Home Colunas Veredito Cinéfilo #20.4 | Oscar de Melhor Filme: Os Vencedores Ranqueados – Parte 4

Veredito Cinéfilo #20.4 | Oscar de Melhor Filme: Os Vencedores Ranqueados – Parte 4

por Luiz Santiago
2023 views (a partir de agosto de 2020)

Essa postagem é uma espécie de filhote tardio do Plano Crítico. Eu e Ritter temos esse projeto desde há muito tempo e, agora, depois de muito suor sulfúrico ritteriano, conseguimos realizá-lo. O propósito aqui é ranquear todos os vencedores do Oscar de Melhor Filme, desde a vitória dupla de 1929 até a vitória chocante de 2020. Isso significa que, em breve, essa versão da lista estará “desatualizada“, mas este é o tipo de datação que acomete a maioria dos rankings. No futuro, é claro que podemos fazer uma outra colocação, talvez quando chegarmos ao 100º vencedor. Cruzaremos esta ponte quando chegarmos lá. Por enquanto, ranquearemos apenas os 93 longas que receberam o prêmio máximo da Academia até o momento em que pensamos nessa classificação, ou seja, em março de 2021.

E como sempre, fica aqui a nossa advertência de praxe: se você ficou muito triste porque o seu vencedor favorito do Oscar não está na posição que você adoraria, peço que use e abuse do espaço de comentários nessa postagem para criar o seu próprio ranking! Não adianta chorar, espernear e xingar a gente porque a nossa lista não espelha a sua. Entre também na brincadeira, crie a sua versão da lista nos comentários e aí vamos falar sobre nossas escolhas, sobre concordâncias e discordâncias diante delas e sobre os filmes dessa premiação como um todo.

As poucas linhas que acompanham cada indicação são trechos das críticas do site, que podem ser lidas na íntegra, basta você clicar nos links. Vale também reafirmar aos desatentos que a presente lista foi feita sob um acordo de opiniões entre eu e Ritter Fan, e que as críticas para todos esses filmes não necessariamente foram escritas por nós dois.

Lembre-se: toda lista é opinião. E como em qualquer concordância ou discordância de opinião, você precisa apresentar algo em troca, respeitosamente, para que haja um debate. Apenas chorar pitangas e lamentar supostos absurdos não vai adiantar em absolutamente nada. Liste também, seja educado, proponha uma conversa! E vamos falar de cinema!

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25º Lugar: …E o Vento Levou

Gone with the Wind — 1939 / Direção: Victor Fleming, George Cukor, Sam Wood

…E o Vento Levou, apesar de suas inadequações da retratação da escravidão (isso para usar um eufemismo, claro), ainda é um excelente filme romântico, com temática forte para a época e, de certa forma, mesmo para os cínicos dias de hoje. É um fruto de seu tempo e a “obra hollywoodiana” por excelência, se é que essa classificação pode ser feita. No mínimo, merece a compreensão de todos os cinéfilos de que é um tipo de obra que os ventos que a fizeram não sopram mais.

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24º Lugar: Parasita

Gisaengchung — 2019 / Direção: Bong Joon Ho

Duas famílias são o foco deste enredo. Os Kim, família pobre que vive de dobrar caixas de pizza e que mal possui dinheiro para comer; e os Park, família muito rica que acaba empregando, por indicação, o jovem Ki-woo (Woo-sik Choi), que se torna tutor de inglês da filha mais velha dos abastados, a insegura Da-hye (Ji-so Jung). Uma diferença de classes sociais é imediatamente exposta pelo roteiro, que primeiro ressalta um lado não muito conhecido ou mesmo escondido da Coreia do Sul — a pobreza, a periferia das enormes cidades — e depois usa dessa informação para criar um drama que, embora seja político e crítico, não pontifica sobre esse abismo social. O interesse do diretor é mostrar o meio marcando os indivíduos a ferro e fogo. E essa marca se dá aqui através do trabalho.

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23º Lugar: Moonlight: Sob a Luz do Luar

Moonlight — 2016 / Direção: Barry Jenkins

Moonlight: Sob a Luz do Luar é um inesquecível espetáculo intimista que tocará cada espectador de um jeito. Se o filme pode ser visto como sendo sobre a busca de uma identidade, ele nunca perde a sua, caminhando a passos largos na direção de um futuro incerto, mas carregado de vida, escolhas, imposições e, sim, amor.

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22º Lugar: Gandhi

Gandhi — 1982 / Direção: Richard Attenborough

Gandhi é um filme sobre uma pessoa e seu olhar para muitos povos. A obra nos coloca sua busca pela liberdade, pela igualdade e pela paz. É um daqueles filmes que precisam ser conhecidos e revistos de tempos em tempos, já que a humanidade parece não ter aprendido a lição que tantas vidas custou e sabe-se lá até quando esta cegueira bélica e desprezo dos Estados e grupos ideológicos para com humanos que são diferentes, ou que querem viver com dignidade e alcançar direitos que lhes são negados, ainda irá durar.

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21º Lugar: Forrest Gump, o Contador de Histórias

Forrest Gump — 1994 / Direção: Robert Zemeckis

A decisão de Zemeckis de repetir o plano-sequência da pena voando me parece a melhor possível, ao renovar o tom fabular e quase mágico de todas as histórias que Forrest nos contara sentado no banco da praça. É como se o diretor nos dissesse que nem seria preciso acreditar em tudo o que fora narrado. O que me parece relevante após terminar cada uma das sessões que já fiz de Forrest Gump é compreender o que somente uma história com um pé na realidade e outro na fantasia poderia nos dizer – que às vezes é preciso ser um tanto ilógico para ser saudável em um mundo tão doente.

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20º Lugar: Titanic

Titanic — 1997 / Direção: James Cameron

É uma tarefa tão prazerosa quanto surpreendente reconhecer e atestar a importância cultural e o poder influenciador de um fenômeno como o que foi, e ainda é, Titanic. Prazeroso por, a cada revisita, percebermos de que se trata de um dos projetos mais justificáveis em sua ambição já feitos, algo que começou à partir do posicionamento autoritário e tirânico de um nome já solidificado aquela época, James Cameron; e surpreendente por poucos dos espetáculos já idealizados para o cinema se igualarem a cinematografia majestosa de algo que, nos anos 90, assumiu a posição de produção mais cara já levada para a tela grande, nada menos que 200 milhões envolvidos na jogo entre brigas com produtores, elenco e um diretor que abriu mão de seu próprio cachê e tirou dinheiro do próprio bolso para permitir que tudo chegasse ao fim.

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19º Lugar: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

Birdman: or (The Unexpected Virtue of Ignorance) — 2014 / Direção: Alejandro González Iñárritu

Preenchido por ironias como essa, Alejandro González Iñárritu nos traz uma verdadeira obra-prima, um retrato distorcido da indústria hollywoodiana e uma emblemática experiência cinematográfica. Seja para estar completamente imerso, seja para testemunhar uma atuação de se aplaudir de Michael Keaton, Birdman merece e deve ser visto na sala do cinema – trata-se de uma obra pensada e concebida com esse propósito e, somente assim, traz por completo o êxtase e o incômodo almejado.

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18º Lugar: Perdidos na Noite

Midnight Cowboy — 1969 / Direção: John Schlesinger

A marcação de momentos de quebra de paradigma é sempre perigosa, mas Perdidos na Noite foi o choque de realidade que Hollywood precisava explicitamente reconhecer em suas premiações para ajudar a abrir de vez suas portas para uma nova e desafiadora abordagem por pelo menos a década seguinte. Grandes obras e grandes personagens como os que vemos aqui podem e deve ter esse efeito e a amizade de Joe e Ratso, com toda sua dor e tragédia, é inesquecível.

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17º Lugar: Platoon

Platoon — 1986 / Direção: Oliver Stone

Quais são os verdadeiros inimigos da pátria, do homem? Um conjunto de perguntas dolorosas com as respostas mais pessimistas possíveis. Essa é uma guerra que nunca originaria um Capitão América, ou qualquer outro possível símbolo da “grandeza americana”, da verdade e da justiça. Que a Segunda Guerra Mundial seja a base para sustentar a filosofia de como os Estados Unidos são sensatos em sua luta por ideais inestimáveis. A Guerra do Vietnã é sua inabalável contra-argumentação.

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16º Lugar: Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

Annie Hall — 1977 / Direção: Woody Allen

Annie Hall é um espetáculo de falsa simplicidade em todos os seus quesitos. Parece uma comédia romântica, mas é muito mais do que isso. Parece um filme comum, mas trabalha técnicas cinematográficas como nenhum outro até então. Há defeitos? Sim, talvez. Mas diante de seu conjunto, nem mesmo consigo me lembrar deles, se existirem. Vejam e revejam e depois revejam de novo. Isso é Cinema. O resto é la-di-da, la-di-da, la la.

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15º Lugar: Aurora

Sunrise — 1927 / Direção: F.W. Murnau

Um novo dia começava para o casal do filme. A esperança de uma vida melhor estava semeada… É com essa mensagem que ficamos após o término do longa e percebemos que “o novo começo” também se dava na realidade. Aurora marcava uma nova fase na carreira de Murnau e o diretor sabia que o filme era parte de um novo momento do cinema. Pois é. Aurora nasceu como obra especial por dentro e por fora. E depois de assisti-la, chegamos à conclusão de que ela permanece assim até os nossos dias.

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14º Lugar: Hamlet

Hamlet — 1948 / Direção: Laurence Olivier

A verdade, porém, é que Olivier teve a coragem – e a inteligência – de, respeitando o espírito de um clássico da dramaturgia mundial, criar uma obra instigante com traços autorais próprios. Ele foi ousado? Certamente! Ele foi herege? Não, mas se foi, aplausos para ele. A Sétima Arte precisa de mais hereges brilhantes assim. O resultado é uma das obras cinematográficas mais fantásticas já realizadas e uma das adaptações mais belas – quiçá a mais bela – de uma tragédia shakespeariana.

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13º Lugar: Golpe de Mestre

The Sting — 1973 / Direção: George Roy Hill

E, assim, no intervalo de apenas quatro anos, George Roy Hill colocou nas telonas duas obras-primas cinematográficas que até hoje mantem-se intactas e atemporais. Mesmo que seu nome fique esquecido nas sombras de sua recusa em se beneficiar da fama, seu legado é realmente impressionante, com Golpe de Mestre sendo, sem dúvida alguma, o ponto alto de sua razoavelmente breve carreira.

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12º Lugar: Dança com Lobos

Dances with Wolves — 1990 / Direção: Kevin Costner

Dança com Lobos é um filme que, apesar da trama central ser batida (a eterna releitura da história de Pocahontas), surpreende pelo conjunto composto pelo visual embasbacante, a trilha sonora arrebatadora, a direção eficiente de Costner, além de um elenco azeitado, que nos convence de cada papel, mesmo os mais caricatos e vilanescos. E, talvez o mais importante: ele nos faz refletir.

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11º Lugar: O Homem que Não Vendeu Sua Alma

A Man for All Seasons — 1966 / Direção: Fred Zinnemann

Retratando um dos mais significativos momentos da história britânica sob o ponto de vista de um grande homem, O Homem que Não Vendeu sua Alma é ao mesmo tempo uma aula de dramaturgia e Cinema e de estadismo em sua forma mais pura. Todo político ou pretendente a político deveria no mínimo ser obrigado a absorver as lições que o More de Scofield passa aqui (já que pedir que estudem Thomas More talvez seja demais para eles…). O mundo político com certeza seria melhor mesmo que apenas um décimo da moralidade e honestidade do personagem fosse internalizada.

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10º Lugar: O Silêncio dos Inocentes

The Silence of the Lambs — 1991 / Direção: Jonathan Demme

Assim como O Exorcista, é um dos raros casos de filmes de “terror” a participar de grandes premiações da indústria do cinema. Eu, particularmente, não consigo ver o filme na ótica do gênero terror, como muitos catalogam. Prefiro pensar num drama psicológico adornado por doses generosas de suspense. Visceral, brilhante, necessário e ainda assustador, O silêncio dos inocentes pode ter sido copiado numerosas vezes, mas dificilmente igualado.

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9º Lugar: A Lista de Schindler

Schindler’s List — 1993 / Direção: Steven Spielberg

Certamente, a cena mais emblemática de A Lista de Schindler é a que apresenta uma garotinha de vermelho em meio ao preto e branco até que ela se esconde em um refúgio diante dos olhos assustados de Schindler. Além do momento servir como um gatilho para o protagonista, Spielberg destaca que o sentimento, doçura e amor do mundo precisou esconder-se diante de uma das maiores atrocidades cometidas na história da civilização humana. Não foi o diretor que tirou as cores do ocorrido, mas sim os autores da guerra, pintando nossa biografia com pesados tons escuros. Até mesmo o diretor mais otimista de todos os tempos desistiu do colorido diante de tal história.

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8º Lugar: Um Estranho no Ninho

One Flew Over the Cuckoo’s Nest — 1975 / Direção: Milos Forman

Sem dúvida alguma, porém, os problemas existentes apequenam-se diante da quase perfeição técnica do trabalho de Forman e da relevância da narrativa sobre a eterna luta do Homem contra a conformidade, contra a rotina, contra o comodismo. Precisamos de mais MacMurphys para enfrentar as Enfermeiras Ratcheds que aparecem em nosso dia-a-dia.

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7º Lugar: Onde os Fracos Não Têm Vez

No Country For Old Men — 2007 / Direção: Joel Coen e Ethan Coen

Mas a questão maior e mais espinhosa de Onde Os Fracos Não Tem Vez é:  para onde a história nos conduz enquanto deixamos nosso rastro de ruína? A mensagem final não é nada otimista. O mal segue adiante. Prevalece e se renova. E seguimos com ele sem qualquer ponto de chegada. Somos todos como o xerife Ed Tom Bell e seu velho pai – cavalgando sem norte em um sonho banal.

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6º Lugar: Casablanca

Casablanca — 1942 / Direção: Michael Curtiz

Provando que clichês e estereótipos podem funcionar dentro de uma estrutura enxuta e que preza pela simplicidade, com roteiro e atuações inesquecíveis, Casablanca é uma joia da Sétima Arte, um filme que melhora a cada nova conferida. Here’s looking at you, kid.

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5º Lugar: O Poderoso Chefão II

The Godfather: Part II — 1974 / Direção: Francis Ford Coppola

A queda de Michael Corleone se faz completa em O Poderoso Chefão: Parte II, o personagem que era “fora da Família” se torna o líder dela e aqui acaba se isolando de todos a seu redor. Com uma cena que simboliza tal acontecimento – a festa surpresa de Vito – Coppola encerra esta segunda parte de sua trilogia. Diante de todos os elementos que dialogam com o primeiro filme, esta continuação, ainda assim, se sustenta como obra separada, única. Trata-se de um relato mais íntimo sob diversos aspectos, que garante uma maior sutileza não só no desenvolvimento do enredo, como na lenta transformação de cada personagem. Francis Ford Coppola não queria continuar a história de O Poderoso Chefão e acaba nos trazendo mais uma verdadeira obra de arte.

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4º Lugar: A Noviça Rebelde

The Sound of Music — 1965 / Direção: Robert Wise

A Noviça Rebelde encanta geração atrás de geração por trazer uma história de esperança, perseverança e inconformidade com embalagem de conto de fadas musicado que surpreende a cada canção, sem jamais ser repetitivo ou cansativo. Cada letra dos imortais compositores ganhou seu devido destaque sob as lentes precisas de Robert Wise, que soube ampliar o efeito de músicas enganosamente simples, como Do-Re-Mi ao retirá-la da formatação estanque da peça teatral e transformá-la em um passeio turístico por Salzburgo. Transformou Edelweiss em um hino anti-nazista com duas performances tocantes de Plummer. Divertiu plateias com as ótimas My Favorite ThingsSo Long, Farewell e Maria e as fez ficar emocionadas com Climb Ev’ry Mountain e Sixteen Going on Seventeen.

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3º Lugar: Os Imperdoáveis

Unforgiven — 1992 / Direção: Clint Eastwood

E eu termino minha já demasiadamente longa crítica com uma pergunta que decorre de minha afirmação no início no sentido de que Os Imperdoáveis seria um faroeste revisionista. Diante da maturidade e da crítica do que Peoples e Eastwood colocam na telona, será que revisionismo é mesmo o melhor termo? Será que o longa não é um atrasado, mas muito bem vindo longa “enquadrador” de narrativa? Uma forma de realinhar o que entendemos como sendo os componentes clássicos de todo um gênero e, nessa toada, tornando-se quase que um reboot de décadas e décadas de abordagem cinematográfica? Seja qual for a resposta, uma coisa é certa: Peoples, Eastwood e Os Imperdoáveis destroem lendas estabelecendo-se como lendas da Sétima Arte.

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2º Lugar: O Poderoso Chefão

The Godfather — 1972 / Direção: Francis Ford Coppola

 

Com todos esses fatores em mente fica fácil enxergar o porquê de O Poderoso Chefão ser considerado um dos melhores filmes já feitos, influenciando centenas de outras produções, com elementos como o tratamento mais familiar da máfia. De Família Soprano até A Vingança dos Sith, as mais diversas produções beberam desta obra-prima de Francis Ford Coppola. Seja no elenco, no design de produção, roteiro, fotografia ou trilha sonora, cada um dos elementos que compõem essa obra audiovisual merece um cuidadoso estudo. A mágica, porém, está aqui: mesmo não entendendo o porquê podemos e somos cativados pelo filme, solidificando, de uma vez por todas, a harmonia de cada aspecto desta inesquecível obra. Como já dito: estude O Poderoso Chefão e você estará estudando o cinema em si.

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1º Lugar: Lawrence da Arábia

Lawrence of Arabia — 1962 / Direção: David Lean

E não só Peter O’Toole, como o restante do elenco e, lógico, David Lean na direção, Freddie Young na fotografia e Maurice Jarre na retumbante trilha sonora. Lawrence da Arábia é um feito único, uma obra de escopo tão amplo quanto intimista que moverá o espectador que estiver disposto a seguir Al Lawrence pelas arábias.

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78 comentários

Murilo 29 de abril de 2021 - 19:09

Meu top 10:
1 – Lawrence da Arábia
2 – Amadeus
3 – O Poderoso Chefão
4 – A Noviça Rebelde
5 – Casablanca
6 – O Poderoso Chefão 2
7 – O Homem que Não Vendeu Sua Alma
8 – Os Imperdoáveis
9 – Um Estranho no Ninho
10 – Dança Com Lobos

Responder
Kartman Conka 27 de abril de 2021 - 01:33

Meu top 12 é:
1- Coração Valente
2- Lista de Schindler
3- Os Infiltrados
4- Senhor dos Anéis 3
5 e 6 -Poderoso Chefão Parte 1 e 2
7- Gladiador
8- Platoon
9- Silêncio dos Inocentes
10 – Onde os Fracos Não tem Vez
11- Forrest Gump
12 Anos de Escravidão

Responder
Everton Mareto 26 de abril de 2021 - 10:23

Funcionário incompetente é o caramba mesmo, viu! A gente fala para ele colocar as coisas no lugar e ele faz tudo errado.

Responder
Will Robinson 25 de abril de 2021 - 17:33

Eu colocaria Beleza Americana no meu top 10 e O Silêncio dos Inocentes no top 3. Belo ranking.

Responder
Wagner Oliveira 26 de abril de 2021 - 04:37

Beleza Americana tbm ficaria no meu top 10.

Responder
Gabriel Carvalho 25 de abril de 2021 - 15:10

Diante de todas as discordâncias que posso ter com essa lista – “Como Era Verde o Meu Vale” está na casa do cacete e eu o colocaria sem pestanejar no Top 10 -, certamente o trabalho foi bem feito e certamente não é nenhuma lista ranqueada da Esquire em que o maluco coloca “Marty” em 62 e explica no comentário que nem mesmo assistiu ao filme e só o colocou nessa posição porque sim.

Para bufar e rir:

https://www.esquire.com/uk/culture/a36208123/best-picture-oscar-winners-ranked/

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 12:24

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É esse tipo de gentalha que fica criando movimentozinho em caixa de comentário de certos lugares e os impressionáveis do time “mamãe quero inventar moda, porque não tenho o que fazer” vestem a tanga como se fosse a coisa mais inteligente (spoiler: não é), mais bonita, mais lógica, mais cinematograficamente válida ou com o mínimo de sentido que existe (spoiler: não é e não tem). Eis o tipo de gentalha. Eu to morrendo de rir aqui.

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 16:24

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É esse tipo de gentalha que fica criando movimentozinho em caixa de comentário de certos lugares e os impressionáveis do time “mamãe quero inventar moda, porque não tenho o que fazer” vestem a tanga como se fosse a coisa mais inteligente (spoiler: não é), mais bonita, mais lógica, mais cinematograficamente válida ou com o mínimo de sentido que existe (spoiler: não é e não tem). Eis o tipo de gentalha. Eu to morrendo de rir aqui.

Responder
Rodrigo Patini 25 de abril de 2021 - 09:57

Bem, se Lawrence da Arábia com toda a sua “longura” ainda consegue ser o melhor de todos os tempos, ainda há esperança para o Synder Cut….. Kkkk

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 16:21

O SANGUE DE JESUS TEM PODER
TEM PODER
TEM PODER

O SANGUE DE JESUS TEM PODER
FAZ O INFERNO ESTREMECER

FAZ O SATANÁS CORRER
E O MILAGRE ACONTECER

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 25 de abril de 2021 - 23:22

Se o Snydercut ganhasse melhor filme, é obvio que ele seria o primeiro dessa lista HAHAHAHAHA

Responder
Luiz Santiago 26 de abril de 2021 - 00:11

Errado!

Seria HORS CONCOURS.

Responder
Kartman Conka 26 de abril de 2021 - 21:21

SnyderCut é grande demais para prêmios pequenos. Ele deve concorrer em premiações mais relevantes como o Faustão Awards.

Responder
Kartman Conka 27 de abril de 2021 - 01:21

SnyderCut é grande demais para prêmios pequenos. Ele deve concorrer em premiações mais relevantes como o Faustão Awards.

Responder
vinland 25 de abril de 2021 - 01:12

Discordo de algumas posições que estão à frente de Parasita, mas compreendo que listas são muito subjetivas e respeito.

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 01:35

De fato!

Responder
Cesar 25 de abril de 2021 - 00:48

Nunca tinha ouvido falar desse top 1 aí, gente! Culpa exclusivamente minha, ou o filme não é/foi muito badalado mesmo? Vou nem ler a sinopse, vou correr pra assistir e me surpreender!

Dois “poderosos chefões” no top 5, que lindeza! Tenho até que rever qualquer dia, tenho o dois como favorito. Essa lista ocupará o resto do meu ano, hehehehe. Só nao sei se eu começo lá de trás, do “pior”, ou do Melhor.

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 01:38

Caramba!!! Nunca ouviu MESMO??? UAU!!!

Responder
planocritico 25 de abril de 2021 - 01:39

Corre para ver!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Wagner 25 de abril de 2021 - 00:33

Véi, eu AMO “Dança com Lobos”. É um dos meus favoritos dentre os vencedores do Oscar
“Onde os Fracos Não Têm Vez” é meu Top 1, então fiquei feliz dele aparecer aqui (e quem criticar tá errado).
“A Lista de Schindler” é o meu segundo favorito, o qual curiosamente só fui assistir esse ano. Eu sequer sabia que tinha ganhado a premiação, até tomei um susto quando ele apareceu kk

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 01:35

Tem uns que quando a gente descobre toma até um susto.

Responder
Felipe Brandon 24 de abril de 2021 - 21:00

Chocadíssimo com esse top 25 aaaaaaaaa.

Agora eu to me achando um louco por ter visto todos os filmes das 4 partes. KKKKKKK
Uma coisa que me agrada muito é Lawrence da Arábia estar em primeiro. É um puta filme e com certeza o único que eu coloco na frente de O Poderoso Chefão.
Também to surpreso por A Noviça Rebelde estar na frente de Godfather II.
Agora a pergunta que não quer calar. Alguns dos indicados a melhor filme, se vencer, entraria nesse top 25?

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 19:35

Se você está falando dos indicados dessa edição do Oscar de amanhã, já adianto que NA MINHA LISTA PARTICULAR nenhum dos oito entraria entre os 25 melhores ganhadores do Oscar.

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 23:10

É a verdadeira pergunta que não quer calar! Pegando no geral da premiação, acho que da parte 1, havia uma enorme possibilidade de outros indicados terem vencido e tido posições bem mais à frente heheheheh. Mas aí é uma brincadeira de hipóteses que depende de muitas variantes…

Responder
Leonardo Pires de Oliveira 24 de abril de 2021 - 19:25

Esse Top 10 tá uma SACANAGEM de foda! Concordo demais, e fiquei muito feliz de ver Os Imperdoáveis (meu western favorito) no top 3! Só Birdman que nem deveria existir rsrsrs

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 19:31

Não fala mal do meu ômi paçaru

Responder
Nellio Vinicius 24 de abril de 2021 - 17:56

Feliz, porque dessas 4 levas, essa é a única que eu assisti todos. Eu apenas trocaria os poderosos chefões de posição, gosto pessoal mesmo. Lawrence merece o 1º lugar, a história tem um background tão grande e que beira o absurdo que não sei como não utilizada em outras mídias, como uma série por exemplo, apesar de saber que ele foi utilizado em um dos battlefields recentes( jogo de guerra).

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 19:54

Lawrence da Arábia é absurdo!

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 USEM PFF2 24 de abril de 2021 - 17:33

Vou mandar meu top 15 no improviso, sem pensar muito:

1) Lawrence da Arábia (tmj)
2) O Poderoso Chefão II
3) Casablanca
4) Se Meu Apartamento Falasse
5) O Poderoso Chefão
6) Perdidos na Noite
7) O Silêncio dos Inocentes
8) A Malvada
9) Rebecca
10) Aconteceu Naquela Noite
11)Sindicato de Ladrões
12)Annie Hall
13) Os Melhores Anos de Nossas Vidas
14) Aurora
15) Como Era Verde o Meu Vale
15) Farrapo Humano

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 19:59

Eita, Como Era Verde o Meu Vale no TOP 15! Gosto bastante do filme, mas não nesse nível.

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 USEM PFF2 24 de abril de 2021 - 20:41

E ainda é o meu João Forde preferido!

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 23:12

Eita eita!

Responder
O Homem do QI200 24 de abril de 2021 - 17:01

Meu Top10:
1. Onde Os Fracos Não Têm Vez
2. Forrest Gump
3. O Silêncio dos Inocentes
4. Menina de Ouro
5. Os Imperdoáveis
6. Um Estranho no Ninho
7. O Poderoso Chefão II
8. Ben-Hur
9. A Lista de Schindler
10. Gandhi

Apesar de não está na minha lista, Lawrence of Arabia é um puta filme, tem um mérito que nenhum desses teve: de me surpreender. Diferente dos outros que já esperava algo muito bom, quando assisti esse filme, achei que seria uma bela porcaria, mas após tanta insistência do meu pai, vi e curti demais o longa. Digamos que ainda tenho um “preconceito” que precisa ser trabalhado, fico com muito pé atrás com filmes antigos, achando que será fraco ou datado. Mas estou melhorando aos pouquinhos kkkkk

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 17:24

Esse preconceito é por conta de consumir poucos clássicos ou por um número frequente de decepções, considerando os filmes que eventualmente você entrou em contato?

Responder
O Homem do QI200 25 de abril de 2021 - 02:58

Por conta de algumas decepções, como ter achado alguns filmes datados ou o ter achado o enredo desinteressante, mas o principalmente por uma frescura que tenho que é de olhar torto filmes preto e branco. Sério, essa questão me incomoda, tanto que não consegui ver Mank até hj somente por causa disso (e olha que já vi Cidadão Kane e nem assim consigo me animar). Sei que é uma puta besteira, mas é o que acontece. Porém, aos pouquinhos tô melhorando, por exemplo, Ben-Hur é um dos melhores filmes que já vi, comprovando que tem muitas obras boas do passado que estou deixando passar por conta dessa frescura.

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 16:18

É uma frescura que cura com a experiência. A maioria das pessoas que eu conheci que tinha o mesmo problema pessoal, foi melhorando conforme eu fui doutrinando elas na seita do P&B. Hahhahahahahhahahahahahahaha É coisa de se acostumar mesmo.

Responder
Cleibsom Carlos 24 de abril de 2021 - 14:39

Lista é um negócio complicado e deve-se respeitar a opinião dos votantes, mas, independente disto, é duro ver embustes como A LISTA DE SCHINDLER, O SILÊNCIO DOS INOCENTES, DANÇA COM LOBOS, PLATOON, BIRDMAN, TITANIC e FOREST GUMP em qualquer lista que seja, a não ser em eventuais listas de “engodos cinematográficos” ou “abacaxis superestimados”…

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 14:47

tendi kk lol

Responder
Cleibsom Carlos 24 de abril de 2021 - 11:07

me too!

Responder
Cleibsom Carlos 24 de abril de 2021 - 15:07

me too!

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 11:16

tendi kk lol

Responder
Starr-Lord 24 de abril de 2021 - 13:21

Ok, aqui vai o meu top 10 dos vencedores que assisti:

10) Argo;

9) Os Melhores Anos das Nossas Vidas;

8) Farrapo Humano;

7) Golpe de Mestre;

6) Nada de Novo no Front;

5) Aconteceu Naquela Noite;

4) O Silêncio dos Inocentes;

3) Forrest Gump;

2) A Lista de Schindler;

1) Annie Hall.

Ah, e uma menção honrosa para La La Land, um filme realmente único na celebração do Oscar.

Responder
Leonardo Pires de Oliveira 24 de abril de 2021 - 15:26

La La Land melhor meme da história do Oscar

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 16:19

Você quis dizer LA LA LOBBY???

Responder
planocritico 24 de abril de 2021 - 17:26

Sua menção honrosa desfaz o mérito de sua lista…

HAHAHHAHAHAHAAHAHAHAHAHHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Pires de Oliveira 24 de abril de 2021 - 19:26

La La Land melhor meme da história do Oscar

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 19:30

Dou risada até hoje!!!

Responder
Starr-Lord 24 de abril de 2021 - 22:22

Eu rio toda vez com os discursos, é um momento memorável.

Responder
Victor Martins 24 de abril de 2021 - 12:10

Gostei da lista.

Pena que há em curso um movimento revisionista dos cinéfilos pra dizer que Dança com Lobos é ruim.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 14:48

Eita. De onde é isso?

Responder
Victor Martins 24 de abril de 2021 - 10:59

É uma galera da gringa. Não é um “movimento”, mas muitos colocam esse filme como um dos piores a ganhar o prêmio.
Alguns até usam argumentos políticos razoáveis, como a questão do “white savior” e estereótipos, mas no geral é puro revisionismo.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 11:21

Mas que porra! Essa questão do “white savior” não é, nem de perto nem de longe, um fator que torna um filme como esse ruim ou um dos piores sob qualquer ângulo que se olhe.

É um elemento de conteúdo a ser discutido, uma problematização sociológica.

Se a gente for começar a tornar arte ruim por problematização sociológica, já bora começar rebaixando Dom Casmurro a pior obra da história da literatura brasileira por conta do tratamento de Bentinho a Capitu.

Ou pela forma supostamente não desconstruída com que um dos melhores escritores desse planeta, Guimarães Rosa, compôs dois dos melhores personagens da literatura Universal: Riobaldo e Diadorim.

Olha, é cada uma que vocês me trazem aqui nos comentários, que vou te dizer, viu… Só pra me fazer passar nervoso…

Responder
Victor Martins 24 de abril de 2021 - 15:38

Outro dia saiu um artigo no LA Times criticando Nomadland por não descer o sarrafo na Amazon. O filme apenas mostra eles trabalhando no local de trabalho por alguns segundos.

Quer dizer, agora o filme é criticado pelo que não se propôs a fazer ? Parece aquela história de que Três Anúncios Para um Crime passava pano pra racismo porque o personagem do Sam Rockwell era racista ou de que La La Land roubou o jazz (eu não gosto desse filme, mas não é por esse motivo).

Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 16:06

Pois é, meu amigo, o nível de burrice, estupidez, vontade de aparecer, dificuldade de interpretação, desatenção ao filme que assiste, síndrome de “Maria vai com as outras”, clamor pra aparecer, desejo de ser diferentão, ânsia de inventar merda com justificativa bosta parece que tem sido a tônica de muita gente por aí. Tem uns “movimentos”, uns “pensamentos” que surgem que eu fico de cara. E olha que tem alguns “cinéfilos” e “críticos” que até sentem orgulho em fazer parte de uma patotas dessas, viu!

Quero é distância.

Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 11:21

Mas que porra! Essa questão do “white savior” não é, nem de perto nem de longe, um fator que torna um filme como esse ruim ou um dos piores sob qualquer ângulo que se olhe.

É um elemento de conteúdo a ser discutido, uma problematização sociológica.

Se a gente for começar a tornar arte ruim por problematização sociológica, já bora começar rebaixando Dom Casmurro a pior obra da história da literatura brasileira por conta do tratamento de Bentinho a Capitu.

Ou pela forma supostamente não desconstruída com que um dos melhores escritores desse planeta, Guimarães Rosa, compôs dois dos melhores personagens da literatura Universal: Riobaldo e Diadorim.

Olha, é cada uma que vocês me trazem aqui nos comentários, que vou te dizer, viu… Só pra me fazer passar nervoso…

Responder
Karina Carvalho 24 de abril de 2021 - 11:51

Eu como louca das listas entendo bem a dificuldade de ranquear, mas embora eu goste dos três filmes, achei que Birdman, Ghandi e Dança com Lobos ficaram em posições muito altas 🙈

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 16:03

Que nada! Ficam nas posições que mereciam!

Mas diga aí panóis, qual o seu TOP 10 de vencedores do Oscar até hoje?

Responder
#ForaGriffin! 24 de abril de 2021 - 11:14

Tempo é um fator muito importante, mas colocaria moonlight e parasita no meu top5 facilmente, junto com poderoso chefão (os 2), o quinto eu ainda não sei. Acho que poucas vezes descordei tanto de uma lista de vocês! hehehe Mas parabéns pelo trabalho, muito bom acompanhar semanalmente (pra se frustrar! rsrs)

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 16:16

acontece

Responder
Bernardo Barroso Neto 24 de abril de 2021 - 10:42

Só não concordei com O Poderoso chefão não ter ficado em primeiro. rs Mas Lawrence da Arábia também é um filmaço.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 16:15

Disputa de gigantes!

Responder
Karina Carvalho 24 de abril de 2021 - 11:51

Eu como louca das listas entendo bem a dificuldade de ranquear, mas embora eu goste dos três filmes, achei que Birdman, Ghandi e Dança com Lobos ficaram em posições muito altas 🙈

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 24 de abril de 2021 - 04:39

Estava esperando a última parte para deixar o ranking com tudo que assisti, então lá vai e com notas pra poder ser polêmico:

1. Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei | 5/5
2. Se Meu Apartamento Falasse | 5/5
3. Ben-Hur | 5/5
4. Silêncio dos Inocentes | 5/5
5. Lawrence da Arábia | 5/5
6. Os Imperdoáveis | 5/5
7. A Forma da Água | 5/5
8. Platoon | 5/5
9. Coração Valente | 5/5
10. Menina de Ouro | 5/5
11. Poderoso Chefão – Parte 2 | 5/5
12. Rocky, Um Lutador | 5/5
13. Beleza Americana | 5/5
14. Birdman | 5/5
15. Parasita | 5/5
16. A Lista de Schindler | 4,5/5
17. Titanic | 4,5/5
18. Amor, Sublime Amor | 4,5/5
19. A Noviça Rebelde | 4,5/5
20. Gladiador | 4,5/5
21. Aconteceu Naquela Noite | 4,5/5
22. 12 Anos de Escravidão | 4,5/5
23. Guerra ao Terror | 4/5
24. Spotlight: Segredos Revelados | 4/5
25. E o Vento Levou | 4/5
26. Dança Com Lobos | 4/5
27. Um Estranho no Ninho | 4/5
28. Poderoso Chefão | 4/5
29. Forrest Gump | 4/5
30. Crash: No Limite | 4/5
31. Franco Atirador | 4/5
32. A Malvada | 4/5
33. Gandhi | 4/5
34. Paciênte Inglês | 3,5/5
35. Operação França | 3,5/5
36. Uma Mente Brilhante | 3,5/5
37. Gigi | 3,5/5
38. Amadeus | 3/5
39. Moonligth | 3/5
40. Conduzindo Miss Daisy | 3/5
41. Quem Quer Ser um Milionario? | 3/5
42. Artista | 3/5
43. Noivo Neurótico e Noiva Nervosa | 2,5/5
44. Discurso do Rei | 2,5/5
45. Onde os Fracos Não Tem Vez | 2,5/5
46. Argo | 2,5/5
47. Green Book: O Guia | 2,5/5
48. Shakespeare Apaixonado | 2/5
49. Chicago | 1/5

Vi basicamente metade, a maioria dos mais recentes, então o ranking pode mudar muito. Além disse, tem vários que pretendo rever que podem melhorar (como Titanic) ou piorar (como Gladiador), mas é isso aí. Agora, podem vim com a corneta hehehe

Responder
Vitor Guerra 24 de abril de 2021 - 17:17

Não concordo com muita coisa da lista mas como você colocou Poderoso Chefão 2 acima do primeiro ela automaticamente se torna mais valida que a do Luiz e do Ritter.

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 17:23

lol

Responder
Vitor Guerra 24 de abril de 2021 - 17:48

Deixando piadas de lado, eu realmente amo muito mais o segundo que o primeiro mas eu entendo que por ser o original o primeiro acaba tendo um peso maior principalmente nessas listas.

Responder
Cahê Gündel 🇦🇹 USEM PFF2 24 de abril de 2021 - 19:44

Eu também prefiro o segundo, talvez por ter visto MENAS vezes que o primeiro e também por gostar de ser diferentão.

Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 19:58

Eu confesso que um dia farei um estudo detalhado sobre pessoas que gostam mais do Poderoso 2. hehehehe

Cahê Gündel 🇦🇹 USEM PFF2 24 de abril de 2021 - 23:44

Eu também prefiro o segundo, talvez por ter visto MENAS vezes que o primeiro e também por gostar de ser diferentão.

Iann Jeliel Pinto Lima 25 de abril de 2021 - 08:22

É óbvio que qualquer lista com O Poderoso Chefão 2 acima do 1 é mais valida que o inverso.

Responder
Luiz Santiago 25 de abril de 2021 - 16:19

BULLSHIT

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 24 de abril de 2021 - 04:15

Primeiro lugar justo. Por um segundo achei que vocês iam colocar o médiocre Onde os Fracos Não Tem Vez no pódio (sétimo lugar já foi um absurdo huehueheuhe)

Alias, Aurora ganhou melhor filme? Pra mim ele havia sido só indicado

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 04:21

Onde os Fracos Não Têm Vez é muita coisa, menos medíocre!

E sim, Aurora ganhou! A primeira edição teve dois “melhores filmes”, simplificando pra linguagem de hoje…

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 24 de abril de 2021 - 04:23

Agora as coisas fazem sentido!

Responder
Luiz Santiago 24 de abril de 2021 - 04:29

Só me vem aquele meme na cabeça, socorro!!! AHHAHAHAHAHAHHAHA

Responder
Iann Jeliel Pinto Lima 24 de abril de 2021 - 04:42

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