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Lista | As Maiores Decepções de 2014 no Cinema

por Ritter Fan
80 views (a partir de agosto de 2020)

Todo ano é a mesma coisa. Fazemos a lista daqueles filmes que mais queremos ver só para, depois, nos decepcionarmos com vários, pelas mais diferentes razões. Pensando nisso, nós, aqui do Plano Crítico, preparamos uma lista do que cada um de nós considera suas maiores decepções cinematográficas do ano.

Há de tudo nessa lista para todos os gostos e desgostos, inclusive filmes universalmente cultuados e cuja inclusão, aqui, gerará a fúria ensandecida de fãs. Mas lista é lista. Gosto é gosto. Se incluímos algo que você considera que não deveríamos ter incluído ou deixamos algo de fora que absolutamente não poderíamos ter deixado, sintam-se livres para se sentir desapontados conosco e nos tirar da sua lista natalina!

Mas falando sério, não concordou com algo? O espaço de comentários lá embaixo está lá para isso mesmo!
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As escolhas de Lucas “Raccoon” Borba
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Guardiões da Galáxia
(dir: James Gunn)

lista dec guardians

Apesar de conquistar adeptos da crítica especializada, esta foi uma das mais inferiores adaptações de uma história da Marvel à telona. Ainda que tecnicamente bem produzido, o longa é previsível e suas piadas são fracas e forçadas ao ponto de cair no autoboicote. O melhor do filme, de fato, é a sua sequência de abertura no hospital, o que só faz maior a decepção por tudo o que vem depois. Não chega aos pés, por exemplo, da adaptação cinematográfica de O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams. É o que se pode chamar de reconhecimento injusto.
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300: A Ascensão do Império
(dir: Noam Murro)

lista dec 300

A sequência do filme selvagem, ao mesmo tempo pesado e carismático, estilizado tal qual a marca de Zack Snyder, mantém algumas características do primeiro longa, porém não o bastante para sequer emparelhar com ele. De fato, a força da sequência está principalmente na ótima presença de Eva Green como Artemísia, para a qual a violência e o ato sexual parecem ser uma coisa só. Falando em violência, sim, ela também está gritante, bem como a estilização e as estratégias de batalha. O grande problema é que só Artemísia não basta para cativar tanto quanto o elenco de personagens marcantes da produção antecessora. Outro ponto é que, desta vez, os atacados, incumbidos de defender a costa litorânea grega, apesar de também estarem em um número absurdamente menor em relação ao inimigo, demonstram toda a sua vulnerabilidade, destoando ao oposto do que vimos no grupo liderado por Leônidas. Não é à toa que, com a proposta e a conclusão da resistência dos endemoniados 300 de Snyder, uma sequência parecia no mínimo improvável, no máximo sem sentido. Felizmente, o novo capítulo não expôs até o osso a sua desnecessidade – salvo o interesse comercial, que de fato foi bem sucedido nas bilheterias, embora não superando o antecessor – mas a deixou em carne viva.
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O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos
(dir: Peter Jackson)

lista dec hobbit 1

Apesar da inferioridade na imponência em relação a O Senhor dos Anéis e no problema em fragmentar um livro infanto-juvenil de trezentas e poucas páginas em três filmes com quase três horas cada um, não é ilógico imaginar que o diretor Peter Jackson tenha simplesmente se recusado a criar uma adaptação tão grande em batalhas e aventuras quanto aquela do evento definido pelo próprio Tolkien como o conflito que iniciou uma nova era na Terra Média. Ainda assim, a conclusão da nova trilogia deixou a desejar em clímax. Mesmo a tal batalha dos cinco exércitos, embora não tão intensa quanto o que vimos em As Duas Torres ou em O Retorno do Rei, também se esconde com muita frequência atrás de personagens interagindo em posição recuada e, pior de tudo, desnecessariamente Assim, pouco nos sentimos, de fato, no turbilhão da batalha. A falta de ritmo, revigorado em A Desolação de Smaug, decai de novo na última parte da saga de Bilbo e os anões, o que incomoda especialmente quando o roteiro, tendo que ganhar tempo, fica claramente perdido, sem saber o que fazer com personagens e situações – destaque para o fraco diálogo de Bard (Luke Evans) com seu povo após dominarem um traidor em seu meio, lembrando o texto vago e inseguro típico de filmes épicos nível B. Ora, O Hobbit pode ser apenas o prelúdio da grande tempestade, mas Jackson era mais do que capaz de apresentar nuvens mais convincentes, especialmente antes do primeiro relâmpago.
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As escolhas de Gisele “Tauriel” Santos
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O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos
(dir: Peter Jackson)

lista dec hobbit 2

Como fã da série de filmes dirigida por Peter Jackson eu esperava um final mais grandioso para a trilogia. No final, não que o filme seja ruim, mas nota-se que não havia mesmo material para três filmes. Foi meio decepcionante a minha despedida da Terra Média, mas o ingresso valeu pelas grandiosas cenas de batalha, sempre muito bem filmadas por Jackson.
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Rio, Eu Te Amo
(dir: vários)

lista dec rio

Fui ao cinema cheia de vontade para ver a versão brazuka da série Cities of Love, mas saí muito desapontada. Apenas uma história se destaca e as demais são clichês demais e muito fora da realidade de quem vive na Cidade Maravilhosa. Nem mesmo os grandes diretores e um bom elenco salvaram o filme.
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O Espetacular Homem-Aranha 2
(dir: Marc Webb)

lista dec spider

Alguém me explica o motivo desse reboot? O longa é sem ritmo, com um roteiro em frangalhos e nem mesmo o bom elenco salva o resultado final. Talvez o que tenha faltado é senso de humor, cenas de ação empolgantes e um vilão à altura.

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A escolha de Melissa “Rosalyn” Andrade:
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Trapaça
(dir: David O. Russell)

lista dec trapaça

Essa foi provavelmente minha única decepção de 2014. Um alarde tremendo, investiram pesado no marketing e, no final, apenas mais do mesmo. O enredo era fraco, a montagem falha e repetitiva e as atuações do tal elenco que era sim estelar, medíocres em sua maioria. O que salvou foram os figurinos da época. Com exceção da peruca usada por Bale que tinha vida própria e o permanente desnecessário de Cooper.

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As escolhas de Ritter “Olaf” Fan
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Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
(dir: Francis Lawrence)

lista dec hunger

Doi$ ótimo$ primeiro$ filme$, um terceiro livro $en$acional. Ma$ aí entram o$ executivo$ brilhante$ de Hollywood que $ó pen$am na arte de fazer Cinema e catapimba! Toma de enrolação, de ver tinta $ecar e grama cre$cer.
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O Teorema Zero
(dir: Terry Gilliam)

lista dec zero

A volta de Terry Gilliam aos longas metragens. A volta de Terry Gilliam às ficções científicas. Christoph Waltz! Tilda Swinton! Matt Damon! Garantia de um novo Brazil – O Filme, não é mesmo? Hein? Não é? Não é?

Não, não é….

Frozen – Uma Aventura Congelante
(dir: Chris Buck, Jennifer Lee)

lista dec frozen

Vou logo dizer aqui: adoro desenhos animados e adoro a Disney e suas princesas. Mas também tenho que ser sincero: eita filme chato que eles foram fazer, vou te contar… Literalmente o filme mais frio em anos da produtora, com a música-chiclete mais absolutamente insuportável já feita pela (des)humanidade.

Let it go… to hell!.

As escolhas de Luiz “Michelangelo” Santiago.

As Tartarugas Ninja (2014)
(dir: Jonathan Liebesman)

Ok, ok, talvez o leitor menos insano possa argumentar: por que diabos você esperava alguma coisa desse filme? Pois é, nem eu sei. Mas eu esperava que fosse bom (pelo menos “bonzinho”), esperava que fosse MUITO divertido e que não me chateasse, como este longa acabou fazendo. À época do lançamento, eu vi alguns teasers e trailers (às vezes, a gente se deixa enganar) e estranhamente ficava mais e mais empolgado. Talvez fosse nostalgia dos tempos de infância — eu adorava a série! — ou só uma propensão maluca a guilty pleasure do ano, mas é isso, eu queria muito que o filme me surpreendesse. E esperei, esperei, esperei e a única coisa que consegui foi sair xingando da sala do cinema..

Magia ao Luar
(dir: Woody Allen)

Pra começo de conversa: os pôsteres oficiais deste filme são, em uma palavra: tenebrosos!

Eu me lembro que, a alguns anos atrás, Woody Allen era o meu diretor favorito. Hoje, minha tenência é mais propensa à irritação com alguns cacoetes do cineasta, muitos dos quais ele repete aqui em Magia ao Luar. Depois do excelente Blue Jasmine, aquela esperança de fã — eu ainda gosto muito do diretor, só que não o tenho mais como favorito e fico mais irritado com alguns de seus filmes — se acendeu e eu achei que teríamos mais um excelente roteiro, personagens engraçados ou um ambiente que nos fizesse reviver aquela gloriosa jornada de Meia Noite em Paris… Qual o quê! Magia ao Luar é um filme burocrático e um pouco chatinho, salvo em partes por algumas pontas de charme aqui e ali..

Caçadores de Obras-Primas
(dir: George Clooney)

Este filme estava na minha lista de filme mais aguardados para 2014 publicada aqui no Plano Crítico no final de 2013. E eu realmente estava animado para este filme. O período histórico é um dos meus favoritos, o elenco é incrível e havia toda a esperança para a volta de Clooney à direção. Bem… exceto pelas atuações, devo dizer que saí muitíssimo insatisfeito da sessão. O filme parecia ter sido escrito por um estagiário e teve a capacidade de se boicotar o tempo todo, explorando caminhos desnecessários e adotando determinadas conceitos que me fizeram questionar a sanidade de Clooney. Inaceitável. Certamente a minha decepção mais gritante….

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As Escolhas de Gabriela “Selznick” Miranda
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Toque de Mestre
(dir: Eugenio Mira)

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Este filme tinha os elementos para arquitetar a tensão conforme o concerto ia sendo conduzido, mas o roteiro foi preguiçoso e deu soluções óbvias e explicativas demais para o suspense. Isso fez com que a trama não acertasse o tom.
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Uma Relação Delicada
(dir: Catherine Breillat)

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O roteiro fraqueja à medida que explora repetidamente os pontos de tensão e empobrece a história da mulher egocêntrica, interpretada de maneira forte e magnetizante por Isabelle Huppert.
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À Procura
(dir: Atom Egoyan)

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Simplesmente não funcionou. A escolha de edição destrói qualquer possibilidade de suspense desde a primeira cena. O tema era perverso, a trama podia ser memorável, mas o filme acaba no raso. Tem muitos acontecimentos que não fizeram sentido na narrativa e deixou o filme exposto para erros.
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As Escolhas de Guilherme “Baggins” Coral
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 O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

(dir: Peter Jackson)

hobbit 3 final

 

Sinceramente, após A Desolação de Smaug, não sei por que ainda esperei alguma coisa deste filme. Uma verdadeira decepção, especialmente considerando minha paixão pelo universo de Tolkien ou até mesmo a trilogia O Senhor dos Anéis de Peter Jackson. Pelo jeito o diretor caiu no complexo de George Lucas.
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Ninfomaníaca Vol. 2
(dir: Lars von Trier)

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Um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos, Ninfomaníaca realmente chegou a me surpreender. Ao menos a primeira parte. Tudo bem que o filme, originalmente, não seria dividido, mas o Vol. 2 simplesmente jogou no lixo algumas construções de personagem em favor de um plot twist barato. Um filme com doses de tensão cercadas por um vazio apático.
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Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
(dir: Francis Lawrence)

mockingjay character poster

 

A decisão de dividir o capítulo final da saga de Katniss Everdeen já não fez meus olhos brilharem. Claramente uma escolha feita visando o lucro e não uma maior liberdade artística. Ainda assim eu esperava ansiosamente por essa primeira parcela do desfecho de Jogos Vorazes e, para a minha desolação, recebi um filme arrastado e exageradamente longo, claramente repleto de cenas que poderiam ser cortadas. Uma verdadeira encheção de linguiça!
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As Escolhas de Filipe “Annabelle” Monteiro

Annabelle
(dir: John R. Leonetti)

annabelle

Sem dúvida alguma, Invocação do Mal foi um marco de resgate à indústria de filmes de terror com excelência. Era de se esperar que a continuação chegasse com força ainda maior, já que a boneca Anabelle levantava pelos até dos braços mais corajosos antes de ser protagonista de sua própria sua trama. O resultado da sequência de 2014 não é ruim. O filme cumpre com as funções elementares de uma obra de horror. Minha decepção, na verdade, começa quando Annabelle, mesmo com um investimento muito superior e um hype elevadíssimo, não chega nem perto de alcançar a magnitude de Invocação do Mal.
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Álbum de Família
(dir: John Wells)

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Um drama no mínimo curioso estrelado por Meryl Streep, Julia Roberts, Abigail Breslin e, de quebra, Benedict Cumberbatch. Expectativas: 10. Realidade: 0. Roteiro fraco, direção pior ainda. O filme inteiro é salvo por uma única cena. O resto é mais que penoso de assistir. Mais pastelão que novela mexicana.

