Home TVEpisódio Crítica | Inumanos – 1X04: Make Way for… Medusa

Crítica | Inumanos – 1X04: Make Way for… Medusa

por Ritter Fan
94 views (a partir de agosto de 2020)

  • spoilers. Leiam, aqui, as críticas dos demais episódios.

Ora, ora, quem diria. Inumanos demorou, mas finalmente conseguiu alcançar a mediocridade! Um grande feito considerando o começo duplo abaixo da média e o terceiro episódio abissalmente ruim. Claro que ainda estamos longe de algo que torne a série realmente minimamente recomendável, mas já é uma clara evolução para o trabalho do amaldiçoado Scott Buck à frente de séries da Marvel.

E, para isso, bastou que a trama começasse a lidar de forma um pouco mais elegante e orgânica com a conexão existente entre Medusa e Raio Negro, além de apresentar uma linha narrativa levemente mais complexa, que conecta o misterioso helicóptero deus ex machina que surgiu do nada em Divide and Conquer com a trama encabeçada por Maximus em Attilan. Nada como estabelecer um semblante de propósito aos personagens além do básico unidimensional que vinha sendo apresentado até agora.

Para tornar isso possível, porém, Make Way for… Medusa (título retirado da HQ The Amazing Spider-Man, Vol. 1 #62 em que Medusa visita o Homem-Aranha na Terra) repete um de seus mais irritantes defeitos: o espelhamento de estrutura entre cada núcleo. Sem dúvida alguma, a essa altura todo o espectador já percebeu que, guardadas as devidas proporções, o que acontece a um membro da família real, acontece a outro e assim por diante. Cada um foi teletransportado para um lugar diferente do Havaí graças à incompetência canina. Cada um perdeu seus poderes de uma maneira diferente (à exceção de Gorgon, mas o poder dele é, convenhamos, próximo do inútil) para economizar efeitos especiais (a verdade) e tornar a jornada mais difícil (a meia verdade). E, agora, cada um deles tem um amigo humano para chamar de seu. Se Raio Negro já tinha seu Tocha Humana volumoso, agora Medusa tem a conveniente Louise (Ellen Woglom), que trabalha no Centro Aerospacial Callisto, Karnak tem uma namorada plantadora de maconha(!!!), Gorgon é chefe de uma milícia que parece endeusá-lo e Crystal encantou um garotão bonitão que mais do que coincidentemente tem como ex-namorada uma veterinária que não acha lá muito estranho um buldogue do tamanho de um touro (aliás, em mais uma repetição, Dentinho, ferido, perdeu seus poderes…).

Com as contrapartidas humanas, o desenvolvimento paralelo de cada personagem ganha um pouco mais de substância, ainda que o objetivo de cada um seja exatamente igual aos demais, ou seja, a lenga lenga de um achar o outro e todos voltarem para a Lua. De certa forma, até mesmo Maximus – ou apenas Max, para os íntimos – tem seu amigo humano na figura do Dr. Evan Declan (Henry Ian Cusick), que parece ter objetivos nobres como usar o DNA inumano para curar doenças humanas e, pelo que dá a entender, está sendo há algum tempo manipulado pelo irmão de Raio Negro. Essa relação à distância empresta, então, outra conotação ao golpe de estado perpetrado por Maximus, dando-lhe um caráter mais profundo e de longo prazo e não algo perdido, aleatório e fácil demais que vinha sendo trabalhado até agora. Não que as revelações do episódio curem os sérios problemas dos roteiros anteriores, mas elas certamente ajudam no convencimento de que a série não foi escrita em um “toró de palpite” entre os auxiliares dos estagiários dos produtores.

No entanto, o maniqueísmo das situações continua a todo vapor. Todos os humanos que os inumanos encontram querem ajudá-los de corações abertos. Ninguém acha nada estranho (nem o já mencionado cachorrão), ninguém chama a polícia, ninguém nem mesmo faz perguntas relevantes, com exceção, talvez, de Louise, mas que ganha um tratamento quase de tiete que cansa e emburrece (a personagem e a nós também), por mais que a química de Woglom com Serinda Swan seja inicialmente boa. O caso romântico de Karnak, diria, é o que mais faz soar o “alarme de manipulação de audiência” de tão perdido, aleatório e fora de caracterização do personagem que é todo esse desenvolvimento meteórico com direito a uma constrangedora sequência caliente na praia seguida de amor na cabana nas barbas do colega de maconha da moça. É como se o episódio de repente parasse e fosse substituído por um trecho de Largados e Pelados.

Auran e sua equipe, que parecem se teletransportar para onde está Raio Negro, mais uma vez não conseguem convencer como ameaças. O tão alardeado Mordis, apesar da máscara pseudo-ameaçadora, revela-se como um bobalhão que não consegue nem mesmo matar um monarca que não pode fazer nada a não ser olhá-lo com rosto de constipado o tempo todo.

Em termos de ação, chega a ser constrangedor a montagem que mostra Raio Negro cercado, logo em seguida entortando um cano e, depois, voltando-se para ver Medusa chegar para dar uma “portada” em Mordis. Não há nem um semblante de fluência em toda essa cena, com picotes que quebram completamente o ritmo narrativo, jamais passam a impressão de simultaneidade e, no final das contas, parece algo feito por uma equipe técnica amadora que recebeu a missão como dever de casa da escola (seriam os mesmos auxiliares de estagiários que mencionei acima?).

Com metade da primeira temporada no ar, Inumanos, apesar de ter melhorado significativamente, ainda é um fanfic glorificado que funciona como um verdadeiro desserviço aos personagens e à marca Marvel na televisão (sim, mais do que Punho de Ferro). Se a temporada acabar com a mesma qualidade deste episódio, já me darei por satisfeito.

Inumanos – 1X04: Make Way for… Medusa (EUA – 13 de outubro de 2017)
Showrunner: Scott Buck
Direção: David Straiton
Roteiro: Wendy West
Elenco: Anson Mount, Iwan Rheon, Serinda Swan, Eme Ikwuakor, Isabelle Cornish, Ken Leung, Sonya Balmores, Mike Moh, Nicola Peltz, Ellen Woglom, Henry Ian Cusick
Duração: 42 min.

Você Também pode curtir

37 comentários

Hadassa Sierra 17 de janeiro de 2019 - 20:41

Sei que, depois de mais de um ano da série acabar, ninguém vai ler esse comentário, nem vou ficar surpresa com o vácuo, mas, não sei, achei legal compartilhar as impressões que tive da série (algumas, confesso, muito parecidas com o restante do público, já que a mesma prometeu, prometeu e não convenceu), mas não vamos jogar fora todo o esforço que tiveram para levar esse show ao ar. Poderiam ter feito melhor, claro, mas, considerando o baixo orçamento, até que conseguiram muito.

Agora às impressôes:
1) Eu vi um comentário em outras páginas (exceto aqui) que, muito possivelmente, Louise poderia ter sofrido de síndrome de Estocolmo – o que pode até ser mesmo, ninguém no seu juízo perfeito, após ser sequestrado sob a mira de uma arma, vai e abraça a pessoa que a sequestrou, quer é descer logo a vassoura em cima, kkkkkk; Mas, nesse caso, ela talvez funcionado como uma bússola moral, mais do que necessária para eles, que vinham tendo muitos comportamentos preconceituosos e extremamente errados (sabe o Voldemort, com aquela mania de bruxos nascidos puros, coisa e tal? é por aí mesmo) E eu gostei realmente da amizade delas, regada ou não a muita síndrome de Estocolmo, mas, pelo menos serviu para que a família real pudesse observar seus erros, o que é mais fácil quando as críticas vem de alguém de fora;
2) A ideia de um golpe militar seria mesmo boa, e até o argumento de “a lua não tem mais recursos, vamos para a terra!”, se bem explorada, teria sido ótima, pena os problemas de orçamento terem impedido de melhor explorar essas duas temáticas;
3) A conclusão do último episódio me deixou sensivelmente furiosa. Se é pra cancelar uma série, não deixe ganchos para continuação, dando esperanças ao expectador. A Fox cometeu esse erro com Lúcifer, e não fosse a Netflix assumir a série (nem sei quando vai estrear a 4ª temporada, alguém aí sabe?), ficaria um vácuo enorme para o expectador. Acho que uma temporada bem feita de até 23 episódios, todos bem explorados em todos os aspectos, mesmo que fosse só uma temporada única, teria sido mais satisfatório que os 8 episódios mal acabados que nos entregaram.

