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Sagas Marvel | Desafio Infinito

por Ritter Fan
518 views (a partir de agosto de 2020)

Sei que é covardia comparar Desafio Infinito com Guerras Secretas e Guerras Secretas II, mas é inevitável em vista dos pontos de convergência entre essas sagas. Primeiro, Desafio Infinito, publicada em 1991, é, em termos cronológicos, a saga imediatamente posterior a Guerras Secretas II. Houve crossovers e eventos entre uma coisa e outra, mas saga mesmo, no conceito exato da palavra, só mesmo Desafio Infinito.  Além disso, de uma maneira ou de outra, tanto as duas Guerras Secretas oitentistas como Desafio Infinito tratam de poder absoluto, que pode fazer tudo que seu controlador imaginar, ou seja, a temática é substancialmente a mesma, ainda que, claro, as formas de execução tenham sido diferentes.

E é justamente na forma de execução que é covardia comparar Desafio Infinito com as duas Guerras Secretas clássicas.

E o grande diferencial está na preparação. Apesar da saga ser auto-contida, ou seja, ter sido publicada em seis edições com o título Desafio Infinito, além dos inevitáveis, mas não muito intrusivos tie-ins, ela, na verdade, começou antes, no longevo volume 3 da publicação solo do Surfista Prateado, com o arco conhecido como A Ressurreição de Thanos e, depois, uma minissérie de dois números intitulada Thanos: Em Busca de Poder, todos publicados em 1990. Isso deveu-se ao fato que Tom DeFalco, então editor-chefe da Marvel Comics, percebeu em Thanos uma espécie de galinha dos ovos de ouro (ou de joias do infinito…), encomendando a Jim Starlin, que foi convidado a voltar ao personagem que criara em 1973 em O Invencível Homem de Ferro #55, depois de usá-lo em dois mega crossovers (antes do conceito de saga existir e atrapalhar um bocado as linhas editoriais) que colocavam o Titã Louco contra os Vingadores, a primeira tendo o Capitão Marvel original como pivô e a segunda, tendo Adam Warlock como foco. Ainda que a leitura dessas publicações anteriores seja altamente recomendada, por oferecerem o estofo necessário para apreciarmos mais amplamente o trabalho que vemos fluir na saga, nenhuma delas é realmente essencial ao entendimento de Desafio Infinito.

Mesmo assim, porém, em mão menos preparadas, Desafio Infinito poderia facilmente descambar para pancadaria descerebrada. Quem conhece Jim Starlin em seu auge de carreira, que inclui não apenas a criação de Thanos, mas também a do espetacular Dreadstar, sabe que, mesmo com seus defeitos, ele é tudo menos despreparado, ainda que lidando com uma linha narrativa que, como fica claro desde o começo, não poderia ter consequências duradouras para o Universo Marvel. Starlin dá propósito a Thanos, que, ao longo de Em Busca de Poder e ao mesmo tempo traindo e agradando sua amante, a Morte, reúne as joias do infinito na Manopla do Infinito para dominar o universo e entregar oferendas à sua amada. Com esse poder, ele se torna onipotente e faz o que quiser com literalmente um mero estalar de dedos. Basicamente impossível derrotar alguém assim, não é mesmo?

No entanto, é aí que vem a filosofia de Starlin, que passa a lidar com as verdadeiras intenções de Thanos, intenções essas que não são nem conhecidas pelo próprio Titã enlouquecido. É necessário a interferência de Adam Warlock, residente da joia da alma e que ressuscita nesta saga, cumprindo seu papel messiânico, para que tudo se encaixe em seus lugares. Warlock é tratado como o planejador-chefe, que sempre sabe de tudo, convence a todos, mas nunca interfere a não ser no último segundo. É muito interessante ver seus diálogos crípticos com o Surfista Prateado que literalmente não tem escolha se não auxiliá-lo.

Aliás, é com o Surfista que a história começa, quando ele cai na sanctum santorum do Doutor Estranho e cumpre seu papel original de arauto, anunciando que Thanos está chegando. Usando a linha narrativa estabelecida em A Ressurreição de Thanos e Em Busca de Poder, Thanos quer cumprir sua missão, para deixar a Morte feliz (uma contradição em termos?), de aniquilar metade dos seres vivos do universo. Simples assim. Com isso, os dois primeiros números da saga lidam exatamente com as consequências desse ato, com heróis sumindo, guerras intergaláticas começando (os Kree e os Skrull desconfiam uns dos outros, claro) e com os heróis remanescentes tentando entender o que está acontecendo. Quando todos eles e mais o Doutor Destino (com suas próprias intenções escusas, claro) são reunidos sob o comando de Warlock, a luta cósmica então começa.

Starlin, usa os três números seguintes para focar nas mais variadas lutas contra Thanos, desde ataques poderosos do Hulk, Drax, Thor (Eric Masterson, não Odinson), Quasar e Senhor do Fogo até ataques menos potentes como os do Capitão América, Cíclope e Wolverine (os dois últimos foram os únicos mutantes “autorizados” a participar pelo editor dos X-Men à época). Os heróis que conhecemos são meros coadjuvantes nessa saga cósmica e não poderia ser diferente, pois uma congregação dos seres “mais extremamente” poderosos do Universo Marvel é convocada: Eternidade, Cronos, o Tribunal Vivo, Galactus, as irmãs Amor e Raiva, Estranho, Lorde Caos e Mestre Ordem. Diante dessa magnitude, quem é o Capitão América e seu escudo colorido?

Assim, diante da dimensão do que vemos, não esperem de Desafio Infinito nada que vá lidar com aspectos psicológicos dos heróis comuns. A saga é muito mais ampla e abrangente, além de extremamente ambiciosa. Dá a impressão que os heróis menos poderosos do que algo alguém como a Fênix estão lá apenas para justificar o selo Marvel na publicação e não muito mais do que isso.

Apesar dos pesares, o trabalho de Starlin funciona muito bem, ainda que ele teime em repetir por vezes demais os mais diversos embates e narrar as estratégias de cada grupo desnecessariamente usando Eros (irmão de Thanos) e Uatu (o Vigia), além de exagerar nos segredos e mistérios de Adam Warlock justamente para ampliar a quantidade de páginas. O acerto de Starlin está na preparação que descrevi, dando relevância à loucura de Thanos, como também na brilhante explicação para as seguidas derrotas do Titã pelas mãos de seus inimigos. Aí sim o embate psicológico acontece de forma satisfatória, envelopando um final muito interessante e, de certa forma, imprevisível. Além disso, Starlin faz um ótimo uso de sequências que pressagiam a terrível manipulação que Thanos faz em sua neta, Nebulosa, por intermédio de seu enquadramento ao longo de toda a narrativa (há menos surpresa para quem leu a revista solo do Surfista Prateado, porém).

Aliás, esse foco em Nebulosa é particularmente interessante graças ao cuidadoso trabalho de George Pérez na arte, sempre o mestre absoluto nos enquadramentos com quantidades colossais de personagens. Com uma atenção cinematográfica, ele consegue sempre deixar em algum lugar de seus planos gerais pistas para o que vai acontecer em seguida. É como um bom diretor de fotografia trabalhando em uma obra de arte. Aliás, que obras de arte são os quadros de Pérez! Diria que poucos artistas de quadrinhos são capazes de trabalhar tantos detalhes de tantos personagens em um mesmo quadro ou sucessão deles sem deixar tudo muito confuso ou mal acabado. E ele ainda tem tranquilidade para inovar na fusão de quadros e para focar em sua sucessão e composição. Em termos de desenhos, Desafio Infinito é irretocável, como fora seu trabalho na mega-saga Crise nas Infinitas Terras, da Distinta Concorrência.

Desafio Infinito, com sua preparação detalhada e execução inteligente, apesar de problemas de repetição e uma quantidade enorme de texto expositivo, satisfaz como uma grande saga cósmica da Marvel Comics e a primeira saga verdadeiramente boa da editora, considerando-se as duas tenebrosas Guerras Secretas. Apesar de ter poucas consequências duradouras, isso não pode ser visto como falha, pois pouquíssimas sagas as têm. Starlin, com isso, acerta mais uma, ainda que seu trabalho, aqui, já esteja aquém das outras vezes que lidou com Thanos em tamanha escala.

