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Veredito Cinéfilo #16 | Os 20 Melhores Filmes de 2019

por Luiz Santiago
373 views (a partir de agosto de 2020)
  • ATENÇÃO: As despedidas, votos finais e fofuras de encerramento do ano deixaremos para fazer no tradicional Editorial Plano Crítico, dia 31/12, como de costume.

E cá estamos mais uma vez para a lista de melhores do ano segundo… nós mesmos! 😎

As regras para a indicação na lista mantiveram-se tal qual a dos anos anteriores: apenas longas que estrearam nos cinemas brasileiros em entre janeiro e dezembro de 2019. Nada de filmes lançados apenas em home video, vistos apenas em Festivais, Mostras, etc. Contam como elegíveis, porém, os filmes lançados na Netflix brasileira em 2019, assim como na Amazon Prime e outros serviços disponíveis aqui no Brasil.

Participaram da composição desta lista as versões de melhores do ano enviadas por Ritter FanFernando AnnunziataMichel Gutwilen, além da minha própria.

ADVERTÊNCIA: Se você ficou muito triste porque o seu filme favorito do ano não está na lista, considere primeiro se ele se encaixa nas regras expostas acima, mas independente de qualquer coisa, peço que use e abuse do espaço de comentários nessa postagem para você mesmo criar a sua versão! Não adianta chorar, espernear, xingar ou dizer que “parei de ler quando…” porque a nossa lista não mostra exatamente o que você queria que ela mostrasse — e na colocação que você sempre sonhou. Entre também na brincadeira, componha seu TOP 20 e aí, na #pas dos fotogramas a 24 quadros por segundo, vamos falar sobre nossas escolhas, sobre concordâncias e discordâncias diante delas, sobre as produções do ano, sobre o cinema nesse encerramento de década. Bora?

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20. Sinônimos

Posteriormente, Nadav também parece perceber isso conforme o desenvolvimento da trama. A partir de um ponto específico, a história deixa de ser sobre a total negação de um homem para ser sua própria afirmação. Neste sentido, uma cena divisora de águas (o trocadilho não é intencional) é quando Yoav assume até um certo messianismo em uma situação minimalista. Como Moisés, ele libera as catracas do consulado israelense para salvar aquele povo sofrido de uma chuva forte. A partir daí, os já deturpados valores da Revolução Francesa são definitivamente rejeitados, bem como a caridade burguesa, que parece mais preocupada em se apropriar de seus relatos pessoais. No fim, Yoav deve fazer a travessia pelo deserto sozinho para se encontrar.

plano crítico 2019 sinônimos filme

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19. A Vida Invisível

Como a música para piano que exige silêncio em muitos momentos da obra — o último dele não totalmente aproveitado pelo diretor para ligar alguns pontos, vale dizer –, o espectador encontra aqui tempo para pensar, para acompanhar o sofrimento e a luta diária dessas mulheres comuns forçadas a viver invisíveis ou afastadas umas das outras. Para o momento em que chega aos cinemas (2019), especialmente no Brasil, o filme tem um significado imenso e triste, porque os valores que garantem a vida invisível para muitas mulheres recebem hoje louvor e grande exposição pelo país afora. O pesar e a raiva aqui gerados por esta situação alcança um patamar maior, de luta, tanto de homens quanto das mulheres, para tornar visível todas as vidas. E para que ninguém mais seja privado de se conectar, amar e viver ao lado de quem ama.    

plano crítico a vida invisível filme karim ainouz

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18. Ford vs Ferrari

Ford vs Ferrari é uma fidelíssima ficcionalização da famosa guerra automobilística transcontinental dos anos 60 que sabe equilibrar a tensão das corridas com o eterno drama humano da perseguição de seus objetivos, custe o que custar. Impossível sair indiferente de uma história tão bem contada como essa.

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17. Vox Lux: O Preço da Fama

Vox Lux é um grito de atenção, um pedido de socorro, uma tentativa de fazer o mundo girar um pouquinho mais devagar. E, curiosamente, para pedir mais calma, Brady Corbet usa um ritmo alucinante, que nos faz ficar de coração pulsante ao final, mas talvez não da maneira que imaginávamos.

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16. Toy Story 4

Toy Story 4 é mais um triunfo da Pixar e a prova cabal de que fazer continuações não precisa ser apenas o apertar de um botão para gerar mais do mesmo para um público que absorverá o conteúdo de qualquer jeito. Se é para o infinito e além que Toy Story caminha, então que venham mais capítulos assim.

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15. Amor Até as Cinzas

Amor até as Cinzas nos oferece um olhar nostálgico, mas apreciativo de rincões de um país que mudou muito em muito pouco tempo, usando uma peculiar jornada romântica como pano de fundo. Ou talvez vice-versa. Seja como for, Jia Zhangke mais uma vez triunfa.

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14. Entre Facas e Segredos

Mesclando os clássicos enredos de “Quem Matou?” com os clássicos ingredientes da filmografia de Rian Johnson (planos muito bonitos e alguns bem diferentões, o que é sempre ótimo de se ver; composição fotográfica quase teatral e direção de arte impecáveis, especialmente em interiores) e um mistério que está o tempo inteiro trazendo revelações bombásticas, Entre Facas e Segredos é um suspense muito divertido, mas que para alguns espectadores pode diminuir bastante a euforia no terceiro ato. Eu não tive assim tanto problema no desfecho, mas a mudança de tom e ritmo do filme são grandes ali, o que para mim continua fazendo parte desse Universo, só que em um momento bem diferente para todos os personagens. Eu gostaria que o jovem Mark Gatiss Jaeden Martell não fosse escanteado aqui, pois seu personagem é o que mais destoa em termos de aproveitamento no filme e não por falta de importância (até a bisa K Callan tem melhor aproveitamento que o garoto), algo que é um pecado incômodo num filme desse porte, mas também não é nada que impeça o aproveitamento real da história. Prepare-se para uma jornada detetivesca interessante. Certamente um dos melhores e mais divertidos filmes de 2019.

plano crítico entre facas e segredos filme

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13. Bacurau

Em meio a retomada de uma herança tipicamente brasileira e a urgência de ameaças externas que promovem mais e mais mistérios no decorrer do primeiro ato, Bacurau cresce, mesmo pequena, em vista da sua resistência, executada da maneira como a cidade fora ensinada. Dos americanos, Mendonça e Dornelles só querem mesmo o John Carpenter e o cinema do país – como aqueles discos voadores de filmes antigos -, e para os assimilar a um novo cinema, puramente deles, em características, em gêneros, em sentimento, em personagens e em raiva, muita raiva. O cerco, por sua vez, é uma repaginação de um dos primeiros clássicos do cineastas – relembrado também na morte de um menino. Porém, a execução segue um raciocínio que é brasileiro, um legado que é severino, uma dor que é do sertão. Enquanto o artista americano se entreteria mais – como o seu povo bem conhece – com a violência  – , o brutal gera impacto neste longa pela secura dos cortes. Existe a catarse e ninguém se diverte com ela, mas se engrandece, pois é parte de um museu que o povo não tem vergonha de apresentar, porém, forasteiro algum se importa em conhecer. Acácio (Thomas Aquino) não quer ser Pacote, mas precisa ser Pacote. Já Carpenter nem mesmo é mais Carpenter, entretanto, João Carpinteiro – como aponta o nome da escola. Esse cinema brasileiro, por isso, mais do que nunca, não é para gringo ver, aplaudir e premiar. É cinema para gringo temer.

