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Crítica | Família Soprano – Série Completa

por Ritter Fan
801 views (a partir de agosto de 2020)

  • Crítica originalmente publicada em 2010.

Eu e minha esposa dedicamos 2010 para assistir Família Soprano do começo ao fim. Comprei a primeira temporada em DVD quando ela foi originalmente lançada lá pelos idos do ano 2000.  Vi um ou dois episódios e larguei de lado, não porque não tivesse gostado, mas talvez pelas circunstâncias daquele momento.

Corta para o Natal de 2009. Minha esposa decidiu me dar de presente as temporadas restantes e minhas desculpas para não ver a série acabaram. Começamos em janeiro e acabamos no comecinho de dezembro de 2010. Todas as seis temporadas, do começo ao fim.

Para aqueles que consideram Lost uma série revolucionária, com roteiro brilhante, algo nunca tentado antes na TV, façam um favor a vocês mesmos e assistam Família Soprano. Achar Lost uma série revolucionária, como muitos preconizam, significa uma das quatro hipóteses: (1) Lost foi a única série que você assistiu; (2) você gosta de roteiros completamente sem sentido, seja direto, indireto ou metafórico; (3) você se deslumbra facilmente ou (4) você gosta de ursos polares em ilhas tropicais.

E não é que Família Soprano seja uma série sem falhas. Muito ao contrário. Tenho sérios problemas com ela, como deixarei claro mais adiante. Acontece que, no contexto em que foi ao ar, em pleno ano de 1999, em que séries dramáticas eram raras e as que existiam passavam longe do conceito de “qualidade”, ela foi – essa sim – uma verdadeira revolução.

Roteiros inteligentes. Atuações brilhantes e inesquecíveis. Direção segura e fazedora de escola. É assim que a série Família Soprano pode ser resumida.

Tony Soprano (o excelente James Gandolfini) é o chefe de uma família mafiosa de New Jersey. Ele é casado com Carmela Soprano (a também excelente Edie Falco) e tem um casal de filhos: Meadow Soprano (Jamie-Lyn Sigler) e A. J. Soprano (Robert Iler). Tony tem uma típica vida suburbana americana: uma linda casa com piscina, carros e tem que lidar com a vida doméstica como cada um de nós. Ele todo dia de manhã sai de roupão para pegar o jornal no portão de sua casa, tem o hábito de tomar café da manhã na cozinha estilo “americano” que tem e costuma adorar os patos que adotaram sua piscina como lago particular.

Tony até mesmo tem problemas pessoais como qualquer pessoa normal: ele sofre de ataques de pânico, o que o faz ser paciente da bela psiquiatra Dra. Jennifer Melfi (Lorraine Bracco). Essa relação hesitante entre paciente e médico é que dá o impulso para toda a série e é um motivo recorrente em todas as seis temporadas. Na sua concepção mais básica, essa relação é complicada pois Tony é um chefe da máfia e os italianos mafiosos, em princípio, não “acreditam” em psiquiatras. É um motivo de humilhação Tony ter que ver um e admitir que tem problemas de pânico que, em última análise, são problemas mentais.

O Poderoso Chefão é, costumeiramente, a imagem que temos da máfia: gente sisuda, com muito dinheiro, que se veste bem e segue um código de honra impecável. Don Corleone, o chefão, sempre sabe o que fazer e nunca hesita em dar ordens sempre dentro de padrões estabelecidos há centenas de anos no sual da Itália. E, de fato, a famosa trilogia de Coppola é um marco no cinema e também funciona como referência jocosa em Família Soprano. E o interessante – até chocante – é a comparação entre a imagem que temos dos mafiosos em O Poderoso Chefão e em Família Soprano.

O sofisticado é trocado pelo mundano. O rico é trocado pela classe média, talvez classe média alta em alguns casos. Os belos ternos são trocados por camisetas ou roupas com um “quê” de bregas. Mesmo a violência tão evidente em O Poderoso Chefão e outros filmes de máfia clássicos é trocada por algo mais real, mais próximo de nós, do dia-a-dia. O inimigo nem sempre é uma facção comandada por outro chefão. Apesar dessa situação existir na série, os problemas que mais afligem Tony estão dentro de seus dois seios familiares: sua mulher e filhos de um lado e seu companheiro de máfia de outro. Isso sem contar, claro, com o inimigo dentro da própria mente de Tony, que nos é exposto por seus ataques de pânico.

Em sua família imediata vemos Carmela sempre exigindo segurança financeira de Tony e um mínimo de respeito quando Tony trai a santidade do casamento, algo que ela sabe ser inevitável. Temos A. J. como um garoto rebelde que não vai bem na escola. Meadow é a menina quase perfeita: bonita e estudiosa, ao mesmo tempo que é geniosa.

Ainda na família de sangue, Tony tem que lidar com sua mãe manipuladora e dominadora Livia (a incrível Nancy Marchand que, infelizmente, faleceu durante a série) e seu tio Junior (Dominic Chianese). Junior e Livia, no começo da série, se unem contra o próprio Tony, deixando muito claro que seus maiores problemas  vêm de dentro do seio familiar. Livia Soprano é figura central mesmo depois que deixa a série prematuramente pois a figura da mãe influencia fortemente Tony de todas as maneiras possíveis, sendo esse um assunto constantemente discutido nas sessões de terapia de Tony com a Dra. Melfi.

Há, também, a irmã encostada de Tony, Janice (Aida Turturro) que só quer sugar as pessoas ao seu redor, sem nada dar em troca. Sua maior relevância na série acabou acontecendo com o falecimento de Nancy Marchand, pois a trama precisava de uma figura que lembrasse a mãe de Tony e ela passou a fazer as vezes dessa figura.

Fora da família de sangue – ou quase fora – temos Christopher Moltisanti (Michael Imperioli) um rapaz que Tony coloca sob suas asas para que ele seja seu verdadeiro sucessor. Mas Christopher tem seu muitos problemas, como alcoolismo, drogas e uma certa tendência à atos impulsivos de extrema violência. O segundo em comando na família mafiosa de Tony e seu consigliere é Silvio Dante (Steve Van Zandt – guitarrista da banda de Bruce Springsteen). Paulie Gualtieri (Tony Sirico) um dos “coletores” de Tony e antigo amigo de seu pai, também tem grande relevância na série.

Há, ainda, um sem fim de outros personagens, em sua maioria muito bem escritos e desenvolvidos, especialmente o sub-chefe e depois chefe da máfia de Nova Iorque, Johnny “Sack” (Vincent Curatola), o “enfermeiro” de Junior Soprano, Bobby “Bacala” (Steve Schirripa) e o chef do restaurante Vesuvio, onde Tony come quase todas as noites sem pagar, Artie Bucco (John Ventimiglia).

E isso sem contar com os convidados especiais que floreiam a série. Talvez os de maior destaque sejam o sempre sensacional Steve Buscemi (no papel de Tony Blundetto), o diretor Sydney Pollack (no papel de Warren Feldman), Joe Pantoliano (no papel do irritante Ralph Cifaretto) e Robert Loggia (no papel de Feech La Manna). Até mesmo Sir Ben Kingsley e Lauren Bacall aparecem fazendo eles mesmos, em uma dupla de episódios envolvendo Christ Moltisanti em Hollywood.

Como se pode notar, Família Soprano é uma série essencial para quem gosta de televisão. No entanto, como já disse, ela não é sem defeitos. O mais recorrente deles é uma espécie de deficiência crônica ainda no nascedouro da série: apesar da quantidade enorme de personagens, todos são tão bem trabalhados que ficou difícil para os produtores e roteiristas matarem alguns deles. Assim, por mais de uma vez (bem mais) personagens externos à trama principal são introduzidos ao mundo de Tony Soprano quase que sem maiores explicações somente para cumprirem funções específicas e, depois, desaparecerem. Entendo o uso desse artifício uma vez aqui e ali, mas isso acontece com enorme frequência, ao ponto de, em determinado momento, ficar claro imediatamente que “ah, se esse cara entrou agora na série, quer dizer que vai morrer”.

Não é que os roteiristas se furtem de levar consequências drásticas ao seio da família de Tony. Personagens bem firmados na mitologia Soprano são liquidados sem dó, mas tudo acontece mais para o final, quando é necessário caminhar para o encerramento da série. Até a quinta temporada, a introdução de gente nova chega a ser irritante, ainda que alguns personagens sejam inesquecíveis.

Outro ponto fraco da série fica muito focado na sexta temporada. Lá, vemos não só a introdução de vício em jogo que Tony simplesmente nunca teve em momento algum da série (sim, ele joga, mas não é nem de perto um viciado e demonstra não gostar de viciados). É um típico momento “como assim?” aleatório. Nessa mesma temporada, há um grande arco envolvendo um personagem mafioso que é homossexual e sua luta entre sair do armário ou ficar lá dentro. Gostei muito do arco mas, olhando a série como um todo, ele ficou um tanto deslocado por focar em personagem secundário por tempo demais.

O terceiro problema da série não é exatamente um problema, mas eu já vi muita gente reclamando disso: as temporadas vem e vão sem um verdadeiro clímax. De fato, isso é verdade, com uma ou outra exceção. Acontece que o clímax que as pessoas querem é uma espécie de “assassinato de Sonny Corleone” ou algo teatral e impactante dessa natureza. No entanto, Família Soprano nos conta a história de mafiosos parecidos com todos nós. Mortes e acontecimentos “cinematográficos” passam longe dessa série. Não comecem a ver Sopranos achando que encontrarão uma obra baseada em O Poderoso Chefão. É uma série dramática sobre uma família disfuncional que, por acaso, está situada no mundo da máfia.

E o final? Muita gente reclama do final da série, achando que a sexta temporada foi esticada demais (ela tem 21 episódios enquanto todas as outras temporadas têm 13). De fato, 21 episódios foi um número excessivo. Mas o episódio final, que encerra a temporada, é brilhante. Sensacionalmente brilhante. Ele não só mantém o ritmo de tudo que o precedeu como permite que nós, espectadores, terminemos a série da maneira que acharmos melhor. Pode ter frustrado alguns, mas foi um final irretocável e corajoso. Confesso, porém, que a série poderia ter acabado facilmente no final da quinta temporada.

Família Soprano (The Sopranos, EUA, 1999-2007)
Criador: David Chase
Direção: Vários
Roteiro: Vários
Elenco: James Gandolfini, Edie Falco, Lorraine Bracco, Michael Imperioli, Dominic Chianese, Tony Sirico, Steve Van Zandt, Jamie-Lynn Sigler,  Robert Iler, Aida Turturro, Vincent Curatola, Drea de Matteo, Steve Schirripa, John Ventimiglia, Steve Buscemi, Sydney Pollack, Joe Pantoliano, Robert Loggia, Ben Kingsley e Lauren Bacall
Duração: 3870 min.

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23 comentários

Gustavo Araújo 26 de fevereiro de 2021 - 20:54

Mestre Ritter, qual(ais) série(s) o senhor indicaria para alguém que quer embarcar nesse mundo “seriadeiro” mas nunca engatou de fato ? The Sopranos seria ela (uma delas) ? Caso sejam várias, recomenda uma ordem específica ? Para que essa pessoa possa, não só gostar de ver, porém pra que também consiga entender o valor desse meio na contação de histórias, no audiovisual e etc…

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planocritico 26 de fevereiro de 2021 - 20:55

Nossa. Mas é muita responsabilidade essa de te guiar pelos meandros do universo das séries!!!

Mas vamos lá. Presumindo que você realmente nunca pegou uma série para assistir de verdade, que é o que você dá a entender, diria que uma dar portas de entrada é mesmo Sopranos. A razão principal para isso, além de a série ser muito boa por seus próprios méritos, é que ela foi uma das que abriu caminho para a televisão como um todo mudar a forma de produzir séries, começando a deixar de lado o modelo de muitos episódios por temporada e a estrutura de “casos da semana” para contar uma longa história única, ainda que, claro, com diversas ramificações e subtramas. Digo que Sopranos foi “uma das que abriu”, pois há mesmo outras, como Oz, por exemplo, mas que não sugiro como porta de entrada em vista da temática menos universal. Sopranos é, por assim dizer, O Poderoso Chefão dos mafiosos “porcarias”, sem sofisticação, com uma visão refrescante sobre a temática.

Claro que Sopranos não é a única porta de entrada. Uma possibilidade é você dar uma olhada nas séries que cada um de nós listou como favoritas aqui: https://www.planocritico.com/favoritos-do-plano-critico-tv-live-action-series-favoritas/. Há uma quantidade boa de séries variadas que podem ser de seu interesse.

Outra possibilidade é você me dizer mais ou menos que tipo de filmes ou livros você gosta – os gêneros – para eu indicar séries que você terá mais chances de gostar. Estou aqui para ajudar!

Abs,
Ritter.

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Gustavo Araújo 28 de fevereiro de 2021 - 21:02

Opa, obrigado! Então… Sou bem aberto aos estilos literários e audiovisuais de uma que seria resumida naquela velha oração que muito cinéfilo solta por aí: “gosto de filme bom”. Entretanto, necessito ser sincero e confesso que tenho uma quedinha a mais por narrativas que tem a Música atrelada de alguma forma, seja uma biografia de um músico, a história de um fictício ou musical propriamente dito; dramas mais centralizados em desenvolvimento de personagens; comédias; obras que até podem ter foco quase que total na trama, mas que a contem de maneira não tão convencional (de modo não linear, mesclando estilos diferentes, usando o modelo de relatos e etc…).

Alguma recomendação ficou mais clara em sua mente com as minhas “preferências” no parágrafo acima ou continua recomendando só Sopranos e a lista dos redatores, mestre ?

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planocritico 28 de fevereiro de 2021 - 21:03

Séries que giram ao redor de música são mais raras. E, que eu me lembre assim rapidamente, nenhuma realmente clássica e imperdível.

Mas, como você disse que gosta de dramas centralizados em desenvolvimento de personagens, então vale uma listinha pequena, mas, creio eu, certeira, que reúne tanto séries mais “antigas” como mais novas:

1. Sopranos;
2. The Wire;
3. Mad Men;
4. Breaking Bad (e, depois, se gostar, Better Call Saul, que considero ainda melhor);
5. Battlestar Galactica (o reboot de 2004).

Abs,
Ritter.

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Gustavo Araújo 1 de março de 2021 - 00:56

Obrigado, mestre! Desculpe o incômodo, hshshs.

planocritico 1 de março de 2021 - 01:04

Sempre um prazer!

Abs,
Ritter.

Marcio Belfort 23 de dezembro de 2020 - 18:14

Terminei ontem. É uma boa série.
Vi uma grande quantidade de textos e vídeos na internet classificando Sopranos como a melhor série de todos os tempos.
Acho que é uma supervalorização em virtude da cena final.
Tudo bem, foi como um gol de bicicleta aos 44 minutos do segundo tempo em final de copa do mundo. Mas os outros 3868 minutos não foram tão brilhantes e sensacionais assim.
Talvez se tivesse assistido na época da exibição original, ficasse mais impactado.
The Wire também tem uma grande quantidade de personagens, mas consegue amarrar todo o roteiro de forma mais competente.
Concordo que Sopranos foi esticada demais, não acabou quando devia,ao contrário da minha favorita BB.
Mad men também é melhor.
Até BCS caminha para ser melhor, se a pandemia permitir.
Agora vou iniciar Mr. Robot.
Abs

Responder
planocritico 23 de dezembro de 2020 - 18:14

Sopranos é uma baita série, mas eu, pessoalmente, não a considero a melhor de todos os tempos. Não está nem no meu top 20. Dito isso, muita gente vê – acertadamente, aliás – essa série como um marco. Foi a partir dela que o panorama de séries de televisão mudou para sempre. Não que ela tenha sido pioneira em seu formato, mas foi a que reuniu pioneirismo com sucesso enorme, abrindo caminho de vez para a HBO e as séries de TV a cabo.

Abs,
Ritter.

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Castro 24 de setembro de 2020 - 17:03

Dá só 4 “estrelas” para Sopranos é um ultraje.

Responder
planocritico 24 de setembro de 2020 - 17:18

Não acho não.

Abs,
Ritter.

Responder
Elton Miranda 15 de fevereiro de 2018 - 19:03

Àpos indas e vindas, desistências pelo caminho, finalmente acabei de ver a série, e sim ela é ótima, mas por vezes achei que a história não ia para frente. Ainda tenho mad men e braking como favoritas

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planocritico 18 de fevereiro de 2018 - 14:10

@andrsinqueira:disqus , Família Soprano tem mesmo seus problemas. Concordo que Mad Men e Breaking Bad são melhores. Mas Sopranos abriu caminho para que essas outras duas séries – e basicamente todas as séries recentes – fossem possíveis!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 18 de fevereiro de 2018 - 14:10

@andrsinqueira:disqus , Família Soprano tem mesmo seus problemas. Concordo que Mad Men e Breaking Bad são melhores. Mas Sopranos abriu caminho para que essas outras duas séries – e basicamente todas as séries recentes – fossem possíveis!

Abs,
Ritter.

Responder
Samara Luz 22 de maio de 2015 - 17:27

Eu acho The Sopranos uma série,inteligente,com personagens envolventes e com uma temática incrível ,sem falar nas ótimas trilhas sonoras,adorei a crítica

Responder
planocritico 22 de maio de 2015 - 18:54

É, realmente, uma série fantástica, @samaraluz:disqus.

E obrigado pelo elogio!

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Gardiolo 27 de setembro de 2014 - 23:36

Segundo episódio da sexta temporada é a melhor coisa que já vi na televisão.

Responder
planocritico 29 de setembro de 2014 - 01:22

Tem muita coisa boa na série como um todo! – Abs, Ritter.

Responder
gabriel 28 de dezembro de 2012 - 22:28

sem duvida que e o maior seriado de todos os tempos

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Ritter Fan 30 de dezembro de 2012 - 18:31

Gabriel, que bom que você gosta de Sopranos. Eu considero essa uma das melhores séries de todos os tempos. A melhor mesmo, para mim, é outra da HBO: The Wire. Inacreditável essa série. Se você não viu, eu recomendo!

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King Size 16 de junho de 2015 - 01:44

Queria muito assistir The Wire, mas é praticamente impossível encontrar legendado com uma qualidade boa

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Deisiane 25 de dezembro de 2012 - 04:48

gostaria de saber se e verdade que tem o vol.2 da 6 tempo. e se tiver quantos episodios ela possue?!

Responder
Ritter Fan 25 de dezembro de 2012 - 09:29

Deisiane, a sexta temporada de Família Soprano foi lançada em DVD em dois volumes. O primeiro contém 12 episódios e, o segundo, nove. A temporada completa tem 21 episódios, substancialmente maior que as outras cinco, que tiveram 13 episódios cada uma.

Responder
Gustavo 30 de julho de 2012 - 16:20

Olá, recentemente assisti Sopranos novamente, tinha assistido sozinho e dessa vez vi com minha noiva. É brilhante e de longe minha série favorita. Uma das únicas séries que consegue debater temas como Homofobia, machismo, terrorismo, entre outras coisas. Tony não é nenhum herói, nunca vai ser.
Quis comentar em seu post porque achei muito parecido com o que eu acho da série, e também porque eu estou preparando um texto para meu blog já que assisti a série pela segunda vez! Assistiria até uma terceira vez. Meu episodio favorito sem dúvidas é aquele em que a Dra. Melfi é violentada, os debates que envolvem e o fina foi muito tenso! De tremer. Mas como você mesmo disse, tem esse erro. O episodio todo foi tenso mas depois isso nem é mencionado mais., o que é chato, seria bacana se esse tema viesse a cair na série outras vezes…

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