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71 comentários

Mandarim 21 de janeiro de 2015 - 19:54

O Espetacular e O Hobbit sem dúvidas.

O primeiro caso é a perfeita prova do quão perdido estava o personagem e seu universo nas mãos do estúdio e de Avi Arad naquela época.

Já no segundo caso, ainda não consegui engolir e processar o encerramento absurdo desta trilogia. E olha que considerei ótimos os dois primeiros filmes. Peter Jackson, seu megalomaníaco danado!

Caçadores de Obras-Primas e O Teorema Zero também doeram.

Quanto aos outros (300, As Coadjuvantes Ninjas, Transformers e Annabelle) já era esperado.

Discordo completamente de Trapaça e Guardiões da Galáxia estarem na lista. Em relação ao primeiro, a previsibilidade e as piadas ditas “fracas e forçadas” são a proposta do filme, pelo menos nesta introdução da franquia. E, como fã e leitor das HQs do universo dos personagens, o longa foi uma realização e uma experiência marcante. Uma pequena pérola da Marvel que será muitíssima estudada ao longo dos anos.

Quanto ao segundo, levei quase três dias estudando o filme para descobrir o quão excelente ele era. O enredo (que não é, de maneira alguma, fraco considerando a proposta) força o espectador a usar e abusar da perspicácia.
Atuações medíocres com os quatro sendo indicados ao Oscar? Discordo.

Mas… cada um com sua opinião. Imagine se não fosse assim….

Responder
Rosiane 1 de janeiro de 2015 - 22:33

Olá,
Achei que era eu a única que tinha achado Frozen um porre, que consolação para mim, pq lá meu trabalho quase me lincharam quando eu disse que o filme era chato. Caramba, será que foi da Disney mesmo??? Aquele mesmo que inventou Branca de Neve e a Bela Adormecida? I don’t believe that!
Olha, Noé bem que podia estar na lista de alguém. É claro que eu seria ingênua em almejar ver o Noé da Bíblia – aquele da minha crença cristã – naquele filme, mas queria ver algo um pouco melhorzinho né,,, Lá pelas tantas eu queria que o Noé tivesse se afogado com barca e tudo no meio do dilúvio para o filme acabar logo, troço chato!
No mais, gostei de tudo.

Responder
planocritico 2 de janeiro de 2015 - 12:49

@rosianecumam:disqus, você não está sozinha! Achei Frozen aquém do que a Disney costuma fazer. E aquela música, bem, não vou nem comentar…

Já sobre Noé, ninguém colocou na lista e devo confessar que eu particularmente gostei muito. Foi uma pegada original e diferente sobre um assunto que é tratado muito rapidamente no Velho Testamento. Vejo Noé como um filme de fantasia ou ficção científica.

Abs, Ritter.

Responder
Rosiane 2 de janeiro de 2015 - 20:46

Então, quando eu sai da sala de cinema eu percebi que tinha visto uma obra de cunho profundamente gnóstico – não precisa ser especialista no assunto para perceber isto – que seja! Gnóstico, ateu, cristão, não importa… minha birra é que achei a narrativa chata mesmo… mas é isto aí, Noé, entrou na minha lista de decepções do ano… Até!

Responder
planocritico 3 de janeiro de 2015 - 20:28

Não me importo se o filme é cristão, ateu, gnóstico ou qualquer outra coisa. Ele só precisa ser bom, assim como você. Mas, diferente do que você achou, gostei bastante de Noé. Achei que Aronofsky fez uma tremenda adaptação!

Abs, Ritter.

Responder
Rilson Joás 26 de dezembro de 2014 - 03:14

Concordo com maioria da lista, inclusive com os polêmicos Frozen e Guardians. Gostei muito dos filmes, mas todo o hype que foi construído encima dos dois foi totalmente desnecessário, são bons e sólidos filmes, mas não são a oitava maravilha.

American Hustle foi bonzinho, mas bem esquecível, o que ficou na mente foi o político italiano que só roubava pelo bem do povo (ah, vá!). Jogos Vorazes não deveriam ter separado as duas partes, é só pra encher linguiça, ainda assim, gostei de muito do filme. Spider-man é uma pena, enquanto Peter e Gwen foram perfeitos, o resto foi muito ruim, Electro foi o vilão mais indeciso que eu já vi, e o Duende Verde foi o mais: What?

Os outros eu não assisti.

Responder
planocritico 26 de dezembro de 2014 - 15:42

@disqus_fYzC6RP299:disqus, o papel do Renner foi de longe o melhor de A Trapaça!

Abs, Ritter.

Responder
Rilson Joás 26 de dezembro de 2014 - 18:31

Gostei tanto do personagem como da atuação, só tive um problema com aquela frase, mas eu entendo mais como crítica que como justificação.

Responder
aquiles 23 de dezembro de 2014 - 21:56

VOCÊS PODIAM pegar umas licções de crítica com Sadovski ou o pessoal do omelete. A questão não é apenas não gostar do filme e sim argumentar bem isso.
o comentário do filme Trapaça foi ridiculo

Responder
Guilherme Coral 23 de dezembro de 2014 - 22:09

Cara, seu comentário está me divertindo muito só pelas possibilidades de leitura dele (vocês… podiam!!!!… pegar uma lições ou, quem sabe: vocês podiam!!!!…pegar umas “licções”…).
Enfim, isso daqui é uma lista, para ler a crítica em sí basta clicar no nome do filme que estiver em vermelho.

Abraço!

