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Lista | Disney – Os Longas Animados Ranqueados

por Ritter Fan e Iann Jeliel
3241 views (a partir de agosto de 2020)
Disney

Com a nova animação da Disney, Raya e o Último Dragão, recém-estreada nos cinemas e na plataforma de streaming Disney+, surgiu a oportunidade de fazer mais uma lista daquelas condizentes com nosso rótulo de completos megalomaníacos: um ranking de TODAS as 59 animações da Disney, incluindo, também, o recente lançamento. Para esta missão, foi enviada somente a dupla buddy cop deste novo perfil híbrido que é aqui apresentado, composta pelo experiente, velho e ranzinza editor Ritter Fan, junto ao jovem, temperamental e impulsivo colunista Iann Jeliel, que uniram forças, trocaram farpas e, depois de um hercúleo esforço, chegaram num veredito sobre a questão.

Brincadeiras à parte, a lista foi democrática, seguindo um simples critério: cada posição correspondia à quantidade de pontos equivalente ao inverso da quantidade de filmes (ou seja, 1° lugar = 59 pontos, 2° lugar = 58 pontos e por aí vai). A soma de pontos feita nos dois rankings gerava a ordem final. Em caso de empate, a maior posição alcançada pelo filme, em qualquer uma das listas, prevaleceria. Fica aí o desafio para vocês leitores deixarem o ranking completo abaixo nos comentários, ou no mínimo, ranquear todos aqueles vistos por vocês. Abaixo, seguirão alguns comentários de Iann sobre cada um dos filmes, justificando um pouco sua colocação, mas vocês podem conferir opiniões mais completas e detalhadas acessando nossas críticas (que, vejam bem, nem sempre baterão com as colocações, pois podem ter sido feitas por redatores diferentes – faz parte!), bastando clicar no link de cada título.
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OS RUINS

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59° Lugar: O Galinho Chicken Little (2005)

2 pontos

Disney

O nosso ex-colunista Gabriel Carvalho que nos perdoe, porque a única unanimidade entre mim e o Ritter foi que este é o pior filme da Disney. Personagens pavorosos, tom “infantiloide” e uma narrativa de condução para lá de duvidosa.
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58° Lugar: Tempo de Melodia (1948)

6 pontos

Disney

Parte de um pacote de filmes duvidosos dos anos 40 da Disney focando em um conjunto de curtas com personagens consolidados, e musicalidade popular à época, que hoje soam praticamente insuportáveis. O último deles foi Tempo de Melodia que, honestamente, parece um filme feito nas coxas de tão mal-acabado.
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57° Lugar: Música, Maestro! (1946)

8 pontos

Disney

Outro dos musicais formatados com inspiração em Fantasia, mas totalmente sem inspiração. Curtas genéricos e nada uniformes que caíram no esquecimento.
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56° Lugar: A Família do Futuro (2007)

14 pontos

Disney

Um desperdício de uma premissa interessante e vistosa, mas que escolhe os piores direcionamentos possíveis que não aproveitam o potencial do seu universo. A moral da mensagem central é até pertinente, mas não é acompanhada de um bom filme.
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OS FRACOS

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55° Lugar: Como É Bom Se Divertir (1947)

15 pontos

Disney

Eu me divertia bem com o curta de Mickey, Pateta e Donald no conto de João e o Pé de Feijão. É uma aventura dinâmica que consegue imaginar bem os personagens em termos adaptativos. Pena que o curta inicial, protagonizado pelo Grilo Falante, de Pinóquio, não tenha a mesma qualidade, além de ser enjoado pelo aspecto musical.
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54° Lugar: As Aventuras de Ichabod e o Sr. Sapo (1949)

20 pontos

Disney

Mais um filme-pacote prejudicado por um lado da moeda. No caso, o conto do Sr. Sapo está entre os mais datados da Disney, considerando que sua jornada de transformação moral não é comprável dentro do seu caráter fútil. Ao menos, o conto adaptado de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça é melhor, pelo menos em termos visuais, e é marcante, embora também não seja lá essas coisas. Mas, claro, o Ritter acha justamente o contrário…
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53° Lugar: Oliver e sua Turma (1988)

21 pontos

Disney

A melhor coisa do filme é a canção do início, aquele carnaval nas ruas. Seria um curta sensacional se fosse só aquilo. Infelizmente, existe todo um resto honestamente bem chato de se acompanhar, com bichinhos fofos sobrevivendo a intempéries das ruas com imensa facilidade. No geral, é um derivado de um filme mais ou menos da própria Disney.
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52° Lugar: Wi-Fi Ralph: Quebrando a Internet (2018)

22 pontos

A continuação de Detona Ralph tinha milhões de possibilidades, mas acaba buscando a forma mais preguiçosa de conversar com a geração atual sobre deficiências óbvias que o ambiente virtual proporciona, tais como relações tóxicas, para proporcionar um arco de evolução ilógico para sua dupla de protagonistas que já estava muito bem estabelecida.
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51° Lugar: Aristogatas (1970)

25 pontos

Um Oliver e Sua Turma melhorado, porque explora os contrastes sociais de seus personagens e vai na temática que a Disney historicamente sempre trabalhou muito bem: a noção da família.
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50° Lugar: Você Já Foi à Bahia? (1944)

28 pontos

Tudo bem que o que vemos não é propriamente a Bahia ou um Brasil fora de seus estereótipos característicos ao olhar norte-americano, mas é um exercício imaginativo interessante de didatismo geográfico por meio de personagens carismáticos.
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49° Lugar: Dinossauro (2000)

28 pontos (Vantagem – Melhor Posição Iann)

Um dos que Ritter mais detesta, mas que eu guardo com algum carinho por fazer parte de um repertório que me fez ser fanático por dinossauros. O 3D do filme está datado? Sem dúvidas. Mas para além da tecnologia, a jornada jurássica tem coração em seus personagens e bons desafios para tornar a trama emocionante.
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48° Lugar: Pocahontas (1995)

