Home TVTemporadas Crítica | Jessica Jones – 3ª Temporada

Crítica | Jessica Jones – 3ª Temporada

por Ritter Fan
344 views (a partir de agosto de 2020)

  • Leiam, aqui, as críticas das demais temporadas e de todo o nosso material sobre Jessica Jones.

Tive muito receio que, com o compreensível, mas prematuro fim anunciado da prolífica parceria entre a Marvel e a Netflix que vem trazendo os heróis urbanos da editora para a telinha desde 2015, a última temporada de Jessica Jones, que é também o “canto do cisne” para todo esse micro-universo, não recebesse muita atenção da produção, resultando em um trabalho burocrático. No entanto, ao final do 13º episódio da temporada, fiquei feliz em constatar que a detetive alcoólatra saiu por cima (narrativamente falando!) e que, realmente, apesar dos pesares, sentirei falta dela, do Demolidor, Luke Cage, Justiceiro e até mesmo do Punho de Ferro.

E olha que o começo da temporada não foi nada promissor. Partindo da separação entre Jessica e Trish depois do assassinato da mãe da primeira pela segunda, o status quo de Jessica não mudou muito, ainda que ela tenha que enfrentar um problema moderno, a atenção da mídia que suas ações geram quando são filmadas por qualquer um na rua. Esse tema – a fama, para o bem ou para o mal – é um elemento narrativo que perpassa toda a temporada sem, porém, ser intrusivo ou exagerado, sendo tratado como algo inevitável e que alguém como Jessica simplesmente precisa se adaptar. Ela, em si, porém, continua igual. Beberrona e ainda “detetivando”, mas agora contando com a ajuda de Gillian (Aneesh Sheth, excelente e hilária atriz transgênero), uma assistente falastrona e sem papas na língua, somos apresentados a Eric Gelden (Benjamin Walker), um homem talvez tão perturbado quanto Jessica e com poder de utilidade duvidosa: ele tem um radar de maldade que se manifesta em dores de cabeça de menor ou maior intensidade. Além disso, apesar de haver um certo grau de mistério (mas é leve e logo revelado), há um novo vilão à espreita, Gregory Salinger (o sinistro Jeremy Bobb, que vimos recentemente na excelente Boneca Russa), um serial killer altamente inteligente que esfaqueia Jessica, mas que parece demais, no começo, como um genérico de Hannibal Lecter. Correndo por fora, há a luta de Jeri Hogarth contra a ELA, que vem progredindo consistentemente e a faz procurar Kith Lyonne (Sarita Choudhury, que fez a esposa de Saul Berenson, em Homeland), seu primeiro amor, o trabalho de Malcolm Ducasse para Jeri que o coloca em dúvidas morais, e, nesse começo, Trish Walker descobrindo e desenvolvendo seus poderes gatunos de Felina (Hellcat, nos quadrinhos).

Aos poucos, sem muita pressa, os roteiros vão focando e dando a devida importância a cada personagem, expandindo a premissa “simples” do poder de Eric (personagem obscuro dos quadrinhos, que ganhou a alcunha de Mind-Wave)  e transformando-o em interesse amoroso de Jessica e tornando o serial killer (de longe baseado no Matador ou Matador de Idiotas, também dos quadrinhos) bem mais interessante e importante do que inicialmente indicado. No entanto, e é aí que a temporada realmente brilha, cada elemento narrativo, cada história paralela e cada personagem novo introduzido na série, além de ter sua função em si mesma, tem como objetivo maior permitir que a verdadeira história seja contada: a ascensão e queda de Trish Walker. Se Jessica Jones sempre foi vista como a grande personagem auto-destrutiva, depressiva e que não liga para ninguém, nesta temporada seu mundo derrete, com cada um dos personagens que gravitam ao seu redor (a exceção é Gillian) batalhando contra seu respectivo lado sombrio, mas com cada linha narrativa lentamente convergindo para Trish e sua obsessão em fazer o bem, o que a levou a quase morrer para ganhar poderes na temporada anterior. A pergunta que a temporada tenta responder é: qual é o preço que se paga para fazer o que é certo?

Jessica Jones não escolheu ser super-poderosa. Ao tornar-se o que é, ela perdeu tudo e o que ela vive, hoje, é a vida possível, especialmente depois de sua terrível experiência com Kilgrave. Trish, por seu turno, correu atrás dos super-poderes e, agora, com a elipse de um ano entre temporadas, ela passou a atuar nas sombras como uma heroína mascarada (nada de uniforme, mas as cores predominantes do figurino que ela comumente usa – azul e amarelo – foram, claro, retiradas da vestimenta de sua persona Felina dos quadrinhos). Esse é o grande e belíssimo conflito da temporadas e que é muito bem desenvolvido ao longo dos cuidadosos roteiros que funcionam quase como pêndulos, ora de um lado, ora de outro no espectro do bem contra o mal. Além disso, apesar de a série nunca ter tentado glorificar o super-herói já que a própria Jessica Jones faz todo o esforço para ser a antítese disso, aqui essa questão é ainda mais relativizada sem que a showrunner Melissa Rosenberg perdoe ninguém.

Se a performance de Krysten Ritter continua com a mesma qualidade de sempre, sua personagem parece ter chegado ao limite do desenvolvimento. E isso não é algo necessariamente negativo justamente porque a temporada passa a focar em Trish Walker, com Jessica passando a ser uma espécie de “sarrafo moral” que o espectador pode utilizar para julgar ou interpretar os atos não só de Trish, mas como de todo o restante do elenco. Com isso, Rachael Taylor tem o palco para brilhar. Se sua personagem aparentemente não tinha salvação lá pelo final da última temporada, aqui vemos que sua tenacidade e obsessão a leva a reconstruir sua vida, acrescentando a ela seu trabalho noturno e Taylor prova toda sua latitude dramática ao carregar Trish de um lado para o outro de maneira crível e lógica, fazendo-nos torcer por ela em alguns momentos e, em vários outros, odiá-la. Em termos de abordagem realista de super-heróis, esse jogo psicológico ao redor de Trish Walker está, sem medo de exagerar, no mesmo nível da abordagem de David Dunne por M. Night Shyamalan em Corpo Fechado.

E, como disse, gravitando ao redor de Jessica e Trish – e sempre contribuindo para o desenvolvimento dessa narrativa principal – cada coadjuvante tem seu arco narrativo próprio bem cuidado e desenvolvido. A impiedosa Jeri, diante de seu futuro sombrio com a doença debilitante, no lugar de olhar a vida com outros olhos, aprofunda seus atos imperdoáveis, destruindo vidas e corrompendo-se no processo em mais uma atuação excelente de Carrie-Anne Moss. Malcolm não sabe o que quer ser: ele mesmo ou a pessoa que ele deseja ser mesmo que, para isso, tenha que esmagar todos os seus valores e, assim como Jeri, destruir vidas. Eric, por seu turno, tem um arco de redenção, já que ele começa no fundo do poço e, com o contato com Jessica, consegue vislumbrar uma luz no fim do túnel. E, finalmente, Gregory Salinger, muito graças à atuação intensa de Jeremy Bobb, sai da sombra de personagens semelhantes que já vimos tantas vezes por aí e ganha um verniz realmente ameaçador e complexo que funciona muito bem como catalisador principal da ação da temporada.

Claro que, como é quase uma regra absoluta nas séries Marvel-Netflix, há um pouco de “barriga” em alguns pontos da temporada, com a ação andando mais de lado do que em frente. Mas a expressão chave é “um pouco”, já que esse problema crônico é quase imperceptível aqui e contornado pela forma como quase tudo é bem utilizado para fazer cada sub-trama primeiro tangenciar e, depois, convergir por completo. Mais problemático do que essa leve perda de ritmo é o esquecimento quase que completo do primeiro ataque a Jessica, com ela sendo gravemente esfaqueada. Ainda que ela não vá para o hospital por cinco minutos somente para fazer super-heroísmos na cena seguinte, é quase isso o acontece, com o ferimento, depois de muito pouco tempo, não só sumindo como sendo “apagado” do roteiro. Havia uma história interessante ali, sobre a fragilidade de seres super-poderosos, mas ela foi colocada de lado para privilegiar o arco assustador de Trish Walker, o que, no final das contas, é aceitável.

Os cinco anos de parceria entre a Marvel e a Netflix valeram o ingresso e seu encerramento com a terceira temporada de Jessica Jones foi mais do que digno. Gostaria muito que todos esses personagens, com o mesmo elenco e aproveitando-se de todas as respectivas histórias pregressas continuassem sob a batuta da Disney, mas é improvável que isso ocorra. Seja como for, vale um brinde – com bastante bourbon – ao final dessa breve era!

Jessica Jones – 3ª Temporada (Idem, EUA – 14 de junho de 2019)
Showrummer:
 Melissa Rosenberg
Direção: Michael Lehmann, Krysten Ritter, Anton Cropper, Liesl Tommy, Mairzee Almas, Tim Iacofano, Larry Teng, Stephen Surjik, Jennifer Getzinger, Sanford Bookstaver, Jennifer Getzinger, Sarah Boyd, Neasa Hardiman
Roteiro: Melissa Rosenberg, Hilly Hicks, Jr., Lisa Randolph, Jamie King, J. Holtham, Jesse Harris, Nancy Won, Scott Reynolds, Lisa Randolph, Jane Espenson (baseado em quadrinhos de Brian Michael Bendis e Michael Gaydos)
Elenco: Krysten Ritter, Rachael Taylor, Eka Darville, Carrie-Anne Moss, Rebecca De Mornay, Benjamin Walker, Sarita Choudhury, Jeremy Bobb, Tiffany Mack, Aneesh Sheth, Jessica Frances Dukes, John Ventimiglia, Rachel McKeon, Jamie Neumann, J. R. Ramirez, Kevin Chacon, Tijuana Ricks, Mike Colter, David Tennant
Duração: 689 min. (aprox.)

Você Também pode curtir

76 comentários

JC 26 de abril de 2021 - 16:32

Xi, vi algumas comentários por cima e já vi que faço parte dos que não gostaram dessa temporada.
Quer dizer, gostei MUITO do Arco da Trish, mas ODIEI o vilão, achei super chato.
Não me agradou nadinha…
Jessica realmente não me mexeu muito de onde estava para o final dessa.
No geral, achei uma temporada boa, inferior que a primeira e melhor que a segunda.

Foda que pararam , acho que deixaram algumas engrenagens para girar numa quarta temporada..mas agora já elvis 🙁

Legal que não partiram para o piegas de terminar a história da personagem da Moss de uma forma bonitinha.

Responder
planocritico 27 de abril de 2021 - 17:12

Faz parte! Eu adorei essa temporada final de JJ e gostaria muito que ela e o Demolidor migrassem para o UCM de verdade.

Abs,
Ritter.

Responder
Jose Aquiles 2 de outubro de 2019 - 23:31

Terminei a jornada Marvel Netflix ! Admito, sentirei saudades deste micro universo (até mesmo de Punho de Ferro 😂) ; uma pergunta ,Ritter: o que vc acha que aconteceria se Eric Gelden com seus poderes de sentir maldade se aproximasse de Frank Castle? Ele sangraria como aconteceu quando ele se aproximou da Trish? Ela não estava similar ao Justiceiro, matando por não acreditar na justiça?

PS – fiquei emocionado com a frase “Heroína de verdade” atribuída à Jessica na capa do jornal. Merecido!Aprendi a gostar da personagem!

Responder
planocritico 3 de outubro de 2019 - 00:12

Fará falta esse mini-universo!

Sobre o Gelden, acho que ele detectaria algo sim em Castle. Ele é fronteiriço demais para passar em branco.

Abs,
Ritter.

Responder
Jose Aquiles 3 de outubro de 2019 - 20:06

Concordo, minha dúvida é qual seria a graduação de dor que Eric sentiria ao se aproximar de Castle. Eric sangrou com Sallinger(compreensível) e tbm com Trish , que se achava uma heroína . É que entendemos que a jornada de Trish a levou a tornar-se uma vilã, mas não pensamos o mesmo de Frank Castle (afinal, definimos ele no máximo como um anti herói, mas não um vilão) .

Responder
planocritico 3 de outubro de 2019 - 21:47

Acho que ele sentiria menos do que nos dois casos, talvez o equivalente a quando ele primeiro percebe algo errado em Trish.

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Sousa 22 de setembro de 2019 - 17:46

Aos poucos vou colocar as críticas pra Marvel-Netflix, isso quando terminar o Punisher e Iron Fist (help!!), mas, por enquanto farei as de Demolidor e Jessica Jones, as minhas favoritas, eu confesso que estava receoso perante a terceira temporada da Jessica pela segunda ter ficado um tanto aquém da primeira, cair de um 9 pra um 7 foi forte, ainda que eu tenha gostado da 2a, mas, essa terceira foi espetacular, teve pouquíssimos capitulos-barriga, acho que somente o 1 e 2 não me agradaram muito, o resto é ótimo, a Jessica finalmente perdeu o medo de se envolver e expor, o momento que ela fala pra TV que o Selinger é o assassino é incrível, a Trish tá fenomenal e a mãe delas passa uma boa química com as duas, senti toda a raiva da Trish quando viu ela morta, enfim, série ótima acho que dou 8,5/10, temporada fortíssima

Responder
planocritico 23 de setembro de 2019 - 17:27

Pelo menos o universo Marvel-Netflix acabou em alta!

Abs,
Ritter.

Responder
Mateus Sousa 23 de setembro de 2019 - 22:56

Com certeza e, como já foi dito na crítica, o único motivo dessa temporada ficar abaixo da primeira foi por causa do Killgrave, que era meu favorito até a consolidação do Rei do Crime, na terceira de Demolidor, mas, fazer o que, ainda me surpreendo muito com esse começo da Marvel-Netflix, é bastante memorável, bom, só não terminou melhor por causa que houve a 2a de Punisher, que pra mim só precisava de uma temporada, mesmo que fosse muito boa, alongar algo tiro, porrada e bomba é um erro em minha opinião, mas, bem, nos meus sonhos, as últimas temporadas foram essa 9/10 de Jessica Jones e a 10/10 de Demolidor, em contra partida as 9/10 de ambas em 2015

Responder
planocritico 24 de setembro de 2019 - 17:42

Punisher até poderia ter tido duas temporadas, desde que a segunda fosse pancadaria do começo ao fim e, claro, bem mais curta. Resolveram inventar e estragaram o personagem…

Abs,
Ritter.

Responder
Massy Andrade 15 de setembro de 2019 - 23:07

Triste pelo fim da Trish…

Responder
planocritico 16 de setembro de 2019 - 15:10

Mas foi um triste fim muito bem feito!

Abs,
Ritter.

Responder
Kate Bishop 27 de agosto de 2019 - 19:48

Ao terminar a temporada, a primeira coisa em que pensei foi: TRISH WALKER AS DAENERYS TARGARYEN!!111!1!1!! (Só que melhor…)
Ver o desenvolvimento da Trish foi uma aventura desnorteante e deliciosa porque foi TÃO bem construída – diferentemente de certas herdeiras legítimas de um trono enferrujado -, porque você conseguia sentir que o surto estava vindo mas ao mesmo tempo a sensação de nÃO ACrediTO ISSO ESTA acontECENDI estava lá.
Ah, foi lindo de se ver. Essa temporada serviu pra me deixar extremamente triste, porque ainda que no fundo eu tenha esperança, sei que nunca mais vou ver a Ritter como Jessica de novo. E isso DÓI. Bastante.
Eu vou sentir falta dos meus filhos (Finn, não estou falando de você), mas a Disney está conseguindo me distrair dessa imensa perda. Por enquanto.

xx

Responder
planocritico 29 de agosto de 2019 - 14:06

Foi realmente uma bela construção e desconstrução de Trish Walker! Exemplar!

Abs,
Ritter.

Responder
Rodrigo Patini 14 de agosto de 2019 - 13:40

Adorei essa terceira temporada da Jessica, a história da Trish foi bem crível e a dualidade entre a moral dela e da Jessica me lembrou bastante a discussão sobre o mesmo assunto na segunda temporada do demolidor, no arco do justiceiro.
O único que eu achei largado foi o Malcom, o arco dele não me convenceu…
E aquela aparição “easteregguita” do Cage no último episódio? Foi só pra gente ficar se mordendo de raiva com vontade de ver um team-up de verdade!?!
Bom, vou sentir saudades do estilo “slow travel” das séries Marvel-netflix. Muita gente reclama(va) dos episódios ditos arrastados, mas para mim a melhor parte de uma viagem é o caminho, e não o destino…
Nos vemos na Disney plus, Ritter! Obrigado pela companhia!!!

Responder
planocritico 15 de agosto de 2019 - 16:41

Temporada realmente muito bacana. Fará falta.

E eu é que agradeço pela companhia!

Abs,
Ritter.

Responder
fe 29 de junho de 2019 - 02:01

Vou morrer de saudade

Responder
planocritico 1 de julho de 2019 - 14:53

Eu também, mas de todo esse mini-universo Marvel-Netflix!

Abs,
Ritter.

Responder
Nicolas Dias 29 de junho de 2019 - 00:52

Devo ser uma das poucas pessoas (se não a única) que para escolher as melhores temporadas de JJ faria a lista decrescente. Killgrave foi um grande vilão e compreendo o apelo de David Tennant junto ao público, mas se na segunda temporada (a mais criticada) não teve um antagonista de peso, ela teve todos os holofotes virados para a Jessica permitindo um mergulho ainda mais profundo em seu íntimo. Já essa terceira temporada soube cadenciar esses dois aspectos, contou com bons antagonista e foi intimista fazendo a Jessica se olhar e decidir sobre o que ela é e/ou quer ser. Minha impressão é que a season 1 fez Jessica olhar para o presente, a 2 para o passado, e a 3 para o que ela quer para o futuro.

Achei o Sallinger um ótimo vilão, além do bom trabalho do ator e das nuances do personagem, achei fantástico ele não ter poderes e ainda assim oferecer tanto perigo, o que ele fez com a Dorothy foi um twist que me lembrou a season 4 de Dexter, além de ser o pontapé final para a queda da Trish. Belíssimo desenvolvimento da personagem, de amiga coadjuvante para antagonista com extrema coerência de roteiro, além de um excelente trabalho da atriz. Os enredos e finais de Jerri e Malcolm também me agradaram, assim como o próprio final da Jess. Sinceramente não sei se fico desapontado ou feliz por ter terminado agora, porque terminou muito bem, mas fica a sensação de que ainda tem lenha para queimar.

Também dou 4,5 estrelas, mas concordo com você Ritter, esquecerem a história da faca foi um pequeno deslize, além de que parece ser padrão da Netflix em suas produções no geral, ter entre 2 a 4 episódios a mais do que deveria.

Responder
planocritico 1 de julho de 2019 - 14:53

Sallinger foi um bom vilão sim, mas ele foi, na verdade, o trampolim para a abordagem da ascensão e queda da Trish, que achei um negócio fora de série!

Abs,
Ritter.

Responder
Vinicius Santos 24 de junho de 2019 - 17:10

https://uploads.disquscdn.com/images/807ac9434a65bde58ac83dee1820edf462e209c566e54ec301bed6387cea9a3d.jpg Assim como Demolidor, Jessica Jones é um dos maiores (se não O maior) trunfo dessa parceria. Uma primeira temporada brilhante a sua maneira, uma queda aceitável (e questionável) na segunda e um recuparação/encerramento digno na terceira.
O que torna essa série tão boa é o desenvolvimento impecável que ela tem com os personagens. Quem assistiu as três temporadas conhece Jessica Jones tão bem que é como se ela fosse uma amiga íntima, todas as suas camadas, seus nuances, intenções, defeitos, TUDO foi muito bem trabalhado e apresentando, exaltando a atuação maravilhosa da Krysten. Ouvi falarem aqui num comentário q a K. Ritter está para Jessica Jones assim como RDJR está para Tony Stark, e olha, tem muito fundamento isso viu.
Já a Trish, dependendo do ponto de vista, tem uma evolução decrescente. É uma personagem incrível na primeira temporada, terminei a série amando ela e amando a relação com a Jess. Mas, aos poucos, fomos conhecendo sua parte mais intrinseca e ela se tornou o que se tornou. Essa jornada é digna de aplausos por que nunca vimos uma personagem “secundária” ser tão bem desenvolvida assim em nenhum dos outros 4 títulos individuais.
Os demais personagens também merecem demais reconhecimento, Hogarth, Malcolm, a mãe da Jessica na season 2, Kilgrave na season 1 (sem comentários), até mesmo a Doroth Walker teve um desenvolvimento considerável.
Todos reclamam da barriga, mas é justamente por ela, que a série tem esse elenco completo brilhando em todas as suas vertentes.
Jessica Jones definitivamente NÃO é para quem quer uma série de ação desenfreada e pancadaria, é uma série sobre pessoas e suas fragilidades. E nisso posso afirmar, com certeza, é extremamente fiel ao que promete. Vai deixar saudades.

Responder
planocritico 24 de junho de 2019 - 17:59

Concordo com tudo! Mas ainda acho a Trilogia Demolidor melhor do que a Trilogia Jessica Jones.

Abs,
Ritter.

Responder
Levi Mateus 24 de junho de 2019 - 00:28

Acabei de terminar a temporada (gostei mt, e n sabia q era a última dela e desse microverso), e vim imediatamente pesquisar sobre resenhas pois n entendi a cena final. Ela n vai viajar? O q àquela voz quis dizer a ela? Alguém me responde, pfvr!!

Responder
planocritico 24 de junho de 2019 - 14:41

Ela não estava indo viajar. Ela estava desistindo de ser detetive e de ser super-herói. Ao ouvir a voz – que é a de Kilgrave, o vilão da primeira temporada que ela vê e ouve na segunda, como uma voz interna – ela decide voltar atrás e continuar sendo o que ela é.

Abs,
Ritter.

Responder
Peter 20 de junho de 2019 - 11:49

Terminei hoje. Daria 3 estrelas e meia. Ou 7,5/10.

Demorou um tanto pra me pegar a atenção, acho que até o quarto ou quinto episódio a história não estava me despertando interesse (achei que faltava foco e o grande ”vilão” ainda não tinha aparecido), e a Trish estava deixando bem difícil de conseguir me envolver. Acho que é consenso geral que ela é insuportável.

Aí as coisas foram rolando, Sallinger apareceu, e quem diria, meu ódio pela Trish diminuiu consideravelmente. Gostei muito do que fizeram, Sallinger preencheu o papel de vilão, mas o foco foi na ascensão e queda da Felina. No fim, eu a entendia porém condenava suas ações. É exatamente ASSIM que você constrói bons antagonistas.

Enfim, esse ”universo netflix” vai deixar saudades sim. Acompanho desde que demolidor saiu, lááá em abril de 2015. Vamos esperar que voltem de alguma forma, apesar de improvável.

Responder
planocritico 24 de junho de 2019 - 17:46

Exato. O foco “vagaroso” em Felina foi a verdadeira história da temporada e eu adorei a coragem nessa abordagem.

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Augusto Pereira Da Costa 19 de junho de 2019 - 17:45

Uma pena ter acabado, tantas coisas ficaram em aberto desse microverso. Tenho certeza que madame Gao e Elektra, assim como o demolidor, sobreviveram à queda daquele prédio. Luke cage como evendenciado no final da temporada 2 dele e no ep final dessa temporada de Jéssica Jones, ia se tornar um vilaozinho (pelo menos até se tocar q tava fazendo merda) e punho de ferro tinha MT coisa pra explorar tbm (especialmente como ele ainda tinha o punho mesmo depois de ter passado a collen ying.) E o roubo dos caixões dos antigos punhos de ferro…

Enfim, uma pena.

Mas uma dúvida q ficou sobre Jéssica foi os poderes do Gillian. Como ele os conseguiu? Para quem viu a 2 temporada de manto e adaga viu que o vilão tem poderes parecidos e que ele os conseguiu caindo na baía no mesmo dia onde a plataforma de petróleo explodiu. Ou seja, o mesmo evento que deu poderes ao manto e a adaga e ao vilão de sua 2 temporada pode ter dado poderes ao gillian. O poder da matéria escura pode fazê-lo sentir a escuridão dos outros…

É um questionamento que fica!!!

Responder
planocritico 19 de junho de 2019 - 21:14

Sobre os poderes de Gelden (não Gillian), confesso que não fiquei nem um pouco curioso para descobrir a origem deles. São “coisas da vida” nesse universo.

Abs,
Ritter.

Responder
Diego Augusto Pereira Da Costa 19 de junho de 2019 - 23:02

Ainda q muitos o possuam, ainda n é totalmente normal ter poderes kkk confesso q fiquei esperando ele falar
“Tenho esse dom desde aquele dia quando a plataforma explodiu” , seria rápido e uma baita conexão com manto e adaga

Responder
planocritico 19 de junho de 2019 - 23:15

Realmente, não custava nada!

Abs,
Ritter.

Responder
SkyWylker 22 de junho de 2019 - 23:32

TBH ainda bem que não conectaram.
Não assisti Manto e Adaga, mas se mais pessoas saissem desse incidente com poderes, seria igual a série Flash: trezenas de pessoas com poderes por culpa da explosão do acelerador de partículas.
Foi até bom a origem dos poderes dele ficarem em segundo plano.
Mas admito que seria uma boa para dar uma audiência a mais à MeA.

E uma dúvida.
Rolou um easter egg de Ultimato no ultimo Episódio da JJ?
Quando Jessica diz:
“É um risco hoje em dia? Ir longe demais.”
E eis que Luke responde:
“Dizem que é INEVITÁVEL”.

Eu acho que é um Easter Egg, pois Thanos foi longe demais para conseguir o que queria, se tornando Inevitável…
Fez tudo e custou tudo o que ele tinha

Responder
planocritico 24 de junho de 2019 - 14:55

Não acredito em coincidências. É mais provável ser um easter-egg mesmo!

Abs,
Ritter.

Doctor 19 de junho de 2019 - 08:46

Acabei.
Gostei muito dessa temporada, não entendo porque as outras críticas tinham dito que foi uma temporada sem graça.
Os personagens tiveram excelentes desenvolvimentos, alguns até achando redenção, ou ao pouco mostraram suas verdadeiras faces.
Eu tava extremamente puto com a trish após a segunda temporada, comecei odiando ela nessa temporada, mas depois de uns episódios eu até que consegui parar de desejar a morte da personagem toda vez que ela aparecia… ai chega o episódio 10. Eu tive que dizer “porra, trish, tu só faz merda”. Parabéns pra melissa Rosenberg em conseguir tornar uma personagem que eu gostava tanto na season 1 em uma personagem que odeio mais do que qualquer vilão do MCU que eu me lembre. Sobre a jessica, concordo que o desenvolvimento dela chegou ao fim na segunda temporada, mas acho que se tentassem mudar muito ela a própria essência da personagem estaria em xeque, pelo menos ela parece mais consciente que ela “give a shit about people”. Gostei bastante do arco do malcon, outro personagem que eu tava bem puto.
O final foi diferente do que eu imaginei, mas preferi do jeito que foi. Pensei que iriam escolher soluções fáceis pros personagens, mas preferiram deixar os finais felizes de lado e arriscar em algo mais agridoce. Como você disse, essas séries vão fazer falta, até mesmo punho de ferro hahaha

Responder
planocritico 19 de junho de 2019 - 16:06

Eu nunca leio críticas de filmes e séries que vou criticar antes de redigir a minha crítica. Aí, quando eu publiquei a minha, fui procurar ver a reação dos colegas e fiquei de queixo caído para as abordagens negativas. Eu até entendo alguns pontos, mas eu nunca vi o tratamento realista da ascensão e queda de um super-herói no nível de qualidade que foi mostrado aqui em relação à Trish em uma série que não perdoa ninguém e não entrega final “refrescante” para quem quer que seja.

Abs,
Ritter.

Responder
Míriam Martinho 18 de junho de 2019 - 22:15

Boa demais essa terceira temporada. Também havia gostado da segunda, embora não da primeira que todo o mundo incensou. Renderia ainda uma ou duas temporadas de qualidade. Aliás, deixaram uma luzinha no fim do túnel nos últimos minutos do último episódio. E a história da Trish foi intensa demais. Adorei.

Responder
planocritico 19 de junho de 2019 - 16:06

Que bom que gostou! Eu fiquei muito feliz com o arco duro e pesado da Trish e com a forma série em que todos os arcos foram encerrados, sem finais felizes.

Abs,
Ritter.

Responder
Pedro Hennrique 18 de junho de 2019 - 20:21

faz crítica da série Warrior, da cinemax, baseada nos escritos do Bruce Lee

Responder
planocritico 19 de junho de 2019 - 16:06

Anotei aqui!

Abs,
Ritter.

Responder
vince 18 de junho de 2019 - 02:12

Tua crítica me fez querer assistir algo que eu já tinha desistido irei conferir a terceira temporada apesar de ter achado a segunda meia boca. Hey Ritter alguém vai criticar a série Warrior ? Já tem até segunda temporada confirmada e é muito boa.

Responder
planocritico 18 de junho de 2019 - 14:07

Eu gostei da segunda temporada. É a pior das três de JJ, mas eu gostei.

Sobre Warrior, não temos planos ainda.

Abs,
Ritter.

Responder
Handerson Ornelas. 17 de junho de 2019 - 17:34

Aí tu me complica, Ritter. Já tinha aceitado abandonar e não voltar pra terceira depois da fraca season 2. E depois de eu prometer parar de ser trouxa da Netflix e ser bastante seletivo ao material do serviço de streaming, que, na minha opinião, tem lançado cada vez mais material medíocre onde, de 13 episódios, dá pra descartar 9 de pura enrolação.

A recente recepção negativa me fez ter certeza que tinha feito a escolha certa… Até ver essa crítica e ficar curioso…

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 18:03

Bem, eu não achei a segunda temporada fraca, então pense bem no que vai fazer! HAHAHAHAHHAHHH

Abs,
Ritter.

Responder
El Dante 17 de junho de 2019 - 17:15

Estou na metade dessa última temporada, e se a crítica já foi mais positiva do que eu achei que seria, estou ansioso para terminá-la

Mais ansioso ainda eu estou pra ver se haverá um Entenda Melhor com as referências dessa temporada
Por favor, digam que haverá!

Embora pareça pra mim (até agora) que não hajam muitos easter eggs nessa temporada, confio que os críticos com olhos de águia daqui acharão algum ponto que mereça ser mencionado

Parabéns pela crítica e pelo bom trabalho!

PS: Bourbon? Não pra Jessica, pq se começou com Jack Daniels, vai terminar com JACK DANIELS!!! kkkk

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:44

Obrigado!

Olha, eu mesmo fiquei surpreso com a temporada. Ela começou muito “normal”, mas depois foi em um crescendo fascinante no que se refere a Trish e a relação dela com Jessica.

Sobre o Entenda Melhor, cara, sinto desapontar, mas não teremos. Tem sido infelizmente um tipo de artigo que demanda tempo demais e o retorno em views tem sido proporcionalmente pequeno.

Abs,
Ritter.

Responder
El Dante 18 de junho de 2019 - 22:43

Poxa, uma pena
Gosto muito desse tipo de artigo, ensina bastante sobre as origens de cada referência
Mas ainda tenho esperança que façam mais futuramente, talvez para filmes que chamam mais público e curiosidade geral

Mesmo assim, obrigado pelo retorno!

Agora, por curiosidade: Seu nome/apelido tem alguma coisa a ver com a atriz Krysten Ritter? Só agora reparei a semelhança kk

Até o/

Responder
planocritico 19 de junho de 2019 - 16:06

Eu também gosto muito de fazer esses artigos, mas é realmente uma questão de investimento de tempo versus retorno.

Sobre meu “nome”, não. Eu o criei MUITO antes de sequer saber que existia uma Krysten Ritter!

Abs,
Ritter.

Responder
Isaac 17 de junho de 2019 - 16:12

Excelente Critica Ritter.
Estava muito ancioso por ela.!!! Hehehehehehehe fiquei extremamente feliz que a nota que você deu, foi bem semelhante ao que eu senti.

Eu adorei essa temporada! Achei muito melhor que a segunda (e olha que gostei bastante dela), houve pelo menos para mim um aumento significativo do uso dos poderes dela nas investigações, que era algo que a temporada anterior ignorou um pouco.
Tbm, foi muito divertido, ver o lado detetivesco dela.
Ahhhhhhh adorei essa temporada. Não entendia porque outros sites por ai, estavam avaliando em 2,5 e 3,0.

Acho que há apenas uma coisa em que eu discordo de você (HERESIAA!!!), senti um certo desgaste já nos eps finais, após Aquele baque surpresa (Se é que você me entende). Talvez seja apenas impressão minha, porque até esse episodio, estavamos num ritmo frenético, depois dele, tivemos de desacelerar para ajeitsr o tabuleiro.
.

ALERTA DE SPOILLERS:
PERIGO”
Gostei muito daquele ep. Em que ela sai de nova york para investigar a primeira vitima do Sallinger.
Me lembrou muito aquele arco da HQ em que ela vai investigar o desaparecimento de uma garota, em uma cidadezinha se não me engano.!

Excelente Critica como sempre!
Plano Critico o melhor site de criticas que conheço, parabéns.

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:44

Obrigado pelo prestígio, Isaac!

Cara, que temporada bacana essa. E foi uma surpresa genuína para mim, pois esperava algo no máximo mediano.

Sobre o desgaste que você sentiu nos episódios finais, confesso que não senti. Mas senti problema bem no começo, diria nos dois primeiros episódios e, depois, lá pelo meio, mas só.

Abs,
Ritter.

Responder
Rick 25 de junho de 2019 - 16:53

Haha, aquela cena me lembrou também. Até corri pro meus encadernados da Panini pra fazer a comparação com a cena. Achei que poucos tinham percebido essa semelhança

Responder
Rafael Lima 17 de junho de 2019 - 14:44

ótima resenha! Também gostei bastante dessa temporada, e foi um desfecho digno par a série.

É importante apontar que a showrunner Melissa Rosenberg já havia anunciado a sua saída antes da onda de cancelamentos das séries da Marvel na Netflix começar; assim, mesmo que a série tivesse tido uma quarta temporada, essa temporada representaria o fim de um ciclo, e percebe-se isso.

O conflito da Trish, que é o grande motor da narrativa desta temporada é bem construído mesmo (muito mais do que na temporada anterior). A forma como a série trabalhou a visão fatalmente ingênua e simplista do que é ser uma heroína que Trish tinha, e na qual se agarrava tão fortemente. A questão de “ser uma heroína” parecia ter muito mais a ver com realização pessoal do que com o ato em si, como percebemos no mantra “de nada” usado por ela. É fascinante narrativamente, mas não torna a personagem agradável. Hehehehe.

O vilão não era ruim, mas ele realmente é muito mais um catalisador do que qualquer outra coisa. Poderia ter sido um serial killer bem genérico se, como você muito bem aponta na resenha, não fosse a ótima atuação do ator.

E Kristen Ritter continua excelente como Jessica Jones. A exemplo de Downey JR como o Homem de Ferro, é difícil imaginar qualquer outra atriz no papel. De fato, Jessica muda muito pouco da temporada anterior para esta (creio que a maior diferença é que agora ela está mais ativa na questão de ajudar as pessoas, com o programa de investigação gratuito dela). De fato, mesmo o seu drama inicial de estresse pós traumático após se sentir vulnerável após a facada do Sallinger parece uma reminiscência do que sofreu com o Killgrave( ainda que em um contexto e proporção totalmente diferentes). Claro, são justamente as situações repetidas que muitas vezes demonstram o desenvolvimento dos personagens. Afinal, o conflito com Trish ao fim da temporada não é muito diferente do conflito com a mãe na temporada anterior, e aqui Jessica toma uma atitude totalmente diferente.

PS: embora interessante, e de certa forma apropriada para fechar a série, achei a participação do Luke no final meio gratuita. Mas nada que incomode

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:54

Que bom que gostou também, @disqus_wPGYD1xKX4:disqus ! Essa “origem” da Felina foi espetacular, digna de figurar entre os melhores desenvolvimentos de super-herói já feitos.

Sobre o Luke, de fato foi gratuita a presença dele, mas foi “bonitinho”.

Abs,
Ritter.

Responder
Rafael Lima 20 de junho de 2019 - 00:59

Quanto ao que você comentou na resenha, de que a Jessica chegou no limite do desenvolvimento, de fato, nesta temporada é o que ocorre. Não que a personagem fique em uma nota só, mas ela parece bem consciente de quem ela é, e do que é capaz ou não de fazer.

Acho que se a série tivesse continuado, (se seguissem um pouco os quadrinhos) teria sido muito interessante ver como essa versão da Jessica lidaria com a maternidade (embora acho que o Luke não seria o pai, como nas Hqs). Sempre achei que a versão da série, é ainda mais durona e anti social que a versão das Hqs (lá, embora ainda alcóolatra e auto destrutiva, a Jessica era um pouco mais sociável que na série) e teria sido interessante ver a Jessica da Ritter lidando com uma gravidez e posteriormente um bebê.

Quem sabe no futuro? Pouco provável, mas sonhar é grátis. Dois anos atrás, eu dizia que os X men e o Quarteto nunca iam voltar pra Marvel, então nada é impossível. Hehehe

Responder
planocritico 24 de junho de 2019 - 17:45

Seria um caminho lógico e muito interessante para a personagem. Pena que dificilmente veremos!

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 17 de junho de 2019 - 14:35
Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:54

@disqus_4cuM5uz46H:disqus , gostaria muito que todas essas séries Marvel/Netflix continuassem no Disney+ Será uma pena não ver mais esse pessoal. E concordo que Jessica Jones foi subestimada, mas discordo sobre a segunda temporada. Para mim, ela foi pior que as outras duas, mas não achei fraca não.

Abs,
Ritter.

Responder
Anônimo 17 de junho de 2019 - 18:03
Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 18:03

Cox e Ritter (e não estou puxando o saco só por ela ter copiado meu nome) estão perfeitos em seus respectivos papeis.

Abs,
Ritter.

Responder
Rickzinho 17 de junho de 2019 - 14:35

Agora vejo (:

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:54

Veja sim!

Abs,
Ritter.

Responder
Celso Ferreira 17 de junho de 2019 - 14:25

Depois da 2ª temporada deprimente de Jessica Jones, não estava nem um pouco animado pra assistir a 3ª temporada. Após essa crítica, vou assistir. Preciso ver esse desfecho digno!!

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:54

Eu gostei da segunda temporada. Foi uma pegada diferente e corajosa.

Mas a terceira é sensacional. Só não digo que é melhor que a primeira, pois a primeira tinha o David Tennant!

Abs,
Ritter.

Responder
Rômulo Estevan 17 de junho de 2019 - 13:54

Eu amei essa temporada,pra mim tudo nela estava perfeito,esse arco da Trish foi a coisa mais interessante de se acompanhar(ainda tentando entender qual os poderes dela) e adorei muito o estilo de luta usado. Ps. O vilão é Sallinger e não Sullivan.

Responder
Flavio Batista 17 de junho de 2019 - 16:42

Rapaz, a segunda temporada eu terminei a forcéps. foi dureza

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:54

Dureza foi acabar as primeiras temporadas de Punho de Ferro e Luke Cage. Tive que me amarrar no sofá que nem Ulisses pediu para ser amarrado no mastro do navio…

Abs,
Ritter.

Responder
Flavio Batista Dos Santos 17 de junho de 2019 - 22:10

Rapaiz essas duas foram dose mesmo. A primeira de Luke cage parece q n termina nunca.
O problema é a birra q tenho da Jessica Jones. Acho ela chatissima.

Responder
planocritico 18 de junho de 2019 - 14:07

Mas você acha essa JJ aí chata ou a personagem dos quadrinhos?

Abs,
Ritter.

Flavio Batista Dos Santos 18 de junho de 2019 - 22:14

A dos quadrinhos eu n conheço. Acho chata essa daí mesmo.
Reclamona, mal educada, caga todo relacionamento q tem… ou seja um otimo personagem pra ser estudado
Tenho amigos q gostam q ela seja assim, quebrada e humana mas eu n consegui me conectar com ela.
Pra mim não rolou.

planocritico 19 de junho de 2019 - 16:06

He, he. Eu te entendo, mas ela é bem assim mesmo, então é mesmo uma questão de conexão.

Abs,
Ritter.

Rômulo Estevan 17 de junho de 2019 - 17:54

Eu curti bastante a 2 temp,foi muito bom o desenvolvimento da Jessica.

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:54

O arco da Trish foi realmente fenomenal!

E valeu pelo toque. Mudei lá!

Abs,
Ritter.

Responder
senaemcena 17 de junho de 2019 - 13:25

Ritter, meu rapaz, já devo ter dito isso… somos quase gêmeos mentais. Às vezes você fala minhas palavras e isso é assustador. Será que somos “trapaceiros”?

Essa terceira temporada foi uma experiência com gosto amargo, o mesmo que senti quando fui ver Vingadores Ultimato, o gosto do fim. É o encerramento de uma fase, uma era, uma parceria. Então, meu maior medo era, por ser a última investida, deixarem a desejar. O que não ocorreu.

Demolidor é impecável! Uma trilogia fantástica. E aceito o encerramento. Mas Jéssica Jones tinha que terminar bem. E parabéns! Ela sai de cabeça erguida já que suas irmãs (o gostar culposo Luke Cage, o tenebroso Punho de Ferro, o admirável O Justiceiro e a frustrante Os Defensores) não conseguiram.

O único ponto negativo é que poderiam ter esquecido o padrão de 13 epideos e os 4 primeiros ficarem sendo apenas um. Ou seja, no máximo uns 10 já contava a história toda.

Ok. Achava que só eu tinha sentido uma vibe Corpo Fechado na história. Adorei.

Pra finalizar, como falei em meu perfil no Instagram @senaemcena, temos ainda Agents of Shield pra se deliciar. Por enquanto.

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 17:54

@senaemcena:disqus , estamos conectados no plano astral!!!

Mas realmente fiquei com esse gosto amargo. Por mais que não tenha gostado de Punho de Ferro e de Luke Cage, o resultado final conjunto de todas as séries dessa parceria foi MUITO legal. Demolidor então, nem se fala!

Sobre a questão da quantidade de episódios, concordo. E nessa temporada de JJ, foram justamente os 3 ou 4 primeiro episódios que quase me fizeram achar que a temporada final seria medíocre.

Não se esqueça de Legion! A terceira temporada começa na semana que vem!

Abs,
Ritter.

Responder
senaemcena 17 de junho de 2019 - 18:22

Claro. Ansioso pela estreia da nova temporada de Legião (acho sensacional). Citei AoS por que meio que girava em torno do MCU.

Abraço.

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 18:30

Agora que os X-Men voltaram para a Marvel, dá para brincar, apenas na imaginação, que é tudo um universo só!

Abs,
Ritter.

Responder
Doctor 17 de junho de 2019 - 11:28

Destesto que tanta gente subestima essa série.
Ainda to no quinto episódio dessa temporada e to gostando, mas essa critica fez ficar ainda mais animado pro resto da temporada. E sobre a trish, so tenho ódio por essa #@$@% de %@^@&# @%#^# do !*&!^#%#.

Responder
planocritico 17 de junho de 2019 - 12:10

HAHAHAAHAHAHAAHA

Só vou te dizer uma coisa: seus palavrões não diminuirão!

Abs,
Ritter.

Responder

Escreva um comentário

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumimos que esteja de acordo com a prática, mas você poderá eleger não permitir esse uso. Aceito Leia Mais