Entenda Melhor | Star Trek: Sem Fronteiras – Referências e Easter-eggs

11. Star Trek e Star Wars: um único universo

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Calma, o título é apenas uma brincadeira! Assim como é a presença de Greg Gunberg tanto em Star Trek (no de 2009 como a voz do padrasto de Kirk e também em Sem Fronteiras, como o Comandante Finnegann, em Yorktown) como em Star Wars: O Despertar da Força como o piloto Snap Wexley. Uma perene ponta ao amigo de J.J. Abrams que, aliás, é diretor das duas franquias… Ops, será que é mesmo um universo só?

12. Ponta de Jeff Bezos

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Esse simpático alien – uma das 50 raças inéditas em comemoração aos 50 anos de Star Trek – é ninguém menos do que o cara que revolucionou as vendas online com sua poderosa Amazon: Jeff Bezos! Ele é um Trekker de carteirinha e conseguiu cavar uma ponta realmente muito breve, com elaborada maquiagem que o torna completamente irreconhecível.

13. Ponta de Danny Pudi

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Outra ponta que é impossível perceber: Danny Pudi, o eterno Abed, de Community, faz Fi’Ja, um dos alienígenas sob comando de Krall.

14. Ponta de Kim Kold

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O dinamarquês grandalhão Kim Kold (o da direita na foto!), ex-goleiro e competidor em campeonatos de musculação que tornou-se ator e faz aparições mínimas aqui e ali em diversos filmes, notadamente em Velozes & Furiosos 6, também faz uma microponta como outro alienígena a serviço de Krall.

15. Homenagem a Spock / Leonard Nimoy

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Leonard Nimoy nos deixou em 2015 e ele ganha uma devida homenagem dentro do filme, com o novo Spock sendo comunicado da morte do Embaixador Spock e recebendo uma caixa com os pertences de sua versão mais velha. Um belo momento de lembrança e respeito pelo ator que viveu um dos mais fascinantes personagens da ficção científica.

16. Ponta de Sara Maria Forsberg (Saara)

A cantora e youtuber finlandesa Saara faz uma ponta de voz também em Star Trek: Sem Fronteiras e, aqui, a referência é bem interessante. É que, em Star Wars: O Despertar da Força, ela foi contratada para inventar uma das línguas alienígenas usadas no filme. Em Sem Fronteiras, ela faz a voz computadorizada do tradutor universal usado em Kalara, a alienígena enviada por Krall para atrair a Enterprise até a nebulosa. Ou seja, lá ela criou uma língua e, aqui, ela “descria” uma língua.

17. Yorktown

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A belíssima base espacial de Yorktown é um poço de referências. Vamos a elas:

  • Cerco a Yorktown – Aqui, a referência é histórica. Yorktown, na Virgínia, nos Estados Unidos, foi palco de uma decisiva batalha/cerco da Guerra Revolucionária Americana contra os britânicos entre 1780 e 1781. Já desde o começo, fica a sugestão de que a batalha final do filme acontecerá em Yorktown.
  • Enterprise – Originalmente, Yorktown era para ser o nome da icônica Enterprise, conforme ideia de Gene Roddenberry.
  • Estrela da Morte – Impossível olhar para o design da base espacial e não lembrar da Estrela da Morte de Star Wars. Digamos que é a versão “globo de neve” da arma do Império…
  • Yorktown original – Em Jornada nas Estrelas: A Volta para Casa, vemos uma estação espacial da Federação batizada de Yorktown na sequência em que a sonda que fala baleiês se aproxima da Terra.
  • Deep Space Nine – O interior do “globo de neve” lembra muito a estação espacial da longeva Deep Space Nine, quarta série da franquia Star Trek na TV.

 

18. Sulu é gay

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Simon Pegg e Doug Jung escreveram uma cena para revelar que Hikaru Sulu é gay em homenagem a George Takei, ator que viveu originalmente o personagem e que é gay e ativista dos direitos LGBT. Curiosamente, porém, Takei não gostou do que ele acredita ter sido uma mudança fundamental no personagem originalmente criado por Roddenberry e afirmou que teria preferido que um novo personagem gay tivesse sido adicionado à tripulação.

19. A filha de Sulu

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Quando a família de Sulu aparece, vemos sua filha, uma menina ainda pequena. Essa é a segunda aparição da filha de Sulu na franquia cinematográfica, a primeira tendo sido no início de Jornada nas Estrelas: Generations. Seu nome é Demora Sulu e lá foi vivida por Jacqueline Kim.

20. Ponta do co-roteirista

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O co-roteirista Doug Jung também faz uma ponta no filme como Ben, marido de Sulu.


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RITTER FAN & GUILHERME CORAL . . . Primeiro híbrido-crítico do Plano Crítico, Ri&Gui é a junção de duas mentes insanas, perturbadas e ousadas prontas para dominar o mundo. Surgidas diretamente das séries da CW, essas mentes pretendem espalhar, além da dominação, o amor e o nonsense pela Galáxia. Contemplem, ó, mortais, uma nova categoria de crítico!