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2014 - 22:29

@AquilesArgolo:disqus, nossa, já vi que seu proverbial calcanhar é sua capacidade de interpretação de texto…

Parabéns pelo comentário enriquecedor.

Abs,
Ritter.

Responder
𝙾𝚣𝚢𝚖𝚊𝚗𝚍𝚒𝚊𝚜_𝚁𝚎𝚊𝚕𝚒𝚜𝚝𝚊 ⚔️ 23 de dezembro de 2014 - 09:41

Só digo uma coisa: Ninfomaníaca foi o melhor filme que eu vi no cinema esse ano, tanto a primeira, quanto principalmente a segunda parte. A pessoa que comentou não usa nem um argumento sólido, coloca apenas “simplesmente jogou no lixo algumas construções de personagens em favor de um um plot twist mais barato”…
Sem mais.

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2014 - 13:59

@Floyd_Banner:disqus, os comentários na lista não são críticas. Apenas comentários mesmo. A crítica de Ninfomaníaca 2 está aqui: https://www.planocritico.com/critica-ninfomaniaca-volume-2/

Abs, Ritter.

Responder
𝙾𝚣𝚢𝚖𝚊𝚗𝚍𝚒𝚊𝚜_𝚁𝚎𝚊𝚕𝚒𝚜𝚝𝚊 ⚔️ 25 de dezembro de 2014 - 20:55

Vou conferir. Obrigado pelo link, pretendo escrever sobre Ninfomaníaca em breve no meu blog, se quiser eu te mando o link quando eu fizer.

Responder
Matheus V. 18 de dezembro de 2014 - 14:46

O Espetacular Homem-Aranha, Hobbit 3, 300: 2, Tartarugas Ninjas e Annabelle para mim não foram decepções, apesar de terem me deixado extremamente aborrecido, pois seus estúdios parecem ter lido um manual de como destruir uma franquia (o filme do Teioso quase me fez deixar a sala de cinema).
Decepções propriamente ditas ficaram a cargo de X-Men e Interestelar pelas altas expectativas que tinha em torno de ambos e que não foram correspondidas…
Acho que em relação a lista discordo apenas da presença de “Guardiões” (24342423 vez que esse comentário foi feito, hehe), o qual considero o melhor filme adaptado de quadrinhos do ano; talvez a melhor adaptação de HQs a uma nova mídia em 2014. Mas opinião é opinião…
Do céu ao inferno para O’Russel e Allen, Trapaça e Magia ao Luar foram realmente tristes… Álbum de Família nem se fale (zzz!)…
Valeu!

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2014 - 19:13

@disqus_3iZ8f1R1FI:disqus, valeu pelo comentário! Você se decepcionou com Interestelar? Nossa, eu me emocionei com o filme. Saí de lá que nem um maluco, discutindo as teorias ensandecidas colocadas adiante pela fita. Mas tenho um grande amigo que também se decepcionou muito, mas ele havia lido o roteiro original e ficou muito irritado quando viu que muita coisa havia sido mudada…

Sobre Guardiões, eu discordo também! Quando o Lucas me mandou a lista dele, meus olhos se arregalaram, mas nem toda a unanimidade é uma unanimidade, não é mesmo?

Abs, Ritter.

Responder
Matheus V. 18 de dezembro de 2014 - 21:37

Minha experiência com filme foi justamente contrária, ela se limitou a sala de cinema. Não gosto de como o Nolan explica verbalmente todo os rumos que a trama toma e no filme ele faz muito (em momentos que são até desnecessários) de forma a ficar cansativo. Realmente me senti preso, não desafiado como espectador, visto que não havia espaço para interpretações. Outro aspecto que me incomodou foi a supervalorização de personagens chatos, como o da Anne Hathaway, e a subvalorização de outros bem mais interessantes, como o do Casey Affleck. Sem falar no final Deus Ex Machina que acho muito preguiçoso…
Até pareço hater (e, segundo alguns, ignorante em física) do Nolan falando, mas ainda o considero um bom filme… É só rabugice mesmo, hehe.

Responder
planocritico 19 de dezembro de 2014 - 17:43

Entendo. Realmente, assim como em A Origem, há muito texto expositivo no filme. Mas, para mim, sempre fico espantado como Nolan consegue, apesar dessa carga toda que em mão menos hábeis, daria um filme arrastado, fazer algo com ritmo e engajante. Eu acho que o desafio que ele propõe é nos abrir horizontes, apresentar coisas novas e nos deixar de queixo caídos com os conceitos que ele – confesso! – mastiga para a plateia geral.

Qual deus ex machina você diz? A “biblioteca da 5ª dimensão”?

Mas você não é hater não. Seus argumentos procedem. Eu é que talvez tenha me acostumado ao estilo Nolan de filmar.

Abs, Ritter.

Responder
Matheus V. 20 de dezembro de 2014 - 02:20

[SPOILER ALERT!] Me referia ao pressuposto de que a humanidade evoluiu a ponto de se tornarem seres extradimensionais e que eles manipulam o passado para evitar a extinção. Achei que essa ideia apareceu repentinamente na trama, apesar do “fantasma” no primeiro ato…
Mas, realmente, a concepção do filme enquanto um “abre-alas” do sci-fi e mesmo da astrofísica/cosmologia é interessante. Nesse sentido, fico feliz que o grande público tenha recebido bem a película.
Valeu!

planocritico 20 de dezembro de 2014 - 02:51

Ah, entendi. Mas não considero aquilo deus ex machina não. Achei decorrência lógica dos “encontros paranormais” da menina, tanto que saquei isso logo na segunda ou terceira vez que o assunto “fantasma” foi levantado por ela.

O filme todo é sobre evolução, sobre aprender com os próprios erros, sobre ultrapassar limites, sobre sacrifícios impensáveis. A evolução do Homem em Interestelar ecoa a evolução “não natural” do Homem em 2001, quase uma resposta ao monólito. É a versão “hard science” da obra-prima de Kubrick, uma homenagem (repare que até o formado do robô emula o formato do monólito) e que a conversa dele na 5ª dimensão com o protagonista lembra muito a conversa finalista de David com HAL 9000.

Abs, Ritter.

