Vídeo | Leio e Recomendo: Histórias em Quadrinhos

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Minha amiga Cida, do Canal Compartilivros e que também escreve críticas aqui no PC, me convidou para batermos um papo sobre quadrinhos, falarmos de algumas aventuras, de experiências de leitura e indicações. Evidente que foi um convite perigoso, porque eu falo muito (vocês já perceberam isso através dos nossos podcasts) e ela também. E claro, somos fanáticos por leitura. O resultado foram esses dois vídeos marotos que vocês podem conferir abaixo.

Parte 1: Um Pouco de História e Experiências

Aqui, nós falamos da nossa visão a respeito do 9ª arte, levantamos algumas polêmicas, comentamos sobre HQs e graphic novels e um pouco da história dos quadrinhos, levantando elementos da Era de Ouro, do Comics Code e dos quadrinhos e autores “marginais”.

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Parte 2: Indicações de Leitura

Aqui, eu faço uma viagem no tempo e coloco os Strokes nos anos 1970 (!!!). Vai saber por quê meu cérebro fez isso. Enfim, é um vídeo de indicações. A proposta, desde o início era indicar coisas que não fossem super-mega-master batidas, dentro do possível, claro. Nada de Homem-Aranha ou Batman, entendem? Óbvio que tinha muito mais coisas para indicar, mas o vídeo precisava ser curto e algumas escolhas tiveram que ser feitas,  então, segurem a marimba aí na hora de reclamar que aquele quadrinho do Liechtenstein não está entre os comentados. Isso é só uma pequena visão das coisas e nunca pretendeu ser definitiva.

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LUIZ SANTIAGO (OFCS) . . . . Após recusar o ingresso em Hogwarts e ser portador do Incal, fui abduzido pela Presença. Fugi com a ajuda de Hari Seldon e me escondi primeiro em Twin Peaks, depois em Astro City. Acordei muitas manhãs com Dylan Dog e Druuna, almocei com Tom Strong e tive alguns jantares com Júlia Kendall. Em Edena, assisti aulas de Poirot e Holmes sobre técnicas de investigação. Conheci Constantine e Diana no mesmo período, e nos esbaldamos em Asgard. Trabalhei com o Dr. Manhattan e vi, no futuro, os horrores de Cthulhu. Hoje, costumo andar disfarçado de Mestre Jedi e traduzo línguas alienígenas para Torchwood e também para a Liga Extraordinária. Paralelamente, atuo como Sandman e, em anos bissextos, trabalho para a Agência Alfa. Nas horas vagas, espero a Enterprise abordar minha TARDIS, então poderei revelar a verdade a todos e fazer com que os humanos passem para o Arquivo da Felicidade, numa biblioteca de Westworld.