bacurau plano crítico

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12. Coringa

Depois de ser visto quase o tempo inteiro em meio às sombras, de costas, atrás de objetos ou barreiras, Arthur Fleck acaba desaparecendo. Em seu lugar surge o palhaço do crime, a quem a câmera de Todd Phillips captura de maneira livre e não só em closes: ele é inserido em grandes quadros, num espaço centralizado e, pelo menos uma vez, num plano engrandecedor de baixo para cima (contra-plongée), mostrando a diferença entre o indivíduo que vimos no início e o vilão que vemos no final. É um filme perturbador, diferente das adaptações de quadrinhos a que estamos acostumados, mas que tem tudo a ver com o que o Coringa é e representa. Um estudo de personagem e de seu ambiente que faz todo o sentido ter nascido em tempos como os nossos. Um retrato medonho sobre a crueldade em seu nível mais básico e sobre como a loucura pode estar em qualquer lugar, especialmente nos risos desesperados, exibidos a qualquer custo. É um lado extremo e aterrador da vida, mas é a vida. Então que entrem os palhaços.

joklerfilm2019 plano critico coringa

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11. Meu Nome é Dolemite

Dolemite foi um dos símbolos da comunidade negra no cinema, e mesmo que suas obras não sejam politicamente corretas, foi um dos poucos corajoso o suficiente para falar sobre temas como racismo, brutalidade policial e as condições dos subúrbios negligenciados pelo governo (“Dolemite para Presidente” nas paredes). Não à toa que o New York Times considerou o filme original de Dolemite, lançado em 1975, o “Cidadão Kane da blaxploitation“. E é difícil discordar quando lembramos que Rudy Ray Moore foi responsável por contratar um elenco negro e sem experiência, além de ajudar a financiar seu longa do próprio bolso. Irreverente, com certeza, mas sem sombra de dúvida, relevante e merece ser celebrado.

dolemiteismyname_plano critico meu nome é dolemite netflix

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10. Ad Astra

No mundo imaginário que Gray apresenta – com co-autoria no roteiro de Ethan Gross -, os seres humanos já colonizaram a Lua e até Marte, desbravando, pois, territórios nunca antes explorados. Mesmo assim, como cenas pontuais descrevem – vide a mera existência de piratas -, apesar da conquista de novos mundos, a humanidade, em simultâneo, permanece perdida – uma marciana, por exemplo, comenta sobre nunca ter conhecido a Terra. Por pouco tempo, consequentemente, Roy McBride estará em território terráqueo, já que sua jornada encontra-se no Espaço. O resgate, contudo, é da conexão do homem com a Terra, com o próprio homem, porque, do ponto de vista de Gray, o ser soa cada vez mais distante das suas raízes, do contrário ansiando grandezas vazias. Ora, a missão do protagonista é justamente impedir um apocalipse. Logo, por meio da conjugação do maior escopo narrativo do seu projeto com o menor, pretende-se uma reconciliação no cinema de Gray que busca a nossa reconciliação com nós mesmos. O seu longa-metragem, assim sendo, nos leva aos astros, mas para nos incentivar a viver e amar por aqui, nesse milagroso planeta azul.

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9. Assunto de Família

Assunto de Família constrói, desconstrói e depois constrói novamente o conceito da família e, com imagens evocativas de um lirismo emocionante, nos faz a pergunta: o que é mesmo uma família? Mas, apesar de posar a pergunta e deixá-la flutuando ao longo da narrativa, apenas flertando com textos expositivos ao final, Koreeda felizmente nos deixa sem resposta. Aliás, sem resposta não. Ele nos deixa com a munição necessária para chegarmos às nossas próprias conclusões, mas provavelmente não sem que estejamos dispostos a sacrificar convenções.

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8. O Homem que Matou Dom Quixote

O espectador precisa entender que não se trata de um filme comum. Estamos falando de Terry Gilliam, certo? A proposital loucura e a liberdade criativa do diretor seguem em alta e nos traz não uma adaptação fiel do famoso livro de Miguel de Cervantes, mas uma leitura que, sem dúvida nenhuma, captura a alma do livro. Algumas “corridas para a liberdade da mente“, no miolo da fita, até poderiam ser facilmente cortadas da edição, mas esta é uma observação zelosa demais frente à organicidade, o que não atrapalha o andamento do filme, embora tire algumas lascas de seu brilho. Se alguém algum dia perguntar “por quê” filmar Dom Quixote e “por quê” logo em uma Era onde novos representantes da loucura e da fantasia são tão mais atrativos para o grande público, que seja mostrado esse filme como justificativa. A jornada de um homem que quanto mais louco e que quanto mais sofre, mais gostamos dele. A jornada de um sonhador. Alguém com quem dividimos, ao menos por um momento, a forma infantil e criativa de olhar o mundo. O olhar nada comum de Terry Gilliam para aquele que envelhece, aquele que imagina, aquele que cria. Já a racionalidade que não permite a viagem para este mundo é a entidade incapaz de incorporar o fantástico em sua persona. A verdadeira identidade do homem que matou Dom Quixote.

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7. Dor e Glória

Apesar dos problemas pontuais, Pedro Almodóvar mostra maturidade em Dor e Glória, assim como a conclusão do arco de Salvador. Esteticamente, o diretor constrói uma obra costumeiramente cativante, mas o destaque aqui está no roteiro tematicamente rico, trabalhando aspectos pessoais e gerais com igual profundidade, abordando a velhice com respeito e otimismo. Definitivamente, o tempo fez bem para Almodóvar.

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6. Cafarnaum

Denso e cheio de situações que nos fazem pensar na vida de milhares de crianças ao redor do mundo, Cafarnaum é uma obra sobre realidades trágicas que podem mudar quando a situação desses indivíduos é reconhecida e eles encontram a oportunidade para combatê-las, começando com o reconhecimento de si mesmos como cidadãos. A este ponto chegamos: além da miséria social, pessoas não são tratadas como pessoas. Por quê? Porque lhes faltam um papel permissivo que as oficialize como tais. E a isso chamamos de civilização… O horror.

plano critico cafarnaum mostra SP

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5. História de um Casamento

O que os dois fazem aqui pode ser facilmente considerado a atuação de suas carreiras, entregando tanto com pouca expressão, exaltando seus pontos positivos e negativos em um trabalho mais contido que fica ainda mais impressionante considerando como o filme se aproveitou de cada segundo dos atores em sequências sem corte envolvendo apenas longos monólogos. Sensível até no meio de toda a burocracia, Histórias de um Casamento é facilmente um dos melhores, se não o melhor trabalho de Noah Baumbach, arriscando explorar um dos episódios mais delicados de qualquer relacionamento, sem deixar de lado a importância do afeto e da empatia quando lidamos de assuntos como esse.

marriage-story-história de um casamento plano crítico

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4. A Favorita

A Favorita é um filme sobre ambição e sobre o que alguém pode fazer para conseguir o que quer. O tema não é novo em dramas históricos, mas aqui ganha um excelente e cômico tempero ligado à sexualidade da rainha e suas protegidas, além de nos fazer acompanhar um governo tipicamente manipulado, tendo na maior voz do país uma frágil (de saúde e emoções) e enciumada figura para quem o poder era um brinquedo difícil. Lanthimos acertou em cheio no seu modo agressivo e um tanto cruel de filmar histórias sobre laços entre pessoas de comportamento difícil. Um modo que combina bem com o tema de A Favorita, onde o maior destaque de todos, por trás da pompa, riqueza e problemas do Reino, é a miséria e a profunda necessidade de cada um dos indivíduos. A boa e velha condição humana, no fim de tudo.

