Lista | American Horror Story – 9ª Temporada: Os Episódios Ranqueados

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Nota da Temporada

E lá se vai mais um ano de American Horror Story que começa bem, traz uma porção de episódio muito bons no meio do caminho, mas termina mal, destruindo a qualidade da temporada. Abaixo, a minha classificação dos capítulos deste ano, que foi uma homenagem ao slasher. Comente abaixo qual é a sua classificação dos episódios!
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9º Lugar: Final Girl

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O episódio só não foi pior porque teve a decência de nos mostrar uma morte excelente para Margaret, algumas boas atuações, um excelente uso de figurinos e ótima direção de fotografia. Não é pior apenas pela técnica, porque pela história… é uma verdadeira decepção. Esta temporada entrará para a História como aquela que começou querendo homenagear o slasher e terminou adaptando Emma, de Jane Austen.

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8º Lugar: Rest in Pieces

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A direção de Gwyneth Horder-Payton valoriza tudo aquilo que a temporada tem de melhor, mas o roteiro do episódio foi demasiadamente curto e sem novidades para gerar um trabalho visual mais apurado. E o elenco jovem, que estava bom em capítulos anteriores, parece profundamente deslocado aqui, o que é uma pena. Agora não há mais surpresas em relação à intenção final. As perguntas ficam em torno da final girl (serão Brooke e Rita mesmo?) e a espera fica em torno do prometido massacre durante o show. Preparados para se decepcionar?

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7º Lugar: The Lady in White

9X07

Um bom episódio com ideias que não o ajudam a crescer mais — a propósito, com todo mundo reunido ali, até que poderia haver um pouco mais de movimento no tempo presente, não? De todo modo, ver Lily Rabe de volta e (isoladamente) uma perturbadora e enraivecedora relação familiar foi muito bom. Faltam apenas duas semanas para o final. E eu estou ainda quero acreditar que a temporada permanecerá coerente à sua essência até o final. #oremos

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6º Lugar: Camp Redwood

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De cara, 1984 se mostra uma temporada atrativa, onde o espectador saberá exatamente o que encontrar e o que previamente esperar no que diz respeito ao gênero-guia, pensando em algo com um padrão televisivo e mesmo cinematográfico já fortemente estabelecido, algo que não temos na série desde Coven. Em casa, nós já estamos. Só falta agora sermos surpreendidos.

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5º Lugar: Mr. Jingles

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Os problemas são poucos e a série mostra uma real preocupação em homenagear uma década em particular do slasher, fazendo isso de maneira coerente. Com dois episódios de marcação introdutória para personagens e ambientes, é hora de a trama deste nono ano começar a sair das sombras. Preparados?

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4º Lugar: Episode 100

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Do início desengonçado para um final que abre mais uma porção de boas promessas para a reta final, esta comemoração apresenta um jogo simples e muito seguro, com o time que já estava ganhando. E para padrões de AHS, a gente sabe que isso deve ter custado um rim aos criadores: sem invencionices ou novos plots bizarros brotando do nada. Hum… será mesmo que teremos uma temporada realmente coesa e mantendo um bom nível de qualidade até o fim? As coisas apontam para isso.

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3º Lugar: Red Dawn

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Exceto por uma estranha mudança no ritmo momentos antes de o dia realmente amanhecer e pela forma como a direção guia as cenas com os policiais no acampamento, o episódio nos trouxe aquilo que tem tornado a aventura imensamente divertida: muitas mortes (uma mais impressionante que a outra), revelações, bom andamento geral da história e comportamentos que se alteram, após o contato com a maldade que reside naquele lugar — vejam a mudança pela qual Brooke e Montana passaram nesse episódio. Impossível não curtir essa jornada. Minha torcida agora é para que a segunda metade de 1984 seja tão boa quanto a primeira.

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2º Lugar: True Killers

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Em muitas medidas, True Killers é um episódio com surpresas que não são tão surpresas assim. Mas isso não significa que a revelações feitas pelo roteiro de Jay Beattie não tenham o poder de nos chocar. Seguindo-se ao excelente SlashdanceTrue Killers foca em mais uma quebra geral de expectativas, trazendo a revelação sobre Margaret Booth (Leslie Grossman), a forma como ela incriminou Mr. Jingles e todo o processo de criação do monstro, o que, em conceito, realoca num outro ambiente aquilo que já vimos a série trabalhar em Asylum. E o resultado é, novamente, incrível.

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1º Lugar: Slashdance

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Exceto pelos dois flashbacks, não existe nenhuma mudança na fotografia dos eventos neste episódio. O ambiente noturno continua tendo um bom tratamento, com aquele filtro leve de azul que deixa as coisas um pouco mais macabras e dá o esperado contraste com o verde das árvores nas menores incidências de luz, uma escolha bem inteligente do fotógrafo. Sobre a cena do passado de Ray não há muito o que dizer. É algo chocante e que explora bem a personalidade covarde do personagem, todavia não é nada memorável, diferente da excelente sequência com Angelica Ross e John Carroll Lynch. Cheio de excelentes mortes, ferimentos e com uma direção que flui como um rio de sangue pela floresta, Slashdance mostra a real face dessa temporada. Para a macabra felicidade de todos nós.

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LUIZ SANTIAGO (OFCS) . . . . Após recusar o ingresso em Hogwarts e ser portador do Incal, fui abduzido pela Presença. Fugi com a ajuda de Hari Seldon e me escondi primeiro em Twin Peaks, depois em Astro City. Acordei muitas manhãs com Dylan Dog e Druuna, almocei com Tom Strong e tive alguns jantares com Júlia Kendall. Em Edena, assisti aulas de Poirot e Holmes sobre técnicas de investigação. Conheci Constantine e Diana no mesmo período, e nos esbaldamos em Asgard. Trabalhei com o Dr. Manhattan e vi, no futuro, os horrores de Cthulhu. Hoje, costumo andar disfarçado de Mestre Jedi e traduzo línguas alienígenas para Torchwood e também para a Liga Extraordinária. Paralelamente, atuo como Sandman e, em anos bissextos, trabalho para a Agência Alfa. Nas horas vagas, espero a Enterprise abordar minha TARDIS, então poderei revelar a verdade a todos e fazer com que os humanos passem para o Arquivo da Felicidade, numa biblioteca de Westworld.