Desafio Infinito (Infinity Gauntlet, EUA)
Roteiro: Jim Starlin
Arte: George Pérez, Ron Lim
Cores: Max Scheele
Editora (nos EUA): Marvel Comics
Editora (no Brasil): Editora Abril
Lançamento (nos EUA): julho a dezembro de 1991
Lançamento (no Brasil): março a maio de 1995
Páginas: 238

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44 comentários

Thor Odinson 13 de junho de 2020 - 21:57

Minha saga preferida da Marvel. Ninguém escreve Thanos como seu criador Jim Starlin! A arte do George Pérez é sensacional como sempre e Ron Kim não decepciona.

Responder
planocritico 17 de junho de 2020 - 10:42

A arte é incrível, o Thanos é fascinante, mas eu apenas gosto dessa saga. Minha favorita mesmo é Guerra Civil.

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago Andrade 23 de abril de 2018 - 19:00

Olá Amigos, Gostaria quem alguém me indicasse o que eu posso ler em ordem cronológica antes da Saga do Infinito, só o necessário para entender tudo o que é comentado lá e os acontecimentos, removendo a leitura que é dispensável pra não se tornar cansativo. Quero ler até o dia 26 antes de Guerra Infinita nos cinemas esses arcos e possiveis histórias do Thanos para me situar mais ainda nesse universo, mas ainda ando meio confuso do que ler pra entender tudo .. Se eu ler Thanos em Busca do Poder e em seguida Desafio Infinito, Guerra Infinita e Cruzada Infinita eu já consigo ter uma leitura compreensiva desses arcos? Desde Já Obrigado!

Responder
planocritico 23 de abril de 2018 - 20:00

@disqus_iRLdhOlvkj:disqus , sugiro ler nessa ordem aqui, de baixo para cima, claro: https://www.planocritico.com/tag/thanos-quadrinhos/

Mas se quiser ler a partir de Em Busca do Poder, depois Desafio, Guerra e Cruzada, já vai te dar um panorama bom do personagem, ainda que suas melhores histórias sejam as primeiras (Vingadores vs Thanos).

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago Andrade 23 de abril de 2018 - 20:47

Atah Man, Muito Obrigado.. Existe um compilado chamado A Saga de Thanos – 1973 a 1977, vc sabe me dizer se ela abrange todo esses trechos importantes como Primeira aparição de Thanos, A Criação de Adam Warlock, A Morte do Capitão Marvel, Os Arcos essenciais de Surfista Prateado, Em busca do Poder e a Trilogia do Infinito? Ou preciso achar separadamente alguns desses arcos importantes para complementar a leitura? Estou perguntando pq estou encontrando discordâncias na internet em relação as partes que são abordadas nesse A Saga de Thanos, e se realmente ele tiver esses arcos essenciais fica bem mais facil para mim concluir a leitura, pois só vou precisar ir atrás de Abismo Infinito e A Ascensão de Thanos.. mas uma vez obrigado!

Responder
planocritico 23 de abril de 2018 - 21:07

Olha, se você está falando de A Saga de Thanos publicado em 5 edições ainda pela Editoral Abril, no começo da década de 90, essa história só cobre de Homem de Ferro 55 até o final da segunda parte de Vingadores vs Thanos. E, mesmo assim, eu não confiaria em nada da Editora Abril na época, pois eles publicavam tudo errado, faltando pedaços. De toda forma, se não tiver outro jeito, fique com ela mesmo.

De toda forma, Ressurreiçao de Thanos, Em Busca do Poder e a primeira Trilogia do Infinito + Abismo Infinito e Ascensão de Thanos estariam fora.

Mas ainda tem a segunda Trilogia do Infinito: Revelação Infinita, Relatividade Infinita e Final Infinito (além de Entidade Infinita). A crítica de Revelação sai amanhã. Mas sugiro não se preocupar com essa segunda trilogia agora. Só vai te confundir.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de abril de 2018 - 21:07

Olha, se você está falando de A Saga de Thanos publicado em 5 edições ainda pela Editoral Abril, no começo da década de 90, essa história só cobre de Homem de Ferro 55 até o final da segunda parte de Vingadores vs Thanos. E, mesmo assim, eu não confiaria em nada da Editora Abril na época, pois eles publicavam tudo errado, faltando pedaços. De toda forma, se não tiver outro jeito, fique com ela mesmo.

De toda forma, Ressurreiçao de Thanos, Em Busca do Poder e a primeira Trilogia do Infinito + Abismo Infinito e Ascensão de Thanos estariam fora.

Mas ainda tem a segunda Trilogia do Infinito: Revelação Infinita, Relatividade Infinita e Final Infinito (além de Entidade Infinita). A crítica de Revelação sai amanhã. Mas sugiro não se preocupar com essa segunda trilogia agora. Só vai te confundir.

Abs,
Ritter.

Responder
Thiago Andrade 23 de abril de 2018 - 21:10

Muito bem esclarecido, Obrigado Ritter!

Sagas Marvel | Desafio Infinito – Críticas 16 de abril de 2018 - 01:27

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Eduardo Roque 13 de abril de 2018 - 01:26

Só 1 obs: faltou creditar o desenhista Ron Lim q assumiu a série na metade e embora ñ c compare ao Pérez mandou muito bem na minha opinião

Responder
planocritico 14 de abril de 2018 - 04:04

Corrigirei!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 14 de abril de 2018 - 04:04

Corrigirei!

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 12 de abril de 2018 - 18:55

Exceto a piada do Thanos transformar o adamantium do Wolverine em borracha😂. Esse eu nunca mais vou esquecer.

Responder
planocritico 12 de abril de 2018 - 22:26

Boa!

– Ritter.

Responder
Big Boss 64 12 de abril de 2018 - 18:53

Eu já li essa saga 3 vezes na vida, mas sempre que vou relembrá-la de cabeça, só me vem o jogo de SNES. Foi mal.

Responder
planocritico 12 de abril de 2018 - 22:25

Tem jogo dessa saga???

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 12 de abril de 2018 - 22:30

Sim, War of the Gems. Nunca jogou, não? É baseado em Desafio e Guerra, mas o bizarro é as joias estarem todas na Terra e cabe a 5 heróis Marvel resgatá-las para Adam Warlock.

Em Qui, 12 de abr de 2018 21:26, Disqus escreveu:

Responder
planocritico 12 de abril de 2018 - 23:33

Nunca nem tinha ouvido falar! Deixei passar esse durante minha época de SNES!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 12 de abril de 2018 - 23:33

Nunca nem tinha ouvido falar! Deixei passar esse durante minha época de SNES!

Abs,
Ritter.

Responder
Big Boss 64 12 de abril de 2018 - 23:50

Procure, irmão. Só não garanto que será fácil já que o jogo tem poucos vilões, a maioria dos inimigos e chefes são apenas versões malignas dos heróis. Só a história é meio doidera porque Guerra Infinita ocorre antes de Desafio e não faz sentido a manopla do Thanos funcionar já que as joias ficam com os heróis o tempo todo.

Em Qui, 12 de abr de 2018 22:37, Disqus escreveu:

planocritico 13 de abril de 2018 - 00:03

Minha época de jogar videogame já passou. Não tenho mais paciência para tentar infinitamente passar de fase…

Abs,
Ritter.

Big Boss 64 13 de abril de 2018 - 00:49

Pelo menos dê uma olhada para análise de referências (e depois um Game Genie sempre facilita kkk).

Em Qui, 12 de abr de 2018 23:05, Disqus escreveu:

Cadê o Yoshi? 12 de abril de 2018 - 18:55

Exceto a piada do Thanos transformar o adamantium do Wolverine em borracha😂. Esse eu nunca mais vou esquecer.

