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Plano Gallifrey #15 | O Sexismo de Doctor Who

por Luiz Santiago
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Na décima quinta edição do Plano Gallifrey falamos sobre as inúmeras alegações de que Doctor Who, principalmente sob a batuta de Steven Moffat, adotou uma postura sexista ou machista. Verdade ou exagero? Ouçam abaixo o que Luiz, The Time Meddler, Guilherme Wilfred, Yoana Dvoratrelundar e Anny Raxacoricofallapatorius tem a dizer sobre o assunto e, é claro, opine aqui nos comentários!

Parceria: Trenzalore / TrenzaloreCast.

Duração: 69 minutos

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Plano Gallifrey #15
Catalogação: 
2ª Temporada (2X02)
Tema: Sexismo em Doctor Who
Apresentação: Luiz, the Time Meddler
Edição e comentários: Guilherme Wilfred
Comentários: Yoana Dvoratrelundar, Anny Raxacoricofallapatorius

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21 comentários

João Carlos 14 de abril de 2015 - 20:00

Bacana a discussão, acho que na maioria das vezes o sexismo em Doctor Who ta nas críticas e não na escrita. O povo escolhe distorcer totalmente as coisas pra tentar provar um fato, ao invés de tentar entender. E olha, sorte mesmo de quem não convive com os fãs, porque eu já tive que ler cada acusação absurda… Já vi gente falando que Moffat é machista porque ele usa apelidos com “garota” pra Amy (The girl who waited) e Clara (Impossible girl) enquanto o Russel usava “mulher” pra Donna (The most important Woman) e Martha (Woman who walked the earth). Juro que quando li isso fiquei com uma interrogação enorme na cabeça, e me pergunto o que eles acham de Bad Wolf pra Rose.

Quanto a River, acho que o problema dela é que Moffat escreveu ela justamente como um teste para uma “Doutora”, ele mesmo já disse isso. Aí fica aquela coisa de “eu sou melhor que você” entre ela e o Doctor. Tem também o fato de que ela tem toda uma vida fora da TARDIS, mas como a gente viu o “começo” dela na série, faz parecer que a vida dela gira em torno do Doctor. É tipo o caso do Capitão Jack, a diferença é que ele teve um spin-off pra desenvolver esse tempo longe da TARDIS, já com a River a gente só teve fragmentos disso. Por isso eu acho equivocado quando as críticas falam que ela foi escrita de forma machista e depende do Doctor pra existir. Ela é detetive, arqueóloga e de acordo com o Moffat e Paul Cornell, ela já até foi casada com a Bernice Summerfield! Ela tem uma vida!

De resto eu concordo com tudo e gostei de ouvir um podcast sobre o assunto que finalmente aponta as coisas certas e não saí simplesmente xingando tudo sem fundamento. Já tive muita experiencia ruim com esse tipo de discussão.

Responder
Luiz Santiago 14 de abril de 2015 - 21:52

Obrigado pelo comentário, @J0aoc:disqus! Cara, não tinha visto essa entrevista sobre a relação da River com a Bernice! Isso é sensacional!!!
É difícil falar de um tema árduo como esse, por isso procuramos ser o mais “frios” possíveis em termos de análise, para não cairmos nessas visões apaixonadas e nada verdadeiras sobre o tratamento das mulheres na série.
Abs

Responder
Tiago Lima 8 de abril de 2015 - 00:58

#comentáriomamiloso.

Este, creio, foi o primeiro Plano Gallifrey que a maior parte do tempo eu fiquei com cara de: “What the fuck?” Como assim a Clara é pretexto para machismo? Gente, vamos diminuir o rivotril.

Sobre o tema, eu concordo que algumas passagens ao longo da série tenham algum termo levemente sexistas, agora machista jamais. E como dito nos comentários abaixo, Doctor Who é uma série que trabalha com o ideal da pluralidade e se tratando de personagens femininas esta pluralidade é vasta. Tem de tudo: Esposa psicótica, sogra groupie, arque-inimigo transsexual,lagarta lésbica, amiga controlfreak, a mulher mais importante da humanidade com amnésia, Shakira Rose She Wolf e por ai vai.

Como não finalizei ( aliás estou longe disso ) a Era Clássica, irei me ater as temporadas que receberam alcunha de “New Who”. Eu não concordo com a afirmação de que os personagens femininos escritos pelo Steven Moffat sejam maus escritos ou não tenham um melhor tratamento em relação aos personagens do RTD.

Eu vejo apenas como formas diferentes de criar. Pelo o que foi apresentado, a linha criativa de RTD é uma linha mais clássica, ele apresenta o personagem e aos poucos vai inserindo planos de fundo a historia desse personagem que responde as básicas perguntas de quem é? o que faz? onde vive? como vive? e com quem vive?.

Já o Moffat vem em uma vibe mais moderna, inserindo o personagem sem dar muitas explicações para que o consumidor, no caso nós, o publico, possa individualmente através do seu histórico social,politico e cultural preencher estas lacunas da melhor forma que lhe convêm, e não vejo isto como uma falha.

Pegamos River Song, que creio ser uma das melhores personagens femininas. River é literalmente a Companion que não acompanhamos, afinal sabemos que ela viaja com o Doutor, porém só vemos fragmentos dessas viagens, o resto, horas, fica a cargo de nossa imaginação. É esta a graça. O mesmo a Clara, sabemos que ela é uma mulher que gosta de crianças e sufflês. O que para mim parece muito normal que em um episódio ela seja uma babá e na outra ser uma professora do ensino fundamental, a característica principal da personagem “gostar de crianças” continua a mesma, como ela mudou de uma profissão para a outra é algo secundário e por ai vai.

Sobre a TRANSREGENERAÇÃO, (vou patentear este termo, hahaha). Como podemos chamar de machista uma série que muda o sexo de um dos seus maiores vilões? Creio que não.

E acredito, como vocês, que o Doutor não passaria pela TRANSREGENERAÇÃO mais por questões de marketing e patente, do que por questões criativas.

É isto.

Abraços,

Tiago Lima.

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Luiz Santiago 8 de abril de 2015 - 02:40

Excelente edição à conversa, @disqus_EYUuNRKx0g:disqus. Gosto muito da sua forma de ver essa questão na série e a variedade que você apontou acho que tira todas as dúvidas que alguém poderia ter sobre a série nesse quesito. Como sempre, sensacional!

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Tiago Lima 8 de abril de 2015 - 02:50

Muito obrigado @luizsantiago:disqus. As vezes me empolgo no discurso e ele sai, digamos, caloroso de mais. Hahaha. Eu gostaria de fazer uma observação sobre o Plano Gallifrey: A Trilha sonora!

Creio que seria rico vocês compartilharem a lista do setlist usado nas edições. A ultima faixa usada neste podcast me chamou a atenção,porém não sei quem é o artista que a executa. Acho as trilhas muito boas.

Responder
Luiz Santiago 8 de abril de 2015 - 14:53

Anotado, @disqus_EYUuNRKx0g:disqus! Vou falar com o nosso ANGELICAL editor, @guilhermecoral:disqus para disponibilizar a setlist! 😀

Responder
Anny Carvalho 10 de abril de 2015 - 21:23

SHAKIRA ROSE BAD WOLF JWKSHSKXBKASBSK ADOREI!!!!

Responder
Mirella Freitas 7 de abril de 2015 - 23:07

Primeiramente quero agradecer a todos os envolvidos por falarem do meu lindo comentário do último podcast ♥ ♥

Sobre ter esse tema 100% mamilos polêmicos, acho que é uma questão da visão de cada um(a). A questão do feminismo e tudo mais, é algo que reapareceu no cenário cotidiano de muitas mulheres, até porque todo esse tema já era questionado desde sempre. Mas hoje acabou crescendo e tomando um espaço alarmante no dia-a-dia.
Doctor Who é uma série que não há intensões para discriminar ou relacionar algo ao ”sexismo”. Até porque há diversos gêneros anexados na série, onde demonstra que não tem uma necessidade de discriminação entre eles.
Acho que usar o próprio Moffat como justificativa de machismo, torna-se um pouco demais. Tudo bem que ele acaba dando algumas cagadas no roteiro, deixa diversos buracos em alguns episódios, mas não vejo isso como tal exagero ao ponto de dizer algo comparado ao ”machismo” e tudo mais.
E em usar a Clara como outra justificativa de machismo (MASOQ?????????????).
A questão do Doctor se tornar uma timelady (ah </3), pode ser possível. Mas se for algo BEM escrito e ter um bom desenvolvimento ao longo da série.Seria algo difícil de se acostumar. Pelo fato da série carregar esse fardo do próprio Doctor ser um ''homem''. Posso chegar a concordar com o Davison em certo caso.
Mas se for algo sem a total essência, tornaria-se algo indiferente. Como a Missy está sendo (desculpa, mas eu ODEIO a Missy).
Vastra, Jenny e Strax: ''peguem seu banquinho e saiam de mansinho'' Não suporto eles, nem o que estão fazendo na série. Nem na era do 11th era algo suportável, agora então…
Vocês falaram de Gallifrey?? Desculpa, é que eu estava hipnotizada com a voz de vocês.
Enfim, todas as noites antes de dormir, eu rezo para NOSSA SENHORA DE GALLIFREY para ter piedade de nós e Gallifrey retornar. ''Gallifrey is love. Gallifrey is life''.
P.S: Caso Gallifrey não retorne nessa próxima temporada, todos os fãs irão fazer uma cartinha e vamos mandar para o Gugu ''De Volta Para Minha Terra''.

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Luiz Santiago 7 de abril de 2015 - 23:30

Acho que todos nós ficamos chocados com esse negócio da Clara.

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João 7 de abril de 2015 - 18:04

Não concordo muito com isso que comentaram da Amy não existir sem o Rory, uma vez que ela passou praticamente toda 5ª temporada sem ele, mas é verdade que Moffat pesava um pouquinho no melodrama, o que não fazia da escrita sexista! obrigado por apontarem que o Rory é a vítima nas aventuras! parece que todo mundo ignora isso. Isso, e o fato dela manter o nome de solteira. Acho que isso mostra que ele é meio que esse espirito livre, como comentaram.

E eu encontrei mais alguém que não gosta do 10th! A Drama queen arrogante HAHAHA o/

Então chegamos a Clara… Eu não entendo o porque dela ser tão odiada. É engraçado que 90% das reclamações em cima dela, na 7ª temporada, era que ela não era desenvolvida, que era rasa e que não tinha participação firme. Ok, eu concordo, mas afinal não era pra ela ser uma incógnita? e mesmo assim, ela sempre dava traços de personalidade que diferenciavam ela de qualquer outra companion. Embora tinha o fato dela ser perfeita demais (que na verdade era apenas uma “máscara da personalidade dela) Quando saiu a 8ª temporada eu fiquei confuso, porque todo mundo criticava o fato dela ter um foco maior, um desenvolvimento… Poxa, ela se tornou uma personagem real! não era isso que queriam? E pra mim, ela é uma das melhores companions de new who. Acho ela complexa pra caramba e a melhor personagem feminina do Moffat até hoje. E o melhor dela é que ela é falha! E quando digo isso não é sobre a escrita. É que ela pode ser egocêntrica, ela mente, manipula, chantageia.. ela não é aquela coisa que todo mundo espera, aquela “pessoa superior”. Assim como o Doutor, ela é uma personagem cinza, e isso acrescenta muito na personagem e no relacionamento com o 12th. E eu gosto bastante desse caminho que tão indo com ela, porque é até algo inédito isso de uma companion perder a humanidade pelo vicio nas viagens.

Já esses gaps da Clara não me incomodam, pois já tinham mostrado em The Rings of Akhaten que ela tinha se formado em algo, quando ela apareceu como professora no especial de 50 anos, eu simplesmente pensei: Ok, foi nisso. É coisa boba. O mesmo pra Amy e a mudanças de empregos. Isso é meio que pela personalidade dela e a falta de comprometimento que ela tem com as coisas.

Enfim… Os fãs realmente tem esse problema de desmerecer toda a narrativa só porque desgostam de uma coisa. Literalmente tampam os ouvidos e gritam “LALALALA” quando alguém mostra o contrário. Falaram tudo quando apontaram isso.

Responder
Luiz Santiago 7 de abril de 2015 - 20:14

@disqus_i5uXuMqTQt:disqus, a questão da Amy é que ela foi uma personagem construída em função desse aspecto familiar. O afastamento do Rory era a condição central para que ela fosse, mais uma vez, a garota que esperou, e com certeza você se lembra como os roteiros depois foram justificando isso passo a passo. Adoro a personagem, não acho as tramas com ela ruins, mas esse aspecto, mesmo como plano de fundo, existe sim, e, para mim, sempre traz um pouquinho de descontentamento.

Sobre a Clara, estamos de acordo. Como você viu, eu fiquei mega espantado quando a Anny falou aquele negócio de a personagem ser utilizada como porta para o machismo na série. É cada coisa, viu…

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Anny Carvalho 10 de abril de 2015 - 21:24

João, vc não curte o 10th tbm?! ME ABRAÇA CARA!!! 😘

Responder
Augusto 7 de abril de 2015 - 14:38

Não vejo machismo na serie, lá nos anos 60 a função das mulheres era gritar (menos a Barbara, que é uma companion espetacular), mas quando a Zoe entrou mudou tudo, todas as mulheres dos anos 70 são fortes, até chegar na Peri e na Mel, que só sabem gritar, de novo. Hoje eu não vejo nenhum machismo, mesmo.

A Clara é uma justificativa pro machismo? Desde quando? Pelo amor de Deus, esse povo inventa cada coisa…

Sobre o Moffat ter problemas para escrever personagens, concordo (até os secundários são ruins com o Moffat, se você comparar com o RTD, o Mickey tem uma evolução enorme durante as temporadas, e o Rory não, na verdade ele só está lá pela Amy, e quse não tem personalidade), personagens como a Amy, não tem plano de fundo, elas não têm família ou história anterior ao Doutor, e isso me irrita muito.

Cara, eu também odeio a Vastra, o Strax e a Jenny, só são bons em Deep Breath, mesmo (e olhe lá).

Eu tenho minhas dúvidas sobre o Doutor ser mulher, eu diria que até concordo com o Peter Davison, seria mudar muita coisa na série, toda uma história, e se ela fosse má escrita então, vish, viraria desastre.

A Martha se apaixonar pelo Doutor foi a forma que o RTD achou para mostrar tudo que ele sentia pela Rose (o que foi importante mais para frente), também não gosto dessa ideia, mas…

Vocês são sem coração, hein? Eu também odiava o Adric, mas quando ele morreu foi um choque (eu sabia que ele morria, mas não daquele jeito), e o final do episódio sem música com a estrela dele de fundo dos créditos foi muito bonito.

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Luiz Santiago 7 de abril de 2015 - 20:10

O tema é difícil para se definir por completo, por isso tentei levar a conversa para algo que cercasse as atenuantes, as justificativas muitas vezes loucas das pessoas sobre o tema. Acho que no final as contas existem manifestações machistas ou sexistas, mas a série, em si, não é nenhuma das duas coisas.

Responder
Rilson Joás 7 de abril de 2015 - 04:23

Sou fan da Anny, sou encantado pelos seus covers e sua voz sublime: És o dono dos meus dias, I’ll be waiting for you, baby, Quando tudo diz que não, Ninguém vai me segurar, Because i’m happy. Espero ansiosamente mais. 🙂

Queria aproveitar o espaço e pedir-lhe desculpas do fundo do meu coração por ter batido boca com ela no Twitter há 3 semanas, realmente, não era o melhor lugar nem a melhor maneira de abordar aquela questão. 🙁

Bom ver a volta da Yoana, junto com o núcleo central, Luiz, voz de roxinol e Guilherme da voz angelical, kkkkk. E num episódio de mais de uma hora! Aleluia!

Me parece um tema bastante complexo e complicado pela própria individualidade de cada ser humano, tivemos personagens homens e mulheres fortes e fracos durante a série. Tivemos visões estereotipadas e preguiçosas da mulher de dar vergonha durante os 51 anos, mas acho tenho ressalvas em relação a acusação de sexismo, creio que Doctor Who foi e é uma das séries que mais lutam contra a discriminação em geral, usando metáforas ou mensagens explícitas (Daleks como os piores seres do universo por serem racistas ou Human Nature/Family of Blood mostrando a discriminação social na Inglaterra pré-Primeira Guerra) e personagens (Donna como a secretária que virou a mulher mais importante da Criação, ou Miss Evangelista sendo discriminada por não ser tao inteligente como o resto da equipe, ou Sally como investigadora e destemida, o que não lhe impede de se apaixonar ou Jenny que possui relações com uma alienígena) pra reforçar essas posições. Doctor Who pode ser vista uma série sobre todos os seres humanos sendo importantes, únicos, especiais, por isso o amor desse alienígena por nossa espécie.

Concordo com a desnecessidade da Martha ter se apaixonado pelo Doctor. Mas isso é machismo? Seguindo essa lógica, quando o Doctor reconheceu que estava apaixonado pela Clara e a consultou antes de tomar a decisão de explodir Gallifrey foi feminismo? E quando o Doctor perdeu a Rose e ficou falando sempre nela ele virou “dependente da mulher”. No relacionamento Amy-Rory, o Rory era total sidekick da Amy, nem despedido direito foi. E o coitado do Mickey…prefiro nem falar, aquilo foi mais descaso de roteiro mesmo.

Donna morreu em Turn Left pra salvar o Doctor e a Terra. E salvou todo o universo no Finale.

Também não entendi porque a Clara ser “justificativa para o machismo” (What?). Quando o homem nasce pra salvar uma mulher, é machismo, porque a mulher pode se defender sozinha. Quando a Clara nasce pra salvar o Doctor, é machismo, porque a vida dela gira em torno de um homem. (What? 2)

O Moffat realmente possui problemas de escrita, ele acha que todo mundo entende o que está na cabeça dele, sem deixar nada no texto. Tanto é que nas entrevistas dele ele diz que “ah, mas isso não precisa ser explicado na série, você pode dizer isso ou aquilo e já tá explicado”. Ehhhh, não, Moffetuxo, não.

Finalmente, sobre Doctor mulher, não tenho opinião formada, se for bem trabalhado, eu acho que não vou reclamar.

A volta de Gallifrey é um evento único e gigantesco, se o Moffat ou outra pessoa souber trabalhar pode se tornar o evento mais épico da história da televisão mundial. Eu não quero um episódio duplo ou triplo, seria necessária toda uma temporada pra restabelecer o planeta e seus habitantes voltando em todo o espaço-tempo, as consequências do “congelamento” num universo paralelo (que foi explicado anteriormente em Hide), como Rassilon e o Alto Conselho lidaram com a situação e o que fizeram quanto ao Conselho de Guerra de Arcadia ter apoiado o Doctor em seus planos, como o Mestre saiu de Gallifrey, como os Daleks vão reagir, a Igreja vai fazer tentar mediar a situação? E a família do Doctor? Como Clara conseguir passar pelo bloqueio em Listen? O Olho da Harmonia que o Doctor tinha na Tardis em Journey foi roubado de Gallifrey ou todas as Tardis possuem um? Quem era a mulher em The End of Time? E Susan? E Romana? E Borusa?

Nem todas as perguntas podem ser respondidas, porque assim não seria Doctor Who, mas as possibilidades com a volta de Gallifrey são infinitas.

Desculpem pela mensagem gigantesca, terminei me animando.

Responder
Luiz Santiago 7 de abril de 2015 - 20:08

Sempre com ótimas discussões! O bacana desse bate papo é que ele levantou temas que com certeza vão fazer as pessoas pensarem melhor sobre algumas coisas e dialogarem a respeito. Como você viu, nós discordamos de uma série de coisas ao longo do episódio, mas o diálogo foi possível. Você trouxe ainda mais elementos legais para pensar o tema. Isso é que é gostoso no diálogo sobre a série. Ainda mais para um texto que possui muitos extremos e muitas falhas de interpretação, não é?

Responder
Rilson Joás 17 de abril de 2015 - 15:29

Com certeza, o diálogo é a melhor forma de tratar um tema controverso.

Eu tô meio perdido no tempo, ou o próximo episódio tá demorando um pouco pra chegar?

Responder
Luiz Santiago 17 de abril de 2015 - 16:23

Está sim. Mesmo contando a programação quinzenal que estamos fazendo esse ano, vamos atrasar o programa #16, porque eu e o Gui tivemos problemas com nossas agendas. Mas vai sair, prometo! hahaha

Responder
Rilson Joás 17 de abril de 2015 - 19:55

Okay, será que vem mais polêmica por aí?
No aguardo. 😀

Anny Carvalho 10 de abril de 2015 - 21:31

Olar, obrigada pelos elogios e calma migo, tudo bem, nem chegamos a discutir! Tá tranquilo! Obrigada por comentar! 😘

Responder
Rilson Joás 17 de abril de 2015 - 15:30

Obrigado você. 😉

Responder

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