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Favoritos do Plano Crítico | Álbuns

por Luiz Santiago
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Já tentou imaginar o mundo sem música? Que tragédia para a alma isto não seria, não é mesmo? Nós aqui do Plano Crítico, seguindo a publicação das LISTAS DE FAVORITOS, resolvemos esquematizar desta vez os nossos álbuns favoritos. A proposta segue exatamente a mesma da lista anterior: os escolhidos são FAVORITOS e não necessariamente MELHORES (perceba a diferença, por favor!).

NOTA: Esta é uma versão 2.0 da lista. A primeira publicação aconteceu em 2015, com uma estrutura completamente diferente (para começar, era um TOP 5 e não TOP 10) e com muita gente diferente na equipe. Hoje, cinco anos depois, trago a versão atualizada e acrescida de novos comentários e indicações! Vocês também vão notar que fiz uma marcação na seção de comentários, separando visualmente as participações feitas pré e pós a publicação desta segunda versão.

Não se esqueçam de comentar abaixo e deixar também a sua lista de 10! Divirtam-se!


RITTER FAN

Além de ser um ancião para os padrões tanto dos redatores quanto do público do Plano Crítico, sou uma criatura (ou vítima, sei lá) do hábito e, quando gosto de algo, agarro com unhas e dentes e não solto mais. E meus álbuns favoritos são meus álbuns favoritos há décadas, basicamente desde sempre. A lista original de apenas cinco foi um suplício fazer, mas a de 10 já me permite espaço para “relaxar”, ainda que diversas maravilhas como Danzig, Appetite for Destruction, Master of Puppets, Thriller e Born in the U.S.A. tenham que ter ficado de fora.

Os leitores repararão que quase só citei álbuns dos anos 80. É que sou cria da época. Foi a década em que me entendi como gente (nasci em 1972) e foi a época de maior absorção de cultura geral. Como toda criança tornando-se adolescente, era uma esponja curiosa lendo, vendo e ouvindo de tudo. Hoje, não faço mais isso por razões profissionais e familiares, que me tomam tempo (e eu não escuto música de fones de ouvido que nem metade do mundo que anda pela rua como zumbi). É uma escolha que se faz e não me arrependo! A lista que segue, vale frisar, não está em ordem de preferência.

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The Empire Strikes Back

John Williams | 🇺🇸 16 de maio de 1980

The Empire Strikes Back trilha sonora plano crítico

Sou fascinado por trilhas sonoras de filmes. Lembro-me muito claramente de, por vários anos seguidos, pedir de aniversário para familiares e amigos as mais variadas trilhas, dos mais variados filmes. Algumas vezes até pedi às cegas, deixando ao presenteador a livre escolha (se eu tivesse, trocava, mas nunca trocava por “não gostar”, pois “não gostar” faz parte).

Com isso, juntei, ao longo dos anos, uma bela coleção de vinis – e depois de CDs – com trilhas sensacionais ao lado de outras nem tanto, mas que guardo com carinho até hoje e continuo colecionando. De toda forma, talvez por meu amor incondicional a O Império Contra-Ataca e minha fanboyzice por tudo Star Wars é que tenha escolhido essa trilha como minha favorita. Eu a tenho em vinil e em duas versões em CD, a mesma do vinil e uma lindíssima completa, em edição especial, que adquiri junto com as dos outros dois filmes da Trilogia Original e mais a de A Ameaça Fantasma.

Não há reparos a fazer nessa trilha sonora. Cada acorde inunda meus ouvidos e me arremessa a um transe daqueles que reluto em sair. A Marcha do Império começa e minha mente viaja para Hoth, Dagobah e para aquele maravilhoso universo criado por George Lucas.

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Stray Cats

Stray Cats | 🇺🇸 fevereiro de 1981

Stray Cats Stray Cats plano crítico

Talvez o mais “destoante” musicalmente de minha seleção, Stray Cats é rockabilly na veia, com seu álbum de estreia, que leva o nome da banda, ainda sendo seu melhor. Impossível não sair cantando Rock this Town ou Stray Cats Strut ao ouvir as primeiras notas. Ah, essa é outra banda que me arrependo de não ter visto ao vivo…

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Alchemy

Dire Straits | 🇬🇧 14 de março de 1984

Alchemy Dire Straits plano crítico

O maior arrependimento musical de minha vida é não ter tido a oportunidade de ver um show ao vivo do Dire Straits, banda comandada por Mark Knopfler, que continua até hoje ativo em carreira solo. Como é simplesmente impossível escolher apenas um álbum da curta discografia do grupo britânico, decidi então eleger Alchemy como representante dos Straits. Afinal, esse é um dos meus álbuns ao vivo favoritos da vida!

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Powerslave

Iron Maiden | 🇺🇸 3 de setembro de 1984

Como falar de Powerslave sem superlativos? Bem, para começar, adoro Iron Maiden e minha adoração começou em preparação à primeira edição do Rock in Rio, lá em 1985. O show era Powerslave e eu simplesmente fixei na minha cabeça que não só eu tinha que ir – minha mãe me levou ao RiR e tive que convencê-la a ir no “dia do Heavy Metal“, no que fui bem sucedido usando, na época, minha versão da carinha de pidão do Gato de Botas da franquia Shrek, algo do que sou vítima hoje quase que semanalmente, considerando que sou pai de duas filhas – como também eu tinha que saber de tudo sobre Iron Maiden até lá.

Foi um tal de catar todos os álbuns até então lançados. Eram apenas mais quatro, coisa que hoje leva três minutos de um internauta navegando pela rede. Mas, na década de 80, achar algo assim era uma tarefa hercúlea. Mas consegui!

E Powerslave, de cara, me encantou pela seguinte conjunção de fatores: (1) a temática egípcia da capa e da música título, já que eu era e sou tarado por tudo que é coisa do Antigo Egito; (2) a força da música título e também de 2 Minutes to Midnight, um hino crítico da Guerra Fria (conforme eu viria a aprender muito mais tarde); (3) a épica e heroica Aces High, recontando a história de um piloto da RAF durante a 2ª Guerra; (4) a enigmática Rime of the Ancient Mariner, trabalhando o fantástico poema de mesmo nome de Samuel Taylor Coleridge e (5) a normalmente esquecida, mas inebriante The Duellists.

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A Kind of Magic

Queen | 🇬🇧 2 de junho de 1986

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Semelhante ao Iron Maiden, minha fixação com o Queen começou com a primeira edição do Rock in Rio, em 1985. Eles se apresentaram duas vezes por aqui, as únicas duas vezes em que o grupo ainda com o saudoso e insubstituível Freddie Mercury tocou no Brasil. Quem escolheu o dia do Queen (o primeiro) foi minha mãe, pois meu conhecimento do grupo, à época, se limitava à balada Love of My Life, de A Night at the Opera, que minha mãe tinha em fita K7 (se não sabe o que é, pesquise, vai, pois já estou me sentido velho demais fazendo essa lista…). Óbvio que mergulhei no Queen em preparação ao grande evento e, depois, xinguei minha mãe com todas as forças, pois ela foi aos DOIS dias do Queen e eu só a um… AHHHHHHH!!!!!!

Bem, desopilado o fígado, a partir daí Queen passou a ser minha banda favorita e fiquei extremamente entristecido em 1991, com o falecimento de Mercury (já disse que ele é insubstituível?). Vindo para o presente, finalmente, a grande questão então passou a ser como escolher UM álbum do Queen para essa lista? Sim, poderia escolher cinco, mas seria exagero (não porque o grupo não mereça, mas sim porque teria que deixar álbuns de outras bandas de fora).

A Kind of Magic foi, para todos os efeitos, o último grande álbum do grupo e um que reunia outra qualidade cara para mim (vide número 1 acima): era a trilha sonora não oficial de Highlander, filme que adorava (e também de Águia de Aço, mas esse só usou uma música). Mesmo considerando que essa é a segunda trilha do Queen, a primeira sendo de Flash Gordon (com a diferença dessa ser oficial mesmo), de 1980, o tom mais pesado, roqueiro e cheio de solos de guitarra de Brian May, além do tom épico das letras, não me deixou dúvidas ao escolher A Kind of Magic.

Não tem música ruim no álbum. Cada uma delas é magnificamente orquestrada e vivem de forma completamente independente em relação aos filmes citados. Incrível.

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Slippery When Wet

Bon Jovi | 🇺🇸 18 de agosto de 1986

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Eu sei. Rock farofa. Já ouvi isso um milhão de vezes. Mas eu gosto. Gosto muito. Fui apresentado ao álbum quando, lá na longínqua e sensacional década de 80, um amigo que morava nos EUA voltou ao Brasil trazendo esse disco em vinil e deixou tocando quando fui visitá-lo com amigos. Basicamente, o refrão

Shot through the heart
And you’re to blame
Darling, you give love a bad name

me pegou de assalto bem antes de tomar as rádios de assalto e eu imediatamente corri atrás do álbum e dos dois anteriores do grupo, Bon Jovi e 7800º Fahrenheit. Músicas como a balada Livin’ on a Prayer, a climática Wanted Dead or Alive e as menos conhecidas Social Disease e Wild in the Streets ainda ecoam em minha cabeça com uma certa frequências.

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The Thieving Magpie

Marillion | 🇬🇧 24 de novembro de 1988

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Eu só considero a existência do Marillion com Fish como vocalista. Steve Hogarth é até bom, mas perto de Fish é como um cantor de final de semana. E, assim como no caso do Dire Straits, simplesmente não consigo eleger apenas um álbum para colocar nessa lista, pelo que The Thieving Magpie, o brilhante álbum ao vivo da banda fica aqui como representante dessa maravilha sonora que é o Marillion.

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The Real Thing.

Faith No More | 🇺🇸 20 de junho de 1989

The Real Thing. Faith No More plano crítico

Não fazia ideia o que era Faith No More – e acho que mais ninguém – até que a MTV (na época em que era um canal de música) passou a bombardear nossa mente coletiva com o videoclip de Epic basicamente a cada 15 minutos. Ato contínuo, um amigo comprou o CD (quase uma novidade na época) e eu, ele e mais um bando de adolescentes não cansamos até termos decorado, do começo ao fim, de trás para a frente cada uma das músicas do disco.

E foram vários dias de zoeira, lendo as letras, traduzindo-as e inventando significados mais loucos para as loucuras de Michael Patton e companhia. E, em 1991, quando o line-up do Rock in Rio saiu e o Faith no More estava lá, não tivemos dúvida: compramos o ingresso, chegamos cedo, ficamos encostados na grade de proteção (esmagados seria mais correto) e explodimos com o fenomenal show.

É um álbum inesquecível em todos os aspectos, inclusive por uma outra razão – bem mais triste – que não abordarei aqui, por não ser o local propício. Fica só a lembrança como um brinde!

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An Emotional Fish

An Emotional Fish | 🇬🇧 1990

An Emotional Fish An Emotional Fish plano crítico

Pouca gente conhece esse grupo dublinense formado no final dos anos 80, mas seu primeiro álbum, que carrega o nome diferentão da banda foi amor à primeira audição, com músicas como Celebrate, Lace Virginia e Julian me pegando de tal jeito que esse tornou-se um álbum tão obrigatório quanto mega-clássicos imortais. 

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Music Inspired by the Life and Times of Scrooge

Tuomas Holopainen | 🇫🇮 11 de abril de 2014

Music Inspired by the Life and Times of Scrooge Tuomas Holopainen plano crítico

Tem um sujeito chamado Handerson Ornelas, editor de música aqui do Plano Crítico que tem um gosto terrível (he, he, he…) e que teve a OUSADIA de me apresentar a um álbum de um compositor finlandês que eu nunca ouvira falar e que, ainda por cima, teve a pachorra de criar músicas da cabeça dele para um clássico imbatível dos quadrinhos Disney. Cacei o álbum só para poder dizer ao Handerson que era tudo um lixo, mas me ferrei completamente, com a pegada instrumental sombria de Holopainen capturando minha imaginação imediatamente, não só me lembrando de Marillion, por vezes até de Danzig, como também das trilhas sonoras que tanto amo e, claro, do Tio Patinhas e Dora Cintilante, dentre outros personagens inesquecíveis. 

E, com isso, um álbum feito nesse século – mas com toda a cara de século passado ou de séculos anteriores – esgueirou-se em minha lista…

LUIZ SANTIAGO

Ô listinha tenebrosa de se fazer, viu! Para alguém que ama música e está o tempo inteiro ouvindo música, uma lista como essa é um martírio completo, mas a gente enfrenta, fazer o quê? Embora eu não seja, nem de longe, uma pessoa eclética, procuro ouvir de tudo, nem que seja para conhecer. Pessoas do meu ciclo social vivem me indicando novas produções — algumas só para me sacanear e outras para me colocar em contato com artistas diferentões ou vindos de nações fora dos mercados musicais conhecidos… e lá estou eu ouvindo um novo disco ou um novo artista e provavelmente desgostando da maioria.

Meus gêneros favoritos são clássico, jazz/blues/soul, rock e hip hop. A maior parte da minha vida eu tive um colossal preconceito musical, coisa que foi se dissipando apenas nos últimos anos, e embora hoje eu seja bem mais “mente aberta” para música, obviamente existem inúmeras coisas que eu simplesmente não suporto ou que odeio mesmo. Seguem alguns exemplos: todo sertanejo universitário/popzera; a quase totalidade dos funks; todo pop juvenil ou adulto com Síndrome de Peter Pan — de outros países ou da MPB; todo rap isento ou dito “conservador”; toda “versão nacional” de músicas estrangeiras e toda eletrônica nível “mamãe eu toco em rave!“. Agora vamos à minha lista!
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Ella Fitzgerald Sings the Rodgers & Hart Songbook

Ella Fitzgerald | 🇺🇸 2º Semestre de 1956

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Ella Fitzgerald é uma deusa. Minha cantora favorita, por sinal. Eu a descobri em 2001, quando ainda estudava música e tinha o sonho de virar trompetista de uma banda de jazz. Pois é. O Conservatório onde eu estudava organizou uma apresentação para os pais que tinha como tema “grandes ícones do jazz“, e eu acabei ficando com a partitura de A-Tisket, A-Tasket, uma graciosa canção infantil para a qual a própria Ella fez o arranjo jazzístico, gravando-o em 1938. Desde o momento em que ouvi essa gravação eu me apaixonei pela cantora e nunca mais parei de ouvir seus álbuns. Para esta lista, pensei descaradamente em “roubar” na indicação. Iria colocar aqui The Complete Ella Fitzgerald Song Books, que é o compilado oficial (e celestial!) dos 8 songbooks que ela gravou entre 1959 e 1964. Mas eu deixei meu lado sacana de lado e indiquei o disco favorito entre os meus já favoritos dela (competindo de pertinho com Ella Fitzgerald Sings the George and Ira Gershwin Songbook) meu 2º favorito da série. Este de Rodgers & Hart, porém, sempre foi o meu xodó. Um álbum que não me canso de ouvir.

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I Never Loved a Man the Way I Love You

Aretha Franklin | 🇺🇸 10 de março de 1967

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Quando ouvi esse disco pela primeira vez eu só conhecia uma faixa dele: Respect. E aí, ao ter contato com o projeto inteiro — por curiosidade mesmo, procurando ouvir a discografia da cantora — eu fui aos céus e voltei várias vezes. Este, que foi o primeiro grande disco da Rainha do Soul, é um daqueles trabalhos que a gente coloca pra ouvir em casa de manhã (pra acordar bem e feliz), no carro ou nos fones de ouvido para fazer uma viagem em plena paz. Um daqueles projetos que têm o poder de nos deixar sorrindo o dia inteiro, além de trazer uma faixa melhor que a outra, claro.

