Especial | Tim Burton

Nascido em Burbank, na Califórnia, Tim Burton começou a construir sua carreira com a produção de curtas-metragens, alguns animados e criados com o stop-motion, mesma extraordinária técnicas que, mais tarde, o faria ser indicado a dois Oscars de Melhor Animação, por A Noiva Cadáver e Frankenweenie. Uma carreira como a de Tim Burton precisa ser minimamente respeitada, apesar dos pesares em que uma quantidade considerável de obras comandadas pelo cineasta não são consensualmente admiradas pela crítica internacional, muito pelo contrário – Burton arrematou alguns grandes fracassos ao longo das décadas, intercalando um ou outro acerto quase unânime. O cineasta raramente se desapega do seu estilo particular, o que é parte de uma visão de cinema mais singular, afastando-se dos termos mais genéricos. O anacronismo, os personagens minimalistas, a recriação de cenários góticos, o uso do stop-motion, a homenagem aos seus heróis de um cinema passado, o pessimismo como única conclusão possível, senão uma resolução não necessariamente harmoniosa de todos os sonhos outrora sonhados pelos protagonistas em cena. Uma identidade é muito visível para a carreira desse diretor norte-americano, responsável por tornar, a gerações, o macabro algo mágico para muitas crianças.

2016 – O Lar das Crianças Peculiares

2014 – Grandes Olhos

2012 – Frankenweenie

2012 – Sombras da Noite

2010 – Alice no País das Maravilhas

2007 – Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

2005 – A Noiva Cadáver

2005 – A Fantástica Fábrica de Chocolate

2003 – Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas

2001 – Planeta dos Macacos

1999 – A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça

1996 – Marte Ataca!

1994 – Ed Wood

1992 – Batman: O Retorno

1991 – Edward Mãos de Tesoura

1989 – Batman

1988 – Os Fantasmas se Divertem

1985 – As Grandes Aventuras de Pee-wee

OUTROS

1994 – O Estranho Mundo de Jack (História)

COLUNAS

Tim Burton – Os Filmes Ranqueados

GABRIEL CARVALHO . . . Sem saber se essa é a vida real ou é uma fantasia, desafiei as leis da gravidade, movido por uma pequena loucura chamada amor. Os anos de carinho e lealdade nada foram além de fingimento. Já paguei as minhas contas e entre guerras de mundos e invasões de Marte, decidi que quero tudo. Agora está um lindo dia e eu tive um sonho. Um sonho de uma doce ilusão. Nunca soube o que era bom ou o que era ruim, mas eu conhecia a vida já antes de sair da enfermaria. É estranho, mas é verdade. Eu me libertei das mentiras e tenho de aproveitar qualquer coisa que esse mundo possa me dar. Apesar de ter estado sobre pressão em momentos de grande desgraça, o resto da minha vida tem sido um show. E o show deve continuar.