Responder
Filipe Isaías 12 de abril de 2018 - 15:40

Li em preparação para Infinity War e gostei bastante. Finalmente entendi porque o Thanos é chamado de Titã Louco. O cara mata metade do universo porque quer dar uns pegas na Morte. Você consegue imaginar essa motivação no cinema?

Falando em imaginar, mentaliza todas essas entidades cósmicas juntas discutindo os rumos do multiverso na tela grande. Pode acabar o cinema! Nada superaria isso! https://uploads.disquscdn.com/images/704f227984912c1fb36cae4c4262f6cee73af0dd66692f4de1b600bc3b3120c4.jpg

Responder
planocritico 12 de abril de 2018 - 15:47

Para mim, ele é Titã Louco porque ele se auto-sabotou para não conseguir aniquilar metade do universo… HAHAHHAAHAHHHHAHAHA

Mas cara, essas entidades cósmicas todas em uma cena do filme SIMPLESMENTE NÃO CABERIA NA MINHA MENTE. Seria um derrame fatal ali mesmo, sentado no escuro…

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 12 de abril de 2018 - 17:36

Ritter, queria saber quais as melhores hqs pra ler antes de Infinity War. Eu já li Desafio Infinito e atualmente tô relendo Infinito de 2013 (que não tá tao boa quanto me lembrava) e Aniquilação pela primeira vez (que não tem muito Thanos, mas é boa). Obrigado desde já. =)

Abs.

Responder
Filipe Isaías 12 de abril de 2018 - 17:36

Ritter, queria saber quais as melhores hqs pra ler antes de Infinity War. Eu já li Desafio Infinito e atualmente tô relendo Infinito de 2013 (que não tá tao boa quanto me lembrava) e Aniquilação pela primeira vez (que não tem muito Thanos, mas é boa). Obrigado desde já. =)

Abs.

Responder
planocritico 12 de abril de 2018 - 22:25

@filipeisaias:disqus , dá uma olhadinha nessas outras críticas aqui. Tem coisas muito melhores que Desafio Infinito e que podem ser úteis para o filme: https://www.planocritico.com/tag/thanos-quadrinhos/

Mas tem ainda a terceira saga do Infinito: Cruzada Infinita. Além da trilogia mais recente do Infinito de Starlin: Revelação Infinita, Relatividade Infinita e Entidade Infinita. E tem também Infinity Finale. E semana passada Starling lançou o começo da terceira trilogia do Infinito: Infinity Siblings.

Se quiser saber detalhes da origem de Thanos, leia a (péssima) minissérie Thanos: Rising.

Tem mais coisa, mas acho que já é muito!

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 13 de abril de 2018 - 01:38

Valeu! Vou dar uma bizoiada.

Abs.

Filipe Isaías 13 de abril de 2018 - 01:38

Valeu! Vou dar uma bizoiada.

Abs.

Filipe Isaías 12 de abril de 2018 - 15:40

Li em preparação para Infinity War e gostei bastante. Finalmente entendi porque o Thanos é chamado de Titã Louco. O cara mata metade do universo porque quer dar uns pegas na Morte. Você consegue imaginar essa motivação no cinema?

Falando em imaginar, mentaliza todas essas entidades cósmicas juntas discutindo os rumos do multiverso na tela grande. Pode acabar o cinema! Nada superaria isso! https://uploads.disquscdn.com/images/704f227984912c1fb36cae4c4262f6cee73af0dd66692f4de1b600bc3b3120c4.jpg

Responder
Rodrigo Emanoel Fernandes 10 de abril de 2018 - 17:08

Segunda grande oportunidade desperdiçada pelo Starlin para dar um final digno para o velho Thanos. Difícil pra mim engolir que o lindo epílogo em “A Morte do Capitão Marvel” não valeu, mas já que é assim eu diria que o final de Desafio Infinito é o melhor final possível pra Thanos depois de tudo o que rolou. Irônico, esperto, inesperado… enfim, digno, mas só se tivesse mesmo parado por aí. Infelizmente Thanos, Warlock e toda essa galera fulgurante acabaram sofrendo da síndrome de Bilbo Bolseiro: “me sinto fino, esticado, como manteiga espalhada por uma fatia grande demais de pão”. =/

Responder
Rodrigo Emanoel Fernandes 10 de abril de 2018 - 17:08

Segunda grande oportunidade desperdiçada pelo Starlin para dar um final digno para o velho Thanos. Difícil pra mim engolir que o lindo epílogo em “A Morte do Capitão Marvel” não valeu, mas já que é assim eu diria que o final de Desafio Infinito é o melhor final possível pra Thanos depois de tudo o que rolou. Irônico, esperto, inesperado… enfim, digno, mas só se tivesse mesmo parado por aí. Infelizmente Thanos, Warlock e toda essa galera fulgurante acabaram sofrendo da síndrome de Bilbo Bolseiro: “me sinto fino, esticado, como manteiga espalhada por uma fatia grande demais de pão”. =/

Responder
planocritico 10 de abril de 2018 - 22:33

É uma pena que o “comichão da ressuscitação” seja uma doença contagiosa incurável na Marvel e na DC. Não tem jeito…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 10 de abril de 2018 - 22:33

É uma pena que o “comichão da ressuscitação” seja uma doença contagiosa incurável na Marvel e na DC. Não tem jeito…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Cardozo 4 de fevereiro de 2018 - 02:28

Li a Trilogia do Infinito mês passado e concordo com boa parte das críticas. Esse Desafio Infinito é de longe o melhor da Trilogia, mas tb não consigo achar isso tudo que consideram. Gostei, me diverti lendo, mas ao fim a grandiosidade que senti foi pela história em si ser “grandiosa”, tratando do universo cósmico da Marvel. Ainda assim é uma leitura interessante. As demais sagas até curti a ideia, mas não gostei tanto dos resultados. Meio cansativos.

Responder
planocritico 5 de fevereiro de 2018 - 18:38

Sim, Desafio Infinito é a única saga dessa primeira Trilogia do Infinito que é boazinha. O resto é fraco.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Cardozo 4 de fevereiro de 2018 - 02:28

Li a Trilogia do Infinito mês passado e concordo com boa parte das críticas. Esse Desafio Infinito é de longe o melhor da Trilogia, mas tb não consigo achar isso tudo que consideram. Gostei, me diverti lendo, mas ao fim a grandiosidade que senti foi pela história em si ser “grandiosa”, tratando do universo cósmico da Marvel. Ainda assim é uma leitura interessante. As demais sagas até curti a ideia, mas não gostei tanto dos resultados. Meio cansativos.

Responder
Acroporium sp. 20 de novembro de 2014 - 20:43

Concordo que Guerra Secretas 1 foi fantástica mas nunca que guerra secretas 2 será melhor que a saga do infinito, principalmente guerra infinita.

Responder
planocritico 20 de novembro de 2014 - 21:13

@acroporiumsp:disqus, eu absolutamente abomino as duas Guerras Secretas. Desafio Infinito é “infinitamente” melhor…

Abs, Ritter.

Responder
Awos95 3 de novembro de 2014 - 07:26

Nunca li nada referente as historias cósmicas da Marvel, eu poderia ler essa saga ou preciso de algum conhecimento pra ler antes?

Responder
planocritico 3 de novembro de 2014 - 12:04

Não precisa não, @awos13:disqus. Aliás, esse é o melhor ponto para se começar a ler as sagas cósmicas da Marvel. Não é a melhor, mas é a mais famosa e não exige conhecimento prévio. Manda ver e depois me diga o que achou!

Abs, Ritter.

Responder
Rafael Gardiolo 9 de abril de 2014 - 01:43

A primeira edição dessa saga é linda, com Thanos e a Morte… mas o resto, e nisso incluo as sagas seguintes, são o padrão dos crossover da casa das ideias.

Responder
planocritico 9 de abril de 2014 - 12:24

Sim, você tem razão: o início de Desafio Infinito (diria que os dois primeiros números) é sensacional, mas depois cai muito, mesmo que o final seja interessante. Já as outras duas sagas que formam a Trilogia do Infinito, teremos as críticas delas muito em breve… – Ritter.

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