Melhor que o segundo filme, mas ainda insuportavelmente irregular.
Leonardo Campos
Leonardo Campos
Tudo começou numa tempestuosa Sexta-feira 13, no começo dos anos 1990. Fui seduzido pelas narrativas que apresentavam o medo como prato principal, para logo depois, conhecer outros gêneros e me apaixonar pelas reflexões críticas. No carnaval de 2001, deixei de curtir a folia para me aventurar na história de amor do musical Moulin Rouge, descobri Tudo sobre minha mãe e, concomitantemente, a relação com o cinema.
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Uma história cheia de mágoas.
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Um psicopata, uma motosserra, muito mistério e sangue.
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A adaptação cinematográfica da peça sobre as trabalhadoras socialmente invisíveis.
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Uma péssima continuação.
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A tensão dos choques culturais na contemporaneidade.
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Shakespeare em uma “cidade partida”.
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Um épico híbrido entre jornalismo e literatura.
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Amor em tempos de liquidez…
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Uma comédia com várias camadas de ironia.
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A humanidade, os limites da ciência e o puro horror como entretenimento.
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Um irônico e político exercício da metalinguagem
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Comédia brasileira dialoga com caricaturas e estereótipos
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“O inferno são os outros”: a materialização do jargão de Sartre
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Um emaranhado de clichês espalhados numa piscina.
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A inevitável e necessária continuação pouco inspirada.
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Crítica | A Noite das Brincadeiras Mortais (1986)
por Leonardo Campospor Leonardo Campos 1,3K viewsQuando uma mentira pode ser mortal.
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Uma das melhores adaptações do épico de Alexandre Dumas.
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Uma comédia feminina divertida, mas indecisa.
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Um banho de sangue e as piadas de sempre.