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Innuendo

Queen | 🇬🇧 5 de fevereiro de 1991

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Se você é um visitante um tantinho antigo da nossa casa, certamente sabe que o Queen é a minha banda favorita. Aqui no site, encontrarão críticas minhas para todos álbuns de estúdio da banda + uma porrada de álbuns ao vivo, livro, documentário e lista. Desde que eu me lembro, na escolha de “álbuns favoritos da vida”, alguma coisa do Queen sempre esteve presente. E por “alguma coisa“, eu quero dizer três diferentes álbuns até agora, curiosamente marcando muito bem as minhas experiências nas diferentes fases dessas escolhas. Primeiro meu favorito foi A Day at the Races e depois, A Night at the Opera. Hoje, meu favorito da banda e um dos favoritos da vida é essa pérola cheia de dor, esperança, carinho e solenidade chamada Innuendo.

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Acústico MTV – Cássia Eller

Cássia Eller | 🇧🇷 2001

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É difícil encontrar alguém que realmente gosta de música brasileira e não tem no coração pelo meno um dos discos do projeto Acústico MTV. Eu, por exemplo, tenho vários: os programas com Gilberto Gil, Titãs, Rita Lee, Lulu Santos (o programa de 2000, claro), Kid Abelha e O Rappa, são verdadeiros xodós do meu coração. Mas nenhum deles supera, para mim, essa coisa linda que foi o programa com a Cássia Eller. Eu conheci esse trabalho inicialmente pela versão em DVD, alguns poucos anos depois de o programa ir ao ar. E tudo nesse disco me faz querer pular, rir, ter raiva e tirar sentimentos de dentro e colocar pra fora. Hoje, você pode encontrar todas as 17 faixas do disco na minha playlist.

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Cité

Lenine | 🇧🇷 26 de novembro de 2004

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Eu conheci Lenine em um dos rolês mais insanos da minha vida: o Carnaval de 2005, em Olinda e Recife. Eu estava pertinho de casa (pra quem não sabe, eu sou pernambucano, de uma cidade do litoral sul do Estado chamada Cabo de Santo Agostinho) e perto de alguns primos queridos e de muitos amigos. O show do Lenine foi um dos melhores momentos daquela loucura e, por uma dessas coincidências da vida, logo na volta da viagem, um colega da faculdade estava com o CD de O Dia em Que Faremos Contato, que eu nunca tinha ouvido, por sinal. Foi a confirmação do meu amor pelo cantor. Eu quase tive um treco quando não consegui ir no Auditório do Ibirapuera para a gravação do MTV Acústico dele, mas tenho o maior orgulho de ter ido em todas as turnês de discos que ele lançou dali pra frente: Labiata (2008), Chão (2011) e Carbono (2015). Amo a discografia inteira desse homem e Cité está no topo da lista. Primeiro disco ao vivo do cantor, gravado no Cité de la Musique, em Paris, nos dia 29 e 30 de abril de 2004, Cité é uma síntese poderosa do que a música do Lenine propõe e que eu já perdi as contas de quantas vezes ouvi, especialmente a minha faixa favorita do disco, Todas Elas Juntas Num Só Ser.

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Back to Black

Amy Winehouse | 🇬🇧 27 de outubro de 2006

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Eu tenho bem claro na memória os primeiros momentos em que comecei a ouvir falar de Amy Winehouse. Mas tudo o que eu ouvia era sobre o comportamento destrutivo dela, não sobre a música. Também me recordo que demorou um bom tempo até que eu procurasse ouvir algo da cantora que não fosse Rehab, faixa que estourou aqui no Brasil. E quando comecei, fui pelo começo, com o álbum Frank (2003). Agora que vocês já sabem o meu background jazzístico, já devem imaginar o quanto eu me xinguei por não ter procurado ouvir a música dessa mulher antes. Na época, certas coisas que eu vivia me fizeram grudar em Take the BoxIn My Bed, então do nada, Amy passou de alguém que ouvia falar mal para alguém que eu vivia cantarolando. A paixão por Back to Black veio um pouco depois, e foi arrasadora. Um álbum de “quebrar e consertar” que também dialogou comigo de maneira íntima, musical e liricamente. Até hoje, não sai da minha lista. Uma pena que perdemos essa artista incrível tão cedo…

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Dois Quartos

Ana Carolina | 🇧🇷 2 de dezembro de 2006

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Ana Carolina é uma cantora que eu ouço desde a adolescência e de quem sempre gostei. Quando esse disco foi lançado, eu estava em minha fase de ebulição e loucuras da juventude, e todo o jogo de “excesso e falta” do disco veio como um turbilhão realista e ao mesmo tempo fantasioso para mim. Desses meus favoritos, ele é o mais pessoal e o que mais memórias e sentimentos fortes me trazem, de uma das melhores fases da minha vida. Para quem não sabe, trata-se de um álbum duplo, subtitulado Quarto e Quartinho. Cada um deles possui uma atmosfera específica e eu passei muito tempo viajando, às vezes chorando e quase sempre cantando aos berros todas essas canções. Aliás, este é um padrão para mim em quase tudo o que Ana Carolina lançou antes de #AC (2013).

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Racine Carrée

Stromae | 🇫🇷 16 de agosto de 2013

Racine Carrée Stromae

Eu devo a um aluno meu o contato com Racine Carrée. Como a maioria das pessoas que pisaram os pés em algum balada nos anos de 2010 ou 2011, eu conhecia Stromae por uma música apenas: Alors on Danse (do álbum Cheese). Em alguma conversa sobre mercado musical e com a citação da famosa Alors on Danse, esse meu aluno me perguntou se eu conhecia outras coisas do Stromae, e eu disse que não. Ele então me indicou o clipe de Papaoutai. A canção é sensacional, o clipe — como todos os que Stromae já fez — é excelente e, de cara, eu pilhei de correr atrás da obra total do artista. Ouvi Cheese e gostei, mas não de maneira especial. Aí ouvi Racine Carrée. Pessoal, é sério. Se vocês não ouviram esse disco, por favor, ouçam. O trabalho do Stromae com a música eletrônica e ramificações como electropop e dance-pop é arte pura. Como ele tem forte influência da música congolesa, o resultado desse casamento com um filho da “Belgian New Beat Music” é simplesmente encantador. Esse é um disco que me deixa encantado, meio bobo, com um sorriso enorme do rosto e dançando em diferentes ritmos e intensidade durante o álbum todo.

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Run the Jewels 3

Run the Jewels | 🇺🇸 24 de dezembro de 2016

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Quem me apresentou ao Run The Jewels foi meu parceiro de casa, o Sr. Handerson Ornelas, vulgo “Rei do Pagode”. E isso lá pelo começo de 2015. Gostei dos caras desde a primeira faixa que ouvi e fiquei roendo as unhas por novos projetos deles, que veio COM TUDO na véspera de Natal, em 2016. Eu só posso dizer que perdi as estribeiras com esse disco e perco até hoje. Quando eu saio de casa, a primeira música da minha playlist, antes de entrar no modo aleatório, é a matadora Legend Has It, e eu nunca pulo essa minha dose diária de RTJ. Isso sem contar as vezes que coloco o disco inteiro para tocar inteiro enquanto corro, cozinho ou resolvo que é o dia da faxina em casa. O disco mais “selvagem” e hilário dentre esses meus 10 favoritos da lista.

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Cuz I Love You

Lizzo | 🇺🇸 19 de abril de 2019

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Vocês viram a data de lançamento do disco, então sabem que este aqui é um recente furador de fila no meu TOP 10 da vida. Quando descobri Lizzo, em 2019, eu fiquei de boca aberta ao saber que ela tinha dois discos lançados antes de Cuz I Love You, que quando eu ouvi da primeira vez, pensei comigo: “não é que esse FDP provavelmente acabou de entrar na minha lista de melhores?“. E entrou mesmo. Como ficou claro, discos que conseguem me capturar por emoções, me dando uma experiência única ao mesmo tempo que exploram bem um gênero que eu gosto, tem tudo para conseguir um lugarzinho fixo no meu coração, e com essa disco da Lizzo não foi diferente.

HANDERSON ORNELAS

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Pet Sounds

The Beach Boys | 🇺🇸 16 de maio de 1966

Pet Sounds The Beach Boys plano crítico

Assistindo uma entrevista com o produtor e jurado musical, Miranda, onde foi feita uma visita a seu arsenal de discos, acabei descobrindo essa obra-prima. Miranda afirmava ter chorado logo nos primeiros momentos que o disco começou a rodar, e isso não foi muito diferente da emoção que tive ao escutá-lo pela primeira vez. Sem dúvidas um dos maiores álbuns da história e que serve de exemplo de como fazer uma música essencialmente pop. Brian Wilson se provando um gênio ao fazer canções extremamente belas e sinceras. E por fim é preciso ressaltar a presença de uma das mais belas composições já feitas nesse universo (e declarada por Paul McCartney sua favorita): God Only Knows.

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Harvest

Neil Young | 🇺🇸 1º de fevereiro de 1972

Harvest Neil Young plano crítico

Um dos discos que talvez tenha moldado o amor que tenho pela música. Neil Young possui uma discografia invejável, daquelas que fazem fãs de música discutirem durante bastante tempo qual seria sua maior obra. Bem, Harvest na opinião desse que vos escreve, não é só seu maior álbum como também um dos maiores que esse mundo já viu. Desde a gaita no início de Out Of The Weekend até o solo de guitarra espetacular de Words (Between The Lines Of Age) o disco se mantém impecável. Se quer escutar um modelo perfeito de folk e country, esse é o álbum.

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Clube da Esquina

Milton Nascimento e Lô Borges | 🇧🇷 março de 1972

Clube da Esquina Milton Nascimento e Lô Borges plano crítico

Vá na Amazon.com e veja os reviews para esse álbum. Você vai encontrar reviews de pessoas de diferentes partes do mundo dizendo coisas como “essas músicas devem tocar no Paraíso“, “esse álbum mudou minha vida“, “isso é uma obra de arte“. Você encontra gente comparando a grandeza do álbum a obras como Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles e The Dark Side Of The Moon do Pink Floyd. E não, eles não estão exagerando. Eu posso escutar faixas como Trem de Doido e Clube da Esquina Nº 2 quantas vezes for possível e continuarei impressionado, como se fosse a primeira vez ouvindo. Um disco que reuniu vários excelentes músicos mineiros e se tornou um dos mais importantes álbuns desse país. É um verdadeiro orgulho para a música brasileira. PS: Tanto o nome quanto a capa são absolutamente geniais.

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The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars

David Bowie | 🇬🇧 6 de junho de 1972

The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars David Bowie plano crítico

O ano de 2014 e 2015 foi um ano em que me apaixonei por David Bowie. Eu já havia escutado algumas de suas obras, mas foi nesses anos que fiz uma completa viagem pela discografia do mesmo, vi documentários, pesquisei sobre… E nesse tempo, seu The Rise And Fall Of Ziggy Stardust foi um álbum que me acompanhou por todos os cantos que eu ia. Sempre fui fascinado por ficção científica e sua temática me fisgou totalmente, além de, claro, a força indomável de seus riffs de guitarra, a influência melódica do soul e suas letras misteriosas. Ziggy, junto a tantos outros personagens de Bowie, se tornaram meus heróis.

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The Dark Side Of The Moon

Pink Floyd | 🇬🇧 23 de março de 1973

The Dark Side Of The Moon Pink Floyd plano crítico

Eu poderia elaborar um grande texto e falar da importância desse álbum pra história da música como falei no Entenda Melhor do álbum, mas nada supera a importância que ele tem pra mim. Houve uma época em que o escutava sempre uma vez por semana e o resultado parecia ser sempre como se eu tivesse escutando pela primeira vez. O álbum embarca dentro do ser humano, visita desde medos e frustrações a felicidades e ambições. Desde o verso “Breathe, breathe in the air” até a clássica “There is no dark side of the moon, really. Matter of fact, it’s all dark” permanece impecável.

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Born To Run

Bruce Springsteen | 🇺🇸 25 de agosto de 1975

Born To Run Bruce Springsteen plano crítico

Já falei de um modelo para o pop, um para o country/folk e esse serviria de modelo para um rock n’ roll genuíno. Bruce tem uma discografia tão invejável quanto a de Neil Young, e deveria ser o maior exemplo de artista para quem se inspira em ser músico. Um cantor carismático, competente, genial e que não precisou recorrer a vícios e polêmicas pra fazer música de qualidade e sucesso. Interessante como a música pode servir como lembrança de algumas memórias melhor que uma fotografia. E Born To Run me traz lembranças tão simples e ingênuas quanto grandiosas. Bruce transmite emoção através de arranjos belíssimos que fazem você querer desde sair correndo na chuva escutando a faixa homônima, quanto querer deitar e ficar pensando na vida escutando Meeting Across The Street. Um CLÁSSICO.

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Disco Club

Tim Maia | 🇧🇷 1978

Disco Club Tim Maia plano crítico

O maior cantor que já surgiu nesse país chamado Brasil. Tim é o verdadeiro rei da música popular brasileira. Entre tantas obras magistrais do síndico, Disco Club é minha preferida talvez por memória afetiva: se trata do primeiro trabalho dele que ouvi. Desde a vibe disco efervescente de Acende o Farol, passando pelo groove impecável de Sossego e a lindíssima e esquecida balada Pais e Filhos, temos aqui um álbum perfeito e que me apresentou a esse artista gigante que carrego sempre comigo.

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Late Registration

Kanye West | 🇺🇸 30 de agosto de 2005

Late Registration Kanye West plano crítico

Quando ouvi Late Registration, tudo mudou. Já havia escutado Kanye antes, mas foi ali que minha mente explodiu. Eu nunca mais seria o mesmo. Naquela época eu já estava em um projeto em que expandia meu conhecimento no meio do hip-hop, mas foi na minha primeira audição de Late Registration o momento que vi o nível absurdo de rimas, temas e, principalmente, instrumentais (Jon Brion!) que o gênero podia imprimir. Talvez o álbum que mais ouvi durante meu intercâmbio, o que faz com que hoje carregue um doce sabor diferenciado na memória devido aos ótimos momentos que passamos.

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Aleluia

Cascadura | 🇧🇷 8 de maio de 2012

Aleluia Cascadura plano crítico

O melhor álbum de uma das maiores e mais subestimadas bandas do rock nacional. E aqui representa as tantas bandas independentes que acompanho, amo e admiro, enfrentando as inúmeras dificuldades de sobreviver de arte em uma país que não a valoriza. Cascadura sempre carregou em seu som a essência de um rock n’ roll cheio do regionalismo baiano, incorporando melodias inesquecíveis em composições extremamente inspiradas. Aleluia, o último disco da banda que declarou fim das atividades em 2015, foi uma obra que ouvi a exaustão durante o início da graduação, em tempos que minha vida mudava totalmente e eu passava a ver o mundo de outra forma. Essas melodias sempre ficarão comigo e pra sempre serei grato a Fábio Cascadura e sua trupe.

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Blonde

Frank Ocean | 🇺🇸 20 de agosto de 2016

Blonde Frank Ocean plano crítico

Eu nunca esquecerei o dia que ouvi Blonde pela primeira vez. Já havia me surpreendido com Endless em seu lançamento, então quando acordei no dia seguinte e Frank havia lançado um segundo álbum no mesmo fim de semana, minha cabeça explodiu. Sentei e me dediquei 1h a ouvir atentamente Blonde. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. O minimalismo criativo do artista junto a suas confissões e sua atmosfera intimista me emocionou de uma forma que poucos álbuns já fizeram. Frank é um gênio musical que dá orgulho de dizer que faz parte da minha geração.