30 pontos

O pior da era da Renascença da Disney por romantizar uma história que não tinha brechas para tal romantização. As músicas são lindas, bem como o visual, mas não deixa de ser incômodo o romance impossível entre o colonizador e o colonizado por princípios primordialmente carnais (o loiro e a indígena, princesa). É um filme corajoso, mas que não tinha total noção das margens temáticas com que estava lidando.
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OS REGULARES 

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47° Lugar: Alô Amigos (1942)

30 pontos (Vantagem – Melhor Posição Iann)

O melhor dos filmes-pacote, fora Fantasia da Disney. O grande motivador disso talvez seja a montagem, que não separa os curtas demasiadamente a ponto de não parecem um organismo fílmico. Existe toda uma sequência coerente de narrativas que vão puxando umas as outras, dentro de segmentos carismáticos dos personagens “mãe” do estúdio.
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46° Lugar: Robin Hood (1973)

37 pontos

Inofensivo, a lenda do ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres na versão bichinhos da Disney tem carisma, embora pouquíssima substância narrativa para sustentar um apreço a longo prazo. É um filme tão básico em tudo o que toca que por vezes parece burocrático, sem uma marca icônica a se destacar.
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45° Lugar: Mogli: O Menino Lobo (1967)

39 pontos

Primeira posição mais polêmica da lista? A verdade é que existe uma memória afetiva aos personagens em vários filmes da Disney que coloca o filme em uma prateleira à qual não corresponde. Experimente rever Mogli hoje, mesmo com o prisma visando a enxergar a época, e vai se deparar com um filme que rasteja em ritmo e não possui nenhuma organização coerente de acontecimentos. É o símbolo de um método que não dava mais, permeando um longa muito mais episódico do que deveria, em que nem as boas músicas garantem um divertimento síncrono na duração.
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44° Lugar: Nem Que a Vaca Tussa (2004)

40 pontos

Ok. Eu ADORAVA este filme na infância. Devo ter visto umas 50 vezes. Por que eu fui inventar de rever adulto? Só para prejudicá-lo na lista. Enfim, continuo achando engraçadíssimo de modo geral. É um tipo de politicamente incorreto aleatório bem Shrek da vida, só que muito inconstante. Há piadas excelentes e outras terríveis, com uma história bem meia-boca, mas ao mesmo tempo, divertida de acompanhar.
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43° Lugar: Bolt – Supercão (2008)

42 pontos

Em algum nível considero esta animação subestimada. A jornada de Bolt é um educativo interessante de como sair de uma bolha para valorizar a realidade ao seu redor, pena que é feita numa estrutura tão derivada. É um filme que gostaria muito que fosse da Pixar para apelar ao velho “voltar para a casa” com aprendizado, ao invés de explorar mais o interessantíssimo jogo de contrastes do personagem que acredita viver numa ilusão.
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42° Lugar: A Bela Adormecida (1959)

43 pontos

Até compreendo o apelo imagético deste filme. Realmente, ele possui quadros icônicos no imaginário popular, além da história ser o mais clássico conto de fadas possível, o que acaba inevitavelmente sendo estimulante. No entanto, não deixa de ser uma animação em que sua princesa é uma mera secundária da própria história, uma princesa completamente passiva ao homem ter de resgatá-la da representação de bruxa mais maniqueísta possível. Não teria problema se houvesse algum desenvolvimento disso, mas não, são apenas acontecimentos em blocos que não se sustentam por também envelhecerem muito mal no ritmo.
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41° Lugar: Atlantis: O Reino Perdido (2001)

45 pontos

O voto “cult” do Ritter acabou custando uma posição muito acima  para este filme na lista do que eu imaginava. Até gostava dele na infância, principalmente pela concepção visual do universo de Atlantis, mas infelizmente, depois de rever, o filme caiu bastante, principalmente pelo pouquíssimo aproveitamento do universo, especialmente no pouco senso de vislumbre dele. Acaba sendo gravíssimo para uma ficção científica que simplifica demais, até visualmente, seus interessantes conceitos.
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OS BONS

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40° Lugar: Operação Big Hero (2014)

46 pontos

Um bom filme de super-herói com o bônus do que vem sendo bem característico na fase “pós-moderna” da Disney, a valorização de outras culturas. Há um senso de aventura deslumbrante com ótima construção emocional da relação do protagonista com a excelente mascote BayMax. No entanto, dos bons filmes da Disney desta nova leva, talvez seja o que menos cria memória afetiva.
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39° Lugar: Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus (1990)

48 pontos

A primeira continuação oficial da Disney não chega a transformar seus personagens, nem mesmo modernizá-los, mas os coloca em um cenário diferente de ser explorado com uma mensagem ambiental edificante.
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38° Lugar: Frozen – Uma Aventura Congelante (2013)

50 pontos

Representa o início desta nova era de ouro da Disney, retomando a musicalidade dentro de desconstruções de sua própria narrativa clássica. Inclusive, é bem perceptível essa preocupação pela reinvenção, uma ansiedade ao ter que quebrar paradigmas que dá muita energia ao filme e ao mesmo tempo o expõe demasiadamente, tornando-o bem divisivo entre opiniões alheias. O Ritter odeia e eu adoro, assim, ficou na metade da lista.
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37° Lugar: Fantasia 2000 (2000)

52 pontos

É um Fantasia com mais tecnologia envolvida. O encanto já não é mais do experimentalismo sensorial, mas das possibilidades digitais a se fazer com o 3D. Além de, claro, prestar homenagem ao clássico que dividiu águas e que é até reprisado nesse filme no conto O Mickey Feiticeiro, remasterizado.
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36° Lugar: Detona Ralph (2012)

52 pontos (Vantagem – Melhor Posição Ritter)

