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Crítica | Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X06: Adapt or Die

por Ritter Fan
331 views (a partir de agosto de 2020)

  • Há spoilers do episódio e da série. Leiam, aquias críticas dos outros episódios e, aquide todo o Universo Cinematográfico Marvel.

Alguma hora a derradeira temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. tinha que apresentar um episódio menos do que excelente e Adapt or Die, que fecha o mini-arco dos Anos 70, é o primeiro a comparativamente desapontar. A ênfase está no “comparativamente”, pois o episódio continua sendo bom, com belos e emocionantes momentos que trabalham muito bem especialmente Mack e sua relação com os pais e a conexão entre Coulson e May, mas ele é menos competente ao lidar com o restante, inclusive sua temporalidade, o grande achado dessa primeira metade, já que como muito do que se passa acontece no Farol, estar ou não nos anos 70 não afeta a narrativa como antes.

Tudo bem que esse episódio parece ser a ponte entre dois momentos distintos, um que vinha trabalhando mini-arcos ao longo das décadas nos bastidores do Universo Cinematográfico Marvel e outro que… bem… pode ser qualquer coisa, mas que desconfio que focará mais nos Chronicoms e menos nas referências e trará Fitz de volta. Mesmo que essa minha impressão não proceda (e não, eu não vejo previews e nem leio absolutamente nada sobre episódios futuros), o fato é que o capítulo vai além do “fechamento de década” e mergulha com um pouco mais de detalhes no modus operandi dos vilões sintéticos e suas intenções, algo que a conversa de Coulson com Sibyl (Tamara Taylor) em ambiente virtual sobre a natureza humana deixa bem claro, inclusive trazendo a primeira vitória efetiva da equipe contra os alienígenas mesmo considerando o sacrifício – temporário, lógico – do LMD mais simpático do mundo.

Em termos estruturais, a direção de Aprill Winney (sério, com dois Ls?) revela escolhas equivocadas, como a forma como ela lida com o ataque ao Z1 pelos Chronicoms usando o sistema de defesa do Farol. A ação é toda truncada, sem uma resolução, sem uma lógica conectiva com o momento seguinte que mostra o avião danificado lançando Mack e Elena em uma missão de resgate dos pais dele. É quase como se a diretora quisesse se livrar desse preâmbulo logo, de qualquer jeito, para focar no lado sentimental da série e eu nem a culpo por esse afã, ainda que ela pudesse ter tido um pouco mais de cuidado para transportar nossos heróis do ponto A ao ponto B.

Mack é, sem dúvida alguma, um dos melhores personagens que não fizeram parte da equipe original e seu arco com sua filha no Framework foi belíssimo e, claro, tristíssimo. Ele merecia alguns momentos de felicidade além de sua relação amorosa com Elena e o resgate de seus pais veio justamente para nos trazer isso, com a dupla de atores – Paulina Lule e Sedale Threatt Jr. – logo estabelecendo química com Henry Simmons. Mas DJ Doyle tinha outros planos e seu roteiro cozinha em chama lenta aquele tipo de reviravolta que sabemos que é inevitável, mas que queremos a todo custo que não aconteça de jeito nenhum. Quando tudo está maravilhosamente bem no Quinjet, eis então que John coloca a mão no ombro da detectora de Chronicoms Melinda May e pronto, tudo começa a desabar exatamente como imaginávamos, acrescentando ainda mais dor ao grandalhão de coração maior ainda.

Voltando brevemente a Coulson e May, os dois presos na sala de interrogatório do sempre simpático Rick Stoner recria à perfeição aquela relação gostosa dessa dupla, um agora robô e a outra só sentindo os sentimentos dos outros. Não só as provocações de Coulson parecem quebrar a barreira psicológica(???) de May, como coloca o ex-diretor da S.H.I.E.L.D. na direção de seu sacrifício no subsolo do Farol, momento que é tratado com solenidade, mas sem chorumelas, já que a morte não combina bem com esse personagem de toda forma e nós já estamos cansados de saber disso.

Infelizmente, porém, tudo que envolve o cativeiro de Daniel e Daisy, por mais que os dois personagens sejam adoráveis, não funcionou em termos dramáticos. Essa subtrama é corrida demais, com um Nathaniel Malick fazendo as vezes de vilão afetado de filmes de 007 tornando-se inumano em questão de minutos (ok, foram horas, mas vocês entenderam) em experimentos off screen e derrubando o teto sobre sua cabeça em um encerramento – pelo momento ao menos – completamente anti-climático que não consegue cumprir sua função de nos fazer sequer temer pelos personagens. Tinha a impressão que Sousa seria usado de maneira um pouco mais eficiente nesse arco dado o destaque que foi sua salvação no arco dos Anos 50, mas, pelo visto, ele foi apenas escolhido como o par da outra personagem que está sendo escanteada na temporada. Resta só torcer para que esse quadro seja revertido, já que, pessoalmente, adoraria ver os dois em uma série spin-off dos Guerreiro Secretos ou algo do gênero.

Entre uma coisa e outra, o episódio, que é talvez picotado demais, ainda arruma tempo para explicar o que exatamente se passa com Jemma, derrubando todas as teorias feitas ao longo dos comentários em minhas críticas. Quer parecer que ela tem “apenas” um implante cibernético batizado de Diana (alguém encarnou Tony Stark aqui…) que filtra suas memórias de forma que ela não se lembre do paradeiro de Fitz. Diria que a grande revelação me pareceu morna e um tanto confusa sem o contexto maior que ainda não foi explicado. Mas pelo menos houve espaço para uma conexão maior entre ela e seu neto Deke e dos dois com Enoch. Por outro lado, é tanto mistério que estão fazendo sobre Fitz que tenho certeza que ficarei desapontado quando tudo for revelado…

Adapt or Die revela outra faceta dos Chronicoms, faz Mack sofrer duramente mais uma vez na série e, como se isso não bastasse, o abandona, junto com Deke, em algum lugar do passado, enquanto o restante da equipe vai para sei lá quando. Sem dúvida um bom cliffhanger e sem dúvida um episódio de qualidade que, porém, não alcança o mesmo patamar dos cinco que o precederam.

Agents of S.H.I.E.L.D. – 7X06: Adapt or Die (EUA, 1º de julho de 2020)
Showrunner: Jed Whedon, Maurissa Tancharoen, Jeffrey Bell
Direção: Aprill Winney
Roteiro: DJ Doyle
Elenco: Clark Gregg, Chloe Bennet, Ming-Na Wen, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley, Jeff Ward, Enver Gjokaj, Joel Stoffer, Tobias Jelinek, Thomas E. Sullivan, Patrick Warburton, Tamara Taylor, Paulina Lule, Sedale Threatt Jr.
Duração: 42 min.

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46 comentários

Thiago Azevedo Augusto 15 de julho de 2020 - 08:08

Que gatilho que deu você sugerindo uma série spin-off dos guerreiros secretos com a Daisy 😔

Responder
planocritico 15 de julho de 2020 - 10:19

Queremos Guerreiros Secretos!!!

Abs,
Ritter.

Responder
Guilherme Gomes 10 de julho de 2020 - 09:16

Esse episódio é realmente o pior da temporada até o momento, mas não deixa de ser bom.
A parte do Coulson e daquela Crhonicom foi muito boa, juntamente coma s cenas do Mack com os pais deles. Coitado do Mack, já perdeu as filhas lá na Framework , e mais essa agora.
o arco da Daisy foi realmente muito corrido, mas acho que ainda pode ser aproveitado no futuro, com a aparição de Witehall. E a explicação do que aconteceu com a SImmons foi bem abaixo do esperado.Agora é esperar pra ver o que vai dar.
Bom, mais um bom episódio na ultima temporada de Aos, mas falho. então agora é torcer que não venha um pior.

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planocritico 10 de julho de 2020 - 10:13

Sim, ainda é um bom episódio. Mas fica claro que é o ponto fora da curva da excelência apresentada até agora.

Abs,
Ritter.

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Josevando Sousa 7 de julho de 2020 - 16:15

também achei esse episódio “menos excelente” que os outros, em boa parte pq várias coisas foram muito corridas (me incomodei com a trama do nathaniel, várias coisas do nada e apressadas); mas ainda assim um bom ep… sei que tu não ver prévias dos próximos eps então não quero te dá spoiler mas o próximo ep vai ser um daqueles que ou todos vão amar ou todos irão odiar (tipo o episódio da daisy e jemma em kitson), vamos ver o que vem ai…

Responder
planocritico 9 de julho de 2020 - 03:01

Nem me fale daquele episódio das duas em Kitson… Já fiquei desanimado…

Abs,
Ritter.

Responder
Josevando Sousa 10 de julho de 2020 - 01:16

ah, eu amo aquele episódio hahah choices né

Responder
João Gabriel Lisbôa Machado 7 de julho de 2020 - 15:13

Bom episódio. Definitivamente não o melhor que tivemos na temporada, mas ainda decente pra mim. O arco dramático do Mack foi bem cruel e funcionou bastante pra mim em termos narrativos, mostrando a que ponto os Chronicons podem chegar para alcançar seus objetivos. Eles estão realmente aprendendo a importância dos laços e usando isso contra nossos agentes. Já não bastasse perder a filha duas vezes, ver a pessoa que ama ser morta (embora não a versão que ele conhecia), agora o Mack perdeu os pais. Excelente atuação de Henry Simmons.

No arco com Coulson e May, a conversa entre os dois foi bacana, e ajudou a desencadear o “momento final do Coulson LMD”, que surgiu após uma boa conversa entre Coulson e Sibyl, e mais um excelente discurso do Coulson, sempre bem interpertado por Clark Gregg. É um momento bacana pro personagem, mas imagino que não gastaram tanto tempo nisso pelo fato do Coulson provavelmente voltar em breve de alguma forma.

Realmente o arco da Daisy e Sousa foi um pouquinho decepcionante, porque apesar de eu ter gostado da interpretação do ator do Nathaniel, aconteceu muita coisa fora da tela e então ele não conseguiu ter impacto suficiente, algo que pode ser consertado caso esse não seja o fim dele e ainda tenhamos um Tremor x Tremor em algum momento. Mas eu duvido um pouco disso. Meu medo é usarem essa experiência que fizeram com a Daisy como desculpa pra pra ela perder os poderes de novo. Ela só usou os poderes 2 vezes na temporada praticamente, e só a primeira (aquele “gancho-tremor” no primeiro episódio) foi legal. Ainda assim, foi triste ela passar por uma experiência parecida com a da mãe, e embora ainda não sei do que penso dos dois como possível casal, gostei da cena do Sousa contando a história e falando que ela voltaria pra casa, e também da Daisy ter sido forte o suficiente para conseguir pegar um pedaço (de vidro?metal?) de algo para conseguir usar pra escapar. Mostra a força psicológica da personagem, já que a física não estão mostrando muito. Ainda acho que seria melhor a Daisy terminar sozinha, mas o Sousa é um cara bacana, então eu também não sou tão contra.

Quanto ao arco da Simmons, eu achei ok. Achei legal ela não ser uma LMD, que pelo menos quebrou algumas teorias, e acho que um supressor de memória faz sentido e ajudou a criar uma boa situação de conexão familiar depois ali com Deke, Simmons e Enoch, após as decisões impulsivas (mas minimamente compreensíveis) do Deke.

O gancho no final foi cruel, mas parece que teremos aventuras nos anos 80 com Deke e Mack. Não sei o que esperar, mas embora um pouco corrido e com muita informação, foi outro bom episódio da temporada, estou realmente curioso sobre pra onde a história vai agora.

Eles finalmente destruíram boa parte dos Chronicons, ganharam uma vitória, mas o saldo final foi bem triste. Simmons e Deke ainda pela situação a respeito da localização do Fitz, Mack pelo que aconteceu com os pais, e a Yoyo nessa por tabela, a May não muito, mas um pouco pelo Coulson, o Sousa ali pela Daisy, e a própria Daisy numa situação complicada. E agora a equipe separada, Mack e Deke perdidos no tempo, torcendo pra que a equipe não tenha viajado muito e um novo mistério interessante para explorar, nessa até então excelente temporada.

OBS: Agora devo comentar semanalmente com o passar dos episódios, haha.

Minha nota: 4/5

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planocritico 9 de julho de 2020 - 03:01

O Coulson volta em breve, com certeza absoluta. Ele é “imorrível”…

Pelo menos no que diz respeito às notas, empatamos em quase tudo e, no que discordamos, foi só por meio ponto aqui e no episódio noir, que você deu meio ponto a mais que eu nos dois.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 7 de julho de 2020 - 10:50

A temporada até aqui ta me surpreendendo, mas ainda tenho muitas ressalvas quanto à história em si. Acho todo esse arco dos Chronicons muito atabalhoado, sei la. Se não tivessem inserido a Hidra no contexto novamente as coisas não se sustentariam só com os Chronicons na jogada. É tudo muito… esquisito.

Obs: A May poderia ter morrido mesmo. Não sei se é impressão minha mas a atuação ta bizarra.

Responder
planocritico 7 de julho de 2020 - 18:54

Mas que tipo de ressalvas? Os Chronicoms é que estão impulsionando toda a narrativa.

Abs,
Ritter.

Responder
Alain Oliveira 7 de julho de 2020 - 22:48

Eu acho tudo muito forçado. O plano dos Chronicoms não faz sentido pra mim. Sempre eles descobrem o que os Chronicoms estão tramando como num passe de mágica. A May ta forçada demais. O Deke ta perdido como sempre. Os poderes de Tremor só aparecem quando é conveniente para a narrativa. Yoyo é completamente irrelevante. Simmons é outra que foi quase inútil até agora. Enoch foi esquecido no passado e não fez falta nenhuma.

A trama envolvendo a Hidra é interessante e esse lance de viagem no tempo também. E a volta do Coulson foi bem trabalhada.

Responder
planocritico 8 de julho de 2020 - 00:02

Mas o plano dos Chronicoms é o clássico de filmes de viagem no tempo: voltar ao passado para impedir que algo ou alguém surja no futuro. Não vejo problema aí e a descoberta dos planos pela SHIELD eu vejo como coerentes dentro do tempo que se tem para a investigação e considerando o que eles conhecem da história da própria organização.

Não concordo sobre May, Deke, Yo-Yo, Simmons e Enoch. Cada um tem seu papel e sua função: May é detectora de Chronicoms, Deke se encontrou finalmente como alguém fora do tempo que quer moldar o tempo, Yo-Yo é a âncora de Mack pelo momento, Simmons é como sempre o cérebro por trás das explicações científicas e Enoch é o alívio cômico com toque de conveniência sci-fi. Não é, portanto, muito diferente do que sempre foi. Por outro lado, eu acho que Daisy está perdida e Sousa está mal utilizado.

Abs,
Ritter.

Responder
MayB 5 de julho de 2020 - 15:19

Me tirem uma dúvida, eu acho que deixei essa informação escapar.
Qdo o Enoch nos foi apresentado, ele apareceu como um alien de “borracha” que a pele esticava. E, agora, esses Chronicons são sintéticos. Eles são de diferentes espécies ou só foi uma adaptação?

Responder
planocritico 5 de julho de 2020 - 16:17

Nada mudou. Enoch é um Chronicom como os que agora caçam os agentes da SHIELD. Sempre foram sintéticos.

Abs,
Ritter.

Responder
Bruno Souza 6 de julho de 2020 - 14:33

De certa forma eles são, o Enoch é um Chronicon Antropólogo, ele é um cientista, feito pra ser inteligente e viver entre os humanos.
Esses outros são chronicons caçadores, feitos para lutar. Faz sentido que o Enoch tenha uma pele fácil de trocar pra ele poder de misturar com os humanos que ele estudava. E eu acho que era tecnologia de arrancar a face dos outros é nova.

Responder
MayB 5 de julho de 2020 - 15:05

Impressão minha ou o Mack tava paralisado no final do episódio sentado na moto, me passou uma impressão estranha. Ou ele só tava triste mesmo?
E a Daisy ta escanteada mesmo, nem os poderes usa mais!! E quando a Yo-Yo vai recuperá-los?

Responder
planocritico 5 de julho de 2020 - 16:17

Acho que ele estava só triste mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Mr.L 5 de julho de 2020 - 00:33

Quando o ep mais fraco da temporada é nesse nível,isso significa que a temporada tá indo muito bem.Só espero que do ponto onde o mack e deke estão pra onde a z1 vai aterrisar se passe no mínimo uns 2 anos.

Responder
planocritico 5 de julho de 2020 - 02:03

Sem dúvida. Resta só esperar que o nível se mantenha no mínimo aí.

Abs,
Ritter.

Responder
Oliver '87 4 de julho de 2020 - 23:10

Fala Ritter, acabei de ver o ep e pra mim ele encerrou alguns pontos e abriu inumeros kkkkkk. Mas achei uma puta sacanagem com o Mack cara, ja sofreu pra caramba e mais essa agora, espero q isso nao o afete a ponto de muda-lo drasticamente. Agora em relaçao a Daisy acredito que o Whitehall encontrará o corpo desse cara morto pelo telhado mais letal do mundo e fará experiências. Acredito que algo sairá daí. Mas aqui, e esse final do Courlson ala exterminador do futuro no final? Kkkkkkkk “Eu voltarei!”

Responder
planocritico 5 de julho de 2020 - 16:26

Coitado do Mack mesmo… Uma perda dessas não vai deixar o cara normal, tenho certeza. Só espero que arrumem algum tipo de final feliz para ele…

Abs,
Ritter.

Responder
Sussurrador 4 de julho de 2020 - 19:54

Não quero quebrar minha cara mas acho que essa temporada pode superar a sexta

Responder
planocritico 4 de julho de 2020 - 21:15

A sexta? Já superou. Se os demais episódios forem reprise de uma temporada de Arrow, já é melhor que a temporada anterior. O lance é ver se eles vão superar a quarta ou quinta.

Abs,
Ritter.

Responder
andre 5 de julho de 2020 - 21:38

kkkkkkkkkkkkkkk
a sexta foi puxada mesmo

Responder
Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 4 de julho de 2020 - 15:30

“Adapt or Die” foi um dos episódios mais emocionalmente duros que a série já teve há algum tempo, com tanto da equipe fora da disputa. Daisy temporariamente “fora de serviço” depois de ter seu sangue e líquido da coluna vertebral drenados, Chroni-Coulson explodindo a si mesmo em pedaços por um bem maior, Deke e Mack presos em 1982; a equipe precisará de algum tempo para tentar se levantar e descobrir o que fazer a seguir.

Eu mal posso esperar para ver Melinda “Mantis” May voltar a ser ela mesma. Digo isso, pois seu poder é semelhante ao de Mantis (Guardians of the Galaxy – UCM) e este, pode ser extremamente útil para diferenciar os Chronicoms dos humanos. Mas sinto falta da ‘Cavalaria’.

A 7ª temporada de Agents of S.H.I.E.L.D. continua a se destacar, com apenas 7 episódios restantes até o apagar das luzes!

Abraço pra você, Ritter.

Responder
planocritico 5 de julho de 2020 - 16:22

É torcer para o nível se manter!

Abs,
Ritter.

Responder
Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 5 de julho de 2020 - 19:12

A tendência é que mantenha ou até supere as expectativas.

Responder
planocritico 5 de julho de 2020 - 19:33

Eu prefiro pensar no pior e receber o melhor!

Abs,
Ritter.

Responder
Brunno Hard ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ 6 de julho de 2020 - 10:03

Isso me fez lembrar de uma frase: “nem é questão de otimismo ou pessimismo. É que as vezes acontece tantas decepções que fica muito difícil confiar em momentos tão bons.” Eu te entendo. 😉

planocritico 6 de julho de 2020 - 11:45

Cara, é bem por aí mesmo!

Abs,
Ritter.

Giovane Sena 4 de julho de 2020 - 03:54

O belo cliffhanger no final, serviu pra preparar terreno pro episódio que deve ser focado em Deke e Mack e também pra aliviar a barra do Enoch que finalmente parou de ser esquecido no churrasco hahaha.

Achei um episódio ok, de transição.
Tem momentos que poderiam não ter existido, que não fariam nenhuma diferença pra trama (o Nathaniel e sua ideia maluca). Mas até isso, serviu pra entender um pouco mais de Souza e entender que ele quer ficar com os agentes acima de tudo (jurava que ele ia ficar nos anos 70).

Agents Of Shield possuem esse tipo de episódio no meio das temporadas. São episódios mais fracos, que preparam terreno para outros mais preparados. Apesar disso, Adapt Or Die, consegue ser melhor que a maioria dos episódios da decepcionante 6° temporada.

Responder
planocritico 4 de julho de 2020 - 13:32

Sim, foi um bom episódio de transição. Ficamos mal acostumados com os cinco anteriores, a verdade é essa!

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 3 de julho de 2020 - 14:13

Uma das poucas coisas que eu não consegui engolir ainda é esse poder da May, são muitas conveniências, ela virou o deus-ex-machina da série, queria ver eles resolvendo as coisas como antigamente, usando a inteligência e treinamento de espião, e por falar nisso como ela conguiu esses poderes???
Aquela cápsula da jemma deu poderes a ela????
Tirando a may o resto tá perfeito pra mim!!

Responder
planocritico 3 de julho de 2020 - 14:22

Deus ex machina tem conexão com resoluções mágicas de último minuto. Aqui, ela manifestou esse poder desde o início da temporada depois que morreu no templo dos Shrikes e foi revivida por Enoch. Não existe um porquê científico. Aconteceu apenas, diria. É conveniente para detectar Chronicoms, lógico, mas não tem como dizer que é um poder desconectado com a Cavalaria, que nunca mostrou sentimentos de forma exacerbada. Combina bem com ela e funciona para o objetivo da série. A alternativa a isso seria um aparelho detector de Chronicoms que Enoch + Jemma construiriam em 10 segundos, algo bem mais forçado, ao meu ver, que esse poder de May.

Abs,
Ritter.

Responder
Marcelo Farias 3 de julho de 2020 - 14:41

Um detector de Chronicoms série muito menos forçado, afinal eles adaptaram a Z1 pra viajar no tempo, na temporada passada eles viajaram pelo espaço, em outras temporada eles inventaram coisas MUITO mais impossíveis, então inventar um detector de Chronicoms ao meu ver seria simplesmente inventar sensor biológico (algo assim, afinal eles poderiam estudar Enoch!!)
Mas é só um incômodo pessoal, não quero causar discórdia kkkkkkk

Responder
Marcelo Farias 3 de julho de 2020 - 14:40

Um detector de Chronicoms seria muito menos forçado, afinal eles adaptaram a Z1 pra viajar no tempo, na temporada passada eles viajaram pelo espaço, em outras temporada eles inventaram coisas MUITO mais impossíveis, então inventar um detector de Chronicoms ao meu ver seria simplesmente inventar sensor biológico (algo assim, afinal eles poderiam estudar Enoch!!)
Mas é só um incômodo pessoal, não quero causar discórdia kkkkkkk

Responder
planocritico 3 de julho de 2020 - 17:45

Menos forçado, mas também sem graça alguma. Com esse poder, ganhamos um detector E um artifício interessante para desenvolver ainda mais a personagem.

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Gustavo 3 de julho de 2020 - 12:54

Vc acha acredita que estamos encaminhando para a melhor temporada de Agents of Shield?
Pra mim a 4° e a 5° são as melhores, em alguns aspectos acho a 5° melhor!

Responder
planocritico 3 de julho de 2020 - 13:13

Se as coisas continuarem nesse nível, será potencialmente uma das duas melhores temporadas, isso se não for a melhor. Mas ainda faltam sete episódios, ou seja, tudo pode mudar (mas espero fortemente que não!!!).

Abs,
Ritter.

Responder
Junito Hartley 3 de julho de 2020 - 09:30

Ah eu gostei do episódio, não foi no nível dos outros acho que justamente por ficar só dentro do farol ou dentro do avião, o legal dessa nova temporada entre outras coisas é a ambientação das diferentes épocas que eles estão viajando, daí nesse não foi mostrado nada do mundo lá fora. O gancho final foi muito bom, me deixou curioso pra saber como vai ser agora pro mack e deke se juntarem a equipe, acho que vão ficar presos lá todos esses anos igual Enoch e se juntar a equipe nós anos 80.

Responder
planocritico 3 de julho de 2020 - 10:03

O gancho foi muito bom. O episódio foi sem dúvida bom, mas é bem isso: ele quebra o uso do “passado” por se passar em espaço fechado quase o tempo todo, além de conter mil tramas diferentes.

Abs,
Ritter.

Responder
Matheus Oliveira 3 de julho de 2020 - 08:19

Concordo que o episódio foi um tanto que apressado, já que tinha várias tramas para resolver em um curto espaço de tempo, porém no geral fiquei satisfeito, entretanto admito que a subtrama da Daisy e do Sousa foi desapontante, poderia ter sido bem melhor e aquele final do Nathaniel, bem sem graça, tanta expectativa para nada, mas como eles estão nos anos 80 (imagino eu), quem sabe essa trama ainda não seja explorada?

Responder
planocritico 3 de julho de 2020 - 10:03

Também fiquei satisfeito, mas o episódio definitivamente se destaca “negativamente”, por assim dizer, entre os demais.

Abs,
Ritter.

Responder
Luan S. 3 de julho de 2020 - 01:04

RITTEEEEEEEER EM QUE ANOS ELES PARARAM E PRA ONDE OS OUTROS FORAM EU NÃO VOU RESISTIR UMA SEMANA SEM SABER AAAAAAAAAAAAAAAA

Responder
planocritico 3 de julho de 2020 - 02:15

He, he. Eita ansiedade! Mas respire fundo, relaxe e vamos aguardar!!!

Abs,
Ritter.

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