forma que vem construindo, já terá valido a pena.

Responder
Cleison Miguel 28 de novembro de 2019 - 15:37

Claro, você tem um apego prévio aos personagens originais, de forma que ver seus descendentes ou os efeitos de suas ações é suficiente para encantar, principalmente quando tais consequências são tão bem construídas como a série vem fazendo.

Responder
Gabriel Filipe 28 de novembro de 2019 - 20:39

Eu nunca li a hq e nem vi o filme do Snyder, a única coisa q eu sei de Watchmen é o final e o nome dos personagens e digo que estou simplismente apaixonado pela série, mas confesso q no início demorei pra me acostumar com a série já que nn tinha a base

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de novembro de 2019 - 20:50

Isso é muito interessante! Você tem planos de ler a HQ, @disqus_Xvut7oPM56:disqus?

Responder
Gabriel Filipe 29 de novembro de 2019 - 00:39

Sim, minha ideia era ler antes da série, mas acabou nn dando pq estava lendo Crise Nas Infinitas Terras e qdo chegou no meio eu comecei a cansar do arco q mesmo bom é chata e demorei um ano pra terminar, aí já tinha começado Watchmen

Felipe Aguiar 29 de novembro de 2019 - 16:19

Você é um achado.

Precisamos de um estudo detalhado sobre sua experiência. hahahaha.
Acho que o site abriria um espaço para um texto seu falando a respeito. Será que rola, l@luizsantiago:disqus?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 29 de novembro de 2019 - 22:19

Já to até configurando uma coluna Especial!!!

Hugo Andrade 2 de dezembro de 2019 - 22:47

Eu só vi o filme e suas versões estendidas, e li aqui sobre as diferenças de finais. E estou adorando.

Responder
A.gama 28 de novembro de 2019 - 09:39

Vi os 3 primeiros episódios e não empolguei, até parei de assistir. Ontem saí mais cedo do trabalho resolvi ver o 4,5 e 6 episódios. Putz que episódios! Considerei os 3 primeiros nota 6, o episódio 4 foi 9, o 5 foi 9,5, o 6 foi 10, espetacular.

Responder
skypeln 29 de novembro de 2019 - 00:06

Te entendo. Que bom que não desistiu da série.

Responder
Gabriel Filipe 27 de novembro de 2019 - 23:19

Esse ep e o 3° são os melhores da série pra mim. E curiosamente foram os que mais me interessaram pela montagem. Eu nn tava vendo Watchmen pq tava vendo as merdas da Cw e como teve o hiato de Supergirl e a tortutura q é a Batwoman aproveitei e vi os 6 eps em 3 dias nn podia ter me surpreendido mais positivamente. Junto com LoT e Doom Patrol é a minha série favorita da Dc e eu sei q o Luiz tbm gosta das 3

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de novembro de 2019 - 00:53

Pois é, estamos compartilhando Universos e estamos muito bem servidos esse ano. Isso é bom demais!!!

Responder
jv bcb 27 de novembro de 2019 - 13:08

Melhor episódio da série até agora, genial é pouco, construção de personagem incrível, sem falar da direção.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de novembro de 2019 - 13:19

É aquele tipo de episódio onde tudo funciona, onde a trama se sustenta em altíssimo patamar e onde a saga dos personagens que a gente tinha visto antes começa a afazer todo sentido.

Responder
Celso Ferreira 27 de novembro de 2019 - 10:11

Esse episódio foi uma obra-prima!

Responder
Mr.L 27 de novembro de 2019 - 08:46

É perfeição que chama isso né? A história do justiça encapuzado é tão perfeito que podia ser um material sem qualquer relação com a história,mas ainda ia manter a qualidade.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de novembro de 2019 - 13:19

Dava um spin off tranquilo!

Responder
Roberval Machado 27 de novembro de 2019 - 08:46

Que episódio sensacional. A série já tinha me conquistado no episódio anterior e agora esse conseguiu superar o anterior.

Nunca li Before Watchmen, nem sequer toquei nas revistas em respeito ao velho barbudo anarquista. Agora a série está fazendo um ótimo trabalho com esse universo assim como o barbudo fez com os personagens da literatura.

Responder
𝐿𝑒𝑣𝑖 26 de novembro de 2019 - 23:53

Melhor episódio até agora, mas essa contradição citada me deixou curioso, não tive vontade de ler Before Watchmen, é algo que incomoda muito quem é mais atrelado a continuidade e tal ?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de novembro de 2019 - 00:20

Pra quem é muito preso a continuidade, sim, o incômodo será bem grande, viu.

Responder
Henrique Guerreiro 27 de novembro de 2019 - 12:01

Luiz, poderia explicar qual seria a contradição?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de novembro de 2019 - 13:08

Posso sim. Na minissérie que me refiro, o Justiça é um alemão nazista que conseguiu escapar para os EUA e assumiu a identidade de um cara do circo que morreu, como já mostrou em American Hero Story aqui. A questão é que a realidade mostrada na série dentro da série combina com o que está em Antes de Watchmen. Mas supostamente Antes de Watchmen deveria ser canônico, então é aí que os problemas começam. É possível encaixar sem problemas maiores o Will como o original Justiça dentro da HQ original. Mas dentro de Before Watchmen não.

Responder
Ruqui 27 de novembro de 2019 - 13:54

Mas isso aí não foi contradito no epílogo da minissérie? Lembro mais ou menos do Blake chegando pra conversar com Mason, fala umas coisas e deixa ele com dúvida…

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 27 de novembro de 2019 - 14:12

Fica dúbio para as pessoas de fora, mas lembra que quando o Mason tá ouvindo o relato daquela Doutora que era namorada com a Ursula? Então, na cena final, mostra o Justiça acordando de um pesadelo gritando “NEIN” e o Metrópole meio aterrorizado atrás da porta. Existe mesmo uma certa dubiedade pública em relação a ele, mas eu acho que essa cena entrega…

https://uploads.disquscdn.com/images/5cdc594bd73fd5fc7d2d85f92dc50e8ac039ba3647a5ce638680c17dd9025335.jpg

https://uploads.disquscdn.com/images/c94efb5b85b2781b2386d782eac2d2c1c582eb9a206cfa1eda2be760acebaab2.jpg

Adilson 26 de novembro de 2019 - 21:54

Genial este episódio!! Estou em estado de êxtase! Só fiquei com uma dúvida: quando Angela chega pela segunda vez na cena do crime (acho que no segundo episódio) e pergunta se o chefe de polícia havia sofrido antes de morrer, tenho a lembrança de que disseram que tinha apanhado e sido torturado, o que não aparece neste episódio. Estou enganado?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 22:16

De fato não aparece nada disso aqui não.

Responder
Ruqui 27 de novembro de 2019 - 11:06

Como alguns tem pensado aqui, fica a dúvida se as memórias não foram manipuladas porque, né, são colocadas em remédios e tals, nada suspeito…

Responder
Adilson 27 de novembro de 2019 - 14:51

Tô pensando nessa possibilidade também. Até porque as pílulas foram “esquecidas”…

Responder
David RoPin 28 de novembro de 2019 - 02:15

Não. Disseram que ele tinha machucado nos dedos, porque ele lutou contra a esganadura, mas não tinha outros machucados.
O Will desligou a lanterna quando ele se enforcou, dai ele recobrou a conciencia e lutou pra não morrer, mas não pode fazer muito.

Responder
Lucas Silva 26 de novembro de 2019 - 17:31

Eu estava achando o episódio anterior o melhor de todos, mas ai chega este e bum! minha cabeça explode e eu não sei ‘onde que eu to’. Com certeza este foi o melhor de todos até agora, essa serie vai ficar pra historia, estou amando mais a cada ep que sai.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 18:04

Pra mim é o melhor da série até o momento e um dos melhores do ano.

Responder
Ruqui 26 de novembro de 2019 - 16:43

Não sei se já viram, mas postando porque nem sabia que David Hayter também tentou filmar.

QUEM ESSE HAYTER PENSA QUE É?

https://www.youtube.com/watch?v=ZkDqxCbyGVk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 17:31

QUEM SÃO ESSES HUMANOS QUE ESTÃO ENCOSTANDO NA OBRA DO MEU BARBUDINHO QUE SÓ EU ENTENDO E SÓ EU POSSO TIRAR DE CONTEXTO, INVERTER AS COISAS AO MEU GOSTO E FALAR COISAS QUE TODO MUNDO SABE COMO SE FOSSE A MAIOR NOVIDADE DO MUNDO???

A PROPÓSITO: VOCÊS SABIAM QUE O FOGO É QUENTE??? SABIAM DISSO? CLARO QUE NÃO! VOCÊS NÃO SABEM DE NADA!!!

Responder
planocritico 26 de novembro de 2019 - 17:36

Tira o Y de Hayter e você já percebe quem ele é de verdade!!!!! Iria DESTRUIR uma obra-prima como fez Snyder, como a DC fez e está fazendo nos quadrinhos e como Lindelof está fazendo agora!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

NINGUÉM PODE TOCAR EM NADA DO ALAN MOORE, NEM NA BARBA DELE!!!!!!!!!!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Aguiar 29 de novembro de 2019 - 16:13

Ali é o Sor Jorah “Friendzone” Mormont?! Isto é um achado!!!! https://media2.giphy.com/media/1tGN00iMCj3Mc/giphy.gif

Responder
Marcos Vinicius 26 de novembro de 2019 - 16:18

Não consegui curtir muito o episódio, possível que por ter visto em vários locais dizendo que o episódio 6 seria o melhor acabei entrando em uma expectativa tão grande que simplesmente n deu pra mergulhar. Ainda sim achei genial a série me tirar uma dúvida que nem eu sabia que possuia, a Hq diz que o justiça encapuzado era provavelmente negro, se eu n me engano o primeiro coruja que diz em seu livro, mas aí vem a questão, como ele era negro mas as pessoas n tinham certeza se dava pra ver entre os olhos na máscara? A série respondeu isso de uma forma sensacional, até complementando em como ele pintava os olhos para parecer branco e a Ângela pinta de preto e sem esconder com luvas o que é, mostrando ao menos pra mim a diferença do “heroísmo” de cada um.

Responder
Opie 26 de novembro de 2019 - 16:13

o Cheyenne Jackson como Justiça Encapuzada só me faz crer cada dia mais que Ryan Murphy de fato está por trás de American Hero Story, pulando a cerca do recém contrato com a gigante do streaming

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 16:33

Mano, isso seria TÃO FODA!!!

Responder
adrianocesar21 26 de novembro de 2019 - 14:30

Confesso que a revelação da verdadeira identidade do Justiça encapuzada não chegou a ser uma grande surpresa.. á série já dava pistas que o Will provavelmente fosse um minutemen (ou trabalhava com/para eles) e o Justiça era a unica aposta sensata… Mas é primoroso a maneira que a série encontrou pra encaixar a origem dele com as lacunas propositais deixadas pelo Moore na HQ. E tomara que depois desse episódio o The Ink Spots ganhe destaque nas plataformas musicais.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 14:55

Esse caminho de revelação é o mais interessante aqui. Impossível não se impressionar com isso.

Responder
Mandú 26 de novembro de 2019 - 13:58

O episódio, como episódio, é muito bom. É uma boa obra audiovisual, porém ele também acaba tirando totalmente minha vontade de continuar com a série.

Odeio reboots, retcons e prequels. Sei que muitos aqui consideram o Alan Moore um arrogante, prepotente e rabugento, porém é de se entender o cara. Deve ser doloroso, enquanto artista, perder totalmente o poder de decisão de suas obras e assistir o esvaziamento delas, ou pior ainda: a modificação que conduz a discursos contrários aos quais você defende no cânone da sua criação.

A “adaptação” audiovisual de V fro Vendetta, por exemplo, é tão caricata e empobrecida em sua narrativa, crítica e ambientação que fez com que muitos desconsiderem totalmente a ideologia e contexto político do discurso que guia a obra. Além disso o discurso da obra é propositalmente modificada para ocultar fortes debates étnicos e morais, o que torna a obra “isentona”, mudando totalmente o sentido de um símbolo e fazendo com que uma personagem que representa a luta antifascista seja benquista por fascistas em todo o mundo.

E sobre a releitura de Watchmen por Zack Snyder acho que nem é preciso comentar que o filme, apesar de não ser uma obra ruim, deturpa totalmente o sentido do original, inclusive glorificando toda a violência que a obra crítica.

A devoção empregada em transformar personagens patéticas, feitas para serem risíveis, em produtos mercadológicos e ícones da masculinidade é sofrível.

Responder
Ruqui 26 de novembro de 2019 - 13:37

QUEM ESSE LINDELOF PENSA QUE É? DEIXA EU PROVAR QUE A MINHA INTERPRETAÇÃO É A ÚNICA CORRETA COM UMA ENTREVISTA RECENTE DO DEUS MOORE TIRADA DO CONTEXTO, E QUE VOU FICAR REPOSTANDO COMO PAPAGAIO, E QUE TUDO ISSO TÁ ERRADO!!!

VOCÊS NÃO SABEM LER A HISTÓRIA QUE GOSTO!!

#FORALINDELOF
#FORAHOODEDJUSTICENEGRO
#TICTOC

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 14:42

UAAUHAUHAHUAUAHAUHAUAHUAHAUHAUHAUAHUAHAUHAUHA

O BERRO

O SHADE

AS VERDADES, MEU PAI!

Responder
Ruqui 26 de novembro de 2019 - 15:11

Pior que o cara parece que não pegou que mesmo que esse comentário de Moore explique muito sobre Watchmen, Lindelof não o contradisse. Oras, o episódio explicita bem na cara o contexto da situação de minorias por muito tempo nos EUA, que nossa história mostra que muitos desses quadrinhos eram visto como “coisa de branco”. Por que raios ele acha que Will está se passando por branco? Ele ignora que todas as informações que temos do Justice são percepções de terceiros, que sua identidade é um mistério, que isso é a brecha que a série aproveita. Aliás, a série nem bate o martelo que Will não é, de certa forma, problemático, que, como a esposa disse, ele sente muita raiva (o que dá outro ponto de vista para seu alegado sadismo).

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 15:11

Pra você ver que quando a pessoa tá virada no narcótico, é o que dá. Ela fica repetindo, cavando onde não precisa, atribuindo coisa que não deve a quem não deve e fora de contexto, conceito, promessa, tempo, proposta, etc e é isso que dá…

Responder
Ruqui 26 de novembro de 2019 - 15:31

Mas isso já me rendeu uns bons memes para os próximos eps rsrs

VOCÊS ENTENDERAM A HQ?

QUEM ESSE CARA PENSA QUE ELE É PARA MEXER NA OBRA DO MOORE DESSE JEITO, SUBVERTER SUA MENSAGEM?

VOCÊ CONSEGUE ENTENDER A RAZÃO DE WATCHMEN NÃO TER HERÓIS NEGROS?

AQUI AS PALAVRAS DO PRÓPRIO CRIADOR:

“Dear Al and Kev: As a middle-aged conservative incel sitting wedged behind my keyboard, trolling Alexandria Ocasio Cortez with my Batman T-shirt covered in Pringles, can I just ask, with a straight face, why you’re leaving the comics business? Yours, Hiram J. Comicsgate III, Oklahodahio.”

Lucas Quaresma 26 de novembro de 2019 - 10:06

Pelo visto o episodio aconteceu para todo mundo, menos para mim. (que ódio)
Achei o episodio mais chato, longo e fraco, entendiante.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Caramba!

Responder
David RoPin 28 de novembro de 2019 - 02:22

Vc deve telo visto com sono.

Responder
Felipe Aguiar 29 de novembro de 2019 - 15:55

Deixa eu perguntar: Você assistiu após as análises e críticas da galera, ou foi meio às cegas? Eu pergunto porque se eu faço isto, gero uma expectativa em mim que não vai ser suprida. Vai que foi o que rolou…
Cara, tenta ver mais uma vez… Deve ter rolado alguma coisa no dia que você viu
. https://media2.giphy.com/media/fWh8aQQMJB0mL9zoIt/giphy-downsized-medium.gif

Responder
Lucas Quaresma 2 de dezembro de 2019 - 10:18

Eu assisti as cegas mesmo, não tenho costume de ver resenha antes justamente para não criar expectativas. Vou terminar a serie para rever o episodio. Mas realmente achei um saco longo, enquanto, o ultimo episodio do mr. robot passou tão rápido….

Responder
Lucas Casagrande 26 de novembro de 2019 - 09:43

Simplesmente assisti um dos melhores episódios de uma série de tv

Só tenho aplausos pra isso, nada mais a declarar

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

🤗

Responder
itsmrozzy 26 de novembro de 2019 - 07:02

Esse último episódio foi com toda certeza um soco no estômago,quando soube que iria se tratar de um flash-back já coloquei um pé atrás,talvez devido tudo que estamos passando com Titans,entretanto esse roteiro super bem estruturado me provou o contrário. Não há palavras o suficiente para elogiar a direção e a roteirização dessa primeira temporada,simplismente incrível.

Responder
Anônimo 26 de novembro de 2019 - 04:15
Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Q?

Responder
Anônimo 26 de novembro de 2019 - 04:10
Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Silêncio! O Xóffenn tá descobrindo Watchmen agora e achando que ninguém mais leu a HQ!

https://uploads.disquscdn.com/images/7a0bbbf0745be8dba53f5956f42f408834bcedc6946d76bbbff2b3943d9dad3e.jpg

Responder
planocritico 26 de novembro de 2019 - 14:30

Espero que você ache o mesmo de autores mais importantes que Alan Moore, começando, talvez, por Sófocles ou o amigo da garotada conhecido como Shakeaspeare. Imagine se o mundo não tivesse adaptações desses autores clássicos. Moore não tem uma obra imexível como dizia nosso ministro e nem é tão profunda quando tanta gente que de mais profundo na vida só leu Watchmen acha que é… Longe disso. E pensar o contrário é arrogância pura e simples.

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 26 de novembro de 2019 - 01:41

Esse é daqueles episódios que trancedem a história a qual faz parte, que mesmo visto sozinho conta uma narrativa própria. E que narrativa!

Esse lance da série dentro da série é incrível. A metalinguagem, tão presente nas obras do amigo do Dave Gibbons, é utilizada de uma forma muito crítica. Veja como a mídia serve como uma das fontes de inspiração para o Hooded Justice, ao mostrar um herói negro nas telas, mas é o meio pelo qual a galera do KKK incita os ataques no cinema. Em Watchmen, a mídia é poderosa, para o bem, e mais pungentemente, para o caos.

Aliás, esse negócio de Mesmerismo não foi introduzido pra nada. Acredito que o grande plano dessa temporada irá envolver algo relacionado. Se você lembra, no episódio passado, o símbolo do ciclope aparece no armazém da 7K. Como todas as peças irão se encaixar eu não sei. E eu amo não saber as coisas.

Abs.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Minha única referência de mesmerismo na ficção vinha do Poe, nos contos Uma História das Montanhas Ragged e O Caso do Sr. Valdemar. Então não sei por que diabos fiquei dando risada na hora, pensando no Poe nas coisas mais loucas que o mesmerismo pode oferecer em termos de drama para a ficção. Então se isso for realmente o caso a ser levado adiante, o bicho vai pegar, viu!

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planocritico 26 de novembro de 2019 - 01:22

Queria muito tomar uma dose de Nostalgia do Alan Moore só para descobrir que, por baixo da carranca barbuda dele de criança mimada de “não mexa na minha Caloi”, tem um cara que está se amarrando nessa série, genuinamente surpreso pela qualidade da história que consegue até, por vezes, superar algumas coisas que ele criou…

Porque todo mundo sabe que ele assiste e lê tudo relacionado às criações dele, obviamente…

Abs,
Ritter.

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Henrique Guerreiro 26 de novembro de 2019 - 11:33

A filha do Alan Moore fez uma thread no twitter muito interessante a respeito do afastamento e posteriores críticas do pai ao mercado de quadrinhos.
Inclusive, ela toca nesse ponto das pessoas sempre chamarem ele de “velho ranzinza resmungão” (ou algo do tipo):

https://www.bleedingcool.com/2019/11/22/leah-moore-how-comics-broke-alan-moore/:

Achei muito importante pleo momento atual e o tema, quem sabe, serviria até pra um Plano Polêmico.

Enfim, gosto muito das críticas de vocês dois (Ritter e Luiz) e que bom ter esse espaço saudável pra debater 🙂

P.S.: Epsiódio maravilhoso de Watchmen!

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Eu não vi esse fio não! Vou dar uma caçada depois, com certeza!

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Nossa, com certeza ele assiste e fica pensando: “como vou fingir que odeio essa maravilha na próxima entrevista?”.

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Ivan Ribeiro 26 de novembro de 2019 - 00:26

Episódio maravilhoso! O melhor até agora! Um presente tanto para quem não conhece os quadrinhos quanto para quem tem familiaridade com eles. Essa série me surpreende positivamente a cada domingo. O Lindelof não está de brincadeira! Estou plenamente satisfeito e arrepiado!

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Só não se rende quem faz birrinha igual ao Alan Moore! HAHAHAHHAHHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA

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David RoPin 26 de novembro de 2019 - 00:10

@Luiz @luizsantiago:disqus é só tratar a Antes de Watchmen: Minutemen. como uma fanfic e pronto.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 00:26

HEREGE!!!

PISA

MATA

ESFOLA

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David RoPin 26 de novembro de 2019 - 13:58

Kkkkkkk

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Handerson Ornelas. 25 de novembro de 2019 - 23:12

Só eu que senti meio que tirarem com a cara do filme do Zack Snyder naquela série “American Hero”? A leitura é unidimensional e feita beeeeem aos moldes do filme do Snyder (nenhuma cena teve tanto sangue e violência irreal igual a essa). Sem contar os próprios personagens dizendo como essa a série (lê-se filme do Snyder) é uma merda e pega os fatos (lê-se obra original) sem saber contar direito.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 23:22

Eu não senti isso não, mas você colocando assim, é impossível não estreitar relações ahhahahahhahahahaha

Responder
David RoPin 26 de novembro de 2019 - 00:10

Sem duvidas até as lutas na série soam over e “estilosas” (como as do Snyder) cheias de câmeras lentas, com rápidas acelerações ao final, e o sangue claro, bem gráfico espirrando na tela kkkkkk, muito sangue.
Quando na real as (ótimas) cenas de lutas nas lembranças do Will são bem mais cruas e verossímeis, como uma briga de bar com um daqueles caras bem porradeiros que sabe se defender mas apanha também, e como apanha.

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Felipe Aguiar 29 de novembro de 2019 - 15:47

Desde que apareceram as primeiras cenas da série dentro da série, só pensava nisso. É um misto de “é bonito, mas é uma merda”. kkkkkkkkkkkk https://media3.giphy.com/media/P1JgUmr85y000/giphy-downsized-medium.gif

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Junito Hartley 25 de novembro de 2019 - 22:49

Puta merda! Que episodio foi esse!! tudo perfeito, que serie meus amigos que serie!

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Érica Pazzi 25 de novembro de 2019 - 22:04

No final do primeiro episódio pra mim a identidade já estava revelada.
Mas a maneira como eles confirmaram isso contando a história foi incrível um cuidado com os detalhes e a narrativa nossa foi lindo.
Mil vezes melhor do que se ele se revelasse para a Angela durante uma conversa.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 22:20

Essa é a questão. A coisa não perde força porque é óbvia ou porque todo mundo já tinha pego a dica ou suspeitado de alguma forma. A questão é que tinha um monte de implicação. O Will NÃO PODERIA SER O JUSTIÇA ENCAPUZADA porque ele era branco no original. Assim, alguma coisa precisava ser feita para a mudança de etnia ou deveria ser explicado que duas pessoas vestiam o manto. Mas então o roteiro vai lá e faz algo melhor que tudo isso! Eu simplesmente adorei o que foi criado aqui. Isso é que faz toda a diferença…

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Érica Pazzi 25 de novembro de 2019 - 23:27

Concordo plenamente com vc
Issoso é o que uma ótima história deve fazer.
Com certeza esse episódio vai ficar na minha memória por muito tempo

Responder
Luciano 25 de novembro de 2019 - 20:26

Esse episódio foi um soco na cara, daqueles que criticam a politização dos quadrinhos.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Uma preguiça da porra desse povo do “QUADRINHOS SEM POLÍTICA” viu.

Responder
Érica Pazzi 25 de novembro de 2019 - 23:27

Somos dois

Responder
Lucas Casagrande 26 de novembro de 2019 - 09:43

Qualquer pessoa com o mínimo de bom senso sabe que esse quadrinhos sem política é uma idiotice sem sentido nenhum

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 26 de novembro de 2019 - 12:55

Se pensar bem, qualquer manifestação artística com um contexto e uma mensagem narrativa, né? E a gente pensando que quando chegasse em 2020 teríamos sei lá, carro voador… Daí a realidade é o povo criando grupelho de “QUADRINHOS SEM POLÍTICA”.

#apaputakeopariu

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Celso Ferreira 25 de novembro de 2019 - 19:06

Esse jeito de narrar a história que Watchmen está realizando é muito parecido com o que foi feito em Doom Patrol, escolhendo 1 personagem pra contar o todo e aproveitando pra desenvolver o personagem, fora as bizarrices.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

De fato. Eu gosto desse tipo de linha de abordagem quando tem muito personagem com histórias muito boas e muito distintas para trabalhar. Acho que tá funcionando bem demais!

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Leo 25 de novembro de 2019 - 18:10

Que episódio! Só não foi o melhor do ano pra mim, porque Mr. Robot não tá pra brincadeira nessa temporada final… e quem sai ganhando é a gente!!
A qualidade de ambas as séries estão altíssimas, e acho que fazia algum tempo que eu não ficava esperando ansiosamente o episódio da próxima semana de alguma série (geralmente deixava acumular/esquecia e assistia tudo junto depois).

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Pois é! Um leitor comentou sobre ser o melhor episódio do ano e esse lugar pra mim é com certeza o 4X07. Jesus Cristo…

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Samuel P. Silva 26 de novembro de 2019 - 00:33

Vai demorar um tempo pra alguma outra série superar esse episódio de Mr Robot, ou ela mesma se superar hahaha

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Fernando Cesar 25 de novembro de 2019 - 17:26

Por mais episódios assim em séries de heróis. Sem enrolação e apelação, montagem, atuação, produção e roteiro perfeitos. Faz muito tempo que não vejo uma série com uma qualidade tão boa e está sendo refletido até nas notas da crítica especializada. Parabéns.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Ah, quem dera que todas as séries de heróis tivesse esse caminho maduro e visualmente incrível, viu.

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Anônimo 25 de novembro de 2019 - 16:46
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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Uma atrás da outra, né? Com um impacto histórico e um resultado para a própria série que deixa a gente de boca aberta.

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Maldito Kakaroto 25 de novembro de 2019 - 16:20

Acho que esse lance da lavagem cerebral e das lembranças podem ainda trazer alguma reviravolta e não sei por qual motivo, mas o jeitão da Angela me lembra o Samuel Motherfu… L. Jackson.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

hehehehehehehe

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Felipe Aguiar 25 de novembro de 2019 - 15:55

Eu confesso que meus sentimentos são confusos…

É um episódio notoriamente 5 estrelas, porque não há nada a ser retirado. Tudo foi perfeito! Conseguiram explorar a confusão mental das lembranças com uma clareza irreparável, e mesmo não tendo conhecimento nenhum sobre técnicas de filmagem e essas coisas, imagino o quão trabalhoso deva ter sido a produção deste capítulo. Lindo.

Mas uma coisa que me fez gostar da série foi o distanciamento do original. Tudo o que rolou no quadrinho serve apenas como um background para o que rola no presente. Trazer uma concepção tão forte para a origem do Justiça Encapuzada me deixou como o urso do Picapau. hahahahaha. O encaixe foi genial, mas fico naquela pontinha de dúvida se vale “mexer” no que já foi contado, entende? Tipo… se o autor original só quis relatar aquilo, deveria-se manter apenas aquilo. Incluir uma origem (que repito, foi nada menos que genial) para um personagem propositalmente misterioso me incomoda. E eis a razão de eu simplesmente ignorar qualquer coisa que saiu do selo “antes de Watchmen”. E pelo que você escreveu no texto, não foi apenas eu quem ignorou. hehehehe…

Independente disto, esse é um dos episódios que mais me marcou em TUDO que vi. A qualidade é absurda, o roteiro é espetacular, as atuações são primorosas… Enfim. Aulas, amigos… Aulas.

Ps1: Eu sabia que as cores das roupas do Will na primeira cena em que ele aparece para a Angela não era a toa… estavam ~cheguei~ demais. hahaha
Ps2.: Que bullet time maravilhoso na cena de luta na delicatessen…

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

É, às vezes é necessário um distanciamento do original ou uma redefinição, novos pensamentos sobre algumas coisas. Mas confesso que isso acaba sendo um elemento menor pra mim. Mesmo se fosse algo bem diferente, eu ainda veria isoladamente e procuraria curtir o que foi mostrado por si só. No caso, tivemos a sorte de ser algo bem trabalhado, mas entendo que para alguns espectadores possa haver alguma resistência.

