Home QuadrinhosArco Crítica | Motorista Fantasma #1 a 12 (All-New Ghost Rider – 2014 – 2015)

Crítica | Motorista Fantasma #1 a 12 (All-New Ghost Rider – 2014 – 2015)

por Ritter Fan
181 views (a partir de agosto de 2020)

Obs: O nome do personagem, em inglês, é Ghost Rider, originalmente traduzido no Brasil como Motoqueiro Fantasma, já que a versão mais clássica do anti-herói, Johnny Blaze, usava (e ainda usa) uma moto. No entanto rider é uma palavra em inglês que pode ser usada para designar “motoqueiro”, “motorista” e até “cavaleiro” e a melhor tradução seria, talvez, Piloto Fantasma. Mas, para ficar próximo à versão original em português e considerando que esses arcos ainda não foram publicados por aqui, não tendo, portanto, um nome oficial, decidi usar o nome Motorista Fantasma, nome esse que já vem sendo usado informalmente internet afora para designar o novo personagem.

A Marvel Comics, nos últimos anos, embarcou em uma nobre missão: aumentar a diversidade de gênero, etnia e opção sexual em suas publicações. E, no geral, ela tem sido bem sucedida, ainda que sua estratégia esteja restrita a nos apresentar personas super-heroísticas recicladas, “vestidas” por personagens novos. Criar algo completamente do zero a editora nem tenta, sempre de alguma forma ligando a nova pessoa a algum super-herói já estabelecido. Foi assim com a versão feminina de Thor, com a homenagem muçulmana a Ms. Marvel, com a recente nova versão feminina e negra do Homem de Ferro e assim por diante. E o mesmo aconteceu com o Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider, no original), que ganhou sua versão latina.

Mas um Motoqueiro Fantasma latino não é novidade. Durante o crossover A Essência do Medo, a nicaraguense (de pai americano e mãe mexicana) Alejandra Jones (ou Blaze) ganhou poderes demoníacos e assumiu a identidade do personagem. Roberto “Robbie” Reyes é, então, o segundo latino a assumir uma “identidade Ghost Rider”, ainda que ele seja tecnicamente americano. A verdadeira novidade, porém, é que o personagem não mais dirige uma moto (ou Hell Cycle), veículo clássico do Espírito da Vingança, e sim um carro, mais exatamente o muscle car Dodge Charger modelo 1969, devidamente modificado e na cor preta, apelidado de Hell Charger.

A nova série, cuja publicação começou em maio de 2014, foi cancelada após 12 números em maio de 2015 e contém apenas três arcos: Engines of Vengeance (Motores da Vingança), Legend (Lenda) e Great Power (Grande Poder). Eles ainda não foram publicados no Brasil e, nos EUA, dois encadernados foram lançados, um contendo o primeiro arco (edições #1 a #5) e outro contendo os dois arcos seguintes (edições #6 a #12). Para facilitar, tratarei, abaixo, de cada arco separadamente, com suas notas respectivas.

Engines of Vengeance (Motores da Vingança)
All-New Ghost Rider #1 a #5

estrelas 3,5

ghost_rider_engines_of_vengeance_capa_plano_criticoO arco inicial, obviamente, lida com a origem do novo Ghost Rider. Mas Felipe Smith não perde tempo com muitos detalhes ou explicações sobre a transformação propriamente dita – que acontece quase que aleatoriamente apenas na última página do primeiro número -, e sim com a construção do novo protagonista e hospedeiro de um demônio: Roberto “Robbie” Reyes. Em velocidade frenética, os principais traços do jovem são estabelecidos fortemente. Ele é um jovem mecânico de automóveis em Los Angeles que, sozinho, cuida de seu irmão caçula Gabriel (Gabe), paraplégico desde o nascimento e almeja sair da região tomada por gangues e violência onde mora. Com exceção da inclusão de um irmão com limitações motoras, o pano de fundo de Robbie é bastante simples e entremeado de clichês do gênero, sem um esforço muito grande para se fazer algo particularmente fora do comum ou original.

Mas isso em si não é ruim. Afinal, é fácil identificar-se com o rapaz e seu desespero em dar uma vida melhor ao irmão que o leva a furtar o (lindo) Dodge Charger turbinado da garagem onde trabalha para fazer um racha e ganhar 50 mil dólares. Claro que, sem ele saber, não só o carro continha um carregamento de drogas como também era habitado pelo espírito do criminoso e adorador do demônio Elias “Eli” Morrow que se funde com Robbie quando ele é crivado de balas pela gangue que tenta se livrar das drogas. Com isso, com uma cajadada só, Felipe Smith mata dois coelhos: ele entrelaça a nova origem com o primeiro caso que tem que ser “vingado” por Robbie possuído.

O que se segue é uma aventura em ritmo alucinante, com Robbie de um lado tentando conciliar sua vida com o fato que agora vive possuído por um demônio e se transforma em alguém com uma caveira flamejante e também tendo que lidar com o grande vilão do arco, Calvin Zabo ou, como é mais conhecido, Mr. Hyde, responsável pelas tais drogas que transformam as pessoas em seres monstruosos como ele. Apesar de o vilão e a trama criminosa não empolgarem muito, por serem simplistas, a manipulação de Robbie por Eli, algo que é trabalhado nas entrelinhas, funciona muito bem, deixando pontas de mistério e revelações para momentos seguintes.

Os traços no estilo mangá de Tradd Moore emprestam um ar diferente à história, notadamente quando ele se solta completamente e desenha os frenéticos e exagerados combates entre Ghost Rider e as gangue locais, além dos membros do cartel de Zabo, culminando com uma pancadaria entre o herói e um enormemente monstruoso Mr. Hyde. Além disso, ele trabalha muito bem a estrutura de quadros, com grande alternância em sua quantidade por página, mas sempre mantendo o ritmo e populando-os adequadamente, sem desequilíbrios. As cores vibrantes de Val Staples também ajudam a aumentar a impressão de energia que Moore tenta passar a cada punhado de páginas, criando um bombardeio visual que fica na medida, sem tornar desagradável a leitura.

Engines of Vengeance é uma boa, ainda que não particularmente original história de origem que deslumbra mais pelos visuais do que pelo roteiro básico. Robbie, o novo Ghost Rider, ganha relevo e o leitor fica curioso para ver como a história da possessão demoníaca continuará.

Legend (Lenda)
All-New Ghost Rider #6 a #10

estrelas 3

ghost_rider_legend_capa_plano_criticoO segundo arco de All-New Ghost Rider é cheio de novidades. Para começar, sai Tradd Moore e entra Damion Scott na arte. O resultado, porém, é inferior ao do primeiro arco, já que Scott, apesar de ter traços bonitos e caricatos para desenhar os personagens, se perde completamente nas sequências de ação, especialmente nas splash pages, que são todas confusas e extremamente exageradas. Moore já era exagerado, mas ele sabia organizar a disposição de suas páginas magistralmente, algo que Damion deixa muito a desejar. Nos dois primeiros números, a arte-final de Robert Campanella consegue frear os excessos do lápis de Damion, mas, depois, nos números seguintes, Cory Hamscher entra em sintonia e o resultado chega a dar dores de cabeça e tornar iguais praticamente todos os personagens, até mesmo os dois Ghost Riders.

O que me leva à segunda novidade: Johnny Blaze é trazido para a história! A decisão de Felipe Smith em fazer a reunião do Motoqueiro Fantasma clássico com Robbie Reyes funciona organicamente dentro da narrativa, já que o grande drama do arco é a influência cada vez mais nefasta que o espírito demoníaco de Eli Morrow exerce em Robbie. Blaze detecta mais um Ghost Rider (porque o Universo Marvel tem uma penca deles!) e parte para caçar Robbie e descobrindo que as duas almas coexistem em um corpo só e que, pelo que tudo indica, a de Eli está ganhando a briga. Afinal, mesmo com o novo Ghost Rider sendo um heróis depois da batalha contra Mr. Hyde ao final de Engines of Vengeance e  Robbie em si estar angariando fama em rachas automobilísticos, o jovem é inexperiente para lutar constantemente contra Eli.

São os embates internos entre Robbie e Eli que salvam o arco, já que, como pano de fundo, temos novamente Mr. Hyde como vilão, desta feia criando uma “pílula azul” que transformam os valentões locais em brutamontes ao seu serviço, dentro do plano de dominação do submundo de Los Angeles. Em outras palavras, é a mesma história do arco anterior, só que com pílulas azuis no lugar de pílulas rosas e com um prelúdio que conta com animais monstruosos que se alimentam da pílulas rosas e matam quem estiver pela frente que simplesmente é esquecido por Smith na progressão narrativa que tenta construir.

Assim, o que resta é a questão psicológica mesmo, que acaba afetando Gabe também, já que ele sofre quando o irmão é tomado completamente pelo espírito de Eli pela primeira vez, em uma sequência de cortar o coração. E o melhor é que, aos poucos, o roteiro vai revelando quem exatamente foi Eli Morrow e porque ele conseguiu encarnar em Robbie e como é que os poderes são parecidos aos de Johnny Blaze (não tem o Olhar de Penitência, mas, em compensação, tem teletransporte via porta malas do carro e também a habilidade de controlar o bólido à distância).

No final das contas, Legend consegue ser um arco instigador, ainda que menos competente que o primeiro.

Great Power (Grande Poder)
All-New Ghost Rider #11 e #12

estrelas 4

All-New Ghost Rider foi cancelada em maio de 2015, em seu 12º número, ostensivamente em razão do cancelamento geral das edições regulares Marvel para abrir espaço para Guerras Secretas e todos os seus tie-ins (há inclusive um sobre todos os Ghost Riders, inclusive Reyes, chamado Ghost Racers). No entanto, diferente de vários outros personagens, sua volta jamais foi confirmada até bem pouco tempo atrás, provavelmente em razão da participação do personagem em Agents of S.H.I.E.L.D.. Seja como for, Felipe Smith precisava então acabar de alguma maneira redonda dentro de apenas dois números.

E assim ele fez. Em Great Power, o foco é exclusivamente no conflito interno entre Robbie e Eli, tendo Gabe como o instrumento usado por Eli para fazer com que seu hospedeiro perca o controle sobre seu corpo. A abordagem é séria e até pesada, com ótima utilização de Gabe e de todas as suas limitações. Se ele já sofrera no arco anterior, ele literalmente come o pão que o diabo amassou aqui, ainda que eu tenha reservas sobre o que acontece com ele ao final, sob a influência de Eli… Ao longo da breve narrativa, aprendemos muito sobre o passado de Eli Morrow – algo que Blaze já havia começado a descobrir no arco anterior – e sua ligação com Robbie, que é mais do que apenas coincidência.

Quase que desafiando convenções, considerando que este seria o último arco, o que Smith efetivamente faz é entregar um “começo” às aventuras de Robbie como Ghost Rider com esse seu final. É a partir da última página do último número que sua condição como “um homem que faz um pacto com o demônio” fica solidificada, tornando os números anteriores não mais do que detalhados prelúdios a esse momento, o que demonstra que o autor tinha um plano de longo prazo para seu personagem.

Agora é torcer para que o retorno do Ghost Rider Robbie Reyes aos quadrinhos e sua encarnação live-action façam jus ao personagem!

All-New Ghost Rider #1 a #12 (EUA, 2014/5)
Roteiro: Felipe Smith
Arte: Tradd Moore (#1 a #5), Damion Scott (#6 a #10), Felipe Smith (#11 e #12), Kris Anka (#12)
Arte-final: Robert Campanella (#6 e #7), Cory Hamscher (#8 a #10)
Cores: Val Staples (#1 a #12), Ester Sanz (#5),
Letras: Joe Caramagna
Editora: Marvel Comics
Data original de publicação: maio de 2014 a maio de 2015
Páginas: 24 por edição

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32 comentários

Lucas Casagrande 7 de novembro de 2019 - 18:04

Não gosto da arte bem infantil dessa revista mas a história é muito boa, gostei bastante

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 03:35

Não acho infantil, apenas hiper-estilizado.

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Casagrande 8 de novembro de 2019 - 03:38

Me lembra levemente o traço do Humberto Ramos ou do Alé Garza, eu não curto esse estilo, me lembra coisa bem pra criança

É que arte pra mim é bem secundário, conheço pessoas que deixam de ler se não gosta da arte, claro que em HQ ela é importante mas eu sempre vou prevalecer o roteiro

Responder
planocritico 8 de novembro de 2019 - 10:08

Eu não diria que é bem secundário, mas eu também privilegio o roteiro e nunca deixo de ler uma história só por causa da arte.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Garou 24 de dezembro de 2018 - 10:41

eu não teria escrito melhor sobre, achei muito foda esse reboot, apesar da arte inconstante.

Responder
Jorge 17 de outubro de 2016 - 16:08

Muito bacana! Li essa série, também meio desconfiado, mas gostei muito, principalmente da origem e, claro, do Gabe e de como seu irmão se esforça por trazer conforto a ele. Curti mais o Robbie do que a Alejandra. Abs.

Responder
planocritico 17 de outubro de 2016 - 17:10

Eu li duas vezes. Na primeira vez não gostei nada. Algum tempo depois, li de novo para fazer a crítica e gostei bem mais. Ficou interessante. A arte é meio doida demais, mas funciona quase sempre.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 17 de outubro de 2016 - 17:10

Eu li duas vezes. Na primeira vez não gostei nada. Algum tempo depois, li de novo para fazer a crítica e gostei bem mais. Ficou interessante. A arte é meio doida demais, mas funciona quase sempre.

Abs,
Ritter.

Responder
Jorge 17 de outubro de 2016 - 16:08

Muito bacana! Li essa série, também meio desconfiado, mas gostei muito, principalmente da origem e, claro, do Gabe e de como seu irmão se esforça por trazer conforto a ele. Curti mais o Robbie do que a Alejandra. Abs.

Responder
Cristiano de Andrade 26 de setembro de 2016 - 01:31

Pode me dar spoiler do destino do Gabe?

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:50

Posso sim.

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

O espírito demoníaco de Eli Morrow começa a influenciar Gabe contra Robbie e, bem no final, Eli toma o corpo de Gabe, transformando-o em uma criatura demoníaca gigantesca “de muletas” que Robbie enfrenta até derrotar. Gabe volta ao normal e Robbie faz um pacto com Eli: ele deixa Gabe em paz e Robbie mata bandidos para saciar a sede de sangue do espírito do serial killer, o que Eli aceita prontamente.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:50

Posso sim.

SPOILER

SPOILER

SPOILER

SPOILER

O espírito demoníaco de Eli Morrow começa a influenciar Gabe contra Robbie e, bem no final, Eli toma o corpo de Gabe, transformando-o em uma criatura demoníaca gigantesca “de muletas” que Robbie enfrenta até derrotar. Gabe volta ao normal e Robbie faz um pacto com Eli: ele deixa Gabe em paz e Robbie mata bandidos para saciar a sede de sangue do espírito do serial killer, o que Eli aceita prontamente.

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 26 de setembro de 2016 - 13:02

Então no fim o Robbie abandona o Gabe ou continua morando com ele?

Desculpa essa perguntas é que eu lí até uma certa parte e fiquei curioso pra sabr o que acontece no final

Responder
Cristiano de Andrade 26 de setembro de 2016 - 13:02

Então no fim o Robbie abandona o Gabe ou continua morando com ele?

Desculpa essa perguntas é que eu lí até uma certa parte e fiquei curioso pra sabr o que acontece no final

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 15:08

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Robbie e Gabe acabam juntos. Os irmãos se reúnem em um final feliz para eles, mas triste para o Robbie, pois, agora, ele terá que matar para satisfazer a ânsia por sangue de Eli.

E não tem problema não! Pode perguntar!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 15:08

SPOILER

SPOILER

SPOILER

Robbie e Gabe acabam juntos. Os irmãos se reúnem em um final feliz para eles, mas triste para o Robbie, pois, agora, ele terá que matar para satisfazer a ânsia por sangue de Eli.

E não tem problema não! Pode perguntar!

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 26 de setembro de 2016 - 01:31

Pode me dar spoiler do destino do Gabe?

Responder
Leonardo Auditore 22 de setembro de 2016 - 19:10

Boa critica. Tive um preconceito enorme com essa hq quando ela foi anunciada, quebrei a cara, ela é muito boa.

Ps: Vocês vão trazer as criticas dos episódios da quarta temporada de Agents of Shield?

Responder
planocritico 22 de setembro de 2016 - 19:37

Confesso que estava com a maior má vontade de ler também e me surpreendi!

Sobre Agents of Shield, a crítica está prontinha! Será publicada à meia-noite de quinta para sexta (sexta-feira será o dia oficial em que religiosamente publicaremos os comentários sobre os episódios de AoS aqui no Plano Crítico). É só aguardar e comentar, pois a crítica está polêmica!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Auditore 22 de setembro de 2016 - 19:50

kkkkkk aguardarei ansioso.

Responder
Leonardo Auditore 22 de setembro de 2016 - 19:50

kkkkkk aguardarei ansioso.

Responder
Leonardo Auditore 22 de setembro de 2016 - 19:10

Boa critica. Tive um preconceito enorme com essa hq quando ela foi anunciada, quebrei a cara, ela é muito boa.

Ps: Vocês vão trazer as criticas dos episódios da quarta temporada de Agents of Shield?

Responder
Herbie: O Único 21 de setembro de 2016 - 16:48

vai ter crítica de batman the telltale series episódio 2:sons of arkham?

Responder
planocritico 21 de setembro de 2016 - 16:51

Só o @guilhermecoral:disqus pode responder essa pergunta!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 21 de setembro de 2016 - 16:51

Só o @guilhermecoral:disqus pode responder essa pergunta!

Abs,
Ritter.

Responder
Herbie: O Único 21 de setembro de 2016 - 16:51

obrigado

Responder
Herbie: O Único 21 de setembro de 2016 - 16:51

obrigado

Responder
Guilherme Coral 21 de setembro de 2016 - 17:00

Vai sim! Essa semana a crítica sai.

Responder
Guilherme Coral 21 de setembro de 2016 - 17:00

Vai sim! Essa semana a crítica sai.

Responder
Herbie: O Único 21 de setembro de 2016 - 17:51

valeu por informar!
é que eu vi o episódio hoje e achei muito bom,acho que deveriam contratar esse caras pra escrever um filme do batman de tão bom que achei o episódio 2

Responder
Herbie: O Único 21 de setembro de 2016 - 17:51

valeu por informar!
é que eu vi o episódio hoje e achei muito bom,acho que deveriam contratar esse caras pra escrever um filme do batman de tão bom que achei o episódio 2

Responder
Herbie: O Único 21 de setembro de 2016 - 16:48

vai ter crítica de batman the telltale series episódio 2:sons of arkham?

Responder

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