Home TVEpisódio Crítica | Doctor Who – Série Clássica: An Unearthly Child (Arco #1)

Crítica | Doctor Who – Série Clássica: An Unearthly Child (Arco #1)

por Luiz Santiago
301 views (a partir de agosto de 2020)

Equipe: 1º Doutor, Susan, Ian e Barbara
Espaço: Londres / Algum lugar da África ou Ásia
Tempo:
 1963 / 100.000 a.C.

Levando em conta a intenção didática que Doctor Who tinha logo no início de sua existência, o roteirista do primeiro arco da série, Anthony Coburn, pensou em um enredo que trabalhasse um momento específico da história da humanidade, fazendo com que o Doutor e seus acompanhantes chegassem ao Paleolítico, numa sequência de eventos que culminariam na descoberta do fogo.

O arco An Unearthly Child (também conhecido como 100.000 a.C.) estreou na BBC no dia 23 de novembro de 1963, e começou muito bem, com um episódio homônimo eficientemente dirigido e escrito, de forma a deixar que o espectador tivesse impressões básicas sobre as personagens principais e sentisse curioso para seguir acompanhando a aventura.

No início da história, temos os professores Ian (Ciências) e Barbara (História), que numa conversa, exprimem admiração e certa preocupação com uma de suas alunas, a inclassificável Susan Foreman. Ao mesmo tempo que a garota conseguia ser brilhante em uma série de cosias, parecia ser incapaz de entender outras extremamente comuns. Barbara deixa clara a preocupação com o tal avô de Susan, que nunca aparecia na escola. Ela então convence Ian a seguir Susan até em casa e descobrir mais sobre o o responsável da garota.

A surpresa dos professores em ver Susan entrar em um galpão cheio de velharias não foi maior do que a que tiveram ao entrar na TARDIS, alguns minutos depois. A aparição do Doutor é chamativa e digna de nota. Uma espécie de batalha retórica é travada entre o velho e os professores de Susan. O Doutor se mostra bravo e um pouco esnobe, mas muitíssimo inteligente. Quando Susan ouve vozes e abre a porta da TARDIS chamando pelo avô, é lançado o ponto de partida para a primeira viagem.

O Doutor sequestra os professores e aciona os mecanismos de desmaterialização da nave, que trava pela primeira vez e quebra uma de suas principais funções, o “circuito camaleão”. Essa função permitia à nave disfarçar-se da melhor maneira possível em qualquer lugar em que se materializasse. Com o circuito quebrado, ela ficaria presa ao formato de uma cabine policial azul, a última forma adotada antes do problema técnico acontecer.

O primeiro episódio é sem dúvida o melhor de todo o arco. A tensão criada entre o Doutor, as súplicas históricas de Susan e a expressão de espanto dos professores são impagáveis e formam um bom contexto para ser trabalhado nos capítulos seguintes. O problema é que a aventura no Paleolítico vai se tornando terrivelmente truncada, obedecendo um ritmo narrativo que dificilmente faria uma criança ou adolescente manter-se em frente da televisão se não fosse o lado aventureiro do enredo, que algumas vezes perde espaço para dar lugar a injustificáveis exposições do modo de vida dos homens das cavernas. Salvam-se alguns bons momentos, como a prisão dos viajantes na caverna dos Skulls e a fuga, ao final do último episódio, The Firemaker.

A despeito do desenvolvimento lento e um pouco chato da trama, o arco recebeu uma boa recepção da imprensa, além de trazer  uma abertura e finalização ágeis e interessantes. O inteligente cliffhanger também foi um fator importante para segurar muita gente para a história que definitivamente faria de Doctor Who um sucesso, a primeira aventura do Doutor contra os Daleks, no arco arco seguinte da série. Começava aqui uma das principais e mais longevas séries de ficção científica da história da televisão.

An Unearthly Child (Arco #1) – 1ª Temporada – Series Premiere

Roteiro: Anthony Coburn
Direção: Waris Hussein
Elenco principal: William Hartnell, William Russell, Jacqueline Hill, Carole Ann Ford

Audiência média: 5,90 milhões

4 Episódios (exibidos entre 23 de novembro e 14 de dezembro de 1963)
1. – An Unearthly Child
2. – The Cave of Skulls
3. – The Forest of Fear
4. – The Firemaker

Você Também pode curtir

35 comentários

Tomás 19 de janeiro de 2020 - 22:52

É um bom arco, com ressalvas… Primeiramente, de longe o mais cativante é o confronto entre Ian e o Doctor, que é totalmente o oposto em qualidade do Za e Kal. Ainda sobre o Doctor, o Hartnell é tão confortável ao atuar, que nem aparenta estar atuando, é sensacional a performance desse senhor. Ao mesmo tempo em que foi um arco na média, abriu espaço para horizontes quase que infinitos!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 19 de janeiro de 2020 - 22:52

De fato tem problemas, mas é uma história que já mostra que o Universo que cria tem um imenso potencial.

Responder
Matteus Hideki 26 de dezembro de 2017 - 17:52

Por onde você baixa?

Responder
Luiz Santiago 3 de janeiro de 2018 - 13:00

Rapaz eu tenho o torrent geral, com as 26 temporadas. Meu irmão que achou pra mim, então eu ia pegando de lá a cada arco que via. Mas acho que deve ter portais por aí que você encontra arco por arco.

Responder
genio playboy 22 de agosto de 2017 - 00:59

2 ep bons e 2 ruins, seria assim que eu usaria pra definir o arco inicial da serie, mas isso é falar pouco.

Pra um arco inicial de uma serie planejada pra ser curta e educativa, AUC cumpre seu papel, ele introduz de uma maneira bem colocada o tema viagem no tempo, que é a trama mais recorrente de DW. O roteiro de Anthony Coburn acerta em contextualizar o primeiro episodio no acontecimento mais importante da humanidade – competindo apenas com a criação da roda – a criação do fogo, gostei dele ter usado o ponto de nós termos criado o fogo e estarmos tentando redescobrir, ficaria forçado se fosse o doutor ou outro alienígena fazendo isso.

O texto começa muito bem com o ep que da nome ao arco, vc vê um bom conflito de realidade entre os professores Ian e Barbara e os seres de outro mundo 1º Doutor e Susan,de um lado vc vê uma raça que gosta de nagar a vdd em sua volta e do outro uma raça que de certa forma se acha superiora, um complementa o outro, o total descaso do primeiro doutor com a vida humana é curioso, principalmente se analisado e comparado aaos dias atuais, vc vê um homem ranzinza e velho, que obviamente está cansado de tudo, a atuação brilhante de William Hartnell ajuda a mostrar isso, estranho que um ator como aquele tenha aceitado participar de um show destinado ao publico jovem.

Infelizmente tudo começa a desandar nos 2 episódios posteriores, o doutor que é um personagem notavelmente mais interessante perde o posto de estrela principal pra um coadjuvante/personagem de apoio pra Ian e Barbara. Não me levem a mal, são dois ótimos companions, bem vividos e mostram bem o choque do telespectador, mas não deviam ganhar mais brilho que o protagonista no arco inicial, Ian recebe uma boa interpretação do William Russell, ele claramente é um lider nato que atende ao padrão da época do homem branco (nesse caso britânico) americano, ele não tem uma oportunidade de brilhar, uma fala particularmente marcante ou uma demonstração de potencial gigantesco, mas é carismático, Barbara por outro lado é vivida de uma forma sem sal, e o texto não tenta corrigir ou melhorar isso, o diretor Waris Hussein devia ter pegado mais pesado com as atuações.

Não vale a pena comentar sobre a Susan, pois tudo já foi dito nos comentários abaixo.

Mas o que torna The Cave of Skulls e The Forest of Fear pior que AUC não é o foco principal, e sim o jeito que os “antagonistas são trabalhados´´, o roteiro e os atores não conseguem trabalhar em cima dele. Vc não consegue se interessar por Kal,Za,a Velha ou a namorada genérica numero 1, foi uma falha a criação desses personagem, as reuniões tribais são chatas, e eu perdi as contas de quantas vezes eu ouvi “Make Fire´´ e fiquei com vontade de morrer, o arco se torna monotono, e demora 2 ep pra fazer algo que dava pra fazer em 1.

Ainda falando sobre a tribo, a produção é incrível, vc sente o peso das pedras de isopor, os personagem são bem caracterizados e o pano de fundo que seria a floresta realmente tem um ar pré-histórico, é difícil fazer isso em uma serie com pouca verba. Mas nem tudo são flores, pois temos as cenas de ação…ai…as cenas de ação…são vergonhosas, as lutas de Kal e Zá são ridiculas e sem peso, e totalmente impensável que algo assim tenha sido feito pra uma serie de ficção cientifica.

O ultimo episodio é bom, pois mostra a dualidade do “homem da caverna bom´´, ele quer ser adorado e não quer deixar quem ajudou ele ir, sem duvida um bom começo.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 02:04

Ótimos levantamentos sobre esse início da série, @genioplaboy:disqus! Esse arco é sempre interessante de se analisar porque tem um apelo nostálgico e de importância histórica muito grande para a série.

No todo, concordo com o que você colocou aqui. Existem cenas e sequências inteiras que poderiam ser melhor exploradas ou cousas que não funcionam dentro da proposta da história, mas no fim, é algo razoável, não é um arco ruim.

Você está revendo a Era do 1º Doutor?

Responder
genio playboy 22 de agosto de 2017 - 13:18

Na vdd comecei a ver a duas semanas atrás…mas só agora achei a critica a esse arco pra comentar.

Responder
Luiz Santiago 22 de agosto de 2017 - 15:47

@genioplaboy:disqus a gente tem TODOS os arcos da série até a Era do 6º Doutor! À medida que for vendo os arcos, aparece pra gente trocar ideia sobre o que você achou!

Responder
genio playboy 22 de agosto de 2017 - 13:41

É razoável o arco…mas eu pego mais no pé dele que vc acho…daria 2,5 /5

Responder
Eu!!! 23 de agosto de 2017 - 20:39

Muita linha.

Responder
Luiz Santiago 23 de agosto de 2017 - 20:49

?
.

Responder
Eu!!! 23 de agosto de 2017 - 20:49

Difícil de ler.

Responder
Luiz Santiago 24 de agosto de 2017 - 00:30

Ué. Por preguiça?

Eu!!! 24 de agosto de 2017 - 00:36

Sim, me desculpe.

Luiz Santiago 24 de agosto de 2017 - 00:47

HAUHUAHUAHUAHUAHUAHAUHUA

100-NHOR!!!

Acontece, relaxa.

Rafael Lima 7 de março de 2017 - 01:02

Esse é um arco bastante problemático, toda a parte na pré história é bem chatinha, mas tenho um carinho especial por ele, pois foi o primeiro arco de “Doctor Who” que assisti na vida há alguns anos, quando resolvi conferir a série literalmente em ordem cronológica, deixando pra ver a Nova Série só depois da clássica.

Mas como a resenha disse, embora a narrativa na pré história seja bastante arrastada, os dois primeiros episódios fazem valer a assistida, e por eles que insisti e fui para o arco seguinte, onde aos poucos fui me apaixonando por esse universo.

O arco traz uma abordagem bem diferente na dinâmica da tripulação da TARDIS no que se tornaria padrão. Aqui, Ian e Barbara são os verdadeiros protagonistas da história, o Doutor é um mistério quase tão grande quanto a própria TARDIS e a viagem no tempo, e cabe a Susan o papel de mediadora entre seus professores e o avô, ainda bastante insensível (quase cruel) e agindo mais como um “Time Lord típico” do que como o Doutor que conhecemos.

Susan está especialmente graciosa nesse começo de temporada, e acho um toque bem legal do roteiro ela ser um gênio para umas coisas e “lenta” para outras, já que nesse caso ela tenta aplicar conceitos pra resolver certo tipos de problemas, mas tal conceitos ainda não foram inventados. Hehehe

Enfim, acaba sendo um arco que vale mais pelo seu valor histórico/afetivo do que por suas próprias qualidades, mas ainda assim, é obrigatório pra qualquer Whovian.

Responder
Luiz Santiago 7 de março de 2017 - 02:15

VOCÊ COMEÇOU A VER A SÉRIE PELA FASE CLÁSSICA??? Meu Deus do céu, me dá um abraço aqui, guerreiro!!! Eu só fui começar a ver a Clássica depois que terminei a 4ª temporada (1 dia depois, na verdade)… UAU!!! Você á tinha tido uma “aulinha” sobre a série? Já sabia mais ou menos o que ia encontrar?

Pois é, esse é tipo “Rose” na minha opinião. Tem aquela estranheza gostosinha, especialmente quando você olha para ele um tempo depois. Daquelas histórias que mesmo com um bocado de problema, a gente não consegue realmente desgostar.

Responder
Rafael Lima 7 de março de 2017 - 21:56

Então cara, eu sabia da existência de Doctor Who tanto da “Clássica” quanto da “Nova”. Sabia que o David Tennant protagonizava a série, que eu achava ser um remake da série antiga (hehehe). Mas nunca tinha parado mesmo pra assistir.

Então lá por 2011, estava eu no dentista, quando encontrei uma revista sobre a estréia do Matt Smith no papel. Junto tinha uma matéria sobre a história da série, falando sobre os vários atores a interpretar o Doutor, falando do conceito da regeneração, e que a Nova Série não era um remake, mas uma continuação. Achei interessante os conceitos da série, e como na época estava numa vibe de rever séries antigas como “Jornada nas Estrelas” e “Além da Imaginação”, resolvi começar a assistir a série do começo.

No fim, acabei largando as outras duas, e só fui até o fim de “Doctor Who” mesmo. O que posso dizer? A mosca Whovian me mordeu. Hehehe.

Responder
Luiz Santiago 7 de março de 2017 - 22:50

Que história bonitinha! Eu e o Gui contamos a nossa em podcast, depois, se tiver tempo, ouve lá! Essas coisas vem assim do nada. É louco, isso! Agora eu acho muito interessante que você tenha começado da clássica. Nunca conheci ninguém que tenha feito isso.

Responder
Luiz Santiago 7 de março de 2017 - 02:15

VOCÊ COMEÇOU A VER A SÉRIE PELA FASE CLÁSSICA??? Meu Deus do céu, me dá um abraço aqui, guerreiro!!! Eu só fui começar a ver a Clássica depois que terminei a 4ª temporada (1 dia depois, na verdade)… UAU!!! Você á tinha tido uma “aulinha” sobre a série? Já sabia mais ou menos o que ia encontrar?

Pois é, esse é tipo “Rose” na minha opinião. Tem aquela estranheza gostosinha, especialmente quando você olha para ele um tempo depois. Daquelas histórias que mesmo com um bocado de problema, a gente não consegue realmente desgostar.

Responder
Denilson Amaral 26 de janeiro de 2017 - 09:56

Esse primeiro roteiro pode ser chamado de problemático, mas tudo pode ser relevado por conta dos protagonistas: o Doutor que não tenta ser simpático em momento algum e nem precisa pois essa personalidade ranzinza e rude consegue encaixar perfeitamente com esse primeiro momento da série, a Susan por outro lado é simpática por natureza (apesar dos gritos, que não incomodaram agora, mas depois se tornam quase insuportáveis), já a dupla de professores formam a dobradinha de ação/estratégia que fecha o quarteto.

Por parte da história em si pode-se constatar o que a crítica aponta: o primeiro episódio é o melhor e ação poucas vezes é o foco do enredo. A veia educacional dificultou e muito essa primeira aventura do Doutor e sua trupe.

Um dos pontos que mais me atrai é o processo de “amolecimento” do 1º e seu afeiçoamento com os humanos, a ponto dele não conseguir mais viajar sozinho, algo muito presente na série moderna.

Responder
Luiz Santiago 26 de janeiro de 2017 - 22:13

Essa passagem do Doutor mais duro e rude para alguém mais simpático é simplesmente delicioso. Ver essa transformação e pensar o que seria o Doutor depois dá uma coisa no peito… acho que ver a Série Clássica faz a gente entender e amar ainda mais DW.

Responder
Awos95 16 de fevereiro de 2015 - 12:49

Eu estou assistindo a serie moderna(atualmente no final das historias com o 10º ), e eu ja pretendia algum dia assistir ao clássico quando terminasse o Moderno, mas um dia acabei resolvendo ver o primeiro Arco por curiosidade, e Eu curti pra caramba, a Susan é bem cativante(inclusive ver ela me fez ver de forma bem mais tensa a Última Grande Guerra do Tempo), o jeitão velho ranzinza do Doutor, que estranhei no primeiro momento, é bem legal( inclusive esse esquema de ser meio assustador, e ao msm tempo cativante, com o fato de falar algo meio “sem sentido” me lembrou o primeiro Willy Wonka), e eu gostei de toda a construção no primeiro ep até o momento que encontram o Doutor, e então descobrem a verdade, o ambiente extremamente hostil e meio apavorante que era o passado, toda a ambientação e hierarquia dos homens da caverna ali, e principalmente, o fato de não ter claramente um vilão ou mocinho
Mas oq fez o arco perder alguns pontos comigo foi o terceiro ep, aonde toda aquela parte da floresta foi pura enrolação, é toda a questão que o Ian levanta e comenta com o Za não é levada ah nada, oq salva aquele ep é a cena do Doutor interagindo com os homens da caverna
Mas com certeza, se eu nunca tivesse visto nada sobre a serie, e alguém me mostrasse esse arco eu iria passar a assistir

Responder
Luiz Santiago 16 de fevereiro de 2015 - 14:02

É realmente interessante esse primeiro contato. Eu particularmente AMEI a personalidade do 1º Doutor, mesmo que tenha estranhado também à primeira vista. Eu comecei a ver a série clássica enquanto a assistia a era do 10º também, então imagine o choque. hahahaha

Tenho certeza que você irá adorar os arcos seguintes! Tenta alternar, vê um pouco da nova série e um pouco da clássica. O ruim das eras do 1º e 2º Doutores (especialmente do 2º) é que tem MUITOS episódios reconstituídos, ou seja, só fotos e áudio. Mas mesmo assim são legais.
Aqui no Plano Crítico nós temos críticas para todos eles! Volte para comentar e dizer o que achou dos outros tb!

Abraço!

Responder
Rilson Joás 18 de novembro de 2014 - 03:34

Eu deveria sentir vergonha por isso, mas esse arco me deu um sono terrível, e quase abandonava já no segundo episódio. Segui em frente, valeu a pena pela curiosidade.

Responder
Luiz Santiago 18 de novembro de 2014 - 18:39

Isso é normal! Nesse arco eu não senti não, mas em The Daleks, lá pelo meio, tinha episódio que eu via em 2 ou 3 dias, e olha que são episódios de 25 minutos! hahahahha
Mas quando se acostumar com a Clássica você vai diminuindo o sono! Exceto nas recons, que em raros casos dão sono mesmo.

Responder
Rilson Joás 19 de novembro de 2014 - 00:53

Comparar a primeira temporada da Clássica, com a 7B da moderna é ir de um extremo ao outro. Moffat conseguiu um equilíbrio legal com a oitava. Gracas a Deus!

Responder
Luiz Santiago 19 de novembro de 2014 - 01:12

Nãooooo, esse The Daleks que eu estou me referindo é o 2º arco do 1º Doutor, o que vem logo depois desse aqui! Saca só: https://www.planocritico.com/doctor-who-serie-classica-the-daleks-arco-2-1a-temporada/

Responder
Rilson Joás 19 de novembro de 2014 - 02:53

Bem, eu também estava me referindo a esse arco. Acho que me compliquei nas terminologias.

Luiz Santiago 19 de novembro de 2014 - 05:31

Você começou a Clássica agora ou só deixou pra ver esse agora?

Rilson Joás 19 de novembro de 2014 - 16:01

Comecei a Clássica a pouco tempo, só vi 3 arcos: An Unearthly Child, The Daleks e The Caves of Androzani (que me disseram ser o melhor episódio da clássica). Ah, e o filme de 1996.

Estou indo pra The Tenth Planet, mas não sei bem pra onde ir depois, talvez The Three Doctors. Alguma recomendação?

Luiz Santiago 19 de novembro de 2014 - 18:43

Eu estou vendo em ordem cronológica os arcos. Só o filme que vi fora dessa ordem. Posso indicar os meus arcos favoritos dos dois primeiros Doutores, que foi os que vi tudo até agora:

1º DOUTOR

The Daleks
The Aztecs
The Dalek Invasion of Earth
The Rescue
The Chase
The Time Meddler
MIssion to the Unknown
The Ark
The Celestial Toymaker
The Tenth Planet

2º Doutor

The Power of the Daleks
The Moonbase
The Faceless Ones
The Tomb of the Cybermen
The Enemy of the World
The Wheel in Space
The Mind Robber
The Invasion
The War Games

Luiz Santiago 19 de novembro de 2014 - 18:44

E só um complemento: meu ser historiador falaria para você ver tudo em ordem cronológica. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Rilson Joás 20 de novembro de 2014 - 02:36

Um dos meus corações, como bom amante da história quer ir em ordem cronológica, o outro é um Douglas Adams misturado com C.S. Lewis e quer fazer do jeito timey- wimey, kkkkkkk.
Vou seguir seu conselho. ;D

Rilson Joás 19 de novembro de 2014 - 16:54

Comecei a algumas semanas. Ainda não me acostumei com o ritmo.

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais