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Crítica | Simplesmente Acontece

por Leonardo Campos
378 views (a partir de agosto de 2020)

Amor é igual a sexo. Vende. E muito! Não é à toa que a indústria cinematográfica investe tanto na temática. Quando o tema cai nas mãos de um bom roteirista, e, concomitantemente, é guiado por um bom diretor, o resultado tende a ser um primor. Em outros casos, a abordagem fica entre o açucarado e/ou o burlesco, com tramas que transitam do nobre sentimento ao riso e a piada. Em Simplesmente Acontece, o resultado é interessante, mesmo que a produção não seja um exemplar diferente do convencional: casal apaixonado separado pelas artimanhas da vida.

No filme, Rosie e Alex, interpretados respectivamente na medida certa por Lily Collins e Sam Claflin, são amigos inseparáveis, daqueles que confidenciam tudo entre si e tornam-se inseparáveis desde a infância. De bobagens cotidianas às desavenças amorosas e familiares, formam uma dupla de fazer os olhos alheios brilharem de ternura. Certo dia, a distância coloca a amizade de ambos à prova. Ele decide aceitar o convite para estudar em Harvard e mudar os rumos da sua vida intelectual e profissional. Separados geograficamente, mas unidos pelo sentimento que os nutrem, cada um começa a criar a sua rede de segredos e aventuras, principalmente na seara sentimental. Mas, como já esperamos dos filmes românticos, há um fio que os conecta: o amor. Mesmo com os namoradinhos e paixões passageiras, os jovens sentem que “o amor está no ar” e que algo precisa se encaixar para que a vida da dupla fique temporariamente organizada, socialmente… e amorosamente, claro.

Na arena discursiva das comédias românticas, Simplesmente Acontece ganha vantagem por não ser pretensioso demais. Cumpre o seu papel de tentar fazer as pessoas acreditarem na possibilidade de um mundo melhor, com mais amor e sentimentos, haja vista que a mídia cotidianamente nos mostra que as coisas parecem piorar a cada dia. Mas não é para pensar também que a produção é um elixir para superação das dificuldades da vida. Simplesmente Acontece também pode ser visto como uma radiografia da sociedade frenética cotidiana, onde as conquistas não são mais medidas de forma unitária, mas através de centenas e milhares de metas e desafios. Queremos muito e tudo ao mesmo tempo, uma das explicações para o panorama depressivo de muitas pessoas no contexto histórico presente que convencionamos chamar de contemporaneidade.

Contado através de um fio condutor que perdura por muitos anos, o filme nos mostra algo difícil de acreditar. Mesmo diante de tantas complicações, como uma gravidez, o inconveniente divórcio, os deslocamentos exorbitantes e outras dificuldades, eles parecem mesmo empenhados em nutrir um sentimento de longa data, bem orquestrado nas telas graças aos truques audiovisuais que permitem fluidez na narrativa, como as canções e os pequenos videoclipes, recursos que geralmente dinamizam o enredo.

O que também torna Simplesmente Acontece um filme acima da média é o trabalho de iluminação e a direção de arte, competentes, delírios visuais inesperados. Dentro dos padrões aristotélicos, os elementos “pícaros” estão presentes, em suma, o elenco coadjuvante, itens que funcionam como alívio cômico para uma história que deveria ser triste, afinal, exercer o amor abstrato em detrimento do amor físico e carnal deve ser dureza. Quem já passou por isso sabe exatamente do que estou falando.

O diretor Christian Ditter oferta uma trama redondinha, bastante calculada entre emoção e riso, com algumas falhas no roteiro e as mensagens positivas que geralmente todo espectador quer ver. Por que (e para que) arriscar em uma trama realista e complexa se estamos no bojo de um cinema industrial e o público precisa de uma mensagem?

Assim, a produção nos brinda com a meritocracia e a impossibilidade de se lutar contra o destino. Ah, e a necessidade de manter uma família unida, mesmo que infeliz, com uma esposa insatisfeita e um marido machista e arrogante. Nada contra. Afinal, é um ponto de vista e nós, espectadores, respeitamos, mesmo que sejamos menos conservadores. E ainda tem espaço para uma espécie de mensagem velada contrária ao aborto. Assista e tire as suas próprias conclusões.

Confesso que sinto falta de filmes de amor como as produções da primeira fase romântica da Sandra Bullock (Corações Roubados, Enquanto Você Dormia e Quando o Amor Acontece), ou das histórias clichês, mas contadas da melhor maneira possível, como Uma Linda Mulher e Um lugar Chamado Notting Hill. Mas ao mesmo tempo em que vivo nos meandros da nostalgia, penso que são filmes de uma geração específica: a minha. Com o aceleramento do processo de globalização e a democratização das possibilidades, a tendência não poderia ter sido outra. Mais destinos, mais oportunidades, questões que alcançam uma perspectiva mundial. Separados pelo destino, mas unidos pelo amor, pelos aplicativos e redes sociais. Bonitinho, apaixonante e indicado aos que, assim como eu, acreditam no amor. Resta saber se você, caro leitor, ainda acredita no amor. Acredita?

Simplesmente Acontece (Love, Rosie, Alemanha/Reino Unido – 2014)
Direção: Christian Ditter
Roteiro: Juliette Towhidi (baseado no romance de Cecelia Ahern)
Elenco: Lily Collins, Sam Claflin, Christian Cooke, Jaime Winstone, Tamsin Egerton, Art Parkinson, Lily Laight, Marion O’Dwyer
Duração: 102 min.

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78 comentários

Gabriel Costa 22 de março de 2015 - 18:18

Mesmo com a banalização do amor na contemporaneidade, acredito que este sentimento ainda exista, creio que amar hoje em dia seja mais do que possível, o problema é haver reciprocidade rsrs. Irei assistir este filme pois histórias de amor são sempre bem vindas.

Responder
Andiara Almeida 12 de março de 2015 - 00:57

Com
certeza querido Leo, e quem não acredita no amor? Mesmo os que dizem que não
acreditam são porque já sofreram por amor, em algum período de suas vidas.
Os últimos
filmes de comédia romântica, até tentam ser diferentes, mas não adianta, no desenrolar
sempre encontramos as mesmas histórias. Com Simplesmente Acontece não foi
diferente, eu assisti e considero o filme bom, e até com algumas modificações
relacionando com histórias já contadas, quando se tratando de um amor abstrato
entre grandes amigos e retraído por muitos anos e de muitos desencontros na
vida.
Acredito que para vermos um filme romântico
que tenha referencia de vida real e/ou diferente de tudo isso que já visualizamos,
teremos que esperar sentados na grande platéia, ou criar nosso próprio roteiro
e Best seller.

Responder
Lavínia Rastelli 11 de março de 2015 - 15:28

O amor é complexo, e é quase impossível não acreditar no amor, ou não ter sentido por pelo menos uma vez na vida, mas uma coisa é fato, e cliché: ” só se sabe o que é amor, quando ama.”
Acredito ser possível sim, amar na contemporaneidade pois o amor, é amor em qualquer espaço de tempo. A crítica despertou a minha curiosidade, por achar uma linda história e acreditar que os grandes amores vem das grandes amizades.

Responder
Dilma 11 de março de 2015 - 13:24

Acredito profundamente no amor, e é ele que me move. Não assistir o filme, mas vi o Trailer , mesmo achando clichê de conto de fadas de filmes românticos , me identifico com essa historia de amizade que acaba em relacionamento. Não me encantei muito pela trilha sonora, gosto quando o Thriller me causa arrepio, mas os dois minutos comove o público deixando uma expectativa de como termina mais uma linda história de amor.

Responder
Amanda Karla Correa 10 de março de 2015 - 17:14

Acho que essa pergunta final deu o tom para tantos comentários!!! hahahahaahha Opa, então deixa eu responder também: sim, eu acredito. Mas prefiro os filmes que tratam do amor de forma mais realista!

Responder
mariahraquel 8 de março de 2015 - 16:17

“Amor é igual a sexo. Vende. E muito! Não é à toa que a indústria cinematográfica investe tanto na temática.” Algo indiscutível é esse investimento em filmes no segmento “comédia romântica”. Acredito que os roteiros é que deveriam ser diferenciados, partindo do pressuposto que grande parte desses filmes seguem a mesma linha de raciocínio, ou seja, casais que se apaixonam, por algum motivo se separam e que ao final da trama reatam o relacionamento e vivem felizes para sempre. Acontece que na “vida real” isso nem sempre se aplica. O que quero dizer com isso é que os roteristas poderiam ter uma outra visão do amor, algo que fuja desse cliché e sejam mais “humanizado”.

Responder
Kelvin Sodré 8 de março de 2015 - 13:38

Roteiros que sempre tentam fazer com que o publico acredite que tudo e possivel na vida amorosa, e que as vezes, por tentar fazer diferente e fugir dos clichês podem não ter o efeito esperado.

Responder
Jucileia Azevedo 8 de março de 2015 - 12:49

Bom! Apesar de não ser muito fã de tramas românticos e da banalização do “amor”, principalmente em tramas da contemporaneidade, acredito sim, que contudo, o amor sempre deve esta em primeiro lugar.

Responder
leodeletras 8 de março de 2015 - 13:02

Sim, sempre mesmo. Concordo Jucileia. Já assistiu ao filme?

Responder
Ivan Carlos Chagas 8 de março de 2015 - 08:52

Hoje as comédias românticas estão saturadas de roteiros repetitivos e histórias “água com açúcar”,não despertando no público o interesse de assistir ao filme. Por isso, deve haver roteiros melhores e uma forma diferenciada para atrair ao público. não assisti ao filme, porém, o trailler vende bem, pois traz um grande romantismo por trás das piadas.

Responder
leodeletras 8 de março de 2015 - 13:02

Sim. Humor é mais que necessário para dinamizar os clichês Ivan.

Responder
Jamile Gonzaga 8 de março de 2015 - 01:44

Acredito que este amor idealizado por todos nós, torna o sentimento tão desinteressante. Particularmente gosto quando outras facetas das relações humanas são exploradas, principalmente o amor. Continuo certa de que o amor existe, mesmo que por vezes nos encontremos em situações onde somos postos à prova, ele ainda está lá, este sentimento impossível de explicar e que nos motiva a tudo, e como disseram os Beatles certa vez, “tudo que você precisa é amor”.

Responder
leodeletras 8 de março de 2015 - 13:03

Ótima colocação Jamile. Que bom…é preciso ser otimista nesse mundo de adversidades, correto? Continue nos visitando!

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:55

Verdade Wender. Continue lendo as nossas críticas e comentando. Isso ajuda na promoção de um excelente debate.

Responder
João Vitor 6 de março de 2015 - 00:37

Estou certo que é possível amar hoje. Falo isso por que estou olhando para uma das minhas razões de amar… Não é necessário dizer quem é… mas está aqui comigo. Diante desta crítica, fiquei instigado a assistir e apreciar mais uma linda história de Amor.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:44

Que lindo João. Precisa conferir Moulin Rouge também. Teremos uma crítica em breve!

Responder
Natália Olivveira 5 de março de 2015 - 23:43

Eu acredito no amor puro e verdadeiro, e que nele não haja mentiras e traições, basta apenas haver honestidade vinda da pessoa que te ama. E não basta amar, antes de tudo é necessário confiar e acreditar, a confiança é um dos sentimentos que não podem em quaisquer circunstâncias quebrar em um relacionamento pois é ela que torna tudo diferente, tudo mais justo, tudo mais sincero…

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:44

Que pensamento bonito e bem organizado. Continue nos visitando, ok?

Responder
Juliana de Brotas 5 de março de 2015 - 23:38

Acredito que cada ser tem uma forma de amar independente como seja, na atualidade não encontramos um amor perfeito, um verdadeiro conto de fadas, mas observamos que todos tem a capacidade de amar. Em relação a crítica, fiquei muito interessada em assistir Simplesmente Acontece, pois encontramos uma relação que se resume no ” amor”.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:45

Assista com o seu amor então. Depois retorne e nos conte como foi!

Responder
Ayã Moura 5 de março de 2015 - 23:20

Eu acredito sim por que quando voce se senti confiança e voce sabe que vai valer apena deixa fluir por que isso só quem pode decidir isso são suas atitudes e o tempo. Amor é tão bom amar e ser amado.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:48

Apaixonado Ayã? Espero que sim. Continue nos visitando!

Responder
Iana Amorim 5 de março de 2015 - 21:20

Eu acredito no amor, acredito que as pessoas amam umas as outras sem medir esforços. No caso de Simplesmente Acontece, essa história repetitiva de duas pessoas que crescem juntas e se apaixonam, mas o destino tende a separá-los é demonstrada de uma forma mais aberta, ao meu ver, de uma forma bem mais “adolescente”, onde não só eu, mas como qualquer adolescente pode se identificar facilmente. Sair desse padrão romântico é um pouco necessário, mas sejamos francos, todos adoram os romances clichês.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:51

Sim, quem não, todos querem ser salvos pelo amor, Iana Amorim. Ou quase todos…

Responder
Alexandre Alencar Grimes 5 de março de 2015 - 22:04

Acredito no amor sim.O amor e uma forma de expressar seu carinho,sua paixão por alguém ou algo,eu por exemplo eu sou apaixonado por The Walking Dead,igualmente como sou apaixonado por meus pais.Acredito que o amor paterno e o materno sempre são verdadeiros e reais,assim como o amor de uma fã por sua série ou seu cantor.As pessoas tem sua forma de amar, cada um tem seu jeito e sua maneria.Amor existe de todas as formas,até o mais comum o amor entre duas pessoas apaixonadas,assim como o romance retratado no texto.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:48

Legal Alexandre, e o filme, vai assistir?

Responder
Alexandre Alencar Grimes 7 de março de 2015 - 22:23

Acredito que sim.

Responder
Taíse 5 de março de 2015 - 21:55

Desde quando saiu o trailer, aguardo ansiosa para assistir. Sim, eu acredito. Para cada época da história, o amor aparece com transformações, e atualmente é mais ”necessário” do que verdadeiro. Na música ” Todo amor que houver nessa vida” de Cazuza é abordado o amor como sentimento paradoxal, onde é desejado amar aos extremos. Devido a subjetividade, a definição de amor não é única, e cada um interpreta como deseja.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:49

Trouxe Cazuza, que interessante Taíse. Continue nos visitando. O filme é realmente fofo e atraente.

Responder
Mário Souza 5 de março de 2015 - 21:34

Se acredito no amor?Com certeza. Apesar de tanta baboseira que o mundo ”traz” para nós hoje, ele existe. Não sei se é eterno…mas por um tempo. Nada melhor do que a sensação de amar ou ser amado.O amor faz parte da nossa vida e não devemos desistir de alcança-lo,pois no dia em que eu não acreditar no amor, não acredito mais na vida.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:50

Muito bem Mário. Um otimista. Veja o filme e nos conte a sua experiência depois.

Responder
Amanda Araujo 5 de março de 2015 - 20:59

Hoje em dia a maioria das pessoas desacreditam naquilo que um dia já foi o amor para elas. É difícil encontrar alguém que acredite em finais felizes, como a maioria dos filmes de romance relata. Fazem adaptações em que duas pessoas se conhecem, tem uma história de amor e ficam juntos no final. É o que acontece com frequência.
Porém algumas pessoas, mesmo que sejam poucas, ainda acreditam no amor e eu sou uma delas. Acho válida qualquer forma de amor e de qualquer que seja a maneira.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:50

Muito bom Amanda. E o filme, já assistiu?

Responder
Alana Ferreira 5 de março de 2015 - 20:57

Boa noite antes de tudo. Bem todos falam que acredita no amor e que ele existe. Mais o que é o amor realmente? É apenas um sentimento que não podemos ver e só sentir? Eu acredito que não. Quando se ama uma pessoa ultrapassamos além das expectativas dele ou dela. Mostramos que damos valor que realmente amamos aquela pessoa, não é de boca para fora que você vai demostra isso. Você tem que ter coragem o suficiente para lutar e correr atrás deste amor. Hoje vejo muitas pessoas falando que ama as outras de boca para fora sem mal conhecê-las. Não é assim que é sentir amor, Tenho certeza. Uma mãe pode falar que ama um filho pois ela passou nove meses carregando e cuido dele. O que eu acho de tudo isso é que nós devemos rever nossos conceitos do que é amar e ser amado. Será realmente que aquela pessoa te ama ou fala isso de boca para fora? Será que na hora da dificuldade ela vai estar lá para te ajuda ou vai te deixa? Bom mais respondendo à pergunta. Sim eu acredito no amor.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:51

Outra otimista. Isso é bom. E o filme? Veja e depois retorne com os seus comentários.

Responder
Camila Holanda 5 de março de 2015 - 20:49

Convencional ou não convencional…
Toda forma de amar vale a pena. Vivemos em uma sociedade que diz ser tão “moderna”, no entanto, as pessoas tornam-se cada vez mais frustadas por não encontrarem o amor de sua vida. A história alimenta a esperança de quem, mesmo em tempos modernos, sonha em viver um conto de fadas.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:52

Isso mesmo. Não é a toa que a Cinderela é tão adaptada ainda hoje, não é Camila Holanda?

Responder
Virna M. Silva 5 de março de 2015 - 20:48

Acredito que o amor exista, mesmo com a mídia muitas vezes dizendo que não, acredito que exista sim. Amor a distância, amor perto, amor entre casais jovens ou até entre velhinhos que estão juntos desde jovens, acredito que neles ainda exista um pouco de amor até hoje, mesmo se aturando por tanto tempo, é o que a minha mãe diz, “a vida a dois não é nada fácil”. Por isso que hoje em dia existem várias pessoas que dizem que se ama, se casam, e depois de pouco tempo morando juntos se separam.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:53

Boa colocação Virna. Já conferiu esse filme? Depois nos conte.

Responder
Marcos Antônio 5 de março de 2015 - 20:43

Falando por mim, eu acredito no amor, porém hoje em dia a maioria da sociedade não estabelece, tanto, uma relação de lealdade, tando da parte da mulher, quanto da parte do homem.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:53

Sim… bom ponto de vista. Continue nos visitando. E veja o filme, claro!

Responder
Giovanna Damasceno 5 de março de 2015 - 20:38

Acredito sim, em todas as formas de amor. Os filmes românticos estão ficando
cada dia mais clichês, pois sempre sabemos que o casal vai se apaixonar, sempre
tem um conflito no meio e no final acabam juntos. E todos nos já estamos ‘’acostumados’’ com essa tradição de narrativa e de roteiros, pois conservaram na maioria dos filmes românticos os mesmos enredos.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:54

É. Lucíola que nos diga, correto Giovanna? Continue nos visitando.

Responder
Wender Idalan 5 de março de 2015 - 19:35

Sim, Você sempre vai sentir-se atraída ou emocionada por alguém, em algum momento da sua vida. Porém, você precisa deixar seus sentimentos te guiarem, muitas pessoas não acreditam no amor, por que possuem medo de abrir seus sentimentos para outras pessoas.

Responder
Athens Vivia 5 de março de 2015 - 20:29

Bom, com a sociedade que estamos vivendo é meio raro algumas
pessoas saberem o sentido e o sentimento de amor, porém tem pessoas que vivem
até hoje seus “felizes para sempre” e acredito que isso depende de cada um de
nós para podermos saber sobre os nossos sentimentos pelos outros, eu acredito
que ainda haja amor.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:56

Amar é artigo de luxo, mas essa falta de amor remete ao passado Athens. O que você achou do filme? Já assistiu?

Responder
Deraldo 5 de março de 2015 - 20:29

Não sou um grande conhecedor de filmes de romance, acho ate que o amor esta sendo desacreditado pela forma que a mídia o retrata em muitos filmes

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:55

Será Deraldo? Não diria isso com certeza. Continue nos visitando, ok?

Responder
wendy 5 de março de 2015 - 20:25

Bom, eu creio no amor, seja em qualquer pessoa , todos nós podemos sentir isso em qualquer parte da nossa vida,baseado nesse filme a cinematografia é entre a comedia e o romance , que atualmente faz muito sucesso entre os jovens e é por isso que ficam no modo convencional e tradicional que rende muito na bilheteria e na mídia, a causa disso somos nós, os espectadores , que já amamos um tipo de filme desse tipo , engraçado e romantico.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:57

Sim, amor vende, como dito. As pessoas andam tão carentes e desesperadas. Assista ao filme e nos conte a sua experiência, ok?

Responder
Samara Luz 5 de março de 2015 - 20:23

Bem, eu acredito no amor, porém, acredito que tenha virado
um sentimento banal e grotesco, juntamente com o tema sexo em si, fico pensando
que pelo enredo e pelo desenrolar dos personagens e de suas emoções o filme
utiliza mais o conservadorismo pois se
você mantém uma idéia onde todos vão achar fofinho e bonitinho logo estarão
comprando e assim alimentando o que se chama de bilheteria então, a jogada de
ficar no antigo e no contemporâneo também vem dos princípios da maioria dos
filmes, esse filme me lembrou o famoso ‘’Amizade
Colorida’’ de 2011 com Milas Kunis e Justin Timberlake
onde os dois também alimentam uma amizade linda que acaba no final das contas
se tornando um amor forte e os dois elos cedem, achei parecido também pela
proposta de digamos ter escolhas a fazer e não diminuir esse amor . Então
pensei que nesses dois filmes o que se destaca além do clichê da escolha e do
conservadorismo é também a jogada contemporânea.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:59

Sim. Amizade Colorida é interessante para fazer esse paralelo. O que você achou dessa “pegada” conservadora do filme, Samara?

Responder
Iasmin Moreira 5 de março de 2015 - 20:20

Acredito, pois o amor é um dom de Deus,o amor supera todas as dificuldades e diferenças.O amor é o sentimento mais sincero que alguém pode ter, porque não acreditar se é algo que sentimos e vivemos.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 13:58

Sim, concordo Iasmin. Bem pensado. Assista ao filme e tire as suas próprias conclusões, ok?

Responder
Iasmin Moreira 5 de março de 2015 - 20:00

Acredito, pois o amor é um dom de Deus,o amor é capaz de superar tudo: as diferenças e as dificuldades.O amor é o sentimento mais sincero que alguém pode ter , porque não acreditar se é algo que sentimos e vivemos.

Responder
Juliana Suzart 5 de março de 2015 - 19:53

Não sou de fã de tramas românticas e este filme com certeza passaria longe da minha listinha de filmes que gostaria de assistir, apesar dos bons comentários do autor. Acredito sim no amor e sendo ele tão banalizado na contemporaneidade, é ainda mais forte e bonito quando é real.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:00

Seu amor é por Garota Exemplar… eu sei. Opinião muito realista, Juliana Suzart.

Responder
Mariane Dias 5 de março de 2015 - 19:46

Eu creio que Deus é o amor, é a base de um relacionamento concreto e acredito que , mesmo em nossos dias , amar é possível e necessário.E a razão da banalização do conceito amor está no descrédito dado ao alicerce fundamental dele.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:00

Bem colocado Mariane. E está, de fato, banalizado…assista ao filme.

Responder
Michelle Canário 5 de março de 2015 - 19:37

Filmes românticos, e ainda mais romântico com um toque de comédia, atraem muitos espectadores, com essa temática tradicional de se apaixonar por uma pessoa, seja ela amigo ou desconhecido, é instantâneo um público interessado em uma nova história, mesmo sabendo oque vem no fim. A indústria cinematográfica investe em filmes assim pois sabem que haverá retorno, e oque realmente se espera quando se é produzido um novo filme é que ele seja um sucesso, e instantaneamente tenha uma bilheteria.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:01

Você investe nesse tipo de filme? O que acha Michelle?

Responder
Gabriel Dias Oliveira 5 de março de 2015 - 19:08

Sobre o questionamento levantado no final da crítica, a minha opinião se dá de tal forma: Eu ainda acredito no amor, pois apesar da mídia e o mundo não demonstrar a possibilidade e esperança de tal, o meu ser romântico será como a esperança – A última à morrer- .

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:01

Temos um romântico? Acho que sim. Que bom esse seu pensamento, Gabriel. Continue nos visitando!

Responder
vinicius Santos 5 de março de 2015 - 18:30

Por ser um filme romântico, é aceito pelo público, e além disso esse é o filme com a famosa junção de sucesso cinematográfico entre comédia e romance, que ainda nos tempos atuais é um filme bom e prazeroso de se assistir e necessário para lembrar sentimentos e emoções humanas. E pra quer mudar já que o convencional ainda
dar bilheteria, como uma velha frase esportiva diz “time que está vencendo não se mexe”.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:02

Pensamento de administrador, Vinicius. E o filme, já foi assistir com a sua namoradinha?

Responder
Vitória Gesteira 5 de março de 2015 - 18:29

Algo que me chama a atenção já de cara: “Amor é igual a sexo. Vende. E muito!”. Tento imaginar o porquê de não mudar os assuntos dos filmes, já que estão virando modelos tradicionais e clichês, e encontro uma resposta que para mim faz sentido: os espectadores. Acredito que o grande motivo de filmes com os mesmos assuntos, é o amor do espectador por esse tipo de tema e consequentemente a vontade da indústria cinematográfica de ganhar mídia através de filmes que todos amam e irão assistir.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:03

Sim. Concordo. Você já assistiu?

Responder
Clara Paim 5 de março de 2015 - 17:52

Penso igualmente do seu ponto de vista a partir do convencionalismo de tramas românticas, ou seja, jovens que se apaixonam (amigos ou desconhecidos) e o resto todo mundo já sabe… Acho que o fato de conservar sabiamente histórias com diferentes detalhes, nos permite “criar” em nossa vida nossos próprios roteiros dessa tendência.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:03

Bem colocado Clara. Continue apaixonada e nos visitando também, ok?

Responder
Raique Jesus 5 de março de 2015 - 16:06

Sim

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:04

Bem direto, não é Raique?

Responder
Day Santos 5 de março de 2015 - 16:03

Sejamos sinceros , todos nós, em algum momento da vida, somos nostálgicos em relação ao amor , seja ele por uma pessoa , um animal , um pertence , e a arte , nesse caso a cinematográfica , nos ajuda a viver e reviver essas sensações a partir do momento em que vincula esse sentimento as suas produções, deixando nosso índice de oxitocina em um nivel tão insuportavelmente apaixonante que chega a ser um vicio diário a necessidade de amar e ser amado principalmente por um individuo da mesma espécie.

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:04

Comentário interessante demais…demais mesmo. Day, sábia e ótima pensadora.

Responder
Karen Barros 5 de março de 2015 - 15:05

Acredito sim , no amor eterno , no amor a primeira vista , num amor que resiste á todos os empecilhos que a vida nos impõem. Porque não acreditar se é algo que sentimos , sem amor não somos nada .

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:05

Temos outra apaixonada. Ótima observação. Assista ao filme e nos conte a experiência, ok?

Responder
Lucas Calmon 5 de março de 2015 - 02:03

Apesar de se tratar de um gênero já meio desgastado, não há quem resista uma boa comedia romântica. Afinal é uma mistura de história de amor (que sempre é bem vindo) com comedia (o que sempre precisamos). Acredito que pra se continuar vendendo neste mercado é necessário se aproximar mais da realidade fazendo com que a história se aproxime do publico, sem deixar de trazer aquelas pidas sutis e inteligentes ( há exemplo daqueles contra-tempos e desastres da vida real, que faz com nos vejamos na história). Logico que os clichês tem que estar lá, mas sendo sincero, alguns clichês são indispensáveis e de alguma forma queremos ver eles lá.
Quanto ao trailer ele cumpre bem o papel, mostra pouco, mas ao mesmo tempo nos faz querer saber o que mais vai acontecer, além parecer ser uma história no minimo bem contado.

Responder
Quésia Dantas 5 de março de 2015 - 19:32

Eu acredito sim em amor, em qualquer forma de amor, pois fomos criados com esta qualidade de ter a capacidade de amar !

Responder
leodeletras 7 de março de 2015 - 14:06

O trailer me cativou Lucas. Fui para uma sessão carregada de otimismo. E Quésia, concordo contigo.

Responder

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