O intrigante caso do envenenamento do político russo.
CATÁLOGOS
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Encapsulando o ego masculino.
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O melhor que o cinema popular pode oferecer.
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Amor incandescente.
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Os mortos estão voltando.
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O otimismo inabalável no pior momento de sua vida.
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Miklós Jancsó e a realidade política da Hungria nos anos 1960.
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Caravana em movimento, personagens estáticos.
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O último realista: Jesus pelas lentes de Roberto Rossellini.
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Entre erros e acertos, Denys Arcand brinca de cinema.
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O sombrio legado de Frankenstein.
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Um derivado de Tubarão, mas com outra criatura selvagem: um perigoso urso assassino.
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Vale ser visto, mas não é perfeito.
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Top Gun feminista.
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Livrai-me do meu mal.
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A graça de ser grotesco.
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A peça radical de William Friedkin.
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Os destinos da angústia.
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A estreia de Aleksandr Dovzhenko no cinema.
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Um outro “A Morte Convida para Dançar”.