Sabe qual é o mais engraçado? Na época em que estreou a série (eu em casa bastante ansiosa, nem conhecia o HQ, que hoje em dia já li, e não gosto), eu peguei emprestado de uma amiga o livro “A menina que roubava livros”, que ela me garantiu que eu iria gostar (não gosto de assistir nada sem ler seu homônimo literário primeiro), e lá estava eu no sofá de casa, lendo a história da nossa querida roubadora de livros, enquanto começava o primeiro episódio da série. Tudo estava indo bem, os efeitos de estreia, tudo muito bom, trilha sonora, valeu pendurar a leitura um pouquinho, mas isso durou até o Triton abrir a boca. Desse momento em diante, decidi que voltaria os olhos para os episódios quando houvesse um diálogo que prestasse na série. Pior que, à cada roubo da Liesel, eu perdia mais interesse pela série, só quando o Maximus aparecia é que eu me dava o trabalho de assistir (um vilão que quase beira a coerência com seus argumentos chama mais atenção que um bom moço fraco e com pouquíssimo pulso firme quando se fez necessário, muito Cinderela, sério), ou quando a Louise aparecia. Algumas más linguas em um site de fanzine, que nem no ar está mais, garantiam que ela estar com eles teria, à longo prazo, um objetivo, que nunca saberemos, cancelaram a série…

Bom, é isso. Fiquei muito insatisfeita. Esse material que, comparado com uma obra literária de renome, vai gerar minha dissertação de mestrado, poderia ter sido melhor. Até escrevi uma fanfic para descarregar essa frustração, o nome dela é “A ceifadora de histórias”, quem quiser conferir depois, tá lá no Spirit Fanfiction. Só gostaria que tivessem feito um trabalho melhor. Quem sabe uma direção diferente, como Paul W. S. Anderson (Resident Evil) ou Chris Columbus (Harry Potter e a Pedra filosofal), ou mesmo David Slade (30 dias de noite), tivessem como salvar essa série, mas, não sei, só fica agora no campo das idéias, mesmo.

Responder
planocritico 19 de janeiro de 2019 - 07:26

Não tem vácuo aqui não! Comente sempre!

Olha, eu achei que Inumanos, bem lá no fundo, tinha potencial. Mas a cada episódio, fui vendo que a inabilidade da equipe de roteiristas era incurável. E nem é uma questão de orçamento e sim de qualidade de escrita mesmo.

Abs,
Ritter.

Responder
Hadassa Sierra 19 de janeiro de 2019 - 17:23

Obrigada por não me deixar no vácuo, 😄😄😄😄😄
E por isso que, em quase todos os episódios, eu me voltava para a menina que roubava livros, só levantando os olhos mesmo quando o Ramsey (ops, Maximus, 😂😂😂😂😂) ou a Louise tinham a deixa, porque eu já vinha acompanhando a carreira deles, ele tinha migrado de Game of thrones e ela havia feito participado de duas séries excelentes da Universal, Chicago Fire e Law and order: SVU, sendo a última a mais dramática delas (você fica com arrepio do personagem dela, uma assassina adolescente, fria e calculada, mata sem remorso). Ver eles serem mal aproveitados nessa série foi frustrante mesmo.
Você já leu a menina que roubava livros? Se não, super recomendo e até queria um comentário sobre esse livro (desculpe, não sei se sua página é voltada para isso 😉)
E, já me despedindo, segue o link da fanfic que escrevi após cancelarem a série Inumanos. Espero que você goste do que escrevi, não quis ser canônica, já que gosto de ler romances e quis dar um ar cômico para a narrativa 💖💖💖🎵🎵🎵✒📔✒, então pega leve quando for ler, ok? 😚

https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-ceifadora-de-historias-14821510

Responder
Júnior Souza 18 de outubro de 2017 - 10:31

Ritter,
Ontem eu tava vendo esse epis. 4 e tive que sair no meio do epis. mas deixei meu filho de 10 anos vendo.
Quando eu voltei, ele me disse :
– Pai, o Karnak estava beijando uma garota na praia e depois eles fizeram sexo.
E eu pensei “que porra de série é essa ?”
Risos

Responder
planocritico 18 de outubro de 2017 - 14:36

HAHHAHAHAAHAHA

Excelente história! Esses momentos de amor com Karnak foram de revirar os olhos…

Abs,
Ritter.

Responder
Luiz Fernando Barbosa de Morae 20 de outubro de 2017 - 13:43

Só consegui retomar a série hoje. E não foi por falta de tempo, mas por falta de coragem. Estou comentando aqui antes mesmo de ter terminado de assistir. Toda hora eu pauso e vou fazer outra coisa, pois só em doses homeopáticas mesmo (e olhe lá!). Ainda não cheguei nessa cena do Karnak, mas, as cenas de diálogo do Gordon com sua milícia ex machina me dão até embrulho no estomago. Que vontade de vomitar. Uma pena a Marvel desperdiçar os inumanos em uma série tão, mas tão, mas TÃO RUIM!! Lamentável.

Responder
planocritico 20 de outubro de 2017 - 20:50

Não chegou no romance de Karnak???? Então espere só para passar mal de verdade… HAHAHAAHHHAHAHAHAHAHA

Abs,
Ritter.

Responder
critico reverso 17 de outubro de 2017 - 19:47

Ritter vai ter critica semanal de Arrow essa temporada,ou vai deixar para sofrer de uma vez quando ela acabar?

Responder
planocritico 18 de outubro de 2017 - 14:47

Não! Eu prezo pelo pouco de sanidade que ainda tenho! Só mesmo da temporada completa!

Abs,
Ritter.

Responder
Léo De Macedo 16 de outubro de 2017 - 19:20

A série não agrada os fãns fiéis mais como não conheço a história,eu estou amando a série,e acredito que a intenção é ir melhorando as poucos e a perda dos poderes que é temporario segundo li em um site é apenas para humanizar os personagens

Responder
planocritico 17 de outubro de 2017 - 16:35

Olha, já li muito Inumanos, mas nunca fui fã deles. Não acho que ser ou não fã tem alguma relação necessária entre gostar ou desgostar. A questão da humanização é óbvia, mas o problema não é esse, mas sim a forma bobalhona como isso é alcançado. Precisa mesmo que TODOS percam seus poderes? Chega a doer de tão mal escrito que isso é…

Abs,
Ritter.

Responder
Alcides Faria Costa 16 de outubro de 2017 - 16:38

2 estrelas e meia… mais ou menos… muito boa vontade

Responder
planocritico 16 de outubro de 2017 - 16:46

Achei que esse episódio mereceu.

Abs,
Ritter.

Responder
The Flash 16 de outubro de 2017 - 15:22

Marvel não ta tendo muita sorte em séries mesmo ( Punho de Ferro, Inumanos, Defensores, Luke Cage).

Responder
planocritico 16 de outubro de 2017 - 16:46

Em termos de sucesso, Punho de Ferro e Luke Cage foram bem sucedidas, apesar de serem realmente fracas.

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus 16 de outubro de 2017 - 17:01

Luke Cage eu considero boa, apesar de todo mundo achar chato
Defensores eu acho mediano msm

Responder
Júnior Souza 16 de outubro de 2017 - 10:51

Ritter tá começando a gostar da série mas não quer admitir hein.
Outra coisa, na frase “Se Raio Nego já tinha seu Tocha Humana volumoso…”
Arruma aí o nome do herói. Daqui a pouco aparece algum justiceiro social te chamando de racista.

Responder
planocritico 16 de outubro de 2017 - 16:48

Tomara que a série melhore mesmo. Por enquanto não tá dando não. O saldo é negativo demais…

Obrigado, @disqus_QJ7q0YNN0V:disqus , por me alertar sobre o “Raio Nego”. Só faltava vir gente aqui mesmo reclamar de um óbvio erro de digitação…

Abs,
Ritter.

Responder
Júnior Souza 16 de outubro de 2017 - 19:30

Eu continuo gostando de Inumanos mas concordo que poderia ser melhor.
Agora pra mim, The Gifted melhorou muito nesse segundo epis. Gostei bastante.
E como sempre, eu li a sua crítica antes de ver o epis.
Pra mim isso só ajuda.

Responder
planocritico 17 de outubro de 2017 - 16:34

Que bom que esteja gostando de Inumanos. Eu realmente torço para que melhore. Já The Gifted, para mim, já começou bem demais!

Abs,
Ritter

Responder
Hadassa Sierra 18 de janeiro de 2019 - 19:25

Eu também gostei muito da série, claro, concordo, ela tem falhas, todas por problemas de orçamento, mas, valeu a pena assistir, inclusive ela vai ter tema para a minha dissertação sobre o discurso político e como ele afeta as massas populares.

Responder
planocritico 16 de outubro de 2017 - 10:31

Realmente, só em sonho mesmo…

Abs,
Ritter.

Responder
Stella 15 de outubro de 2017 - 15:11

ótima critica old logan. ”chega a ser constrangedor a montagem que mostra Raio Negro cercado, logo em seguida entortando um cano ”, a mais pura verdade, notei isto. Ficou oh uma bosta.Acho que vou parar por aqui , neste episodio, não consigo mais. Assisti ontem esse episodio porque não tinha outra coisa.

Responder
planocritico 15 de outubro de 2017 - 20:30

@disqus_9KZLz8G0wg:disqus , está bem complicado ver o lado positivo dessa série… Vou até o final puramente pelo site, pois dá mesmo vontade de largar…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Rodrigues 15 de outubro de 2017 - 15:27

O que foi aquele romance de Karnak com a mulher produtora de maconha?? Realmente, foi extremamente aleatório e vergonhoso.
E, depois daquele “”””cliffhanger”””” do Lockjaw sendo atropelado por um quadriciclo motorizado e ter se machucado, descobrimos que o cara que o atropelou, convenientemente, tem uma ex que eh veterinária e não se importa em atender super cachorros.
No ep passado, nem tivemos tempo pra criarmos expectativas sobre o Mordis, que ele já foi revelado 10 segundos depois, e nesse ep se mostra bem inferior do que a série quis passar.
Achei esse ep tão ruim quanto os outros, p mim só serviu pra juntar Medusa e Blackbolt, sei nem se vou continuar vendo os próximos.

Responder
planocritico 15 de outubro de 2017 - 20:29

Mordis é um bobalhão que acha que usar máscara ameaçadora é o suficiente para meter medo nas pessoas…

E o resto é isso aí: roteiro de jardim de infância…

Abs,
Ritter.

Responder
Lucas Rodrigues 15 de outubro de 2017 - 23:33

Hahah verdade, essa máscara tá longe de apresentar uma ameaça de verdade

Responder
Rodrigo Patini 20 de outubro de 2017 - 12:35

Tinha uma franquia de filmes espaciais antigona em que também tínhamos um bobalhão que achava que usar máscara ameaçadora era o suficiente para meter medo nas pessoas…..

Hahahaha… foi só uma provocação ao Ritter!

Responder
planocritico 20 de outubro de 2017 - 20:57

Por Hera, vou ter que banir alguém aqui do site… HAHAHHAAHHAHAHAHAHAHAHAH

Abs,
Ritter.

Responder
Caio Felipe 15 de outubro de 2017 - 12:24

Eu gostaria muito de saber quem interpreta o Mordis, porque ele me parece muito o garoto empresário do Louie na série dele, que não desperta nenhum medo do telespectador com aquela forma de caminhar parecendo uma criança bêbada.

Responder
planocritico 15 de outubro de 2017 - 20:35

De acordo com o IMDb, o intérprete de Mordis se chama Bridger Zadina. Confesso que nunca tinha ouvido falar dele…

Abs,
Ritter.

Responder
Huckleberry Hound 15 de outubro de 2017 - 10:23

Até Arrow alcançou a mediocridade e essa mulher ai…é a Felicity?

Responder
planocritico 15 de outubro de 2017 - 20:38

Não é muito difícil transformarem a Louise na versão Marvel da terrível Felicity…

Abs,
Ritter.

Responder
Hadassa Sierra 19 de janeiro de 2019 - 17:05

Não, Ela era a irmã da Leslie Shay de Chicago Fire.

Responder
Maze 15 de outubro de 2017 - 07:27

Vou “estragar” a série para vocês:
Tem um óbvio efeito borboleta em relação a cronologia dos quadrinhos, porque raio negro não cresceu isolado, sendo assim não domina seus poderes, nem tem uma postura de liderança completa.
Aqui Medusa é traumatizada e não rebelde como sua contraparte.
Cristalys é uma jovem normal dentro do possível aqui.
Maximus não é completamente insano ou tem poderes como nas hqs.
E Karnak e Gorgon certamente são muito mais frágeis e menos calculistas aqui.
Tritão mal apareceu então nem podemos analisa-lo direito.
Além de terem o escopo e muitas habilidades e poderes reduzidos, os Inumanos ainda são “incapacitados” e seperados por um tempo limitado. E não acho que isso seja por orçamento dos efeitos especiais, que sim, aparecem bastante para uma série de tv, e podem comparar com outras séries de equipes de heróis, nenhuma mostra tanto poder por episódio, seja lá do seu gosto o visual ou não. Acho que essa perda temporaria seja uma jordana de humanização e desconstrução dos preconceitos e certezas dos personagens, mesmo sendo tosca, tenho quase certeza que é um recurso pobre do roteiro.
A tentativa é ironicamente, humanizar os inumanos. Se isso vai ter um bom resultado, só tem uma forma de descobrir, terminando de ver a temporada.
Pra mim houve uma melhora na narrativa, apesar da irregularidade e bizarrices do tipo milícia e cultivo de maconha, que a menos que criem críticas sociais e amarrem na história, talvez criando um paralelismo com vigilantilismo e marginalidade (estou forçando a barra pra criar uma teoria hipotetica aqui), ficaram soltas na história. Talvez apenas sejam recursos pra mudar o status do karnak e gorgon, fazendo refletir e mudar suas atitudes.
Enfim, espero que melhore e tenha um final digno.

Responder
planocritico 15 de outubro de 2017 - 20:40

O problema é humanizar dessa forma maniqueísta, arrumando desculpas para simplesmente ninguém poder usar seus poderes. E isso sem contar com diálogos tenebrosos e efeitos de botequim. A série precisa se encontrar. Do jeito que está, ela não consegue decolar.

Abs,
Ritter.

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais