Home Colunas Veredito Cinéfilo #19.2 | Os 100 Melhores Filmes da Década – Parte 2

Veredito Cinéfilo #19.2 | Os 100 Melhores Filmes da Década – Parte 2

por Luiz Santiago
607 views (a partir de agosto de 2020)

Acharam que a gente tinha parado de caçar briga com as listas do final do ano passado? Pois acharam errado! Listas, briga sobre listas, passar mal fazendo lista, passar nervoso comparando lista e gastar energia psíquica com quem não entende o princípio e o caráter pessoal de se fazer listas é praticamente a nossa vida nesse site obscuro e de nicho  😉

Mas antes de entrarmos na lista oficial (composta pelas indicações pessoais de Luiz Santiago, Ritter Fan, Iann JelielMichel Gutwilen, Rodrigo Pereira, Fernando Annunziata e Fernando Campos), vamos comentar sobre uma coisinha numérica, uma coisinha específica sobre datas, sobre início e sobre o fim de um certo período de tempo…
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TENS O NECESSÁRIO PARA ESMAGARES A MINHA DÉCADA?

Cara Legião dos Beremiz Samir,

É internacionalmente conhecido o esforço que vossas senhorias empregam para tornar o mundo um lugar teoricamente perfeito, onde todos os habitantes usam termos e expressões de diversas áreas corretamente, tendo vocês, ó sábios e científicos, como os grandes corretores e denunciadores daqueles que usam termos errados. Há exatas 666 Luas, presenciamos a belíssima Jornada Internacional Pelo Uso Correto dos Termos “Tóxico” e “Venenoso” que vocês fizeram em Tonga, assim como o Cisma Pela Compreensão do Que São “Lei, Hipótese e Teoria”, o Referendum Sobre a Noção Humana do que é “Meteoro, Meteorito e Asteroide”, as 95 Teses Pelo Uso Correto de “Anos-Luz”, a Missão Planetária Pela Definição Precisa da Palavra “Fascismo” e agora, a Manifestação Internauta Para a Lembrança de Quando Começa e Quando Termina Uma Década, ou, como a gente diz lá em Paulo Afonso, “ai, que bicho chato da gota!“.

Através desta cartinha, afirmamos que nós temos pleno conhecimento de que uma década (e também os séculos e os milênios, com seus respectivos acréscimos de zero) sempre começam no 1 e sempre terminam no 0. Ou seja, nós sabemos que 2020 é o matemático fim da década de 2010 e que a década de 2020 começa apenas em 2021. Gostaríamos porém, de pedir licença a vós, ó preciosos, para que usemos “DÉCADA” aqui no senso comum, no sentido de “ANOS TAL” (nesse caso, anos 2010). Nós temos plena noção do que estamos fazendo. A propósito, o ISO 8601 mandou saudações respeitosas. E aquele vídeo em má qualidade de vocês preocupados com o bug do milênio de 1999 para 2000… também.

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NOSSO SITE, NOSSAS REGRAS

  1. São elegíveis apenas os filmes que estrearam entre janeiro de 2010 e dezembro de 2019.
  2. Não são elegíveis filmes feitos para a TV.
  3. São elegíveis filmes que estrearam em plataformas de streaming.

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ADVERTÊNCIA

Se você ficou muito triste porque o seu filme favorito da década não está na lista, considere primeiro se ele se encaixa nas regras expostas acima, mas independente de qualquer coisa, peço que use e abuse do espaço de comentários nessa postagem para você mesmo criar a sua versão dos melhores! Não adianta chorar, espernear, xingar ou dizer que “parei de ler quando…” porque a nossa lista não mostra exatamente o que você queria que ela mostrasse — e na colocação que você sempre sonhou. Entre também na brincadeira, componha seu próprio ranking e aí vamos falar sobre nossas escolhas, sobre concordâncias e discordâncias diante delas, sobre os filmes da década como um todo. Lista é opinião, e como qualquer concordância e discordância de opinião, você precisa apresentar algo em troca. Apenas chorar pitangas, lamentar ausências e sufocar-se por colocações diferentes da sua não vai adiantar em nada. Liste também! E vamos falar de cinema!

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OS 100 MELHORES FILMES DA DÉCADA (2010 – 2019) – PARTE 2
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Michel Gutwilen: Caro leitor, a lista a seguir indicará [parte da] minha deficiência como cinéfilo, visto que me tornei um amante da sétima arte tardiamente, no ano de 2016, quando tinha 18 anos. Até por isso [na minha lista pessoal houve] o predomínio de obras na lista a partir desse ano. Desde então, foi uma longa batalha contra o tempo para tentar conciliar os novos lançamentos e os filmes dos anos anteriores. Todavia, todos que estão aqui possuem uma coisa em comum: me levaram a catarse de maneiras diferentes. Seja pela tristeza de seus dramas, pela culto da arte do cinema, pela ansiedade que me provocaram, pelas questões existencialistas que trouxeram. De certa forma, e com suas particularidades, todos representam a função essencial do cinema: provocar sentimentos em seu espectador.
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Iann Jeliel: Foi nessa década que comecei a estudar cinema, logo já é a década que acúmulo mais filmes vistos, basicamente numa média de 100 de cada ano, uma média considerável para analisar um balanço geral do que foi os anos 2010. Marcado pelo início de um processo transicional do cinema, onde cada filme a sua maneira buscou uma maneira, obvia ou não, de espelhar a representatividade, nesse sentido, é uma década que mais pra frente será marcada como ponto de partida para a igualdade na indústria.

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75º Lugar: Confronto no Pavilhão 99

Brawl in Cell Block 99 — 🇺🇸 2017 / Direção: S. Craig Zahler

Confronto no Pavilhão 99 é, sem dúvida alguma, uma imperdível volta aos anos 70, com saudáveis doses de anos 80 em uma roupagem simples, própria, moderna e extremamente eficaz, que coloca Vince Vaughn como uma estrela de ação em seu próprio direito. Filmes ditos violentos terão que se esforçar para ultrapassar a qualidade do que Zahler faz aqui. Já anotou aí o nome do diretor?

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74º Lugar: Meia-Noite em Paris

Midnight in Paris — 🇪🇸🇺🇸 2011 / Direção: Woody Allen

O filme é um sonho realizado e fala da realização de um sonho. Ao fim da película, voltamos para a realidade insatisfatória munidos da constatação desse sentimento através dos tempos. Mas a realidade não se mostra ameaçadora, ao contrário, uma vontade de (re)conhecer o que já se conhece caracteriza a sequência final. A mágica da vida acontece e, mesmo que a felicidade não se tenha prometido, é finda a busca por um lugar ideal e cheio de possibilidades para realizações. O ‘aqui e agora’ é o lugar onde tudo acontece. Essa é a nossa Era do Ouro. O início de uma outra vida, talvez. A nossa oportunidade de ver bater meia-noite em qualquer Paris particular.

meianoite em paris plano crítico

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73º Lugar: Argo

Argo — 🇺🇸🇬🇧 2012 / Direção: Ben Affleck

Affleck faz um filme que mais uma vez mostra que, para uma fita ser boa, não precisa de explosões, edições frenéticas, ação o tempo todo e tiroteio. Basta um roteiro redondo, atuações marcantes e um diretor seguro no volante para que se entregue tensão e inteligência no lugar de fogos de artifício e bobeira.

plano crítico argo filme

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72º Lugar: Em Chamas

Beoning — 🇰🇷 2018 / Direção: Lee Chang-dong

Lee Chang-dong é um diretor de filmes longos. Sol Secreto (2007) e Poesia (2010), suas duas produções imediatamente anteriores a Em Chamas (2018) também ficaram por volta das 2h25 de duração e todas mantinham um ritmo bastante peculiar. Nesta fita de 2018, porém, a questão da duração e o encadeamento do drama se estruturam de uma forma em que a lentidão deixa de ser um jogo positivo; um convite a entender, acompanhar e construir personagens, e passa a ser o resultado final de um corte que poderia facilmente ficar com meia hora a menos.

burning-lee-chang-dong-cannes plano critico em chamas 42 mostra de cinema asp plano critico

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71º Lugar: Viva: A Vida é uma Festa

Coco — 🇺🇸 2017 / Direção: Lee Unkrich, Adrian Molina

Muito provavelmente o filme mudará, nem que seja um pouco, conceitos que temos sobre vida, morte, memória e saudade. Para aqueles que perderam alguém, definitivamente Viva os fará lembrar deles. Tal feito é, portanto, uma forma de nos fazer acessar um pedaço da riqueza mexicana, entender um pouco mais a maneira como um povo encara temáticas tão complexas e subjetivas. Uma maneira, aliás, muito bela de se ver o inevitável, de se ver os que foram não como corpos em decomposição, mas como boas memórias, as quais mantém-os vivos de alguma forma, seja no nosso coração ou na Terra dos Mortos.

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70º Lugar: 12 Anos de Escravidão

12 Years a Slave — 🇺🇸🇬🇧 2013 / Direção: John Hidley, Steve McQueen

Longe de qualquer sentimentalismo exarcebado, 12 Anos de Escravidão é um filme que atinge o público em cheio, sem necessitar de apelações para isto – temos apenas a verdade como ela é. Não é uma experiência fácil, mas será merecidamente recordada como uma das grandes obras sobre o tema da escravidão.

plano crítico 12 anos de escravidão filme

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69º Lugar: Spotlight: Segredos Revelados

Spotlight — 🇺🇸 2015 / Direção: Tom McCarthy

O filme traz uma grande história sobre um dos acontecimentos mais importantes deste século. A história de homens que colocaram uma instituição milenar de joelhos, obrigada a reconhecer seus crimes. Nisso temos um elenco fortíssimo, uma estética realista rara de se ver no cinema comercial contemporâneo e uma direção que tem momentos de brilhantismo espetaculares.

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68º Lugar: Bisbee ’17

Bisbee ’17 — 🇺🇸 2018 / Direção: Robert Greene

Em 12 de julho de 1917, 1.300 mineiros grevistas, em sua maioria imigrantes, foram sequestrados e deportados via trem pelo xerife local e um grande número de delegados recém-empossados, da cidade de Bisbee, no Arizona, perto da fronteira do México. O evento, que poucos – inclusive moradores da cidade – conhecem, foi batizado de Deportação de Bisbee (ou Bisbee Deportation) e ninguém jamais foi responsabilizado pelo ato hediondo. Para lembrar sua história e marcar os 100 anos, Bisbee ’17, um documentário colaborativo parcialmente musical foi produzido.

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67º Lugar: Roma

Roma — 🇲🇽🇺🇸 2018 / Direção: Alfonso Cuarón

Considerando que o foco central do enredo é mostrar a “crônica de uma vida”, a assinatura do diretor não deixa escapar essa visão em nenhum momento. Cada plano é brilhantemente pensado e mesmo que na montagem (assinada por ele e por Adam Gough) sobrem cenas de contexto espacial — que às vezes duram mais do que deveriam ou não são realmente necessárias –, a verdadeira marca do filme é o mergulho do público na vida dessa família protagonista e das empregadas da casa, com destaque para Cleo, que recebe em Yalitza Aparicio uma excelente construção de personagem, delicada, introspectiva, absolutamente amável. No filme, ela é tratada com todo o carinho que uma personagem pode ser tratada na tela, e serve como um laço às vezes invisível entre os membros da família.

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66º Lugar: Blade Runner 2049

Blade Runner 2049 — 🇺🇸🇨🇦🇬🇧 2017 / Direção: Denis Villeneuve

Só o tempo dirá se Blade Runner 2049 representará para a ficção científica o que seu pai representou. Mas responder essa pergunta é irrelevante diante do que esse filme representa agora: mais uma belíssima demonstração de que continuações podem ser tão relevantes quanto o original, bastando para isso uma conjunção de fatores tão presentes aqui como estiveram em um seleto número de outras. É raro, mas quando acontece, é um evento que deve ser comemorado efusivamente.

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65º Lugar: Paterson

Paterson — 🇫🇷🇩🇪🇺🇸 2016 / Direção: Jim Jarmusch

Paterson é um belo e delicado filme sobre as coisas pequenas. Sobre as variações sutis e belas que uma rotina aparentemente monótona e sem acontecimentos é capaz de oferecer, e como a Arte é uma forma libertadora de encontrar um novo olhar sobre o mundano e o já conhecido. Mais uma pérola do olhar único de Jim Jarmusch.

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64º Lugar: Rastro de Maldade

Bone Tomahawk — 🇺🇸 2015 / Direção: S. Craig Zahler

Fazer westerns na década de 2010 se tornou uma tarefa difícil pelo contexto da época, pelas exigências do mercado cinematográfico e pela dívida e herança históricas do gênero. S. Craig Zahler entendeu essas dificuldades, driblou bem as limitações que surgiram com a abordagem proposta pelo seu roteiro (escrito em 2007!) e realizou um filme bastante original na mistura entre horror e faroeste, respeitando as linhas da cartilha de ambos os lados e nos entregando uma medonha e inesquecível missão de resgate.

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63º Lugar: Minding the Gap

Minding the Gap — 🇺🇸 2018 / Direção: Bing Liu

Mesmo aqueles que não tiveram uma infância tão traumática podem ver em seu grupo de amigos uma verdadeira família. Muitas vezes, parece que nossas amizades nos entendem melhor que qualquer um e, talvez, o vínculo afetivo com aqueles que nos criaram só surja na vida adulta. Em Minding the Gap, acompanhamos uma bela família formada por jovens skatistas, sendo o único local onde encontram o amor ausente na infância. Às vezes, a maior violência que alguém pode cometer é negar amor a quem tanto anseia.

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62º Lugar: Saída pela Loja de Presentes

Exit Through the Gift Shop — 🇬🇧 2010 / Direção: Banksy

A arte é a grande farsa. Um material como esse, portanto, é de uma riqueza absurda, conseguindo abranger tantas áreas de discussão sobre a arte de uma maneira tão sólida que é impossível abordá-las completamente em um texto de modo tão capaz quanto Banksy consegue o fazer, através de uma mentira ou de uma verdade, em seu próprio filme.

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61º Lugar: Jackie

Jackie — 🇺🇸🇨🇱🇫🇷 2016 / Direção: Pablo Larraín

Mas o que realmente importa e o que realmente fica é uma rica reconstrução de época que nos transporta a um dos mais traumatizantes momentos da história dos EUA conforme a visão de alguém que estava lá e cuja imagem e exemplo transcenderam em muito a tragédia. Jackie Kennedy recriou a mítica Camelot em meio à sua tristeza e diante de dificuldades extremas. E Natalie Portman, sob as lentes de Larraín, nos mostra como ela fez isso em cada detalhe em uma obra inesquecível como a lenda.

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60º Lugar: Projeto Flórida

The Florida Project — 🇺🇸 2017 / Direção: Sean Baker

Projeto Flórida, afinal, também abrange a segurança das crianças dentro de seu cerne; os perigos, em diferentes escalas, que surgem para elas, possivelmente mudando as rotinas de uma infância, temporariamente ou para sempre, seja a mudança de uma cidade para outra, seja um castigo interminável que impede contato.

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59º Lugar: Frances Ha

Frances Ha — 🇺🇸 2012 / Direção: Noah Baumbach

Frances divide um apartamento em Nova York com Sophie, sua melhor amiga. Brincalhona e com ar de quem não deseja crescer, ela recusa o convite do namorado para que more com ele justamente para não deixar Sophie sozinha. Entretanto, a amiga não toma a mesma atitude quando surge a oportunidade de se mudar para um apartamento melhor localizado, mesmo que isto signifique que ela e Frances passem a morar em locais diferentes. A partir de então tem início a peregrinação de Frances em busca de um novo lugar que se adeque às suas finanças, já que ela é apenas aluna em uma companhia de dança à espera de uma chance de integrar o grupo de bailarinos que encenará um espetáculo de Natal.

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58º Lugar: Ex Machina: Instinto Artificial

Ex Machina — 🇬🇧 2014 / Direção: Alex Garland

Ex Machina: Instinto Artificial é uma inteligente e questionadora ficção científica, capaz de iniciar um instigante debate sobre a evolução da inteligência artificial e sua relação com o Homem. Um baita começo para Alex Garland, que desde já mostra-se uma aposta promissora.

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57º Lugar: Carol

Carol — 🇬🇧🇺🇸 2015 / Direção: Todd Haynes

Algumas histórias simplesmente não poderiam ser contadas no século passado. Ainda é considerado um tabu, mas histórias de amor homossexual vão ganhando cada vez mais espaço no cinema contemporâneo, incluindo o americano. Lentamente as histórias do passado vão tornando-se populares, e o romance Carol é o novo longa do gênero, que o diretor Todd Haynes oferece em uma embalagem digna.

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56º Lugar: Anomalisa

Anomalisa — 🇬🇧🇺🇸 2015 / Direção: Duke Johnson, Charlie Kaufman

É um filme que passa voando de tão bem pensada que é a cadencia do ritmo e no progresso da história. Talvez, minha única ressalva, seja que há certa pressa para fechar o longa e o arco de Lisa, porém acredito que isso não chegue nem perto de tirar a relevância dessa obra-prima. Mas reconheço que não se trata de um filme comum. Pode ser que você o ache extremamente chato e insosso. É uma experiência bastante subjetiva, mas que possui tremendo valor fílmico.

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55º Lugar: O Abutre

Nightcrawler — 🇺🇸 2014 / Direção: Dan Gilroy

Objetivo, seco, irônico e até psicótico de alguma forma, O Abutre é uma incrível sátira sobre o jornalismo sensacionalista que parece crescer cada vez mais principalmente com o advento da internet.

o abutre plano crítico

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54º Lugar: Isto Não É um Filme

In Film Nist — 🇮🇷 2011 / Direção: Mojtaba Mirtahmasb, Jafar Panahi

Documentário que retrata um dia na vida do cineasta iraniano Jafar Panahi, acusado de cometer crimes contra a República Islâmica e que está em prisão domiciliar há meses à espera do resultado de sua sentença no tribunal de apelação.

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53º Lugar: Cafarnaum

Capharnaüm — 🇱🇧 2018 / Direção: Nadine Labaki

Denso e cheio de situações que nos fazem pensar na vida de milhares de crianças ao redor do mundo, Cafarnaum é uma obra sobre realidades trágicas que podem mudar quando a situação desses indivíduos é reconhecida e eles encontram a oportunidade para combatê-las, começando com o reconhecimento de si mesmos como cidadãos. A este ponto chegamos: além da miséria social, pessoas não são tratadas como pessoas. Por quê? Porque lhes faltam um papel permissivo que as oficialize como tais. E a isso chamamos de civilização… O horror.

plano critico cafarnaum mostra SP

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52º Lugar: 24 Frames

24 Frames — 🇮🇷🇫🇷 2017 / Direção: Abbas Kiarostami

Nos últimos cinco anos de sua vida, o cineasta Abbas Kiarostami se dedicou à produção de breves frames, cada um em torno de cinco minutos de duração, onde trazia vida a imagens e fotos pré-estabelecidas. É a partir do inusitado e da sutileza das mudanças que o diretor busca acompanhar traços da natureza e, em alguns casos, estabelecê-los com a cultura produzida pelo homem.

24 frames plano crítico filme kiarostami

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51º Lugar: Sono de Inverno

Kis Uykusu — 🇹🇷🇫🇷🇩🇪 2014 / Direção: Nuri Bilge Ceylan

Essa complexidade de relações humanas é o que faz de Sono de Inverno a obra majestosa e inigualável que é. Raríssimas vezes um filme – mesmo que de mais de 3 horas de duração… – conseguiu, através da construção da narrativa, envolver seus personagens em confrontos tão reais, instigantes e infinitos de possibilidades.

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Melhores Filmes da Década – Parte 3

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138 comentários

Ferdinando Rios 21 de maio de 2020 - 20:29

“Aiiinnnnn, mas como esse filme está acima desse…”

Pois é, lá vai meu ainnnnnn…. deu uma dor O abutre e Ex-machina acima dos 50, hahaha… vou redimi-los colocando-os no meu top 10 da década!!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de maio de 2020 - 22:21

HAHHAHAHAHHAHAHAH respira fundo, pega o chazinho, coloca bastante açúcar!

Responder
Ana 22 de janeiro de 2020 - 14:07

Santiago e equipe, se esqueceram do húngaro O Cavalo de Turim, lançado em 1911, ou o eliminaram conscientemente? Para mim é uma jóia preciosíssima. Tipo raridade.
abs.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 14:27

Eu não esqueci. Só que esse filme (de 2011, não?) não entraria em nenhum lugar, em nenhuma lista minha de “Melhores da Década”. Não o acho nenhuma pérola, nem perto disso. Mas pelo menos esse filme serve para alguma coisa: me dar vontade de comer batata. HAUAHUAHUAHAUAHUAUAHAUAHUAHAUHAUAHAUHA

Responder
Ana 22 de janeiro de 2020 - 15:16

Não acredito. A vida está ali. Sem por nem tirar. Pelo menos não responda assim, com sarcasmo. É poesia, é a vida. Mas aceito que não goste do filme, é claro. (e a batata faz parte, não tem como variar. Só que não me deu tanta vontade assim de comê-la. )

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 15:26

Mas nada disso é sarcasmo, pode ter certeza! É só a minha opinião nua e crua sobre a obra!

Responder
nuwgott 22 de janeiro de 2020 - 18:17

Rapaz, pelo visto o problema não é Roma, nem a Árvore da Vida… é sua relação com este tipo de linguagem cinematográfica. O Cavalo de Turim é MARAVILHOSO.

Eu me recordo da sua crítica quanto ao final de O Farol, no qual demonstrou desagrado com a “elipse” utilizada, e utilizou estas palavras:

seria melhor que a cena seguinte não existisse, mas existindo, então que o momento diante da luz fluísse de modo que pudéssemos acompanhar a ida de Ephraim Winslow até a praia

Para os meus olhos e minha sensibilidade, a cena final de O Farol se torna poderosa justamente por causa dessa elipse, pois ela passa a se tornar um símbolo e, assim, carregando um vasto conteúdo de significados naquele único frame. Enquanto que, para você, a cena perde seu poder por não ter um desenvolvimento narrativo, uma ligação entre o ponto A e B.

Entretanto, o cinema não utiliza apenas a linguagem da dramaturgia, mas do símbolo também. E não digo aqui, símbolo tal como Jodorowsky trabalha, pois este está mais para um esteticista.

Roma, A Árvore da Vida e Cavalo de Turim são filmes que tem em comum a linguagem simbólica, não a dramática. São filmes poderosos e competentes naquilo que propõe.

Alguns utilizam o termo absurdo “Contemplação do Nada”, absurdo por que, como o próprio colega cita no comentário abaixo, “a vida está ali”: no retrato; no símbolo; na composição.

Por acaso, tu gosta de O Espelho de Tarkovsky e Mãe e Filho de Sokúrov?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 20:04

Eu acho legal que tu ache O Cavalo de Turim MARAVILHOSO! E talvez A Árvore da Vida e Roma! Eu, porém, não os acho. E no caso de O Farol, se a elipse final funciona bem para ti, isso é legal também. Claramente temos visões diferentes dessas obras, mas isso é perfeitamente normal e esperado quando são cabeças e corações diferentes pensando e experimentando Arte, não? Sem tags e principalmente sem atribuição de estados de espírito ao outro. Apenas visões diferentes.

Sobre Tarkóvski: eu gosto de TODOS os filmes dele. Inclusive há críticas minhas para Solaris, Nostalgia, Tempo de Viagem, Andrei Rublev, A Infância de Ivan, Hoje Não Haverá Saída Livre e Os Assassinos aqui no site. No hype desse diálogo, talvez eu reveja O Espelho e faça também, em médio prazo.

Sokúrov é um dos meus diretores favoritos, inclusive há críticas minhas para alguns filmes dele aqui, o citado por ti Mãe e Filho, mas também para Sonata Para Hitler, O Sonho do Soldado, Vozes Espirituais, Fausto, Elegia Moscovita, Arca Russa e Francofonia: Louvre Sob Ocupação. A propósito, há um trabalho meu feito no último ano da faculdade, há 10 anos, que pode ser encontrado no Domínio Público, intitulado: “Lirismo, Arte e História na Construção das Relações Familiares: da Memória Cinematográfica para o Grande Tempo de Aleksandr Sokúrov” que você pode ler na íntegra aqui.

A agora um argumento diante do teu argumento: note que o caso não é a minha “relação com este tipo de linguagem cinematográfica” e tampouco o desconhecimento das nuances de linguagem cinematográfica (não que tenha sido uma afirmação sua, esta última, apenas parte de um ponto indicativo e meio provocador que meu ego galático jamais deixaria passar). Posso assegurar, porém, sem falsa modéstia alguma, que eu não aparatei aqui como crítico sem ter estudado ou continuar estudando até hoje a Arte que critico. Mas para além da carteirada: ocorre que em certos casos (no recorte dessa nossa conversa, pelo menos), eu não penso/leio/experimento os filmes da mesma forma que você o faz. Mas até onde eu consigo ver, não há problema nenhum nisso, nem em conceito, nem em relação íntima com essas mesmas obras.

Em tempo: Ozu, Rohmer e Ruiz são diretores por quem tenho extrema admiração. Com isso quero dizer que contemplar e lidar com retratos, símbolos, signos, composição ou mesmo o nada, definitivamente não é um problema para mim. Pelo contrário. Até na base identitária disso, em Antonioni (com críticas minhas também aqui no site) eu deixo essa visão clara. É um exercício favorito para mim. Mas isso não significa que eu vá gostar de tudo o que eu veja e que tenha esses ingredientes. Tenho certeza que entende o que quero dizer.

Responder
nuwgott 22 de janeiro de 2020 - 20:28

Não tive intenção nenhuma de provocar ou se quer supor que você não tem conhecimento de outras linguagens, sendo que tenho absoluta certeza que tem, e que tem muito, mas muito mais do que eu.

A minha única intenção foi supor que talvez esse seja um motivo para considerar alguma dessas obras medíocres, já que elas possuem um elemento em comum.

Como eu parto do princípio de que vocês são formadores de opinião e que, como mencionado por vocês, busquem muitas vezes expor a opinião como profissionais e não como telespectadores, é natural que pessoas como eu, telespectadores, busque um diálogo para compreender a visão que vocês estão nos oferecendo.

Então, não estou criticando o teu gosto, o teu conhecimento, nem mesmo avaliando-o. Apenas expondo o que, pelas críticas e comentários expostos, pude discernir.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 20:40

Entendo, claro!
Mas mesmo diante dessas divergências, há caminhos diferentes que formaram o problema para mim. Por exemplo, dos que eu acho medianos (Cavalo de Turim e Árvore da Vida), são ingredientes diferentes que me incomodaram ali, embora a costura, como você bem disse, seja a mesma. O bom desses casos é que as críticas de todos esses filmes aqui no site são minhas. Então para ver a minha “birra” de perto, caso interesse, é só dar uma passadinha por lá.

Já no caso de Roma, eu só acho um filme ok, só bom, nada mais que isso — na crítica eu desenvolvo o motivo. Mas já é uma posição diferente, percebe? E no caso de O Farol eu acho excelente, como você sabe. Só tenho um único problema com o filme, que é num recurso de montagem, aquela elipse no final.

Ana 24 de janeiro de 2020 - 07:23

Realmente não vemos da mesma maneira. Para mim, Solaris é o mais fraco de Tarkovsky.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de janeiro de 2020 - 09:56

Acontece.
Para mim, o único filme fraco (na verdade, ruim) dele é Hoje Não Haverá Saída Livre.

Ana 24 de janeiro de 2020 - 09:56

Esse não vi.

Ana 24 de janeiro de 2020 - 10:28

Mais uma coisa, Cavalo de Turim é maravilhoso. Já , nuwgott, não sou muito chegada ao Árvore da vida, me pareceu, acho, mto artificial, não me tocou. Quero deixar claro que meus comentários são sempre muito pessoais, não sou acadêmica, não fiz faculdade de cinema (até gostaria de ter feito). Mas acho que em blog de discussão e troca de idéias, cabem.
Que bom que lembrou de bons diretores. E faltam tantos, não?
Sou fã do austríaco Michael Haneke, tiro o chapéu para todos os que vi dele. Nos EUA, fico com Coppola (que parece que parou de filmar, é verdade? ) e Jim Jarmush.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 24 de janeiro de 2020 - 10:45

Todas as discussões aqui são bem-vindas, desde que sejam feitas de forma civilizada, como estamos fazendo aqui.
Sobre o Coppola, o último longa dele foi Virgínia, em 2011. Tem o anúncio de um projeto dele chamado Megalopolis, mas sem data e sem maiores detalhes.

Robson Dias Cruz 22 de janeiro de 2020 - 11:43

Eu só espero ver Harry Potter em alguma dessas listas aaaaa 🤣😍
Algum dos Relíquias da Morte merece, eu sei que o site concorda ashuashua

Responder
Robson Dias Cruz 22 de janeiro de 2020 - 12:07

COMOOO?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 12:13

É um filme bacana, mas para melhor da década?

XESSUS!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 12:13

É um filme bacana, mas para melhor da década?

XESSUS!

Responder
Gabriel Carvalho 22 de janeiro de 2020 - 22:12

Eu colocaria Relíquias da Mortes Parte 1 em Top 100 da década, talvez depois dos 90.

Responder
Lucas Rodrigo 22 de janeiro de 2020 - 10:27

Prevejo Saga Crepúsculo Amanhecer Parte 1 e 2 no TOP 10 hahahah

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 11:29

Acertou, miserável!

Responder
Vitor Guerra 21 de janeiro de 2020 - 21:30 Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 21:30

MAS O QUE É ISSO AQUI QUE EU TO VENDO NA TELA DO MEU COMPUTADOR???????????????????

Responder
Vitor Guerra 21 de janeiro de 2020 - 21:30

A sinopse mais maravilhosa de todos os tempos.

Responder
planocritico 22 de janeiro de 2020 - 11:29

@luizsantiago:disqus , acho que teremos que rever nosso Top 5 depois dessa, hein?

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 22 de janeiro de 2020 - 11:43

Pra já!!!

Lucas Rodrigo 22 de janeiro de 2020 - 12:37

É nisso que dá não fazer o PROERD.

Responder
João Loureiro 21 de janeiro de 2020 - 21:02

Essa segunda lista vale só pela presença dos excepcionais Sono de Inverno e Anomalisa! Que filmaços!! Duas experiências magistrais sobre o mergulho na alma humana! Confesso que tenho um super pé atrás com o superestimado Argo. Um filme muito feito a toque de mão para engrandecer Hollywood com um discurso artificial e ufanista que me incomodou bastante!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 21:24

Não vi nada de ufanista em Argo, tampouco o vejo como superestimado, mas é aquela: sempre tem quem gosta e quem não gosta para tudo nesse mundo. heheheheheh

Responder
R.Sand 21 de janeiro de 2020 - 19:52

Muito interessante essa segunda parte, tal qual a primeira, andei longe de assistir todos. Dos que já vi, o Abutre é o que mais gosto, e trocaria de posições BR2049 e Ex Machina. Muito bom ver os filmes do Zahler – o que implica que o Dragged Across Concrete deve aparecer na próxima parte… ou quem sabe top 25? Idem pro Villeneuve, que vai aparecer novamente, mas eu não colocaria A chegada na frente de Blade Runner. Interessante de qualquer modo.

Agora o que tá aumentando mesmo é a lista pra assistir e vou logo começar por esse Sono de Inverno, até por ver o pessoal comentando muito bem sobre ele, só é grande pra caramba mas ok.

PS: Spotlight eu colocaria na lista anterior, é um bom filme sem dúvida, mas não consigo gostar dele, sério.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 20:27

Sono de Inverno é uma experiência bem diferente. Mas soberba. Mas só veja SEM SONO!!! HAHAHAHAHAHAHHAAHAHHAAH

Responder
Stella 21 de janeiro de 2020 - 19:52

O Abutre é um dos meus favoritos, amo tbm Jackie, mas a maioria que gosto não está na lista. Amo demais filmes de baixo orçamento que não ganham atenção da midia, eles possuem roteiros mais criativos e inteligentes que Hollywood odeia.
Meu favorito de todos da década, é esse. Feito com apenas 150 mil dólares e um roteiro super criativo.
https://uploads.disquscdn.com/images/792d644c1b26c6e460f5c00130074318c4f1f33727fe117dde20208af0b28bc9.jpg

Responder
ABC 21 de janeiro de 2020 - 16:25

Espero que esse site obscuro e de nicho não cometa o ultraje deixar os filmes do genial Michael Bay de fora.

Kung Fury se encaixa nos critérios de seleção?

Saudações.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 16:35

Michael Bay é grandioso demais para ser limitado a uma lista de “melhores da década”. Faremos em breve uma lista de “melhores de todos os tempos” e tudo o que ele dirigiu estará lá! 😀

Kung Fury se encaixa sim!

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 17:12

Hors concours ou todos em 1º lugar?

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 17:50

Todos em 1º lugar, claro!

Responder
Stella 21 de janeiro de 2020 - 19:40

kkkkkkkk

Responder
WW3 Cartman 21 de janeiro de 2020 - 16:16

Nunca vi Argo por puro preonceito com a cara de bunda do Afleck.

Pra mim os destaques dessa parte sao: Blade Runner, Ex Machina, Rastro da Maldade, o Abutre e 12 anos de filhadaputagem.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 16:35

Veja Argo!

Responder
João Loureiro 21 de janeiro de 2020 - 21:02

Vi Argo e, sinceramente, odeio esse filme! acho ele exageradamente estimado pela crítica! Mas quem sou eu, reles mortal! kkkkkk

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 21:12

Já eu acho que ele tem a estima que deveria ter: nem mais, nem menos. Mas eu também só sou um reles mortal hauahauhauahuahauahua

Responder
nuwgott 21 de janeiro de 2020 - 15:55

Essa lista entrou algumas preciosidades. Agora, eu não consigo entender como 24 frames ficou à frente de A Árvore da Vida… Mas beleza.

Winter Sleep é meu top 1, para mim nenhum filme nunca atingiu uma qualidade de roteiro e construção de personagem como este. E também tem a adição de que me identifico com o protagonista (aliás, qual pessoa que tem vaidade cultural não se identificaria…).

Blade Runner é maravilhoso e acho que a atuação de Jared Leto e a participação de Harrison Ford devem ter pesado para não conseguir uma posição melhor.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 15:55

Porque 24 Frames é pelo menos 24 trilhões de vezes MELHOR que aquela mediocridade embrulhada em ouro do Tio Maliquinho.

Sono de Inverno é fodástico, simplesmente fodástico.

Responder
nuwgott 21 de janeiro de 2020 - 16:01

Eu não sou fã do Mallick, dele gostei apenas de Além da Linha Vermelha e A Árvore da Vida. A questão toda com a Árvore da Vida é que talvez ele seja melhor vivenciado e compreendido por quem possui alguns traumas infantis e também se vê entre uma contradição: entre a graça e a natureza. A forma como o filme consegue transpor o trauma humano através de um retrato biológico é incrível. Algo parecido acontece em Além da Linha Vermelha, em que a violência absurda da guerra convive com a graça onipresente da natureza. Eu acho Mallick um autor prepotente, Cavaleiro de Copas, por exemplo, foi medíocre pq ele se acomodou com o resultado de A Árvore da Vida. Curto o cristianismo dele mas não a sua vaidade.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 16:11

Eu sou fascinado por Além da Linha Vermelha. Adoro esse filme. Já A Árvore da Vida tenho sérios problemas conceituais com ele, um pouco parecidos com os problemas que tive com Roma. Depois, se tu se interessar, dá uma passadinha no meu texto de Árvore da Vida. Está tudo bem claro por lá.

Mas concordo contigo sobre a prepotência do Mallick e acho que ele tirou o véu de cinema disso justamente a partir de A Árvore da Vida. Eu perdi o interesse pelo cinema dele depois de Cavaleiro de Copas.

Responder
Fórmula Finesse 21 de janeiro de 2020 - 16:26

Não gostei como ele retratou os japoneses rendidos, seria Mallick…”meio” racista?

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 16:35

Não sei dizer. Teria que rever as coisas dele com esse olhar e tentar chegar a uma conclusão.

Fórmula Finesse 21 de janeiro de 2020 - 16:42

Me marcou na época, o olhar contemplativo foi um pouco ácido demais quando deitado sobre os japoneses; animalizou os soldados…mas só revendo novamente mesmo.

nuwgott 21 de janeiro de 2020 - 23:12

Editei o comentário, compreendi mal o questionamento do colega. Por favor, excluir.

JC 21 de janeiro de 2020 - 15:17

75.Pavilhão 99 – Ah mas que filme maravilhoso, eu botaria fácil entre os 20 primeiros.
74. Meia Noite: Gostei menos do que esperava….
73. Argo: Idem acima
72. Não vi
71. VIVA: Muito bom, deixaria nessa posição, apesar de tudo, tem muito lugar comum.
70. Ainda não vi (Não me bata)
69. Spotlight: Filme da porra.
68. Não vi
67. Roma: Não terminei de assistir
66. Blade 2049: Oxe, top 10 fácil. <3
65. Não vi ainda
64. Bone Tomahawk: Não existe outro nome para esse filme <3 COlocaria fácil entre os 15.
63. Não vi
62. Tô pra ver tem anos! 😮
61. não vi
60. Não vi
59. Não vi
58. EX-Machina: MARAVILHOSO, também entraria no top 20.
57. Não vi
56. Não vi
55. Abutre: Outro marilhovos, fácil no top20.
54. Não vi
53. Não vi
52. Não vi
51. Não vi

Curtindo comentar as listas 😀

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 15:55

Vem cá, tu não terminou de ver Roma por algum motivo específico?

Responder
JC 21 de janeiro de 2020 - 17:07 Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 17:50

100% compreensível!

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 18:06

Concordo!

Abs,
Ritter.

JC 21 de janeiro de 2020 - 18:21

Eu fiz um desafio a minha namorada neste final de semana passado:
Assistir “A Ghost History” com sono , sem cair no sono.
Ela perdeu.

Já eu, até bebo (mentira) fiquei acordado ahahahaha eu amo esse filme! <3

Stella 21 de janeiro de 2020 - 19:52

esse filme so me algo na cabeça os choros fofos do michael que da vontade de mimar ele, e a rola bengala dele, nao tem como kkkkkkk

Responder
Matthew Murdock 21 de janeiro de 2020 - 14:50

Jackie (2016) é excelente, pra mim TOP10 da década… Natalie Portman era pra ter ganhado o Oscar de Melhor Atriz por esse filme.

O Abutre é outra obra-prima, pra mim o melhor filme do Jake Gyllenhaal.

E sigo aguardando o Reconhecimento de Rush (2013).

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 15:55

Rush entra na sua lista de melhores da década então?
Em que posição?

Responder
Matthew Murdock 21 de janeiro de 2020 - 20:10

Entraria no TOP10, que ficaria assim:

1- O Lobo de Wall Street
2- Mad Max Estrada de Fúria
3- A Origem
4- As Aventuras de Pi
5- Rush
6- 007 Skyfall
7- Jackie
8- O Abutre
9- Parasita
10- Planeta dos Macacos A Guerra

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 20:27

Eita eita eita. Eu vejo As Aventuras de Pi e meu instinto assassino começa a brotar pelos poros.

Responder
nuwgott 21 de janeiro de 2020 - 23:12

As Aventuras de Pi é a prova irrefutável de que, de vez em quando, soltam um pó mágico no ar, e a humanidade perde o juízo.

Não tem quem me faça assistir aquilo de novo.

Matthew Murdock 23 de janeiro de 2020 - 00:23

Eu assisto sempre que posso, e toda vez me emociono, acho um dos melhores filmes do Ang Lee.

Ana 21 de janeiro de 2020 - 14:03

Não assisti muitos deles. Dos que vi,i Paterson está no topo da minha lista. Adoro Em Chamas e gosto muito de 2049.
Gostaria de assistir Sono de inverno e 24 Frames ( vou procurar)

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 14:10

Procure e deslumbre-se!

Responder
Ana 21 de janeiro de 2020 - 14:44

Eu assisti, aliás duas vezes! Tinha-me esquecido do título, e agora que li a sinopse me lembrei de todas as cenas! A iluminação é fantástica.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 14:50

Maravilhoso, né.

Responder
Ana 21 de janeiro de 2020 - 15:09

Sim!!!!!!!!! (e teve gente que me disse que aquilo era teatro, pode!???!?!)
Estou vendo os clipes de 24 frames. Poesia pura como só Kiarostami consegue na tela. Que bom que mencionou esses dois filmes! E ainda tem quem ache a nossa rapaziada frívola…
Parabéns.

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 15:55

Não sabem o que estão perdendo, né…

Gabriel Filipe 21 de janeiro de 2020 - 11:26

Surpreso com Roma na lista, já q a crítica do Luiz Santiago não é tão positiva

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 11:30

Pra mim é um filme “ok”. MAS eu reconheço o valor/impacto/presença do filme na década. Como crítico eu preciso adequar bem essas nuances. Mesma coisa aconteceu com A Árvore da Vida, que acho um filme medíocre e também apareceu na lista, na Parte 1. Ser crítico cansa, às vezes.

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 15:10

Faço minhas as palavras do @luizsantiago:disqus . Eita filminho exageradamente idolatrado…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 21 de janeiro de 2020 - 19:52

pra mim nao passa de um filme pra agradar a elite. Não consigo reconhecer esse valor.

Responder
Fórmula Finesse 21 de janeiro de 2020 - 11:26

Blade Runner 2049 lá no fundão da sala, atrás de filmes iraquianos e mexicanos em preto e branco…mas prometo ficar zen, taoismo vibe.
Rsrsrsrsrs.
https://uploads.disquscdn.com/images/6923a0b0db163015b758869f31fbd32832dbb3002e61769a8c12ee2b9cd86b9a.jpg

Responder
Fórmula Finesse 21 de janeiro de 2020 - 16:25

KEIMEM!!!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 16:35

🔥

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 15:10

@@frmulafinesse:disqus , confessarei algo muito triste: tinha uma versão dessa lista em que BR2049 não entrava.

Mas nos atentamos para a heresia a tempo!

Abs,
Ritter.

Responder
Fórmula Finesse 21 de janeiro de 2020 - 16:25

“tinha uma versão dessa lista em que BR2049 não entrava.” Acredito, de que Terra viria essa lista?
https://uploads.disquscdn.com/images/0eebbbc96cce1eeff7dff816cb6fb8b48ebd6a0ff3c6d20bbbc0574e51a13c67.jpg

Responder
planocritico 21 de janeiro de 2020 - 17:12

HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA

Boa!

Abs,
Ritter.

Responder
JC 21 de janeiro de 2020 - 17:08

auiehaieuheiuhaeuae
deviam ter colocado, só pra ixprudir o site de acessos xingando muito esses críticos prepotentes que não entendem nada de xinema.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 17:50

CRÍTICOS ARROMBADOS BOSTA LIXO PREPOTENTE DO CARALHO DE UM SITE OBSCURO DE DE NICHO!!!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 20:41

❤️

Gabriel Carvalho 22 de janeiro de 2020 - 22:16

Essa versão teria sido perfeita ein…

Responder
Ferdinando Rios 22 de maio de 2020 - 03:33

Assisti duas vezes, por que sou fã do original e sou fã do Villa… mas não me pegou, ó… pode ser que em uma terceira, como foi com o Laranja Mecânica, que só vim a achar supremo na terceira revisita e hoje é top 3 vida. Pergunta: Qual saiu para Blade Runner entrar na lista? Aliás, outra questão: Não haveria um modo de sermos avisados via e-mail quando nossos comentários são respondidos? Abraços.

Responder
JC 21 de janeiro de 2020 - 15:17

Polêmica com Blade Runner, um ABÉ-SURDO.
Top 10 fácil. rs

Responder
JC 21 de janeiro de 2020 - 17:08

Anabelle 3 é crassicu ahahahahahahahaha

Responder
Fórmula Finesse 21 de janeiro de 2020 - 16:21

Molinho, molinho…conseguiram fazer um segundo volume da Bíblia sem provocar combustão espontânea nas igrejas. #denis #Duna

Responder
Matheus Felipe 21 de janeiro de 2020 - 11:18

Meu top 10 dessa parte fica :
1- Blade Runner 2049
2- O Abutre
3- Ex-machina
4- Rastro De Maldade
5- Spotlight
6- Argo
7- Viva
8- 12 anos de Escravidão
9- Cafarnaum
10- Carol

Responder
Wagner 21 de janeiro de 2020 - 10:49

Meta para a próxima década: assistir os filmes desta lista que ainda não vi!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 11:02

E olha que essa é uma daquelas metas que realmente dá pra cumprir! HAHAHAHAHAHAHAH

Responder
Jadiel 21 de janeiro de 2020 - 10:32

Minhas preces foram ouvidas!!

Frances Ha, mas conhecido como meu xodó, está na lista !! <3

Só falta a crítica.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

Falta mesmo, meu caro. Mas ela virá, pode deixar!

Responder
Vinicius Maestá 21 de janeiro de 2020 - 11:13

Sabia q tu ia comentar aki hehehehe

Responder
Jadiel 21 de janeiro de 2020 - 12:07

Sou tão previsível assim??!

KKKKKKKKKKKKKKK

Responder
Vinicius Maestá 21 de janeiro de 2020 - 14:43

Hehehhe eh q na parte 1 tu comentou no meu comentário que amava France Ha. Daí, quando vi Frances Ha aki, lembrei do seu comentário e tive certeza de q tu ia aparecer

Responder
Vinicius Maestá 2 de fevereiro de 2020 - 21:11

Eh q tu tinha comentado no meu comentário da parte anterior que adorava Frances Ha. Daí quando vi o filme aki, tive certeza que tu ia comentar

Responder
Here's Johnny 21 de janeiro de 2020 - 10:12

Gostei dessa parte, vários filmes que eu considero subestimados ganhando reconhecimento, Frances Ha, anomalisa, Projeto Florida, Paterson, Ex Machina.

Dos que eu não conhecia os que mais chamaram atenção foram minding the gap, cellblock 99, e Rastro de Maldade (porque eu adoro uma boa mistura de gênero).

A ansiedade vai aumentando conforme alguns dos meus favoritos não aparecem kkkkkk já perdi as esperanças de Creed estar e tenho dúvidas se Dunkirk ou Perdido Em Marte aparecerão.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

Se você gosta de uma boa mistura de gêneros, VEJA O QUANTO ANTES Rastro de Maldade. Esse filme é um absurdo de bom! Western e terror da melhor qualidade.

Responder
Fórmula Finesse 21 de janeiro de 2020 - 11:26

Pior que é bom mesmo!

Responder
Here's Johnny 21 de janeiro de 2020 - 11:30

Ouvirei a voz da sabedoria e o colocarei no topo da minha lista hehehe

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 11:30

Não vai se arrepender!

Responder
Victor Martins 21 de janeiro de 2020 - 11:23

Não sei se Perdido em Marte merece não hein, o filme é bem medíocre.

Dunkirk sim, apesar de que não ficaria no meu TOP 50. Acho que junto com Cavaleiro das Trevas Ressurge e O Grande Truque é que menos gosto do Nolan.

Eu só assisto filme que ninguém mais assiste, então a maioria dos meus filmes favoritos como Temporário 12, Capitão Fantástico, Quase 18, Personal Shopper, Incêndios, Hunt For the Wilderpeople, Shaun: O Carneiro, Little Sister, Dois Dias Uma Noite e Clouds of Sils Maria não entrarão na lista.

Responder
Here's Johnny 21 de janeiro de 2020 - 12:24

Eu não acho Perdido em Marte medíocre, o que é meio óbvio, já que eu disse que é um dos meus favoritos da década, muito pelo contrário aliás, acho otimista, divertido e heart warming.

Quanto aos filmes citados, eu já vi quase todos, e alguns deveriam quase que obrigatoriamente estar na lista, Temporário 12, Hunt for the wilderpeople, Shaun, Incêndios e Clouds of sills Maria.

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 21 de janeiro de 2020 - 15:43

Os dois do Assayas e Incêndios também entrariam na minha lista. Capitão Fantástico acho chato pra burro kkk os outros realmente nunca ouvi falar

Responder
Philip 21 de janeiro de 2020 - 10:05

Nessa parte não assisti tantos dos filmes, mas achei que blade runner 2049 ia ficar bem mais acima na lista, na minha entraria no top 10

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

WOW!

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 21 de janeiro de 2020 - 09:55

Muitos filmes aqui estariam bem mais pra frente em minha lista, principalmente Sono de Inverno (estaria no meu top 5) Em Chamas e Carol. Bem ansioso pra ver o que vocês vão aprontar nesse top 50! Hehehe

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

Coisas malignas virão pela frente!

Responder
Gabriel Carvalho 22 de janeiro de 2020 - 22:16

Carol é espetacular mesmo. Todd Haynes é muito bom – bem melhor que um outro Todd aí…

Responder
Diário de Rorschach 21 de janeiro de 2020 - 09:28

Cá estamos nós novamente cabrón

51. Bom Comportamento
52. Infiltrado na Klan
53. Corrente do Mal
54. Creed: Nascido Para Lutar
55. Terra Selvagem
56. Era Uma vez Em Hollywood
57. O Grande Hotel Budapeste
58. A Chegada
59. Expresso do Amanhã
60. Kubo e as Cordas Mágicas
61. Nós
62. Ilha dos Cachorros
63. Corações de Ferro
64. Argo
65. Bacurau
66. Mulher-Maravilha
67. O Primeiro Homem
68. Vingadores Ultimato
69. Sniper Americano
70. Perdido em Marte
71. Vingadores Guerra Infinita
72. Capitão Phillips
73. O Sacrifício do Cervo Sagrado
74. Pantera Negra
75. Corra!

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

Olha só, os dois últimos Vingadores entraram na sua!

Responder
Diário de Rorschach 21 de janeiro de 2020 - 12:55

Não entraram na de vocês então?

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 13:08

Não entraria nem se fosse um TOP 2 milhões.

Responder
Diário de Rorschach 21 de janeiro de 2020 - 13:08

Haha, povo carrasco

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 13:08

Super coração peludo HAHAHAHAHHAAHAHHAHAHAH

Cahê Gündel 🇦🇹 21 de janeiro de 2020 - 15:49

Entraria na lista de parque de diversões? (postei e saí correndo)

Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 15:49

Definitivamente. 😀

Douglas 21 de janeiro de 2020 - 09:18

Por incrível que pareça dessa lista só vi Blade Runner 2049, que é um dos meus filmes favoritos!
Será que teremos Mad Max: Estrada da Fúria no top 10? rsrsrs

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

Será? Hehehehehe

Responder
Victor Martins 21 de janeiro de 2020 - 08:43

Em sequência, Jackie, Projeto Flórida, Frances Ha, três filmes imensamente subestimados.
Natalie Portman deveria ter levado o Oscar de melhor atriz para casa em 2016, mas aquela categoria foi um desastre completo naquele ano.

Projeto Flórida mostra o lado da cultura pop que Hollywood quer esconder. Nos arredores da Disneylandia temos pobres e famílias que lutam para sobreviver. E adivinha ? Foi esnobado nas premiações. Me pergunto se Tangerine, do mesmo diretor, também vai aparecer no TOP 50 de vocês kk. Sean Baker é gigante.

Frances Ha é o melhor do Baumbach, porque é o filme mais fora de sua fórmula que ele fez. Com uma protagonista irritante (e essa era a intenção do diretor) e mandando a mensagem de que nem sempre as pessoas mudam. A cena dela em Paris é marcante.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

E foda é que são filmes que até uma parte da galera que viu, meio que despreza… Já vi muita gente desdenhando Frances Ha como “filme hipster” e só. Não gostar da obra é normal, mas não reconhecer o que o filme de fantástico… putz!

Responder
Flavio Batista Dos Santos 21 de janeiro de 2020 - 08:10

Nossa, nao vi quase nenhum dessa parte da lista. Dos que vi, destaco Viva, Abutre e 12 anos de escravidao.
Aquela cena em que ele fica pendurado, é de uma genialidade. Vc fica incomodado e vai sentindo a agonia do personagem. E tem a Lupita! pqp q filme!
Viva é sacanagem aquela cena no finzinho dele tocando com a bisavó é estupenda e choro toda vez q vejo. Impossivel nao curtir. E vc ve em sites por ai, materias com o titulo: porque Frozen é a maior animaçao de todos os tempos…

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

Dê uma caçada e procure alguns dessa lista para ver também!

Responder
Flavio Batista Dos Santos 21 de janeiro de 2020 - 15:55

Com certeza, Frances Ha e Spotlight vou tirar da lista de pendencias nesse fds.

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 16:01

Aeeeeeeeeeeeeeeee

Responder
Bernardo Barroso Neto 21 de janeiro de 2020 - 07:39

Só vi alguns desses filmes. Mas é uma bela lista

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:49

E a listinha de futuras sessões só aumenta…

Responder
Vinicius Maestá 21 de janeiro de 2020 - 06:12

Ainda não gosto muito dos meus 25, que eu vou postar aki, para estar num top 100, mas os próximos (top 50) já me agradam bastante.
Vamos lá, então…

75 – Baby Driver
74 – O Quarto de Jack
73 – Sete Minutos Depois da Meia-Noite
72 – Moana
71 – O Regresso
70 – Inside Llewyn Davis
69 – Invocação do Mal
68 – Noé
67 – X-Men: Primeira Clase
66 – Até o Último Homem
65 – Dunkirk
64 – Precisamos Falar Sobre Kevin
63 – Homem de Ferro 3
62 – Aquarius
61 – O Lobo de Wall Street
60 – A Bruxa
59 – Nasce Uma Estrela
58 – O Cavaleiro das Trevas Ressurge
57 – Rush
56 – Jojo Rabbit
55 – Infiltrado na Klan
54 – Três Anúncios Para Um Crime
53 – Os Vingadores
52 – Um Lugar Silencioso
51 – Como Treinar o Seu Dragão 2

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 10:47

Olha só, encontrei mais alguém além do Ritter e de mim que não odeia Homem de Ferro 3!!! MANOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

Responder
Vinicius Maestá 21 de janeiro de 2020 - 11:18

Hehehe, puta filme legal

Responder
Diário de Rorschach 21 de janeiro de 2020 - 13:08

Boa lista

Responder
Ruqui 21 de janeiro de 2020 - 02:11

A cada lista a possibilidade de BvS figurar no top 10 é real! rs

Dessa remessa não devo ter visto nem metade, mas feliz pelos filmões do Zahler e O Abutre aparecerem

Responder
Luiz Santiago 🌮😈🐂½ 21 de janeiro de 2020 - 02:21

BvS terá uma TOP 100 só pra ele!!!

Responder
Flavio Batista Dos Santos 21 de janeiro de 2020 - 08:10

fiquei na mesma aqui. Devo ter visto uns 4 ou 5 dessa leva…

Responder

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