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3. Era Uma Vez em… Hollywood

Reescrever a História, na ficção, é uma tarefa árdua, porque o que você vai entregar no lugar não pode bater o martelo apenas pela mudança de um grande ato. E o Tarantino faz a mudança abrindo possibilidades e juntando todas as pontas de uma forma que a gente toma fôlego e acorda, como se um conto de fadas realmente tivesse acabado, fazendo valer o título de duas formas: pelo que ele conta (conteúdo nostálgico, marcando uma era) e também pelo estilo de contar essa história (forma épica), piscando para o Sergio Leone… É um filme maduro demais, com alguns tropeços no caminho que não dá para ignorar, mas com um baita resultado final.

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2. Parasita

De Parasita eu só não gosto do final. O distanciamento do olhar impiedoso do diretor para algo um pouco mais didático e de braços abertos para o verdadeiro tema do conflito do filme trai parcialmente as consequências que o texto reserva para esses personagens. De certa forma, há uma dupla via de interpretação para o que nós vemos no final. Ainda assim, a permissão desse “sonho/desejo” ou de um real “olhar para o futuro“, nessas cenas, interrompem uma jornada quase cínica de pertencimento e não-pertencimento a certas camadas sociais, frustrando um pouco certos caminhos do roteiro. O filme, no entanto, se mantém em altíssimo patamar. Uma imensa surpresa de Bong Joon Ho, que desafia um pouco a si mesmo e problematiza social e emocionalmente o status quo no mais amplo aspecto possível: afinal, quem, nos arranjos de nossa sociedade, é o parasita de quem?

Parasite (2019 film) PLANO CRITICO FILME

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1. O Irlandês

Na reflexão sobre a vida, sobre o fim de uma Era, sobre a velhice e o contraste da essência calejada de um indivíduo com os novos tempos em torno dele (notem que, nesta mesma safra, Era Uma Vez em… Hollywood e Dor e Glória fazem exatamente a mesma reflexão, em tempos e abordagens distintas) temos por fim a divulgação de uma lenda contrastada com o medo final de seu narrador… e o filme sobre esse dilema, mostrando os últimos momentos de alguém com um passado grandioso. Este é O Homem Que Matou o Facínora da nossa Era, com uma revisão de carreira no crepúsculo de uma década, na mudança do público e do jeito de se produzir, exibir, entender e discutir a Sétima Arte. O Irlandês é um filme histórico feito sob medida para quem realmente ama CINEMA. A obra que concentra a essência do trabalho de Martin Scorsese e apresenta uma linha de abordagem que será melhor compreendida, fortalecida e relevante à medida que o tempo passar. Em outras palavras, eis aqui um clássico.

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126 comentários

Pedro Enzo 5 de janeiro de 2020 - 14:19

Os 3 primeiros colocados acho que é quase um grande concesso que foram os melhores filmes do ano, mesmo que de uma lista pra outra altere a ordem entre si.

Bom meu top 10 é:

1. O Irlandês
2. Era Uma Vez em… Hollywood
3. Parasita
4. Historia de Um Casamento
5. Coringa
6. A Favorita
7. Bacurau
8. Ad Astra
9. Dor e Glória
10. Homem-Aranha: No Aranhaverso

E o prêmio de maior decepção do ano: Glass

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 5 de janeiro de 2020 - 19:37

Aranhaverso apareceu em várias listas por aqui. Fantástico. É um filmão.

Responder
Diego/SM 2 de janeiro de 2020 - 19:51

Eeeee… listas! (hehe)

Um meio caótico top 8 aí, só pra constar então (mesclado entre “adulto” e “infantil” – para colocar na jogada aqui também minha cinéfila filha de 7 anos, com a qual assisti os últimos 4 no cinema):

1 – Coringa
2 – Dois Papas
3 – História de um casamento
4 – O irlandês
5 – Toy Story 4
6 – Aladdin
7 – Turma da Mônica – Laços
8 – O Rei Leão

(Ainda não vi uma porrada de coisa aparentemente boa – ERa uma vez em Hollywood, Bacurau, Parasita, A vida invisível…)

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 2 de janeiro de 2020 - 21:28

Olha só, Aladdin na lista! Caramba!

Responder
Sóstenes - Toty 2 de janeiro de 2020 - 11:24

Que Orgulho, Filmes Nacionais na Lista!
Que 2020 tenha muito mais.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 2 de janeiro de 2020 - 13:44

Que venha muito mais!

Responder
Pt Andrade 1 de janeiro de 2020 - 20:52

A.D astra um porreeee ainda bem que vi em casa
pois na página do filme ja avisavam que teve gente que gastou ingresso e saiu na metade

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 1 de janeiro de 2020 - 23:21

Mas gente!

Responder
Pt Andrade 2 de janeiro de 2020 - 23:04

ué 100% do publico comprou o hype?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 2 de janeiro de 2020 - 23:23

Não sei, não conheço 100% do público desse filme. Mas não entendi a pergunta.

Responder
Gabriel Carvalho 4 de janeiro de 2020 - 12:34

Não é não.

Responder
Pt Andrade 6 de janeiro de 2020 - 14:50

parabéns vc ganhou o selo cult

Responder
Diego/SM 8 de janeiro de 2020 - 02:08

Haha… gostei do filme – mas pra mim, paradoxalmente, embora mais “completo” (um Scorsese obviamente ainda mais maduro), não chegou ao nível de “curtição” que me deu “Os bons companheiros” (ainda meu Scorsese imbativelmente número 1) e mesmo “Cassino” (o “irmão gêmeo” the “Goodfellas”)…

Responder
Gabriel Carvalho 9 de janeiro de 2020 - 02:54

Não sei se isso é ser cult. Eu só tento ver filmes o suficiente.

Responder
Edson Luiz Martins 5 de janeiro de 2020 - 14:03

Já eu achei um porre O Irlandês

Responder
Heron Bleichvel 9 de janeiro de 2020 - 16:04

Dever ser fã do coringa

Responder
Anna 1 de janeiro de 2020 - 10:13

mais um: Uma mulher alta
abs.

Responder
Anna 1 de janeiro de 2020 - 10:13

Não vi todos, mas dos que vi, aí vai minha lista dos que mais me impactaram em 2019. (não ei como numerá-los. Cada qual é um. Arte é complicado de se dar nota, né?)
Amor até as chamas
Parasita
Coringa
Assunto de familia
O homem que matou Dom Quixote
Bakurau
A vida Invisível…
Em chamas
Estou me guardando para quando o carnaval chegar (subestimado, qdo o tema vai mto além…)

(se me esqueci de algum, envio depois)

um gde abraço em todos vcs do Plano Críitico e que 2020 continue generoso em criações artísticas.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 1 de janeiro de 2020 - 11:19

Esperamos que seja um bom ano para o cinema como foi 2019 também!
Ótimo ano pra você, Ana!
Abraço!

Responder
Ticiano Osório 1 de janeiro de 2020 - 07:39

Bem bacana a lista. Fiquei intrigado pela crítica ao final de Parasita. Não achei tão aberto e considero bem coerente com o resto do filme (evitarei spoilers). Meu top 10:
Parasita
Midsommar
História de um Casamento
A Vida Invisível
Bacurau
Toy Story 4
O Irlandês
Pássaros de Verão
Atlantique
Rainha de Copas

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 1 de janeiro de 2020 - 11:19

Diferentes opiniões e leituras do filme. Faz parte.

Pássaro de Verão é fantástico, muito bom vê-lo numa lista.

Responder
Rodrigo 31 de dezembro de 2019 - 21:31

Cafarnaum e Assunto de Família eu conto como filmes de 2018. Se contasse em 2019, estariam os dois no topo da minha lista…rs O meu top 10:

1. O Irlandês
2. Jojo Rabbit
3. Parasita
4. O Farol
5. História de um Casamento
6. Turma da Mônica: Laços
7. The Farewell
8. Ford Vs Ferrari
9. Nós
10. Estrada Sem Lei

Quero ver ainda esse O Homem que Matou Dom Quixote. Já lançou em algum lugar?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 21:40

Depois dá uma olhada no critério de corte/elegíveis para a nossa lista. Tá lá na introdução.

Ah, sim, O Homem que Matou Dom Quixote estreou aqui no Brasil em junho!

Responder
Rhuan 31 de dezembro de 2019 - 17:13

É justamente nesse período de virada de ano que eu assisto os filmes do ano, então tem vários que não vi (ainda), dos que vi esses são os melhores, sem ordem:
-O Irlandês
-Atlantique
-Pássaros de Verão
-História de um Casamento
-Bacurau
-Parasita
-Dor e Glória
-The Farewell
-O Último Homem Negro em São Francisco
-Assunto de Família

Responder
Carlos Henrique 31 de dezembro de 2019 - 14:24

Meu top 10:

1.Democracia em Vertigem (9,0)
2. Bacurau (9,0)
3. Inferninho (9,0)
4. Ad Astra (9,0)
5. John Wick 3 (9,0)
6. Temporada (9,0)
7. Parasita (9,0)
8. Vidro (8,5)
9. Divino Amor (8,0)
10. Dor e Glória (8,0)

Menção honrosa: No Coração do Mundo, Era Uma Vez em…Hollywood, O Irlandês, Coringa, A Ascensão Skywalker, Os Mortos Não Morrem, A Vida Invisível, Entre Facas e Segredos, Rocket Man, Adam, Vingadores: Ultimato e As Golpistas.

E do ano passado mas que só estreou por aqui em 2019: First Reformed, Suspiria, Guerra Fria, No Portal da Eternidade, Assunto de Família e Anos 90.

Melhores filmes que vi pela primeira vez em 2019:
1. M, O Vampiro de Dusseldorf (10)
2. Twin Peaks – O Retorno (9,5) [se até o Lynch acha que é filme então quem sou eu pra discordar…]
3. Tetsuo, O Homem de Ferro (10)
4. O Espelho (9,0)
5. Lavoura Arcaica (9,0)
6. A Infância de Ivan (9,0)
7. Trabalhar Cansa (9,0)
8. Caché (8,5)
9. Sonata de Outono (8,5)
10. Tenebre (8,5)

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 15:54

Caramba, olha dois brasileiros nos dois primeiros da lista oficial! Que legal!
Fantásticos os filmes (e a série hehehehehe) que você coloca no final da lista. Teve um ano bem legal de filmes, hein!

Responder
Carlos Henrique 31 de dezembro de 2019 - 17:42

Hehe, filme brasileiro é tão bom quanto de qualquer outro país, todo ano sai algo imperdível 🙂
(bom, até 2019, vamos ver o que 2020 nos aguarda porque né…)

E hoje depois de mandar essa lista assisti outro br que facilmente entraria nela: Estou me guardando para quando o carnaval chegar. Eu não tinha muita ideia do que esperar, no fim acabou sendo um doc tão bom quanto o da Petra. Adoro esses documentários que tiram temas de onde a gente menos espera.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 19:43

Sim, documentários desse naipe não só nos impressionam como também deixam muito felizes pela surpresa.

Responder
Diogo Maia 31 de dezembro de 2019 - 12:29

Aqui vai o meu Top 10:

1º – Apollo 11
2º – Bacurau
3º – Cafarnaum
4º – Parasite
5º – Spider-Man: Into the Spider-Verse
6º – A Vida Invisível
7º – American Factory
8º – Marriage Story
9º – The Farewell
10º – Arctic

Os meus critérios para a inclusão dos filmes e de quais podem disputar o ranking são simples: a obra precisa estrear em território nacional do primeiro até o último dia do ano no circuito comercial. Se ela não passou pelo Brasil, então vale a data de estreia do filme no primeiro país que consta no IMDB. Se existe a previsão de estreia no Brasil para o ano seguinte, eu deixo para selecionar a obra para o ano de estreia no nosso país, sacaram? Valem também aqueles filmes e documentários que foram exibidos somente via streaming.

Foram 52 filmes de 2019 assistidos por mim neste ano, alguns no cinema, outros pelo streaming e o restante (a maioria) por meios “alternativos”, afinal de contas a grana tá curta. De uma maneira geral eu achei que 2019 foi melhor que 2018. Os meus três primeiros colocados receberam nota 10 no meu perfil do IMDB e até o 21º colocado todos tiraram 9, o que indica um alto padrão para as obras da temporada.

Para não dizer que deixei passar batido, aqui vão aqueles que me desagradaram:

Us – A decepção do ano.
Spider-Man: Far from Home – O filme que me fez desistir de ir ao cinema ver filmes de super-herói daqui pra frente. Abominável.
Once Upon a Time… in Hollywood – O pior filme do Tarantino, simplesmente.

Outros também me incomodaram, mas eu esperava muito desses três.

E que venha 2020 e mais filmes para degustar e discutir.

Um feliz ano novo a todos.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 13:54

Caramba, que abordagem legal tu fez aqui!

A propósito, esto contigo sobre Us. Não consegui gostar desse filme de jeito nenhum. Mas Lupita tá maravilhosa no papel!!!

Responder
Diogo Maia 31 de dezembro de 2019 - 15:10

Saí do cinema com um sentimento de frustração que não havia sentido nos últimos anos. Adorei o Get Out e estava muito ansioso por Us. Enfim, bola pra frente…

Responder
Evandro Mesquita Lucas 31 de dezembro de 2019 - 10:28

Minha humilde opinião:
“História de um casamento” foi tão irregular que nem cheguei ao final do filme. Para mim, a obra mais superestimada do ano.
“O Irlandês” foi mais do mesmo, nada muito relevante… E os erros de continuidade me tiravam do filme constantemente…
“Era uma vez em… Hollywood” é o pior filme do Tarantino, totalmente desprovido de qualidade…
“Midsommar” é superior a esses três em vários aspectos…

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 11:11

tendi

Responder
Nergal 31 de dezembro de 2019 - 19:43

Minha lista teria Midsommar, Parasita, A favorita, Assunto de família, Bar luva dourada… Talvez Coringa…
Não faço um top 10 por ter muito o que assistir ainda. Inclusive algumas sugestões da tua lista.

Responder
Elton Miranda 31 de dezembro de 2019 - 05:36

Saira um post dos melhores filmes da decada?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 07:04

Sim, sim, sairá.

Responder
Wander 31 de dezembro de 2019 - 01:30

Sem mta ordem, mas os melhores pra mim foram Parasita, sinônimos, era uma vez…, midsommar, o irlandês, dor e glória, toy story, bar luva dourada, bacurau, a vida invisível, coringa, o farol, filhos da Dinamarca…

Teve mto filme bom esse ano! Espero que não demore pra um ano repetir esse feito!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 01:31

Tô curioso para ver O Bar Luva Dourada.

Responder
Here's Johnny 30 de dezembro de 2019 - 23:34

Sem muita ordem(Com exceção dos dois primeiros):

Parasita
Marriage Story
Ready Or Not
John Wick 3
Aladdin (Foi muito divertido)
Nós
Booksmart
Ford Vs Ferrari
Plus One
Avengers: Endgame
Knives Out
The Farewell
Toy Story 4
Missing Link
Klaus
Predadores Assassinos
Doutor Sono
Era Uma Vez Em Hollywood
Good Boys
Ad Astra

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 01:30

Olha, Ready Or Not!

Responder
Luís Vicente 30 de dezembro de 2019 - 21:39

N vi tanto filme bom em 2019, então vou fazer um top 10 dos q eu assisti:
10 ultimato
9 rei Leão (me julguem)
8 nós
7 ad astra
6 toy story 4
5 Klaus
4 coringa
3 aranhaverso (é de 2018 mas lanço br esse ano, então ta valendo)
2 história de um casamento
1 era uma vez em hollywood

Obs: Ainda n vi parasita nem irlandês, e acho q n vou ver tão cedo, mas qnd assistir acho q a lista pode mudar… mas por enqnt fica assim mesmo. Abraço e boas festas a todos!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 01:30

Caramba, Rei Leão! É nostalgia, @lushumbertomiguelvicente:disqus?

Responder
Luís Vicente 31 de dezembro de 2019 - 11:05

Olha cara, acho q sou um dos poucos q realmente curtiu o filme e a pegada realista dele, apesar da hst ser sim, em partes um ctrl c ctrl v do original, são as mudanças q em minha opinião faz desse um ótimo filme, o scar acabadasso e realmente lembrando um cara q perdeu uma disputa séria e foi exilado, as hienas sombrias e assustadoras, q realmente mostram como são hienas de verdade e porque elas provocam tanto medo no simba e nos outros, eu gostei da dublagem, tanto br quanto (e principalmente) a dos eua, o tom mais sério do filme me fez adorar muito ele, e a extrema realidade que muitos reclamam, n me atrapalhou em nada, enfim, eu gostei muito do filme mas sei q faço parte de uma gigantesca minoria. Mas ele só ta na lista mesmo, por causa de falta de filme falta uma lista grande de filmes p eu ver q foram feitos em 2019, então eventualmente essa lista (assim como quase tds q faço) vai mudar. Abraço

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 11:11

Entendi seu pensamento. Eu não curti tanto o filme como você, mas gostei do seu argumento.

Responder
Anônimo 30 de dezembro de 2019 - 19:27
Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 31 de dezembro de 2019 - 01:30

Linda lista. Só obras-primas.

Responder
Anônimo 1 de janeiro de 2020 - 00:46
Responder
Renan Teixeira 30 de dezembro de 2019 - 18:50

Ótima lista, principalmente o top 3, além do fato de ser a unica lista de melhores do ano que eu vi citando Ad Astra, que realmente merecia ser lembrado.

Meu top 10:

1 – Era Uma Vez em Hollywood
2 – Entre Facas e Segredos
3 – O Irlandês
4 – Toy Story 4
5 – Parasita
6 – Ad Astra
7 – Coringa
8 – Se a Rua Beale Falasse (tive que pegar da lista de melhores do ano passado, mas como estreou esse ano no Brasil …)
9 – Capitã Marvel (Polemico)
10 – Klaus

Menção Honrosa: Booksmart

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 19:14

Andam esquecendo Ad Astra no churrasco lindamente!

Responder
José Renato 30 de dezembro de 2019 - 20:23

Capitã Marvel é polêmico mesmo kk, pra mim entrou pra lista dos 10 piores de tão ruim que achei. Tirando isso achei legal sua lista, abraços 🙂

Responder
Operação Comeocu do Shaft 30 de dezembro de 2019 - 23:18

Capitã marvel na lista e vingadores ultimato não? WTF

Responder
Samuel P. Silva 30 de dezembro de 2019 - 18:28

Eu tenho mais preferência em séries, então assisti poucos filmes esse ano.
E os filmes que eu mais gostei desse ano foram:

1) Parasite (acho que se tornou o meu filme favorito por causa aquele final)
2) Endgame
3) Joker
4) John Wick

Responder
Adam William 30 de dezembro de 2019 - 16:33

Adorei a lista, como sempre o Plano Crítico entre um dos sites mais divertidos para acompanhar sobre cinema! Amei que incluíram O Homem que Matou Dom Quixote, um filme que senti que passou meio batido pelos cinemas (entrou no meu ranking no ano passado).

Meu ranking, seguindo pelo ano de produção mesmo, seria:

10. História de um Casamento
9. Honeyland
8. Era uma vez… em Hollywood
7. Frozen II
6. Bacurau
5. A Vida Invisível
4. O Farol
3. Ford v Ferrari
2.
1. Parasita e Vingadores: Ultimato (um empate técnico que não consigo me decidir: um é meu favorito e o outro a obra que achei a mais emblemática do ano)

Boas festas pessoal do Plano Crítico!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 17:56

❤️

Responder
critico reverso 30 de dezembro de 2019 - 15:20

Jurava que Ultimato estaria em vigésimo, de resto concordo com o ranking

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:22

Confesso que nem entrou na minha lista individual. Mas gostei bastante do filme, só pra deixar claro.

Responder
Ruqui 30 de dezembro de 2019 - 14:52

Como tem filme que ainda não vi, vou deixar pra fazer minha lista amanhã rs

Vai rolar lista dos piores? Ninguém ainda se atreveu a ver Cats? Quem vai receber esse castigo?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:20

Não vou fazer de piores não. Primeiro porque eu não aguento mais fazer listas e depois porque to meio cansado de listas de piores hahahahahahahahahah

Responder
O Homem do QI200 30 de dezembro de 2019 - 17:40

Ah para, doidão pra ver um Ultimato aí só pra ver nego pirando kkkkkkkkkkkkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 17:56

hauhauahuahauhauahauhauahauhauahuahau
Tem gente que só quer ver o circo pegar fogo!

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 30 de dezembro de 2019 - 14:47

Ainda não assisti alguns dos listados, mas concordo com o primeiro lugar. O Irlandês é Scorsese dando nova decupagem a um gênero que parecia já esgotado. A metragem não me incomodou em nada. Fico pensando naqueles que criticaram a duração. Seriam os mesmo que “maratonam” uma série de 10 episódios em um único dia? Amei Ad Astra, Era Uma Vez…(também uma desconstrução de estilo) e Nós. O jeito é correr atrás do prejuízo e ver os que perdi. Se me permitem, minha humilde lista dos melhores:
– O Irlandês
– Ad Astra
– Nós
– O Farol
– Coringa
– Vingadores Ultimato
– Era Uma vez…em Hollywood
ABS

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:20

Mais um que vai receber minha equipe de remoção de farol em casa… tsc tsc tsc. hahahahahahhahahahahaha

Mais uma lista com Ultimato!

Responder
Rodrigo Rocha Vaz 30 de dezembro de 2019 - 17:56

Só agora vi o adendo ADVERTÊNCIA HAHA
Eu gostei de O Farol porque , além de ser um filmaço, comprovei que Batman está em ótimas mãos. Robert Pattinson fantástico…e Dafoe, sem comentários.
Aliás, quem vier aqui vai ter o mesmo destino e Pattinson no citado filme. Estou de férias, pô HAHAHA
ABS

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 17:58

Agora a briga ficou feia… vou ter que acrescentar uns bons pintores também na minha lista contratados.. Hum… o Senhor não perde por esperar, seu @rodrigorochavaz:disqus! 😀

Véi, depois de O Farol quem não ficar sossegado com o Batman, pelo menos em termos de atuação, precisa ser internado.

Responder
Cop Cartman 30 de dezembro de 2019 - 14:42

1 – John wick 3
2 – O Irlandes
3 – Coringa
4- O Farol (eu vi esse ano e a lista é minha, foda-se ahahuhahua)
5 – Era uma Vez em Hollywood
6- Parasita
7 – Midsommar
8 – Alita
9 – Toy Story 4
10 – Ultimato

Menções pra Entre Facas e Segredos, Klaus, História de Um Casamento, Baracu e Godzila 2.

E 1917 ja tenho certeza q ta no minimo no top 3 do ano q vem!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:20

Vou tirar esse Farol daí na marra!!! To mandando uns pedreiros!!! 😀

J Wick quase entrou na versão final da nossa lista!

Responder
Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 13:36

O irlândes foi o melhor mesmo por conta das atuações, mas eu que não volto a ficar 3h30min sentado a bunda no sofá kkkk. Apesar da excelência deste filme, tenho que admitir que o filme de Tarantino me impressionou mais, principalmente, por aquela cena que o Brad Pitt ensina aos hippies que propriedade privada existe e não deve ser desrespeitada e, o que vem depois, é simplesmente uma das cenas mais engraçadas que eu já vi.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:22

É cansativo pela duração, mas já vi filmes maiores e com bem menos qualidade, então no cômputo geral, tá de boa. Quem dera todo filme de 3h30 tivesse a qualidade de O Irlandês.

Responder
Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 14:48

Isso é vdd, não questiono a qualidade do filme e para mim é o melhor do ano, mas eu não sei dizer se é mérito da direção como em Réquiem para um sonho. Nenhum dos dois quero ver novamente, porém em réquiem eu me sinto desprezível e no irlandês apenas cansaço, acredito que é fator extensivo demais. Por exemplo, Os Oito Odiados e O Poderoso Chefão são extensos e a vontade de rever está lá. É que nem jogar Dark Souls e mesmo se estressando e passando aperto, a vontade de tentar e rejogar está lá de vez em quando.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:11

Entendo teu pensamento.

Responder
Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 15:20

Só para deixar claro que eu não sou hater do diretor kkk. Taxi driver, os infiltrados e goodfellas são ótimos filmes que quando lembro dá uma vontade de rever.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:22

hahahahaha eu entendi, a gente tá trocando ideia de boas. Aliás, a tua abordagem faz sentido. Mesmo que eu tenha uma recepção oposta em relação ao filme, eu entendo perfeitamente essa linha de pensando.

Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 15:44

A relação de Al pacino e o De Niro foi algo mais íncrivel que já vi num filme, mas a traição foi o que me matou, mesmo o personagem de Al pacino não sendo uma excelente pessoa. Me senti que nem a família. Talvez, além do sentimento de cansaço saber dessa traição acaba muito com o psicológico. Para mim é uma obra prima que causa desconforto+cansatiço pela duração+diversos acontecimentos para te nocautear e depois em seus finais quando vc já está enfraquecido, resta apenas te esmagar psicologicamente kkk.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:46

Sim! Eu tive a mesma sensação. Um esgotamento psicológico, emocional. O diretor faz um trabalho tão absurdamente foda, que ele realmente te faz sentir a passagem da vida para esse homem, o cansaço, o abandono, o isolamento, e aí quando o momento chega, você está com aquela melancolia, aquele cansaço… como se tivesse envelhecido uns 50 anos… Pensa num filme poderoso.

Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 15:57

Poderoso demais, é um filmes para os fortes. Não sinto vontade nenhuma de rever, porém não deixarei esquecido no limbo e apoiarei nas devidas premiações kkk. Por um lado acho íncrivel a diferença que o diretor fez, pelo outro lado espero que não tenhamos filmes que nos façam cansar fisicamente com diversos acontecimentos para te esmagar. É difícil dizer o quanto esse filme me dexou bipolar. Aliás, é uma coisa a destacar no Tarantino que tem bastante filmes extensos que procuram te deixar confortável com pura tragicomédia.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 16:09

A pegada do Taranta vai mais para o espetáculo, para o máximo da ação, diante de uma estética muito peculiar, diferentona. O Scorsese puxa mais para o clássico, reflexivo.

Vinicius S Pereira 30 de dezembro de 2019 - 12:58

Segue meu humilde top 10, porque fazer um top 20 é muito difícil kkk.

1 – História de Um Casamento
2 – Parasita
3 – Era Uma Vez em… Hollywood
4 – Irlandês
5 – Vingadores: Ultimato
6 – Como Treinar Seu Dragão 3
7 – Aranhaverso
8 – Toy Story 4
9 – Klaus
10 – Then Came You

Como sempre a lista de vocês tem vários filmes que estão na minha lista mental (eu realmente deveria escrever pra não esquecer como todo ano) e outros que eu nem tinha ouvido falar, irei correr atrás de alguns deles como sempre.

No mais, parabéns pelo trabalho de vocês nesse ano, impecável como sempre. Boas festas e feliz ano novo pra todos vocês!!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:22

Legal ver Aranhaverso e Klaus na tua lista!

Responder
Cleison Miguel 30 de dezembro de 2019 - 12:34

Assisti muita coisa esse ano, mas pela lista vejo que deixei um tanto bom sem ver… ainda bem que temos listas assim, agora posso correr atrás e conferir boas obras.

Pontuaria apenas que não achei Toy Story 4 uma sequência digna dos outros 3… para mim o “fim” foi perfeito e, até não ligaria ter uma sequência, mas esperava algo melhor – Pixar maldita nos deixou mal acostumados.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:22

Eu gostei muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito desse filme, mas entendo teu ponto.

Responder
Cleison Miguel 2 de janeiro de 2020 - 13:54

editei o original corrigindo o “deixou” por “deixei”… pois é, não quis dizer que Toy Story 4 foi ruim, mas não me agradou infelizmente… até hoje quando vejo a cena da despedida do terceiro os olhos lagrimejam, então a concorrência era foda mesmo…. rs

Responder
Matthew Murdock 30 de dezembro de 2019 - 10:49

Que bom que citaram Ad Astra e Ford V Ferrari, os dois filmes mais subestimados do ano.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:22

Provavelmente são mesmo.

Responder
Victor Martins 30 de dezembro de 2019 - 10:16

Discordo em relação a Era uma Vez em Hollywood, foi uma decepção pra mim e acho o filme mais fraco do Tarantino, pior até que Os Oito Odiados e o do dublê lá. Não sou muito fã de filmes auto bajulatórios como esse. Achei um desperdício o que fizeram com Margot Robbie e a Margaret Qualley. O que salva é a dupla de protagonistas e o final.

Minha lista: (TOP 10)
1- Parasita
2- O Irlandês
3- O Farol
4- Coringa
5- Jojo Rabbit
6- Marriage Story
7- The Farewell
8- Entre Facas e Segredos
9- Midsommar
10- Shazam*

Infelizmente fui de torrentão em vários desses, porque é complicado esperar a data de lançamento aqui na terra brasilis.

* Sim, Shazam, a vibe do Homem Aranha do Sam Raimi (o único Homem Aranha possível, o resto é resto) me pegou de jeito. Esses filmes de herói carecem de emoções humanas legítimas e esse filme do Shazam tem bastante. A cena dele encontrando a mãe… Fiquei surpreso de ver uma cena tão pesada em um filme de herói, o MCU nos deixou mal acostumados

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:21

Os Oito Odiados não é apenas o melhor filme do Tarantino para mim, como um dos melhores filmes da década (já é certeza absoluta que estará na nossa lista). Obra-prima absoluta! Daí você já tira os pontos opostos em que estamos na régua, já que Hollywood esteve em posição bem alta na minha lista individual também — e para mim não há um fotograma de desperdício nesse filme, muito menos em relação à Margot Robbie, cuja personagem tem exatamente a (melhor) representação de deveria ter.

Mas visões e leitura de obras à parte, achei bem bacana ver Shazam na tua lista, de verdade. Não achei um dos melhores do ano, mas gostei bastante, e achei muito legal tua justificativa. É uma indicação realmente incomum, mas é legal.

Responder
O Homem do QI200 30 de dezembro de 2019 - 17:20

Só quero dizer que Os Oito Odiados tbm é o meu filme preferido do Tarantino.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 17:56

DÁ AQUI UM ABRAÇO!!!

Responder
Diego/SM 8 de janeiro de 2020 - 02:15

Desculpem entrar de voadora no meio desse abraço de vocês (sem ser chamado, claro, como toda boa voadora requer), mas, putz, Os Oito Odiados, juntamente com Django Livre e Kill Bill, pra mim, são os três PIORES Tarantas rsss (até tô disposto a dar uma nova chance para Os Oito Odiados – como dei, sem conseguir porém reverter a impressão, para o Django – mas, aí acho que tb pela duração e pela impressão que me ficou de arrastamento da história, tô adiando)… – sou fãzaço, por outro lado, do óbvio Pulp Fiction e, talvez esse sim o meu Taranta número 1… Bastardos!
Ah, ainda não vi ERa uma vez…
(Ok, podem voltar pro abraço de vocês agora… hehe)

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 9 de janeiro de 2020 - 06:26

hahahahahahhahaa acontece, @diego_sm:disqus. Nem sempre a gente gosta de tudo e cinema é onde essas diferenças e nuances mais aparecem, porque é uma das artes que as pessoas mais consomem.

Bernardo Barroso Neto 30 de dezembro de 2019 - 08:48

Só vi alguns dessa lista. Meu top 10:
1 – O irlandês
2 – Parasita
3 – Coringa
4 – Era uma vez em Hollywood
5 – História de um casamento
6 – Ad astra
7 – Vingadores Ultimato
8 – Dois papas
9 – Bacurau
10 – Entre facas e segredos

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:21

Olha aí Ultimato aparecendo numa lista! 😀

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 30 de dezembro de 2019 - 08:07

Poxa, nem lembrava que Vox Lux, A Favorita, Assunto de Família e Cafarnaum (esse “naum” é muito MSN haha) estrearam só esse ano.
Bom, então vou adotar o critério de vocês na minha lista:

1 O Irlandês 2 Coringa 3 Era Uma Vez em Hollywood 4 Parasita 5 Assunto de Família 6 A Favorita 7 Ad Astra 8 Amor Até às Cinzas 9 História de Um Casamento 10 Midsommar

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:21

Midsommar entrou na lista individual de um dos nossos colunistas, mas acabou não conseguindo entrar para o corte final.

Responder
ABC 30 de dezembro de 2019 - 07:33

Até hoje eu lamento não ter ido assistir Parasita no cinema. Vou ver se faço isso naquela retrospectiva do CCBB.

Dos que eu assisti da lista o Ad Astra eu achei bem chatinho, de resto todos filmes muito bons que eu não tenho capacidade de ranquear.

Saudações.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:21

Esse ano tivemos vários nessa categoria de “deveria ter visto no cinema” ou “que bom que eu vi isso no cinema”.

Responder
O Homem do QI200 30 de dezembro de 2019 - 17:20

Ad Astra, lembro que quando eu vi, tinha gostado, mas confesso que não lembro de quase nada agora.

Responder
Mateus Albuquerque 30 de dezembro de 2019 - 07:33

Senti falta de The Lighthouse…
Provavelmente é o meu n°1 do ano!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 07:33

Veja lá a introdução da lista com atenção.

Responder
Mateus Albuquerque 30 de dezembro de 2019 - 07:39

Puts, eu já vi esse filme duas vezes aqui em PE em cinemas específicos que tiveram sessão única, acabei esquecendo que só ia sair nos demais cinemas em 2020. My bad

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 14:21

Hehehehehe acontece, meu caro!

Responder
O Homem do QI200 30 de dezembro de 2019 - 02:04

Não tenho uma lista formada, pois tenho muitas dificuldades em classifica-los. Quando um filme é bom, é bom e já basta pra mim. Gostei da lista, porem acho que esse filme do Tarantino esta em uma colocação alta demais, não acho lá essas coisas, apesar de ser criativo, não me envolveu tanto. De resto, que ano meus amigos, 2019 olhou para o ano de 1999 e não fez feio.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 02:17

Eu achei o Tarantão genial! O que tu não gostou dele?

Responder
Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 13:36

Vi que o filme tava sofrendo boicote pela caracterização do jeito de ser do Bruce lee + o fato do Cliff se igualar a ele na luta e, sem esquecer da polêmicas de branquiação do elenco. Tem motivos de sobra para ser um filme odiado kkk.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:07

Motivo de sobra para ser odiado? Marrrrmenino! O boicote pela caracterização do Bruce Lee é estúpido, não faz nenhum sentido, certo? “Branquiação do elenco”? O que é isso? Aqui? Num filme que fala sobre Hollywood? Nos anos 60? O “Reino dos Brancos”? Poxa…

Responder
Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 15:07

Não olha para mim, foi críticas que vi em alguns sites, por mim as pessoas que estão achando isso deveriam ser mandadas para um manicômio kkk. Eu amei a ousadia do roteiro de Era Uma Vez Em Hollywood.
Vi em um site que o filme do Tarantino sofreu criticas por excesso de atores brancos, se eu encontrar novamente posto aqui.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 15:20

Mano do céu, eu to ficando velho, to muito sem paciência pra esse povo. O que falta na cabeça dessas pessoas? Não têm contexto não? Será que não param um minuto pra pensar que se ATÉ HOJE busca-se espaço e representação para atores e atrizes negros na indústria, imagina nos anos 60! Como essas pessoas queria que a Hollywood desse tempo fosse representada? Como o cast de Hamilton?

Ai meus sais…

Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 16:18

Coloquei o link do r7, mas na época de lançamento lembro de ter visto bastante críticas no twitter (Rede Social que sou mais ativo) a questão de brancos no elenco, mas a do bruce lee foi a mais comentada mesmo, principalmente, quando o jogador de basquete Kareem Abdul Jabbar veio se pronunciar sobre o amigo lee, o jogador estava querendo tirar sangue do tarantino kkk, e se não me engano ele chama o diretor de racista por ter feito um americano bater no asiático , pois tal imagem era que o bruce queria quebrar, ou seja, asiático que tem que bater em americano, depois dessa eu quase concordo com o thanos. É uma coisa que fico triste, na época de django livre ouve muito revolta com o Tarantino a ponto de ser taxado como racista. Quase todo filme de Quentin tem alguma choradeira nada a ver.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 17:56

O TARANTINO FOI TAXADO DE RACISTA PORQUE UM AMERICANO BATEU EM UM ASIÁTICO??????

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Para a Terra plana pra eu ir até a borda e pular, por favor!!! AHUAHAUHAUAHAUHAUAHAUAHUAHUAHAUAHUAHAUH

Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 19:46

Palavras de Kareem Abdul Jabbar : O retrato de Bruce Lee, de Quentin Tarantino, em Era Uma Vez Em Hollywood, não corresponde a esse padrão. Claro, Tarantino tem o direito artístico de retratar Bruce da maneira que ele quiser. Mas fazê-lo de maneira tão desleixada e um pouco racista é um fracasso tanto como diretor como ser humano. Durante nossos anos de amizade, ele falou que estava frustrado com a representação estereotipada dos asiáticos no cinema e na TV, os únicos papéis eram para os vilões ou para os servos que faziam reverências. É por isso que me perturba que Tarantino tenha escolhido retratar Bruce de maneira tão unidimensional. A atitude machista e racista de John Wayne de Cliff (Brad Pitt), um dublê envelhecido que derrota o arrogante cara chinês remete aos próprios estereótipos que Bruce tentava desmantelar. É claro que o americano de carne branca e macia pode bater no asiático porque essa porcaria estrangeira não voa para cá.”

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 19:52

Nossa, ele problematizou a ficcionalização de uma pessoa real.

Já deu. Deixa eu pegar minha caipirinha aqui.

Matheus Felipe 30 de dezembro de 2019 - 20:10

E olha que o Tarantino deixou os dois num empate, o motivo da treta me parece, simplesmente, querer ver Bruce arregaçando qualquer lutador americano que o desafiasse kkkkkkkkk. Nessa história fico com o Tarantino (apesar de pouco me importar por se tratar de um filme fictício), pois diversos artistas e até a própria ex viúva, ao escrever a biografia do marido, deixa claro a personalidade arrogante.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 20:23

Exato! Matou a pau!

O Homem do QI200 30 de dezembro de 2019 - 17:20

Eu não me apeguei aos personagens e a história não me prendeu a ponto de ficar vendo se o filme estava acabando ou não (não tenho problemas com filmes longos, vide O Irlandês e Ben-Hur de 59 que vi e amei). É estranho que gostei de tudo que eu vi, mas ao mesmo tempo não me chamou a atenção, talvez tenha visto meio sem vontade.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 17:56

Essa parte da identificação é foda. Às vezes é até difícil explicar. A gente gosta da ideia, mas não fala com a gente, não bate o santo..

Responder
planocritico 30 de dezembro de 2019 - 00:55

Relendo essa lista e a de melhores séries de 2019 e pensando só nas maravilhas que ficaram de fora por simples falta de espaço me deixa cada vez mais próximo da conclusão que se 2019 não foi o melhor ano da combinação filmes + séries, ele pelo menos está no top 5 da história. Realmente impressionante!

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 01:10

De fato. Eu só comecei a me dar conta disso agora na reta final do ano mesmo, quando fui compilando todas as coisas para montar as listas e sofrendo horrores por que tive que deixar um monte de fora. MUITA coisa boa na telinha e na telona! Um baita ano para o cinema e para a TV.

Responder
O Homem do QI200 30 de dezembro de 2019 - 02:00

Concordo plenamente, tive que me calar e pedir desculpas a Netflix perante a tantos filmes bons lançados esse ano por ela e aumentei minha cota de series vistas tambem.

Responder
Vinicius Maestá 30 de dezembro de 2019 - 03:41

Grande ano para o cinema mesmo, mas ainda melhor para as séries. O não monopólio dos streamings está permitindo que tenhamos muita coisa do mais alto nível de qualidade e de criatividade. Sinceramente, eu tinha medo que, com o grande número de séries, viveríamos o pior da Indústria Cultural, com coisas parecidas e tudo mais, fazendo perder o senso de reflexão. É claro que existe muita coisa ruim saindo, mas se o telespectador quiser ir atrás de qualidade, ele vai poder preencher todo o seu ano e ainda vai faltar tempo para acompanhar tudo de bom que está por aí.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 06:01

Pois é, tem muita coisa boa, reflexiva, cabeçuda saindo… É uma forma de respirar fora da massa de explosões e bonequinhos, que é bem legal, mas não pode de jeito nenhum ser o único meio… Tá sendo curioso ver isso.

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 30 de dezembro de 2019 - 07:45

Ainda se comparado ao ano passado, em que foi uma dificuldade fechar um top 10 competitivo.

Responder
Jadiel 30 de dezembro de 2019 - 00:41

Todo dia eu mudo esse meu ranking, mas vamos lá:

1 – O Irlandês
2 – Parasita
3 – História de Um Casamento
4 – Joker
5 – Era Uma Vez em… Hollywood
6 – Nós
7 – Toy Story 4
8 – Ad Astra
9 – Meu Nome é Dolemite
10 – Vingadores: Ultimato

Menções Honrosas:

– I Am Mother
– Bacurau
– El Camino
– Como Treinar Seu Dragão 3
– Homem-Aranha: no Aranhaverso

Ainda pretendo assistir mais filmes desse ano, mas por enquanto são só esses. 2019 foi um excelente ano para o cinema. Além disso, aprendi muito sobre essa arte de contar histórias na telona (às vezes telinha). E muito do que aprendi foi graças a vocês do PC. Muito obrigado por tudo.

<3

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Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 30 de dezembro de 2019 - 00:42

Fico tremendamente feliz e honrado! A gente também aprende bastante nas conversas, nas trocas de opinião sobre as obras que criticamos, é um processo fantástico.

E ainda dá tempo de você fechar o ano com mais filmes de grande destaque na lista hahahahahahaha

Responder
Jadiel 30 de dezembro de 2019 - 00:55

Pódeixar. Vou passar esse fim de ano colocando os filmes em dia.

Responder
planocritico 30 de dezembro de 2019 - 00:55

Ficamos muito lisonjeados, meu caro!

Nós é que só temos a agradecer sua leitura, participação e fidelidade!

Abs,
Ritter.

Responder
Jadiel 30 de dezembro de 2019 - 00:55

💛

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