Uma típica aventura “Toy Storiana”, confrontando o nostálgico com a modernidade, na literal gamificação de sua animação. Até o espírito saudosista parece o mesmo ao idealizar um mundo abstrato em favor, desta vez, da revisita a elementos clássicos de jogos antigos, nos quais o roteiro sustenta o apreço, e a partir daí, tenta desconstruir estereótipos da jornada do herói. Infelizmente, em algum momento se perde em um entretenimento puramente espiritual de memórias, enfraquecendo a história que é até cativante, mas poderia ser mais emblemática.
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35° Lugar: Enrolados (2010)

54 pontos

O primeiro filme 3D de princesa, iniciando o processo de transição para as versões definitivamente modernas de protagonistas femininas independentes. Nada melhor do que insinuar esse processo reconstruindo o conto clássico da Rapunzel com muita liberdade criativa, embora não tão icônico pela falta da musicalidade.
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34° Lugar: Frozen 2 (2019)

56 pontos

Frozen 2

O filme, por meio das duas, passa o aprendizado para as crianças de que a quebra de preceitos antigos um dia será a responsável pela resolução de pendências históricas, equilibrando a paz entre diferentes povos e ideologias que, ainda assim, podem ser unidos por uma família, mas não a tradicional que força a hereditariedade monárquica, e sim aquela formada pelo amor verdadeiro ligado ao sangue. Assim, Frozen 2 traz o discurso mais sutilmente encaixado e honesto de toda fase recente da Disney, embora isso não tenha sido suficiente para o Ritter colocar mais acima na sua lista.

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33° Lugar: Irmão Urso (2003)

58 pontos

Costumava ser um dos meus favoritos de infância, principalmente por todo o impacto relacionado ao terceiro ato, deliberadamente traumatizante para qualquer criança. O conto dos irmãos, no entanto, não possui uma aventura tão envolvente no desenvolvimento, ou pelo menos, não tão mágico quanto poderia. Isso acaba desperdiçando nuances de seus valores discursivos, principalmente na dicotomia homem vs. natureza. No entanto, ainda continua um filme marcante.
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32° Lugar: O Caldeirão Mágico (1985)

58 pontos (Vantagem – Melhor Posição Iann)

Talvez o filme mais sombrio da Disney, em todos os sentidos possíveis. No melhor deles, esteticamente se comporta como um dos mais diferentes da maioria lúdica brilhante do histórico do camundongo. É uma animação suja, medieval, dark, capaz de ser visualmente assustadora pela caracterização da direção de arte e especialmente do vilão. Em termos narrativos, há muitas limitações na construção da jornada do herói e saltos de ritmo desordenados, ainda assim, traz o seu nível de encanto e impacto, principalmente em seu marcante final.
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31° Lugar: A Princesa e o Sapo (2009)

58 pontos (Vantagem – Melhor Posição Ritter)

A última das fábulas realmente clássicas da Disney, ainda que traga a primeira princesa negra para dar a abertura de um novo discurso dali para a frente. Por vezes, muitas vezes, as duas ideias acabam convergindo em incongruências narrativas, mas Tiana e os personagens compensam numa narrativa carismática.
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30° Lugar: As Aventuras do Ursinho Pooh (1977)

59 pontos

Três aventurinhas simples sem interligação por serem curtas, com situações completamente inocentes que passam uma trivialidade encantadora. O poder do Ursinho Pooh é sua ingenuidade natural. É infantil, mas esse infantil não é bobo, muito pelo contrário, os personagens que tanto marcaram são honestos em suas personalidades para preservar o espírito de encanto ao simples.
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29° Lugar: O Cão e a Raposa (1981)

60 pontos

História de amigos que crescem e se distanciam, quem nunca viu? O maior mérito aqui é como a construção linear consegue ir do micro ao macro emocional com muita sutileza na transição da amizade para diferenças ideológicas que se finalizam num conflito de reais consequências. Se falta algo, talvez seja o senso aventuresco melhor trabalhado para um clímax que surge meio aleatoriamente, ainda assim, é uma belíssima animação.
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28° Lugar: O Ursinho Pooh (2011)

61 pontos

A última animação em 2D da Disney fechou o seu ciclo no seu representante mais simples. É outro filme quase homenagem, que preserva a linguagem ingênua ao máximo, mas sem querer passar uma linha necessariamente nostálgica, ficando num delinear preciso da despretensão com a despedida iminente de um estilo que esses personagens tão bem representam.
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27° Lugar: A Espada Era Lei (1963)

61 pontos (Vantagem – Melhor Posição Ritter)

Diferente de Mogli, aqui o caráter disperso e episódico da narrativa é o charme para destacar esta das outras adaptações das lendas arturianas. A melhor coisa do filme é esse vai e vem da história com fundos educativos explícitos, com Merlin ensinando sobre o mundo para Arthur. É o diferencial desta história, que infantiliza o conto sem deixá-lo besta.
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26° Lugar: As Peripécias do Ratinho Detetive (1986)

62 pontos

Não deixa de ser Sherlock Holmes antropomorfo, mas é muito interessante a Disney propor um filme investigativo num universo de animações que pouco se arriscam fora da fantasia do conto de fadas. O senso participativo ao mistério é o grande atrativo aqui, convidando o espectador a resolver o quebra-cabeça e entrar no jogo de gato e rato, ou melhor, de rato e rato, que possui uma boa dose de suspense, comédia e aventura.
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OS ÓTIMOS

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25° Lugar: A Dama e o Vagabundo (1955)

63 pontos

A luta de classes em um romance fofo de cachorros, num caso de amor raramente tão bem cuidado no universo da Disney, que geralmente platoniza muito rapidamente seus casais. Um grande mérito, visto a agilidade rítmica dessa desenvoltura que valoriza diversos momentos pequenos enquanto explora a urbanização do contexto da história, utensílio essencial aos olhos infantis no exercício de compreensão dos diferentes modos de vida e do que representa o equilíbrio entre eles.
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24° Lugar: Bernardo e Bianca (1977)

