Especial | William Shakespeare

WILLIAM SHAKESPEARE

Stratford-upon-Avon, Inglaterra, 23 de abril de 1564

Stratford-upon-Avon, Inglaterra, 23 de abril de 1616

É quase unânime a opinião de críticos e leitores sobre quem está no topo da lista dos maiores dramaturgos da literatura universal. Evidente que existem divergências, mas mesmo nessas, há o reconhecimento de uma sensibilidade e inteligência dramática e literária muito grandes em Shakespeare. Uma coisa é certa: não é todo escritor que tem seu nome lembrado e sua obra lida, relida, estudada e encenada mesmo séculos depois de sua morte. Algo de muito especial precisa haver nesse escritor. E no caso de Shakespeare, há sim algo muito especial.

William Shakespeare teve uma infância e adolescência confortáveis em sua cidade natal. Filho de um bem-sucedido comerciante e subprefeito de Stratford e uma herdeira de ricos agricultores, ele e seus oito irmãos passaram parte de suas vidas em torno dos negócios do pai e das posses da família.  Teve uma educação inicial em uma excelente escola, mas os negócios do pai entraram em declínio e de meados para o final da década de 1570, Shakespeare foi retirado da escola e teve que trabalhar para ajudar a família. Acredita-se que muito das relações de trabalho, linguajar e tratamento entre amigos de suas peças tenham vido desse período.

Aos 18 anos, Shakespeare casou-se com Anne Hathaway (pois é, você já ouviu esse nome antes), com quem teve 3 filhos: Susanna e os gêmeos Hamnet e Judith. As fontes começam a ficar obscuras a partir de então. Sabe-se que Shakespeare foi para Londres, mas no período que vai de 1585 a 1592 não se tem notícia ou registros confiáveis de seu paradeiro ou atividades. O que se sabe é que ele reaparece já sendo citado na cena teatral londrina, e se inicia uma forte, porém cavalheiresca disputa entre ele e outros famosos dramaturgos da época.

Com o impulso artístico dado ao teatro no reinado de Elizabeth I, muitos escritores tiveram seu lugar ao sol, especialmente os dramaturgos. Na época, as peças já eram impressas e comercializadas, de modo que além das encenações, o público tinha contato com as obras através da literatura, o que aumentava a curiosidade de alguns para conhecer novas publicações e encenações. Não existe um consenso sobre quando Shakespeare começou a escrever, mas sabe-se que foi na década de 1590, e que suas primeiras peças foram a Trilogia de Henrique VI, escritas fora de ordem, evidentemente para aproveitar o sucesso que renderam.

Muitas polêmicas se ergueram e ainda se erguem em torno da obra do bardo. Biógrafos e estudiosos questionam a autoria de algumas de suas peças e já se tem como certa a parceria de Shakespeare com alguns amigos na escrita de algumas obras. Todavia, há sempre um indício estilístico que marca a escrita do dramaturgo, e a lista das obras hoje atribuídas a ele, seja como autor ou co-autor, já está fixa a algum tempo. Nos anos 2000, foram encontrados novos documentos e duas novas peças apareceram e foram atribuídas a ele. Historiadores e outros profissionais trabalham para atestar ou não a veracidade dessas novas obras.

O nosso Especial Shakespeare traz todas as peças oficiais e reconhecidas do autor, focando em adaptações cinematográficas e algumas montagens teatrais e filmes realizados sobre elas. Embarque conosco nessa viagem pela obra de um dos maiores escritores de todos os tempos!

Clique nos links ou imagens abaixo para ter acesso a uma parte do Especial. Boa leitura!

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Dramas Históricos

(adaptações para o cinema ou TV)

Tragédias

(adaptações para o cinema ou TV)

Comédias

(adaptações para o cinema ou TV)

Espetáculos

(montagem de peças e óperas)


LUIZ SANTIAGO (Membro da OFCS) . . . . Após recusar o ingresso em Hogwarts e ser portador do Incal, fui abduzido pela Presença. Fugi com a ajuda de Hari Seldon e me escondi primeiro em Twin Peaks, depois em Astro City. Acordei muitas manhãs com Dylan Dog e Druuna, almocei com Tom Strong e tive alguns jantares com Júlia Kendall. Em Edena, assisti aulas de Poirot e Holmes sobre técnicas de investigação. Conheci Constantine e Diana no mesmo período, e nos esbaldamos em Asgard. Trabalhei com o Dr. Manhattan e vi, no futuro, os horrores de Cthulhu. Hoje, costumo andar disfarçado de Mestre Jedi e traduzo línguas alienígenas para Torchwood e também para a Liga Extraordinária. Paralelamente, atuo como Sandman e, em anos bissextos, trabalho para a Agência Alfa. Nas horas vagas, espero a Enterprise abordar minha TARDIS, então poderei revelar a verdade a todos e fazer com que os humanos passem para o Arquivo da Felicidade, numa biblioteca de Westworld.