MARCELO SOBRINHO

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The Dark Side of the Moon

Pink Floyd | 🇬🇧 1º de março de 1973

The Dark Side Of The Moon Pink Floyd plano crítico

Para mim, o auge criativo de Roger Waters como compositor, somado a alguns dos melhores riffs e solos de guitarra de David Gilmour. Mais sintético que The Wall e ainda mais interessante, The Dark Side of The Moon contém uma sequência de obras-primas, como Breathe, Time, Money e Us and Them. Em 42 minutos, as letras tratam de temas como doença mental, poder, sentido da existência e alienação na sociedade contemporânea. É preciso seguir a ordem das faixas como quem segue a ordem dos capítulos de um livro. Há um percurso conceitual a ser seguido.

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Filmes de Guerra, Canções de Amor

Engenheiros do Hawaii | 🇧🇷 Outubro de 1993

Filmes de Guerra, Canções de Amor Engenheiros do Hawaii plano crítico

Os arranjos da Orquestra Sinfônica Brasileira, regida por Wagner Tiso, trouxeram uma sonoridade bem mais agradável às canções da minha banda brasileira predileta. Por mais que eu considere Humberto Gessinger um dos grandes letristas de toda a música brasileira, a sonoridade mal acabada de todos os discos do rock nacional nos anos 80 (não só dos Engenheiros do Hawaii) sempre me incomodou. O registro da banda junto à OSB de canções que eu tanto adoro, como Mapas do Acaso, Ando Só e Exército de um Homem Só, é definitivo.

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Definitely Maybe

Oasis | 🇬🇧 20 de agosto de 1994

Definitely Maybe Oasis plano crítico

Definitely Maybe colocou o nome do Oasis na rota do rock da década de 90 e inscreveu o nome do grupo nas páginas de qualquer livro sobre o tema. O que Noel e Liam conseguiram aqui talvez nunca mais tenham alcançado. Num futuro longínquo e hipotético, em que o rock supostamente tivesse deixado de existir, talvez fosse esse um dos bons discos para presentear alguém que quisesse descobrir o que havia sido esse gênero musical, cuja história se confunde tanto com a própria história do último século.

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Hommage à Piazzolla

Gidon Kremer | 🇺🇸 18 de março de 1996

Hommage à Piazzolla Gidon Kremer plano crítico

O Novo Tango de Astor Piazzolla, que incorporou os improvisos do jazz e algo do pensamento sonoro da música erudita, ganha com o violinista francês Gidon Kremer alguns de seus melhores registros. Acho difícil que alguém conceba e execute arranjo mais belo que os de Kremer para diversas peças fundamentais da carreira de Piazzolla, seja na melancolia de partir o coração de Oblivion, na espirituosidade de Café 1930 ou no virtuosismo acachapante de O Grande Tango. Kremer lança mão de todos os toques e timbres da música erudita para enriquecer sua visão do tango.

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Gershwin & Ravel: Piano Concertos

Hélène Grimaud + Baltimore Symphony Orchestra | 🇺🇸 25 de novembro de 1997

Gershwin & Ravel_ Piano Concertos Hélène Grimaud + Baltimore Symphony Orchestra plano crítico

Uma das minhas pianistas prediletas, Hélène Grimaud realiza aqui os mais belos registros desses dois concertos que tanto amo. Incrível como a musicista francesa mergulha com total desenvoltura no delicioso mundo jazzístico de George Gershwin, evocando com propriedade toda a leveza, todo o drama e todo o tom malicioso e despojado do Concerto Para Piano em Fá Maior, especialmente em segundo movimento. Já o segundo movimento do Concerto para Piano em Sol Maior, de Maurice Ravel, é interpretado com insuperável beleza por Grimaud. Para mim, a melhor interpretação de uma das páginas mais lindas da história da música ocidental.

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A Summer Night in Munich

Oscar Peterson | 🇺🇸 23 de fevereiro de 1999

A Summer Night in Munich Oscar Peterson plano crítico

Oscar Peterson é um dos grandes pianistas de jazz de todos os tempos e particularmente o meu predileto por ser essencialmente um grande melodista. Ainda que seja um mestre nas improvisações, não sinto, nem sequer por um instante, que seus improvisos sejam radicais a ponto de se dispersarem em demasia em termos melódicos. Sua gravação ao vivo em Munique, no ano de 1998, com uma banda repleta de excelentes músicos, é meu disco de jazz predileto até hoje. A Summer Night in Munich contém as melhores versões de vários de seus grandes sucessos, como Backyard Blues, Evening Song, Hymn for Freedom e, especialmente, da maravilhosa When Summer Comes, em que brilham também o contrabaixo de Niels-Henning Ørsted Pedersen e a guitarra de Ulf Wakenius.

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Hekel Tavates & Villa-Lobos

Arnaldo Cohen + Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música | 🇧🇷 2002

Hekel Tavates & Villa-Lobos Arnaldo Cohen + Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música plano crítico

Um disco cada vez mais raro de se encontrar e uma verdadeira pérola produzida ao vivo pela Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música, sob a batuta de Roberto Tibiriçá, e pelo pianista brasileiro Arnaldo Cohen em sua melhor forma (suas gravações e recitais tem se tornado cada vez mais mecânicos para o meu gosto). O Concerto para Piano em Formas Brasileiras, de Hekel Tavares, convida a modinha, o ponteio e o maracatu para uma visita ao mundo da música erudita. Para finalizar, a obra mais bela de Heitor Villa-Lobos em minha opinião – o Choros Nº6 Para Orquestra – ganha a sua melhor interpretação. O tom seresteiro do começo, os vigor dos metais nas passagens mais poderosas e a riqueza das síncopes e das figuras rítmicas tipicamente brasileiras ainda me emocionam profundamente a cada vez que ouço a essa gravação.

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Debussy: Works for Piano

Claudio Arrau | 🇫🇷 8 de setembro de 2003

Debussy_ Works for Piano Claudio Arrau plano crítico

Ao contrário de Pollini em seu registro de Chopin, a gravação do pianista chileno Claudio Arrau escolhe em diversas peças andamentos um pouco mais lentos. Sua escolha de agógica pouco ortodoxa parece permitir a Arrau retirar todos os matizes já conhecidos da obra para piano de Claude Debussy mas também algumas texturas bem pouco exploradas por outros pianistas. Grandes “hits” como Claire de Lune ganham beleza inacreditável. Cada respiração e cada rallentando é intensamente experimentado. O mesmo efeito Arrau alcança no registro dos livros de Prelúdios e até em peças satíricas e com tom irônico, como a bela valsa La Plus Que Lente.

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Chopin: Nocturnes

Maurizio Pollini | 🇩🇪 4 de outubro de 2005

Chopin_ Nocturnes Maurizio Pollini plano crítico

Mesmo imprimindo andamentos mais rápidos que o habitual a peças tão melancólicas e soturnas, como os noturnos de Chopin, a gravação de Maurizzio Pollini contém o melhor do cantabile, dos rubatos e da clareza de fraseado que singularizam a música do compositor polonês. Os andamentos um pouco mais acelerados trazem inclusive uma carga sentimental diferenciada a algumas dessas peças, a exemplo do noturno Op.72 Nº1, cuja angústia atinge um clímax realmente inigualável. Um dos maiores pianistas de todos os tempos em estado de glória.

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Tom Jobim Inédito

Tom Jobim | 🇧🇷 1987

Tom Jobim Inédito Tom Jobim plano crítico

Gravado originalmente em 1987, o disco duplo, relançado pela BMG em 1995 e pela Biscoito Fino em 2004, reúne muitas das melhores canções de Tom Jobim em arranjos e gravações ainda mais belos que os originais, além de faixas inéditas na voz do músico carioca. Chega de Saudades, Sabiá, Desafinado e Samba de Uma Nota Só são algumas das canções mais importantes desse disco. Vale destacar que esse álbum é uma comemoração aos 60 anos de Tom – uma iniciativa exitosa de Vera de Alencar (museóloga e amiga da família Jobim). Tom Jobim e diversos parceiros o gravaram na própria casa do músico, no Jardim Botânico e o transformaram em uma síntese extremamente caprichada e elegante da obra do melhor músico da Bossa Nova.

FREDERICO FRANCO

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The Freewheelin’ Bob Dylan

Bob Dylan | 🇺🇸 27 de maio de 1963

The Freewheelin' Bob Dylan Bob Dylan plano crítico

Os anos 1960 definitivamente marcaram a cena cultural estadunidense. Movimentos pacifistas, geração Beatnik, Woodstock e Bob Dylan. Para o historiador Eduardo Bueno, Dylan pertence à mesma família de poetas malditos como Rimbaud e Baudelaire. Em seu segundo disco, o artista comprova isso: The Freewheelin’ Bob Dylan é uma afronta ao casual estilo de vida do cidadão médio dos EUA. Nada representa mais sua geração do que Blowin’ in the Wind, um hino dos sessentista. Ainda, completam o álbum a história de amor Girl From the North Country e Masters of War, uma direta crítica ao poderio nuclear de grandes líderes nacionais.

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The Notorious Byrd Brothers

The Byrds | 🇺🇸 3 de janeiro de 1968

The Notorious Byrd Brothers The Byrds plano crítico

The Byrds é uma das maiores heranças do filme Easy Rider, tendo Ballad of Easy Rider como principal tema. Após isso, ouvindo The Notorious Byrd Brothers percebe-se uma completa ruptura no som escutado anteriormente. Explorando seus sintetizadores sob o efeito de alucinógenos, Roger McGuinn descobre sonoridades completamente desconhecidas para os fanáticos por The Byrds. Tentando refletir a experiência do uso de drogas – similar àquilo que fez Lou Reed em Heroin – obras-primas como Dolphins Smiles. Depois, o disco muda seus vetores e concentra sua energia no futurista teclado de McGuinn, em Moog Raga e Space Odyssey (a última, inspirada no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço).

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Bitches Brew

Miles Davis | 🇺🇸 30 de março de 1970

Bitches Brew Miles Davis plano crítico

Se jazz é um estilo musical complexo, jazz fusion vai além. Como o próprio nome sugere, esse gênero é composto pela fusão de outras vertentes jazzísticas e do rock. Bitches Brew é certamente um precursor na questão aqui proposta. A composição desse álbum possui direta correlação com a cena musical do fim dos anos 1960, tendo como uma notável referência as confusas e desordenadas escalas de Jimi Hendrix. Unindo ritmos próximos do blues e incorporando mais elementos à sua composição rítmica, Davis cria uma experimentação sagaz em cima de um já consagrado gênero musical. Destaque especial fica para a capa de Bitches Brew: recorrendo a influências de matriz africana e ritualísticas, a arte de Mati Klarwein também ecoa nas próprias músicas, que aparentam buscar uma regressão à ancestralidade-tribal. 

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Paul Simon

Paul Simon | 🇺🇸 24 de janeiro de 1972

Paul Simon Paul Simon plano crítico

Sound of Silence é um dos grandes cânones da música de Simon e Garfunkel, tendo perdurado como um clássico até os dias atuais. Seguindo a mesma estética do conjunto, Paul Simon possui uma consistente carreira solo, consolidada por seu álbum Paul Simon. Nesse, Simon realiza um compilado de novos estudos a respeito de ritmos ao redor do mundo, como samba, música jamaicana e reggae. Em Paranoia Blues, o cantor adapta o gênero do blues a seu clássico violão e trompetes vindos do jazz. Ainda, em uma das mais famosas canções do álbum, Me and Julio Down by The Schoolyard, um sutil cuíca de samba é ouvida ao seu final.

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Alucinação

Belchior | 🇧🇷 junho de 1976

Alucinação Belchior plano crítico

Figura famosa no inconsciente do cidadão médio brasileiro, Belchior é um dos geniais compositores que nasceram neste país. O disco Alucinação impressiona por sua proximidade com a música de Bob Dylan e, também, por letras extremamente narrativas – criando personagens e, até mesmo, conflitos durante a história. Sendo breve, o álbum é repleto de críticas a regressão dos valores morais da sociedade, eternizadas em Velha Roupa Colorida, e à situação do nordestino no Brasil, exemplificada em Fotografia 3×4. Contudo, o real destaque fica por conta da música-título. Alucinação (música) é, sem sombra de dúvidas, a captura do zeitgeist da juventude brasileira que urgia por liberdade nos anos 1960. A obra-máxima de Belchior compõe um hino revolucionário, que instigou sua geração.

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Bicicleta

Serú Girán | 🇦🇷 1980

Bicicleta Serú Girán

Um homem com um bigode bicolor, críticas ao governo Videla e uma afronta à censura. Regida pelo mitológico Charly García, a banda Serú Girán, formada em Búzios, tem em seu terceiro álbum seu grande manifesto político. Transitando entre o Rock Progressivo e Jazz, Bicicleta é uma obra prima da música argentina. 

A música inicial, A Los Jovenes de Ayer, pode ser uma síntese estética do disco; iniciando com um um jazzistico solo de teclado e terminando com um ritmo progressivo, a música representa a grande polifonia presente em Bicicleta. Em Canción de Alicia en El País, Serú Girán apresenta suas armas contra a sanguinária ditadura militar de seu país, escondendo críticas ferrenhas em uma genial metáfora envolvendo a banda Genesis e Alice no País das Maravilhas.

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Singin’ Alone

Arnaldo Baptista | 🇧🇷 1982

Singin' Alone Arnaldo Baptista

Não há definição sobre o gênero musical aqui praticado. Distanciando-se do estilo farsesco de Os Mutantes, o virtuoso Arnaldo Baptista introduz sua faceta mais introspectiva. Dentro de um período complexo de sua vida – logo depois de gravar o disco, Arnaldo comete uma tentativa de suicídio – o autor adota uma poético introspectiva e melancólica. 

Isolado junto de seus próprios demônios, o ex-Mutante os expurga em músicas de pouca lógica ou sentido único. Bomba H Sobre São Paulo, talvez a grande canção do disco, é similar a um fluxo de consciência retirado de um livro de Faulkner, repleta de versos ilógicos e surreais. O destaque, porém, fica para o fim: uma melancólica versão de Balada do Louco – completamente oposta àquela gravada por sua antiga banda.

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Emperor Tomato Ketchup

Stereolab | 🇬🇧 18 de março de 1996

Emperor Tomato Ketchup Stereolab

Stereolab é uma banda que engloba inúmeras vertentes musicais que compõem uma sonoridade muito específica. A líder do grupo, Laetitia Sadier, buscava inspirações tanto nas composições de Françoise Hardy quanto na filosofia de Guy Debord. Seguindo a linha do pós-rock, Emperor Tomato Ketchup é um mix de surrealismo e futurismo. A constante experimentação em cima de conceitos do rock e incansável uso de moogs constituem uma atmosfera similar àquela encontrada em bandas como Faust.

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A Sétima Efervescência

Júpiter Maçã | 🇧🇷 1997

A Sétima Efervescência Júpiter Maçã plano crítico

Inserido na cena noventista do rock gaúcho, A Sétima Efervescência é, provavelmente, um dos trabalhos mais originais e virtuosos de seu tempo. Desde sua capa – antecipando uma estética futurista posteriormente alcançada por Júpiter Maçã – até os versos eróticos de Essência Interior, o álbum é uma completa ode à psicodelia. É considerado pela Rolling Stones um dos 100 Melhores Álbuns da Música Brasileira, ocupando o 96º lugar na lista. Mesclando inglês e português, Syd Barrett e The Beatles, A Sétima Efervescência é, definitivamente, um ponto de virada na carreira de seu criador; a transição do rockabilly para Querida Superhist x Mr. Frog.

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Rejoicing in the Hands

Devendra Banhart | 🇺🇸 24 de abril de 2004

Rejoicing in the Hands Devendra Banhart plano crítico

Bob Dylan foi um grande legado para a música em geral, tendo influenciado artistas como Lou Reed e Johnny Cash. Dentro da cena contemporânea, Devendra Banhart é um daqueles cujas raízes dylanescas estão à mostra. De ascendências venezuelana e com influências na música latino-americana, Banhart segue o caminho do folk psicodélico para construir Rejoicing in the Hands. Ouvir esse disco é se permitir entrar em uma viagem de mantras construídos por um sutil violão que conduz o ouvinte a um estado de meditação transcendental.