66 pontos

Aventura honesta, simples e simpática de um casal igualmente carismático de ratinhos. A dinâmica dos dois dá gás a basicamente todo o filme, que possui flertes interessantes com o suspense investigativo, mas essencialmente sabe aproveitar muito a dimensão dos personagens para sempre sequenciar um próximo desafio à narrativa. Em termos rítmicos, um dos que mais bem envelheceram do estúdio.
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23° Lugar: Alice no País das Maravilhas (1951)

70 pontos

O lúdico do desenho permite que a psicodelia do conto original tome diversas formas visuais excêntricas, que aglutinam uma experiência visualmente complexa e primorosamente imersiva. É a animação mais complicada da Disney, porque segue aquela estruturação episódica de sua segunda era de ouro, com esquetes sem medo de abraçar o absurdo. Um filme que confunde, mas marca pela sua estranheza de maneira inesquecível.
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22° Lugar: Zootopia: Essa Cidade é o Bicho (2016)

73 pontos

Como se a mistura única de gêneros (aventura, drama, ação, comédia, suspense investigativo e até terror) dentro da Disney não fosse o suficiente, a maturação da mistura de dois estúdios muito criativos cria um universo particular recheado de personagens cativantes e mensagens relevantes para toda uma geração. Distanciando-se de romantismos baratos, Zootopia consegue ser único e extremamente importante com um brilhante, didático e amplo estudo de uma sociedade que precisa ser desconstruída de dentro para fora.
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21° Lugar: Dumbo (1941)

74 pontos

O abandono infantil que leva o indivíduo a seguir os passos do meio que o prejudicou; a inversão de limitações físicas para talento diferenciado. Dumbo é um filme que pode ser levado para vários lados numa análise semiótica, inclusive ao negativo no que diz respeito à reprodução de estereótipos raciais. Independentemente dessa cena, é uma história inegavelmente cativante e inspiradora.
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20° Lugar: Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

75 pontos

O início de tudo tinha que estar entre os 20 primeiros. Lógico, depois de mais de 80 anos, a primeira animação da história não está hoje na mesma forma. Há diversas limitações, rítmicas e narrativas, mas que de nenhuma maneira são anuladas ou diminuídas pelo poder imensurável e atemporal de suas imagens, que quase por um milagre conseguiram ser juntadas em um longa-metragem coeso. O resto é história!
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19° Lugar: 101 Dálmatas (1961)

76 pontos

Família + animais. Esses foram os principais ingredientes da Disney na sua fórmula mágica do século passado. 101 Dálmatas junta as duas coisas em sua premissa, quando Cruela, uma das melhores vilãs da Disney, sequestra uma família de cãezinhos, forçando todos ao redor a tentar resgatá-los, inclusive, eles próprios. E nessa dinâmica, bem simples e direta, o filme nos conquista por nunca deixar a história cair em redundância e sempre criar uma nova situação interessante para os personagens superarem.
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18° Lugar: Bambi (1942)

79 pontos

Um coming of age contemplativo sem medo de impor a dureza dos obstáculos repentinos da vida. Bambi é muito marcado por uma traumatizante morte no meio do filme, que força o protagonista a ter que assumir uma responsabilidade que não cabia a sua idade, mas precisou caber. Só por ela já vale a alta posição, que só não é maior porque no clímax perde um pouco o passo e não sabe como fechar a história. Contudo, representa o auge de uma Disney corajosa em decisões narrativas que marcariam para sempre a infância.
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17° Lugar: Fantasia (1940)

79 pontos (Vantagem – Melhor Posição Ritter)

Uma ópera visual, um desafio artístico ímpar, uma nova forma de entretenimento. Fantasia é tudo isso e muito mais. Uma série de oito curtas hipnóticos, transcendentais imagética e sonoramente que compõem a unidade da mágica Disney. Um espetáculo que a introduz com toda a ambição do mundo.
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16° Lugar: A Nova Onda do Imperador (2000)

81 pontos

A animação mais engraçada da Disney em termos de comédia. Muito por conta da liberdade da montagem, que permite ao narrador-protagonista se inserir na própria contagem da história, quebrando a quarta parede de um modo inteligente, sem interferir na simplicidade ingênua de sua jornada de redenção. É um filme que conquista por isso.

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OS MELHORES

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15° Lugar: Hércules (1997)

81 pontos (Vantagem – Melhor Posição Ritter)

O maior símbolo da masculinidade reduzido a um bobão, de pouca inteligência, é verdade, mas primordialmente para ser um cavalheiro. É a desconstrução do estereótipo da masculinidade perfeita do conto de fadas, que começa a se tornar um mito que é valido de ser usado num universo mitológico. Aproveitando a Grécia como poucos filmes em geral, através de músicas chicletes maravilhosas, Hércules está entre os mais divertidos filmes da Disney.
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14° Lugar: Mulan (1998)

84 pontos

Depois de milhões de princesas que escolheram homens como desejo para uma vida feliz, Mulan é a guerreira de classe baixa que salva a China por sua família, com seus méritos, e no caminho se apaixona por sua escolha. Simbolicamente, é a máxima do caminho aberto pela era da renascença de princesas ainda clássicas, mas cada vez mais independentes e humanas.
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13° Lugar: Planeta do Tesouro (2002)

88 pontos

Definitivamente o filme mais subestimado da Disney. Visualmente está entre os mais criativos do estúdio, toda a concepção conceitual de um mar no meio do espaço traz um filme de piratas riquíssimo em possibilidades valorizadas pela animação, principalmente na ação espetacular do longa. Contudo, não se deixe enganar: o vislumbre da história passa aos olhos de um protagonista bem-desenvolvido, sonhador e esforçado, daqueles por quem dá gosto de torcer, mesmo que faça a companhia a outros ótimos personagens para deixar toda a climática final de quem vai ficar com o tesouro ainda mais emocionante.
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12° Lugar: O Corcunda de Notre Dame (1996)

88 pontos (Vantagem – Melhor Posição Ritter)

Um conto de fadas onde o sonho é simplesmente conseguir ser visto. A maturidade e sensibilidade de O Corcunda de Notre Dame para tratar de desigualdade social, intolerância religiosa e preconceito contra minorias sem perder o tom infantil, mas mantendo a seriedade, é um feito para poucas animações. Poderia ter um final mais justo em se tratando de uma fantasia, mas não deixa de ser real dentro de uma realidade que nem assim pode ser mudada totalmente. O caminho para a justiça ainda é longo!
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11° Lugar: A Bela e a Fera (1991)

89 pontos

Disney

Infelizmente, o número um particular de nosso querido Ritter morreu na praia e não entrou no top 10 – por motivos justos. Revendo hoje, A Bela e a Fera possui um ritmo inegavelmente atropelado, em que os acontecimentos vão surgindo de maneira repentina, de modo a dificultar um pouco a absorção da construção dos sentimentos do romance. Ainda assim, esta consegue ser muito bem-construída, principalmente nas pequenas desconstruções sociais proporcionadas pela mulher inteligente que não liga para aparências na hora de se apaixonar. É uma animação histórica, não sem querer foi a primeira capaz de competir a melhor filme no Oscar, e com justiça, por sua incrível qualidade técnica, narrativa e musical.
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10° lugar: Raya e o Último Dragão (2021)

91 pontos

Raya e o Último Dragão

Mesmo estreando esses dias, Raya já é digníssima de entrar entre as 10 melhores. A confirmação de um novo conceito de conto de fadas, no qual a fantasia não é mais a realização de desejos individuais amorosos, mas um desejo coletivo e humanitário capaz de quebrar ciclos de passados nebulosos. Uma animação de casca, daquelas que marcarão uma geração por envolvimento emocional, cenas icônicas, personagens complexos e mensagens relevantes e (a)temporais bem passadas.
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9° Lugar: Peter Pan (1953)

92 pontos

Disney

Como é bom ser criança e poder viver as histórias criadas pela nossa  imaginação. O amadurecimento tardio é ruim? Ou será que é a sua falta que nos torna mais humanos? Já que a humanidade vem diretamente ou não da ingenuidade. E aí reside a essência de Peter Pan: um filme jovem para sempre, assim como seu personagem.
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8° Lugar: Lilo & Stitch (2002)

102 pontos

Disney

“Ohana quer dizer família”. O verdadeiro significado da família, que pode ser fora da configuração tradicional, pode superar o abandono por luto e as diferenças sanguíneas, até mesmo planetárias. Sensibilidade é o que não falta nesta animação que de tão simples consegue ser muito poderosa, quando vai provar no íntimo de seu drama que família são aqueles com quem criamos laços. E que laços foram criados entre Lilo & Stitch, não é mesmo?!
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7° Lugar: Cinderela (1950)

105 pontos

Disney

É a perfeita execução da jornada clássica de uma princesa na fantasia, onde as intersecções de seu destino vão sendo exponenciais ao seu “merecimento”, dentro do que faz na história. Se a empatia pela sua humildade vai fazendo a gente torcer para que seus desejos se tornem realidade, na prática, eles vão chegando no momento certo, até mesmo para moldar uma personalidade de atitude em Cinderela para o que ela realmente quer. É uma construção sutil, mas extremamente encantadora.
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6° Lugar: Aladdin (1992)

106 pontos

Disney

Personagens, ritmo, músicas, emoção, Aladdin tem de tudo e mais um pouco. É um dos filmes que praticamente definem a criatividade mágica da Disney em nos envolver por meio de histórias que irão nos marcar no olhar infantil e criar uma sensação nostálgica ainda mais forte em olhares adultos. Um conto de fadas encorpado em uma execução mais sagaz, modernamente atemporal e tão mágica quanto a lâmpada. Inesquecível define.
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05° Lugar: Pinóquio (1940)

107 pontos

Disney

Nunca mais vão aparecer animações como Pinóquio, com lições de moral quase agressivas movidas por punições a escolhas erradas. É uma visão construída de forma fascinante para a época, um conto infantil sobre as dubiedades de uma sociedade perigosa. Simplesmente o ápice da era de ouro da Disney não podia ficar de fora de um top 5.
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4° Lugar: Moana: Um Mar de Aventuras (2016)

108 pontos

Disney

A evolução da proposta de uma princesa autossustentável que decide salvar seu reino por si própria, e desta vez, sem a interferência de um par romântico para ajudá-la em sua motivação, quanto menos para resolver seus problemas. Com uma musicalidade fantástica, cenas de ação deslumbrantes e protagonizada pela melhor princesa do estúdio, mesmo sendo tão recente, Moana merece estar tão no topo!
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3° Lugar: O Rei Leão (1994)

109 pontos

Disney

“Naaaaaaats ingonyaaaaaaaa ba bagithi Baba”! Poucos contos se iniciam de uma maneira tão impactante, ecoando o grito de um novo ciclo começando, a chegada de um futuro novo rei no mundo animal que terá seu caminho cessado pelo tio vingativo. A jornada do herói relutante, fugindo da perda, para voltar assumindo a culpa de seus erros, aprendendo com eles a lidar com a responsabilidade que lhe foi guardada. O Rei Leão só não é o primeiro por detalhes, já que para muitos é a obra-prima definitiva da Disney, e com justiça.
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02° Lugar: Tarzan (1999)

111 pontos

Disney

Meu número um particular, a animação da minha infância, minha animação favorita, forever and ever. Sempre choro, me emociono, me arrepio, me empolgo, repito cada uma das falas, canto cada uma das canções de Phill Collins. É um sentimento de carinho que não muda, mesmo já revendo por mais de 200 vezes. Felizmente, o Ritter também adora, o que possibilitou que quase alcançasse o pódio, mas o segundo lugar está mais do que justo.
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01° Lugar: A Pequena Sereia (1989)

113 pontos

Disney

Para a sua surpresa, para a minha surpresa e para a surpresa até do Ritter, A Pequena Sereia foi o grande selecionado para o pódio e, pasmem, o único filme em comum a entrar no top 5 de ambos da dupla. Mas foi com toda a justiça, não só por sua inquestionável importância histórica ao dar start à era da Renascença da Disney, que basicamente inspirou a modernização da animação norte-americana de um modo geral, mas por toda a sua construção fílmica também. É o equilíbrio perfeito entre a narrativa clássica e mágica característica da Disney de conto de fadas e a futura linguagem moderna de caráter desconstrutivo. Um divisor de águas capaz de ser símbolo gigante do estúdio, tanto para trás quanto para frente.

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64 comentários

JC 17 de março de 2021 - 13:34

Nossa, entrei de férias e me desliguei da net, uma matéria foda dessa só fui ver agora heehheeh
Surpreso com algumas posições da lista, principalmente do Fantasia e ZooToopia que poderia estar mais pra cá 😛

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 28 de março de 2021 - 19:03

Concordo que Zootopia era pra está mais em cima, estava no meu top 5. Mas o Ritter é chatão!

Responder
Otávio Rios Silva 15 de março de 2021 - 00:36

Ranking maravilhoso!!! Amei do início ao fim. Acho que Úrsula é uma das melhores antagonistas do cinema (EM GERAL!!) e fiquei muito feliz com a posição da Pequena Sereia. Um filme clássico que também ainda me choca muito pela qualidade é Pinóquio, que coisa mais linda, meu Deus do céu!!!! Acho que meu top 3 fecha em Pequena Sereia, Pinóquio e Alice. Acho o mundo de Alice um dos mais fantásticos quanto a cor e sinestesia. Que experiência linda, me lembra muito Suspiria de 77.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 15 de março de 2021 - 01:51

Não poderia concordar mais com o “Alice é o “Suspiria” da Disney” HAHAHA

Também considero Ursula das melhores vilãs da Disney, e se duvidar da sétima arte como um todo. Pinóquio também, fantástico, apesar de não está no meu top 5 particular, tá ali com boa colocação num top 10. Enfim, obrigado pelos comentários!

Responder
Gabriela Peralva Dunham 15 de março de 2021 - 00:36

Com exceção de Rei Leão, fiquei surpresa com o pódio, acho que vou dar uma nova chance à Tarzan e A Pequena Sereia. Se fosse o meu pódio pessoal, estariam Rei Leão, Peter Pan e Alice.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 15 de março de 2021 - 00:36

Um pódio digníssimo o seu! Dê uma nova chance mesmo, a Pequena Sereia nunca foi dos meus favoritos na infância, mas fiquei extremamente encantado quando revi. Já Tarzan, sempre foi meu favorito, e é outro que envelheceu maravilhosamente!

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:21

Rola ainda esse ano!

Responder
Kermit,o Sapo 10 de março de 2021 - 12:24

Que bom,adoro o Shrek

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 21:42

Eu não. Mas não se preocupe, não será eu o responsavél por escrever.

Responder
Davi Castilho 10 de março de 2021 - 12:20

Por que resolveram excluir as continuações de alguns filmes, tipo rei leão por exemplo? Não que fosse fazer muita diferença kkkkkk, mas já que era pra ser um completão da disney…

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 21:42

Mas é completo Disney. Essas continuações são da Disney Toon, estúdio subsidiário. Não é da Walt Disney Pictures.

Responder
Fórmula Finesse 10 de março de 2021 - 12:20

Fantasia para mim é revolucionário; primeiro lugar. Depois vêm as animações normais…Tarzan realmente merece enorme destaque!

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 21:42

Realmente é, por isso merece está entre os 20. Só que não basta ser isso, tem que ter o valor sentimental. Nesse sentido, acho que outras histórias da Disney conquistam mais, tipo o próprio Tarzan, meu favorito!

Responder
Guilherme Eduardo 10 de março de 2021 - 12:20

Meu Top 10
1° A Pequena Sereia
2° A Bela e a Fera
3° Aladdin
4° O Corcunda De Notre Dame
5° Mulan
6° Alice No país das Maravilhas
7° Cinderela
8° A Bela Adormecida
9° Hercules
10° Enrolados
Foi difícil fazer essa lista, so a Pequena Sereia, que não pensei duas vezes em colocar no primeiro, pra mim é o melhor disparado

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:21

Boa lista! A Pequena Sereia maravilhoso demais!

Responder
João 10 de março de 2021 - 12:20

Meio precipitado colocar Moana e Raya entre os melhores

Responder
Luiz Santiago 10 de março de 2021 - 12:21

DONA RITAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Responder
João 10 de março de 2021 - 12:23

Olha o retardado se metendo onde não é chamado e ainda falando algo do qual eu não entendo porra nenhuma. Pelo menos o site dá oportunidade e contrata deficientes mentais.

Responder
Luiz Santiago 10 de março de 2021 - 12:23

HAUAUAHUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHUAHUAHAUAUHAU

SENTIU, ESPUMOU, BABOU, DERERTEU! SÓ NÃO VALE DEITAR NO CHÃO EM POSIÇÃO FETAL E CHORAR!!!

HAUAHUAHAUHAUHAUAHUAHAUAHUAHAUAHUAHAUHAUAHAUHAUAHA

Responder
João 10 de março de 2021 - 12:27

Tu é tão engraçado, já trabalhou de palhaco?

Luiz Santiago 10 de março de 2021 - 12:28

Já, por 12 anos.

Vinicius Gandolfi 9 de março de 2021 - 13:40

Ótima lista, as descrições de cada filme ficaram bem orgânicas e de fácil leitura! Bom também de ver lembrando dos filmes-pacote dos anos 1940, que geralmente são ignorados.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:20

Feliz com o reconhecimento e especialmente a leitura. Foram muitos comentários a fazer, um grande trabalho, agradeço demais por ter reservado um tempinho pra ler e principalmente, que tenha gostado!

Responder
Paulo Junior 9 de março de 2021 - 13:39

Meu top 10:
1 – O Rei Leão
2 – Aladim
3 – Irmão Urso
4- Mulan
5 – A Nova Onda do Imperador
6 – Zootopia
7 – Tarzan
8 – O Corcunda de Notre Dame
9 – Hércules
10 – 101 Dálmatas

Difícil fazer uma lista assim, a unica posição que não pensei 2 vezes foi o Rei Leão que para mim é o melhor disparado e sempre foi meu favorito.