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David RoPin 26 de novembro de 2019 - 00:10

Eu chamo isso de “adaptação” de coragem isso sim. É preciso ter culhões pra pegar uma parte obscura de uma das 100 melhores obras literárias do século 20 e complementar o material com questões tão pertinentes e ao mesmo tempo não alterar de fato nada nos acontecimentos originais da obra.
Até o Alan Moore iria gostar desse capitulo se não fosse um velho tão ranzinza e desse uma chance á serie kkkkk

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Felipe Aguiar 29 de novembro de 2019 - 15:47

Ta aí uma verdade…

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Flavio Batista 29 de novembro de 2019 - 09:18

Cara aquela cena da vidraça foi surreal de linda. Dificil ate de explicar. Chego a ficar arrepiado so de lembrar

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Victor Martins 25 de novembro de 2019 - 15:54

Melhor episódio da série até agora.

Mas confesso que a revelação já era pedra cantada desde o início.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Sim. Mas não desse jeito. A “revelação” pensada desde o começo era o caminho clichê possível. Aqui pegaram isso e tornaram algo realmente interessante.

Responder
Bernardo Barroso Neto 25 de novembro de 2019 - 15:54

Que episódio foi esse? Espetacular. Melhor até agora disparado. A série ja tava ótima, depois desse episódio ficou excelente

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

O foda é ver a qualidade visual + a qualidade narrativa andando lado a lado. Haja coração…

Responder
Here's Johnny 25 de novembro de 2019 - 15:38

Melhor episódio da série até agora, a fotografia e o design de produção foram absurdos, e apesar da revelação do Justiça ser óbvia pra qualquer um, gostei de como foi trabalhado.

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Colocaram tutano no osso, aí a coisa fica boa demais!

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Rage Cage 25 de novembro de 2019 - 15:38

Melhor episódio em uma série do ano pra mim. Episódio simplesmente fantástico.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Por enquanto, o melhor episódio de série do ano é o 4X07 de Mr. Robot… Mas esse deve estar em segundo, viu.

Responder
David RoPin 26 de novembro de 2019 - 00:10

Só vem Emmy. Só vem.

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Ruqui 25 de novembro de 2019 - 15:04

Se eles desconsideraram, como parece, Before Watchmen, não acho ruim, embora goste bastante de Minutemen. Mesmo a passagem do livro do Mason dá pra ligar com a série deduzindo que em certos momentos Will teve que atuar convincentemente como um homem branco pra não deixar dúvidas, nesse sentido, para seus colegas de vigilantismo, embora Will possa realmente ter demonstrado simpatia por Hitler por causa da estratégia nazista em repetir a propaganda da Primeira Guerra que expõe os conflitos sociais nos EUA. Além de que a série tem a desculpa de que o livro está sob a perspectiva de Mason, que pode muito bem ter sido ludibriado pela atuação de Will ou não ser um narrador 100% confiável.

E não é incrível como a solução dos roteiristas aqui para não contradizer a série quanto aos olhos do Justice nos quadrinhos é algo simples, mas com bastante peso simbólico, e pouco cogitado entre as diversas teorias mirabolantes (como eu pensando que poderia ser duas pessoas sob o capuz)? rs

Tenho uma pontinha de dúvida sobre a legitimidade das memórias do Will em relação a conspiração. É sim algo que podemos categorizar como condizente com a realidade da hq, sendo algo que apontei que poderia ser a possível conspiração supremacista de limpeza racial no presente, mas fico pensando na possibilidade dessa parte em específico ter sido fabricada… No entanto, temos com Will uma amostra dessa tecnologia de hipnose.

De resto, é um episódio visualmente muito bonito e o mais intenso quanto a abordagem do racismo. Numa realidade justa, Watchmen merece indicações por este episódio.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

É, existe mesmo uma grande tentativa de não contradizerem pelo menos o original. Num Universo assim, acho que sempre terá algum ponto da ramificação que não vai bater. Eu gostei bastante do cuidado e do trabalho que tiveram aqui. Mas a gente sempre fica com o pé atrás para ver as ramificações. De toda forma, o que foi dado até aqui foi bom demais! Vamos esperar e ver se algo será desmentido.

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kaveira kriativa 25 de novembro de 2019 - 14:33

Uma aula de como fazer uma produção audio visual! Racismo, homosexualidade, política tudo junto e misturado!! Só que sem lacração!! Um episódio belíssimo e inteligente! A prova de que não importa o assunto a ser abordado! O que importa é como ele é abordado. Nota 10/10

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 25 de novembro de 2019 - 20:56

Não entendo/sei/vejo isso de lacração então digo que para mim os conceitos foram bem trabalhados e o que era para ser exposto foi exposto de maneira realista, em par com o que esse Universo exige. E tudo embrulhado numa estética primorosa.

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