DAVI LIMA

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Time Out

The Dave Brubeck Quartet | 🇺🇸 14 de dezembro de 1959

Time Out The Dave Brubeck Quartet plano crítico

Eu não poderia deixar um poderoso jazz não representar meu amor por esse gênero musical que surpreende com suas técnicas e histórias instrumentais. O caso desse antigo álbum de 1959 foi um achado, uma indicação que puxa quem ouve para um mundo estático. Não é viciante, é ensurdecedor de bom. E não vale apenas pelo conforto, é de entender as paradas musicais e de cada ser humano para uma breve reflexão.

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The Phantom of Opera

Andrew Lloyd Webber | 🇬🇧 23 de novembro de 2004

The Phantom of Opera Andrew Lloyd Webber plano crítico

O filme do famoso diretor que fez Batman Eternamente adaptou O Fantasma da Ópera com quase tudo pago pelo próprio Andrew Lloyd, que trouxe a ópera para a Broadway. Foi assim que conheci essa tensa e encantadora obra musical. Ouvindo a Soundtrack do filme é quase se colocar na posição da protagonista Christine, em que há um terror apaixonante no envolvimento com esse álbum que vicia. Colocando uma faixa você se intriga e só talvez não termine se você não ouvir Learn to Be Lonely por último. De resto, Patrick Wilson, Emmily Rossum e Gerard Butler tem a variação quase perfeita de gravidade, fúrias e melancolia. Com um toque de contagia.

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Let it Roll

George Harrison | 🇺🇸 16 de junho de 2009

Let it Roll George Harrison plano crítico

O melhor de George Harrison, um compilado reafirma esse músico como além de um Beatle. Não só pelos grandes sucessos de While My Guitar Gently Weeps, Got My Mind Set on You ou My Sweet Lord. Você tem sua guitarra sustentando um música completa com Marwa Blues mais uma vez e Harrison também cantando Ao Vivo. Tem uma versão alternativa de Rising Sun, uma emoção forte com Something e um esplendor energético com Cheer Down. É uma compilação difícil, mas uma crescente que é difícil ignorar.

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Esperar é Caminhar

Palavrantiga | 🇧🇷 2010

Esperar é Caminhar Palavrantiga plano crítico

Crítico, almejante, inspirador e eterno. Essas palavras podiam definir o que acho dessa banda Palavraantiga em geral, porém esse álbum parece ter uma organização e seleção de músicas arquitetada para alguma história que o título dele já diz. O Indie Rock é o que poderia encaixar o estilo de música, mas parece mesmo poesias intensas com uma guitarra levando horizontalmente a palavra divina. Independente da fé, o preceito eterno do álbum alcança qualquer um.

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1000 Reasons

Matt Redman | 🇺🇸 2012

1000 Reasons Matt Redman plano crítico

O Ao Vivo não é para qualquer um, mas com a agitação das músicas de Matt Redman que levanta muitos jovens e um inesperado hit gospel chamado 1000 Reasons faz desse álbum um heterogêneo que conforta e anima quase ao mesmo tempo. Uma hora tem violão, outra tem guitarra, outra hora é mais piano. No final é só você ter um pouco de espiritualidade para pegar as letras e o resto é só ouvir.

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Lorena Chaves

Lorena Chaves | 🇧🇷 2013

Lorena Chaves Lorena Chaves plano crítico

Não é um álbum perfeito, mas se a proposta é falar sobre o próprio autor nada mais justo ser imperfeito como quem produz a obra. Mais uma vez um MPB com pegadas de rock, outras mais arranjadas com um tom clássico em interlúdios de estrofes. Lorena Chaves tem uma capacidade de ser debochada com a voz e ser sentimental com um lirismo do além. Portão Azul é a música que talvez faça mais sucesso, uma reflexão sobre a eternidade, mas a que mais gosto, Aonde está o seu amor? parece dizer algo que o álbum todo diz: para onde foi a empatia?

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Crombie Ao Vivo no Teatro Municipal de Niteroi

Crombie | 🇧🇷 11 de junho de 2014

Crombie Ao Vivo no Teatro Municipal de Niteroi Crombie

Alguém me disse que o Ao Vivo de John Meyer era melhor de se ouvir, outra pessoa me disse que Marcela Taís cantando fora do estúdio não tonalizava muito bem. No fim, só Paulo Nazareth me fez ver a magia do Ao Vivo e do estúdio, que independe do contexto, porque a faixa Dolores é tão incrível nos dois sentidos que equilibra tudo. O vocalista do Crombie parece pregar nos palcos enquanto chama as pessoas para cantar seu MPB, reggae e indie rock alegórico. Um movimento cristão marcante.

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John Williams & Steven Spielberg: The Ultimate Collection

John Williams + Boston Pops Orchestra | 🇺🇸 17 de março de 2017

John Williams & Steven Spielberg: The Ultimate Collection John Williams + Boston Pops Orchestra

Para quem é fã dos filmes do Steven Spielberg ou ao menos admira sua filmografia é quase impossível não se ater as trilhas sonoras que John Williams recheou historicamente. Embora seja um pretenso Ultimate Collection, serve também como raridade poder voltar a ouvir com tão boa qualidade as trilhas de Louca Escapada e 1941 – Uma Guerra Muito Louca, começo de carreira dos trabalho em conjunto dos artistas. É mágico, assim como os filmes ouvir o álbum todo de John Williams para os filmes do grande diretor que sou fã.

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Piano e Voz, Amigos e Pertences 2

Paulo César Baruk | 🇧🇷 10 de maio de 2017

Piano e Voz, Amigos e Pertences 2 Paulo César Baruk plano crítico

Aqui vai um álbum mais de resistência a músicas antropocêntricas que contradizem as letras e as propostas. Falando de arte, a busca por coerência e honestidade é comum a todos, imagino. Então o cantor Paulo César Baruk arranja os clássicos gospel, que tem uma brasilidade perdida nas músicas atuais e são mais cristocêntricas também. Mas o mais impressionante é o potencial que Baruk tem como produtor musical. Fora o projeto ser fora de estúdio, ele implementa tanta classicismo nas músicas, como o nome do álbum já diz, que pode angariar mais ouvintes pela qualidade musical.

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O Extraordinário em Nós

Paulo Nazareth | 🇧🇷 26 de outubro de 2018

O Extraordinário em Nós Paulo Nazareth plano crítico

É um álbum da volta de Paulo Nazareth nas plataformas digitais e como autorismo formatado numa compilação, porque antes ele lançava “singles” com parcerias. Depois de Crombie ele se tornou um dos melhores cantores brasileiros da atualidade. Sua voz paulistana pode incomodar alguém, mas sua suavidade que ele implementa em qualquer música, até na mais agitada, não é dissonante, são suas pausas e letras do cotidiano que permitem essa sua maneira de cantar. Com Nazareth se faz uma conversa cantante. Você quer ouvir, mas logo quer falar com a música.

RODRIGO PEREIRA

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Goodbye Yellow Brick Road

Elton John | 🇬🇧 5 de outubro de 1973

Goodbye Yellow Brick Road Elton John plano crítico

Cresci ouvindo meus pais falarem sobre Elton John e eventualmente ouvia junto deles suas canções, já que é um artista que gostam bastante. Conhecer mais profundamente, no entanto, foi algo que fiz há não muito tempo atrás (e que foi potencializado pelo lançamento de Rocketman), mas foi um caso de amor à primeira vista. Fiquei encantado com a qualidade de seu trabalho e comecei a devorar diversos discos de épocas distintas de sua gigantesca carreira. Porém, nenhum de seus discos teve o impacto que Goodbye Yellow Brick Road. Que coisa estupenda Elton John nos presenteou lá nos longínquos anos 70 e como continua encantador tanto tempo depois.

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Cartola II

Cartola | 🇧🇷 1976

Cartola II Cartola plano críticoCartola II Cartola plano crítico

Não é de hoje que tenho apreço pelo samba, mas isso aumentou consideravelmente na última meia década. E um dos principais responsáveis por isso foi Cartola. Um dos maiores nomes da história do samba me conquistou de tal forma que talvez seja meu artista favorito no gênero. Sua profundidade e poesia conseguem transformar a tristeza em algo belo, ainda que esteja doendo tal qual um punhal cravado em nosso peito. Pena que esse gigante não tenha tantos discos gravados para que nos deliciássemos ainda mais.

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Alucinação

Belchior | 🇧🇷 junho de 1976

Alucinação Belchior plano crítico

Acho uma tarefa muito difícil decidir qual meu disco favorito da vida. Fico incrédulo como algumas pessoas conseguem responder essa pergunta na lata, de maneira, aparentemente, tão fácil. Sempre que ouço esse questionamento, porém, o primeiro álbum que aparece em minha mente após pensar um pouco sempre é Alucinação. Gostaria que fosse possível agradecer Belchior pessoalmente por toda a sua obra e, principalmente, por essa maravilha que é também um clássico da música popular brasileira.

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Bahiuno

Belchior | 🇧🇷 1993

Bahiuno Belchior plano crítico

Não tem um disco desse bigodudo que não acabe me conquistando em maior ou menor grau. Bahiuno, em especial, me faz viajar completamente. É um dos discos que mais consigo me conectar e sentir como se estivesse vivendo o que Belchior canta. Sem contar a variedade que ele traz nesse trabalho (tanto musical quanto de tema). Sou grande admirador de seu trabalho e só não enchi essa lista de discos seus para ser justo com outros artistas que tanto admiro.

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Back to Black

Amy Winehouse | 🇬🇧 27 de outubro de 2006

Back to Black Amy Winehouse plano crítico jazz álbuns favoritos

Amy Winehouse foi uma artista que tive, por muito tempo, uma resistência sem explicação. Não consigo encontrar alguma justificativa racional para sempre ter evitado seu trabalho, simplesmente não me atraía (pelo contrário, me repelia). E é o típico caso do “por que demorei tanto para ouvir isso? É maravilhoso!“. O fato é que sua voz marcante e sua tremenda qualidade me conquistaram por completo e fico ainda mais triste por ela ter nos deixado ainda tão jovem e com tantas histórias para viver e contar.

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Amor, Festa e Devoção (Ao Vivo)

Maria Bethânia | 🇧🇷 12 de novembro de 2010

Amor, Festa e Devoção (Ao Vivo) Maria Bethânia plano crítico

Adoro vozes potentes e graves. E me encanto ainda mais quando trata-se de uma cantora. Some isso a todo conhecimento e maestria de Maria Bethânia e fico totalmente apaixonado. Já perdi as contas de quantas vezes ouvi a esse disco e assisti ao show. A paixão dela pela música e pelos palcos é contagiante e sempre melhoro meu humor após ouvir nem que seja um pequeno pedaço desse álbum. Não poderia deixá-la de fora.

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Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa

Emicida | 🇧🇷 7 de agosto de 2015

Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa Emicida

Se o Emicida é meu rapper favorito, Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa tem grande responsabilidade nisso. Eu já achava seus trabalhos anteriores de extrema qualidade, mas esse foi o primeiro disco em que o artista apostou de forma pesada em conversar com outros gêneros musicais. Fica claro que a  viagem para África realizada por ele e sua equipe e todo o conhecimento adquirido lá dão uma identidade única para o disco e liga tudo da forma mais perfeita possível. Por mais que adore AmarElo e seus projetos anteriores, esse aqui entrou no meu coração e não creio que sairá algum dia.

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Boogie Naipe

Mano Brown  | 🇧🇷 9 de dezembro de 2016

Boogie Naipe Mano Brown plano crítico

Por muito tempo, coisa de anos, procurei um disco que saciasse uma vontade que nem mesmo eu sabia direito qual era. Sabia que era algo em torno do soul e blues, mas nada do que ouvia, por melhor que fosse, cobria, de fato, esse espaço. Até descobrir Boogie Naipe. Não bastasse ser um dos maiores, se não o maior, nome da história do rap brasileiro, Mano Brown resolveu investir em projetos solos e sua estreia é simplesmente arrebatadora. O álbum volta para as raízes do gênero que o consagrou musicalmente e é impecável do início ao fim, cheio de participações e traz um lado do artista que muita gente jamais achou que veria.

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Planeta Fome

Elza Soares | 🇧🇷 13 de setembro de 2019

Planeta Fome Elza Soares plano crítico

Enquanto alguns jovens artistas demoram Eras para lançar algo novo, é simplesmente incrível que uma artista com a idade avançada como Elza Soares esteja tão na ativa, lançando discos novos quase anualmente e com uma qualidade invejável. Entre inéditas e regravações, Elza traz diversos questionamentos sociais em meio a uma grande variedade sonora, criando um retrato do Brasil e um álbum impecável. 

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Ladrão

Djonga | 🇧🇷 13 de março de 2019

Ladrão Djonga plano crítico

Em minha lista dos melhores álbum de rap nacional de 2019 disse que Ladrão já nascia um clássico. Assim como O MENINO QUE QUERIA SER DEUS, trabalho anterior de Djonga, esse disco é uma porrada em vários sentidos e é como se Muhammad Ali e Joe Frazier estivessem lutando dentro de nossos ouvidos. Um álbum incrível de um dos nomes mais jovem e importante do rap brasileiro atual.


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163 comentários

joão 7 de novembro de 2020 - 13:56

Ritter colocando em uma lista de melhores um álbum de um membro do Nightwish. O mundo não é mais o mesmo hahahahha. Mas esse disco em questão é maravilhoso kkkkkkkkkkkk. Que lista!! Só coisa de excelência!
Uma minha ficaria mais ou menos assims:

1. Fire Unknow Origins – Blue Oyster cult
2. Moanin – Art Blakey and The jazz messengers
3. Demons and Wizards – Uriah Heep
4. The Plague Within – Paradise Lost
5. Time out – Dave Brubeck quartet
6. Heartbreak station – Cinderella
7. Jailbreak – Thin Lizzy
8. Black Celebration – Depeche mode
9. A kind of Blue – Miles Davis
10. Made in Japan – Deep purple

Responder
Luiz Santiago 8 de novembro de 2020 - 13:21

É, listas de favoritos são um recorte da gente num determinado período. É interessante fazer, e às vezes bem difícil também.

Sua lista é muito foda!

Responder
Beatriz Lynch 25 de abril de 2020 - 18:53

Ainda bem que o Ritter não é “modinha” e escolheu Number Of The Beast kkk tambem prefiro o Powerslave(assim como preferimos o Tio Patinhas ao Donald kkk), pois bem…

10- Powerslave(Iron Maiden)
09- Animals(Pink Floyd)
08- Rubber Soul(The Beatles)
07- Led Zeppelin IV(Led Zeppelin)
06- Appetite For Destruction(G N’ R)
05- Kill ’em All(Metallica)
04- Violator(Depeche Mode)
03-The Fame Monster(Lady Gaga)
02- Thriller(MJ)
01- Final Fantasy VI Soundtrack

Responder
planocritico 25 de abril de 2020 - 20:14

He, he. Powerslave e Tio Patinhas Forever!!!

Mas muito interessante uma trilha de game em primeiro lugar na sua lista!

Abs,
Ritter.

Responder
Murillo_MLG 23 de abril de 2020 - 12:47

Essa é o meu top 10 dos meus albúns preferidos (dói deixar algumas de fora mas fazer oq rsrs) mas enfim essa é minha lista.
1-Led Zeppelin IV – Led Zeppelin
2-Wish You Were Here – Pink Floyd (fiquei na dúvida entre Wish You Were Here e The Dark Side Of The Moon, mas decidi ficar com o Wish You Were Here)
3-White Album (The Bealtes) – The Beatles
4-Are You Experienced – Jimi Hendrix
5-Nevermind – Nirvana (escutei tanto que enjoei rsrs)
6-Heaven And Hell – Black Sabbath
7-Appetite For Destruction – Guns N’ Roses (melhor albúm de estreia do mundo em minha opinião)
8-Slippery When Wet – Bon Jovi
9-The Dark Side Of The Moon – Pink Floyd
10-Follow The Leader – Korn

Responder
Arthur Santileone 20 de abril de 2020 - 11:18

Interessante escolha do site. Pelo visto o rock é o favorito da galera rsrsr. Fazer essa lista é complicado, mas um bom exercício.

Regra que eu segui: não repetir artista, já que se eu pudesse a lista ficaria chata! 😉
Regra 2: não há ordem de classificação necessariamente. São apenas os 10 mais favoritos e/ou que eu escolheria pra uma ilha deserta como já ouvi falar por aí.

* Michael Jackson – Thriller
* Britney Spears – In The Zone
* Pink Floyd – The Division Bell
* Lady Gaga – The Fame Monster
* John Williams – Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith (OST)
* Justin Timberlake – FutureSex/Lovesound
* Daft Punk – Random Access Memories
* James Horner – Titanic (OST)
* Avicii – Stories
* Queen – The Works

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 20 de abril de 2020 - 11:27

Caramba, gosta tanto assim da trilha de Titanic? É uma baita trilha mesmo!

Responder
Arthur Santileone 20 de abril de 2020 - 11:43

Titanic é o meu filme favorito, então levaria pra uma ilha deserta tranquilamente rsrsrs.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 20 de abril de 2020 - 12:22

Hehehehehehe #justo

Responder
Otávio de Lima Pontes 18 de abril de 2020 - 19:51

1 – Zimbo Trio (o mesmo)
2 – Brothers In Arma (Dire Straits)
3 – Tim Maia 1 (ele)
4 – Blue Bird (Charlie Parker)
5 – King Of The Delta Blues (Robert Jhonson)
6 – Construção (Chico Buarque)
7 – Chico Buarque (ele)
8 – Disparada (Jair Rodrigues)
9 – Alchemy (Dire Straits)
10 – Golden Girl (Doris Day)

Responder
Bruno Araujo 7 de março de 2020 - 13:24

Considero também o A Kind of Magic um dos meus álbuns favoritos do Queen! Só tem: Princess of The Universe, Gimme the Prize, One Vision, Friends Will be Friends, A Kind of Magic… Meu Deus, quantas faixas marcantes!

Responder
Bruno Araujo 7 de março de 2020 - 13:10

Led Zeppelin IV
Led Zeppelin II
Pink Floyd – Animais
Rush – Moving Pictures
Rush – Signals
Rush – Grace Under Pressure
The Smiths – Queen is Dead
Tears For Fears – Songs From The Big Chair
Duran Duran – Notorious
Miles Davis – Tutu
George Benson – Body Talk
Allan Holdsworth – Atavachron
Clint Mansell – Requiem For a Dream (OST)

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 7 de março de 2020 - 17:57

Muito bom ver Miles Davis na lista!

Responder
gfab1365 28 de fevereiro de 2020 - 11:22

Gostei das listas, com 10 álbuns de cada um de vcs, serve como uma grande lista de recomendação (eu acho rsrs), provavelmente escutarei alguns que me chamaram bastante atenção. Já que se trata de uma lista dos álbuns favoritos, e não dos melhores, acho mais fácil de fazer, pela facilidade em escolher (só ter como base aqueles em que eu dei play mais de um milhão de vezes, e que escuto e não me canso de escutar jamais). Com base nisso, segue a minha lista (praticamente só com álbuns de estúdio) sem seguir alguma ordem necessariamente:

All Hope is Gone – Slipknot
The Dark Side of the Moon – Pink Floyd
Rage Against the Machine – Rage Against the Machine
American Idiot (Deluxe) – Green Day
Unknown Pleasures – Joy Division
Humbug – Arctic Monkeys
Hunting High and Low – a-ha
Mezmerize – System of a Down
Songs From The Big Chair – Tears For Fears
La Sexorcisto: Devil Music Vol. 1 – White Zombie

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 28 de fevereiro de 2020 - 11:24

Lista bem variada! Legal ver Humbug nela!

Responder
Gabriel Fab 30 de dezembro de 2020 - 00:21

Bem variada mesmo, mas esses álbuns são aqueles que não dá pra escutar, sem sentir uma nostalgia e sem cantar do início ao fim. Sobre Humbug, eu amo esse hambúrguer (como costumo brincar com a minha namorada), melhor álbum dos Monkeys, sem tirar, nem por. Tenho Crying Lightning tatuado no braço rsrsrs.

Responder
gfab1365 28 de fevereiro de 2020 - 11:22

..

Responder
SUPRAMATY 16 de fevereiro de 2020 - 13:31

[Não existe uma ordem melhor ou top 10]
David Bowie Hunky Dory (infelizmente Mr Gravedigger não está nesse disco)
BBC Sessions by The Who (pensava para mim o que levava as pessoas acharem Beatles melhores)
Marilyn Manson – Mechanical Animals
Nativity in Black: A Tribute to Black Sabbath (1994)
The Beavis and Butt-head Experience
Sepultura Chaos A.D.
The Rolling Stones Hot Rocks 1964-1971 (porque as pessoas insistem nos Beatles?)
Kill Bill Vol.2 The Soundtrack
Senhor dos Anéis A Sociedade do Anel
Nirvana Incesticide (Nevermind é bacana, mas virou pop, esse carrega uma aura cult)
Kings X – Gretchen Goes To Nebraska
Pantera Far Beyond Driven (lembro de pegar emprestada um fita K7 onde só tinha o uma capinha escrita Pantera, despertou o monstro Balrog que tinha nessa alma)
Pearl Jam Unplugged MTV (bootleg que tinha meia dúzia de músicas e o resto era coletânea com Eddie Vedder junto com The Doors)
Silverchair Frogstomp (por razão desconhecida confundi com Ugly Kid Joe quando peguei o disco emprestado, depois ao escutar o tributo ao Black Sabbath e ver o clip Israel’s Son caiu a ficha)
Red Hot Chili Peppers What Hits!? (queria que tivesse Breaking the Girl, mas me contentei com Behind the Sun porque tinha visto ambos os vídeos clipes em seqüência na tv. Mas foi interessante ver a fase mais underground da banda)


Hoje em dia gosto de alguns discos de Soundgarden, Alice in Chains, Death, Cannibal Corpse, Burzum, Prince, Napalm Death, Type O Negative.

Responder
ricardo correa 15 de fevereiro de 2020 - 03:45

Em certa covardia, me abstive de sequer tentar fazer minha lista, pois, como ja fui musico, eu teria de fazer um top ten pra cada estilo que gosto, que englobaria de metal a evangélico,ou de blues, pop, folk, etc e claro no final sempre me arrependeria por que diabos nao inclui tal ou tal. Mas belo exercício ler os dos outros. E creio,vcs ae do plano critico passariam por tal contenda se tivessem q escolher seus 10 maiores filmes da vida,nao? Valeu!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 15 de fevereiro de 2020 - 06:49

Não é um exercício fácil, mas dá pra fazer. Depois de umas várias mudanças dá pra chegar a uma lista (ao menos momentânea) que representa os 10 favoritos da vida, como fizemos aqui. Mas não é exatamente fácil.

Responder
Cesar 13 de fevereiro de 2020 - 22:48

Metallica – Master of Puppets
Metallica – Kill em All
Metallica – Ride the Lightning
Metallica – And Justice for All
Metallica – Black Album

Esse top 5 é minha vida! Ouvir o Metallica pela primeira vez foi como ler os evangelhos pela 1° vez. Nada depois disso foi capaz de explodir minha cabeça como a banda de Lars Ulrich e James Hetfield. Nem dentro ou fora do rock/metal. Nada mais na musica virou meu mundo do avesso.

Completam meu top 10:

Machine Head – Deep Purple
Led Zeppelin – Physical Graffiti
Scorpions – Fly to the Rainbow
Black Sabbath – Black Sabbath
Iron Maiden – Brave New World

Responder
Cesar 13 de fevereiro de 2020 - 21:54

Metallica – Master of Puppets
Metallica – Kill em All
Metallica – Ride The Lightning
Metallica – … And Justice for All
Metallica – Black Album
Machine Head – Deep Purple
Black Sabbath – Black Sabbath
Led Zeppelin – Led Zeppelin IV
Led Zeppelin – Physical Graffiti
Scorpions – Fly to the Rainbow

“E conhecerás o Metal, e o Metal te libertará.”

Nunca vou conesguir escolher meu disco favorito entre os 5 primeiros do Metallica. Obras primas irretocaveis, e varia com o humor. Penso em pouquíssimos artistas que tenham lancados 5 discos maravilhosos em sequencia. Talvez o Led, Os Beatles.
Mas, definitivamente nada na musica me surpreenderia mais do que quando ouvi essas caras pela primeira vez. Tanta agressividade, rapidez, técnica, melodia, peso, juntos com tanta maestria.

Responder
stalker 13 de fevereiro de 2020 - 21:47

Rolling Stones- Sticky Fingers
Bob dylan- Highway 61 Revisited
Beatles- The Beatles [White Album]
Pink Floyd- The Wall
The Who- Live at Leeds
Led Zeppelin- Led Zeppelin IV
Black Sabbath- Paranoid
Otis Redding- Otis Blue: Otis Redding Sings Soul
Bob Marley- Catch a Fire
Wu-Tang Clan- Enter the Wu-Tang (36 Chambers)
Esses discos aqui são os que eu mais ouvi na minha vida, então são os meus favoritos! abraço a todos….valeu!

Responder
O Homem do QI200 13 de fevereiro de 2020 - 21:47

Foi bastante difícil montar meu Top10 de álbuns musicais, pois costumo mais ouvir os singles do que o disco inteiro, mas vamos lá:

-> Imunidade Musical – Charlie Brown Jr.
-> Ritmo, Ritual e Responsa – Charlie Brown Jr.
-> Multishow Ao Vivo – Vanessa da Matta* (é um CD como uma compilação de dois álbuns anteriores – “Sim” e “Essa Boneca Tem Manual”)
-> Toxicity – SOAD
-> Nós Vamos Invadir Sua Praia – Ultraje a Rigor
-> Face Value – Phil Collins
-> Walk a Mile in My Shoes: The Essential ’70s Masters – Elvis Presley (Esse é um box com 5 discos do show gravado dele. Cara, quando ele canta “My Way”, percebemos que não foi à toa que ele era chamado de O Rei do Rock)
-> Tim Maia (1971) – Tim Maia
-> Live Magic – Queen
-> 808 & Heartbreak – Kanye West

Como era um Top10, tive que tirar dois, mas quero comentar sobre. O primeiro foi um álbum bastante inusitado que realmente não esperava gostar que é This Is Acting da Sia. Por não ser um grande apreciador do pop, logo ouvi com o coração fechado e quando me percebi, já estava repetindo as músicas, a mulher canta muito; e o outro é Graduation do Kanye West ou mais como conhecido como o álbum que aposentou o 50 Cent.

Como estamos falando de música, queria comentar que até hoje, o meu show preferido foi o dueto da Vanessa da Mata com CBJr. do estúdio Coca-Cola, transmitido na MTV. Vira e mexe, me pego assistindo e show e pensando: “Cara, como eu queria tá assistindo esse show ao vivo.”

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 22:10

Você gosta bastante do CBJr., né. Dois álbuns na lista principal e essa bela citação final. Eu vi os vídeos dessa apresentação. É demais! Emociona mesmo.

Responder
stalker 13 de fevereiro de 2020 - 21:32

Rolling Stones- Sticky Fingers
Bob dylan- Highway 61 Revisited
Beatles- The Beatles [White Album]
Pink Floyd- The Wall
The Who- Live at Leeds
Led Zeppelin- Led Zeppelin IV
Black Sabbath- Paranoid
Otis Redding- Otis Blue: Otis Redding Sings Soul
Bob Marley- Catch a Fire
Wu-Tang Clan- Enter the Wu-Tang (36 Chambers)
Esses discos aqui são os que eu mais ouvi na minha vida, então são os meus favoritos! abraço a todos….valeu!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 22:10

OMG, que coisa mais linda ver Otis Redding numa lista!

Responder
Daniel Barros 14 de fevereiro de 2020 - 10:06

Impossível não gostar..

Responder
Wing 13 de fevereiro de 2020 - 19:38

Bom, vou deixar aqui meus favoritos:
Appetite For Destruction – Guns N Roses. A Síntese perfeita do hard rock
Wish You Were Here – Pink Floyd. Eu fiquei em dúvidas entre esse e Dark Side of the Moon, mas esse é o que eu uso para cair no sono quando preciso, além de ter sido o primeiro álbum do Floyd que escutei.
A Night at Opera – Queen. Demorei para conseguir apreciar devidamente as qualidades dessa pérola do quarteto da rainha, tendo não gostado da primeira vez que escutei, apesar de já ter Bohemian Rapshody como uma de minhas canções favoritas. O melhor trabalho do Queen.
Led Zeppelin IV – Terminando o quarteto fantástico das minhas bandas favoritas, IV é o álbum mais icônico do Led e abriga outra joia que sempre toca a minha alma quando escuto, Stairway to Heaven.
– O Terno. Em tempos tão difíceis da minha vida, agradeço a Tim Bernades por nos presentear com essa obra que me dá a energia necessária para querer viver outro dia, um clássico dos tempos modernos, não só da música brasileira, mas da música em geral, a experiência musical que mais me tocou em todos esses anos.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 20:43

Led Zeppelin IV esteve na minha lista até não muito tempo atrás. Estava, inclusive, no meu TOP 5, quando essa lista foi feita pela primeira vez.

Responder
Daniel Brasil 13 de fevereiro de 2020 - 16:50

Vamos lá, meus favoritos (talvez seja de momento, sem ordem):
David Bowie- The Man Who Sold The World
Bob Dylan- The Freewheelin’ Bob Dylan
Led Zeppelin – II
Pink floyd – The Dark Side of The Moon
The Rolling Stones – Aftermath
The Rolling Stones – Exile On Main Street
The Velvet Underground – The Velvet Underground and Nico
The Beach Boys- Surfin USA
The Kinks – Something Else
The Beach boys- Smiley smile

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 17:04

The Man Who Sold The World é do caralho!

Responder
Cesar 13 de fevereiro de 2020 - 22:48

Metallica – Master of Puppets
Metallica – Kill em All
Metallica – Ride The Lightning
Metallica – … And Justice for All
Metallica – Black Album
Machine Head – Deep Purple
Black Sabbath – Black Sabbath
Led Zeppelin – Led Zeppelin IV
Led Zeppelin – Physical Graffiti
Scorpions – Fly to the Rainbow

“E conhecerás o Metal, e o Metal te libertará.”

Nunca vou conesguir escolher meu disco favorito entre os 5 primeiros do Metallica. Obras primas irretocaveis, e varia com o humor. Penso em pouquíssimos artistas que tenham lancados 5 discos maravilhosos em sequencia. Talvez o Led, Os Beatles.
Mas, definitivamente nada na musica me surpreenderia mais do que quando ouvi essas caras pela primeira vez. Tanta agressividade, rapidez, técnica, melodia, peso, juntos com tanta maestria.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 22:52

Eu acho que alguém aqui gosta do Metallica pelo menos um pouquinho, hein? HAHHAHAHAHAHHAHHA QUE FODA!!!

Responder
Felipe 13 de fevereiro de 2020 - 15:56

É uma crueldade fazer só um Top 10, mas vamos lá (sem ordem, porque fazer isso já é doloroso o suficiente):

Black Sabbath – Master of Reality (1971)
Slayer – Reign in Blood (1986)
Metallica – Ride the Lightning (1984)
Megadeth – Rust in Peace (1990)
Iron Maiden – The Number of the Beast (1982)
KISS – Rock and Roll Over (1976)
AC/DC – Highway to Hell (1979)
Scorpions – Love at First Sting (1984)
Van Halen – 1984 (1984)
Judas Priest – Screaming for Vengeance (1982)

Menções Honrosas:
Accept – Balls to the Wall (1983); Ozzy Osbourne – Blizzard of Ozz (1980); Faith No More – The Real Thing (1989); Motorhead – Ace of Spades (1980); Alice In Chains – Dirt (1992); Motley Crue – Shout at the Devil (1983); Rainbow – Long Live Rock ‘n’ Roll (1978)

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 16:08

Eu amo esse disco do Kiss que tá na sia lista!

Responder
Felipe 13 de fevereiro de 2020 - 16:30

Fiquei entre esse, Love Gun e Alive II.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 17:04

Páreo duro!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 17:04

Páreo duro!

Responder
planocritico 13 de fevereiro de 2020 - 17:14

Mais um metaleiro na casa!

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 13 de fevereiro de 2020 - 11:23

Só coisa fina em galera! E gostei que cada um com seu gosto peculiar… Ritter, nunca imaginei que teria um Iron Maiden na sua lista…

Segue a minha (que foi difícil escolher só 10):

1 – Powerslave [1984] – Iron Maiden
2 – Chaos A.D. [1993] – Sepultura
3 – Scream For Me Brazil [1999] – Bruce Dickinson
4 – Holy Diver [1983] – Dio
5 – Angels Cry [1993] – Angra
6 – Land Of the Free? [2001] – Pennywise
7 – Recipe For Hate [1993] – Bad Religion
8 – A Different Kind of Truth [2012] – Van Halen
9 – Question your Truth [2001] – Street Bulldogs
10 – High Visibility [2002] – The Hellacopters

*Menção Honrosa: 20/20 Vision [2020] – Anti-Flag

Abraços
Clayton Lucena

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 14:28

Olhá só peguei umas dicas da sua lista! Já botei na playlist para conhecer!

Responder
Clayton Lucena 14 de fevereiro de 2020 - 08:02

Depois me fala o que achou! Se fosse fazer a lista hoje já teria mudado uns 5 álbuns ali hahahahah sou movido por música!!!

Responder
planocritico 13 de fevereiro de 2020 - 17:14

Adoro Iron Maiden desde criancinha (o que significa basicamente desde que eles existem…)!

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 14 de fevereiro de 2020 - 08:02

Que demais! Eu gosto desde 98 quando escutei a primeira vez o álbum Seventh Son, ali já foi minha deixa para aprender a tocar guitarra. Gostos dos caras até hoje, e iria colocar até mais álbuns deles na lista hahahhaha

Responder
Cristen Charles 13 de fevereiro de 2020 - 06:38

Minha listinha:

Noir Desir-666.667 Club
Coal Chamber- Dark Days
Pleymo-Rock
Judas Priest-Painkiller
Iron Maiden-Number of The beast
Helloween-Time of The oath
Avantasia-Avantasia
Linkin Park-Hybrid Theory
Rammstein-Mutter
King Diamond-Give me your soul…Please

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 13 de fevereiro de 2020 - 14:28

Avantasia é bom demais!

Responder
Elessar 12 de fevereiro de 2020 - 21:06

Como sempre vcs mandando bem em listas! Não vou colocar os meus em ordem não, creio que meus álbuns favoritos são:

Machine Head – Deep Purple
Keeper of the Seven Keys part 2 – Helloween
Nighfall in Middle Earth – Blind Guardian
And Justice for All – Metallica
The Wake of Magellan- Savatage
Hail to England – Manowar
The Metal Opera – Avantasia
Hymns to Victory – Virgin Steele
The best of vol I – Van Halen
Conan The Barbarian – Basil Poledouris

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 22:16

Mano do céu, olha essa lista!!!

Responder
planocritico 13 de fevereiro de 2020 - 10:21

Só tenho uma coisa a dizer:

– Conan, what is best in life?
– To crush your enemies, see them driven before you, and to hear the lamentations of their women!

Abs,
Ritter.

Responder
Fernando Roberti da Silva 12 de fevereiro de 2020 - 20:23

Não escuto muito álbuns, sempre coloco playlists aleatórias, mas vamos ver o que sai:

1 – The Division Bell – Pink Floyd
2 – The Phantom of the Opera – Andrew Lloyd Webber
3 – Live at The Hollywood Bowl – The Beatles
4 – Falling in love – André Rieu
5 – Dawn of Victory – Rhapsody
6 – Slipknot – Slipknot
7 – Iowa – Slipknot
8 – Mamonas Assassinas (?) – Mamonas Assassinas
9 – Ilegal – Tihuana
10 – The Principle of Evil Made Flesh – Craddle of Filth

Sim, sou aberrantemente eclético, kkkkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 22:06

Mas você é eclético MESMO ou só calhou de ter álbuns favoritos em diversos gêneros?

Responder
Fernando Roberti da Silva 14 de fevereiro de 2020 - 18:41

Perdão pela demora. Então, eclético mesmo. Às vezes pela manhã, Slipknot pra dar raiva focada pra trabalhar; à tardezinha, umas clássicas pra inspirar o treino de violino e à noite, bebendo biritas, qualquer gênero, de pagode/forró à pop, românticas internacionais, etc. kkkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 14 de fevereiro de 2020 - 22:05

Verdadeiros ecléticos realmente me intrigam. Eu confesso que não consigo conceber ouvir um sertanejo de uma dupla de novinhos, depois um huno gospel qualquer, depois um bom e velho metal, depois um brega qualquer e terminar com um funkão… HAHHAHAHHAHHAHAHAH

Responder
Fernando Roberti da Silva 14 de fevereiro de 2020 - 22:05

Confesso que ainda não cheguei no funk ou no sertanejo universitário, mas quem sabe… eeiitaaaa, kkkk

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 14 de fevereiro de 2020 - 22:47

Ah, então tu não é eclético, pô! Tu tem um gosto mais plural! O ecletismo abraça a tudo. a pluralidade visita vários gêneros, mas não necessariamente todos (nem como conhecimento, nem como gosto).

Pedro Sebastião Pereira Amaro 12 de fevereiro de 2020 - 20:10

Não saberia fazer una lista assim, iria ter uns 8 do Bob Dylan 1 do Bowie e 1 o American Beauty

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 20:23

Mas são os seus FAVORITOS! Pode ter até 10 Bob Dylan, se eles são o seu TOP 10 álbuns da vida! Manda ver!

Responder
Sabrina 12 de fevereiro de 2020 - 17:16

Fruto Proibido – Rita Lee
Oasis – (What’s the Story) Morning Glory? e The Masterplan
Pearl Jam – Vs
Ira! – Vivendo e Não Aprendendo
Pixies- Doolittle
Pato Fu – Isopor
Led Zeppelin – Três
Gal Costa – Gal
Green Day – Dookie
Paralamas do Sucesso- Nove Luas

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 17:16

Pato Fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!

Responder
Camilo Lelis Ferreira da Silva 13 de fevereiro de 2020 - 09:53

@disqus_7uocjqMqzE:disqus Já que a @Sabrin citou Oasis, Quando Teremos continuações de Resenhas dos Álbuns Restantes da Banda?

Responder
paulo ricardo 12 de fevereiro de 2020 - 17:06

Tenho 52 anos sou fã do Queen desde 81 quando vieram ao Brasil ! N Entendi vc escolher A Kind of Magic q é um álbum bem fraquinho se vc comparar c TODAS as maravilhas dos anos 70 e poderia incluir O The Game tbm nessa …

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 17:11

Qual é a dificuldade de entender que ESTA É UMA LISTA DE FAVORITOS, NÃO DE MELHORES???

Está no título, está na introdução, está nos comentários dos autores! PQP!!!

E pelo visto só viu uma, das 7 listas, senão teria visto que tem outro Queen indicado. Ai, meus sais…

E pior ainda: A Kind of Magic é tudo, MENOS um álbum “bem fraquinho”…

Responder
paulo ricardo 12 de fevereiro de 2020 - 18:44

O Queen só tem 2 álbuns nos anos 80 q são ótimos , The Game e Innuendo ! Os Outros tem hits mas n geral são fraquinhos c eu disse , e sim só vi o do Ritter q tem um gosto e idade parecidos comigo , um abração Luiz….

Responder
planocritico 12 de fevereiro de 2020 - 18:54

A explicação para a escolha desse álbum em especial está nos parágrafos de justificativa. Além disso, não é a lista dos melhores álbuns para mim, e sim dos meus favoritos.

Abs,
Ritter.

Responder
Wies e thal 12 de fevereiro de 2020 - 15:40

1- Sentinela – Milton nascimento
2- Pulp Fiction soundtrack
3- sede de viver soundtrack
4- its alive – ramones
5- racional v2 – tim Maia
6- the best of smashing pumpkins
7- titanomaquia – titãs
8- quatro estações – legiao urbana
9- o primeiro álbum do tom Zé
10- rpm ao vivo

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 16:38

Que felicidade ver Tom Zé numa lista!

Responder
Victor Martins 12 de fevereiro de 2020 - 14:43

Levando em consideração que “meu favorito” não significa “melhor”. Gosto de muita coisa ruim. Música é complicado.

Rise of the Tyrant – Arch Enemy
Will to Power – Arch Enemy
King of Everything – Jinjer
Inhale, Don’t Breathe – Jinjer
Toxicity – System of a Down
Hypnotize – System of a Down
Tempo Perdido – Legião Urbana
I Put A Spell On You – Nina Simone
Hybrid Theory – Linkin Park (R.I.P)
Divide – Ed Sheeran
Audioslave – Audioslave (R.I.P)
Weathered – Creed (kkkk)
The Fantastic Mr. Fox – Alexandre Desplat, na minha opinião uma das 10 melhores trilhas do cinema

Vou dar uma olhada nessa do Scrooge, por ser fanzaço de A Christmas Carol e das adaptações.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 15:09

Deu uma roubadinha aí no TOP 10, hein ahhahahahahahahahhaha. Mas é isso mesmo: favorito é favorito e acabou. É puramente passional, a qualidade não é considerada nesses casos, não conscientemente…

Responder
Rodrigo Zanateli 12 de fevereiro de 2020 - 13:29

1º Hissing Fauna, Are You The Destroyer (2007) – Of Montreal
2º The Wall (1979) – Pink Floyd
3º Samba Esquema Novo (1964) – Jorge Ben
4º Three Imaginary Boys (1979) – The Cure
5º Magical Mistery Tour – The Beatles

Menções Honrosas: Strange Days do Doors, Grande Liquidação do Tom Zé, Velociraptor do Kasabian e o recente Closer to Grey do Chromatics.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:17

E os outros 5 da lista, quais são, @rodrigozanateli:disqus?

Responder
Robertt Alves 12 de fevereiro de 2020 - 12:34

Como muitos estão fazendo, colocarei os 5 discos mais importantes para mim.

1-Abbey Road(The Beatles)

2-Wasting Light(Foo Fighters)

3-Disc Club(Tim Mais)

4-Cabeça Dinossauro(Titãs)

5-Nós vamos invadir sua praia(Ultraje a rigor)

Obs:Isso não é uma ordem,Jesus que dor deixar de fora Dark side of the moon,LED Zeppelin vol 3,Queen greats hits,Metallica Black álbum,

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:17

Na verdade é um TOP 10, @roberttalves:disqus! Manda ver aí no restante!

Responder
ABC 12 de fevereiro de 2020 - 12:16

O verdadeiro vencedor dessa lista foi o Handerson (o H é mudo ou com som de r?), que conseguiu emplacar 2 discos na lista de outros críticos.

Não gosto de fazer lista, mas os álbuns que eu sempre escuto são Highway to Hell (AC/DC), Two for the show (Kansas),
Clube da esquina (Milton Nascimentos), Long live Rock n’ Roll (Rainbow), Pride & Glory (Pride & Glory) e Big, Bigger, Biggest (Mr. Big, só por causa dos solos do Billy Sheehan)

Saudações.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:17

É como diz aqui em casa: ELE NÃO FAZ MAIS QUE OBRIGAÇÃO! AHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Clube da Esquina aparecendo em mais uma lista. Que felicidade!

Responder
planocritico 12 de fevereiro de 2020 - 14:43

O Handerson tem um péssimo gosto musical, mas às vezes ele acerta!

HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAAHHA

Abs,
Ritter.

Responder
Handerson Ornelas. 13 de fevereiro de 2020 - 23:38

Hahahahaha pois é!

E caramba, Pride & Glory! Esse aí é pra poucos hein, mandou muito bem!

E o H é mudo! hahaha Abraço!

Responder
ABC 14 de fevereiro de 2020 - 12:09

Adoro esse projeto do Zakk Wylde. Outro que eu gosto muito e segue a mesma linha é o Covardale-Page, projeto de dois ícones do Rock.

Um disco que eu escutava direto e parei de escutar por causa da limitação do Spotify (e do meu comodismo) é o Hellbassbeaters do Bassinvaders, projeto do Markus Grosskopf.

Por falar em Spotify, o PC podia montar um perfil para que eu possa seguir as playlists.

Saudações.

Responder
pabloREM 12 de fevereiro de 2020 - 11:57

Aproveitando a oportunidade vai a minha lista sem ordem de preferência, que se eu fizer amanhã talvez fosse um pouco diferente:
JAZZ:
Miles Davis – Kind Of Blue
Dave Brubeck Quartet – Time Out
John Coltrane – A Love Supreme
Thelonious Monk – Brilliant Corners
Ella Fitzgerald Sing The Cole Porter Songbook

NACIONAIS:
Clube da Esquina – Clube da Esquina
Harry – Fairy Tales
Terminal Guadalupe – A Marcha dos Invisíveis
Jay Vaquer – Umbigobunker
Ritchie – Voo de Coração

INTERNACIONAIS:
Byrds – Box Set
Mike Oldfield – Box Set
The Cure – Desintegration
The Smiths – The Queen Is Dead
New Order – Substance 1987
Delgados – The Great Western
Cracker – Gentlemen’s Blues
Suede – Coming Up
Manic Street Preachers – This Is My Truth Tell Me Yours
Spiritualized – Ladies And Gentlemen We Are Floating In Space
Mercury Rev – Deserter’s Songs
Electronic – Electronic
Pet Shop Boys – Behaviour
Depeche Mode – Violator
Prince – The Gold Experience
Buffalo Tom – The A Sides
James – Pleased To Meet You
Mojave 3 – Excuses For Travellers
Natalie Merchant – Tigerlily
R.E.M. – New Adventures In Hi-Fi

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:17

Um verdadeiro catálogo! E cheio de coisas muito boas, hein!

Responder
Nellio Vinicius 12 de fevereiro de 2020 - 11:50

Música é talvez o pior pra debater o gosto do outro, porque depende do ritmo, do artista, letra, as vezes as pessoas discordam nos 3, mas gostam de uma música em especial, mas meu top 5 é:
1- Red Hot Chilli Peppers – Californication, Meteora- Linkin Park( álbuns mais ouvidos na vida)
2- Led Zeppelin IV
3- Legiao urbana ( acústico mtv)
4- Metallica- Master of Puppets
5- Racionais – Sobrevivendo ao Inferno

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:17

O propósito aqui nem é debater o gosto, é apenas trocar figurinhas mesmo.
Achei foda ver Racionais na sua lista. Completa aí com os outros 5!

Responder
planocritico 12 de fevereiro de 2020 - 14:43

Master of Puppets!!!!!!!!!!! Oh, yeah, baby!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Martins 12 de fevereiro de 2020 - 11:44

A minha seria
1) Depeche Mode – Violator
2) David Bowie – Aladdin Sane
3) Pink Floyd – The Wall
4) Peter Gabriel – So
5) Rush – 2112
6) a-ha – Hunting High and Low
7) Duran Duran – Rio
8) The Velvet Underground – The Velvet Underground & Nico
9) Deep Purple – Machine Head
10) Black Sabbath – Sabbath Bloddy Sabbath
Bônus: Jethro Tull – Aqualung
Em tempo, fico muito feliz de ter visto Paul Simon, Neil Young, The Beach Boys, Iron Maiden e Faith No More por aqui

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:16

E os outros 5 da lista, @disqus_Xmfhgu6M3u:disqus? Tá em fase de escolha ainda?

Responder
Gabriel Martins 12 de fevereiro de 2020 - 18:43

Tinha esquecido. Acabei de completar hehehe

Responder
Teco Sodre 12 de fevereiro de 2020 - 11:44

Adorei ver Stromae (amo) e Lizzo (estou me apaixonando) na lista do Luiz! E achei legal demais ver o Queen (uma das melhores bandas da vida) figurando em algumas listas também! Até eu mudar de ideia – o que não é nada difícil – meus álbuns favoritos são:

10. Belle & Sebastian – If You’re Feeling Sinister
09. Arcade Fire – Neon Bible
08. Oasis – (What’s the Story) Morning Glory?
07. R.E.M. – New Adventures in Hi-Fi
06. Queen – Jazz
05. U2 – Achtung Baby
04. The Verve – Urban Hymns
03. Blur – 13
02. The Smashing Pumpkins – Mellon Collie & The Infinite Sadness
01. Radiohead – OK Computer

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:16

Stromae é do caralho!!! Que homem criativo! E esse Racine é absurdo de gostoso! Lizzo é maravilhosa, meu Deus. Como eu não tinha ouvido falar dessa mulher antes de 2019??? AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Que coisa linda vez Jazz, do Queen, na sua lista! E olha que é um daqueles álbuns que os monóculos olham de rabo de olho, mas que eu adoro também! E If You’re Feeling Sinister do B&S é mel para a alma!!!

Responder
Teco Sodre 12 de fevereiro de 2020 - 14:25

Esqueci de mencionar na minha lista um dos álbuns que eu mais ouço na vida: O Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles! Se eu for colocar ele no primeiro lugar, o ‘mel para a alma’ vai sair do top 10! TT

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 15:09

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 12 de fevereiro de 2020 - 15:25

Belle & Sebastian S2 Pensei em colocar, mas gosto de todos os álbuns igualmente, então não saberia escolher um só.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 16:38

É um desafio mesmo. Gosto muito deles também!

Responder
Teco Sodre 12 de fevereiro de 2020 - 17:06

Tenho esse mesmo “problema” Cahê, mas como esse foi o primeiro que escutei, escolhi pela memória musical e porque me marcou muito!

Responder
Matheus Felipe 12 de fevereiro de 2020 - 10:16

Sem ordem de preferência
1 – Crazy World – Scorpions
2 – Mass Effect 2: Original Videogame Score
3 – Metallica (1991)
4 – Nevermind – Nirvana
5 – Dark Souls 3 by Various Artists
6 – Bloodborne Original Soundtrack

Obs : Tá explicado pq o site é tão obscuro, olha os álbums que o Ritter escuta (Powerslave em específico).

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:09

Pode ter certeza que tem muito mais obscuridade de onde saíram este!

@disqus_y8jEMug4Hg:disqus colocou só o TOP 6 por preguiça ou porque ainda tá pensando nos outros 4?

Responder
Matheus Felipe 12 de fevereiro de 2020 - 14:25

Poxa até complementa, Ritter ouvindo obscuro e Luiz com alguns álbuns de nicho kkkk.
Nem percebi que era top 10.
7 – Appetite for Destruction – Guns N’ Roses
8 – Number of the Beast – Iron Maiden
9 – Undertale Soundtrack (Jogo Foda)
10 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Esses foram o que mais me marcaram, de resto ,Queen ( A Night At The Opera) e Radiohead (Ok Computer) poderiam entrar também.

Dá pra perceber que eu dou valor mais ao ritmo musical que a cantoria.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 15:09

Pois é! eu percebi pela lista! E gostei, viu!

Responder
planocritico 12 de fevereiro de 2020 - 14:43

Pô, eu VI O SHOW do Maiden no Rock in Rio 1985!!!!!!!!!!!!!! Up the irons!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Robertt Alves 12 de fevereiro de 2020 - 10:09

Como muitos estão fazendo, colocarei os 5 discos mais importantes para mim.

1-Abbey Road(The Beatles)

2-Wasting Light(Foo Fighters)

3-Disc Club(Tim Mais)

4-Cabeça Dinossauro(Titãs)

5-Nós vamos invadir sua praia(Ultraje a rigor)

Obs:Isso não é uma ordem.Jesus que dor deixar de fora Dark side of the moon,LED Zeppelin vol 3,Queen greats hits,Metallica Black album kkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:09

Mas agora é TOP 10! Complete a lista à vontade com mais 5 colocações!

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 12 de fevereiro de 2020 - 10:02

Que interessante! Descobri muita coisa nova, depois vou correndo no Spotify pra conferir. E que legal ver o “Filmes de Guerra, Canções de Amor” na lista do Marcelo! S2

Não sou o maior entendedor de música, e ouço quase sempre o mesmo tipo, mas vou largar minha listinha mesmo assim. Coloquei só clássicos, se colocasse coisa atual ficaria estranho ver Florence + The Machine junto com Beatles ou Lorde com The Smiths kkkk

Rubber Soul (Beatles)
Breakfast in America (Supertramp)
Gessinger, Licks e Maltz (Engenheiros do Hawaii)
The Dark Side of the Moon (Pink Floyd)
The Doors (The Doors)
Power Corruption and Lies (New Order)
The Smiths (The Smiths)
True Stories (Talking Heads)
Moving Pictures (Rush)
The Velvet Underground and Nico (The Velvet Underground)

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 14:09

Taí mais um caminho de indicações para ir atrás. Isso é bem legal! Até eu peguei indicações de discos compilando as listas dos colegas hehehehehe.

Mais um com The Dark Side of the Moon! Que foda! Esse discão realmente marca vidas. E que lindo ver The Velvet Underground and Nico na lista também!

Responder
Vinicius Maestá 12 de fevereiro de 2020 - 07:26

Vocês têm planos para fazer lista de atores/atrizes favoritos(as)?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 13:50

Inicialmente não tinha, mas estou considerando com carinho.

Responder
Vinicius Maestá 12 de fevereiro de 2020 - 14:30

Seria bacana ou atores favoritos ou atuações favoritas

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 15:07

Atuações favoritas não dá. Mas atores é possível. Está sendo considerado…

Responder
planocritico 12 de fevereiro de 2020 - 14:46

Só vai entrar atriz por quem eu era – e em alguns casos ainda sou – apaixonado!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Maestá 12 de fevereiro de 2020 - 19:38

Ja vou adiantar o meu top 5 aki:
1 – Cate Blanchett
2 – Cate Blanchett
3 – Cate Blanchett
4 – Cate Blanchett
5 – Jodie Foster (fiquei com vergonha, mas a quinta era para ser a Cate Blanchett)

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 12 de fevereiro de 2020 - 22:06

OMG!!!

Responder
Willian Dias Ribeiro 6 de novembro de 2019 - 01:45

Olha 5 pra mim é muito difícil, mas os discos mais importantes na minha vida e que nunca canso de escutar são (sem ordem específica/ranking):

1 – Melodrama – Lorde

2 – The Dark Side of the Moon – Pink Floyd

3 – Pet Sounds – The Beach Boys

4 – Ok Computer – Radiohead

5 – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not – Arctic Monkeys

*Menção honrosa pros discos A Mulher do Fim do Mundo da Elza Soares e To Pimp a Butterfly do Kendrick Lamar que são simplesmente impecáveis.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de novembro de 2019 - 08:09

To Pimp a Butterfly é definitivamente um dos discos da década! 😀
Caramba, você gostou bastante de Melodrama, hein! Primeirão!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 6 de novembro de 2019 - 08:09

To Pimp a Butterfly é definitivamente um dos discos da década! 😀
Caramba, você gostou bastante de Melodrama, hein! Primeirão!

Responder
Willian Dias Ribeiro 9 de novembro de 2019 - 19:32

Não tá em ordem específica, até porque o Melodrama acima de Ok Computer, Pet Sounds e The Dark Side of the Moon é complicado… Mas foi o primeiro disco que me veio em mente, ouço desde que lançou e continua intacto…

Responder
Paco Miguel 3 de setembro de 2018 - 14:59

Muito,muuuuito atrasado rs,mas o que vale é a intenção.

Eu,como musico,tenho uma tarefa digna de ser o 13º trabalho do fortão grego pra escolher 5. Mas vou procurar ser justo com a minha historia como pessoa,ser humano,já que a primeira lembrança clara da minha vida foi estar junto a meu pai ouvindo “I talk to the wind”,faixa inicial do soberbo The Court of Crimson King do King Crimson. Vamo lá então:

1 – Sol de Primavera – Beto Guedes; estava entre esse e Clube da Esquina,mas foi com esse disco que minha mãe,ao escuta-lo até quase furar me ensinou o que era MPB.
2 – The Beatles (red) 1962-1966; tudo o que eu precisava saber de musica recorria a esse album duplo dos Fab Four. Ouvia todo dia quando criança e isso ainda não mudou.
3 – Queen – Greatest Hits I/II ; Freddie,John,Brian,Roger. Sem mais.
4 – Images and Words – Dream Theater; venho de uma familia de musicos,mas nunca tinha decidido se realmente queria ser musico ou não e qual instrumento tocar. Até ver o Kevin Moore no iconico VHS Live in Tokyo. Mudou minha vida.
5 – Close to the Edge – Yes; meu disco de cabeceira, ouço todos os dias e em cada audição identifico algo novo nas harmonias,letras,arranjos.

Mençóes honrosas:

ELP – Brain Salad Surgery
Iron Maiden – Piece of Mind
Led Zeppelin – Vol. 3
Pink Floyd – Wish you were here
Legiao Urbana – Dois

Responder
Luiz Santiago 3 de setembro de 2018 - 15:49

Ser músico e se ver diante de uma lista dessa é realmente algo teeeeeeeeeenso, porque é o tipo de escolha que normalmente se cruza né, questões da nossa história com o que vamos conhecer e gostar mais em nossa área de atuação. Adorei sua lista!

Responder
Luiz Santiago 13 de agosto de 2018 - 18:53

Quase tudo! Mas já salvei as indicações que não ouvi para conferir com atenção depois.

Eu também tenho um amor imenso por música… É um motor, não tem jeito!

Responder
Leo Martins 13 de agosto de 2018 - 19:35

Ei, você e outros que possam ter lido meu comentário, devem ter notado que não escolhi minha música favorita de cada álbum, pois tive dificuldade na hora de escolher e só consegui me decidir após ouvir todos mais uma vez. Segue abaixo a lista com as músicas para quem possa interessar:

01. Rick Wakeman – The Myths And Legends Of King Arthur And The Knights Of The Round Table; Música favorita: Arthur
02. Bruce Springsteen – Born To Run; Música favorita: Thunder Road
03. The Real McKenzies – Westwinds; Música favorita: I Do What I Want
04. Charles Bradley – Victim of Love (feat. Menahan Street Band); Let Love Stand a Chance
05. Supertramp – Crisis? What Crisis?; Música favorita: Easy Does It

Responder
Luiz Santiago 12 de agosto de 2018 - 23:30

Tanta coisa legal, né? Eu to namorando essa sua lista de menções honrosas!!!

Responder
Leo Martins 13 de agosto de 2018 - 10:44

Já ouviu tudo isso aí? Na minha humilde opinião, só tem coisa legal!!!

Desculpa aí por ter feito essa lista (e tantas outras) sem justificativa. Sou daqueles que simplesmente tomou gosto por ouvir música, começou sair procurando álbuns para ouvir no youtube e foi indo cada vez mais fundo nos gêneros e décadas.

Responder
Leo Martins 12 de agosto de 2018 - 17:32

Isso aqui praticamente conta como uma tarefa hercúlea!!! Sofri para escolher apenas 5 favoritos, pois tenho uns 50 álbuns que considero como meus favoritos rs. Aqui está meu top 5 álbuns, escolhidos com muito esforço:

01. Rick Wakeman – The Myths And Legends Of King Arthur And The Knights Of The Round Table
02. Bruce Springsteen – Born To Run
03. The Real McKenzies – Westwinds
04. Charles Bradley – Victim of Love (feat. Menahan Street Band)
05. Supertramp – Crisis? What Crisis?

Menções honrosas:

Cartola – Cartola
Belchior – Alucinação
Camel – Mirage
Uriah Heep – Salisbury
Van Der Graaf Generator – Refugees
Genesis – Selling England by the Pound
Yes – Fragile
Gentle Giant – Gentle Giant
Caravan – In The Land Of Grey And Pink
Curved Air – Second Album
Wishbone Ash – Argus
Led Zeppelin – Led Zeppelin IV
Jefferson Starship – Freedom At Point Zero
Blue Oyster Cult – Fire of Unknown Origin
Fleetwood Mac – Rumours
Johnny Cash – American IV: The Man Comes Around
Lee Fields & The Expressions – Emma Jean
The Protomen – Act II: The Father Of Death
Portugal. The Man – Evil Friends
E muito, muito mais…

Responder
Henrí Galvão 5 de julho de 2018 - 15:13

Confesso que li apenas partes do texto, mas só de passar pelas listas já foi ótimo pra ter uma noção das principais referências de vocês. Talvez não tenha sido de todo surpreendente que, apesar de cada lista puxar mais pra um estilo ou outro (pop, rock clássico, etc.), é considerável a quantidade de álbuns que se repetem.

obs.: nem vou me arriscar a fazer o meu top 5 de favoritos (eu provavelmente me arrependeria no minuto seguinte, como provavelmente aconteceu com o Filipe Monteiro).

Responder
Alexssander Antonio Ferreira 20 de dezembro de 2017 - 17:38

Cheguei tarde, mas tá ai:
1- The Beatles: Sgt pepper’s lonely hearts club band
2- Arctic Monkeys: Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
3- Elvis Presley: Elvis 30 #1 hits
4- Hebert Von Karajan : Beethoven, the 9 symphonies
5- The Beach Boys: Pet Sounds

Menções honrosas:
1-Basil Poledouris: Conan the barbarian, original soundtrack
2-Konami kukeiha club: Akumajo dracula x Chi no rondo original soundtrack
3-Black sabbath: Paranoid
4-Pearl jam: Ten
5-Bruce Springsteen: Born to run

Responder
Alexssander Antonio Ferreira 20 de dezembro de 2017 - 17:38

Cheguei tarde, mas tá ai:
1- The Beatles: Sgt pepper’s lonely hearts club band
2- Arctic Monkeys: Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
3- Elvis Presley: Elvis 30 #1 hits
4- Hebert Von Karajan : Beethoven, the 9 symphonies
5- The Beach Boys: Pet Sounds

Menções honrosas:
1-Basil Poledouris: Conan the barbarian, original soundtrack
2-Konami kukeiha club: Akumajo dracula x Chi no rondo original soundtrack
3-Black sabbath: Paranoid
4-Pearl jam: Ten
5-Bruce Springsteen: Born to run

Responder
Luiz Santiago 20 de dezembro de 2017 - 22:45

Caramba, tem de tudo aí, hein!
E essa 9ª de Beethoven regida pelo Karajan é um negócio de louco.

Responder
Ricardo F. 19 de dezembro de 2017 - 20:20

Um pouco atrasado, mas vou deixar meus favoritos no momento:
1. Simon & Garfunkel – Bridge Over Troubled Water/Bookends (nao consigo escolher entre os dois, cresci ouvindo e me trazem uma nostalgia muito grande)
2. Queen – A Night at the Opera
3. Jeff Buckley – Grace
4. Joni Mitchell – Blue
5. Chris Cornell – Euphoria Morning (essa talvez seja a escolha mais pessoal, acho um album bem subestimado)

Responder
Ricardo F. 19 de dezembro de 2017 - 20:20

Um pouco atrasado, mas vou deixar meus favoritos no momento:
1. Simon & Garfunkel – Bridge Over Troubled Water/Bookends (nao consigo escolher entre os dois, cresci ouvindo e me trazem uma nostalgia muito grande)
2. Queen – A Night at the Opera
3. Jeff Buckley – Grace
4. Joni Mitchell – Blue
5. Chris Cornell – Euphoria Morning (essa talvez seja a escolha mais pessoal, acho um album bem subestimado)

Responder
Luiz Santiago 20 de dezembro de 2017 - 02:06

A participação é sempre bem vinda!
E olha que legal encontrar o Simon & Garfunkel em primeiro!

Responder
Luiz Santiago 20 de dezembro de 2017 - 02:06

A participação é sempre bem vinda!
E olha que legal encontrar o Simon & Garfunkel em primeiro!

Responder
Alvaro Viana Batista 13 de novembro de 2017 - 16:34

Quase dois anos atrás fiz uma lista de quinze discos favoritos em uma brincadeira com uns amigos e foi difícil pra caramba, imagina uma com só cinco? Mas vou tentar.
1 – A Night at the Opera – Queen – Fiquei muito em dúvida entre este e seu irmão gêmeo caçula, Bohemian Rapshody me fez preferir este aqui.
2 – Clube da esquina – Milton, Lô e a mineirada toda – Este e o disco dos Secos e Molhados são minhas duas obras favoritas da MPB, ora prefiro um, ora outro, hoje fico com a trupe de Minas.
3 – Led Zeppelin IV – Precisa de justificativa?
4 – Novo Aeon – Raul Seixas – Meu disco favorito do maluco beleza, e pra mim o melhor dele, embora não tão famoso.
5 – Zé Ramalho (1978) – Zé Ramalho – O profeta da Paraíba ou Alceu pareceram na minha lista com quinze, o pernambucano com o disco Vivo!, acho que desta vez fico com o Zé.
A propósito, aqui no site tem listas de favoritos de filmes, séries, quadrinhos… Nunca pensaram em fazer uma com games?

Responder
Luiz Santiago 14 de novembro de 2017 - 00:19

Já pensamos em seguir para Games e outras áreas. Só falta a oportunidade certa para reunir as listinhas e fazer a postagem. No futuro completaremos essa saga de favoritos por aqui!

Responder
Gabriel 29 de junho de 2017 - 23:57

Hey!

Cheguei tarde, haha. Mas lá vai meu TOP5:

1 – Blue Hawaii – Elvis KING Presley
2 – Ultraviolence – Lana Del Rey
3 – Teenage Dream – Katy Perry
4 – Let Go – Avril Lavigne
5 – Blonde – Frank Ocean

Todos significam muito pra mim e, particularmente, os acho marcantes dentro da cultura POP

Abs

Responder
Luiz Santiago 30 de junho de 2017 - 12:58

Bastante diversos em estilos também! Bacana a lista!

Responder
Danilo Pereira 22 de fevereiro de 2016 - 23:11

A balada Livin’ On A Prayer?

Responder
Dan 9 de outubro de 2015 - 11:18

1. Led Zeppelin – physical graffiti
2. Black Sabbath – Master of Reality
3. Led zeppelin – IV
4. Queens of the Stone Age – Songs for the Deaf
5. Beatles – Revolver

Responder
Luiz Santiago 10 de outubro de 2015 - 12:34

Dois ótimos álbuns do Led! Fantástico!!!

Responder
Claudinei Maciel 29 de junho de 2015 - 00:33

Gostei bastante da brincadeira das listas. Aqui vai minha contribuição:
1º – Live At The Regal do B.B. King – Por que eu e Eric Clapton não podemos estar errados heheheheh
2º – Trilha Sonora do Pulp Fiction – Perfeição do diálogo inicial ao diálogo final!!!
3º – Off The Wall do Michael Jackson – Quando ele ainda era feliz fazendo música.
4º – Brothers In Arms do Dire Straits – Impossível ficar indiferente à Mark Knopfler
5º – MTV Acústico Cássia Eller – MPB em estado puro com voz rascante de quem sabia o que estava fazendo…

Vale menção honrosa? Se valer: Renato Teixeira, Pena Branca e Xavantinho Ao Vivo em Tatuí. Levei anos para conseguir comprar em um catálogo alemão. Dois meses depois foi relançado no Brasil, mas ainda são os 24 dólares mais bem gastos da minha vida…
Abraços!!!

Responder
Luiz Santiago 29 de junho de 2015 - 01:23

Adorei as menções honrosas!

Responder
Tiago Lima 24 de junho de 2015 - 17:21

Se tem uma coisa que eu gosto muito são listas. Hahaha. E não tinha visto esta ainda. Muito bom. Como muitos comentaram aqui a diversidade da lista esta incrível, mas é visível a predominância do rock. E com certeza, dá vontade de fazer uma lista igual. E aqui vai a minha.

1- Realease The Star – Rufus Wainwiright
2 – Sam´s Town – The Killers
3- The Eletric Lady – Janelle Monáe
4- X- Kylie Minoue
5- Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys – My Chemical Roamnce.

E como eu não consigo mencionar só cinco, menções horrorosas para:
6- Folêgo – Filipe Catto
7 – Volta – Bjork
8 – Kid A – Radiohead

Responder
Luiz Santiago 24 de junho de 2015 - 18:29

Oba! Que lista legal, essa! Também não consigo me livrar de uma lista, gosto muito de fazer, especialmente de coisas difíceis de se listar, como favoritos. ahahhaha

Responder
joão 5 de junho de 2015 - 22:05

Gostei da diversidade. Realmente um site feito por cabeças diferentes mas que funciona com harmonia. Vários desses álbuns eu gosto, outros nem tanto eheheheheh e a maioria fiquei curioso pra conhecer.
Segue meus preferidos:
Rush – power of Windows
Blue Oyster cult – Firefox unknow origins
Led Zeppelin – Led Zeppelin III
Bruce Springsteen – the Rivera
Arcade fire – Funeral
Badfinger – No dice

Responder
Luiz Santiago 6 de junho de 2015 - 01:19

Valeu, @disqus_C1Ate1w9Mv:disqus! De fato, é essa diversidade que deixa as coisas divertidas!
Ótimos álbuns na sua lista, hein!

Responder
joão 7 de junho de 2015 - 02:52

Valeu Luiz!!! Isso comigo é mais de momento. São os CDS que mais curto no momento, mas podem variar eheheheh

Responder
tiagohardco 4 de junho de 2015 - 22:30

Segue a minha singela lista:

5 – Guns N Roses – Appetite For Destruction
4 – Led Zeppelin – Led Zeppelin II
3 – Dream Theater – Images & Words
2 – Deep Purple – Machine Head
1 – Siena Root – Far From The Sun

São discos importantes em cada espectro do meu gosto pessoal: Slash como ponto fora da curva no Hard Rock; o disco fundamental do Led Zeppelin; a introdução ao prog metal com o DT; a pedra fundamental da música brutal, maldita e sensacional com Deep Purple e, finalmente, o disco que me faz crer que o rock n roll ainda existe e tem muito chão pela frente, a obra prima do Siena Root.

De cada faceta musical existente nesses discos, decorrem os demais estilos que eu curto.

Responder
Luiz Santiago 5 de junho de 2015 - 02:47

Ótimas escolhas! E gostei da sua forma de pensar cada uma delas! Bacana mesmo.

Responder
Eduardo da Silva 22 de maio de 2015 - 21:23

Não sei quem citou Florence and The Machine, mas já amo!

Responder
Anônimo 22 de maio de 2015 - 12:41

NINGUÉM CITOU A LEGIÃO URBANA!!!!!!!!
Dos que estão aí, eu conheço apenas Ideologia, O Grande Encontro, Ten e Joshua Tree. Todos clássicos:-)

Responder
Luiz Santiago 22 de maio de 2015 - 16:24

É que são álbuns favoritos, @disqus_LYRjUKya2j:disqus. Eu, por exemplo, gosto muito do Legião, mas nenhum álbum deles é meu favorito. E imagino que isto seja uma realidade para a maioria de nós. Imagino que se fosse uma lista de melhores nacionais, com certeza apareceriam!

Responder
Anônimo 22 de maio de 2015 - 17:20
Responder
Handerson Ornelas. 23 de maio de 2015 - 04:19

Essa foi por pouco, Pedro, quase coloquei o álbum “Dois” de Legião
Fazer esse top 5 foi difícil, cara hahaha
Abraço!

Responder
Matheus V. 21 de maio de 2015 - 22:43

Que lista! Não tem como não se inspirar para escrever a própria:
1 – The Beatles – The Beatles: Ah, incansável. The White Album define rock… talvez por isso tenha uma capa toda branca. Hehe. Infantil, comovente, hippie, metaleiro, religioso, transgressor e até do futuro, dá para se sentir de todas as formas com esta obra prima.

2 – Os Paralamas do Sucesso – O Passo do Lui: É o ‘Homem-Aranha 2’ de meus álbuns preferidos. É a escolha mais inusitada da minha lista, mas é a da qual tenho mais orgulho. Paralamas me apresentou ao rock e ainda consegue me cativar. Mesmo afastando o sentimentalismo, o considero um dos melhores discos da New Wave.

3 – João Gilberto & Stan Getz – Getz/Giberto – Ok, eu admito, detestei jazz por muito tempo. Achava o Kind of Blues, Time Out e tudo que se referia ao Chet Baker insuportável. Estava convicto que odiava. Enfim, fazer jus aos arranjos de Tom Jobim já não é pouco, aprimora-los é algo excepcional, redefinir o gosto de um ignorante é coisa de gênio.

4 – Eric Clapton & B.B. King – Riding with the King – Sempre achei curioso como no Blues tudo é de todos. Não há um blueseiro que já não tenha regravado todas as músicas de outros blueseiros. Tanto por isso, é fácil descobrir o blues, quase natural. Riding with the King é o meu ponto de partida.

5 – Cartola – Cartola II – Lirismo encarnado em samba. Cartola é incrível!

P.S.: Só para constar, minha lista não tem ordem de preferencia, todos esses albuns são importantes para mim da mesma forma.

Responder
Luiz Santiago 22 de maio de 2015 - 16:26

Que lista de favoritos bacana! The White Album é mesmo sensacional, o meu favorito da banda. E eu não conhecia esse do Clapton + B.B. King! Vou procurar!

Responder
Karam 22 de maio de 2015 - 20:19

Matou a pau citando Beatles e Cartola!

Responder
Karam 21 de maio de 2015 - 20:42

Caraca, olha o álbum número 1 da Gabriela!!! :O

André se rói todo hahaha

Responder
Luiz Santiago 22 de maio de 2015 - 16:26

Hahaha. É um álbum bacana, mas eu ainda acho fraco em comparação ao primeiro. 🙂

Responder
Augusto 21 de maio de 2015 - 15:23

Caramba, fazer uma lista de álbuns é difícil, mas, para mim, eu tenho alguns álbuns que são meus favoritos e raramente mudam, minha lista ficaria assim:

Vou dividir meu primeiro lugar.
1- The Dark Side of the Moon (Pink Floyd, 1973) – usando meu cérebro eu não tenho dúvidas que é esse álbum, é uma das coisas mais geniais já feitas. Minha canção preferida é Eclipse, para mim, ela resume o álbum inteiro em 2 minutos, e me arrepio sempre que escuto.

A Night at the Opera (Queen, 1975) – usando meu coração esse é meu preferido. Eu amo TODAS as músicas, sem exceção. Desde a magnífica Death on Two Legs, até a lindeza de You’re My Best Friend e Love of my Life. Até as menos conhecidas são ótimas, I’m in Love With my Car é muito boa e eu adoro a beleza de Seaside Rendezvous. Além de, claro, duas obras de arte, a pouco conhecida The Prophet’s Song e a melhor música da história: Bohemian Rhapsody.

2- Secos & Molhados (Secos & Molhados, 1973) – lindo, lindo e lindo. A coisa mais perfeita que nossa música já produziu. Temos o melhor cantor nacional, canções lindas e poética, além de estarem em uma das épocas mais espetaculares da música. Minhas canções preferidas são Sangue Latino e Fala.

3- Arthur (Or the Decline and Fall of the British Empire) (The Kinks, 1969) – uma das melhores bandas da história, que é, infelizmente, pouco conhecida. Essa é a maior jóia que eles fizeram, um álbum perfeito. Não me canso de ouvir. Minha canção preferida é Shangri-La.

4- Os Mutantes (Os Mutantes, 1968) – a Tropicália gerou álbuns incríveis, mas esse é o melhor, com certeza. Só o começo do disco, com Panis et Circensis já mostra o quanto ele é genial. Adoro A Minha Menina, Baby, Bat Macumba e O Relógio, mas minha preferida é Panis et Circensis mesmo.

5- The Kinks Are the Village Green Preservation Society (The Kinks, 1968) – fiquei bem na dúvida dessa posição, podia ter colocado Innuendo, Krig-ha, Bandolo!, trilhas sonoras de filmes (principalmente Star Wars), Led Zeppelin IV, Queen II, alguma coisa do U2 ou do Chico Buarque ou do The Doors ou dos Beatles, The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, Dois do Legião ou Pirão de Peixe com Pimenta de Sá e Guarabyra, mas escolhi esse. As canções são muito bonitas e até, podemos dizer, simples. É o álbum para escutar quando se está feliz, porque não existe nenhuma música triste, nenhuma! Minha canção preferida é “Do you Remember Walter?”.

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Luiz Santiago 22 de maio de 2015 - 16:27

Caramba, que indicações ótimas! Tem umas aí bem difíceis de aparecer em listas de favoritos, legal verem listados! 😀

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Wagner Pires 21 de maio de 2015 - 11:48

Rapaz, que missão difícil essa! Mas gostei da lista, principalmente por tanta coisa diferente na lista. Tem tempo que eu não sou de escutar discos, escuto muita música solta, mas se fosse fazer uma lista dessa seria assim, e pra mim os 5 seriam número 1, não tem como julgar qual eu gosto mais, cada um tem lá sua importância:

Blood Sugar Sex Magik – Red Hot Chili Peppers (Melhor disparado dos caras)
Mais do Mesmo – Legião Urbana (responsável por me fazer descobrir musica de verdade)
Nativus – Nativus (isso aí, o primeiro de quando o Natiruts ainda era Nativus e fazia reggae mesmo, não esse reggae pop chato de hoje em dia)
S & M – Metallica (Metallica e uma orquestra sinfônica? Lindo!)
Against – Sepultura (Provando que a banda poderia sobreviver a saída do Max Cavalera)

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Anônimo 22 de maio de 2015 - 12:43
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Luiz Santiago 22 de maio de 2015 - 16:28

Faz uma lista com essa proposta é mortal, @disqus_3W9nqfEt0z:disqus. Para mim, foi mesmo a mais difícil até agora.

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Handerson Ornelas. 21 de maio de 2015 - 03:28

QUE LISTA SENSACIONAL

É muito bom saber os álbuns preferidos de cada um e ver a maneira como a música toca a cada um.

E Karam, não pensei que fosse possível resumir a perfeição que é “Grace” em palavras, mas você conseguiu fazer isso. Puts, que texto!

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Karam 21 de maio de 2015 - 19:27

Valeu, Handerson!

Jeff Buckley + Grace = Vida 😀

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Luiz Santiago 22 de maio de 2015 - 16:30

Para mim também foi muito curioso ver os favoritos e as justificativas do pessoal!

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