Matheus V. 23 de dezembro de 2014 - 23:59

Está aí um belo paralelo entre Interstellar e 2001.
Meu incomodo com a conclusão é a forma como o filme se encaminhou a ela – seu desenvolvimento, digo. Mas não questiono que o final não se justifique e entendo perfeitamente seu ponto de vista.
Quanto às referências, o TARS é um caso engraçado, pois de tão semelhante ao monólito, ele até é meio não funcional, rs

planocritico 24 de dezembro de 2014 - 12:10

Não consigo imaginar como é que o TARS pode ser útil em um campo de batalha acidentado… He, he, he…

Abs, Ritter.

Rafael Gardiolo 18 de dezembro de 2014 - 02:53

Vamos lá, vamos lá. Guardiões foi uma boa surpresa, esperava outro filme preguiçoso e burocrático da Marvel Studio, mas foi uma brincadeira divertida com as operas espacias. O Hobbit esperava um filme ruim… Sem surpresas aqui. Espetacular Homem-Aranha 2 foi uma grata surpresa, um filme que abraça a caricatura (é ruim, mas não como achei que seria). Ninfomaníaca parte 2 eu compreendo, era o mais esperado por mim esse ano (junto com Noé), amei a parte 1, mas a parte 2, mesmo com a desnecessária uma cena, ainda adoro pela cena da “levitação” no melhor estilo Tarkovski (QUE CENA LINDA). Frozen é perfeito, Ritter você não sabe de nada! hahaha! Jogos Vorazes foi o melhor da franquia até agora (franquia essa que me surpreendeu, não esperava nada). Magia ao luar tem todos os problemas dos filmes recentes do Woody Allen: um argumento interessantíssimo mal explorado; sequencias que poderiam ter sido cortadas… Mas é Woody Allen em seu filme mais fofo, e Woody Allen é cinema. Trapaça eu gostei, não sabia se esperava a chatice de “O lado bom da vida” ou um filmaço igual “O vencedor”… Foi um “Cassino” com menos talento. O resto eu não assisti… Já desisti do Gilliam faz um tempo.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2014 - 14:34

Nossa, Frozen é de matar de tédio, @rafaelgardiolo:disqus… Queria muito que aquele gelo quebrasse e as duas irmãs se afogassem logo… He, he, he…

Obrigado pelos comentários!

Abs, Ritter.

Responder
Rafael Gardiolo 18 de dezembro de 2014 - 16:23

Que coração frio o seu! Canta comigo que o tédio passa!
Do you want build a snowmaaaan? Come on, let’s go and plaay!

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2014 - 19:15

Minha filha menor saber cantar essa música nas 25 línguas daquele vídeo de dublagem que a Disney lançou… É sensacional, ao mesmo tempo que é absolutamente enervante!

Abs, Ritter.

Responder
Alexandre 17 de dezembro de 2014 - 15:33

Uma lista bem polemica mesmo.
De todos o que discordo completamente foi em relação a Guardiões da Galaxia, um filme muito bom, coerente, uma ótima trilha sonora.
Assisti Tartarugas Ninjas com meus filhotes e a molecadinha gostou, não achei também nada demais mas diverte um pouco.

Com relação aos outros concordo na maioria.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2014 - 14:35

@disqus_uaPvEEFxsi:disqus, também acho que Guardiões foi a grande surpresa do ano. Mas o nosso Lucas não achou não…

Tartarugas eu não vi ainda, mas quero ver. Deve ser divertido.

Abs, Ritter.

Responder
joão 17 de dezembro de 2014 - 15:22

Listas são polêmicas por si só eheheheheheheh. Pelo visto o último filme do Hobbit foi o mais indicado como decepção do ano kkkkkkkkk. Não faria parte da minha porquê depois do tenebroso a Desolação de Smaug (sim, não gostei quase nada desse filme), não esperava muito do terceiro filme. Guardiões eu gostei muito e me surpeendi estar na lista ehehheeheh, todo mundo fala muito bem do filme (inclusive que seria o melhor da Marvel), mas Cap. 2 achei o melhor filme de herói do ano. Belas listas e belas decepções devo dizer kkkkkkkkk.

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2014 - 14:37

@disqus_C1Ate1w9Mv:disqus, O Hobbit só não teve mais indicações pois alguns, como eu (e você), já não esperava nada mesmo. Portanto, não foi decepção…

Cap 2 é mesmo o melhor filme de super-herói do ano, apesar dos Guardiões. 2014 foi, em geral, um grande ano de super-heróis.

Abs, Ritter.

Responder
jcesarfe 17 de dezembro de 2014 - 11:21

Bem polêmica essa lista, achei muito bom o filme dos Guardiões e 300-2.
Mas agora a pessoa só têm que se decepcionar esperando algo de TMTN (Eu mesmo num esperei nada e até achei mais ou menos), Annabelle (O filme era sem noção antes de começar), Álbum de Família, Ninfomaníaca, Zero Theorem e Magia ao Luar (me desculpem os fãs do Allen, mas vai ter diretor chato la na China), esses filmes não empolgavam nem nos trailers. O pior é esperar por um grande filme de Frozen, a história da lenda em si é bem sem graça (antes tivessem feito um filme sobre Siegfried, viram como ficou bom Django?).
Eu mesmo fiquei decepcionado com Noé, Need for Speed, Robocop e Hércules (mas eu já adivinhava a tragédia que eles seriam). Mas nada se compara com minha decepção com Dragon Ball Z: Kami to Kami e Saint Seiya, sabe até o filme de DBZ eu podia esperar que fosse ruim visto os anteriores, mas o dos cavaleiros foi a ápice de uma decepção dentro de outra e o pior que era começar a se empolgar que vinha um banho de água fria.
Mas gosto não se discute (se procura um psiquiatra)…..

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2014 - 15:05

É, meu caro @jcesarfe:disqus! A lista acabou saindo bem polêmico mesmo. Mas lista é lista, não tem jeito. É da natureza dela criar discussões!

Olha, estou com você em relação a Guardiões, mas não em relação a 300-2, mas desse eu não esperava muito. Sobre Teorema Zero e Frozen, posso dizer que eu naturalmente esperava muito mais. Afinal, é Terry Gilliam de um lado e Disney de outro, que vinha fazendo só desenho bom há bastante tempo (lembra-se de Detona Ralph no ano anterior?). Portanto, esperava que Frozen fosse bem legal.

Noé, ao contrário, me surpreendeu. Need for Speed não consigo entender como você esperava algo… O mesmo de Robocop e Hércules (esperava que fossem até bem piores do que foram…).

Abs e bom psiquiatra para todos nós!
Ritter.

Responder
Guilherme Brendel 17 de dezembro de 2014 - 17:16

Ah nem, Detona Ralph que me decepcionou… Não esperava nada de Frozen (Y)

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planocritico 18 de dezembro de 2014 - 14:37

Olá, @guilhermebrendel:disqus. Caramba, Detona Ralph foi uma surpresa total para mim! Por isso estava esperando algo realmente bacana de Frozen…

Abs, Ritter.

Responder
Amanda Aparecida R. Santos 17 de dezembro de 2014 - 08:49

Nossa tem mtu filme que nessa lista de vcs que eu descordo + outros fazem sentido!
Guardiões da galaxia não foi decepção nenhuma… A marvel conseguio pegar uma equipe quase desconhecida e fazer uma adaptação muito boa e nem vou falar da trilha sonora
300: A Ascensão do Império foi + fraco que o anterior usuram a formula pronta e o bolo/filme ficou mediano
O hobbit: a batalha do cinco exércitos é serio que esta na lista de vocês ?? o.O Tudo bem que ficou algumas pontas soltas + efeitos, a participação especial de Smaug, as batalhas… Fã ou não vale a pena assistir!
Não entendi a colocação de Trapaça tambem porque é uma dramédia honesta, tem ritmo devagar + tava dentro da proposta do filme
Sobre Jogos Vorazes – A esperança parte 1 #modoFãativado O 3º livro é todo contemplativo e não precisava realmente de 2 filmes o livro não foi escrito pra ter esse corte por isso gera a discussão do final rsrsrsrs Não entendo as pessoas o 2º filme termina com um soco no estomago assim como o livro e reclamaram agora que eles explicaram o que aocnteceu o pessoal tambem esta reclamando… Se é ação e morte que vocês querem com certeza a parte 2 deixara vcs felizes!
Frozen apresenta uma proposta nova do que ja havíamos visto em matéria de princesas onde o amor entre irmãs salva o dia não o clichê da donzela em perigo, o filme é bonitinho e mereceu o reconhecimento que teve
As tartarugas ninjas eu vi pela nostalgia, o maior problema desse filme é que a Megan Fox não consegue carregar um filme sozinha, o filme tem erros e acertos foi realmente abaixo do esperado + pelo menos os efeitos ajudaram se lembrarmos da sessão da tarde
Caçadores de Obras-Primas eu assisti não foi uma decepção porque eu não fui esperando nada e o filme entretêm
Toque de Mestre tecnicamente não foi lançado em 2014… + é um ótimo suspense! O final poderia ser + fechado + havia boatos de continuação então o jeito é esperar…
Album de familia realmente vale a pena pela briga rsrsrs + julgar filme de drama como decepção é difícil porque vai das experiencias as vezes vc é + sentimental pra um assunto e pra outros não
Os outros filmes eu não vi então não posso falar nada XD

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2014 - 15:12

O Hobbit é muito ruim, @amandaaparecidarsantos:disqus. Todos os três na verdade. Mas que bom que você gostou!

Sobre A Esperança, não é questão de ação. É questão de acontecer algo, qualquer coisa. Essa primeira parte é um marasmo repetitivo (e eu li o livro e sei o que acontece na Parte 2 se não mudarem nada).

Já sobre Frozen, desculpe-me, mas a proposta não é nova. Ela foi “vendida” como nova, mas a própria Disney já fez isso em Mulan, Enrolados e A Princesa e o Sapo.

E Toque de Mestre foi lançado no Brasil em abril de 2014. Contamos do lançamento aqui.

Abs, Ritter.

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Amanda Aparecida R. Santos 22 de dezembro de 2014 - 09:28

Eu vi mesmo o hobbit pelos efeitos eu não sou tão fã da terra-média e concordo o 1º e 2º (tirando a parte do dragão) foram realmente maçantes + o 3º foi tão rapidinho rsrsrs que eu gostei + sei que tem pontas soltas pq msmo não sendo fã não da pra assistir sem ver o veio antes
Sobre Frozen eu não acho que a proposta de Frozen seja parecida com os 3 filmes que vc citou na vdd acho bem distintas cada uma… E vdd neh mosquei eu vi Toque de mestre na tv msmo por isso achei que tinha saído há + tempo rsrsrrs

Responder
Filipe Monteiro 18 de dezembro de 2014 - 16:15

Amanda, quando terminei de assistir a Álbum de Família, só tinha a cena da briga na cabeça. A cena é realmente boa, tão boa que a vontade que dava era de colocá-la no modo de repetição. O problema é que o restante do filme é chato, previsível, monótono e canastrão. Essa foi minha impressão pessoal com o filme: um resultado decepcionante diante de ingredientes tão bons para a receita. E é a minha impressão pessoal mesmo. Com certeza a impressão de outros tantos será diferentes e essa é a magia da crítica. Construir um texto com nossas impressões particulares, atreladas aos critérios que, ao nosso ver, são os mais importantes e relevantes na construção do argumento. Crítica sempre é opinião e é por isso que é tão divertido e gera tanto debate hahahahaha. 😀

Responder
Amanda Aparecida R. Santos 22 de dezembro de 2014 - 09:29

Lista polemica essa hein #adoro rsrsrsrs

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Gisele Santos 17 de dezembro de 2014 - 09:03

Ah, gente Frozen é fofo!!!! Lerigooooo (ok, é a música mais chiclete dos últimos anos), mas poxa Magia ao Luar? Pô Luiz… é Woody Allen e só por isso ele nunca será uma decepção! Como dizia uma canção aqui do Sul (adaptada, é claro): Woody na fase decadente é bem melhor que muita gente!hahahah

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2014 - 15:09

Frozen até pode ser fofo, mas achei então fofamente insuportável, he, he, he… – Ritter.

Responder
MatheusWhite 16 de dezembro de 2014 - 22:29

Lista Polêmica mesmo! Gostei de muitos dos filmes citados acima. Depois de várias críticas estou bastante desanimado para ver o final do Hobbit, que ainda não tive a chance de assistir!

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2014 - 15:13

O Hobbit foi quase uma unanimidade. Só não teve mais votos, pois resolvemos diversificar… Pois eu mesmo teria colocado ele fácil na lista de decepções (se bem que eu já esperava pouco, depois dos outros dois dele).

Abs, Ritter.

Responder
Handerson Ornelas. 16 de dezembro de 2014 - 16:58

Eu quase infartei quando vi, de cara, Guardiões da Galáxia.

Mas vou te dizer que de melhores filmes de super-heróis, na minha opinião, a taça ficou com Capitão América 2 e o Espetacular Homem-Aranha 2 (sim, eu gostei desse, e muito)
Lista polêmica, mas com excelentes comentários. Parabéns! 🙂

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2014 - 21:47

He, he. Confesso que, quando vi Guardiões da lista do Lucas, tive um treco, mas gosto é gosto, não tem jeito! Acho que as expectativas dele deviam estar lá na lua…

E sobre filmes de super-herói do ano, Capitão 2 levar o prêmio para mim. Agora, você sabe que sua confissão de que gosta de Espetacular Homem-Aranha 2 depõe contra você, não? 🙂

Abs, Ritter.

Responder
Rafael Gardiolo 18 de dezembro de 2014 - 02:56

Já me intrometendo… Sério?! X-Men não só é o melhor filme de super-herói do ano, mas a melhor franquia de super-heróis… E a mais bagunçada hehe

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2014 - 14:39

@rafaelgardiolo:disqus, não foi não. É fato consumado e incontestável (fato notório, aliás), que Capitão 2 foi o melhor filme de super-herói do ano. E TENHO DITO!

He, he, he…

Abs, Ritter.

Responder
Filipe Monteiro 18 de dezembro de 2014 - 16:19

Já me intrometendo mais ainda: eu voto em X-Men também. Só em conseguir salvar a franquia, e dar um jeito de amarrar as imensas pontas soltas (ligando o foda-se para outras várias, caro rs), o filme já me ganhou.Hahahaha

planocritico 18 de dezembro de 2014 - 19:17

Já gosta de O Espetacular Homem-Aranha 2 e agora me vem com essa… Mais um ponto negativo em meu caderninho…

Abs, Ritter.

Filipe Monteiro 18 de dezembro de 2014 - 20:41

Quem disse que eu gostei de O Espetacular Homem-Aranha 2? Ainda nem assisti com medo do baque. Hahahaha

planocritico 19 de dezembro de 2014 - 17:47

Ah, errei! Foi o @handersonornelas:disqus que disse que gostava desse filme! E de Hobbit… Terei que bani-lo do site… 🙂

Abs, Ritter.

Rafael Gardiolo 18 de dezembro de 2014 - 16:26

Não vou discutir… Dado o ABSURDO da sua afirmação!

planocritico 18 de dezembro de 2014 - 19:16

É um ABSURDO você achar isso um ABSURDO! Vou delatá-lo ao Centro de Repressão aos Absurdos do Ministério dos Aburdos, lá naquela terra de fantasia no meio-oeste brasileiro!

– Ritter.

Filipe Monteiro 16 de dezembro de 2014 - 23:43

Estão indignados na linha do tempo do Facebook por causa de Guardiões hahahahaha! Também fiquei surpreso com a presença do filme na lista, mas fico ainda mais surpreso com a dificuldade da galera em entender uma lista montada em coletivo haha!

Responder
planocritico 17 de dezembro de 2014 - 15:14

É, meu caro, @disqus_yBkkDXCw1i:disqus. Tem gente que não consegue separar as coisas. Mas faz parte! – Ritter.

Responder
João Pedro Moreira da Silva 16 de dezembro de 2014 - 12:15

A minha grande decepção foi o Homem-Aranha não estava esperando nada dele, mas ver o seu super herói favorito nas telonas sempre traz grandes expectativas. Até concordo com o que foi dito sobre Os Guardiões, achei um bom filme, porém nada de muito grandioso como a maioria dos meus amigos falavam. Creio que se tratando de filme de super herói o melhor foi o Capitão 2, este ano. Ainda falta assistir ao Hobbit…

Vocês vão fazer uma lista dessas sobre games também?

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2014 - 13:46

Homem-Aranha foi realmente um horror. Eu não coloquei na minha lista pessoal, pois já esperava que ele seria um lixo, como foi… Uma pena…

Sobre Guardiões, achei sensacional (está na minha lista de surpresas do ano – mas o Lucas se decepcionou com o filme), mas também prefiro Capitão 2 se tiver que escolher.

Sobre lista de games, talvez. Vou conversar com nossos especialistas em games – o Guilherme e o Anthonio – para ver se eles gostariam de fazer uma. O que teremos é uma lista dessas para música e em breve!

Abs, Ritter.

Responder
Rodrigo Skagra 16 de dezembro de 2014 - 11:09

Cara, eu tava me deliciando com a lista até ver que Magia ao Luar tá inserida hahahah. Man, eu meio que não concordo com essa escolha, pois esse filme, é como se fosse um retrato das crenças (ou ceticismo) do Woody. O filme tem seus defeitos, sim.
Eu, particularmente, não gosto do elenco. Mas tem tanta coisa pra se analisar nesse filme… =P

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2014 - 13:50

@rodrigotamassia:disqus e olha que o Luiz Santiago, que colocou o filme na lista, é o maior fã de Woody Allen aqui do Plano Crítico. Sou eu quem normalmente não tem paciência para o diretor e fugi desse filme completamente…

Abs, Ritter.

Responder
Lucas Borba 20 de dezembro de 2014 - 10:54

Bom, como se trata de uma lista pessoal, serei bem objetivo, curto e grosso. [risos] Noé entrou para a minha lista de filmes favoritos. Quanto ao Nolan, sou profundamente apaixonado pelos filmes dele, embora, nem eu saiba o motivo, curiosamente nenhum dele esteja na minha lista de favoritos, um troço inexplicável dele. De fato, dos do Nolan acho que foi do terceiro Batman que menos gostei. Interestelar, amei, a trilha pra mim é um troço de louco de tão boa, apesar de eu reconhecer que em alguns momentos ela não é tão bem aplicada – o grande problema, pra mim, é mesmo o estouro da trilha sobre as falas, eventualmente, no cinema senti bastante isso. Seja como for, de longe o melhor trabalho do Hans que já ouvi até então, apesar de muitas críticas em contrário. Sobre X-men, pra mim nem tem o que discutir [risos]: de longe a melhor franquia da Marvel, mas também gostei de Capitão América II, por exemplo. Bom, e já que tão falando de um monte de filmes por aqui mesmo, inclusive fugindo à lista, não posso esquecer da tal Garota Exemplar, pra mim outro grande do ano do qual não se pode fugir – salve, inclusive, a trilha deste também, essa realmente uma obra prima, acho que nunca vou esquecer o jogo sonoro na cena do corte de uma certa garganta. [hehe]

Responder
Lucas Borba 21 de dezembro de 2014 - 09:51

Obs.: Também li o roteiro original de Interestelar, mas penso que as mudanças deixaram a história bem mais interessante considerando o elemento humano.

Responder
planocritico 21 de dezembro de 2014 - 10:47

@Gilborne:disqus, não li o roteiro, mas li um artigo comparativo e também gostei das modificações feitas para o filme! O roteiro original, para mim, não funcionaria.

Abs, Ritter.

Lucas Borba 20 de dezembro de 2014 - 10:56

Opa, e é curto e grosso, lá em cima. [risos]

Responder
Luiz Santiago 16 de dezembro de 2014 - 14:56

@rodrigotamassia:disqus, Woody Allen foi meu diretor favorito por muitos anos e eu ainda gosto muito do diretor, mas ele perdeu o posto de favorito pra mim. No caso de Magia ao Luar, como você pode ler no meu texto de acompanhamento, a decepção foi enorme porque o ambiente emulava um cenário de um filme já dirigido por Allen (Meia Noite em Paris) e seguiu-se ao excelente Blue Jasmine. O que acontece é que Magia ao Luar é caricato, chateante e com pouca substância. Não é um filme ruuuuuuuuuiiiiiiim, mas para mim, que apostava muito nessa proposta — um cenário que de maneira formal e textual o diretor sabe lidar muito bem –, o resultado foi uma grande decepção.
E por falar em retrato de crenças, Allen já tinha caminho por esta mesma trilha em outro filme decepcionante: Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos. Mas isso é a minha opinião, claro. Pelo visto você curtiu muito o filme.

Responder
Wagner Pires 16 de dezembro de 2014 - 11:43

Bom ainda não vi todos os filmes, alguns realmente nem me interessaram mas, vamos lá sobre o que eu assisti ou que pelo menos pretendo:
Guardiões da Galáxia, pra mim foi um puta acerto, foi bom justamente por ter um clima diferente das outras produções da Marvel, e eu curti muito o filme, mesmo não conhecendo nada no quadrinhos do grupo.

300 2: Sinceramente, sempre achei um puta caça-níquel, então vou assistir não esperando muito mesmo!

O Hobbit 3: Desde sempre torci o nariz pelo seguinte, como fazer 3 filmes de um livro que muito mal dá metade de qualquer um dos 3 de O Senhor dos Anéis? Encheção de linguiça!!! E no segundo é que o mais tem, só ter o Legolas (mais ninja/jedi do que nunca) e a Tauriel já me irritam!

TASP 2: Bom, não gostei do primeiro, Homem Aranha tirando a mascara o tempo todo foi muito tenso. E nesse a preocupação era a superlotação de vilões, mas eu quase achei que me enganaram e não teria o Rhino (melhor que não tivesse), acho que o único acerto mesmo foi a morte da Gwen, que ficou legal! Porque a birra do Electro com o cabeça de teia é no mínimo risível!

Jogos Vorazes 3-1: Ainda não vi, mas os 2 primeiros não me decepcionaram!

Frozen: Sinceramente, tirando o Olaf (que com a dublagem do Fábio Porchat me faz rir sempre que fala), nunca entendi muito todo esse hype pelo filme.

TMNT: ssinceramente, achei bem melhor do que eu esperava. Mesmo que fique nas entrelinhas que eles sejam quase um grupo de hip-hop, e o filme seja quase em função de mostrar a Megan Fox o máximo possível.

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2014 - 13:48

@disqus_3W9nqfEt0z:disqus, obrigado pelo comentário.

Estou com você em relação a Guardiões, mas não funcionou para o nosso Lucas. Perfeitamente compreensível, eu diria.

Sobre os demais, 300: 2 não vi ainda, O Hobbit 3 estou com ENORME preguiça e má vontade de ver, TASP 2 é um horror, Jogos Vorazes me decepcionou justamente porque os outros dois são tão bons, Frozen é muito chato e TMNT eu não vi, mas quero ver ainda, pois tenho a impressão que vou me divertir…

Abs, Ritter.

Responder
Yuri R. Basilio 16 de dezembro de 2014 - 11:38

Tinha achado a lista absurda pq começava com Guardiões da Galáxia,mas aí vi Trapaça, tive que rir. Não dá pra levar a sério

Responder
planocritico 16 de dezembro de 2014 - 13:49

Não existem absurdos em listas pessoais, @yurirbasilio:disqus. Particularmente, achei Guardiões excelente, mas estou com a Melissa ao incluir Trapaça na lista, pois o filme é muito ator para pouca substância.

Diga você sua lista. Quem sabe não achamos um “absurdo” também? 🙂

Abs, Ritter.

Responder
Yuri R. Basilio 18 de dezembro de 2014 - 12:57

Claro que tem absurdos em listas pessoais. Eu, por exemplo, incluo O Grande Dragão Branco em Os Melhores Filmes de Luta. Não é um absurdo ?

Responder
planocritico 18 de dezembro de 2014 - 14:40

Tem não, @yurirbasilio:disqus. Não existe absurdo em listas pessoais não técnicas. Gosto é gosto. Seria o mesmo que dizer que é um absurdo minha cor favorita ser o verde.

E não, não acho um absurdo O Grande Dragão Branco ser um de seus melhores filmes de luta. Gosto muito desse filme. Um clássico.

Abs, Ritter.

Responder
Luiz Santiago 16 de dezembro de 2014 - 14:53

@yurirbasilio:disqus, o texto de abertura deixa claro que é uma lista pessoal e os convidados deixaram claro em seus textos os motivos de terem escolhido os filmes. Mas que bom que você não levou a sério. Afinal de contas, é só uma lista pessoal de decepções. Mande a sua também!

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