Home TVEpisódio Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X01: The Ghost

Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X01: The Ghost

por Ritter Fan
105 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 3,5

Aviso: Há SPOILERS do episódio e da série. Leia as críticas dos outros episódios, aqui e de todo o Universo Cinematográfico Marvel, aqui.

Preparem-se, pois a conversa é longa e potencialmente polêmica!

Refleti bastante antes de começar a escrever sobre este episódio. Achei que poderia abordar direto o que vi, mas acabei tendo tempo para pensar em todos os acontecimentos que tomaram as temporadas anteriores e também no futuro da série e, por mais que realmente goste do evidente e constante amadurecimento de Agents of S.H.I.E.L.D., creio que, talvez, a Marvel e a ABC tenham perdido a oportunidade de encerrar a série em seu ponto mais alto. Claro que seria necessário alterar o epilogo que vimos em Ascension, mas a grande verdade é que as três temporadas fecharam, de maneira bastante eficiente, um interessante arco não diretamente super-heroístico do Universo Cinematográfico Marvel.

Calma, gente. Não tenham um infarte por conta do que acabei de dizer, pois é apenas um pensamento que gostaria de compartilhar com vocês. Daisy/Skye/Tremor evoluiu de uma hacker revoltada a uma inumana super-poderosa e segura de si; os inumanos ganharam origem e estabelecimento neste universo, com uma história completa; a Hydra foi abordada de maneira competente, tendo sua mitologia expandida ainda mais e, no final, destruída (até que renasça, claro); Grant Ward, de maneira muito similar a Daisy, ganhou um surpreendente arco de desenvolvimento que transformou o canastrão Brett Dalton em um ator de incrível latitude; Coulson restabeleceu-se como figura importante na S.H.I.E.L.D.; Fitz e Simmons se encontraram finalmente, depois de muitas agruras e perdas; os Guerreiros Secretos foram formados e de certa forma debandados e assim por diante. Não era realmente necessária uma continuação da série em si, que poderia ter funcionado como um trampolim para alguns personagens migrarem da telinha para a telona (Coulson e Tremor seriam os dois candidatos mais óbvios, mas Yo-Yo, Joey e Infernal também poderiam facilmente pular para o cinema, isso sem falar no restante da equipe, que poderia ser os rostos da S.H.I.E.L.D. reformada ou até mesmo também da S.W.O.R.D. em vindouros filmes). Em outras palavras, Agents of S.H.I.E.L.D. já havia cumprido, com louvor, seu papel dentro dessa fantástica e cada vez mais intrincada rede de filmes e séries que a Marvel iniciou em 2008 e que continua a todo vapor.

Claro que alguém poderia argumentar, com a mesma medida de razão, que, agora que a série se acertou, é o momento de expandi-la e não encerrá-la. E é verdade, mas sou um resoluto partidário da tese que “menos é mais” e o momento para parar talvez já tenha passado mesmo ou, no mínimo, esteja muito, mas muito próximo. E encerrar algo não é necessariamente uma derrota – não seria no caso de AoS -, até porque a ideia seria caminhar por outros caminhos, abrir outras frentes com outras séries potencialmente até mais interessantes, agora que o caminho foi pavimentado e as aventuras de Coulson e companhia geraram know-how para a ABC, assim como Demolidor gerou para o Netflx.

O que me levou a concluir isso? Bem, principalmente, a campanha de marketing da 4ª temporada. Ela foi toda focada no Ghost Rider (Motorista Fantasma, a versão latina e automobilística do clássico Motoqueiro Fantasma), com direito ao nome do personagem quase passando a fazer parte do título da série. O objetivo era óbvio: atrair novos espectadores, aqueles que precisam que super-heróis uniformizados apareçam em alguma série para que tenham vontade de assisti-la, os mesmos que desdenharam Agents of S.H.I.E.L.D. e que idolatram as porcarias da fábrica de bobagens chamada The CW. Reparem que, propositalmente, a série sempre manteve seres super-poderosos apenas como pano de fundo, tendo somente Skye nos holofotes e mesmo assim muito mais para efeitos dramáticos (a manipulação dela por Colmeia foi o ponto alto desse aspecto) do que por seus poderes sismológicos. E o mesmo vale para Yo-Yo, Joey, Infernal e Lincoln. A chegada do Ghost Rider tem eminentemente um fundo marketeiro e isso tem potencial de ser ruim.

E isso não quer dizer que não tenha gostado do que vi. Ao contrário, adorei a presença em si do personagem em The Ghost. Gabriel Luna convenceu como a versão pós-quadrinhos de Robbie Reyes (para quem leu, é fácil perceber que o que vimos no episódio é quase que uma continuação direta dos eventos do último número da série original All-New Ghost Rider, ainda que isso não faça diferença para quem não leu), os efeitos especiais foram muito bem empregados, assim como o design do personagem que, nos poucos segundos em que aparece, janta fácil as duas versões de Nicolas Cage. E isso sem falar na sequência inicial em que o Dodge Charger 69 envenenado transforma-se no Hell Charger em plena pirueta aérea, desde já meu momento de ação favorito da toda a série. Portanto, nota 10 pelo trabalho feito nesse ponto, trabalho esse que, mesmo com apenas esse único episódio, me leva a concluir que eu já quero ver uma série spin-off do personagem e espero fortemente que a ABC/Marvel esteja considerando isso.

Mas, deixando o grande atrativo do episódio inaugural de lado por um momento, o que temos, na verdade, é um soft reboot da série, não é mesmo? Um pegada mais sombria, mais violenta (pois, aparentemente, sangue é sinônimo de violência) e mais sexualizada (desnecessária a sequência de Skye se vestindo como em anúncio da DuLoren…) de Agents of S.H.I.E.L.D. que mexe completamente no status quo dos personagens, agora divididos em pequenos grupos, todos controlados por um ainda misterioso novo diretor da entidade. Mack e Coulson, este agora rebaixado a agente, comandam quase que uma divisão rebelde da agência de espionagem que parece ter como único objetivo achar Skye; Skye corre o mundo atrás dos Cães de Guarda (Watchdogs) com maquiagem preta nos olhos e abusando de seus poderes, o que lhe causa problemas físicos; Simmons tornou-se hierarquicamente superior a todos, tentando equacionar o quanto o novo diretor não gosta da equipe; May está ressentida com tudo, mas ajuda Coulson; Fitz trabalha em conjunto com Radcliffe, que lhe apresenta oficialmente a AIDA (Mallory Jansen), a Modelo de Vida Artificial (Life Model Decoy) que inventara ao final da temporada anterior e Yo-Yo funciona como uma agente dupla, ajudando Mack, por quem continua atraída, e também Skye.

Só aí vê-se como tem coisa para ser trabalhada na temporada, e tudo é apresentado de maneira até bem eficiente – apesar de picotada – dentro deste tumultuado primeiro episódio, que, em muitos momentos, parece uma versão estendida do epílogo de Ascension. Isso é um bom sinal, claro, pois mostra que os planos dos showrunners parecem ter solidez pelo menos para a primeira metade da temporada, supondo que eles continuarão com a acertada decisão de fazer dois arcos narrativos para impedir que os 22 episódios padrão de TV aberta estiquem demais a história como acontece muito por aí. Mas não sou (ainda) bipolar. Sei que acabei de dizer que AoS talvez pudesse ter acabado na 3ª temporada e agora estou elogiando o começo da 4ª, mas isso não é contradição, apenas uma constatação. A série continua, isso é fato, e tenho que aceitar e analisar o que nos foi oferecido no roteiro inicial frenético de Jed Whedon e Maurissa Tanchareon.

A convergência, porém, entre meus dois pontos de vista aparentemente opostos é bastante clara. Para continuar, a série teve que começar de novo, com direito até a horário mais tarde na TV americana para poder mostrar e abordar assuntos inapropriados para horários mais, digamos, infantis e, com isso, potencialmente atrair público. Daí a atmosfera sombria, mais sangue espalhado e mais calcinhas sendo vestidas. Mas esses elementos, confesso, me pareceram forçados aqui, quase nos dizendo que o que determina uma série como “adulta” é a presença de atores nus, tripas e fotografia noturna. Se tivesse havido organicidade nessas inclusões, maravilha, mas a grande verdade é que, com exceção das rápidas sequências com o Ghost Rider (eu não consigo ainda chamar naturalmente o sujeito de Motorista Fantasma…), que mesmo assim não precisavam da sanguinolência toda, todo o restante está lá gratuitamente, inclusive a ridícula maquiagem grunge de Skye, já que somos todos espectadores burros e é necessário uma pista visual óbvia para revelar o estado de espírito de um personagem…

E, no meio da fenomenal inclusão de Robbie Reyes, de Skye deprê tomada pelo “lado negro” e o esfacelamento do restante da equipe original, que obviamente será reunida em algum momento no futuro próximo, temos a trama principal inicial, que parece lidar com a tal misteriosa caixa cobiçada pelos criminosos orientais e que liberta um fantasma. O que exatamente é aquilo? Um “espírito da vingança” para combinar com a presença do Ghost Rider? Ou uma menção direta ao vindouro Doutor Estranho, considerando que, conforme vimos nos trailers, o visual fantasmagórico de olhos negros e cicatrizes ao redor parece muito com o de Kaecilius, vilão vivido por Mads Mikkelsen no longa? Seja como for, a porta para o sobrenatural foi aberta pela Marvel em 2016, tanto na série, como no filme em questão, o que realmente amplifica as possibilidades narrativas, ainda que passe a exigir mais dos efeitos especiais que, na TV, são normalmente inferiores ao que estamos acostumados. De toda forma, a temática tripla do “fantasma” (Skye, Robbie e a fantasma da caixa) tem potencial para ser interessante se o assunto não for tratado da maneira anti-climática como foi com o supostamente super-poderoso Colmeia que se mostrou desapontadoramente fraco.

Se eu prefiro Agents of S.H.I.E.L.D. fora do esquema “super-herói ou super-vilão uniformizado da semana”? Sem dúvida alguma. E a presença do Ghost Rider de nenhuma forma significa que a série enveredou por esse caminho tenebroso, ainda que ele tenha sido muito mais uma ferramenta de marketing do que um inclusão lógica na estrutura narrativa. Afinal, estamos falando de apenas um episódio e de apenas um novo super-personagem, sem pistas – até agora – de outros. Além disso, por ser o primeiro da temporada, era inevitável que o capítulo fosse crivado de novas situações já que o objetivo era recomeçar para continuar. Com isso, mesmo considerando minha reflexão inicial – que mantenho – devo confessar que foi um competente trabalho da produção que deixa um gosto de quero mais. Resta saber se a continuidade da série será justificada por algo mais do que apenas mais sangue, sexo e caveiras flamejantes…

P.s.: Não, não quero “mão-Raio-X” e sim o escudo de energia de Coulson de volta!

Agents of S.H.I.E.L.D. – 4X01: The Ghost (EUA, 20 de setembro de 2016)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Billy Gierhart
Roteiro: Jed Whedon, Maurissa Tanchareon
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wein, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Holden Radcliffe, Gabriel Luna, Lorenzo James Henrie, Mallory Jansen, Lilli Birdsell, Briana Venskus, Maximilian Osinski, Ricardo Walker, Wilson Ramirez, Jen Sung
Duração: 43 min.

Você Também pode curtir

149 comentários

Lucas Casagrande 7 de novembro de 2019 - 18:05

O Motorista só aparece nessa temporada até o mid season finale e depois foi esquecido na série toda ?

Não gosto de AOS, me esforcei pra ver mas achei bem chata mesmo depois da prometida melhora que muitos dizem que melhorou eu não achei tudo isso

Assisti até o comecinho da terceira temporada e parei no episódio 10

Porém voltei a ver a quarta ( sem nem ter terminado a terceira ) só para ver o Motoqueiro Fantasma e vi eles em alguns episódios e depois nunca mais, acabei nem vendo o resto da quarta

O Motorista só aparece nessa mesmo ou ele volta depois ?

Responder
planocritico 7 de novembro de 2019 - 21:50

Não volta, mas não é esquecido. Muita coisa que é estabelecida aqui volta depois, mas não o caveiroso.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno 27 de setembro de 2016 - 22:39

Eu até gostei desse premiere, mas achei o mais fraco dos quatro até agora! Senti falta de acão, emoção e tensão. Qianto ao Motorista Fantasma, foi introduzido muito bem, adorei as cenas com ele no episódio e estou animado. Já quanto ao resto da equipe, empolgação zero e não curti a “nova” Jemma…

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 23:18

Gostou até da Skye sombria?

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno 28 de setembro de 2016 - 00:05

Indiferente pra mim, Ritter, rs. Como eu disse, não consegui me (re)apegar a nenhum personagem da série ainda. E ainda tive muita preguiça desse negócio de estar todo mundo separado, meio brigado e tal

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 12:42

O velho clichê da separação para que todos se reúnam em breve… Realmente é um artifício velho, mas o negócio é torcer para que funcione minimamente bem…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 12:42

O velho clichê da separação para que todos se reúnam em breve… Realmente é um artifício velho, mas o negócio é torcer para que funcione minimamente bem…

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno 28 de setembro de 2016 - 00:05

Indiferente pra mim, Ritter, rs. Como eu disse, não consegui me (re)apegar a nenhum personagem da série ainda. E ainda tive muita preguiça desse negócio de estar todo mundo separado, meio brigado e tal

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 23:18

Gostou até da Skye sombria?

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 27 de setembro de 2016 - 23:37

Jemminha também encheu meu saquinho.
Espero que seja tudo um plano. Sério.

xx

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 15:06

Acho que é, @agentcartter:disqus !

– Ritter.

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 15:06

Acho que é, @agentcartter:disqus !

– Ritter.

Responder
Bruno 30 de setembro de 2016 - 01:14

É no que eu estou me agarrando

Responder
Bruno 30 de setembro de 2016 - 01:14

É no que eu estou me agarrando

Responder
Kate Bishop 27 de setembro de 2016 - 23:37

Jemminha também encheu meu saquinho.
Espero que seja tudo um plano. Sério.

xx

Responder
Bruno 27 de setembro de 2016 - 22:39

Eu até gostei desse premiere, mas achei o mais fraco dos quatro até agora! Senti falta de acão, emoção e tensão. Qianto ao Motorista Fantasma, foi introduzido muito bem, adorei as cenas com ele no episódio e estou animado. Já quanto ao resto da equipe, empolgação zero e não curti a “nova” Jemma…

Responder
Kate Bishop 26 de setembro de 2016 - 23:40

Meu coração, em relação à esse episódio, tomou a posição centrista.
Às vezes sou centro amor (vide Ghost Rider, que, mesmo que tenha sido fruto de uma jogada podre de marketing, fez nossos olhos brilharem); outras vezes, centro ódio (vide bunda da Skye e sua maquiagem no estilo “fundamental 2”).

Por alguns segundos, pensei o mesmo que você: por que não terminarmos por aqui? (Confesso que essa súplica é resultada da falta de Brett nessa temporada…). Mas né, já que continuou… Vamos nessa.

SEM MAIS BUNDAS, POR FAVOR. APENAS SE FOR a do fitzEXTREMAMENTE NECESSÁRIO.

xx

Responder
Kate Bishop 26 de setembro de 2016 - 23:40

Meu coração, em relação à esse episódio, tomou a posição centrista.
Às vezes sou centro amor (vide Ghost Rider, que, mesmo que tenha sido fruto de uma jogada podre de marketing, fez nossos olhos brilharem); outras vezes, centro ódio (vide bunda da Skye e sua maquiagem no estilo “fundamental 2”).

Por alguns segundos, pensei o mesmo que você: por que não terminarmos por aqui? (Confesso que essa súplica é resultada da falta de Brett nessa temporada…). Mas né, já que continuou… Vamos nessa.

SEM MAIS BUNDAS, POR FAVOR. APENAS SE FOR a do fitzEXTREMAMENTE NECESSÁRIO.

xx

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 23:20

Tadinha, a @agentcartter:disqus está Brettless…

E bunda do Fitz? NÃO SENHORA! Prefiro sem bundas por completo então!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 27 de setembro de 2016 - 23:20

Tadinha, a @agentcartter:disqus está Brettless…

E bunda do Fitz? NÃO SENHORA! Prefiro sem bundas por completo então!

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 27 de setembro de 2016 - 23:38

Eu tô sofrendo 💔

BUNDA DO FITZ SIM
Imagina como seria maravilhoso…

xx

Responder
Kate Bishop 27 de setembro de 2016 - 23:38

Eu tô sofrendo 💔

BUNDA DO FITZ SIM
Imagina como seria maravilhoso…

xx

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 15:05

Se aparecer, prepare-se que quem fará a crítica será você! Eu me aposentarei da série em protesto!

– Ritter.

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 15:05

Se aparecer, prepare-se que quem fará a crítica será você! Eu me aposentarei da série em protesto!

– Ritter.

Responder
Kate Bishop 30 de setembro de 2016 - 00:40

HAHAHAHAHAHA

Deixa comigo então :p
Tentarei não falar somente da possível incrível cena…

xx

planocritico 30 de setembro de 2016 - 02:28

He, he… No game no segundo episódio…

– Ritter.

planocritico 30 de setembro de 2016 - 02:28

He, he… No game no segundo episódio…

– Ritter.

Jéssica Oliveira 4 de novembro de 2016 - 16:13

daqui a pouco só falta aparecer a bunda da AIDA tbm

Responder
Jéssica Oliveira 4 de novembro de 2016 - 16:13

daqui a pouco só falta aparecer a bunda da AIDA tbm

Responder
Simon 25 de setembro de 2016 - 21:53

Olá,l amigo, obrigada pela resenha.

Faltou um detalhe no texto que acho muito interessante: o final da última temporada, última cena. A criação de um robô com inteligência emocional.

Responder
Simon 25 de setembro de 2016 - 21:53

Olá,l amigo, obrigada pela resenha.

Faltou um detalhe no texto que acho muito interessante: o final da última temporada, última cena. A criação de um robô com inteligência emocional.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:52

@disqus_uBl26FflxY:disqus , eu falei brevemente na AIDA. É que esse aspecto não ganhou muito desenvolvimento no episódio.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:52

@disqus_uBl26FflxY:disqus , eu falei brevemente na AIDA. É que esse aspecto não ganhou muito desenvolvimento no episódio.

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 25 de setembro de 2016 - 13:54

“Idolatram as porcarias da fábrica de bobagens chamada The CW”, hahaha, os sites de séries, filmes, quadrinhos e cultura pop em geral deveriam se unir e criar um sindicato e organizar uma premiação, tendo o “Prêmio Ritter de Melhor Reviewer”, hahha.

No início levei um choque com a ideia de terminar MAoS, mas faz sentido, por que trocar o certo pelo duvidoso? Por que esperar a audiência despencar para pensar em encerrar? De fato a season 3 ofereceu uma grande oportunidade de conclusão para MAoS, alguns personagens podendo ser aproveitados em filmes e outros em spin-offs.

Mas a série continua, e gostei do que vi, apesar de algumas bobajadas desnecessárias (como a maquiagem da Skye que você citou) achei uma boa estreia, nada fora de série, mas boa, e me deixou empolgado e curioso pelo que esta por vir.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:57

@ni_forlan:disqus , tem gente que fica ofendido pessoalmente quando digo algo assim sobre as séries DC da CW… Uma coisa é gostar por guilty pleasure, outra bem diferente é defender com unhas e dentes que elas são boas…

Sobre The Ghost, foi mesmo um bom recomeço. Acho que os showrunners já têm bagagem suficiente para não se atrapalharem e tenho esperanças que teremos uma boa temporada…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:57

@ni_forlan:disqus , tem gente que fica ofendido pessoalmente quando digo algo assim sobre as séries DC da CW… Uma coisa é gostar por guilty pleasure, outra bem diferente é defender com unhas e dentes que elas são boas…

Sobre The Ghost, foi mesmo um bom recomeço. Acho que os showrunners já têm bagagem suficiente para não se atrapalharem e tenho esperanças que teremos uma boa temporada…

Abs,
Ritter.

Responder
Yde 26 de setembro de 2016 - 18:44

Olha, cara.
Tendo como base a qualidade das críticas deste site, não é exagero a criação deste prêmio. O plano crítico é excelente – não, não estou recebendo nada deles…kkkkkkk.
Brincadeiras a parte, fico muito satisfeito ao consultar as críticas daqui, justamente pela qualidade de seus colaboradores e por, curiosamente, concordar com a maioria delas, e quando não, elas me apontarem algo que não percebi, seja por pontos positivos ou negativos, me auxiliando a compreender melhor as obras criticadas.
Para exemplificar, sempre curti bastante AoS, e achei meio esquisito o marketing em cima do Ghost Rider, sobretudo pelo fato da série sequer abordar algo parecido com o personagem até então, curti as promos e não tinha percebido que o ciclo se fechara ao final da terceira temporada e que ela, nesse comecinho realmente, aparenta sofrer um soft reboot, como o Ritter abordou.
Não queria que a série se encerrasse, mas concordo que se tivesse terminado na terceira temporada, terminaria de excelente modo. Gostei muito do primeiro episódio e anseio pelos demais, esperando que se mantenha a qualidade que obteve até aqui.
Abraços!

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 15:07

Olha, @disqus_N8dqg91VXc:disqus e @ni_forlan:disqus , ficamos muito lisonjeados com esse elogio! Obrigado mesmo pela fidelidade e confiança!

Tomara que, nos próximos episódios, a série saiba integrar as histórias. Se conseguirem, aí eu até esquecerei essa minha dúvida sobre cancelar ou não…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 28 de setembro de 2016 - 15:07

Olha, @disqus_N8dqg91VXc:disqus e @ni_forlan:disqus , ficamos muito lisonjeados com esse elogio! Obrigado mesmo pela fidelidade e confiança!

Tomara que, nos próximos episódios, a série saiba integrar as histórias. Se conseguirem, aí eu até esquecerei essa minha dúvida sobre cancelar ou não…

Abs,
Ritter.

Responder
Yde 26 de setembro de 2016 - 18:44

Olha, cara.
Tendo como base a qualidade das críticas deste site, não é exagero a criação deste prêmio. O plano crítico é excelente – não, não estou recebendo nada deles…kkkkkkk.
Brincadeiras a parte, fico muito satisfeito ao consultar as críticas daqui, justamente pela qualidade de seus colaboradores e por, curiosamente, concordar com a maioria delas, e quando não, elas me apontarem algo que não percebi, seja por pontos positivos ou negativos, me auxiliando a compreender melhor as obras criticadas.
Para exemplificar, sempre curti bastante AoS, e achei meio esquisito o marketing em cima do Ghost Rider, sobretudo pelo fato da série sequer abordar algo parecido com o personagem até então, curti as promos e não tinha percebido que o ciclo se fechara ao final da terceira temporada e que ela, nesse comecinho realmente, aparenta sofrer um soft reboot, como o Ritter abordou.
Não queria que a série se encerrasse, mas concordo que se tivesse terminado na terceira temporada, terminaria de excelente modo. Gostei muito do primeiro episódio e anseio pelos demais, esperando que se mantenha a qualidade que obteve até aqui.
Abraços!

Responder
Nicolas Dias 25 de setembro de 2016 - 13:54

“Idolatram as porcarias da fábrica de bobagens chamada The CW”, hahaha, os sites de séries, filmes, quadrinhos e cultura pop em geral deveriam se unir e criar um sindicato e organizar uma premiação, tendo o “Prêmio Ritter de Melhor Reviewer”, hahha.

No início levei um choque com a ideia de terminar MAoS, mas faz sentido, por que trocar o certo pelo duvidoso? Por que esperar a audiência despencar para pensar em encerrar? De fato a season 3 ofereceu uma grande oportunidade de conclusão para MAoS, alguns personagens podendo ser aproveitados em filmes e outros em spin-offs.

Mas a série continua, e gostei do que vi, apesar de algumas bobajadas desnecessárias (como a maquiagem da Skye que você citou) achei uma boa estreia, nada fora de série, mas boa, e me deixou empolgado e curioso pelo que esta por vir.

Responder
Alain Oliveira 25 de setembro de 2016 - 11:42

Com tanto lixo sendo produzido por ai, acho que AoS deveria sim dar um “salto para o sucesso”. A escolha do GR como figura mais “famosa” da série foi muito acertada visto a vinda do filme do Dr. Estranho e a série poderá, e com certeza abordará, muito este elemento dos quadrinhos, abrindo um leque imenso de personagens tando do lado místico quando do lado galático.
A série encerrou uma excelente trilogia (digamos assim) sempre abordando os efeitos dos acontecimentos dos grandes filmes, funcionando algumas vezes como prólogo e epílogo (seriam os termos corretos?) e essa fórmula por mim deveria continuar, sem ter nenhuma ligação muito direta (como inserção de personagens). Acho que os filmes já tem muita coisa para abordar e trazer personagens de séries só incharia ainda mais a “história”.
Para mim o único ponto negativo mesmo foi a caracterização de DeyseSkyTremor (não sei como chama-lá agora), isso me faz lembrar Homem Aranha 3 e só a lembrança da ânsia de vomito. Os demais elementos achei condizente com o que ocorreu no fim da temporada passada (o que pra mim é muito positivo, pois traz coesão à série como um todo). Não achei abrupta a aparição do GR e gosto muito dessa objetividade – eles não precisavam fazer o que fizeram com o Lash no início da temporada passada, por exemplo.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 13:00

@alainoliveira:disqus , não tenho como discordar de você (viu minha bipolaridade? HAHAHAHAHHAAHAH). E acho especialmente importante que a ABC/Marvel mantenha a série realmente separada (ainda que no mesmo universo) dos filmes, para que um não “atrapalhe” o outro.

Sobre Tremor, eu gosto dela assim rebelde e espero que continue dessa forma durante um bom tempo ainda. Sobre o Ghost Rider, não achei abrupta a entrada, apenas meio “aleatória”. Mas confio que os showrunners vão dar um jeito nisso.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 25 de setembro de 2016 - 11:42

Com tanto lixo sendo produzido por ai, acho que AoS deveria sim dar um “salto para o sucesso”. A escolha do GR como figura mais “famosa” da série foi muito acertada visto a vinda do filme do Dr. Estranho e a série poderá, e com certeza abordará, muito este elemento dos quadrinhos, abrindo um leque imenso de personagens tando do lado místico quando do lado galático.
A série encerrou uma excelente trilogia (digamos assim) sempre abordando os efeitos dos acontecimentos dos grandes filmes, funcionando algumas vezes como prólogo e epílogo (seriam os termos corretos?) e essa fórmula por mim deveria continuar, sem ter nenhuma ligação muito direta (como inserção de personagens). Acho que os filmes já tem muita coisa para abordar e trazer personagens de séries só incharia ainda mais a “história”.
Para mim o único ponto negativo mesmo foi a caracterização de DeyseSkyTremor (não sei como chama-lá agora), isso me faz lembrar Homem Aranha 3 e só a lembrança da ânsia de vomito. Os demais elementos achei condizente com o que ocorreu no fim da temporada passada (o que pra mim é muito positivo, pois traz coesão à série como um todo). Não achei abrupta a aparição do GR e gosto muito dessa objetividade – eles não precisavam fazer o que fizeram com o Lash no início da temporada passada, por exemplo.

Responder
jcesarfe 24 de setembro de 2016 - 17:54

Achei um episódio bem fraco. Distribuiu bem os personagens, mas apelaram demais com essa história deslocada do Rider. Espero que consertem já no próximo capítulo.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:14

Diria que é um episódio bom “com viés de baixa”… Ele realmente me fez repensar a continuidade da série como um todo…

Bem, vamos ver como a coisa vai…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:14

Diria que é um episódio bom “com viés de baixa”… Ele realmente me fez repensar a continuidade da série como um todo…

Bem, vamos ver como a coisa vai…

Abs,
Ritter.

Responder
jcesarfe 24 de setembro de 2016 - 17:54

Achei um episódio bem fraco. Distribuiu bem os personagens, mas apelaram demais com essa história deslocada do Rider. Espero que consertem já no próximo capítulo.

Responder
Stella 24 de setembro de 2016 - 15:50

Ritter meu querido foi polemica mesmo esta critica hahahaha. Sobre o Ghost Rider , Jed Whedon confirmou que Mephisto dará as caras em AoS, e que o Robbie tem o espirito da vingança não é igual da HQ. Ele terá uma mistureba na historia dele.
Sobre AoS encerrar na terceira temporada, eu não concordo . Eu comecei a amar AoS realmente pela terceira temporada e muitos fãs chegaram também nela, então praticamente pra quem está chegando é apenas o” inicio”. A quarta temporada tem tudo para ser um sucesso, eu conto com isso.

Sobre a maquiagem da Tremor realmente apelaram não gostei, e a cena desnecessária do bumbum também. Mas a atitude dela está muito interessante , espero que explorem bem ela como vigilante, e contraste dela com o Ghost Rider.
Que pode sair algo semelhante ao do Demolidor e Justiceiro.

Abraço,
Stella

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:18

Nada como começar com uma polêmica, não é mesmo @disqus_9KZLz8G0wg:disqus ? Apenas precisava abordar isso, pois olhei para trás e vi três temporadas tão redondinhas e essa campanha de marketing focando só no Ghost Rider que não pude ignorar.

Sobre Tremor, gosto dela rebelde assim, como mencionei. Acho que é uma atitude que combina mais com ela. Tomara que isso dure e não seja coisa de dois ou três capítulos apenas…

Mas vamos que vamos!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:18

Nada como começar com uma polêmica, não é mesmo @disqus_9KZLz8G0wg:disqus ? Apenas precisava abordar isso, pois olhei para trás e vi três temporadas tão redondinhas e essa campanha de marketing focando só no Ghost Rider que não pude ignorar.

Sobre Tremor, gosto dela rebelde assim, como mencionei. Acho que é uma atitude que combina mais com ela. Tomara que isso dure e não seja coisa de dois ou três capítulos apenas…

Mas vamos que vamos!

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 25 de setembro de 2016 - 01:24

Hahahahaha verdade amigo. E realmente concordo , o marketing foi totalmente voltado para o Ghost Rider , para alavancar a audiência. AoS estava sendo o membro da família ignorado pela Marvel. Então ainda vi com bons olhos este marketing.Sobre a Tremor no segundo capitulo ela já esta com o visual ”normal”, pelo que o trailer mostra. Nada de maquiagem exagerada e rosto palido de vampira kkkk Eu confio que os roteiristas farão varios arcos bem planejados e que vão convergir no Ghost Rider com certeza. No minimo ele vai tomar a metade da temporada. A outra metade pode ser mais da Tremor talvez.

Responder
Stella 25 de setembro de 2016 - 01:24

Hahahahaha verdade amigo. E realmente concordo , o marketing foi totalmente voltado para o Ghost Rider , para alavancar a audiência. AoS estava sendo o membro da família ignorado pela Marvel. Então ainda vi com bons olhos este marketing.Sobre a Tremor no segundo capitulo ela já esta com o visual ”normal”, pelo que o trailer mostra. Nada de maquiagem exagerada e rosto palido de vampira kkkk Eu confio que os roteiristas farão varios arcos bem planejados e que vão convergir no Ghost Rider com certeza. No minimo ele vai tomar a metade da temporada. A outra metade pode ser mais da Tremor talvez.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:41

Acho que os showrunners já mostraram que sabem o que estão fazendo. Confesso que, apesar de minha reticência pela continuidade da série como um todo, tenho poucas dúvidas que teremos uma boa temporada pela frente. Mesmo com a mudança de horário lá fora e a pegada mais sombria, acredito no trabalho de Whedon e Tanchareon.

Só espero não estar otimista demais…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:41

Acho que os showrunners já mostraram que sabem o que estão fazendo. Confesso que, apesar de minha reticência pela continuidade da série como um todo, tenho poucas dúvidas que teremos uma boa temporada pela frente. Mesmo com a mudança de horário lá fora e a pegada mais sombria, acredito no trabalho de Whedon e Tanchareon.

Só espero não estar otimista demais…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 25 de setembro de 2016 - 01:44

Não é somente você que está com esta bipolaridade Ritter kkkk Eu também estou assim, estou receosa. AoS deveria acabar na quinta temporada com chave de ouro. Antes que do nada aconteça o cancelamento dela, pelo alto alto escalão da Marvel.

Stella 25 de setembro de 2016 - 01:44

Não é somente você que está com esta bipolaridade Ritter kkkk Eu também estou assim, estou receosa. AoS deveria acabar na quinta temporada com chave de ouro. Antes que do nada aconteça o cancelamento dela, pelo alto alto escalão da Marvel.

planocritico 25 de setembro de 2016 - 03:58

Cinco temporadas é um bom número realmente. São 100 episódios, entra para o Syndication e a série ganha valor “póstumo”. Já que passou da terceira, fecho com cinco fácil!

Abs,
Ritter.

planocritico 25 de setembro de 2016 - 03:58

Cinco temporadas é um bom número realmente. São 100 episódios, entra para o Syndication e a série ganha valor “póstumo”. Já que passou da terceira, fecho com cinco fácil!

Abs,
Ritter.

Cristiano de Andrade 24 de setembro de 2016 - 15:29

O objetivo dos produtores com esse motorista era atrair um novo publico e eles conseguiram, resta agora ver se a série não irá se perder querendo mostrar fantasiado toda hora. esperamos que não.

Ritter, tem algum meio de contato com você sem ser aqui o Plano Critico? Queria conversar um assunto com você.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:19

@cristianodeandrade:disqus , nem conseguiram! A audiência foi a mais baixa de uma premiere de AoS… Vamos ver como a coisa segue…

Sobre o contato, claro! Mande um email para planocritico@gmail.com

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:19

@cristianodeandrade:disqus , nem conseguiram! A audiência foi a mais baixa de uma premiere de AoS… Vamos ver como a coisa segue…

Sobre o contato, claro! Mande um email para planocritico@gmail.com

Abs,
Ritter.

Responder
Cristiano de Andrade 24 de setembro de 2016 - 15:29

O objetivo dos produtores com esse motorista era atrair um novo publico e eles conseguiram, resta agora ver se a série não irá se perder querendo mostrar fantasiado toda hora. esperamos que não.

Ritter, tem algum meio de contato com você sem ser aqui o Plano Critico? Queria conversar um assunto com você.

Responder
Luiz Cardoso 24 de setembro de 2016 - 14:14

Não sei como avaliar esse episódio. por um lado, gostei da paleta de cores adotada (podia ser um pouco mais clara? podia), por outro não achei as tomadas inspiradas, muito pelo contrário…

Eu cheguei a uma conclusão parecida sobre as vantagens de encerrar AoS (mas na segunda temporada). Acho que faltou à Marvel e à ABC coragem e planejamento pra matar AoS a fim de criar um microuniverso mais coeso dentro do MCU. Veja bem, eu gosto dos personagens, acho que a maneira como eles tratam a Daisy digna de nota pra praticamente todas as séries do genero, o Coulson é um falastrão carismático e por assim vai.

O problema é que, além de ter fechado o ciclo de todos os personagens, AoS já nasceu limitada, existe um número finito de possibilidades quando sua história segue agencia paramilitar com poder de policia, sempre vai ser paranoia, traição, grupo fraturado/reunido.

Resumindo, nessa altura do campeonato eu preferiria que a SHIELD fosse desenvolvida offscreen através das outras séries do Marvel TV, meio que como um fio condutor que ligasse o universo televisivo.

Aproveitando o gancho, Ritter, to com a impressão que a Marvel quer repetir a formula da CW (talvez com um toque Netflix) no Freeform… Já são 3 séries em desenvolvimento e todas as propriedades tem uma carga dramática monstra com jovens adultos.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:24

É justamente meu ponto: se a ABC/Marvel tivesse usado AoS como trampolim para outras séries, teria sido bem mais interessante. E, realmente, a Shield é uma espécie de “cola” por trás de tudo…

Sobre a Freeform, confesso que estou com medo… Se caminharem para a CWização da Marvel, será um horror…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:24

É justamente meu ponto: se a ABC/Marvel tivesse usado AoS como trampolim para outras séries, teria sido bem mais interessante. E, realmente, a Shield é uma espécie de “cola” por trás de tudo…

Sobre a Freeform, confesso que estou com medo… Se caminharem para a CWização da Marvel, será um horror…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Cardoso 24 de setembro de 2016 - 14:14

Não sei como avaliar esse episódio. por um lado, gostei da paleta de cores adotada (podia ser um pouco mais clara? podia), por outro não achei as tomadas inspiradas, muito pelo contrário…

Eu cheguei a uma conclusão parecida sobre as vantagens de encerrar AoS (mas na segunda temporada). Acho que faltou à Marvel e à ABC coragem e planejamento pra matar AoS a fim de criar um microuniverso mais coeso dentro do MCU. Veja bem, eu gosto dos personagens, acho que a maneira como eles tratam a Daisy digna de nota pra praticamente todas as séries do genero, o Coulson é um falastrão carismático e por assim vai.

O problema é que, além de ter fechado o ciclo de todos os personagens, AoS já nasceu limitada, existe um número finito de possibilidades quando sua história segue agencia paramilitar com poder de policia, sempre vai ser paranoia, traição, grupo fraturado/reunido.

Resumindo, nessa altura do campeonato eu preferiria que a SHIELD fosse desenvolvida offscreen através das outras séries do Marvel TV, meio que como um fio condutor que ligasse o universo televisivo.

Aproveitando o gancho, Ritter, to com a impressão que a Marvel quer repetir a formula da CW (talvez com um toque Netflix) no Freeform… Já são 3 séries em desenvolvimento e todas as propriedades tem uma carga dramática monstra com jovens adultos.

Responder
Ricardo Heydersoon 24 de setembro de 2016 - 14:12

Gostei bastante do episódio. O que vc falou sobre encerrar a série, concordo e discordo. Ficou tão legal esse encerramento, mas não acho que era hora de encerrar. Acho que ainda dá pra fazer mais um arco e encerrar a série junto com a terceira fase do MCU. Isso abriria muitas portas, como personagens da série no cinema (quem sabe um possível filme dos Guerreiros Secretos) e encerraria um arco de todo o MCU. Acho que não ressuscitarem o Coulson nos próximos Vingadores seria um erro, pq acho que é hora de encerrar toda essa história que começou há quase nove anos. Os demais personagens poderiam ser explorados em outros filmes, tipo a Daisy no filme dos Inumanos.
Voltando sobre a série, os efeitos estavam sensacionais, a cena do carro dando piruetas no ar foi demais. Achei desnecessário a sexualização, mas acho que isso foi coisa de primeiro episódio, pra chamar atenção, ou assim espero. Já a violência e a sanguinolência nem tando, acho que esse soft reboot que vc citou permite isso, sem soar destoante, ainda que pareça exagerado e desnecessário. Espero que a introdução do Ghost Rider não abra portas para um mundo de pessoas fantasiadas, foi isso que me chamou atenção pra série desde a primeira temporada e ainda que os Inumanos tenham aparecido, a série sempre tratou de uma forma mais “como os humanos normais lidam com isso” do que “somos super-heróis, vamos salvar o mundo”. Espero que com ele mude apenas a criatura (de Inumanos pra seres sobrenaturais).
O Ghost Rider já foi confirmado como sobrenatural, mas Fitz-Simmons tentarão cientificar ele. Inclusive na promo do próximo episódio ele diz pra Daisy “Vc quer salvar minha alma, garota? Eu a vendi.” Ai a Daisy responde: “Para o diabo?”
Queria que aparecesse outros Ghost Riders, seria legal ampliar a mitologia.
Saudade das críticas, finalmente voltou!

Responder
Ricardo Heydersoon 24 de setembro de 2016 - 14:12

Gostei bastante do episódio. O que vc falou sobre encerrar a série, concordo e discordo. Ficou tão legal esse encerramento, mas não acho que era hora de encerrar. Acho que ainda dá pra fazer mais um arco e encerrar a série junto com a terceira fase do MCU. Isso abriria muitas portas, como personagens da série no cinema (quem sabe um possível filme dos Guerreiros Secretos) e encerraria um arco de todo o MCU. Acho que não ressuscitarem o Coulson nos próximos Vingadores seria um erro, pq acho que é hora de encerrar toda essa história que começou há quase nove anos. Os demais personagens poderiam ser explorados em outros filmes, tipo a Daisy no filme dos Inumanos.
Voltando sobre a série, os efeitos estavam sensacionais, a cena do carro dando piruetas no ar foi demais. Achei desnecessário a sexualização, mas acho que isso foi coisa de primeiro episódio, pra chamar atenção, ou assim espero. Já a violência e a sanguinolência nem tando, acho que esse soft reboot que vc citou permite isso, sem soar destoante, ainda que pareça exagerado e desnecessário. Espero que a introdução do Ghost Rider não abra portas para um mundo de pessoas fantasiadas, foi isso que me chamou atenção pra série desde a primeira temporada e ainda que os Inumanos tenham aparecido, a série sempre tratou de uma forma mais “como os humanos normais lidam com isso” do que “somos super-heróis, vamos salvar o mundo”. Espero que com ele mude apenas a criatura (de Inumanos pra seres sobrenaturais).
O Ghost Rider já foi confirmado como sobrenatural, mas Fitz-Simmons tentarão cientificar ele. Inclusive na promo do próximo episódio ele diz pra Daisy “Vc quer salvar minha alma, garota? Eu a vendi.” Ai a Daisy responde: “Para o diabo?”
Queria que aparecesse outros Ghost Riders, seria legal ampliar a mitologia.
Saudade das críticas, finalmente voltou!

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:27

@ricardoheydersoon:disqus , eu mesmo concordo e discordo comigo mesmo! Estou com uma espécie de dúvida existencial sobre AoS agora. Continuo gostando muito e estou admirado pela forma como a série amadureceu em 3 anos, mas sei lá…

O Ghost Rider dava para ser o protagonista de uma série solo. E poderia ser na ABC mesmo, sem fazer parte do mini-universo Marvel-Netflix. Era só colocar nesse horário mais tarde e diminuir a quantidade de episódios.

Mas foi um bom episódio de toda forma, ainda que para um começo de temporada tivesse que ter sido bem melhor.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:27

@ricardoheydersoon:disqus , eu mesmo concordo e discordo comigo mesmo! Estou com uma espécie de dúvida existencial sobre AoS agora. Continuo gostando muito e estou admirado pela forma como a série amadureceu em 3 anos, mas sei lá…

O Ghost Rider dava para ser o protagonista de uma série solo. E poderia ser na ABC mesmo, sem fazer parte do mini-universo Marvel-Netflix. Era só colocar nesse horário mais tarde e diminuir a quantidade de episódios.

Mas foi um bom episódio de toda forma, ainda que para um começo de temporada tivesse que ter sido bem melhor.

Abs,
Ritter.

Responder
Júnior Souza 24 de setembro de 2016 - 12:05

Muito boa sua crítica. Parabéns.
Sua crítica me fez pensar sobre essa 4a temp. ser um reboot da série. Realmente tem um pouco de cara de recomeço mesmo. Mas eu gostei.
Não vi contradição nenhuma nas suas opiniões. Mas entendo a sua preocupação, em função desse mundo polarizado nosso, de cada dia.

Ah Ritter, lá vem vc falar do escudo do coulson de novo…

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:28

Obrigado, @disqus_QJ7q0YNN0V:disqus ! Também gostei desse recomeço, mas é aquilo: acho que dava para acabar e abrir uma frente dupla com outras duas ou três séries complementares…

E quero mesmo o escudo do Coulson de volta! Vou até fazer campanha! #escudodeenergiajá

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 01:28

Obrigado, @disqus_QJ7q0YNN0V:disqus ! Também gostei desse recomeço, mas é aquilo: acho que dava para acabar e abrir uma frente dupla com outras duas ou três séries complementares…

E quero mesmo o escudo do Coulson de volta! Vou até fazer campanha! #escudodeenergiajá

Abs,
Ritter.

Responder
Júnior Souza 24 de setembro de 2016 - 12:05

Muito boa sua crítica. Parabéns.
Sua crítica me fez pensar sobre essa 4a temp. ser um reboot da série. Realmente tem um pouco de cara de recomeço mesmo. Mas eu gostei.
Não vi contradição nenhuma nas suas opiniões. Mas entendo a sua preocupação, em função desse mundo polarizado nosso, de cada dia.

Ah Ritter, lá vem vc falar do escudo do coulson de novo…

Responder
O Homem Honesto 24 de setembro de 2016 - 00:05

”O objetivo era óbvio: atrair novos espectadores, aqueles que precisam que super-heróis uniformizados apareçam em alguma série para que tenham vontade de assisti-la, os mesmos que desdenharam Agents of S.H.I.E.L.D. e que idolatram as porcarias da fábrica de bobagens chamada The CW”
Parei ai. Se vc não tem imparcialidade, então sua critica não pode ser respeitada!

Responder
planocritico 24 de setembro de 2016 - 01:19

Eu faço as críticas de Arrow aqui do site, já fiz as de The Flash e Supergirl (esta última não era tecnicamente da CW, mas sim dos mesmos showrunners) e assisti Legends of Tomorrow e concordo integralmente com as críticas feitas pelo meu colega Luiz Santiago. Acho as quatro séries MUITO ruins (The Flash é a menos pior) e, no caso das três primeiras, dei minhas razões para isso nas respectivas críticas. Portanto, minha frase reflete a minha opinião sobre as séries da CW dentro da minha crítica de AoS. Convido-o a ir lá nas minhas críticas das séries da DC da CW (fiz até de iZombie, que adoro, por sinal) e rebater minha abordagem lá.

Abs,
Ritter.

Responder
Nelson Alexandre Renner Soares 26 de setembro de 2016 - 04:51

A serie do flash é muito boa sim

Responder
Nelson Alexandre Renner Soares 26 de setembro de 2016 - 04:51

A serie do flash é muito boa sim

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:47

Não concordo. Acho uma série fraca. Melhor que Arrow, LoT e Supergirl, sem dúvida, mas mesmo assim fraca.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:47

Não concordo. Acho uma série fraca. Melhor que Arrow, LoT e Supergirl, sem dúvida, mas mesmo assim fraca.

Abs,
Ritter.

Responder
NOT jason todd 23 de setembro de 2016 - 23:50

Como é bom ver um bom motoqueiro(força do hábito) fantasma sendo adaptado.. Ouvi dizer que eles fizeram uma mistura de personagens ai dando ao robbie reys não o espirito de um louco satanista mas do próprio zarathos(o que é bom pois motoqueiro sem olhar da penitência é só um punk de cabeça quente huehue),embora eu acho que nada impede o Jhonny Blaze ou Danny Ketch de aparecerem tbm como motoqueiros, e pelo que mostraram até agr o personagem está fiel, ou seja um deus da vingança sem piedade que é mais forte que o hulk e mesmo o thor. Tbm estou louco para ver qual desculpa vão arranjar quando souberem o que o motoqueiro realmente é para dizerem que ele nao tem o direito de punir e vingar. Provavelmente eles irão mante-lo só por essa temporada na série e mandar um spin off só dele agora que monst wanted foi pro saco, acho que foi até por isso que fizeram tanto marketing, para ver a reação dos fãs. Espero que eu esteja certo.

Responder
NOT jason todd 23 de setembro de 2016 - 23:50

Como é bom ver um bom motoqueiro(força do hábito) fantasma sendo adaptado.. Ouvi dizer que eles fizeram uma mistura de personagens ai dando ao robbie reys não o espirito de um louco satanista mas do próprio zarathos(o que é bom pois motoqueiro sem olhar da penitência é só um punk de cabeça quente huehue),embora eu acho que nada impede o Jhonny Blaze ou Danny Ketch de aparecerem tbm como motoqueiros, e pelo que mostraram até agr o personagem está fiel, ou seja um deus da vingança sem piedade que é mais forte que o hulk e mesmo o thor. Tbm estou louco para ver qual desculpa vão arranjar quando souberem o que o motoqueiro realmente é para dizerem que ele nao tem o direito de punir e vingar. Provavelmente eles irão mante-lo só por essa temporada na série e mandar um spin off só dele agora que monst wanted foi pro saco, acho que foi até por isso que fizeram tanto marketing, para ver a reação dos fãs. Espero que eu esteja certo.

Responder
planocritico 24 de setembro de 2016 - 01:26

@disqus_oVP31CVmL5:disqus , ainda não está claro se ele é uma mistura ou se é o Motorista Fantasma com o espírito de Eli Morrow mesmo como na revista. Afinal, o pacto que Robbie faz com Eli ao final da publicação combina perfeitamente com o que ele aparece fazendo em The Ghost.

E não acho que esse Motorista serão tão “overpower” assim, pois destoaria demais da série como um todo. Em um spin-off (que eu gostaria muito que acontecesse) tudo bem.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 24 de setembro de 2016 - 01:26

@disqus_oVP31CVmL5:disqus , ainda não está claro se ele é uma mistura ou se é o Motorista Fantasma com o espírito de Eli Morrow mesmo como na revista. Afinal, o pacto que Robbie faz com Eli ao final da publicação combina perfeitamente com o que ele aparece fazendo em The Ghost.

E não acho que esse Motorista serão tão “overpower” assim, pois destoaria demais da série como um todo. Em um spin-off (que eu gostaria muito que acontecesse) tudo bem.

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 23 de setembro de 2016 - 18:49

Eu curti o episódio. Gostei do efeito do Ghost Rider.
A inclusão de A.I. e misticismo na série me empolga.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 19:40

As duas frentes – tecnologia e misticismo – podem dar mesmo boas histórias. Tomara que acertem!

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 19:40

As duas frentes – tecnologia e misticismo – podem dar mesmo boas histórias. Tomara que acertem!

Abs,
Ritter.

Responder
Batman 23 de setembro de 2016 - 18:49

Eu curti o episódio. Gostei do efeito do Ghost Rider.
A inclusão de A.I. e misticismo na série me empolga.

Responder
Junito Hartley 23 de setembro de 2016 - 16:16

Gostei pra caramba do episodio, so me incomodou mesmo um pouco foi a personagem da Dayse, muito chata ela, pensei ate que ela ia ganhar do motorista fantasma na hora do Fight, ainda bem que foram coerentes e o motorista deixou ela viver.

PS: O irmao cadeirante do Robbie é o Chris de fear twd, entao quer dizer que em fear o lixo do personagem dele deve morrer euaheuahuea

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 16:42

O que me incomodou na Skye foi a sexualização fora de lugar e o uso daquela maquiagem revoltada ridícula. Fora isso, acho que ela está em papel talhado para ela: alguém que atua fora do sistema, na clandestinidade. Gosto dela assim.

E sim, o Gabe é o Chris de FTWD. Não sei se ele sairá da série da AMC, pois a 2ª temporada já foi gravada e ele deve ter só uma ponta em AoS…

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 23 de setembro de 2016 - 16:16

Gostei pra caramba do episodio, so me incomodou mesmo um pouco foi a personagem da Dayse, muito chata ela, pensei ate que ela ia ganhar do motorista fantasma na hora do Fight, ainda bem que foram coerentes e o motorista deixou ela viver.

PS: O irmao cadeirante do Robbie é o Chris de fear twd, entao quer dizer que em fear o lixo do personagem dele deve morrer euaheuahuea

Responder
Inominável Ser 23 de setembro de 2016 - 15:32

Boa tarde.

Gostaria de saber, com a introdução do Motorista Fantasma no Universo Marvel Compartilhado, qual será agora o futuro do Motoqueiro Fantasma. Há possibilidade dos dois personagens coexistirem?

Responder
Inominável Ser 23 de setembro de 2016 - 15:32

Boa tarde.

Gostaria de saber, com a introdução do Motorista Fantasma no Universo Marvel Compartilhado, qual será agora o futuro do Motoqueiro Fantasma. Há possibilidade dos dois personagens coexistirem?

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 15:38

Sem dúvida, @giovani_coelho_de_souza:disqus . Eles coexistem nos quadrinhos já, tanto que o Motoqueiro ajuda o Motorista a controlar seu demônio interior na história de Robbie nos quadrinhos.

Na verdade, há mais do que apenas dois “Espíritos da Vingança” já convivendo no Universo Marvel. Portanto, a presença de Robbie na série não impedirá que Johnny Blaze ou Danny Ketch ou Alejandra Blaze ou algum outro apareça futuramente na série ou nos filmes.

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 15:38

Sem dúvida, @giovani_coelho_de_souza:disqus . Eles coexistem nos quadrinhos já, tanto que o Motoqueiro ajuda o Motorista a controlar seu demônio interior na história de Robbie nos quadrinhos.

Na verdade, há mais do que apenas dois “Espíritos da Vingança” já convivendo no Universo Marvel. Portanto, a presença de Robbie na série não impedirá que Johnny Blaze ou Danny Ketch ou Alejandra Blaze ou algum outro apareça futuramente na série ou nos filmes.

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 11:41

Ritter vc é foda! Ótima crítica Parabéns!

Eu curti o episódio, mas tbm me senti igual a vc, será que devia ter acabado? Será que vai conseguir manter o mesmo nível da terceira temporada? Foi muita informação de uma vez.
Ghost Rider foi muito foda e a cena do carro foi demais, mas depois que li sua crítica comecei a pensar sobre esse marketing e que ele só esta ali para chamar público (coisa que não deu certo até agora, a audiência foi menor que a do primeiro episódio da temporada anterior). Vi uma entrevista do Whedon falando sobre a série começar a abordar o que o filme do Dr. Estranho vai mostrar, isso pode ser legal de se ver!

Ps: curti o crossover Marvel/DC nesse episódio com a “Magia” e tbm prefiro o Coulson com escudo de energia!

Abraços.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 12:59

@claytonlucena:disqus , olá!

Eu fiquei remoendo um tempão essa impressão de venda marketeira da série. Ok, faz parte e tal, mas depois que eu olhei para trás e vi que as 3 temporadas anteriores fechavam de forma bem bacana a história (sem contar com o epílogo, claro), não pude deixar de comentar.

Sobre a audiência, realmente ela foi mais baixa, o que é uma surpresa. Isso certamente não deve ter caído bem lá nos escritórios da ABC e Marvel… Vamos ver o que vai acontecer…

Cara, nem fala da Magia… Ô personagem horroroso naquele filme desconjuntado…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 12:59

@claytonlucena:disqus , olá!

Eu fiquei remoendo um tempão essa impressão de venda marketeira da série. Ok, faz parte e tal, mas depois que eu olhei para trás e vi que as 3 temporadas anteriores fechavam de forma bem bacana a história (sem contar com o epílogo, claro), não pude deixar de comentar.

Sobre a audiência, realmente ela foi mais baixa, o que é uma surpresa. Isso certamente não deve ter caído bem lá nos escritórios da ABC e Marvel… Vamos ver o que vai acontecer…

Cara, nem fala da Magia… Ô personagem horroroso naquele filme desconjuntado…

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 14:21

HAHAHAHAHAH pensei que ela ia falar magia na hora que passou atrás da May.
Essa da audiência eu esperava pelo menos igual a da temporada anterior pelo fato do marketing ser todo feito em cima do Ghost Rider mas pelo jeito não deu certo, vamos ter que aguardar o restante dos episódios para ver o que vai acontecer.

Espero que os inhumans não sejam esquecidos nessa temporada!

Será que vão falar desse novo diretor nos Filmes? E queria o Coulson de volta nos filmes!

Abraços.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 15:02

Acho que os Inumanos ficarão em segundo (ou terceiro) plano. Os Cães de Guarda, pelo visto, os estão caçando e Tremor está tentando impedir. Diria que ficará assim, pelo menos por um bom tempo. Talvez eles voltem na segunda metade.

E espero que o Ghost Rider NÃO seja inumano. Se for, ficarei muito chateado.

Sobre o diretor, acho complicado em termos logísticos filmes fazerem crossovers com séries. Se for só uma menção, ok, mas aparecer mesmo acho difícil. E isso vale para Coulson também.

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 16:09

Sim deve seguir esse caminho mesmo, quero ver a trupe reunida pelo menos para fazer alguma missão, e nem fale isso do Ghost Rider ele não pode ser inumano espero, podia rolar um flashback da origem dele e tbm ligando ele ao pai da Sky.

Esse de aparecer nos filmes é complicado mesmo mas já que sempre falam de universo compartilhado não custa sonhar né? mas vale pelo menos uma menção só pelo fato do cargo Diretor da Shield, o Coulson a gente ate entende que esta “escondido” dos vingadores.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 16:14

Menção acho que não custa mesmo. Considerando que tivemos menção a Sokovia, Ultron e sei-lá-mais-o-que só nesse episódio, fazer o mesmo nos filmes não será difícil. E, se a SHIELD voltou a status operacional aberto, então ela deveria pelo menos em tese reentrar nos filmes, senão fica estranho…

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 16:14

Menção acho que não custa mesmo. Considerando que tivemos menção a Sokovia, Ultron e sei-lá-mais-o-que só nesse episódio, fazer o mesmo nos filmes não será difícil. E, se a SHIELD voltou a status operacional aberto, então ela deveria pelo menos em tese reentrar nos filmes, senão fica estranho…

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 16:26

Sim, verdade, ainda mais agora que é o Diretor da Shield.

Não custa nada nem que apareça em uma vídeo chamada, só pra gente ver que os filmes também estão ligados as séries e não só ao contrario com sempre foi. Até agora esse universo compartilhado com relação a isso esta meio falho.

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 16:26

Sim, verdade, ainda mais agora que é o Diretor da Shield.

Não custa nada nem que apareça em uma vídeo chamada, só pra gente ver que os filmes também estão ligados as séries e não só ao contrario com sempre foi. Até agora esse universo compartilhado com relação a isso esta meio falho.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 16:44

Uma viídeo-chamada basta. Eu sou partidário da tese que basta saber que tudo se passa em um universo só. Eu não me importo que uma coisa não sangre para a outra. Vide Demolidor e Jessica Jones que têm apenas menções de longe ao MCU.

Mas a SHIELD é coisa grande. Se ela voltou 100% à ativa, se ela não aparecer no próximo filme dos Vingadores vai ficar bem estranho…

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 16:44

Uma viídeo-chamada basta. Eu sou partidário da tese que basta saber que tudo se passa em um universo só. Eu não me importo que uma coisa não sangre para a outra. Vide Demolidor e Jessica Jones que têm apenas menções de longe ao MCU.

Mas a SHIELD é coisa grande. Se ela voltou 100% à ativa, se ela não aparecer no próximo filme dos Vingadores vai ficar bem estranho…

Abs,
Ritter.

Leonardo Sette Pinheiro 23 de setembro de 2016 - 17:03

Dentro dos boatos pelo menos Nick Fury deve estar no Vingadores 3… Mas vai saber… Fury e shield no MCU não são mais sinônimos.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 17:17

Nick Fury tem estado muito ausente… Espero que essas férias dele não amoleçam o cara…

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 17:17

Nick Fury tem estado muito ausente… Espero que essas férias dele não amoleçam o cara…

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 17:36

kkkkkkkkkk

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 17:36

kkkkkkkkkk

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 17:03

Se esquecer a Shield nos filmes é quase a mesma coisa que esquecer o tratado de Sokovia.

Mas no caso de Demolidor e Jessica, já sabemos que mais pra frente terá Defensores ai nem precisa um ficar aparecendo na série do outro, somente os secundários já esta bom demais.
Nem quero a Jessica aparecendo na série do Luke tbm (quero saber o que ele faz além de pegar ela).

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 17:03

Se esquecer a Shield nos filmes é quase a mesma coisa que esquecer o tratado de Sokovia.

Mas no caso de Demolidor e Jessica, já sabemos que mais pra frente terá Defensores ai nem precisa um ficar aparecendo na série do outro, somente os secundários já esta bom demais.
Nem quero a Jessica aparecendo na série do Luke tbm (quero saber o que ele faz além de pegar ela).

planocritico 23 de setembro de 2016 - 17:18

Sim, mas Demolidor e Jessica Jones mal tem ligações com o MCU em geral, notadamente os filmes. Eles estão lá como pano de fundo e só. Essas séries e Luke Cage, Justiceiro, Defensores e sei lá o que mais, formam um mini-universo Marvel-Netflix dentro do universo maior e gosto bastante disso.

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 17:18

Sim, mas Demolidor e Jessica Jones mal tem ligações com o MCU em geral, notadamente os filmes. Eles estão lá como pano de fundo e só. Essas séries e Luke Cage, Justiceiro, Defensores e sei lá o que mais, formam um mini-universo Marvel-Netflix dentro do universo maior e gosto bastante disso.

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 17:29

Sim é bem legal isso e por mim pode continuar assim sem nenhum problema o universo Netflix esta perfeito. Já no caso de Agents só pelo fato de já ter aparecido Nick Fury, Lady Sif, Maria Hill e até Gideon Malick (lembra dele na vídeo chamada falando com Fury no Vingadores 1) já valeu pra mim, gostaria de ver alguém da série no filme e agora seria a oportunidade perfeita, SHIELD voltando e ainda mais com um novo diretor, será que o Fury já está sabendo disso?

Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 17:29

Sim é bem legal isso e por mim pode continuar assim sem nenhum problema o universo Netflix esta perfeito. Já no caso de Agents só pelo fato de já ter aparecido Nick Fury, Lady Sif, Maria Hill e até Gideon Malick (lembra dele na vídeo chamada falando com Fury no Vingadores 1) já valeu pra mim, gostaria de ver alguém da série no filme e agora seria a oportunidade perfeita, SHIELD voltando e ainda mais com um novo diretor, será que o Fury já está sabendo disso?

planocritico 23 de setembro de 2016 - 17:53

Coulson poderia aparecer facilmente em um filme. Não acho essencial, mas não seria ruim não.

Abs,
Ritter.

planocritico 23 de setembro de 2016 - 17:53

Coulson poderia aparecer facilmente em um filme. Não acho essencial, mas não seria ruim não.

Abs,
Ritter.

lmd 25 de setembro de 2016 - 19:03

Shield aumentou a audiência das 22hrs em 82%, amore. E foi a melhor audiência da série desde a mid-season da 3ª temporada.

Responder
lmd 25 de setembro de 2016 - 19:03

Shield aumentou a audiência das 22hrs em 82%, amore. E foi a melhor audiência da série desde a mid-season da 3ª temporada.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 19:12

Mais ou menos. Foi 1.1 versus 1.7 da season premiere da 3ª temporada em contagem ao vivo. Só em live+3 (gravação por até 3 dias) é que houve uma boa subida – de 82% – para 2 e mesmo assim só ficou marcado como o melhor resultado da própria série, não em comparação com outras. Ou seja, ainda está longe de claramente ter caído no gosto popular, o que é uma pena, já que ela é melhor do que 90% das séries baseadas em quadrinhos por aí…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 25 de setembro de 2016 - 19:12

Mais ou menos. Foi 1.1 versus 1.7 da season premiere da 3ª temporada em contagem ao vivo. Só em live+3 (gravação por até 3 dias) é que houve uma boa subida – de 82% – para 2 e mesmo assim só ficou marcado como o melhor resultado da própria série, não em comparação com outras. Ou seja, ainda está longe de claramente ter caído no gosto popular, o que é uma pena, já que ela é melhor do que 90% das séries baseadas em quadrinhos por aí…

Abs,
Ritter.

Responder
Clayton Lucena 26 de setembro de 2016 - 11:14

Esta ai uma coisa que nunca vamos entender, pq será que essa série não da tanta audiência comparada com as outras séries de quadrinhos?
Pra mim a melhor da tv aberta é Preacher seguida de Agents, Gotham e Lucifer o resto vejo só por gostar de quadrinhos mesmo pq atualmente não esta agregando em nada!

Responder
planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:44

Acho que é pela ausência de super-heróis uniformizados a cada episódio como vemos em The Flash, LoT e Arrow.

Sobre Preacher, não é de TV aberta e sim da AMC, que é canal fechado. E é mesmo fenomenal!

Abs,
Ritter.

planocritico 26 de setembro de 2016 - 12:44

Acho que é pela ausência de super-heróis uniformizados a cada episódio como vemos em The Flash, LoT e Arrow.

Sobre Preacher, não é de TV aberta e sim da AMC, que é canal fechado. E é mesmo fenomenal!

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 26 de setembro de 2016 - 12:54

Sim verdade tinha me esquecido que era da AMC, mas conta por ser da tv e não de streaming rsrsrsrsr.

O universo de Agents é tão grande e tem tanta coisa legal que não da nem pra comparar com as outras da CW , links com o universo do cinema (fora as participações), Inhumans, Hydra e agora Ghost Rider já vale ser vista!

Eu tento fazer minha parte empurrando a série pra todo mundo que assiste as outras de super heróis, mas o que move esse mercado é a audiência dos EUA.

Clayton Lucena 26 de setembro de 2016 - 12:54

Sim verdade tinha me esquecido que era da AMC, mas conta por ser da tv e não de streaming rsrsrsrsr.

O universo de Agents é tão grande e tem tanta coisa legal que não da nem pra comparar com as outras da CW , links com o universo do cinema (fora as participações), Inhumans, Hydra e agora Ghost Rider já vale ser vista!

Eu tento fazer minha parte empurrando a série pra todo mundo que assiste as outras de super heróis, mas o que move esse mercado é a audiência dos EUA.

planocritico 26 de setembro de 2016 - 15:12

Também faço o que posso para fazer a galera assistir. Essa má vontade com a série é inexplicável…

Abs,
Ritter.

planocritico 26 de setembro de 2016 - 15:12

Também faço o que posso para fazer a galera assistir. Essa má vontade com a série é inexplicável…

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 26 de setembro de 2016 - 16:41

Inexplicável isso ne? hoje mesmo veio um amigo aqui do trampo me perguntar se eu tinha a primeira temporada de Flash no HD, falei que não mas que tinha Agents of Shield e ele pegou para assistir rsrsrsrsrsrsrsrsrs

planocritico 27 de setembro de 2016 - 22:31

Isso mesmo! Doutrinando os amigos! HAHAHAAHHAAHAHAH

Abs,
Ritter.

planocritico 27 de setembro de 2016 - 22:31

Isso mesmo! Doutrinando os amigos! HAHAHAAHHAAHAHAH

Abs,
Ritter.

Clayton Lucena 26 de setembro de 2016 - 16:41

Inexplicável isso ne? hoje mesmo veio um amigo aqui do trampo me perguntar se eu tinha a primeira temporada de Flash no HD, falei que não mas que tinha Agents of Shield e ele pegou para assistir rsrsrsrsrsrsrsrsrs

Clayton Lucena 25 de setembro de 2016 - 19:42

Que bom!

Responder
Clayton Lucena 25 de setembro de 2016 - 19:42

Que bom!

Responder
Clayton Lucena 23 de setembro de 2016 - 11:41

Ritter vc é foda! Ótima crítica Parabéns!

Eu curti o episódio, mas tbm me senti igual a vc, será que devia ter acabado? Será que vai conseguir manter o mesmo nível da terceira temporada? Foi muita informação de uma vez.
Ghost Rider foi muito foda e a cena do carro foi demais, mas depois que li sua crítica comecei a pensar sobre esse marketing e que ele só esta ali para chamar público (coisa que não deu certo até agora, a audiência foi menor que a do primeiro episódio da temporada anterior). Vi uma entrevista do Whedon falando sobre a série começar a abordar o que o filme do Dr. Estranho vai mostrar, isso pode ser legal de se ver!

Ps: curti o crossover Marvel/DC nesse episódio com a “Magia” e tbm prefiro o Coulson com escudo de energia!

Abraços.

Responder
Huckleberry Hound 23 de setembro de 2016 - 12:00

E tem gente que diz que DC e CW é a combinação perfeita kkkk o que se passa na cabeça deles se pelo menos tivesse a qualidade dos 100,iZombie e até Supergirl seria mas eu ainda tenho esperança já que o Flash não é um lixo completo ainda e o Arqueiro não era uma idiotice antes da terceira temporada,eu já fui fã do Arqueiro e ate hoje estou tentando esconder como essa série se transformou naquilo!

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 12:57

A CW está destruindo os heróis da DC. Nenhum se salva para mim. A melhorzinha é The Flash e mesmo assim com muita boa vontade. Arrow é o ponto alto da televisão ruim (ou seria ponto baixo?). Juro que não sei como é que iZombie escapou dessa sina…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 12:57

A CW está destruindo os heróis da DC. Nenhum se salva para mim. A melhorzinha é The Flash e mesmo assim com muita boa vontade. Arrow é o ponto alto da televisão ruim (ou seria ponto baixo?). Juro que não sei como é que iZombie escapou dessa sina…

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 23 de setembro de 2016 - 12:00

E tem gente que diz que DC e CW é a combinação perfeita kkkk o que se passa na cabeça deles se pelo menos tivesse a qualidade dos 100,iZombie e até Supergirl seria mas eu ainda tenho esperança já que o Flash não é um lixo completo ainda e o Arqueiro não era uma idiotice antes da terceira temporada,eu já fui fã do Arqueiro e ate hoje estou tentando esconder como essa série se transformou naquilo!

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 23 de setembro de 2016 - 09:33

Ah que alegria, as séries voltando…

Confesso que me assustei ao iniciar o episódio vendo o dress-up da Daisy, achei mtooo sem nexo com tudo que existiu em AoS até hoje.

O motorista e tudo que o envolve me deixou alegre e com esperança de uma história que saia do explicável e parta pro “mágico/místico”.

Menções a Ultron, sokovia e passado bem linkados.

Concordo com o sentimento de conclusão do big arco dessas três temporadas e acho que é a chance para desenvolver o próximo passo da shield, restabelecida oficialmente, com o tratado de Sokovia e novos protocolos “travando” algumas ações resultando numa criação da sword ou equivalente convergindo para dar um apoio ao MCU.

Que os inumanos não sejam esquecidos e que explorem bem tudo que puderem pra dar a nós um sentimento de universo compartilhado.

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 13:02

@leonardosettepinheiro:disqus , sim as séries estão voltando e começa a correria para acompanhar tudo!

O “momento calcinha” de Skye foi de dar vergonha alheia. Completamente deslocado e idiota…

Mas com certeza o Ghost Rider foi MUITO bacana e tem bom potencial ali, ainda que uma série solo fosse potencialmente mais interessante. É curioso que, nos quadrinhos, o primeiro super-vilão que essa versão do personagem enfrenta é justamente Calvin Zabo, o Mr. Hyde, pai de Daisy/Skye. Será que trarão Maclachlan de volta?

Tomara que o novo arco narrativo realmente funcione. Se Whedon e Tanchareon conseguirem, ficarei muito feliz!

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 23 de setembro de 2016 - 09:33

Ah que alegria, as séries voltando…

Confesso que me assustei ao iniciar o episódio vendo o dress-up da Daisy, achei mtooo sem nexo com tudo que existiu em AoS até hoje.

O motorista e tudo que o envolve me deixou alegre e com esperança de uma história que saia do explicável e parta pro “mágico/místico”.

Menções a Ultron, sokovia e passado bem linkados.

Concordo com o sentimento de conclusão do big arco dessas três temporadas e acho que é a chance para desenvolver o próximo passo da shield, restabelecida oficialmente, com o tratado de Sokovia e novos protocolos “travando” algumas ações resultando numa criação da sword ou equivalente convergindo para dar um apoio ao MCU.

Que os inumanos não sejam esquecidos e que explorem bem tudo que puderem pra dar a nós um sentimento de universo compartilhado.

Responder
Matheus Brito 23 de setembro de 2016 - 01:32

Olá, Ritter! Bom te encontrar de novo por aqui, com as críticas dessa série que amo tanto.

Vamos lá. Concordo com a máxima do “menos é mais”. Mas para alguns casos, apenas. Acerta – GoT: Vai terminar em sua 8ª temporada e no auge. Erram – TWD: Vamos pra 7ª, já apresenta sinais de desgaste, e os roteiristas querem que ela dure tanto quanto Star Trek. Supernatural: Preciso nem dizer nada, já deu o que tinha que dar.

Agents of SHIELD, pra mim, não encaixa nisso. A série tem muita história pra contar, muita coisa pra desenvolver, e infelizmente, é a única opção de história de heróis decente na TV aberta – sem contar com a ótima Gotham, que ainda não assisti.

Diante disso, fico contente com esse “soft reboot” que a série sofreu, pois abre novos caminhos e ramificações pro desenvolvimento. A mudança de horário vejo como um favorecimento, pois Agents se encontrava numa classificação que não lhe fazia jus. Não é uma sériezinha besta pra adolescentes que só sabem de ships e casaizinhos, não, bem longe disso. E agora se afastou ainda mais, o que me agradou profundamente.

E sobre a entrada do Ghost Rider, tenho nem o que dizer. Espetacular, apenas. Efeitos ótimos, ainda mais levando-se em conta que é TV aberta, e inserção totalmente orgânica. MAoS já consolidou os seus “mistérios de início” que houveram em todas os começos de temporadas. Na 1ª havia o mistério do TAHITI, na 2ª, os sinais estranhos vistos e desenhados por Coulson e o Obelisco, na 3ª o gigante “WTF” de aonde Jemma tinha ido parar e agora, o quem é, de onde veio e pra onde vai do Motorista.

Enfim, achei a estreia promissora, também espero que os roteiristas sigam com a acertada decisão de dividir a temporada em 2 arcos pra evitar o desgaste, e creio que essa 4ª será mais uma excelente temporada da da série.

Agora, esperemos pelos próximos episódios! Haha o/

Responder
Matheus Brito 23 de setembro de 2016 - 01:32

Olá, Ritter! Bom te encontrar de novo por aqui, com as críticas dessa série que amo tanto.

Vamos lá. Concordo com a máxima do “menos é mais”. Mas para alguns casos, apenas. Acerta – GoT: Vai terminar em sua 8ª temporada e no auge. Erram – TWD: Vamos pra 7ª, já apresenta sinais de desgaste, e os roteiristas querem que ela dure tanto quanto Star Trek. Supernatural: Preciso nem dizer nada, já deu o que tinha que dar.

Agents of SHIELD, pra mim, não encaixa nisso. A série tem muita história pra contar, muita coisa pra desenvolver, e infelizmente, é a única opção de história de heróis decente na TV aberta – sem contar com a ótima Gotham, que ainda não assisti.

Diante disso, fico contente com esse “soft reboot” que a série sofreu, pois abre novos caminhos e ramificações pro desenvolvimento. A mudança de horário vejo como um favorecimento, pois Agents se encontrava numa classificação que não lhe fazia jus. Não é uma sériezinha besta pra adolescentes que só sabem de ships e casaizinhos, não, bem longe disso. E agora se afastou ainda mais, o que me agradou profundamente.

E sobre a entrada do Ghost Rider, tenho nem o que dizer. Espetacular, apenas. Efeitos ótimos, ainda mais levando-se em conta que é TV aberta, e inserção totalmente orgânica. MAoS já consolidou os seus “mistérios de início” que houveram em todas os começos de temporadas. Na 1ª havia o mistério do TAHITI, na 2ª, os sinais estranhos vistos e desenhados por Coulson e o Obelisco, na 3ª o gigante “WTF” de aonde Jemma tinha ido parar e agora, o quem é, de onde veio e pra onde vai do Motorista.

Enfim, achei a estreia promissora, também espero que os roteiristas sigam com a acertada decisão de dividir a temporada em 2 arcos pra evitar o desgaste, e creio que essa 4ª será mais uma excelente temporada da da série.

Agora, esperemos pelos próximos episódios! Haha o/

Responder
planocritico 23 de setembro de 2016 - 13:07

@Brito_Matheus:disqus , obrigado por sua fidelidade! Pelo visto teremos muito para conversar.

Concordo com você que AoS pode ficar no ar mais tempo. Apenas acho que o trabalho das 3 temporadas iniciais foi redondo e bem acabado (não perfeito) e esse recomeço está marketeiro demais para o meu gosto. Eu simplesmente precisava abordar esse “gosto ruim na boca” que fiquei quando comecei a ver que o Ghost Rider tinha toda a atenção da publicidade e, agora, fiquei com medo quando descobri que a audiência caiu mesmo assim…

O caminho de amadurecimento da série é claro. Não tem espaço aqui para bobagens e, agora, com a possibilidade de uma pegada mais “dark”, a coisa pode ficar mais tensa ainda. Tomara que os showrunners saibam usar o espaço que têm.

Mesmo com minha reclamação inicial, gostei bastante do episódio. Foi um eficiente começo de temporada que, como disse, dá vontade de ver mais.

Vamos acompanhando!

Abs,
Ritter.

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais