Antes da crítica realista urbana, o escritor analisou os provincianos.
Leonardo Campos
Leonardo Campos
Tudo começou numa tempestuosa Sexta-feira 13, no começo dos anos 1990. Fui seduzido pelas narrativas que apresentavam o medo como prato principal, para logo depois, conhecer outros gêneros e me apaixonar pelas reflexões críticas. No carnaval de 2001, deixei de curtir a folia para me aventurar na história de amor do musical Moulin Rouge, descobri Tudo sobre minha mãe e, concomitantemente, a relação com o cinema.
-
-
A carnavalização de uma Bahia estereotipada.
-
Paródia e intertextualidade numa era de conflitos.
-
Mário de Andrade: um turista aprendiz.
-
Uma rara ficção científica que dosa com equilíbrio o humor e o sério debate sobre …
-
Uma narrativa sombria e contida.
-
Uma história de horror dramaticamente sofisticada.
-
Uma sofisticada tradução entre meios narrativos.
-
O ponto estético e político mais alto do romance de 30.
-
Uma crítica social sem retoques…
-
O cinema e o contemporâneo.
-
A voz do morro rasgando a tela do cinema.
-
Eça de Queirós e a crítica ácida aos costumes lisboetas.
-
Quando a segunda vez é ainda melhor…
-
O cinema transgressor de Sganzerla.
-
A representação do jornalista no cinema.
-
A ira de Aquiles e a Guerra de Troia: um marco épico ocidental
-
Uma temporada bem sucedida.
-
Crítica | Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Jorge Amado
por Leonardo Campospor Leonardo Campos 5,9K viewsUm marco na transição literária do bem sucedido Jorge Amado.
-
Um dos mais ovacionados clássicos da Era de Ouro de Hollywood.