Responder
Guilherme Eduardo 10 de março de 2021 - 12:20

Não tem A Pequena Sereia, que o melhor disparado, Nem a Bela e a Fera que também é incrível, e são os melhores filmes da disney

Responder
Paulo Junior 10 de março de 2021 - 12:21

Eu adoro A Pequena Sereia e A Bela e a Fera e concordo que são incríveis, mas eles não são os meus favoritos.

Responder
planocritico 10 de março de 2021 - 12:21

O @disqus_zOkIulSRzs:disqus não acha que são. Simples. Não há absolutos nas artes.

– Ritter.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:21

Excelente ranking! Adorei que A Nova Onda e Irmão Urso estão lá em cima. Já fizeram parte do meu top 10 em algum momento.

Responder
Wallace Amorim 9 de março de 2021 - 13:39

Parabéns pelo trabalho. Li todas as descrições, e sim, me surpreendi com o número 1, que apesar de ser meu filme preferido de todos os tempos da Disney, A Pequena Sereia nunca apareceu em primeiro lugar em qualquer outro ranking de animacões da Disney. Mesmo figurando em vários top 10 e top 5 com facilidade, geralmente perde para O Rei Leão e A Bela e A Fera, por exemplo. Me enchi de orgulho por essa animação que vi e revi algo em torno de 100 vezes.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:20

Feliz demais por ter lido meu árduo trabalho! E também fiquei bem feliz com o primeiro lugar de A Pequena Sereia. Sem dúvidas, um filme que merecia o pódio mais vezes.

Responder
planocritico 10 de março de 2021 - 12:20

@wallaceamorim:disqus , o trabalho pesado mesmo foi do Iann! Eu só dei meus pitacos!

Agora, sobre A Pequena Sereia, abri um sorrizão quando vi que era o primeiro lugar quando abri o rascunho do artigo! Não esperava mesmo, pois é como você diz: o filme aparece normalmente em colocação privilegiada em rankings, mas primeiro lugar mesmo é raro!

Abs,
Ritter.

Responder
Bernardo Barroso Neto 9 de março de 2021 - 13:39

Difícil essa lista, mas vou tentar fazer o meu top 10:
1 – Rei leão
2 – Pinóquio
3 – Tarzan
4 – Aladim
5 – A -pequena sereia
6 – Cinderela
7 – Hercules
8 – Peter Pan
9 – A bela e a fera
10 – Dumbo

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:20

Top 10 lindo! Bem parecido com o meu. Tem 7 iguais!

Responder
Luan Sousa 9 de março de 2021 - 13:39

Interessante como os dois filmes que abordaram a cultura dos povos do pacífico – Lilo & Stitch e Moana – estão no Top 10 de vocês, eu inclusive os adoro também. O que significa? Provavelmente nada.

Infelizmente não consigo muito enxergar Raya como um filme TÃO bom. Acho que o que me irrita principalmente são os personagens coadjuvantes, que parecem lá só para cumprir um papel necessário. O filme me lembrou muito Avatar (sim, do garoto careca) e me pareceu que se fosse uma série teria sido muito melhor desenvolvido.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:22

Os secundários cômicos realmente não são muito ricos de Raya. Em compensação, Namari está entre as melhores antagonistas da Disney, fora Sisu e Raya que são maravilhosas personagens.

Quando a Disney vai em outras culturas, geralmente saem coisas muito boas!

Responder
Luan Sousa 10 de março de 2021 - 21:42

Eu realmente gosto do trio Raya-Namari-Sisu e acho o mascote da Raya – o Tuk Tuk – muito fofo e que poderia ter rendido mais, agora eu não engoli direito o bebê não.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 28 de março de 2021 - 19:05

Eu achei engraçadinho o Bebê, não chegou a ser incomodo, mas entendo. Também gostei bem do Tuk Tuk.

Responder
Lara Loira 9 de março de 2021 - 13:39

moana é tão maiu ou menos

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:21

Pra nós, é excelente!

Responder
Amanda Schmidt 8 de março de 2021 - 20:49

Nossa teria preguiça kkkkkkk

Os 10:
10) Aladdin
9) Zootopia
8) Alice No País das Maravilhas
7) Frozen
6) Lilo e Stitch
5) A Princesa e o Sapo
4) Corcunda de Notre Dame
3) Mulan
2) Bela e a Fera
1) Moana

Eu achei essa a lista mais surpreendente de filmes da Disney que eu já vi.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:21

Foi uma surpresa até pra gente, acredite. Por sinal, ótima lista. Se fosse reclamar de algo dessa nossa, seria Frozen 1 e 2 mais a frente como colocou.

Responder
Amanda Schmidt 15 de março de 2021 - 00:36

Eu não gosto de reclamar de listas dos outros, mas eu também reclamaria disso kkkkkkk No meu coração Frozen é o primeiro lugar pq foi o filme que simplesmente consertou minha relação com minha irmã mais nova.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 28 de março de 2021 - 19:06

É o Ritter com coração de gelo que deixou ele tão embaixo hahaha

Depois lhe convido a ler minha critica de Frozen 2! É um dos textos que mais gostei de ter feito pro Plano!

https://www.planocritico.com/critica-frozen-2/

Responder
O Homem do QI200 8 de março de 2021 - 20:49

1 – Mulan
2 – Tarzan
3 – Corcunda de Norte Drame
4 – Lilo & Stitch
5 – Hércules
6 – Moana
7 – A Dama e o Vagabundo
8 – Ursinho Pooh
9 – Aladdin
10 – Rei Leão
11 – Bambi
12 – Raya

O resto nem lembro, se eu chegar a ver novamente, vai parecer até que é inédito.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:20

Sei bem como é. Se eu não revesse todos os filmes como fiz a 2 anos atrás, essa lista seria bem diferente. Alguns aumentaram demais, outros justamente o contrário. Enfim, queria saber, por que você não gostou de Raya? Ou gostou e ele só tá em último por preferência mesmo.

Responder
O Homem do QI200 10 de março de 2021 - 12:22

Gostei sim, foi só preferência mesmo e se fosse apenas pelo visual do filme, com certeza, estaria no topo da minha lista.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 21:42

Justo!

Responder
Gabriel Carvalho 8 de março de 2021 - 20:49

Ai, ai, coitado do meu Galinho.

Mas o meu Top 10 é esse, Riann Fann:
1. Pinóquio (1940)
2. Fantasia (1940)
3. O Corcunda de Notre Dame (1996)
4. A Pequena Sereia (1989)
5. As Aventuras do Ursinho Pooh (1977)
6. A Bela Adormecida (1959), a maior injustiça dessa lista, sob meu ponto de vista
7. Bambi (1942)
8. Alice no País das Maravilhas (1951)
9. Lilo & Stitch (2002)
10. A Bela e a Fera (1991) ou O Rei Leão (1994), dependendo do dia

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:20

Belíssimo Top meu amigo! Minha maior discordância vai para A Bela Adormecida como mencionou ser a sua, mas compreendo bem seu argumento para defender o filme, no excelente texto que escreveu pro site.

Agora surpresa de não ver Chicken Little aí na sua lista. Po, se quer defende-lo mesmo, tinha que botar no mínimo nesse 10° lugar aí não? Hahaha

Abraços!

Responder
Diário de Rorschach 8 de março de 2021 - 20:49

Bacana hein, meu top 5:

1- Rei Leão
2- Hércules
3- Dumbo
4- A Nova Onda do Imperador
5- Pinóquio

Talvez não sejam nem os melhores, mas são os meus favoritos.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:20

Top 5 de peso! E se são seus favoritos, para você, são os melhores.

Responder
John Locke 8 de março de 2021 - 20:49

Saudações amigos do Plano Crítico!!!
Cara, essa lista deve ter dado uma trabalheira hein!?Fiz questão de ler tudo 😀
Olha, confesso que fiquei surpreso ao ver Mogli tão distante, amo essa animação, na verdade, amo várias animações da Disney.
Tenho um grande pecado de nunca ter assistido a várias que são considerados clássica, como:
– A Bela e a Fera
– Dumbo
– Bambi
– A Bela Adormecida.

Calma, não me ataquem pedra por favor kkkk
Bom, vamos ao meu top 10 sem ordem de preferencia, assim como a Pixar, acho extremamente difícil classifica-las hehe
– O Rei Leão
– Alladin
– Mogli
– Branca de Neve e os Sete Anões
– Tarzan
– Hércules.
– Pinóquio
– Alice no País das Maravilhas
– O Cão e a Raposa (chorava horrores quando assistia enquanto era criança)
– O Corcunda de Notre Dame.

Como podem ver, sou da geração que cresceu vendo os filmes dos anos 90, por isso tenho grande apego a eles.

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 10 de março de 2021 - 12:20

Muito feliz que tenha lido tudo, porque foi uma grande trabalheira! Aliás, aproveite aí a oportunidade para você se motivar a ver esses outros clássicos que falta.

Sobre Mogli, eu não sei se você ainda guarda na memória afetiva ou já reviu em algum momento. Se for a primeira, não sei se recomendaria a segunda. Eu acho realmente difícil, com o olhar de hoje, não perceber as limitações do filme. O que não quer dizer, que a memória vai ser apagada. Eu reconheço por exemplo, problemas em Tarzan, mas o efeito em mim não muda, continua meu favorito. Sou que nem você, da geração do fim de 90 para o início dos anos 2000.

Responder
Marco Aurelio Pasqual 8 de março de 2021 - 20:49

Gostei da lista e tabem fiquei surpreso com a posição do planeta do tesouro. So me questiono uma coisa, foram incluidas as sequencias do ralph e frozen, mas nao colocaram as sequências de irmão urso, corcunda, peter pan, stitch, rei leão, pequena sereia, etc….

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 8 de março de 2021 - 20:49

Aí são animações da Disney Toon, estúdio subsidiário do principal. Só entraram as animações da Walt Disney Animation.

Responder
planocritico 8 de março de 2021 - 20:49

Como o @iannjelielpintolima:disqus disse, essas continuações aí não são da Walt Disney Animation. Para facilitar, o que entrou foram os longas animados cinematográficos (ou seja, lançados no cinema mesmo) da Disney.

Abs,
Ritter.

Responder
Vitner Santos 8 de março de 2021 - 16:56

Vou fingir que não vi essa lista…

Responder
Luiz Santiago 8 de março de 2021 - 20:49

Que lista?

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 8 de março de 2021 - 20:49

Ia perguntar a mesma coisa. Você tá vendo alguma lista? Eu não to vendo, você não tá vendo. Não existe lista @vitnersantos:disqus, é só sua imaginação.

Responder
Franz Souza 8 de março de 2021 - 16:55

Que trabalheira, parabéns!

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 8 de março de 2021 - 20:49

Trabalho demais! Se possível ler os comentários de cada filme, foi a parte mais trabalhosa hahaha

Responder
Victor Oliveira 8 de março de 2021 - 13:28

Eu fiquei extremamente feliz ao ver Planeta do Tesouro tão acima na lista. É minha animação favorita da Disney no quesito visual. BALEIAS NO ESPAÇO SIDERAL, CARA!!!

Quanto à Raya, tô supreso com essa posição, até aumentou minha ânsia pra ver. O problema é aquele Premier Access mesmo…

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 8 de março de 2021 - 16:55

Baleias no espaço é maravilhoso demais! Planeta do Tesouro é sem dúvidas o mais subestimado filme da Disney. Sobre Raya, aguarde mesmo porque o preço tá uma facada, mas já digo que se resolver não esperar, pelo menos, se encontrará com um excelente filme!

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