Home Especiais Especial | O Exterminador do Futuro

Especial | O Exterminador do Futuro

por Ritter Fan
409 views (a partir de agosto de 2020)

Em 1984, nascia, pelas hábeis mãos e pela criativa mente de James Cameron, um dos filmes mais icônicos daquela década e um dos grandes marcos da ficção científica: O Exterminador do Futuro. Quem não se lembra dos paradoxos temporais, da performance maravilhosamente robótica de Arnold Schwarzenegger e do ameaçador endoesqueleto metálico ameaçando Sarah Connor?

Apesar do sucesso do filme de baixo orçamento, apenas o segundo da carreira de Cameron, a inevitável continuação só viria em 1991 e, desafiando convenções, o resultado foi igualmente inesquecível, com um twist na vilania do exterminador, um novo modelo de exterminador feito de “metal líquido”, elemento esse que revolucionou os efeitos de computação gráfica e uma Sarah Connor diferente, guerreira, quase insana. O Exterminador do Futuro – O Julgamento Final, assim como  o original oitentista, marcou o Cinema de ficção científica dos anos 90.

Perdendo os direitos sobre a franquia como parte de seu divórcio de Linda Hamilton (a própria Sarah Connor), Cameron partiu para outros e ainda mais lucrativos caminhos e O Exterminador do Futuro ficou em um limbo até 2003, quando a segunda continuação foi lançada. Com Jonathan Mostow na direção e novamente trazendo Schwarzenegger no papel que o consagrou, O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas deixou a desejar. Mais seis anos foram precisos para que a terceira continuação, O Exterminador do Futuro – A Salvação fosse lançada, dessa vez sem Schwarzenegger, mas com Christian Bale e Sam Worthington, com McG na direção. No entanto, novamente, a franquia não foi reerguida.

No  mesmo ano do quarto filme, uma ótima série de TV que durou apenas duas temporadas, começou a ser televisionada. Terminator: The Sarah Connor Chronicles, que contava com Lena Headey no papel de Sarah Connor e continuava O Julgamento Final, teve recepção fria dos fãs, sendo cancelada sem cerimônias em 2009.

Em 2015, veio O Exterminador do Futuro: Gênesis, uma tentativa de recomeço para a franquia, mas sem apagar o que veio antes. Schwarzenneger volta ao papel do robô do futuro e Emilia Clarke encarna a terceira versão de Sarah Connor. Novamente, não deu certo e a forma de se tentar novamente resolver esse imbróglio, desta vez depois do retorno dos direitos da franquia para James Cameron, veio Destino Sombrio, que é continuação direta de O Julgamento Final.

O Plano Crítico decidiu homenagear todo o universo originalmente criado por James Cameron e trouxe, aos nossos leitores, as críticas de todos os longas-metragens, da série de TV e de algumas minisséries em quadrinhos. Agora, nos organizamos todas as críticas nesse conveniente índice, para fácil acesso e, ao longo do tempo, acrescentaremos outros artigos contendo comentários sobre outras HQs baseadas na franquia. Divirtam-se!

Você Também pode curtir

17 comentários

Paco Miguel 14 de março de 2020 - 23:53

Particularmente eu gosto bastante de T3; tivesse o filme um roteiro mais independente,sem tanta necessidade de amarras aos dois primeiros e principalmente expulsado a pontapés a dupla Stahl / Danes, certamente teria sido bem melhor. E acho o final de uma coragem bem singular,onde o destino ali não era a salvaçao,como nunca foi. Simplesmente a sobrevivencia.

Responder
planocritico 17 de março de 2020 - 15:00

Eu apenas não desgosto de T3. Mas acho dispensável.

Abs,
Ritter.

Responder
Genésio Cavalcanti Albuquerque 7 de novembro de 2016 - 02:04

O exterminador do futuro é melhor que a segunda parte que aparentemente se esconde através de muitos efeitos visuais.

Responder
planocritico 7 de novembro de 2016 - 10:53

Não acho que a continuação se esconde nos efeitos especiais. Diria que o uso lá é bem parcimonioso.

Mas também prefiro o original, ainda que sejam bem diferentes, com propostas diferentes.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 7 de novembro de 2016 - 10:53

Não acho que a continuação se esconde nos efeitos especiais. Diria que o uso lá é bem parcimonioso.

Mas também prefiro o original, ainda que sejam bem diferentes, com propostas diferentes.

Abs,
Ritter.

Responder
Genésio Cavalcanti Albuquerque 7 de novembro de 2016 - 02:04

O exterminador do futuro é melhor que a segunda parte que aparentemente se esconde através de muitos efeitos visuais.

Responder
Luiz Santiago (luizsantiago) | Pearltrees 3 de fevereiro de 2016 - 12:41

[…] de ameaças terrestres e extraterrestres ao longo de eras e milênios a fio. Imaginaram? Allons-y! Especial | O Exterminador do Futuro – Plano Crítico. Em 1984, nascia, pelas hábeis mãos e pela criativa mente de James Cameron, um dos filmes mais […]

Responder
Lucas Ferreira 21 de outubro de 2015 - 08:53

É foda esse lance de quererem continuar a parada só pra lucrar(sadfact), mas farei assim como fiz em piratas do caribe 4: excluir da minha coleção de filmes no pc. kkkkkk’

Responder
planocritico 21 de outubro de 2015 - 14:02

Concordo, mas, no caso de Exterminador do Futuro, sua continuação, T2, é fantástica e a mais recente nem é tão ruim assim. Ruim é a com o Sam Worthington e Christian Bale!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Ferreira 23 de outubro de 2015 - 09:14

Realmente, T2 foi fodarástica!!! Deveria ter acabado ali. Quanto a essa mais recente, tentarei dar uma assistida. srsrsrs’

Responder
planocritico 23 de outubro de 2015 - 12:06

O mais recente filme brinca com a nostalgia e não desagrada completamente. Mas claro, é mais uma continuação desnecessária.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 8 de julho de 2015 - 10:13

Acho que finalmente é o fim. A tentativa de “contar” toda a mitologia foi concluída, não com a satisfação esperada, mas concluída. Os filmes 3 e 4 foram no mínimo desnecessários (o filme 5 praticamente apaga o 3 – como em X-Men – e toda história do 4 poderia ter sido encaixada no 5). O 5 deixou muitas coisas sem explicação, o que me leva a crer que farão outro para explicar ou que fizeram um arrumado insano na história para por um fim numa série que não tem fim (devido ao infinito loop temporal).
Apesar que se analisar a história até o 2º filme não faz sentido, mas só de escrever essa frase minha cabeça dói tentando entender esse lance de viagem no tempo.

Responder
Capitão Frio 6 de julho de 2015 - 19:54

É a diferença entre obra prima (os dois primeiros) e o material comum (o resto) ou até pior. Triste e satisfatório ao mesmo tempo.

Responder
planocritico 6 de julho de 2015 - 20:01

É um daqueles casos em que as obras-primas são TÃO obras-primas que mesmo o monte de porcaria que veio depois eu perdoo… 🙂

Mas até que a série de TV é bem boa, @capitofrio:disqus.

Abs,
Ritter.

Responder
Capitão Frio 6 de julho de 2015 - 20:15

O 3 eu perdoei. O Genisys eu entendi. Mas o Salvação não tem como.
Também gosto da série.

Responder
planocritico 6 de julho de 2015 - 20:49

Salvação não tem salvação mesmo… He, he, he…

– Ritter.

Responder
Capitão Frio 6 de julho de 2015 - 21:22

Perfeito! Hahahaha.

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais