Home TVTemporadas Crítica | Arrow – 3ª Temporada

Crítica | Arrow – 3ª Temporada

por Ritter Fan
384 views (a partir de agosto de 2020)

estrelas 0,5

Obs: Há spoilers das três temporadas. Leiam as críticas das demais, aqui.

A primeira temporada de Arrow é boazinha e mostra o potencial que o Arqueiro Verde tem na telinha. Minha esperança era que a DC/The CW trabalhasse em uma curva ascendente, corrigindo rumos como a Marvel/ABC fez com Agents of S.H.I.E.L.D. Mas, então, veio a segunda temporada e minha esperança foi fulminada. No entanto, perseverei e continuei assistindo a série, desejando fervorosamente que a produtora acordasse para o desastre iminente a que Arrow caminhava.

Acontece que o desastre veio rapidamente, já na terceira temporada, que é completamente descartável. O que era bonzinho na primeira temporada e tornou-se ruim na segunda, agora ficou imbecil. Sim, imbecil. E antes que venham com pedras na mão interpretando erroneamente o que disse, já digo logo que não quero dizer que quem assiste Arrow e gosta é imbecil. Nada disso. A série pode ser apreciada como um guilty pleasure, mas um guilty pleasure implica em a pessoa saber que é ruim, mas mesmo assim gostar (eu mesmo tenho vários guilty pleasures, basta ver, por exemplo, os números 2 e 3 de minha lista de filmes favoritos). O que fica difícil de entender são os elogios rasgados que os fanboys cegos derramam sobre a série, o que só me faz crer que esse pessoal realmente não tem salvação ou nunca na vida viu uma série de qualidade, limitando-se à oferta em geral fraca para mediana de séries baseadas em quadrinhos (com honrosas exceções, que só confirmam a regra).

E olha que minha conclusão sobre a temporada não advém de reclamações comuns por aí, como uns que alegam que Arrow tenta imitar Batman ou que a série tem muita coisa alterada em relação à versão dos quadrinhos do Arqueiro Verde ou coisas do gênero. Esses são aspectos irrelevantes. Meu olhar é muito mais pelos paupérrimos aspectos técnicos dessa temporada que detectei ao longo desses torturantes 23 episódios e que estão concentrados em roteiros abissais.

E, de fato, qualquer outro problema com essa temporada de Arrow empalidece perante seus roteiros, que parecem ter sido escritos em um carro em movimento por assistentes de estagiários das secretárias dos assistentes dos produtores. E esse é o ponto nodal de meu mais completo desapontamento com o trabalho desenvolvido, já que a mitologia do Arqueiro Verde, nos quadrinhos, é vasta e riquíssima e muitas ideias poderiam ter sido pinçadas aqui e ali não fosse a necessidade quase patológica de emburrecer e infantilizar a narrativa ao ponto de torná-la compreensível até por amebas.

Reparem, por exemplo, como cada episódio é estruturado. Em sua grande maioria, temos casos da semana entrecortados com uma história maior envolvendo a Liga de Assassinos e seu líder, Ra’s al Ghul (Matthew Nable), cuja existência já havia sido mencionada na temporada anterior. Agora, ele passa a ser um personagem fixo da série e, de certa forma, o grande vilão da temporada. Até aí, nada tremendamente errado, apesar de a majestade do vilão ser soterrada por sua completa subutilização ao longo dos episódios e uma atuação afetada de Nable.

A grande questão é que cada episódio (ou, para ser honesto, a grande maioria deles) acaba com 36 ou 37 minutos. Os cinco ou seis minutos finais são usados para o dénouement, que parece ser algo obrigatório e para artificialmente armar a situação do episódio seguinte. Isso demonstra a completa incapacidade do exército de roteiristas e dos showrunners Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg em organicamente inserir os elementos necessários para a fluidez da temporada dentro da narrativa de cada episódio. Reparem bem. A trama caminha lentamente até quando o relógio bate o 30º minuto e toda ela é, então, resolvida nos cinco ou seis minutos seguintes, com um “intervalo” que nos leva ao “gancho” para o episódio seguinte. É como se os roteiristas tivessem voltado no tempo, para os anos 90, quando esse artifício era mais constantemente usado.

Com isso, o resultado é de uma previsibilidade ímpar, com longos momentos arrastados e “marretados” na história unicamente para que possamos pular para a história seguinte. A inabilidade com os roteiros é assustadora.

Mas não é só a estrutura fajuta que merece comentários. A própria história não funciona, pois os episódios repetem a mesma fórmula para justificarem sua existência. Três fórmulas na verdade. A primeira delas é a tragédia, mas não no sentido grego da palavra e sim no sentido banal de hoje. É personagem que morre (o primeiro deles é a Canário, vivida por Caity Lotz, em uma sequência estupidamente blasé e altamente improvável dentro da própria lógica da série), outros que revivem (Oliver Queen, afinal, morre mais uma vez perfurado por uma espada enorme e jogado de um penhasco nevado e se recupera como se nada tivesse acontecido) e traumas que são lembrados (a forma como a segunda morte de Sara afeta seu pai é amadora).

A segunda delas é a revelação de mentiras e segredos e a criação de novos segredos e mentiras. Tudo é mentira ou segredo nessa série. Todo mundo guarda segredo de todos, menos a identidade “secreta” de Oliver Queen. Mesmo quando os personagens sentam para conversar justamente sobre essas mentiras, abrindo seus corações, outras mentiras pipocam do nada, sem que exista qualquer justificativa para mantê-las escondidas. E o pior é que todos almejam o mesmo objetivo geral e, mesmo assim, escondem aspectos de sua vida pregressa ou que aconteceram há horas atrás como se seu interlocutor fosse morrer se escutasse a verdade. Essa é, aliás, a desculpa para a absurda manutenção da segunda morte de Sara em segredo especialmente de seu pai, o agora capitão de polícia Quentin Lance. Como ele tem um passado de doença cardíaca, sua filha Laurel simplesmente decide manter Sara “viva” para todos os efeitos. Mas não é só aí que os segredos e mentiras são mantidos. Parem bem para pensar e tentem me dizer alguma dupla de personagens que não tem segredo algum. Pensaram? Pois é, a não ser que vocês estejam pensando em duplas completamente improváveis, todas os demais relacionamentos são construídos sobre palafitas frágeis de mentiras e verdades escondidas.

Dentro ainda do espírito dos “segredos”, há que se falar na estrutura de flashbacks, que marca a série e que foi objeto de elogios em minhas críticas nas temporadas anteriores. O flashback pode ser um artifício batido na televisão, mas o fato é que, em Arrow, seu uso constante, mas parcimonioso enriquecia a história como um todo, notadamente o passado de Oliver Queen em Lian Yu, ilha no Mar da China. No final da segunda temporada, porém, descobrimos (para surpresa de absolutamente ninguém, ou pelo menos ninguém que tenha alguma experiência com “reviravoltas” em séries de TV) que Oliver não ficou os cinco anos na ilha perdida. Ele foi recrutado por Amanda Waller – por razões que, se formos espremer e pensar muito, concluiremos que não faz sentido algum – da agência A.R.G.U.S. para ser um assassino trabalhando com Maseo Yamashiro (Karl Yune) e sua esposa ninja Tatsu (a Katana dos quadrinhos e porque todo personagem na série obrigatoriamente tem que ter alguma habilidade letal). O que vemos, então, na terceira temporada, é o desenrolar dessa relação tanto em Hong Kong, como também em Starling City (foram incontáveis as vezes que fui obrigado a revirar os olhos pela completa idiotice que é infiltrar um dos rostos mais conhecidos da cidade esperando que ele se mantenha incógnito). Mas, diferente dos flashbacks em Lian Yu, os novos são mal escritos e muito mais distraem e quebram o ritmo dos episódios do que qualquer outra coisa. Em outras palavras, uma das poucas características boas da série vai para o ralo na terceira temporada.

E, voltando para minha “lista de fórmulas” dos episódios dessa temporada, a terceira e última é o uso constante e repetitivo das aparições de novos personagens ou ressurgimento de outros. Essa, na verdade, sempre foi uma característica da série, que parece existir única e exclusivamente para satisfazer desejos fanboys de ver o máximo de seus personagens favoritos aparecerem nas telinhas. Com isso, há uma enorme pluralidade de vilões e heróis vicinais dos quadrinhos que surgem agora, como a já mencionada Katana, mas também o Pantera, Komodo, Cupido, Capitão Bumerangue (um cara que usa bumerangues para cometer crimes automaticamente perde meu respeito…) e um sem-número de outros. E isso sem falar, lógico em Ra’s al Ghul, que já tive a oportunidade de abordar mais acima, além de Ray Palmer, o Átomo.

Palmer (vivido pelo Superman Brandon Routh) já havia aparecido na segunda temporada, como o gênio bilionário benevolente que compra a empresa da família de Queen. Mas, como quase ninguém nessa série pode ser uma pessoa normal, é óbvio que ele tem o desejo secreto (mais segredo!) de ser um vigilante mascarado e, para isso, inventa uma armadura que tem mais usos que Bombril. Seu personagem bom-moço é tão raso, mas tão raso, que não existe arco de desenvolvimento. Ele começa e acaba a temporada exatamente como ele sempre foi, com algumas inexplicáveis (são explicáveis pelos roteiros péssimos, lógico) mudanças de caráter, como quando, da noite para o dia, ele passa a condenar as ações vigilantes de Arrow em mais uma absurda contradição. Sua presença, na série se justifica única e exclusivamente para dar mais um presente para os fãs e, lógico, para servir de “plataforma” de lançamento de uma nova série spin-off, Legends of Tomorrow.

Dentro ainda dessa terceira fórmula, há outro aspecto que mencionei algumas vezes mais para cima: todo personagem tem que transformar em alguma super-pessoa. Laurel Lance acha que pode substituir sua irmã na luta contra o crime e, com meia-dúzia de aulas de boxe, se transforma na Canário Negro. O mesmo vale para Roy Harper que se torna Arsenal e, automaticamente, um exímio arqueiro com cara de cachorro de rua. Até mesmo a irmã de Oliver, Thea, aprende, na noite para o dia (quase que literalmente) a ser uma máquina letal de combate. Os únicos que permanecem, por enquanto, incólumes, são o completamente perdido e quase sem função a não ser a de “Grilo Falante” John Diggle e a bibelô de nerd babão Felicity Smoak (realmente linda, mas com a mesma capacidade de atuação de uma maçaneta).

Como fica evidente pelos meus comentários, não há como construir uma narrativa com essa quantidade de problemas sérios no roteiro, que acabam afetando diretamente a já pouca capacidade do elenco em demonstrar alguma habilidade de atuação. Nesse ponto, aliás, os únicos atores que podem ser considerados como tais na série são John Barrowman (que vive o não-tão-sinistro-assim Malcolm Merlyn), David Ramsey (Diggle) e Paul Blackthorne (Quentin). No entanto, mesmo esses são soterrados pela inconstância dos roteiros que os utilizam mal e afetam seus respectivos caráteres.

Fiz um esforço enorme para realmente achar algum ponto de positivo nessa série e eles se resumem a dois: fotografia e montagem. Como grande parte da ação da série se passa de noite, o trabalho de fotografia noturna merece comenda, pois nem sempre os diretores de fotografia se utilizam dos “truques” padrão da indústria, como o famoso chão molhado e outros. Há, aqui, efetivo esforço em se trabalhar uma fotografia sombria, ainda que as situações sejam tão repetitivas e enfadonhas que não exista espaço para muita imaginação. Em termos de montagem, o grande trunfo é que a série evita a confusão o máximo possível, mesmo em algumas frenéticas sequências de luta e ação entrecortadas com cenas em outros locais. Há ótimo controle da técnica que permite o acompanhamento da série sem percalços (mas lógico que o roteiro pode ser perfeitamente compreendido até por um hamster).

Mas é só. Não há mais nada que realmente se salve nessa infeliz e imbecilizante temporada.

Arrow chegou ao fundo do poço. Foi uma queda vertiginosa, que nenhuma trick arrow pode resolver facilmente sem uma reformulação completa da estrutura da série. Mas a reformulação não virá, pois o rating continua alto. Uma pena, pois é um enorme oportunidade perdida.

Arrow – 3ª Temporada (EUA, 2014/2015)
Showrunners: Greg Berlanti, Marc Guggenheim. Andrew Kreisberg
Direção: Vários
Roteiro: Vários
Elenco: Stephen Amell, Katie Cassidy, Colin Donnell, David Ramsey, Willa Holland, Paul Blackthorne, Emily Bett Rickards, Colton Haynes, Manu Bennett, John Barrowman, Karl Yune, Rila Fukushima, Matthew Noble, J.R. Ramirez, Brandon Routh, Caity Lotz, Katrina Law, Audrey Marie Anderson, Celina Jade, Michael Rowe, Cynthia Addai-Robinson
Duração: 1056 min.

Você Também pode curtir

130 comentários

Ricardo Maffi 20 de maio de 2016 - 03:09

Quero só ver o tu tem a dizer dessa última temporada… Esperando o último capítulo pra encerrar de vez minha angústia. E já avisei, nunca mais! Esforço desumano só pra finalizar a temporada, com certeza nao existe mais paciência para acompanhar uma nova…

Responder
planocritico 22 de maio de 2016 - 19:13

@ricardomaffi:disqus, cara, essa temporada REALMENTE foi complicada…

Abs,
Ritter.

Responder
planocritico 22 de maio de 2016 - 19:13

@ricardomaffi:disqus, cara, essa temporada REALMENTE foi complicada…

Abs,
Ritter.

Responder
Ricardo Maffi 20 de maio de 2016 - 03:09

Quero só ver o tu tem a dizer dessa última temporada… Esperando o último capítulo pra encerrar de vez minha angústia. E já avisei, nunca mais! Esforço desumano só pra finalizar a temporada, com certeza nao existe mais paciência para acompanhar uma nova…

Responder
João Victor 4 de fevereiro de 2016 - 17:27

Eu acompanho a série The Flash, aí como tem muitos episódios em que eles se unem, ou tem diversas citações um do outro, coisas que só dava pra entender caso eu acompanhasse também a série Arrow, acabei começando a assistir por conta disso, mais para entender as referências que tinha no Flash.

Acabou que gostei bastante da 1ª temporada, com poucas coisas para reclamar, mas nada de grande impacto, e continuei assistindo independente do Flash, fiquei até tava ansioso para começar a 2ª temporada, que no meu ponto de vista, acabou passando na média, podia ter sido bem melhor, mas, ok!

Agora na 3ª temporada, aí doeu nos olhos, MUITA coisa forçada, essa paixão nada a ver do Oliver com a Felicity, que para mim não tem nem um pingo a ver um com o outro, e toda hora aquele Diggle ficava dando uns pitacos pro Oliver que ele gostava na Felicity e blabla, lamentável. Na verdade achei que ela e o Palmer tinha muito mais sentido, seja pela inteligência ou pelas ironia que fazem.

Laurel que com pouco tempo de treinamento já enfrentava os bandidos altamente equipados ou os assassinos da liga de igual pra igual, ah, conta outra!

E outras coisas muito forçadas, fizeram dessa temporada para mim o fundo do poço, termino a 3ª temporada sem a mínima vontade de assistir a 4ª.

E é triste pois podia ter sido tão melhor aproveitada…

Responder
planocritico 4 de fevereiro de 2016 - 20:17

Você ainda foi mais benevolente do que eu, @@jowvictor:disqus! Achei a primeira temporada de Arrow apenas ok, já achei ruim a segunda e a terceira foi (espero!) o fundo do poço. É a “anti-televisão”…

Estou assistindo a quarta a conta-gotas, sofrendo a cada episódio (já adianto que não começou melhor do que a terceira…)…

Abs,
Ritter.

Responder
Capitão Frio 8 de fevereiro de 2016 - 18:26

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA quero ser o primeiro a comentar sobre sua crítica da quarta temporada (parei de assistir no episódio 7 de tão tenebroso e vergonhoso que estava – o cúmulo foi o episódio com o Constantine). A situação melhora mais pra frente nos próximos episódios? Ouvi dizer que uma certa personagem digna de Emmy recebeu uma cadeira de rodas e tem um pai policial e não é a Barbara!

Mas admito que minha situação melhorou com a CW já que parei de assistir todas suas séries sobre heróis. Isso também vale pra equipe melacueca que faz o diabo com a Supergirl (mesmo sendo de outra emissora, é o mesmo trio genial de roteiristas e showrunners). Creio que não vão melhorar. Se por algum milagre acontecer, irei ler nas suas críticas.

PS: Não estou comentando na área de Agent Carter porque talvez só irei começar a segunda temporada na semana que vem. Fico animado por ter lido suas críticas positivas sobre os episódios. Adoro a série.

E quando AoS voltar, conte comigo lá. Já me atualizei e percebi uma melhora absurda.

Abr.

Responder
planocritico 8 de fevereiro de 2016 - 18:40

Cara, nem cheguei onde você parou de tão devagar que estou indo, “saboreando” cada escorregão de roteiro e anotando tudo em meu caderninho envenenado. Se a coisa não melhor MUITO, mas ABSURDAMENTE DEMAIS, prepare-se para uma crítica escaldante, vinda diretamente do fogo do inferno…

Olha, Agent Carter está bem legal. Comece a ver logo para podermos conversar sobre os episódios! E AoS tem sido a grande surpresa de 2015/6.

Abs,
Ritter.

Responder
Capitão Frio 8 de fevereiro de 2016 - 21:12

HAHAHAHAHAHAHAHA caderninho da vitória! Caramba! Parece que o negócio está feio mesmo, hein… Estaria essa crítica vinda do fogo dos infernos garantindo um merecedor 0 estrelas?

Sim, verei o mais rápido possível. E, concordo, AoS me surpreendeu demais.

planocritico 8 de fevereiro de 2016 - 21:36

Considerando que 3ª temporada levou meia estrela, tudo é possível…

Abs,
Ritter.

Capitão Frio 8 de fevereiro de 2016 - 21:54

E eu pensando que não tinha como piorar…

planocritico 10 de fevereiro de 2016 - 09:43

Sempre tem! Mas ainda tenho esperanças que melhore!

– Ritter.

Guilherme Daflon 2 de fevereiro de 2016 - 18:59

Ver a Laurel treinando uma semana, colocar uma mascara e sair batendo em dezenas de ninjas altamente treinados é o cúmulo.

É interessante como os heróis não poupam os capangas de flechas no peito e até tiros, mas quando chegam no manda chuva constroem uma ética que não se deve encostar nele.

A parte mais patética dessa temporada entre muitas foi quando o vilão facilita todo o seu plano dizendo que têm 4 localidades que o veneno vai ser espalhado, só faltou dizer onde, o que não foi um grande problema já que a Felicity usou o computador para calcular o local onde o vilão pensaria em usar, e com uma precisão absurda ela acertou.

E o pior é que nenhum personagem possui uma personalidade própria, já que a temporada é recheada de “polêmicas” entre eles, cujos personagens mudam de personalidade a todo momento apenas para se sentirem ofendido com algo.

A temporada poderia explorar bem melhor a “morte” do falso arqueiro na prisão, mostrando como a imprensa reagiu e como a população reagiria contra a polícia e principalmente contra o Lance após a criminalidade disparar, afinal os próprios bandidos se sentiriam mais animados para assaltar após a notícia.

E por último acho que a série se prejudica muito por ter que ter 23 episódios e assim como flash tem diversos mais do mesmo para poder cumprir a cota.

Responder
planocritico 3 de fevereiro de 2016 - 02:35

Arrow realmente é o fundo do poço em termos de séries de TV em geral e séries de super-herói em particular. Tudo o que você mencionou mais do que procede. Os showrunners se perderam completamente e temo que não haja mais salvação…

Abs,
Ritter.

Responder
Diogo Amorim 15 de janeiro de 2016 - 18:36

Desisti dessa série depois dessa terceira temporada, não da mais. Nunca achei ela grande coisa, as duas primeiras temporadas eram assistiveis, agora essa terceira virou galhofa de vez, piada. Esse Stephen Amell não sabe atuar, não tem expressão nenhuma, e a trama é chata demais, além de cansativa porque 23 episódios já deu né? Arrow é o fundo do poço das séries de Herói, não tem mais salvação, nem to acompanhando essa quarta temporada.

Responder
planocritico 16 de janeiro de 2016 - 22:32

@disqus_1xfUk6Tw8e:disqus, estou dando mais uma chance. Vamos ver se eles acertam alguma coisa na quarta temporada, pois a terceira TEM que ter sido o fundo do poço. Não consigo imaginar algo pior.

Abs,
Ritter.

Responder
Everson Rocha 11 de dezembro de 2015 - 19:05

Meu deus, até que fim achei um texto coerente, sem puxa saquismo! Achei que eu estava ficando maluco em não estar gostando dessa bosta. Gostei de sua critica amigo, apesar que em minha opinião exagerou em alguns quesitos. Arrow ficou um lixo, todo mundo virou Heroi, arqueiro e super deus, que merda é essa? Quando o ex amorzinho dele virou a canário negro a unica coisa que tinha que fazer era RIR, o pior é ver muitas pessoas aplaudirem isso. A forma que foi conduzida para ela virar herói foi muito cômica, rs. Enfim, uma serie igual ao jogador Keirrison, eterna promessa.

Responder
planocritico 11 de dezembro de 2015 - 19:30

Arrow era uma boa promessa, mas que foi piorando, piorando e chegou nessa terceira temporada absolutamente patética… Sobre eu estar exagerando, bem, com base em seus comentários, diria que não estou não, he, he, he.

Abs,
Ritter.

Responder
Nilton Castro 4 de novembro de 2015 - 19:58

Pois é… eu estava procurando crítica bem feita e caí aquí no seu cantinho. Fiquei surpreso pois há qualidade e bons detalhes. Sobre Arrow, NÃO tenho nada contra gays e gays NÃO tem nada contra mim. Então eu posso dizer q NÃO gosto do machismo de Sylvester Stallone e nem dos excessos gays de Arrow (poucos personagens masculinos NÃO usam batom ou massa na cara, o “bordão” é d doer e eu NÃO entendo por que herói tem q falar “grosso”. Mudinho não pode ser herói? São detalhes q acabam estragando o conjunto da obra. É isso, foi 1 prazer “ler” vc, obrigado!
P.S. Não sei se vc assistiu a série da Netflix “Call the midwife”, baseada numa história real pós segunda guerra mundial. Se não assistiu, é boa como 1 doce gostoso. (e agora vc é minha favorita! Q cafajeste eu, né?).

Responder
planocritico 5 de novembro de 2015 - 10:05

Que bom que nos achou, Nilton Castro!

Sobre Call the Midwife, não só já assisti, como fiz as críticas das duas primeiras temporadas. Aqui: https://www.planocritico.com/tag/call-the-midwife/

Abs,
Ritter.

Responder
Daniel Marques 18 de agosto de 2015 - 09:41

O Amell é fraco, e se nota desde o primeiro episódio. Aquela cara de “puta que pariu, e agora?” dele já deu o que tinha que dar.

Vamos lá…

A primeira foi boa. Gostei pela novidade, pelos flashbacks da ilha e tal, e o final foi legal. Daria uma nota 8.

A segunda… Hmmm… Realmente caiu, ficou enfadonha e, 23 episódios se tornou uma tortura imensa, mas assisti. Daria uma nota 5.

A terceira temporada eu comecei a assistir pelo megafilmeshd e desisti no 3º episódio. Ponto. Depois, zapeando pela GVT, vi um ou outro episódio perdido, e me assustei com a quantidade de ninjas, arqueiros e super’s existentes. Aí vi que tinha feito a coisa certa em desistir no início (tenho pena dos críticos, que, para tecerem os comentários, tiveram que ver tudo, hehehe).

E aos que não viram Demolidor ainda (Pai, perdoai-lhes, pois não sabem o que perdem), Arrow está para Demolidor, assim como uma cream cracker está para uma pizza da Pizza Hut, com borda recheada ao máximo. 🙂

Abraços!

Responder
planocritico 18 de agosto de 2015 - 15:14

@danielmarquesfernandes:disqus, acho que você resumiu bem as três temporadas… Foi escada abaixo mesmo, depois de uma primeira temporada razoavelmente promissora. Basicamente, Arrow caminhou em direção diametralmente oposta a de Agents of SHIELD (ou assim espero, pois SHIELD ainda está para entrar na terceira temporada).

E, realmente, Demolidor é um destaque em termos de séries de super-heróis. Não dá nem para começar a comparar com as outras… Mas sua correlação com cream cracker e a pizza do Pizza Hut foi realmente sensacional!

Abs,
Ritter.

Responder
Aline Silva 4 de agosto de 2015 - 12:28

Então, confesso que sou super fã e realmente não consigo entender como algumas pessoas não gostam rs, mas eu te entendi. Sabe, analisando bem, mesmo indo contra a minha vontade rs, acredito que a terceira temporada poderia ser melhor, me doí no coração dizer isso. Eu entendi a questão do roteiro, e também compreendi que ele está cheio de falhas. Mas mesmo para mim, que sou uma completa fã, deu para perceber. Esse vilão não foi mt convincente, e acho que foi derrotado muito fácil rs. Não sou um entendedora nata, comecei a ler quadrinhos agora, e antes de Arrow e Flash, a única série de herói que realmente assistir foi Smallville (A qual tbm não acho muitas críticas boas rs). Assisto outras séries, mas não deste universo. Sou uma pessoa que gosta muito da fantasia rs, então são coisas que me encantam muito. Eu não daria um 0 para terceira temporada, mas um 07, no final das contas não achei ela tão ruim. Aconteceram coisas bem legais, para mim, e não daria de jeito nenhum um 0. Sinceramente, acho que a terceira temporada terminou do jeito que deveria, é o fim de um ciclo, entende? é o que acho. Para mim, isso tudo é só uma evolução do arqueiro para arqueiro verde. Sei que a história não está sendo fiel com a dos quadrinhos, e sei que nos quadrinhos o arqueiro é muito mais foda! Mas o contexto da série é muito bom, eles só deviam organiza-la mais, ás vezes fica tudo meio estranho, coisas que acontecem do nada e tudo mais. Mas no fim das contas, acho que a quarta temporada será muito melhor e que ira superar a expectativa de todos.

OBS: Não acho Stephen um ator ruim, acho que ele está sendo realmente o que deve ser o arqueiro nessas temporadas, sombrio.

Bom, é isso rs
Só para deixar claro, não entendo muito do universo dos heróis, estou começando agora.

Responder
planocritico 4 de agosto de 2015 - 15:35

Olá, @disqus_5vLGzh45IJ:disqus. Obrigado por seu comentário.

Como disse na crítica, não há nada errado em gostar muito de alguma coisa que não é tão boa assim. Isso faz parte. Eu mesmo “sofro” muito disso. O importante é saber reconhecer os problemas, saber que eles estão lá, mas simplesmente escolher ignorá-los porque você gosta da obra mesmo assim. Acho perfeitamente aceitável e mostra inteligência.

Eu realmente espero que a quarta temporada seja melhor. Sinceramente, acho difícil fazerem algo pior que a terceira. Eu conferirei e trarei a crítica, pode deixar.

A única coisa que discordo de você é em relação a Amell. Ele não atua. Ele apenas “está” na série. Ele não esboça reação a nada, não muda a fisionomia, não faz nada que não seja empunhar um arco, dar aquela viradinha de pescoço e mostrar os músculos. Mas ele não está sozinho nessa incapacidade de atuar, pois a série sofre muito nesse quesito como um todo.

Abs e volte sempre!
– Ritter.

Responder
Aline Silva 5 de agosto de 2015 - 14:52

Voltarei sim rs
E quero ver suas críticas sobre as séries que acompanho. é sempre bom ter outros pontos de vista.

Obrigado pela resposta (:
Abs.

Responder
José Oliveira 12 de agosto de 2015 - 20:11

E Finalmente tou aqui de volta hehe.
Bom eu terminei Demolidor, realmente é tudo isso e muito mais…, porem acho que vale mais o esforço da Netflix, a série merece um enriquecimento estrutural, com certeza tem um elenco de peso e sem falhas, só achei alguns aspectos dos cenários da série meio escassos, fora isso foi ótima.

E também terminei The Flash e BOOOOM Mds, a série é ótima, como você falou o que atrapalhou foi o fato de ter ‘ O Vilão do dia’ os efeitos são bem legais, tem uns aqui e outros ali que deixa a desejar mas MDSSS , eu realmente gostei demais da série principalmente da season Finale deixou um gosto de ‘CHEGA LOGO SEGUNDA TEMPORADA’ fiquei bem animado.

E também terminei de Assistir Arrow 3° Temporada. Bom, o que posso falar, é que a Laurel mudou bastante na temporada, e pelo o que eu li acho que a nota foi meio pesada eu para mim dei na minha mente uma nota (2,5 de 5), Achei que a história do Ra’s ficou meio perdida, a mudança da irmã dele foi muito repentina, porém achei muitos comentários falando que a série tava intragavel, mas me peguei assistindo até 5 episódios de uma só vez na madrugada, igualmente como fiz com Demolidor, a temporada foi a mais fraca de todas, porem não achei ruim, nem bom acho que da pra CW fazer melhor.
4° temporada ta me trazendo boas expectativas.

Responder
planocritico 13 de agosto de 2015 - 15:14

@disqus_su3hHxGRIW:disqus, bem vindo de volta e obrigado pelos comentários!

Deixa eu comentar cada um deles, por série:

– Demolidor – Acho que a escassez combina com o estado da Cozinha do Inferno, um bairro em reconstrução. Além disso, a série tenta retrabalhar o estilo noir e funciona em grande parte pelos cenários mais espartanos e escurecidos.

– The Flash – Esse negócio de”vilão da semana” é chato demais. Irrita. Mas confesso que a história por trás de tudo – com Wells/Thawne, por envolver viagem no tempo e paradoxos temporais, é muito interessante. Só receio que eles tenham armado uma arapuca narrativa e tenham que desfazer muita coisa para a série poder continuar indefinidamente.

– Arrow – Essa temporada foi intragável para mim. Tudo muito ruim, bobo, pretensioso, com momentos extremamente mal escritos e atuações muito abaixo da média. Tenho sérias dúvidas que a série consiga se reerguer na próxima temporada. Mas descobriremos em breve!

Abs,
Ritter.

Lucineide Thomé 27 de julho de 2015 - 20:36

Onde posso assistir a 3° temporada?

Responder
planocritico 28 de julho de 2015 - 02:02

Hoje em dia, acho que legalmente só no iTunes.

Abs,
Ritter.

Responder
José Oliveira 23 de julho de 2015 - 02:36

Eu confesso que como fã da série fiquei meio surpreso com minha chegada pelo lado da crítica, (SIM É MINHA PRIMEIRA VEZ VENDO CRÍTICA) até me deu um desanimo, porem eu não deixo que opiniões reversas mudem o meu hábito.
Eu gostei realmente da Season 1 e 2, o Amell parece aquela garota do iCarly não muda a expressão facial dele, as cenas dos flashbacks foram perturbadoras vieram ficar boazinhas no final da 2° temporada, bom não posso falar nada ainda da 3°temporada pois ainda estou no início vejo vários comentários divididos sobre ela.
bom o mesmo aconteceu da 1° pra 2° da 2° pra 3° então vou apenas continuar acompanhando a série.
Suas críticas são bem construtivas e abre os olhos daqueles que não acham que a série é um mar de rosas e deixam passar os erros desesperadamente despercebido.

Responder
planocritico 23 de julho de 2015 - 15:29

É o que sempre digo: não há problema algum em gostar de material de qualidade duvidosa desde que a pessoa tenha um mínimo de senso crítico o que me parece que você tem de sobra. Continue assistindo sim, pois também assistirei e assim poderemos continuar conversando.

Abs,
Ritter.

Responder
José Oliveira 23 de julho de 2015 - 16:50

Irei começar agora demolidor antes a 3° temporada de arrow que sem dúvida eu realmente irei assistir.
eu queria saber o que você ta achando da 1°temporada de Flash, também estou pensando em assistir.
acha que vale a pena ou seria uma perca de tempo?

Responder
planocritico 23 de julho de 2015 - 18:32

Demolidor vale MUITO a pena. Tenho certeza que vai gostar.

Sobre The Flash, estou na metade da primeira temporada e o grande problema da série é a estrutura “vilão da semana”. Mas, tirando isso, o resultado final, até agora, é bem melhor do que de Arrow.

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Brito 21 de julho de 2015 - 18:37

Olha, ainda não tinha encontrado uma crítica que resumisse perfeitamente o que penso como essa sua fez. Todos os meus amigos me recomendavam Arrow, diziam-me que a série era boa, que valia a pena assistir, etc etc. Então, 2 meses antes da estreia da 3ª temporada, decidi fazer uma maratona da série, pra ver se era tudo isso mesmo. Confesso que gostei do que vi, apesar do insistente número de 23 episódios que fazem cada temporada ter mais episódios “soltos” do que os que estão necessariamente ligados à história. Agora, essa 3ª, foi de queimar os olhos. Episódio após episódio eu assistia apenas pela obrigação de terminar, porquê vontade mesmo eu não tive absolutamente nenhuma. E a season finale veio e apenas coroou a “merda” toda. Decidi prosseguir para a 4ª temporada, que será a última chance que dou para a série. Se não cumprir minhas expectativas, menos uma para acompanhar semana após semana.
Ah, e vou partir agora para as reviews de Agents of S.H.I.E.L.D. <3

Responder
planocritico 22 de julho de 2015 - 18:50

@disqus_SCtcjEMmme:disqus, nossa, você viu tudo de uma vez? Cara, isso deve ter feito mal a você. Sugiro que vá para um spa para desintoxicar o cérebro… HAHAHAHAHHAHAHAHA

Legal que você concorda comigo e nós nos encontraremos, provavelmente, no final da 4ª temporada dessa desgraça, pois também vou assistir para criticar.

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Brito 22 de julho de 2015 - 19:45

Mais ou menos, vi a 1ª e a 2ª temporada em 1 semana, deu uma média de 7 eps por dia… e sim, realmente, pra “”qualidade”” da série, uma desintoxicação cairá muito bem rs

E sim, assistirei a 4ª pra ver se a desgraça continua ou se teremos uma melhoria… torço por isso kk

Responder
planocritico 23 de julho de 2015 - 15:35

Sete episódios por dia??? Cara, não sei como você não enlouqueceu… 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 23 de julho de 2015 - 16:02

Eu ainda não tomei coragem de assistir a terceira temporada…. se e somente SE eu ficar sem nada pra assistir até as séries que eu acompanho voltar, vou tentar assistir tbm….

Afinal ainda nem vi DareDevil…

Responder
planocritico 23 de julho de 2015 - 18:29

Veja Daredevil!!!

Esqueça Arrow…

– Ritter.

Responder
Kate R 23 de junho de 2015 - 20:10

Eu, que era fã, parei de assistir. Nem o Amell como colírio não salvou a serie… Uma pena, tinha tudo pra ser sucesso… Rezando pra voltar Scherlock pra eu me sentir mais feliz com o universo lúdico novamente.

Responder
planocritico 25 de junho de 2015 - 01:47

Falando em Sherlock, como eles enrolam para lançar coisa nova, não é? Os dois atores ficaram concorridos e, agora, para reuni-los, é um trabalho infernal. 🙁

Abs,
Ritter.

Responder
Kate R 26 de junho de 2015 - 13:33

Vai ter um especial de natal no fim do ano e ano que vem, nova temporada. Tive a oportunidade de visitar o apto deles, onde é gravada a serie e em abril estou indo para a convenção mundial… Da pra ver o pouco fã que eu sou kkkk

Responder
planocritico 26 de junho de 2015 - 19:01

@disqus_WSa2IJCOaS:disqus, estava sabendo do especial de Natal, mas não fazia ideia que há uma convenção só sobre essa série… Onde será?

Abs,
Ritter.

Responder
Kate R 29 de junho de 2015 - 13:40

Sim, teve uma em abril do ano passado e terá novamente em 2016, provavelmente em abril também. Será em Londres. Eu vou! Fui em todas as locações de Breaking Bad tb… Vale muito a pena.

planocritico 29 de junho de 2015 - 16:09

Isso é que é fã de verdade, @disqus_WSa2IJCOaS:disqus! O resto é brincadeira de criança…

Abs,
Ritter.

Kate R 1 de julho de 2015 - 19:41

seria muito fanatismo rsrs, minhas irmãs moram lá… por isso! 😉 eu não iria só pelo Scherlock não kkkkk

planocritico 1 de julho de 2015 - 19:57

Fiz uma coluna chamada In Loco depois que eu visitei o Doctor Who Experience em Cardiff (veja aqui: https://www.planocritico.com/in-loco-1-doctor-who-experience/). Se você por acaso for mesmo na próxima conferência do Sherlock e topar, poderíamos montar um artigo semelhante com suas fotos e suas impressões, o que acha?

Se tiver interesse, vamos conversar por email em planocritico@gmail.com?

Abs,
Ritter.

Kate R 1 de julho de 2015 - 20:00

Vou conferir imediatamente! Poxa, eu ia AMAR montar isso sim. Iremos eu e uma amiga (fanática mais do que eu e viciada em séries também). Vai ser muito divertido!!!

planocritico 1 de julho de 2015 - 20:21

Respondi lá o email!

Abs,
Ritter.

Kate R 1 de julho de 2015 - 20:06

Esse link não carrega… te passei um email, me da um reply depois com a página para eu ver se vai…

Lurdinha Lima Vieira 20 de junho de 2015 - 14:03

Eu vejo muitas séries, já assisti sons of anarchy, true blood, game of thrones, walking dead, scandal, greys anatomy, vikings, Hannibal e muitas outras. Mas eu vejo Arrow justamente porque preciso pensar pouco, é uma série mais “leve” acho necessário para quem vive esse mundo das séries. Não me considero de jeito nenhum uma imbecil. Eu entendo o seu ponto de vista. Se tiver a 4ª temporada vou acompanhar por causa disso mesmo, a não ser que fique insuportável o que não é o caso para mim no momento.

Responder
planocritico 20 de junho de 2015 - 15:15

@lurdinhalimavieira:disqus, entendo perfeitamente o que você diz. E já fica evidente pelo seu pensamento que nem de longe você é uma imbecil. Você claramente sabe o que Arrow é e aprecia esse lado “não ter que pensar” da coisa e eu simpatizo 100% com isso. Também tenho séries que uso como “escape”.

Também vou continuar a ver Arrow para ver no que dá.

Obrigado pelo comentário!

Abs,
Ritter.

Responder
Caio Vinícius 5 de junho de 2015 - 13:52

Haha, eu nunca fui fã de arrow assisti a primeira temporada me arrastando, a segunda eu assisti enquanto fazia outras coisas essa terceira eu comecei a pular os episódios. Achei fraco demais, não consigo me prender a TV assistindo isso. Roteiro fraco, romances água com açúcar e reviravoltas inacreditáveis (no mau sentido). Isso sem falar no lenga lenga que foi o Felicity e Oliver.

Responder
planocritico 6 de junho de 2015 - 15:05

É, @caiovi:disqus… Dureza aguentar Arrow…

Abs,
Ritter.

Responder
Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 21:32

Tanta porcaria e é assim que as pessoas tratam uma das poucas séries de qualidade?
http://www.reactiongifs.com/r/wfi.gif

Responder
planocritico 31 de maio de 2015 - 02:51

Acho que você não vê muitas séries de TV…

– Ritter.

Responder
Anna 7 de fevereiro de 2016 - 04:34

Tenho certeza que não.
Sempre disse que Arrow era péssimo e um amigo meu sempre dizia: “nãão, é muito massa, tooodos os meus amigos assistem e adoram”
Aí eu pensava:”ou o gosto de todas essas pessoas é péssimo ou eu que sou a errada”

Acho que estava mais pra primeira opção mesmo 😉 Ainda bem que não sou só eu que não curto essa série 😀

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2016 - 09:23

@disqus_hBlp0b63IN:disqus, fique mais do que tranquila, pois seu gosto está no lugar. Uma coisa é ver Arrow, reconhecer os erros terríveis da série e mesmo assim gostar por gostar, como um divertimento bobo. Outra coisa é, como fazem muitos por aí, defender a série com unhas e dentes, como se fosse a melhor coisa do mundo…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 31 de maio de 2015 - 22:19

Qualidade onde? Cite um momento de qualidade na temporada por favor.

Responder
Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 18:05

Critica mais filho da puta que eu vi na vida…

Responder
planocritico 30 de maio de 2015 - 19:53

Ficou ofendidinho, foi?

HHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Responder
Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 21:19

Eu daria 5 ou 7 mas nada justifica dar 0 para essa temporada só no Rotten Tomatoes tem nota 10 ainda bem que a opnião dos haters não afeta muito.Na IMDB está com 8.0 e IGN 6.9 e você dar um 0 quanta ignorância nem sequer a diversão você considerou.

Responder
planocritico 31 de maio de 2015 - 02:50

Vamos lá: o ignorante sou eu que tento justificar minha visão com comentários lógicos (e que você não rebateu) ou o ignorante é você que (1) ataca o crítico com palavrões e (2) usa notas de outros lugares para dizer que a minha está “errada”?

– Ritter.

Responder
Gabriel Monteiro 28 de maio de 2015 - 22:21

ah, e esqueci de falar, o ator que faz o Oliver é talvez o pior que já vi na vida.

Responder
planocritico 30 de maio de 2015 - 20:01

@disqus_ckK5Ri7dcl:disqus, verdade, mas se fosse só esse o problema da série, eu ficaria feliz…

Abs,
Ritter.

Responder
Gabriel Monteiro 28 de maio de 2015 - 22:19

“Mesma capacidade de atuação de uma maçaneta”. kkkkkkkkkkkkkkkkk. Concordo 100% com essa crítica. Dá vergonha de ver essa série, a decisão dos personagens não faz sentido nenhum e é uma banalização absurda. A polícia do seriado pra mim representa uma ameaça menor do que uma borboleta e aqueles flashbacks , como vc já diz, são zzzzzzzz eterno. Pela total falta de criatividade, emburrecimento do roteiro e por me tratar como um imbecil, minha nota é 0.

Responder
planocritico 30 de maio de 2015 - 20:02

@disqus_ckK5Ri7dcl:disqus, o mais engraçado é a defesa cega que alguns fazem desse lixo. Não têm o menor senso crítico e só gostam de ver “heroizinho” nas telinhas…

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Brendel 26 de maio de 2015 - 12:54

Não acompanho mais Arrow desde a intragável primeira temporada, mas é bom ler críticas de qualidade para saber o que anda acontecendo no universo das séries da DC. Aliás, gostaria muito de ler uma crítica sua sobre Flash, vai sair? 😀 Abrass.

Responder
planocritico 27 de maio de 2015 - 17:25

Obrigado, @guilherme_brendel:disqus! Realmente, Arrow está difícil de aturar… Eu até relevei os problemas da primeira temporada justamente por ser a primeira…

Sobre The Flash, a série fica ao encargo da Melissa e não costumamos fazer críticas duplicadas. Não acabei de ver a temporada ainda (de tanto desgosto que Arrow me deu), mas, assim que acabar, faço meus comentários lá na crítica do último episódio que a Melissa fez.

Abs,
Ritter.

Responder
Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 18:06

Retardados filhos da puta esses haters são os únicos que estragam o show parem de assistir que é melhor pois já estão causando um câncer na internet.

Responder
planocritico 30 de maio de 2015 - 19:55

Geralmente, eu não aprovo comentários inteligentes como o seu, mas resolvi aprovar só para dizer uma coisa: @roberthydesouza:disqus, eu tinha desistido de assistir a quarta temporada, mas, com seu BRILHANTE comentário, mudei de ideia. Tenho certeza que você mal pode esperar para ler o que terei para escrever sobre sua série favorita!

– Ritter.

Responder
Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 21:22

Eu gosto de muitas séries tanto da DC quanto os da Marvel.

planocritico 31 de maio de 2015 - 02:48

E o que isso tem a ver com qualquer coisa? Você é daqueles que cai na esparrela Marvel x DC?

– Ritter.

Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 21:33

Tanta porcaria e é assim que as pessoas tratam uma das poucas séries de qualidade?

https://a.disquscdn.com/get?url=http%3A%2F%2Fwww.reactiongifs.com%2Fr%2Fwfi.gif&key=ZV5ayf3E8B-qHgXYYtpeHA&w=600&h=112

Anna 7 de fevereiro de 2016 - 04:39

como faz pra curtir pelo menos umas mil vezes esse comentário?

Responder
planocritico 7 de fevereiro de 2016 - 09:21

Que bom que aprova, @disqus_hBlp0b63IN:disqus!

E @guilherme_brendel:disqus , desculpe-me não ter respondido antes (às vezes deixo escapar), mas The Flash, agora, é escrita por mim e pelo Luiz Santiago e nós compartilhamos a mesma visão sobre a série. Se puder, confira as críticas por episódio mais recentes.

Abs,
Ritter.

Responder
José 23 de maio de 2015 - 18:43

CONCORDO PLENAMENTE, É INCRÍVEL COMO TODOS CONSIDERADOS “MOCINHOS” SÃO IMORTAIS NESSA SÉRIE. SEMPRE FUI FÃ DE ARROW MAS ESSA TERCEIRA TEMPORADA FOI UM DESASTRE. LAUREL DO NADA VIRA UMA JUSTICEIRA ASSIM COMO TODOS NA SERIE DECIDIRAM VIRAR JUSTICEIROS. O CUMULO É TENTAREM E VENCEREM NADA MAIS NADA MENOS QUE A CABEÇA DO DEMONIO COMO SE ELE FOSSE O SER MAIS INGENUO DO MUNDO, ENFIM, O QUE QUIS DIZER É QUE TUDO SEMPRE CONVERGE PARA O HERÓI SE DAR BEM, E NÃO MOSTRA A REALIDADE. TERIA SIDO MUITO MELHOR OLIVER NUNCA TER ENFRENTADO RA’S , DO QUE FAZER ELE COMO SE FOSSE UM “DEUS” SOBREVIVER A UMA ESPADA NO PULMÃO E UMA QUEDA DE UM PRECIPICIO…..

Responder
planocritico 24 de maio de 2015 - 17:31

@disqus_sUtCcXCAkh:disqus, disse tudo!

Abs,
Ritter.

Responder
Mauricio Ramos Thomaz 18 de maio de 2015 - 18:11

eu gostei. A suspensao da descrença é requisito numa serie de super herois e esta temporada foi mais variada do que as outras tanto que teve dois vilões principais e o surgimento de outros vigilantes.

Responder
planocritico 18 de maio de 2015 - 18:33

Mas repare que eu pouco reclamei desse aspecto. O problema maior é o roteiro descerebrado do começo ao fim e da completa esquizofrenia dos personagens em cara hora se bandear para um lado. E isso sem nem contar com as atuações…

De toda forma, a suspensão da descrença é requisito essencial para todo tipo de obra de ficção, por mais próxima da realidade que ela possa ser. No entanto, em seus primórdios no cinema e na TV, era função dos diretores e dos roteiristas criarem a suspensão.

Hoje, eles jogam qualquer coisa em nossos colos e somos nós – os espectadores – que temos que nos virar para aceitar qualquer absurdo que fere a própria lógica interna da obra. É o que acontece reiteradas vezes durante essa temporada. Quer um exemplo simples? Sara é uma ninja super-treinada pela Liga de Assassinos e é surpreendida por uma menina com 6 meses de treinamento. Ah, mas ela se surpreendeu pelo fato de ser Thea. Mas, novamente, ela é uma ninja super-preparada, ou não? Reparem quantas vezes Nyssa e os demais membros do clã sabem exatamente quem está ao redor e nunca são pegos de surpresa…

O mesmo vale para a própria morte de Sara. Ela levou três flechadas e caiu de um prédio relativamente baixo. Morreu.

Oliver Queen levou uma ESPADADA na barriga, em uma montanha nevada no meio do nada e CAIU de um precipício muito mais alto que o prédio de Sara. Precisou de uma semana, alguns curativos e pronto, saiu vivinho da silva.

São pequenas coisas que vão minando a suspensão da descrença completamente.

Mas reitero meu ponto aqui: esse não é, nem de longe, o maior problema da temporada. Há muitos outros problemas estruturais como deixei claro na crítica.

Abs,
Ritter.

Responder
Mauricio Ramos Thomaz 18 de maio de 2015 - 19:02

verdade. a morte da Sara e suas consequencias não fizeram nenhum sentido e foi o ponto fraco da temporada prejudicando toda a trama. Mas pelo menos nao teve mais aquela bendita ilha.

Responder
Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 21:42

E tudo isso justifica dar 0?Os maiores sites de críticas e revisões não pensam exatamente assim.

Responder
planocritico 31 de maio de 2015 - 02:55

@roberthydesouza:disqus, vejo que você realmente não leu a crítica… Afinal, não dei zero para a série.

– Ritter.

Responder
Kelsen Fonseca 18 de maio de 2015 - 16:09

Já vi que sou fanboy rs!

Responder
planocritico 18 de maio de 2015 - 16:28

@kelsenfonseca:disqus, não é pecado algum! 🙂

Abs,
Ritter.

Responder
Kelsen Fonseca 18 de maio de 2015 - 18:41

É difícil como fanboy aceitar todas essas críticas mas tenho q admitir q vc aborda vários pontos em q concordo. No entanto, acho q estão(não só vc) pegando pesado demais. Mas é bom ver pontos diferentes de vista. Espero que os responsáveis pela série vejam os erros citados pela galera e tentem não cometê-los mais de agora pra frente. E sim, Demolidor se saiu melhor. Abrs

Responder
planocritico 18 de maio de 2015 - 18:51

@kelsenfonseca:disqus, é sempre interessante mesmo ouvir os dois lados. Eu ainda digo mais sobre Demolidor, para ser bem justo com Arrow ou qualquer outra série semelhante (The Flash, Gotham, Shield…): a Netflix é um canal de streaming que (1) não precisa se preocupar com audiência como TV abertas se preocupam, pois vive de assinaturas e não de anúncios; (2) não é restringida pela “censura” imposta na TV aberta; (3) tem um formato de exibição de obras completamente diferente.

Portanto, ainda que, claro, Demolidor seja melhor (BEM MELHOR) que Arrow e do que essas outras séries que citei, fato é que não dá para comparar de maneria justa uma coisa com outra.

O grande problema fica mesmo no potencial inexplorado do Arqueiro Verde. Ele não cresce na série. A única coisa que serviu como “crescimento” foi ele tomar a decisão quase que repentina de parar de matar suas vítimas. De resto ele continua o mesmo, desde o primeiro episódio da primeira temporada.

Espero sinceramente que melhorem na próxima temporada.

Abs,
Ritter.

Responder
Kelsen Fonseca 18 de maio de 2015 - 19:31

Entendo e dessa vez concordo com 99% do que disse, exceto o “BEM MELHOR” rsrs.
Não desista ainda…abs

planocritico 18 de maio de 2015 - 19:49

@kelsenfonseca:disqus, não desistirei não. Decidi, depois de muito pensar, que vou ver a 4ª temporada, pois não é possível que os caras não melhorem essa série! 🙂

Abs,
Ritter.

Leonardo Sette Pinheiro 30 de maio de 2015 - 21:33

Isso ai, Ritter… vai virar seu novo stargate. …. guilty pleasure.

Concordo que é injusto comparar séries de canal aberto com pagos ou de streaming. Liberdades mto diferentes.

planocritico 31 de maio de 2015 - 02:53

@leonardosettepinheiro:disqus, ficarei muito feliz se Arrow se transformar no meu novo Stargate… Mas eu sinceramente duvido. Três temporadas e três planos de destruir Starling City…

Abs,
Ritter.

Leonardo Sette Pinheiro 1 de junho de 2015 - 10:37

hahaha… meu guilty dessa leva de séries novas é The Blacklist… mesmos problemas de séries de 20 e x episódios porém o James Spader domina cada cena… ao contrário de todos, ou pra ficar claro, 100% dos atores de Arrow nessa temporada que mal conseguem gerar a própria sombra.

Abraçar os HQ´s é o melhor que os produtores podem fazer pra salvar a série.

planocritico 1 de junho de 2015 - 13:18

James Spader é sensacional. Primeiro, vem de Stargate (he, he, he), segundo o cara fez Boston Legal que é uma série fantástica junto com o Capitão Kirk e, terceiro, o sujeito é o Ultron! Mas sério: vi dois episódios de Blacklist, percebei o potencial de ser fisgado e resisti à tentação em razão de outras séries que “precisava” ver antes, com Arrow… Mas realmente, não dá nem para começar a falar da capacidade de atuação de Spader e da galera de Malhação de Arrow…

Abs,
Ritter.

Junito Hartley 17 de maio de 2015 - 04:40

Concordo com tudo que foi dito na critica, alias so nao concordo com a nota, eu nao daria estrela nenhuma, a cada episodio que eu via me dava desgosto daquilo, vou parar de acompanhar, se melhorar talvez eu volte.

Responder
planocritico 17 de maio de 2015 - 17:55

@Junito_Silva:disqus, entendo perfeitamente seu ponto! Fiquei realmente na dúvida entre zero e meia estrela…

Abs,
Ritter.

Responder
Mikhael 16 de maio de 2015 - 17:14

Sempre achei essa série péssima, mas raramente tem alguma cena legal que lembra os quadrinhos.
Acho Diggle um bom personagem, mas muito mal desenvolvido.
É triste ver o potencial que tinha e o que fizeram com ele.

Responder
planocritico 16 de maio de 2015 - 21:08

@mikhaeldepaulabarriani:disqus, sua frase final é o que me deixa mais revoltado: o potencia desperdiçado é enorme…

Uma pena…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Mendes 16 de maio de 2015 - 15:49

Eu nunca comento alguma coisa, mas essa crítica merece.
[É UM COMENTÁRIO ENORME, DESCULPAS.]
Concordo plenamente com tudo que li. A cada episódio dessa terceira temporada, sentia um desgosto crescente, seja pela atuação bisonha do Stephen Amell (ainda que ele tenha QUASE me convencido que sente alguma coisa no episódio “The Fallen”) ou pelo roteiro mais raso do que o prato onde em tomo sopa. Os fanservices foram bem exagerados… É ruim até de lembrar. O season finale, nem se fala, ridículo.

Eu podia apontar mais incoerências, mas prefiro dizer: Agents of S.H.I.E.L.D hoje poderia ser uma das piores coisas que a Marvel havia criado, e agora é um dos condutores para o Universo Cinematográfico, graças à reformulação constante da dinâmica da série, além de um elenco bem competente em seus esforços e um roteiro coeso, divertido, que não subestima o espectador.

Para não dizer que sou injusto, cito aqui The Flash. A série também divide opiniões, mas na minha é uma das melhores coisas que a The CW produz. Mesmo com muitos erros saídos de Arrow, principalmente no desenvolvimento de dramas amorosos (a atriz que faz a Iris, socorro), a série não tem medo de se aprofundar na MITOLOGIA PRÓPRIA DO PERSONAGEM (por Deus, Grodd aparece! Uma série que não hesite em utilizar um gorila telepata merece meu breve respeito), além de ter um desenvolvimento familiar decente, cujos atores convencem (as cenas entre o Flash da série dos anos 90, John Wesley Shipp e o novo Flash, Grant Gustin, tem o tom certo e sincero de emoção). Sem falar que aqui o fanservice muitas vezes serve como fio condutor da trama (vide a aparição do Anel do Uniforme no episódio 9 e um uso dinâmico do mesmo no episódio 22 e a participação épica de Mark Hamill no episódio 17).

Arrow não merece toda a aclamação que tem (e olha que eu gosto das duas primeiras temporadas, E SOU FÃ – mas também consciente), e minha expectativa para a próxima equivale a algo próximo de -10. Confio muito mais que Barry Allen e Phil Coulson tenham um futuro melhor do que Oliver Queen.

PS: Acho mais provável o Lanterna Verde aparecer em The Flash do que em Arrow mas quem sabe?
PS 2: Estou empolgado, porém com desconfianças eternas a respeito de DC’s Legends of Tomorrow. O Doutor não te salvou várias vezes pra você se arriscar assim, Rory Williams!

Responder
planocritico 16 de maio de 2015 - 21:11

@disqus_6y30sGQ1nR:disqus, muito obrigado por seu comentário!

Sua comparação com AoS é perfeita. Enquanto uma série se acertou a outra perdeu o equilíbrio completamente e se afundou. Tomara que Arrow mude!

Não vi The Flash toda ainda, mas o que vi já é muito melhor do que o melhor de Arrow até agora. Portanto, tenho esperanças!

Por fim, Legends of Tomorrow parece, para mim, uma convenção de cospobre com viagem no tempo para parecer algo bacana… Mas julgarei de verdade quando assistir…

Abs,
Ritter.

Responder
Awos95 17 de maio de 2015 - 19:26

Eu já to cansando da serie no final da primeira temp D:
Assim até desanimo ah ver, mas tava afim de dar uma conferia em Flash exatente pelas loucuras quadrineaca que andam comentando, da pra entender a série de boa sem ver Arrow?

Responder
planocritico 17 de maio de 2015 - 20:10

Sim, The Flash e Arrow são bem independentes uma da outra. Pode ir sem medo.

Abs,
Ritter.

Responder
danimoes 16 de maio de 2015 - 01:53

Eu gosto de séries procedurais quando muda sua estrutura a
cada episódio (Buffy e The Good Wife), mas Arrow (como você comentou) repete a
formula em todos os episódios. E pior, o problema não está no número de capítulos, já que Person of Interest (minha série favorita atualmente) conseguiu criar episódios excepcionais nesse ano.

Achei que o Diggle iria encontrar o anel do Lanterna verde no final da temporada, mas o final foi pior do que eu pensava. kkk

A melhor cena foi na guerra do meio da temporada, Todo mundo
com madeira e pedra (incluindo a máfia) e o Diggle aparece com uma sniper.

Uma mulher que fez duas aulas de boxes é mais capacitada para
salvar a cidade do que um ex-militar.

Responder
planocritico 16 de maio de 2015 - 21:12

@disqus_nv7dATCVyA:disqus, a mesmice de Arrow foi mortal nessa temporada. Se a série tivesse 13 episódios, daria para aturar, mas 23 foi de lascar…

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 15 de maio de 2015 - 22:48

ritter oq vc espera da supergirl, e oq e essa legends of tomorrow?

Responder
planocritico 16 de maio de 2015 - 01:45

@disqus_p5Vt9bnmie:disqus, se eu tivesse que julgar somente pelos trailers que vi, diria que serão duas porcarias gigantescas. Mas é injusto fazer isso somente pelo trailer. Vou ter que conferir para ver se por acaso elas se salvam.

Abs,
Ritter.

Responder
cleverton 16 de maio de 2015 - 10:30

kkkkk entendi ritter

Responder
Cristiano de Andrade 15 de maio de 2015 - 23:09

Realmente a terceira temporada de Arrow foi péssima.Terminei de teimoso, pois já tinha desistido da série.
A parte mais complicada disso tudo é não poder criticar a série nos foruns, na rioda de amigos, pois pra todos ela é perfeita, se você critica vc é chato, um reclamão, não sabe o que é bom! é complicado! por isso quando me perguntam, eu digo ” achei mais ou menos ( com aquela vontade de dizer “Achei um cocô!” )

Não sei se tento a quarta temporada. não vejo esperanças pra série.

Melissa Andrade, você daria essa mesma nota pra temporada?

Responder
planocritico 16 de maio de 2015 - 01:42

@cristianodeandrade:disqus, cuidado que falar mal de Arrow dá cadeia! Estou esperando a polícia a qualquer hora aqui em casa…

Abs,
Ritter.

Responder
Melissa Andrade 16 de maio de 2015 - 16:16

Oi @cristianodeandrade:disqus! Não. Não daria apenas 0.5 estrela. Terminei de assistir a temporada ontem e apesar de concordar com algumas coisas descritas pelo Ritter, não acho que tenha sido uma completa bosta. Foi sim a temporada mais fraca até agora, o roteiro sambou bastante, não solidificou numa trama consistente, algo que irá mudar na 4ª temporada com a chegada desse Damien aí. Mas, no conjunto da obra, daria 2 estrelas. No todo foi regular e penou para tentar sair disso e não conseguiu. Ao menos os produtores reconheceram que erraram a mão e vão tentar melhorar para o próximo. Ficaremos no aguardo. Ou não, vide que muita gente desistiu da série.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 15 de maio de 2015 - 22:06

Acho que eu sou do futuro. ..Já tinha em mente 90% do que o ritter ia escrever…fiquei surpreso com a nota apenas.

Agora falando um pouco mais sério, o que me deixa bravo nessa série é a oportunidade perdida de fazer algo bom, entrelaçado com o universo da DC…em resumo, o desperdicio de uma oportunidade de pegar um personagem do segundo escalão e subir seu nível.

Responder
planocritico 15 de maio de 2015 - 22:12

@leonardosettepinheiro:disqus, se você é do futuro, de repente você pode se juntar ao grupo Legends of Tomorrow e voltar ao passado e esbofetear os showrunners de Arrow antes que eles cometam esse crime…

Mas falando sério, você achou que minha nota seria maior ou menor?

E concordo: o grande problema é saber do potencial e ver ele ir para o ralo com uma série péssima. Triste fim para um grande herói dos quadrinhos…

Abs,
Ritter.

Responder
Leonardo Sette Pinheiro 15 de maio de 2015 - 23:12

Zero estrelas.

Arrow e smallville e mãos dadas. Hahaha

Responder
planocritico 16 de maio de 2015 - 01:46

Zero é justo. Pensei em dar essa nota mesmo, mas fiquei com pena dos diretores de fotografia e montadores…

Abs,
Ritter.

Responder
Wesley Medeiros 15 de maio de 2015 - 20:59

Horrivel,imbecil,infantil,inutil,esquecivel. Sinceramente só vi até o final pq gostei da série na primeira temporada e quando gosto de algo é dificil de eu deixar de gostar,mas teve um ponto que dava dó de ver e ver nos comentários “que série foda,mds que episódio fantástico” quando na verdade episódios eram de doer os olhos. As mentiras foram absurdas e a desculpa ao final de que Malcon tinha planejado tudo desde o inicio com Oliver me pareceu meio forçado,aceitaria mais se ele tivesse se entregado ao Ra’s e depois tivesse planejado como se livrar daquela. E a Thea? mau gostava de brigar e do nada atira 3 flechas nas costas de um cara? fora tbm que disseram que ela nunca seria a mesma e depois d um soneca voltou tudo ao normal,incoerência total..
o Ra’s foi uma decepção incrivel,espera um vilão legal e ele chegou a ser chato em certo momento torci pra que Malcon vencesse ele e voltasse a ser o vilão.
As incoerências vão além de tudo isso,eles tinham o Flash o tempo todo como solução pra pegar o Ra’s e só usam ele pra libertar os caras no final? Maseo foi parecia um eletrocardiograma uma hora ajudava Oliver pelo passado dele,na outra achava que devia matar a própria mulher pq o passado não importava e ele gora era outra pessoa.
Flashbacks chatos,dava uma tristeza qnd começavam,além de totalmente incoerentes,a repetição de um líder do exército(como na primeira temporada), a mágica como tudo acontecia num único pedaço de uma cidade enorme,e Oliver achar uma irmã Gêmea da mulher da ilha(esqueci o nome) exatamente no mesmo pedaço onde tudo acontece e a policia e o governo chinês nunca se metiam o que tornava tudo mais estranho.
Oliver ficou pobre,arrumou dinheiro pra viajar e um carro?
sinceramente com esse final que teve os roteiristas podem rever seus conceitos e planejar melhor a temporada como um todo e não escrever um episódio por semana,planejando melhor a coerência da história e diminuindo um pouco a quantidade dos personagens,além de claro passar pelo menos um episódio onde ngm briga ou mente

Minha opinião,sem mimimi de fanboy por favor…

Responder
planocritico 15 de maio de 2015 - 21:41

@wesleymedeiros:disqus, obrigado pelo comentário! Exatamente o que eu penso. Tudo mal pensado e mal executado, claramente supondo (e acho que corretamente tendo em vista os ratings) que a série seria consumida por um público que não sabe o que é série boa e só quer ver “super-herói na tela” de qualquer jeito…

Abs,
Ritter.

Responder
NickSystem 15 de maio de 2015 - 19:23

Concordo plenamente com você Ritter. Parabéns pela análise honesta.
Na verdade, assisti até a metade da 3ª temporada e depois não tive mais ânimo para continuar, de tão ruim que está o roteiro. Bons atores foram sub-utilizados e outros que ainda precisam mostrar serviço, estão sendo supervalorizados.
Esse negócio de matar o personagem e depois revivê-lo virou clichê e cansativo. Diálogos vazios, romances desnecessários, interpretações de caráter duvidoso me levaram a desistir. É uma pena, pois Arrow tinha tudo para dar certo, mas a CW preferiu priorizar o rating.
Um abraço a todos!

Responder
planocritico 15 de maio de 2015 - 21:39

Valeu, @nicksystem:disqus. O fato de Arrow ter tido potencial é o que torna tudo mais doloroso. O personagem em si é interessante e eles poderiam ter feito algo minimamente bom, mas preferiram vender a série para pré-adolescentes bobões…

Paciência…

Abs,
Ritter.

Responder
Filipe Isaías 15 de maio de 2015 - 18:42

Se esse mundo dos heróis fosse como futebol, seria mais ou menos assim: Os filmes seriam a Série A; as séries seriam a Série B, onde Arrow estava. Estava. Arrow caiu pra Série C, com todas as ‘honrarias’. Pra quem curte fan pages ou fóruns (será que ainda existem?) de Arrow, a alguns meses surgiu uma praga chamada “olicity”. Talvez já tenha ouvido falar. A maioria das discussões sobre a 3 temporada eram sobre quem fica com quem e não sobre o enredo (pensando bem, que enredo mesmo?). E como essa –insira palavrão aqui– dá audiência, os inteligentíssimos (sem ironia dessa vez) roteiristas trabalharam nisso até a última cena do último episódio. E eles não vão parar por aí.

Mas, ainda há salvação. Nossa querida série The Flash, que está fazendo um trabalho muito decente, pode, nesse final de temporada, iniciar o Flashpoint. Isso mesmo! E isso pode mudar algumas coisas já que viagens ao passado sempre mudam o futuro/presente. Great Scott! Quem sabe essa temporada nunca tenha existido. Bem, espero que isso se concretize. Ótima crítica, diga-se de passagem.

Abs.

Responder
planocritico 15 de maio de 2015 - 21:37

@filipeisaas:disqus, acho que você foi benevolente demais. Série C? Eu diria que, da série B, o time foi desmantelado e virou time de várzea do interior… Ou nem isso… Uma pelada de final de semana com um bando de pereba.

Sobre “olicity”, sim, ouvi falar e li em ao menos uma crítica de site grande por aí que esse foi um dos aspectos POSITIVOS da série. Eu não consigo nem entender como alguém pode levar em consideração essa besteira completa na série, quanto mais usar isso como ponto positivo em uma crítica séria…

Abs,
Ritter.

Responder
Denis Kellar Tarantino 15 de maio de 2015 - 18:32

Ja nao tinha vontade de ver agora perdi qualquer resquicio de querer ver essa serie do Batman..
E olha q eu to curtindo Flash q tem funcionado como procedural, algumas vezes.
Mas essas series baseadas em quadrinhos parecem q estao bebendo da fonte errada nos quadrinhos (parece q tem alguem fa dos anos 90 na serie), falo isso por conta das criticas negativas de Arrow e pela novela q foi Gotham.

Responder
planocritico 15 de maio de 2015 - 21:34

@deniskellartarantino:disqus, fique com The Flash. Passe longe de Arrow, pois parece Barrados no Baile, só que pretensamente sombrio e 100% emburrecedor…

Abs,
Ritter.

Responder
Roberthy de Souza 30 de maio de 2015 - 21:27

Não ligue para os haters assista Arrow também você pode até entender o Flash como os crossovers legais melhor não deixa a ignorância afetar seu bom senso.

Responder
planocritico 31 de maio de 2015 - 02:50

@roberthydesouza:disqus, deixa eu explicar uma coisa que talvez mude sua visão de mundo: a pessoa que não gosta da sua série favorita não é necessariamente um hater. Você LEU a crítica? Discorda ou concorda TECNICAMENTE com o que eu disse?

– Ritter.

Responder
Rilson Joás 15 de maio de 2015 - 17:17

Concordo com cada letra. Eu mesmo não aguentava mais a fórmula Oliver esconde segredo, briga com Diggle e com mais algum personagem, Felicity chora, eles voltam a se unir porque algum ladrão de pirulitos apareceu e o episódio termina com uma super-hiper-revelação que na realidade era apenas a maior idiotice do mundo.

A tentativa de fazer o masterplan de Malcolm que vinha desde o episódio 1 parecer impressionante, genial no foi simplesmente não mais eficiente que colocar um gato pra avisar ao dono da casa que tem um bandido na casa, a menos que se veja o futuro e considere as 500 variáveis é impossível que Malcolm tenha planejado chegar a Ra’s apartir de influenciar sua filha a matar a Sarah. É um total nonsense que só mostra que não tem como essa temporada não fez o menor sentido.

Eu só espero que essa escrita maluca dessa equipe não estrague The Flash e Supergirl, porque do jeito que vai…

Vamos dedicar um parágrafo ao trailer de Legends of Tomorrow: NO, GOD, PLEASE, NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO.
Aquilo não faz o menor sentido! O MENOR SENTIDO! Porque chamam vilões pra equipe: “Porque no futuro nenhum de vocês é herói ou vilão, vocês são lendas”. WTF? Lendas do crime? Vamos ressuscitar a Sarah Lance, mas como já temos uma Canário Negra, vamos subestimar a inteligência de nossa audiência e chamemos ela de Canário Branca (Seriously?), “Eu venho do futuro montar essa equipe, porque no futuro vocês são uma equipe” (Tinha como ser mais babaca a discussão entre destino vs livre-arbítrio?). Doeu na mente e no coração.

Com esse pessoal, não tem jeito, a Marvel ganha da DC na telona e na telinha.

Responder
planocritico 15 de maio de 2015 - 21:32

@disqus_fYzC6RP299:disqus, a cada episódio que passava, eu sentia meu Q.I. escorrendo pela testa… Devo ter perdido uns 20 a 30 pontos ao longo da temporada…

Sobre Legends of Tomorrow, cara, imagino a reunião dos produtores:

– Temos um bando de herói mequetrefe aqui. O que fazer?
– Ah, bora colocar os caras todos juntos tipo Liga da Justiça dos pobres.
– Mas aí vai dar problema com a Liga verdadeira que a DC tá cortando um dobrado para criar.
– Não tem problema, chamamos os caras de outra coisa qualquer que a galera vai endoidar de todo jeito, pois nosso público é formado de impúberes sem noção.
– Que tal de Heróis do Amanhã?
– Para tudo!!! Heróis não! Esses caras não são lendas? Lendas do Amanhã! Sou brilhante!

Entra do estagiário.

– Chefes, como assim do amanhã? A série se passa no futuro?
– Cala a boca sua besta!
– Tu não sabe nada, inocente!
– Mas chefes, porque lendas do amanhã se eles são de hoje?
– Porque fica mais bacana assim, panaca…
– Mas, mas… Se ao menos tivesse viagem no tempo!
– Seu imbecil! Tá demitido!!! Fora daqui!!!

O estagiário sai, cabisbaixo.

– Tive outra ideia. Já que eles são Lendas do Amanhã, que tal enfiar no meio viagem no tempo?
– OOOOOHHHHHHHHH!!! Você é um gênio!!!!!!!! (coletivamente)

Pronto, taí sua explicação, meu caro!

Abs,
Ritter.

Responder
Rilson Joás 16 de maio de 2015 - 02:02

LOL, perfeito. Só faltou o estagiário se jogando pela janela.

Responder
planocritico 16 de maio de 2015 - 21:13

Ou, mais provável, sendo jogado pela janela…

– Ritter.

Responder
Mandarim 15 de maio de 2015 - 17:29

A primeira coisa que pensei quando terminei de ver essa enfadonha temporada foi na crítica-reação de Ritter Fan. Obrigado, caro amigo, minhas expectativas foram correspondidas. Não sei qual foi a mais ridícula, essa terceira de Arrow ou Gotham. A situação nunca esteve tão ruim…

Responder
planocritico 15 de maio de 2015 - 21:33

@disqus_QlnhxUMIhi:disqus, cara, eu sofri muito vendo essa desgraça. Realmente não consigo entender os elogios que tenho lido por aí… Vou pensar seriamente se continuo ou não…

Abs,
Ritter.

Responder
Mauro Guimaraes 15 de maio de 2015 - 22:22

Kkkkkkkkk, concordo plenamente!
Pelo que vejo, o único ponto positivo da série foi poder ler o comentário do Ritter ao final da temporada!!

Tava na dúvida se assistia essa temporada ou não, tava…

Depois da excelente série da Marvel/Netflix “Demolidor”, está cada vez mais difícil assistir essas séries feitas para fanboys…

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais