Especial | Charles Chaplin

Charles Spencer Chaplin nasceu em Londres, Reino Unido, no ano de 1889. Vindo de uma pobre família de artistas (a mãe, atriz e cantora; o pai, ator), ele teve aulas de canto e sempre era levado pelos pais para ensaios e algumas apresentações no Music Hall. Com a separação dos pais, Chaplin e seu irmão mais velho, Sydney, ficaram aos cuidados da mãe, que já por volta de 1892 mostrava-se instável emocionalmente. Afastada dos palcos e internada em uma clínica, Hannah Chaplin passou um bom tempo longe dos filhos que, nesse momento, moraram brevemente com o pai e a amante e em seguida, em casas de trabalho em Londres, ingressando, por fim, na carreira artística, no Music Hall. Plano Crítico.

CHARLES CHAPLIN

Londres, 16 de abril de 1889

Vaud, Suíça, 25 de dezembro de 1977

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Charles Spencer Chaplin nasceu em Londres, Reino Unido, no ano de 1889. Vindo de uma pobre família de artistas (a mãe, atriz e cantora; o pai, ator), ele teve aulas de canto e sempre era levado pelos pais para ensaios e algumas apresentações no Music Hall. Com a separação dos pais, Chaplin e seu irmão mais velho, Sydney, ficaram aos cuidados da mãe, que já por volta de 1892 mostrava-se instável emocionalmente. Afastada dos palcos e internada em uma clínica, Hannah Chaplin passou um bom tempo longe dos filhos que, nesse momento, moraram brevemente com o pai e a amante e em seguida, em casas de trabalho em Londres, ingressando, por fim, na carreira artística, no Music Hall.

Chaplin conheceu os Estados Unidos durante uma de suas turnês na temporada 1910 – 1912. No final deste mesmo ano, ele volta à terra do Tio Sam para outra turnê e uma outra vez em 1913, quando é visto por Mack Sennett e contratado como ator para a Keystone Film Company. O início do trabalho no cinema não foi fácil. Chaplin não se adaptava ao meio, odiava ser dirigido por Mabel Normand e seu relacionamento com Mack Sennett não era dos melhores. A grande mudança veio quando Chaplin criou o personagem Carlitos, o vagabundo. A partir desse momento, seus filmes se tornariam extremamente populares e poucos meses depois o colocaria na chefia de boa parte de suas obras, primeiro dirigindo, depois, escrevendo roteiros e acumulando outros cargos com o passar do tempo.

Três estúdios assinaram contratos com Chaplin após o início do seu sucesso: o Essanay Studios, em 1915; a Mutual Film Corporation, em 1916 e a First National, em 1917. A liberdade criativa total do ator e diretor veio com a a criação de seu próprio Estúdio, a United Artists, em 1919, ao lado de ninguém menos que Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith. A partir daí, controlando suas próprias produções, Chaplin entrou em sua melhor fase.

Vieram os tempos do cinema sonoro e o impasse do uso ou não do som; a pressão para que ele fizesse um filme em Technicolor, o peso de ser um artista em Hollywood, especialmente em tempos difíceis como a Era McCarthy, que o colocou na lista negra.

Chaplin ganhou um Oscar Honorário em 1972 e um de Melhor Trilha Sora (juntamente com Ray Rasch e Larry Russell) em 1973, pelo filme Luzes da Ribalta. A partir desse ponto, ele se afasta cada vez mais da mídia, dando menos entrevistas e indo a menos encontros, programas de TV e premiações. O fato de estar em uma cadeira de rodas e ter muita dificuldade para falar o deixava envergonhado e ele preferia não aparecer mais. Na noite de Natal, em 1977, aos 88 anos, o ator, diretor e compositor Charles Chaplin morreu dormindo, em sua residência na Suíça.

Clique nos links abaixo para conferir as críticas sobre a obra completa do diretor.

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Curtas de Charles Chaplin (1916) – Parte 1

O Vagabundo

Carlitos Bombeiro

Carlitos Policial

Carlitos no Armazém

Os Amores de Carmen

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Curtas de Charles Chaplin (1916) – Parte 2

Sobre Rodas

Carlitos no Estúdio

A Loja de Penhores

O Conde

Uma da Madrugada

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Curtas de Charles Chaplin (1917)

O Aventureiro

O Imigrante

O Balneário

Rua da Paz

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Curtas de Charles Chaplin (1918)

Ombros, Armas!

Laços de Liberdade

Carlitos em Apuros

Vida de Cachorro

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Curtas de Charles Chaplin (1919)

Um Dia de Prazer

Os Ociosos

Um Idílio Campestre


LUIZ SANTIAGO (OFCS) . . . . Após recusar o ingresso em Hogwarts e ser portador do Incal, fui abduzido pela Presença. Fugi com a ajuda de Hari Seldon e me escondi primeiro em Twin Peaks, depois em Astro City. Acordei muitas manhãs com Dylan Dog e Druuna, almocei com Tom Strong e tive alguns jantares com Júlia Kendall. Em Edena, assisti aulas de Poirot e Holmes sobre técnicas de investigação. Conheci Constantine e Diana no mesmo período, e nos esbaldamos em Asgard. Trabalhei com o Dr. Manhattan e vi, no futuro, os horrores de Cthulhu. Hoje, costumo andar disfarçado de Mestre Jedi e traduzo línguas alienígenas para Torchwood e também para a Liga Extraordinária. Paralelamente, atuo como Sandman e, em anos bissextos, trabalho para a Agência Alfa. Nas horas vagas, espero a Enterprise abordar minha TARDIS, então poderei revelar a verdade a todos e fazer com que os humanos passem para o Arquivo da Felicidade, numa biblioteca de Westworld.