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Lista | Agents of S.H.I.E.L.D. – 7ª Temporada: Os Episódios Ranqueados

por Ritter Fan
1532 views (a partir de agosto de 2020)

Depois de abordar semanalmente cada episódio da 7ª temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. e de analisar a temporada como um todo, é chegada a hora de nosso tradicional ranking de episódios. Digam o que acharam da lista e mandem a ordem de vocês para debatermos!

 

13º Lugar: After, Before

7X08

After, Before tem uma boa dinâmica de dupla e o retorno de uma personagem importante na história da série. E só. A história em si é repleta de momentos preguiçosos que forçam o encaixe de peças – inclusive na literalidade, com uma perna nova para Sousa – sem realmente precisar recorrer a isso. E já passou da hora de Fitz voltar para a série, não é mesmo? Faltam só cinco episódios e nada da cara-metade de Jemma que, a essa altura, está se transformando em uma lembrança distante…

12º Lugar: Adapt or Die

7X06

Infelizmente, porém, tudo que envolve o cativeiro de Daniel e Daisy, por mais que os dois personagens sejam adoráveis, não funcionou em termos dramáticos. Essa subtrama é corrida demais, com um Nathaniel Malick fazendo as vezes de vilão afetado de filmes de 007 tornando-se inumano em questão de minutos (ok, foram horas, mas vocês entenderam) em experimentos off screen e derrubando o teto sobre sua cabeça em um encerramento – pelo momento ao menos – completamente anti-climático que não consegue cumprir sua função de nos fazer sequer temer pelos personagens. Tinha a impressão que Sousa seria usado de maneira um pouco mais eficiente nesse arco dado o destaque que foi sua salvação no arco dos Anos 50, mas, pelo visto, ele foi apenas escolhido como o par da outra personagem que está sendo escanteada na temporada. Resta só torcer para que esse quadro seja revertido, já que, pessoalmente, adoraria ver os dois em uma série spin-off dos Guerreiro Secretos ou algo do gênero.

11º Lugar: Brand New Day

7X11

Talvez o maior problema tenha sido Kora, a meia-irmã de Daisy que, finalmente, ganha a atenção que precisava  receber. Sua presença no Farol, porém, foi daquele tipo burocrático que tenta seguir a linha da vilã-que-parece-boazinha-mas-que-na-verdade-é-vilã-mesmo que cansa um pouco, com o roteiro auto-consciente demais dessa característica, levando os espectadores a joguinhos que vão desde a revelação de um plano de eliminação de pessoas-chave (Insight novamente) que é uma cortina de fumaça para um plano mais maligno ainda de infiltração de Sybil na base e, claro, da eliminação completa da S.H.I.E.L.D. nessa linha temporal nova. Entre May tentando ser psicóloga e Coulson subitamente desenvolvendo habilidades cibernéticas que nunca haviam se manifestado antes, talvez as duas únicas conclusões que decorram dessa linha narrativa que chove, mas não molha, sejam a confirmação de que sim, Jiaying (sou só eu que não consigo escrever o nome da personagem de cabeça?) morreu e que sim, a ação se passa em uma linha temporal nova.

 

10º Lugar: The End is at Hand

7X12

Como seria natural de um episódio que prepara o derradeiro fim da série toda (e escrever isso dá uma tristeza enorme, tenho que confessar…), ele não é muito movimentado, com seu objetivo sendo muito mais construir lentamente o retorno efetivo de Fitz, que mais uma vez chega provavelmente para salvar o dia, mas sem um momento particularmente triunfal, ainda que bacana e nos remetendo ao falecido Enoch. Entre a dissolução do implante cibernético de Jemma que a leva a ficar com as memórias completamente embaralhadas, esquecendo de vez todos os seus amigos, a fuga até o bar de Koenig já cheio de agentes sobreviventes obedecendo a um sinal misterioso que os faz levar 084s para lá e a montagem de um gadget qualquer para trazer Fitz de sei-lá-onde-e-quando-ele-estava, tudo caminha bem compassadamente, como uma corrida de obstáculos simpática.

9º Lugar: Stolen

7X10

Outra vantagem do lado vilanesco da história é que a versão mais nova de ninguém menos do que John Garrett é recrutada por Nathaniel para absorver o poder de teletransporte de Gordon, valendo notar que o saudoso Bill Paxton, que vivera maravilhosamente bem o personagem na série, é substituído por seu filho James Paxton que, por seu turno, faz uma excelente imitação daquele jeito debochado e falastrão de seu pai como Garrett. Uma bela homenagem, não é mesmo? Com isso, qualquer dúvida sobre a função em si de Nathaniel é dissipada, já que ele tem ao seu redor um time potencialmente muito interessante que se conecta umbilicalmente com a história da série como um todo, ainda que Kora, devo confessar, não tenha ainda dito realmente a que veio, talvez porque o espaço aberto para Dianne Doan até o momento tenha sido diminuto.

 

8º Lugar: The New Deal

7X01

Mesmo sendo a última temporada, o roteiro de George Kitson é engenhoso ao relembrar o espectador das situações atuais de cada personagem, começando pela ativação de Coulson e a “atualização” de sua memória – que referencia muito rapidamente grandes eventos desde o Framework -, passando por May fora de combate sendo tratada por Enoch, Yo-Yo recuperando-se da infecção dos Shrikes e ganhando braços novos e, claro, todo o ambiente futurista e altamente tecnológico do novo Zephyr One, com as melhorias feitas por Fitz-Simmons e que basicamente transformaram o avião em um grande DeLorean. Tudo isso é feito nos minutos iniciais, depois do preâmbulo com os Chronicoms assumindo a identidade de uma trinca de policiais, com muita elegância e fluidez, no estilo dos melhores “primeiros episódios” de temporadas, que sempre carregam esse ônus e nem sempre sabem lidar com ele.

7º Lugar: Know Your Onions

7X02

Partindo de onde o episódio anterior parou, Jemma e Elena saem do Zephyr One para usar seus figurinos de época, com a equipe responsável mais uma vez acertando em cheio nos visuais, incluindo maquiagem e penteados. Muito rápida e convenientemente demais, talvez, a cientista que “conhece suas cebolas” – he, he, he – não só salva a vida de Viola, a mulher que entregara o soro para Freddy e foi baleada pelos Chronicoms, como, com base em uma gota do líquido em seu sapato, descobre exatamente o que ele é para a surpresa de absolutamente ninguém: um ingrediente do soro do supersoldado que está a caminho da Alemanha para ser usado, claro, em Johann Schmidt, o futuro Caveira Vermelha, exatamente como aprendemos em Capitão América: O Primeiro Vingador. Muito eficientemente, sem precisar de floreios e malabarismo narrativos, aí está uma conexão direta com o UCM que tantos queriam ver acontecer novamente na série, independentemente se ela está ou não no mesmo universo.

6º Lugar: A Trout in the Milk

7X05

A homenagem às séries setentistas, porém, não param por aí, já que todo o episódio é estruturado ao redor de como a ação nas telinhas era feita naquela época, com divisão em casais, disfarces improváveis, Enoch chegando do nada no último minuto dirigindo um muscle car e toda a trama sendo telegrafada muito claramente, aqui, claro, por intermédio do uso dos Chronicoms e seus poderes de previsão do futuro. Talvez o mais movimentado até agora, A Trout in the Milk é a versão Agents of S.H.I.E.L.D. de Capitão América: O Soldado Invernal (que, por sua vez, é um filme que homenageia os filmes de espionagem setentistas), com o Projeto Insight sendo adiantado 40 anos com a interferência dos alienígenas sintéticos a partir de 1955, com Wilfred Malick, ex-Freddy, à frente. Se pararmos para lembrar da primeira temporada da série, é a partir dos acontecimentos do filme que ela realmente começa a decolar e, agora, temos uma inversão da lógica com momentos de trazer sorrisos aos rostos dos fãs como a menção expressa a Bruce Banner, Nick Fury e aos Vingadores como alvos da arma da Hidra.

5º Lugar: Alien Commies from the Future

7X03

Se uma série ou filme não deve se valer de referências para ser bom, é importante que, quando elas são usadas, elas o sejam por razões muito claras e de maneira orgânica à trama e, felizmente, isso é exatamente o que o roteiro de Nora Zuckerman e Lilla Zuckerman entrega: uma incrivelmente fluida sucessão de referências que estão presentes para impulsionar a narrativa e não para apenas servir de momentos para atiçar a nostalgia ou o conhecimento enciclopédico do espectador. E a maior prova disso é a homenagem que o episódio faz ao gênero sci-fi dos anos 50 que, em seus melhores momentos, servia de alegoria para a Guerra Fria e o medo dos soviéticos, algo que é perfeitamente encapsulado no personagem do sempre ótimo Michael Gaston, o membro do Departamento de Defesa dos EUA Gerald Sharpe, e toda sua interação com Mack e Deke, valendo especial destaque para o final inspirado em De Volta para o Futuro.

4º Lugar: The Totally Excellent Adventures of Mack and The D

7X07

Na verdade, o fato de The Totally Excellent Adventures of Mack and The D (quem é o Bill e quem é o Ted nessa dupla, hein?) passar-se no espaço confinado do Farol cumpre uma função muito clara dentro da homenagem que o roteiro de Brent Fletcher quer fazer aos filmes e séries trash sci-fi de baixo orçamento que marcaram os anos 80 e que vieram para se aproveitar do renascimento do gênero na segunda metade dos anos 70. Essa ambientação é perfeita para que robôs alienígenas malvados emprestados de Chopping Mall e que são a fusão dos Cylons (Battlestar Galactica) com os Número 5 (Um Robô em Curto Circuito) a partir de hilárias sequências de “criação” à la Mulher Nota 1000 ataquem no estilo slasher movies (repare que o casal que morre com litros e litros de sangue sendo despejados na câmera morre porque há a indicação de que eles acabaram de transar, regra número um do que não fazer em filmes de terror) o Esquadrão Classe A formado por variados agentes novatos reunidos por Deke (ou The D) vestidos como os pilotos de Top Gun e que conta com um Coulson virtual em sua versão Max Headroom.

 

3º Lugar: Out of the Past

7X04

Afinal de contas, não satisfeito em lidar com o destino de Daniel Sousa, o episódio é enquadrado exatamente como Billy Wilder fez no clássico Crepúsculo dos Deuses, de 1950: com uma morte na piscina, com direito a um corpo de rosto para baixo que leva a uma narração e, claro, um flashback. E a cereja no bolo é que, exatamente como na obra de Wilder, a narração é do morto, com a diferença que, aqui, só descobrimos essa circunstância ao final, juntamente com a revelação de que o morto não está nada morto. Chega a ser surpreendente essa sofisticação na estrutura do episódio que ainda ganha o já citado MacGuffin na forma de uma maleta com um objeto misterioso (não faço ideia o que poderia ser…) que é uma evidente homenagem ao falcão maltês de Relíquia Macabra.

2º Lugar: What We’re Fighting For

7X13

Percebe-se o carinho dos showrunners com seus personagens a cada minuto que passa e talvez seja por isso que o final alongado como “terapia de grupo” funcione tão maravilhosamente bem. Cada personagem tem seu encaixe perfeito e lógico considerando tudo o que aconteceu com eles ao longo dos anos. Temos Coulson, talvez o personagem que mais passou por transformações desde que foi morto por Loki em Os Vingadores, em uma jornada solitária de auto-redescoberta com uma versão turbinada de Lola, cortesia de Mack, e cujo voo é uma piscadela à cena icônica correspondente da já longínqua 1ª temporada; temos Mack ainda como diretor da S.H.I.E.L.D. no aeroporta-aviões em construção e de sobretudo de couro preto à la Nick Fury; temos Yo-Yo como uma das melhores agentes de Mack (e ainda claramente junto dele romanticamente) trabalhando em missões variadas com Piper e Davis; temos May, sempre a mentora, e agora com toda a empatia do mundo, transferindo seus valiosos conhecimentos na Academia Coulson(!!!) para futuros agentes; temos Daisy em um merecidíssmo final feliz ao lado de Daniel Sousa e de sua irmã viajando pelo espaço no Z3 como astro-diplomatas e, acima de tudo, temos Fitz-Simmons finalmente reunidos para sempre, aposentados (mas não tanto assim, já que Jemma continua trabalhando secretamente com Daisy) e cuidando de sua filhinha. Ah, e Deke, em outra linha temporal, não só fez um nobre sacrifício por seus avós e amigos, como também tem tudo para tornar-se um grande líder da S.H.I.E.L.D. por lá também (além de astro do rock, lógico!). Se eu tivesse que parar e imaginar encerramentos dignos para cada um desses personagens, acho que não conseguiria jamais chegar perto da óbvia simplicidade que Jed Whedon fez aqui.

 

1º Lugar: As I Have Always Been

7X09

Não só Henstridge parece ter a mente científica de Jemma para a decupagem de um episódio, como ela é capaz de usar exatamente aquilo que é necessário para fazer a narrativa andar, sem um segundo a mais ou a menos, o que impede toda e qualquer sensação de repetição, cansaço ou aquela boa e velha “barriga narrativa”. Ajuda muito que Greenberg tenha mexido na fórmula do loop temporal, adicionando novas regras, a começar pela ativação de cada loop não pela morte de determinado personagem – no caso Daisy -, mas sim pela própria máquina do tempo do Z1. Outra mudança é fazer a morte resetar o conhecimento adquirido ao longo de loops anteriores, forçando o recomeço do zero de toda a jornada. Finalmente, no lugar de loop infinito que, querendo ou não, cria uma sensação de relaxamento depois que o inevitável é aceito pela protagonista, a cada nova repetição a nave está mais próxima do centro do vórtex temporal que, se alcançado, significa que todo serão apagados da linha temporal.

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23 comentários

Nicolas Dias 21 de novembro de 2020 - 21:37

Que temporada deliciosa! No início eu torci o nariz pelo “retorno” do Coulson, mas no fim curti a ideia, porque não foi um retorno do Coulson em si, e sim uma máquina o replicando, o que trouxe várias nuances para todos, havia uma felicidade por revê-lo, mas ao mesmo tempo não era ele, foi um dilema legal, embora não tão aprofundado, e nem precisa. As homenagens a cultura de diferentes décadas também foi ótimo, figurino, ambientação, referências, foi tudo belíssimo. Os episódios foram bons, foi divertido assisti-los, tentei moderar para não acabar logo mas não deu. Foi um ótimo desfecho, o que é muito raro de se ver, nem todas as séries terminam bem como MAoS, claro que houveram falhas, não tira o brilho dessa temporada, mas não posso deixar de comentar.
Adolescente em MAoS definitivamente não deu certo, de Beiços a Kora, ambas chatíssimas. Outra coisa que não deu certo foram os interesses amorosos da Skye, inclusive não sei porque insistiram nisso. Eu gosto do Sousa, mas achei apreçado como a relação dele com a Skye se desenvolveu, e não vi muita química ali. Achei os Chronicoms ok como vilões, já o Nathaniel foi péssimo, uma coisa vilanesca ala 007, “sou mal por pura vilania”, inclusive achei que os episódios 10,11,12 perdem um pouco o ritmo por isso, mas como disse, nada que tire o brilho de um desfecho digno, de uma série que foi muito sabotada mas que surpreendentemente sobreviveu por 7 temporadas, entregando textos muito bons, melhores até do que muitos filmes da mãe desnaturada chamada MCU.

Responder
planocritico 21 de novembro de 2020 - 21:37

Que bom que gostou, meu caro! Eu falei que eles acabaram com chave de ouro. Mesmo com vilão não muito bom, o passeio pelas décadas e as referências ao UCM e à própria série mais do que valeram a jornada!

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Macedo 18 de agosto de 2020 - 10:44

Bate até uma tristeza perceber que não vão ter mais temporadas

Responder
planocritico 18 de agosto de 2020 - 21:00

Parafraseado o Rick, de Casablanca: “nós sempre teremos a série para rever”!

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Souza 17 de agosto de 2020 - 12:18

Concordo completamente com o seu rank, o meu tá igual, é maravilhoso ver que até o episódio (menos bom) da temporada é pelo menos um 9/10 em termos de qualidade.

Será que o D tá bem lá na outra linha temporal? Fitz podia ir buscar ele né, coitado gente.

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 20:40

O D está ótimo por lá! Meus informantes me confirmaram que ele praticamente já recrutou uns 100 agentes e já arrumou um novo quartel general embaixo de uma boate em Nova York, a mesma boate onde ele e o Deke Squad tocam!

Mas @brunosouza18:disqus, já que você concordou com o ranking dos episódios, veja lá se concorda com o ranking das temporadas que publiquei agora!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 20:40

O D está ótimo por lá! Meus informantes me confirmaram que ele praticamente já recrutou uns 100 agentes e já arrumou um novo quartel general embaixo de uma boate em Nova York, a mesma boate onde ele e o Deke Squad tocam!

Mas @brunosouza18:disqus, já que você concordou com o ranking dos episódios, veja lá se concorda com o ranking das temporadas que publiquei agora!

Abs,
Ritter.

Responder
Elderson Gomes da Cunha 17 de agosto de 2020 - 08:22

concordo com #1, mas o pior para mim seria o de Mack e Deke…..

tragédia do dia: resolvi rever a série do começo e não tem na Netflix e não encontro nos sites https://media3.giphy.com/media/E2d2tsgz7iHo4/giphy.gif

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 20:54

Já não tem há um tempão no Netflix…

Sobre o seu pior, eu adorei esse episódio!

Abs,
Ritter.

Responder
Felipe Brandon 17 de agosto de 2020 - 04:22

Ai misericórdia, lá vamos nós quebrar a cabeça novamente para fazer um ranking de temporada kkkk.

1. 7×13 – What We’re Fighting For (perfeito e é isso, ainda mais pela dificuldade em ser encerramento não só da temporada, mas da série também).
2. 7×09 – As I Have Always Been (que estreia da Elizabeth Henstridge como diretora)
3. 7×04 – Out of the Past
4. 7×05 – A Trout in the Milk
5. 7×07 – The Totally Excellent Adventures of Mack And The D.
6. 7×03 – Alien Commies From The Future
7. 7×12 – The End Is At Hand
8. 7×01 – The New Deal
9. 7×02 – Know Your Onions
10. 7×10 – Stolen
11. 7×11 – Brand New Day
12. 7×06 – Adapt or Die
13. 7×08 – After, Before

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 21:12

E não acabou o trabalho não, pois eu soltei um ranking de temporadas agora! Dê um pulo lá, @felipebrandon:disqus !

Abs,
Ritter.

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 16 de agosto de 2020 - 18:42

Boa lista. A minha vai ser mais ou menos assim:

1 – 7×09 – As I Have Always Been – 5/5
2 – 7×13 – What We’re Fighting For – 5/5
3 – 7×04 – Out Of The Past – 5/5
4 – 7×12 – The End Is At Hand – 4,5/5
5 – 7×03 – Alien Commies From The Future – 4.5/5
6 – 7×05 – Trout In The Milk – 4,5/5
7 – 7×11 – Brand New Day – 4/5
8 – 7×01 – The New Deal – 4/5
9 – 7×10 – Stolen – 4/5
10 – 7×06 – Adapt Or Die – 4/5
11 – 7×02 – Know Your Onions – 4/5
12 – 7×08 – After, Before – 4/5
13 – 7×07 – The Totally Excellent Adventures Of Mack And The D – 4/5

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 19:26

Sua lista, com a nota mais baixa sendo 4, é parecida com a minha lista ranqueando os filmes do Tarantino: é tudo excelente e é uma dor de cabeça colocar na ordem!

Abs,
Ritter.

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 16 de agosto de 2020 - 19:26

É, haha. Foi difícil de montar, kkkkk

OBS: Fiz um comentário tanto na crítica dos episódios quanto na da temporada. A dos episódios eu tenho medo de ter sido muito grande, uma vez acho que deu alguma treta por isso, haha

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 19:32

Fique tranquilo que eles estão aqui bem guardados e aprovarei em breve! É que eu gosto de já responder direto, senão eu me esqueço depois!

Abs,
Ritter.

Responder
Ítalo Gabriel 16 de agosto de 2020 - 17:21

Sim, esse 9º episódio é o melhor, me lembra do pq eu amo AoS, é o quase o equivalente ao TRACKS da primeira temporada.

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 19:26

Por que essa equivalência? Em termos de qualidade ou de história? Ou alguma outra coisa?

Abs,
Ritter.

Responder
Ítalo Gabriel 16 de agosto de 2020 - 21:48

Sobre como eles alteram a estrutura/narrativa do episódio. Eu gosto quando as séries fazem isso, essa temporada toda brincou com esse quesito, mas esse episódio ainda que esteja aplicando a narrativa do feitiço no tempo que a gente já tá familiarizada, ele tem um sabor muito particular da série e a dinâmica dos personagens nesse ep foi a mais viva que eu vi na temporada.

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 02:51

Ah, entendi!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 16 de agosto de 2020 - 12:46

Qual a nota do episódio?

Responder
planocritico 16 de agosto de 2020 - 13:23

Clique em cada título para ver a crítica e a nota.

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Filipe 16 de agosto de 2020 - 21:27

Opa, eu escrevi errado, qria dzr a nota da temporada

Responder
planocritico 17 de agosto de 2020 - 01:16

A nota da temporada está aqui: https://www.planocritico.com/critica-agents-of-s-h-i-e-l-d-7a-temporada/

AoS ganhou tratamento vip, com uma análise da temporada completa!

Abs,
Ritter.

Responder

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